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‘Abracadabra 2’ anuncia elenco completo e ganha primeiro teaser oficial; Confira!

O Disney+ anunciou hoje (31) o elenco completo da aguardada sequência Abracadabra 2’.

Com previsão de estreia para 2022, o novo filme marca o retorno de Bette Midler, Kathy Najimy e Sarah Jessica Parker como as perigosas e divertidas Irmãs Sanderson e também trará os seguintes nomes: Whitney Peak, Lilia Buckingham, Belissa Escobedo, Doug Jones, Tony Hale, Sam Richardson, Hannah Waddingham, Juju Brener, Froy Gutierrez, Taylor Henderson e Nina Kitchen.

Detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

Além disso, foi revelado o primeiro teaser oficial da produção.

Confira:

Anne Fletcher (‘Ela Dança, Eu Danço’) será responsável pela direção.

Em entrevista à SiriusXM, Najimy contou alguns detalhes sobre a produção:

“Sarah e Bette e eu tivemos algumas conversas pelo telefone para conversar sobre o roteiro e foi bem divertido, obviamente. Bette Midler, como Jess bem sabe, foi uma grande inspiração para minha vida inteira. Tipo, metade de mim é por causa de Bette Midler, a outra metade é por causa da minha mãe, Gloria Steinem. Então falamos bastante sobre notas e sobre se faríamos agora. Agora, precisamos ver locações, datas e quanto tempo vai durar. Então é isso, essas coisas”.

Jen D’Angelo, que roteirizou o original, foi contratado para escrever ‘Abracadabra 2‘.

O filme original carrega consigo uma legião de fãs. Lançado em 1993 e dirigido por Kenny Ortega (franquia High School Musical), a história gira em torno de Max Dennison (Omri Katz), um adolescente que explora uma casa abandonada ao lado de sua irmã Dani (Thora Birch) e sua nova amiga Allison (Vinessa Shaw). Depois de não acreditar em uma história que Allison conta, Max acidentalmente liberta um grupo de bruxas más que morava na casa. Agora, com a ajuda de um gato mágico, as crianças devem roubar o livro de magias das bruxas para impedi-las de se tornarem imortais.

Halloween para o dia das Bruxas! Relembre TODOS os filmes da icônica franquia de terror

Hoje é dia 31 de outubro. O famoso dia das bruxas. Ou Halloween. E nesta data, ele está de volta! 2021 marcou o retorno de um dos maiores vilões da história do cinema, o maníaco da máscara branca de William Shatner, Michael Myers. Quem gosta do gênero conhece bem Halloween – A Noite do Terror (1978), clássico do mestre John Carpenter, e as inúmeras continuações que esta obra-prima deu origem. Muito influente, pode ser dito que Halloween e Myers iniciaram o que temos até hoje dentro do subgênero slasher, no qual um psicopata mascarado massacra adolescentes com objetos cortantes. Os produtores de Sexta-Feira 13 (1980), por exemplo, não escondem de ninguém até hoje em entrevistas que o filme foi criado para pegar carona no sucesso da obra de Carpenter.

Atualmente, as homenagens seguem para este lendário terror, e filmes como Corrente do Mal (It Follows, 2014), de David Robert Mitchell, se mostram fortes discípulos do clima, estética e, em especial, trilha sonora do que foi orquestrado por Carpenter. Depois de um retorno triunfal (ao menos em questão de bilheterias) em 2018 com a sequência/ reboot Halloween, este ano os fãs foram novamente brindados com um exemplar da franquia, com Halloween Kills: O Terror Continua, novamente contando com um grande estúdio (Universal), de uma produtora do momento (Blumhouse) por trás. Antes de Halloween (2018), houve um hiato de 9 anos na franquia e 15 anos sem termos um filme destes nos cinemas.

Como forma de celebrar esta emblemática e clássica franquia, que é sinônimo do gênero terror e que completa 43 anos em 2021 – ou seja, mais velha que a maioria de vocês, nossos queridos leitores, e do que todos nós aqui no CinePOP também – criamos esta nova lista com os 11 filmes da franquia para que você fique por dentro de toda a saga de Michael e da família Myers. Vem com a gente.

PS. Muitos destes filmes estão presentes em plataformas de streaming, como a Amazon e a Netflix, portanto procure e garanta sua diversão.

Halloween – A Noite do Terror (1978)

Tudo começou aqui. Numa fatídica noite de Halloween, o dia das bruxas, uma criança mata a irmã mais velha. Levando em conta que o filme tem 40 anos, isto não é um spoiler atualmente. Mas o lance é que não vemos quem comete o crime em um primeiro momento, já que a cena é gravada em primeira pessoa, com a câmera servindo de olhos para o algoz. Mais um sinal da maestria de John Carpenter, em um de seus primeiros filmes. De fato, Halloween foi por muitos anos o filme independente mais rentável da história do cinema. Até o lançamento de A Bruxa de Blair (1999).

O menino era Michael Myers, que é internado em um sanatório até os 21 anos, tratado por um médico que diz não ver nada em seus olhos negros a não ser o puro mal. Em uma noite próxima a um novo Halloween, o maníaco escapa e volta para seu velho bairro, agora usando um macacão de mecânico e uma máscara branca. Em seu caminho, jovens indefesas trabalhando como babás em um bairro tranquilo. Entre elas, Laurie Strode, papel de uma Jamie Lee Curtis de vinte aninhos. Seu médico, o Doutor Loomis (o veterano Donald Pleasence) decide ir atrás do paciente com seu calibre 38, mas pode ser tarde demais.

A graça e qualidade de Halloween está em criar o suspense. Está no que não mostra, muito mais do que mostra. É a preparação. É o que espreita nas sombras. É o perfeito uso das dimensões do escuro. No uso de lugares inofensivos para representar o perigo, como um pacato bairro, uma casa de subúrbio, o quarto de uma criança ou um simples armário. Todos se transformam nos locais mais assustadores que podemos imaginar nas mãos de John Carpenter. Ah, e o que falar da fabulosa trilha sonora, composta pelo próprio diretor, que se tornou inesquecível e inconfundível.

