Durante a CinemaCon 2025, evento do qual o CinePOP está participando in loco, a Universal Pictures divulgou o primeiro teaser oficial da sequência de ‘Five Nights at Freddy’s’, estrelada por Josh Hutcherson.
Assista:
Com estreia programada para o dia 05 de dezembro, a continuação também contará com o retorno de Elizabeth Lail, Piper Rubio e Matthew Lillard.
Foi divulgado o primeiro trailer Bugonia, o novo longa do diretor de Pobres Criaturas, Yorgos Lanthimos. Uma comédia que envolve uma dupla de homens conspiracionistas que sequestram a empresária de uma grande companhia com a crença de que ela é…
O filme chega aos cinemas norte-americanos em 07 de novembro.
A Focus Features ficará responsável pela distribuição norte-americana, enquanto a Universal Pictures será encarregada de exibi-lo no mercado internacional.
Com roteiro de Will Tracy, conhecido por seu trabalho em ‘Succession’ e ‘O Menu’, o drama é baseado no filme sul-coreano de 2003 ‘Save the Green Planet’ e segue dois jovens obcecados por teorias conspiratórias que sequestram a CEO de uma grande empresa, convencidos de que ela é um alienígena com a intenção de destruir o planeta Terra.
“Yorgos Lanthimos é um visionário cinematográfico com um estilo singular que cativou audiências em todo o mundo. Não poderíamos estar mais animados em nos associarmos a ele, Emma e às incríveis equipes da Element, Square Peg e CJ ENM para reimaginar esta história tortuosa e divertida”, disse o chefe da Focus Features, Peter Kujawski.
“Estou emocionado em apresentar esta intrigante história enraizada na joia escondida do cinema coreano, em colaboração com a equipe ideal de talentos e produtores, ao lado do estúdio confiável. Espero que Yorgos consiga criar uma fusão química dinâmica com seu estilo único e a novidade da narrativa”, acrescentou Kyoungboum Ko.
Vale destacar que ‘Bugonia’ marca a sexta colaboração entre Stone e Lanthimos. Além dos trabalhos supracitados, os dois já trabalhou na campanha ‘Gucci: Of Course a Horse’ e no curta ‘Vlihi’.
Bob Odenkirk as Hutch Mansell in Nobody, directed by Ilya Naishuller.
‘Anônimo 2’ está gerando grande expectativa entre os fãs de filmes de ação, especialmente após o sucesso do primeiro longa, que conquistou o público. E o CinePOP traz a descrição do primeiro trailer, divulgado na CinemaCon 2025.
O nosso editor-chefe, Renato Marafon, está em Las Vegas para trazer uma cobertura completa do maior evento cinematográfico voltado para distribuidoras e exibidores.
Confira:
O trailer de Anônimo 2 com ação e lutas no estilão John Wick. É MUITO BOM!
O protagonista vai tirar férias com a família para tentar voltar com a esposa e acaba indo pro hotel de uma traficante vivida pela Sharon Stone.
Ele está com os filhos em uma loja de arcade, quando os…
‘Anônimo 2‘ está programado para estrear no dia 15 de agosto de 2025.
O roteiro fica a cargo de Derek Kolstad, responsável pelo filme anterior e pelo primeiro ‘John Wick‘.
Além de estrelar, Odenkirk também vai ajudar a escrever o roteiro, junto com Aaron Rabin (‘Jack Ryan’) e Umair Aleem (‘Kate’).
Na trama, Odenkirk interpreta Hutch Mansell, um esposo e pai de família pacato e que tende a passar despercebido por aqueles que o cercam. Tudo muda quando dois ladrões invadem sua residência em uma noite, incendiando uma ira até então desconhecida nele, levando-o a um caminho brutal que irá revelar alguns segredos obscuros com os quais ele lutou a vida inteira para deixar para trás.
O novo terror psicológico do aclamado Jordan Peele, diretor de sucessos como ‘Corra!’ e ‘Nós’, intitulado ‘O Herdeiro do Jogo’ (Him), ganhou seu primeiro trailer oficial – divulgado pela Universal Pictures durante a CinemaCon.
Confira a descrição feita pelo nosso editor-chefe Renato Marafon, que está in loco no evento:
Acabamos de ver o teaser trailer de ‘HIM’ posso garantir que você nunca viu um filme de esporte dessa maneira… aterrorizante! Com Jordan Peele envolvido, óbvio que podemos esperar reviravoltas insanas. Nas cenas apresentadas, vemos o ator Tyriq Withers treinando futebol…
O longa chega aos cinemas no dia 19 de setembro de 2025.
