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‘Casa Gucci’: Jared Leto fala sobre as CRÍTICAS à sua atuação na cinebiografia

Seja qual for o filme, as atuações de Jared Leto costumam gerar bastante comentários, positivos ou negativos, sejam por sua transformação física ou pela entrega ao espírito de um determinado personagem.

Em seu trabalho mais recente, o astro deu vida designer de moda e empresário Paolo Gucci e conquistou a internet por conta de sua performance exagerada.

Em entrevista para o Screendaily, Leto comentou sobre a recepção do público e dos críticos e revelou que não prestou atenção no que estavam falando sobre ele.

“Eu posso imaginar a reação das pessoas ao me verem neste filme porque é uma grande mudança na aparência e no meu jeito de ser. Mas, para falar a verdade, eu não me importo com críticas e não leio comentários, só quis dar o meu melhor. Aquele Paolo é o melhor que posso fazer. Se você não gosta do meu trabalho, tudo bem. Mas foi muito bom interpretá-lo, e eu cavei o mais fundo que pude.”

Leto também explicou o que o fez se interessar pelo papel.

“Eu poderia me relacionar com o desejo de Paolo de ser levado a sério como artista, seu desejo de ser ouvido, seu desejo de criar algo especial e compartilhá-lo com o mundo. Isso foi o que mais me desafiou e motivou enquanto eu mergulhava no papel. Ele me lembrava muito meu avô, que tinha um tipo de charme travesso e era cheio de vida e riso. Na minha vida pessoal, eu sou bastante reservado e tímido, a menos que esteja no palco ou diante de um set, então eu amo que Paolo estava praticamente cantando e dançando o tempo todo.”

Anteriormente, Leto contou ao The Jess Cagle Show, que adoraria fazer uma pré-sequência focada em seu personagem e em Aldo (Al Pacino), pai de Paolo.

“Eu adoraria fazer uma pré-sequência de ‘Casa Gucci’, ele comentou. ‘Apenas Nós Dois’, poderia ser o [nome do filme]”.

Lembrando que o filme, dirigido por Ridley Scott, será lançado em formato digital no dia 1º de fevereiro. Já o lançamento das versões on demand, DVD e Blu-ray acontece em 22 de fevereiro.

A cinebiografia foi um sucesso de público nas telonas, ultrapassando a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 44.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 61.3 milhões. Ao total, a produção já arrecadou US$ 106.1 milhões mundialmente.

Relembre o trailer:

Casa Gucci‘ é inspirada na chocante história real do império da família por trás da italiana casa de moda Gucci. Abrangendo três décadas de amor, traição, decadência, vingança e em última instância, assassinato, vemos o que um nome significa, o que vale e quão longe uma família para se manter no controle.

Adam Driver, Jeremy IronsAl PacinoSalma Hayek, Jack Huston e Reeve Carney também estrelam.

A trama é adaptada do romance de não-ficção ‘The House of Gucci: A Sensational Story of Murder Madness, Glamour, and Greed’.

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‘Batman’ surge em pose ameaçadora em novo pôster internacional; Confira!

Através do Twitter, a Warner Bros da Coreia divulgou um novo pôster de ‘Batman‘, mostrando o herói caminhando enquanto uma explosão toma conta do cenário.

A imagem faz parte da cena em que o Homem-Morcego vai em direção ao Pinguim (Colin Farrell) depois de bater em seu carro com o Batmóvel.

Confira:

Lembrando que ‘Batman‘ estreia em 03 de março nos cinemas nacionais, e terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.

Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.” 

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

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‘Batman’ recebe nova classificação indicativa por cenas de nudez e conteúdo sexual

Recentemente, ‘Batman‘ recebeu classificação indicativa para maiores de 13 anos em virtude do “forte conteúdo violento e perturbador, conteúdo sobre drogas, linguagem forte e material sugestivo”.

Mas, de acordo com o Comic Book, o Irish Film Classification Office sugeriu que o próximo do Homem-Morcego seja indicado para maiores de 15 anos.

Isso porque o longa dirigido por Matt Reeves terá cenas de nudez e conteúdo sexual moderado.

Este é o primeiro filme do Batman desde ‘O Cavaleiro das Trevas‘ a receber a sugerida classificação.

Títulos como ‘Batman Begins‘ (2005), ‘O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012)’ e ‘Batman vs Superman foram todos liberados para crianças a partir dos 12 anos de idade.

Lembrando que ‘Batman‘ estreia em 03 de março nos cinemas nacionais, e terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.

Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.” 

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

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Crítica | ‘Nothing Compares’ mostra como a cantora Sinéad O’Connor sempre esteve certa, mas o mundo não estava preparado para isso

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

Popularmente conhecida como uma artista de um hit só (ou One-hit Wonder, no inglês), Sinéad O’Connor talvez seja uma das figuras mais marcantes para a juventude dos anos 90. Vinda de uma fonte semelhante a de Alanis Morissette – embora suas origens sejam diferentes -, ambas fazem parte de um movimento artístico musical em que vozes femininas diversas começaram a ganhar os holofotes. Sem a clássica feminilidade e com um visual muito mais subversivo, as duas ainda deram início a um tempo diferente que até hoje reverbera na cultura POP.

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E é com essa abordagem que Kathryn Ferguson chega ao Festival de Sundance com Nothing Compares. E embora o título instantaneamente nos leve ao maior hit da cantora irlandesa, Nothing Compares 2 U, ledo engano achar que em algum segundo sequer desse documentário essa lindíssima canção será tocada. O patrimônio de Prince – autor da música – impediu que a versão de Sinead aparecesse em tela, nos deixando à deriva em relação ao que foi o maior momento musical da carreira da cantora.

Mas a cineasta sabe em que território pisa e não deixa a ausência de uma canção tão poderosa comprometer a história que se propôs a contar. Porque aqui, muito mais importante do que a longeva e pouco conhecida carreira musical de O’Connor é sua jornada sociocultural como um artista vanguardista – para o bem e para o mal. De comportamento tímido nos bastidores, mas de atitude voraz e controversa nos palcos, a cantora foi uma dicotomia ambulante, uma jovem mulher marcada por traumas e uma infância abusiva, disposta a romper com este ciclo. Mas nos anos 90, ninguém estava preparado para falar sobre masculinidade tóxica e cultura de abuso. Ainda sim, Sinéad continuou esbravejando nos holofotes (vide sua polêmica performance no Saturday Night Live, em 1992), sempre trazendo mais do que canções, mas sim manifestos desconfortáveis e pouco atraentes.

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E o documentário se compromete a fazer justiça pela cantora, focando apenas em seus três primeiros álbuns – aqueles que conquistaram a América, para dedicar-se mais à turbulenta e talvez necessária jornada desta que, aos 20 poucos anos, já era mãe e ainda denunciava os casos de pedofilia envolvendo o clero da igreja católica. Focando mais no valor sociocultural que seu posicionamento como artista teve não apenas no auge dos anos 90, como também nos anos que se seguiram, Nothing Compares honra a sua memória, apontando – de forma categórica – que para que muitas artistas femininas da contemporaneidade pudessem voar, Sinéad O’Connor precisou percorrer uma caminhada bem sacrificial.

Fugindo do estigma de que Sinéad teria se tornado uma cantora de one-hit wonder – como a própria MTV tantas vezes a chamou, o doc realmente nos ensina o quão à frente do seu tempo ela de fato estava, tanto em seu icônico e irreverente estilo, bem como em suas posições sociais em prol das mulheres e de tantas outras causas. E ainda que a artista não seja devidamente reconhecida pelas batalhas que tentou travar nos anos 90 – em uma época em que ninguém estava preparado para isso, a diretora nos prova que sim, bem ou mal, a artista foi fundamental para que tais conversas sobre o corpo da mulher, a definição de feminilidade e os crimes da igreja católica fossem devidamente tratados em âmbito público.

