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VAZA a suposta descrição dos QUATRO teasers de ‘Vingadores: Destino’ revelando que [SPOILERS] teve uma filha

O primeiro teaser trailer de ‘Vingadores: Destino’ vazou online na manhã de hoje e, com ele, começaram a surgir informações importantes sobre o que a Marvel prepara para os próximos dias. Segundo novas revelações, a estratégia de divulgação já está em andamento — e será dividida por personagens.

De acordo com o site Feature First, a primeira prévia oficial, com foco total no Capitão América, será exibida nos cinemas antes de Avatar: Fogo e Cinzas já neste fim de semana. Na segunda semana, o destaque muda completamente e passa para Thor.

A informação foi reforçada pelo insider @MyTimeToShineH, o mesmo que descreveu com precisão absoluta o teaser de Steve Rogers. Segundo ele, o teaser centrado no Deus do Trovão mostra Thor em uma floresta, ajoelhado em oração a Odin, momentos antes de uma grande batalha. O objetivo é claro e emocional: pedir que volte vivo para casa, para sua filha.

O vazamento não para por aí. Um terceiro teaser já está confirmado e será focado no Doutor Destino, vivido por Robert Downey Jr.. Ainda não há detalhes visuais sobre essa prévia, mas ela marcará o encerramento da sequência de teasers individuais.

Depois disso, a Marvel parte para o golpe final: o quarto teaser será, de fato, o trailer completo do filme. A expectativa é que ele seja lançado online no Ano Novo. Por enquanto, só existe uma descrição em áudio — e ela indica algo grande.

Segundo a fonte, o trailer começa lento, tenso e inquietante, com um clima sombrio, mas não totalmente desesperador. Há um fio de esperança. As primeiras notas da trilha surgem de forma espaçada, lembrando a música ouvida aos 2:21 do segundo trailer de ‘Venom‘. Aos poucos, o ritmo cresce.

Em seguida, o tom muda levemente, lembrando o trailer de Thunderbolts da “Absolute Cinema”, mas de forma mais contida. A trilha ganha uma batida profunda, quase como um coração pulsando. A partir daí, entra o clássico ritmo de montagem da Marvel, até a música explodir em força emocional, com a fonte descrevendo o momento como algo “no melhor estilo Vingadores”.

Outro detalhe crucial veio logo depois. @MyTimeToShineH revelou que Vingadores: Vingadores – Destino terá um forte tema de paternidade.
Steve Rogers terá um filho.
Thor, uma filha.
Doutor Destino perdeu o próprio filho — e busca vingança por isso.

Além disso, Reed Richards e Franklin Richards também estarão no filme, reforçando ainda mais esse eixo emocional entre pais e filhos.

Diante disso, tudo indica que esses laços familiares serão o coração emocional não apenas do filme, mas também dos teasers. Se a viagem de Steve Rogers ao passado para viver com Peggy Carter foi, de fato, o estopim das Incursões que levaram à queda do Multiverso, então a tentativa de Doutor Destino de destruir essa realidade pode ser o conflito central de ‘Vingadores: Apocalipse‘.

Com trailers vazando, teasers já programados para os cinemas e um lançamento completo cada vez mais próximo, fica claro: a campanha de marketing do próximo grande evento da Marvel Studios já começou — e não vai desacelerar tão cedo.

A Disney soltará quatro teasers do filme ao longo de um mês, com as cópias de ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ nos cinemas.

O longa-metragem abordará o épico clímax da Guerra Multiversal e contará com o retorno de Robert Downey Jr., que surpreendentemente interpretará o icônico vilão Doutor Destino (Victor von Doom), em um papel inédito no MCU.

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

vingadoresdoomsday

Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

10 filmes que mostram que quando a esmola é demais até o santo desconfia

O mundo dos trambiqueiros já ganhou muitas histórias através de filmes. Geralmente em tramas puxadas para a comédia, já vimos as mais loucas trajetórias de personagens que se metem em inúmeras confusões. Para lembrar algumas dessas obras, segue abaixo uma ótima lista:

 

Fé demais não cheira bem

Lançado no ano de 1992 nos cinemas, essa comédia estrelada por Steve Martin nos conta a história de um trapaceiro que explora os caminhos da fé e dos milagres para benefício próprio viajando pelos Estados Unidos. Dirigido por Richard Pearce.

 

Nas Ondas da Fé

Na trama, conhecemos o esforçado Hickson (Marcelo Adnet), um técnico de informática que faz bicos com um carro de som que leva mensagens carinhosas. Ele mora com a esposa Jéssika (Letícia Lima) em uma casa no subúrbio carioca. Certo dia, após ir até um culto, consegue uma oportunidade de emprego em uma rádio gospel e após uma brincadeira pensando que estava fora do ar, alcança um enorme sucesso com um programa onde assume o papel de um pastor falando para um enorme público.

 

Os Olhos de Tammy Faye

Na trama, conhecemos algumas fases da vida de Tammy Faye (Jessica Chastain), primeiro uma criança criada com a religião muito próxima de sua família, depois sua chegada na faculdade de estudos bíblicos, onde conhece o futuro marido Jim Bakker (Andrew Garfield). A partir do momento que se casa, resolve com o marido jogarem as mensagens de fé e esperança pelos Estados Unidos até que começam a perceber uma oportunidade de alcançar cada vez mais pessoas indo para a televisão e criando um show cristão. Só que o tempo passa, o sucesso chega, mas os pecados cometidos nesses tempos de ganância e ego inflado batem à porta deixando poucas escolhas aos envolvidos.

 

Os Salafrários

Na trama, conhecemos Clóvis (Marcus Majella) um homem que teve uma infância difícil passando por vários lares que já adulto resolveu viver de malandragem, mais precisamente um falsificador de obras de arte. Quando um de seus projetos criminosos dá errado, ele acaba encontrando com Lohane (Samantha Schmütz), sua meia irmã que levava uma vida honesta com seu trailer fazendo hambúrgueres em Magé até ser passada pra trás por trambiqueiros. Agora, partindo rumo à região dos lagos no Rio de Janeiro os irmãos precisam se unir para buscar novos objetivos.

 

Mixed by Erry

Na trama, conhecemos Enrico ‘Erry’ Frattasio (Luigi D’Oriano), um jovem tímido morador da região de Forcella, parte da grande Nápoles, que passou a infância tendo como referência o pai trambiqueiro, um falsificador de famosas bebidas destiladas. Erry sempre amou o universo musical, e tornando um grande conhecedor das novidades pela planeta e quando chega próximo da maioridade tem o sonho de ser DJ. Como todas suas tentativas não dão muito certo, ao lado de um dos irmãos Peppe (Giuseppe Arena) resolvem criar um negócio onde playlists de músicas nacionais e internacionais eram colocadas em uma fita k7 e vendidas por toda a região onde moravam. O negócio acaba sendo uma avalanche de sucesso, e com a chegada do irmão caçula ao negócio, Angelo (Emanuele Palumbo), o trio monta um verdadeiro império da pirataria se tornando um enorme alvo para as ações da polícia federal italiana.

 

Sharper – Uma Vida de Trapaças

Na trama, conhecemos o jovem Tom (Justice Smith), um amante de livros, que possui uma simpática livraria no centro de uma grande cidade norte-americana. Certo dia, entra pela porta do local uma jovem doutoranda chamada Sandra (Briana Middleton) e logo os dois se apaixonam perdidamente. Certo dia, Sandra, desesperada, avisa Tom que precisa de 350 mil dólares e ele, um herdeiro do milionário Richard (John Lithgow), logo consegue a quantia. Só que Sandra some, e Tom percebe que caiu em um golpe. Paralelo a isso, vamos conhecendo Max (Sebastian Stan) e Madeline (Julianne Moore), um dupla de trambiqueiros que vão nos mostrar os lados desse golpe aplicado por Sandra.

 

Golpe Duplo

Na trama, conhecemos Nicky (Will Smith) um empreendedor do ramo da malandragem que durante certos períodos do ano, reúne uma equipe de trambiqueiros em algum lugar dos Estados Unidos e juntos aplicam golpes de médio porte. Para se juntar a sua equipe e um novo trabalho, Nicky vai atrás de Jess (Margot Robbie) e a seleciona para o novo golpe. Quando acaba o trabalho, Nicky e Jess estão envolvidos (sentimentalmente falando) e o primeiro resolve ir embora e não viver esse amor. Passam-se três anos e o destino coloca novamente os dois apaixonados frente a frente em um novo trabalho.

 

Eu me Importo

Na trama, conhecemos Marla Grayson (Rosamund Pike), uma mulher de forte personalidade que achou uma mina de ouro em um negócio (nada ético) bastante rentável de guardiã de legal de pessoas idosas que não conseguem mais tomar atitudes. Com esquemas com uma médica, casas de saúde para idosos e enrolando juízes, ao lado de sua parceira de vida e sócia Fran (Eiza González) estão sempre planejando o próximo golpe. Um dia aparece a ficha de Jennifer Peterson (Dianne Wiest) e assim Marla rapidamente vira sua guardiã legal. Só que dessa vez, o alvo tem muito mais segredos do que aparenta e trará graves problemas para Marla e seus integrantes do esquema.

