Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.
A Universal Pictures divulgou o cartaz oficial de ‘Ambulance’, remake do filme homônimo dinamarquês lançado em 2005.
Dirigido por Michael Bay, a ação chega aos cinemas dia 18 de fevereiro de 2022.
Confira, junto ao trailer:
A história mistura clássicos dos anos 1990 como ‘Velocidade Máxima’ e ‘Bad Boys’ e funciona como um thriller de ação sobre ladrões que roubam uma ambulância para escaparem da cena do crime – percebendo tarde demais que há um paciente doente na parte de trás.
Abdul-Mateen II e Gyllenhaal interpretarão os antagonistas, enquanto González dará vida a uma paramédia que é arrastada nessa conturbada luta pela vida e pela morte. Não se sabe quem dará vida ao paciente.
Chris Fedak (‘Prodigal Son‘) é responsável pelo roteiro, que será inspirado em um homônimo filme dinamarquês.
O Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com ‘Gavião Arqueiro’, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.
Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.
Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.
Recentemente, o diretor Matt Reeves compartilhou através do Twitter alguns comentários exaltando a trilha sonora do icônico Michael Giacchino para o aguardado ‘The Batman’, estrelado por Robert Pattinson.
Em uma postagem, Reeves escreveu: “trabalhando (e rindo) com você, Michael, é sempre uma das minhas partes favoritas de qualquer filme… Amo você, meu amigo. Mal posso esperar para ouvir sua incrível trilha sonora”.
Working (and laughing) with you, @m_giacchino is always one of my favorite parts of any film I work on… Love you, my friend. Can’t wait for people to hear your incredible score… #TheBatmanhttps://t.co/ufIg9MUwKr
Nas redes sociais, os fãs estão impactados com o visual ainda sombrio de Gotham, com a trilha sonora, com as coreografias e com todo o mistério por trás do Charada (Paul Dano), o que aumenta ainda mais expectativa pela estreia.
Confira as reações:
eu estou COMPLETAMENTE hypada pro novo Batman
Roberto Pattinson talvez se torne meu Batman favorito, o homem entrega tanto energia depressiva caótica que se espera de Bruce Wayne MDS que trailer do caralho#TheBatman
O Novo trailer do #TheBatman destruiu qualquer possibilidade de esperar esse filme serenamente. Vou tentar não assistir esse troço mais 50x hoje. DC por favor não nos iluda com bons trailers novamente.
Ainda não vi, nem verei, mas a fé que eu boto nesse filme não pode ser descrita em palavras. É o universo conspirando para juntar Matt Reeves, pra mim um dos melhores diretores da atualidade, e o Robert Pattinson, que dispensa comentários. https://t.co/DWwFFF5jck
Lembrando que ‘The Batman‘ tem estreia marcada para 04 de março de 2022.
Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.
“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.”
Nas cenas apresentadas durante a convenção, é possível notar a sombria estétic
Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
Michael Myers continua arrasando nos cinemas! Em menos de duas semanas, a sequência ‘Halloween Kills: O Terror Continua‘ já arrecadou quase US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 73.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 17.8 milhões.
Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 90.9 milhões mundialmente.
Lembrando que ‘Halloween Kills‘ segue em exibição nos cinemas brasileiros!
Vale lembrar que ‘Halloween Kills‘ estreou nos EUA com impressionantes US$ 50.3 milhões – o que representa a MELHOR estreia para um filme para maiores desde o início da pandemia.
Além disso, o terror também se tornou a terceira maior estreia da história para um filme de terror lançado em outubro, atrás apenas do reboot ‘Halloween‘ ($76.2M) e ‘Atividade Paranormal 3‘ ($52.5M).
Em menos de um mês, a sequência ‘007: Sem Tempo Para Morrer‘, que marca a despedida do astro Daniel Craig como James Bond, ultrapassou impressionantes US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa se tornou a segunda MAIOR bilheteria do ano, para uma produção hollywoodiana, ficando atrás apenas de ”Velozes e Furiosos 9‘ (US$ 716.5M).
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 120 milhões. No mercado internacional, foram US$ 405.6 milhões.
Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 525.6 milhões mundialmente.
