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‘Pânico’: Diretores provocam sobre o mistério em torno da identidade da mãe de Sam

O novo Pânico‘ traz Melissa Barrera como Sam Carpenter, que é revelada como filha bilógica de Billy Loomis (Skeet Ulrich), o Ghostface do filme original, lançado em 1996.

A trama mantém o foco no relacionamento póstumo da jovem com o pai, já que ela é atormentada por alucinações do falecido assassino em série.

No entanto, não é revelado quem é sua mãe… Apenas mencionado que era alguém que estudou na Woodsboro High com Billy, Sidney (Neve Campbell) e os outros personagens.

Sendo assim, a mãe de Sam pode muito bem ser alguém já conhecida pelo público.

Durante uma entrevista para o Nerdist, os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett confirmaram que a mãe de Sam iria aparecer no filme.

No entanto, sua aparição foi descartada para que a trama fosse mais dedicada ao vínculo de Sam com sua irmã mais nova, Tara (Jenna Ortega).

“A mãe de Sam fazia parte da trama, ela estava no roteiro, definitivamente. Se ela aparecesse, a prioridade não seria a relação entre as irmãs, e ficaria muito aberto, apesar de sentirmos que há uma história interessante por trás disso”, disse Gillett.

Como o co-diretor teve o cuidado de não falar muito sobre a mãe de Sam e apenas provocar que há uma ‘história interessante’ sobre ela, é provável que os cineastas já estejam planejando uma sequência para o filme.

Caso seja esta a possibilidade, seria uma ótima maneira de manter Sam e Tara no centro da franquia daqui para frente, apostando em mais revelações sobre o passado de sua família.

E aí, você já assistiu o novo filme?

Lembrando que, em menos de um mês, ‘Pânico‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais, superando a bilheteria TOTAL de ‘Pânico 4‘ ($97.2m).

Por enquanto, o longa original sgue com a maior arrecadação da franquia, com impressionantes US$ 173 milhões pelo mundo.

Nos EUA, o novo filme arrecadou US$ 62.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 44.1 milhões.

Ao total, o terror já arrecadou sólidos US$ 106.2 milhões mundialmente.

Assista às nossas entrevistas com o elenco do novo filme:

Assista nossa crítica:

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Crítica com Spoilers | ‘Pânico’ honra o legado de Wes Craven da maneira mais voraz possível

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

“Se a Marvel seguisse as estatísticas, ‘Pantera Negra’ nunca teria sido feito”, afirma Bob Iger

Pantera Negra‘ se tornou um sucesso de crítica e público, conquistando incríveis 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de faturar US$ 1,3 bilhão pelo mundo, a partir de uma verba de US$ 200 milhões.

Lançada em 2018, a adaptação estrelada por Chadwick Boseman foi o primeira da Marvel Studios a garantir uma indicação ao Oscar de Melhor filme.

No entanto, o longa quase ficou de fora do MCU, como revelou Bob Iger, ex-presidente da Disney.

Durante uma entrevista para o The New York Times, o executivo comentou que o filme do ‘Pantera Negra‘ representava um fraco desempenho quando submetido a análises de audiência.

Ao longo da conversa, ele refletiu como o uso de algorítmos do estúdio para prever o que público irá consumir ou não é um risco à criatividade.

“Eu passei mais de 50 anos atuando no ramo criativo da indústria cinematográfica e aprendi o bastante para entender que, embora estatísticas digitais sejam úteis, elas não deveriam ser usados ​​para determinar quais histórias serão contadas.”

Ele continuou, mencionando o dilema sobre a possível adaptação de ‘Pantera Negra‘ para o cinema nas fases iniciais do MCU.

“‘Pantera Negra‘ é um dos filmes de heróis mais geniais da atualidade, mas nunca teria sido produzido se fôssemos seguir 100% à risca as estatísticas obtidas ao longo dos últimos anos, até então. Se tivéssemos tentado extrair todos os dados de audiência que tínhamos para determinar se deveríamos fazer um filme de super-herói essencialmente sobre um mundo afrofuturista com um elenco negro, os dados provavelmente diriam: não façam isso. E ‘Pantera Negra‘ nunca teria sido feito.”

De qualquer forma, o cineasta admitiu que os dados são úteis como ferramenta para medir se um produto é bem recebido e se há futuro para certos projetos.

Mas sua principal crítica é impedir que números sejam priorizados acima da criatividade dos funcionários do estúdio.

Esta não é a primeira vez que Iger fez essas alegações, jáque ele disse abertamente que a Disney quase perdeu a chance de produzir ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ se continuasse seguindo cegamente pesquisas de mercado.

Lembrando que ‘Pantera Negra 2‘ foi adiado de 08 de julho de 2022 para 11 de novembro de 2022.

Anteriormente, o Production Weekly vazou a sinopse do longa, que coloca Atlantis e Namor na sequência.

“Tanto Wakanda quanto Atlantis são civilizações ocultas com tecnologia avançada e maiores capacidades militares que decidiram se separar do resto do mundo para sua própria segurança e, de certa forma, por medo. Wakanda temia que sua tecnologia fosse abusada. Alantis temia que os habitantes da superfície viessem profanar a cidade mítica como o fizeram há tantos anos  

No entanto, seus medos são ainda mais intensificados quando essas duas nações, uma vez ocultas, colidem uma com a outra. Wakanda e Atlantis têm uma história surpreendentemente entrelaçada. Wakanda é o único país do mundo com acesso ao vibranium. no entanto, rumores sobre seu poder estão se espalhando pelo mundo, e o pai humano de Namor foi enviado para procurar por este material raro na Antártica. A guerra vai começar.”

Tenoch Huerta será o Namor.

Ryan Coogler retorna como diretor e roteirista.

E aí, você está ansioso para a sequência?

‘Homem-Aranha 3’: Roteiristas comentam sobre ausência de dois aguardados vilões

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa trouxe o retorno dos principais vilões dos filmes anteriores do herói, como o Duende Verde (Willem Dafoe) e o Electro (Jamie Foxx).

Mesmo assim, o público ainda esperava rever o Rhino (Paul Giamatti) e o Mysterio (Jake Gyllenhaal) na sequência.

Durante a abertura do Multiverso durante o clímax da trama, é possível ver a silhueta do Rhino como um dos personagens prestes a invadir MCU.