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Trazendo imagens de arquivo e até mesmo simulações que recriam a infância e o estrelato da artista, a produção destrói o rótulo de “louca” dado por um mundo que hoje é apenas uma memória do passado. E ainda que não seja perfeito, Nothing Compares é pontual em sua narrativa. Ultrapassando as fronteiras da musicalidade, a produção destrincha o significado de cada movimento da artista, que abrindo mão de fama e do sucesso, não se calou perante as algumas das maiores controvérsias mundiais. E por essas outras, quer gostemos ou não de Sinéad, nós devemos a ela nossa gratidão e um genuíno pedido de desculpas.

‘The Flash’: Grant Gustin negocia renovação de contrato para a 9ª temporada

De acordo com o TV Line, Grant Gustin está em negociações com a CW para renovar seu contrato como intérprete de Barry Allen numa possível 9ª temporada de ‘The Flash‘.

O Deadline também divulgou que Gustin teve a opção de retornar para várias temporadas e que seu novo contrato trará um aumento considerável, com o salário estimado em mais de US$ 200.000 por episódio.

No entanto, o próximo ciclo deve ter em torno de 13 a 15 episódios.

Em 2020, Gustin já havia revelado ao podcast Inside of You que a pandemia do COVID-19 havia obrigado os responsáveis pela série a encerrarem a produção após a 8ª ou 9ª temporada.

Na ocasião, ele disse que:

“Estávamos conversando sobre levar a série para além da 8ª temporada, mas com todas essas paralisações, não levamos a ideia para frente. Se possível, talvez possamos encerrar com uma 9ª temporada. Quando voltarmos [a gravar], não sei se essas conversas serão retomadas de onde paramos.”

Infelizmente, a série perdeu bastante apoio dos fãs após a saída de Carlos Valdes (Cisco Ramon) e Tom Cavanagh (Harrison Wells) do elenco regular na 7ª temporada.

Além disso, outra reclamação são os efeitos visuais precários e as tramas repetitivas.

E aí, você acha que a série deve ser renovada ou encerrada?

Lembrando que a CW divulgou uma nova promo oficial dos próximos episódios da 8ª temporada.

Intitulado ‘Journey’, o vídeo confirma o retorno do ciclo para o dia 09 de março de 2022.

Confira:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

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‘Kimi’: HBO Max divulga as primeiras imagens do suspense estrelado por Zoë Kravitz; Confira!

A HBO Max divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘‎‎Kimi’‎‎, vindouro suspense dirigido por Steven Soderbergh (‘Contágio’).

Estrelado por Zoe Kravitz (‘Batman’), o longa tem estreia marcada para 10 de fevereiro na plataforma de streaming.

Confira as imagens e o trailer:

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KIMI é uma assistente digital como Alexa/Siri. Ela ouve o que você diz o tempo inteiro, gravando tudo para uma corporação. Quando Angela Childs, uma intérprete dos arquivos escuta um assassino enquanto analisava os áudios, ela fica completamente aterrorizada, mas falha em conseguir o apoio dos seus colegas de trabalho. Por que eles não querem que ela chame a atenção das autoridades?

O elenco conta com Jaime Camil, Erika Christensen, Derek DelGaudio, Robin Givens, Charles Halford, Devin Retray, Jacob Vargas e Rita Wilson.

‘O Livro de Boba Fett’: Grogu e Luke Skywalker podem aparecer na derivada de ‘O Mandaloriano’

No 5º episódio de ‘O Livro de Boba Fett‘, Din Djarin (Pedro Pascal) é recrutado por Fennec Shand (Ming-Na Wen) para ajudar Boba Fett (Temuera Morrison) em sua guerra pelo poder em Tatooine.

Mas, antes de ajudar Fett, o Mandaloriano diz que precisa fazer uma visita a Grogu, o Baby Yoda.

Quem acompanha a franquia, sabe que o pequeno alien foi levado por Luke Skywalker para ser treinado como Jedi e aprender a controlar a Força.

E, de acordo com o Cinelinx, tanto Luke quanto Grogu devem fazer uma pequena aparição na série de Fett.

Ainda que não haja confirmação sobre o rumor, Morrison disse ao The Hollywood Reporter que o último episódio da atração tará uma surpresa que vai deixar os fãs de queixo caído.

“Nem sei se eu poderia falar isso. Mas, sim, o episódio 7 está imperdível e cheio de surpresas.”

Quando questionado se essas surpresas seriam do nível ‘Luke Skywalker’, o astro brincou, dizendo:

“Digamos que sim! Temos algumas coisas boas chegando. Aguardem, apenas aguardem.

Anteriormente, Morrison já havia dito ao TV Insider que:

“Esse programa introduz diversos novos personagens e resgata alguns já conhecidos do público. O que eu posso dizer é que está cheio de surpresas… E espero que essas surpresas não roubem toda a atenção.”

Lembrando que o próximo episódio de ‘O Livro de Boba Fett‘ estreia em 02 de fevereiro.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série também explora o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.

Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi‘.

“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filoni e Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.” 

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‘Batman’: Herói ostenta o Batmóvel em BELÍSSIMO banner da adaptação; Confira!

Um usuário do Twitter divulgou novas imagens de ‘Batman‘, que estão circulando pelo mundo, incluindo um belíssimo banner do herói em frente ao Batmóvel.

Confira:

Há algumas semanas, o diretor Matt Reeves disse à Empire que o veículo foi diretamente inspirado em ‘Christine, o Carro Assassino‘, clássico romance do autor Stephen King.

Para quem não se lembra, Christine é um modelo Plymouth Fury 1958, que é restaurado por um adolescente e ganha vida por conta própria para se vingar de qualquer pessoa que atormente seu novo dono.

“Eu pensei que esse Batmóvel deveria ser não apenas intimidador, mas algo sombrio. Então pensei nele quase como uma versão de ‘Christine‘, de Stephen King. Eu gostei da ideia do próprio carro como uma figura de terror, com uma aparência animalesca para realmente assustar as pessoas que estão sendo perseguidas pelo Batman.”

Como foi visto nos trailers, o novo Batmóvel não é apenas um veículo tático, mas também tem um visual realmente assustador, com sua carroceria revelando as engrenagens e soltando chamas por todos os cantos.

E aí, você está curioso para ver a nova versão do veículo em ação?

Lembrando que ‘Batman‘ estreia em 03 de março e terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.

Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.” 

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

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‘Os Fantasmas se Divertem’, ‘Harry Potter’ e as referências à cultura pop no novo clipe da Anitta, “Boys Don’t Cry”

Goste ou não, Anitta se tornou um sucesso no mundo da música e, aspirando às suas principais influências, promoveu uma grandiosa mudança em sua carreira – que a permitiu viajar sem muitos problemas do funk ao pop e ao reggaeton.

Agora, pronta para dar continuidade à sua carreira, a cantora e compositora brasileira apostou suas fichas em um outro mercado fonográfico – o synth-pop, fazendo um brusco mergulho nos anos 1980 com a recente faixa “Boys Don’t Cry”. Mais do que isso, ela também ficou responsável pela direção de um ótimo videoclipe, colaborando com Christian Breslauer para criar um universo deliciosamente anacrônico de referências da cultura popular.

É claro que Anitta não foi a primeira a fazer isso, considerando que aludir a clássicos é uma prática quase tão antiga quanto a própria música. A rapper Iggy Azalea, por exemplo, reviveu a rom-com adolescente ‘As Patricinhas de Beverly Hills’ com o clipe de “Fancy”, enquanto Beyoncé Lady Gaga deram uma de ‘Thelma & Louise’ em “Telephone”.

