Durante uma entrevista para o podcast Endless Thread, Gerry Conway, co-criador do Justiceiro, dise que odiou o que fizeram com o personagem nos cinemas.

Apesar de dizer que sente muito orgulho por ver que sua criação é um grande sucesso entre o público, o quadrinista disse que não tem interesse em ver os filmes.

“Veja bem, Castle foi reduzido a um sanguinário sem código moral. Ele é um sanguinário, mas há muito mais profundidade no personagem, e eu nem quero ver os filmes porque conheço as histórias. O legal dos quadrinhos, é que nunca envelhecem, e você pode ter várias versões de um mesmo personagem no cinema através dos anos, mas sinto que deixaram a desejar quando se trata de Castle, o que é uma pena.”

Por outro lado, ele disse que gostou bastante da atuação de Jon Bernthal quando deu vida ao anti-herói na 2ª temporada de ‘Demolidor‘.


“Acho que Jon Bernthal foi o único que conseguiu dar ao Justiceiro o sentimento que está coberto por aquela pose de durão… E eu realmente gosto disso”, afirmou ele.

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Criado em parceria com John Romita Sr. e Ross Andru, Frank Castle fez sua primeira aprição nos quadrinhos da Marvel como um mercenário em ‘Amazing Spider-Man’ #129 (1974).

No cinema, o personagem foi adaptado pela primeira vez em 1979, sendo interpretado por Dolph Lundgren (‘Os Mercenários’).

O filme era esperado como uma grande estreia da Marvel nas telonas, mas acabou sendo lançado em em VHS quando a produtora New World Pictures passou por problemas financeiros.


Além disso, o filme recebeu uma resposta mista dos fãs, que ficaram desapontados com a falta de precisão dos quadrinhos.

Em 2004, o Justiceiro ganhou outra chance com o filme estrelado por Thomas Jane, que acabou se tornando outro fracasso.

Dirigido por Jonathan Hensleigh, o longa recebeu péssimas avaliações e registrou míseros 28% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Além disso, acumulou apenas US$ 54,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 35 milhões.

Quatro anos mais, Ray Stevenson (‘Black Sails’) interpretou Frank em ‘Justiceiro: Em Zona de Guerra‘, que seguiu o mesmo caminho das versões anteriores.


Também orçado em US$ 35 milhões, o longa faturou apenas US$ 10 milhões pelo mundo e registrou apenas 29% de avaliações positivas no RT.

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