E artes conceituais mostraram o Mysterio lutando contra os Aranhas no topo da estátua da Liberdade.

Mas por que eles ficaram de fora do filme?

Durante uma entrevista para o podcast The Q&A, os roteiristas Chris McKenna e Erik Sommers explicaram a ausência dos vilões.

“Houve conversas sobre trazer Mysterio e Rhino de volta, isso é verdade. Estávamos preocupados em montar o Sexteto Sinistro e escolher quais vilões seriam adequados para a equipe”, disse McKenna. “Até cogitamos trazer o Venom como o sexto membro. Mas, chegamos a um ponto em que pensamos: ‘Devemos mesmo oficializar o Sexteto Sinistro?'”

Ele continuou:

“Eu acho que o divertido em trabalhar com o cânone [dos quadrinhos] é que você pode reinventar, e sabemos que as pessoas conhecem o cânone, mas talvez nem tudo esteja alinhado ao roteiro do filme. Por isso, deixamos esses personagens apenas como referências no momento em que o Multiverso se abre.”

Vale lembrar que os vilões que apareceram eram todos fruto de experiência científicas que deram errado e precisavam ser curados antes de retornarem aos seus mundos.

Não faria sentido trazer o Mysterio e o Rhino de volta, já que eles não se encaixavam neste conceito, pois o Mysterio era apenas um programador mau caráter, e o Rhino era apenas um ladrão dentro de um máquina.

Confira a entrevista:

Lembrando que Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Até o momento, a sequência já faturou US$ 1,7 bilhão pelo mundo.

Assista a nossa crítica e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Pacificador’: Próximo episódio será o mais INSANO até agora, garante James Gunn

Falta pouco para o fim da série do ‘Pacificador‘, e o diretor James Gunn está provocando o público para o capítulo desta semana.

Em seu perfil do Twitter, o cineasta garantiu que o próximo episódio será o mais insano da atração, até agora.

Na publicação, ele escreveu:

“Ah não! Pobres anúncios! O episódio da próxima semana vai ser o mais insano, até agora – quero dizer… Uau, eu mal posso esperar… E a música sobre os créditos é Dynazty – e eu quase a usei”, brincou Gunn.

Confira:

Anteriormente, a HBO Max divulgou o teaser do 6º episódio da série.

Intitulado ‘Murn After Reading’, o episódio vai ao ar no dia 03 de fevereiro.

Na prévia, Leota (Danielle Brooks) é confrontada por Clemson Murn (Chukwudi Iwuji) após descobrir que ele faz parte da organização caçada pela Força-Tarefa X.

Enquanto isso, Auggie Smith (Robert Patrick) planeja algo obscuro com a armadura do Dragão Branco.

Por outro lado, o Pacificador e o Vigilante (Freddie Stroma) tentam descobrir as origens de uma estranha criatura que eles prenderam em um pote de vidro.

Confira o teaser:

A série irá explorar as origens do personagem interpretado por Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

James Gunn também assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

Os Filmes Mais Esperados de Fevereiro 2022

No início de janeiro deste ano finalmente voltamos com nossa coluna dos filmes mais esperados de cada mês nas salas de cinema. Como dito na edição passada, com a pandemia, as salas fecharam e assim a maioria das estreias ocorria em plataformas de streamings. Aos poucos os cinemas começam a voltar e apesar dos casos de contaminação de Covid terem aumentado novamente devido a novas variantes, a vacinação de grande parte da população nos deu a vantagem de ter sintomas leves e não fatais. Sendo assim, cada vez mais o cidadão se sente confortável de aos poucos retomar sua rotina, com precaução e se cuidando sempre.

Quando falamos em matéria de blockbuster, o grande divisor de águas para os tempos pandêmicos foi mesmo Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. Antes disso, de forma precoce, superproduções como Tenet e Mulher-Maravilha 1984, ainda em 2020, planejavam uma normalização das salas de cinema, sem sucesso. Este ano, nem mesmo Velozes e Furiosos 9, Viúva Negra, Eternos ou Duna foram capazes de chegar perto do que tínhamos antes. Essa lacuna foi preenchida pelo novo filme do Homem-Aranha, capaz de arrastar multidões e bater todo tipo de recorde nesse “novo normal”. E o mês de janeiro, embora não na mesma proporção, chegou quente com o quinto exemplar da franquia de terror Pânico – que atiçou a curiosidade dos fãs. Agora é só se preparar para os grandes lançamentos de 2022. E o mês de fevereiro começa a aquecer os motores com alguns filmes badalados. Confira abaixo e comente quais os que mais estão ansiosos.

03/02

Moonfall – Ameaça Lunar

O mês de fevereiro começa com um verdadeiro blockbuster. Moonfall é o novo filme do diretor Rolland Emmerich, especialista em cinema catástrofe, que tem no currículo longas como Independence Day (1996) e O Dia Depois de Amanhã (2004). Em seu novo trabalho, a lua é a ameaça da vez, quando nosso satélite natural é tirado de órbita e entra em curso de colisão com a Terra. Mas não pense na sátira social de Não Olhe para Cima, em Moonfall é tudo sobre ação. Quem comanda o espetáculo pirotécnico nas telas é Halle Berry e Patrick Wilson, como astronautas em missão de nos salvar.

Tô Ryca 2

As férias podem ter acabado, mas fevereiro ainda celebra este clima de verão com a estreia da comédia nacional Tô Ryca 2. Sequência do sucesso surpresa Tô Ryca, de 2016, que funciona quase como uma refilmagem tupiniquim do hollywoodiano Chuva de Milhões (1985). Novamente, a continuação da comédia se segura no carisma e capacidade de improviso da protagonista Samantha Schmütz, uma de nossas maiores estrelas do humor. Reprisando o papel de Selminha, a trama agora a coloca para ficar pobre de novo, com a justificativa de que a herança bilionária deveria ter ido para outra Selminha, papel da sensação Evelyn Castro. Completando o elenco, o popular Rafael Portugal.