Vale lembrar que ‘Sem Tempo Para Morrer‘ estreou nos EUA com US$ 56 milhões – tornando-se a quarta maior estreia de todos os filmes do James Bond no país, atrás apenas de ‘007 – Operação Skyfall‘ ($88.3M), ‘007 Contra Spectre‘ ($70.4M) e ‘007 – Quantum of Solace‘ ($67.5M).
Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.
Dirigido por Maggie Gyllenhaal, a produção é baseada no romance best-seller homônimo da autora italiana Elena Ferrante.
Leda é uma mulher que viaja de férias ao litoral e fica obcecada com uma jovem mãe e sua filha quando as observa na praia. Enervada por seu envolvente relacionamento (e sua família estridente e ameaçadora), Leda fica sobrecarregada pelas próprias memórias de terror, confusão e intensidade da maternidade. Um ato impulsivo faz com ela mergulhe no estranho e sinistro mundo da própria mente, onde é forçada a encarar as escolhas nada convencionais que fez quando mais jovem – e suas consequências.
Em entrevista ao ComicBook.com, os roteiristas Sarah Smith e Peter Baynham, responsáveis pela adorável animação ‘Ron Bugado’ da 20th Century Studios, revelaram que o longa-metragem pegou inspiração de um dos maiores clássicos de todos os tempos: a aventura ‘E.T. – O Extraterrestre’.
“Sim, ‘E.T.’ foi definitivamente uma influência”, Smith comentou. “Acho que há certas grandes histórias que indicam as histórias que serão envolventes para as crianças. A ideia de que você é mágico, a ideia de que você é, de alguma forma, especial, a ideia de ter um animalzinho de estimação, ‘Como Treinar o Seu Dragão’ é assim. E, de certa maneira, ‘Ron Bugado’ é isso. ‘E.T.’ é isso. É uma daquelas poderosas fantasias que as crianças têm. Então há um eco de ‘E.T.’ e o senso de eles escaparem nesse cenário selvagem e se divertirem. É definitivamente importante”.
Baynham acrescentou: “acredito que foi, bom, nós crescemos com ‘E.T.’ e também no olhar do mundo. Porque, no começo, tínhamos certeza de que não queríamos que fosse apenas no futuro, não um mundo teorético em que as coisas simplesmente acontecem, então isso significou que queríamos limitar o B-bot e fazer questão de que eles não fossem muito chiques ou imaginativos, mas também o olhar de onde Barney vivia… Eu moro nos EUA, mas adoro o subúrbio americano, que eu acho idílico”.
Lembrando que a animação já está sendo exibida nas salas de cinema nacionais.
No Rotten Tomatoes, o longa conquistou 81% de aprovação, com nota 6.60/10 baseada em 19 reviews até o momento. Apesar de apontarem o ritmo incerto da produção, os especalistas elogiaram o tom leve e bastante family friendly da narrativa.
“Um [filme] para toda a família – mas coloquem seus celulares de lado primeiro” – Deadline.
“Um conto familiar sobre catástrofe tecnológica, sagazmente equilibrando o caos de agradar às crianças com tiradas inteligentes” – The List.
“Assim como ‘A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas’, as aventuras [do filme] transmitem um comentário leve sobre as belezas e os problemas da nossa saturada cultura tecnológica” – AV Club.
“Transcende a familiaridade da história com escrita sagaz, animação envolvente e um grande coração colocado em um robô com mal-funcionamento” – Screen International.
A história é centrada em um garoto de 11 anos chamado Barney que se torna amigo de um robô que não funciona totalmente bem – viajando a um mundo onde robôs que falam, andam e têm crianças como melhores amigos.
A produção conta com as vozes de Olivia Colman, Jack Dylan Grazer, Zach Galifianakis e Ed Helms.
A aclamada minissérie ‘O Gambito da Rainha’, da Netflix, completou um ano recentemente – e os fãs da produção estrelada por Anya Taylor-Joy não deixariam a data passar em branco.
Nas redes sociais, os internautas tiraram o tempo para relembrar e rasgar elogios à obra vencedora do Emmy.
Confira:
1 ano de gambito da rainha, acho que nenhuma outra série vai me fazer ter o mesmo impacto que senti assistindo essa série pela primeira vez
Em uma recente entrevista ao Deadline, os produtores Scott Frank e William Horberg revelaram que não há planos para novos episódios da atração.