Segundo o The Hollywood Reporter, ‘O Herdeiro do Jogo’ se passa no universo do futebol americano e acompanha a história de um lendário quarterback, interpretado por Marlon Wayans, que assume a tarefa de treinar um jovem atleta em ascensão, vivido porTyriq Withers. O treinamento acontece no complexo isolado do veterano, onde segredos obscuros e eventos bizarros começam a se desenrolar.
Hoje, o mundo do cinema acordou mais triste. O astro Val Kilmer faleceu aos 65 anos de idade. Kilmer lutou contra um câncer diagnosticado em 2014, mas devido às suas crenças religiosas hesitou em buscar tratamento. Quando finalmente o fez, passou por uma traqueostomia e terminou afetando sua voz, que ficou fraca e ele precisou se comunicar através de um aparelho. Sua morte foi devido a uma pneumonia, segundo a informação dos filhos.
Val Kilmer foi estudante da prestigiada escola de atuação de Julliard em Nova York, considerada uma das melhores do mundo. O ator então seguiria para o teatro no início de carreira, até ingressar no mundo do cinema em 1984, estrelando em seu primeiro longa-metragem, e logo de cara como protagonista. Kilmer participou de nada menos que 103 produções como ator, entre filmes, séries de TV, minisséries e filmes feitos para a TV. O ator deixou dois filhos, ambos com a também atriz Joanne Whalley, com quem estrelou alguns longas.
Val Kilmer trabalhou em alguns dos maiores sucessos do cinema, e estrelou produções dos maiores estúdios de Hollywood, como a Paramount, Warner, MGM, Columbia Pictures e Disney. Em homenagem a este grande talento que nos deixa, resolvemos listar alguns de seus maiores clássicos da carreira. Confira abaixo.
Esse foi o primeiro filme da carreira de Val Kilmer. E o ator chegava com o pé direito, estrelando em uma comédia escrachada da Paramount. O longa seguia a linha do sucesso que havia sido ‘Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu’ (1980) para o mesmo estúdio.
Logo no ano seguinte, Val Kilmer encarava outra comédia, esta da Columbia Pictures (Sony). Aqui, ele viveu um gênio rebelde, estudante de uma academia para jovens dotados. Porém, seu personagem não gosta de regras – o que contém um pouco da personalidade real do ator, considerado difícil de se lidar nos bastidores.
Já pensou seu terceiro filme da carreira ser nada menos do que um dos maiores sucessos do cinema. ‘Top Gun’ é um dos maiores ícones saídos dos anos 80, e uma das maiores bilheterias. Seus filmes anteriores se tornaram comédias cult, graças às reprises aqui no Brasil e no mundo, mas ‘Top Gun’ elevou o ator a outro patamar. No filme, é claro, ele vive o piloto Iceman, rival de Maverick (Tom Cruise).
Willow: Na Terra da Magia (1988)
O sucesso deVal Kilmer em ‘Top Gun’ foi tanto, que no trabalho seguinte ele foi escalado para uma superprodução de aventura e fantasia de ninguém menos que George Lucas, o criador da saga ‘Star Wars’. ‘Willow’ foi uma das produções mais caras da época, mas apesar de ter se tornado cult, não fez o sucesso esperado. O longa ganhou uma série de TV (sem a presença de Kilmer) em 2022.
Quando estrelou ‘Willow’, apesar de o filme não ter atingido todo o seu potencial, Val Kilmer saiu da experiência com o maior prêmio que poderia: a mulher de sua vida. No longa de aventura ele contracenou com Joanne Whalley e foi amor à primeira vista. Os dois se casariam no mesmo ano. A dupla resolveu repetir a dobradinha logo no ano seguinte, aqui Whalley já exibia o nome do ator junto ao seu, se tornando agora Joanne Whalley-Kilmer. ‘Mate-me Outra Vez’ é um suspense noir moderno.
A banda de rock The Doors segue até hoje como uma das mais influentes e mais adoradas da história da música. A tão aclamada cinebiografia do grupo e de seu vocalista em especial, Jim Morrison, marcaria a entrada de Val Kilmer nos anos 90, e não apenas isso, como também a entrada do ator nas atuações mais maduras e dramáticas. Kilmer interpretou Morrison, e muitos consideram esta sua melhor performance – o ator era conhecido por mergulhar de cabeça em seus papeis.
Em um de seus filmes menos conhecidos dos anos 90,Val Kilmer interpreta um jovem detetive com sangue indígena, que está investigando um crime dentro de uma reserva Sioux (uma das maiores tribos americanas), ao lado de um policial veterano. Pelo tema, o filme talvez tenha um significado maior e mais importante nos dias de hoje, pela representatividade, do que há 33 anos quando foi lançado nos cinemas, sem muito barulho.