Mães Paralelas

Exibido nos festivais de Veneza e Nova York, trata-se do novo filme do prestigiadíssimo espanhol Pedro Almodóvar. Seus “dramalhões surreais” viraram um dos pilares da sétima arte mundial, e sem nunca ter filmado em Hollywood ou sequer em inglês, é seguro dizer que o diretor deixou sua marca na história do cinema. Seu novo lançamento é um produto da Netflix, mas antes de passar na plataforma, a obra foi exibida no Festival do Rio e irá aos cinemas brasileiros. Portanto essa é uma chance dos cinéfilos de nosso país conferirem o mais recente projeto de um dos grandes nomes do audiovisual. Como diz o título, o filme narra a relação de duas mulheres que se tornam mães no mesmo dia. Uma delas é vivida pela musa do cineasta, Penélope Cruz.

10/02

Morte no Nilo

Um dos maiores “vai, não vai” de tempos recentes (e tivemos muitos casos assim) ocorreu com esta nova adaptação de um livro da romancista considerada a rainha do suspense Agatha Christie para o cinema. Mas não apenas isso, Morte no Nilo é a segunda parte de um universo planejado e construído pelo diretor Kenneth Branagh e pelo estúdio Fox envolvendo as tramas da escritora que possuem o detetive Hercule Poirot. A visão do cineasta iniciou em Assassinato no Expresso do Oriente (2017), e esse é o próximo passo. Ambos já haviam sido adaptados ao cinema na década de 1970. Aqui, novos personagens a bordo de um barco a vapor no rio Nilo, no Egito, se tornam suspeitos após um dos passageiros aparecer morto. E apenas Poirot pode elucidar o caso.

Case Comigo

É verdade que de tempos em tempos – ou quem sabe a cada edição – o Oscar tende a esnobar algum artista que tenha dado um dos grandes desempenhos de sua carreira (ou quem sabe o maior), deixando de saudá-lo com uma nomeação ao seu prémio. No ano de 2020 essa esnobada teve como alvo a musa latina e estrela da música Jennifer Lopez. Em As Golpistas, Lopez “se joga” como há muito tempo não a víamos fazer e todos falavam sobre a possível indicação, que não veio. Seja como for, afastada desde então, a estrela retorna nesse início de 2022 para um terreno em que se sente muito confortável: as comédias românticas. Essa um pouco mais metalinguística, já que pela primeira vez traz Lopez vivendo uma estrela da música, rica e famosa, com o mundo a seus pés. Ou seja, basicamente interpretando a si mesma.

17/02

Uncharted – Fora do Mapa

Falando em Homem-Aranha e no sucesso que o recente Sem Volta para Casa fez nos cinemas, marcando a “retomada” das salas de exibição, o mesmo estúdio (a Sony) almeja realizar a mágica novamente. Se irá dar certo, só a estreia de Uncharted dirá. O que sabemos é que a Sony escalou o mesmo Tom Holland (o intérprete dos novos Homem-Aranha) para ser o protagonista aqui, desta adaptação de um famoso jogo de videogame, que mostra um explorador aventureiro nos moldes de um jovem Indiana Jones. Esperem muita ação. Completando o elenco, os astros Mark Wahlberg e Antonio Banderas.

Licorice Pizza

Cinéfilos fãs de Paul Thomas Anderson acalmai-vos. O novo trabalho do cineasta cultuadíssimo está entre nós. Queridinho do Oscar e dono de uma filmografia de títulos como Boogie Nights (1997), Magnólia (1999), Sangue Negro (2007) e o recente Trama Fantasma (2017), o diretor é um dos grandes favoritos dos fãs de cinema de arte e “filmes cabeça”. Ou quem sabe os que tem bom gosto. Anderson realmente é um talento indiscutível acima de qualquer suspeita. Aqui, em seu mais recente trabalho, ele resolve investir num universo mais jovial, trazendo a relação de um rapaz e uma moça estudantes na década de 70. Um dos maiores elogios do longa é justamente o retrato certeiro do período. Para encarnar os protagonistas, dois “não atores”. O filme marca as estreias de Cooper Hoffman, filho do saudoso Philip Seymour Hoffman, e da cantora Alana Haim. Em papeis coadjuvantes, gente como Sean Penn e Bradley Cooper. Nem precisa dizer que já é um dos filmes cotados ao Oscar 2022.

Sempre em Frente

Por falar em filmes cotados para o Oscar, esse projeto tem toda a cara de “isca do Oscar”, obras lançadas em uma época específica visando cair no radar das premiações mais famosas da sétima arte. Tarimba esta produção tem, já que se trata do primeiro longa estrelado pelo “monstro” Joaquin Phoenix após sua vitória de melhor ator no Oscar pelo polêmico Coringa (2019). O projeto seguinte escolhido por Phoenix para continuar seus desempenhos de excelência foi este Sempre em Frente, drama todo criado em preto e branco no qual o ator vive um jornalista precisando cuidar do sobrinho pequeno. Para a tarefa o sujeito resolve embarcar numa viagem por Los Angeles. O roteiro e direção é de Mike Mills, o mesmo responsável por Toda Forma de Amor (2010). O filme está no radar do Oscar. Aguardemos.

A Jaula

Nem só de comédias vivem os filmes brasileiros de visibilidade. Nosso cinema é bem rico, mas em geral os filmes que recebem mais elogios são os dramas sociais de baixíssimo orçamento. Aqui, temos uma proposta um pouco mais ambiciosa, num filme que parece ter muito o que dizer sobre os tempos de hoje. Resta saber se será abraçado, se será visto como algo de mau gosto, ou se será algo muito óbvio e banal. A premissa sem dúvida é curiosa e mostra um ladrão interpretado pelo galã Chay Suede, saindo para mais “um dia de trabalho”. No seu caso consiste em roubar um carro. Para o azar do criminoso, o carro da vez é a tal jaula do título, um carrão transformado em prisão para o bandido que tentar roubá-lo. Preso dentro do veículo, no melhor estilo Jogos Mortais, o meliante lutará por sua vida. O dono do carro é o “cidadão de bem” vivido por Alexandre Nero, um médico cansado de ser lesado por roubos e que decide fazer justiça com as próprias mãos.

24/02

O Poderoso Chefão – 50 Anos

Clássico irretocável da sétima arte, O Poderoso Chefão é simplesmente um dos filmes mais queridos de todos os tempos. Épico criminal, a trama da família de mafiosos Corleone faz parte do subconsciente coletivo dos fãs de cinema desde o seu lançamento em 1972. Este ano completando 50 anos de seu lançamento, é claro que uma celebração seria mais do que adequada. Aliás, a Paramount vem investindo em comemorar a franquia. Em 2020, lançou uma edição especial do terceiro O Poderoso Chefão, e agora o primeiro será o tópico de uma nova estreia nas telonas no último fim de semana de fevereiro. Simplesmente imperdível.