“Sinto que já contamos a história que queríamos contar”, disse Frank. “Eu me preocupo que, se tentarmos contar coisas novas, poderíamos arruinar o que já contamos.”
Por outro lado, Horberg disse que pretende continuar trabalhando com Frank e Taylor-Joy e está animado para criar algo tão empolgante quanto ‘O Gambito da Rainha’.
“Certamente vamos continuar trabalhando juntos e iremos tentar encontrar outra história para contar com a mesma paixão e equipe de artistas incríveis que estiveram conosco na minissérie. Isso inclui Moses Ingram e Marielle Heller, que receberam muitos elogios da crítica por suas atuações de apoio como, Jolene, amiga de infância de Beth, e Alma Wheatley, a mãe adotiva de Beth, que virou empresária.”
No início deste ano, Taylor-Joy já havia adiantado ao Collider que ela e os produtores nunca pensaram em fazer novas temporadas para ‘O Gambito da Rainha’.
Então só nos resta maratonar os episódios que continuam disponíveis na Netflix.
A trama acompanha a história de uma jovem garota que misteriosamente é capaz de viajar no tempo para a década de 1960, onde encontra seu ídolo, um aspirante a cantor deslumbrado. No entanto, Londres dos anos 60 não é o que parece, e o tempo parece desmoronar com consequências sombrias…
4139_D056_00238_R Matt Smith stars as Jack and Anya Taylor-Joy as Sandie in Edgar Wright’s LAST NIGHT IN SOHO, a Focus Features release. Credit: Parisa Taghizadeh / Focus Features
O Disney+ divulgou recentemente o trailer e o cartaz oficiais da 2ª temporada de ‘O Mundo Segundo Jeff Goldblum’.
A produção, apresentada pelo icônico artista titular, chega à plataforma de streaming em 12 de novembro.
Confira:
O novo ciclo é composto de dez episódios.
A série acompanha Jeff, enquanto ele “explora o mundo”. Ele faz isso cobrindo tópicos como videogames, sorvetes e tênis, conversando com influenciadores e especialistas com amplo conhecimento e experiência nesses assuntos específicos.
Obra sueca desvirtua algumas convenções de subgênero que dominou os cinemas
O ano de 2008 foi o início de uma tendência muito interessante no cinema de grande público. O lançamento de Crepúsculo(filme no mencionado ano e livro em 2006)iniciou uma procura maior por romances que envolvessem a dinâmica entre humanos, em fase adolescente, e vampiros. Não só isso, mas a obra provou que havia futuro para tramas adolescentes em cenários diversos (distópicos, sobrenaturais etc.) em um mercado até então dominado por Harry Potter.
A grande questão é que esse segmento cumpria uma regra clara de dosar certos temas como relações sexuais ou a violência inerente aos vampiros; porém, não foi a bula seguida por Tomas Alfredson. A ideia teve como base o romance sueco Låt den rätte komma in, escrito por John Ajvide Lindqvist e publicado em 2004.
A trama segue Oskar, um menino de doze anos que vive com a mãe e tem uma relação problemática com o pai. Extremamente solitário, ele passa os dias revezando entre o bullying que sofre dos colegas na escola e dos seus interesses em crimes reais, bem como outros temas de natureza mórbida.
Oskar encontra em Eli um conforto em meio a uma vida solitária.
Sua vida muda quando uma família se muda para o apartamento ao lado, na qual a filha possui a mesma idade de Oskar. De início ele percebe que a jovem, de nome Eli, tem hábitos noturnos e não é vista durante o dia; ela vive com um homem adulto, ao qual ela afirma não ser seu pai, e é extremamente vaga com relação a sua vida.
A história por si só já apresenta muitos elementos que naturalmente a isolam de enredos similares que estavam sendo contados nos Estados Unidos, porém, é o seu final que define essa diferença com o que era o usual. A grande revelação de Eli não é o que se espera e é o suficiente para redefinir, aos olhos do espectador, a forma de se ver a relação dos jovens.
