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Curiosidades | ‘Titanic’, clássico estrelado por Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, completa 24 anos!

Poucos filmes conseguiram o status lendário que Titanic, épico romântico dirigido e escrito por James Cameron.

Lançado em 1997, a história incorpora elementos reais e fictícios para trazer à vida a narrativa do RMS Titanic, um gigantesco transatlântico que colidiu com um iceberg e naufragou, tornando-se um dos maiores desastres humanos de todos os tempos. No centro desse impiedoso enredo, temos o crescente amor que desperta entre Rose DeWitt (Kate Winslet) e Jack Dawson (Leonardo DiCaprio), dois jovens pertencentes a mundos diferentes e que lutam para ficar juntos em meio a tantas adversidades.

Aclamado pela crítica, o longa-metragem fez um estrondo de bilheteria, dominando o topo das produções mais bem-sucedidas de todos os tempos até ser destronado por ‘Avatar’ (também de Cameron), tornando-se o primeiro filme a ultrapassar a marca de US$1 bilhão mundialmente e estacionando com nada menos que US$2,2 bilhões. Como se não bastasse, Titanic conquistou 11 estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme, e permanece como o mais condecorado da premiação ao lado de ‘A Malvada’ (1950) e ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’ (2003).

Para celebrar seu 24º aniversário, o CinePOP separou uma lista com algumas curiosidades de bastidores, que você pode conferir abaixo:

  • As cenas ambientadas em 2012 (que englobam todo o filme, com exceção das cenas no presente e nos créditos de abertura e encerramento) têm um total de 2 horas e 40 minutos, o exato tempo que o Titanic levou para afundar por completo. Além disso, a colisão com o iceberg levou 37 segundos – mesmo tempo da cena de colisão no longa.
  • Durante a cena em que a água invade a sala da Grande Escadaria, os realizadores tiveram apenas uma tomada para rodá-la, visto que o cenário e a mobília seriam totalmente destruídos.

  • As mãos que desenham Rose não são de DiCaprio, mas sim de Cameron. Na pós-produção, Cameron, que é canhoto, espelhou a imagem para que o artista parecesse se destro, como DiCaprio.
  • Cameron fez 12 mergulhos para o verdadeiro Titanic e comentou que a experiência foi muito emocionante e de tirar o fôlego. Durante sua primeira viagem, ele estava tão focado que conseguiu rodar todas as tomadas que queria; entretanto, quando voltou à superfície, ele desabou em lágrimas depois de perceber a magnitude da tragédia histórica que havia presenciado. Eventualmente, ele passou mais tempo com o transatlântico do que os passageiros.
  • Quando Jack está se preparando para desenhar Rose, ele diz a ela: “ali na cama… No sofá”. A fala original dizia “deite no sofá”, mas DiCaprio cometeu um deslize e Cameron adorou como ficou, deixando a sequência no corte final.

  • Alegadamente, Cameron conversou com cada um dos extras (aproximadamente 150 pessoas) e deu a eles nomes e backstories de passageiros do Titanic para adotarem e encarnarem na obra.
  • Cameron estava decidido a não incluir qualquer canção no filme, nem mesmo nos créditos finais, visto que não acreditava que elas seriam uma boa adição ao tom da obra. O compositor James Horner, todavia, estava lutando para terminar o longa de forma emocionante e secretamente se encontrou com o liricista Will Jennings e a cantora Céline Dion para escrever “My Heart Will Go On”, utilizando o tema musical central do filme como melodia. Cameron acabou adorando a música e a manteve no final. O resultado? A faixa levou para casa o Oscar de Melhor Canção Original.
  • Indicada à categoria de Melhor Atriz Coadjuvante aos 87 anos, Gloria Stuart, que viveu a versão mais velha de Rose, se tornou a pessoa mais velha a ser nomeada a um Oscar. Stuart carregou esse recorde por dezenove anos, até Christopher Plummer ser indicado a Melhor Ator Coadjuvante, aos 88.

  • Uma recente investigação mostou que, caso o Titanic divesse colidido com o iceberg de frente, não teria afundado. Apesar de sofrer vários danos, o transatlântico não teria naufragado e chegaria à cidade de Nova York com um ou dois dias de atraso.
  • Johnny Depp havia sido considerado para o papel de Jack e até mesmo recebeu uma oferta. Porém, o ator recusou o projeto e, até hoje, considera um dos maiores arrependimentos de sua carreira.

‘The Witcher: Blood Origin’: Muita ação no primeiro teaser OFICIAL da série derivada; Confira!

A 2ª temporada de The Witcher estreou no último dia 17 de dezembro na Netflix e, logo depois do último episódio do ciclo, a gigante do streaming divulgou o primeiro teaser oficial de The Witcher: Blood Origin, aguardada série derivada que tem estreia prevista para 2022.

Confira:

A nova série contará com seis episódios.

Além de Lenny Henry no papel de Balor, o elenco é formado por Jacob Collins Levy (Eredin, Rei da Caçada Selvagem), Mirren Mack (Merwyn), Lenny Henry (Balor), Lizzie Annis (Zacaré), Huw Novelli (Callan “Brother Death”), Francesca Mills (Meldof), Amy Murray (Fenrik), Nathaniel Curtis (Brían), Zach Wyatt (Syndril) e Dylan Moran (Uthrok One-Nut).

Eles se juntam aos atores Laurence O’Fuarain (Fjall), Sophia Brown (Éile) e Michelle Yeoh (Scían), previamente anunciados.

Sarah O’Gorman (‘The Last Kingdom’) e Vicky Jewson (‘Born of War’) serão responsáveis pela direção dos episódios.

A produção será ambientada em um mundo elfo, 1200 anos antes dos eventos protagonizados por Geralt de Rivia (Henry Cavill) – e mostrará a criação do primeiro Bruxo.

Blood Origin contará uma história perdida no tempo – a origem do primeiro Bruxo, e os eventos que levaram à crucial conjunção das esferas, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só.”

Andrzej Sapkowski, autor dos livros, servirá como consultor criativo da série.

‘RuPaul’s Drag Race’: Vídeo compila os momentos mais inesquecíveis do Jogo das Imitações; Confira!

Jogo das Imitações é um dos momentos mais aguardados de toda temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’ pelos fãs – e, agora, a VH1 divulgou um vídeo promocional compilando os momentos mais inesquecíveis do jogo.

Confira:

Lembrando que a 14ª temporada do reality show estreia em 07 de janeiro de 2022 e trará nomes como LizzoAlicia Keys, Taraji P. Henson, Andra DayAva MaxDove CameronTS Madison e várias outras ao painel de jurados convidados.

O novo ciclo contará com as participantes: Alyssa Hunter, Angeria Paris Vanmichaels, Bosco, Daya Betty, Deja Skye, Jamine Kennedie, Jorgeous, June Jambalaya, Kerri Colby, Kornbread ‘The Snack’ Jete, Lady Camden, Maddy Morphosis, Orion Story e Willow Pill.

‘Beforeigners’: 2ª temporada da série sci-fi sobre vikings estreia na HBO Max Brasil!

A 2ª temporada de Beforeigners – Os Visitantes’, elogiada série sci-fi sobre vikings, já estreou na HBO Max Brasil.

Os três primeiros episódios foram disponibilizados hoje, 19 de dezembro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Quando a história se repete, talvez seja melhor fugir. Um assassinato brutal em Olso, ligado à Inglaterra do século 19, levanta uma questão: será que Jack, o Estripador veio para o presente? Lars e Alfhildr vão perceber rapidamente que se tentar capturar esse assassino, só poderão confiar um no outro.

A série foi criada por Anne Bjørnstad e Eilif Skodvin.

