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FIM DO MUNDO! Lua despenca na Terra no trailer dublado do épico de desastre ‘Moonfall’

Diamond Films divulgou o novo trailer dublado de ‘Moonfall‘, épico de desastre sci-fi dirigido por Roland Emmerich (‘Independence Day’).

Confira:

O longa-metragem chegará aos cinemas brasileiros no dia 10 de fevereiro.

Com orçamento de US$140 milhões, a trama é centrada no momento em que a Lua é empurrada para fora de sua órbita após a colisão com um asteroide e entra em rota de imersão rumo à Terra. A vida como a conhecemos está nas mãos de um time de especialistas que embarca numa missão impossível com apenas algumas semanas para salvar a humanidade.

Halle Berry estrela como uma astronauta da NASA cujas antigas missões carregam pistas para impedir a catástrofe. Josh GadPatrick WilsonCharlie Plummer completam o elenco.

‘Meet Cute’: Comédia romântica com Kaley Cuoco e Pete Davidson ganha as primeiras imagens oficiais

O Peacock divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘Meet Cute‘, comédia romântica estrelada por Kaley Cuoco (‘The Flight Attendant’) e Pete Davidson (‘Morte Morte Morte’).

Confira:

O longa vai estrear na plataforma no dia 21 de setembro.

Alex Lehmann é responsável pela direção.

A trama segue a história de Sheila e Gary, que se apaixonam à primeira vista. O problema é o primeiro encontro deles não é obra do destino. Sheila tem acesso a uma máquina do tempo, e ela e o Gary têm se apaixonado repetidamente. Uma noite perfeita nunca é o suficiente, então Sheila decide viajar para o passado do Gary para mudá-lo no homem perfeito.

O elenco ainda conta com Deborah S. Craig, Kirk Kelly, Sierra Fisk, Wesley Holloway, Rock Kohli e Andrew Stevens Purdy.

O primeiro trailer deve ser divulgado em breve. Fiquem ligados!

Jena Malone enfrenta seus pecados no trailer DUBLADO do terror ‘O Convento’; Confira!

A Imagem Filmes divulgou o trailer dublado do terror ‘O Convento‘ (Consecration), estrelado pela Jena Malone (‘As Ruínas’).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de julho.

Christopher Smith (‘Triângulo do Medo’) é responsável pela direção.

Após a misteriosa morte do Padre Miguel, sua irmã, Grace, decide viajar até o convento onde ele vivia na Escócia para descobrir o que realmente aconteceu. Sem confiar na versão oficial da Igreja, ela investiga por conta própria e descobre uma trama envolvendo assassinatos, sacrilégios e a verdade sobre seu próprio passado.

O elenco ainda conta com Danny Huston, Ian Pirie, Janet Suzman, Steffan Cennydd, Angela White e Eilidh Fisher.

Além de dirigir, Smith também coescreve o roteiro ao lado de Laurie Cook.

Parasitas dominam a humanidade no trailer de ‘Parasyte: The Grey’, nova série da Netflix

A Netflix divulgou o trailer completo da série coreana ‘Parasyte: The Grey‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada na plataforma no dia 5 de abril.

Apesar de ser baseada no popular mangá criado por Hitoshi Iwaaki, a série narrará uma história original.

Parasitas não identificados dominam os corpos humanos de forma violenta e ganham cada vez mais poder. Agora, a humanidade precisa combater essa crescente ameaça.

O elenco conta com Jeon So-Nee, Koo Gyo-Hwan, Lee Jung-Hyun, Kwon Hae-Hyo e Kim In-Kwon.

Yeon Sang-Ho, de ‘Invasão Zumbi‘, é responsável pela direção.

Jeremy Allen White é confirmado no elenco de ‘The Mandalorian and Grogu’

De acordo com o Deadline, Jeremy Allen White (‘O Urso’) entrou para o elenco de ‘Mandalorian & Grogu‘, filme que dará continuidade à série ‘The Mandarolian‘ – uma das produções mais populares do universo de ‘Star Wars‘ nas telinhas.

O ator interpretará Rotta the Hutt, filho do Jabba the Hutt. O site ainda confirma que o personagem terá um destaque considerável na narrativa, confirmando não se tratar de uma participação especial.

O elenco contará com o retorno de Pedro Pascal (‘Gladiador 2’) como Mando, além de introduzir Sigourney Weaver (‘Aliens, o Resgate’).

Além de dirigir, Jon Favreau também assina o roteiro ao lado de Dave Filoni.

O longa está programado para estrear no dia 22 de maio de 2026.

Por enquanto, ainda não há muitos detalhes em torno do projeto, mas o Making Star Wars já havia revelado (via CBM) que a narrativa deve dar início a uma nova trilogia da saga espacial.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘O Último Caçador de Bruxas 2’: Sequência é confirmada com RETORNO de Vin Diesel

De acordo com o Deadline, a Lionsgate está oficialmente desenvolvendo uma sequência para ‘O Último Caçador de Bruxas‘.

O novo filme contará com o retorno de Vin Diesel como Kaulder, o caçador titular.

O site ainda afirma que Michael Caine (‘Batman Begins’) deve reprisar seu papel como Dolan na continuação, mas o acordo ainda não foi fechado.

Apesar de ter arrecadado apenas US$ 130 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento em torno de US$ 90 milhões –, o longa original alcançou um grande sucesso no serviço de streaming da Netflix, entrando para o TOP 5 dos filmes mais assistidos na plataforma.

“‘O Último Caçador de Bruxas’ cresceu desde o seu lançamento original nos cinemas, tornando-se uma sensação global que o público segue descobrindo e reassistindo através de diversas plataformas na última década,” declarou Adam Fogelson, chefão da Lionsgate.

Na trama, Kaulder é um caçador de bruxas amaldiçoado a viver eternamente. Um dia, uma nova ameaça surge e coloca a humanidade em risco. Agora, ele precisa contar com a ajuda da jovem bruxa Chloe para enfrentar o mal.

TERROR NAS ALTURAS! Confira o teaser LEGENDADO da sequência ‘A Queda 2’

A Paris Filmes divulgou o primeiro teaser trailer da sequência ‘A Queda 2‘ (Fall 2: Deadpoint).

O novo filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de setembro.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama…

“Arrasada pela morte de sua irmã Hunter, Jax (Slater) se conecta com Luce (Thomas), a amiga destemida de Hunter. Para superarem o luto, elas planejam fazer uma escalada no Monte Kwan, na Tailândia. Depois que um deslizamento repentino as deixa presas a 910 metros de altura, Jax precisa confrontar seus medos mais profundos e lutar pela sobrevivência para encontrar a solução.”

Harriet Slater (‘O Tarô da Morte’), Arsema Thomas (‘Rainha Charlotte: Uma História Bridgerton’) e Tom Brittney (‘De Volta à Ação’) estrelam a produção.

Michael e Peter Sprierig (‘Jogos Mortais: Jigsaw’) são responsáveis pela direção.

Scott Mann vai roteirizar o segundo filme ao lado de Jonathan Frank.

Através de um comunicado, Christian Mercuri, CEO da Capstone, disse que:

“Essas duas novas sequências são oportunidades maravilhosas para expandir o original. Queremos agora levar a franquia ainda mais longe enquanto reunimos a melhor equipe e ideias para garantir que o próximo filme seja de arrepiar os cabelos, desafiar a morte e acelerar o coração do público global.”

Mann também se pronunciou, comemorando a parceria.

“Estou emocionado por continuar a jornada de ‘A Queda‘ e levar a franquia para o próximo nível. Temos uma experiência cinematográfica realmente especial planejada e estou imensamente grato aos meus colegas produtores por apoiarem essa visão. Também estou animado por trabalhar com novos colaboradores, bem como por me reunir com a turma original, e obviamente mal posso esperar para voltar a filmar a milhares de metros de altura.”

James McAvoy revela porque odiou ficar careca para ‘X-Men’ e ‘Fragmentado’

O ator James McAvoy já teve a oportunidade de ficar careca duas vezes, para interpretar o personagem professor Xavier no reboot de ‘X-Men‘ e para viver o psicopata de ‘Fragmentado‘.

No entanto, o novo estilo não é nada agradável para o escocês. Durante uma entrevista recente com a revista People, para a divulgação de ‘Atômica‘, ele comentou a sensação de estar careca:

“No começo eu até gostava, pois me dava uma sensação de anonimato, mas após dois filmes estando careca (e agora em ‘Atômica‘), o estilo já não tem o mesmo efeito e acabou se tornando quase um farol, chamando mais atenção ainda. Além disso, minha cabeça raspada me deixa com uma cara esquisita. A única vantagem disso tudo é não precisar fazer nada pela manhã”.