Depois de ter sido o protagonista em diversos trabalhos, Val Kilmer escolheria trabalhar como coadjuvante em seus próximos filmes. Aqui, meia Hollywood quis participar do que era conhecido como um dos melhores roteiros da época. Também pudera, assinando o texto tínhamos ninguém menos do que um certo Quentin Tarantino. Nessa história de um amor bandido, Kilmer faz uma pontinha irreconhecível como Elvis Presley, o mentor do protagonista Christian Slater, que aparece para ele apenas em pensamento.
Filme “pipocaço” da Universal Pictures, quem estrela é a loiraça Kim Basinger (então no auge de sua carreira). Você certamente já viu esse filme muitas vezes. A musa interpreta uma ladra altamente profissional, que consegue invadir qualquer banco. Ela deseja sair dessa vida e ter uma rotina honesta. Porém, sua filha é sequestrada e ela é obrigada a realizar um último “grande assalto”. Val Kilmer vive o parceiro trapalhão da mulher.
Se perguntássemos qual o filme mais querido da carreira deVal Kilmer, pode ter certeza de que o faroeste ‘Tombstone’ estaria pelo menos do top 3. Acontece que, como citado no documentário ‘Val’ (2021), até hoje o filme é exibido anualmente em algumas cidades onde o longa foi rodado, e Kilmer fazia questão de estar presente para assinar autógrafos. No longa ele interpreta o pistoleiro tuberculoso Doc Holliday, e Kurt Russell vive o xerife icônico Wyatt Earp. Curiosamente, no ano seguinte, Kevin Costner lançaria a superprodução ‘Wyatt Earp’, no papel principal, e com Dennis Quaid vivendo Holliday. Esse é um dos casos de “filmes gêmeos” de Hollywood.
Depois de viver o personagem real e histórico Doc Holliday no faroeste ‘Tombstone’, Kilmer aceitaria o papel de um dos maiores heróis de quadrinhos de todos os tempos, o Homem-Morcego em pessoa, Batman. Kilmer entrava na franquia substituindo Michael Keaton, dos dois primeiros filmes. O terceiro Batman nos cinemas também trocou o diretor, saía Tim Burton e entrava Joel Schumacher.
Em seu novo contrato com a Warner, Val Kilmer se deu muito bem. Não apenas estrelou em um de seus maiores sucessos comerciais, com ‘Batman Eternamente’, filme que deu uma nova guinada em sua carreira, como pôde aceitar igualmente o policial ‘Fogo Contra Fogo’. O longa se tornou um verdadeiro épico do cinema, falado até hoje, por unir pela primeira vez em tela dois dos mais lendários atores de Hollywood: Robert De Niro e Al Pacino. E Val Kilmer estava lá, como terceiro elemento desta mistura.
Como nem tudo são flores na carreira de qualquer astro, depois de obter sucesso ao contracenar com Robert De Niro e Al Pacino, dois monstros sagrados, Val Kilmer não teria a mesma sorte ao atuar lado a lado com Marlon Brando – considerado “o” grande ator do cinema. Isso porque ambos passavam por momentos difíceis em suas vidas pessoas (Brando havia perdido uma filha e Kilmer passava pelo divórcio de JoanneWhalley). Assim, essa energia ruim tomou conta dos bastidores (os astros não se deram bem) e, claro, refletiu no resultado final deste terror, baseado em um conto clássico.
A nuvem negra que assombrou a carreira e a vida pessoal de Val Kilmer o deixou logo após ‘A Ilha do Dr. Moreau’, seu filme mais problemático. No mesmo ano seria lançado ‘A Sombra e a Escuridão’, baseado em uma incrível história real, sobre um engenheiro contratado para construir uma ponte na África, impedido de realizar seu trabalho por motivo de dois leões assassinos que assombravam o local, conhecidos como a sombra e a escuridão. Michael Douglas completa o elenco como o caçador experiente que vai ajudar. O filme se tornou um sucesso.
A Paramount Pictures havia achado ouro ao levar para o cinema uma versão em grande estilo do famoso seriado dos anos 60, ‘Missão: Impossível’, que contou com o astro Tom Cruise impulsionando. Assim, o estúdio somou dois mais dois e pensou, que tal trazer outro astro de ‘Top Gun’ para estrelar outra superprodução baseada em uma série famosa dos anos 60? O que poderia sair errado? Bem, digamos que ‘O Santo’ não se tornou o novo ‘Missão: Impossível’, mas Val Kilmer demonstrou toda a sua versatilidade.