Halloween II – O Pesadelo Continua (1981)

Como dito, Halloween se tornava o filme independente mais lucrativo da história. Então, com a concorrência alta, todos queriam lucrar uma fatia deste bolo. O terror era um gênero fácil de fazer e que se caso atingisse o sucesso, poderia se mostrar muito rentável para seus criadores. Assim, não demorou muito para que uma continuação da Noite do Terror fosse planejada. E nela, quase todos os envolvidos originais retornariam.

John Carpenter e Debra Hill, os criadores do original, retornavam no roteiro e produção. Mas Carpenter abria espaço para Rick Rosenthal assumir a direção. O lendário produtor Dino De Laurentiis também entrava na festa, adentrando na produção da franquia aqui neste segundo. Os protagonistas Jamie Lee Curtis e Donald Pleasence igualmente retornavam para mais um round.

A história segue imediatamente após o desfecho do original, continuando a mesma noite – embora fora do filme tenha se passado três anos. Após ser baleado, Michael Myers some nas sombras, somente para continuar circundando a vizinhança. Ao saber que Laurie foi levada para o hospital, ele parte para terminar o serviço começado há algumas horas. Em seu encalço está novamente o Dr. Loomis. A palavra de ordem agora era mais e maior. Nada de sutileza. Para adentrar de vez o terreno dos slasher, em sua segunda investida, com mais dinheiro, o psicopata deixa mais corpos pelo chão, as mortes são mais violentas e ele se torna ainda mais invencível. Seu final igualmente é apoteótico.

Halloween III – A Noite das Bruxas (1982)

Com o psicopata finalmente dado como morto ao final do segundo filme, a ideia dos produtores John Carpenter, Debra Hill, Moustapha Akkad e Dino De Laurentiis agora era por uma subversão do que havia sido apresentado. Michael Myers foi muito bem utilizado nos primeiros filmes, mas agora a ideia era por uma reformulação e nova utilidade para o título Halloween. A ideia dos envolvidos era a de uma antologia – muito comum atualmente em séries de TV – na qual a cada novo capítulo, uma nova história com temática do dia das bruxas seria contada.

A primeira (e que se mostraria a única) nova trama foi escrita e dirigida por Tommy Lee Wallace, em parceria com Carpenter (que não foi creditado). A opção foi por um conto envolvendo uma empresa maligna fabricante de máscaras de Halloween para crianças. O plano bizarro e macabro da companhia era fazer com que todas as crianças que usassem a fantasia na data, fossem mortas quando um comercial de seu fabricante desse a deixa. Nada faz muito sentido e o filme não deu certo. O fracasso da terceira parte impediu que a ideia de novas histórias fosse introduzida.

Hoje, grande parte da graça do filme está mesmo em sua aura cult. Halloween III se tornou um destes filmes que possuem uma legião de fãs, apreciadores de seu enorme valor de prazer culposo e momentos pra lá de nonsense. Aqui temos, por exemplo, robôs que se passam por humanos, dentre os elementos desta farofa típica da década de 1980. Justamente por isso, o terceiro longa da franquia é o mais ambicioso e único, além de ser, obviamente, o que mais difere e destoa de todo o resto.

Halloween 4 – O Retorno de Michael Myers (1988)

Autoexplicativo em seu subtítulo, o quarto filme da franquia viu seu menino de ouro precisar voltar às pressas depois que a nova abordagem naufragou. Os fãs queriam era ver o psicopata na máscara branca, isso ficou claro. Halloween foi criado como filme slasher, e mudar seu subgênero para um tipo mais alucinado envolvendo ficção científica e fantasia deixou os espectadores a ver navios. Assim, tudo estava bem de novo na série, com a volta do querido assassino.

Era aqui também que John Carpenter, Debra Hill e Dino De Laurentiis diziam adeus. Os três estiveram ao longo desta jornada, mas quando sua ideia anterior não funcionou, eles não quiseram saber de voltar para um quarto filme de Myers. Só Akkad permaneceu. Bem, ele e o veterano Donald Pleasence na pele do médico Dr. Loomis. Jamie Lee Curtis igualmente se manteve bem longe, desde o desfecho do segundo filme. O grande problema aqui foi que já haviam se passado seis anos desde o último Halloween e sete desde que Myers havia dado as caras. Neste meio tempo, além do personagem ter ficado adormecido para o público, o filme em si chegava tarde, deixando passar o bonde dos slasher quase por completo, tentando pegá-lo de forma atrasada já no fim da década.

Para termos uma ideia, Sexta-Feira 13 lançava um filme a cada ano durante os anos 1980, e A Hora do Pesadelo idem desde 1984. Halloween ficava adormecido num hiato, assim como seu vilão. Na trama, como num passe de mágica, o assassino acorda de seu coma para mais um round de matança. Na falta de vítimas para serem perseguidas, os roteiristas decidem criar uma filha para Laurie (papel de Danielle Harris) e explicar a saída de Curtis da franquia, matando sua personagem num acidente de carro no intervalo dos filmes.

Halloween 5 – A Vingança de Michael Myers (1989)

Continuação direta do quarto filme, gravado de forma contínua e lançado logo no ano seguinte, Halloween 5 seguiu exatamente os passos do anterior. Akkad voltava na produção e Pleasence marcava presença mais uma vez na pele do médico implacável na busca pelo maníaco. A menina Danielle Harris, sobrinha do psicopata no filme e heroína da vez após a saída de Curtis, também estava presente.

Se a intenção era transformar Halloween em um puro produto de entretenimento slasher planejado pelos produtores ao trazerem Michael Myers de volta para a franquia, podemos dizer que foi exatamente o que conseguiram. Halloween 4 e 5 são produções extremamente genéricas, sem qualquer originalidade ou sequer um décimo do brilhantismo do primeiro filme. Como forma de homenagem para a estrela da franquia, a personagem de Harris recebeu o nome Jamie.