Artigo | O classicismo instantâneo de ‘Cantando na Chuva’, um dos maiores filmes de todos os tempos

São poucos os filmes que realmente fazem parte da nossa memória, mesmo que de uma forma indireta. E por indireta, digo que alguns nomes, por mais que nunca tenham se manifestado visual e concretamente para nós, se tornam conhecidos pela popularidade e pela atemporalidade com as quais são tratadas, reafirmando inclusive a sua importância para a História das narrativas audiovisuais – e posso dizer, sem sombra de dúvida, que Cantando na Chuva faz parte desse seleto panteão cinematográfico, ao lado de outros clássicos que soam nostálgicas para inúmeras gerações. Não é nenhuma surpresa, pois, que o musical dirigido por Stanley Donen e Gene Kelly seja reaproveitado até os dias de hoje através de singelas homenagens e readaptações que têm a clara noção que nunca chegarão aos pés desse pontapé inicial.

É até mesmo engraçado analisar a história por trás desta produção, visto que seu lançamento fez um modesto barulho em meio à crítica e ao público – sendo indicado, por exemplo, a apenas duas estatuetas do Oscar à época – e, com o passar dos anos, sendo visto e revisto pelos especialistas até chegar ao inenarrável patamar que ocupa entre os melhores longas-metragens de todos os tempos. E é mais incrível ainda prestarmos atenção a esse pano de fundo se levarmos em consideração que uma das bases narrativas do filme é justamente essas constantes contradições de Hollywood.

A trama gira em torno do famoso ator do cinema mudo Don Lockwood (Kelly), cuja ascensão ao sucesso tornou-se uma aspiração para todos, conquistando, através de seu inegável carisma, uma legião de fãs ao redor do mundo. A primeira sequência do filme já trabalha com grande maestria uma montagem que havia sido explorada primeiramente com obras-primas antecessoras, como Cidadão Kane’, optando por uma investida anacrônica e não-linear para construir um cenário conciso para o espectador sem obrigá-lo a deduzir fatos e acontecimentos do nada – e é claro que nada disso seria possível sem o tato artístico do duo de cineastas. Através de um timing cômico muito bem trabalhado e que seria reutilizado e repaginado, o protagonista lembra-se de seu “glorioso passado”, sempre relembrando-se do mote que carregava: “dignidade. Sempre com dignidade”.

Esta não seria uma obra de Kelly se as ironias não existissem. Resgatando alguns elementos de Sinfonia de Paris’ e Um Dia em Nova York’, bem como outras produções nas quais estrelou e atuou como produtor, as quebras de expectativa dialogam diretamente com as viradas inesperadas no roteiro – e são tão bem colocadas que a inexistência dramática não é percebida. Afinal, se prestarmos bem atenção, os acontecimentos tem a sua carga trágica em comparação com o escopo maior, mas são levadas sem a seriedade compulsória que o transformaria em uma história maçante. E logo no início do primeiro ato, o arco de superação de Lockwood logo é contrastado com uma sequência dos mais bizarros trabalhos – desde artistas itinerantes até dublês de filme de ação – e não podemos deixar de gargalhar ao vermos o personagem cair de um penhasco enquanto diz com certa imponência que “havia sido escolhido para os melhores projetos possíveis”.

As coisas mudam drasticamente quando o ator amador chama a atenção de um dos maiores produtores da época, R.F. Simpson (Millard Mitchell), o qual o contrata como protagonista de seus épicos mudos, sucessos de bilheteria e de público através dos Estados Unidos e do mundo, cujas falhas definitivamente eram ofuscadas pela presença de uma trilha sonora fabulesca e pelas caixas de texto que quebravam a linearidade dos filmes – e essa atenção aos detalhes permite que a conturbada relação entre Lockwood e a queridinha da América, Lina Lamont (interpretada pela incrível Jean Hagen), cujo gênio é mantido às escuras até o momento em que abre a boca  e revela uma voz estridente e insuportável – razão pela qual o time criativo a impede de fazer qualquer discurso em público e “quebrar a magia” que a audiência mantém acerca dela.

Cantando na Chuva não é apenas uma irresistível comédia sobre alguns dos personagens mais icônicos já criados, mas também uma aula de História – afinal, todas as relações mais intimistas que se desenrolam e se completam durante o filme são respaldadas por um pano de fundo verídico e que causou muita discordância na época: a transição do Cinema mudo para o Cinema falado. Tal acontecimento deu-se em meados da década de 1920 e representou uma mudança brusca no cenário mercadológico do entretenimento. Como reafirmado por Simpson e Lockwood na introdução do segundo ato, ninguém botava fé que a sincronização de imagem e som vingaria – aliás, ninguém cria que realmente era possível aquilo. E não foi até o sucesso de O Cantor de Jazz’ (que é citado majestosamente durante uma das cenas) que todos perceberam que deveriam se juntar ao fluxo da modernidade.

Mais uma vez, tudo isso é explicado de forma didática e cômica pelo roteiro assinado por Betty Comden e Adolph Green – rendendo talvez um dos momentos mais plenos e icônicos de todos os tempos. Lamont e Lockwood logo passam a estrelar, ou ao menos tentar, projetos muito mais elaborados quando em comparação aos anteriores, e é claro que o resultado não poderia ser diferente. A estreia dessa nova onda de filmes seria até trágica, se não fosse hilária: pense em tudo que pode dar errado com a primeira transmissão de uma peça audiovisual, toda a tensão e a angústia que são carregadas por cada um dos componentes que uniu forças para colocar o projeto em prática, e junte esses fatores em um único lugar – é justamente isso o que acontece aqui.

A trama transita entre a veracidade e o impossível de forma tão homogênea que parece estarmos diante de uma interpretação documentária orquestrada com exímia cautela. Desde as complicadas gravações, que trouxeram à tona o enfrentamento dos diretores e técnicos sonoros e artísticos para manter os gigantescos microfones escondidos nos sets de filmagem, até os problemas de sincronização entre áudio e imagem, passando pelo pífio e superficial roteiro que agora ganhava voz, o catastrófico resultado representa a destruição da reputação do casal mais badalado de Hollywood e da credibilidade de uma das maiores produtoras do mercado – que agora devem correr para recuperar todo o prejuízo que tiveram. E, aliado à mente criativa de Lockwood, abre margens para duas coisas que definitivamente amamos: Debbie Reynolds e musicais!