Pensando nisso, montamos essa brevíssima maneira analisando as principais homenagens imagéticas que Anitta fez com sua nova música – desde Os Fantasmas se Divertem até ‘Harry Potter’.

Confira:

THRILLER (1983)

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Thriller não é apenas o título de um dos álbuns mais importantes de todos os tempos no mundo da música, mas também é o nome dos memoráveis videoclipe e música de Michael Jackson. E, enquanto a própria produção já se inspira em filmes de terror, Anitta aproveitou o magistral sucesso de Jackson para fazer sua própria investida, utilizando uma paleta de cores e uma fotografia similares ao clipe de 1983, além de fugir de uma horda de zumbis que a perseguem numa rua deserta. Há também uma alusão mais comedida ao próprio letreiro da música de Jackson, que nos arremessa de volta para os anos 1950 e para os filmes de monstros do cinema.

OS FANTASMAS SE DIVERTEM (1988)

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O icônico terror cômigo dirigido por Tim BurtonOs Fantasmas se Divertem, foi um dos principais títulos a influenciar Anitta para a estética de “Boys Don’t Cry”. Além de aparecer com um figurino que emula, de certa forma, o antagonista Beetlejuice, a performer também cria um paralelo mais visível com o belíssimo vestilo de tule vermelho e o penteado oitentista da cena acima, que é inspirado no mesmo traje de Winona Ryder no longa-metragem de 1988.

TITANIC (1997)

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Em uma determinada sequência – no caso, antes de andar pelo altar de uma igreja para se casar -, a personagem vivida por Anitta se prepara para as festividades e é auxiliada por duas outras mulheres a colocar um espartilho branco. A vestimenta, popular no final do século XIX e no começo do século XX, corrobora o colar que adorna o seu pescoço e que, inesperadamente, remonta ao mesmo colar que Rose DeWitt (Kate Winslet) utilizou no épico trágico Titanic, o Coração do Oceano.

O QUINTO ELEMENTO (1997)

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O Quinto Elemento é uma das produções que melhor representam as infinitas possibilidades do gênero sci-fi – e eternizou o nome de Luc Besson no cenário fílmico. A estética futurista do longa-metragem foi adotada em partes por Anitta em “Boys Don’t Cry”, utilizando a estética da personagem vivida por Milla Jovovich para construir sua própria imagem, principalmente no tocante à similar peruca que veste na cena acima.

HARRY POTTER E A PEDRA FILOSOFAL (2001)

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OK, acho que todos conseguiram pegar essa daqui. Em determinado momento do clipe, Anitta é atacada por cartas e mais cartas de um insistente pretendente romântico que não aceita tê-la perdido – e que melhor maneira de critica essa atitude invasiva e predatória que pegar uma das cenas mais relembradas do século? A performer resolveu se inspirar em Harry Potter e a Pedra Filosofal, no momento em que a casa do bruxinho titular se é invadida por um turbilhão de cartas, para construir a sequência em questão.

‘Velozes e Furiosos 10’: Fãs estão SURTANDO após escalação de Jason Momoa como vilão da sequência

Ontem foi anunciado que Jason Momoa (‘Aquaman’) foi adicionado ao elenco de ‘Velozes e Furiosos 10‘.

Ao que parece, o astro de ‘Game of Thrones‘ dará vida ao vilão da sequência, o que está levando os fãs à loucura.

Após a notícia, os usuários das redes sociais estão surtando e já estão comemorando a participação de Momoa na franquia de ação.

E até os que não gosta dos filmes estão dizendo que esão na expectativa para conhecer o personagem.

Confira as reações:

Lembrando queVelozes e Furiosos 10‘ será lançado nos cinemas no dia 19 de maio de 2023.

Justin Lin, veterano da franquia, retorna à direção.

O elenco contará com o retorno de Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Sung Kang e Charlize Theron.

Velozes e Furiosos 10 e 11 | Quais ASTROS de Hollywood queremos ver nos últimos filmes da franquia?

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‘Cada um tem a Gêmea que Merece’: Comédia com Adam Sandler será REMOVIDA da Netflix em breve

A comédia ‘Cada um tem a Gêmea que Merece‘, estrelada por Adam Sandler, será removida da Netflix em breve. A produção deixará a grade de programação no próximo dia 01 de fevereiro.

Na trama, Jack, um publicitário de sucesso com uma linda família, enlouquece com a visita de sua irmã gêmea Jill no dia de Ação de Graças. As coisas ficam ainda mais fora de controle quando Jill decide ficar mais tempo.

Katie Holmes, Al Pacino, Eugenio Derbez, Tim Meadows, Nick Swardson e Allen Covert completam o elenco.

Dennis Dugan dirige, a partir de um roteiro escrito por Steve Koren, Adam Sandler e Ben Zook.

Relembre o trailer:

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‘Twenty-Five Twenty-One’: Novo dorama da Netflix ganha apaixonante teaser oficial; Assista!

Os dorameiros de plantão podem comemorar, pois a Netflix continua investindo em novas produções coreanas.

E o seu vindouro dorama ‘Twenty-Five Twenty-One‘ ganhou um apaixonante teaser oficial, que apresenta ao público uma história de amor diferente e que atravessou o tempo.

Assista:

A trama acontece de 1998 a 2021. Em 1998, em um mundo que parece à beira do desastre, duas pessoas com 22 e 18 anos se encontram pela primeira vez, mas acabam se machucando aos 23 e 19 anos. Aos 24 e 20 anos, eles aprendem a confiar um no outro e, aos 25 e 21 anos, começam a se apaixonar.

Na Hee-do, Baek Yi-jin, Go Yu-rim, Moon Ji-woong e Ji Seung-wan estrelam a produção.

A 1ª temporada da série contará com 16 episódios, que começam a ser exibidos no dia 12 de fevereiro de 2022.

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‘Amor para Recomeçar’: Mulher redescobre a vida após o divórcio em divertido trailer da nova série da Netflix

Uma mulher terá que redescobrir a vida após um doloroso divórcio na nova série de comédia dramática da Netflix, intitulada ‘Amor Para Recomeçar‘.

A produção, de origem árabe, ganhou um apaixonante e inspirador trailer oficial legendado. No vídeo promocional, Ola terá que criar seus filhos e recomeçar sua vida profissional, à medida em que cura o coração partido após ser abandonada pelo esposo.

Confira:

Na trama, depois de uma reviravolta na vida, Ola embarca em uma jornada de autoconhecimento enquanto lida com os desafios de criar duas crianças e pagar as contas.

Hend Sabry, Hani Adel, Sawsan Badr e Nada Moussa estrelam a série.

A 1ª temporada de ‘Amor para Recomeçar‘ estreia dia 03 de fevereiro na Netflix.

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‘All of Us Are Dead’: Novo e sangrento vídeo celebra a estreia da série de ZUMBIS da Netflix

A série de zumbis original da Netflix, intitulada ‘All of Us Are Dead‘, já está disponível no serviço de assinatura, com todos os seus episódios da 1ª temporada.

E para comemorar o lançamento, a gigante do streaming lançou um novo e sangrento vídeo, que mostra um grupo de adolescentes sendo dominado por zumbis.

Confira:

A trama foca em um grupo de estudantes do ensino médio que precisa enfrentar situações extremas quando eles ficam presos em sua escola, enquanto uma pandemia de zumbis se espalha rapidamente.

Relembre o trailer:

A produção é baseada em um webtoon de sucesso chamado ‘Now at Our School‘.

A série será escrita por Chun Sung-il e dirigida por Lee JQ e Kim Nam-su.

