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10 FILMES pra começar 2026 no clima certo!

Com o ano novo pertinho, o que mais fazemos nesse período é refletir sobre como podemos nos desenvolver como seres humanos – e reflexões não faltam! Alguns filmes tem o poder de nos fazer pensar sobre a vida e as mudanças que sempre deixamos para depois. Abaixo, segue uma poderosa lista com alguns filmes que podem ajudar você a enxergar a vida com outros olhos e entrar 2026 com um ar positivo:

 

Viver (Netflix)

Na trama, conhecemos o Sr.Williams (Bill Nighy), um homem que passou toda vida no departamento de obras públicas. No dia em que recebe a notícia de que está com uma doença terminal, praticamente vê o filme de sua vida passar pelas suas memórias. Nos dias seguintes, passa a buscar novos caminhos para sua estrada, se envolvendo em novas relações interpessoais e experiências, mesmo com o pouco tempo de vida que ainda tem.

 

Desajustados (Reserva Imovision)

O solitário Fúsi (Gunnar Jónsson) leva uma vida monótona em uma cidadezinha europeia. Ele trabalha no departamento de cargas e bagagens do aeroporto de sua cidade e sofre, quase diariamente, Bullying de alguns colegas de trabalho. O protagonista mora com sua mãe e o padrasto e, certo dia, o segundo matricula Fúsi em uma aula de dança. Nesse lugar, Fúsi acaba conhecendo Sjöfn (Ilmur Kristjánsdóttir), um fato que pode ser a grande chance dele descobrir uma nova vida.

 

A Vida Secreta de Walter Mitty (Disney Plus)

Você já fez algo realmente extraordinário? Com um roteiro do sempre competente Steve Conrad, baseado em um personagem criado pelo escritor americano James Thurber – em um conto publicado na revista The New Yorker -, A Vida Secreta de Walter Mitty se propõe a ajudar o público a encontrar a verdadeira beleza do sonhar, contida dentro de todos nós.

 

Canção para Marion (Diamond Films)

O ranzinza Arthur (Terrence Stamp) vive com sua mulher Marion (Vanessa Redgrave) em uma casa simples, em um bairro afastado do grande centro. Marion possui uma doença terminal, e sua única alegria é cantar e se reunir com o coral da cidade. Arthur a acompanha em todos os ensaios, mas faz questão de ser antipático com todos. Quando Marion falece, Arthur começa a tentar se reconstruir com a ajuda de todos que conhecem sua dolorosa história.

 

O Guia da Família Perfeita (Netflix)

Dirigido pelo cineasta canadense Ricardo Trogi, O Guia da Família Perfeita é um projeto que reúne uma série de situações que vivenciamos – ou sabemos pela realidade – sobre convivência em família, principalmente nas complexas relações entre pais e filhos.

 

Eu, Capitão (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Os primos Seydou (Seydou Sarr) e Moussa (Moustapha Fall), dois jovens senegaleses, resolvem fazer uma viagem de Dakar até a Itália em busca de seus sonhos. Só que essa jornada não será como ele imaginam: sofrem com os horrores da ganância humana e dos conflitos geopolíticos, esgotando as curtas margens de esperança, mas também encontrando pelo caminho novas formas de entender o mundo.

 

O Grande Golpe do Leste (Filmelier +)

Maren (Sandra Hüller) e Robert (Max Riemelt) formam um casal que vive os tempos de incertezas após o início da reunificação da Alemanha, meses depois da queda do Muro de Berlim. Estabelecidos em um condomínio onde outros moradores passam pelas mesmas dificuldades e sem saber o que será do futuro, um dia encontram um bunker cheio de dinheiro prestes a perder o valor. Buscando trocar esse dinheiro o mais rápido possível, embarcam numa série de aventuras para conseguir estabilidade em um mundo novo que está por vir.

 

Hector e a Procura da Felicidade (Prime Video)

Hector é um psiquiatra que leva uma vida monótona ao lado de sua namorada. Após uma sessão com uma paciente, ele desperta para seus sentimentos e emoções, embarcando em uma jornada de autodescoberta.

 

Um Pequeno Grande Plano (Filmelier +)

Na trama, conhecemos Abel (Louis Garrel) e Marianne (Laetitia Casta), um jovem casal que, após notarem o sumiço de algumas roupas e objetos pela casa, confronta o filho Joseph, de apenas 13 anos. Após esse papo, descobrem que o filho, e mais centenas de jovens de todo o mundo, estão bolando um projeto secreto para ajudar a África. Tendo isso revelado, o casal embarca em uma jornada de conflitos sobre como enxergam o mundo e o próprio casamento.

 

Às Vezes quero Sumir (MUBI)

Fran (Daisy Ridley) é uma jovem introspectiva que trabalha em um escritório numa cidadezinha norte-americana. Seu cotidiano é pacato, prefere ficar sozinha na maior parte do tempo, presa em pensamentos quase indecifráveis, mas que dizem muito sobre seu estado de espírito. Certo dia, com a chegada do novo funcionário Robert (Dave Merheje), algo desperta nela e começa a perceber que as peças para se encaixarem para algum tipo de final feliz é preciso dedicação e um querer sobrepondo medos e receios.

‘Se Não Fosse Você’ estreia em 1º LUGAR como filme mais alugado no Prime Video; Vale a pena assistir?

A adaptação de ‘Se Não Fosse Você‘ (Regretting You) estreou em primeiro lugar como o filme mais alugado no catálogo do Prime Video.

Em ‘Se Não Fosse Você‘, acompanhamos a história de um casal que vê sua relação ser colocada à prova após um acontecimento inesperado mudar completamente o rumo de suas vidas. Entre escolhas difíceis, segredos do passado e decisões que não podem ser desfeitas, os dois são forçados a confrontar sentimentos mal resolvidos e a imaginar como tudo poderia ter sido diferente caso tivessem feito outras escolhas.

Misturando drama e romance, o filme explora temas como destino, arrependimento, amor e segundas chances, mostrando como pequenos acontecimentos podem alterar profundamente o futuro de uma relação. Ao alternar momentos emocionais intensos com reflexões íntimas, a produção convida o público a pensar até que ponto nossas vidas são moldadas por decisões individuais — e pelo impacto das pessoas que cruzam nosso caminho.

Confira, com o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Enquanto parte do público pode ficar cansado com a alta dose de momentos açucarados e melodramáticos, a adaptação de ‘Se Não Fosse Você’ cumpre com o esperado e se vale bastante do talento do elenco para alcançar um objetivo muito claro – entreter e levar os espectadores a refletir sobre a efemeridade da vida e sobre a busca da felicidade mesmo nas horas mais sombrias – Leia a nossa crítica completa!

O filme conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 70 milhões nas bilheterias mundiais. O valor representa mais do que o dobro do valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 30 milhões.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 38.6 milhões. Internacionalmente, foram US$ 32.4 milhões através de 57 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 71 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com Reino Unido (US$5.5M), Alemanha (US$3.3M), Austrália (US$2.9M), Brasil (US$1.5M) e México (US$1.5M).

Apesar de ter sido massacrado pelos críticos – alcançando míseros 29% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o romance recebeu uma nota B do público no CinemaScore.

Josh Boone (‘A Culpa é das Estrelas’) fica responsável pela direção. Ele também assina o roteiro a partir de um rascunho prévio escrito por Susan McMartin (‘After’).

Dave Franco (‘Truque de Mestre’), Allison Williams (‘M3GAN’), Mckenna Grace (‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo’), Willa Fitzgerald (‘A Queda da Casa de Usher’) e Mason Thames (‘O Telefone Preto’), Scott Eastwood (‘Infiltrado’), Sam Morelos (‘That ’90s Show’), Clancy Brown (‘John Wick 4: Baba Yaga’) e Ethan Samuel Costanilla (‘Oh. What. Fun.’) estrelam.

Antes de ‘M3GAN’, nos anos 80 existia ‘Super Vicky’ – Série clássica completa 40 anos! Você lembra?

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Um dos sucessos surpresa do cinema, ‘M3GAN’ (2023) apresentou uma boneca-robô dona de inteligência artificial, que se torna a melhor amiga de uma menina. Este ano, a sequência ‘M3GAN 2.0’ transformou a vilã do filme original em heroína, enfrentando uma nova ameaça. Antes de M3GAN se popularizar na cultura pop atual, outra menina robô fez muito sucesso junto com a geração dos anos 80. Falo de Super Vicky – sitcom que ficou famosa no Brasil graças a exibições na TV Globo, e está completando quatro décadas de sua estreia em 2025.