Reynolds emerge na história como a aspirante à dançarina e atriz profissional Kathy Selden, a qual é cética em relação aos trabalhos no cinema e que tem um encontro não muito agradável com Don durante o segundo ato. Os dois acabam por se reencontrar e traçar uma leve insinuação romântica que ganha força com o alegre número que empresta o nome ao título do filme e alcança o ápice com You Were Meant for Me”, uma ode ao amor e à mágica ilusão do cinema. E, enquanto ela representa o par romântico e a rebelde otimista de toda a trama, Donald O’Connor se entrega a uma performance igualmente memorável no papel do escape cômico Cosmo Brown, melhor amigo de Lockwood, que fica responsável por outro número memorável, intitulado Make’em Laugh”.

A perfeição pode não ter um significado palpável, mas Cantando na Chuva chega bem perto disso – não apenas por ter uma história cômica e envolvente, mas também por toda a sua desenvoltura estar presente em cada um dos elementos do filme, felizmente afastando-se da saturação excessiva para mesclar inúmeros gêneros narrativos em uma obra-prima clássica e memorável.

Curiosidades | ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios’ completa 12 anos em 2022!

Percy Jackson e os Olimpianos’ se tornou uma das sagas literárias juvenis mais conhecidas de todos os tempos e caiu no gosto dos leitores com força inimaginável. Qual foi a felicidade dos fãs quando Chris Columbus anunciou que comandaria a adaptação cinematográfica, Percy Jackson e o Ladrão de Raios’.

Enquanto o resultado não agradou a uma parte dos espectadores e à crítica especializada, o título funcionou como uma despretensiosa aventura através da mitologia grega nos dias atuais, que fez um barulho considerável de bilheteria e garantiu uma sequência intitulada ‘O Mar de Monstros’.

Estrelada por Logan LermanBrandon T. JacksonAlexandra Daddario, a narrativa é centrada no personagem titular, um jovem que enfrenta problemas na escola, devido ao que acredita ser dislexia e déficit de atenção. Após ser atacado em plena excursão escolar, é revelado a Percy que ele é um semideus, ou seja, filho do deus Poseidon (Kevin McKidd) com uma humana, e possui poderes. Protegido por Grover Underwood (Jackson), ele é levado ao acampamento dos meio sangue, onde está em segurança. Lá ele tem Chiron (Pierce Brosnan) como tutor e passa a treinar para se tornar um grande guerreiro.

Só que Percy é acusado de ter roubado o raio de Zeus (Sean Bean), uma poderosa arma de destruição que pode fazer com que os deuses entrem em guerra. É quando Hades (Steve Coogan) visita o acampamento e oferece a Percy uma troca: que ele entregue o raio, o qual não possui, em troca da devolução de sua mãe, que faleceu em meio à fuga. Ele, então, parte para chegar ao Mundo Inferior, onde vivem Hades e Perséfone (Rosario Dawson), juntamente com Grover e Annabeth Chase (Daddario), uma poderosa guerreira que conheceu no acampamento.

O longa-metragem completa doze anos no próximo dia 02 de fevereiro e, para celebrar seu aniversário, o CinePOP preparou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores.

Confira:

  • Quando o trio protagonista foge do cassino, eles entram em uma Maserati – que coincidentemente tem um tridente, símbolo de Poseidon, como emblema.
  • Na mitologia grega, Atena é filha de Zeus, o que torna Annabeth e Percy primos de segundo grau. Entretanto, Percy declara no último livro que os deuses não tecnicamente não têm DNA – e, dessa forma, essa linhagem não conta.
  • Uma Thurman, que interpreta Medusa, interagiu com diversas cobras vivas, com a assistência de um treinador, para se preparar para o papel. Lidar com serpentes, ela disse, a ajudou a imaginar como Medusa se sentiria ao ter cobras no lugar de cabelos.

  • O nome Percy é baseado em Perseu, herói mitológico que matou Medusa. O romance diz que sua mãe escolheu o nome, porque Perseu foi um dos únicos heróis gregos a ter um final feliz.
  • As flores de lótus são, na verdade, biscoitos de açúcar com cobertura rosa feitos no formato de pétalas. Os efeitos digitais foram feitos pelo time criativo para deixá-los semelhantes a flores de lótus.
  • Nina Dobrev, de ‘The Vampire Diaries’, fez audição para interpretar Annabeth no longa. Entretanto, o papel foi dado a Daddario.

  • Rick Riordan, autor dos romances originais, odiou o roteiro do longa-metragem e, na verdade, nunca assistiu ao filme completo. Mas ele aceitou o cheque que o estúdio lhe pagou pelos direitos e declarou que ficou muito grato pela quantidade de pessoas que descobriram os livros por causa da adaptação.
  • No livro original, Percy tem doze anos. No filme, ele tem dezesseis.
  • Além de ser mensageiro dos deuses, Hermes é também deus dos ladrões – o que faz sentido ter sido seu filho quem roubou o raio de Zeus.

‘And Just Like That’: Documentário sobre o revival de ‘Sex and the City’ ganha trailer e data de estreia!

A HBO Max divulgou o trailer oficial de And Just Like That… O Documentário’, especial que leva os fãs aos bastidores do revival de Sex and the City.

A produção tem estreia marcada para o dia 03 de fevereiro na plataforma de streaming.

Confira:

Lembrando que o último capítulo da temporada vai ao ar no mesmo dia do documentário.

Na trama, Carrie (Sarah Jessica Parker) lida com o fato de precisar seguir em frente depois da tragédia que enfrentou nos primeiros episódios, enquanto Miranda (Cynthia Nixon) conhece a família de Che (Sara Ramirez) e resolve sair em busca de um estágio. Charlotte (Kristin Davis), por sua vez, acredita que falhou como mãe quando o bat mitzvah que fez para a filha não sai como o planejado.