Halloween 6 – A Última Vingança (1995)

Apesar de um desfecho enigmático, que deixou a porta não apenas aberta, mas escancarada, para uma sequência, ela só viria de fato seis anos depois. Isso que é falta de planejamento. Por mais que os dois episódios anteriores tenham sido extremamente rotineiros e sem fôlego algum, ao menos não foram obras inacabadas, como viria a se mostrar este sexto longa da franquia.

Primeiro filme protagonizado por Paul ‘Homem-Fomiga’ Rudd, Halloween 6 trouxe o ator na pele do herói que desbanca o psicopata imortal. Infelizmente, o filme guarda a última performance do veterano Donald Pleasence, que faleceu durante as filmagens sem conseguir completar sua participação. É notória a fragilidade do ator durante suas cenas. O fato se tornou um problema, já que a produção precisou ser reescrita e refilmada para se adequar à ausência do Dr. Loomis em trechos essenciais. Durante anos como parte de uma lenda urbana no submundo, uma edição do diretor foi lançada, mais de acordo com que o cineasta Joe Chappelle havia planejado.

Halloween H20 (1998)

Halloween surgiu como obra influente para todo um gênero e seus subgêneros. Depois de uma boa ideia que não vingou, no terceiro filme, viu as vindouras produções de sua franquia caírem no lugar comum de produções B repetitivas e perderem qualquer prestígio anteriormente adquirido. Era hora de voltar aos holofotes e nada melhor para isso do que aproveitar o recém-renovado sopro que os filmes de terror slasher ganhavam no fim da década de 1990, gerado por Pânico (1996).

Com produção de Moustapha Akkad e dos irmãos Weinstein (gulp!), Halloween H20 chegava, como diz o título, vinte anos depois do original, esquecendo todas as continuações depois do segundo episódio. É claro que nenhum retorno em grande estilo para a franquia estaria completo sem sua musa original, assim, Jamie Lee Curtis voltava a dar o ar de sua graça no combate definitivo com maníaco mascarado. Uma grande homenagem, Halloween H20 não conseguiu escapar, no entanto, do sentimento da época – provido, dizem as más línguas, pelas pinceladas de Kevin Williamson no roteiro (não creditada).

Assim, certo humor autoconsciente era adicionado, com personagens espertinhos e outros tipos de tiradas. E funcionou. H20 se mostrou extremamente bem sucedido em sua proposta, um retorno digno a todos os envolvidos e um final perfeito para o vilão. Bom, ao menos pensava-se. Como o dinheiro sempre fala mais alto…

Halloween Ressurreição (2002)

Era para Halloween H20 ter colocado um ponto final na franquia. Mas o filme foi elogiado e deu lucro, logo os produtores queriam mais. Porém, como continuar um desfecho perfeito, de uma obra que funcionou como pura homenagem e celebração. Bem, estragando tudo novamente! E se H20 era fruto de sua era mais metalinguística e recheada de humor, Ressurreição, quatro anos depois, foi fruto da sua. A opção aqui foi inserir a moda do momento, os Reality Shows, em sua trama.

Desta forma, saída de uma “ideia brilhante”, Michael Myers, involuntariamente, se torna astro de seu próprio programa, quando competidores tentam sobreviver a uma noite em sua antiga casa. O único ponto positivo aqui é a volta para Haddonfield, cidadezinha original, e a protagonista Bianca Kajlich, que já demonstrava carisma no início de carreira. De resto, são vergonhosas as participações de Tyra Banks e Busta Rhymes, além de uma explicação pra lá de estapafúrdia sobre o que de fato ocorreu no desfecho de H20. Ah, nem me faça falar da participação de Curtis aqui…

O diretor Rick Rosenthal, do segundo filme, é quem assume as rédeas deste que é considerado um dos piores (senão o pior) filmes da franquia.

Halloween: O Início (2007)

O resultado bem menos que satisfatório de Ressurreição, mesmo com uma porta escancarada para uma sequência, fez os produtores desistirem de continuar a história a partir dali. Ainda mais se formos pensar no sucesso de H20. O caminho a seguir, cinco anos depois, foi por um remake do original. Mais uma vez, Halloween se tornava produto de seu meio e nesta época as refilmagens de clássicas obras de terror estavam em voga.

O escolhido para tal faça, no entanto, foi nada menos do que equivocado. O açougueiro Rob Zombie ganhou carta branca do estúdio para fazer Halloween à sua maneira. Então, o “cineasta” escreveu e dirigiu uma espécie de reimaginação, repetindo grande parte do original lá de 1978, acrescentando apenas mais violência, baixo calão e um prelúdio tão ruim e dispensável que termina se tornando o calcanhar de Aquiles do longa. Basicamente, Zombie resolve explicar o motivo de Michael Myers ser como é, sendo que a falta de uma explicação sempre foi mais assustador. Será que ninguém ensinou isso a ele?

H2: Halloween 2 (2009)

Como tudo que é ruim ainda pode piorar, Zombie voltaria para a sequência do remake – esta foi uma das poucas refilmagens de uma obra clássica que teve continuação. Este Halloween 2, no entanto, não é uma reedição do Halloween II de 1981. O diretor até brinca com tal premissa, levando Laurie (interpretada pela atriz Scout Taylor-Compton) rapidamente para um hospital, somente para depois frisar que o filme não irá seguir por este caminho.

Dentre as novas bizarrices de Zombie, a pretensão de fazer de Halloween uma obra de arte, inserindo imagens abstratas, como um cavalo branco e a mãe de Michael como uma espécie de anjo (vivida pela esposa do cineasta, Sheri Moon Zombie). Fora isso, este é o filme mais violento da franquia, uma violência pesada e realista. E também o mais desagradável e sombrio. Malcolm McDowell reprisa o papel de Sam Loomis (imortalizado por Donald Pleasence), transformando o personagem num salafrário. No elenco, dois veteranos de filmes do gênero, Brad Douriff, a voz do boneco Chucky, é o Xerife, e Danielle Harris, que viveu Jamie nos filmes dos anos 1980, é Annie, amiga de Laurie.