Nicolai Crave BrochKrista KosonenÁgústa Eva ErlendsdóttirEili HarboeStig Henrik HoffAgnes Kittelsen e outros fazem parte do elenco.

‘A Princesa e a Plebeia 3’: Katya e Trixie Mattel reagem à sequência natalina da Netflix; Confira!

A Princesa e a Plebeia: As Vilãs também Amam‘, sequência que marca o retorno de Vanessa Hudgens como Rainha Margaret, Princesa Stacy e a prima de Margaret, Fiona, para a franquia natalina, estreou recentemente na Netflix e já caiu no gosto do público.

Agora, a gigante do streaming divulgou um novo vídeo promocional em que as icônicas drag queens KatyaTrixie Mattel reagem ao longa-metragem.

Confira:

Mike Rohl será responsável pela direção.

Montenaro estava realizando um festival de Natal Internacional, até que uma relíquia de valor inestimável desaparece. Para tentar resolver a situação, Stacy e Margaret pedem ajuda de uma pessoa que pensa como um criminoso: Fiona!

‘The Witcher’: Fãs estão AMANDO a 2ª temporada da série; Confira as reações!

A 2ª temporada da popular série ‘The Witcherjá está disponível na Netflix e melhorou em praticamente todos os aspectos em relação ao ciclo original.

A narrativa mais dramática e a preocupação com os arcos dos personagens foi sentida por boa parte dos fãs, que rasgaram elogios para a nova leva de episódios nas redes sociais.

Confira os principais comentários abaixo:

Criada por Lauren Schmidt Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O ciclo atual abriu com 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, com nota 7.90/10, baseada em 21 reviews. Segundo o consenso geral, o novo ciclo “expande [a série] da melhor maneira possível – e, mais importante, permanece muito divertido”.

Confira as principais delas:

“Não importa se você leu e jogou tudo ou se você é totalmente novo a esse mundo – você irá se divertir” – Decider.

The Witcher ainda é um deleite a ser assistido” – Polygon.

“A 2ª temporada se expande em uma iteração mais cinemática e confiante” – We Have a Hulk.

“A 2ª temporada de The Witcher é amplamente mais confiante sobre se apoiar na fantasia e no universo criado por Andrzej Sapkowski” – AV Club.

“A 2ª temporada de The Witcher é melhor de quase todas as formas. O resultado é uma temporada que não pode ser deiada de lado e que deve agradar a todos os fãs da franquia” – ComicBook.com.

Confira os títulos dos próximos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

As 10 Melhores Séries de Fantasia de 2021

Enquanto inúmeros filmes e séries foram lançados em 2021 e conquistaram tanto o público e a crítica, é notável como este ano foi extremamente propício para os títulos do gênero fantástico.

Desde adaptações como Sombra e OssosSweet Tooth até a ambiciosa incursão brasileira Cidade Invisível, tivemos inúmeras séries sobre criaturas mitológicas e cenários pós-apocalípticos que dominaram o cenário do entretenimento. E, pensando nisso, o CinePOP preparou uma breve lista com as melhores séries de fantasia de 2021.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi a sua favorita:

10. CIDADE INVISÍVEL

“Enquanto as temáticas particulares são ambivalentes e controversas, as inflexões universais servem como base para compreendermos as mensagens da obra. As críticas ao capitalismo predatório são canalizadas para a relação destrutiva entre uma empreiteira de iniciativa privada e uma secular comunidade ribeirinha que se recusa a abandonar seus costumes em prol do ‘progresso’; a exaltação nacionalista da cultura é descrita em metáforas sutis, como a requintada alusão à ritualística dança indígena toré, ou a belíssima arte recheada de referências, que variam dos menores ornamentos às mais expressivas estéticas. Como se não bastasse, a sofisticada e a charmosa direção é outro aspecto de notável respeito.” – Thiago Nolla

9. A RODA DO TEMPO

“[…] série baseada na longeva saga de livros de Robert Jordan é um deleite para os olhos. Com uma fotografia bucólica que exala a mesma leveza solar que vez outra testemunhamos também em O Senhor dos AnéisA Roda do Tempo é dinâmica em seu design de produção, fazendo excelentes contrastes entre tons quentes e frios, que dosam bem a atmosfera da narrativa. E com ótimos efeitos visuais que tornam a magia da trama palpável, a produção tem todos os elementos para ser uma jornada promissora. Entre erros e acertos, essa é uma experiência que acende uma fagulha na audiência. Mas para ela continuar viva e ardente, a tal roda do tempo ainda precisa acertar o seu rumo no universo das telinhas.” – Rafaela Gomes

8. LOCKE & KEY

“Estendendo-se por dez novos episódios, a nova temporada toma o tempo necessário para desenrolar eventos chocantes e reviravoltas frenéticas para cada um dos personagens – cuidando para que cada um deles tenha o seu momento de glória. Enquanto na iteração anterior fomos apresentados ao microcosmos da Key House e à dinâmica enredada dos protagonistas, aqui já conhecemos os sólidos laços que unem Kinsey (Emilia Jones), Tyler (Connor Jessup), Bode (Jackson Robert Scott) e Nina (Darby Stanchfield), bem como a presença firmada de Duncan (Aaron Ashmore) e da adorável Erin (Joy Tanner), cujo adeus é um dos mais traumatizantes e tocantes da série. Não é surpresa que esse grupo seja acompanhado por uma atmosfera mais melancólica e amadurecida, como se os obstáculos que enfrentaram em um passado não muito longínquo tivessem servido de base para uma sabedoria ainda desbalanceada, mas que já deixa marcas visíveis.” – T.N.

7. THE WITCHER

“[…] enquanto as cenas de luta são muito bem coreografadas e mantêm o frenético ritmo da produção, é o desenvolvimento dos protagonistas e coadjuvantes que merece nossa atenção, por não se valer da superficialidade de fórmulas baratas e realmente permitir que eles cresçam através de obstáculos, erros e arrependimentos. O exemplo mais claro disso emerge com Yennefer que, depois de salvar a todos na Batalha de Sodden, foi capturada como prisioneira de guerra, perdeu seus poderes mágicos e foi tratada como traidora e possível espiã por aqueles que defendeu a vida inteira. Arrasada e solitária, Yennefer percebe que não conhece as pessoas como poderia, mas nunca deixa sua personalidade sarcástica de lado, defendendo seus valores com unhas e dentes à medida que usa os momentos de fraqueza para se redimir e se sacrificar por um bem maior.” – T.N.

6. SOMBRA E OSSOS

“As múltiplas tramas, passíveis de se fundirem em um amontoado inexplicável de ações e consequências, levam o tempo necessário para se desenrolarem e nunca dão ares de apressamento – com exceção de breves deslizes. Eric Heisserer, resgatando obras anteriores (incluindo o reflexivo sci-fi A Chegada), sabe como controlar e equilibrar o arco de cada protagonista e coadjuvante para fornecer o máximo de profundidade a cada um deles, supervisionando um time criativo que ainda tem muito a contar. Mesmo assim, é inegável dizer que, conforme nos aproximamos dos episódios finais da temporada de abertura, algo falta; a obrigação de não deixar pontas soltas (e aqui, não me refiro aos cliffhangers para ciclos futuros, e sim a decisões mirabolantes que não condizem com o que foi apresentado) mostra-se como fator decisivo para solavancos rítmicos e um aguardado clímax que não atinge sua potencialidade total.” – T.N.