Em 1985, no meio de uma enxurrada de séries familiares que invadiam os lares americanos como um tsunami de bons costumes e trilhas sonoras com tecladinhos, surgiu algo, digamos… peculiar. ‘Super Vicky’ (Small Wonder, no original) estreou com uma proposta tão bizarra quanto encantadora: e se uma robô em forma de menina passasse a viver como parte de uma família suburbana comum? Pois é. Com essa premissa digna de um episódio rejeitado de ‘Black Mirror, a série caiu no gosto do público, especialmente das crianças e adolescentes da época, e se tornou um daqueles clássicos cult que muitos não admitem, mas adoram.

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A mente por trás dessa maravilha tecnológica era Howard Leeds, um veterano da televisão que já havia trabalhado em sucessos como ‘A Família Do-Re-Mi, ‘Arnold‘ e ‘Vivendo e Aprendendo‘. Leeds aparentemente decidiu que era hora de ir além das famílias convencionais e criar uma sitcom que misturasse comédia pastelão, ficção científica e altas doses de absurdos robóticos. Inspirado por uma ideia anterior que flertava com a criação de um robô doméstico, ele decidiu testar os limites do que o público aceitaria como “entretenimento familiar”.

A série foi produzida pela Metromedia Producers Corporation e distribuída de forma independente (o famoso “syndication”), o que significava que não estava atrelada a uma grande emissora. Mesmo assim, ‘Super Vicky‘ conseguiu encontrar seu público – e que público! A série virou febre em vários países, inclusive no Brasil, onde foi exibida incansavelmente nos anos 80 e 90, ganhando legiões de fãs mirins fascinados com aquela menina de olhos arregalados e fala monocórdica que fazia tarefas domésticas com força sobre-humana.

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No centro da trama está a família Lawson. Ted Lawson (Richard Christie), o patriarca, é engenheiro em robótica e o gênio por trás da criação de V.I.C.I. (Voice Input Child Identicant) – a tal robô em forma de criança, interpretada por Tiffany Brissette. Vicky, como é carinhosamente chamada, é programada para aprender a viver como um ser humano, mas suas limitações de linguagem, suas reações mecânicas e sua força descomunal rendem situações hilárias (ou completamente sem noção, dependendo da sua idade e nível de ceticismo).

Joan Lawson (Marla Pennington), a esposa de Ted, é a típica dona de casa dos anos 80: paciente, amorosa, e absolutamente tranquila ao saber que seu marido levou um robô para dentro de casa sem qualquer teste de segurança. O filho do casal, Jamie (Jerry Supiran), se torna o melhor amigo de Vicky e passa boa parte da série tentando protegê-la dos vizinhos bisbilhoteiros – especialmente da menina intrometida Harriet (Emily Schulman), uma espécie de Punky Brewster.

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O elenco, embora modesto, funcionava bem dentro da proposta da série. Tiffany Brissette, em particular, tornou-se um ícone mirim. Sua performance robótica, com trejeitos rígidos e voz monotônica, era ao mesmo tempo cômica e um pouco assustadora – algo entre Wandinha Addams e um assistente virtual dos anos 80. A atriz conseguiu imprimir carisma a um personagem que, por definição, não deveria ter nenhum.

Super Vicky’ não foi exatamente um queridinho da crítica. Pelo contrário: a maioria dos críticos da época torceu o nariz para a série, apontando seu humor simplório, seus efeitos especiais rudimentares e sua produção barata. Mas, como sabemos, crítica e popularidade nem sempre andam de mãos dadas – e Vicky é a prova disso. A série durou quatro temporadas, entre 1985 e 1989, somando 96 episódios.

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Mesmo com um orçamento modesto, o seriado conquistou um público fiel, sobretudo entre as crianças e adolescentes, que se identificavam com a fantasia de ter uma amiga robô – ou com a ideia de ter superpoderes escondidos no armário. Em diversos países, como Brasil, México e Filipinas, ‘Super Vicky’ foi um sucesso de audiência, muito em função da sua dublagem carismática e da exibição em horários nobres para o público infantojuvenil. No Brasil, a série passou por Globo, SBT, e canais a cabo, sempre com uma aura de “nostalgia instantânea”.

O humor pastelão, as lições de moral no estilo “fim de episódio de He-Man”, e os cenários que pareciam feitos de papelão não impediram que a série marcasse uma geração. Era o tipo de programa que, mesmo sem fazer sentido algum, trazia um conforto estranho – como um cobertor velho ou um miojo bem-feito.

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Super Vicky’ não gerou um universo expandido, nem spin-offs, nem um remake cinematográfico (ainda). Mas seu legado vive no coração dos que cresceram com ela – e nas listas de “séries mais bizarras dos anos 80” na internet. Em 2010, rumores sobre um reboot surgiram, mas, como era de se esperar, a ideia não foi pra frente. A própria Tiffany Brissette deixou a carreira de atriz e se tornou enfermeira – talvez cansada de ser confundida com um eletrodoméstico com cabeça.

Se fosse feita hoje, ‘Super Vicky’ provavelmente teria uma abordagem bem diferente. Em tempos de inteligência artificial real, carros autônomos e robôs de verdade limpando nossas casas, a ideia de um robô com aparência infantil já não é só ficção – e acende discussões éticas pesadas. Mas com a pegada certa, talvez como uma sátira ou até uma animação, o conceito poderia funcionar. Afinal, a premissa continua instigante: como seria crescer ao lado de algo que imita um humano, mas não é?

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O que está datado? Praticamente tudo: os figurinos, o tom inocente, os risos de fundo, a trilha sonora, os efeitos especiais. Mas é justamente isso que confere o charme retrô à série. O que daria certo ainda hoje? O absurdo da premissa, o carisma da protagonista e, claro, a eterna pergunta: será que os vizinhos vão descobrir?

Super Vicky’ pode ter sido pequena no nome original (Small Wonder), mas para muita gente, ela foi uma gigante. De olhos fixos, fala travada e coração (de silício), Vicky ainda é uma maravilha – mesmo que um pouco enferrujada.

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Marvel e Disney apostam em estratégia diferenciada ao lançar teasers de ‘Vingadores: Doutor Destino’ apenas nos cinemas

A Marvel Studios e a Disney tomaram uma decisão pouco comum — e altamente controversa — ao optarem por lançar os primeiros teasers de Vingadores: Doutor Destino’ exclusivamente nos cinemas, evitando qualquer divulgação oficial nas redes sociais ou plataformas de vídeo. A estratégia, pensada para transformar a prévia em um “evento cinematográfico”, acabou gerando um efeito colateral inevitável: uma enxurrada de vazamentos, gravações clandestinas e especulações desenfreadas na internet.

A ação marcou uma mudança clara no modelo de marketing adotado pelo estúdio nos últimos anos. Diferente do padrão recente, em que trailers dominam a internet minutos após serem exibidos em convenções ou eventos fechados, a Marvel apostou na experiência exclusiva da sala de cinema, exibindo o teaser antes de grandes lançamentos do estúdio e de parceiros estratégicos.

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Por que lançar apenas nos cinemas?

Internamente, a decisão tem múltiplas camadas. A principal delas é a tentativa de resgatar o valor do cinema como experiência coletiva, algo que a Marvel considera fundamental para o futuro da franquia ‘Vingadores’. Após anos enfrentando desgaste de marca, críticas à saturação do MCU e desempenho irregular de bilheteria, o estúdio entende que precisa reconstruir o senso de “evento imperdível” que marcou filmes como ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Ultimato’.

‘Vingadores: Doutor Destino’ lidera apostas para maior bilheteria de 2026

Além disso, havia o receio claro de controle narrativo. ‘Vingadores: Doutor Destino’ carrega elementos considerados extremamente sensíveis para o futuro do MCU — incluindo conexões com o Multiverso, variantes e a introdução definitiva do vilão Victor Von Doom como grande eixo da nova saga. Um teaser lançado oficialmente na internet poderia ser dissecado quadro a quadro em minutos, comprometendo surpresas planejadas para os próximos anos.

Vazamentos inevitáveis e efeito contrário

Na prática, porém, o plano não saiu exatamente como o esperado. Poucas horas após as primeiras exibições, vídeos gravados clandestinamente dentro das salas começaram a circular em redes como X (antigo Twitter), TikTok, Reddit e fóruns especializados. Mesmo com qualidade baixa, as imagens foram suficientes para alimentar teorias, análises e rumores.

VAZAM fotos do segundo teaser de ‘Vingadores: Doutor Destino’ que revela o novo visual do Thor

Personagens misteriosos, frases soltas de diálogo, símbolos associados ao Doutor Destino e até possíveis pistas sobre o retorno de versões alternativas de heróis clássicos passaram a ser debatidos intensamente. O que era para ser um teaser controlado acabou se transformando em um quebra-cabeça coletivo, montado a partir de vazamentos incompletos e muitas interpretações conflitantes.

