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‘A Princesa e a Plebeia 3’: Katya e Trixie Mattel reagem à sequência natalina da Netflix; Confira!

A Princesa e a Plebeia: As Vilãs também Amam‘, sequência que marca o retorno de Vanessa Hudgens como Rainha Margaret, Princesa Stacy e a prima de Margaret, Fiona, para a franquia natalina, estreou recentemente na Netflix e já caiu no gosto do público.

Agora, a gigante do streaming divulgou um novo vídeo promocional em que as icônicas drag queens KatyaTrixie Mattel reagem ao longa-metragem.

Confira:

Mike Rohl será responsável pela direção.

Montenaro estava realizando um festival de Natal Internacional, até que uma relíquia de valor inestimável desaparece. Para tentar resolver a situação, Stacy e Margaret pedem ajuda de uma pessoa que pensa como um criminoso: Fiona!

‘The Witcher’: Fãs estão AMANDO a 2ª temporada da série; Confira as reações!

A 2ª temporada da popular série ‘The Witcherjá está disponível na Netflix e melhorou em praticamente todos os aspectos em relação ao ciclo original.

A narrativa mais dramática e a preocupação com os arcos dos personagens foi sentida por boa parte dos fãs, que rasgaram elogios para a nova leva de episódios nas redes sociais.

Confira os principais comentários abaixo:

Criada por Lauren Schmidt Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O ciclo atual abriu com 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, com nota 7.90/10, baseada em 21 reviews. Segundo o consenso geral, o novo ciclo “expande [a série] da melhor maneira possível – e, mais importante, permanece muito divertido”.

Confira as principais delas:

“Não importa se você leu e jogou tudo ou se você é totalmente novo a esse mundo – você irá se divertir” – Decider.

The Witcher ainda é um deleite a ser assistido” – Polygon.

“A 2ª temporada se expande em uma iteração mais cinemática e confiante” – We Have a Hulk.

“A 2ª temporada de The Witcher é amplamente mais confiante sobre se apoiar na fantasia e no universo criado por Andrzej Sapkowski” – AV Club.

“A 2ª temporada de The Witcher é melhor de quase todas as formas. O resultado é uma temporada que não pode ser deiada de lado e que deve agradar a todos os fãs da franquia” – ComicBook.com.

Confira os títulos dos próximos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

As 10 Melhores Séries de Fantasia de 2021

Enquanto inúmeros filmes e séries foram lançados em 2021 e conquistaram tanto o público e a crítica, é notável como este ano foi extremamente propício para os títulos do gênero fantástico.

Desde adaptações como Sombra e OssosSweet Tooth até a ambiciosa incursão brasileira Cidade Invisível, tivemos inúmeras séries sobre criaturas mitológicas e cenários pós-apocalípticos que dominaram o cenário do entretenimento. E, pensando nisso, o CinePOP preparou uma breve lista com as melhores séries de fantasia de 2021.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi a sua favorita:

10. CIDADE INVISÍVEL

“Enquanto as temáticas particulares são ambivalentes e controversas, as inflexões universais servem como base para compreendermos as mensagens da obra. As críticas ao capitalismo predatório são canalizadas para a relação destrutiva entre uma empreiteira de iniciativa privada e uma secular comunidade ribeirinha que se recusa a abandonar seus costumes em prol do ‘progresso’; a exaltação nacionalista da cultura é descrita em metáforas sutis, como a requintada alusão à ritualística dança indígena toré, ou a belíssima arte recheada de referências, que variam dos menores ornamentos às mais expressivas estéticas. Como se não bastasse, a sofisticada e a charmosa direção é outro aspecto de notável respeito.” – Thiago Nolla

9. A RODA DO TEMPO

“[…] série baseada na longeva saga de livros de Robert Jordan é um deleite para os olhos. Com uma fotografia bucólica que exala a mesma leveza solar que vez outra testemunhamos também em O Senhor dos AnéisA Roda do Tempo é dinâmica em seu design de produção, fazendo excelentes contrastes entre tons quentes e frios, que dosam bem a atmosfera da narrativa. E com ótimos efeitos visuais que tornam a magia da trama palpável, a produção tem todos os elementos para ser uma jornada promissora. Entre erros e acertos, essa é uma experiência que acende uma fagulha na audiência. Mas para ela continuar viva e ardente, a tal roda do tempo ainda precisa acertar o seu rumo no universo das telinhas.” – Rafaela Gomes

8. LOCKE & KEY

“Estendendo-se por dez novos episódios, a nova temporada toma o tempo necessário para desenrolar eventos chocantes e reviravoltas frenéticas para cada um dos personagens – cuidando para que cada um deles tenha o seu momento de glória. Enquanto na iteração anterior fomos apresentados ao microcosmos da Key House e à dinâmica enredada dos protagonistas, aqui já conhecemos os sólidos laços que unem Kinsey (Emilia Jones), Tyler (Connor Jessup), Bode (Jackson Robert Scott) e Nina (Darby Stanchfield), bem como a presença firmada de Duncan (Aaron Ashmore) e da adorável Erin (Joy Tanner), cujo adeus é um dos mais traumatizantes e tocantes da série. Não é surpresa que esse grupo seja acompanhado por uma atmosfera mais melancólica e amadurecida, como se os obstáculos que enfrentaram em um passado não muito longínquo tivessem servido de base para uma sabedoria ainda desbalanceada, mas que já deixa marcas visíveis.” – T.N.

7. THE WITCHER

“[…] enquanto as cenas de luta são muito bem coreografadas e mantêm o frenético ritmo da produção, é o desenvolvimento dos protagonistas e coadjuvantes que merece nossa atenção, por não se valer da superficialidade de fórmulas baratas e realmente permitir que eles cresçam através de obstáculos, erros e arrependimentos. O exemplo mais claro disso emerge com Yennefer que, depois de salvar a todos na Batalha de Sodden, foi capturada como prisioneira de guerra, perdeu seus poderes mágicos e foi tratada como traidora e possível espiã por aqueles que defendeu a vida inteira. Arrasada e solitária, Yennefer percebe que não conhece as pessoas como poderia, mas nunca deixa sua personalidade sarcástica de lado, defendendo seus valores com unhas e dentes à medida que usa os momentos de fraqueza para se redimir e se sacrificar por um bem maior.” – T.N.

6. SOMBRA E OSSOS

“As múltiplas tramas, passíveis de se fundirem em um amontoado inexplicável de ações e consequências, levam o tempo necessário para se desenrolarem e nunca dão ares de apressamento – com exceção de breves deslizes. Eric Heisserer, resgatando obras anteriores (incluindo o reflexivo sci-fi A Chegada), sabe como controlar e equilibrar o arco de cada protagonista e coadjuvante para fornecer o máximo de profundidade a cada um deles, supervisionando um time criativo que ainda tem muito a contar. Mesmo assim, é inegável dizer que, conforme nos aproximamos dos episódios finais da temporada de abertura, algo falta; a obrigação de não deixar pontas soltas (e aqui, não me refiro aos cliffhangers para ciclos futuros, e sim a decisões mirabolantes que não condizem com o que foi apresentado) mostra-se como fator decisivo para solavancos rítmicos e um aguardado clímax que não atinge sua potencialidade total.” – T.N.

5. PROFECIA DO INFERNO

“Inesperada e inadvertidamente, Profecia do Inferno inaugura sua narrativa sob um nível de tensão soberba e ousada. Seus primeiros minutos, repletos por uma torturante e abafada angústia, são o prelúdio para uma insana narrativa, que não perde tempo em nos conquistar. E tal como muitos doramas têm feito de forma brilhante, a nova série de Yeon Sang-ho e Choi Gyu-seok nos captura de forma precoce, mantendo sua essência ainda sob uma nuvem de mistérios. E atraindo nosso entusiasmo com uma explosiva abertura, ela logo nos lembra que da fonte de Round 6, há sempre um novo e intrigante conto a ser explorado pela audiência.” – R.G.

4. WANDAVISION

“[…] O grande mérito mesmo é saber trabalhar os personagens. Se a história não for boa, o Mickey pode colocar um bilhão de dólares que a série não vai dar certo. E como a proposta deste seriado era abordar o luto por meio de clássicos da televisão, foi um grande acerto chamar uma equipe criativa que conhece o formato televisivo desde pequeno. O próprio diretor da série foi um ator mirim televisivo. Isso fez a diferença na hora de brincar com as câmeras, os diálogos, os efeitos visuais replicando os da época retratada no episódio, assim como os figurinos e os comerciais repletos de easter eggs.” – Pedro Sobreiro

3. SWEET TOOTH

“A série ganha notoriedade pelo modo como estrutura a história. Enquanto nada é essencialmente original ou revolucionário, Jim Mickle, que desenvolveu a obra e abarcou a direção do primeiro episódio, conduz com maestria uma aventuresca análise do que significa viver em meio à desordem. Gus e Jepperd são delineados com personalidades totalmente diferentes e que entram em conflito numa constância caótica, a princípio não nutrindo de afeição um pelo outro apenas para culminar em um respeito e um carinho mútuos que o transformam em família. Mas eles não são os únicos que desfrutam de momentos de protagonismo, ainda mais pelo sutil movimento multicronológico que Mickle ergue.” – T.N.