5. PROFECIA DO INFERNO

“Inesperada e inadvertidamente, Profecia do Inferno inaugura sua narrativa sob um nível de tensão soberba e ousada. Seus primeiros minutos, repletos por uma torturante e abafada angústia, são o prelúdio para uma insana narrativa, que não perde tempo em nos conquistar. E tal como muitos doramas têm feito de forma brilhante, a nova série de Yeon Sang-ho e Choi Gyu-seok nos captura de forma precoce, mantendo sua essência ainda sob uma nuvem de mistérios. E atraindo nosso entusiasmo com uma explosiva abertura, ela logo nos lembra que da fonte de Round 6, há sempre um novo e intrigante conto a ser explorado pela audiência.” – R.G.

4. WANDAVISION

“[…] O grande mérito mesmo é saber trabalhar os personagens. Se a história não for boa, o Mickey pode colocar um bilhão de dólares que a série não vai dar certo. E como a proposta deste seriado era abordar o luto por meio de clássicos da televisão, foi um grande acerto chamar uma equipe criativa que conhece o formato televisivo desde pequeno. O próprio diretor da série foi um ator mirim televisivo. Isso fez a diferença na hora de brincar com as câmeras, os diálogos, os efeitos visuais replicando os da época retratada no episódio, assim como os figurinos e os comerciais repletos de easter eggs.” – Pedro Sobreiro

3. SWEET TOOTH

“A série ganha notoriedade pelo modo como estrutura a história. Enquanto nada é essencialmente original ou revolucionário, Jim Mickle, que desenvolveu a obra e abarcou a direção do primeiro episódio, conduz com maestria uma aventuresca análise do que significa viver em meio à desordem. Gus e Jepperd são delineados com personalidades totalmente diferentes e que entram em conflito numa constância caótica, a princípio não nutrindo de afeição um pelo outro apenas para culminar em um respeito e um carinho mútuos que o transformam em família. Mas eles não são os únicos que desfrutam de momentos de protagonismo, ainda mais pelo sutil movimento multicronológico que Mickle ergue.” – T.N.

2. MESTRES DO UNIVERSO

“Após o desfecho apoteótico que aconteceu nesta segunda parte enfim liberada pela Netflix, dá pra cravar, tranquilamente, que Mestres do Universo – Salvando Eternia é, com distancia, a melhor produção já feita de He-Man e os guerreiros de Grayskull. O que também não lá é uma tarefa difícil, já que a última boa animação do personagem saiu há cerca de 20 anos e era um reboot conhecido como He-Man e os Mestres do Universo, que foi cancelado já na metade da segunda temporada. E, ainda que atualizasse algumas ideias da animação clássica e apresentasse boas cenas de ação, não possuía uma história elaborada e seguia apenas o formato de sempre dos desenhos procedurais.” – Wilker Medeiros

1. ARCANE

Conquistando nada menos que 100% de aprovação no Rotten TomatoesArcane, série animada baseada nos clássicos games da saga ‘League of Legends’, veio com grande surpresa e se torno um dos títulos de maior sucesso crítico e comercial da Netflix. Contando com nomes como Hailee Steinfeld e Ella Purnell no elenco de dublagem original, a produção é ambientada no conflito entre a próspera região de Piltover e a oprimida cidade subterrânea de Zaun, explorando as origens de duas campeãs icônicas e do poder que as separa. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.

‘Julie and the Phantoms’: Fãs estão FURIOSOS com o cancelamento da série; Confira as reações!

A Netflix cancelou oficialmente a série ‘Julie and the Phantoms‘, remake internacional da série infantil brasileira ‘Julie e os Fantasmas‘, depois de apenas uma temporada.

Não demorou muito até que os fãs se manifestassem contra a decisão da plataforma de streaming, expressando seu descontentamento e até mesmo alavancando a hashtag “eu te odeio Netflix” no Twitter.

Confira os principais comentários:

O criador da série, Kenny Ortega, emitiu uma declaração oficial após a notícia, agradecendo ao apoio dos fãs e ao tempo que passou junto com sua equipe:

“Nós mandamos nosso amor e agradecimento aos fãs da série ao redor do mundo pelo apoio que vocês nos mostraram desde a estreia. Nós descobrimos essa semana que a Netflix não nos renovou para uma segunda temporada. Apesar de estarmos tristes, seguiremos em frente com orgulho pelo o que conquistamos como uma equipe e uma família que construíamos ao criar essa série.”

Na trama, a adolescente Julie descobre a paixão pela música e pela vida quando cria uma banda com um trio de fantasmas.

Madison ReyesCharlie GillespieJeremy ShadaOwen Joyner estrelaram a nova versão.

Vale lembrar que a produção original nacional fez um sucesso gigantesco e até mesmo ganhou uma indicação de Melhor Programa Infantil no Emmy Internacional.

‘Rebelde’: Giovanna Grigio nos leva para um passeio pela Élite Way School; Confira!

O reboot de Rebelde’ chega em breve ao catálogo da Netflix e, para nos manter animados para a produção, a gigante do streaming divulgou um novo vídeo promocional.

No featurette, a estrela Giovanna Grigio, que interpreta Emilia, nos leva para um passeio especial pelo Élite Way School, colégio que será palco da narrativa principal.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que o reboot tem estreia agendada para o dia 05 de janeiro de 2022.

A nova geração também será protagonizada por Azul Guaita, Sergio Mayer Mori, Andrea Chaparro, Jeronimo Cantillo, Franco Masini, Lizeth Selene e Alejandro Puente.

A série é baseada na história de Cris Morena Group e Dori Media Group, adaptada posteriormente pela Televisa.

Rebelde’ foi produzida pelo canal mexicano televisa e foi exibida entre 2004 e 2006. Aqui no Brasil, a novela foi ao ar pelo SBT.

‘Emily em Paris’: Vídeo LEGENDADO explora os fabulosos figurinos da 2ª temporada; Confira!

A 2ª temporada da série ‘Emily em Paris‘ estreia no dia 22 de dezembro na Netflix e, para nos manter com as expectativas lá em cima, a gigante do streaming divulgou um novo vídeo promocional legendado do próximo ciclo.

O featurette nos leva aos bastidores oficiais dos novos episódios e explora os incríveis figurinos do elenco protagonista, criados pelas habilidosas Marylin Fitoussi e Patricia Field.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Criada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘), a produção originalmente havia sido programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.

Na trama, Lily Collins vive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.

O elenco conta com Ashley Park (musical ‘Meninas Malvadas na Broadway), Philippine Leroy Beaulieu (‘Call My Agent!‘), Lucas Bravo (Smartass), Samuel Arnold (‘Antony & Cleopatra), Camille Razat (‘15h17 – Trem Para Paris‘) e Bruno Gouery (Doc Martin).

Emily in Paris. (L to R) Executive Producer/Creator Darren Star, Ashley Park as Mindy in episode 207 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lucien Laviscount as Alfie, Lily Collins as Emily in episode 205 of Emily in Paris. Cr. Carole Bethuel/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Bruno Gouery as Luc, Lily Collins as Emily, Philippine Leroy-Beaulieu as Sylvie Grateau in episode 205 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. Lily Collins as Emily in episode 202 of Emily in Paris. Cr. Carole Bethuel/Netflix © 2021
Emily in Paris. Lily Collins as Emily in episode 203 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lucien Laviscount as Alfie, Lily Collins as Emily in episode 205 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. Lily Collins as Emily in episode 209 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, Lucas Bravo as Gabriel in episode 206 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, Ashley Park as Mindy in episode 210 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, William Abadie as Antoine Lambert, Ashley Park as Mindy in episode 206 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Philippine Leroy-Beaulieu as Sylvie, Samuel Arnold as Julien, Bruno Gouery as Luc, Lily Collins as Emily in episode 206 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021
Emily in Paris. (L to R) Lily Collins as Emily, Philippine Leroy-Beaulieu as Sylvie in episode 207 of Emily in Paris. Cr. Stéphanie Branchu/Netflix © 2021

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ revela o nome completo de MJ

Cuidado: possíveis spoilers à frente.