Curiosamente, esse efeito colateral acabou ampliando ainda mais o alcance do material. Embora a Marvel não tenha divulgado oficialmente o segundo e terceiro teaser, o assunto dominou tendências globais e gerou milhões de visualizações indiretas, provando que o interesse pelo futuro dos ‘Vingadores’ continua alto — mesmo em um momento de desconfiança do público.

‘Vingadores: Doutor Destino’: Novos rumores indicam papel de destaque para [SPOILER]

A estratégia por trás do silêncio oficial

A ausência de uma versão oficial online também não é acidental. Fontes próximas ao estúdio indicam que a Marvel já previa os vazamentos e, de certa forma, contava com eles como parte da campanha. Ao não confirmar nem desmentir teorias, o estúdio mantém o debate vivo, prolonga o ciclo de atenção e evita “queimar” material promocional cedo demais.

Outro ponto importante é o calendário. ‘Vingadores: Doutor Destino’ ainda está distante da estreia, e a Marvel não quer repetir erros recentes, quando trailers foram lançados muito cedo e o hype se dissipou ao longo de meses. A ideia é dosar a informação, criando picos de interesse bem definidos até o lançamento oficial do primeiro trailer completo.

Mais um dos Vingadores originais deve voltar para ‘Vingadores: Doutor Destino’

Um teste para o futuro do MCU

Mais do que promover um único filme, a estratégia funciona como um teste de comportamento do público. A Disney quer medir até que ponto os fãs estão dispostos a sair de casa para ter acesso antecipado a conteúdos exclusivos e como o boca a boca — positivo ou negativo — se espalha sem o controle direto das redes oficiais.

Se bem-sucedida, a tática pode se repetir em outros projetos de grande escala do estúdio. Caso contrário, os vazamentos podem forçar a Marvel a antecipar o lançamento online do teaser, retomando o modelo tradicional.

Novo “Barbenheimer”? ‘Duna 3’ e ‘Vingadores: Doutor Destino’ mantêm estreia no mesmo dia

Pela manhã, VAZOU um suposto teaser trailer de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ focado nos X-Men com Ciclope e Sentinelas.

No trecho vazado, quem ganha maior atenção é ninguém menos que o Ciclope, novamente interpretado por James Marsden.

Marsden ficou marcado por viver o líder dos X-Men na trilogia original produzida pela 20th Century Studios, lançada no início dos anos 2000. Apesar da importância do personagem nos quadrinhos, muitos fãs consideram que o ator nunca teve espaço suficiente para explorar todo o potencial dramático e heroico de Scott Summers nas telas, frequentemente ficando em segundo plano nas histórias.

No fundo, você pode ver um Sentinela andando.

Assista:

“Stephen King estava dentro desde o início”, diz Andy Muschietti sobre criar uma nova história para ‘IT: Bem-Vindos A Derry’ [EXCLUSIVO]

IT: Bem-Vindos a Derry‘ expande o universo criado por Stephen King em seu livro ‘It – A Coisa‘ através de uma ideia do diretor Andy Muschietti e da produtora Barbara Muschietti.

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, eles revelaram que Stephen foi muito participativo e embarcou na ideia de expandir o universo logo no início do projeto.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

‘IT – A Coisa’: Cena em que Pennywise DEVORA um bebê pode ser lançada em SUPERCUT que junta os dois filmes [EXCLUSIVO]

O capítulo final, intitulado “Winter Fire”, vai ao ar hoje, 14 de dezembro.

Pennywise NÃO irá aparecer nos primeiros episódios de ‘IT: Bem-Vindos à Derry’

Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.

Bill Skarsgård retorna como o icônico Pennywise.

O elenco ainda conta com Alixandra Fuchs (‘Hatfields & McCoys’), Kimberly Guerrero (‘A Inglesa’), Dorian Grey (‘Star Trek: Discovery’), Thomas Mitchell (‘Spiral’), BJ Harrison (‘Family Law’), Peter Outerbridge (‘Jogos Mortais VI’), Shane Marriott (‘Fargo’), Chad Rook (‘Joe Pickett’), Joshua Odjick (‘Wildhood’) e Morningstar Angeline (‘Westworld’). Os fãs da obra de Stephen King terão que esperar um pouco mais para mergulhar de volta em Derry.

IT: Bem-Vindos a Derry‘ tem como produtor executivo Andy Muschietti, o diretor dos dois filmes de 2017 e 2019, ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.

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Entrevista – Por que ‘Adeus, June’ levou Kate Winslet à sua estreia na direção [EXCLUSIVO]

Kate Winslet não planejava dirigir seu primeiro longa-metragem. A decisão nasceu não de um cálculo de carreira, mas de uma recusa íntima em se afastar do projeto. “Quando percebi que não queria entregar o filme a outro diretor, tive uma reação muito forte”, contou ao CinePOP, em entrevista exclusiva por Zoom. “Eu simplesmente não queria deixar o filme. E então pensei: ‘eu posso dirigi-lo’.”

Na tela, Winslet parecia estar em casa — cortinas com estampa em zigue-zague e um sofá colorido ao fundo. Nada lembrava o neutro impessoal de um quarto de hotel ou de um estúdio. Apesar do ambiente informal, a atriz foi precisa ao descrever o caminho que a levou a assumir a direção de Adeus, June (Goodbye June), lançado em 24 de dezembro na Netflix — um drama familiar centrado nos últimos dias de vida de uma matriarca cercada pelos filhos e netos.

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Kate Winslet em entrevista com Letícia Alassë sobre ‘Adeus, June’ (Foto: reprodução)

Um roteiro precoce e raro

O projeto tem origem doméstica. O roteiro foi escrito por Joe Anders, filho mais novo de Winslet com o cineasta Sam Mendes (1917). No filme, ele assina sem os sobrenomes dos pais — escolha semelhante à da irmã, a atriz Mia Threapleton (O Esquema Fenício), que também optou pelo nome artístico do pai, menos conhecido.

Winslet lembra com clareza da primeira leitura. “Fiquei completamente tomada pelos personagens e pelo diálogo. Era tudo muito real.” O que mais a impressionou foi a naturalidade das falas. “É o tipo de diálogo que você não encontra com frequência, mesmo depois de tantos anos como atriz.

Joe Anders e Kate Winslet participam da estreia mundial do filme “Goodbye June”, da Netflix, no Curzon Mayfair, em 3 de dezembro de 2025, em Londres, Inglaterra. (Foto de StillMoving.Net para a Netflix)
Joe Anders e Kate Winslet participam da estreia mundial do filme “Goodbye June”, da Netflix, no Curzon Mayfair, em 3 de dezembro de 2025, em Londres, Inglaterra. (Foto de StillMoving.Net)

Joe, entretanto, resistiu à ideia de transformar o texto em filme. “Ele achou que eu estava louca”, contou ela, rindo. “Disse: ‘Mãe, não precisa ser um filme. Eu só estou aprendendo a fazer isso’.” Winslet insistiu para que o filho concluísse o roteiro. Quando ele voltou com as páginas finais, algo se cristalizou para ela. “Eu conseguia ver que aquilo poderia ser especial.

O ponto de virada

Após cerca de um ano de desenvolvimento, o projeto atraiu o interesse da Netflix. Winslet entraria como produtora e atriz — interpreta Julia, uma das filhas da matriarca que dá título ao filme e que funciona como eixo emocional entre os irmãos, cada um atravessando seus próprios dilemas de parentalidade, relacionamento e trabalho. A direção, inicialmente, seria entregue a outro nome. Foi nesse momento que a resistência de Winslet em se afastar do projeto se impôs.

Eu estava prestes a mandar o roteiro para outros diretores quando tive essa reação emocional muito forte.” Ainda assim, ela faz questão de afastar a ideia de um gesto irrefletido. “Eu nunca teria feito isso se não sentisse que era o momento certo da minha vida. E também não teria feito se não me sentisse pronta.

Andrea Riseborough, Toni Collette, Kate Winslet, Johnny Flynn, Timothy Spall e Fisayo Akinade participam da estreia mundial de “Goodbye June”, da Netflix, no Curzon Mayfair, em 3 de dezembro de 2025, em Londres, Inglaterra. (Foto de StillMoving.Net)
Andrea Riseborough, Toni Collette, Kate Winslet, Johnny Flynn, Timothy Spall e Fisayo Akinade participam da estreia mundial de “Goodbye June”, da Netflix, no Curzon Mayfair, em 3 de dezembro de 2025, em Londres, Inglaterra. (Foto de StillMoving.Net)

Depois de mais de três décadas diante das câmeras — período que inclui o Oscar de Melhor Atriz por O Leitor (2008) —, Winslet sentiu que a experiência acumulada finalmente se reorganizava. “Cresci praticamente em sets de filmagem”, disse ela.

