Dirigido por Sophia Takal, o longa é baseado no filme homônimo lançado em 1974. Vale lembrar que a produção original já havia recebido um remake em 2006, intitulado ‘Natal Negro‘.
As alunas do Hawthorne College estão prestes a sair de férias… se conseguirem sair vivas dessa. Uma por uma, as meninas da irmandade no campus estão sendo mortas por um assassino mascarado desconhecido. Mas o assassino está prestes a descobrir que as jovens mulheres desta geração não estão dispostas a se tornar vítimas infelizes enquanto lutam até o fim.
Através do seu Instagram, o artista Alexis Briclot divulgou artes conceituais incríveis que mostram uma versão alternativa do traje de batalha do Loki (Tom Hiddleston) em ‘Thor: Ragnarok‘.
Uma publicação compartilhada por Aleksi Briclot (@aleksibriclot) em
Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão’ tem estreoia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano).
Durante uma live com o apresentador JimmyKimmel,Chris Hemsworthrevelou que já leu o roteiro do novo longa-metragem e que o público vai adorar a história.
“Eu já li o roteiro e posso dizer que é um dos melhores que eu li na minha carreira. Não posso revelar nada, então como eu posso definir? É [Taika] Waititi ao extremo, e está dando o melhor de si para esse filme. Se a versão que eu li for definitiva, o público vai pirar com tanta insanidade.”
Antes disso, Waititi fez uma live em seu Instagram e comentou sobre o desenvolvimento da aguardada sequência, dizendo que o enredo é bem mais ousado que o anterior.
“[O roteiro] é super exagerado da melhor forma possível. Faz com que ‘Ragnarok’ pareça um filme dentro da zona de conforto… Esse novo filme dá a sensação de que perguntamos para crianças de dez anos de idade o que ela queriam em um filme, e então dissemos ‘sim’ para tudo”.
O terror cômico ‘Hawk & Rev: Vampire Slayers‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
O longa foi escrito, dirigido e estrelado por Ryan Barton-Grimley.
Hawk sonha em matar vampiros! Depois de ser expulso do exército por estacar um colega soldado, ele quase morre de tédio trabalhando como segurança noturno em sua cidade natal de Santa Muerte. Justamente quando parece que todas as opções de Hawk na vida expiraram, vampiros aparecem e, claro – ninguém acredita nele! Com as costas contra a parede, sua suada bandana de Karate Kid e hordas de vampiros assassinos se aproximando, Hawk pede a ajuda da única pessoa que meio que acredita nele: Revson ‘Rev’ McCabe, um zelador pacifista vegano. Juntos, eles unem forças para salvar todo o mundo, ou pelo menos, no mínimo, sua idade natal.
A produção será lançada em DVD e VOD no dia 16 de março.
O terror cômico ‘Slayers‘, estrelado por Thomas Jane (‘Do Fundo do Mar’) e Abigail Breslin (‘Scream Queens’), ganhou a primeira imagem oficial.
Confira:
A trama segue um grupo de digital influencers que é atraído para uma mansão sedutora e isolada de uma bilionária (Akerman), mas eles logo se veem presos em um covil de vampiros sanguinários. A única forma de sobreviver é serem salvos por uma famosa gamer online (Hayward) e um caçador de vampiros à moda antiga (Jane).
O terror ‘Não! Não Olhe!‘ (Nope), próximo filme do diretor Jordan Peele (‘Corra!’), recebeu alta classificação etária (R), e só poderá ser visto por maiores de idade.
O longa foi classificado pela MPA por “linguagem, violência e cenas sangrentas”.
Vale lembrar que a produção chega aos cinemas nacionais no dia 25 de agosto.
Ainda sem data de estreia, o longa chegará aos cinemas nacionais em 2024.
Benjamin Renner é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Mike White, de ‘A Escolha Perfeita 3‘ e criador da série ‘The White Lotus‘.
Na trama, uma família de patos tenta convencer seu pai superprotetor a tirar as melhores férias de sua vida.
Com 39 críticas publicadas até o momento, a série ‘Sr. e Sra. Smith‘, baseada no filme homônimo estrelado por Brad Pitt e Angelina Jolie, conquistou 87% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Além de destacar a excelente química entre os atores Donald Glover e Maya Erskine, o consenso geral aclama a série pelo seu tom mais maduro e por suas metáforas sobre relacionamentos.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Se você acha que essa série é apenas um remake do filme com um novo elenco, está enganado. Essa produção consegue transformar seu divertido material de origem em algo sombrio e inteligente.” (Empire Magazine)
“É clichê brincar sobre como dramas de relacionamentos podem se tornar uma questão de vida e morte, mas essa série consegue explorar essa dinâmica com tiros e conflitos suficientes para justificar mais de uma temporada.” (Consequence)
“Essa é uma série muito agradável de se acompanhar. É produção divertida e confortável, que consegue equilibrar de forma bem-sucedida reviravoltas, mistérios e personagens carismáticos.” (RogerEbert)
“Essa é uma série surpreendentemente original, uma vez que seus criadores, Francesca Sloane e Donald Glover, evitam soluções fáceis e bobas para investir em uma trama mais profunda e reflexiva.” (Daily Telegraph UK)
“A pergunta que supera o questionamento se os protagonistas irão acabar se acertando é: Por que devemos nos importar?” (United Press International)
“Essa série é uma versão original e inteligente do filme de 2005. Donald Glover e Maya Erskine estão fabulosos. Usar as missões de espionagem como uma metáfora para os relacionamentos se provou fascinante.” (Beyond the Trailer)
“É a excelente química de Donald Glover e Maya Erskine que faz a série funcionar tão bem.” (But Why Tho? A Geek Community)
O longa será lançado no Prime Video amanhã, no dia 2 de fevereiro.
“Dois estranhos solitários conseguem empregos em uma misteriosa agência de espionagem que oferece a eles uma vida gloriosa de espionagem, riqueza, viagens pelo mundo e uma bela casa em Manhattan. A pegadinha? Novas identidades em um casamento arranjado como Sr. e Sra. John e Jane Smith. Agora casados, John e Jane enfrentam uma missão de alto risco toda semana, ao mesmo tempo em que enfrentam um novo marco no relacionamento. Sua complexa história de cobertura se torna ainda mais complicada quando eles desenvolvem sentimentos reais um pelo outro. O que é mais arriscado: espionagem ou casamento?”.
De acordo com o Deadline, Youn Yuh-jung (‘Minari: Em Busca da Felicidade’) foi confirmada no elenco da 2ª temporada da aclamada série antológica ‘Treta‘ (BEEF).
A atriz interpretará uma bilionária coreana, dona de um clube de campo.
“Um jovem casal testemunha uma briga alarmante entre seu chefe e sua esposa, desencadeando reviravoltas, favores e coerção no mundo elitista de um clube de campo e sua proprietária bilionária coreana.”
O próximo ciclo contará com 8 episódios de 30 minutos de duração.
Lee Sung Jin retorna como criador, showrunner e produtor executivo.
Vale lembrar que a primeira temporada, que ganhou oito Emmy Awards e três Globos de Ouro, já está disponível na Netflix.
Com 94 críticas publicadas até o momento, o aguardado ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ abriu com 87% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral elogia o sólido desempenho do elenco principal, o estilo retrô-futurista e o impacto emocional do roteiro – sendo considerado um dos melhores filmes da Marvel dos últimos anos.
Separamos os trechos das principais críticas:
“‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ é facilmente o melhor filme do MCU em anos, com atuações convincentes, ação consistente e visuais de altíssima qualidade. A história emocional mais profunda no centro do filme é apenas um bônus agradavelmente surpreendente.” (CBR)
“Após décadas de fracassos cinematográficos, ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ concretiza a visão dos quadrinhos dos criadores Stan Lee e Jack Kirby. Os adorados super-heróis são instantaneamente reconhecíveis, e o design de produção retrô-futurista dos anos 60 está incrível.” (MovieWeb)
“Este é um filme sólido, inteligente e ocasionalmente inspirado, que oferece a maior parte do que o público geral exige do gênero e um pouco mais.” (RogerEbert.com)
“Atuações sólidas e um design de produção deslumbrante elevam um filme da Marvel que, de outra forma, seria mediano.” (Newsday)
“Finalmente, um filme bom (ainda que não seja ótimo) do Quarteto Fantástico. A química do elenco dá vida a esta história emocionante sobre família, amor e sacrifício. Galactus está aterrorizante. Joseph Quinn e Vanessa Kirby são os destaques — mas todos estão ótimos.” (Mama’s Geeky)
“‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ marca uma ligeira melhora em relação aos filmes anteriores [do estúdio], mas a Marvel ainda não conseguiu acertar em cheio no que deveria ser uma de suas principais atrações.” (New York Post)
O longa será lançado nos cinemas nacionais na próxima quinta-feira (25).
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
Como de costume, o filme começa com o Scrat, mas, desta vez, ele está acompanhado de um filhote. Na cena, Scrat entra em confronto com o bebê por algo que parece uma chupeta. Scrat tenta enterrá-la no gelo, mas lava emerge do buraco e ambos caem em um abismo profundo.
Nós somos introduzidos, então, ao Mundo Perdido. A “chupeta” de Scrat se transforma em cinzas, e o Scrat a joga em um fóssil de T-Rex, que, por sua vez, espirra no Scrat – deixando-o carbonizado.
No final da cena, Manny, Sid, Diego e Ellie chegam ao Mundo Perdido e observam o horizonte.
O novo filme chegará às telonas no dia 5 de fevereiro de 2027.
Com poucos detalhes revelados, sabe-se que a história irá explorar cantos ainda não vistos do Mundo Perdido, introduzido no terceiro capítulo da franquia.
Criador do esquilo Scrat, produtor e diretor de alguns filmes da franquia ‘A Era do Gelo’, o brasileiro Carlos Saldanha não retornará para o novo capítulo da saga.
A informação foi apurada pelo CinePOP, que confirmou a opção por outro nome para dar prosseguimento à saga dos animais pré-históricos. Vale ressaltar que a compra do 20th Century Studios pela Disney não trouxe obrigações contratuais especificamente para essa saga. Eles adquiriram os direitos totais e agora podem fazer o que quiserem com a franquia.
John Leguizamo, que dubla o Sid, Denis Leary e Simon Pegg retornam.
Foi divulgado um novo vídeo de ‘Blade Runner 2049’, que traz imagens exclusivas da sequência dirigida por Denis Villeneuve.
O material, que conta também com os bastidores das filmagens, marca o aniversário de 35 anos da produção original dirigida por Ridley Scott, celebrado no próximo domingo (25).
Confira:
Denis Villeneuverevelou recentemente que não tem nenhum apreço tão grande pelo CGI em si, e sua sequência de ‘Blade Runner’ foi para o campo dos efeitos práticos tanto quanto possível. Na verdade, Villeneuve pode contar nos dedos quantas vezes ele usou a famosa tela verde durante as filmagens.