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa finalmente chegou aos cinemas de todo o mundo e se já se tornou um dos filmes de maior sucesso crítico e financeiro do Universo Cinemático Marvel.

Ao longo de reviravoltas emocionantes, o longa-metragem trouxe inúmeras revelações ao panteão do Cabeça de Teia – e inclusive aproveitou para mostrar algo bastante divertido: o nome verdadeiro e completo de MJ (Zendaya).

Na produção, mais especificamente na cena do interrogatório no Departamento de Controle de Danos, é-nos revelado que o nome oficial de MJ é Michelle Jones-Watson. Aliás, ela não pensa duas vezes ao corrigir o oficial de justiça, que comete um erro ao pronunciá-lo. Além disso, é bem provável que seu nome completo faça referência a Mary Jane Watson, uma outra personagem clássica do universo aracnídeo.

Lembrando que Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa continua em exibição nos cinemas nacionais.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’: Refilmagens da sequência irão adicionar personagens novos e antigos do MCU

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ é um dos filmes mais aguardados dos próximos meses e, segundo o The Hollywood Reporter, o longa-metragem está passando por regravações que prometem mudar o curso do Universo Cinemático Marvel.

As informações indicam que o diretor Sam Raimi está cuidando das refilmagens e que, quando a produção chegar aos cinemas, não irá apenas continuar a explorar a fusão das realidades alternativas que vimos em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (em que personagens das outras franquias deram as caras), mas também irá reunir rostos novos e antigos do MCU.

Apesar dos nomes não terem sido divulgados, o conceito de Doutor Estranho 2’ indica que nada poderá ser descartado – e que qualquer coisa poderá acontecer daqui em diante.

Quais personagens você acha que podem aparecer na sequência?

Vale lembrar que o teaser do próximo filme vazou na internet através de postagens no Twitter e no Youtube.

O vídeo está sendo exibido junto com Sem Volta Para Casa‘, então decidimos não embedá-lo aqui no site em respeito à Marvel Studios e à Sony Pictures.

Como já assistimos ao filme, trazemos abaixo a descrição do teaser COM SPOILERS, para você ler por sua conta e risco:

O teaser começa com Stephen Strange ecoando suas palavras do trailer de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, onde ele explica como o “Multiverso é um conceito sobre o qual sabemos assustadoramente pouco”. Ele surge em uma versão distorcida da cidade de Nova York. Ouvimos o que soa como o Mordo (Chiwetel Ejiofor) dizendo a ele como sua ‘profanação da realidade não ficará impune’, com Strange respondendo que era a única maneira.

Nós temos um rápido vislumbre de quem serão os protagonistas da sequência, incluindo Wong (Benedict Wong), Christine Palmer (Rachel McAdams) em seu dia de casamento e America Chavez (Xochitl Gomez).

Em seguida, movemos a ação para outro grande nome do filme, Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen), agora aparentemente vivendo uma vida idílica, esperando o dia em que Strange virá vê-la depois que suas tentativas de brincar de casinha deram terrivelmente errado na WandaVision. Para sua surpresa, no entanto, ele pede sua ajuda com o Multiverso.

De lá, vemos uma montagem de fotos incluindo o novo visual de Mordo, Wanda arrasando em seu novo visual como a Feiticeira Escarlate, Kamar-Taj aparentemente sendo atacado e Strange e America Chavez lutando com um ser multiversal nas ruas de Nova York, e por último, mas não menos importante, a revelação do vilão principal – o próprio Doutor Estranho

Vale lembrar que Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ tem estreia marcada para o dia 06 de maio de 2022.

10 filmes que mostram FAMÍLIAS inesquecíveis do universo do cinema

Quem nunca se divertiu, se arrepiou, se emocionou com cenas familiares ao longo de toda sua trajetória cinéfila? A questão família é abordada de muitas maneiras, algumas rasas outras mais profundas, ao longo de toda a história do cinema. Pensando nisso, resolvemos relembrar 10 filmes que mostram famílias inesquecíveis do universo do cinema:

 

The Farewell

L to R: “Jiang Yongbo, Aoi Mizuhara, Chen Han, Tzi Ma, Awkwafina, Li Xiang, Lu Hong, Zhao Shuzhen.” Courtesy of Big Beach.

O crescimento do nariz de toda uma família. Escrito e dirigido pela cineasta chinesa Lulu Wang em apenas seu segundo longa-metragem, The Farewell (alguns o titulam como A Despedida), grata surpresa na temporada de premiações norte-americanas anos atrás, explora um tema familiar complicado de maneira leve e argumentativa. Há delicadeza por todos os lados. Preenche com elegância os contornos culturais tendo como pano de fundo uma família que possui um problema em comum.

 

Capitão Fantástico

Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe. Escrito e dirigido pelo pouco conhecido ator e também cineasta Matt Ross, Capitão Fantástico é um daqueles filmes que deixam nosso coração na boca, faz nosso raciocínio brilhar e mexe intensamente com nosso modo de ver e viver tudo que aprendemos até hoje em nossas vidas. Conta com uma atuação brilhante do grande ator nova iorquino Viggo Mortensen. O longa-metragem de objetivos 118 minutos é, sem dúvidas, um dos grandes filmes quando pensamos em família.

 

A Família Bélier

O que é uma família senão o mais admirável dos governos? O trabalho do cineasta francês Eric Lartigau é uma comédia ao melhor estilo sessão da tarde mas com elementos tão sensíveis que elevam a qualidade da trama a cada frame. Só mesmo um cinema como o francês, que exala qualidade em muitos de seus títulos, para falar com tamanha sutileza sobre os problemas que ocorrem dentro de uma casa.

 

O Clã

Um revolucionário pode perder tudo: a família, a liberdade, até a vida. Menos a moral. O filme é dirigido pelo ótimo cineasta argentino Pablo Trapero, um diretor que adora colocar o dedo na ferida e deixar o público atônito com tantas sequências eletrizantes ao longo de toda sua carreira. Em O Clã, indicado pela Argentina ao Oscar, Trapero vai pelo mesmo caminho, dessa vez entrando a fundo no universo da ditadura e tendo como primeiro plano uma história que aconteceu na realidade sobre uma família que era especializada em sequestros de pessoas ricas. Com uma atuação fantástica do veterano Guillermo Francella e um final para lá de arrepiante, O Clã é um dos grandes filmes argentinos dos últimos tempos.

 

Parasita

Grande vencedor do Oscar 2020 virou sensação do universo cinéfilo dos últimos anos. Parasita merece realmente todos os elogios por sua trama impactante que não deixa de ser interessante um só segundo. Além de abordar temas importantes da nossa sociedade, como o desemprego, o projeto vai rumo ao brilhantismo ao mostrar as linhas psicológicas mais complexas do ser humano e todo seu poder de conseguir o novo e destruir. Escrito e dirigido pelo cineasta sul-coreano Bong Joon Ho (dos excelentes O Expresso do Amanhã e Mother – A Busca Pela Verdade), essa obra-prima asiática é um filme inesquecível, muito por conta de muitas de suas cenas impactantes que vão demorar a sair de nossa memória cinéfila.