Casada durante sete anos com Sam Mendes, com quem trabalhou em Foi Apenas um Sonho (2008), e dirigida por cineastas como Peter Jackson (Almas Gêmeas), Ang Lee (Razão e Sensibilidade), Stephen Daldry (O Leitor) e James Cameron (Titanic), Winslet teve uma formação informal privilegiada — um longo aprendizado por observação.

Ficção, memória e o Natal

Embora profundamente íntimo, Adeus, June é uma obra de ficção. Joe se inspirou na morte da avó — mãe de Winslet — em 2017, quando ainda era adolescente. “Meu filho perdeu a avó muito jovem e ficou profundamente marcado pela forma como, como família, conseguimos transformar aquela despedida em algo bonito”. O roteiro, no entanto, não reproduz essa experiência.

Ele sabia que essa não é a realidade para todo mundo. Para muitas famílias, esses momentos são extremamente complicados. Por isso, criou uma família completamente fictícia.”

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Para Winslet, a ambientação no Natal foi uma escolha acertada. “Achei absolutamente brilhante situar a história nesse período, porque você sente o tempo correndo — os dias passando — enquanto todos se preparam para um grande evento.” No filme, a celebração e a perda coexistem.

Construir calor em um espaço frio

Como diretora, Winslet se preocupou em transformar o hospital — cenário central da narrativa — em um espaço emocionalmente habitável. “Hospitais podem ser lugares frios, solitários, com luzes duras. Isso não combinava com a história que estávamos contando.

Elementos natalinos ajudam a construir esse acolhimento visual. “As luzes, a árvore, pequenos detalhes tornam o espaço mais quente, mais confortável.” A decisão está ligada à personagem June, a mãe à beira da morte. “Ela ama profundamente a família e não quer deixá-los. Era importante que o filme refletisse isso visualmente.

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Kate Winslet em entrevista sobre ‘Adeus, June’ ao CinePOP (Foto: reprodução)

Nem sempre, porém, o afeto visual encontra eco na densidade dramática. Alguns conflitos permanecem na superfície, e certas insinuações parecem hesitar diante da dor da perda. A juventude do roteirista se faz sentir nessas escolhas, mesmo sob a tutela atenta da mãe-diretora.

Da atuação à direção

Mesmo sem tempo para aprofundar esse aspecto durante a entrevista, Adeus, June revela uma diretora moldada pela observação. A confiança depositada nos atores — como Toni Collette e Helen Mirren — aponta para uma encenação que privilegia diálogos e atuações diretas, com pouco espaço para silêncios prolongados ou submersões emocionais. Winslet parece menos interessada em impor uma marca autoral do que em sustentar cenas acessíveis, ancoradas na escuta e no jogo coletivo.

O ano de 2025 tem sido marcado por atrizes e atores que transformaram anos de observação em gesto autoral. Scarlett Johansson (Eleanor the Great), Kristen Stewart (A Cronologia da Água), Eva Victor (Sorry, Baby) e Harris Dickinson (Urchin – Pelas Ruas de Londres) assumiram a câmera como forma de afirmação estética — e, em alguns casos, também política.

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Johnny Flynn, Andrea Riseborough, Timothy Spall, Kate Winslet e Fisayo Akinade em ‘Adeus, June’. (Crédito: Kimberley French/Netflix © 2025.)

Winslet segue outro caminho. Adeus, June não busca ruptura, mas acolhimento. Há algo de profundamente materno — no melhor sentido — em sua estreia como diretora: menos sobre impor uma visão e mais sobre cuidar de um espaço comum, onde os conflitos podem existir sem a necessidade de confronto explícito.

Ao fim da conversa, perguntada se pretende continuar dirigindo, Winslet respondeu sem hesitar: “Sim, eu espero que sim.” Depois de décadas quebrando padrões diante das câmeras, Adeus, June não soa como ponto de chegada, mas como um primeiro passo — ainda cauteloso, ainda tímido — de uma artista que começa a se deslocar, com atenção e cuidado, para trás das lentes.

Veja a entrevista completa no YouTube:

 

Selton Mello revela que guardou segredo sobre ter sido escalado para ‘Anaconda’ [EXCLUSIVO]

Estreando em uma produção hollywoodiana, Selton Mello interpreta o personagem brasileiro Carlos Santiago em ‘Anaconda‘.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, ele revelou como conseguiu o papel e que teve que guardar segredo enquanto promovia ‘Ainda Estou Aqui‘.

Assista:

A comédia cuja proposta é divertir e levar toda a família para os cinemas já está em cartaz e os portais de notícias estadunidenses Deadline e IndieWire, veículos de grande repercussão internacional focados em entretenimento e cinema, destacam a atuação de Selton como domador de cobras.

“(…) O restante do elenco se encaixa muito bem, especialmente o sempre confiável Zahn e o grande ator brasileiro Mello (‘Ainda Estou Aqui’), que rouba cenas como o treinador de anacondas tomado pela dor”, enfatiza Pete Hammond, do Deadline.

Já o jornalista David Ehrlich, do IndieWire, detalha:

“Não é surpresa que o trunfo de Anaconda seja a atuação de Selton Mello como o domador de cobras que nossos protagonistas encontram, já que a funcionalidade do seu papel permite que o extraordinário ator brasileiro mantenha o foco de um jeito que se mostra impossível de ser acompanhado por seus colegas de elenco mais proeminentes. Além disso, há algo fascinante em ver o ‘pai’ do filme ultrassério do ano passado, ‘Ainda Estou Aqui’, fazer uma guinada tão radical para uma comédia desse quilate.”

Dirigido por Tom Gormican (‘O Peso do Talento’), a trama de ‘Anaconda‘ é situada na Amazônia e acompanha Doug (Jack Black) e Griff (Paul Rudd), dois amigos que enfrentam uma crise de meia-idade e resolvem realizar o antigo sonho de regravar o filme “Anaconda”, que marcou a juventude da dupla. Porém, as coisas saem do controle quando uma cobra gigante surge no set de filmagem e eles precisam lutar por sobrevivência.

O reboot de ‘Anaconda‘ deve arrecadar em torno de US$ 20 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

A expectativa é que a nova versão se torne a maior estreia da franquia no país, superando o primeiro filme (US$16.6M), de 1997, e a sequência ‘Anaconda 2: A Caçada pela Orquídea Sangrenta‘ (US$12.8M).

O longa deve alcançar o TOP 2 das maiores arrecadações no território norte-americano, atrás apenas de ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ (US$75M).

Vale lembrar que os críticos não ficaram muito impressionados com o reboot – que conquistou apenas 43% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral detona o tom exageradamente cômico desta nova versão, criticando as piadas que não funcionam, as cenas de ação pouco memoráveis e a falta de destaque da cobra titular.

Crítica | Paul Rudd e Jack Black estrelam o divertido e despretensioso meta-reboot de ‘Anaconda’

Separamos os trechos das principais críticas:

“Lamentavelmente, a estrela de ‘Anaconda’ que recebe menos atenção é justamente a mais importante: a cobra.” (Slant Magazine)

“É meio trágico que, atualmente, a única maneira de Hollywood fazer uma comédia seja forçando de forma desajeitada alguma franquia pré-estabelecida nela.” (ScreenCrush)

“Infelizmente, [o diretor Tom] Gormican tirou completamente a graça da piada principal. As cenas cômicas não funcionam, a ação é desleixada e todos os atores parecem tão perdidos quanto o pobre Owen Wilson parecia estar no filme original.” (Globe and Mail)

“A sequência meta de ‘Anaconda’ cumpre a cota mínima de risadas enquanto zomba alegremente do material original, assumidamente brega. O filme alcança um sucesso básico ao abraçar palhaçadas bobas com uma piscadela para o absurdo óbvio.” (MovieWeb)

“Apesar do filme ser prejudicado por alguns efeitos visuais questionáveis, uma cinematografia sem graça e piadas preguiçosas, essa desordem se torna uma força em uma produção que defende um espírito cinematográfico despojado e amador.” (But Why Tho? A Geek Community)

“‘Anaconda’ é um trabalho decepcionante do diretor Tom Gormican, que falha em criar um reboot bem-sucedido da franquia da Sony Pictures.” (IGN Movies)

“O reboot de ‘Anaconda’ é muito adulto para agradar ao público de ‘Jumanji’, mas não é maduro suficiente para explorar seu próprio potencial.” (New York Magazine)

O longa será lançado nos cinemas nacionais nesta quinta-feira, no dia 25 de dezembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Anaconda’ virou ‘Jararaca’! Vem ver o cartaz…

Tom Gormican (‘O Peso do Talento’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Jack Black (‘Jumanji: Bem-vindo à Selva’), Paul Rudd (‘Homem-Formiga’), Steve Zahn (‘Silo’), Thandiwe Newton (‘Westworld’), Selton Mello (‘Ainda Estou Aqui’) e Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’).