 

As Trambiqueiras

Na trama, conhecemos a ex-atleta olímpica da marcha atlética Connie (Kristen Bell), uma mulher perto dos 40 anos, que após anos se dedicando a um esporte que poucos ligam, virou uma dona de casa. Ela é muito infeliz no casamento com o marido Rick (Joel McHale), um homem grosseiro que viaja pelos Estados Unidos pelo seu trabalho na receita federal. Connie só tem uma grande amiga, Jojo (Kirby Howell-Baptiste). Ambas são viciadas em conseguir cupons de desconto e essa satisfação que sentem acaba virando uma ideia de empresa quando elas descobrem brechas em vendas desses cupons de forma online, porém totalmente ilegal. Ganhando milhões, elas começam a criar suspeitas no analista de cupons Ken (Paul Walter Hauser) que se junta ao agente federal dos correios Simon (Vince Vaughn) para tentar parar a dupla de amigas.

 

Trapaça

Na trama, acompanhamos a trajetória de Irving Rosenfeld (Christian Bale), um especialista na arte das malandragens e transações duvidosas. Amante de Jazz, com seu chamativo barrigão e adepto da peruca contra a calvice precoce, vive empreendendo criminosamente pelas ruas de sua cidade. Certo dia, durante uma festa, conhece o amor de sua vida, a bela ruiva Sydney Prosser (Amy Adams) e juntos são procurados pelo FBI para ajudar na prisão de diversos políticos e figuras importantes da alta sociedade norte-americana. O plano, que é o passaporte de fuga da prisão para eles, corria perfeitamente bem até a chegada da mulher de Irving, Rosalyn Rosenfeld (Jennifer Lawrence) que arruma uma confusão após outra.

Femme Fatale | Escolhemos as MELHORES músicas do 7º álbum de Britney Spears

Britney Spears é um dos nomes mais importantes da música – e não é por qualquer motivo que é considerada a princesa do pop.

Ganhando fama mundial em 1999 com o lançamento do álbum ‘…Baby One More Time’, Spears ascendeu a um estrelato meteórico que eternizou diversas canções na indústria fonográfica e que deram início a um movimento que sofreria alterações constantes com o passar do tempo, o teen pop. Aproveitando para falar sobre angústias e amores juvenis, Spears logo amadureceu e apostou fichas em investidas mais sensuais, envolventes e indesculpáveis que promoveram uma grande mudança em sua carreira.

Em 2011, a performer voltava ao cenário da música com um sólido corpo de canções originais intitulado Femme Fatale. Contando com os singles “Hold It Against Me”“Till the World Ends”, o álbum incorporou elementos do dance-pop, do synth-pop e do EDM para uma vibrante celebração hedonista que trouxe Max Martinwill.i.amTravis Barker e vários outros para auxiliá-la nessa jornada.

Para celebrar seu recente 14º aniversário, preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores músicas do disco.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

5. “SELFISH”

É costumeiro que músicas com grande potencial de se tornarem sucessos sejam deixadas de lado por grandes artistas – seja por decisões da gravadora ou pela falta de um plano um pouco mais detalhado. E esse é o caso de “Selfish”, uma das pequenas joias que se ocultam no álbum. A track foi erroneamente deixada de lado, visto que é uma das melhores entradas de Femme Fatale, seja pela familiaridade de sua progressão, seja pelas mensagens subliminares que se escondem em seus versos.

4. “I WANNA GO”

Trazendo referências à famosa banda de rock inglesa New Order“I Wanna Go” é uma das faixas mais bombásticas de Femme Fatale e nos chama a atenção não apenas pela sólida produção, cortesia de Martin e de Shellback, mas pela praticidade com a que ganha vida – uma infusão explosiva de dance-popHi-NRG que fala sobre se livrar de amarras impostas por outrem e se libertar em um ímpeto de empoderamento. A música foi lançada como terceiro single do compilado de originais.

3. “TILL THE WORLD ENDS”

“Till the World Ends”, funcionando como uma epígrafe electro-dance, é uma narcótica viagem por um submundo pós-apocalíptico impetuoso, movido pelo desejo incontrolável de dançar e de não se importar com os problemas que nos afetam dia após dia. “Você sabe que posso levar isso ao próximo nível, baby” é um clássico verso arrancado de uma nostalgia que retoma ‘Britney’ e ‘In The Zone’ – mas elevado à décima potência no tocante à contemporaneidade e a uma proposital produção sem limites estéticos.

2. “CRIMINAL”

É quase irrelevante comentar a beleza irretocável de “Criminal”, semi-balada que, na versão padrão do álbum, finaliza essa jornada com toque de ouro. A narrativa se afasta dos convencionalismos imortalizados por Spears ao longo da carreira e traz Martin de volta à forma; talvez o aspecto que mais nos chame a atenção seja o fato da iteração não ser tão agressiva quanto suas conterrâneas e refletir a vulnerabilidade que tanto amamos na cantora.

1. “HOLD IT AGAINST ME”

lead single de Femme Fataleganhou vida através do dance-pop de “Hold It Against Me”. Apesar da multiplicidade gritante de elementos sonoros que se desenrolam pela faixa, tudo é pensado com cautela e, no final das contas, converge para uma significativa mudança de ares para a artista. É claro que o pop chiclete permanece vivo tanto nos drills quanto no refrão e no icônico bridge que nos une a um épico final – exponencialmente alimentado por um belíssimo videoclipe encabeçado por Jonas Åkerlund.

Anthony Mackie, o ‘Capitão América’, estrelou filme de US$ 150 milhões que NUNCA foi lançado

Anunciado em 2021 como uma das grandes apostas do cinema épico contemporâneo, Desert Warrior surgiu cercado de expectativas. Com um orçamento estimado em US$ 150 milhões e um elenco de peso liderado por Anthony Mackie (Capitão América: Admirável Mundo Novo) e pelo vencedor do Oscar Ben Kingsley, o projeto prometia apresentar uma visão grandiosa do antigo mundo árabe. Sob a supervisão da MBC, a proposta era ambiciosa: oferecer uma narrativa histórica capaz de dialogar com uma nova geração de cineastas locais, ampliando suas referências para além do modelo tradicionalmente imposto por Hollywood.

No entanto, passados mais de três anos desde o início das filmagens, o longa parece ter se perdido em um limbo de produção. As atualizações tornaram-se escassas, e o silêncio em torno do projeto começou a gerar dúvidas sobre seu futuro.

A história se passa no período pré-islâmico e retrata o conflito entre tribos árabes e o Império persa-sassânida, na região que hoje corresponde ao sul do Iraque.

A trama acompanha Hind (Aiysha Hart), uma princesa árabe que se recusa a se tornar concubina do cruel imperador Kisra (Ben Kingsley). Após fugir para o deserto, ela cruza o caminho de um enigmático fora da lei conhecido apenas como Bandido (Anthony Mackie) e, aos poucos, passa a reunir tribos rebeldes para enfrentar o poderoso exército de Kisra.

A direção ficou a cargo de Rupert Wyatt, conhecido por seu trabalho na franquia Planeta dos Macacos. Nos bastidores, relatos iniciais eram bastante positivos, com elogios à escala das filmagens, ao cuidado estético e, principalmente, às atuações de Mackie e de Aiysha Hart, apontada como o coração emocional da narrativa. Ainda assim, com o passar do tempo, o entusiasmo foi sendo substituído por incertezas.

Nas redes sociais, membros da equipe passaram a resgatar fotos antigas dos bastidores, levantando especulações sobre o real status do filme e se ele, de fato, chegará algum dia aos cinemas. Fontes indicam que um corte final ainda depende da aprovação de Wyatt, que deixou o projeto em meio a divergências criativas e, posteriormente, acabou retornando. Para agravar a situação, exibições-teste indicaram dificuldades de conexão com o público, enquanto versões preliminares não convenceram executivos norte-americanos envolvidos no processo.

Paralelamente, começaram a surgir questionamentos sobre a abordagem adotada pelo filme. Parte da equipe e dos executivos levantou preocupações sobre o fato de uma história profundamente ligada ao passado árabe estar sendo conduzida majoritariamente por cineastas ocidentais, o que poderia comprometer a autenticidade cultural e histórica da obra.

As tensões internas se intensificaram ao longo de 2023. Em fevereiro daquele ano, Christina Wayne, executiva da Amazon Studios, foi integrada à produção para supervisionar uma das unidades do filme. Pouco depois, ela trouxe Alexandra Milchan (TÁR) para reforçar o time. Também participavam das decisões criativas figuras centrais da MBC, como o CEO Sam Barnett, o presidente sheik Waleed al-Ibrahim e o gerente sênior Ali Jaafar.