Outro elemento problemático que o enredo critica constantemente é o bullying nas escolas, sendo esse conceito bastante difícil para o diretor Tomas Alfredsontrabalhar na adaptação para o cinema. A riqueza de detalhes com que o autor do livro constrói esses momentos impactou o cineasta de maneira profunda, isso ainda no período em que ele estava lendo o romance.
Tendo isso em mente ele aceitou o pedido vindo de Lindqvist para que ele pudesse assinar o roteiro. O que se teve foi uma poda abrangente de muitos arcos apresentados (alguns bastante pesados) ao longo do livro, sendo estes deixados de lado para que todo o foco se concentrasse na relação de Oskar e Eli.
Logo após seu lançamento o filme recebeu ampla aclamação internacional, sendo saudado como uma das grandes histórias de vampiro no período contemporâneo e um interessante exemplar do cinema de terror. Foi somente por uma confusão nas datas de lançamento que o filme não pôde se tornar o candidato sueco na busca do prêmio da Academia para melhor filme estrangeiro.
Ainda assim, tamanho foi o impacto da obra que em 2010 um remake norte-americano foi lançado, este sendo dirigido por Matt Reeves e tendo Chloë Moretzno papel de Ella. Deixe Ela Entrar foi uma obra que veio em um momento oportuno e se destacou dentre tantas outras por não se adequar ao que era regra.
De maneira similar ao que Entrevista com o Vampirofez em 1994, essa obra quebrou tabus importantes que permeiam um subgênero que, em tese, deveria ter liberdade de abordar temas que vão além das questões triviais da juventude. Nesse sentido Alfredson e Lindqvist entenderam muito bem o terreno ao qual estavam adentrando e ali fincaram sua bandeira.
A HBO Max anunciou recentemente que a 2ª temporada da série sci-fi‘Raised by Wolves’, criada pelo lendário realizador Ridley Scott, ganhou previsão de lançamento.
Os novos episódios têm estreia agendada para o início de 2022, ainda sem dia específico confirmado.
Lembrando que a 1ª temporada já está disponível na plataforma de streaming.
Criada por Scott (‘Blade Runner’; ‘Alien‘), a série futurista acompanha dois androides que têm como tarefa criar crianças humanas em um planeta misterioso. Enquanto a colônia de humanos se divide por causa de diferenças religiosas, os androides descobrem que controlar a crença dos humanos é um trabalho complicado.
O elenco da produção inclui Travis Fimmel, Amanda Collin, Abubakar Salim, Winta McGrath, Niamh Algar, Felix Jamieson, Ethan Hazzard, Jordan Loughran, Aasiya Shah e Ivy Wong.
Longa teve papel fundamental na consolidação do gênero em solo nipônico
Apesar de remontar ao século XIX, o cinema japonês viu seu início de fato a partir do fim da Segunda Guerra Mundial. Antes disso, muitas das obras produzidas no país eram majoritariamente peças de propaganda (principalmente quando a guerra começou), adulando o imperador ou os projetos expansionistas do país. Mesmo assim, alguns dos primeiros estúdios começavam a surgir.
Em concomitante, os primeiros expoentes do cinema japonês também iniciavam um processo de adaptação à nova arte. Nos anos 20, por exemplo, Masahiro Makino lançou sua série de filmes Roningai sobre um samurai ronin. Já nos anos 30 Yasujiro Ozu, um dos grandes cineastas do Japão de todos os tempos, apresentava suas primeiras narrativas sobre o estilo de vida cotidiano na modernidade.
Passada a guerra, o país viu florescer uma nova era do audiovisual conduzida por nomes como Akira Kurosawa, o já mencionado Yasujiro Ozu e Kaneto Shindô. Tendo começado sua carreira na década de 50, muitas das primeiras produções assinadas por Shindô eram dramas ambientados no Japão moderno tais como Lucky Dragon No. 5 (que aborda os efeitos nocivos da contaminação nuclear) e The Naked Island.
Desde “The Naked Island” que Shindo demonstra domínio sobre o uso do preto e branco
A produção de Onibaba: A Mulher Demônio (1964) começou baseada em uma antiga lenda budista no qual uma mãe se utilizava de uma máscara para assustar a própria filha de modo que ela fosse ao templo rezar. Suas ações, no entanto, não saem sem punição e a referida máscara fica presa ao seu rosto causando uma dor insuportável sempre que alguém tentava tirar.