McAvoy também falou sobre suas cenas de lutas em ‘Atômica‘:

“Eu não estive em muitas, mas confesso que me sinto muito orgulhoso por ter feito todas elas com um cigarro na boca, enquanto apanhava feio da Charlize Theron. Não são truques de câmeras, eu realmente consegui lutar com a boca ocupada”.

Na produção, Charlize interpreta a inteligente e habilidosa agente Lorraine Broughton, que é convocada para ação quando um espião secreto da MI6 é morto pouco antes da queda do Muro de Berlim. Ela terá que rastrear uma lista que que estava sendo contrabandeada por ele para o oeste, a fim de evitar que ela e seus colegas sejam colocados em perigo pela revelação das informações presentes no documentos. Sua missão desencadeia uma jogo mortal de agentes duplos e agendas globais.

Atômica’ conta também com Sofia Boutella, John Goodman e Toby Jones no elenco. A direção fica a cargo de David Leitch, responsável por ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’ e o roteiro é assinado por Kurt Johnstad.

Atômica’ chega aos cinemas norte-americanos em 11 de Agosto, e 31 de Agosto no Brasil!

Seis filmes imperdíveis que deixam a Netflix em junho

Todo mês a Netflix renova o seu catálogo e em junho, uma série de títulos deixam a plataforma de streaming.

‘Sense 8’ e mais 52 novos títulos chegam à Netflix em junho

E para você não perder o que há de melhor, a jornalista Rafa Gomes separou seis dicas imperdíveis que deixam a streaming.

Confira:

‘Jackie’, ‘Toy Story’ e mais 167 titulos deixam a Netflix em junho 

Crítica | Guava Island: Donald Glover e Rihanna na melhor surpresa de 2019

Era de se esperar. Dificilmente o astro Donald Glover erra a mão em sua produção criativa. Dono de um dom hipnotizante e admirável, o artista é do tipo que transita bem no entretenimento, com uma leveza e tranquilidade sem precedentes. E gente como ele, produzindo como ele, é um tanto raro. De tempos em tempos vemos um talento dessa magnitude surgir, do tipo que quebra paradigmas, cruza fronteiras inóspitas e consegue se fazer ouvir por sua autenticidade e pontualidade social. E viver em uma época onde a voz de Glover ecoa, é um privilégio. Mais ainda é poder ser surpreendido por Guava Island, o inesperado novo filme do astro, estrelado também por Rihanna. Você nem sabia, mas esse filme era tudo (e mais um pouco) que precisávamos.

Uma ilha paradisíaca, habitada por um povo com espírito festeiro e um sorriso largo no rosto. Entre ruínas de casas mal acabadas, feitas com matéria-prima de baixa qualidade, um pequeno povoado encontra na música o alívio para uma vida sofrida. Um pedacinho da África habita ali. E a grande falta de qualidade das favelas cariocas inspira as ruas estreitas mal acabadas de casas empilhadas e apinhadas de cacarecos. A pobreza é a definição de uma terra de origem rica, dona de uma seda azul inigualável. Essa, que marca as peças de roupa da população. Guava Island traz a essência da cultura e da arte expressa em uma linguagem visual incrível e retrata uma história sobre o peso de um capitalismo às avessas, que oprime seu povo em prol da produção em larga escala e transforma em miséria o que seria a maior dádiva de uma nação.

Dirigido por Hiro Murai, o pequeno filme de apenas 55 minutos (mais curto que alguns episódios de Game of Thrones e que todos de Sherlock), é belíssimo. Iniciando ao som da bela e doce voz de Rihanna, nos deparamos com uma animação cativante, cheia de cores e bem ideológica. Como alguém que narra um conto, ela fala sobre o aprisionamento desse povoado, submetido a uma escravidão moderna, sob a liderança de RED. Sem sabermos, ela conta essa história para o futuro dessa apaixonante nação. E a narrativa conduzida por Murai, jovem e bem conhecido pelo seu espetacular trabalho com a série Atlanta, poderia até ser simples, mas é arrebatadora ao fazer da estética seu norte. Com um design de produção lindo, o longa sabe usar os tons de azul para se construir e tem um fotografia impressionante, que mescla a perfeição de figurinos únicos com uma ilha que transita entre a beleza do mar azul e a feiura de ruas imundas e casas caindo aos pedaços.

Colocando Glover para assumir seu alter ego musical, Childish Gambino, Murai explora os extremos do ator, levando-o da atuação à dança e o canto. Apresentando tudo que ele tem de melhor à nossa disposição pelos próximos 55 minutos, parece até que estamos assistindo um documentário. Negro, que sempre soube se posicionar diante de suas raízes e conhecedor do peso que ela tem diante de uma sociedade que ainda digladia com práticas racistas e segregacionistas, ele vive um artista ideológico, que ao invés de deixar sua terra em busca de um futuro melhor, acredita que ainda é possível mudar as coisas. Ainda que ele mesmo seja o preço para isso.

Com um roteiro escrito por Stephen Glover, irmão do ator, Guava Island é um manifesto artístico colorido. Aborda a segregação, a opressão e o peso de ser negro diante de uma sociedade que o olha como alguém menor, inferior. Fazendo uso de linguagens não verbais e verbais, a trama tem a mesma riqueza e pontualidade contemporânea e social de Atlanta, série que rendeu ao escritor dois prêmios do Sindicato de Roteiristas (Writers Guild of America Awards). E com seu irmão também produzindo, sob a direção de Murai, temos ali um trio de sucesso de público e crítica, que trabalha em uma sintonia admirável.

E Rihanna se torna a cereja do bolo. Atuando cada vez melhor, ela deixa sua voz de fora da produção, mas mantém uma química musical com Glover tão natural, que nos faz ansiar por ouvir o seu canto. Mas, honestamente, isso não faz falta. Cantando até mesmo sobre serviço de carga em uma pegada bossa nova, Childish Gambino faz a audiência delirar, querendo esse hit no ouvido. E trazendo algumas de suas canções mais amadas, ele é capaz de contextualizar este drama com canções como This is America e Feels Like Summer, nos embalando em uma viagem cultural incrível.

Realista e ao mesmo tempo utópico, Guava Island é um dos melhores filmes de 2019. Ok, ainda estamos apenas no quarto mês do ano. Mas com um roteiro extremamente bem escrito, capaz de condensar uma narrativa genuína em apenas 55 minutos de vídeo, fica difícil achar outra produção capaz de construir uma história tão impecável, que produz uma reflexão profunda sobre o poder da mudança através da arte e nos faz identificar com três personagens (não nos esqueçamos de Letitia Wright), em questão de segundos. Donald Glover não cansa de nos surpreender mesmo.

 

‘Star Wars’: Han Solo ganha colecionável em Funko POP ao lado de Tauntaun

Para celebrar o aniversário de 40 anos de ‘O Império Contra-Ataca‘, a Lucasfilm e a empresa POP firmaram uma parceria para lançar uma nova coleção de Funkos POP inspirados na Batalha em Echo Base.

Essa nova coleção contará com seis bonecos que podem ser acoplados, formando uma única peça.

E após a revelação do Funko POP da criatura Wampa, a empresa aproveitou o Dia de Star Wars, celerado em 04 de maio, para anunciar seu novo colecionável da linha, que traz o herói Han Solo ao lado de um Tauntaun.

O produto já está na pré-venda no site da Amazon, por US$ 24,99, com o envio agendado para a partir do dia 20 de julho

Confira:

Lembrando que o aclamado diretor Taika Waititi foi contratado para dirigir e roteirizar o próximo filme da saga ‘Star Wars’ para a Lucasfilm.

O cineasta não é estranho à franquia intergaláctica, visto que comandou o último episódio da série O Mandaloriano’ e também interpretou o androide IG-11 na produção.

Juntando-se a Waititi no roteiro estará Krysty Wilson-Cairns, indicada ao Oscar® (1917).

Não foram revelados detalhes da história.

 

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Fãs estão SURTANDO com a nova armadura do Capitão América

‘Falcão e o Soldado Invernal’ encerrou sua jornada na última sexta-feira (23) e como já era esperado, o personagem Sam Wilson foi coroado como o novo e primeiro Capitão América negro.

E os fãs da Marvel rapidamente reagiram ao novo uniforme do herói, construído pelo povo de Wakanda. Por meio do Twitter, muitos compartilharam seu entusiasmo com a grandiosa transformação do personagem:

“O traje do Capitão América é um dos mais preciso em relação aos quadrinhos”. 

“Eu não vou parar de fala do Sam Wilson no traje do Capitão América. Eu quero um prato cheio disso, meu Deus, ele está tão bem”. 

“Eu vendo o traje do Capitão América pela primeira vez”. 

“Espere, essa era a primeira vez que o Bucky vê o Sam no traje, eu vou chorar”. 