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Crítica | Kristen Bell é a verdadeira estrela da irregular sátira de suspense ‘A Vizinha da Mulher na Janela’

Uma mulher com passado traumático vive sozinha em uma casa e vira testemunha de um assassinato que todos tentam convencê-la de que foi apenas fruto de sua imaginação. Entretanto, à medida que vence os problemas pelos quais passa, ela se envolve em uma trama perigosa que a lança em um ciclo de autossabotagem mortal. Lutando contra inúmeras adversidades, ela quer encontrar a verdade e provar que não é louca – e que algo muito estranho está acontecendo do outro lado da rua.

Se a premissa parece familiar, é porque rege grande parte dos thrillers psicológicos que saíram nos últimos anos – incluindo o recente ‘A Mulher na Janela’, da Netflix. Mas não se enganem: a breve sinopse do parágrafo acima é, na verdade, a premissa de A Vizinha da Mulher na Janela (ou, como ficou conhecida no original, ‘The Woman in the House Across the Street from the Girl in the Window’, uma resposta ao fracasso crítico e comercial do suspense estrelado por Amy Adams). A verdade é que, talvez como nenhuma outra plataforma de streaming, a Netflix aprendeu a rir com os erros que cometeu e com os vazios projetos a que deu sinal verdade, utilizando a resposta pungente e imediata dos espectadores para brincar com o que lhe foi disposto. Dessa maneira, a série, estrelada por Kristen Bell, usa e abusa propositalmente dos clichês do gênero para transformar um mistério formulaico em uma crítica sátira – ou ao menos tentar fazer isso.

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A história é centrada em Anna (Kristen Bell), uma ex-pintora que passou por um recente divórcio de um psicólogo forense do FBI (Michael Ealy) e perdeu a filha em um brutal assassinato. Passando seus dias com garrafas e mais garrafas de vinho e tentando manter a calma com calmantes, Anna começa a desenvolver uma paixão pelo recém-chegado vizinho Neil (Tom Riley) e, talvez, recomeçar o que outrora perdeu. Entretanto, as coisas viram de cabeça para baixo quando ela descobre que Neil tem uma namorada chamada Lisa (Shelley Hennig) e que, em uma fatídica noite, ela sofre um ataque e leva a protagonista a bancar a detetive para descobrir o que realmente aconteceu.

Como é costumeiro dos thrillers em que a temporada se baseia, Anna percebe que as pessoas à sua volta começam a desconfiar do que ela fala – o que é apenas outro jeito de dizer que ninguém acredita nela. A detetive Lane (Christina Anthony) diz a ela que Lisa está viva e que havia partido para trabalhar na noite anterior, enquanto Neil confirma que a namorada está bem. Mas isso não é o bastante para que Anna deixe de lado suas suspeitas, adotando o costumeiro ar taciturno dos clássicos personagens com síndrome de “salvador” para pôr um fim nas dúvidas que a assolam – e que a impedem de dormir à noite.

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The Woman in the House Across the Street From the Girl in the Window. Kristen Bell as Anna in episode 101 of The Woman in the House Across the Street From the Girl in the Window. Cr. Colleen E. Hayes/Netflix © 2021

O episódio de abertura da série já denota o tom da narrativa, arquitetada com as intenções certas pelos criadores Rachel Ramras, Hugh Davidson e Larry Dorf. Em um momento em que as tramas do gênero em questão parecem não conseguir mais se desvencilhar do óbvio, o único caminho a adotar é a sátira – e, desde os vícios e os fantasmas do passado que se recusam a abandoná-la até a pluviofobia que desenvolveu após a morte da filha, os elementos são utilizados ad nauseam a fim de sustentar uma cômica tradução do que conhecemos. Anna posa como uma mulher prestes a entrar em colapso nervoso, bebendo taças e mais taças de vinho e se deixando levar pela imaginação de suspenses literários e de pensamentos reflexivos que não fazem o menor sentido, mas, sem sombra de dúvida, são divertidos.

O grande problema reside quando as constantes piadas, que ganham uma nova roupagem com a elegante condução de câmera, com a sóbria fotografia e com uma tétrica trilha sonora, começam a ficar repetitivas demais – em um exagero frenético que grita mais alto que seu propósito inicial. Bell faz um trabalho incrível com o que lhe é dado (algo que não nos choca muito, considerando sua performance impecável e aclamada na comédia ‘The Good Place’), e não pensa duas vezes antes de prestar homenagem a tantas outras protagonistas mulheres que explodiram nas telonas e nas telinhas antes dela. A própria personalidade de Anna é uma despretensiosa construção movida a metáforas vencidas, bordões insistentes e um arco que sai de lugar nenhum e chega a nenhum lugar – tudo talhado com intencionalidade memorável.

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Todavia, chegando ao terceiro episódio, nota-se que a singularidade das piadas e a acidez do humor se vê defronte a um beco sem saída, sem saber em que direção seguir e obrigado dar círculos em si mesmo para relembrar, numa constância exaustiva, como cada personagem se comporta. Anna sempre está do lado de uma taça de vinho transbordando e rodeada de garrafas vazias e movimentos reincidentes; Lane é fria e usa da psicologia reversa para alcançar seus objetivos; Carol (Brenda Koo) aparece com uma expressão de julgamento em todas as cenas em que aparece, mostrando-se como a vizinha inconveniente que não tem nada a acrescentar ou a ajudar. E assim o enredo se segue, caminhando para um finale tão forçado que nem dentro desse universo jocoso funciona.

A Vizinha da Mulher na Janela tem o coração no lugar certo, mas isso não significa que o resultado é bom. Aprazível, talvez, em alguns de seus aspectos mais desinibidos – mas, em meio a tantos tropeços e acontecimentos, se engolfa na matéria que critica e é salvo somente por uma carismática e divertida interpretação de Kristen Bell.

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Relação Indecente | Thriller Erótico com Drew Barrymore “e Leonardo DiCaprio” completa 30 anos

Quando participou de E.T. – O Extraterrestre em 1982, um dos filmes mais amados da história do cinema, a então pequena e engraçadinha Drew Barrymore entraria para os anais da sétima arte como uma das sensações mirins dos anos 80. Hoje, ela é um dos maiores exemplos de carreiras começadas na infância que deram certo. Uma estrela estabelecida em Hollywood, dona de inúmeros sucessos e inclusive dona de sua própria produtora de cinema (que retém os direitos de franquias como As Panteras, por exemplo), além de ter se adaptado muito bem aos novos tempos na TV – seja através de parcerias frutíferas com a Netflix ou por ter criado seu próprio talk-show -, definitivamente Drew Barrymore é o que podemos citar como “power house” da indústria.

Existe, porém, um período sombrio na vida pessoal de Drew Barrymore, que refletiu em alguns de seus trabalhos. A ausência de uma figura paterna, e a criação de Jaid Mako (sua mãe) não exatamente exemplar (para dizer no mínimo), levaram a menina de então 9 anos de idade a iniciar um processo autodestrutivo ao ter contato com álcool e dois anos depois ingressar nas drogas. Some a isso a depressão, entradas e saídas de clínicas de reabilitação e a tentativa de suicídio aos 14 anos, fatos que fizeram de Drew Barrymore uma das jovens estrelas mais problemáticas de Hollywood. Em 1995, a atriz posaria para a revista masculina Playboy. Essa história, ainda bem, terminou de forma positiva, com Barrymore se reinventando aos novos tempos e hoje criando de forma própria e digna suas duas filhas.

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Drew Barrymore já foi uma das jovens atrizes mais problemáticas de Hollywood, mas conseguiu dar a volta por cima.