“Sou muito da velha escola. Eu queria ter a chance de fazer o meu ‘Aliens’ [em ‘Chegada’] como animatronics. Eu odeio telas verdes. Isso suga toda a minha energia. Eu fico deprimido. O [Cinegrafista] Roger [Deakins] foi insanamente impressionante, sendo capaz de criar paisagens com truques. Para me foi belo. Acho que posso contar nos dedos quantas vezes eu vi uma tela verde em todos aqueles meses de filmagem. Haverá melhorias com o CG, é claro, mas o máximo possível foi desempenhado in-camera”.
O diretor está em alta, sendo um dos indicados ao Oscar 2017 por ‘Chegada’. Mas antes que ele se mova para dirigir seu projeto de sonho ‘Dune’, ele terá que finalizar a pós-produção de ‘Blade Runner 2049’.
Recentemente, Villeneuve conversou com a revista Variety sobre todos os seus vários projetos e revelou sua filosofia sobre o uso de CGI: “use o mínimo possível”. Ele afirmou que teria feito seus aliens de ‘Chegada’ apenas como bonecos em um aquário, se não fosse tão caro.
Denis Villeneuve, que será o diretor de ‘Blade Runner 2049‘, é tratado como um dos grandes diretores do cinema na atualidade, principalmente depois do que fez em ‘A Chegada‘ no final do ano passado.
A sequência conta com a direção de Denis Villeneuve, que afirma que “Ridley Scott teve a ideia genial de unir ficção científica com film noir para criar essa visão única da condição humana. O novo ‘Blade Runner’ é uma extensão do primeiro filme”.
A história foi adaptada do romance ‘O Caçador de Androides’ (Do Androids Dream of Electric Sheep?), de Phillip K. Dick.
‘Vingadores 4‘ continua em desenvolvimento e trouxe uma nova adição ao seu elenco, com a chegada da atriz Emma Fuhrmann, de ‘Juntos e Misturados‘. O anúncio foi feito pelo portal That Hashtag Show.
Segundo a publicação, Emma interpretará Cassie Lang. O site ainda salienta que além de uma fonte interna, a confirmação da contratação veio após o surgimento e seu nome na descrição da produção no IMDB.
O que reforça essa premissa ainda mais é o fato da atriz constantemente compartilhar as promos de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, além de ter publicado uma imagem em fevereiro com o copo do time dos heróis.
A Marvel Studios não confirmou a informação, portanto trata tudo ainda como boatos.
‘Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 26 de Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
A série estreia em 2019, com Greg Nicotero, produtor de ‘The Walking Dead’, assumindo a direção do episódio piloto. Além disso, Nicotero servirá também como produtor executivo.
Novas informações devem sair em breve. Fique de olho no CinePOP!
A nova minissérie da Netflix, intitulada ‘A Vida e a História de Madam C.J. Walker’, já está disponível na plataforma de streaming. A produção teve sua estreia nesta sexta-feira, 20 de março.
Estrelada por Octavia Spencer, a trama se passa no início do século 20 e mostra como Walker se tornou a primeira negra na história dos EUA a faturar US$ 01 milhão a partir de um pequeno negócio, sem depender de herança ou benefícios particulares.
Assista ao trailer:
Através de oito de episódios, a trama acompanhará Sarah Breedlove, mais conhecida como Madam C.J. Walker, e sua luta para vencer as barreiras da América na virada do século e fazer história como mãe, empresária, filantropa, e uma mulher negra que se torna heroína para seus filhos.
Dirigida por Kasi Lemmons (‘Harriet‘) e DeMane Davis, a série é baseada na biografia ‘On Her Own Ground‘, escrita por A’Lelia Bundles, jornalista e tataraneta de Walker.
O roteiro foi escrito por Nicole Jefferson Asher em parceria com Bundles.
A espera está chegando ao fim, pois a 4ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘ finalmente ganhou o seu primeiro e intenso trailer, além de sua data de estreia.
A produção retorna às telinhas em 28 de abril e os novos episódios prometem um novo tempo para a série, com a eclosão de uma guerra pela liberdade das aias da escravidão de Gilead.
E a contar pelo novo teaser trailer, June será uma das principais revolucionárias a conduzir a revolta contra o sistema patriarcal e opressor.
Assista:
Lembrando que ‘The Handmaid’s Tale‘ foi renovada para a sua 5ª temporada no Hulu.
A história se passa na distopia de Gilead, uma sociedade totalitária que foi anteriormente parte dos Estados Unidos. Enfrentando desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, Gilead é governada por um fundamentalismo religioso que trata as mulheres como propriedade do estado. Como uma das poucas mulheres férteis restantes, Offred é uma serva na casa do comandante, uma das castas de mulheres forçadas à servidão sexual como uma última tentativa desesperada para repovoar um mundo devastado. Nesta sociedade aterrorizante onde uma palavra errada pode acabar com sua vida, Offred vive entre comandantes, as suas mulheres cruéis e seus servos – onde qualquer um poderia ser um espião para Gilead – tudo com um único objetivo: sobreviver para encontrar a filha que lhe foi tirada.
O mês de maio está se aproximando e a Netflix preparou uma nova leva de lançamentos que chegam em sua grade de programação ao longo deste período.
E desta vez, 39 títulos – entre filmes e séries – estreiam na plataforma de streaming. Entre os grandes destaques, está a chegada da aguardada 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o retorno do vencedor do Oscar ‘Blade Runner 2049‘, além do lançamento do suspense ‘As Viúvas‘.
E para você não perder nenhuma novidade que será lançada na Netflix em breve, separamos a agenda completa. Confira e já comece a planejar as próximas maratonas!
01/05
Blade Runner 2049
O conteúdo de um túmulo secreto chama a atenção de um poderoso empresário, que envia o caçador de replicantes K (Ryan Gosling) em uma missão para encontrar uma lenda perdida.
Muitos Homens Num Só
Um vigarista (Vladimir Brichta) que rouba dos aristocratas do Rio de Janeiro na virada do século XX se apaixona por uma mulher privilegiada (Alice Braga) que está presa em uma união infeliz.
02/05
Octonautas: Missão Planeta: Temporada 2
O capitão Polo Polar, Kwazii e o resto da tripulação partem em missões emocionantes ao redor do mundo para proteger outros animais.
04/05
El Marginal – O Cara de Fora: Temporada 5
Na temporada final, Miguel busca redenção atrás das grades. Do lado de fora, Diosito luta para ganhar a vida. Um culto pode ser o fim de Puente Viejo.
The Circle: EUA – Temporada 4 (04/05/ – 25/05; semanalmente)
Tagarelas, cheios de falsidade e secretamente famosos. Conheça os jogadores desta temporada e faça suas apostas: quem vai levar o prêmio?
05/05
O Pentavirato
Uma sociedade secreta influencia os acontecimentos mundiais há séculos e agora enfrenta uma perigosa ameaça interna. Será que um repórter conseguirá salvar o dia?
06/05
Bem-vindos ao Éden
Um grupo de jovens vai a uma festa em uma ilha paradisíaca, mas acaba vivendo um inferno.
O Som da Magia
Um mágico misterioso que mora em um parque de diversões abandonado faz os problemas de uma adolescente desaparecerem e desperta sua esperança.
Os Opostos Sempre Se Atraem
Reunidos após uma década, dois policiais (Omar Sy e Laurent Lafitte) muito diferentes investigam um assassinato em uma cidade dividida, que esconde uma grande conspiração.
Thar
Um assassinato e uma trama horrível de tortura abalam uma cidade tranquila no deserto. É a chance de um policial veterano provar seu valor.
Jackass 4.5
Acompanhe a equipe de Jackass e suas maluquices em cenas ousadas e inéditas.
09/05
Divinas Divas
Oito estrelas icônicas do Teatro Rival, palco da primeira geração de artistas travestis do Brasil, compartilham histórias da expressão e revolução dos anos 60. Dirigido por Leandra Leal.
10/05
Supermães: Temporada 6
Equilíbrio entre a vida pessoal e profissional? O que é isso? Kate, Anne, Jenny, Sloane e Val fazem hora extra para resolver os problemas em casa e no trabalho!
11/05
Irmandade: Temporada 2
Depois de uma rebelião mortal, Edson (Seu Jorge) e Cristina (Naruna Costa) enfrentam novos inimigos e ameaças que testam a ligação entre os dois.
O Soldado que Não Existiu
Dois agentes britânicos criam uma estratégia bizarra para enganar os nazistas e alterar o curso da Segunda Guerra Mundial. Baseado numa história real de desinformação e estrelado por Colin Firth.
12/05
As Viúvas
Quatro viúvas decidem cometer um assalto para pagar a dívida astronômica que os maridos criminosos deixaram. Com Viola Davis, Michelle Rodriguez, Liam Neeson, Daniel Kaluuya e Colin Farrell.
13/05
O Poder e a Lei
Um advogado idealista e inovador usa o banco traseiro do carro, um Lincoln, como escritório. Baseada nos best-sellers de Michael Connelly.
Império da Ostentação: Temporada 2
Crushes, amizades e babados rolam soltos na vida regada a festas e muita gastança deste grupo de ricaços asiáticos e americanos de origem asiática em Los Angeles.
De Volta ao Baile
Após ficar em coma durante 20 anos por causa de uma acrobacia que deu errado, uma mulher quer viver seu sonho do ensino médio: ser a rainha do baile.
15/05
Sequestro em Cleveland
Neste drama verídico, a jovem Michelle Knight é sequestrada e mantida em cativeiro por 11 anos, encontrando coragem para sobreviver em meio a terríveis adversidades.
16/05
As Duas Irenes
Uma jovem tímida descobre um segredo chocante: seu pai tem uma segunda família e uma filha extrovertida que é sua xará.
Vampiro no Jardim
Apesar da inimizade mortal, uma garota humana e uma rainha vampira partem em busca do paraíso onde ambas as espécies coexistem em paz.
17/05
Servo do Povo – O Filme
O presidente se une ao ex-primeiro ministro para estabilizar a economia e enfrentar a oligarquia que controla o país nos bastidores. Estrelado por Volodymyr Zelenskyy.
18/05
Quem Matou Sara? – Temporada 3
Na última temporada, inimigos viram aliados e a verdade finalmente vem à tona. Mas Álex fica obcecado por um novo enigma: o que houve com Sara?
Amor no Espectro: EUA
Nesta série documental romântica, pessoas no espectro autista buscam o amor e lidam com o mundo dinâmico dos namoros e relacionamentos.
19/05
Rodrigo Sant’Anna: Cheguei!
Depois do sucesso de A Sogra que te Pariu, Rodrigo Sant’Anna estreia seu primeiro stand-up na Netflix contando sua trajetória e apresentando novos personagens como Tinho, o tomate cereja, Mãe na Pandemia, Mulher do Site de Busca e Peru de Natal.