Ice Cube retornará em reboot de ‘Anaconda’, afirma insider

Anaconda Poster

‘Wicked: Parte 2’ ultrapassa MEIO BILHÃO nas bilheterias mundiais

Sucesso! A sequência ‘Wicked: Parte 2‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o filme se encontra no TOP 13 das maiores arrecadações de 2025. A produção também representa o terceiro maior lançamento do ano para a Universal Pictures, atrás apenas de ‘Jurassic World: Recomeço‘ (US$869.1M) e o live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ (US$636.2M).

Nos EUA, o longa soma US$ 331.6 milhões. Internacionalmente, foram US$ 172.3 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 503.9 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$56.4M), Austrália (US$19M), Alemanha (US$9.7M), Coreia (US$6.5M) e México (US$6.3M).

Vale lembrar que ‘Wicked: Parte 2‘ abriu com US$ 226 milhões mundialmente – o que representa a maior estreia global da história para uma adaptação musical da Broadway.

Já nos EUA, a continuação estreou com sólidos US$ 150 milhões, superando o primeiro filme (US$125M) e se tornando o terceiro maior lançamento da história para um longa musical, atrás apenas do live-action de ‘O Rei Leão‘ (US$191.7M) e ‘A Bela e a Fera‘ (US$174.7M).

Com 67% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou o coração dos espectadores, recebendo uma nota A no CinemaScore. Para termos de comparação, essa é a mesma média alcançada pelo primeiro filme.

Wicked: Parte 2‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século

Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século | CinePOP

A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda).

O longa é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, Jonathan Bailey e Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

Wicked 2 Poster

Stephen King faz apelo divertido ao criador da série ‘Pluribus’

Apesar do desenvolvimento da 2ª temporada da aclamada série ‘Pluribus‘ já ter começado, a expectativa é que as filmagens sejam iniciadas apenas em maio de 2026.

Somando as gravações com o extenso período de pós-produção, a segunda temporada só deve ser lançada em 2027 – ou seja, os espectadores terão que esperar em torno de dois anos para assistirem novos episódios.

Através do seu Twitter/X, o mestre do terror Stephen King expressou sua insatisfação com isso, e fez um divertido apelo do criador do seriado, Vince Gilligan (‘Breaking Bad’).

Vince Gilligan disse que não tem pressa em desenvolver a segunda temporada de ‘Pluribus’. Eu entendo, mas, ei, Vince, se você estiver escutando: eu não estou ficando mais jovem,” declarou o popular autor.

Sucesso na Apple TV+, ‘Pluribus‘ se tornou um sucesso imensurável que já quebrou recordes de visualização na plataforma.

Segundo o streaming, os dois primeiros episódios da atração superaram a estreia da 2ª temporada de ‘Ruptura‘ como o maior lançamento de uma série de drama do serviço em mais de cem países, incluindo os Estados Unidos, o Reino Unido, o Canadá, o Brasil e a Austrália.

A série cravou impressionantes 6,4 milhões de horas assistidas nos EUA com os dois primeiros capítulos ao longo de sete dias. No geral, a aceitação do público culminou na estreia do projeto em quarto lugar no ranking, atrás apenas de série com mais episódios disponíveis.

“Raramente guardar o segredo de uma série que amamos tanto foi uma experiência tão divertida e gratificante quanto com Pluribus, disse Matt Cherniss, chefe de programação da plataforma. “A premissa incrivelmente inventiva de Vince nos impressionou desde o primeiro momento em que a lemos, e testemunhar a genialidade com que ele deu vida a esta série é realmente notável. É emocionante ver o público do mundo todo se apaixonar por esta série instigante, perspicaz e com um humor ácido, enraizada na humanidade, com um elenco excepcional liderado pela talentosa Rhea Seehorn. Mal podemos esperar para que os espectadores mergulhem ainda mais no mistério”.

Primeiras Impressões | Vince Gilligan acerta mais uma vez com a IMPECÁVEL série de suspense ‘Pluribus’

Gilligan também entra como showrunner.

A trama é ambientada na cidade de Albuquerque e acompanha a pessoa mais miserável da Terra (Rhea Seehorn), que deve salvar o mundo da felicidade.

Karolina Wydra (‘Sneaky Pete’), Carlos-Manuel Vesga (‘Donde Tú Quieras’), Mirian Shor (‘Ficção Americana’) e Samba Schutte (‘Nossa Bandeira é a Morte’) integram o elenco.

Fracasso de público e crítica, ‘M3GAN 2.0’ chega no streaming; Saiba aonde assistir!

M3GAN 2.0‘ fracassou em sua estreia nos cinemas, e agora tenta encontrar seu público no streaming. O filme acaba de ser lançado no catálogo do Prime Video.

Nos Estados Unidos e no mercado global, ‘M3GAN 2.0‘ arrecadou cerca de US$ 39 milhões, um valor modesto se comparado ao primeiro filme, que ultrapassou US$ 180 milhões mundialmente. A estreia americana, em especial, foi um sinal de alerta: o filme arrecadou apenas US$ 10,2 milhões no fim de semana de lançamento, menos da metade da estreia do original, que somou mais de US$ 30 milhões no seu primeiro fim de semana.
Wikipedia

A decepção começou rapidamente. Críticas especializadas destacaram que a sequência mudou drasticamente o tom da história: em vez do horror com pitadas de comédia inteligente que marcou o primeiro ‘M3GAN‘, ‘M3GAN 2.0‘ investiu em uma mistura de ação, humor e elementos sci-fi, diluindo o aspecto terror que havia conquistado o público inicialmente. Essa mudança de gênero foi apontada como um dos principais motivos da reação negativa.

No agregador Rotten Tomatoes, o filme ficou com cerca de 58% de aprovação dos críticos, e sua média no Metacritic foi igualmente mediana, refletindo críticas variadas e, em muitos casos, desapontadas com a qualidade geral. Enquanto alguns espectadores até elogiaram aspectos isolados, a sensação predominante foi de que o filme não justificou sua existência como sequência significativa

Em entrevista ao podcast The Town, o produtor Jason Blum quebrou o silêncio sobre o fracasso.

“Todos nós pensamos que M3GAN fosse como o Superman. Que nós poderíamos fazer qualquer coisa com ela. Poderíamos trocar de gêneros. Poderíamos lançá-la durante o verão [norte-americano]. Poderíamos deixá-la diferente. Poderíamos torná-la uma heroína. Nós realmente pensamos que a atração dos espectadores girava em torno dela.”

Anteriormente, o produtor comentou sobre o futuro da saga: “Vamos torcer para que o segundo filme se saia bem o suficiente para que possamos fazer mais M3GANs”. 

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

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‘O Agente Secreto’ passa ‘Nada a Perder’ como a quarta maior bilheteria brasileira nos EUA

O Agente Secreto’ continua fazendo barulho nos cinemas ao redor do mundo e consolida seu nome como um dos maiores sucessos recentes do cinema brasileiro no mercado internacional. Representante oficial do Brasil na corrida pelo Oscar, o novo longa de Kleber Mendonça Filho já arrecadou US$ 1,2 milhão nas bilheteiras dos Estados Unidos, um resultado expressivo para uma produção nacional exibida de forma limitada.

Lançado no circuito norte-americano no fim de novembro, o filme começou com poucas sessões, mas vem ampliando gradualmente seu alcance. Atualmente, ‘O Agente Secreto’ está em cartaz em 133 salas espalhadas pelo país, o que demonstra a boa recepção do público e o interesse contínuo do mercado exibidor pelo título.

Com esse desempenho, o longa alcança um feito histórico: passa a ocupar a quarta posição entre os filmes brasileiros de maior bilheteria nos Estados Unidos. Na última semana, a produção superou ‘Nada a Perder’ (2018) e sua sequência, ‘Nada a Perder 2’ (2019), que até então ocupavam a quarta e quinta colocações do ranking.

Na liderança do levantamento segue imbatível o clássico ‘Cidade de Deus’, dirigido por Fernando Meirelles. O filme arrecadou US$ 7,5 milhões apenas em território americano e permanece como a produção brasileira de maior impacto no país. Além do sucesso comercial, o longa também se destacou na temporada de premiações, conquistando quatro indicações ao Oscar, um recorde para o cinema nacional.

O segundo lugar pertence a ‘Ainda Estou Aqui’, de Walter Salles, que somou US$ 6,2 milhões nos Estados Unidos. Estrelado por Fernanda Torres e Selton Mello, o drama marcou época ao vencer o Oscar de Melhor Filme Internacional, tornando-se o primeiro longa brasileiro a conquistar uma estatueta da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.