2. MESTRES DO UNIVERSO

“Após o desfecho apoteótico que aconteceu nesta segunda parte enfim liberada pela Netflix, dá pra cravar, tranquilamente, que Mestres do Universo – Salvando Eternia é, com distancia, a melhor produção já feita de He-Man e os guerreiros de Grayskull. O que também não lá é uma tarefa difícil, já que a última boa animação do personagem saiu há cerca de 20 anos e era um reboot conhecido como He-Man e os Mestres do Universo, que foi cancelado já na metade da segunda temporada. E, ainda que atualizasse algumas ideias da animação clássica e apresentasse boas cenas de ação, não possuía uma história elaborada e seguia apenas o formato de sempre dos desenhos procedurais.” – Wilker Medeiros

1. ARCANE

Conquistando nada menos que 100% de aprovação no Rotten TomatoesArcane, série animada baseada nos clássicos games da saga ‘League of Legends’, veio com grande surpresa e se torno um dos títulos de maior sucesso crítico e comercial da Netflix. Contando com nomes como Hailee Steinfeld e Ella Purnell no elenco de dublagem original, a produção é ambientada no conflito entre a próspera região de Piltover e a oprimida cidade subterrânea de Zaun, explorando as origens de duas campeãs icônicas e do poder que as separa. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.

‘Julie and the Phantoms’: Fãs estão FURIOSOS com o cancelamento da série; Confira as reações!

A Netflix cancelou oficialmente a série ‘Julie and the Phantoms‘, remake internacional da série infantil brasileira ‘Julie e os Fantasmas‘, depois de apenas uma temporada.

Não demorou muito até que os fãs se manifestassem contra a decisão da plataforma de streaming, expressando seu descontentamento e até mesmo alavancando a hashtag “eu te odeio Netflix” no Twitter.

Confira os principais comentários:

O criador da série, Kenny Ortega, emitiu uma declaração oficial após a notícia, agradecendo ao apoio dos fãs e ao tempo que passou junto com sua equipe:

“Nós mandamos nosso amor e agradecimento aos fãs da série ao redor do mundo pelo apoio que vocês nos mostraram desde a estreia. Nós descobrimos essa semana que a Netflix não nos renovou para uma segunda temporada. Apesar de estarmos tristes, seguiremos em frente com orgulho pelo o que conquistamos como uma equipe e uma família que construíamos ao criar essa série.”

Na trama, a adolescente Julie descobre a paixão pela música e pela vida quando cria uma banda com um trio de fantasmas.

Madison ReyesCharlie GillespieJeremy ShadaOwen Joyner estrelaram a nova versão.

Vale lembrar que a produção original nacional fez um sucesso gigantesco e até mesmo ganhou uma indicação de Melhor Programa Infantil no Emmy Internacional.

‘Rebelde’: Giovanna Grigio nos leva para um passeio pela Élite Way School; Confira!

O reboot de Rebelde’ chega em breve ao catálogo da Netflix e, para nos manter animados para a produção, a gigante do streaming divulgou um novo vídeo promocional.

No featurette, a estrela Giovanna Grigio, que interpreta Emilia, nos leva para um passeio especial pelo Élite Way School, colégio que será palco da narrativa principal.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que o reboot tem estreia agendada para o dia 05 de janeiro de 2022.

A nova geração também será protagonizada por Azul Guaita, Sergio Mayer Mori, Andrea Chaparro, Jeronimo Cantillo, Franco Masini, Lizeth Selene e Alejandro Puente.

A série é baseada na história de Cris Morena Group e Dori Media Group, adaptada posteriormente pela Televisa.

Rebelde’ foi produzida pelo canal mexicano televisa e foi exibida entre 2004 e 2006. Aqui no Brasil, a novela foi ao ar pelo SBT.

‘Emily em Paris’: Vídeo LEGENDADO explora os fabulosos figurinos da 2ª temporada; Confira!

A 2ª temporada da série ‘Emily em Paris‘ estreia no dia 22 de dezembro na Netflix e, para nos manter com as expectativas lá em cima, a gigante do streaming divulgou um novo vídeo promocional legendado do próximo ciclo.

O featurette nos leva aos bastidores oficiais dos novos episódios e explora os incríveis figurinos do elenco protagonista, criados pelas habilidosas Marylin Fitoussi e Patricia Field.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Criada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘), a produção originalmente havia sido programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.

Na trama, Lily Collins vive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.

O elenco conta com Ashley Park (musical ‘Meninas Malvadas na Broadway), Philippine Leroy Beaulieu (‘Call My Agent!‘), Lucas Bravo (Smartass), Samuel Arnold (‘Antony & Cleopatra), Camille Razat (‘15h17 – Trem Para Paris‘) e Bruno Gouery (Doc Martin).

Emily in Paris. (L to R) Executive Producer/Creator Darren Star, Ashley Park as Mindy in episode 207 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lucien Laviscount as Alfie, Lily Collins as Emily in episode 205 of Emily in Paris. Cr. Carole Bethuel/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Bruno Gouery as Luc, Lily Collins as Emily, Philippine Leroy-Beaulieu as Sylvie Grateau in episode 205 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. Lily Collins as Emily in episode 202 of Emily in Paris. Cr. Carole Bethuel/Netflix © 2021
Emily in Paris. Lily Collins as Emily in episode 203 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lucien Laviscount as Alfie, Lily Collins as Emily in episode 205 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. Lily Collins as Emily in episode 209 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, Lucas Bravo as Gabriel in episode 206 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, Ashley Park as Mindy in episode 210 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, William Abadie as Antoine Lambert, Ashley Park as Mindy in episode 206 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Philippine Leroy-Beaulieu as Sylvie, Samuel Arnold as Julien, Bruno Gouery as Luc, Lily Collins as Emily in episode 206 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, Philippine Leroy-Beaulieu as Sylvie in episode 207 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ revela o nome completo de MJ

Cuidado: possíveis spoilers à frente.

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa finalmente chegou aos cinemas de todo o mundo e se já se tornou um dos filmes de maior sucesso crítico e financeiro do Universo Cinemático Marvel.

Ao longo de reviravoltas emocionantes, o longa-metragem trouxe inúmeras revelações ao panteão do Cabeça de Teia – e inclusive aproveitou para mostrar algo bastante divertido: o nome verdadeiro e completo de MJ (Zendaya).

Na produção, mais especificamente na cena do interrogatório no Departamento de Controle de Danos, é-nos revelado que o nome oficial de MJ é Michelle Jones-Watson. Aliás, ela não pensa duas vezes ao corrigir o oficial de justiça, que comete um erro ao pronunciá-lo. Além disso, é bem provável que seu nome completo faça referência a Mary Jane Watson, uma outra personagem clássica do universo aracnídeo.

Lembrando que Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa continua em exibição nos cinemas nacionais.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’: Refilmagens da sequência irão adicionar personagens novos e antigos do MCU

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ é um dos filmes mais aguardados dos próximos meses e, segundo o The Hollywood Reporter, o longa-metragem está passando por regravações que prometem mudar o curso do Universo Cinemático Marvel.

As informações indicam que o diretor Sam Raimi está cuidando das refilmagens e que, quando a produção chegar aos cinemas, não irá apenas continuar a explorar a fusão das realidades alternativas que vimos em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (em que personagens das outras franquias deram as caras), mas também irá reunir rostos novos e antigos do MCU.

Apesar dos nomes não terem sido divulgados, o conceito de Doutor Estranho 2’ indica que nada poderá ser descartado – e que qualquer coisa poderá acontecer daqui em diante.

Quais personagens você acha que podem aparecer na sequência?

Vale lembrar que o teaser do próximo filme vazou na internet através de postagens no Twitter e no Youtube.

O vídeo está sendo exibido junto com Sem Volta Para Casa‘, então decidimos não embedá-lo aqui no site em respeito à Marvel Studios e à Sony Pictures.

Como já assistimos ao filme, trazemos abaixo a descrição do teaser COM SPOILERS, para você ler por sua conta e risco:

O teaser começa com Stephen Strange ecoando suas palavras do trailer de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, onde ele explica como o “Multiverso é um conceito sobre o qual sabemos assustadoramente pouco”. Ele surge em uma versão distorcida da cidade de Nova York. Ouvimos o que soa como o Mordo (Chiwetel Ejiofor) dizendo a ele como sua ‘profanação da realidade não ficará impune’, com Strange respondendo que era a única maneira.

Nós temos um rápido vislumbre de quem serão os protagonistas da sequência, incluindo Wong (Benedict Wong), Christine Palmer (Rachel McAdams) em seu dia de casamento e America Chavez (Xochitl Gomez).

Em seguida, movemos a ação para outro grande nome do filme, Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen), agora aparentemente vivendo uma vida idílica, esperando o dia em que Strange virá vê-la depois que suas tentativas de brincar de casinha deram terrivelmente errado na WandaVision. Para sua surpresa, no entanto, ele pede sua ajuda com o Multiverso.

De lá, vemos uma montagem de fotos incluindo o novo visual de Mordo, Wanda arrasando em seu novo visual como a Feiticeira Escarlate, Kamar-Taj aparentemente sendo atacado e Strange e America Chavez lutando com um ser multiversal nas ruas de Nova York, e por último, mas não menos importante, a revelação do vilão principal – o próprio Doutor Estranho

Vale lembrar que Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ tem estreia marcada para o dia 06 de maio de 2022.

10 filmes que mostram FAMÍLIAS inesquecíveis do universo do cinema

Quem nunca se divertiu, se arrepiou, se emocionou com cenas familiares ao longo de toda sua trajetória cinéfila? A questão família é abordada de muitas maneiras, algumas rasas outras mais profundas, ao longo de toda a história do cinema. Pensando nisso, resolvemos relembrar 10 filmes que mostram famílias inesquecíveis do universo do cinema:

 

The Farewell

L to R: “Jiang Yongbo, Aoi Mizuhara, Chen Han, Tzi Ma, Awkwafina, Li Xiang, Lu Hong, Zhao Shuzhen.” Courtesy of Big Beach.