O Fotógrafo e o Carteiro: O Crime que Parou a Argentina
Este documentário investiga o assassinato do fotojornalista José Luis Cabezas, um crime que chocou a Argentina e expôs uma conspiração política e financeira.
O Chefinho: De Volta ao Berço
Já adulto, Ted Templeton Jr. usa a fórmula mágica de Tina para se transformar novamente em Chefinho. Mas voltar à Baby Corp não vai ser brincadeira de criança.
Sailor Moon S: Temporada 1
As guardiãs retomam a vida normal na escola, mas um sonho de Rei anuncia uma terrível ameaça.
Sailor Moon S: Temporada 2
Quando Sailor Plutão, Sailor Urano e Sailor Netuno se unem, Sailor Moon adquire novos poderes e se transforma em Super Sailor Moon.
20/05
Love, Death & Robots: Volume 3
Mundos sinistros, violência e mistérios aguardam você na terceira temporada desta antologia de animação vencedora do Emmy. Com direção de Tim Miller e David Fincher.
21/05
Amor e Outros Dramas
O amor é agridoce e a vida é cheia de altos e baixos. Estas são as histórias das pessoas que vivem e trabalham na agitada ilha de Jeju.
22/05
One Second
Durante a Revolução Cultural Chinesa, um homem foge de um campo de trabalho forçado em busca de um filme com a imagem da filha.
One Piece
Com o fim da batalha pelo controle de Alabasta, Luffy e a tripulação se preparam para viver novas e perigosas aventuras na famosa Grande Rota.
25/05
Elis
Esta biografia musical acompanha os altos e baixos da carreira e vida da cantora Elis Regina (Andréia Horta), que alcançou a fama na era da bossa nova.
26/05
My Little Pony: Deixe sua Marca
Ao perceber que o poder dos cristais está diminuindo, Zipp parte em uma missão para descobrir o motivo.
27/05
Stranger Things 4, Volume 1
A escuridão volta a pairar sobre Hawkins, trazendo lembranças perturbadoras, terror e a ameaça de uma guerra.
*Em breve:
Townsmen: Um Novo Reinado
Construir uma cidade medieval, tomar decisões financeiras inteligentes e fazer de tudo para manter o povo feliz… Quem diria que comandar um reino seria tão difícil?
Dragon Up
Colecione dragões raros e os ajude a reviver sua mágica neste jogo incremental de aventura com um visual colorido incrível!
Moonlighter
Durante o dia, gerencie uma loja em uma vila idílica. À noite, explore masmorras, aniquile monstros e desvende mistérios nesta aventura que traz o melhor dos dois mundos.
Com estreia prevista via streaming a partir de 18 de setembro nos EUA, Escolhida (Antebellum) chegou aos cinemas franceses no dia 9 de setembro, enquanto o lançamento no Brasil é incerto.
No meio de indefinições, contudo, o interesse do público brasileiro é evidente e o trailer da produção atiçou a nossa curiosidade, já que possui os mesmos produtores de Corra! (2017) e Nós (2019). Os diretores e roteiristas Gerard Bush e Christopher Renz, no entanto, miram na crítica social de Jordan Peele, mas acertam nas escavações mentais de M. Night Shyamalan.
Com o enredo montado em três partes, os debutantes cineastas apresentam como ponto de partida a citação de William Faulkner: “The past is never dead. It’s not even past” (em português, “O passado nunca está morto. Nem sequer passou”). Frase esta que levou Woody Allen a um processo judicial por usá-la em Meia-Noite em Paris (2011) sem mencionar a fonte. Da obra de Allen, neste suspense de horror, sobrou apenas a questão nostálgica e o desejo de preservar aspectos do passado, precisamente a Guerra de Secessão (1861-1865), nos Estados Unidos.
Assim como o movimento antirracista tornou-se a pauta política em 2020 (antes tarde do que nunca), os filmes sobre a questão racial têm buscado fazer esta mudança na percepção imagética, isto é, deixar apenas de falar da escravidão para colocar os negros no protagonismo do mundo, ainda que eles tenham que enfrentar essa opressão histórica. Filmes como Histórias Cruzadas (2011), 12 Anos de Escravidão (2013) e Estrelas Além do Tempo (2016), além do vergonhoso Green Book – O Guia (2018), ainda apresentam a perspectiva da raça negra à mercê do homem/mulher branco(a) e suas qualidades de benfeitores, generosidade e/ou piedade.
Não é preciso ressaltar que essas são representações históricas, porém sempre chegam aos olhos do público da mesma forma. Portanto, quando Jordan Peele consegue trazer com humor uma discussão social atual, as pessoas aplaudem de pé, tal como Infiltrados na Klan (2018), de Spike Lee, para citar obras recentes. Nesta conjuntura, Escolhidachega para incrementar esta vertente, entretanto, não tão aguçado quanto os supracitados.
Após brilhar em Estrelas Além do Tempo e Moonlight (2016), a talentosa cantora Janelle Monáe encara a protagonista em duas narrativas, como a escrava Eden e a palestrante Veronica Henley. Com um pôr-do-sol escarlate, a dupla de cineastas introduz o filme a partir de uma selvagem cena de caça, tortura e extermínio de escravos em fuga de uma plantação de algodão. Espancada pelo seu capataz, Eden é obrigada a dizer como se chama e sofre pesadas torturas nas mãos do Senador Denton (Eric Lang), um líder dos Estados Confederados.
A partir deste doloroso começo, o filme intensifica a exploração sexual das mulheres negras, o estupro, a violência e o escárnio. Apesar do cenário e indumentária, algo logo destoa da ambientação campesina e da dúbia submissão servil dos catadores de algodão. A chegada de novos escravos, principalmente a grávida Julia (Kiersey Clemons), à plantação é o ponto de virada do jogo em que o roteiro começa a colocar o público dentro da encenação pretendida pelos diretores.
Se o espectador já esteve em contato com o trailer de Antebellum, a linha narrativa do enredo se projeta em decrescente expectativa. Depois de 40 minutos, Veronica Henley acorda ao lado do formoso marido Nick (Marque Richardson) e sua adorável filha Kennedi (London Boyce). Seu dia começa como um comercial de margarina, ela assiste à sua participação em um debate televisivo, toma café com a família e realiza uma entrevista por Skype, a qual mostra a primeira conexão entre as narrativas. Na pele da entrevistadora Elizabeth, Jena Malone (Jogos Vorazes: Em Chamas, 2015) incorpora uma vilã debochada com comentários racistas.
Este segundo ato é tomado pela presença da relações públicas Dawn, amiga de Veronica, vivida por Gabourey Sidibe (Preciosa: Uma História de Esperança, 2009). Com puro charme e graça, a personagem funciona como alívio cômico da tensão em torno das pistas sobre o destino de Veronica. Se a sensação era de uma fantasia, um escapismo da realidade ou mesmo uma falha temporal, Antebellumnão é nada disso. A obra poderia discutir como seria o roubo de uma vida bem sucedida para a condição de escravizada, considerando apenas a questão do tom de pele no espaço-tempo.
Essas elucubrações, entretanto, ficam por conta do espectador, uma vez que Antebellum não as provoca diretamente e, indiretamente, traça um paralelo pacóvio. No terceiro ato, Veronica/ Eden vai engendrar sua vingança e libertação, no entanto, as descobertas e resoluções parecem com as epopeias de M. Night Shyamalan a brincar com a percepção do espectador, mas não de forma impactante como em O Sexto Sentido (1999) e A Vila (2004), na verdade, mais próximo de Fim dos Tempos (2008) e Vidro (2019).
Com uma premissa envolvente, Antebellum promete uma discussão sobre o papel social das pessoas negras, contudo se envereda pela apresentação do mal interior dos seres humanos, no qual o sucesso alheio é um expurgo aos seus privilégios. Com um jogo de narrativas entre grupos, como o sangrento A Caçada(2020), de Craig Zobel, Bush e Renz traz uma estética de câmera lenta e profundidade de batalha, ambas vistas nos filmes de Zack Snyder (Batman vs Superman: A Origem da Justiça), mas a qualidade cênica não apaga um certo desencanto.
Antebellum mostra um sadismo que ainda dificulta as lutas antirracistas, ou seja, os seres humanos que ainda necessitam pegar em armas de extermínio para provar serem mais forte que outros. Por outro lado, este quadro de vingança alude ao final de Django Livre (2012), de Quentin Tarantino, mas sem o seu traço de violência exacerbada. Com um valoroso começo em longas-metragens, a dupla Bush e Renz, infelizmente, deixa a desejar no terror e na discussão social.
Há anos em gestação, Gilliam tentou tirar o longa do papel em 2000, com Jean Rochefort no papel de Quixote e Johnny Depp como Sancho Pança, mas o projeto não foi para a frente.
Na nova versão, Jonathan Pryce assume o papel que era de Rochefort e Adam Driver atua no lugar de Depp. Olga Kurylenko e Stellan Skarsgard completam o elenco.
‘Vidro’ (‘Glass’), a sequência de ‘CorpoFechado’ e ‘Fragmentado’, ganhou seu primeiro trailer completo, exibido durante a San Diego Comic-Con 2018. Além disso, o filme ganhou três novas imagens destacando os protagonistas.
Confira, junto com o trailer e o novo cartaz:
A Buena Vista lançará o filme nos cinemas brasileiros dia 17 de janeiro de 2019.
M. Night Shyamalan reúne as narrativas de dois de seus originais destaques: ‘Corpo Fechado‘, de 2000, e o lançamento de 2016, ‘Fragmentado‘ – em um explosivo thriller dos quadrinhos intitulado ‘Vidro‘.
De ‘Corpo Fechado‘, Bruce Willis retorna como David Dunn, assim como Samuel L. Jackson como Elijah Price, conhecido também pelo pseudônimo de Mr. Glass. De ‘Fragmentando‘, unem-se a eles os atores JamesMcAvoy, reprisando seu papel como Kevin Wendell Crumb e as múltiplas identidades que residem dentro dele, e AnyaTaylor-Joy como Casey Cooke, o único cativo a sobreviver a um encontro com A Fera.
Após a conclusão de ‘Fragmentado‘, Glass descobre que Dunn persegue a figura super-humana de Crumb, A Fera, em uma série de encontros crescentes, enquanto a sombria presença de Price surge como um orquestrador que detém segredos críticos para ambos os homens.
‘Fragmentado‘, protagonizado por James McAvoy e Anya Taylor-Joy, foi um dos maiores sucessos comerciais do ano: custou US$ 9 milhões e arrecadou US$ 275 milhões mundialmente.
A premissa básica do humor é a quebra de expectativas. A surpresa é um dos elementos mais simples e fundamentais na hora de fazer uma boa piada. E para uma série cuja proposta se deu desde sempre pelo humor, por não se levar a sério, encerrar sua temporada com um episódio como esse é a prova maior do sucesso de Mulher-Hulk: Defensora de Heróis. Convivendo desde o início com o ódio de supostos fãs que estavam mais preocupados em reclamar incessantemente do que curtir a produção, o seriado da Mulher-Hulk se desenvolveu bem, deu pequenas alfinetadas ao longo das semanas e aguardou o último capítulo para lavar sua alma.