A trama do filme não segue um caminho muito diferente; ambientada no Japão do século XIV (em meio a uma guerra civil) logo de cara é apresentada a dupla de protagonistas vividas por Nobuko Otowa (um dos grandes nomes do cinema japonês e antiga colaboradora de Shindô) e Jitsuko Yoshimura.
Juntas, elas sobrevivem atacando samurais que adentram a vegetação de juncos em que elas vivem e, após roubarem dos cadáveres suas armas e vestimentas para trocar por comida, um velho conhecido do filho da personagem de Otawa volta para suas vidas.
É a percepção de Otowa (à direita) acerca de sua dependência da nora que a força a usar a máscara
Seu retorno inesperado, então, acaba despertando o interesse da personagem de Yoshimura,cujo marido (filho de sua parceira de crime) teria morrido na guerra. Com a possibilidade de que a jovem a abandone para ficar com o homem, sua sogra começa a ficar aterrorizada com a solidão.
Tanto pela ambientação quanto pelo número limitado de nomes no elenco, Onibaba: A Mulher Demônio constantemente é considerado muito mais um drama de época do que qualquer outra coisa, o que de fato o é por boa parte do tempo de duração. Entretanto, a partir do terceiro ato o filme concede boa atenção à paranoia da personagem de Otawa.
Inicialmente se projetando como um senso de proteção, o sentimento acaba evoluindo para uma tentativa de coerção psicológica, não muito diferente do que obras do horror sobre isolamento tratariam décadas depois. Outro elemento a se tornar recorrente do gênero tempos depois, o fator sobrenatural, também é apresentado aqui como ferramenta para a construção do terror.
Otowa aterroriza Yoshimura.
A máscara utilizada por uma das personagens para aterrorizar a nora não demora a revelar certas qualidades mágicas que são utilizadas para o suspense, principalmente quando ela fica presa ao rosto do usuário. O uso de assombrações e magia é elemento corriqueiro no cinema de terror japonês até os dias atuais, mas aqui ele encontrou um dos seus primeiros usos.
É uma peça importante dessa indústria que funciona tanto como objeto de estudo sobre o gênero durante o período do renascimento do cinema no Japão (anos 50 e 60) como uma peça de entretenimento, visto que mesmo sendo preto e branco muitas cenas lá utilizam de maneira inteligente e bela o contraste de escuridão com luz.
A produção foi inicialmente exibida na emissora ABC, entre 1993 e 1994. Com os demais episódios sendo exibidos no Kids WB!, entre 1994 e 1998. O desenho é ambientado no universo dosLooney Tunes.
‘Eternos’ chega em breve aos cinemas e, para manter nossas expectativas lá em cima, a Marveldivulgou um novo vídeo de bastidores em que a diretora vencedora do Oscar Chloé Zhao revela como trouxe o longa à vida.
Confira:
Lembrando que o filme estreia em 04 de novembro.
Diversos críticos já assistiram ao filme durante a estreia em Los Angeles e rasgaram elogios à produção, caracterizando-a como uma obra-prima da Marvel Studios.
Eternals is one of the most visually stunning comic films we’ve seen. Zhao has a great eye for detail and we see that with her set pieces and character designs which pay homage to the comics (1/4) pic.twitter.com/v1kTln0udL
“Pouco depois de ganhar o Oscar, Chloé Zhao não perde a mão com ‘Eternos’. [O filme] é um dos mais espetaculares que já vi. Zhao tem um ótimo olho para detalhes e vemos isso com as peças do cenário e os designs dos personagens, que fazem homenagem aos quadrinhos”.
Holy crap – Eternals is a freaking MASTERPIECE!!! Packed with adrenaline right from the start, but also filled with lots of heart & humor! So many MCU firsts!! Your mind will be BLOWN! Nods to comics but a totally unique story. Those end credits are GAME CHANGERS!! #Eternalspic.twitter.com/jKiMJukn4S
“Meu Deus – ‘Eternos’ é uma obra-prima! Recheado de adrenalina logo do começo, mas também cheio de bastante coração e humor! Várias estreias no MCU! Sua mente vai explodir! Referências aos quadrinhos, mas uma história totalmente nova. Os créditos finais mudam todo o jogo!”.