 

Aqui em Casa Tudo bem

A verdadeira família é aquela unida pelo espírito e não pelo sangue. Com filmagens realizadas na paradisíaca ilha italiana de Ísquia, no golfo de Nápoles, o trabalho do cineasta Gabriele Muccino (À Procura da Felicidade) reúne diversos personagens em uma comemoração para mostrar todos os altos e baixos, sonhos e esperanças, de uma família que convive pouco junto e quando se reúne, a poeira debaixo do tapete vem à tona. Entre alegrias e tristezas, Muccino retrata, sem muita profundidade dessa vez, o ambiente familiar e suas curiosas histórias.

 

Boyhood – Da Infância à Juventude

Quando chegadas e partidas estão lado a lado, avalie profundamente mas continue corajoso. O brilhante trabalho do experiente cineasta Richard Linklater, é um dos filmes que mais demoraram pra ficar prontos da história do cinema, exatos 12 anos! Mas toda a espera valeu a pena! Contando a trajetória de um menino, da infância à adolescência, Linklater brinda os cinéfilos com uma história rica em verdades e questionamentos profundos sobre toda uma sociedade que variou seu modo de pensar ao longo de toda uma década. Um trabalho inesquecível, absolutamente genial!

 

Viva – A Vida é uma Festa

Falar sobre outras culturas é algo mágico que o cinema transforma em inesquecível A aventura Viva – A Vida é uma Festa é um daqueles filmes que realmente nos fazem emocionar com uma narrativa empolgante, personagens carismáticos com inúmeras mensagens do bem transmitida para todas as idades. O cineasta norte americano Lee Unkrich (de sucessos como Toy Story 3) leva a magia e a beleza de uma cultura rica em elementos transbordarem em carisma do lado de cá da telona.

 

Pequena Miss Sunshine

Em 2006 chegou aos cinemas a saga de uma família, que entre seus dramas e comédias, emociona do primeiro ao último minuto! Pequena Miss Sunshine conta a história da jovem Olive que tem o sonho de participar de um concurso. Assim, dentro de uma combi chamativa, embarca em uma divertida e comovente viagem com o pai, o tio, o avô, o irmão e a mãe. Um filme inesquecível.

 

O Poderoso Chefão

Uma das famílias mais famosas da história do cinema, os corleones! Baseado na obra aclamada do escritor Mario Puzo, O Poderoso Chefão conta a saga entre muitos dramas e escolhas, de umas das mais poderosas famílias da Máfia italiana nos Estados Unidos. Ao longo de sua trilogia vamos vendo o desenrolar dos emblemáticos personagens.

‘The Witcher’: Autor dos livros elogia a 2ª temporada da adaptação da Netflix; Confira!

As primeiras análises da 2ª temporada de ‘The Witcher já foram liberadas e os críticos renderam elogios à adaptação da Netflix.

Mas o elogio mais importante de todos veio do próprio criador da saga literária, Andrzej Sapkowski.

Através do Twitter, a página oficial da série publicou uma nota reproduzindo o elogio do autor à produção.

Na publicação, ele aparece ao lado da showrunner Lauren S. Hissrich, junto com sua citação:

“Eu parabenizo Lauren e sua equipe pelo excelente trabalho. Adaptar meus livros não é uma tarefa fácil. Assisti com muita alegria e espero que a 3ª temporada seja ainda mais épica.”

Confira:

Lembrando que a 2ª temporada abriu com 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, com nota 7.90/10, baseada em 21 reviews. Segundo o consenso geral, o novo ciclo “expande [a série] da melhor maneira possível – e, mais importante, permanece muito divertido”.

Confira as principais delas:

“Não importa se você leu e jogou tudo ou se você é totalmente novo a esse mundo – você irá se divertir” – Decider.

The Witcher ainda é um deleite a ser assistido” – Polygon.

“A 2ª temporada se expande em uma iteração mais cinemática e confiante” – We Have a Hulk.

“A 2ª temporada de The Witcher é amplamente mais confiante sobre se apoiar na fantasia e no universo criado por Andrzej Sapkowski” – AV Club.

“A 2ª temporada de The Witcher é melhor de quase todas as formas. O resultado é uma temporada que não pode ser deiada de lado e que deve agradar a todos os fãs da franquia” – ComicBook.com.

Confira os títulos dos próximos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

Criada por Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘Loki’: Tom Hiddleston quer mostrar versão mais heroica do personagem na 2ª temporada

Tom Hiddleston vem interpretando o Loki por tempo o suficiente para ter explorado diversos aspectos do personagem, desde sua vilania ao seu lado mais humano visto na série da Disney+.

Durante uma entrevista para a Variety, ele disse que vai aproveitar a oportunidade para explorar uma versão mais heroica do deus da trapaça nos próximos episódios da atração.

Loki ainda tem aquele charme de malandro. Eu entendo que o público vê que esse é o diferencial dele, mas sei que os fãs também querem que ele supere seus obstáculos internos e externos. Eles querem que ele conserte o relacionamento com seu irmão e se transforme no herói que pode ser.”

Ele continuou:

“Na série, ele percebe que pode escolher seu caminho e escolher fazer a coisa certa. Ou pelo menos não repetir os mesmos velhos truques que repetiu continuamente em um ciclo de confiança e traição. É emocionante reter todas as características que fazem de Loki o que ele é. E, ao mesmo tempo, tocar uma música ligeiramente diferente dentro dele.”

Falando nisso, Hiddleston não tem planos de se aposentar do papel tão cedo.

Durante uma sessão de perguntas e repostas no Tumblr, o astro disse que não se importaria em encarnar o anti-herói pelo resto da vida.

“Se eu pudesse envelhecer interpretando o Loki? Sim, com toda certeza. Tenho tanta sorte de ter feito esse papel por tanto tempo… Eu sinto que ele é um personagem tão interessante presente na consciência humana por tanto tempo.”

“E ele tem tantos aspectos diferentes, tantas características complexas. Parece que toda vez que eu o interpreto, eu descubro algo novo ou conseguimos evoluí-lo ou levá-lo por uma estrada que nunca percorremos antes. Ele já está por aí há um bom tempo e acho que vai ficar por muito mais.”

Infelizmente, ainda não sabemos quando voltaremos a ver o personagem.

Mas, de acordo com o Comic Book, os novos episódios da série devem começar a ser produzidos a partir de 2022.

Enquanto isso, todos os episódios da 1ª temporada continuam em exibição no catálogo da Disney+.

Criada por Michael Waldron, a série se passa após os eventos do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, no qual uma versão alternativa de Loki cria uma nova linha do tempo.

Depois de roubar o Tesseract, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo. Eles dão a Loki uma escolha: ser apagado da existência por ser uma “variante do tempo” ou ajudar a consertar a linha do tempo e impedir uma ameaça maior. Loki acaba preso em seu próprio thriller policial, viajando no tempo e alterando a história da humanidade.

Tom Hiddleston estrela a produção. O elenco ainda conta com Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi Mosaku e Richard E. Grant.

Crítica | Ama-me – Poderoso drama na Netflix com reviravoltas impactantes

As leis da vida. Frustração de expectativa, um pai em busca de sua filha, um único dia para ser atualizado 15 anos de uma vida que não viveu, um homem honrado que entende a dor do outro, esses e outros elementos encontramos pelo caminho do longa-metragem turco Ama-me. Escrito e dirigido pelo cineasta Mehmet Ada Öztekin, o drama tem reviravoltas impressionantes transformando uma jornada de descobertas em um profundo recorte sobre as escolhas da vida.

Na trama, conhecemos Musa (Sarp Akkaya) um homem que está preso faz 15 anos e tem a chance da cadeia durante um dia para ir visitar a filha que mal conhece. Ele é escoltado pelo agente penitenciário Sedat (Ercan Kesal), um senhor já bem próximo da aposentadoria. Quando eles chegam até a casa de Musa, algo parece não se encaixar e logo um dilema acompanhará os dois personagens após saberem de algumas verdades.