Fora tudo isso, Zombie resolve que seu gigante Michael Myers (Tyler Mane) não usará a icônica máscara aqui, deixando o vilão caracterizado como um mendigo barbudo psicótico. O assassino chega inclusive a falar pela primeira vez na história da franquia. Isso que é bagunçar o coreto.

Halloween (2018)

Chegamos ao recente exemplar da franquia, que se propôs a iniciar uma nova trilogia para  Halloween, Michael Myers e Laurie Strode. Quase dez anos depois da investida malfadada de Rob Zombie pelo universo do assassino mascarado, esta produção prometia colocar o nome da marca tão importante para o terror nos holofotes outra vez. E de fato conseguiu!

Produzida pela Blumhouse, de Jason Blum, e bancado pela Universal (primeira vez que um filme da franquia tem lançamento de um grande estúdio), este filme, intitulado simplesmente Halloween, foi escrito por Danny McBride e dirigido por David Gordon Green. Se os nomes causam estranheza, o motivo se justifica por estarem mais acostumados a realizar comédias – apesar disso não trouxeram qualquer bom humor à proposta – ainda muito banhada num teor sombrio. Além disso, o lendário John Carpenter retornou a um filme da franquia na produção e trilha sonora. A ideia aqui foi esquecer todas as continuações e seguir do primeiro, se passando 40 anos depois.

O Mês do Terror | Penny Dreadful (2014-2016) – A série que mais se aproximou da Liga Extraordinária nas HQs

Produção reuniu elementos clássicos da literatura gótica

Um dos trabalhos mais interessantes que surgiram na indústria dos quadrinhos em tempos foi lançado em 1999, assinada pelo excêntrico autor Alan Moore e com a arte de Kevin O’Neill: A Liga Extraordinária. Sua premissa básica era a reunião de alguns dos mais famosos nomes da literatura inglesa (de preferência do estilo gótico, mas esse fator não era imperativo).

A ideia de criar tal grupo nasceu de uma iniciativa secreta do governo britânico, que incluiu Campion Bond (ancestral do famoso agente criados nos livros de Ian Fleming) de reunir uma equipe para recuperar um artefato roubado por Fu Manchu. No que consta o próprio Moore a ideia de criar a série nasceu de um brainstorm entre ele e O’Neill sobre quais eram seus personagens favoritos da literatura.

A partir daí, quando transpostos para o texto, essas personalidades sofreram certas desconstruções para se adequar ao enredo pensado, sendo Allan Quatermain (uma espécie de precursor de Indiana Jones) o exemplo mais notório de uma desconstrução. Em 2003 foi realizada uma adaptação para o cinema tendo Sean Connery como grande estrela; produção essa que se tornou sinônimo de como não abordar uma HQ para a grande tela.

Filme foi o último de Sean Connery antes de se aposentar.

O conceito acerca da equipe ficaria esquecido até 2013, quando o roteirista John Logan começou a desenvolver o rascunho do que ser um novo drama ambientado na Inglaterra vitoriana e envolvendo elementos fantásticos da literatura. Nas palavras do presidente do canal Showtime, David Nevins, para a jornalista Nellie Andreeva do Deadline: “Logan tem sido obcecado com monstros da literatura desde a infância”.

O próprio nome do projeto, Penny Dreadful, funciona como uma referência a um estilo da literatura vitoriana mais acessível (consequentemente tida também como de baixa qualidade) para a classe operária, esta que normalmente apresentava histórias de mistério bem curtas e eram produzidas com materiais baratos. Seu estilo de publicação seguia um formato serializado, ou seja, a cada semana um novo capítulo era publicado.

O início da década de 2010 foi muito positivo para o roteirista, uma vez que seu trabalho em Operação Skyfall foi amplamente aclamado. Junto a ele no projeto estava também Sam Mendes, um diretor com grande renome em Hollywood, no cargo de produtor; a dupla até então estava no comando da franquia protagonizada por Daniel Craig nos cinemas.

A série contou com a “benção” do premiado Sam Mendes.

O elenco tinha em suas peças centrais nomes famosos também, com destaque para Eva Green (outra que curiosamente também esteve envolvida no universo 007) no papel mais central, seguida de Timothy Dalton (que foi James Bond em duas ocasiões em 1987 e 1989) e um antigo nome ascendente do cinema americano, Josh Hartnett.

A premissa da nova série se aproximava bastante do volume I da história de Alan Moore; na Inglaterra vitoriana uma mulher misteriosa deve reunir um grupo de personalidades excêntricas para concluir uma missão. No caso de Penny Dreadful esse trabalho é encontrar a filha desaparecida de Sir Malcolm (personagem de Dalton) apelidada de Mina, nome referente ao líder do grupo nos quadrinhos.

Além deles, a produção também apresenta uma versão mais jovem de Victor Frankenstein, bem como uma recriação do monstro do mesmo (que deseja descobrir se de fato possui uma alma, acima de tudo), e o imortal Dorian Gray. 

O monstro de Frankenstein foi um dos destaques da trama.

Apesar de todas as similaridades entre os dois materiais, jamais foi assumido por nenhum dos envolvidos na série quaisquer ligações com os quadrinhos. A despeito de ser uma adaptação ou não o seriado consegue facilmente caminhar com as próprias pernas, oferecendo uma construção de atmosfera que se mantém real (à estética londrina do século XIX) até certo ponto, porém, com a sensação de que qualquer acontecimento sobrenatural que possa ocorrer é completamente crível.

Ao longo de suas três temporadas a série obteve 91 nomeações para diversos prêmios e 16 vitórias, com muitos deles tendo em vista os aspectos técnicos como o visual e a atuação de Eva Green no papel de destaque. O fim do programa veio em 2017, após uma decisão que teria vindo do próprio John Logan no qual aquele era o momento propício para encerrar.

A série ainda receberia um spin-off intitulado City of Angels com novos personagens e ambientação. A empreitada, entretanto, teve apenas uma temporada antes de ser cancelada. 

 

‘007 – Sem Tempo para Morrer’ ultrapassa US$ 600 milhões mundialmente

Sucesso! A sequência ‘007: Sem Tempo Para Morrer‘, que marca a despedida do astro Daniel Craig como James Bond, ultrapassou impressionantes US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais.