#Eternals is a total blast. A lot of material to cover but it is handled well. Can’t wait for people to see it. Of all the end credit scenes I’ve watched during a premiere, I’ve never heard the audience lose their minds as much as they did for this one. #eternalspremierepic.twitter.com/LXxZXY8P1f
“‘Eternos’ é uma diversão completa. Muito material para cobrir, mas explorado muito bem. Mal posso esperar para as pessoas verem. De todas as cenas pós-créditos que vi durante uma première, nunca vi o público ficar tão enlouquecido quanto como aqui”.
#Eternals is amazing! Chloé Zhao & company turn in an evocative, emotional, extraordinarily epic superhero film. The ensemble have great chemistry & all get big Movie Moments to showcase their prowess. The naturalism of Ben Davis’ cinematography spotlights characters’ humanity. pic.twitter.com/MjZ2VheJ56
“‘Eternos’ é incrível! [A diretora] Chloé Zhao e sua companhia entregam um filme de super-heróis evocativo, emocionante e extraordinariamente épico. O elenco tem uma ótima química e todos têm grandes momentos no filme para mostrar suas habilidades. O naturalismo da fotografia de Ben Davis exalta a humanidade dos personagens”.
‘Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.
O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).
A revista Empire divulgou a capa oficial de sua próxima edição – e montou uma belíssima imagem do aguardado filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’, que traz Tom Holland de volta ao papel titular.
Lembrando que o filme terá nada menos que duas horas e meia, e chegará aos cinemas nacionais em 16 de dezembro.
Assista ao trailer:
Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta também comZendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
No final do verão de 1992, três jovens de quinze anos, Sandra, Eva e Malena, desaparecem sem deixar rastros de um clube em uma cidade costeira. Quando as investigações policiais parecem tomar um rumo errado, Javi, irmão mais novo de Sandra, resolve tomar conta da investigação. Ao lado de seus amigos, eles descobrem algo que não pertence a esse mundo.
Pau Gimeno, León Martínez, Christian López, María Romanillos, Patricia Iserte, Iñaki Ardanaz, Gorka Otxoa eMacarena García estrelam.
‘Supergirl’ chega ao seu fim muito em breve – e é claro que o elenco não deixaria de se despedir de uma das séries mais famosas da The CW.
Em um recente vídeo promocional, Chyler Leigh, que interpreta Alex Danvers, refletiu sobre a jornada da produção em si e da sua personagem nos múltiplos arcos do show.
Confira:
Lembrando que os dois últimos episódios, intitulados “The Last Gauntlet” e “Kara”, serão exibidos em 09 de novembro.
Confira as sinopses abaixo:
THE LAST GAUNTLET – No penúltimo episódio da temporada final, Supergirl e os superamigos tomam medidas drásticas depois de um querido membro ser raptado por Nyxly e Lex. Um aliado inesperado surge para ajudá-los.
KARA – No épico series finale, Supergirl se reúne com rostos familiares do passado para ajudá-la a impedir Lex e Nyxly de uma vez por todas. Enquanto isso, Alex e Kelly se preparam para cruzar o altar”.
Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.
Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.
Através do Twitter, a atriz Ella Hunt, que interpreta Sue Gilbert na elogiada série ‘Dickinson’, divulgou uma nova imagem de bastidores da 3ª e última temporada do drama cômico.
A foto traz a protagonista Hailee Steinfeld, que dá vida à poeta Emily Dickinson, posando ao lado de um de seus vestidos utilizados na produção.
Lembrando que a última temporada tem estreia marcada para o dia 05 de novembro na Apple TV+.
Na sinopse da última temporada, “a famosa poeta Emily Dickinson percebe que seu momento mais produtivo como artista ocorre em meio à violenta Guerra Civil Americana e uma batalha igualmente feroz que divide sua própria família. Enquanto Emily tenta curar as divisões ao seu redor, ela se pergunta se a arte pode ajudar a manter viva a esperança e se o futuro pode ser melhor do que o passado”.
A obra é ambientada no século XIX e explora audaciosamente os contrastes de gênero, família e sociedade a partir da perspectiva de uma jovem e rebelde poeta, Emily Dickinson.