Confira a promo:

A série acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

A nova temporada também marca o retorno de Steve (David Eigenberg), Harry (Evan Handler), Stanford (Willie Garson), Anthony (Mario Cantone), Mr. Big (Chris Noth) e Aidan (John Corbett).

Cathy Ang (‘A Caminho da Lua’), Niall Cunningham (‘Curb Your Enthusiasm’), Alexa Swinton (‘Tempo’), Cree Cicchino (‘Mr. Iglesias’), Sarita ChoudhuryNicole Ari ParkerKaren Pittman completam o elenco.

Sara Ramirez (‘Grey’s Anatomy’) faz sua introdução como Che Diaz, comediante e pessoa não-binária que apresenta um podcast e que traz Carrie como uma das convidadas regulares.

Criada por Darren Star (hoje à frente de ‘Emily em Paris‘), a série original contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 1998 e 2004 na HBO.

‘Grease: Rise of the Pink Ladies’: Paramount+ anuncia elenco completo da série derivada; Confira!

Paramount+ divulgou hoje (31) o elenco completo de Grease: Rise of the Pink Ladies, série derivada do clássico musical ‘Grease – Nos Tempos da Brilhantina’ (via Collider).

O grupo escolhido para estrelar a série é: Marisa Davila como Jane; Cheyenne Isabel Wells como Olivia; Ari Notartomaso como Cynthia; Tricia Fukuhara como Nancy; Shanel Bailey como Hazel; Madison Thompson como Susan; Johnathan Nieves como Richie; Jason Schmidt como Buddy; Maxwell Whittington-Cooper como Wally; e Jackie Hoffman como o assistente McGee.

Além disso, foi confirmado que as gravações do spin-off já começaram.

De acordo com a descrição oficial, a série será “uma comédia musical de uma hora sobre como as famosas Pink Ladies (compostas por Sandy, Rizzo, Jan, Marty e Frenchy no filme original) começaram e como a irreverência, o medo e o pânico moral que eles provocaram mudaram Rydell High para sempre.”

Annabel Oakes (‘Atypical‘) é a criadora do projeto, além de assinar o roteiro e assumir a função de produtora executiva.

Originalmente, a série se chamaria ‘Rydell High‘ e estava sob os cuidados da HBO Max. No entanto, Casey Bloys decidiu não seguir adiante com o projeto, após assumir as funções de produção de conteúdo, como parte de sua promoção ao cargo de Chefe de Conteúdo da HBO e da HBO Max.

De acordo com a Variety, ‘Rise of the Pink Ladies‘ trará uma série de novas canções, mas não deve trazer alguns dos números mais icônicos do musical, devido à restrições de direitos autorais.

‘Grease’ foi lançado em 1978 e ajudou a alavancar a carreira de Travolta e de Newton-John, tornando-se um dos maiores e mais adorados musicais de todos os tempos. Dirigido por Randal Kleiser, a obra foi aclamada pela crítica especializada e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando quase US$400 milhões a partir de um orçamento de US$6 milhões.

O musical foi indicado a cinco Globos de Ouro e a um Oscar, eventualmente perdendo os prêmios, mas entrando para a lista dos melhores longas-metragens da década de 1970 e do século passado. O sucesso gerou uma sequência intitulada ‘Grease 2 – Os Tempos da Brilhantina’ voltaram, estrelada por Michelle PfeifferMaxwell Caulfield e que não fez o mesmo sucesso da obra original.

‘A Queda da Casa de Usher’: Nova série de terror de Mike Flanagan começa OFICIALMENTE a ser rodada!

Como prometido, as gravações da ambiciosa série de terror ‘A Queda da Casa da Usher’, de Mike Flanagan, começaram oficialmente nesta segunda-feira, 31 de janeiro.

Flanagan fez o anúncio oficial do início da produção através de seu Twitter, compartilhando uma imagem de bastidores com a legenda: “e lá vamos nós”.

Confira:

Carla Gugino, Mark HamillFrank LangellaCarl LumblyMary McDonnell estrelam a produção.

Henry Thomas, T’Nia Miller, Kyleigh Curran, Samantha Sloyan, Rahul Kohli, Sauriyan Sapkota, Zach Gilford, Michael Trucco, Paola Núñez, Katie Parker, Malcolm Goodwin, Crystal Balint, Aya Furukawa, Daniel Jun, Matt Biedel, Ruth Codd, Annabeth GishRobert LongstreetKate Siegel e Willa Fitzgerald completam o elenco.

A série é baseada em diversos trabalhos do lendário romancista estadunidense Edgar Allan Poe.

Em entrevista ao The Boo Crew Podcast, Flanagan revelou que a série será extremamente sangrenta.

“Muitas das minhas produções têm um ritmo lento, mas ‘A Queda da Casa de Usher’ será como uma explosão. Será uma série agressiva, exagerada, violenta, insana e diferente de tudo o que eu já fiz. Nós queremos litros de sangue escorrendo pela tela desde o começo. Esse é o novo objetivo. É a nossa chance de criar algo insano. Todo o catálogo do Edgar Allan Poe está em domínio público. Podemos escolher o que quisermos e criar nossa própria visão. Será uma jornada intensa depois de cinco anos muito emocionais. Será muito divertido.”

Ele completa, “Nós começaremos a filmar em janeiro. Eles irão anunciar o elenco em breve. O elenco é incrível.”

Apesar de detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, o conto titular foi publicado originalmente em 1893 e analisa temas como loucura, família, isolação e identidades metafísicas. A história acompanha um narrador sem nome que viaja para a Casa de Usher em um “dia sombrio, sem som e monótono”. A casa, pertencente a um amigo de infância chamado Roderick Usher, é misteriosa e arrepiante – e o narrador percebe que a casa absorveu um mal inenarrável e uma atmosfera doentia de tudo o que a cerca.

Flanagan também entra como produtor executivo ao lado de Trevor MacyEmmy GrinwisMichael Fimognari. Ele também dirige quatro episódios da série, enquanto Fimognari fica responsável pelos outros quatro.

O projeto é o sexto do acordo entre Flanagan e a Netflix, precedido por Missa da Meia-Noite, pelos elogiados A Maldição da Residência Hill‘A Maldição da Mansão Bly’, pelo thriller Jogo Perigoso e pelo vindouro The Midnight Club.

A Queda da Casa de Usher ainda não tem previsão de lançamento.