A arrecadação no mercado internacional foi impulsionada pela estreia na China, onde a produção arrecadou US$ 28.2 milhões – o que representa a terceira melhor estreia de uma produção hollywoodiana no país neste ano.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 133.3 milhões. Internacionalmente, foram US$ 472.4 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 605.7 milhões mundialmente.

O longa está cada vez mais próximo de superar a arrecadação de ‘Velozes e Furiosos 9‘ (US$ 721M) e se tornar a MAIOR bilheteria do ano, para uma produção hollywoodiana.

Vale lembrar que ‘Sem Tempo Para Morrer‘ estreou nos EUA com US$ 56 milhões – tornando-se a quarta maior estreia de todos os filmes do James Bond no país, atrás apenas de ‘007 – Operação Skyfall‘ ($88.3M), ‘007 Contra Spectre‘ ($70.4M) e ‘007 – Quantum of Solace‘ ($67.5M).

Cary Joji Fukunaga (‘Beasts of No Nation’) é responsável pela direção.

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada. 

O elenco também traz o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright, além de apresentar Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Venom: Tempo de Carnificina’ já arrecadou quase US$ 400 milhões mundialmente

Sucesso nos cinemas, a sequência ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ já arrecadou quase US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 190.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 205.4 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 395.8 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica em vídeo:

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

O Mês do Terror | Eraserhead (1977) | A estreia de David Lynch com o abstrato

Primeiro longa do diretor reúne todo o simbolismo que são naturais em suas narrativas

Apesar de não muito comentado, o subgênero do horror composto por obras abstratas é um dos mais curiosos que esse segmento do cinema tem a oferecer. A questão gerada no espectador e a montagem de cada cena que, não seguindo uma estrutura tradicional, pode ser discutida sob vários pontos de vista concede vida longa a tais produções.

O ucraniano Andrzej Zulawski e o japonês Nobuhiko Obayashi são alguns exemplos de profissionais que se aperfeiçoaram nessa narrativa, entretanto o grande nome que vem à mente quando se trata de temas interpretativos (sob um ponto do terror muitas vezes) é o de David Lynch.

Quando se pensa na carreira do excêntrico diretor a produção mais discutida é certamente Twin Peaks; o seriado que marcou época no início dos anos 90 e atraiu a atenção mundial para o mistério de quem matou Laura Palmer. Não só pela trama central mas o seriado se tornou alvo de análise constante por sua metalinguagem que se intensificou mais na segunda temporada.

Foi em “Twin Peaks” que Lynch lidou com a máxima do abstracionismo.

Mesmo assim, a tendência de Lynch implantar temáticas mais abstratas em suas narrativas data de bem antes à Twin Peaks; na verdade até mesmo antes de Veludo Azul (1986). Seu estilo já estava presente desde seu primeiro longa, em 1977, intitulado Eraserhead; anteriormente o cineasta só havia se aventura em curtas.

Falar da trama de Eraserhead é tentar definir como o diretor concebe cada idéia de projeto, porém o conceito geral segue Henry Spencer (interpretado por Jack Nance que também se tornaria um colaborador de longa data para Lynch) que inicialmente se apresenta como um operário infeliz, que vive na Filadélfia (cidade com grande importância pessoal para o cineasta) que está para entrar em período de férias.

Seus planos de repouso, porém, são interrompidos quando lhe chega a notícia de que ele tem um filho; criança essa que possui visíveis malformações. Sem escolha, Henry passa a viver com a mãe e a criança em um apartamento minúsculo e preso a um dia a dia sufocante entre os choros incessantes da criança e um trabalho terrível.

A vida de Henry é um pesadelo sem fim.

A produção de Eraserhead foi marcada pela turbulência, principalmente quando o assunto era financiamento. Sendo um projeto independente, Lynch teve dificuldade em obter a verba necessária da AFI (ONG responsável pela curadoria de obras historicamente importantes nos EUA) muito por razão do roteiro da obra, assinado pelo mesmo, ter pouco mais de vinte páginas.

Originalmente o financiamento veio de diversas fontes, com a primeira contribuição vindo de um conhecido do diretor que também era colaborador de Terrence Malick (cineasta com características similares a David Lynch). Eventualmente a esposa do ator principal, Jack Nance, contribuiu também ao passo que o próprio comandante do projeto teve que entregar jornais para manter uma parte do dinheiro entrando.

Em si, o texto da obra é alvo histórico de debates sobre qual é a melhor forma de abordá-lo. É de praxe para o diretor nunca explicar sua escrita pois assim cada espectador pode elaborar uma interpretação própria para o que acabou de ver; com Eraserhead muito se teoriza que o filme trata de como Lynch se sentiu com o nascimento não planejado da filha e quando mesma nasceu com necessidade de uma cirurgia de correção.

Ainda assim, o filme alcançou status respeitáveis junto a outros grandes cineastas da época; Stanley Kubrick teria afirmado que Eraserhead o ajudou a “estar no estado de espirito adequado” para dirigir O Iluminado três anos depois; John Waters (referência do cinema campie) considera esse seu filme favorito.

O que se percebe é que este exemplar simboliza o tipo de narrativa com o qual David Lynch alcançaria a fama poucos anos depois, bem como a curiosa relação dele com o público no qual a cada nova história ele gera um milhão de perguntas sem jamais indicar que dará alguma resposta.

 

 

 

‘Duna’ já arrecadou quase US$ 300 milhões mundialmente

Mantendo-se no topo das bilheterias norte-americanas pelo segundo final de semana seguido, a adaptação ‘Duna‘ já arrecadou quase US$ 300 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 69.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 227 milhões.

Ao total, a adaptação já arrecadou US$ 296.4 milhões mundialmente.

Vale lembrar que o longa estreou nos EUA com ótimos US$ 40.1 milhões, o representa a MAIOR estreia da Warner Bros. desde o lançamento híbrido no streaming com a HBO Max no país – ultrapassando a estreia de ‘Godzilla vs. Kong‘ (US$31M).