No meio deste turbilhão pelo qual passou, mais precisamente no início dos anos 1990, Drew Barrymore saía da infância e mudava a imagem da criança fofinha de E.T. para a de uma jovem Femme Fatale. Nesse período, muitos produtores decidiram capitalizar em cima da imagem de Bad Girl conquistada pela atriz e a colocaram para estrelar longas provocativos e eróticos. Talvez o pontapé inicial e ápice deste momento em sua carreira seja o filme Relação Indecente (Poison Ivy no original – algo como Hera Venenosa), lançado em 1992. O longa completa 30 anos de estreia em 2022, e apresenta uma Drew Barrymore que o público mais jovem, acostumado com a imagem que a estrela tem hoje – de “tiazona do pavê” -, nem imagina que ela teve um dia. Mas é justamente deste thriller erótico, baseado, em partes, em uma história real, que iremos falar aqui nesta matéria.

Relação Indecente marcou sua estreia em janeiro de 1992, no prestigiado Festival de Sundance, a casa do cinema independente norte-americano. Bancado e distribuído pela New Line Cinema, antes do estúdio se tornar subsidiário da Warner, o longa teve um orçamento pequeno, mostrando seus ares de filme indie, de US$3 milhões. É preciso lembrar que nesta época, Drew Barrymore saía da carreira mirim para mostrar que era uma bela jovem mulher madura, embora na época do lançamento a atriz tivesse apenas 17 anos de idade, sendo ainda menor. A estreia oficial em grande circuito do longa nos EUA ocorreria no dia 8 de maio, e no Brasil chegaria no dia 2 de julho do mesmo ano de 1992.

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Considerada uma “garota má”, Drew Barrymore inicia uma trajetória de filmes como a “femme fatale”.

A história é simples e direta. Drew Barrymore interpreta uma jovem loira e fatal conhecida como Ivy – embora nunca fiquemos sabendo seu verdadeiro nome durante o filme. Ela faz amizade com Sylvie (papel de Sarah Gilbert) e as duas logo se tornam melhores amigas. Sylvie é uma adolescente introvertida e solitária, e Ivy é tudo que ela deseja ser. Vinda de família rica, Sylvie leva a andarilha nova melhor amiga para dentro de sua casa, onde a loira fatal começa a se meter nas vidas dos pais de Sylvie. Ela seduz o patriarca Darryl (Tom Skerrit) e começa a jogar para escanteio a reclusa, deprimida e enferma Georgie, a mãe, papel de Cheryl Ladd. Aqui é onde temos uma destas coincidências curiosas. Ladd foi a pantera Kris Munroe no seriado As Panteras, de 1977 a 1981. E como sabemos, anos mais tarde, em 2000, seria a vez de Barrymore estrelar a primeira versão para o cinema do programa.

Relação Indecente é um filme feminino em seu núcleo, mesmo que há 30 anos no passado produções deste tipo fossem ainda muito raras. Acontece que o longa foi escrito por uma mulher, e também dirigido por uma mulher. Melissa Goodard foi quem bolou a história e escreveu o roteiro. A ideia saiu de uma experiência pessoal da roteirista, quando ela recebeu em sua casa uma amiga, que passou a viver com sua família. Em pouco tempo, a tal amiga havia seduzido o padrasto de Goodard, fazendo a roteirista criar a personagem de Sarah Gilbert no longa para usar como sua persona nesta história.

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Encontro de Panteras. Cheryl Ladd (à direita) vive a matriarca Georgie e foi uma pantera na série de 70. Barrymore levou As Panteras ao cinema anos mais tarde.

Ah sim, e caso você esteja se perguntando onde se encaixa Leonardo DiCaprio nesta história, o ator que é um ano mais velho que Barrymore e já tinha 18 anos, havia protagonizado seu primeiro filme para o cinema no ano anterior, com o “terrir” Criaturas 3 (1991). Aqui, no entanto, para o bem ou para o mal, DiCaprio é creditado apenas como “Rapaz”, não tem nenhuma fala sequer e vive um dos alunos na sala de aula das protagonistas – embora muitos afirmem que ele não aparece no longa, tendo sua cena sido cortada. DiCaprio, é claro, ganharia sua revelação logo no ano seguinte, em filmes como O Despertar de um Homem (com Robert De Niro) e Gilbert Grape: Aprendiz de Sonhador (com Johnny Depp). Em 1995, chamaria atenção com Diário de um Adolescente.

Voltando ao tópico feminino de Relação Indecente, o filme foi dirigido por Katt Shea, pupila de Roger Corman em filmes B de baixíssimo orçamento. A diretora acreditava que essa seria sua grande chance de adentrar o time principal de Hollywood. Não foi o caso. Filmado em 35 dias, a produção viveu para se tornar um fracasso financeiro nas bilheterias em sua estreia, ficando em vigésima posição no ranking dos filmes mais rentáveis daquele fim de semana nos EUA. Em tal fim de semana, quem dominava as bilheterias era outro suspense erótico, este se tornando extremamente popular, querido até hoje, e fazendo de sua protagonista, Sharon Stone, uma estrela renomada internacionalmente. É claro que me refiro à Instinto Selvagem, o grande campeão do ranking. O desempenho de Relação Indecente foi tão pobre junto ao público em seu lançamento, que ficou atrás até de Orquídea Selvagem 2, um fiasco pouco lembrado que não conta com nenhum dos atores do original – apenas com o mesmo diretor. Coincidentemente, no elenco desta sequência temos o mesmo Tom Skerrit.

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No clima de “Lolita”, temos um homem mais velho (Tom Skerrit) seduzido por uma ninfeta vivida por Drew Barrymore.

Mas nem tudo estava perdido para Relação Indecente. O fracasso do filme fechou portas para a cineasta Katt Shea, ao invés de abri-las como ela esperava, mas foi graças ao auge das videolocadoras – que começou seu boom nos anos 1980 – que diversos filmes como Relação Indecente puderam ver uma segunda chance rumo ao sucesso e ao consciente coletivo dos espectadores. O longa ressurgiu em fita nas locadoras, onde fez tanto barulho que encorajou os produtores a lançarem mais duas continuações (direto em vídeo).

Fora isso, é dito que Relação Indecente inaugurou uma nova onda de thrillers eróticos protagonizados por ninfetas sedutoras, subgênero que os especialistas chamaram de “lethal Lolita” e “slutsploitation” – gerando outros longas no estilo protagonizados pela própria Barrymore (A História de Amy Fisher e Enigma Mortal), Alyssa Milano (A Sedução do Mal e Instinto Sedutor) e até mesmo Alicia Silverstone (Paixão sem Limite e Uma Babá Objeto do Desejo). E foi graças a esse ressurgimento em vídeo que Katt Shea pôde seguir com sua carreira no comando de produções como A Maldição de Carrie (1999) e mais recentemente Nancy Drew e a Escada Secreta (2019), com Sophia Lillis.

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Sarah Gilbert e Drew Barrymore iniciavam nova fase de suas carreiras como adolescentes no suspense ‘Relação Indecente’.

Relação Indecente capitalizou em cima da figura de “garota selvagem” de Drew Barrymore – que na época ia a talk-shows como o de David Letterman e levantava sua blusa para o apresentador. Foi um marco importante para a transição e amadurecimento da “garotinha de E.T.” como sua peça-chave na forma como a atriz era percebida então. Em recente entrevista em seu novo programa, Barrymore recebeu Sarah Gilbert, hoje uma lésbica assumida. Gilbert revelou que seu primeiro beijo com uma mulher ocorreu nos bastidores de Relação Indecente, com a então selvagem Drew, e que considerava a jovem atriz a pessoa mais “legal” que já havia conhecido, relatando a forma como a estrela adolescente dançava no capô de carros. Esse trecho emocionante pôde ser encontrado online.

Tudo que nos ocorre é parte essencial de nossa construção evolutiva. E ao olharmos para trás, podemos notar que, há trinta anos, Relação Indecente, considerado trash por uns, e cult por outros, faz parte do sucesso que se tornou a carreira de Drew Barrymore.