Enquanto especulávamos que o vilão da série poderia ser O Líder, clássico inimigo do Hulk, a produção subverteu todas as expectativas e mostrou que o verdadeiro malfeitor era um retrato escarrado do que a comunidade de fãs de quadrinhos tem de pior: os Incels. Preste atenção, não estou dizendo que todos os fãs são incels, mas é inegável que a presença deles no grupo é enorme. E a série foi extremamente corajosa ao desafiar e mostrar o quanto essa parcela é ridícula.
O Todd é arrogante, metido, baixinho, feio, ruim de papo – provavelmente tem bafo -, e convive com um irritante complexo de superioridade, mesmo sendo incapaz de conseguir um encontro sem subornar alguém. E apesar de ser constantemente desmoralizado na série, ele tenta compensar sua falta de noção comprando objetos caros – e traficados – e formando seu grupinho de lerdões para humilhar uma mulher que ele deseja, mas sabe que nunca terá.
Qualquer fórum da internet tem pelo menos uns 500 Todds prontos para gastar o dia com assuntos terríveis e uma chatice incompreensível. Na série, ele seguia com seu culto de ódio às mulheres, se aproveitando do machismo estrutural da sociedade para rebaixar a Jennifer a uma louca descontrolada. E quando a série ia realizar seu sonho, que era ter poderes e se sentir mais do que um fracassado com brinquedos legais, Jen usa suas habilidades para quebrar a quarta parede e dar um basta nessa palhaçada.
Por mais legal que fosse ter uma sequência de pancadaria com quatro monstros de CGI, é um fato que a produção estaria priorizando uma sequência de ação comum ante o desenvolvimento de sua protagonista. Jennifer passou a série inteira tentando se aceitar como Mulher-Hulk, mostrando que a radiação gama não era a vilã da história, apenas uma consequência, e ao dar poderes ao Todd, toda a discussão acerca da aceitação de Jen e suas habilidades seria jogada fora.
Cansada das humilhações que passou ao longo dos episódios, Jen toma o controle de sua vida, quebra a quarta parede e transcende. Há vários momentos na história do cinema em que o encontro de um personagem com seu criador é feito de forma poética, fascinante. No próprio MCU há momentos assim, como visto em Eternos (2021), por exemplo. Mas estamos falando de uma série de humor, então esse momento de encontro entre criador e criatura se aproveita da genialidade de sua equipe criativa para satirizar toda a existência desse universo, mostrando que a Jen não apenas está ciente de sua existência, como também tem críticas a fazer. Nesse momento, ela representa o fã “do bem”, que gosta dos personagens e sabe que não pode engolir tudo que o Kevin Feige despejar só “porque é Marvel”.
E a ideia de fazer do Kevin Feige uma máquina do entretenimento, ao melhor estilo 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968), foi muito bem sacado. Não é fácil ver um nome grande da indústria como ele aceitar esse tipo de zoação, explorando seus pontos fracos de forma tão franca como é feito nessa série. Eles brincam com o CGI da série, que vem sendo alvo de críticas desde sempre, sacaneiam a Fórmula Marvel e sua repetitividade; zoam os contratos de não divulgação, a falta de liberdade criativa, a necessidade por linkar as produções mesmo que isso custe o desenvolvimento dos personagens, o puritanismo da Disney… Enfim, é um papo divertido e orgânico demais, que parece representar o que qualquer fã saudável falaria caso tivesse a oportunidade de bater um papo com o Kevin.
Por fim, a série termina com a Jen tendo um refresco, podendo curtir sua vida agora que aceitou que ela e a Mulher-Hulk são uma só, mas deixa no ar que o problema do machismo segue vivo na sociedade. Não à toa, quando ela está indo para o tribunal, um repórter não perde a oportunidade de perguntar qual a grife da roupa que ela está usando, mesmo que isso não tenha qualquer tipo de valor jornalístico. Enfim, plena, com um primo-sobrinho espacial calvo, um peguete com habilidades únicas e atuando na sua profissão sem precisar esconder quem é, Jen coloca sua vida nos trilhos e caminha rumo ao tribunal preparada para resolver todos os casos possíveis. É uma mensagem muito legal e que encerra a série de forma perfeita.
Mulher-Hulk: Defensora de Heróis está disponível no Disney+.
Em 2009, umfilme de terror com thriller fez muito sucesso entre os fãs do gênero. Falamos de ‘A Órfã’, que, como diz o título, contava a história de uma menina sem pais que tinha tendências assassinas e executava uma matança geral. O filme trazia, ainda, Vera Farmiga no elenco, o que ajudou a elevar o hype da produção uma vez que Vera é a estrela da franquia ‘Invocação do Mal’. Treze anos depois, a inesperada – porém bem-vinda – continuação do filme chega aos cinemas brasileiros a partir dessa semana, sob o título ‘A Órfã 2: A Origem’.
Leena (Isabelle Fuhrman) é uma jovem paciente de um hospital psiquiátrico no interior de Amsterdam, no início dos anos 2000. Ela é esperta, manipuladora e maliciosa. Quando uma nova médica (Gwendolyn Collins) começa a trabalhar na instituição, Leena vê ali sua oportunidade de escapar do lugar. Uma vez do lado de fora, Leena decide se apropriar da identidade de Esther, uma jovem que está há anos desaparecida. É assim que acaba indo morar com seus novos pais, Tricia Albright (Julia Stiles, de ‘10 Coisas Que Eu Odeio Em Você‘) e Allen (Rossif Sutherland), e seu irmão mais velho, Gunnar (Matthew Finlan), nos Estados Unidos. Porém, as tendências assassinas da jovem falarão mais alto, e, aos poucos, Esther começará a demonstrar sua verdadeira face, o que levantará a suspeita do detetive Donnan (Hiro Kanagawa) e da psicóloga Dra. Segar (Samantha Walkes).
Embora se trate de uma continuação da franquia, ‘A Órfã 2: A Origem’ é, na verdade, uma pré-sequência, ou seja, um filme que conta a origem da história. Tendo isso em mente, é bem interessante a jogada que o roteiro de David Coggeshall para os personagens criados por Alex Mace na história elaborada por este e David Leslie Johnson-McGoldrick faz para trazer ao espectador o início do mal nesta enigmática personagem. O roteiro encontra soluções bem interessantes para problemas práticos da produção, sendo o principal deles a idade real da atriz que dá vida à jovem protagonista; para tal, o roteiro se explica através de uma doença rara, porém real, em que adultos formados se parecem com crianças, tanto física quanto psicologicamente, e esta seria uma das razões de Esther estar trancada em uma instituição psiquiátrica. Bela jogada!
Isabelle Fuhrman as “Esther” in Orphan: First Kill from Paramount Players, eOne, and Dark Castle Entertainment.
Apesar do início empolgante, rapidamente o filme de William Brent Bell recai na mesmice, e vai se desacelerando com menos cenas de terror/matança e, quando as tem, não são evidentes, focando a câmera no rosto ou nas costas da protagonista – ou seja, o espectador vê as feições da personagem e o sangue voando, mas não vê a matança em si. Então, quando a gente já está quase desistindo do filme, achando que ele não trará nada do que esperávamos, o roteiro apresenta uma reviravolta bem, bem interessante, que faz valer não só a ida ao cinema, mas também introduz um elemento bem legal para a franquia.
Com menos terror e mais suspense, ‘A Órfã 2: A Origem’ surpreende por mostrar uma solução original e inesperada para esta personagem sombria. Para quem curte filmes do gênero, é uma boa pedida para se sentir psicologicamente desafiado pela produção.
Lançada em 2010, Pretty Little Liars contou com sete temporadas de muito suspense, drama e romance. A série marcou época na TV americana e ficou conhecida pelo elenco jovem e carismático. Agora, três anos após o final da produção, é hora de descobrir o que estão fazendo as atrizes e os atores da série.
O CinePOP decidiu matar saudade dessa clássica série adolescente dos anos 10. Como poderão ver a seguir, alguns nomes seguiram numa trajetória de sucesso após o trabalho na produção, enquanto que outros acabaram não tendo tantas oportunidades. Vem ver!
Nossa Aria Montgomery foi dos nomes que mais se destacou após o fim de PLL. Ela atuou nos suspensesVerdade ou Desafio e A Ilha da Fantasia (ainda inédito no Brasil), e é protagonista de uma nova série de destaque: Katy Keene. Trata-se de um spin-off do hit Riverdale, em que Lucy interpreta a personagem-título, uma jovem que trabalha como consultora de moda em uma loja de departamentos e que sonha em criar sua própria linha de roupas. A atriz possui alguns projetos em andamento no cinema, com destaque para The Hating Game, A Nice Girl Like You, Big Gold Brick e Son of the South.
Filha de importantes produtores de Hollywood, Troian Bellisario atua desde os três anos de idade. Seu papel mais famoso, é claro, é o de Spencer Hastings. Após a série, a atriz viu a carreira dar uma esfriada, mas isso foi algo opcional. Ela se casou com o também ator Patrick J. Adams (Suits) em 2016, e os dois tiveram uma filha em 2018. Com isso, Troian acabou dedicando boa parte de seu tempo pós-PLL à família. No ano passado, a atriz ensaiou uma retomada na carreira com Cadê Você, Bernadette?, contracenando ao lado de Cate Blanchett. Ela também fez participação na série Stumptown, estrelada por Cobie Smulderse Jake Johnson. No momento, está escalada para atuar ao lado de Patrick Dempsey no drama Ways & Means.
Destaque como Emily Fields em PLL, Shay Mitchell praticamente saiu da série para outra produção de sucesso. A atriz interpretou Peach Salinger, melhor amiga de Guinevere Beck, na primeira temporada de Você. Ainda em 2018, ela protagonizou o filme de terror Cadáver. No ano seguinte, embarcou em uma nova série, Dollface, em que atua ao lado de Kat Dennings e Brenda Song, e que já foi renovada para uma segunda temporada. Mitchell também está envolvida com uma outra série, The Heiresses, ainda sem previsão. A trama acompanha uma família conhecida no ramo dos diamantes, mas que luta para superar uma sequência de tragédias.
Apesar de ter aproveitado muito do hype de PLL durante o andamento da série, fazendo inúmeros projetos importantes do cinema, Ashley Benson acabou diminuindo um pouco o ritmo após o fim da produção. Desde então, nossa Hanna Marin participou de apenas um filme: Her Smell, drama estrelado por Elisabeth Moss, Cara Delevingnee Dan Stevens, e que foi destaque do Festival de Toronto em 2018. No momento, a atriz possui dois filmes em pós-produção. The Birthday Cake, thriller estrelado por Ewan McGregor, Val Kilmer e Penn Badgley, e Lapham Rising, comédia com Bobby Cannavale.