O submundo das periferias ganham contornos no drama de Musa. A falta de opções em um mundo marginalizado e violento não o deixou com possibilidades de abrir outras portas. Por meio de flashbacks vamos entendendo melhor os porquês que o filme já nos traz quando partimos de início. A trajetória dele é repleta de escolhas que o fizeram ficar preso. O plot twist já nos arcos finais é muito bem encaixado nos levando a outras óticas sobre o denso personagem que totalmente sem esperança quando as surpresas lhe chegam embarca em uma jornada sem rumo. Já Sedat é um homem bom, que possui um dilema com a filha que vai se casar com um homem rico na Itália mas tem vergonha dele. Seu destino se cruza com o do prisioneiro, um paralelo que o faz enxergar a vida de outra forma.

O recorte sobre pais e filhos é muito bem construído em paralelo aos dramas pessoais de Musa e Sedat. Há vários pontos de reflexão nesse ponto, cada um na sua ótica e nos valores que acreditam mesmo sendo de mundos completamente diferentes. O alicerce do roteiro que ganha pontos pela reviravolta escondida em uma trama que parece rasa mas não é. A direção é detalhista, foca no olhar, na expressão para caminhar por lacunas não ditas.

Ranking | Do Pior ao Melhor da Franquia HOMEM-ARANHA – incluindo ‘Sem Volta para Casa’

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa finalmente estreou nos cinemas nacionais envolto de expectativas e rumores, e tem agradado em cheio os críticos e os espectadores.

Nessa matéria, rankeamos os nove filmes estrelados pelo cabeça de teia – incluindo a animação Homem-Aranha no Aranhaverso (2018) – e não levamos em conta a participação do personagem em Capitão América: Guerra Civil, Vingadores: Guerra Infinita e Vingadores: Ultimato.

Confira abaixo e como sempre, comente dizendo a sua ordem de preferência.

 

9. O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro (2014)

Quase tudo está errado aqui, inclusive o subtítulo nacional, que cismou em dar cartaz para o vilão mais esquecível da franquia. Nem tudo está perdido, no entanto, e existem sim algumas coisas legais na produção. Porém, ao contrário da primeira investida de Andrew Garfield num filme do herói, cujo maior pecado é não possuir personalidade alguma, este filme opta por algumas escolhas bem equivocadas. A pior delas é a extrema caricatura de todos os seus vilões.

Pobre Jamie Foxx, o vencedor do Oscar precisou ver seu papel reduzido a um cartoon tão bidimensional quanto os antagonistas de Batman Eternamente (1995). O que falar de Paul Giamatti e Dane DeHaan, como Rino e o Duende Verde, então. Fora isso, Felicity Jones e Shaielene Woodley nunca veriam suas Felicia Hardy (a Gata Negra) e Mary Jane Watson de fato concretizadas. Esse é o maior pecado do filme, abarrotar a produção de personagens para eventuais continuações, que nunca viriam.

Homem-Aranha: Andrew Garfield.
Diretor: Marc Webb.
Vilões: Electro, Rino, Duende Verde.
Elenco: Emma Stone, Jamie Foxx, Dane DeHaan, Felicity Jones, Paul Giamatti, Sally Field.

 

8. O Espetacular Homem-Aranha (2012)

Quando a Sony optou pelo reboot da franquia ao invés da continuação Homem-Aranha 4, a maioria dos fãs chiaram, reclamando que era cedo demais. Realmente, dez anos depois da comoção que foi a estreia do personagem nas telonas, ganhávamos uma refilmagem. O caso deve servir de estudo para produtores lembrarem sempre o que não fazer em suas franquias cinematográficas. Além disso, Andrew Garfield, o novo ator escolhido para o papel, apesar de bastante empenhado e apaixonado pelo personagem, era envolto num novo arco do herói, mais voltado para os novos fãs e fora do cânone.

Aqui, Peter Parker era um skatista descolado, que cometia bullying e não o sofria, e sua maior motivação era a busca pelos segredos dos pais. O diretor Marc Webb vinha do quintessencial filme sobre relacionamento 500 Dias Com Ela, e era o nome certo para o projeto. O fato, porém, não o ajudou tanto na relação de Peter com Gwen Staci (Emma Stone). Na verdade, essa reimaginação tem como calcanhar de Aquiles a qualidade extremamente esquecível, sem grandes cenas de ação, vilões marcantes ou um romance intenso como nos primeiros filmes. Tudo é muito blasé, e esse poderia ser qualquer filme, de qualquer herói.

Homem-Aranha: Andrew Garfield.
Diretor: Marc Webb.
Vilão: Lagarto.
Elenco: Emma Stone, Rhys Ifans, Denis Leary, Martin Sheen, Sally Field.

Assista nossa crítica em vídeo (Sem Spoilers) de Homem-Aranha: De Volta ao Lar

 

7. Homem-Aranha 3 (2007)

Depois dos muito bem sucedidos primeiros filmes do herói, um impasse entre o diretor Sam Raimi e o produtor Avi Arad – o homem da Marvel no cinema então – ocorreu, sobre que caminho o terceiro longa do personagem deveria seguir. Inicialmente, Raimi desejava ter o Abutre como vilão – antagonista que finalmente dá as caras no novo De Volta ao Lar. Já Arad, com a finalidade de agradar os fãs mais jovens do herói, não via a hora de encaixar Venon, inimigo popstar do Aranha, que de tanto sucesso ganhou seus spin off na forma de histórias em quadrinhos próprias.

Raimi declaradamente não é fã do personagem, e deixou isso bem claro quando precisou concretizá-lo, a contragosto, em seu filme. Sabe a síndrome de O Espetacular Homem-Aranha 2 citada acima, com muitos personagens, muitas subtramas, sem que todos ganhem a atenção devida, pois bem, não era novidade e pode-se dizer que começou aqui para o personagem. Se ao menos tivessem olhado para o companheiro da editora rival, e aprendido com os mesmos erros de Batman & Robin (1997).

Homem-Aranha 3 recai na mesma categoria, sobressaindo apenas no fato de que existem elementos satisfatórios a serem tirados da obra, como a conturbada relação entre Peter e Mary Jane, e todo o arco do vilão principal, o Homem Areia, papel do indicado ao Oscar Thomas Haden Church, assim como todas as possibilidades estéticas criadas com o personagem.  O desfecho deixava a porta aberta para uma conclusão que nunca viria. Ps. Quem pode esquecer o Peter Emo e sua dança da vergonha alheia.

Homem-Aranha: Tobey Maguire.
Diretor: Sam Raimi.
Vilões: Homem Areia, Venom, Duende Verde.
Elenco: Kirsten Dunst, James Franco, Thomas Haden Church, Topher Grace, Bryce Dallas Howard, Rosemary Harris, JK Simmons, James Cromwell.

 

6. Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)

Agora a lista começa a ficar boa de verdade. Por mais que existam elementos interessantes a serem tirados dos três filmes acima, é indiscutível que eles não podem ser usados como exemplos de boas produções do gênero, ou tampouco de bons exemplares contendo o herói. Já o recente Homem-Aranha: De Volta ao Lar não sofre desse mal e inicia uma nova fase para o personagem nas telonas. O que os fãs queriam e pediam finalmente se realizou, e com uma parceria megalômana entre os estúdios da Sony e Disney/Marvel, o amigo da vizinhança finalmente pôde ser incluído no universo cinematográfico da editora, ao lado de companheiros de como o Homem de Ferro e o Capitão América.