 

Opinião | Aos poucos, Sony dá forma ao seu universo ‘episódico’ do Homem-Aranha além do MCU

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

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Desde que acertou a parceria com a Disney para compartilhar o Homem-Aranha com o Universo Cinematográfico Marvel, a Sony começou a experimentar bilheterias que jamais tinha alcançado com o herói. A escolha de Tom Holland para o papel principal criou uma ponte legal com o público jovem e suas participações nos filmes dos Vingadores agradaram aos fãs em geral. Com isso, o estúdio começou a desenvolver seu próprio projeto para explorar o universo do Cabeça de Teia sem necessariamente precisar envolver o Homem-Aranha nisso. No entanto, esse projeto acabou gerando filmes episódicos, tanto para os personagens geridos diretamente pela Sony quanto para os filmes solo do Aranha da Marvel, tendo alguns deles, inclusive, aparecendo momentaneamente no MCU, como é o caso do Venom de Tom Hardy, que deixou seu bebê no universo dos Heróis Mais Poderosos da Terra e só. Sua participação é resumida a uma piada e a um gancho para um filme futuro. Isso pode não ser um problema para alguns, mas acaba criando filmes muito abaixo do que esses personagens tão marcantes, tão icônicos dos quadrinhos, podem render.

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Quando lançado, Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017) veio na ressaca de Capitão América: Guerra Civil (2016), após a brilhante introdução do herói no MCU. Era a primeira aventura solo do Teioso de Tom Holland nesse universo mágico, no qual, nos quadrinhos, o Aranha é um dos pilares. Porém, a história desse filme não agregou em muito àquele universo, tampouco trouxe uma trama grandiosa que fizesse justiça à expectativa criada ao seu entorno.

Ao optar por uma história de menor impacto, mas ainda precisando inserir a megalomania do mundo dos Vingadores, o longa saiu como um filho de pais divorciados. Sem saber se abraça o lado do pai ou da mãe, De Volta ao Lar não consegue ir a fundo na abordagem intimista de uma história mais voltada para o lado Amigão da Vizinhança e também não chega a grandiosidade dos Heróis Mais Poderosos da Terra. É praticamente uma aventura “filler”, assim como aquelas revistinhas mensais que saíam entre uma grande saga e outra que precisavam ser lançadas para que o público se mantivesse fiel ao herói, mesmo que não acrescentasse muito para a mitologia do personagem. Estava ali para “cumprir tabela”.

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Mesmo assim, De Volta ao Lar foi um bom filme, que fez boa bilheteria e recebeu boas críticas. Diante desse cenário positivo, a Sony colocou em desenvolvimento seu plano de ter um universo próprio voltado para o herói sem precisar necessariamente dele. Vale lembrar que a ideia desses spin off‘s vinha desde a fracassada franquia estrelada por Andrew Garfield, que, segundo depoimentos e especulações, pretendia explorar um filme do Sexteto Sinistro, da Gata Negra e até mesmo um longa dedicado à Tia May. Mas, com o mau desempenho da saga, esses projetos foram por água abaixo. Com o sucesso das aparições de Tom Holland, era hora de reviver esse “AranhaVerso”. O primeiro filme, obviamente, foi voltado para um dos maiores vilões do herói, o Venom.

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Estrelado por Tom Hardy, o longa foi um fracasso colossal de críticas, virando piada no meio cinematográfico e sendo menosprezado por muitos. No entanto, a bilheteria foi surpreendente, chegando muito próxima da casa do bilhão. Com essa fortuna, a Sony prontamente aprovou a sequência e o próximo spin off: Morbius. É interessante ver como Venom (2018) conseguiu mesmo dar esse pontapé inicial numa franquia sobre um vilão sem precisar do herói para sustentá-lo. É uma história boba e voltada para a comédia que consegue se manter, mas segue com o problema dos bastidores influenciando na trama.

Em vários momentos, o roteiro faz pequenas referências ao Homem-Aranha, mas sem especificar qual versão do herói poderia ser aquela. Isso porque, na época, havia uma expectativa dos executivos de que Venom fosse integrado ao MCU, o que viria a render um embate entre empresas que quase terminou com a saída precoce do Aranha de  Holland do Universo Cinematográfico Marvel.

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Enquanto isso, no MCU, as participações do Homem-Aranha seguiam melhorando e fazendo a alegria dos fãs em filmes como Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019). Esse crescimento do personagem nos filmes grandes da Disney só fazia com que suas aventuras solo – que nunca foram efetivamente “solo”, já que contavam com outros heróis da casa influenciando muito no roteiro – tivessem mais esse jeito de filmes episódicos.

A confirmação disso veio em 2019, com Homem-Aranha: Longe de Casa, que acabou trazendo mais uma história que não se decidiu entre se render à grandiosidade do MCU ou seguir mais fiel ao universo próprio do Aranha, criando outra aventura indecisa e com consequências menores, além de seguir apoiando o herói em outros personagens da empresa, como se o Homem-Aranha por si só não fosse o bastante para sustentar um filme.

A resposta da crítica foi novamente positiva, assim como a bilheteria, que bateu US$ 1 bilhão em um filme “solo” do herói pela primeira vez, o que encheu os olhos – e os bolsos – da Sony para negociar um novo acordo com a Disney, senão tiraria o herói do MCU sem mais nem menos. Foi uma batalha de bastidores gigante que terminou com a Disney cedendo aos desejos da Sony, incluindo aquele antigo de colocar o Venom no MCU.

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Assim, Venom: Tempo de Carnificina (2021) chegou aos cinemas em mais uma aventura episódica, gastando um tempo brincando com o que supostamente viria no futuro, mas que desenvolveu de forma estranha – não que isso seja negativo – a relação de Eddie Brock com o simbionte Venom, enquanto enfrentaram um dos vilões clássicos do herói nos quadrinhos, o Carnificina (Woody Harrelson). Mesmo não sendo lá essas coisas, os dois filmes do anti-herói conseguiram desenvolver bem seu protagonista. Sendo este um ponto polêmico quando o assunto era o Homem-Aranha, já que alguns fãs acreditavam que o Peter conseguia se desenvolver mais nos filmes dos Vingadores/ Capitão América do que em suas aventuras solo.

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Porém, como visto em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021), o diretor Jon Watts conseguiu driblar essa insegurança dos fãs quanto ao Peter de Holland e enfim trouxe um caminhão de desenvolvimento para o personagens, trazendo drama, emoção e responsabilidade para o herói. Mais do que isso, a grande surpresa do filme foi que eles tenham conseguido trazer os Homens-Aranha de Tobey Maguire e Andrew Garfield de volta sem ofuscar o desenvolvimento da versão do Tom Holland.

Esse era um medo gigantesco dos fãs, que agora vão ganhar de bandeja uma nova trilogia do herói no MCU e provavelmente vão rever o Aranha do Tobey mais uma vez, em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, que estreia daqui a uns meses.

Agora podendo trabalhar com o herói em uma versão mais fiel aos quadrinhos e organizada dentro do conceito do que é o personagem, a saga do Aranha de Holland parece deixar esse conceito mais episódico de lado, ganhando vida própria e eventualmente participando dos futuros filmes dos Vingadores. Da mesma forma, eles vão poder usar o Venom sem precisar da ligação com os filmes do Tom Hardy, permitindo que eles façam todo tipo de maluquice na franquia sem precisar se preocupar em influenciar no MCU ou não, já que agora eles terão seu próprio simbionte, que deve vir de forma mais fidedigna às HQs nessa nova vida do Peter em Nova York.

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Mas engana-se quem pensa que a Sony vai abrir mão de seus filmes episódicos. Agora que praticamente desistiram de integrar seu universo com os longas da Disney e tiveram uma resposta absurdamente positiva do público quanto ao Homem-Aranha do Andrew Garfield, o Aranha mais injustiçado provavelmente vai ganhar uma segunda chance nas telonas, principalmente porque seu intérprete é fanático pelo herói e sabe que seus filmes não fizeram justiça ao Cabeça de Teia.