Com o avanço do projeto, surgiram novos impasses. A MBC solicitou que Wyatt reduzisse a duração do longa — originalmente com 155 minutos — em cerca de 20%, para atender a exigências contratuais. Além disso, o tom da narrativa virou motivo constante de atrito. Enquanto Wyatt defendia um filme mais autoral, carregado de nuances e complexidade dramática, os executivos desejavam algo mais próximo de um épico clássico nos moldes de Coração Valente (1995). Segundo o Deadline, apesar dos conflitos, todas as partes envolvidas afirmavam agir “com as melhores intenções” em relação ao projeto.

Em julho de 2023, uma versão inacabada de Desert Warrior foi exibida em um teste de público em Las Vegas — e os resultados foram desanimadores. Apenas 25% dos entrevistados demonstraram interesse no filme. Entre as críticas mais recorrentes estavam o ritmo arrastado, a sensação de que a história se estendia além do necessário e a dificuldade de compreender as motivações dos personagens principais, mesmo após a inclusão de cenas adicionais para esclarecer o arco do personagem de Mackie.

“A confusão era grande, não apenas no início, mas também mais adiante, o que esvaziava a resposta geral à história e o engajamento com os protagonistas”, apontava a pesquisa.

Representantes da MBC minimizaram o impacto dos testes, afirmando que esse tipo de exibição é comum e serve justamente para ajustar ritmo e clareza narrativa. Pessoas próximas à produção também lembraram que diversos sucessos de bilheteria tiveram recepção fraca em pesquisas iniciais. Ainda assim, os números reacenderam o debate sobre a receptividade do público a uma interpretação ocidental de uma história árabe. O elenco principal contava com poucos atores árabes, o texto foi descrito como excessivamente rebuscado, quase shakespeariano, e a precisão histórica virou tema de discussões internas, evidenciando choques culturais ao longo do processo.

Wyatt afirmou que a versão exibida no teste não refletia sua visão original, alegando que o corte havia sido alterado após sua saída do projeto, em abril de 2023. Outros envolvidos, no entanto, sustentaram que as mudanças foram mínimas. De toda forma, a montadora Kelley Dixon (Pantera Negra: Wakanda para Sempre) acabou sendo chamada para assumir uma nova reedição do filme.

Sem uma data oficial de lançamento até o momento, Desert Warrior segue envolto em incertezas. Ainda assim, acredita-se que a produção possa finalmente chegar aos cinemas no próximo ano, encerrando uma trajetória marcada por ambição, conflitos criativos e um longo caminho até a linha de chegada.

Quer assistir a uma comédia romântica fofa, apaixonante e DELICIOSA? Veja essa dica na Netflix!

Nos últimos tempos, a Netflix tem feito cada bomba que qualquer filme original já parece carregar consigo um certo tipo de preconceito de parte do público. Só que Amor à Primeira Vista pode marcar uma “virada de chave” na empresa, porque é um verdadeiro filmaço. Curiosamente, apesar de ser uma clássica comédia romântica, o longa já faz questão de anunciar desde o princípio que não é sobre amor, mas sobre destino e as probabilidades que ele envolve.

Inspirado no livro A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista, da norte-americana Jennifer E. Smith, o filme é conduzido por uma narradora-personagem que conta a história de como os caminhos de Hadley (Haley Lu Richardson) e Oliver (Ben Hardy) se cruzaram quase que magicamente no aeroporto, e como essas 8h que eles passaram juntos seriam decisivas para o futuro dos dois. A menina estava indo dos EUA para Londres, onde seu pai iria se casar novamente, enquanto o rapaz, britânico, estava voltando para casa, onde um nada convencional evento de família ocorreria. Então, por obra do destino, eles acabaram passando um voo juntos e eventualmente se apaixonaram, mesmo que não admitam inicialmente.

E o mais interessante dessa proposta é que em menos de 20 minutos de filme, o casal já exala tanta química que o espectador se vê embarcado, torcendo pelo romance dos dois, independentemente do que venha a ocorrer a seguir. É uma construção de personagens muito bem feita, porque insere o público nos “encontros” deles como observador, despertando a curiosidade para saber mais sobre eles. E isso é amplificado pelas intervenções da narradora, interpretada pela competente Jameela Jamil, que aparece ao longo da trama como diferentes personagens e costuma quebrar a quarta parede, falando ao público como se fosse uma fofoca recém-saída do forno. Ela também traz dados e estatísticas o tempo inteiro sobre as mais diversas situações, é incrível.

A direção de Vanessa Caswill, já famosa nas produções da BBC, foge do convencional ao evitar os planos clássicos das comédias românticas, apesar de se render a alguns em certos momentos, o que traz ao filme uma condução muito agradável de se assistir. A trama conta com momentos não lineares, sempre em prol de desenvolver melhor seu casal principal. Só que o seu maior mérito é mesmo o roteiro. Ele não tem problemas em assumir clichés e os usa para construir um história emocionante que aquece o coração para tentar reestabelecer sua fé no amor.

E como o texto e a direção são muito bons, isso já garante uns 70% do sucesso deste filme. Com a trilha sonora escolhida a dedo para amplificar a sensação de “calorzinho no coração”, chega a uns 75%. Ou seja, a chance de escorregar ficaria a cargo do elenco. E olha, eles impressionam também. Apesar de já estar perto dos 30, Haley Lu Richardson passa tranquilamente como uma jovem recém-saída da adolescência, com 20 anos. E como ela tem um passado no ramo dos dramas e das histórias de amores impossíveis, como no ótimo A Cinco Passos de Você (2019), a atriz sabe exatamente como interpretar a mocinha em dúvidas do próprio futuro. E ela esbanja química com Ben Hardy, que tem uma carreira recente, mas com alguns projetos bem variados, como X-Men: Apocalipse (2016) e Bohemian Rhapsody (2018), em que interpreta o baterista Roger Taylor. Com 32 anos, o ator também consegue convencer como um jovem de 22 anos que baseia sua vida nas estatísticas de sua graduação em matemática. E para quem o viu como o galã psicótico no questionável thriller erótico do Prime Video, The Voyeurs (2021), vê-lo assumir uma personalidade tímida de um nerdzinho apaixonado é uma mudança muito drástica, e mostra como ele entrou bem no papel. Juntos, eles formam um casal fantástico e instigante.

Além disso, mesmo não sendo um filme sobre amor, o longa faz alguns questionamentos bem sutis sobre o que é amar e como uma decisão simples, como a de carregar ou não um telefone celular pode influenciar diretamente todo seu futuro. Uma das reflexões mais interessantes é sobre o uso do amor na sociedade. Em dado momento da história, é mostrado que as pessoas remetem ao amor em despedidas assustadoramente mais do que em começos ou recomeços.

Em meio a essa paixão crescente e praticamente impossível, as questões pessoais da dupla entram em jogo, fazendo com que eles precisem se resolver com suas famílias ou com seus conflitos internos para que o destino possa agir. Afinal, o destino só entra em ação se você deixar.

Entendendo com maestria a arte de contar uma boa história, Amor à Primeira Vista é a melhor comédia romântica do ano, mesclando elementos clássicos do gênero com uma proposta mais Pop, e garantindo muita emoção para quem for assistir. E como não tem uma duração muito longa (1h30 aproximadamente), é o programa ideal para quem busca um excelente filme para assistir no fim de semana.

Amor à Primeira Vista está disponível na Netflix.

NOSTALGIA! 10 ÓTIMOS álbuns que completam 15 anos em 2025

2025 está chegando ao fim – e, com ele, não podemos deixar de nos lembrar de álbuns incríveis que fazem bodas.

Há uma década e meia, nomes como Kanye West (agora conhecido pelo nome artístico de Ye), RobynKaty Perry e tantos outros dominavam o cenário fonográfico com produções que marcaram época e que caíram no gosto tanto da crítica (ainda que tardiamente) e do público.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando dez ótimos álbuns que completam 15 anos em 2025 para você relembrar ou conhecer.

Veja abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

DOO-WOPS & HOOLIGANS, Bruno Mars

Antes de se transformar no icônico musicista como o conhecemos hoje, Bruno Mars chegou comedido ao cenário musical em 2010, com o lançamento de ‘Doo-Wops & Hooligans’. A produção, vindo pouco depois do EP ‘It’s Better If You Don’t Understand’, contou com nomes como NeedlzSupa DupsJeff Bhasker em uma jornada pelo otimismo sem fronteiras e uma análise sobre solidão, dor e relacionamento falidos – que geraram clássicos como “Just The Way You Are”“Talking to the Moon”.

THE SUBURBS, Arcade Fire

Aclamado pelos críticos e sagrando-se um dos álbuns mais populares e bem-sucedidos dos anos 2010, ‘The Suburbs’ continuou a ótima maré criativa da banda de indie rock Arcade Fire. Emergindo como um complexo e maduro corpo de trabalho, o disco rendeu seis singles promocionais e garantiu reconhecimento ainda maior por parte do grupo musical – além de ter levado para casa o Grammy de Álbum do Ano em 2011.