‘Halo’: Adaptação da Paramount+ ganha novas imagens OFICIAIS; Confira!

A Paramount+ divulgou novas imagens oficiais da vindoura série Halo, adaptação dos jogos homônimos estrelada por Pablo Schreiber.

A produção tem lançamento agendado para o dia 24 de março.

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Halo‘ se passará no mesmo universo em que surgiu em 2001, com o lançamento deste primeiro jogo homônimo para Xbox. Dramatizando um conflito épico do século XXVI, entre a humanidade e uma ameaça alienígena conhecido como Pacto, a série HALO vai tecer histórias pessoais profundamente desenhadas com ação, aventura e uma visão do futuro ricamente apresentada.

A série é estrelada por Schreiber (American Gods) como o Master Chief John-117, Natascha McElhone (Californication) como Dra. Halsey, a criadora brilhante, confrontadora e incompreensível dos super soldados espartanos e Jen Taylor (Halo Game Series, RWBY) como Cortana, a IA mais avançada da história da humanidade e potencialmente a chave para a sobrevivência da raça humana.

Outras estrelas incluem Bokeem Woodbine (Fargo), Shabana Azmi (Fuego), Natasha Culzac (The Witcher), Olive Grey (investigações da meia-lua), Yerin Ha (Reef Break), Bentley Kalu (Avengers: Age of Ultro), Kate Kennedy (Catastrophe), Charlie Murphy (Peaky Blinders) e Danny Sapani (Penny Dreadful).

Halo reinventou a maneira como as pessoas pensam sobre videogames e se tornou um fenômeno do entretenimento global, tendo vendido mais de 82 milhões de cópias em todo o mundo e arrecadando mais de 6 bilhões em receita total de vendas.

Roteiristas de ‘Homem-Aranha 3’ revelam se Tony Stark pode retornar ao MCU através do Multiverso

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ foi o primeiro filme da Marvel a lidar com a abertura do Multiverso e a chegada de personagens de realidades paralelas ao MCU.

Por conta disso, os fãs que ainda não se conformaram com a morte de Tony Stark (Robert Downey Jr.) estão torcendo para rever o personagem em algum momento.

No entanto, os roteiristas Chris McKenna e Erik Sommers disseram ao podcast The Q&A que a possibilidade está fora de planejamento.

“Sinceramente, eu não acho que o conceito de Multiverso foi criado no intuito de resgatar personagens, então o que aconteceu [em ‘Homem-Aranha 3’] não é uma regra a partir de agora”, disse McKenna. “Não acredito que exista essa conversa nos corredores da Marvel. Eles simplesmente não gostam de evocar constantemente o Homem de Ferro. Obviamente, a imagem de Tony ainda é bastante forte no MCU, vimos isso ém ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, mas a esta altura, acho que todos deveriam saber que não podemos continuar insistindo em usar sua imagem.”

Ele continuou, reforçando que o Peter Parker de Tom Holland já havia aprendido a se virar sozinho após a morte de Stark, e encontrou na Tia May (Marisa Tomei) uma figura de apoio.

“Vi muitos fãs se perguntando como Peter agiria no novo filme se tivesse ajuda de Tony, mas acho que não faria diferença. Tony o ajudou ase tornar um herói, mas você precisa perceber que o ímpeto moral e o guia de vida de Peter é May. Neste filme, vemos pela primeira vez que ele está sendo testado se consegue realmente viver de acordo com esse código que ela o ensinou, que é cuidar outros e dar segundas chances. Essa é a história sobre a evolução de Peter.”

Confira a entrevista:

Lembrando que Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Até o momento, a sequência já faturou US$ 1,7 bilhão pelo mundo.

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Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Star Trek: Picard’: A Linha temporal está QUEBRADA em novo teaser da 2ª temporada; Confira!

Paramount+ divulgou um novo teaser da 2ª temporada de ‘Star Trek: Picard‘.

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O próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 3 de março.

Anne Wersching, conhecida por seu trabalho nas séries ‘Bosch’‘Runaways’, fará parte dos novos episódios e dará vida à icônica Rainha Borg, vilã introduzida em 1996 no panteão intergaláctico, mais precisamente no filme Star Trek: Primeiro Contato’. A personagem foi interpretada por Alice Krige.

A série tem como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Alison Pill (The Newsroom‘), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace‘)  completam o elenco. Hanelle Culpepper assume a direção do projeto. 

Ator de ‘Pacificador’ revela qual personagem do MCU ele gostaria de interpretar

Nhut Le (‘A Casa da Raven’) fez sua estreia nas adaptações de quadrinhos da DC interpretando o Judomaster, na série do ‘Pacificador‘.

E, durante uma entrevista para o The Direct, Le foi questionado sobre qual personagem do MCU ele gostaria de interpretar.

Em resposta, ele disse que gostaria de se juntar ao lado místico da Marvel, dando vida a uma nova versão da Anciã, vivida originalmente por Tilda Swinton.

“Eu realmente gosto do universo do Doutor Estranho, então poder brincar com esse tipo de magia seria fascinante. Eu acho que seria interessante interpretar uma versão diferente da Anciã só porque eu pareço muito jovem. Talvez pudesse ser uma trama sobre uma alma milenar habitando um corpo jovem, como um receptáculo. Eu acho que seria bem legal.”

Ele disse que também adoraria viver um dos soberanos em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘.

“Eu acho que, se James Gunn me pedisse para interpretar qualquer personagem, eu imediatamente diria que sim. Só porque eu me diverti muito trabalhando com ele em ‘Pacificador’… Eu posso me imaginar como uma de suas espécies alienígenas em ‘Guardiões da Galpáxia Vol. 3’. Eu acho que seria divertido atuar com o elenco desse filme. Acho que me daria bem como um soberano. Ayesha, a líder, e seu povo são muito sérios. E eu acho que poderia adicionar um pouco de comédia à trama deles.”

Enquanto isso, vale lembrar que o 6º episódio de ‘Pacificador‘ estreia em 03 de fevereiro.

Na prévia, Leota (Danielle Brooks) é confrontada por Clemson Murn (Chukwudi Iwuji) após descobrir que ele faz parte da organização caçada pela Força-Tarefa X.

Enquanto isso, Auggie Smith (Robert Patrick) planeja algo obscuro com a armadura do Dragão Branco.