Já ‘Central do Brasil’, também dirigido por Walter Salles, aparece logo atrás, com US$ 5,9 milhões arrecadados, reforçando sua importância histórica e seu forte apelo junto ao público internacional.

Vale lembrar ainda de ‘O Beijo da Mulher-Aranha’, de Hector Babenco, que faturou cerca de US$ 17 milhões nos Estados Unidos. Apesar do valor expressivo, o filme é considerado uma produção majoritariamente americana, falada em inglês, o que costuma excluí-lo de rankings focados exclusivamente em obras brasileiras de língua portuguesa.

Confira as 5 maiores bilheterias brasileiras nos EUA, segundo O Globo:

  1. Cidade de Deus’ – US$ 7,5 milhões
  2. Ainda Estou Aqui’ – US$ 6,2 milhões
  3. Central do Brasil’ – US$ 5,9 milhões
  4. O agente secreto’ – US$ 1,2 milhão
  5. Nada a Perder 2’ – US$ 1,1 milhão

Com a boa performance nas bilheteiras e a visibilidade gerada pela campanha rumo ao Oscar, a expectativa é que ‘O Agente Secreto’ ainda possa subir números nas próximas semanas, reforçando o momento positivo do cinema brasileiro no exterior.

‘A Última Fotografia’: Zack Snyder divulga foto de seu novo filme, drama sobre ex-agente da DEA

O cineasta Zack Snyder divulgou a primeira foto de seu novo filme, o drama ‘The Last Photograph’ (A Última Fotografia), como seu próximo filme. Ele escalou Stuart Martin e Fra Fee para os papeis principais.

A produção teve filmagens em locações na Islândia, Colômbia e Los Angeles.

Snyder dirige o longa a partir de um roteiro de Kurt Johnstad, recebendo crédito pela história.

Confira:

 

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A trama acompanha um ex-agente da DEA que precisa retornar às montanhas da América do Sul para encontrar sua sobrinha e sobrinho desaparecidos, após o brutal assassinato dos pais diplomatas.

Com a ajuda de um fotógrafo de guerra decadente e viciado, a única pessoa que viu o rosto dos assassinos, ele parte determinado a encontrar as crianças e a verdade, mas logo percebe que também terá que enfrentar os fantasmas do seu próprio passado.

A jornada rumo ao desconhecido os afasta cada vez mais da civilização, colocando em dúvida tudo que acreditam, enquanto gradualmente dilui a linha entre o real e o surreal.

“A ideia de pegar a câmera na mão e simplesmente fazer um filme de forma íntima é muito atraente para mim”, declarou Snyder. A Última Fotografia é uma meditação sobre a vida e a morte, incorporando algumas das provações que vivi e a exploração dessas ideias através da criação de imagens”.

A produção fica a cargo de Zack Snyder, Deborah Snyder e Wesley Coller, pela Stone Quarry, que continuam sua parceria criativa com Gianni Nunnari, produtor pela Hollywood Gang Productions, junto da coprodutora Alisha Stickney.

Após ‘IT – A Coisa’, Andy Muschietti gostaria de comandar uma nova adaptação de ‘Cemitério Maldito’ e ‘O Passeio’, de Stephen King [EXCLUSIVO]

IT: Bem-Vindos a Derry‘ teve sua primeira temporada encerrada de maneira majestosa  e o diretor Andy Muschietti e a produtora Barbara Muschietti revelaram com EXCLUSIVIDADE ao CinePOP que existem outras obras do Stephen King que eles gostariam de adaptar.

Uma delas é ‘Cemitério Maldito‘, que ganhou adaptações em 1989 e 2019, além de sequências e derivados.

“Eu cresci com Stephen King e meu primeiro amor, na verdade, o primeiro livro que li dele foi Cemitério Maldito. É um filme que foi adaptado para os cinemas e também já foi refeito, então ainda é um pouco cedo para fazer isso para fazer de novo. Certamente é algo fascinante. Sim, há tantos outros. Há uma história chamada O Passeio que eu sempre fui fascinado, é de um livro chamado Tripulação de Esqueletos”, afirmou. 

Assista e siga o CinePOP no Youtube:


‘IT – A Coisa’: Cena em que Pennywise DEVORA um bebê pode ser lançada em SUPERCUT que junta os dois filmes [EXCLUSIVO]

Cemitério Maldito‘ é a história da família Creed, que se muda para uma nova casa e descobre um cemitério amaldiçoado em uma floresta próxima, usado para enterrar animais, mas com um poder sinistro de ressuscitar os mortos, trazendo de volta criaturas que não são mais as mesmas, transformando a vida da família em um pesadelo de horror, perdas e loucura, culminando em tragédias inevitáveis e confrontos aterrorizantes com o mal que habita o local.

Já ‘O Passeio‘ (The Jaunt, 1981) é um conto sobre uma tecnologia de teletransporte chamada “Jaunting” que permite viagens instantâneas, mas exige que os viajantes estejam inconscientes (anestesiados), pois acordar durante o processo tem consequências psicológicas terríveis, revelando a eternidade do sofrimento mental em um piscar de olhos, com um final chocante para uma criança que acorda brevemente.

A temporada completa de ‘IT: Bem-Vindos a Derry‘ já está disponível na HBO Max.

Pennywise NÃO irá aparecer nos primeiros episódios de ‘IT: Bem-Vindos à Derry’

Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.

Bill Skarsgård retorna como o icônico Pennywise.

O elenco ainda conta com Alixandra Fuchs (‘Hatfields & McCoys’), Kimberly Guerrero (‘A Inglesa’), Dorian Grey (‘Star Trek: Discovery’), Thomas Mitchell (‘Spiral’), BJ Harrison (‘Family Law’), Peter Outerbridge (‘Jogos Mortais VI’), Shane Marriott (‘Fargo’), Chad Rook (‘Joe Pickett’), Joshua Odjick (‘Wildhood’) e Morningstar Angeline (‘Westworld’). Os fãs da obra de Stephen King terão que esperar um pouco mais para mergulhar de volta em Derry.

IT: Bem-Vindos a Derry‘ tem como produtor executivo Andy Muschietti, o diretor dos dois filmes de 2017 e 2019, ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.

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VAZA o teaser trailer de ‘Vingadores: Doutor Destino’ focado nos X-Men com Ciclope e Sentinelas; Assista!

VAZOU o teaser trailer de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ focado nos X-Men com Ciclope e Sentinelas.

No trecho vazado, quem ganha maior atenção é ninguém menos que o Ciclope, novamente interpretado por James Marsden.

Marsden ficou marcado por viver o líder dos X-Men na trilogia original produzida pela 20th Century Studios, lançada no início dos anos 2000. Apesar da importância do personagem nos quadrinhos, muitos fãs consideram que o ator nunca teve espaço suficiente para explorar todo o potencial dramático e heroico de Scott Summers nas telas, frequentemente ficando em segundo plano nas histórias.

No fundo, você pode ver um Sentinela andando.

Assista:


As especulações indicam que Joe e Anthony Russo, responsáveis pela direção de alguns dos maiores sucessos da Marvel, estariam interessados em oferecer uma despedida à altura do personagem e de seu intérprete, valorizando finalmente o legado do Ciclope no cinema.

Outro detalhe que tem animado ainda mais o público é a possibilidade de James Marsden surgir usando o icônico uniforme clássico do herói. Rumores apontam que o visual terá fortes inspirações na versão apresentada na aclamada animação X-Men ’97, o que reforça a ideia de uma abordagem mais fiel aos quadrinhos e carregada de nostalgia.

Caso essas informações se confirmem, a participação de Ciclope em ‘Vingadores: Doutor Destino‘ promete ser um dos momentos mais comentados do filme, unindo gerações de fãs e corrigindo uma antiga frustração em torno de um dos líderes mais emblemáticos dos X-Men.

Confira, com o primeiro teaser oficial trazendo Chris Evans de volta com o icônico Steve Rogers/Capitão América.

Confira:

VAZA a suposta descrição dos QUATRO teasers de ‘Vingadores: Destino’ revelando que [SPOILERS] teve uma filha

Robert Downey Jr. interpretará o icônico vilão Doutor Destino (Victor von Doom), em um papel inédito no MCU.

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

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Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

‘Zootopia 2’ supera US$ 1.4 BILHÃO e se torna a 4ª maior animação da HISTÓRIA

Sucesso! A sequência ‘Zootopia 2‘ conseguiu ultrapassar a marca de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais.

Além representar o maior lançamento hollywoodiano do ano, o novo longa da Disney também subiu para o TOP 4 das maiores animações da história do cinema – atrás apenas de ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma‘ (US$2.1B), ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.6B) e ‘Frozen 2‘ (US$1.4B).

Além disso, o filme também se tornou a 17ª maior arrecadação global da história.