LOUD, Rihanna

É quase impossível acreditar que, há 15 anos, Rihanna lançava seu quinto álbum de estúdio. Afastando-se do tom mais sombrio e incisivo de seu disco anterior, ‘Rated R’, a cantora e compositora resolveu voltar um pouco mais no tempo ao reiterar sua afeição por produções uptempo e por atmosferas mais otimistas e vibrantes. Sucesso de vendas e um dos favoritos do público, o álbum rendeu nada menos que sete singles, incluindo as icônicas “Only Girl (In the World)”“S&M”“Man Down”.

APHRODITE, Kylie Minogue

Aphrodite cumpriu o que prometia e resgatou a glória de Kylie Minogue após certos deslizes dos anos anteriores: a performer, em 2010, era uma fênix que ganhava o mundo mais uma vez com um disco que não apenas envelheceu muito bem, mas que, quase uma década e meia mais tarde, continua original, inovador e dançante ao extremo. Dominando as paradas da Billboard com seus quatro singles alcançado o topo da Hot Dance Club Songs, ela reencontrava a si mesmo com competentes e memoráveis rendições – além de ter tido a oportunidade de trabalhar com um dos produtores mais requisitados do momento.

SPEAK NOW, Taylor Swift

Por incrível que pareça, o terceiro álbum de Taylor Swift foi lançado há uma década e meia e, apesar de manter similaridades com o disco anterior, ‘Fearless’, serviu para provar que a loirinha compunha suas próprias músicas. Entregando nada menos que seis singles promocionaisSpeak Now pode não ter sido um estouro na temporada de premiações, mas tornou-se o favoritinho do circuito do American Music Awards e um dos mais relembrados pelos fãs.

THE ARCHANDROID, Janelle Monáe

O álbum de estreia de Janelle Monáe é, de longe, um dos melhores do século e foi aclamadíssimo desde o momento em que chegou aos ouvidos dos fãs e da crítica. Misturando letras profundas e ritmos dançantes – além de fazer uma declaração de amor para o clássico filme ‘Metrópolis’ -, a fusão de neo-soul e psychedelic pop é irretocável do começo ao fim e foi apenas o pontapé inicial para uma carreira meteórica.

TEENAGE DREAM, Katy Perry

Apesar de ter sido recebido com críticas mistas à época de seu lançamento, Teenage Dream é, sem sombra de dúvida, um marco na música pop e um arauto iconográfico de Katy Perry. Em um olhar mais contemporâneo (mais de uma década depois de seu lançamento), é notável que, apesar dos problemas, a artista se mostrou ousada em provocar os ouvintes com certos experimentalismos ainda crus, apostando fichas em faixas hedonistas e pessoais, ao mesmo tempo – além de carregar músicas que são conhecidas até hoje.

THE FAMILY JEWELS, Marina Diamandis

Marina Diamandis não é um nome tão conhecido quanto deveria, mas seu “extinto” alter-ego Marina and the Diamonds dominou o cenário indie no começo dos anos 2010, transformando-a em uma força de respeito. Fazendo sua estreia oficial em 2010 com o subestimado The Family JewelsMarina mergulhou de cabeça em uma estética mais conceitual e deu vida a músicas que ficaram bastante populares

MY BEAUTIFUL DARK TWISTED FANTASY, Ye

My Beautiful Dark Twisted Fantasy é um consenso no mundo da música como o melhor álbum de Kanye West (ou, atualmente, Ye) e um dos mais ovacionados e importantes do século XXI. Alcançado aclame generalizando por parte da crítica e estreando em primeiro lugar nas paradas mundiais, o quarto álbum de estúdio do conhecido e controverso rapper ganhou um prêmio do Grammy, mas foi esnobado na principal categoria – a de Álbum do Ano.

BODY TALK, Robyn

Em seu sétimo álbum de estúdio, a artista sueca Robyn continuou a ser adorada internacionalmente. Body Talk foi aclamado pela crítica internacional, apesar de ter sido esnobado nas principais premiações musicais. Através de quinze faixas originais compostas em menos de seis meses, a compositora se transformou em uma das vozes da atualidade, entregando para o mundo impecáveis tracks como “Call Your Girlfriend” e “Dancing On My Own”.

TENSO! Série sobre abuso psicológico da Netflix vai te deixar ASSUSTADO…

Um retrato intenso e perturbador do abuso psicológico e de suas profundas consequências. Vinda diretamente da Alemanha, a minissérie — dividida em seis episódios — lança um olhar sensível e ao mesmo tempo angustiante sobre o estresse pós-traumático, explorando as marcas deixadas na vida de diferentes pessoas.

No centro da narrativa está uma jovem cujo destino é drasticamente transformado após passar meses em cativeiro, forçada a abdicar da própria identidade e a viver sob a imposição de ser outra pessoa, em uma experiência de extremo controle e violência emocional.

O roteiro aposta em uma estrutura fragmentada e deliberadamente não linear. As informações são apresentadas de forma aparentemente desconexa, como peças de um quebra-cabeça que, aos poucos, vão se encaixando. A cada revelação, novas camadas da história surgem, abrindo caminhos inesperados e ampliando o mistério, o que mantém o espectador constantemente atento às pistas deixadas ao longo dos episódios.

Depois da Cabana é uma adaptação do livro Dear Child, romance de quase 400 páginas lançado em 2019 pela escritora alemã Romy Hausmann, e traduz para a tela a densidade psicológica e o clima sufocante da obra original.

Na trama, conhecemos uma mulher na casa dos 30 anos (Kim Riedle) que consegue fugir de um cativeiro, situado numa cabana numa floresta pouco frequentada, onde viveu durante um bom tempo ao lado de duas crianças como se fosse a mãe delas convivendo com regras rígidas impostas por uma pessoa que se identifica como o pai das crianças. Uma dessas crianças, inclusive, foge com ela. A polícia fica logo sabendo da situação e começa uma investigação que acaba se tornando um complemento a uma outra investigação sobre uma mulher que está 13 anos desaparecida. Assim, aos poucos os mistérios vão caindo e vamos rumando para as verdades.

Assista ao trailer:

As diversas óticas para todos os acontecimentos que se sucedem no presente dão dinamismo à narrativa. Temos a visão de um casal que sofre faz mais de uma década com o desaparecimento da única filha e observa de duas maneiras distintas o que acontece no presente deles. Dois policiais que nunca se viram precisam reunir peças juntos para entender todo o plano macabro que culminou em mortes, lavagem cerebral e desaparecimentos.  A visão das vítimas do sequestro ganham caminhos diferentes, uma da criança que vive sobre o conceito de regras rígidas impostas pela autoridade que ela conhece como pai e uma outra da última sequestrada que não consegue encontrar o equilíbrio após o trauma que sofreu.

Ao longo de mais de quatro horas de duração, esse projeto alemão convida o espectador a percorrer caminhos densos e emocionalmente desgastantes, mergulhando nas estradas turbulentas de um distúrbio marcado por gatilhos profundos e dolorosos: o estresse pós-traumático. A narrativa se constrói a partir das feridas deixadas por experiências extremas, revelando como o trauma se manifesta de maneiras distintas, mas igualmente devastadoras, na vida de cada personagem envolvido. O ponto de interseção entre todos eles não está apenas nos acontecimentos em si, mas nos abalos psicológicos que surgiram a partir de uma mesma situação, conectando suas histórias de forma silenciosa e inquietante.

Não se trata de uma minissérie interessada em grandes reviravoltas ou em surpreender o público com a identidade por trás dos crimes cometidos. Esses elementos existem, mas ocupam um papel secundário dentro da proposta maior da obra. O foco principal está na reflexão sobre a mente humana, em suas fragilidades, mecanismos de defesa e na forma como tenta sobreviver após experiências traumáticas. A psique dos personagens é o verdadeiro campo de análise da narrativa, que prefere o aprofundamento emocional ao choque fácil.

A cada novo episódio, peças aparentemente soltas vão se encontrando e se encaixando, formando uma ampla e complexa teia de acontecimentos. Gradualmente, as verdades sobre o que realmente aconteceu vêm à tona, ao mesmo tempo em que se tornam evidentes as marcas deixadas por esse sofrimento prolongado — algumas claramente visíveis, outras silenciosas e quase imperceptíveis, mas igualmente dolorosas. O resultado é o retrato de um pesadelo que parece nunca ter fim, ecoando mesmo após o encerramento da história. Depois da Cabana está disponível na Netflix.

 

Suposto teaser de ‘Vingadores: Destino’ VAZA na internet e traz retorno de [SPOILER]; Assista!

Um suposto teaser de ‘Vingadores: Destino’ (Avengers: Doomsday) vazou na internet e traz o retorno de Chris Evans como o Capitão América original, que voltou para o passado para ter sua vida normal com Peggy Carter no final de ‘Vingadores: Ultimato‘ (2019).

O teaser mostra o bebê deles.

Confira:

 

O teaser bate com a descrição que havia vazado, e tem sido removido por Copyright nas redes sociais.

A Disney soltará quatro teasers do filme ao longo de um mês, com as cópias de ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ nos cinemas.