No fim dos anos 90, um novo estúdio de Hollywood chegava para abalar as estruturas da meca do cinema mundial. A Dreamworks tinha como chefe ninguém menos que Steven Spielberg. E o estúdio chegou impressionando, entre outras coisas batendo de frente com a Disney e suas animações. ‘O Príncipe do Egito’ é a história de ‘Os Dez Mandamentos’ criada para as crianças. O filme contou com um elenco grandioso de dubladores, de nomes como Sandra Bullock, Michelle Pfeiffer, Jeff Goldblum, Ralph Fiennes e, claro, Val Kilmer protagonizando como Moisés.
À Primeira Vista (1999)
Val Kilmer terminou os anos 90 com um drama romântico no qual ele interpreta um homem cego. Ele se apaixona pela personagem de Mira Sorvino, atriz que havia ganhado um Oscar em 1996, pelo filme de Woody Allen, ‘Poderosa Afrodite’, e estava no auge de sua carreira.
Em 2021 o astro lançaria o documentário elogiado ‘Val’, contando com 40 anos de fitas pessoais gravadas por ele, incluindo os bastidores de muitos de seus filmes. No ano seguinte, Val Kilmer estrelaria seu último filme, reprisando o papel de Iceman em seu maior sucesso, na sequência ‘Top Gun: Maverick‘, numa cena verdadeiramente emocionante.
O primeiro filme chega aos cinemas em 5 de junho (uma semana antes do lançamento nos EUA).
O elenco conta com Mason Thames e Nico Parker como os protagonistas Soluço e Astrid, respectivamente.
Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisará seu papel na adaptação.
Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn James, Harry Trevaldwyn e Ruth Codd também estrelam.
Este novo longa adaptará a trilogia de filmes que foram feitos pela DreamWorks Animation e lançados na década de 2010 com grande sucesso.
O primeiro filme foi indicado ao Oscar de Melhor Filme de Animação e Melhor Trilha Sonora. A trilogia também foi um sucesso de público, arrecadando mais de US$ 1,6 bilhão nas bilheterias.
Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.
O CinePOP está participando in loco da CinemaCon 2025 e, durante o painel da Universal Pictures, foi revelada uma prévia inédita do aguardado ‘Jurassic World: Recomeço’.
Confira a descrição:
Começa em um laboratório de pesquisa, as luzes vermelhas se acendem, e vemos um dinossauro mutante atacando um cientista…
Corta para o logo…
Eles estão na ilha onde os dinossauros eram testados, e 24 espécies sobreviveram… Vemos um T-Rex perseguindo um bote… várias…
O clima é de ação e terror… O grupo agora tenta escapar da ilha… eles encontram uma garotinha que tem um dinossauro de estimação dentro da sua mochila…
Um dinossauro que parece uma baleia persegue um barco, e quase derruba Scarlet
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho.
Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.
Cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.
David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.
‘Um Filme Minecraft’ chega aos cinemas nesta quinta-feira (03), mas a crítica especializada já pôde conferir o longa em primeira mão e as avaliações já estão entre nós.
Dividindo opiniões com 55% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa foi criticado pela falta de originalidade e substância, mas também recebeu elogios pela performance de Jack Black e Jason Momoa – que conduzem o ritmo da comédia.
A produção ainda foi considerada leve e despretensiosa, embora também tenha sido criticada por ser vazia e pouco divertida e envolvente.