O crescimento do nariz de toda uma família. Escrito e dirigido pela cineasta chinesa Lulu Wang em apenas seu segundo longa-metragem, The Farewell (alguns o titulam como A Despedida), grata surpresa na temporada de premiações norte-americanas anos atrás, explora um tema familiar complicado de maneira leve e argumentativa. Há delicadeza por todos os lados. Preenche com elegância os contornos culturais tendo como pano de fundo uma família que possui um problema em comum.

 

Capitão Fantástico

Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe. Escrito e dirigido pelo pouco conhecido ator e também cineasta Matt Ross, Capitão Fantástico é um daqueles filmes que deixam nosso coração na boca, faz nosso raciocínio brilhar e mexe intensamente com nosso modo de ver e viver tudo que aprendemos até hoje em nossas vidas. Conta com uma atuação brilhante do grande ator nova iorquino Viggo Mortensen. O longa-metragem de objetivos 118 minutos é, sem dúvidas, um dos grandes filmes quando pensamos em família.

 

A Família Bélier

O que é uma família senão o mais admirável dos governos? O trabalho do cineasta francês Eric Lartigau é uma comédia ao melhor estilo sessão da tarde mas com elementos tão sensíveis que elevam a qualidade da trama a cada frame. Só mesmo um cinema como o francês, que exala qualidade em muitos de seus títulos, para falar com tamanha sutileza sobre os problemas que ocorrem dentro de uma casa.

 

O Clã

Um revolucionário pode perder tudo: a família, a liberdade, até a vida. Menos a moral. O filme é dirigido pelo ótimo cineasta argentino Pablo Trapero, um diretor que adora colocar o dedo na ferida e deixar o público atônito com tantas sequências eletrizantes ao longo de toda sua carreira. Em O Clã, indicado pela Argentina ao Oscar, Trapero vai pelo mesmo caminho, dessa vez entrando a fundo no universo da ditadura e tendo como primeiro plano uma história que aconteceu na realidade sobre uma família que era especializada em sequestros de pessoas ricas. Com uma atuação fantástica do veterano Guillermo Francella e um final para lá de arrepiante, O Clã é um dos grandes filmes argentinos dos últimos tempos.

 

Parasita

Grande vencedor do Oscar 2020 virou sensação do universo cinéfilo dos últimos anos. Parasita merece realmente todos os elogios por sua trama impactante que não deixa de ser interessante um só segundo. Além de abordar temas importantes da nossa sociedade, como o desemprego, o projeto vai rumo ao brilhantismo ao mostrar as linhas psicológicas mais complexas do ser humano e todo seu poder de conseguir o novo e destruir. Escrito e dirigido pelo cineasta sul-coreano Bong Joon Ho (dos excelentes O Expresso do Amanhã e Mother – A Busca Pela Verdade), essa obra-prima asiática é um filme inesquecível, muito por conta de muitas de suas cenas impactantes que vão demorar a sair de nossa memória cinéfila.

 

Aqui em Casa Tudo bem

A verdadeira família é aquela unida pelo espírito e não pelo sangue. Com filmagens realizadas na paradisíaca ilha italiana de Ísquia, no golfo de Nápoles, o trabalho do cineasta Gabriele Muccino (À Procura da Felicidade) reúne diversos personagens em uma comemoração para mostrar todos os altos e baixos, sonhos e esperanças, de uma família que convive pouco junto e quando se reúne, a poeira debaixo do tapete vem à tona. Entre alegrias e tristezas, Muccino retrata, sem muita profundidade dessa vez, o ambiente familiar e suas curiosas histórias.

 

Boyhood – Da Infância à Juventude

Quando chegadas e partidas estão lado a lado, avalie profundamente mas continue corajoso. O brilhante trabalho do experiente cineasta Richard Linklater, é um dos filmes que mais demoraram pra ficar prontos da história do cinema, exatos 12 anos! Mas toda a espera valeu a pena! Contando a trajetória de um menino, da infância à adolescência, Linklater brinda os cinéfilos com uma história rica em verdades e questionamentos profundos sobre toda uma sociedade que variou seu modo de pensar ao longo de toda uma década. Um trabalho inesquecível, absolutamente genial!

 

Viva – A Vida é uma Festa

Falar sobre outras culturas é algo mágico que o cinema transforma em inesquecível A aventura Viva – A Vida é uma Festa é um daqueles filmes que realmente nos fazem emocionar com uma narrativa empolgante, personagens carismáticos com inúmeras mensagens do bem transmitida para todas as idades. O cineasta norte americano Lee Unkrich (de sucessos como Toy Story 3) leva a magia e a beleza de uma cultura rica em elementos transbordarem em carisma do lado de cá da telona.

 

Pequena Miss Sunshine

Em 2006 chegou aos cinemas a saga de uma família, que entre seus dramas e comédias, emociona do primeiro ao último minuto! Pequena Miss Sunshine conta a história da jovem Olive que tem o sonho de participar de um concurso. Assim, dentro de uma combi chamativa, embarca em uma divertida e comovente viagem com o pai, o tio, o avô, o irmão e a mãe. Um filme inesquecível.

 

O Poderoso Chefão

Uma das famílias mais famosas da história do cinema, os corleones! Baseado na obra aclamada do escritor Mario Puzo, O Poderoso Chefão conta a saga entre muitos dramas e escolhas, de umas das mais poderosas famílias da Máfia italiana nos Estados Unidos. Ao longo de sua trilogia vamos vendo o desenrolar dos emblemáticos personagens.

‘The Witcher’: Autor dos livros elogia a 2ª temporada da adaptação da Netflix; Confira!

As primeiras análises da 2ª temporada de ‘The Witcher já foram liberadas e os críticos renderam elogios à adaptação da Netflix.

Mas o elogio mais importante de todos veio do próprio criador da saga literária, Andrzej Sapkowski.

Através do Twitter, a página oficial da série publicou uma nota reproduzindo o elogio do autor à produção.

Na publicação, ele aparece ao lado da showrunner Lauren S. Hissrich, junto com sua citação:

“Eu parabenizo Lauren e sua equipe pelo excelente trabalho. Adaptar meus livros não é uma tarefa fácil. Assisti com muita alegria e espero que a 3ª temporada seja ainda mais épica.”

Confira:

Lembrando que a 2ª temporada abriu com 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, com nota 7.90/10, baseada em 21 reviews. Segundo o consenso geral, o novo ciclo “expande [a série] da melhor maneira possível – e, mais importante, permanece muito divertido”.

Confira as principais delas:

“Não importa se você leu e jogou tudo ou se você é totalmente novo a esse mundo – você irá se divertir” – Decider.

The Witcher ainda é um deleite a ser assistido” – Polygon.

“A 2ª temporada se expande em uma iteração mais cinemática e confiante” – We Have a Hulk.

“A 2ª temporada de The Witcher é amplamente mais confiante sobre se apoiar na fantasia e no universo criado por Andrzej Sapkowski” – AV Club.

“A 2ª temporada de The Witcher é melhor de quase todas as formas. O resultado é uma temporada que não pode ser deiada de lado e que deve agradar a todos os fãs da franquia” – ComicBook.com.

Confira os títulos dos próximos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

Criada por Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘Loki’: Tom Hiddleston quer mostrar versão mais heroica do personagem na 2ª temporada

Tom Hiddleston vem interpretando o Loki por tempo o suficiente para ter explorado diversos aspectos do personagem, desde sua vilania ao seu lado mais humano visto na série da Disney+.

Durante uma entrevista para a Variety, ele disse que vai aproveitar a oportunidade para explorar uma versão mais heroica do deus da trapaça nos próximos episódios da atração.

Loki ainda tem aquele charme de malandro. Eu entendo que o público vê que esse é o diferencial dele, mas sei que os fãs também querem que ele supere seus obstáculos internos e externos. Eles querem que ele conserte o relacionamento com seu irmão e se transforme no herói que pode ser.”

Ele continuou:

“Na série, ele percebe que pode escolher seu caminho e escolher fazer a coisa certa. Ou pelo menos não repetir os mesmos velhos truques que repetiu continuamente em um ciclo de confiança e traição. É emocionante reter todas as características que fazem de Loki o que ele é. E, ao mesmo tempo, tocar uma música ligeiramente diferente dentro dele.”

Falando nisso, Hiddleston não tem planos de se aposentar do papel tão cedo.

Durante uma sessão de perguntas e repostas no Tumblr, o astro disse que não se importaria em encarnar o anti-herói pelo resto da vida.

“Se eu pudesse envelhecer interpretando o Loki? Sim, com toda certeza. Tenho tanta sorte de ter feito esse papel por tanto tempo… Eu sinto que ele é um personagem tão interessante presente na consciência humana por tanto tempo.”

“E ele tem tantos aspectos diferentes, tantas características complexas. Parece que toda vez que eu o interpreto, eu descubro algo novo ou conseguimos evoluí-lo ou levá-lo por uma estrada que nunca percorremos antes. Ele já está por aí há um bom tempo e acho que vai ficar por muito mais.”

Infelizmente, ainda não sabemos quando voltaremos a ver o personagem.

Mas, de acordo com o Comic Book, os novos episódios da série devem começar a ser produzidos a partir de 2022.

Enquanto isso, todos os episódios da 1ª temporada continuam em exibição no catálogo da Disney+.

Criada por Michael Waldron, a série se passa após os eventos do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, no qual uma versão alternativa de Loki cria uma nova linha do tempo.

Depois de roubar o Tesseract, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo. Eles dão a Loki uma escolha: ser apagado da existência por ser uma “variante do tempo” ou ajudar a consertar a linha do tempo e impedir uma ameaça maior. Loki acaba preso em seu próprio thriller policial, viajando no tempo e alterando a história da humanidade.