O longa-metragem abordará o épico clímax da Guerra Multiversal e contará com o retorno de Robert Downey Jr., que surpreendentemente interpretará o icônico vilão Doutor Destino (Victor von Doom), em um papel inédito no MCU.

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

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Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Paulo Gustavo é homenageado na première de ‘Agentes Muito Especiais’; Assista!

A première de Agentes Muito Especiais, comédia estrelada por Marcus MajellaPedroca Monteiro, aconteceu nesta segunda-feira, 15, em São Paulo, e contou com uma homenagem especial ao ator Paulo Gustavo.

O filme é baseado em uma ideia original do Paulo Gustavo com Marcus Majella, e acompanha Jeff e Johnny – uma dupla que tem um sonho: entrar para a polícia do Rio de Janeiro.

Durante um treinamento, eles recebem do comandante a missão de se infiltrar numa penitenciária para desmantelar o terrível “Bando da Onça”, que aterroriza a cidade. Disfarçados de presidiários, eles se juntam aos bandidos e fogem com eles da cadeia, para tentar desvendar o mistério que envolve a líder da quadrilha.

Depois de muita confusão, o destino junta criminosos e policiais no mesmo lugar: num grande evento de moda. Ali, Jeff e Johnny vão tentar provar que podem ser respeitados agentes da lei.

O longa estreia dia 8 de janeiro nos cinemas nacionais.

Confira:

Pedro Antônio assume a cadeira de direção.

Dira PaesMalu ValleChico DiazBarbara Reis e mais também fazem parte do elenco.

Crítica | Sexa – Gloria Pires Estreia na Direção com Inspirador Filme às Sexagenárias

Uma das coisas que a pandemia evidenciou é que todos nós, enquanto sociedade, precisamos olhar com mais atenção para os idosos. Foi também durante esse período (de muitas limitações) que pequenos gestos se tornaram enormes exemplos, como o da atriz Glória Pires, que durante tanto tempo interpretou mocinhas na tv e que por tanto tempo teve seus cabelos pintados para parecer mais jovem do que sua idade verdadeira – foi no período pandêmico que Glória decidiu parar de pintá-los e assumir publicamente suas madeixas grisalhas. Esse gesto, que parece simples, empoderou centenas de mulheres, de várias idades, pois, como pessoa pública, passava uma mensagem importante: abrace-se, e deixe os padrões estéticos de lado. Assim, não era de surpreender que, alguns anos depois, ela estrelasse (e dirigisse) um filme como ‘Sexa’, em cartaz nos cinemas após exibição no Festival do Rio e na Mostra de São Paulo.

Hoje é aniversário de 60 anos de Bárbara (Glória Pires) – e isso a deixa em pânico. Fixada nesse número, a coisa toda só piora quando sai para celebrar com seu filho, Rodrigo (Danilo Mesquita), e a nora, Natália (Luana Tanaka), e Rodrigo faz comentários etaristas e controladores, arruinando o jantar. Frustrada, Bárbara sai sozinha e acaba conhecendo Davi (Thiago Martins), um rapaz mais novo que se encanta por ela imediatamente. Só que Bárbara além de sentir o peso da idade, também sente culpa e ansiedade por se envolver com um homem mais novo, e, apesar de sua melhor amiga e vizinha Cristina (Isabel Fillardis) encorajá-la a viver a vida, Bárbara está confusa e insegura.

Com muita sensibilidade, o roteiro de ‘Sexa’ – escrito por Guilherme Gonzalez, Bianca Lenti e Glória Pires – joga luz sobre o universo sexagerário de maneira bastante honesta, com toda a sua glória (com o perdão do trocadilho) e seus desafios cotidianos. Ou seja, se por um lado traz uma protagonista autônoma, dona do próprio dinheiro e que se sustenta sem dificuldades, por outro também mostra as consequências da pressão social (oriunda da sociedade machista) que é internalizada nas mulheres (principalmente nelas), com a qual todas nós crescemos ouvindo e que, quando chegamos à essas idades-chave, torna-se quase impossível ignorar.

O maior acerto do filme é certamente ter Glória Pires na direção desse projeto; dada a relevância do tema, torna-se ainda mais especial por esta ser sua primeira incursão como diretora. E, por ser sua primeira vez, ainda que aqui e ali haja imprecisões, Glória demonstra ser perfeitamente apta a comandar um projeto cinematográfico – que seja o primeiro de muitos!

A personagem Bárbara é um reflexo de tantas e tantas mulheres, principalmente as do eixo urbano classe-média: aquelas que mesmo tendo conquistado autonomia financeira e (possivelmente) criado o filho sozinha, depara-se com um filho interesseiro, manipulador, controlador e sanguessuga financeiro – aquele que, ciente de que tem o suporte econômico da mãe, nem tem emprego, pois será para sempre sustentado por ela. Bárbara é aquela mulher que foi perdendo as ousadias e as coragens com o passar da idade, e, hoje, aos 60, acredita de verdade que deve se portar como uma velha senhora de 60 anos igual às dos filmes de antigamente. Desse contraste, vem a melhor personagem do filme, Cristina, que é exemplo diário de desprendimento comportamental, um lembrete leve e bem-humorado à protagonista de que é possível sim viver sem deixar a idade pesar nas decisões. Isabel Fillardis está excelente no timing e nas tiradas, evidenciando a importância das mulheres terem um ciclo de amizades com o qual contar.

Sexa’ é um filme bastante inspirador, e o fato de ser uma comédia romântica só melhora a probabilidade de sua mensagem principal chegar ao seu público-alvo: a de que está tudo bem completarmos 60 anos, está tudo bem mesmo. Torcemos por um ‘Sexa 2’!

EXCLUSIVO | Dylan O’Brien revela detalhes sobre arrebatadora dramédia premiada no Festival de Sundance 2025

O som estarrecedor de uma batida de carro é o contato inicial que marca nossa peculiar jornada de descobertas com Twinless. Diante de uma vitrine vazia, apenas absorvemos o caos daquele instante à distância, em meio a ecos, incapazes de entender qual história está sendo apresentada. Até então, nada daquele momento realmente nos afeta. Vazio de significado e de profundidade, ele aparenta ser apenas um enxerto em uma trama sobre luto.

Mas o que James Sweeney é capaz de fazer com seu roteiro é o que torna Twinless uma experiência tão arrebatadora e voraz. Se você espera uma comédia bromance prestes a se desabrochar a partir das mazelas do peso da morte, se engana. Mas se está disposto a mergulhar em um universo de peculiaridades emocionais que nos arrebatam, esse é o lugar certo. Escrito a partir da “obsessão” do jovem diretor por gêmeos, o longa independente que brilhou no Festival de Sundance 2025 é uma oportunidade rara de verdadeiramente se surpreender com o comum, a partir da complexa e – por vezes – irreparável mente humana.

Fruto de uma longa gestação cuja data inicial remonta a 2015, Twinless nasce a partir da fascinação de Sweeney por essa intrínseca relação entre gêmeos e a inerente e diferente ligação emocional que os tornam partes quase iguais em vidas distintas. “Tudo começou quando eu fiquei sabendo da existência de um grupo de apoio para gêmeos. Eu também cheguei a namorar um gêmeo e quando eu era criança, queria muito ter um irmão gêmeo, então eles sempre fizeram parte da minha fascinação”, explica.

Se moldando ao longo dos anos, sem referências rígidas – mas absorvendo ecos de personagens moralmente falhos e emocionalmente instáveis -, o roteiro de Twinless é também uma amálgama de experiências vividas pelo cineasta ao longo dos últimos anos. Além disso, o curto filme traz sua própria perspectiva impressa naquilo que observava no comportamento alheio.

“Eu via pedaços do filme em todo lugar. Sempre que aparecia um personagem tomando decisões questionáveis, eu me perguntava o que aquela figura tinha que o fazia se conectar tanto comigo. Então sim, era isso. Mas também observei uma gama de produções, de Brian De Palma a Ingrid Vai Para o Oeste, passando por Garotos de Programa, de Gus Van Sant”, refletiu.

E no centro de Twinless está a excepcional performance de Dylan O’Brien, que interpreta irmãos gêmeos que destoam não apenas em suas caracterizações físicas, mas principalmente em sua linguagem corporal. Uma vez mais surpreendendo o público com sua versatilidade e habilidades camaleônicas de se revelar diante das telas, o astro foi premiado em Sundance 2025 por sua atuação. Aqui ele reitera o quão confortável se sente na cena independente, transformando papéis que teoricamente poderiam ser amorfos em espetáculos visuais que enchem os olhos e capturam nossa atenção sem cerimônia.

Para o ator, a construção dos personagens foi menos sobre truques técnicos e mais sobre clareza emocional. “A técnica é atuar”, resume. “O roteiro já deixava esses personagens muito claros e distintos. Eu tive anos para deixá-los viverem na minha cabeça, para entender quem eles eram”. Para o astro, que ascendeu ao estrelato pelo sucesso de Maze Runner, há diversas características de seus protagonistas em sua própria personalidade. “Eles representam diferentes aspectos da minha humanidade, diferentes caminhos que eu já percorri. Foi sobre identificar isso e trazer à tona”.