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

Vale lembrar que ‘Duna‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar IsaacRebecca Ferguson, Jason MomoaDave BautistaJavier BardemCharlotte Rampling, ZendayaJosh BrolinDavid Dastmalchian.

O Mês do Terror | Top 5 Produções do CLÁSSICO estúdio Hammer

Icônico estúdio britânico tem longo acervo

Dentre os vários estúdios focados em produções do terror, poucos tem o peso cultural e representação que a Hammer construiu. Fundada em 1934, a empresa não embarcou diretamente no terror, mas muitas de suas produções iniciais tinham muita identificação com o suspense (salvo algumas exceções como a comédia A Vida Pública de Henrique IX e o musical Sporting Love).

Entretanto, a fama do estúdio se espalhou de fato na década de 50 quando ele abraçou ativamente as propriedades dos monstros clássicos da literatura, especialmente o Drácula. Isso permitiu que a Hammer solidificasse a sua marca (ao acostumar o público com um modelo de produção mais singelo) e se tornasse referência para outros estúdios (que invejavam o baixo investimento e alto retorno de seus filmes).Tendo isso em mente seguem cinco exemplos de produções que impulsionaram a marca da Hammer Film Productions até o topo dos realizadores do terror.

5) Atração Mortal (1970)

Hammer e os imortais que se alimentam de sangue é uma relação mais do que conhecida, tendo sido esse tipo de enredo como alguns dos seus maiores sucessos de bilheteria. Com isso em mente, o estúdio se sentiu motivado a lançar uma adaptação do romance Carmilla de 1872, assinado por Sheridan Le Fanu.

“Carmilla” foi uma obra muito polêmica para a época.

Tanto o conto gótico quanto a adaptação de 1970 foram obras complicadas em seus tempos, pois elas se propõem a representar uma personagem abertamente homossexual. Na trama, Carmilla e sua suposta mãe se hospedam na residência do General Spielsdorf (interpretado por um dos astros da Hammer, Peter Cushing); lá a vampira se aproxima de sua sobrinha e gradualmente a jovem vai demonstrando que algo a está afetando.

4) O Homem que Enganou a Morte (1959)

Uma das parcerias que mais movimentou o estúdio no seu período áureo foi aquela entre o diretor Terence Fisher e a dupla de atores Peter Cushing\Christopher Lee. O realizador é creditado como um dos pioneiros no uso de cores para obras do estúdio e suas obras são facilmente identificáveis pela sexualidade exacerbada dos personagens.

Um dos filmes mais conhecidos de Fisher na Hammer.

Em O Homem que Enganou a Morte o diretor trabalha mais uma vez seu estilo de ambientação favorito: o cenário gótico do século XIX. A trama acompanha o Dr. Georges Bonnet que esconde um terrível segredo: vivendo há mais de cem anos ele necessita periodicamente de um transplante de glândula para se manter vivo. É partindo dessa premissa que ele parte para cometer crimes violentos de modo que possa assegurar sua sobrevivência.

3) O Monstro de Duas Caras (1960)

A história clássica de Robert Louis Stevenson a respeito do conturbado Dr. Henry Jekyll e sua contraparte violenta, o Sr. Hyde, é um dos romances policiais mais influentes de todos os tempos. Sua ambientação em uma Londres vitoriana, mistério central e questões sobre o bem e mal tornam a obra como um conceito de roteiro muito atrativo para o cinema.

Uma interessante releitura da clássica história do Dr. Jekyll.

Nas mãos do já mencionado Terence Fisher o enredo traz uma abordagem um pouco diferente; aqui o Dr. Jekyll é um cientista recluso cujo casamento está desmoronando e sua esposa está se relacionando secretamente com seu amigo (interpretado por Christopher Lee). 

Ao se expor ao famoso soro ele libera a persona de Edward Hyde que é o oposto do cientista em todos os aspectos (inclusive diferindo da versão original em que fisicamente ele é intimidador), porém, com uma enorme propensão à violência quando contrariado. Apesar de não ser uma reimaginação por completo, ela ainda oferece uma visão inédita do personagem.

2) O Vampiro da Noite (1958)

Mais uma vez a dobradinha Terence Fisher\Christopher Lee\Peter Cushing protagoniza uma nova obra, desta vez uma das mais icônicas do estúdio. A produção do mesmo não diferiu muito do que geralmente era feito pela Hammer; com um orçamento de £80.000 muito da variação de cenários do livro de Stoker teve que ser enxugado, eliminando assim cenas elaboradas de transição de um lugar para o outro (como a malfadada viagem de Drácula a bordo do Deméter).

Para muitos, Christopher Lee é o Drácula definitivo.

Ainda assim, o sucesso de público e crítica não foi atrapalhado pela redução de gastos. Calcula-se que o filme tenha dado um retorno de US$ 25 milhões, além de imortalizar Christopher Lee como uma das versões mais adoradas do famoso vampiro.

1) O Cão dos Baskervilles (1959)

Como não poderia deixar de ser, mais um título em que Terence Fisher comanda os dois atores previamente mencionados. Dessa vez o diretor deixa de lado a narrativa gótica de Drácula e Dr. Jekyll para se debruçar sobre Sherlock Holmes, mais especificamente o livro de mesmo título.

A dupla principal funciona muito bem em tela.

Na trama, Holmes (interpretado por Cushing) é contratado pelo último herdeiro dos Baskervilles (interpretado por Christopher Lee) para investigar uma antiga maldição que mata os membros da família há gerações. Sendo o cético que é, Holmes se sente desafiado a provar que tal problemática nada tem de sobrenatural e, como tudo na vida, tem uma resposta lógica.

Esse é outro exemplo em que o diretor demonstra saber como trabalhar a coloração de um filme, cada cena possui algum tom de cor que se destaca, o que realça a beleza da obra. Já o protagonista Peter Cushing entrega um Holmes bastante racional, não muito diferente de seu Van Helsing, com uma química sensacional com o Dr. Watson de André Morell.

‘Halloween Kills’ ultrapassa US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais

Michael Myers (aka The Shape, left) in Halloween Kills, directed by David Gordon green.