Nos EUA, a animação soma US$ 321.3 milhões. No mercado internacional, superou a marca de US$ 1 bilhão.

Maior estreia do ANO! Confira todos os RECORDES quebrados por ‘Zootopia 2’

Vale lembrar que a animação abriu com US$ 156 milhões no final de semana estendido de Ação de Graças nos EUA, tornando-se a segunda maior estreia da história do feriado (atrás apenas de ‘Moana 2‘; US$225.4M em cinco dias).

Com 91% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou uma nota A do público no CinemaScore – a mesma média alcançada pelo filme original.

Zootopia 2‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Jared Bush e Byron Howard (‘Encanto’) são responsáveis pela direção.

Após desvendarem o maior caso da história de Zootopia, os policiais novatos Judy Hopps (Ginnifer Goodwin) e Nick Wilde (Jason Bateman) descobrem que sua parceria não é tão sólida quanto imaginavam quando o Chefe Bogo (Idris Elba) os ordena a se juntarem ao programa de aconselhamento Parceiros em Crise.

Mas não demora muito para que a parceria seja posta à prova quando eles se veem na trilha sinuosa de um mistério ligado à chegada de uma cobra venenosa à metrópole animal.

Prefeito Winddancer é destaque na imagem INÉDITA de ‘Zootopia 2’; Confira!

A produção ainda conta com as vozes de Nate Torrence, Ke Huy Quan, Fortune Feimster, Quinta Brunson, Bonnie Hunt, Don Lake, Jenny Slate, Tommy Chong, Raymond S. Persi, Alan Tudyk e Shakira.

Zootopia

‘Avatar: Fogo e Cinzas’ supera US$ 760 milhões e se torna o 6º MAIOR filme do ano

Em menos de duas semanas, a sequência ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 760 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o longa do James Cameron já se encontra no TOP 6 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma‘ (US$2.1B), ‘Zootopia 2‘ (US$1.4B), ‘Lilo & Stitch‘ (US$1B), ‘Um Filme Minecraft‘ (US$958.1M) e ‘Jurassic World: Recomeço‘ (US$869.1M).

Nos EUA, o filme soma US$ 217.6 milhões. Internacionalmente, foram US$ 542.7 milhões.

Ao total, os três filmes da franquia já arrecadaram mais de US$ 6 bilhões mundialmente.

Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia

Lembrando que ‘Fogo e Cinzas‘ abriu com US$ 345 milhões bilheterias mundiais, o que representa a segunda maior estreia do ano – atrás apenas de ‘Zootopia 2‘ (US$556M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 88 milhões em seu primeiro final de semana. Para termos de comparação, o terceiro filme conseguiu superar a abertura do longa original no país, mas ficou muito abaixo da estreia de ‘O Caminho da Água‘ (US$134M).

Com 68% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota A do público no CinemaScore. Esta é a mesma média de aprovação dos filmes anteriores, o que indica que, ao contrário dos críticos, os espectadores ainda não se cansaram do fantástico universo de Pandora.

Vale destacar, no entanto, que a franquia não é conhecida por estreias impactantes, mas sim por sua incrível estabilidade nas telonas. O primeiro filme, por exemplo, abriu com apenas US$ 77 milhões no território norte-americano, antes de se tornar o maior fenômeno da história do cinema.

Crítica 2 | Avatar: Fogo e Cinzas — Um mundo em expansão, um drama em repetição

Avatar: Fogo e Cinzas’ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.

Avatar Fogo E Cinzas

‘Anaconda’ arrecada US$ 23.6 milhões e se torna a MAIOR estreia da franquia nos EUA

De acordo com o Deadline, o reboot de ‘Anaconda‘ arrecadou sólidos US$ 23.6 milhões em seu primeiro final de semana estendido nos EUA.

A nova versão se tornou a maior estreia da franquia no país, superando o primeiro filme (US$16.6M), de 1997, e a sequência ‘Anaconda 2: A Caçada pela Orquídea Sangrenta‘ (US$12.8M).

Crítica | Paul Rudd e Jack Black estrelam o divertido e despretensioso meta-reboot de ‘Anaconda’

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 20 milhões através de 58 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 43.7 milhões.

Esta é a melhor abertura internacional de uma comédia em mais de uma década.

Com 50% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o reboot recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a média supera a aprovação do longa original (B-).

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Anaconda’ virou ‘Jararaca’! Vem ver o cartaz…

Tom Gormican (‘O Peso do Talento’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Jack Black (‘Jumanji: Bem-vindo à Selva’), Paul Rudd (‘Homem-Formiga’), Steve Zahn (‘Silo’), Thandiwe Newton (‘Westworld’), Selton Mello (‘Ainda Estou Aqui’) e Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’).

Ice Cube retornará em reboot de ‘Anaconda’, afirma insider

Anaconda Poster

10 curiosidades de ‘Titanic’, um dos maiores clássicos da história do cinema

Lançado em 1997, Titanic é considerado por muitos o maior filme de todos os tempos. Não apenas por sua extensa duração, mas pela grandiosidade desse projeto, que foi inspirado em uma história real e apaixonou gerações com a trama de amor de Jack e Rose, um rapaz pobre e uma menina rica prometida a um magnata.

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Com quase 30 anos de existência, o épico romântico segue encantando pessoas de todas as idades, escondendo até hoje segredos e curiosidades que muitos não imaginam. Pensando nisso, o CinePOP selecionou 10 delas. Confira!

Dublagem

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Divulgação/ TV Globo.

A dublagem clássica do filme foi feita nos lendários estúdios da Herbert Richers e contou com a nata da dublagem carioca. Mas o grande destaque do elenco foi o dublador do jovem Leonardo DiCaprio, que interpretou Jack Dawson no longa.  Para o papel principal, o experiente Oberdan Júnior (a eterna voz do Tintim) fora escalado. No entanto, ele conversou com a direção da dublagem e indicou Danton Mello, que se destacava na TV aberta na novela Malhação, e já havia dublado DiCaprio em Gilbert Grape – Aprendiz de Sonhador (1994).

Pioneira

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A dublagem de Titanic da Herbert Richards foi mais que especial, foi pioneira. Na época, ainda era muito comum que os dubladores gravassem suas falas juntos no mesmo estúdio. No entanto, a deste filme foi a primeira da história do estúdio a ser gravada com o método atual de dublagem, o individual, no qual cada dublador grava suas falas separadamente, deixando que a mixagem e edição cuidem da junção das falas posteriormente. O método visava dar maior qualidade ao produto final que chegaria ao Home Video. Por falar nisso, o VHS desse filme ficou muito conhecido. O filme era tão grande que teve de ser dividido em duas fitas cassete.

Duas versões

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A dublagem do filme ficou excepcionalmente famosa após a primeira exibição do filme na TV Globo, em dezembro de 2000. Em 2012, no centenário do naufrágio do Titanic, o filme retornou aos cinemas do mundo inteiro e ganhou relançamentos em Blu-Ray. Infelizmente, para conseguir a qualidade de som exigida pelo formato de Home Video, eles precisaram redublar o filme, perdendo o material original. O trabalho foi feito na Dublavídeo, com elenco paulista. A nova versão causou estranhamento em quem comprou o Blu-Ray e se deparou com as vozes diferentes daquelas que se imortalizaram nas reprises da TV e nas locadoras de vídeo.

Eternidade

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O filme é mundialmente conhecido por ser muito extenso, com 3h14 de duração. No entanto, se você desconsiderar as cenas do filme ambientadas no “presente”, e os créditos de abertura e de conclusão, esse tempo cai para 2h40, que é o tempo exato que o Titanic da vida real levou para naufragar. Mais do que isso, a cena da colisão com o iceberg dura exatos 37 segundos, que é o tempo estimado do choque que aconteceu em 1912 e ocasionou o naufrágio.

Caríssimo

Titanic
Foto do Titanic em sua primeira – e última – viagem

O custo de produção do filme foi altíssimo para a época. O valor gasto para rodar as filmagens de Titanic giraram em torno de US$ 200 milhões, enquanto a embarcação de verdade custou US$ 7,5 milhões, o que daria aproximadamente US$ 150 milhões em valores atualizados. James Cameron justificou os gastos usando o máximo de efeitos práticos possíveis. Ele criou versões praticamente idênticas aos ambientes do navio original. Além disso, o diretor forneceu diversas informações sobre os passageiros para os figurantes do filme. Ou seja, eles estavam mesmo interpretando pessoas reais, com histórias e objetivos, não apenas fazendo figuração.

Direto na fonte

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Para conseguir as filmagens que precisava, James Cameron fez diversas viagens ao Titanic embaixo d’água. De acordo com o diretor, foram mais de “33 mergulhos” realizados à carcaça da embarcação. Ele também afirmou que na primeira vez que fez a viagem e pôde observar o que havia sobrado, ele se debulhou em lágrimas por enfim ter compreendido a magnitude desse evento histórico engolido pelas águas gélidas.