De PLL para PLL. Isso mesmo, Sasha Pieterse foi o nome do elenco principal que seguiu ligada na série, afinal voltou a interpretar Alison DiLaurentis no spin-offPretty Little Liars: The Perfectionists. O projeto, no entanto, não deu muito certo e acabou cancelado após uma temporada. Recentemente, a atriz também atuou no drama A Lista de Honra, que foi lançado diretamente no streaming no Brasil (está disponível no Prime Video). No momento, Sasha está envolvida com a série interativa Epic Night.
Mais um nome que embarcou no spin-off Pretty Little Liars: The Perfectionists, no qual reprisou o papel de Mona Vanderwaal. Mas Janel Parrish não perdeu tempo após PLL e realizou vários outros projetos. Ela está no trilogia Para Todos os Garotos que Já Amei, Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você e Para Todos os Garotos: Agora e para Sempre, Lara Jean, no papel de Margot Covey, irmã mais velha de Lara Jean. A atriz também fez uma participação na nova versão de Magnum P.I., isso sem falar dos filmes I’ll Be Watching, Hell Is Where the Home Is e Tiger.
Após sete anos na pele do professor que se envolve com uma aluna, Ian Harding fez algumas pequenas participações nos cinemas em filmes que nem entraram em cartaz no Brasil, como Office Uprising e No Apologies. Seu filme mais badalado foi o indicado ao Oscar Ford vs Ferrari, mas sua participação se resumia a uma ponta como um executivo da Ford. O ator viu a carreira dar uma nova esquentada quando decidiu voltar às telinhas. No momento, Harding está no elenco de série médica Chicago Med, na qual interpreta Phillip Davis.
Interesse amoroso de Hanna (e brevemente de Spencer), Caleb foi um dos principais personagens masculinos na série, só aparecendo menos que Ezra. Após o trabalho em Pretty Little Liars, o ator Tyler Blackburn participou de dois filmes: Hello Again, adaptação do musical da Broadway escrito por Michael John LaChiusa; e Capsized: Blood in the Water, sobre um grupos de jovens que fica perdido em alto mar após uma tempestade e acaba cercado por tubarões. No momento, Tyler é um dos nomes principais do elenco da série Roswell, New Mexico.
Toby sempre foi um dos personagens mais misteriosos de PLL. Ele surge como o cara esquisito que não queria papo com ninguém até se tornar par romântico de Spencer. No meio disso tudo, ele ainda consegue ser um dos aliados de A e até policial. O ator Keegan Allennão fez nada de muito destaque após o término da série. Ele fez participações eventuais nas séries Crimes Graves, Dilema e Rick e Morty, e assumiu papel secundário na comédia dramática Zeroville, estrelada e dirigida por James Franco. No momento, o ator está envolvido com o terror Follow Me e está gravando o piloto de uma nova série, Walker, com Jared Padalecki.
Típica garota malvada – que ao mesmo tempo era vítima do quinteto principal – Jenna Marshall foi importante personagem na trama de Pretty Little Liars. O papel foi interpretado pela sul-africanaTammin Sursok. Logo após o fim de PLL, a atriz assumiu o papel de protagonista de outra série, Aussie Girl. A produção, no entanto, acabou durando apenas uma temporada, com sete episódios. Depois disso, a atriz participou do thriller Killer in a Red Dress e da comédia Braking for Whales, com Tom Felton.
Se você tem em mente que o gênero pop já nos ofereceu tudo o que tinha para oferecer, então definitivamente não vem acompanhando o trabalho da cantora britânica Charli XCX. Ganhando notoriedade após participar da música “Fancy”, de Iggy Azalea, e de ter escrito a música-tema do drama ‘A Culpa é das Estrelas’, ela apostou em um suis-generis diferente de tudo o que os grandes nomes já haviam apresentado e seguindo os passos vanguardistas de divas como Lady Gaga, Madonna e Kylie Minogue. E foi em meio a lançamento de EPs e mixtapes que Charli encontrou uma poderosa voz e uma habilidade incrível de fugir do esperado – coisa que talvez apareça muito mais em seu terceiro álbum de estúdio homônimo que em qualquer outra obra que tenha lançado.
É um fato dizer que a lead singer iniciou sua carreira ainda nova e, desde então, vem trilhando um caminho de pura glória. E mesmo que alcance esse patamar sem prometer e sem se valer de convencionalismos mercadológicos, ‘Charli’ consegue encontrar mensagens metafóricas muito bem articuladas que se provam à frente de seu tempo sem abandonar aspectos nostálgicos, emulando aqueles que sempre lhe inspiraram. Não é surpresa que essa nova jornada abra com “Next Level Charli”, cuja construção insurge com a impactante e pesada preferência da artista pelos brutos sintetizadores oitentistas, remasterizados com uma verborrágica versificação coming-of-age.
Talvez algo que possa assustar os ouvintes seja a quantidade imensurável de participações especiais. É claro que ela maneja com habilidade ímpar o equilíbrio entre sua voz e seus convidados, criando, em grande parte, tracks inovadoras, extremamente originais e que drenam de cada uma das vozes secundárias suas características únicas. É nesse fértil e convidativo território que temos a presença da icônica Lizzo em “Blame It On Your Love” que, ainda não tenha o mesmo respiro renovador que as outras faixas por se respaldar em uma progressão conhecida – a ballad, em tempo mais enérgico do que o precedido, mergulha nos estilos eletrônicos que oscilam desde o beat-drop até o refrão puramente instrumental. Troye Sivan, que trabalhou no final do ano passado com a cantora em “1999”, marca presença não apenas nessa canção, como volta um século mais tarde para futurista e quase distópica “2099”.
Seu avant-pop não se restringe apenas ao que poderíamos esperar, mas expande-se para uma deliciosa batida mais dark, minimalista e retumbante em iterações como “Gone”, uma das poucas em que reflete sua envolvente performance-solo. Essa ambiência mais obscura também aparece na track seguinte, “Cross You Out”, cujas dissonâncias entram em proposital conflito com as variações vocais – em especial o incrível falsetto que ela nos apresenta. Como se não bastasse, Sky Ferreiradivide os holofotes com Charli em uma congruência melódica apaixonante.
O álbum aproveita seu hibridismo para voltar-se para a década passada em “White Mercedes” – que se configura, sem sombra de dúvida, como uma das melhores faixas. A delineação pop, travestida com certos elementos sintéticos que a tornam bastante diferente do normal. Aliás, se há algo do qual a lead singer foge é a normatização, e essa é a provável razão pela qual opta por não se importar com o que a indústria lhe exija: ela, em uma independência autoproclamada, arquiteta epopeias guiadas pela força descomunal do baixo, da guitarra e de alguns toques que vagamente nos trazem de volta para a atualidade (respaldando com sutileza quase indecifrável no trap) – e ganha uma complexidade interessante ao entregar versos como “como uma Mercedes branca, sempre correndo muito rápido” dentro de uma atmosfera mais recuada.
Em suas revoluções estéticas, Charli brinca com uma inebriante sinestesia – sem deixar que os chocantes esforços caiam numa monotonia soporífera. Na verdade, ela mostra seu apreço pelo gênero eletrônico, aumentando nossas expectativas em um arco musical que quebra quaisquer expectativas pré-determinadas, permitindo que encontremos uma contraditória fluidez entre as estrofes de “Silver Cross” ou a paradoxal unidimensionalidade de “Official”. Em outras tentativas, entretanto, a artista busca por algo que nunca consegue achar, como é o caso de “I Don’t Wanna Know” e suas declamações românticas e fragmentárias.
Pabllo Vittartambém retorna em mais uma parceria com XCX em “Shake It” – e isso não é tudo: se “Flash Pose” funcionou como uma cópia de qualquer outra música ballroom da comunidade drag queen norte-americana, a track em questão é diferente de tudo que já ouvimos antes: o riff-off mistura o pop experimental com a transgressora explosão do synth-electro ao mesmo tempo que se rende a um engrandecedor rap que nos conquista do começo ao fim.
‘Charli’ é um álbum totalmente experimental que, diferente de outras produções que morrem na praia e insurgem com esquecíveis boas intenções, alcança sucesso em praticamente tudo a que se propõe. A sonoridade avant-garde faz uso quase redundante de sua significação redundante e reafirma a importância de Charli XCX para um gênero que já sofreu muito por suas saturações e excessos – e, no caso, até mesmo as demasias são compreensíveis nas vigorosas quinze faixas.
Segundo o Palads Teatret na Dinamarca, o aguardado remake do clássico ‘Duna’ deve ganhar seu primeiro trailer oficial no mês que vem.
O vídeo, sem detalhes sobre a duração divulgados, será transmitido antes da reexibição de ‘A Origem’, filme de Christopher Nolan que completa dez anos em 2020. Além disso, ‘Mulher-Maravilha 1984’ e ‘Tenet’ devem ganhar novos teasers promocionais.
Em entrevista ao podcast Team Deakins, o aclamado diretor Denis Villeneuve revelou que foi inspirado pelo lendário diretor de fotografia vencedor do Oscar, Roger Deakins, para dar vida à arte imagética do remakei.
Os dois trabalharam juntos em ‘Blade Runner 2049’, obra que rendeu a Deakins a estatueta da Academia.
“Quando estou trabalhando com você, estarei em uma posição onde vou aprender coisas todos os dias sobre a realização cinematográfica. Estou em um processo de aprendizagem trabalhando com você. É muito enriquecedor e animador. Agora, estou fazendo o trabalho de efeitos visuais de ‘Duna’ e me vi pensando coisas do tipo: ‘eu sei que é Roger’. Sei posso fazer coisas [por causa de Roger]”.
A Warner Bros. permanece com planos de lançar o filme em 18 de dezembro de 2020.
Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.
A CBS All Access divulgou a promo oficial de “Terra Firma Part I”, nono episódio da 3ª temporada de ‘Star Trek: Discovery’.
No capítulo, que vai ao ar no dia 10 de dezembro, “a tripulação do U.S.S. Discovery viaja para um misterioso planeta para encontrar uma cura para a condição deteriorante de Philippa Georgiou (Michelle Yeoh)”.
Confira:
Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.
A indicada ao Grammy Lana Del Rey anunciou nas redes sociais que seu 8º álbum de estúdio ganhou um novo título e uma nova data de lançamento.
Anteriormente chamado ‘Rock Candy Sweet’ e previsto para estrear em 01 de junho, a produção agora recebeu o nome de ‘Blue Banisters’ e chegará a todas as plataformas de streaming em 04 de julho.
1. White Dress 2. Chemtrails Over the Country Club 3. Tulsa Jesus Freak 4. Let Me Love You Like a Woman 5. Wild at Heart 6. Dark But Just a Game 7. Not All Who Wander Are Lost 8. Yosemite 9. Breaking Up Slowly 10. Dance Till We Die 11. For Free
A era é precedida pelo ovacionado ‘Norman Fucking Rockwell!’, álbum lançado em 2019 e que foi indicado a duas categorias do Grammy Awards – incluindo Álbum do Ano.
Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como Antonoff e Max Martin, ganhou aclame e popularidade com ‘Born To Die’, álbum lançado em 2012.
Tommy, Angelica, Chuckie e o restante dos Anjinhos estão de volta para uma nova série animada na Paramount+! Ajuste a altura das cadeiras para o show, que continua o conto dos bebês do clássico sucesso dos anos 1990. Então, prepare-se para a reunião do icônico grupo de crianças – dublados pelos membros do elenco original – à medida que embarcam em novas aventuras épicas.
‘Rugrats: Os Anjinhos‘ foi uma das séries animadas de maior sucesso da Nickelodeon, sendo exibida entre 1991 e 2004 – com um hiato entre 1995 e 1997. Na trama, um grupo de crianças aparentemente normais vivem diversas aventuras, possuem habilidades cognitivas avançadas e chegam a se comunicar como adultos, de maneira articulada e interativa.
A série chegou a ter um spin-off, intitulado ‘Rugrats Crescidos‘, que trazia os personagens na fase da adolescência, além de ter ganhado um longa de animação.
A CW divulgou a sinopse oficial de “Homecoming”, 6º episódio da temporada de estreia de ‘Naomi’, série criada por Ava DuVernay (‘Olhos que Condenam’).
Na trama, “é dia de ‘homecoming’ em Port Oswego e Naomi e seus colegas estudantes estão muito animados para o evento – mas a tensão entre Nathan e Anthony escala quando Anthony sente que a tradição de seu lar está sendo desrespeitada por uma criança militar. Enquanto isso, Naomi descobre uma nova fonte de informações em potencial, mas ela pode saber mais do que ela esperava. Uma revelação de seu encontro com caçadores de recompensas leva Dee a procurar por respostas sobre alguém do passado, enquanto Zumbado tem uma corrida com Greg e Jennifer”.
O episódio vai ao ar no dia 01 de março.
Da indicada ao Oscar e vencedora do Emmy Ava DuVernay e de Jill Blankenship, o drama gira em torno de uma adolescente divertida, confiante e amante de histórias em quadrinhos à medida que mergulha numa jornada para encontrar seu destino escondido. Quando um evento sobrenatural abala a pequena cidade de Port Oswego, Naomi resolve descobrir suas origens, com a ajuda da melhor amiga, Annabelle. Ela também tem o apoio de seus pais adotivos, o veterano militar Greg e a linguista Jennifer.
Depois de um encontro com Zumbado, misterioso dono de um antigo estacionamento, a deixar impactada, Naomi busca ajuda de Dee, dono de um estúdio de tatuagem, que se torna seu mentor. Enquanto desenrola os mistérios sobre si mesma, Naomi também navega através das amizades na escola, incluindo o ex-namorado e atleta Nathan; o namorado de Annabelle, Jacob; um cidadão orgulhoso chamado Anthony; e a entusiasta de HQs Lourdes. Conforme Naomi viaja para os confins do Multiverso em busca de respostas, o que ela descobre vai mudar tudo o que acreditamos sobre super-heróis.
Amanda Marsalis, conhecida por seu trabalho em obras como ‘Queen Sugar’ e ‘Ozark’, comanda o episódio piloto.
DuVernay fica responsável pela produção ao lado de Blankenship, que também assina o roteiro.
Para quem não conhece, a HQ original foi escrita por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbelle acompanha uma jovem forasteira que vem ao nosso mundo para protegê-lo de um genocida que destruiu seu mundo natal.
A AMC divulgou três novas artes promocionais de ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview with the Vampire), nova adaptação da clássica saga literária de Anne Rice.
Os cartazes trazem falas que aparecerão na série, incluindo diálogos de Eric Bogosian como Daniel Molloy, Bailey Bass como Claudia e Jacob Anderson como Louis de Pointe du Lac.
A produção será lançada no outono estadunidense, isto é, entre setembro e novembro de 2022.
Confira:
O elenco conta com Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que será o vampiro Louis de Pointe du Lac; Sam Reid (‘The Newsreader’), que dará vida ao vampiro Lestat; Eric Bogosian (‘Billions’), que viverá o Daniel Molloy; Assad Zaman, que dará vida a Rashid; e Bailey Bass (‘Avatar 2’), que irá interpretar Claudia, jovem que é transformada em vampira por Louis e Lestat.
Assista às primeiras cenas da produção abaixo:
Iconic characters. Epic new worlds. Legendary series.
A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.
Alan Taylor (‘Game of Thrones’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.
Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada, que está prevista para estrear apenas em 2022.
Rolin Jones (‘Friday Night Lights’) servirá como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.
2022 se provou um ótimo ano para a música, com o retorno de aguardados atos do cenário fonográfico, bem como a estreia de vários outros.
Depois de separarmos os 22 melhores álbuns do ano, montamos uma segunda matéria celebrando as 50 melhores músicas, focando essencialmente na composição lírica, na produção e na rendição dos artistas.
Desde a reimaginação rap de “Vegas”, performada pela vencedora do Grammy Doja Cat, até a belíssima e antêmica arena-rock de “Hold My Hand”, música-tema do elogiado ‘Top Gun: Maverick’ assinada pela lendária Lady Gaga, montar nosso ranking não foi um trabalho fácil – e com certeza devemos ter deixado alguma pérola de fora.
Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual é sua canção favorita:
Retornando com força descomunal para o mundo do entretenimento, a icônica Dolly Parton se aventurou na literatura, na música e, futuramente, no cinema com ‘Run, Rose Run’ – e, apesar de nem todas as faixas funcionarem como deveriam, “Snakes In the Grass” emerge como a clássica Dolly que todos aprendemos a amar, mergulhando no cativante country-rock e em uma narrativa atemporal sobre os perigos de confiar em qualquer um.
Desde “Cannoball”, faixa de abertura do novo álbum de Avril Lavigne, somos engolfados em uma vibrante e frenética progressão que fica no ápice praticamente o tempo inteiro; a performer tem plena consciência do que está fazendo e não se importa se você está tendo um dia ruim, entregando tudo de si para mensagens de empoderamento e de libertação que nos arremessam de volta para os anos 2000.
Depois da problemática identitária de ‘Kisses’, Anitta, que vem se consagrando como uma das maiores performers mundiais da atualidade, retornou com força descomunal com ‘Versions of Me’, uma ode a todas as camadas que passou durante sua carreira. E a faixa-titular, infundida em uma produção irretocável e bastante nostálgica, tem um dos refrãos mais envolventes do ano, incrementado pelo baixo, pelos sintetizadores e pela mixórdia exuberante do synth-pop dos anos 1980 e de sua consecutiva revitalização na passagem dos anos 2000 para os anos 2010.
As melhores faixas do álbum de estreia de Sofia Carson se concentram na primeira metade, logo de cara com a abertura “It’s Only Love, Nobody Dies”, uma narrativa romântica que fala sobre um relacionamento que pode superar quaisquer obstáculos – e que se finca com fervor nas tendências da década passada, alimentando um apreço significativo pelo balada electro-pop e oscilando entre o minimalismo pré-refrão e a aguardada explosão central, pincelada pelos toques retumbantes e acompanhada por rimas interessantes e que fogem da obviedade lírica.
Com ‘Familia’, Camila Cabello parece muito mais confortável dentro de seu escopo artístico, deixando transparecer uma diversão apaixonante que nos guia por essa jornada incrível e que merece ser apreciada até mesmo por aqueles que não são tão fãs de música latina. E, dentro desse respiro, somos agraciados com a espetacular “Don’t Go Yet”, em que Cabello encarna uma versão modernizada de Gloria Estefan e, dessa maneira, gesta uma das melhores canções de sua carreira.
Em “Immaculate”, uma das canções do álbum ‘Night Call’, Olly Alexander (ou, como conhecemos seu ato musical, ‘Years & Years’) dá as boas-vindas a um arab-pop que rege um conto de paixão ardente e diabolicamente blasfema, cujas mensagens principais se escondem sob versos como “quando você era meu anjo caído, quase divino” e “só quero sentir aquela batida em meu coração de novo”, arrancando uma rendição impecável de Alexander e emulando os anos 1990 e 2000 com concisão inigualável.
No mais novo álbum da icônica Charli XCX, ‘CRASH’, somos presenteados com um resumão do que a indústria fonográfica foi capaz de fazer, desde a intensa faixa-titular, que abre de forma irrefreável, até a ode ao electro-house e ao power-pop dos anos 2000 com “Used To Know Me”, pegando elementos emprestados de Steve Angello e Laidback Luke com a memorável “Show Me Love”.
Em “Matilda”, HarryStyles promove uma desmistificação profunda do conceito de família e de lanços sanguíneos, narrando uma personagem que não foi amada por aqueles que deveriam amá-la e encontrou independência e felicidade ao se afastar deles: “você não deve pedir desculpas por ir embora e crescer” resume com consciência assustadora o que significa se libertar das amarras impostas pela sociedade e perceber que o mais difícil é, por vezes, o caminho a ser seguido.
“Vigilant Shit”, sem sombra de dúvida a faixa mais original de ‘Midnights’ (décimo álbum de Taylor Swift), puxa aspectos de ‘Reputation’ para um electro-synth comedido e uma história de vingança arrepiante (“eu não me visto para mulheres, não me visto para homens; ultimamente, me visto para vingança”), arrancando semelhanças de “Look What You Made Me Do” e pincelando com pulsões à la Charli XCX.
Além de ter lançado o impecável ‘CRASH’ e ter participado da trilha sonora de ‘Morte Morte Morte’, Charli XCXse uniu ao icônico DJ Tiësto para uma celebração do dance-pop com a incrível e sensual “Hot In It”. A faixa é destinada essencialmente às pistas de dança e funciona como uma incursão incrível da música eletrônica com um refrão impregnante e uma forte batida que nos impede de ficar parados por muito tempo.
O segundo single de ‘Dirt Femme’, quinto álbum da incrível Tove Lo, não poderia ficar de fora da nossa lista. A produção irretocável da faixa traz o melhor do electropop à tona, seja com a multiplicidade de camadas vocais, seja com o uso pungente dos sintetizadores – escolhas que refletem a habilidade do produtor A Strut e que fala sobre um relacionamento que chegou ao fim da pior forma possível e que, mesmo assim, deixará memórias.
Demi Lovato retornou para o mundo da música com o aguardado ‘Holy Fvck’ este ano, abandonando o estilo mais conceitual que vinha apresentando e apostando nas raízes do pop-rock. “29”, facilmente uma das melhores faixas do álbum, choca pela produção comedida e pelos potentes vocais da artista, infundida em uma história de disparidade etária, daddy issues e a tênue linha entre o consentimento e a manipulação.