Fora isso, o filme de Jon Watts ganha por mostrar algo diferente do já apresentado nos outros filmes, o que inclui inclusive a mudança de localidade da ação, de Manhattan para o Queens. Tom Holland exala carisma na pele do Peter Parker mais jovem até o momento e Michael Keaton, reinventado, dá peso ao vilão, como poucos no acervo do MCU. Existe também grande homenagem aos filmes adolescentes de colégio, inspirados pelo papa do gênero, John Hughes.

Com diversas atualizações para a geração atual, como um uniforme extremamente tecnológico, alunos de diversas etnias respeitando a tão sonhada representatividade e a inclusão do herói na era das mídias sociais, o novo Homem-Aranha é mais do que nunca sinal dos novos tempos. Apesar de todos esses acertos e elogios, nenhum filme do herói respeitou tanto o cânone do personagem quanto as primeiras posições da lista.

Homem-Aranha: Tom Holland.
Diretor: Jon Watts.
Vilões: Abutre, Shocker.
Elenco: Michael Keaton, Robert Downey Jr., Marisa Tomei, Jon Favreau, Gwyneth Paltrow, Zendaya, Laura Harrier.

Assista nossa crítica em vídeo (Com Spoilers) de Homem-Aranha: De Volta ao Lar

 

5. Homem-Aranha: Longe de Casa (2019)

Homem-Aranha: Longe de Casa é uma experiência cinematográfica inigualável, que mistura comédia, drama e ação na medida certa e entrega um blockbuster cheio de coração que vai conquistar até o fã mais xiita. Justiça seja feita: essa sequência é infinitamente superior a Homem-Aranha: De Volta ao Lar, que apresentou o herói para uma nova geração em uma aventura satisfatória, mas que não conseguiu mostrar o potencial de Tom Holland. Aqui, o ator nos conquista logo nos primeiros minutos e abraça o(s) uniforme(s) do Homem-Aranha de maneira esplêndida, conquistando o posto de melhor intérprete do amigão da vizinhança.

Após um primeiro ato cheio de humor, e um segundo ato mais dramático, o ato finalmente é pura aventura e pancadaria. Arrisco a dizer que este também é o filme do herói com mais ação, já que temos diversos embates diferentes entre o aracnídeo e vários vilões, sempre nos surpreendendo com reviravoltas de cair o queixo que rendem mais e mais e mais cenas de ação. É um ritmo frenético que proporciona cenas repletas de efeitos especiais de ponta, e batalhas surpreendentes usando como pano de fundo as belíssimas locações da Europa, como Veneza, Londres, entre outras.

Inteligente, audacioso, divertido e cheio de ação, Homem-Aranha: Longe de Casa coloca a franquia nos trilhos. O final impactante abre caminhos para a franquia tomar novos rumos e entregar histórias nunca vistas antes no cinema. Você vai ficar boquiaberto com os rumos que eles tomam aqui, e ainda mais ansioso para saber o desenrolar dos eventos apresentados nos minutos finais.

Homem-Aranha: Tom Holland.
Diretor: Jon Watts.
Vilões: SPOILER
Elenco: Marisa Tomei, Jon Favreau, Zendaya, Samuel L. Jackson, Jake Gyllenhaal.

 

4. Homem-Aranha (2002)

Se O Espetacular Homem-Aranha e De Volta ao Lar são reflexos de seu tempo, modernizando o herói para o público de hoje, o primeiro filme do personagem no cinema veio no caminho oposto, quase voltando no tempo para a década de 1960, quando o personagem foi criado. Mesmo passado no tempo presente, no caso em 2002, o primeiro filme do Homem-Aranha, de Sam Raimi, é dono de uma enorme sensação nostálgica, como uma volta ao passado de sentimentos, comportamentos, relações humanas e tudo o que rodeia o protagonista.

É como se os anos 1960 fossem modernizados apenas em sua estética. Até na tecnologia o longa de Raimi não investe tanto. Fora isso, temos caracterizações assombrosas, soando como cópias carbono, de carne e osso, de suas contrapartes de papel, vide JK Simmons como JJ Jameson, e Rosemary Harris como a tia May. Willem Dafoe é outro que rouba a cena na pele de Norman Osborn, deixando orgulhoso outro Norman do cinema, o Bates, com sua caracterização mais intensa do que esperaríamos encontrar em um filme do gênero, ainda mais na época, ao retratar um personagem que sofre de personalidade dividida.

Embora existam algumas reclamações, mesmo que mínimas, como o tom cartunesco das cenas de ação e efeitos, temos que lembrar acima de tudo que Homem-Aranha (2002) foi o alicerce para o que temos hoje no gênero cinema de super-heróis e que sem ele, muitos veículos não existiriam.

Homem-Aranha: Tobey Maguire.
Diretor: Sam Saimi.
Vilão: Duende Verde.
Elenco: Willem Dafoe, Kirsten Dunst, James Franco, Cliff Robertson, Rosemary Harris, JK Simmons.

 

3. Homem-Aranha no Aranhaverso (2018)

Essa animação é genial, e o roteiro definitivamente é melhor que qualquer outro filme do aranha. Dirigido por Bob Persichetti (O Pequeno Príncipe), Peter Ramsey (A Origem dos Guardiões) e Rodney Rothman (Anjos da Lei 2), e roteiro assinado pelo próprio Rothman e Phil Lord (Uma Aventura Lego), o longa-metragem tem Miles Morales (Shameik Moore) como centro de sua história. O jovem, ao ser picado por uma aranha radioativa da Alchemax e ganhar os mesmos poderes que do Aranha original, ele começa a esbarrar com outras versões do herói de diferentes dimensões e juntos precisam enfrentar uma ameaça que pode destruir toda a realidade.

A narrativa é, sem dúvidas, uma das mais bem roteirizadas de todas as versões que já foi vista do Homem-Aranha. O filme navega entre a comédia com algumas pitadas de drama de forma coerente. Além disso, o espectador é facilmente imerso na trama parecendo que está vivendo toda a história mostrada na tela juntamente aos personagens. A jornada do herói, neste caso de Miles Morales, transmite veracidade e consegue trazer peculiaridades que transforma o longa no tipo de produção que constitui seus próprio universo.

No geral, Homem-Aranha no Aranhaverso é um longa-metragem que acerta em todos os quesitos, especialmente, no coração de todos aqueles que sempre amaram e acompanharam as histórias do Amigo da Vizinhança.

PS.: a cena pós-crédito não poderia ser melhor nem se tentassem.

 

2. Homem-Aranha: Sem Volta para Casa (2021)

Um dos filmes mais aguardados de 2021, quiçá dos últimos 30 anos, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa é um dos maiores acertos recentes da Sony. Quando foi anunciado, não havia uma expectativa tão grande por conta das críticas mistas de Homem-Aranha: Longe de Casa (2019), mas o trabalho feito por Jon Watts e Tom Holland neste terceiro capítulo da trilogia é tão bem amarrado que vai fazer até mesmo que odiava o Peter de Holland sair dos cinemas amando o personagem.

Com esse jeitão de reboot, o terceiro filme solo da saga de Peter Parker no Universo Cinematográfico Marvel indica o caminho que o herói seguirá daqui para frente, já que uma nova trilogia já foi encomendada pela Sony e provavelmente acompanhará o garoto em seus primeiros anos de vida adulta, culminando em uma sonhada liderança dos Vingadores ao lado do Capitão América (Anthony Mackie). E se antes o distanciamento dos quadrinhos era uma crítica recorrente, tudo indica que o herói agora terá muito mais de suas raízes das HQs o acompanhando nas telonas.

A entrega de Tom Holland também enche os olhos, porque é nítido que ele se doou ao máximo para que esse filme pudesse ser essa obra-prima dos filmes com heróis. E conseguiu seu objetivo.