Tom Hiddleston estrela a produção. O elenco ainda conta com Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi Mosaku e Richard E. Grant.

Crítica | Ama-me – Poderoso drama na Netflix com reviravoltas impactantes

As leis da vida. Frustração de expectativa, um pai em busca de sua filha, um único dia para ser atualizado 15 anos de uma vida que não viveu, um homem honrado que entende a dor do outro, esses e outros elementos encontramos pelo caminho do longa-metragem turco Ama-me. Escrito e dirigido pelo cineasta Mehmet Ada Öztekin, o drama tem reviravoltas impressionantes transformando uma jornada de descobertas em um profundo recorte sobre as escolhas da vida.

Na trama, conhecemos Musa (Sarp Akkaya) um homem que está preso faz 15 anos e tem a chance da cadeia durante um dia para ir visitar a filha que mal conhece. Ele é escoltado pelo agente penitenciário Sedat (Ercan Kesal), um senhor já bem próximo da aposentadoria. Quando eles chegam até a casa de Musa, algo parece não se encaixar e logo um dilema acompanhará os dois personagens após saberem de algumas verdades.

O submundo das periferias ganham contornos no drama de Musa. A falta de opções em um mundo marginalizado e violento não o deixou com possibilidades de abrir outras portas. Por meio de flashbacks vamos entendendo melhor os porquês que o filme já nos traz quando partimos de início. A trajetória dele é repleta de escolhas que o fizeram ficar preso. O plot twist já nos arcos finais é muito bem encaixado nos levando a outras óticas sobre o denso personagem que totalmente sem esperança quando as surpresas lhe chegam embarca em uma jornada sem rumo. Já Sedat é um homem bom, que possui um dilema com a filha que vai se casar com um homem rico na Itália mas tem vergonha dele. Seu destino se cruza com o do prisioneiro, um paralelo que o faz enxergar a vida de outra forma.

O recorte sobre pais e filhos é muito bem construído em paralelo aos dramas pessoais de Musa e Sedat. Há vários pontos de reflexão nesse ponto, cada um na sua ótica e nos valores que acreditam mesmo sendo de mundos completamente diferentes. O alicerce do roteiro que ganha pontos pela reviravolta escondida em uma trama que parece rasa mas não é. A direção é detalhista, foca no olhar, na expressão para caminhar por lacunas não ditas.

Ranking | Do Pior ao Melhor da Franquia HOMEM-ARANHA – incluindo ‘Sem Volta para Casa’

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa finalmente estreou nos cinemas nacionais envolto de expectativas e rumores, e tem agradado em cheio os críticos e os espectadores.

Nessa matéria, rankeamos os nove filmes estrelados pelo cabeça de teia – incluindo a animação Homem-Aranha no Aranhaverso (2018) – e não levamos em conta a participação do personagem em Capitão América: Guerra Civil, Vingadores: Guerra Infinita e Vingadores: Ultimato.

Confira abaixo e como sempre, comente dizendo a sua ordem de preferência.

 

9. O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro (2014)

Quase tudo está errado aqui, inclusive o subtítulo nacional, que cismou em dar cartaz para o vilão mais esquecível da franquia. Nem tudo está perdido, no entanto, e existem sim algumas coisas legais na produção. Porém, ao contrário da primeira investida de Andrew Garfield num filme do herói, cujo maior pecado é não possuir personalidade alguma, este filme opta por algumas escolhas bem equivocadas. A pior delas é a extrema caricatura de todos os seus vilões.

Pobre Jamie Foxx, o vencedor do Oscar precisou ver seu papel reduzido a um cartoon tão bidimensional quanto os antagonistas de Batman Eternamente (1995). O que falar de Paul Giamatti e Dane DeHaan, como Rino e o Duende Verde, então. Fora isso, Felicity Jones e Shaielene Woodley nunca veriam suas Felicia Hardy (a Gata Negra) e Mary Jane Watson de fato concretizadas. Esse é o maior pecado do filme, abarrotar a produção de personagens para eventuais continuações, que nunca viriam.

Homem-Aranha: Andrew Garfield.
Diretor: Marc Webb.
Vilões: Electro, Rino, Duende Verde.
Elenco: Emma Stone, Jamie Foxx, Dane DeHaan, Felicity Jones, Paul Giamatti, Sally Field.

 

8. O Espetacular Homem-Aranha (2012)

Quando a Sony optou pelo reboot da franquia ao invés da continuação Homem-Aranha 4, a maioria dos fãs chiaram, reclamando que era cedo demais. Realmente, dez anos depois da comoção que foi a estreia do personagem nas telonas, ganhávamos uma refilmagem. O caso deve servir de estudo para produtores lembrarem sempre o que não fazer em suas franquias cinematográficas. Além disso, Andrew Garfield, o novo ator escolhido para o papel, apesar de bastante empenhado e apaixonado pelo personagem, era envolto num novo arco do herói, mais voltado para os novos fãs e fora do cânone.

Aqui, Peter Parker era um skatista descolado, que cometia bullying e não o sofria, e sua maior motivação era a busca pelos segredos dos pais. O diretor Marc Webb vinha do quintessencial filme sobre relacionamento 500 Dias Com Ela, e era o nome certo para o projeto. O fato, porém, não o ajudou tanto na relação de Peter com Gwen Staci (Emma Stone). Na verdade, essa reimaginação tem como calcanhar de Aquiles a qualidade extremamente esquecível, sem grandes cenas de ação, vilões marcantes ou um romance intenso como nos primeiros filmes. Tudo é muito blasé, e esse poderia ser qualquer filme, de qualquer herói.

Homem-Aranha: Andrew Garfield.
Diretor: Marc Webb.
Vilão: Lagarto.
Elenco: Emma Stone, Rhys Ifans, Denis Leary, Martin Sheen, Sally Field.

Assista nossa crítica em vídeo (Sem Spoilers) de Homem-Aranha: De Volta ao Lar

 

7. Homem-Aranha 3 (2007)

Depois dos muito bem sucedidos primeiros filmes do herói, um impasse entre o diretor Sam Raimi e o produtor Avi Arad – o homem da Marvel no cinema então – ocorreu, sobre que caminho o terceiro longa do personagem deveria seguir. Inicialmente, Raimi desejava ter o Abutre como vilão – antagonista que finalmente dá as caras no novo De Volta ao Lar. Já Arad, com a finalidade de agradar os fãs mais jovens do herói, não via a hora de encaixar Venon, inimigo popstar do Aranha, que de tanto sucesso ganhou seus spin off na forma de histórias em quadrinhos próprias.

Raimi declaradamente não é fã do personagem, e deixou isso bem claro quando precisou concretizá-lo, a contragosto, em seu filme. Sabe a síndrome de O Espetacular Homem-Aranha 2 citada acima, com muitos personagens, muitas subtramas, sem que todos ganhem a atenção devida, pois bem, não era novidade e pode-se dizer que começou aqui para o personagem. Se ao menos tivessem olhado para o companheiro da editora rival, e aprendido com os mesmos erros de Batman & Robin (1997).

Homem-Aranha 3 recai na mesma categoria, sobressaindo apenas no fato de que existem elementos satisfatórios a serem tirados da obra, como a conturbada relação entre Peter e Mary Jane, e todo o arco do vilão principal, o Homem Areia, papel do indicado ao Oscar Thomas Haden Church, assim como todas as possibilidades estéticas criadas com o personagem.  O desfecho deixava a porta aberta para uma conclusão que nunca viria. Ps. Quem pode esquecer o Peter Emo e sua dança da vergonha alheia.

Homem-Aranha: Tobey Maguire.
Diretor: Sam Raimi.
Vilões: Homem Areia, Venom, Duende Verde.
Elenco: Kirsten Dunst, James Franco, Thomas Haden Church, Topher Grace, Bryce Dallas Howard, Rosemary Harris, JK Simmons, James Cromwell.

 

6. Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)

Agora a lista começa a ficar boa de verdade. Por mais que existam elementos interessantes a serem tirados dos três filmes acima, é indiscutível que eles não podem ser usados como exemplos de boas produções do gênero, ou tampouco de bons exemplares contendo o herói. Já o recente Homem-Aranha: De Volta ao Lar não sofre desse mal e inicia uma nova fase para o personagem nas telonas. O que os fãs queriam e pediam finalmente se realizou, e com uma parceria megalômana entre os estúdios da Sony e Disney/Marvel, o amigo da vizinhança finalmente pôde ser incluído no universo cinematográfico da editora, ao lado de companheiros de como o Homem de Ferro e o Capitão América.

Fora isso, o filme de Jon Watts ganha por mostrar algo diferente do já apresentado nos outros filmes, o que inclui inclusive a mudança de localidade da ação, de Manhattan para o Queens. Tom Holland exala carisma na pele do Peter Parker mais jovem até o momento e Michael Keaton, reinventado, dá peso ao vilão, como poucos no acervo do MCU. Existe também grande homenagem aos filmes adolescentes de colégio, inspirados pelo papa do gênero, John Hughes.

Com diversas atualizações para a geração atual, como um uniforme extremamente tecnológico, alunos de diversas etnias respeitando a tão sonhada representatividade e a inclusão do herói na era das mídias sociais, o novo Homem-Aranha é mais do que nunca sinal dos novos tempos. Apesar de todos esses acertos e elogios, nenhum filme do herói respeitou tanto o cânone do personagem quanto as primeiras posições da lista.