Referência

Cameron

As viagens de Cameron ao navio e os inúmeros estudos dele sobre os passageiros e histórias que viveram na embarcação antes do naufrágio fizeram do diretor uma das maiores autoridades sobre o Titanic no mundo. O diretor já disse se sentir profundamente conectado ao navio e se manifestou publicamente pela manutenção da estrutura do Titanic como um mausoléu que não deveria ser explorado, como algumas empresas vinham fazendo por valores milionários. Ele também já lamentou algumas vezes sobre os leilões das mobílias e objetos resgatados do barco, afirmando que essa dispersão dos objetos pelo mundo os desconecta das histórias que existiram no local.

Início da amizade

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Uma das sequências mais famosas do filme rendeu uma curiosidade pra lá de inusitada. Na cena em que pede a Jack que a desenhe “como uma de suas garotas francesas”, a atriz Kate Winslet fez sua primeira cena de nudez da carreira. Quando descobriu que esse momento aconteceria, ela decidiu pregar uma peça em Leonardo DiCaprio logo de cara. No dia em que eles se conheceram oficialmente, ela levantou a blusa na frente do ator, que ficou sem jeito e riu muito. Dali em diante, eles desenvolveram uma amizade que dura até hoje.

Obra do diretor

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Essa aqui é uma curiosidade bastante conhecida, mas o desenho da sequência icônica foi feito pelo próprio James Cameron, diretor do filme. Inclusive, as mãos que o público vê riscando o papel não são de DiCaprio, mas de Cameron. O ator viu como o diretor se movia enquanto desenhava e tentou replicar a cena, que foi construída em um trabalho excepcional da montagem.

Recordista

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Quando saiu, Titanic conquistou a maior bilheteria da história, com mais de 2 bilhões de dólares arrecadados. O filme só foi desbancado em 2009, com o lançamento de outro filme de James Cameron: Avatar. Além disso, se tornou o filme com mais estatuetas do Oscar conquistadas (11), empatando com Ben-Hur (1959) e sendo igualado, anos mais tarde, por O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei (2003). O filme também deve ser recordista de mais vezes questionado sobre bobeira. A icônica cena da morte de Jack já rendeu vários momentos engraçados para James Cameron, que é questionado até hoje se não havia espaço para o rapaz sobre a porta flutuante. A pergunta foi feita tantas vezes que James brincou, em 2023, que se soubesse o tamanho da repercussão desse momento, ele teria escolhido uma porta menor.

Titanic Cinepop

Titanic está disponível no Disney+.

Dica do fim de semana | Novidades recém-chegadas ao Amazon Prime Video

No último fim de semana de 2025, a dica será de produções que acabaram de chegar ao catálogo do Amazon Prime Video e prometem agradar a diferentes tipos de públicos.

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Como sugere o título, todos os filmes citados no texto estão disponíveis no catálogo do Amazon Prime Video.

Como Treinar o Seu Dragão

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Inspirado no filme homônimo de 2010, Como Treinar o Seu Dragão é uma adaptação em live-action da animação que encantou crianças e adultos na década passada. Novamente dirigido por Dean DeBlois, o longa é praticamente uma recriação quadro a quadro da aventura original, mas agora com atores de carne e osso. O filme conta a história de Soluço (Mason Thames), um viking criativo e atrapalhado que se recusa a matar dragões. Então, em uma de suas escapadas, ele acaba ferindo acidentalmente um Fúria da Noite, uma raça lendária das odiada feras. Agora, ele tenta ajudar o Banguela a tentar voar novamente, dando início a uma bela amizade.

M3GAN 2.0

M3gan 2

Por mais incrível que pareça, a sequência do terror pop de 2022, que trouxe uma boneca assassina dançarina movida por inteligência artificial chegou aos cinemas em 2025 com uma premissa muito mais voltada para a aventura do que para o terror. Pois é, uma galhofa absurda. Ainda assim, há fãs da franquia. Dessa vez, o longa traz para as telas um debate raso sobre a inteligência artificial e coloca uma nova boneca altamente tecnológica, movida por uma I.A. avançadíssima, que está ameaçando a segurança mundial. Então, para detê-la, a equipe do primeiro filme decide reativa a M3GAN, mas dando a ela uma configuração diferente, que a transforma em uma máquina de caça a essa nova tecnologia.

Um. Natal. Surreal.

Um Natal Surreal Prime Video

Fim de ano é a época perfeita para tirar o atraso dos famosos “filmes de natal”. Geralmente são formados por comédias dramáticas ou comédias românticas que exaltam o espírito natalino e trazem um “quentinho” para o coração. No caso de Um. Natal. Surreal., Michelle Pfeiffer embarca em um “Esqueceram de Mim” da terceira idade. Na trama, ela interpreta uma mãe que é o ponto de paz de uma família em frangalhos. No natal, é ela quem arruma a casa e une os parentes. Porém, depois e organizar um passeio especial para a família, ela acaba sendo esquecida no rolé. Então, sozinha, ela embarca em uma viagem pela estrada para participar de um concurso natalino que elege a melhor Mãezona do Natal.

Bad Boys: Até o Fim

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O quarto capítulo da franquia Bad Boys chegou aos cinemas em 2024 e agora desembarca no Amazon Prime Video. Em Bad Boys: Até o Fim, o público acompanha a dupla mais irreverente e atrapalhada de policiais de Miami em uma experiência até então inédita para eles: serem procurados da lei. Nesta trama, Marcus e Mike são vítimas de uma conspiração e vão precisar unir forças para tentarem limpar seus nomes e o de seu chefe, enquanto são caçados pelas autoridades e por caçadores de recompensas. É aquela típica mistura de ação e comédia que diverte toda a família.

O Bom Vizinho

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Recém-chegado ao catálogo, O Bom Vizinho é um suspense pouco conhecido que aborda a relação de amizade entre dois vizinhos que se envolvem em um crime. Apesar de serem bem diferentes, a proximidade logística faz com que eles se entendam e virem amigos, até que um viagem de carro termina com o atropelamento de uma jovem. Diante do crime, um deles quer confessar o crime, enquanto o outro quer manter o caso em segredo. Com isso, tem início uma trama de manipulações que vai afetar essa relação de uma vez por todas.

Conheça o SUSPENSE sobre pacto silencioso que está fazendo o maior sucesso no Prime Video

Um novo filme disponível no catálogo do Prime Video está fazendo o maior sucesso entre os assinantes da plataforma.

O Bom Vizinho‘ (The Good Neighbor) é aquele tipo de thriller psicológico que se apoia menos na ação explosiva e mais no peso das decisões humanas. Dirigido por Stephan Rick, o filme aposta em uma narrativa tensa, intimista e desconfortável, que convida o espectador a refletir sobre culpa, omissão e até onde alguém iria para proteger a própria vida construída.

A história acompanha David (Luke Kleintank) e Robert (Jonathan Rhys Meyers), dois vizinhos que não poderiam ser mais diferentes. Após um acidente de trânsito fatal envolvendo uma mulher desconhecida, os dois se veem presos a um pacto silencioso: esconder a verdade. O problema é que o que começa como uma tentativa desesperada de evitar consequências legais rapidamente se transforma em um jogo psicológico perturbador, no qual paranoia, medo e manipulação passam a dominar cada decisão.

À medida que a trama avança, ‘O Bom Vizinho‘  deixa claro que não está interessado apenas no mistério em si, mas nas rachaduras emocionais que surgem quando pessoas comuns são colocadas diante de escolhas extremas. O suspense nasce justamente desse conflito interno — da sensação constante de que algo vai dar errado, de que a mentira é grande demais para se sustentar.

Assista ao trailer:

Jonathan Rhys Meyers entrega uma atuação inquietante, construindo um personagem enigmático, imprevisível e, em muitos momentos, assustador não pela violência explícita, mas pela frieza calculada. Já Luke Kleintank funciona como o contraponto emocional da história, representando alguém claramente consumido pela culpa e pelo medo de perder tudo.

Apesar da proposta interessante, o filme não conquistou a crítica especializada e registra 25% de aprovação no Tomatometer, com base em avaliações de críticos profissionais. O consenso aponta que, embora o filme tenha uma premissa promissora e boas atuações, ele falha em desenvolver seu suspense de forma mais profunda, apostando em soluções consideradas previsíveis e em um roteiro que não explora todo o potencial de seus personagens.

Por outro lado, a recepção do público é visivelmente mais positiva. A nota de audiência no site é superior à dos críticos, indicando que muitos espectadores conseguem se envolver com a atmosfera tensa e com os dilemas morais apresentados, mesmo reconhecendo algumas limitações narrativas.