Selena Gomez se tornou uma das porta-vozes sobre saúde mental e, com o lançamento do documentário ‘Minha Mente & Eu’, aproveitou a oportunidade para retornar ao mundo da música com uma ótima balada pop. Intitulada “My Mind & Me”, a potente canção fala sobre a fragilidade mental da cantora e compositora, caminhando para uma história de superação e fraternidade consigo mesma (eternizada pelo verso “nós não nos damos vem às vezes, e fica difícil respirar”).
37. “MISUNDERSTOOD”, BANKS
A breve faixa “Misunderstood”, da artista BANKS, é uma sinestésica obra-prima que aposta fichas numa produção conceitual, retumbante e guiada pela confluência de estilos que reflete o apreço da cantora e compositora por misturar gêneros conflitantes entre sim – e, ao longo de efêmeros 1:42, ela emplaca uma das melhores música do ano com a fusão entre R&B e pop alternativo.
ROSALÍA causou um grande impacto ao retornar ao cenário fonográfico com o aclamado ‘MOTOMAMI’, facilmente um dos melhores álbuns do ano e da década. E, em meio a tantas faixas impecáveis, tivemos a presença da minimalista “Kombi Versace”, que mistura o experimentalismo dos sintetizadores com vocais em falsetto e uma presença demarcada do reggaeton.
35. “HEUTE NACHT”, Maddix
Maddix é provavelmente um nome do qual você nunca ouviu falar – mas que mereceu seu lugar na nossa lista com a desconhecida faixa “Heute Nacht”. O DJ alemão superou todas as expectativas ao entregar um techno conceitual que tem todos os elementos do gênero, incluindo o crescendo que premedita o refrão e uma celebração da vida noturna (“esta noite será incrível”, diz uma robótica voz).
Com “Bad Habit”, Steve Lacy alcançou o topo da Hot 100 da Billboard e serviu como uma divisora de águas na carreira do cantor e compositor. A faixa foi assinada por Lacy em colaboração a Diana Gordon, John Kirby, Foushée e Matthew Castellanos, e trouxe inúmeros elementos a uma construção memorável em R&B, lo-fi e funk-pop.
Megan Thee Stallion vem quebrando inúmeras barreiras de gênero dentro da configuração do rap e do hip-hop e, depois do aclamado ‘Good News’, retornou com o ótimo ‘Traumazine’. Dentro da produção, temos o single“Plan B”, uma antêmica incursão de empoderamento que fala sobre um problemático relacionamento que a rapper teve no passado.
“God Turn Me Into a Flower” traz uma celebração melancólica do enfrentamento dos problemas, em que a cantora clama por Deus para que ele a transforme em uma flor, um símbolo de força que é associado erroneamente à fragilidade – pois, quando ela cai, ela não se estilhaça como um copo de vidro. Cada nota proferida pelos sintetizadores ou pela multiplicidade de vozes é pensada com exímia cautela, adotando elementos teatrais que nos relembram de Fiona Apple e que se desvencilham de um melodrama desnecessário.
31. “NOBODY LIKE U”, 4*TOWN
Em 2022, a Pixar lançou a animação ‘Red – Crescer é uma Fera’, cuja história acompanha uma jovem garota apaixonada por uma boyband e com o poder de se transformar em panda quando passa por experiências estressantes. É claro que o filme contaria com uma trilha sonora memorável, incluindo a canção “Nobody Like U”, estruturada pelos múltiplos vencedores do Grammy Billie Eilish e Finneas O’Connell (e uma das cotadas para a próxima edição do Oscar). A faixa pega elementos do pop dos anos 1990 e faz referências nostálgicas a grupos como N*SYNC e Backstreet Boys.
A artista Mitski vem ganhando espaço no cenário fonográfico ano após ano e, em 2022, lançou o elogiadíssimo ‘Laurel Hell’, seu sexto álbum de estúdio. O compilado de originais é uma celebração do synth-pop, do electro-pop e do nu-disco – e a faixa que melhor o representa é a instigante “Love Me More”, lançada como quarto single e que, em uma produção impecável e muito bem pensada, fala sobre a necessidade de ser amada.
Bad Bunny fez um estrondo gigantesco ao lançar o álbum ‘Un Verano Sin Ti’ em 2022, trazendo a música latina com mais força para o cenário mainstream americano. “Tití Me Preguntó”, afastando-se das costumeiras incursões do reggaeton, apresentou um novo lado do cantor ao misturar dembow e psychedelia, puxando elementos do dancehall centro-americano e arquitetando uma atmosfera sensual e dançante.
28. “SUMMER RENAISSANCE”, Beyoncé
No aclamado ‘Renaissance – Act I’, nada poderia nos preparar para a estonteante conclusão intitulada “Summer Renaissance”, cujas conhecidas peculiaridades de Beyoncé são interpoladas pela clássica “I Feel Love”, honrando a parceria entre Summer e o imortal pai do disco Giorgio Moroder, em uma expressividade hi-NRG de tirar o fôlego.
“honda” nos chama a atenção por manter-se fiel à identidade da performer e por fornecer um lado mais costumeiro, por assim dizer, permitindo que ela brinque com aspectos como o atabaque, o kissange e o corpo gospel. Além disso, a parceria com o rapperPa Salieu carrega uma química categórica, reafirmada pelo fraseamento divertido e bastante rítmico de cada verso, que foge das obviedades e nos engolfa em uma aventura aprazível e completa.
Em seu álbum de estúdio homônimo, Anaïs Mitchell nos presenteia com a singela e atmosférica “Brooklyn Bridge”, reafirmando-se como uma das storytellers mais potentes da atualidade – e cada palavra suspirada e tecla apertada demonstra uma confiança íntegra e uma sutileza poética que já foram emuladas diversas vezes nos últimos tempos
Logo na primeira metade de ‘Midnights’, Taylor Swiftentrega inflexões poéticas aplaudíveis e que se configuram como algumas das melhores da carreira da performer. “Maroon”, em contraposição à faixa anterior, mergulha na repetição tonal de modo evocativo, nos levando de volta para ‘1989’ e ‘Lover’ (em especial a faixa “The Archer”, que grita synth-dream com todas as forças) e guiada por uma espécie de teoria de cores que dialoga com sensações e com a realidade percebida pela cantora
24. “DAFFODIL”, Florence + the Machine
‘Dance Fever’ marcou o glorioso retorno de Florence + the Machine ao mundo da música – e uma das principais entradas do disco é “Daffodil”, uma mítica peregrinação de autorreflexão, lidando com uma expressividade que se transpõe ao literário e borra a separação entre os tipos de arte (considerando que o alcance sensorial da obra é múltiplo e avança até mesmo para o industrial psicodélico).
‘The Gods We Can Touch’ é, facilmente, a obra-prima de AURORA, recheada de diversas faixas de tirar o fôlego. Uma das melhores é, sem dúvida, “You Keep Me Crawling”: nesta track, temos o início de uma tendência teatral que viria ser explorada em outras incursões. A progressão é pincelada pela densidade dramática do piano, do violino e da bateria, abrindo espaço para uma rendição espetacular e tocante que discorre sobre um relacionamento tóxico de que o eu-lírico não consegue escapar (Por que eu continuo implorando como o animal? Talvez seja porque eu precise servir alguém).
Com “Vegas”, música original da cinebiografia ‘Elvis’, Doja Cat nos leva para um clube à la Nova Orleans dos anos 1950, misturando passado e presente em uma divertida releitura da carreira de Elvis Presley, o rei do rock. Doja já mostrou que é uma das grandes vozes da atualidade e, continuando a nos encantar com seus versos pungentes, se diverte como nunca.
21. “FAST TIMES”, Sabrina Carpenter
Em ‘emails i can’t send’, quinto álbum de Sabrina Carpenter, são várias as tracks que nos chamam a atenção – e, sem dúvida, “Fast Times” é uma das que despontam como uma das mais bem arquitetadas, seja pelas inclinações ao post-disco ou pelos elementos do funk setentista que pincelam as estrofes (e isso sem comentar o ótimo videoclipe inspirado em ‘Kill Bill’ e ‘As Panteras’ que Carpenter protagoniza)
20. “FREE YOURSELF”, Jessie Ware
Apesar de não termos sido agraciados com mais um álbum, Jessie Ware não deixou de fazer sua participação em 2022 e lançou o incrível hino de autoaceitação e empoderamento “Free Yourself”. A faixa permitiu que Ware continuasse a explorar sua paixão por incursões dos anos 1980 e 1990 em uma narrativa sobre libertar a si mesmo, guiada pelas notas conhecidas do italo disco, do house e do dance-pop.
Rina Sawayama já havia feito um estrondoso barulho quando lançou ‘SAWAYAMA’ em 2020 e, dois anos mais tarde, está pronta para retornar com um aguardado álbum de originais. O primeiro vislumbre de seu novo disco veio sob a forme de “This Hell”, um divertido e ácido rock-pop que usa tiradas geniais e comentários sarcásticos sobre a retrocesso da comunidade para com as minorias – aproveitando para fazer alusões a ícones como Lady Di, Britney Spears, Paris Hilton e Whitney Houston.
18. “ABOUT DAMN TIME”, Lizzo
Já faz três anos desde que Lizzo parou o mundo com o lançamento de seu último álbum de estúdio – mas, atendendo nossas preces, ela está retornando para o cenário musical. O lead single de seu próximo compilado, “About Damn Time”, estende-se para o saudosismo inebriante do final dos anos 1970 e começo dos anos 1980, com um nu-disco absorvido pelo funk-pop, marcado pelas impactantes notas do piano e por um baixo arrepiante – além de uma narrativa de empoderamento própria da identidade da cantora.
Baco Exu do Blues se envolveu na própria reflexão com ‘QVVJFA?’, lançado em fevereiro deste ano com uma fusão de inúmeros estilos musicais. Aqui, a faixa “4 da manhã em Salvador” fecha esse arco introspectivo e adota um teor mais biográfico, consagrando-se como a canção mais latinizada do álbum (com a presença inesperada do violão) e uma narrativa de superação que denuncia a opressão sistêmica dos não privilegiados.
Depois da nostálgica incursão de ‘Sunshine Kitty’, que merecia mais reconhecimento do que tem, a performer sueca Tove Lo foi escalada para compor e cantar uma das faixas originais da aclamada série adolescente ‘Euphoria’, estrelada por Zendaya. Intitulada “How Long”, o pulsante electro-dark parte da perspectiva de um eu-lírico marcado por tristezas e decepções, declamando sobre um relacionamento tóxico que, na verdade, nunca foi verdadeiro.
Dove Cameron começou a fazer sucesso no Disney Channel e, depois de ter protagonizado a trilogia ‘Descendentes’, começou a investir em peso em sua carreira musical. “Boyfriend”, dessa maneira, representa um divisor de águas em sua discografia, tanto pela sensual rendição, quanto pelo ácido liricismo que remete às incursões iconográficas de Ariana Grande. Além disso, a envolvente produção pega múltiplos elementos e, construindo uma atmosfera dark, parece ter saído de uma trilha sonora da franquia ‘007’.