Homem-Aranha: Tom Holland.
Diretor: Jon Watts.
Vilões: Abutre, Shocker.
Elenco: Michael Keaton, Robert Downey Jr., Marisa Tomei, Jon Favreau, Gwyneth Paltrow, Zendaya, Laura Harrier.

Assista nossa crítica em vídeo (Com Spoilers) de Homem-Aranha: De Volta ao Lar

 

5. Homem-Aranha: Longe de Casa (2019)

Homem-Aranha: Longe de Casa é uma experiência cinematográfica inigualável, que mistura comédia, drama e ação na medida certa e entrega um blockbuster cheio de coração que vai conquistar até o fã mais xiita. Justiça seja feita: essa sequência é infinitamente superior a Homem-Aranha: De Volta ao Lar, que apresentou o herói para uma nova geração em uma aventura satisfatória, mas que não conseguiu mostrar o potencial de Tom Holland. Aqui, o ator nos conquista logo nos primeiros minutos e abraça o(s) uniforme(s) do Homem-Aranha de maneira esplêndida, conquistando o posto de melhor intérprete do amigão da vizinhança.

Após um primeiro ato cheio de humor, e um segundo ato mais dramático, o ato finalmente é pura aventura e pancadaria. Arrisco a dizer que este também é o filme do herói com mais ação, já que temos diversos embates diferentes entre o aracnídeo e vários vilões, sempre nos surpreendendo com reviravoltas de cair o queixo que rendem mais e mais e mais cenas de ação. É um ritmo frenético que proporciona cenas repletas de efeitos especiais de ponta, e batalhas surpreendentes usando como pano de fundo as belíssimas locações da Europa, como Veneza, Londres, entre outras.

Inteligente, audacioso, divertido e cheio de ação, Homem-Aranha: Longe de Casa coloca a franquia nos trilhos. O final impactante abre caminhos para a franquia tomar novos rumos e entregar histórias nunca vistas antes no cinema. Você vai ficar boquiaberto com os rumos que eles tomam aqui, e ainda mais ansioso para saber o desenrolar dos eventos apresentados nos minutos finais.

Homem-Aranha: Tom Holland.
Diretor: Jon Watts.
Vilões: SPOILER
Elenco: Marisa Tomei, Jon Favreau, Zendaya, Samuel L. Jackson, Jake Gyllenhaal.

 

4. Homem-Aranha (2002)

Se O Espetacular Homem-Aranha e De Volta ao Lar são reflexos de seu tempo, modernizando o herói para o público de hoje, o primeiro filme do personagem no cinema veio no caminho oposto, quase voltando no tempo para a década de 1960, quando o personagem foi criado. Mesmo passado no tempo presente, no caso em 2002, o primeiro filme do Homem-Aranha, de Sam Raimi, é dono de uma enorme sensação nostálgica, como uma volta ao passado de sentimentos, comportamentos, relações humanas e tudo o que rodeia o protagonista.

É como se os anos 1960 fossem modernizados apenas em sua estética. Até na tecnologia o longa de Raimi não investe tanto. Fora isso, temos caracterizações assombrosas, soando como cópias carbono, de carne e osso, de suas contrapartes de papel, vide JK Simmons como JJ Jameson, e Rosemary Harris como a tia May. Willem Dafoe é outro que rouba a cena na pele de Norman Osborn, deixando orgulhoso outro Norman do cinema, o Bates, com sua caracterização mais intensa do que esperaríamos encontrar em um filme do gênero, ainda mais na época, ao retratar um personagem que sofre de personalidade dividida.

Embora existam algumas reclamações, mesmo que mínimas, como o tom cartunesco das cenas de ação e efeitos, temos que lembrar acima de tudo que Homem-Aranha (2002) foi o alicerce para o que temos hoje no gênero cinema de super-heróis e que sem ele, muitos veículos não existiriam.

Homem-Aranha: Tobey Maguire.
Diretor: Sam Saimi.
Vilão: Duende Verde.
Elenco: Willem Dafoe, Kirsten Dunst, James Franco, Cliff Robertson, Rosemary Harris, JK Simmons.

 

3. Homem-Aranha no Aranhaverso (2018)

Essa animação é genial, e o roteiro definitivamente é melhor que qualquer outro filme do aranha. Dirigido por Bob Persichetti (O Pequeno Príncipe), Peter Ramsey (A Origem dos Guardiões) e Rodney Rothman (Anjos da Lei 2), e roteiro assinado pelo próprio Rothman e Phil Lord (Uma Aventura Lego), o longa-metragem tem Miles Morales (Shameik Moore) como centro de sua história. O jovem, ao ser picado por uma aranha radioativa da Alchemax e ganhar os mesmos poderes que do Aranha original, ele começa a esbarrar com outras versões do herói de diferentes dimensões e juntos precisam enfrentar uma ameaça que pode destruir toda a realidade.

A narrativa é, sem dúvidas, uma das mais bem roteirizadas de todas as versões que já foi vista do Homem-Aranha. O filme navega entre a comédia com algumas pitadas de drama de forma coerente. Além disso, o espectador é facilmente imerso na trama parecendo que está vivendo toda a história mostrada na tela juntamente aos personagens. A jornada do herói, neste caso de Miles Morales, transmite veracidade e consegue trazer peculiaridades que transforma o longa no tipo de produção que constitui seus próprio universo.

No geral, Homem-Aranha no Aranhaverso é um longa-metragem que acerta em todos os quesitos, especialmente, no coração de todos aqueles que sempre amaram e acompanharam as histórias do Amigo da Vizinhança.

PS.: a cena pós-crédito não poderia ser melhor nem se tentassem.

 

2. Homem-Aranha: Sem Volta para Casa (2021)

Um dos filmes mais aguardados de 2021, quiçá dos últimos 30 anos, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa é um dos maiores acertos recentes da Sony. Quando foi anunciado, não havia uma expectativa tão grande por conta das críticas mistas de Homem-Aranha: Longe de Casa (2019), mas o trabalho feito por Jon Watts e Tom Holland neste terceiro capítulo da trilogia é tão bem amarrado que vai fazer até mesmo que odiava o Peter de Holland sair dos cinemas amando o personagem.

Com esse jeitão de reboot, o terceiro filme solo da saga de Peter Parker no Universo Cinematográfico Marvel indica o caminho que o herói seguirá daqui para frente, já que uma nova trilogia já foi encomendada pela Sony e provavelmente acompanhará o garoto em seus primeiros anos de vida adulta, culminando em uma sonhada liderança dos Vingadores ao lado do Capitão América (Anthony Mackie). E se antes o distanciamento dos quadrinhos era uma crítica recorrente, tudo indica que o herói agora terá muito mais de suas raízes das HQs o acompanhando nas telonas.

A entrega de Tom Holland também enche os olhos, porque é nítido que ele se doou ao máximo para que esse filme pudesse ser essa obra-prima dos filmes com heróis. E conseguiu seu objetivo.

Homem-Aranha: Tom Holland.
Diretor: Jon Watts
Vilão: Dr. Octopus, Duende Verde, Electro, Homem-Areia, Lagarto.
Elenco: Tom Holland, Marisa Tomei, Jon Favreau, Zendaya, Alfred Molina, Rosemary Harris, JK Simmons, Dylan Baker.

 

1. Homem-Aranha 2 (2004)

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa quase levou o primeiro lugar, mas as qualidades e méritos da direção de Sam Raimi transformam esse clássico em poesia. A continuação orquestrada pelo cineasta entra para o hall dos filmes do gênero que sobressaíram seus predecessores e marcaram o imaginário popular, tendo sua relevância até os dias de hoje e sendo considerado um dos melhores filmes de super-herói da história. Talvez os novos filmes do aracnídeo não envelheçam tão bem quanto esse envelheceu.

No roteiro, os conflitos do personagem aumentam. Já estabelecido como o herói justiceiro mascarado, ele precisa equilibrar sua dupla personalidade e sua dupla jornada, apresentando os dilemas que sempre fizeram do personagem, único. Contas atrasadas, trabalhos devidos na faculdade, problemas românticos, tia idosa.

Outro grande embate surgia com o melhor amigo Harry (James Franco), que acusava o herói de ter matado seu pai. Todo o drama envolvendo esta situação é de primeira. O vilão, interpretado de forma entusiasmada por Alfred Molina, igualmente possuía suas questões, se afastando ao máximo de caricaturas bidimensionais, geralmente encontradas em tais produções. Se formos pensar na diferença de tais antagonistas para os filmes com Andrew Garfield, dá vontade de chorar. Não é por menos que Homem-Aranha 2 é tido como uma das melhores adaptações de quadrinhos para o cinema de todos os tempos.

Homem-Aranha: Tobey Maguire.
Diretor: Sam Raimi.
Vilão: Dr. Octopus.
Elenco: Kirsten Dunst, James Franco, Alfred Molina, Rosemary Harris, JK Simmons, Dylan Baker.

Crítica | O Festival do Amor – Woody Allen comanda comédia romântica com astros de ‘Élite’ e ‘La Casa de Papel’

Woody Allen é um dos maiores diretores de cinema do mundo. Não é mistério para ninguém que, tal como o espanhol Pedro Almodóvar, Woody faz com que seus filmes circulem sempre sobre o mesmo tema, e seus protagonistas invariavelmente se assemelham ao próprio diretor – seja na estética, na religião, na profissão, etc. Assim, não é nenhuma surpresa o mote de ‘O Festival do Amor’, seu mais novo filme com lançamento em território nacional, cujas sessões foram antecipadas no Festival do Rio 2021 e que entra no circuito das salas de cinema brasileiras na semana do Natal.