Em outras palavras, Sem Volta Para Casa foi o laboratório de testes perfeito para a Sony poder ter seu próprio “AranhaVerso” com um coadjuvante de luxo: o Aranha do Andrew Garfield.

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Alguma dúvida de que esse cartaz vai mudar nos cinemas?

Por exemplo, em um mundo normal, sem Ômicron, hoje (27/01) o Brasil estaria assistindo a Morbius, o filme que trouxe referências a universos dos três Homens-Aranha no trailer e também uma piada com o próprio Venom. Essa confusão pode ser claramente uma pegadinha de edições feitas exclusivamente para a divulgação, assim como o próprio adiamento do filme para Abril deste ano. Afinal, não é nada difícil mudar a imagem na parede do Aranha do Tobey para uma foto do Homem-Aranha do Andrew Garfield, que é referenciado pelo menos umas quatro vezes no trailer.

Da mesma forma, a piada dele nunca ter lutado contra um alienígena é praticamente uma pergunta ao público se eles gostariam de vê-lo enfrentar o Venom, e a resposta foi um categórico “SIM”.

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E caso confirmem esse retorno de Garfield ao herói, a Sony terá encontrando uma nova mina de ouro para seus filmes. Porque eles poderão continuar com seus longas focados em vilões assumindo papéis de anti-heróis, mas também conseguirão trazer mais desse lado vilanesco deles colocando seus protagonistas para enfrentarem um Homem-Aranha. Acabou essa história de fazer referências abstratas a alguém que pode ou não ser o Cabeça de Teia.

Se quiserem, também poderão reviver a franquia fracassada do Garfield, já que os fãs querem ver mais dele e o ator está implorando para retornar. Se antes de Sem Volta Para Casa, o futuro desse AranhaVerso da Sony era nebuloso, agora ele parece ver uma luz no fim do túnel para ser melhor desenvolvido.

i035405ka6781 e1643325078870Da mesma forma, os filmes do Tom Holland, que anteriormente eu havia citado como “filhos de pais separados” vivenciou uma reunião que culminou em um acordo visando o melhor para esse filho, que agora terá um desenvolvimento mais focado e entranhado no crescimento do personagem quase do zero em um mundo cheio de heróis. Ele conseguirá ser o Amigão da Vizinhança, com seus problemas, dilemas e sofrimentos, mas também fará suas participações luxuosas no mundo cheio de glamour dos Vingadores, com essas duas vertentes caminhando para um mesmo rumo.

Essa quase retcon do herói permitirá uma pegada mais séria e isolada, abrindo os caminhos para que personagens que não seriam tão aproveitados assim nessa linha do tempo do MCU possam render em outra franquia, se atendo exclusivamente a ela.

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Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa está em exibição nos cinemas. Morbius estreia em 1º de abril de 2022.

 

 

‘He-Man’: Netflix encontra substituto para Noah Centineo no live-action de ‘Mestres do Universo’

A Sony vendeu o projeto He-Man e os Mestres do Universo, que seria protagonizado por Noah Centineo (‘As Panteras’), para a Netflix.

E após anos e anos de desenvolvimento e problemas com o roteiro e com o orçamento, que seria milionário, o streaming finalmente conseguiu dar luz verde para o projeto e contratou Kyle Allen (American Horror Story) para dar vida ao He-Man.

Os Irmãos Nee (‘Band of Robbers’) vão dirigir o filme através de um roteiro de Dave Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’).

As filmagens devem começar em meados de 2022.

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Mestres do Universo já foi adaptado para o cinema em 1987, com Dolph Lundgren no papel principal, e Frank Langella roubando a cena como o vilanesco Esqueleto. O filme, no entanto, foi mais um dos fracassos do estúdio picareta Cannon, que faliu depois de bombas consecutivas.

10 filmes de fantasia sombria para quem gostou de ‘A Lenda do Cavaleiro Verde’

O aguardado e elogiado ‘A Lenda do Cavaleiro Verde’ finalmente chegou ao Prime Video no último dia 21 de janeiro e, apesar de ter dividido o público por sua abordagem nada convencional sobre a clássica mitologia do Rei Arthur e da Távola Redonda.

A história é uma reimaginação da clássica de Gawain e o Cavaleiro Verde. O guerreiro em questão invadiu a corte de Rei Arthur, desafiando qualquer um dos membros da Távola Redonda a atacá-lo com seu machado – mas ele retornaria para devolver o golpe em um ano e um dia. Gawain aceita o desafio e corta a cabeça do Cavaleiro Verde. Ele, por sua vez, pega o próprio crânio decepado e diz, “até daqui um ano e um dia, Gawain”. Dessa forma, cabe ao jovem descobrir como manter sua parte do acordo sem perder a cabeça – literalmente.

Contando com Dev Patel, Alicia VikanderJoel EdgertonBarry KeoghanSean HarrisKate DickieRalph Ineson no elenco, a produção reacendeu o gosto dos espectadores pelo gênero da fantasia sombria.

Pensando nisso, o CinePOP preparou uma lista com dez longas-metragens fantásticos que você precisa conferir caso tenha gostado de ‘A Lenda do Cavaleiro Verde’.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

LABIRINTO (1986)

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Labirinto é uma subestimada produção que alcançou status cult anos depois de seu lançamento oficial em meados da de´cada de 1980. Com direção de Jim Henson e estrelado por ícones do cenário do entretenimento, como Jennifer ConnellyDavid Bowie, a obra é centrada em uma jovem adolescente que viaja para outro mundo, dominado pelo mortal Jareth, o Rei dos Duendes, para resgatar seu meio-irmão.

EDWARD MÃOS DE TESOURA (1990)

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O clássico ‘Edward Mãos-de-Tesoura’ é uma das assinaturas artísticas do conhecido realizador Tim Burton. Na trama, Peg Boggs (Dianne Wiest) é uma vendedora que acidentalmente descobre Edward (Johnny Depp), um jovem que mora sozinho em um castelo no topo de uma montanha, criado por um inventor que morreu antes de dar mãos ao estranho ser, que possui apenas enormes lâminas no lugar delas. Isto o impede de poder se aproximar dos humanos, a não ser para criar revolucionários cortes de cabelos. No entanto, Edward é vítima da sua inocência e, se é amado por uns, é perseguido e usado por outros.

A LENDA DO CAVALEIRO SEM CABEÇA (1999)

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A adaptação do clássico romance homônimo foi encabeçada por Burton e, até hoje, insurge como uma das referências no gênero fantástico, principalmente pelos cenários distorcidos e pela incrível fotografia de Emmanuel Lubezki. A produção mistura horror, romance e sobrenatural e acompanha Ichabod Crane, um detetive legista nova-iorquino que é requisitado para viajar à pequena cidade de Sleepy Hollow e examinar uma série de assassinatos que acontecem no local – todos realizados por uma criatura maligna sem cabeça que ganha vida à noite.

A NOIVA CADÁVER (2005)

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A Noiva Cadáver é um dos grandes ápices da carreira de Burton – e uma das únicas animações sob seu comando. Lançada há dezessete anos, a obra conquistou o público ao trazer à vida uma fictícia vila vitoriana e focar no complexo relacionamento de Victor, um jovem estabanado que é visto com olhos tortos onde mora, e Emily, a personagem titular que volta dos mortos ao ser pedida em casamento por Victor. Trazendo no elenco nomes como Johnny DeppHelena Bonham CarterEmily Watson e Richard E. Grant, o filme foi aclamado pela crítica especializada e arrecadou quase US$120 milhões ao redor do mundo, além de ter sido indicado ao Oscar de Melhor Animação.