Homem-Aranha: Tom Holland.
Diretor: Jon Watts
Vilão: Dr. Octopus, Duende Verde, Electro, Homem-Areia, Lagarto.
Elenco: Tom Holland, Marisa Tomei, Jon Favreau, Zendaya, Alfred Molina, Rosemary Harris, JK Simmons, Dylan Baker.

 

1. Homem-Aranha 2 (2004)

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa quase levou o primeiro lugar, mas as qualidades e méritos da direção de Sam Raimi transformam esse clássico em poesia. A continuação orquestrada pelo cineasta entra para o hall dos filmes do gênero que sobressaíram seus predecessores e marcaram o imaginário popular, tendo sua relevância até os dias de hoje e sendo considerado um dos melhores filmes de super-herói da história. Talvez os novos filmes do aracnídeo não envelheçam tão bem quanto esse envelheceu.

No roteiro, os conflitos do personagem aumentam. Já estabelecido como o herói justiceiro mascarado, ele precisa equilibrar sua dupla personalidade e sua dupla jornada, apresentando os dilemas que sempre fizeram do personagem, único. Contas atrasadas, trabalhos devidos na faculdade, problemas românticos, tia idosa.

Outro grande embate surgia com o melhor amigo Harry (James Franco), que acusava o herói de ter matado seu pai. Todo o drama envolvendo esta situação é de primeira. O vilão, interpretado de forma entusiasmada por Alfred Molina, igualmente possuía suas questões, se afastando ao máximo de caricaturas bidimensionais, geralmente encontradas em tais produções. Se formos pensar na diferença de tais antagonistas para os filmes com Andrew Garfield, dá vontade de chorar. Não é por menos que Homem-Aranha 2 é tido como uma das melhores adaptações de quadrinhos para o cinema de todos os tempos.

Homem-Aranha: Tobey Maguire.
Diretor: Sam Raimi.
Vilão: Dr. Octopus.
Elenco: Kirsten Dunst, James Franco, Alfred Molina, Rosemary Harris, JK Simmons, Dylan Baker.

Crítica | O Festival do Amor – Woody Allen comanda comédia romântica com astros de ‘Élite’ e ‘La Casa de Papel’

Woody Allen é um dos maiores diretores de cinema do mundo. Não é mistério para ninguém que, tal como o espanhol Pedro Almodóvar, Woody faz com que seus filmes circulem sempre sobre o mesmo tema, e seus protagonistas invariavelmente se assemelham ao próprio diretor – seja na estética, na religião, na profissão, etc. Assim, não é nenhuma surpresa o mote de ‘O Festival do Amor’, seu mais novo filme com lançamento em território nacional, cujas sessões foram antecipadas no Festival do Rio 2021 e que entra no circuito das salas de cinema brasileiras na semana do Natal.

Mort (Wallace Shawn) está acompanhando sua esposa, Sue (Gina Gershon), no Festival de Cinema de San Sebastián, ao norte da Espanha. Sue é assessora de imprensa do famoso diretor Philippe (Louis Garrel), que é a mais nova sensação do momento, o diretor mais requisitado do evento. Enquanto Sue acompanha Phillippe para cima e para baixo, Mort tenta ocupar seu tempo passeando pela cidade, enquanto sua mente projeta mil e uma formas como sua esposa pode estar traindo-o com o diretor de cinema – e, a cada nova ideia, Mort sente um sintoma diferente de alguma doença. Até ele conhecer a Dra. Jo Rojas (Elena Anaya), que parece ter a solução de todos os seus problemas – de saúde e de amor.

Filmado na belíssima San Sebastián, um dos pontos altos de ‘O Festival do Amor’ é justamente a locação. As tomadas com a praia paradisíaca ao fundo ou na entrada do charmosíssimo hotel onde se passa o tal festival são tão pulsantes, que faz qualquer um incluir a cidade praiana na lista de locais para conhecer antes de morrer. Entretanto, não estamos falando de um filme turístico, mas sim de uma ficção, e, portanto, a locação não deveria ser o ponto alto.

O protagonista Mort, como bem dito algumas vezes ao longo do filme (inclusive por ele mesmo), é um chato. Pior: é maçante, pedante, soberbo e paranoico. Bom, em se tratando de Woody Allen, um protagonista paranoico já é de se esperar, porém, Mort é simplesmente aquele cara com quem você não quer encontrar em um evento: nem ele gosta de si mesmo. Em sua crise existencial – o longa começa com ele em uma sessão de análise, refletindo sobre o ocorrido na viagem –, qualquer personagem se torna mais interessante que ele, incluindo o amigo Tomás Lopez (Enrique Arce, o Arturito de ‘La Casa de Papel’), que faz uma participação no longa. Aliás, a presença de Tomás e de Georgina Amorós, de ‘Élite’, no filme, mostra o quanto Woody Allen está antenado nas produções espanholas e na nova geração de atores oriundos do conteúdo pop da Netflix – iniciado em ‘Um Dia de Chuva em Nova York’, seu projeto anterior, com Timothée Chalamet, Selena Gomez e Elle Fanning. Pode ser um sinal de novos tempos na carreira do diretor, buscando cativar os novos espectadores.

Em mais um filme de ficção semibiográfico, ‘O Festival do Amor’ é agradável, ainda que com um protagonista nem um pouco cativante. É uma mostra de que Woody Allen continua contando a mesma história, tentando vencer fronteiras trazendo queridinhos da cultura pop para seu elenco e descentrando sua história de Nova York. Ainda assim, ‘O Festival do Amor’ faz bela homenagem a grandes mestres do cinema mundial, especialmente os europeus, com cenas recriadas e inspiradas em famosos filmes de Bergman e outros cineastas, e, portanto, se torna filme obrigatório para todo bom cinéfilo.

‘Better Things’: Última temporada ganha data de estreia

O canal FX finalmente anunciou quando a 5ª (e última) temporada da comédia ‘Better Things‘ será lançada.

O ciclo final irá estrear oficialmente no dia 28 de fevereiro.

A série foi criada por Louis C.K. e Pamela Adlon, que também estrela a produção.

Sam Fox é uma mãe solteira e atriz sem filtro que cria suas três filhas, Max, Frankie e Duke em Los Angeles. Ela também cuida de sua mãe, Phil, uma expatriada inglesa de capacidades questionáveis que vive logo do outro lado da rua. Seja ganhando a vida, navegando pelas vidas desafiadoras de suas filhas ou tentando ter uma dela mesma, Sam lida com cada desafio com amor feroz, honestidade crua e muito humor.

O elenco ainda conta com Mikey Madison, Hannah Riley, Olivia Edward e Celia Imrie.

Adam Scott tem as memórias alteradas no trailer de ‘Severance’, nova série de suspense da Apple TV+

A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer da série de suspense sci-fi ‘Severance‘.

Confira:

A produção terá os dois primeiros episódios lançados no dia 18 de fevereiro.

Criada por Dan Erickson, a série foi dirigida por Ben Stiller (‘Trovão Tropical’), que também serve como produtor executivo do projeto.

“Mark Scout (Scott) lidera uma equipe nas Indústrias Lumon, cujos funcionários foram submetidos a um procedimento de separação, que divide cirurgicamente suas memórias entre o trabalho e a vida pessoal. Essa experiência ousada de ‘equilíbrio entre trabalho e vida pessoal’ é questionada quando Mark se encontra no centro de um mistério que o forçará a confrontar a verdadeira natureza de seu trabalho… e de si mesmo.”

O elenco conta com Adam Scott, Patricia Arquette, Christopher Walken e John Turturro.