Essa diferenciação sutil também se construiu em colaboração com a equipe. Figurino, maquiagem e pequenas escolhas visuais ajudaram a marcar contrastes sem nunca quebrar a verossimilhança. “A gente brincava com ideias, como a possibilidade de um deles ter bigode, mas sempre tomando cuidado para não virar algo que distraísse. O meu maior medo não era parecer dois homens diferentes, e sim que eles não parecessem ser irmãos”, compartilhou o ator.

E entre os momentos mais difíceis da produção, a cena mais trabalhosa foi, naturalmente, aquela que une todos os pontos da narrativa. Se apresentando como uma reviravolta não apenas impactante para os personagens, mas também para a audiência. O take em questão é um divisor de águas na relação entre os amigos Roman (O’Brien) e Dennis (Sweeney).

Para James, além da carga dramática, foi também o ponto em que suas funções de diretor e ator mais se chocaram:

“Acho que foi nessa cena que senti que minhas responsabilidades como diretor e ator foram mais sobrecarregadas, porque foi a cena mais exigente, emocionalmente, que tive que fazer. E foi um dia muito longo. De modo geral, também havia uma cena de risco. Sabe, eu estava refletindo sobre uma cena em que eu literalmente recebia…Spoiler alert, um pouco de maquiagem de efeitos especiais. E houve uma tomada que eu tive que dirigir de dentro do trailer por walkie-talkie, porque eu fisicamente não conseguia estar em dois lugares ao mesmo tempo. Foi um dia desafiador de multitarefas”.

Essa carga emocional não se restringe apenas ao clímax da comédia dramática. Marcada por momentos de alívio que funcionam como um frescor revigorante para a audiência, a produção nos toma pelas diversas camadas que seus personagens são capazes de apresentar em menos de duas horas de trama. Subvertendo nossa percepção sobre a narrativa e sobre as motivações de seus protagonistas, Twinless é o cinema indie em sua forma mais completa.

Da memória afetiva criada por um hit clássico dos anos 2000 que embala algumas das cenas mais críticas, ao choque perante uma cruel e inexorável verdade capaz de romper laços profundos, o longa de James Sweeney é inesperado em seus três atos. Ele desafia nossa confiança e compreensão sobre o outro e é capaz de nos deixar à deriva, diante da imensidão de sentimentos que nos proporciona. É atemporal, é visceral, é inesgotável em seus sentidos.

Em Twinless, Roman, abalado pela morte do irmão gêmeo, encontra no luto uma solidão que parece invencível. Ao se unir a um grupo de apoio para pessoas que perderam seus gêmeos, ele conhece Dennis e nasce entre os dois uma amizade intensa, inesperada e complexa.

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O longa estreará nos cinemas nacionais no dia 4 de dezembro.

Sweeney escreveu, dirigiu e produziu o longa-metragem.

Aisling Franciosi, Lauren Graham, Tasha Smith, Chris Perfetti, François Arnaud, Susan Park e Cree Cicchino completam o elenco.

O’Brien e Miky Lee entram como produtores executivos ao lado de Ali Jazayeri, David Gendron e Liz Destro.

Vilão ou vítima? Charlie Bushnell comenta o arco de Luke na 2ª temporada de ‘Percy Jackson’ [EXCLUSIVO]

A 2ª temporada de Percy Jackson e os Olimpianos’, que adapta o segundo livro da franquia, ‘O Mar de Monstros’, finalmente chegou ao streaming – e recentemente tivemos o privilégio de conversar com o elenco protagonista da atração.

Durante a entrevista, Charlie Bushnell foi questionado sobre o arco de seu personagem, Luke Castellan. No final da primeira temporada, Luke revelou ser aliado de Cronos, o grande antagonista da série – retornando para o novo ano já de maneira explosiva ao envenenar Thalia, filha de Zeus que foi transformada em árvore para proteger o Acampamento Meio-Sangue.

Ao ser perguntado se enxerga Luke como vilão ou como vítima das artimanhas de Cronos, Bushnell respondeu:

“Definitivamente uma vítima das circunstâncias”, ele respondeu, arrancando alguns suspiros de indignação de Walker Scobell (Percy), Leah Sava Jeffries (Annabeth) e Aryan Simhadri (Grover).

“Especificamente naquele momento, se você tivesse que se colocar no lugar dele. Parece que Luke está dando o golpe final em Thalia”, ele continua. “Mas quando você enxerga da perspectiva dele, ela era sua melhor amiga, a pessoa em quem ele mais confiava em todo o mundo. Ela foi transformada em uma árvore da noite para o dia. Uma árvore. E não só isso, mesmo depois da morte, seu poder está sendo usado para proteger a mesma coisa que nós desprezamos – que é o acampamento, o controle do acampamento e como somos apenas peões para os deuses”.

Bushnell acrescenta: “então, acho que ele acredita que está livrando-a de seu sofrimento”.

Confira a entrevista completa e siga o CinePOP no YouTube:

A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.

Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.

A série é estrelada por Walker Scobell (Percy Jackson), Leah Sava Jeffries (Annabeth Chase), Aryan Simhadri (Grover Underwood), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue) e Charlie Bushnell (Luke Castellan).

‘Assassin’s Creed’: Astro de ‘Slow Horses’ é escalado para o live-action da Netflix

Segundo o DeadlineZachary Hart (‘Slow Horses’) foi escalado para o elenco regular da vindoura adaptação de ‘Assassin’s Creed’, nova série live-action da Netflix baseada na popular franquia de jogos da Ubisoft.

Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Hart se junta aos previamente confirmados Lola Petticrew (‘Say Nothing’) e Toby Wallace (‘Euphoria’).

Acredita-se que Wallace interpretará um dos protagonistas na adaptação, que funciona como um thriller eletrizante que gira em torno da guerra secreta entre duas facções obscuras: uma empenhada em determinar o futuro da humanidade por meio do controle e da manipulação, enquanto a outra luta para preservar o livre arbítrio.

A série acompanha os personagens — que serão diferentes dos jogos — em eventos históricos cruciais, enquanto lutam para moldar o destino da humanidade.

O projeto foi firmado entre a Netflix e a Ubisoft em 2020. As gravações devem começar apenas em 2026, na Itália – que servirá como cenário principal da trama, mas sem detalhes sobre o período em que a história se passará

Robert PatinoDavid Wiener entram como showrunners.

Lembrando que o game foi adaptado pela primeira nas telonas em 2017, com Michael Fassbender no papel principal, além de Marion Cotillard e Jeremy Irons.

Orçado em US$ 125 milhões, o longa dirigido por Justin Kurzel foi um fracasso comercial e crítico, arrecadando US$ 240 milhões pelo mundo, o que acabou com os planos para futuras sequências.

A batalha está CHEGANDO no trailer inédito da 2ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’

A 2ª temporada de Percy Jackson e os Olimpianos’, que adapta o segundo livro da franquia, ‘O Mar de Monstros’, finalmente chegou ao streaming com os dois primeiros episódios – e, pouco antes da exibição do próximo capítulo, foi divulgado um trailer inédito que nos prepara para os próximos perigos enfentados por nossos heróis.

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No Rotten Tomatoes, a temporada alcançou 100% de aprovação da crítica, com base nas primeiras seis avaliações.

Para efeito de comparação, a 1ª temporada, que adaptou “O Ladrão de Raios”, conquistou 91% de aprovação da crítica, com base em 65 avaliações.

“Com quatro episódios lançados, a 2ª temporada de Percy Jackson e os Olimpianos é uma melhora satisfatória em relação à já sólida 1ª temporada”, afirmou Aidan Kelley do Collider.

“Com sua segunda temporada, Percy Jackson e os Olimpianos, do Disney+, prova que chegou para ficar, e não vai cair nas mesmas armadilhas de outras adaptações malfadadas”, afirmou Dais Johnston do Inverse.

“Scobell incorpora esse personagem icônico sem esforço, mesmo que o público possa sentir que sua interpretação carece de mais contundência. A 2ª temporada também desperdiça o potencial de subverter expectativas e, no fim das contas, Percy Jackson aposta no seguro”, afirmou Martin Carr da CBR.

“A segunda temporada de Percy Jackson e os Olimpianos é uma grande aventura ao redor do mundo, e seu trio de protagonistas cresce de forma adequada, tornando-se mais velho e emocionalmente maduro para enfrentá-la”, afirmou Lauren Coates do Next Best Picture.

“Se você vai gostar da série ou não, imagino que será fortemente influenciado por quanto você amava os livros de Rick Riordan quando criança, e eu amava, muito, mas a ação é ágil, os monstros são agradavelmente nojentos e o humor continua afiado”, afirmou
Vicky Jessop do Standard.

“A 2ª temporada de Percy Jackson and the Olympians é um retorno mágico a um mundo onde mitologia não é apenas algo que você aprende e esquece. É maior. É mais irreverente. É mais ousada. E pode muito bem ser melhor do que a 1ª temporada”, afirmou Lissete Lanuza Sáenz do Fangirlish.