CORALINE E O MUNDO SECRETO (2009)

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Se há um filme que ressoa como fantasia sombria, este é Coraline e o Mundo Secreto. Apesar de pintado como uma animação stop-motion infantil, toda a atmosfera provém da obra original assinada por Neil Gaiman e gira em torno de uma jovem menina chamada Coraline Jones, que descobre um mundo totalmente diferente do que está acostumada: um universo em que todos a tratam como uma rainha e usam botões no lugar dos olhos. Entretanto, mesmo parecendo um paraíso, esse mundo é recheado de perigos mortais que a querem manter presa lá para sempre.

CAMINHOS DA FLORESTA (2014)

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‘Caminhos da Floresta’ é uma visão moderna dos adorados contos dos irmãos Grimm, cruzando as tramas de algumas histórias e explorando as consequências dos desejos e das buscas dos personagens. Este musical engraçado e emocionante segue os contos clássicos de Cinderela (Anna Kendrick), Chapeuzinho Vermelho (Lilla Crawford), João e o Pé de Feijão (Daniel Hittlestone) e Rapunzel (Mackenzie Mauzy) – todos reunidos em uma história original envolvendo um padeiro e sua esposa (James Corden e Emily Blunt), seu desejo de formar uma família e a interação com a bruxa (Meryl Streep) que os amaldiçoou.

A COLINA ESCARLATE (2015)

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A Colina Escarlateacompanha o dia a dia de uma autora que, depois de ter seu coração roubado por um estranho sedutor, é arrastada para uma casa sombria no topo de uma montanha de barro vermelho-sangue – um lugar repleto de segredos que vão assombrá-la para sempre. Entre o desejo e as trevas, entre mistério e loucura, encontra-se a verdade por trás de Crimson Peak, também conhecida como a Colina Escarlate.

SETE MINUTOS DEPOIS DA MEIA-NOITE (2016)

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Sete Minutos Depois da Meia-Noite é um dos filmes mais subestimados da década passada e não tem o reconhecimento que merece. A trama é uma apaixonante e comovente jornada de superação e amor que gira em torno de Conor (Lewis McDougall), um jovem garoto que descobre que sua mãe (Felicity Jones) foi diagnosticada com câncer terminal e que é visitado por um gigantesco monstros antropomórfico (Liam Neeson) que lhe contará três histórias diferentes.

A FORMA DA ÁGUA (2017)

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Vencedor do Oscar de Melhor Filme, A Forma da Água é construído sobre os grandes conflitos políticos e bélicos e as transformações sociais ocorridas nos Estados Unidos na década de 1960. Aqui, Elisa, zeladora em um laboratório experimental secreto do governo, conhece e se afeiçoa a uma criatura fantástica mantida presa no local. Para elaborar um arriscado plano de fuga, ela recorre a um vizinho e à colega de trabalho Zelda.

MARIA E JOÃO (2020)

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Durante um período de escassez, Maria e seu irmão mais novo, João, saem de casa e partem para a floresta em busca de comida e sobrevivência. Ao encontrem uma senhora, cujas intenções podem não ser tão inocentes quanto parecem, eles descobrem que nem todo conto de fadas tem final feliz.

Qual o futuro do universo de ‘Harry Potter’/ ‘Animais Fantásticos’ nas telas? O streaming é uma opção

Propriedade tem chance de brilhar em outros formatos

Um das indagações que surgiram junto ao mais recente trailer da saga Animais Fantásticos e Onde Habitam, ao menos para o autor, foi o de questionamento, melhor dizendo, a dúvida se aquele formato cinematográfico tradicional conseguiria arrancar desse projeto o que ele tinha de melhor a oferecer em todos os sentidos, principalmente história.

Algo que não se pode negar é que um dos motivos para a popularização da marca Harry Potter (o Wizarding World, como ficou conhecido esse universo) foi a sua presença constante no cinema a partir de 2001. Por mais que o sucesso prévio dos livros tenha criado o hábito da leitura em toda uma geração de crianças, fomentando assim um público consumidor para o resto da vida, o quinhão de importância dos filmes em espalhar a obra de J.K. Rowling foi vital.

Tão importante que fortificou ainda mais o laço do público infanto-juvenil que primeiro chegou pelos livros e eventualmente adotou como tradição pessoal acompanhar cada lançamento da franquia nos cinemas; acompanhar os trailers; notícias e afins. Como se não bastasse isso tudo, os filmes ainda contaram com uma experiência que poucas obras tem, que é o crescimento de seu elenco mirim em paralelo com o espectador.

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É inegável que a franquia de filmes elevou a popularidade dos livros para outro patamar

É tal senso de identificação que incentivou o estúdio a bancar uma nova franquia atrelada, porém funcionando como uma prequel. Animais Fantásticos e onde Habitam contou com um início interessante, expandindo o universo bruxo para uma época diferente, em um país diferente, mas reciclando a noção do antagonista ser um bruxo das trevas que sente repulsa pelos trouxas.

Já com Os Crimes de Grindelwald a nova franquia deu sinais de que não havia muito mais com o que trabalhar e o que inicialmente era uma história sobre animais mágicos, se tornou outra guerra do bem contra o mal; com exceção de que o protagonista da vez não tinha motivos para estar no meio do conflito. Pode-se ainda acrescentar a revelação final do personagem de Ezra Miller que, a princípio, soa como uma decisão projetada unicamente para chocar e nada mais.

Eis então que é lançado o trailer da terceira empreitada, Os Segredos de Dumbledore, e o pensamento presente é que a atual franquia necessita, a todo instante, embasar acontecimentos da saga anterior que, em outros tempos, não precisavam de quaisquer explicações ou desenvolvimento. A necessidade de se prender a um passado glorioso tende a puxar Animais Fantásticos e Onde Habitam para baixo.

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A dependência da atual franquia com o passado segura muito de seu potencial para expansão

Esta é uma época em que a atenção dos estúdios se volta cada vez mais para o streaming, tanto em termos de marketing quanto financiamento de produção, por motivos de que sua produções são lançadas episodicamente (com exceção da Netflix) o que garante uma repercussão, bem como vida longa, semanal garantida para as novas produções.

Tal estratégia acaba sendo um marketing gratuito que por um lado mantém uma parcelo certa de espectadores ansiando pelo próximo episódio, já pelo outro essa mesma parcela fará a publicidade no boca a boca. Para corresponder a essa espera constante, as produtoras entenderam que precisam investir mais em pelo menos dois aspectos: a produção no geral e o entendimento da marca que eles estão trabalhando.

Um exemplo é o Disney Plus com a Marvel Studios e Star Wars, duas franquias consolidadas que tem recebido produções de níveis dignos do cinema, assim como evidentemente ambiciosas para expandir os universos a que elas pertencem. 

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As séries da Marvel Studios, por exemplo, tem apresentado abordagens que expandem seu universo

Para esta ocasião o formato episódico leva vantagem sobre o de longa, pois a equipe criativa pode gradualmente apresentar conceitos e desenvolvimentos novos sem precisar se pautar com o tempo de limite de um filme e então aguardar para que o projeto seguinte receba sinal verde.

O anseio de Animais Fantásticos em ser um produto que, ao mesmo tempo que prega respeito ao passado, quer possuir sua própria identidade jamais poderia ser alcançado em um meio no qual ele conta com pouco mais de duas horas para tanto e muito depende da resposta das bilheterias emocionalmente ligadas à franquia anterior.

Nesse campo, o HBO Max poderia ser um diferencial ao propor o espaço que esse tipo de produção do Wizzarding World precisa, sem a pressão de bilheterias, certo de que as redes sociais seriam tomadas por discussões e teorias semanais e, talvez mais importante, a calma para se contar gradualmente uma boa história.