Mort (Wallace Shawn) está acompanhando sua esposa, Sue (Gina Gershon), no Festival de Cinema de San Sebastián, ao norte da Espanha. Sue é assessora de imprensa do famoso diretor Philippe (Louis Garrel), que é a mais nova sensação do momento, o diretor mais requisitado do evento. Enquanto Sue acompanha Phillippe para cima e para baixo, Mort tenta ocupar seu tempo passeando pela cidade, enquanto sua mente projeta mil e uma formas como sua esposa pode estar traindo-o com o diretor de cinema – e, a cada nova ideia, Mort sente um sintoma diferente de alguma doença. Até ele conhecer a Dra. Jo Rojas (Elena Anaya), que parece ter a solução de todos os seus problemas – de saúde e de amor.

Filmado na belíssima San Sebastián, um dos pontos altos de ‘O Festival do Amor’ é justamente a locação. As tomadas com a praia paradisíaca ao fundo ou na entrada do charmosíssimo hotel onde se passa o tal festival são tão pulsantes, que faz qualquer um incluir a cidade praiana na lista de locais para conhecer antes de morrer. Entretanto, não estamos falando de um filme turístico, mas sim de uma ficção, e, portanto, a locação não deveria ser o ponto alto.

O protagonista Mort, como bem dito algumas vezes ao longo do filme (inclusive por ele mesmo), é um chato. Pior: é maçante, pedante, soberbo e paranoico. Bom, em se tratando de Woody Allen, um protagonista paranoico já é de se esperar, porém, Mort é simplesmente aquele cara com quem você não quer encontrar em um evento: nem ele gosta de si mesmo. Em sua crise existencial – o longa começa com ele em uma sessão de análise, refletindo sobre o ocorrido na viagem –, qualquer personagem se torna mais interessante que ele, incluindo o amigo Tomás Lopez (Enrique Arce, o Arturito de ‘La Casa de Papel’), que faz uma participação no longa. Aliás, a presença de Tomás e de Georgina Amorós, de ‘Élite’, no filme, mostra o quanto Woody Allen está antenado nas produções espanholas e na nova geração de atores oriundos do conteúdo pop da Netflix – iniciado em ‘Um Dia de Chuva em Nova York’, seu projeto anterior, com Timothée Chalamet, Selena Gomez e Elle Fanning. Pode ser um sinal de novos tempos na carreira do diretor, buscando cativar os novos espectadores.

Em mais um filme de ficção semibiográfico, ‘O Festival do Amor’ é agradável, ainda que com um protagonista nem um pouco cativante. É uma mostra de que Woody Allen continua contando a mesma história, tentando vencer fronteiras trazendo queridinhos da cultura pop para seu elenco e descentrando sua história de Nova York. Ainda assim, ‘O Festival do Amor’ faz bela homenagem a grandes mestres do cinema mundial, especialmente os europeus, com cenas recriadas e inspiradas em famosos filmes de Bergman e outros cineastas, e, portanto, se torna filme obrigatório para todo bom cinéfilo.

‘Better Things’: Última temporada ganha data de estreia

O canal FX finalmente anunciou quando a 5ª (e última) temporada da comédia ‘Better Things‘ será lançada.

O ciclo final irá estrear oficialmente no dia 28 de fevereiro.

A série foi criada por Louis C.K. e Pamela Adlon, que também estrela a produção.

Sam Fox é uma mãe solteira e atriz sem filtro que cria suas três filhas, Max, Frankie e Duke em Los Angeles. Ela também cuida de sua mãe, Phil, uma expatriada inglesa de capacidades questionáveis que vive logo do outro lado da rua. Seja ganhando a vida, navegando pelas vidas desafiadoras de suas filhas ou tentando ter uma dela mesma, Sam lida com cada desafio com amor feroz, honestidade crua e muito humor.

O elenco ainda conta com Mikey Madison, Hannah Riley, Olivia Edward e Celia Imrie.

Adam Scott tem as memórias alteradas no trailer de ‘Severance’, nova série de suspense da Apple TV+

A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer da série de suspense sci-fi ‘Severance‘.

Confira:

A produção terá os dois primeiros episódios lançados no dia 18 de fevereiro.

Criada por Dan Erickson, a série foi dirigida por Ben Stiller (‘Trovão Tropical’), que também serve como produtor executivo do projeto.

“Mark Scout (Scott) lidera uma equipe nas Indústrias Lumon, cujos funcionários foram submetidos a um procedimento de separação, que divide cirurgicamente suas memórias entre o trabalho e a vida pessoal. Essa experiência ousada de ‘equilíbrio entre trabalho e vida pessoal’ é questionada quando Mark se encontra no centro de um mistério que o forçará a confrontar a verdadeira natureza de seu trabalho… e de si mesmo.”

O elenco conta com Adam Scott, Patricia Arquette, Christopher Walken e John Turturro.

‘Two Sentence Horror Stories’: 3ª temporada ganha data de estreia; Confira o cartaz!

A CW divulgou o primeiro cartaz sinistro da 3ª temporada da série de terror antológica ‘Two Sentence Horror Stories‘.

Além disso, foi confirmado que o novo ciclo irá estrear no dia 16 de janeiro.

Confira o cartaz:

Two Sentence Horror Stories — Image Number: TWO_S3_8x12_R2_300dpi.s — Photo: The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

Criada por Vera Miao, a série acompanha contos contemporâneos de terror e assombrações.

Inspirada pelos contos curtos de duas sentenças que viralizaram na internet, a antologia focará nos medos de uma geração conectada por ansiedades e diversidades. Apesar de sermos perturbados por tecnologia, desigualdades e sociedade… as coisas que nos assombram são as mesmas.

‘Minions 2: A Origem de Gru’ ganha novo teaser divertido; Assista!

A Universal Pictures divulgou um novo teaser divertido da sequência ‘Minions 2: A Origem de Gru‘.

Confira:

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 30 de junho – quase dois anos após a estreia original.

Kyle BaldaBrad Ableson Jonathan del Val dirigem a sequência, que vai focar no primeiro encontro entre os adoráveis bichinhos amarelos e o perigoso vilão Gru (Steve Carrell).

Kevin HartMargot RobbieDave BautistaPierre Coffin completam o elenco.

‘Rust’: Detetives obtêm mandado para investigar o celular de Alec Baldwin; Saiba mais!

As investigações da trágica morte de Halyna Hutchins no set de filmagens de Rust continuam a todo vapor e, agora, novas informações revelam que a Delegacia de Santa Fé conseguiu um mandado para investigar o celular de Alec Baldwin (via Yahoo!).

Para aqueles não familiarizados, Hutchins foi assassinada após Baldwin acidentalmente apertar o gatilho de um revólver que acreditava ser cenográfico. A bala também causou ferimentos no diretor Joe Souza e, desde então, os oficiais de justiça vêm canalizando esforços para entender o que aconteceu.

Em uma declaração atada ao mandado, a Detetive Alexandria Hancock comentou que os investigadores estão procurando por evidências que possam ajudar a completar o caso. Hancock comentou que ela perguntou a Baldwin e a seu advogado se eles voluntariamente poderiam entregar o celular – mas eles requisitaram que ela buscasse uma autorização judicial.

Na mesma declaração, Hancock revela que já havia conduzido uma breve pesquisa pelo celular de Hutchins, falecida em 21 de outubro, e que encontrou conversas sobre a data de produção do longa-metragem desde 14 de julho.

Além disso, os comentários incluem detalhes sobre a primeira entrevista com os detetives locais, que até então não havia sido disponibilizada ao público. Na entrevista em questão, Baldwin declarou que tinha trocado emails com Hannah Gutierrez Reed, armeira responsável pelos objetos do set, sobre o tipo de arma que usaria. Ela mostrara diversos tipos de armas e tinha selecionado um revólver Colt .45 para que o ator utilizasse no filme.

“Ele comenta que requisitou uma arma maior e ela havia mostrado a ele também diferentes estilos de facas para a produção. A Alec, foi mostrado um [revólver] Colt com um cabo marrom e um cabo cor de cereja, e ele eventualmente escolheu o com cabo marrom”, diz a declaração.

Na semana passada, Baldwin concedeu uma entrevista à emissora ABC e afirmou que não disparou a arma que causou a morte de Hutchins.

Baldwin fez algumas declarações ousadas durante a entrevista, alegando que não é culpado pelo acidente e acredita que outra pessoa deva ser responsabilizada.

Enquanto alguns estão do lado do ator, outros acreditam que o ator deve ser responsabilizado de alguma forma, considerando que os responsáveis pelas investigações ainda não encontraram um culpado.

Na mesma entrevista, Baldwin cogitou até mesmo abandonar sua carreira na atuação, em virtude das sequelas emocionais geradas pela inesperada perda de sua colega de trabalho.

Na ocasião, ele afirmou que não consegue se imaginar estrelando um novo filme com armas novamente: “eu estou pouco me fu***** para a minha carreira”.

Ao ser questionado pelo jornalista George Stephanopoulos se sua carreira teria acabado, ele respondeu:

“Bem, pode ser que sim”.

Assista a alguns trechos da entrevista:


Baldwin foi processado pela supervisora de roteiro Mamie Mitchell, que trabalhava no set do filme na hora do disparo e quase foi atingida pela bala que matou Hutchins e feriu Souza.

Segundo Gloria Allred, advogada de Mamie, o roteiro de ‘Rust‘ não pedia que a arma fosse disparada na cena em que o incidente aconteceu:

“Eles iriam gravar três cenas de close após o almoço. Uma câmera estaria focada nos olhos do acusado Baldwin, uma estaria focada em uma mancha de sangue no ombro de Baldwin, e uma terceira focaria no torso do ator. NÃO HAVIA DISPARO DE ARMA NO ROTEIRO. O ator não precisava e nem devia ter atirado. Sendo assim, ele deveria ter assumido que a arma em questão estava carregada”, afirmou a advogada.