Michael Myers continua reinando! Justamente no dia de Halloween, a sequência ‘Halloween Kills: O Terror Continua‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 85.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 29.4 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 115.1 milhões mundialmente.

Halloween Kills‘ segue em exibição nos cinemas brasileiros!

Vale lembrar que ‘Halloween Kills‘ estreou nos EUA com impressionantes US$ 50.3 milhões – o que representa a MELHOR estreia para um filme para maiores desde o início da pandemia.

Além disso, o terror também se tornou a terceira maior estreia da história para um filme de terror lançado em outubro, atrás apenas do reboot ‘Halloween‘ ($76.2M) e ‘Atividade Paranormal 3‘ ($52.5M).

‘Arcane’: Série baseada em ‘League of Legends’ ganha trailer final; Assista!

A Netflix divulgou o trailer final de ‘Arcane‘, série animada baseada na icônica franquia de games ‘League of Legends‘.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 6 de novembro.

Criada por Christian Linke e Alex Yee, a produção foi anunciada em 2019 em um evento de comemoração aos 10 anos de estreia do game.

Dos mesmos criadores de ‘League of Legends’, chega uma nova série de animação: Arcane. Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las.

‘Eternos’: Clipe espanhol do filme faz referência a Thanos e a ‘Vingadores: Ultimato’; Confira!

Através do YouTube, foi divulgado um novo clipe oficial de ‘Eternos’, próximo filme da Marvel Studios.

O teaser em questão faz referência ao icônico vilão Thanos e ao longa-metragem ‘Vingadores: Ultimato’.

Confira:

Lembrando que o longa dirigido por Chloé Zhao chega aos cinemas nacionais em 04 de novembro.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Aprovação de ‘Eternos’ despenca no Rotten Tomatoes; Filme é o menos bem avaliado do MCU!

Apesar das enormes expectativas, a vindoura produção ‘Eternos’ falhou em conquistar a crítica internacional e se tornou o filme menos bem avaliado da Marvel Studios.

Tendo aberto com sólidos 70% de aprovação, o longa-metragem despencou no conceito dos especialistas internacionais e até mesmo chegou a ficar com o selo “podre” no Rotten Tomatoes. Agora, a produção reside com meros 60% de aprovação, com nota 6/10 baseada 121 reviews. No Metacritic, a obra teve pontuação de 55, indicando “críticas mistas”.

Confira os principais comentários abaixo:

‘Eternos’ pode não ser o pior dos filmes da Marvel, mas é, certamente, o mais decepcionante” – BBC.com.

‘Eternos’ é um ‘Esquadrão Suicida’ da Marvel… Com um final levemente melhor” – Below the Line.

“A experiência dos Eternos na Terra cruza milhares do ano – e, com a ajuda de um forte elenco, [a diretora ChloéZhao rastreia seu desespero e seu maravilhamento como observadores da história” – The Atlantic.

“Você sai [da sala de cinema] com a depressiva compreensão de que assistiu a um dos filmes mais interessantes da Marvel – e, com sorte, o menos interessante que Chloé Zhao fará” – Los Angeles Times.

“Vale a pena assistir apenas para experimentar essa bizarra narrativa” – Uproxx.

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal!

Lembrando que o longa-metragem chega aos cinemas nacionais em 04 de novembro.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

‘Imaginary Friends’: Phoebe Walller-Bridge é escalada para comédia com John Krasinski e Ryan Reynolds

Segundo o The Hollywood Reporter, a atriz, produtora e roteirista vencedora do Emmy Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’) entrou para o elenco da comédia Imaginary Friends.

Waller-Bridge se junta aos previamente confirmados John Krasinski e Ryan Reynolds, que serão os protagonistas do projeto. Fiona Shaw (‘Killing Eve’) completa o elenco.

Apesar do título, é possível que o longa-metragem tenha seu nome alterado. A narrativa é baseada em uma história original assinada por Krasinski, que gira em torno da jornada de uma criança para redescobrir a própria imaginação.

As informações também indicam que as filmagens têm início agendado para o verão estadunidense do ano que vem (isso é, entre junho e agosto), com lançamento previsto para o final de 2023.

Paramount Pictures supervisiona o projeto, com Krasinski e Reynolds entrando como produtores executivos.

Essa é a primeira vez que os astros trabalham juntos no cinema. Recentemente, Krasinski comandou a elogiada sequência de ‘Um Lugar Silencioso‘, enquanto Reynolds estrelou a divertida comédia ‘Free Guy’.

‘Homem-Formiga 3’: Diretor pode ter revelado papel de Bill Murray na sequência; Entenda!

Durante uma recente entrevista, o icônico astro Bill Murray tinha revelado que faria parte do Universo Cinemático Marvel e que faria sua estreia no panteão super-heroico com o vindouro Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’.

Apesar de não ter revelado detalhes sobre seu papel, o personagem de Murray no longa-metragem pode ter sido confirmado acidentalmente: o ator comentou inúmeras vezes que estava impedido de dizer quaisquer detalhes sobre o projeto – mas o diretor Peyton Reed, que retorna para o terceiro filme, postou em seu Twitter uma recente foto autografada de Murray no set de filmagens do clássico ‘Feitiço do Tempo’.

A publicação, compartilhada ainda no início das gravações, veio acompanhada da seguinte legenda: “Feliz aniversário de ‘Feitiço do Tempo’! Bill Murray interpretou o Tocha Humana em O Quarteto Fantástico Radio Show, em 1975. Sempre fui um grande fã”. Considerando que nem tudo é o que parece ser dentro do universo Marvel, é possível que Reed tenha dado uma pista sobre quem Murray interpretará no filme.

Lembrando que o filme foi adiado em cinco meses pela Marvel Studios e a Disney.

Anteriormente agendado para 17 de fevereiro de 2023, o longa agora chegará aos cinemas em 28 de julho de 2023.

Além de Homem-Formiga 3, uma série de outros títulos também sofreu alterações no cronograma das produtoras.