A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.

Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.

A série é estrelada por Walker Scobell (Percy Jackson), Leah Sava Jeffries (Annabeth Chase), Aryan Simhadri (Grover Underwood), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue) e Charlie Bushnell (Luke Castellan).

Crítica | ‘Ângela Diniz: Assassinada e Condenada’ Evidencia o Machismo Estrutural em Minissérie da HBO Max

Década de 1970. Enquanto o mundo vivia os ecos do Woodstock e a efervescência das discotecas com suas bocas de sino, o Brasil encarava o pior dos anos de chumbo, uma inflação alta e a ascensão do Tropicalismo e do rock nacional. Se no fim da década anterior centenas de mulheres haviam saído às ruas para queimar sutiãs pedindo por mais liberdade, nos anos 70 já era mais ok uma mulher usar calças. Neste cenário, desponta nas colunas sociais dos folhetins nacionais uma personagem, Ângela Diniz – jovem, bonita, rica, mãe, de família abastada, casada com um homem rico, oriunda de Minas Gerais e com apenas uma ideia fixa na cabeça: ser livre. Acontece que o país, a sociedade, não estavam preparados para ela, e da mesma forma como surgiu nas páginas dos jornais tal qual um meteoro de frescor juvenil, na mesma velocidade teve sua luz apagada por um crime brutal, até hoje lembrado pelas cidades em que passou e pelo judiciário nacional. É a história dessa mulher que queria o direito de viver que é contada em ‘Ângela Diniz: Assassinada e Condenada’, minissérie ficcional disponível na HBO Max e que teve exibição prévia no Festival do Rio esse ano.

Ângela (Marjorie Estiano) é uma mãe apaixonada pela filha, Mariana (Maria Volpe). E também é apaixonada pela vida, pela própria liberdade, por isso está decidida a se separar do marido, Milton (Thelmo Fernandes) e ir morar no Rio de Janeiro com a guarda da filha. Acontece que a sociedade e a justiça da época não permitiam que mulheres sem marido vivessem tranquilamente, que dirá cuidando de uma criança. Por isso, Ângela trava uma incrível batalha moral sem fim: por um lado, por estar solteira, queria e se via no direito de aproveitar a vida como bem entendesse, sem dar satisfações a ninguém; por outro, sentia a pressão de se encaixar nos moldes da mulher-mãe-padrão para, assim, poder ficar com a própria filha. Entre festas, drinks e experimentações, Ângela acaba conhecendo Doca Street (Emilio Dantas), que mais tarde viria a ser seu algoz, ceifando a vida da socialite.

Ângela Diniz: Assassinada e Condenada’ tem grande valor de produção, observado em todos os departamentos. O figurino dedicado, que produz desde os biquinis mais singelos aos vestidos sensuais usados pela protagonista dialogam com a caracterização do elenco, atento ao que estava em vigor naquela década. É de encher os olhos as locações escolhidas (mansões de arquitetura refinada, apartamentos amplos, fachadas deslumbrantes), o desfile de carros de época, a quantidade de figurantes, o elenco contratado.

Marjorie Estiano está excelente no papel – mas isso não é exatamente uma surpresa, já que é uma das melhores atrizes do país. Mesmo não sumindo nas características estéticas da biografada, Marjorie entrega vigor e personalidade à sua maneira, conquistando o espectador mesmo nas cenas mais fúteis da personagem. Vê-la é hipnotizante.

Dividida em seis episódios de aproximadamente cinquenta minutos cada, o roteiro de Pedro Perazzo, Elena Soarez e Thais Tavares começa com o julgamento de Doca, entregando o “final” da história – demostrando, logo de início, que o objetivo da produção é chegar neste ponto, propondo quem efetivamente deveria ser julgado pelos acontecimentos: o assassino, não a vítima. Entretanto, a recorrência com que os episódios intercalam momentos do tribunal não só antecipam as cenas (quando o julgamento acontece, parte das melhores falas nós já assistimos antes) como quebram o ritmo da trama, uma vez que a vida da biografada é superintensa, mas os episódios começam com o tribunal.

Dirigida por Andrucha Waddington e produzida pela Conspiração, ‘Ângela Diniz: Assassinada e Condenada’ traça um diálogo entre o crime ocorrido em 1976 e o hoje, quando apenas recentemente a justificativa de matar uma mulher para salvaguardar a própria honra foi abolida da justiça, mostrando o quão pouco avançamos na proteção das mulheres e quão enraizado é o machismo estrutural da sociedade brasileira. Ângela Diniz morreu por ser mulher, e hoje já podemos dar um nome a esse crime: feminicídio.

Ralph Fiennes está IRRECONHECÍVEL em imagem inédita de ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’; Confira!

O site Empire divulgou uma imagem inédita da sequência ‘Extermínio: O Templo dos Ossos‘.

A imagem destaca o retorno de Ralph Fiennes (‘O Paciente Inglês’), reprisando seu papel como o enigmático Dr. Kelson.

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Vale lembrar que alguns críticos já tiveram a oportunidade de conferir a sequência – e as primeiras impressões são extremamente positivas.

Dirigido por Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’), o novo filme foi aclamado por suas cenas brutais, narrativa profunda e elenco talentoso. O longa ainda chegou a ser citado como “um dos melhores filmes de terror da última década”.

Confira as reações dos críticos:

“Desculpem o palavrão, mas acabei de sair da primeira sessão de ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’ e… puta merda! Este filme elevou tudo ao máximo e aviso: vocês vão precisar de um estômago muito forte (ou um saco para vômito). Além disso, Ralph Fiennes está simplesmente fenomenal.”

“‘Extermínio: O Templo dos Ossos’ é de longe meu filme favorito da franquia. Uma exploração ousada, brutal e brilhante do poder controlador do culto e da religião, contada através dos Jimmys e liderada por um enigmático e maligno Jack O’Connell. […] Nia DaCosta não se esquiva da brutalidade, trazendo algumas das cenas de violência mais perturbadoras da saga. [A cineasta] também não tem medo de elevar a insanidade ao máximo, com uma sequência perto do final do filme que é uma das melhores coisas que vi este ano!”

“Eu amei ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’. É uma exploração brutal de fé, controle e medo. É surpreendentemente engraçado, ao mesmo tempo que mantém uma tensão absoluta do começo ao fim. Acho que as pessoas ficarão chocadas com o quão estranho este filme fica. Mas eu adorei. DaCosta arrasou.”

“Vou dizer isso sem rodeios… ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’ é um dos melhores filmes de terror da última década. Brutal, intenso e surpreendentemente cativante. Ralph Fiennes, Jack O’Connell e Chi Lewis-Parry, meus parabéns!”

Extermínio: O Templo dos Ossos’ é exatamente como você deve fazer o capítulo do meio de uma trilogia.”

“Nia DaCosta fez um ótimo trabalho em ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’. Um filme fantástico, impressionante e emocionante, que dá continuidade à história e expande seu universo. O elenco é soberbo, a premissa é envolvente e o filme é um verdadeiro deleite. Extremamente divertido e cativante.”

“‘Extermínio: O Templo dos Ossos’ é muito melhor do que o terceiro filme, o que é realmente impressionante. Inesperado, desconfortável e provocativo. Já fazia tempo que eu achava que filmes de zumbis no cinema haviam saturado — mas esta franquia deu um novo pulso ao subgênero. Façam esses filmes para sempre.”

Extermínio: O Templo dos Ossos’ será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de janeiro de 2026.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Disney está desenvolvendo spin-off de ‘A Bela e a Fera’ focado no Gaston

De acordo com o Deadline, a Disney está desenvolvendo um live-action focado no Gaston, vilão do clássico ‘A Bela e a Fera‘.

Dave Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) está reescrevendo o roteiro, cuja versão anterior foi assinada por Kate Herron e Briony Redman.

Introduzido na animação clássica de 1992, o personagem foi interpretado pelo Luke Evans (‘Drácula: A História Nunca Contada’) no recente live-action.

Desde então, o estúdio planejou uma série focada no antagonista, que contaria com o retorno do ator, mas o projeto nunca saiu do papel.

O site afirma que a próxima interação contará com uma versão completamente nova do personagem, e declara que o projeto terá um “tom aventureiro”.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Disney bate de frente com a Malásia e se recusa a cortar “cena gay” de ‘A Bela e a Fera’ 

Sucesso nos cinemas, o live-action de ‘A Bela e a Fera‘ arrecadou mais de um bilhão de dólares nas bilheterias mundiais.

Estrelada pela Emma Watson (‘Harry Potter’), a trama segue Bela, uma jovem inteligente de uma pequena aldeia francesa, que se sacrifica para salvar seu pai, Maurice, sendo aprisionada por uma Fera monstruosa em um castelo encantado. Lá, ela descobre que a Fera é um príncipe amaldiçoado e, com a ajuda dos objetos mágicos do castelo, ela começa a ver além da aparência, percebendo a gentileza por trás da criatura…

Walker Scobell comenta impactante cena da 2ª temporada de ‘Percy Jackson’ e rasga ELOGIOS para Lin-Manuel Miranda: “Ele é muito bom”

A 2ª temporada de Percy Jackson e os Olimpianos’, que adapta o segundo livro da franquia, ‘O Mar de Monstros’, finalmente chegou ao streaming – e recentemente tivemos o privilégio de conversar com o elenco protagonista da atração.