Mitchell alega ter se ferido no acidade, e processa o ator e os produtores por “agressão e perturbação emocional”.

Sobre o caso

A armeira responsável por garantir a segurança das armas cenográficas, Hannah Gutierrez-Reed, falou pela primeira vez sobre o assunto.

Por meio de um comunicado oficial emitido para revista EW, por parte de seus advogados, ela afirmou não fazer ideia de onde as balas verdadeiras teriam vindo. No documento, ela sustenta sua inocência, afirmando que “inverdades têm sido ditas à imprensa”. Na ocasião, ela ainda se diz “devastada e completamente fora de si com os eventos que ocorreram”.

A declaração dos advogados de Gutierrez-Reed, Jason Bowles e Robert Gorence, ainda pondera:

“A segurança é a prioridade número 1 de Hannah no set. Em última análise, este conjunto nunca teria sido comprometido se a munição real não tivesse sido introduzida. Hannah não faz ideia de onde as balas reais vieram. Hannah foi contratada para dois cargos neste filme, o que tornou extremamente difícil se concentrar em seu trabalho como armeira. Ela lutou para que houvesse treinamento, dias para manter as armas e tempo adequado para se preparar para o uso delas, mas acabou sendo anulada pela produção e seu departamento. Todo o conjunto de produção tornou-se inseguro devido a vários fatores, incluindo a falta de reuniões de segurança. Isso não foi culpa de Hannah. Ela também gostaria de estender suas mais profundas e sinceras condolências à família e aos amigos de Halyna”, uma mulher inspiradora no cinema que Hannah admirava”.

Recentemente, o xerife do condado de Santa Fé, Adan Mendoza, e a promotora distrital de Santa Fé, Mary Carmack-Altwies, realizaram uma coletiva de imprensa para atualizar o público sobre ao andamento dos trabalhos.

Na ocasião, a dupla de profissionais foi questionada a respeito da possibilidade do astro e produtor Alec Baldwin enfrentar acusações criminais pelos disparos acidentais que acarretaram na tragédia. Em reposta, Carmack-Altwies afirmou que a opção não está descartada.

“Neste momento, todas as opções estão na mesa. Não comentarei sobre acusações, se elas serão apresentadas ou não, ou sobre quem. Não podemos responder a essa pergunta até que concluamos uma investigação mais completa. Ninguém foi descartado neste momento”. 

Durante a coletiva, Mendoza também ponderou sobre a seriedade do trabalho da polícia, assegurando às vítimas que a operação segue de forma categórica – para que as perguntas sejam respondidas:

“Nos últimos dias, nossa equipe de investigação tem trabalhado diligentemente para conduzir entrevistas, executar mandados de busca e coletar e processar evidências do local. Quero garantir às vítimas, suas famílias e ao público que estamos conduzindo uma investigação completa e objetiva”.

Quanto às possíveis acusações criminais, a dupla salientou a importância de finalizar o processo investigativo, para então proceder para essa etapa.

Segundo a promotora distrital:

“Devo enfatizar que uma investigação completa é fundamental para a conclusão da polícia. Pegamos os fatos e as evidências corroborados e os conectamos à lei do Novo México. Ainda não chegamos a esse ponto. Se os fatos, as evidências e a lei sustentarem acusações criminais, então eu iniciarei o processo neste momento”. 

Recentemente, uma nova declaração juramentada feita pelo departamento de polícia do Condado de Santa Fé foi emitida para o público.

O documento detalha o que teria acontecido minutos antes dos disparos da arma, que acarretou no fatal incidente que tirou a vida da diretora de fotografia Halyna Hutchins.

De acordo com informações prestadas à polícia pelo diretor Joel Souza, conforme citado na declaração obtida pela EW, o ator Alec Baldwin estava ensaiando uma cena dentro do prédio da igreja, na Fazenda Bonanza Creek, quando o incidente ocorreu.

O ensaio envolveu Baldwin tentando uma manobra, “cruzando o saque de sua arma e apontando o revólver para a lente da câmera” antes da arma disparar, de acordo com os depoimentos.

Souza, que estava ao lado de Hutchins, ficou ferido, mas pouco depois teve alta do hospital. Já a artista não suportou os ferimentos e faleceu no Hospital da Universidade do Novo México.

Segundo o jornal New York Times, uma declaração juramentada emitida pelo escritório do xerife afirmou que um dos diretores assistente do filme garantiu ao astro Alec Baldwin que a arma entregue em suas mãos estava sem qualquer projétil verdadeiro.

Segundo o documento, ele pegou uma das três armas cenográficas preparadas pela equipe de armeiros, entregou em suas mãos e gritou “arma fria!”- termo usado em Hollywood que denota que o objeto não possui balas verdadeiras dentro de seu cartucho.

Ainda de acordo com a declaração, que foi emitida como parte de um pedido de mandado de busca, o diretor assistente “não sabia que havia balas verdadeiras na arma” quando fez isso.

Nenhuma acusação foi apresentada e a investigação está em andamento.

De acordo com uma reportagem do Los Angeles Times, o incidente ocorreu horas depois de meia dúzia de membros da equipe de filmagem sair do set para protestar contra as condições de trabalho.

Uma fonte disse ao Times que os membros da equipe que protestavam, que faziam parte da Alliance of Theatrical Stage Employees, foram substituídos por profissionais não sindicalizados.

O fatal acidente tirou a vida da diretora de fotografia Halyna Hutchins e feriu gravemente o diretor Joel Souza. Após ser levada para hospital da Universidade do Novo México, a profissional não resistiu aos ferimentos, falecendo aos 42 anos.

Horas depois, o astro emitiu um comunicado por meio de sua conta oficial do Twitter, lamentando o ocorrido e se colocando à disposição da família de Hutchins.

Na ocasião, ele disse:

“Não há palavras que possam descrever meu choque e tristeza pelo trágico acidente que tirou a vida de Halyna Hutchins: esposa, mãe e uma colega profundamente admirada por nós. Estou cooperando totalmente com a investigação policial para resolver como essa tragédia aconteceu.”

Em outra publicação, ele acrescenta:

“Estou em contato com seu marido, oferecendo todo o meu apoio a ele e sua família. Meu coração está partido por ele, pelo filho deles e por todos que conheciam e amavam Halyna.”

Confira:

Alec Baldwin divulgou um comunicado oficial sobre a morte da cineasta Halyna Hutchins, em quem ele atirou acidentalmente no set de ‘Rust’.”

Quem era Halyna Hutchins?

Aos 42 anos de idade, Hutchins trabalhava como diretora de fotografia desde 2012, e de lá para cá acumulou créditos em curtas, produções na TV e em filmes de pequeno alcance.

Ao longo da carreira, esteve por trás das lentes de ‘Archenemy‘ (2020), ‘Blindfire‘ (2020) e ‘The Mad Hatter‘ (2021).

Seu trabalho mais famoso foi A Luv Tale: The Series, exibida pla BET+ entre 2018 e 2021, e ‘Rust seria sua porta de entrada em grandes produções.

Nascida na Ucrânica, Hutchins estudou cinema em Los Angeles e também era formada em jornalismo pela Universidade Nacional de Kiev.

Inclusive ela trabalhou como jornalista investigativa em diversos documentários ao redor da Europa antes de ingressar em produções fictícias.

Em sua última publicação nas redes sociais, a cineasta compartilhou um vídeo andando a cavalo nos bastidores de Rust‘.

Na legenda, ela escreveu:

“Uma das vantagens de filmar um faroeste é andar a cavalo no seu dia de folga.”

Ranking | Os 10 Melhores Filmes de Steven Spielberg

Steven Spielberg é sinônimo não apenas de cinema entretenimento, mas também é o responsável pela entrada de muitas crianças na paixão pela sétima arte. Um dos mais celebrados realizadores de todos os tempos, o artista elevou a todo um novo patamar o conceito de diretor-celebridade, reinando absoluto e de forma sem precedentes durante a década de 1980, o berço dos blockbusters.

Spielberg chegou com a onda revolucionária que tomou Hollywood de assalto nos anos 1970, fazendo parte do movimento que contava com cineastas como Martin Scorsese, Francis Ford Coppola, George Lucas e Brian De Palma, todos colegas seus até hoje. Mas do pacote, somente Spielberg transcendeu ser “apenas” um diretor, se tornando uma entidade própria da sétima arte. Isso porque mesclou como nenhum outro o cinema popular de entretenimento (inclusive sendo “pai” do primeiro blockbuster da história e produzindo / dando seu selo de qualidade a inúmeras obras de sucesso no período) com filmes autorais de “arte”, o que lhe rendeu prestígio de premiações.

Indicado para absurdos 17 prêmios no Oscar e vencedor de 3 (dois como diretor e um como produtor), além de um Oscar honorário, é claro que não poderíamos deixar de homenagear este que é uma das figuras mais importantes para o cinema como temos hoje. Para isso, resolvemos listar seus 10 melhores filmes como diretor – numa votação entre os críticos e o grande público. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

10 | Minority Report – A Nova Lei (2002)

Começamos a lista com esta que foi a primeira colaboração entre Spielberg e o astro máximo do cinema, Tom Cruise. Quando se está no topo, busca-se trabalhar com profissionais de grandiosidade igual. Assim, o maior diretor do cinema precisava colaborar com o maior astro de Hollywood. E o projeto para tal foi esta ficção científica raiz baseada num conto do autor especialista no gênero, Philip K. Dick. Na trama futurística, mais atual do que nunca, crimes foram erradicados através de uma nova tecnologia adaptada pela polícia e implementada pelo governo, onde prende-se o infrator antes que cometa a infração. O procedimento começa a ser investigado pela corregedoria a fim de tirar qualquer dúvida sobre possíveis falhas em seu sistema. Afinal, o crime precisa de fato ocorrer antes que haja a punição.