Aliando-se novamente a Aaron Dessner, cujo toque especial na produção transmuta a melodia em uma mística aventura recheada de segredos a serem descobertos,Taylor Swiftnos carrega a um caudaloso e narcótico rio do qual não queremos sair com ‘Carolina’, música-tema de ‘Um Lugar Bem Longe Daqui’. E, certamente, é a irretocável poética presente na composição, estampada com rimas inteligentes e uma cadência envolvente, que nos relembra do paixão que sentimos por essa artista tão espetacular que conhecemos.
Kendrick Lamar voltou em 2022 com mais um projeto espetacular, intitulado ‘Mr. Morale & the Big Steppers’. Uma das faixas que melhor representa as ideias por trás do álbum em questão é “N95”, que continua o projeto de descontruir os engessamentos musicais em uma crítica narrativa em hip-hop que imprime jazz, blues e rap, arquitetando enredos de consciência social que nos envolvem desde as primeiras batidas.
Björkescolheu “Atopos” como a faixa de abertura e como lead single da inesperada obra-prima ‘Fossora’ – e a própria nomenclatura da música já indica o que podemos esperar do álbum. Se você nunca ao menos cruzou caminho com uma canção composta por Björk, digo que nenhuma das escolhas é por acaso e que cada engrenagem pertence a uma macroestrutura que rompe com as barreiras sonoras e expande-se para teoremas filosóficos e análises sociológicas sobre o homem em si e dentro da sociedade.
11. “PURE/HONEY”, Beyoncé
‘Renaissance – Act I’ tornou-se um evento ao finalmente ser divulgado para os fãs de Beyoncé, reiterando, mais uma vez, a versatilidade invejável de uma das maiores artistas da história. E, como já é de se esperar, escolher as melhores músicas dentro deste imaculado e testamentário compilado não é um trabalho fácil; de qualquer forma, é notável como “Pure/Honey” é uma das entradas que nos roubam a atenção por sua construção ostensiva e elegante, pautada no electro-house e neo-disco (que é resumida pelo honrável verso “deve custar um bilhão para parecer tão bem”).
Para cada mínimo e quase imperceptível deslize, Rina Sawayama deu tudo de si para nos presentear com algumas das melhores músicas do ano com o ótimo ‘Hold the Girl’, seu segundo álbum de estúdio oficial. E a faixa-assinatura do compilado veio um pouco depois de seu lançamento oficial, com “Frankenstein” – um mergulho no pop-punk, contando com a assinatura certeira do vencedor do Oscar Paul Epworth e da sempre incrível Lauren Aquilina.
No ótimo ‘CAPRISONGS’, FKA Twigs continua a explorar sua identidade musical com despreocupação apaixonante – e, nesse processo de contínua autodescoberta, arquiteta a irretocável “papi bones”, uma das melhores entradas do álbum e de sua carreira. Aqui, a cantora e compositora discorre sobre o fervor da paixão, à medida que busca referências nas incursões do afrobeats, do reggae e até o mambo, fomentando uma miscelânea sensual e convidativa.
8. “DREAM GIRL EVIL”, Florence + the Machine
Colaborando com Dave Bailey, vocalista da banda Glass Animals, Florence Welch dá vida à narcótica atmosfera de “Dream Girl Evil”, construindo um enredo sarcástico e ácido, revelando a disparidade de gênero em que, quando uma mulher se posa como independente, atrai olhares de desprezo pelos homens: puxando elementos da icônica canção “Freedom!”, de George Michael, Florence abusa de uma retórica com propósito condescendente para com seu interlocutor, perguntando a ele se “eu o desapontei? A mamãe deixou você triste? Eu te faço lembrar de todas as garotas que te deixaram louco?”.
O lead single de ‘Dawn FM’, recente álbum de The Weeknd, veio na forma de “Take My Breath”, uma das melhores canções da carreira do artista. Mantendo um belíssimo diálogo com a clássica “Blinding Lights”, a faixa se lança a um ambicioso projeto que estende ramificações pelo pop psicodélico e pelo disco, fazendo um incrível e desmedido uso de sintetizadores que remontam a Donna Summer com “I Feel Love” e ao lendário pai do disco, Giorgio Moroder. Além de uma coesa e soberba produção, somos agraciados com uma evocativa progressão e vocais poderosos que respaldam a sensual narrativa que se desenrola.
Lady Gaga foi escalada para escrever a música-tema do elogiado ‘Top Gun: Maverick’ e, sem muitas surpresas, a faixa emerge como uma das mais belíssimas entradas de sua gloriosa carreira. Seguindo os passos de “Take My Breath Away”, que comandou o filme original de 1986, a track se volta à estética oitentista e, ao mesmo tempo, se mantém fiel à identidade única da performer, erguendo-se em formosura envolvente e apaixonante, misturando elementos do power-pop e do power-rock em um mergulho ao passado que reafirma o lugar atemporal da artista no cenário fonográfico.
‘Dawn FM’ veio acompanhado de uma aclamação crítica aplaudível e representou uma das melhores entradas da elogiada discografia de The Weeknd. E, nesse soberbo álbum, o cantor e compositor foi impulsionado a fazer o que bem entender e inclusive a lançar tendências (como provavelmente veremos nos meses seguintes, em que outros artistas farão um movimento exploratório e metadiegético promovido pelo artista). É nesse espectro que faixas como “Out of Time”, fazendo alusão a nomes como Marvin Gaye e a Michael Jackson, insurge como um belíssimo laço entre passado, presente e futuro.
A evocativa “Children of the Empire” é uma explosão instrumental que renega a maximização espetacular, procurando um ponto de encontro entre os arranjos que despontam e a rendição irretocável da performer. A princípio, a profusão de instrumentos pode parecer estranha, oscilando entre sintetizadores robóticos, o dedilhar de cordas e as notas ácidas de um piano (tudo pincelado com um coro gospel que surge no refrão) – mas a mixórdia de sensações é um deleite para os ouvidos, principalmente aliada a versos como “nós não temos mais tempo para ficar com medo” e “filhos do império sabem, sabem que não são livres”.
Com ‘MOTOMAMI’, ROSALÍA lançou seu melhor e mais experimental álbum até hoje, utilizando toda sua criatividade para refletir sobre a própria vida. E um dos singles oficiais da produção vem com “Saoko”, uma investida extremamente conceitual que desconstrói conceitos do reggaeton e do cyberpunk, unindo-os em uma alternância de estilos que não poderia ser feita por mais ninguém além dessa já memorável artista.
2. “ALIEN SUPERSTAR”, Beyoncé
Beyoncé voltou com força total em 2022 ao lançar o aguardado e antecipadíssimo ‘Renaissance – Act I’. O projeto, primeiro capítulo de uma ambiciosa trilogia sonora, já ascendeu ao patamar dos melhores do ano e da década (ao menos na opinião desta que vos fala) e honrou a cultura negra com uma celebração antêmica do house e do disco. E, dentre as várias canções, “Alien Superstar” nos chama a atenção pela produção impecável e pelo caráter explosivo de suas texturas, mergulhando no poder dos sintetizadores, do voguing e dos ballrooms do Brooklyn dos anos 70 e 80 (“olhos em você quando performa, olhos em mim quando eu coloco”)
É provável que você nunca tenha ouvido de falar de Stromae – mas certamente deveria. O cantor e compositor belga retornou em 2022 com o incrível ‘Multitude’ e, dentro dessa melancólica e expressiva jornada, rendeu-se à melhor faixa do ano até agora – a profunda “L’Enfer”. Movida pelas densas notas de um piano clássico e pela interpolação com urgentes sintetizadores, a canção fala sobre depressão e pensamentos suicidas, enquanto realiza uma compressão niilista sobre o mundo e sobre a vida.
Quando montamos essa lista, SZA ainda não havia lançado o irretocável álbum ‘SOS’. Para não reestruturarmos o ranking inteiro, resolvemos dedicar uma seção hors concours para a icônica cantora e compositora e colocar “Good Days” como uma das melhores incursões do ano. A faixa traz aspectos do R&B alternativo, do neo-soul e do soul psicodélico, alimentado por uma atmosfera saudosista dos anos 2000 e inclusive conquistando uma indicação ao Grammy de Melhor Música R&B.
O Prime Video divulgou o cartaz e a data de estreia oficiais da 4ª e última temporada de ‘Jack Ryan‘, série estrelada por John Krasinski (‘Um Lugar Silencioso’).
Os novos episódios serão lançados no dia 30 de junho na plataforma de streaming.
Confira:
Composta por 8 episódios, a terceira temporada mostrará o personagem titular “em fuga e em uma corrida contra o tempo. Jack é acusado em uma grande conspiração e se torna um fugitivo. Agora, caçado por todos os lados, ele é forçado a se esconder para se manter vivo enquanto tenta prevenir um enorme conflito global”.
Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª (e última) temporada!
Criada por Carlton Cuse e Graham Roland, a série traz o protagonista dos livros de Tom Clancy, mas não é realmente baseada em nenhuma trama escrita pelo autor.
Jack Ryan (Krasinski) é um analista promissor da CIA que segue um padrão de comunicações terroristas, levando à descoberta de uma estratégia intrincada que tem como meta a destruição global.
Os episódios finais da 4ª e última temporada de ‘Patrulha do Destino’ já estão disponíveis no catálogo da HBO Max.
Os capítulos de encerramento foram lançados na plataforma de streaming no último dia 12 de outubro.
Relembre o trailer:
Na primeira parte do ciclo final, os protagonistas acabaram presos em uma dimensão chamada Orqwith. Já na mansão, o refrigerador contendo uma criatura perigosa foi deixado acidentalmente aberto.
De acordo com o diretor Bosede Williams, em entrevista ao Entertainment Weekly, os novos episódios irão continuar imediatamente a partir destes ganchos na narrativa: “O criador da série [Jeremy Carver] realmente queria apresentar a dimensão Orqwith para os fãs, porque ela tem sido mencionada desde a primeira temporada.”
Ele completa, “Nós sabíamos que essa dimensão devia ser sombria e desorientadora porque os personagens nunca haviam visto algo parecido. Devia ser algo sinistro para realmente tirá-los de sua zona de conforto.”
Apesar do cancelamento, os fãs podem ficar despreocupados, pois o ator Mark Sheppard (‘Supernatural’), intérprete de Willoughby Kipling, disse à Entertainment Weekly que a atração terá um desfecho apropriado em respeito ao público.
“Sinceramente, acho que estávamos preparados para esse cancelamento. O final da 4ª temporada é muito bom. É muito bom como um final para a história em si. O que posso garantir é que tivemos a oportunidade de fazer quatro temporadas de um lindo trabalho. Foi uma alegria e tanto.”
Os membros da Doom Patrol sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através de The Chief, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.
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