Confira abaixo:

  • Doutor Estranho no Multiverso da Loucura: de 25 de março de 2022 a 06 de maio de 2022.
  • Thor: Amor e Trovão: de 06 de maio de 2022 a 08 de julho de 2022.
  • Pantera Negra: Wakanda Forever: de 08 de julho de 2022 a 11 de novembro de 2022.
  • As Marvels: de 11 de novembro de 2022 a 17 de fevereiro de 2023.
  • Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania: de 17 de fevereiro de 2023 a 28 de julho de 2023.
  • FILME SEM TÍTULO: removido do cronograma
  • FILME SEM TÍTULO: removido do cronograma
  • FILME SEM TÍTULO: de 10 de novembro de 2023 a 03 de novembro de 2023.

As filmagens da continuação foram iniciadas em julho nos estúdios Pinewood, na Inglaterra. Em sequência, o elenco e a equipe de produção retornarão para a cidade de Atlanta, onde a Marvel Studios grava os seus filmes.

A obra está sendo rodada sob o título de produção ‘Goat Rodeo’.

Além de Paul Rudd (Scott Lang) e Jonathan Majors (Kang, o Conquistador), o elenco também conta com o retorno de Michelle Pfeiffer como Janet Van Dyne, Michael Douglas como Hank Pym e Kathryn Newton como Cassie Lang.

A sequência traz o retorno de Peyton Reed como diretor, com roteiro escrito por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘).

Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.

UAU! ‘Pânico’ ganha trailer DUBLADO com as vozes oficiais de Sidney Prescott, Gale Weathers e Dewey Riley

O CinePOP divulga, em Primeira Mão, o trailer redublado de ‘Pânico‘ com as vozes oficiais do trio de protagonistas. A Paramount Pictures ouviu os fãs e Mariza Leal, Andrea Marucci e Marco Antônio da Costa voltam como Sidney Prescott, Gale Weathers e Dewey Riley na versão dublada.

FICOU PERFEITO!

Assista:

 

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade.

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

O terror será lançado nos cinemas nacionais pela Paramount Pictures no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

‘Fairfax’: Nova animação adulta já está disponível no Amazon Prime Video!

Fairfax, nova animação adulta do Amazon Prime Video, finalmente foi lançada.

A primeira temporada chegou à plataforma de streaming no último dia 29 de outubro.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Matthew HausfaterAaron BuchsbaumTeddy Riley.

A história é centrada em quatro melhores amigos em sua jornada eterna por conquistar influência na Avenida Fairfax, em Los Angeles – o coração pulsante da cultura hyperbeast.

Skyler Gisondo, Kiersey Clemons, Peter S. Kim e Jaboukie Young-White estrelam. O elenco também conta com Billy Porter, Zoey Deutch, Camila Mendes, Rob Delaney, Yvette Nicole Brown, Ben Schwartz, JB Smoove, John Leguizamo e Colton Dunn.

‘Just Beyond’: Série de terror do Disney+ ganha incríveis artes de fã; Confira!

A nova série de terror cômico ‘Just Beyond‘, baseada nos escritos do lendário romancista R.L. Stine e estrelada por Mckenna Grace, já está disponível no Disney+.

Para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou através do Twitter várias artes de fã incríveis que fazem alusão aos episódios da primeira temporada.

Confira:

Relembre o trailer:

Seth Grahame-Smith (‘Orgulho e Preconceito e Zumbis’) é o showrunner da série.

O ensino médio parece o pior lugar imaginável, mas para Jess, Josh e Marco, a escola deles pode realmente ser o pior lugar neste mundo… ou de qualquer outro! Depois de um encontro casual com um criatura mortal vagando pelos corredores da escola, esses três alunos desavisados ​​são levados para um reino horripilante além da sala da caldeira da escola, onde eles devem desvendar um mistério aterrorizante. Eles podem salvar as crianças que encontram lá e escapar de si mesmos, ou eles ficarão presos para sempre no Além?

Mckenna Grace (‘Annabelle 3: De Volta Para Casa’) e Lexi Underwood (‘Pequenos Incêndios Por Toda Parte’) estrelam a produção.

Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios da produção.

‘Arcane’: Série baseada em ‘League of Legends’ belíssimo cartaz oficial; Confira!

A Netflix divulgou o novo cartaz oficial de Arcane, série animada baseada na icônica franquia de games League of Legends.

A produção será lançada no dia 06 de novembro na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer:

Criada por Christian Linke e Alex Yee, ‘Arcane foi anunciada em 2019 em um evento de comemoração aos 10 anos de estreia do game.

Dos mesmos criadores de ‘League of Legends’, chega uma nova série de animação: Arcane. Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las.

‘Riverdale’: Novos problemas vêm aí na sinopse oficial do episódio de estreia da 6ª temporada; Confira!

A CW divulgou a sinopse oficial de “Welcome to Rivervale”, episódio de estreia da 6ª temporada de Riverdale que também marca o retorno de Kiernan Shipka como Sabrina Spellman, da série ‘O Mundo Sombrio de Sabrina‘.

Confira:

“Depois da explosão que ocorreu no final da 5ª temporada, um novo dia começa na cidade de RiverVALE, onde cada coisa está onde deveria. Veronica e Reggie agora são o casal mais poderoso da cidade, enquanto Jughead e Tabitha passam a morar juntos. Mas com Cheryl exigindo o retorno à normalidade, a serenidade logo é colocada em xeque”.

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 16 de novembro.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘The Witcher’: Geralt e Ciri são destaque nas novas imagens promocionais da 2ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou recentemente novas imagens promocionais da 2ª temporada de ‘The Witcher‘, cuja estreia na plataforma de streaming acontece em 17 de dezembro.

Confira, junto ao trailer:

Lembrando que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Confira os títulos dos próximos episódios abaixo:

Episódio 1 – A Grain of Truth
Episódio 2 – Kaer Morhen
Episódio 3 – What Is Lost
Episódio 4 – Redanian Intelligence
Episódio 5 – Turn Your Back
Episódio 6 – Dear Friend
Episódio 7 – Voleth Meir
Episódio 8 – [NÃO REVELADO]

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.