09 | Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977)

Steven Spielberg ficaria conhecido, entre outras coisas, por seus filmes de fantasia – e neste quesito engloba-se a ficção científica. E se temos na filmografia do diretor obra como Minority Report, só temos a agradecer por este primeiro trabalho do cineasta no gênero. O segundo grande filme de sua carreira explora um dos temas favoritos do artista, especialmente nesta época de seu começo: a vida inteligente fora da Terra. O espaço e o desconhecido sempre cativaram a imaginação de Spielberg, e aqui o cineasta colocava em prática tudo o que sabia sobre o tema. Na trama, estranhas ocorrências começam a acontecer numa cidade americana, com seus moradores sendo aterrorizados por forças sobrenaturais. O governo sabe de tudo, mas esconde as informações. O segredo se revela como visitantes interplanetários. Mas Contatos Imediatos vai além, e coloca em foco o drama específico de uma família e a obsessão de seu patriarca – papel de Richard Dreyfuss. O longa foi indicado para 8 Oscar, dentre os quais a primeira indicação para Spielberg como diretor.

08 | Indiana Jones e a Última Cruzada (1989)

Talvez nem todos saibam, mas o herói Indiana Jones nasceu da vontade de Spielberg em dirigir um filme da franquia 007 no cinema. Seu colega George Lucas o convenceu a abandonar esta ideia, afirmando possuir algo melhor reservado para o amigo. Foi então que sugeriu a criação de um aventureiro / professor de arqueologia – cuja jornada se passaria na década de 1930, e os vilões seriam nazistas. Assim fica inclusive mais fácil entender a brincadeira interna de colocar Sean Connery como o pai do protagonista nesta terceira aventura – já que o saudoso veterano ficaria para sempre imortalizado como o primeiro (e melhor para a maioria) intérprete do agente James Bond no cinema.

07 | Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (1993)

Como esta lista está nos mostrando, Steven Spielberg é uma fábrica de criar sucessos. E o diretor que havia reinado na década de 80, seguiu exibindo ótima forma pela década seguinte. Um dos ápices foi esta adaptação do livro do romancista Michael Crichton – que revolucionou a história do cinema com seus efeitos especiais gerados por computadores, nunca antes apresentados desta forma. Só quem era criança na época e pôde conferir o filme nas telonas sabe o impacto geracional que a obra teve. Existe antes de Jurassic Park e depois. No quesito do que temos hoje em relação a blockbusters, este filme foi um dos grandes responsáveis e o primeiro a utilizar o CGI a favor da história. Ao contrário do que temos hoje com muitas superproduções vazias de conteúdo, Jurassic Park contou uma grande história e utilizou personagens inesquecíveis. Os dinossauros estavam de volta em grande estilo e o mundo apenas olhou em admiração.

06 | E. T. – O Extraterrestre (1982)

Recentemente em uma matéria sobre os filmes indicados ao Oscar na categoria principal que muitos desconhecem, incluí este grande sucesso da sétima arte. Que E. T. é um fenômeno absoluto de público e um dos filmes infantis mais adorados da história todos sabem. Mas que o filme igualmente obteve prestígio em premiações e emplacou inclusive no Oscar, isso nem todo mundo pode ter em mente. E. T. foi indicado para nada menos que 9 Oscar, incluindo melhor filme e melhor diretor para Spielberg (sua terceira indicação como diretor). O cineasta usou sua própria experiência de lar desfeito na infância para essa história sobre uma família sofrendo com o divórcio dos pais, onde a mulher precisava assumir a dianteira e o comando, numa época em que isso não era muito comum. Novamente, é através de uma visita vinda do espaço que a vida de todos ao redor se transformará para sempre.

05 | Prenda-me se for Capaz (2002)

Dos anos recentes, nenhum outro marcou a carreira de Steven Spielberg tanto quanto o ano de 2002. O diretor ainda entrega sucessos atualmente, e seus dois últimos filmes The Post e Jogador Nª 1 demonstram que o realizador ainda consegue cativar o público como poucos. No entanto, quando falamos de seus filmes mais queridos, o ano de 2002 foi o mais recente a trazer produções que realmente caíram no gosto dos fãs. Depois de Minority Report, o cineasta entregava no mesmo ano uma nova parceria com um astro extremamente quente. Falamos do menino de ouro Leonardo DiCaprio, a escolha perfeita para viver o jovem golpista Frank Abagnale Jr. que, numa história fantástica demais caso não fosse real, se passava por médico, advogado e piloto de avião na década de 1960. Como se não bastasse, Tom Hanks entra em cena na pele do agente do FBI caçando o jovem infrator. O desejo que fica é de uma nova colaboração entre Spielberg e DiCaprio.

04 | Tubarão (1975)

Chegando ao pódio nos deparamos com o que é uma das produções mais populares da carreira de Steven Spielberg. E não é para menos, já que o filme tem a honraria máxima de ser o primeiro blockbuster da história, o primeiro filme a ultrapassar nos EUA a marca de US$200 milhões em bilheteria. O longa fez tanto sucesso que se transformou num fenômeno. O público saía da exibição e voltava para a fila para assistir novamente, fila esta que dava voltas no quarteirão – daí o termo “arrasa-quarteirão”. Fora isso, Tubarão causou tanto impacto que as pessoas verdadeiramente ficaram com medo de frequentar as praias. Melhor para o filme, já que as mesmas corriam para os cinemas durante as férias de verão. No entanto, é sabido também que a produção do filme foi bem problemática, resultado num verdadeiro pesadelo para um então jovem Spielberg de 25 anos. A trama, é claro, fala sobre ataques de um grande tubarão branco nas praias de uma pequena cidade localizada numa ilha. O filme igualmente foi indicado ao Oscar na categoria principal.

03 | Os Caçadores da Arca Perdida (1981)

Nesta época, Steven Spielberg era o melhor dos dois mundos. O diretor era um sucesso financeiro absoluto, quebrando recordes de bilheteria, um atrás do outro. E este foi o segundo blockbuster de sua carreira, em um curto espaço de tempo. Fora isso, era o terceiro filme, num período de 6 anos, com prestígio de chegar até o Oscar. O cineasta estava no topo do mundo e queria mais. Aqui, como dito, era criado um novo herói para o cinema, saído da mente do produtor George Lucas, e do desejo de Spielberg em comandar 007. Harrison Ford, igualmente se tornava parte deste sucesso, ao ser escalado para viver o personagem de sorriso canastrão, pau para toda obra, que se metida em aventuras tão grandiosas que não ficam devendo nada para qualquer super-herói atual. E pensar que Tom Selleck, o escolhido original para o papel, perdeu uma bela bocada devido aos compromissos com a série Magnun (1980-1988). Ah sim, Os Caçadores da Arca Perdida também foi indicado ao Oscar de melhor filme.

02 | O Resgate do Soldado Ryan (1998)

Existe uma brincadeira, talvez um pouco ácida demais, que diz que “até mesmo William Shakespeare saberia que Soldado Ryan é um filme melhor que Shakespeare Apaixonado” – mas foi o segundo que se tornou o verdadeiro vencedor na categoria principal dos prêmios da Academia em 1999. Seja como for, aqui o cineasta recebia seu segundo Oscar como diretor, e colaborava pela primeira vez com outro nome de peso do cinema em Hollywood, o astro boa-praça Tom Hanks – curioso foi a primeira união da dupla ter saído em um filme de gênero, digamos, tão intenso, incomum para os dois. Essa foi a primeira incursão do cineasta num filme de guerra levado ao pé da letra, no qual somos jogados no meio do conflito de uma forma tão real e única, que só o diretor saberia mostrar. É claro que Spielberg já havia abordado o tema duas outras vezes, na comédia 1941 – Uma Guerra Muito Louca (1979) e em Império do Sol (1987) – muito mais focado em um campo de concentração japonês e visto através dos olhos de uma criança. O Resgate do Soldado Ryan é o segundo filme de Spielberg preferido na opinião de críticos e do público, e ganha nossa medalha de prata.

01 | A Lista de Schindler (1993)

Não podia ser outro. Se O Resgate do Soldado Ryan se mostrou um dos melhores filmes do gênero guerra na história do cinema, ele precisa agradecer muito a este trabalho anterior do cineasta. Mesmo quando entregou seus primeiros filmes “ditos mais sérios”, isso é, com temas não recomendados a todo tipo de público, em especial os mais jovens, Spielberg falhou em agradar uma parcela da crítica ou dos fãs. A Cor Púrpura (1985) e Império do Sol (1987) são filmes muito bons e que marcaram toda uma geração. No entanto, nenhum outro drama do diretor geraria uma comoção de apreço unânime tão forte e arrebatadora quanto A Lista de Schindler. Esse é um daqueles filmes perfeitos, que não possui detratores. Mesmo quem não gosta por razões pessoais reconhece suas inúmeras qualidades e sua importância fílmica para a sétima arte. De extrema importância pessoal para o diretor, vindo de família judia, a obra é um estarrecedor retrato do que foram os campos de concentração nazista durante a Segunda Guerra Mundial, ao mesmo tempo em que é uma edificante e belíssima história sobre um herói, um homem que salvou sozinho inúmeros judeus do extermínio. Imprescindível.