Durante a entrevista, Walker Scobell foi questionado sobre o desenvolvimento da relação entre seu personagem, Percy, e Luke (Charlie Bushnell) – que, como bem sabemos, foi revelado no final do ciclo anterior como aliado do poderoso e vilanesco Cronos.

No segundo capítulo, “Demon Pigeons Attack”, Percy desfruta de um breve encontro com Hermes (Lin-Manuel Miranda), questionando o deus mensageiro do Olimpo o motivo de se preocupar tanto com o filho Luke, mesmo ele já tendo reiterado seu desprezo pelos deuses. Hermes, então, responde que ele continua sendo pai de Luke, não importa o que aconteça – algo que pode reafirmar o crescente ressentimento de Percy pelo jovem, visto que ele se sente ainda mais deixado de lado pelo pai, Poseidon.

“Eu acho que é muito diferente, sabe?”, ele disse. “Acho que talvez eu esteja um pouco zangado com ele, porque eu estou lidando com isso e sou um garoto rejeitado. O pai dele é ‘meio’ que presente. Mas eu realmente não sei a história completa sobre a mãe dele e tudo o mais. Eu não cheguei lá ainda, mas acho que sim, pode ser parte disso. Nunca tinha pensado nisso”.

Scobell prosseguiu, rasgando elogios para Miranda e para a cena que rodaram juntos: “assistir ao Lin naquela cena foi ótimo para mim. Quando ele começa… Porque ele está no personagem, ele é Hermes e está fazendo uma tonelada de piadas. E eu então trago isso à tona [na cena]. Eu estava esperando que ele levasse a sério, mas aquilo realmente o pegou e ele ficou muito sério. Foi um tanto assustador, intimidador. Ele é muito bom. Realmente parecia que ele estava falando sobre o próprio filho”.

Confira a entrevista completa e siga o CinePOP no YouTube:

A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.

Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.

A série é estrelada por Walker Scobell (Percy Jackson), Leah Sava Jeffries (Annabeth Chase), Aryan Simhadri (Grover Underwood), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue) e Charlie Bushnell (Luke Castellan).

EXCLUSIVO: Elenco de ‘Percy Jackson’ fala sobre o AMADURECIMENTO da série na 2ª temporada

A 2ª temporada de Percy Jackson e os Olimpianos’, que adapta o segundo livro da franquia, ‘O Mar de Monstros’, finalmente chegou ao streaming – e recentemente tivemos o privilégio de conversar com o elenco protagonista da atração.

O nosso crítico e jornalista Thiago Nolla conversou com Walker Scobell (Percy), Leah Sava Jeffries (Annabeth), Aryan Simhadri (Grover) e Charlie Bushnell (Luke) conversaram sobre a narrativa mais amadurecida do segundo ciclo, além do desenvolvimento dos arcos dos seus respectivos personagens.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.

Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.

A série é estrelada por Walker Scobell (Percy Jackson), Leah Sava Jeffries (Annabeth Chase), Aryan Simhadri (Grover Underwood), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue) e Charlie Bushnell (Luke Castellan).

PREPARE A NOSTALGIA: 10 filmes que marcaram gerações!

Aqui no Cinepop, estamos sempre lembrando os grandes filmes que deixaram marcas em cinéfilos nascidos em diferentes décadas. O poder da sétima arte de tornar uma produção atemporal nos conduz até histórias maravilhosas que permanecem conosco por toda a vida. Para relembrar alguns desses projetos, segue abaixo uma lista bem conhecida, com obras que marcaram gerações:

 

Feitiço do Tempo

Quem nunca assistiu ou ouviu falar desse filme? Um grande clássico da sessão da tarde! Dirigido por Harold Ramis, o filme que tem Bill Murray e Andie MacDowell como protagonistas, se passa na Pensilvânia e nos apresenta um rabugento meteorologista (interpretado por Murray) que acaba ficando preso em um loop temporal. Teve um orçamento de cerca de 17 milhões de dólares e faturou mais de 70 milhões de dólares – só em bilheteria. Um dos grandes sucessos da carreira de Bill Murray.

 

A Origem

Com um roteiro eletrizante, Christopher Nolan deixou os cinéfilos do mundo todo maravilhados com esse filmaço. Com o foco nas lembranças, com Leonardo DiCaprio e um elenco competente, o filme nos leva a um final que gera polêmica e interpretações até hoje.

 

A História sem Fim

Nunca desista e a sorte sempre o encontrará. Dirigido por Wolfgang Petersen, com roteiro baseado no livro homônimo escrito por Michael Ende, A História sem Fim é um dos mais queridos filmes infanto-juvenil que estiveram nas últimas décadas numa tela de cinema. A importância dos livros para o nosso sonhar é o combustível para embarcarmos em uma aventura repleta de variáveis, com seres carismáticos, nos mostrando a importância das emoções nas nossas trajetórias.

 

Os Goonies

Um dos filmes de maior sucesso na famosa ‘Sessão da Tarde’, nessa aventura dirigida por Richard Donner acompanhamos jovens que encontram um misterioso mapa do tesouro, se metendo em diversos conflitos.

 

ET – O Extraterrestre

Disponível em diversos streamings, esse é um dos grandes clássicos do cinema. Dirigido pelo genial Steven Spielberg e lançado no início dos anos 80, o filme conta a história de um jovem que encontra um extraterrestre, e, ao lado dos irmãos, embarcam em uma aventura emocionante tendo a amizade como força propulsora.

 

De Volta para o Futuro

Lançado em meados da década de 80, e, com uma arrecadação em bilheteria que faturou 20 vezes mais que o orçamento final de 19 milhões de dólares, De Volta para o Futuro é um dos filmes mais lembrados pelos cinéfilos quando pensamos em filmes empolgantes de ficção científica e viagem no tempo. Contando a história de um jovem estudante do ensino médio norte-americano, que consegue voltar no tempo após um experimento de um amigo cientista, na época em que seus pais se conheceriam, e acaba se metendo em diversos conflitos para não alterar o futuro.

 

Scarface

Tony Montana (Al Pacino) é um perigoso criminoso cubano que chega aos Estados Unidos, no início da década de 80 – ao lado de alguns comparsas -, e logo busca seu espaço na ilegalidade, se infiltrando em organizações criminosas pela cidade de Miami. Com um histórico violento, ele começa a ascender na organização e prepara o terreno para assumir seus próprios negócios, que envolvem em grande parte o contrabando de drogas de países sul-americanos para os Estados Unidos. O tempo vai passando e o império de Montana só aumenta, o levando a ser alvo de concorrentes e ações policiais ao mesmo tempo em que se perde de sua própria realidade.

 

Os Imperdoáveis

Na trama, ambientada no estado norte-americano de Wyoming no ano de 1880, conhecemos um grupo de prostitutas de uma pequena cidade, comandada pelo xerife Little Bill (Gene Hackman), que se revoltam quando uma delas sofre uma enorme violência, tendo o corpo todo marcado por um cliente. Não satisfeitas pela punição dada aos agressores, resolvem juntar a quantia de mil dólares e oferecer a pistoleiros em troca de darem um fim em quem cometeu esse ato violento. A notícia chega até o antigo pistoleiro William Munny (Clint Eastwood), um homem que por mais de uma década largou a bebida e não queria mais saber da antiga profissão, mas acaba embarcando nessa história ao lado do inexperiente Schofield Kid (Jaimz Woolvett) e seu eterno braço direito Ned Logan (Morgan Freeman).

 

Psicose

Ambientado em Phoenix, no Arizona, na trama, num primeiro momento, acompanhamos a história de Marion (Janet Leigh), uma secretária que foge com uma alta quantia de dinheiro que pertence a um cliente da empresa que trabalha e segue sem rumo por uma estrada até resolver parar em um hotel – onde encontraria um fatídico destino. Num segundo momento, vamos conhecendo a tenebrosa história de Norman Bates (Anthony Perkins), que a atende nesse hotel e as verdades de uma família.

 

Um Sonho de Liberdade

Na trama, indicada para sete Oscars, conhecemos Andy Dufresne (Tim Robbins), um homem bem-sucedido que após descobrir a traição da esposa é preso injustamente pela assassinato da mesma e seu amante. Mesmo alegando inocência, e com provas nada conclusivas, é sentenciado a uma dura pena. Ao longo de todo o período que fica preso, passa a buscar a sobrevivência através de suas habilidades, com a amizade que faz com outro prisioneiro – Red (Morgan Freeman) -, mas não deixa de viver em muitos momentos o terror daquele lugar. Em busca de uma solução, arma um plano de fuga que beira ao inacreditável.