“Capitão América (Sam Wilson) em seu novo traje, pensado e construído pelo povo de Wakanda”. 

“O jeito que eu gritei quando vi o novo traje do Sam Wilson, aaaah”. 

“Então, Bucky pediu ao povo de Wakanda para fazer um traje para o Sam, certo? Bucky Barnes colocou uma armadura ao redor do seu mundo”. 

“O design preciso do traje aos moldes dos quadrinhos traz muito mais satisfação à Falcão e o Soldado Invernal”. 

Wanda e Sam arrasando em seus novos trajes”. 

“Entrada de super-herói top de linha e a revelação do traje, estou tão feliz pelo Anthony Mackie”. 

Lembrando que o astro vai reprisar o papel em ‘Capitão América 4‘.

Ainda sem previsão de estreia, o longa será dirigiodo por Malcolm Spellman, showrunner de ‘Falcão e o Soldado Invernal’.  

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

‘Robô Selvagem’ | Porque a dublagem brasileira é considerada a melhor do mundo? Elenco responde!

Uma das animações mais elogiadas de 2024, ‘Robô Selvagem’ chega aos cinemas oficialmente nesta quinta-feira (10), abordando temáticas universais que prometem conquistar crianças e adultos.

Abordando o desafio da robô Roz de se adaptar ao Reino Animal e à nova tarefa de ser mãe de um pequeno ganso, o novo longa de Chris Sanders traz em sua espinha dorsal reflexões poderosas sobre família, pertencimento, senso comunitário e maternidade.
E o CinePOP teve a oportunidade de entrevistar o elenco de dubladores da vindoura animação. Rodrigo Lombardi, Gabriel Leone, Elina de Souza e Vicente Alvite revelaram detalhes de seu processo criativo para encarar cada um dos personagens, comentaram sobre suas dublagens favoritas e ainda refletiram sobre o motivo do Brasil ter se tornado a maior referência no ramo, ao redor do mundo.
Assista:

Em menos de duas semanas, a animação ‘Robô Selvagem‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 13 milhões através de 36 mercados – o que representa uma queda de apenas -12% em comparação ao final de semana anterior.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 63.9 milhões. No mercado internacional, foram US$ 36.5 milhões – totalizando US$ 100.4 milhões mundialmente.

Vale lembrar que a produção registrou uma estreia doméstica de US$ 35 milhões, ficando acima das projeções, que indicavam uma abertura em torno de US$ 20 milhões. O valor representa a terceira maior estreia da história para uma animação no mês de setembro no país.

Além de ter conquistado impressionantes 98% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa também conquistou os espectadores, recebendo uma nota A do público no CinemaScore.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

robô selvagem

O diretor Chris Sanders, três vezes indicado ao Oscar, descreve o estilo do filme como “uma pintura de Monet em uma floresta de Miyazaki”, criando um universo único e cheio de magia.

Escrito e dirigido por Chris Sanders (‘Como Treinar o Seu Dragão’), o filme é baseado no best-seller homônimo escrito por Peter Brown.

A épica aventura acompanha a jornada de uma robô – a unidade ROZZUM 7134, “Roz” – que naufraga em uma ilha desabitada e precisa aprender a se adaptar ao ambiente hostil, construindo pouco a pouco relacionamentos com os animais nativos, e até adotando um filhotinho de ganso órfão.

A produção conta com as vozes de Lupita Nyong’o, Pedro Pascal, Catherine O’Hara, Bill Nighy, Kit Connor, Stephanie Hsu, Mark Hamill, Matt Berry e Ving Rhames.

Crítica | ‘Partir un Jour’ abre o Festival de Cannes 2025 com humor, mas pouco fôlego

A 78ª edição do Festival de Cannes foi inaugurada com um gesto ousado e simbólico: pela primeira vez na história do evento, a escolha do filme de abertura recaiu sobre uma debutante: Partir un jour, de Amélie Bonnin, estrelado por Juliette Armanet e Bastien Bouillon. A proposta parecia clara — celebrar a juventude e um certo espírito pop francês. No entanto, embora simpático em sua forma e intenção, o filme se revela frágil na execução, oferecendo uma experiência aquém da expectativa que essa cobiçada abertura costuma gerar.

De fato, Cannes tem um histórico de inícios mornos — basta lembrar do modorrento Jeanne du Barry, de Maïwenn, ou mesmo Segundo Ato, de Quentin Dupieux, que, embora tente divertir, pouco arrisca. Em 2022, ao menos Corta!, de Michel Hazanavicius, trouxe frescor e metalinguagem, além de uma mensagem de trabalho de equipe. Já Partir un jour é semelhante a muitas outras comédias românticas francesas, jamais vistas fora do país hexagonal. Seu principal mérito, portanto, seja o de conseguir chegar a um público global graças ao prestígio da Croisette — algo que dificilmente aconteceria fora desse contexto.

O filme aposta numa estrutura de comédia romântica enfeitada por números musicais baseados em hits francófonos dos anos 1990. A ideia, à primeira vista, é interessante: evocar uma nostalgia coletiva e transformar o reencontro de um casal em uma espécie de karaokê popular. O problema é que a execução raramente alcança esse potencial. Ouso dizer que Evidências do Amor (2023), com Fábio Porchat e Sandy, é mais engraçado e cativante ao público brasileiro, por exemplo. A sequência inicial, ao som de Alors on danse, de Stromae, se apresenta pálido para canção bastante conhecida e um convite pouco vibrante a vida de Cécile, uma chef conhecida pelo programa de TV Masterchef, que volta a sua cidade natal por conta da saúde fragilizada do seu pai. 

Alguns números musicais arrancam sorrisos — como o simpático Ce soir-là dentro de uma boate —, mas outros beiram o constrangimento. A releitura de Paroles… Paroles (originalmente imortalizada por Dalida) é um dos momentos mais desequilibrados do filme, parecendo deslocada, pouco inspirada e excessivamente teatral. É nesse vai e vem entre o encantador e o incômodo que Partir un jour se desenrola, nunca conseguindo manter um ritmo consistente ou um tom que verdadeiramente nos prenda a atenção.

As dores, dúvidas e desejos dos seus personagens estão mais nos diálogos do que na experiência em tela, portanto falta uma fotografia adaptada e densidade dramática, tanto nas atuações quanto na direção sem estilo ou destaque. Embora Juliette Armanet e Bastien Bouillon se esforcem para emprestar carisma aos seus personagens, o amor do passado não se materializa aos olhos do público.

Além de uma mise en scène comedida, o roteiro se prende a fórmulas previsíveis, salvo por uma breve ruptura próxima ao desfecho. Nesse momento — o único em que a diretora se permite algum risco estético, numa cena etérea ambientada numa pista de patinação — o filme brinca com sobreposições visuais entre o passado e o presente, como se a memória irrompesse no agora. O ritmo se torna mais envolvente, a narrativa enfim sugere complexidade, mas esse sopro de frescor logo se dissipa. Voltamos aos eventos triviais e à estética domesticada, encerrando o filme num tom melancólico, mais pelo esgotamento do que pela emoção.

Um ponto que poderia ter sido ousado — a decisão da personagem principal de interromper uma gravidez por convicção pessoal — acaba sendo suavizado por um arco melodramático que reconduz tudo ao lugar-comum da redenção materna. O mesmo festival que recentemente acolheu o turbilhão musical de Emília Pérez (2024), agora se contenta com lufadas de tédio, embaladas por um melodrama preso às fórmulas da cultura pop francesa — ou, melhor dizendo, um “karaokê nacional” cuja voz dificilmente atravessará as fronteiras.

A música final, da boy band 2Be3, que dá nome ao filme, deve ter sido a balada sentimental da juventude de Amélie Bonnin,e fonte de inspiração desde o curta que lhe rendeu um César, mas ela ainda carece de maturação para tornar suas ideias compartilháveis e vivas. Basta compará-la à Lady Bird (2017), de Greta Gerwig — outro primeiro filme quase autobiográfico, que fala da juventude da cineasta em Sacramento. Ali, Gerwig nos convida a uma complexa relação de amor e repulsa com nossas raízes. Aqui, nem sequer sabemos o nome da cidade natal da protagonista. Se Partir un jour é um convite, ele nos deixa sem destino.

Tom Payne, de ‘The Walking Dead’, quer interpretar o ‘Wolverine’

Logan‘ se tornou um fenômeno de críticas e bilheterias, arrecadando mais de US$ 616 milhões mundialmente. E, apesar da saída de Hugh Jackman, a Fox já tem planos de continuar a franquia.

E candidatos para substituir o insubstituível Hugh Jackman não faltam.

Um deles é o ator Tom Payne, conhecido por interpretar Jesus em ‘The Walking Dead’, que afirmou ao TV Guide ter muito interesse em dar vida ao Wolverine numa futura adaptação dos quadrinhos.

“Wolverine tem mais ou menos 1,60m de altura. Hugh Jackman foi brilhante, mas ele é muito, muito mais alto. Se eles fizerem uma nova escalação para o papel do herói, com certeza estaria interessado nisso”

Recentemente, o ator Scott Eastwood também revelou que gostaria de interpretar o Wolverine nos cinemas.

Agora, em uma nova entrevista ao Screen Rant, o ator mencionou que o personagem é seu favorito nos quadrinhos:

“Cara, eu adoro o Wolverine. Ele é um dos meus personagens favoritos dos quadrinhos. É um renegado muito intimidante. É imprevisível, não segue regras… É o tipo de personagem que gosto”

Então, ao ser perguntada se viveria o personagem nos cinemas ele soltou um: “Com certeza!”

Eastwood estrelou ‘Uma Longa Jornada‘, ‘Esquadrão Suicida‘ e ‘Velozes e Furiosos 8‘. Em Breve, será visto em ‘Círculo de Fogo: A Revolta‘.

Recentemente, Stacey Snider, a CEO da Fox, revelou que o estúdio pode encontrar um ator mais jovem para viver o personagem nos cinemas em um reboot.

“Tudo é possível. Logan nos surpreendeu de maneira muito positiva”, revelou.

‘Logan’ e os Melhores e Piores Filmes dos ‘X-Men’ 

Que ator você gostaria de ver interpretando o personagem imortalizado por Jackman?

CRÍTICA COM SPOILERS

CRÍTICA SEM SPOILERS

 

Michael Bay afirma que NÃO está envolvido com o live-action de ‘Dora, a Aventureira’

Apesar dos diversos rumores, o diretor e produtor Michael Bay (‘Transformers’) veio à público esclarecer que NÃO está envolvido com o live-action de ‘Dora, a Aventureira’, que vem sendo desenvolvido pela Paramount Pictures.

No Twitter, o representando do cineasta escreveu:

“Mais uma vez: Michael Bay ou a Platinum Dunes não têm nada a ver com o filme de ‘Dora, a Aventureira’. Isto tem sido falsamente divulgado pela imprensa. Bay está prestes a dirigir ‘6 Underground’ e a Platinum Dunes começou o desenvolvimento de ‘Um Lugar Silencioso 2’

Foi divulgada a primeira imagem da atriz Isabela Moner, de ‘Transformers: o Último Cavaleiro’, caracterizada como ‘Dora, a Aventureira’.

Paramount Pictures marcou para o dia 2 de agosto de 2019 a estreia do live-action.

Confira:

Além disso, de acordo com novidades no site, o filme terá suas cenas gravadas na Austrália e a produção começa  entre julho e agosto desse ano.

O roteiro está sendo escrito por Nick Stoller (‘Vizinhos’) e conta com a produção de Andrew Form e Brad FullerJames Bobin vai dirigir.

Lançado em 2000 na Nickelodeon, ‘Dora, a Aventureira’ ficou no ar até 2015 e teve 170 episódios produzidos, inclusive, foi indicado a 11 Emmys de Melhor Animação Infantil e levou uma única vez, em 2011.

Na trama, Dora e seu macaquinho inseparável seguem várias aventuras para entreter e ensinar as crianças.

Primeiro grande SUCESSO de Julia Roberts estreia no TOP 10 da Netflix!

Lançado em julho de 1990, Uma Linda Mulher é uma das mais clássicas e icônicas obras da década de 90. O filme foi lançado no catálogo da Netflix essa semana fazendo sucesso, e figura em 8º lugar dos títulos mais vistos.

A história do amor incomum do executivo que contrata uma garota de programa para acompanhá-lo nas reuniões de negócios conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo, que se encantaram com as atuações de Richard Gere e Julia Roberts, e imortalizaram na história do cinema a canção Oh Pretty Woman. Diante desse sucesso, o filme esconde alguns segredos e polêmicas de bastidores. Com o lançamento do filme na Netflix, selecionamos 10 curiosidades de Uma Linda Mulher. Confira!

Relatos

O roteirista do filme, J.F. Lawton, realizou uma série de entrevistas com as garotas de programa que trabalhavam na avenida ao lado de onde ele morava e adicionou esses relatos às incursões corporativas, que eram tão comuns na época. Assim, ele conseguiu misturar esses dois mundos para criar uma das comédias românticas mais famosas de todos os tempos.

3 mil pratas

Por conta da proposta que Vivian (Julia Roberts) recebe e acaba movimentando a trama do filme, o título original do projeto era “3 Mil Dólares”. Porém, a Disney não achou que esse nome chamaria atenção para o filme, então, assim que conseguiu os direitos de uso da música ‘Oh Pretty Woman’, de Roy Orbinson, o estúdio alterou o título para “Uma Linda Mulher”.

Roteiro polêmico

A ideia original da direção era contar com a ruivinha Molly Ringwald (O Clube dos Cinco), que chegou até a receber o roteiro para leitura. O problema é que ela não gostou do que leu e achou a trama meio ofensiva, além de não se sentir confortável interpretando uma garota de programa, com medo de como isso poderia afetar sua carreira. Com a recusa, a equipe foi atrás de Julia Roberts. Anos mais tarde, Molly disse ter se arrependido de não ter aceitado o papel.

Quase pulou fora

O grande charme do filme é química sobrenatural de Richard Gere e Julia Roberts em cena, mas é curioso como isso quase não aconteceu. É que o ator fez o teste junto a Roberts, e todos ficaram maravilhados com a química entre a dupla, só que ele não gostou tanto do projeto e estava prontinho para recusar o papel. Porém, um bilhetinho da própria Julia Roberts enviado para ele com as palavras “por favor, aceite o papel” fizeram com que ele mudasse de ideia e topasse estrelar o filme ao lado da atriz.

Outros planos

Julia mandou o bilhetinho para Gere porque já havia passado por experiências negativas durante os testes. A ideia original da direção era ter o eterno Superman, Christopher Reeve, no papel de Edward Lewis. No entanto, no dia do teste, Julia teve um conflito de agenda e não pôde comparecer para ler o roteiro com Reeve, que precisou fazer sua cena com o próprio diretor no papel de Vivian. Sua interpretação de Vivian foi tão ruim e vulgar que Reeve acabou recusando o papel na hora.

Não era o certo

Com a recusa de Reeve, a produção foi atrás do lendário Al Pacino. Porém, diferentemente do Superman, Al Pacino teve a chance de fazer o teste ao lado de Julia Roberts e achou o roteiro simplesmente fantástico. Então o que aconteceu para ele recusar o papel? Em um ato de muita honestidade, o ator simplesmente acreditou que não era a melhor escolha para o papel, acreditando que eles ainda encontrariam a química perfeita para o casal do filme. E não é que ele estava certo?

Joia rara

O icônico colar que Vivian recebe para usar na sequência da ópera é uma joia de verdade e tinha mesmo o preço avaliado em cerca de 250 mil dólares, conforme dito no filme. Para garantir que nada de ruim acontecesse com a joia durante as gravações, o diretor andava sempre acompanhado por um segurança armado da joalheria. Ainda bem que nada aconteceu com ele, não é mesmo?

Tira-manchas

Na famosa cena da banheira, em que Vivian se empolga com a cantoria enquanto se banha, a produção queria formar uma camada muito grossa de espuma para evitar que câmera mostrasse demais da Julia Roberts. Para isso, os responsáveis atolaram a banheira de detergente. Mas foi tanto sabão que a tinta vermelha do cabelo de Julia Roberts saiu ao fim da cena, fazendo com que ela precisasse pintar a cabeleira novamente quando chegaram à sequência final.

Pegadinha

Essa mesma cena conta com outra curiosidade divertida de bastidores. A sequência tem um momento em que Vivian está cantando empolgada até que decide afundar bem lentamente na espuma da água da banheira. Sabendo disso, a produção decidiu pregar uma peça na atriz. Quando ela mergulhou a cabeça embaixo d’água, todo mundo saiu correndo do set de filmagem, incluindo o câmera. Assim, quando ela levantou da banheira, ficou perdidinha sem achar ninguém e caiu na gargalhada.

Sucesso

Com mais de 460 milhões de dólares arrecadados em bilheteria, Uma Linda Mulher foi um sucesso mundial. Ainda assim, na Espanha, o filme é um dos maiores sucessos de todos os tempos, sendo o mais clássico filme das exibições das TVs locais. Até 2022, foram mais de 40 exibições em horário especial do filme. É praticamente A Lagoa Azul deles.

Uma Linda Mulher está disponível no Star+.

Crítica | Bizarros Peixes das Fossas Abissais – Animação é o Filme Mais Doido do Festival do Rio 2023

Uma das coisas mais legais de qualquer festival ou mostra de cinema é se permitir assistir a filmes que provavelmente você não teria acesso no grande circuito ou nas plataformas de streaming. De alguma forma esses eventos dedicam um espaço para produções experimentais, doidas e que de alguma forma não se enquadram nos moldes comuns de uma narrativa padrão do cinema. Muitas das vezes o espectador que gosta desse tipo de desafio escolhe o filme a partir do seu título – ou melhor, do quão estranho este título seja. Assim podemos dizer de ‘Bizarros Peixes das Fossas Abissais’, longa de animação exibido durante o Festival do Rio 2023 que surpreendentemente lotou várias salas de cinema, comprovando o interesse do público nesse tipo de formato.

Uma mulher (na voz original dela Natália Lage) com superpoderes bastante curiosos percorre os quatro cantos do universo atrás de pedaços de um jarro em cuja superfície supostamente poderia ser encontrado um mapa muito especial, que levaria a pessoa à localização exata de uma planta de propriedades medicinais importantes. Porém, esta mulher não é a única nessa busca, e, no caminho, ela terá que enfrentar criaturas animalescas que farão de tudo para impedir a reunião de todos os pedaços. Felizmente para ela sua jornada poderá contar com a ajuda de uma nuvem fofa (dublado por ninguém menos que Rodrigo Santoro) e uma tartaruguinha (Guilherme Briggs)  bastante invocada e com transtorno obsessivo-compulsivo, que a todo momento interrompe seus afazeres para ajeitar alguma coisa ou alinhar algum objeto.

Com apenas uma hora e quinze de duração, ‘Bizarros Peixes das Fossas Abissais’ cumpre a expectativa de quem o escolhe para assistir: é, com certeza, um dos filmes mais doidos da edição deste ano do Festival do Rio.

Partindo de uma história um bocado sem pé nem cabeça (e que lá no fundo se assemelha ao mote apresentado na série ‘Ahsoka’), o diretor Marão comanda o filme com o intuito de fazer confluir as histórias paralelas desses três personagens – a mulher, a nuvem e a tartaruga – para, por fim, direcioná-las ao local que dá título à produção. Por conta disso o filme tem ritmos diferentes, começando com a ação já em andamento, deixando de lado qualquer ambientação ou introdução da trama (que vai ser explicada já depois da metade da produção); indo para uma pegada mais dramática, quando os personagens são aprofundados; para depois ficar longos minutos nas tais fossas abissais, apresentando um panorama infinito de peixes e outras criaturas marinhas.

Cria de outro festival, o Anima Mundi, ‘Bizarros Peixes das Fossas Abissais’ é o primeiro longa-metragem de Marão, que trouxe para o seu projeto nomes reconhecidos do grande público para dar voz a seus personagens – os atores Natália Lage e Rodrigo Santoro e o famoso dublador Guilherme Briggs. É uma felicidade ver projetos de animação brasileiras não só sendo feitos, mas também conseguindo espaço em grandes festivais. Com seu jeitinho meio doido e totalmente nonsense, ‘Bizarros Peixes das Fossas Abissais’ provoca o riso e agrada ao público jovem sedento por doideiras.

‘Altered Carbon’: Vídeo da segunda temporada revela novos personagens

‘Altered Carbon’, uma das sensações da Netflix no ano passado, ganhou um vídeo anunciando um novo elenco para a segunda temporada.

Confira:

No mais novo ano, Anthony Mackie entra para o elenco como Takeshi Kovacs, um ex-soldado do protetorado da CTAC que se tornou um mercenário. Mackie será acompanhado por Simone Missick como Trepp, Dina Shihabi como o androide DIG 301, Torben Liebrecht como o Coronel Ivan Carrera, James Saito como Tanaseda Hideki, Renée Elise Goldsberry como Quellcrist Falconer e Chris Conner como Poe.

Ainda não se sabe quando a segunda temporada estreia. As showrunners Laeta KalogridisAlison Schapker retornam para a série.

Confira a sinopse da primeira temporada:

No futuro, a sociedade se acostumou à prática da troca de corpos: após armazenar a consciência de uma pessoa, ela pode ser transferida a outra “capa”, podendo viver várias vidas. O mercenário Takeshi Kovacs (Joel Kinnaman) acorda após 250 anos em outro corpo. Além de se adaptar a esta situação e à nova sociedade, ele é contratado por um homem riquíssimo para descobrir o autor de seu próprio assassinato. Tak conta com a ajuda de uma policial mexicana, um ex-militar tentando ajudar sua filha e um robô equipado com inteligência artificial.

‘Dois Irmãos’: Vídeo de bastidores anuncia lançamento do novo trailer; Confira!

A animação ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ (Onward) ganhou um novo teaser de bastidores trazendo os astros Chris PrattTom Holland dublando os dois personagens principais.

Confira:

Além disso, o vídeo também anuncia que amanhã, 10 de outubro, a animação vai ganhar seu novo trailer oficial! 

Assista ao primeiro teaser:

Em um mundo de fantasia suburbano, ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ apresenta dois irmãos elfos adolescentes que embarcam em uma jornada extraordinária para descobrir se ainda há alguma magia no mundo.

“Na Disney•Pixar, nós tentamos criar histórias que surgem de algum tipo de verdade pessoal”, disse Scanlon. “Esse filme foi inspirado na minha própria relação com meu irmão”.

O elenco de vozes conta com Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’), Julia Louis-Dreyfus (‘Veep’) e Octavia Spencer (‘A Forma da Água’).

Com direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘, de 2013, ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ está previsto para estrear nos cinemas dia 6 de março de 2020.

‘Machete 3’: Danny Trejo divulga “pôster oficial” da sequência; Confira!

Em comemoração ao Dia da Mentira, o ator Danny Trejo divulgou o pôster “oficial” da sequência ‘Machete 3’, intitulada ‘Machete Kill Again… In Space’.

Confira:

Em entrevista ao SyFy Wire, Trejo afirmou que o novo longa ainda está em desenvolvimento e revelou que quer dirigir o novo filme da franquia.

“Todos querem uma nova sequência. Eu continuo dizendo isso ao Robert [Rodriguez], mas ele está ocupado com outros projetos. Talvez eu produza o próximo filme e o tire do papel, se o Robert não o fizer. Todos querem isso. Já fui perguntado em todos os cantos do mundo: ‘Você irá fazer ‘Machete 3’?”

Ele continua, “Estou tentando descobrir como fazer esse filme sair do papel. Eu gostaria de dirigi-lo. Tenho umas ótimas ideias para o próximo filme. Estou escrevendo o roteiro.”

Vale lembrar que o final do segundo filme mostrou um trailer falso com o protagonista matando no espaço com um facão-laser. Confira:

Lançado em 2010, o primeiro filme arrecadou US$ 44 milhões. Já o segundo, fracassou nas bilheterias com um retorno de apenas US$ 15 milhões.

‘Pânico 5’: INCRÍVEL pôster de fã nos leva de volta para Woodsboro; Confira!

‘Pânico 5’ já é um dos filmes mais aguardados do ano que vem e, agora, a página Creepy Duck Design compartilhou em seu Twitter oficial um pôster de fã incrível.

Confira:

Ainda sem muitos detalhes sobre a trama revelados, sabe-se que David ArquetteCourteney Cox irão reprisar seus papéis com Dewey Riley e Gale Weathers, respectivamente. Melissa Barrera foi a mais recente adição ao elenco.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gilett, do sucesso ‘Casamento Sangrento’, comandam o projeto. Kevin Williamson será o produtor.

Neve Campbell, intérprete de Sidney Prescott, revelou ao Collider que está em negociações para participar do novo filme, que será uma sequência, e não um reboot.

Na trama, veremos Sidney Prescott no século 21.

“Acho que você sempre pode contar mais com essas histórias, e são filmes divertidos. Obviamente, há um grande público para eles, e o público quer ver mais deles. Você sempre pode ir além com a jornada. Certamente, com Sidney, ela chega a uma nova mudança em sua vida, em uma nova era” 

‘Pânico 5’: Teoria aposta que Sidney será assassinada logo no início do filme

Olpin e Gillertt (‘Casamento Sangrento‘) convenceram a atriz que a sequência será uma homenagem ao finado diretor Wes Craven.

“Bem, eu não estou 100% em Pânico 5, mas para ser honesta, os dois diretores (Bettinelli-Olpin e Gillett) fizeram um ótimo trabalho. Eu assisti os filmes deles, e eles são realmente talentosos. Eles escreveram uma carta para mim, expressando que grandes fãs do trabalho de Wes são e como estão honrados por terem a chance de fazer Pânico 5, porque a franquia Pânico é a razão de serem diretores agora. Então, isso foi muito fofo. Eles realmente querem honrar o estilo de trabalho de Wes e honrar os filmes. Foi uma coisa adorável de se ouvir. Então, vamos ver. Felizmente, todos nós podemos olhar nos olhos em tudo e queremos fazer algo ótimo, mas é um processo.”, afirmou.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Depois do lançamento de ‘Pânico 4’ em 2011 e com a morte de Craven, a MTV resolveu produzir um reboot seriado da saga, reinventando o icônico personagem de Ghostface para as telinhas em 2015.  

Fique ligado para mais informações!

‘Bridgerton’: Elenco se diverte nas imagens oficiais de bastidores da série; Confira!

Em seu Instagram oficial, a Netflix Brasil divulgou uma série de imagens de bastidores da adorada e aclamada série ‘Bridgerton’, baseada nos romances homônimos de Julia Quinn.

Nas fotos, o elenco protagonista se diverte entre as gravações.

Confira:

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na plataforma de streaming.

A série foi criada por Chris Van Dusen.

A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

MARINA lança “Ancient Dreams in a Modern Land”, 3º single de seu próximo álbum de estúdio

A cantora e compositora MARINA lançou hoje (19) o single e o videoclipe oficiais de “Ancient Dreams in a Modern Land”, 3º single oficial de seu quinto álbum de estúdio homônimo.

Confira:

A faixa é precedida pelas canções “Man’s World”“Purge the Poison” e será lançada na próxima quarta-feira, 19 de maio.

O álbum, por sua vez, estreia em todas as plataformas digitais em 11 de junho.

Marina começou sua carreira em 2010 com o lançamento de ‘The Family Jewels’, que misturava indie-popnew wave. Desde então, fez fama com a divulgação de ‘Electra Heart’ (2012), com os famosos singles “How to be a Heartbreaker”“Primadonna”, e ‘Froot’ (2015), acompanhado da música epônima e “Blue”.

Seu último álbum, ‘Love + Fear’, foi lançado no ano passado e trouxe uma colaboração com o cantor Luis Fonsi. Ela também participou da trilha sonora da sequência de ‘Para Todos os Garotos que já Amei’.

‘Fairfax’: Nova animação adulta da Amazon Prime Video ganha trailer oficial e data de estreia; Confira!

Amazon Prime Video divulgou o trailer oficial de sua mais nova animação adulta, intitulada ‘Fairfax’.

A primeira temporada tem estreia marcada para o dia 29 de outubro.

Confira:

A série foi criada por Matthew HausfaterAaron BuchsbaumTeddy Riley.

A história é centrada em quatro melhores amigos em sua jornada eterna por conquistar influência na Avenida Fairfax, em Los Angeles – o coração pulsante da cultura hyperbeast.

Skyler Gisondo, Kiersey Clemons, Peter S. Kim e Jaboukie Young-White estrelam. O elenco também conta com Billy Porter, Zoey Deutch, Camila Mendes, Rob Delaney, Yvette Nicole Brown, Ben Schwartz, JB Smoove, John Leguizamo e Colton Dunn.

‘The Dropout’: Minissérie com Amanda Seyfried estreia no Star+!

A minissérie biográfica ‘The Dropout‘, que acompanha a ascensão e queda de Elizabeth Holmes (Amanda Seyfried), uma da maiores golpistas da indústria biotecnológica, já está disponível no Star+.

Os três primeiros episódios da produção foram lançados no último dia 03 de março na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, conheça a história de Elizabeth Holmes, a enigmática desistente de Stanford que fundou a empresa de exames médicos Theranos. Considerada a Steve Jobs da próxima geração da tecnologia e que já valeu bilhões de dólares, o mito desmoronou quando foi revelado que nenhuma das tecnologias realmente funcionava, colocando a saúde de milhares de pessoas em grave perigo.

Liz Meriwether é a showrunner e produtora executiva da minissérie, que será lançada pela plataforma Hulu.

Brooke Becker, Anne Archer, Michael Ironside, Kevin Sussman, Ebon Moss-Bachrach, Naveen Andrews e Kurtwood Smith também estrelam a minissérie.

Crítica | R&B, funk e hip-hop regem ‘B’Day’, o icônico segundo álbum de Beyoncé

Três anos depois de ter feito sua estreia solo no cenário musical, Beyoncé continuou a expandir seu império com o lançamento do elogiado álbum ‘B’Day’. O compilado de originais, que viu a luz do dia em 2006, não apenas se manteve fiel à identidade R&B calcada por uma das maiores performers de todos os tempos, como, de fato, imortalizou seu legado e sua importância como artista, principalmente pela sagaz mentalidade em se manter original frente a um escopo mainstream que exalava novos e antigos talentos em uma profusão estética e uma crescente exaltação da música pop (um ano antes, por exemplo, tivemos o retorno de Madonna com o aclamado ‘Confessions on a Dance Floor’, enquanto 2007 seria marcado pelo comeback de Britney Spears com o impactante ‘Blackout’).

Diferente das costumeiras rendições falando sobre amor, ‘B’Day’ aproveitaria a recente participação de Beyoncé no filme ‘Dreamgirls’ para apresentar aos fãs uma série de canções que, unidas, gestam uma narrativa que, em certos aspectos, fugiria das fórmulas dos gêneros explorados e abriria espaço para discussões sobre feminismo e empoderamento – utilizando suas características habilidades artísticas para vocalizar declamações que a acompanhariam nos álbuns subsequentes. E foi nessa ambientação regada a estilos dos anos 1970 e 1980 que o disco ganhou forma e encantou ouvintes ao redor do mundo, além de ter se transformar em um sucesso comercial com nada menos que 8 milhões de cópias vendidas.

Já aqui, nossa Queen B se desvencilhava do passado com o grupo Destiny’s Child – não em uma compreensão negativa, e sim como alguém que procurava outros capítulos de uma carreira marcada por sucessos atemporais. Se ‘Dangerously in Love’ permitiu que Beyoncé começasse a trilha seu próprio caminho, seu segundo álbum solo, insurge pincelado com um aspecto testamentário em que ela desfruta de uma liberdade criativa maior – como vemos, por exemplo, na ótima faixa de abertura “Déjà Vu”, novamente colaborando com Jay-Z. A track, infundida com elementos do R&B, do funk e do hip-hop, discorre sobre uma mulher que é constantemente relembrada de uma paixão do passado – mas não é isso que nos chama mais a atenção, e sim a confiança transmitida pelo poder performático da cantora, seja pelas crescentes notas que culminam no envolvente refrão, seja pela fraseamento de cada verso.

Essa mesma confiança aparece em diversas faixas da produção, como “Pound the Alarm”, uma das construções mais ousadas e diferenciadas que Beyoncé havia entregado até então. A recepção mista por parte da crítica da época parece infundada, visto que a proposital agressividade não se restringe apenas a esta canção em específico, aparecendo em grande parte delas e fazendo deste um detalhe importante para compreender o momento e o lugar em que a artista se insere (e aqui não me refiro às múltiplas controvérsias enfrentadas na construção imagética do disco e dos clipes, sendo melhor deixar a problemática de lado). As belíssimas baladas que enfeitam a obra, como “Irreplaceable” e “Listen”, partem de princípio similar: enquanto esta leva o tempo necessário para se construir em um emocionante enredo (“ouça: eu estou sozinha em uma encruzilhada”), aquela traz a participação imediatamente reconhecível de Ne-Yo em uma história de superação – e que se consagra como uma das melhores e mais importantes incursões da cantora.

Como se os riscos adotados por Beyoncé não fossem o bastante, ela também demonstra uma capacidade invejável de construir um universo próprio que nos conquista desde os primeiros toques – mesmo com músicas que não conseguem acompanhar a grandiosidade de suas conterrâneas. “Kitty Kat” é uma ode própria dos anos 2000, em que as repetições instrumentais são pontos-chave para compreendermos a mensagem; “Freakum Dress” nos conquista pela assertividade e pela força com que os versos são entregues, ainda que o crescendo para o refrão não culmine em algo tão ambiciosos quanto esperaríamos; e “Green Light”, localizada em um ponto estratégico do álbum, volta-se para o funk e abusa do poder da lead singer para nos guiar em sua sólida e prática composição.

Há diversas pérolas a serem exploradas ao longo do álbum, como “Get Me Bodied”, que deixa o R&B em segundo plano para a exaltação do bounce e de escolhas bem demarcadas que auxiliam a canção a ficar presa na mente e a nos fazer dançar com as inclinações ao reggae e ao dancehall; “Sugar Mama” é uma das músicas que merecia mais reconhecimento pelo delicioso atrevimento com que Beyoncé declama cada uma das palavras; e “Beautiful Liar”, presente na versão deluxe (e que entrou para nossa lista das colaborações femininas que definiram o século), a une a Shakira para uma impecável e exuberante construção que está presente nas playlists desde seu lançamento oficial em 2007.

‘B’Day’ mantém-se fiel ao que Beyoncé vinha nos entregando desde seu début solo em 2003, aproveitando para expandir um microcosmos que já a colocava no centro dos holofotes. Mostrando-se mais confortável e mais fiel ao que desejava transmitir a seu público, a performer de fato demonstrou como se manter original em um cenário que continuava a mudar deliberada e assustadoramente.

Nota por faixa:

1. Déjà Vu, feat. Jay-Z – 4,5/5
2. Get Me Bodied – 4/5
3. Suga Mama – 5/5
4. Upgrade U, feat. Jay-Z – 3,5/5
5. Ring the Alarm – 4/5
6. Kitty Kat – 3,5/5
7. Freakum Dress – 3,5/5
8. Green Light – 3/5
9. Irreplaceable – 5/5
10. Resentment – 4/5
11. Check On It, feat. Bun B & Slim Thug – 4/5
12. Listen – 5/5
13. Beautiful Liar – 5/5

‘Outer Banks’: 3ª temporada ganha data de estreia OFICIAL; Confira!

Netflix finalmente revelou a data de estreia da 3ª temporada de ‘Outer Banks’.

Os novos episódios chegam à plataforma de streaming no dia 23 de fevereiro de 2023.

Confira o cartaz oficial:

Jonas Pate, Josh Pate e Shanon Burke retornam como showrunners e produtores executivos.

Recentemente, Pate revelou seus planos para a 3ª temporada, contando detalhes sobre sua decisão por trás da grande reviravolta do final do segundo ciclo.

“Nós consideramos o elemento da caça ao tesouro uma parte importante e integral da série. Ao trazer o Big John de volta, nós percebemos que talvez pudesse haver uma forma de combinar esses tesouros diferentes e criar uma mitologia maior. Nós ficamos animados com as possíveis tramas para o terceiro ciclo com o seu retorno.”

Ele completa, “Nós sentimos que o retorno do personagem pode ser fundamental para entrelaçar essas narrativas.”

A história gira em torno de um grupo de adolescentes que mora na praia de Outer Banks, Carolina do Norte. Quando um furacão destrói a vontade de viver o verão, dá origem a uma série de eventos ilícitos que força os amigos a mudar completamente suas vidas. A busca pelo pai perdido do líder do grupo, romances proibidos, uma caça ao tesouro conturbada e o conflito crescente entre eles e seus rivais transforma o verão em uma aventura que nunca vão esquecer.

Chase StokesRudy PankowJonathan DavissMadison BaileyMadelyn ClineCharles EstenAustin NorthDrew Starkey estrelam.

‘The Idol’: Série com The Weeknd e Lily Rose-Depp ganha trailer LEGENDADO; Confira!

HBO Max divulgou o trailer oficial e legendado de ‘The Idol’, série criada por Sam Levinson (‘Euphoria’) e estrelada por The Weeknd e Lily Rose-Depp.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 04 de junho.

Confira:

Após a exibição de seus primeiros episódios em Cannes, a produção alcançou apenas 27% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoeso que representa a PIOR média da história para uma série original da HBO.

Para termos de comparação, as únicas outras séries “podres” da emissora foram ‘The Nevers‘ (49%) e ‘A Mulher do Viajante do Tempo‘ (38%) – e nenhuma das duas ganhou uma segunda temporada.

Os críticos destacaram que ‘The Idol‘ é extremamente exagerada quanto ao seu conteúdo sexual e nudez, sendo incapaz de sustentar uma narrativa rodeada de clichês com o intuito de apenas chocar o telespectador.

Confira algumas avaliações:

“‘The Idol’ carece da autoconsciência necessária para ser muito de qualquer coisa, na verdade. É a extensão da autoconfiança equivocada de uma estrela da música sobre suas credenciais de estrela de cinema em potencial. Resumindo, é grosseiro, nojento e sexista.” The Playlist.

“O que Levinson percebe como provocativo e subversivo é bastante decepcionante. Como pode um programa com tanta nudez, sexo e erotismo ser tão sem graça?”Collider

“O roteiro parece calculado para enganar o público fazendo-o pensar que está observando como Hollywood funciona, quando muito disso se resume a clichês espalhafatosos.”Variety

“Levinson aplica sua direção eficiente e elegante a cada cena. Algumas delas têm impulso, outras são contraditórias e a maioria delas é confusa. Isso faz você se perguntar se, ao tentar tanto ser transgressivo, o programa acaba se tornando regressivo.”The Hollywood Reporter

“O conteúdo de Levinson não é para todos – e muitas vezes não para mim – mas ‘The Idol’ oferece entretenimento regular o suficiente para equilibrar seu floreio agressivo e a arrogância de suas ambições temáticas.”Vanity Fair

The WeekndSam LevisonReza Fahim são os co-criadores e produtores do show.

A trama acompanha um guru de autoajuda e líder de um culto contemporâneo que entra em um relacionamento complicado e perigoso com uma estrela da música em ascensão.

Suzanna SonMelanie LiburdTunde AdebimpeSreve ZissisTroye SivanElizabeth Berkley LaurenNico HiragaAnne Heche completam o elenco.

Joseph Epstein entra como showrunner e roteirista principal da obra.

A 1ª temporada será composta por seis episódios.

Crítica | Francis Lawrence acerta MAIS UMA VEZ com ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’

São poucas as pessoas que nunca ouviram falar da franquia ‘Jogos Vorazes’.

Criada por Suzanne Collins, a saga literária dominou as listas de vendas ao redor do mundo desde seu lançamento em 2009 e eternizou um cosmos distópico conhecido como Panem – uma reimaginação trágica da América do Norte após uma guerra civil ter devastado o continente e ter dividido a população entre os vitoriosos, exilados na Capital; e os perdedores, espalhados por doze Distritos que deveriam entregar, todo ano, um casal de crianças ou adolescentes para competirem em um massacre cruel e puramente pautado no espetáculo social. Pouco depois, a narrativa foi levada aos cinemas, consagrando-se como uma quadrilogia de sólido sucesso crítico e comercial guiada pela aplaudida performance de Jennifer Lawrence como a protagonista Katniss Everdeen.

Agora, oito anos depois da estreia do último capítulo da saga original, Collins e a Lionsgate nos convidam a revisitar Panem com o vindouro ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’. A trama, ambientada sessenta e quatro anos antes de Katniss, nos arremessa para os primórdios dos Jogos Vorazes e para a ascensão de Coriolanus Snow (aqui interpretado por Tom Blyth) como presidente de Panem e como o impiedoso homem que transformou a vida de Katniss e dos habitantes dos Distritos em um pesadelo sem fim. Todavia, o enredo é centrado em um jovem Snow que, morando ao lado da prima, Tigris (Hunter Schafer), e da avó, tem como único objetivo conquistar um considerável prêmio em dinheiro para salvar a reputação da família e tirá-la de um poço de desonra e esquecimento em que fora deixada.

Todavia, as coisas não saem como o planejado: no dia da formatura, em que poderia jurar que servia condecorado com a honraria, ele e seus colegas são surpreendidos quando o Reitor Casca Highbottom (Peter Dinklage) anuncia que o prêmio não será entregue naquele ano. Em vez disso, os estudantes que mais se destacaram foram eleitos mentores dos tributos da próxima edição dos Jogos, ficando responsáveis por recuperar a audiência e aumentar as expectativas de uma competição mergulhada em sangue e sacrifício. E, considerando que Casca não tem um bom relacionamento com a família Snow, ele destina Coriolanus como responsável pelo tributo feminino do Distrito 12, Lucy Gray Baird (Rachel Zegler), jovem que faz parte de um grupo de artistas itinerantes que não aparenta ter qualquer qualidade para sobreviver ao massacre.

Diferente do que muitos poderiam pensar, o longa-metragem é arquitetado de tal maneira a superar as expectativas e funcionar como uma ótima adaptação do romance (ainda que seja obrigada a cortar várias partes da história), guiada por performances incríveis e uma paixão notável do diretor Francis Lawrence pelo universo que é convidado a revisitar. Afinal, Lawrence foi responsável pela melhor entrada da saga, ‘Em Chamas’ – o que significa que ele tinha todos os elementos para nos envolver em uma explosiva artimanha de traição, confiança, vingança e amor da melhor maneira possível. E, apesar dos breves deslizes, é exatamente o que ele nos entrega.

É notável como o primeiro ato é o mais “problemático”, por assim dizer: Lawrence sabe que não precisa introduzir elementos desse cosmos, visto que eles já foram mostrados no filme de 2012. Entretanto, considerando que voltamos no tempo em quase sete décadas, certos elementos precisam ser relembrados para que o público acompanhe a história sem se confundir com os múltiplos acontecimentos. É a partir daí que o cineasta, em colaboração com os roteiristas Michael Lesslie e Michael Arndt, condensa a extensa narrativa de Collins e, por essa razão, acaba pecando no desenvolvimento do arco entre Lucy Gray e Coriolanus e prezando por um ritmo frenético demais que é ajustado no segundo ato e na conclusão (esta marcada por uma forte presença do drama e do suspense, seguindo de perto a condução promovida pela autora.

As grandes estrelas do projeto são Zegler e Blyth. Blyth tem uma habilidade invejável de criar sua própria versão de Snow à medida que pega elementos que nos recordam da performance de Donald Sutherland na quadrilogia original – e delineando um entreposto entre um Coriolanus marcado pelos traumas da guerra e outro letárgico e psicótico, desesperançoso quanto a si mesmo e quanto a um prospecto de melhora entre a Capital e os Distritos. Zegler, por sua vez, encarna Lucy Gray com majestade, mostrando que estudou cada um dos diálogos do livro e que abraçou a personagem com zelo e respeito – além de reiterar sua imensa habilidade vocal com rendições musicais de tirar o fôlego.

Além da dupla, temos a forte presença de Dinklage como Casca Highbottom, como já mencionado. A construção do personagem é soberba em todos os aspectos, colocando-o como um homem que fez inúmeras escolhas erradas e, impotente à condição de mudar o curso da história, rende-se a opioides para conviver com uma dor contínua e crescente. E, como a cereja do bolo, Viola Davis nos presenteia com um tour-de-force dilacerante como a Dra. Volumnia Gaul, idealizadora da 10ª edição dos Jogos e defensora ferrenha do abismo entre a Capital e os Distritos – não pensando duas vezes antes de demonstrar seu completo desprezo pelos rebeldes e por aqueles que compactuam com seus ideários “destrutivos” e “antipatrióticos”.

‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ é uma ótima adição ao universo ‘Jogos Vorazes’, mantendo-se fiel às características dos filmes anteriores e procurando reunir o melhor de cada um deles em uma exploração sociopolítica de opressão e de submissão. Lawrence acerta mais uma vez com o projeto e permite que Zegler e Blyth demonstrem todo seu poder performático em uma celebratória e nostálgica aventura.

Sony oferece US$26 BILHÕES para comprar a Paramount

Na última reviravolta na saga de fusões e aquisições da Paramount Global, a Sony Pictures Entertainment e a Apollo Global Management fizeram uma oferta para tornar a Paramount privada com uma oferta de compra em dinheiro de exorbitantes US$26 bilhões (via Variety).

As informações indicam que a Sony e a Apollo, uma empresa de capital privado, enviaram uma carta com a oferta não vinculativa nesta última quarta-feira (01) à Paramount Global, conforme relatado pelo Wall Street Journal. A oferta, que incluiria a assunção de dívidas, ocorre no momento em que o comitê especial do conselho da Paramount Global estabelecido para considerar propostas de fusões e aquisições está avaliando a melhor e última oferta da Skydance Media para fundir a Paramount e a Skydance, mantendo a Paramount Global pública.

Todavia, Shari Redstone, acionista controladora da Paramount Global, continua inclinada a consumar um acordo com a Skydance de David Ellison, cuja oferta é apoiada pela RedBird Capital Partners e pela KKR.

Os representantes da Paramount Global e do comitê especial do conselho não quiseram comentar. Os representantes da Apollo e da Sony Entertainment não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.

Além disso, as ações da Paramount Global aumentaram em mais de 13% com a notícia da oferta da Apollo e da Sony, subindo para US$13,90 por ação nas negociações da tarde.

Não está claro como o conselho da Paramount irá proceder com a proposta Sony-Apollo, tendo rejeitado propostas anteriores da empresa. A companhia tem janela de negociação exclusiva com a Skydance, que termina nesta próxima sexta-feira, 03 de maio – mas as discussões entre ambas partes podem se estender além disso.

Se a proposta seja aceita, a combinação da Sony Pictures com a Paramount Pictures provavelmente resultaria em demissões em massa – e reduziria o número de grandes estúdios de Hollywood de cinco para quatro, depois que a Disney assumiu o controle da 20th Century Studios. A Sony Corp., que adquiriu a Columbia Pictures em 1990 por US$3,5 bilhões, é a maior operadora de estúdio do setor que não possui um serviço de streaming direto ao consumidor em larga escala.

Nova COMÉDIA do criador de ‘Veep’ já está disponível no streaming!

‘A Franquia’ (‘The Franchise’), nova série de comédia criada por Armando IannucciSam MendesJon Brown, já está disponível na Max.

A produção foi lançada no último dia 06 de outubro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Na trama…

Uma equipe presa no inferno disfuncional da franquia de filmes de super-heróis – e, no final do dia a questão que eles enfrentam é: este é o novo amanhecer de Hollywood ou a última resistência do cinema?

Himesh PatelLolly AdefopeAya CashDarren GoldsteinJessica HynesIsaac Cole PowellBilly Magnussen estrelam.

Richard E. GrantDaniel BrühlRuaridh Mollica também fazem parte do elenco.

Autor de ‘Ainda Estou Aqui’ encontra versão PIRATA do filme e diverte internautas; Confira!

‘Ainda Estou Aqui’ conquistou o Oscar de Melhor Filme Internacional, tornando-se o primeiro longa nacional a ganhar o prêmio. Estrelado por Selton Mello e Fernanda Torres, o filme sagrou-se um fenômeno sem precedentes – e, como é de costume, recebeu um “tratamento” pirata que foi encontrado pelo autor do romance original, Marcelo Rubens Paiva.

Através do X (antigo Twitter), Paiva postou a foto de uma versão ilegal do longa-metragem, colocado em um saco plástico. A imagem adultera o título da obra para “Ainda To Aqui” e vem acompanhado da seguinte legenda: “imagem e som filé”.

Nos comentários da postagem, internautas se divertiram com a imagem, com alguns explicando que “‘filé é sinônimo de coisa boa, arretada, extraordinária em boa parte do Nordeste”.

Recentemente, ‘Ainda Estou Aqui’ alcançou um marco significativo ao se tornar o 7º filme brasileiro mais assistido do século XXI, de acordo com dados da Comscore.

A empresa, especializada em monitoramento de audiência de filmes, acompanha o desempenho de filmes nas salas de cinema brasileiras desde 2002.

Com impressionantes 5,67 milhões de espectadores, o longa-metragem dirigido por Walter Salles superou recentemente a bilheteira de ‘Se Eu Fosse Você 2‘, comédia romântica de 2009, que havia registrado 5,64 milhões de ingressos vendidos.

Esse feito coloca ‘Ainda Estou Aqui‘ entre os grandes sucessos da história do cinema nacional, ao lado de outras produções que conseguiram grandes públicos nos cinemas brasileiros. O filme, que conquistou o Oscar de Melhor Filme Internacional, trata de temas emocionantes e universais, o que lhe conferiu uma popularidade duradoura, atraindo um público amplo e diversificado.

A marca de 5,67 milhões de espectadores também demonstra o crescente apelo das produções brasileiras no cenário cinematográfico global. Ao longo dos anos, o cinema nacional tem conquistado cada vez mais espaço, tanto nas bilheteiras quanto no reconhecimento internacional, com filmes que abordam uma vasta gama de temas, desde a comédia até o drama e o romance, como é o caso de ‘Se Eu Fosse Você 2‘. A comparação entre ambos os filmes também destaca a relevância e a variedade do cinema nacional, que é capaz de gerar tanto sucessos de crítica quanto de público.

Essa conquista reafirma o potencial do cinema brasileiro não apenas para agradar o público local, mas também para conquistar reconhecimento internacional, consolidando o lugar de ‘Ainda Estou Aqui‘ entre os filmes nacionais de maior sucesso das últimas décadas.

Confira o TOP 10, segundo a Comscore:

  1. Nada a Perder – 12 milhões de espectadores
  2. Minha Mãe é Uma Peça 3 – 11,6 milhões de espectadores
  3. Os Dez Mandamentos – 11,2 milhões de espectadores
  4. Tropa de Elite 2 – 10,8 milhões de espectadores
  5. Minha Mãe é uma Peça 2 – 9,2 milhões de espectadores
  6. Nada a Perder 2 – 6,1 milhões de espectadores
  7. Ainda Estou Aqui – 5,7 milhões de espectadores
  8. Se Eu Fosse Você 2 – 5,6 milhões de espectadores
  9. Minha vida em Marte – 5,3 milhões de espectadores
  10. Dois Filhos de Francisco: A história de Zezé di Camargo e Luciano – 5 milhões de espectadores

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, também estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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