Por outro lado, o Pacificador e o Vigilante (Freddie Stroma) tentam descobrir as origens de uma estranha criatura que eles prenderam em um pote de vidro.

Confira o teaser:

A série irá explorar as origens do personagem interpretado por Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

James Gunn também assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

‘Operação Maré Negra’: Série com Bruno Gagliasso ganha trailer TENSO; Confira!

A Amazon Prime divulgou divulgou o novo trailer da série ‘Operação Maré Negra‘.

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A produção será lançada na plataforma no dia 25 de fevereiro.

A série foi escrita por Patxi AmezcuaNatxo López, com realização de Daniel CalparsoroOskar SantosJoão Maia.

A trama se passa em novembro de 2019, quando um submarino artesanal atravessa o Oceano Atlântico com três toneladas de cocaína. Lá dentro, três homens sobrevivem a tormentas, correntes, avarias, fome, discussões e a uma constante pressão policial. Ao comando está Nando, um jovem marinheiro e campeão de boxe amador sem recursos financeiros que se vê obrigado a procurar outros meios para ganhar a vida.

Álex González (‘3 Caminos’) estrela a produção. Bruno GagliassoLeandro FirminoNuno LopesLúcia MonizLuís EsparteiroNerea BarrosMiquel InsuaXosé BaratoCarles FrancinoManuel ManquiñaLuis ZaheraDavid Trejos completam o elenco.

Operação Maré Negra é composta por quatro episódios de 50 minutos cada, e traz Mamen QuintasJulio Casal como produtores executivos.

Soldados enfrentam entidade sinistra no trailer do terror ‘The Necromancer’; Assista!

O terror ‘The Necromancer‘ ganhou o primeiro trailer.

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O longa foi escrito e dirigido por Stuart Brennan.

“Recuando da violenta Guerra Napoleônica, um grupo de soldados britânicos atravessa a Floresta Negra na Alemanha, sem saber que novo terror os espera. Cada um enfrenta seu próprio inferno pessoal e, quanto mais fundo eles caminham na floresta, mais despedaçadas suas almas se tornam. Que magia maligna começará a atacar suas inseguranças e atrair suas esperanças e sonhos? Quem será o primeiro a fugir? O primeiro a matar? O primeiro a quebrar?”

O elenco conta com Marcus Macleod, Stuart Brennan, Mark Paul Wake, Austin Caley, Charlie Morgan, Sarina Taylor e Victoria Morrison.

O terror será lançado em VOD pela Gravitas Ventures no dia 1º de fevereiro.

‘Halo’: Adaptação da Paramount+ ganha trailer ÉPICO; Confira legendado!

A Paramount+ divulgou o trailer legendado da série ‘Halo‘, adaptação dos jogos homônimos estrelada por Pablo Schreiber.

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A produção tem lançamento agendado para o dia 24 de março.

Halo‘ se passará no mesmo universo em que surgiu em 2001, com o lançamento deste primeiro jogo homônimo para Xbox. Dramatizando um conflito épico do século XXVI, entre a humanidade e uma ameaça alienígena conhecido como Pacto, a série HALO vai tecer histórias pessoais profundamente desenhadas com ação, aventura e uma visão do futuro ricamente apresentada.

A série é estrelada por Schreiber (American Gods) como o Master Chief John-117, Natascha McElhone (Californication) como Dra. Halsey, a criadora brilhante, confrontadora e incompreensível dos super soldados espartanos e Jen Taylor (Halo Game Series, RWBY) como Cortana, a IA mais avançada da história da humanidade e potencialmente a chave para a sobrevivência da raça humana.

Outras estrelas incluem Bokeem Woodbine (Fargo), Shabana Azmi (Fuego), Natasha Culzac (The Witcher), Olive Grey (investigações da meia-lua), Yerin Ha (Reef Break), Bentley Kalu (Avengers: Age of Ultro), Kate Kennedy (Catastrophe), Charlie Murphy (Peaky Blinders) e Danny Sapani (Penny Dreadful).

Halo reinventou a maneira como as pessoas pensam sobre videogames e se tornou um fenômeno do entretenimento global, tendo vendido mais de 82 milhões de cópias em todo o mundo e arrecadando mais de 6 bilhões em receita total de vendas.

Culto sinistro ataca no novo clipe do terror ‘The Long Night’; Assista!

O terror ‘The Long Night‘ ganhou um novo clipe tenso.

Confira:

Rich Ragsdale é responsável pela direção.

“Enquanto procura pelos seus pais que nunca conheceu, Grace retorna à sua cidade natal com seu namorado para investigar uma pista promissora sobre o paradeiro de sua família. Após a chegada, o fim de semana do casal toma um rumo bizarro e aterrorizante quando um culto sinistro, que está ligado a uma antiga profecia apocalíptica.”

Scout Taylor-Compton (‘Halloween’), Nolan Gerard Funk (‘Verdade ou Desafio’), e Deborah Kara Unger (‘Terror em Silent Hill’) estrelam a produção.

O terror será lançado em VOD no dia 4 de fevereiro.

‘(Des)Encanto’: Bean quer vingança no trailer COMPLETO da 4ª temporada; Assista!

A Netflix divulgou o trailer completo da 4ª temporada da série de animação ‘(Des)Encanto‘ (Disenchantment).

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O próximo ciclo irá estrear na plataforma no dia 9 de fevereiro.

A série foi criada por Matt Groening (‘Os Simpsons’ e ‘Futurama’).

A trama é ambientada no reino medieval de Dreamland, onde acompanhamos as desventuras da jovem princesa Bean, seu companheiro Elfo e seu demônio Luci. Ao longo do caminho, o trio excêntrico encontrará ogros, sprites, harpias, trolls, morsas e muitos tolos humanos.

A produção tem as vozes de Abbi Jacobson, Eric André, Nat Faxon, John DiMaggio e Tress MacNeille.

‘Elite’: Netflix divulga imagens promocionais dos novos personagens da 5ª temporada

A Netflix divulgou as imagens promocionais dos novos personagens da 5ª de ‘Elite‘, que serão interpretados por Carmen Arrufat, Álvaro de Juana, Ana Bokesa, Ander Puig e Álex Pastrana.

Confira:

Vale lembrar que a série já está renovada para a 6ª temporada.

Confira nossa crítica da temporada anterior: