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‘Twenty-Five Twenty-One’: Novo dorama da Netflix ganha apaixonante teaser oficial; Assista!

Os dorameiros de plantão podem comemorar, pois a Netflix continua investindo em novas produções coreanas.

E o seu vindouro dorama ‘Twenty-Five Twenty-One‘ ganhou um apaixonante teaser oficial, que apresenta ao público uma história de amor diferente e que atravessou o tempo.

Assista:

A trama acontece de 1998 a 2021. Em 1998, em um mundo que parece à beira do desastre, duas pessoas com 22 e 18 anos se encontram pela primeira vez, mas acabam se machucando aos 23 e 19 anos. Aos 24 e 20 anos, eles aprendem a confiar um no outro e, aos 25 e 21 anos, começam a se apaixonar.

Na Hee-do, Baek Yi-jin, Go Yu-rim, Moon Ji-woong e Ji Seung-wan estrelam a produção.

A 1ª temporada da série contará com 16 episódios, que começam a ser exibidos no dia 12 de fevereiro de 2022.

‘Amor para Recomeçar’: Mulher redescobre a vida após o divórcio em divertido trailer da nova série da Netflix

Uma mulher terá que redescobrir a vida após um doloroso divórcio na nova série de comédia dramática da Netflix, intitulada ‘Amor Para Recomeçar‘.

A produção, de origem árabe, ganhou um apaixonante e inspirador trailer oficial legendado. No vídeo promocional, Ola terá que criar seus filhos e recomeçar sua vida profissional, à medida em que cura o coração partido após ser abandonada pelo esposo.

Confira:

Na trama, depois de uma reviravolta na vida, Ola embarca em uma jornada de autoconhecimento enquanto lida com os desafios de criar duas crianças e pagar as contas.

Hend Sabry, Hani Adel, Sawsan Badr e Nada Moussa estrelam a série.

A 1ª temporada de ‘Amor para Recomeçar‘ estreia dia 03 de fevereiro na Netflix.

‘All of Us Are Dead’: Novo e sangrento vídeo celebra a estreia da série de ZUMBIS da Netflix

A série de zumbis original da Netflix, intitulada ‘All of Us Are Dead‘, já está disponível no serviço de assinatura, com todos os seus episódios da 1ª temporada.

E para comemorar o lançamento, a gigante do streaming lançou um novo e sangrento vídeo, que mostra um grupo de adolescentes sendo dominado por zumbis.

Confira:

A trama foca em um grupo de estudantes do ensino médio que precisa enfrentar situações extremas quando eles ficam presos em sua escola, enquanto uma pandemia de zumbis se espalha rapidamente.

Relembre o trailer:

A produção é baseada em um webtoon de sucesso chamado ‘Now at Our School‘.

A série será escrita por Chun Sung-il e dirigida por Lee JQ e Kim Nam-su.

Crítica | Kristen Bell é a verdadeira estrela da irregular sátira de suspense ‘A Vizinha da Mulher na Janela’

Uma mulher com passado traumático vive sozinha em uma casa e vira testemunha de um assassinato que todos tentam convencê-la de que foi apenas fruto de sua imaginação. Entretanto, à medida que vence os problemas pelos quais passa, ela se envolve em uma trama perigosa que a lança em um ciclo de autossabotagem mortal. Lutando contra inúmeras adversidades, ela quer encontrar a verdade e provar que não é louca – e que algo muito estranho está acontecendo do outro lado da rua.

Se a premissa parece familiar, é porque rege grande parte dos thrillers psicológicos que saíram nos últimos anos – incluindo o recente ‘A Mulher na Janela’, da Netflix. Mas não se enganem: a breve sinopse do parágrafo acima é, na verdade, a premissa de A Vizinha da Mulher na Janela (ou, como ficou conhecida no original, ‘The Woman in the House Across the Street from the Girl in the Window’, uma resposta ao fracasso crítico e comercial do suspense estrelado por Amy Adams). A verdade é que, talvez como nenhuma outra plataforma de streaming, a Netflix aprendeu a rir com os erros que cometeu e com os vazios projetos a que deu sinal verdade, utilizando a resposta pungente e imediata dos espectadores para brincar com o que lhe foi disposto. Dessa maneira, a série, estrelada por Kristen Bell, usa e abusa propositalmente dos clichês do gênero para transformar um mistério formulaico em uma crítica sátira – ou ao menos tentar fazer isso.

Woman in the Window

A história é centrada em Anna (Kristen Bell), uma ex-pintora que passou por um recente divórcio de um psicólogo forense do FBI (Michael Ealy) e perdeu a filha em um brutal assassinato. Passando seus dias com garrafas e mais garrafas de vinho e tentando manter a calma com calmantes, Anna começa a desenvolver uma paixão pelo recém-chegado vizinho Neil (Tom Riley) e, talvez, recomeçar o que outrora perdeu. Entretanto, as coisas viram de cabeça para baixo quando ela descobre que Neil tem uma namorada chamada Lisa (Shelley Hennig) e que, em uma fatídica noite, ela sofre um ataque e leva a protagonista a bancar a detetive para descobrir o que realmente aconteceu.

Como é costumeiro dos thrillers em que a temporada se baseia, Anna percebe que as pessoas à sua volta começam a desconfiar do que ela fala – o que é apenas outro jeito de dizer que ninguém acredita nela. A detetive Lane (Christina Anthony) diz a ela que Lisa está viva e que havia partido para trabalhar na noite anterior, enquanto Neil confirma que a namorada está bem. Mas isso não é o bastante para que Anna deixe de lado suas suspeitas, adotando o costumeiro ar taciturno dos clássicos personagens com síndrome de “salvador” para pôr um fim nas dúvidas que a assolam – e que a impedem de dormir à noite.

The Woman in the House Across the Street From the Girl in the Window. Kristen Bell as Anna in episode 101 of The Woman in the House Across the Street From the Girl in the Window. Cr. Colleen E. Hayes/Netflix © 2021

O episódio de abertura da série já denota o tom da narrativa, arquitetada com as intenções certas pelos criadores Rachel Ramras, Hugh Davidson e Larry Dorf. Em um momento em que as tramas do gênero em questão parecem não conseguir mais se desvencilhar do óbvio, o único caminho a adotar é a sátira – e, desde os vícios e os fantasmas do passado que se recusam a abandoná-la até a pluviofobia que desenvolveu após a morte da filha, os elementos são utilizados ad nauseam a fim de sustentar uma cômica tradução do que conhecemos. Anna posa como uma mulher prestes a entrar em colapso nervoso, bebendo taças e mais taças de vinho e se deixando levar pela imaginação de suspenses literários e de pensamentos reflexivos que não fazem o menor sentido, mas, sem sombra de dúvida, são divertidos.

O grande problema reside quando as constantes piadas, que ganham uma nova roupagem com a elegante condução de câmera, com a sóbria fotografia e com uma tétrica trilha sonora, começam a ficar repetitivas demais – em um exagero frenético que grita mais alto que seu propósito inicial. Bell faz um trabalho incrível com o que lhe é dado (algo que não nos choca muito, considerando sua performance impecável e aclamada na comédia ‘The Good Place’), e não pensa duas vezes antes de prestar homenagem a tantas outras protagonistas mulheres que explodiram nas telonas e nas telinhas antes dela. A própria personalidade de Anna é uma despretensiosa construção movida a metáforas vencidas, bordões insistentes e um arco que sai de lugar nenhum e chega a nenhum lugar – tudo talhado com intencionalidade memorável.

Todavia, chegando ao terceiro episódio, nota-se que a singularidade das piadas e a acidez do humor se vê defronte a um beco sem saída, sem saber em que direção seguir e obrigado dar círculos em si mesmo para relembrar, numa constância exaustiva, como cada personagem se comporta. Anna sempre está do lado de uma taça de vinho transbordando e rodeada de garrafas vazias e movimentos reincidentes; Lane é fria e usa da psicologia reversa para alcançar seus objetivos; Carol (Brenda Koo) aparece com uma expressão de julgamento em todas as cenas em que aparece, mostrando-se como a vizinha inconveniente que não tem nada a acrescentar ou a ajudar. E assim o enredo se segue, caminhando para um finale tão forçado que nem dentro desse universo jocoso funciona.

A Vizinha da Mulher na Janela tem o coração no lugar certo, mas isso não significa que o resultado é bom. Aprazível, talvez, em alguns de seus aspectos mais desinibidos – mas, em meio a tantos tropeços e acontecimentos, se engolfa na matéria que critica e é salvo somente por uma carismática e divertida interpretação de Kristen Bell.

Relação Indecente | Thriller Erótico com Drew Barrymore “e Leonardo DiCaprio” completa 30 anos

Quando participou de E.T. – O Extraterrestre em 1982, um dos filmes mais amados da história do cinema, a então pequena e engraçadinha Drew Barrymore entraria para os anais da sétima arte como uma das sensações mirins dos anos 80. Hoje, ela é um dos maiores exemplos de carreiras começadas na infância que deram certo. Uma estrela estabelecida em Hollywood, dona de inúmeros sucessos e inclusive dona de sua própria produtora de cinema (que retém os direitos de franquias como As Panteras, por exemplo), além de ter se adaptado muito bem aos novos tempos na TV – seja através de parcerias frutíferas com a Netflix ou por ter criado seu próprio talk-show -, definitivamente Drew Barrymore é o que podemos citar como “power house” da indústria.

Existe, porém, um período sombrio na vida pessoal de Drew Barrymore, que refletiu em alguns de seus trabalhos. A ausência de uma figura paterna, e a criação de Jaid Mako (sua mãe) não exatamente exemplar (para dizer no mínimo), levaram a menina de então 9 anos de idade a iniciar um processo autodestrutivo ao ter contato com álcool e dois anos depois ingressar nas drogas. Some a isso a depressão, entradas e saídas de clínicas de reabilitação e a tentativa de suicídio aos 14 anos, fatos que fizeram de Drew Barrymore uma das jovens estrelas mais problemáticas de Hollywood. Em 1995, a atriz posaria para a revista masculina Playboy. Essa história, ainda bem, terminou de forma positiva, com Barrymore se reinventando aos novos tempos e hoje criando de forma própria e digna suas duas filhas.

Drew Barrymore já foi uma das jovens atrizes mais problemáticas de Hollywood, mas conseguiu dar a volta por cima.

No meio deste turbilhão pelo qual passou, mais precisamente no início dos anos 1990, Drew Barrymore saía da infância e mudava a imagem da criança fofinha de E.T. para a de uma jovem Femme Fatale. Nesse período, muitos produtores decidiram capitalizar em cima da imagem de Bad Girl conquistada pela atriz e a colocaram para estrelar longas provocativos e eróticos. Talvez o pontapé inicial e ápice deste momento em sua carreira seja o filme Relação Indecente (Poison Ivy no original – algo como Hera Venenosa), lançado em 1992. O longa completa 30 anos de estreia em 2022, e apresenta uma Drew Barrymore que o público mais jovem, acostumado com a imagem que a estrela tem hoje – de “tiazona do pavê” -, nem imagina que ela teve um dia. Mas é justamente deste thriller erótico, baseado, em partes, em uma história real, que iremos falar aqui nesta matéria.

Relação Indecente marcou sua estreia em janeiro de 1992, no prestigiado Festival de Sundance, a casa do cinema independente norte-americano. Bancado e distribuído pela New Line Cinema, antes do estúdio se tornar subsidiário da Warner, o longa teve um orçamento pequeno, mostrando seus ares de filme indie, de US$3 milhões. É preciso lembrar que nesta época, Drew Barrymore saía da carreira mirim para mostrar que era uma bela jovem mulher madura, embora na época do lançamento a atriz tivesse apenas 17 anos de idade, sendo ainda menor. A estreia oficial em grande circuito do longa nos EUA ocorreria no dia 8 de maio, e no Brasil chegaria no dia 2 de julho do mesmo ano de 1992.

Considerada uma “garota má”, Drew Barrymore inicia uma trajetória de filmes como a “femme fatale”.

A história é simples e direta. Drew Barrymore interpreta uma jovem loira e fatal conhecida como Ivy – embora nunca fiquemos sabendo seu verdadeiro nome durante o filme. Ela faz amizade com Sylvie (papel de Sarah Gilbert) e as duas logo se tornam melhores amigas. Sylvie é uma adolescente introvertida e solitária, e Ivy é tudo que ela deseja ser. Vinda de família rica, Sylvie leva a andarilha nova melhor amiga para dentro de sua casa, onde a loira fatal começa a se meter nas vidas dos pais de Sylvie. Ela seduz o patriarca Darryl (Tom Skerrit) e começa a jogar para escanteio a reclusa, deprimida e enferma Georgie, a mãe, papel de Cheryl Ladd. Aqui é onde temos uma destas coincidências curiosas. Ladd foi a pantera Kris Munroe no seriado As Panteras, de 1977 a 1981. E como sabemos, anos mais tarde, em 2000, seria a vez de Barrymore estrelar a primeira versão para o cinema do programa.

Relação Indecente é um filme feminino em seu núcleo, mesmo que há 30 anos no passado produções deste tipo fossem ainda muito raras. Acontece que o longa foi escrito por uma mulher, e também dirigido por uma mulher. Melissa Goodard foi quem bolou a história e escreveu o roteiro. A ideia saiu de uma experiência pessoal da roteirista, quando ela recebeu em sua casa uma amiga, que passou a viver com sua família. Em pouco tempo, a tal amiga havia seduzido o padrasto de Goodard, fazendo a roteirista criar a personagem de Sarah Gilbert no longa para usar como sua persona nesta história.

Encontro de Panteras. Cheryl Ladd (à direita) vive a matriarca Georgie e foi uma pantera na série de 70. Barrymore levou As Panteras ao cinema anos mais tarde.

Ah sim, e caso você esteja se perguntando onde se encaixa Leonardo DiCaprio nesta história, o ator que é um ano mais velho que Barrymore e já tinha 18 anos, havia protagonizado seu primeiro filme para o cinema no ano anterior, com o “terrir” Criaturas 3 (1991). Aqui, no entanto, para o bem ou para o mal, DiCaprio é creditado apenas como “Rapaz”, não tem nenhuma fala sequer e vive um dos alunos na sala de aula das protagonistas – embora muitos afirmem que ele não aparece no longa, tendo sua cena sido cortada. DiCaprio, é claro, ganharia sua revelação logo no ano seguinte, em filmes como O Despertar de um Homem (com Robert De Niro) e Gilbert Grape: Aprendiz de Sonhador (com Johnny Depp). Em 1995, chamaria atenção com Diário de um Adolescente.

Voltando ao tópico feminino de Relação Indecente, o filme foi dirigido por Katt Shea, pupila de Roger Corman em filmes B de baixíssimo orçamento. A diretora acreditava que essa seria sua grande chance de adentrar o time principal de Hollywood. Não foi o caso. Filmado em 35 dias, a produção viveu para se tornar um fracasso financeiro nas bilheterias em sua estreia, ficando em vigésima posição no ranking dos filmes mais rentáveis daquele fim de semana nos EUA. Em tal fim de semana, quem dominava as bilheterias era outro suspense erótico, este se tornando extremamente popular, querido até hoje, e fazendo de sua protagonista, Sharon Stone, uma estrela renomada internacionalmente. É claro que me refiro à Instinto Selvagem, o grande campeão do ranking. O desempenho de Relação Indecente foi tão pobre junto ao público em seu lançamento, que ficou atrás até de Orquídea Selvagem 2, um fiasco pouco lembrado que não conta com nenhum dos atores do original – apenas com o mesmo diretor. Coincidentemente, no elenco desta sequência temos o mesmo Tom Skerrit.

No clima de “Lolita”, temos um homem mais velho (Tom Skerrit) seduzido por uma ninfeta vivida por Drew Barrymore.

Mas nem tudo estava perdido para Relação Indecente. O fracasso do filme fechou portas para a cineasta Katt Shea, ao invés de abri-las como ela esperava, mas foi graças ao auge das videolocadoras – que começou seu boom nos anos 1980 – que diversos filmes como Relação Indecente puderam ver uma segunda chance rumo ao sucesso e ao consciente coletivo dos espectadores. O longa ressurgiu em fita nas locadoras, onde fez tanto barulho que encorajou os produtores a lançarem mais duas continuações (direto em vídeo).

Fora isso, é dito que Relação Indecente inaugurou uma nova onda de thrillers eróticos protagonizados por ninfetas sedutoras, subgênero que os especialistas chamaram de “lethal Lolita” e “slutsploitation” – gerando outros longas no estilo protagonizados pela própria Barrymore (A História de Amy Fisher e Enigma Mortal), Alyssa Milano (A Sedução do Mal e Instinto Sedutor) e até mesmo Alicia Silverstone (Paixão sem Limite e Uma Babá Objeto do Desejo). E foi graças a esse ressurgimento em vídeo que Katt Shea pôde seguir com sua carreira no comando de produções como A Maldição de Carrie (1999) e mais recentemente Nancy Drew e a Escada Secreta (2019), com Sophia Lillis.

Sarah Gilbert e Drew Barrymore iniciavam nova fase de suas carreiras como adolescentes no suspense ‘Relação Indecente’.

Relação Indecente capitalizou em cima da figura de “garota selvagem” de Drew Barrymore – que na época ia a talk-shows como o de David Letterman e levantava sua blusa para o apresentador. Foi um marco importante para a transição e amadurecimento da “garotinha de E.T.” como sua peça-chave na forma como a atriz era percebida então. Em recente entrevista em seu novo programa, Barrymore recebeu Sarah Gilbert, hoje uma lésbica assumida. Gilbert revelou que seu primeiro beijo com uma mulher ocorreu nos bastidores de Relação Indecente, com a então selvagem Drew, e que considerava a jovem atriz a pessoa mais “legal” que já havia conhecido, relatando a forma como a estrela adolescente dançava no capô de carros. Esse trecho emocionante pôde ser encontrado online.

Tudo que nos ocorre é parte essencial de nossa construção evolutiva. E ao olharmos para trás, podemos notar que, há trinta anos, Relação Indecente, considerado trash por uns, e cult por outros, faz parte do sucesso que se tornou a carreira de Drew Barrymore.

 

Opinião | Aos poucos, Sony dá forma ao seu universo ‘episódico’ do Homem-Aranha além do MCU

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Desde que acertou a parceria com a Disney para compartilhar o Homem-Aranha com o Universo Cinematográfico Marvel, a Sony começou a experimentar bilheterias que jamais tinha alcançado com o herói. A escolha de Tom Holland para o papel principal criou uma ponte legal com o público jovem e suas participações nos filmes dos Vingadores agradaram aos fãs em geral. Com isso, o estúdio começou a desenvolver seu próprio projeto para explorar o universo do Cabeça de Teia sem necessariamente precisar envolver o Homem-Aranha nisso. No entanto, esse projeto acabou gerando filmes episódicos, tanto para os personagens geridos diretamente pela Sony quanto para os filmes solo do Aranha da Marvel, tendo alguns deles, inclusive, aparecendo momentaneamente no MCU, como é o caso do Venom de Tom Hardy, que deixou seu bebê no universo dos Heróis Mais Poderosos da Terra e só. Sua participação é resumida a uma piada e a um gancho para um filme futuro. Isso pode não ser um problema para alguns, mas acaba criando filmes muito abaixo do que esses personagens tão marcantes, tão icônicos dos quadrinhos, podem render.

Quando lançado, Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017) veio na ressaca de Capitão América: Guerra Civil (2016), após a brilhante introdução do herói no MCU. Era a primeira aventura solo do Teioso de Tom Holland nesse universo mágico, no qual, nos quadrinhos, o Aranha é um dos pilares. Porém, a história desse filme não agregou em muito àquele universo, tampouco trouxe uma trama grandiosa que fizesse justiça à expectativa criada ao seu entorno.

Ao optar por uma história de menor impacto, mas ainda precisando inserir a megalomania do mundo dos Vingadores, o longa saiu como um filho de pais divorciados. Sem saber se abraça o lado do pai ou da mãe, De Volta ao Lar não consegue ir a fundo na abordagem intimista de uma história mais voltada para o lado Amigão da Vizinhança e também não chega a grandiosidade dos Heróis Mais Poderosos da Terra. É praticamente uma aventura “filler”, assim como aquelas revistinhas mensais que saíam entre uma grande saga e outra que precisavam ser lançadas para que o público se mantivesse fiel ao herói, mesmo que não acrescentasse muito para a mitologia do personagem. Estava ali para “cumprir tabela”.

Mesmo assim, De Volta ao Lar foi um bom filme, que fez boa bilheteria e recebeu boas críticas. Diante desse cenário positivo, a Sony colocou em desenvolvimento seu plano de ter um universo próprio voltado para o herói sem precisar necessariamente dele. Vale lembrar que a ideia desses spin off‘s vinha desde a fracassada franquia estrelada por Andrew Garfield, que, segundo depoimentos e especulações, pretendia explorar um filme do Sexteto Sinistro, da Gata Negra e até mesmo um longa dedicado à Tia May. Mas, com o mau desempenho da saga, esses projetos foram por água abaixo. Com o sucesso das aparições de Tom Holland, era hora de reviver esse “AranhaVerso”. O primeiro filme, obviamente, foi voltado para um dos maiores vilões do herói, o Venom.

Estrelado por Tom Hardy, o longa foi um fracasso colossal de críticas, virando piada no meio cinematográfico e sendo menosprezado por muitos. No entanto, a bilheteria foi surpreendente, chegando muito próxima da casa do bilhão. Com essa fortuna, a Sony prontamente aprovou a sequência e o próximo spin off: Morbius. É interessante ver como Venom (2018) conseguiu mesmo dar esse pontapé inicial numa franquia sobre um vilão sem precisar do herói para sustentá-lo. É uma história boba e voltada para a comédia que consegue se manter, mas segue com o problema dos bastidores influenciando na trama.

Em vários momentos, o roteiro faz pequenas referências ao Homem-Aranha, mas sem especificar qual versão do herói poderia ser aquela. Isso porque, na época, havia uma expectativa dos executivos de que Venom fosse integrado ao MCU, o que viria a render um embate entre empresas que quase terminou com a saída precoce do Aranha de  Holland do Universo Cinematográfico Marvel.

Enquanto isso, no MCU, as participações do Homem-Aranha seguiam melhorando e fazendo a alegria dos fãs em filmes como Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019). Esse crescimento do personagem nos filmes grandes da Disney só fazia com que suas aventuras solo – que nunca foram efetivamente “solo”, já que contavam com outros heróis da casa influenciando muito no roteiro – tivessem mais esse jeito de filmes episódicos.

A confirmação disso veio em 2019, com Homem-Aranha: Longe de Casa, que acabou trazendo mais uma história que não se decidiu entre se render à grandiosidade do MCU ou seguir mais fiel ao universo próprio do Aranha, criando outra aventura indecisa e com consequências menores, além de seguir apoiando o herói em outros personagens da empresa, como se o Homem-Aranha por si só não fosse o bastante para sustentar um filme.

A resposta da crítica foi novamente positiva, assim como a bilheteria, que bateu US$ 1 bilhão em um filme “solo” do herói pela primeira vez, o que encheu os olhos – e os bolsos – da Sony para negociar um novo acordo com a Disney, senão tiraria o herói do MCU sem mais nem menos. Foi uma batalha de bastidores gigante que terminou com a Disney cedendo aos desejos da Sony, incluindo aquele antigo de colocar o Venom no MCU.

Assim, Venom: Tempo de Carnificina (2021) chegou aos cinemas em mais uma aventura episódica, gastando um tempo brincando com o que supostamente viria no futuro, mas que desenvolveu de forma estranha – não que isso seja negativo – a relação de Eddie Brock com o simbionte Venom, enquanto enfrentaram um dos vilões clássicos do herói nos quadrinhos, o Carnificina (Woody Harrelson). Mesmo não sendo lá essas coisas, os dois filmes do anti-herói conseguiram desenvolver bem seu protagonista. Sendo este um ponto polêmico quando o assunto era o Homem-Aranha, já que alguns fãs acreditavam que o Peter conseguia se desenvolver mais nos filmes dos Vingadores/ Capitão América do que em suas aventuras solo.

Porém, como visto em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021), o diretor Jon Watts conseguiu driblar essa insegurança dos fãs quanto ao Peter de Holland e enfim trouxe um caminhão de desenvolvimento para o personagens, trazendo drama, emoção e responsabilidade para o herói. Mais do que isso, a grande surpresa do filme foi que eles tenham conseguido trazer os Homens-Aranha de Tobey Maguire e Andrew Garfield de volta sem ofuscar o desenvolvimento da versão do Tom Holland.

Esse era um medo gigantesco dos fãs, que agora vão ganhar de bandeja uma nova trilogia do herói no MCU e provavelmente vão rever o Aranha do Tobey mais uma vez, em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, que estreia daqui a uns meses.

Agora podendo trabalhar com o herói em uma versão mais fiel aos quadrinhos e organizada dentro do conceito do que é o personagem, a saga do Aranha de Holland parece deixar esse conceito mais episódico de lado, ganhando vida própria e eventualmente participando dos futuros filmes dos Vingadores. Da mesma forma, eles vão poder usar o Venom sem precisar da ligação com os filmes do Tom Hardy, permitindo que eles façam todo tipo de maluquice na franquia sem precisar se preocupar em influenciar no MCU ou não, já que agora eles terão seu próprio simbionte, que deve vir de forma mais fidedigna às HQs nessa nova vida do Peter em Nova York.

Mas engana-se quem pensa que a Sony vai abrir mão de seus filmes episódicos. Agora que praticamente desistiram de integrar seu universo com os longas da Disney e tiveram uma resposta absurdamente positiva do público quanto ao Homem-Aranha do Andrew Garfield, o Aranha mais injustiçado provavelmente vai ganhar uma segunda chance nas telonas, principalmente porque seu intérprete é fanático pelo herói e sabe que seus filmes não fizeram justiça ao Cabeça de Teia.

Em outras palavras, Sem Volta Para Casa foi o laboratório de testes perfeito para a Sony poder ter seu próprio “AranhaVerso” com um coadjuvante de luxo: o Aranha do Andrew Garfield.

Alguma dúvida de que esse cartaz vai mudar nos cinemas?

Por exemplo, em um mundo normal, sem Ômicron, hoje (27/01) o Brasil estaria assistindo a Morbius, o filme que trouxe referências a universos dos três Homens-Aranha no trailer e também uma piada com o próprio Venom. Essa confusão pode ser claramente uma pegadinha de edições feitas exclusivamente para a divulgação, assim como o próprio adiamento do filme para Abril deste ano. Afinal, não é nada difícil mudar a imagem na parede do Aranha do Tobey para uma foto do Homem-Aranha do Andrew Garfield, que é referenciado pelo menos umas quatro vezes no trailer.

Da mesma forma, a piada dele nunca ter lutado contra um alienígena é praticamente uma pergunta ao público se eles gostariam de vê-lo enfrentar o Venom, e a resposta foi um categórico “SIM”.

E caso confirmem esse retorno de Garfield ao herói, a Sony terá encontrando uma nova mina de ouro para seus filmes. Porque eles poderão continuar com seus longas focados em vilões assumindo papéis de anti-heróis, mas também conseguirão trazer mais desse lado vilanesco deles colocando seus protagonistas para enfrentarem um Homem-Aranha. Acabou essa história de fazer referências abstratas a alguém que pode ou não ser o Cabeça de Teia.

Se quiserem, também poderão reviver a franquia fracassada do Garfield, já que os fãs querem ver mais dele e o ator está implorando para retornar. Se antes de Sem Volta Para Casa, o futuro desse AranhaVerso da Sony era nebuloso, agora ele parece ver uma luz no fim do túnel para ser melhor desenvolvido.

Da mesma forma, os filmes do Tom Holland, que anteriormente eu havia citado como “filhos de pais separados” vivenciou uma reunião que culminou em um acordo visando o melhor para esse filho, que agora terá um desenvolvimento mais focado e entranhado no crescimento do personagem quase do zero em um mundo cheio de heróis. Ele conseguirá ser o Amigão da Vizinhança, com seus problemas, dilemas e sofrimentos, mas também fará suas participações luxuosas no mundo cheio de glamour dos Vingadores, com essas duas vertentes caminhando para um mesmo rumo.

Essa quase retcon do herói permitirá uma pegada mais séria e isolada, abrindo os caminhos para que personagens que não seriam tão aproveitados assim nessa linha do tempo do MCU possam render em outra franquia, se atendo exclusivamente a ela.

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa está em exibição nos cinemas. Morbius estreia em 1º de abril de 2022.

 

 

‘He-Man’: Netflix encontra substituto para Noah Centineo no live-action de ‘Mestres do Universo’

A Sony vendeu o projeto He-Man e os Mestres do Universo, que seria protagonizado por Noah Centineo (‘As Panteras’), para a Netflix.

E após anos e anos de desenvolvimento e problemas com o roteiro e com o orçamento, que seria milionário, o streaming finalmente conseguiu dar luz verde para o projeto e contratou Kyle Allen (American Horror Story) para dar vida ao He-Man.

Os Irmãos Nee (‘Band of Robbers’) vão dirigir o filme através de um roteiro de Dave Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’).

As filmagens devem começar em meados de 2022.

Mestres do Universo já foi adaptado para o cinema em 1987, com Dolph Lundgren no papel principal, e Frank Langella roubando a cena como o vilanesco Esqueleto. O filme, no entanto, foi mais um dos fracassos do estúdio picareta Cannon, que faliu depois de bombas consecutivas.

10 filmes de fantasia sombria para quem gostou de ‘A Lenda do Cavaleiro Verde’

O aguardado e elogiado ‘A Lenda do Cavaleiro Verde’ finalmente chegou ao Prime Video no último dia 21 de janeiro e, apesar de ter dividido o público por sua abordagem nada convencional sobre a clássica mitologia do Rei Arthur e da Távola Redonda.

A história é uma reimaginação da clássica de Gawain e o Cavaleiro Verde. O guerreiro em questão invadiu a corte de Rei Arthur, desafiando qualquer um dos membros da Távola Redonda a atacá-lo com seu machado – mas ele retornaria para devolver o golpe em um ano e um dia. Gawain aceita o desafio e corta a cabeça do Cavaleiro Verde. Ele, por sua vez, pega o próprio crânio decepado e diz, “até daqui um ano e um dia, Gawain”. Dessa forma, cabe ao jovem descobrir como manter sua parte do acordo sem perder a cabeça – literalmente.

Contando com Dev Patel, Alicia VikanderJoel EdgertonBarry KeoghanSean HarrisKate DickieRalph Ineson no elenco, a produção reacendeu o gosto dos espectadores pelo gênero da fantasia sombria.

Pensando nisso, o CinePOP preparou uma lista com dez longas-metragens fantásticos que você precisa conferir caso tenha gostado de ‘A Lenda do Cavaleiro Verde’.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

LABIRINTO (1986)

Labirinto é uma subestimada produção que alcançou status cult anos depois de seu lançamento oficial em meados da de´cada de 1980. Com direção de Jim Henson e estrelado por ícones do cenário do entretenimento, como Jennifer ConnellyDavid Bowie, a obra é centrada em uma jovem adolescente que viaja para outro mundo, dominado pelo mortal Jareth, o Rei dos Duendes, para resgatar seu meio-irmão.

EDWARD MÃOS DE TESOURA (1990)

O clássico ‘Edward Mãos-de-Tesoura’ é uma das assinaturas artísticas do conhecido realizador Tim Burton. Na trama, Peg Boggs (Dianne Wiest) é uma vendedora que acidentalmente descobre Edward (Johnny Depp), um jovem que mora sozinho em um castelo no topo de uma montanha, criado por um inventor que morreu antes de dar mãos ao estranho ser, que possui apenas enormes lâminas no lugar delas. Isto o impede de poder se aproximar dos humanos, a não ser para criar revolucionários cortes de cabelos. No entanto, Edward é vítima da sua inocência e, se é amado por uns, é perseguido e usado por outros.

A LENDA DO CAVALEIRO SEM CABEÇA (1999)

A adaptação do clássico romance homônimo foi encabeçada por Burton e, até hoje, insurge como uma das referências no gênero fantástico, principalmente pelos cenários distorcidos e pela incrível fotografia de Emmanuel Lubezki. A produção mistura horror, romance e sobrenatural e acompanha Ichabod Crane, um detetive legista nova-iorquino que é requisitado para viajar à pequena cidade de Sleepy Hollow e examinar uma série de assassinatos que acontecem no local – todos realizados por uma criatura maligna sem cabeça que ganha vida à noite.

A NOIVA CADÁVER (2005)

A Noiva Cadáver é um dos grandes ápices da carreira de Burton – e uma das únicas animações sob seu comando. Lançada há dezessete anos, a obra conquistou o público ao trazer à vida uma fictícia vila vitoriana e focar no complexo relacionamento de Victor, um jovem estabanado que é visto com olhos tortos onde mora, e Emily, a personagem titular que volta dos mortos ao ser pedida em casamento por Victor. Trazendo no elenco nomes como Johnny DeppHelena Bonham CarterEmily Watson e Richard E. Grant, o filme foi aclamado pela crítica especializada e arrecadou quase US$120 milhões ao redor do mundo, além de ter sido indicado ao Oscar de Melhor Animação.

CORALINE E O MUNDO SECRETO (2009)

Se há um filme que ressoa como fantasia sombria, este é Coraline e o Mundo Secreto. Apesar de pintado como uma animação stop-motion infantil, toda a atmosfera provém da obra original assinada por Neil Gaiman e gira em torno de uma jovem menina chamada Coraline Jones, que descobre um mundo totalmente diferente do que está acostumada: um universo em que todos a tratam como uma rainha e usam botões no lugar dos olhos. Entretanto, mesmo parecendo um paraíso, esse mundo é recheado de perigos mortais que a querem manter presa lá para sempre.

CAMINHOS DA FLORESTA (2014)

‘Caminhos da Floresta’ é uma visão moderna dos adorados contos dos irmãos Grimm, cruzando as tramas de algumas histórias e explorando as consequências dos desejos e das buscas dos personagens. Este musical engraçado e emocionante segue os contos clássicos de Cinderela (Anna Kendrick), Chapeuzinho Vermelho (Lilla Crawford), João e o Pé de Feijão (Daniel Hittlestone) e Rapunzel (Mackenzie Mauzy) – todos reunidos em uma história original envolvendo um padeiro e sua esposa (James Corden e Emily Blunt), seu desejo de formar uma família e a interação com a bruxa (Meryl Streep) que os amaldiçoou.

A COLINA ESCARLATE (2015)

A Colina Escarlateacompanha o dia a dia de uma autora que, depois de ter seu coração roubado por um estranho sedutor, é arrastada para uma casa sombria no topo de uma montanha de barro vermelho-sangue – um lugar repleto de segredos que vão assombrá-la para sempre. Entre o desejo e as trevas, entre mistério e loucura, encontra-se a verdade por trás de Crimson Peak, também conhecida como a Colina Escarlate.

SETE MINUTOS DEPOIS DA MEIA-NOITE (2016)

Sete Minutos Depois da Meia-Noite é um dos filmes mais subestimados da década passada e não tem o reconhecimento que merece. A trama é uma apaixonante e comovente jornada de superação e amor que gira em torno de Conor (Lewis McDougall), um jovem garoto que descobre que sua mãe (Felicity Jones) foi diagnosticada com câncer terminal e que é visitado por um gigantesco monstros antropomórfico (Liam Neeson) que lhe contará três histórias diferentes.

A FORMA DA ÁGUA (2017)

Vencedor do Oscar de Melhor Filme, A Forma da Água é construído sobre os grandes conflitos políticos e bélicos e as transformações sociais ocorridas nos Estados Unidos na década de 1960. Aqui, Elisa, zeladora em um laboratório experimental secreto do governo, conhece e se afeiçoa a uma criatura fantástica mantida presa no local. Para elaborar um arriscado plano de fuga, ela recorre a um vizinho e à colega de trabalho Zelda.

MARIA E JOÃO (2020)

Durante um período de escassez, Maria e seu irmão mais novo, João, saem de casa e partem para a floresta em busca de comida e sobrevivência. Ao encontrem uma senhora, cujas intenções podem não ser tão inocentes quanto parecem, eles descobrem que nem todo conto de fadas tem final feliz.

Qual o futuro do universo de ‘Harry Potter’/ ‘Animais Fantásticos’ nas telas? O streaming é uma opção

Propriedade tem chance de brilhar em outros formatos

Um das indagações que surgiram junto ao mais recente trailer da saga Animais Fantásticos e Onde Habitam, ao menos para o autor, foi o de questionamento, melhor dizendo, a dúvida se aquele formato cinematográfico tradicional conseguiria arrancar desse projeto o que ele tinha de melhor a oferecer em todos os sentidos, principalmente história.

Algo que não se pode negar é que um dos motivos para a popularização da marca Harry Potter (o Wizarding World, como ficou conhecido esse universo) foi a sua presença constante no cinema a partir de 2001. Por mais que o sucesso prévio dos livros tenha criado o hábito da leitura em toda uma geração de crianças, fomentando assim um público consumidor para o resto da vida, o quinhão de importância dos filmes em espalhar a obra de J.K. Rowling foi vital.

Tão importante que fortificou ainda mais o laço do público infanto-juvenil que primeiro chegou pelos livros e eventualmente adotou como tradição pessoal acompanhar cada lançamento da franquia nos cinemas; acompanhar os trailers; notícias e afins. Como se não bastasse isso tudo, os filmes ainda contaram com uma experiência que poucas obras tem, que é o crescimento de seu elenco mirim em paralelo com o espectador.

É inegável que a franquia de filmes elevou a popularidade dos livros para outro patamar

É tal senso de identificação que incentivou o estúdio a bancar uma nova franquia atrelada, porém funcionando como uma prequel. Animais Fantásticos e onde Habitam contou com um início interessante, expandindo o universo bruxo para uma época diferente, em um país diferente, mas reciclando a noção do antagonista ser um bruxo das trevas que sente repulsa pelos trouxas.

Já com Os Crimes de Grindelwald a nova franquia deu sinais de que não havia muito mais com o que trabalhar e o que inicialmente era uma história sobre animais mágicos, se tornou outra guerra do bem contra o mal; com exceção de que o protagonista da vez não tinha motivos para estar no meio do conflito. Pode-se ainda acrescentar a revelação final do personagem de Ezra Miller que, a princípio, soa como uma decisão projetada unicamente para chocar e nada mais.

Eis então que é lançado o trailer da terceira empreitada, Os Segredos de Dumbledore, e o pensamento presente é que a atual franquia necessita, a todo instante, embasar acontecimentos da saga anterior que, em outros tempos, não precisavam de quaisquer explicações ou desenvolvimento. A necessidade de se prender a um passado glorioso tende a puxar Animais Fantásticos e Onde Habitam para baixo.

A dependência da atual franquia com o passado segura muito de seu potencial para expansão

Esta é uma época em que a atenção dos estúdios se volta cada vez mais para o streaming, tanto em termos de marketing quanto financiamento de produção, por motivos de que sua produções são lançadas episodicamente (com exceção da Netflix) o que garante uma repercussão, bem como vida longa, semanal garantida para as novas produções.

Tal estratégia acaba sendo um marketing gratuito que por um lado mantém uma parcelo certa de espectadores ansiando pelo próximo episódio, já pelo outro essa mesma parcela fará a publicidade no boca a boca. Para corresponder a essa espera constante, as produtoras entenderam que precisam investir mais em pelo menos dois aspectos: a produção no geral e o entendimento da marca que eles estão trabalhando.

Um exemplo é o Disney Plus com a Marvel Studios e Star Wars, duas franquias consolidadas que tem recebido produções de níveis dignos do cinema, assim como evidentemente ambiciosas para expandir os universos a que elas pertencem. 

As séries da Marvel Studios, por exemplo, tem apresentado abordagens que expandem seu universo

Para esta ocasião o formato episódico leva vantagem sobre o de longa, pois a equipe criativa pode gradualmente apresentar conceitos e desenvolvimentos novos sem precisar se pautar com o tempo de limite de um filme e então aguardar para que o projeto seguinte receba sinal verde.

O anseio de Animais Fantásticos em ser um produto que, ao mesmo tempo que prega respeito ao passado, quer possuir sua própria identidade jamais poderia ser alcançado em um meio no qual ele conta com pouco mais de duas horas para tanto e muito depende da resposta das bilheterias emocionalmente ligadas à franquia anterior.

Nesse campo, o HBO Max poderia ser um diferencial ao propor o espaço que esse tipo de produção do Wizzarding World precisa, sem a pressão de bilheterias, certo de que as redes sociais seriam tomadas por discussões e teorias semanais e, talvez mais importante, a calma para se contar gradualmente uma boa história. 

 

10 Motivos para provar que ‘Yellowjackets’ é A SÉRIE que você precisa assistir…

As lições e consequências de escolhas pela sobrevivência. Criado pela dupla Ashley Lyle e Bart Nickerson, Yellowjackets chegou ao catálogo da Paramount Plus sem muito alarde. Ao longo de dez fortes episódios que envolve uma grande tragédia, duas linhas do tempo, uma seita, canibalismo, abalos após traumas, entre outros ingredientes podemos afirmar que esse projeto é um dos mais impactantes do universo dos seriados nos últimos anos. O roteiro dessa primeira temporada, que teve seu último episódio exibido no início de janeiro de 2022, é primoroso, possui uma sagacidade para caminhar numa linha tênue entre o concreto e a suposição.

Para convencer você leitor (a) de que essa série precisa ser vista, segue abaixo alguns bons motivos:

 

Enredo curioso que nos atrai pelas possibilidades de surpresas

Na trama, conhecemos quatro mulheres na fase adulta que por mais que sigam suas vidas com suas respectivas famílias foram marcadas por acontecimentos trágicos quando eram adolescentes (cerca de duas décadas atrás) e viajavam de avião para um jogo importante já que eram do time de futebol feminino conhecido em toda a cidade delas chamadas de Yellowjackets. Assim, ao longo de 10 intensos episódios vamos conhecendo Tai (Tawny Cypress), Shauna (Melanie Lynskey), Misty (Christina Ricci) e Natalie (Juliette Lewis) e os segredos que esconderam durante todo o tempo em que estiveram perdidas após um grave acidente de avião.

 

O equilíbrio da narrativa entre duas linhas temporais complementares

A narrativa, que segue duas linhas temporais, consegue compor uma série de subtramas que de alguma forma estão relacionadas, seja no presente, ou nos acontecimentos misteriosos do passado. Os mistérios são revelados aos poucos, bem presos ao passado temos que ser ambientados aos acontecimentos após o acidente, como era a rotina delas nos longos dias que se passaram praticamente presas em uma região de difícil acesso. No presente, questões saem da normalidade, fogem dos segredos escondidos como se alguém quisesse revelar ao mundo verdades não ditas. Há uma harmonia muito grande, pensando em linhas interpretativas, entre o elenco mais jovem e as que interpretam os personagens 25 anos depois.

 

Não é preciso definir quem é a protagonista, todas ganham seu destaque

O epicentro de tudo é o que aconteceu durante o tempo que estavam isoladas da civilização. A partir daí, já com a premissa de jogar como um time (como faziam nos gloriosos momentos como jogadoras de futebol) tudo parece que se transforma quando toda a situação mexe demais com os atos das jovens. A consequência de determinadas escolhas acabam moldando a vida delas dali pra frente.

 

O desdobramento dos traumas a partir dos lutos

O trauma aqui é visto por várias óticas, e em alguns casos acaba encostando em vários paralelos com o luto. Tem personagem ligado à sua fé, tem a questões de simbolismos místicos, tem jovens que não conseguem entender aquilo tudo que estão passando, tem amores que nascem a partir das dores de uma vida fora dali, há uma série de conflitos explorados nessa primeira temporada que dão margem para mais explicações em temporadas futuras.

 

A redescoberta do amor em meio ao caos

Há tempo para o amor surgir, há tempo para conflitos eminentes explodirem, como se estivessem em um Big Brother surpreendente conhecendo lados/facetas desconhecidas das amigas de time. Por serem adolescentes na época da tragédia, muitas descobertas se tornam precoces dentro de uma imaturidade tamanha para lidar com o que sabem até ali e sobre o que precisam fazer para sobreviver.

 

O desfecho super aberto

Em um eletrizante último episódio, deixa uma enorme margem para novos elementos e a abertura de novas possibilidades com sua última cena bombástica. Agora é aguardar, Yellowjackets tem ainda muito a nos contar.

 

Os criadores da série foram os produtores de Narcos

A dupla Ashley Lyle e Bart Nickerson foram alguns dos nomes responsáveis pelo sucesso de Narcos, aquela série de sucesso estrelada por Wagner Moura. Também foram os produtores da inteligente série Despachos de outro lugar disponível na Amazon Prime Video.

 

Elenco em total harmonia com ótimas atuações

Tanto as jovens como as mais experientes atrizes merecem destaques. É muito difícil encontrar, em duas linhas de tempo, atrizes com o mesmo personagem e os desenvolver de maneira tão profunda e complementar. Sobre os nomes mais conhecidos nessa produção, temos: Melanie Lynskey, Juliette Lewis e Christina Ricci.

 

Traça paralelos como referências, que vão desde Lost, até Senhor das Moscas

Yellowjackets encosta em histórias que vão desde o clássico do escritor William Golding, O Senhor das Moscas, até mesmo com elementos de sobrevivência visto em Lost. A questão nesses dois paralelos é a parte da liderança, como se um novo mini governo fosse instaurado e as peças precisando serem encaixadas, algo como alguém vai mandar, alguém vai obedecer. Na questão do acidente, encostando no canibalismo que a série deixa iminente, podemos fazer um paralelo com o que aconteceu com um time uruguaio de Rúgbi no início da década de 70 e transportada para o cinema no filme Vivos.

 

Renovada para segunda temporada

Com tamanho sucesso, principalmente de crítica, Yellowjackets já ganhou uma segunda temporada pelo canal Showtime (que exibe o projeto nos Estados Unidos).

Criador do ‘Justiceiro’ diz que ODIOU o que fizeram com o personagem nos cinemas

Durante uma entrevista para o podcast Endless Thread, Gerry Conway, co-criador do Justiceiro, dise que odiou o que fizeram com o personagem nos cinemas.

Apesar de dizer que sente muito orgulho por ver que sua criação é um grande sucesso entre o público, o quadrinista disse que não tem interesse em ver os filmes.

“Veja bem, Castle foi reduzido a um sanguinário sem código moral. Ele é um sanguinário, mas há muito mais profundidade no personagem, e eu nem quero ver os filmes porque conheço as histórias. O legal dos quadrinhos, é que nunca envelhecem, e você pode ter várias versões de um mesmo personagem no cinema através dos anos, mas sinto que deixaram a desejar quando se trata de Castle, o que é uma pena.”

Por outro lado, ele disse que gostou bastante da atuação de Jon Bernthal quando deu vida ao anti-herói na 2ª temporada de ‘Demolidor‘.

“Acho que Jon Bernthal foi o único que conseguiu dar ao Justiceiro o sentimento que está coberto por aquela pose de durão… E eu realmente gosto disso”, afirmou ele.

Criado em parceria com John Romita Sr. e Ross Andru, Frank Castle fez sua primeira aprição nos quadrinhos da Marvel como um mercenário em ‘Amazing Spider-Man’ #129 (1974).

No cinema, o personagem foi adaptado pela primeira vez em 1979, sendo interpretado por Dolph Lundgren (‘Os Mercenários’).

O filme era esperado como uma grande estreia da Marvel nas telonas, mas acabou sendo lançado em em VHS quando a produtora New World Pictures passou por problemas financeiros.

Além disso, o filme recebeu uma resposta mista dos fãs, que ficaram desapontados com a falta de precisão dos quadrinhos.

Em 2004, o Justiceiro ganhou outra chance com o filme estrelado por Thomas Jane, que acabou se tornando outro fracasso.

Dirigido por Jonathan Hensleigh, o longa recebeu péssimas avaliações e registrou míseros 28% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Além disso, acumulou apenas US$ 54,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 35 milhões.

Quatro anos mais, Ray Stevenson (‘Black Sails’) interpretou Frank em ‘Justiceiro: Em Zona de Guerra‘, que seguiu o mesmo caminho das versões anteriores.

Também orçado em US$ 35 milhões, o longa faturou apenas US$ 10 milhões pelo mundo e registrou apenas 29% de avaliações positivas no RT.

‘Peter Pan e Wendy’ passará por refilmagens

As gravações da nova adaptação live-action de ‘Peter Pan‘, intitulada ‘Peter Pan & Wendy‘, foram concluídas em agosto do ano passado.

No entanto, o DisInsider divulgou a produção vai passar por refilmagens entre os dias 02 e 08 de fevereiro.

Até o momento, não foram revelados detalhes sobre as novas cenas.

Mas o protagonista Alexander Molony compartilhou em seu perfil do Instagram uma foto no aeroporto de Vancouver, cidade que serviu como set para as cenas da Terra do Nunca.

Confira a publicação:

“De volta à Terra do Nunca”, escreveu ele.

Em uma recente aparição ao podcast The Kingcast, o diretor David Lowery comentou sobre o aguardado remake.

Na entrevista, o cineasta revelou que apostou em uma nova investida para trazer a clássica história à vida, visto que já existem muitos filmes sobre Peter Pan no cenário do entretenimento – buscando inspiração em uma fonte nada convencional.

“Eu hesitei em usar a expressão ‘pé-no-chão’, porque há fadas e crianças voadoras [no filme]. Mas quando fui conversar com o estúdio sobre isso, eu pensei: ‘e se permanecêssemos fiéis ao material original, removêssemos os elementos problemáticos do romance e do filme animado, e tratá-lo como ‘O Regresso’? E se fizéssemos ‘O Regresso’ com crianças voadoras?’. E eles gostaram da ideia. Não é 100% isso, mas é o caminho que vamos seguir”.

O filme tem previsão de lançamento ainda para 2022.

Ever Anderson, filha de Milla JovovichPaul W.S. Anderson, dará vida à Wendy.

O elenco também conta com Jude Law como o infame Capitão Gancho, Alyssa Alook como a princesa Tiger Lily, Rebecca Hall como a Sra. Darling, Jim Gaffigan como o marujo Sr. Smee e Yara Shahidi como a fada Sininho.

Assista ao primeiro teaser abaixo:

Escrito e dirigido por David Lowery e Toby Halbrooks (‘Meu Amigo o Dragão‘), o longa será lançado direto na Disney+ e é baseado no romance de J.M. Barrie.

Em 2003, a Universal Pictures lançou uma versão live action que recebeu críticas positivas, mas foi bombardeado nas bilheterias. O filme acabou dando prejuízo de mais de US$ 70 milhões contra um orçamento bem grande (US$ 130,6 milhões).

Já em 2015, a Warner lançou uma versão com Hugh Jackman, Rooney Mara e Amanda Seyfried que também foi um fracasso de público, e gerou mais de US$ 150 milhões em prejuízo para o estúdio.

Série ESPETACULAR que mostra o que acontece quando votamos ERRADO estreia na HBO Max…

A HBO Max surpreendeu ao adicionar em seu catálogo a ELOGIADÍSSIMA minissérie ‘Years and Years‘, de 2019.

Com 89% de aprovação do Rotten Tomatoes, a minissérie conta com apenas seis episódios e é considerada uma mistura de ‘This is Us‘ e ‘Black Mirror‘.

A história mostra como o futuro parece ser sombrio para a humanidade se seguirmos na direção em que estamos.

Acompanhamos uma família ao longo de 15 anos, enquanto o mundo passa por diversos problemas, avanços políticos, econômicos e tecnológicos instáveis. Parte dos problemas começam quando uma política autoritária toma o poder e instala o caos na sociedade….

Assista a crítica e ao trailer:

Emma Thompson estrela, ao lado de Rory Kinnear, Russell Tovey, Jessica Hynes, Ruth Madeley e Anne Reid.

Diretores querem RETORNAR para ‘Pânico 6’ e falam sobre a Kirby

Em entrevista ao Entertainment Weekly, os diretores Matt Bettinelli-Olpin & Tyler Gillett revelaram seu desejo em retornar à direção de ‘Pânico 6‘.

“Nós sabemos que os [roteiristas] Guy [Busick] e James [Vanderbilt] têm uma boa ideia de como dar continuidade à franquia, e posso dizer que nos divertimos muito fazendo esse filme. Do começo ao fim, foi um sonho se tornando verdade. Se eles quiserem nosso retorno para ‘Pânico 6’, voltaremos em um piscar de olhos.”

Vale lembrar que, anteriormente, os diretores haviam expressado seu desejo em ver o retorno da sobrevivente Kirby Reed (Hayden Panettiere) na franquia.

“Nós entramos em contato com a Hayden [Panettiere]. Sabíamos que seria um easter egg divertido. Nós sabíamos que havia uma grande discussão online sobre o destino da Kirby. E ela sempre foi uma das nossas personagens favoritas na franquia. Nós amamos o trabalho da Hayden no quarto filme e sentimos que seria muito divertido mostrar evidências concretas de sua sobrevivência.”

Eles completam, “Nós entramos em contato com ela; queríamos que ela estivesse mais envolvida [no quinto filme]. Mas, no final das contas, não fazia sentido fazer algo pequeno para uma personagem tão interessante. Sentimos que o mais interessante nesse filme seria uma pequena referência. Sabíamos que os fãs que gostam da personagem iam encontrar o easter egg no filme.”

Assista as nossas entrevistas:

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

 

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Jason Momoa negocia para interpretar o VILÃO de ‘Velozes e Furiosos 10’

De acordo com o Hollywood Reporter, Jason Momoa (‘Aquaman’) está em negociações para estrelar a sequência ‘Velozes e Furiosos 10‘.

Detalhes sobre o seu possível papel não foram divulgados, mas o site afirma que o ator deve interpretar o vilão da produção.

Velozes e Furiosos 10‘ será lançado nos cinemas no dia 19 de maio de 2023.

Justin Lin, veterano da franquia, retorna à direção.

O elenco contará com o retorno de Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Sung Kang e Charlize Theron.

Velozes e Furiosos 10 e 11 | Quais ASTROS de Hollywood queremos ver nos últimos filmes da franquia?

Meteorologistas se apaixonam no trailer de ‘Clima do Amor’, novo k-drama da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer do k-drama romântico ‘Clima do Amor‘.

Confira:

A produção ainda não possui previsão para ser lançada.

Em um centro de meteorologia nacional, o amor é tão difícil de prever quanto a chuva ou dias de sol para uma meteorologista dedicada e seu colega de espírito livre.

Song Kang (‘Sweet Home’) e Park Min-young estrelam a produção.

‘Meu Papai é Noel’: Elizabeth Mitchell reprisará seu papel na série do Disney+

De acordo com o Deadline, Elizabeth Mitchell (‘Once Upon a Time’) reprisará seu papel como Carol — a Sra. Claus — na  série baseada na clássica comédia natalina ‘Meu Papai é Noel‘ (The Santa Clause).

Tim Allen (‘Last Man Standing’) também reprisará seu papel como Scott Calvin.

Na trama…

“Scott Calvin está prestes a fazer 65 anos e percebe que não pode ser o Papai Noel para sempre. Ele está começando a não dar conta dos seus deveres como Papai Noel e, mais importante, ele tem uma família que poderia se beneficiar de uma vida no mundo normal, especialmente seus dois filhos que cresceram no Polo Norte. Com muitos elfos, crianças e família para agradar, Scott sai em busca de um Papai Noel substituto adequado enquanto prepara sua família para uma nova aventura em uma vida ao sul.”

Jack Burditt servirá como showrunner, além de ser produtor executivo.

As filmagens estão programadas para começarem nos próximos meses, em Los Angeles.

Lançado em 1994, o filme original arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente, garantindo duas sequências ‘Meu Papai é Noel 2‘ (2002) e ‘Meu Papai é Noel 3‘ (2006).

‘Moonfall’: Missão perigosa em novos clipes do filme desastre; Confira!

Moonfall – Ameaça Lunar‘, novo sci-fi de catástrofe dirigido por Roland Emmerich, ganhou três novos clipes.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de fevereiro.

Com orçamento de US$140 milhões, a trama é centrada no momento em que a Lua é empurrada para fora de sua órbita após a colisão com um asteroide e entra em rota de imersão rumo à Terra. A vida como a conhecemos está nas mãos de um time de especialistas que embarca numa missão impossível com apenas algumas semanas para salvar a humanidade.

Halle Berry estrela como uma astronauta da NASA cujas antigas missões carregam pistas para impedir a catástrofe. Josh GadPatrick WilsonCharlie Plummer completam o elenco.

‘Mary’s Monster’: Filme sobre Mary Shelley, autora de ‘Frankenstein’, está em desenvolvimento

De acordo com o Variety, um novo filme focado na vida da Mary Shelley, autora do clássico ‘Frankenstein‘, está em desenvolvimento.

Intitulado ‘Mary’s Monster‘, o longa mostrará os desafios da autora em completar a obra.

Farren Blackburn (‘A Descoberta das Bruxas’) será responsável pela direção.

Aterrorizada por dar voz à escuridão de sua mente, Mary Shelley trava uma batalha perigosa com seu próprio ‘monstro interno’ enquanto ela luta para escrever seu romance de ficção científica, ‘Frankenstein’.

O roteiro foi escrito por Deborah Baxtrom (‘Living With Frankenstein’).

Publicado em 1818, ‘Frankenstein‘ é considerado um dos maiores livros de ficção científica do mundo, inspirando incontáveis filmes, séries e adaptações teatrais. Acredita-se que Shelley escreveu o livro com 19 anos, durante sua estada no Lago Geneva com seu marido Percy Bysshe Shelley e o poeta Lord Byron, onde o trio se manteve entretido contando histórias de fantasmas.

‘A Morte do Demônio’: Jogo baseado na franquia ganha data de lançamento

O aguardado ‘Evil Dead: The Game‘, jogo baseado na franquia ‘A Morte do Demônio‘, finalmente teve sua data de lançamento anunciada.

O jogo será lançado oficialmente no dia 13 de maio.

“Quando nos desafiamos a criar um jogo baseado na franquia ‘A Morte do Demônio’, nós sabíamos que teria que ser incrível. Para entregar a melhor experiência possível, ‘Evil Dead: The Game’ será lançado no dia 13 de maio. Esse adiamento nos dará o tempo que precisamos para fazer as coisas certas.”

A pré-venda começará em breve, e o novo trailer está programado para fevereiro.

Contendo os modos co-op e PvP, o jogo será lançado para PC, PlayStation®5, PlayStation®4, Xbox Series X|S, Xbox One e Nintendo Switch.

“Pela primeira vez, o universo de ‘A Morte do Demônio’ se conecta em uma experiência eletrizante com o herói Ashley J. Williams. Trabalhe em equipe com um time de quatro sobreviventes, explorando, criando, controlando o seu medo e encontrando artefatos essenciais para fechar a fenda entre os mundos. Ou possua o controle dos poderosos demônios Kandarianos para caçar Ash e seus amigos através dos Deadites, o clima e até mesmo os próprios sobreviventes enquanto você devora suas almas.”

“Muitas surpresas aguardam nessa batalha sangrenta contra o mal que captura o humor, terror e espírito da franquia. Enfrente a ação em locais memoráveis, incluindo a infame cabana na floresta, e descubra mais de 25 tipos de armas.”

Bruce Campbell retornará como o icônico Ash.

O jogo também contará com o retorno da Dana DeLorenzo (Kelly Maxwell, da série ‘Ash vs. Evil Dead‘), Ray Santiago (Pablo), Marcus Gilbert (Arthur, de ‘Uma Noite Alucinante 3‘) e Richard DeManincor (Scotty, do original ‘A Morte do Demônio‘).