Confira as principais avaliações:
“A versão de Hess para Minecraft é essencialmente uma versão cabeça-dura de ‘O Mágico de Oz’. Quatro conhecidos desorganizados de Idaho entram no Mundo Superior e imploram ao fanfarrão barbudo de Jack Black por ajuda para voltar para casa. Sim, Toto, também tem um cachorro cubista”. – Amy Nicholson, Los Angeles Times
“Este é um novo ponto baixo para adaptações de videogames modernos, sendo dolorosamente sem graça e simplesmente feio de se ver com CGI estranho”. – Ryan Guar, Discussing Film
“Tematicamente, Um Filme Minecraft oferece uma lição básica sobre o mundo ser como você quiser, mas Jack Black e Jason Momoa, em particular, o vendem com muito entusiasmo cômico”. – Jesse Hassenger, IGN Movies
“Alguns dos melhores filmes de jogos têm aventura, coração, humor e bons personagens. Eu queria poder dizer que Um filme Minecraft tinha essas coisas além de aventura”. – Mae Abdulbaki, Screen Rant
“A atitude relaxada, uma ‘caixa de areia aberta’, se preferir, é uma lufada de ar fresco depois de tantos filmes de família que parecem preordenados pela tradição”. – Jordan Hoffman, Entertainment Weekly
“É uma boa introdução ao jogo que nunca parece um dever de casa”. – Kimber Myers, Mashable
“Estúpido do começo ao fim, é cinema a serviço de nada mais que exploração de propriedade intelectual”. – Nick Schager, The Daily Beast
“É o tipo de história de extensão de marca formulada que um escritor poderia lançar enquanto está em coma”. – Johnny Oleksinski, New York Post
“O filme adota uma abordagem absurda e adulta para adaptar um videogame infantil para a tela grande, com resultados principalmente divertidos que devem agradar a mais do que apenas os quadrados”. – Peter Howell, Toronto Star
“Hess e companhia não conseguiram usar os blocos de construção à sua disposição para construir algo que resistisse”. – Jake Wilson, The Age (Australia)
“Enquanto Black e companhia enfrentam uma feiticeira maligna, você poderia estar assistindo a qualquer outro filme de uma franquia feita só pra ganhar dinheiro, só que um que fosse mais interessante…” – Robbie Collin, Daily Telegraph (UK)
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de abril.
Na trama, quatro desajustados são transportados, através de um misterioso portal, para Overworld: um bizarro e cúbico país das maravilhas onde impera a imaginação. Para voltar para casa, eles vão ter que saber tudo deste mundo ao embarcar em uma missão mágica na companhia de um experiente construtor imprevisível, Steve. Juntos nessa aventura, o quinteto será desafiado a ousar e se reconectar com as qualidades únicas que os fazem, cada um deles, extraordinariamente criativos… as mesmas habilidades das quais eles precisam para prosperar no mundo real.
Dirigido por Jared Hess (‘Gênios do Crime’), o longa é baseado no popular jogo homônimo da Mojang Studios.
O jogo se tornou o título mais popular de todos os tempos, tendo vendido mais de 300 milhões de cópias mundialmente, com quase 140 milhões de jogadores ativos neste ano.
O ator Val Kilmer, conhecido por filmes como ‘Top Gun – Ases Indomáveis’ e ‘Batman Eternamente’, enfrentou um grave câncer de garganta e, por anos, recusou-se a buscar ajuda médica devido às suas crenças religiosas na Ciência Cristã.
Segundo relatos da família, Kilmer só procurou tratamento em 2015, após sofrer um sangramento e não conseguir mais esconder o problema. Até então, o ator ocultava o inchaço crescente no pescoço com cachecóis e roupas largas.
Familiares do astro afirmaram que insistiram por muito tempo para que ele procurasse tratamento, mas Kilmer recusava, seguindo os preceitos da Ciência Cristã, que prega a cura através da oração, e não de tratamentos médicos.
A Ciência Cristã, fundada em 1879 nos Estados Unidos, tem sido alvo de polêmica por orientar seus seguidores a evitar médicos. Ao longo das décadas, diversos membros da igreja enfrentaram processos penais por se recusarem a levar familiares doentes a hospitais, considerando a medicina moderna como “charlatanismo”.
Nos preceitos da igreja, fundada por Mary Baker Eddy, figura admirada por Kilmer, a cura pela Ciência Cristã se baseia em orações transcendentais para “alinhar a alma do paciente com Deus”.
Em 2020, a pedido dos filhos, Kilmer foi submetido a uma cirurgia para tratar o câncer de garganta. O procedimento exigiu uma traqueostomia, resultando na perda da voz do ator.
Apesar das consequências do tumor, a filha de Kilmer, Mercedes, afirma que a causa da morte do pai foi pneumonia, e que o câncer de garganta já havia sido curado.
O ator Val Kilmer morreu em Los Angeles aos 65 anos.
Durante duas décadas, Kilmer destacou-se como um nome de peso no cinema hollywoodiano, estrelando blockbusters, contracenando com vários astros em filmes de sucesso como “Batman Eternamente” (1995), quando substituiu Michael Keaton, dividiu cena com Tom Cruise em “Top Gun – Ases Indomáveis” (1986), com Al Pacino e Robert DeNiro em “Fogo contra Fogo” (1996) e incorporou Jim Morrison com impressionante realismo em “The Doors” (1991), polêmica cinebiografia dirigida por Oliver Stone. Difícil imaginar que tanto talento caiu no ostracismo das duas últimas décadas desde que protagonizou “Planeta vermelho” (2000), seu último trabalho relevante, além de papel menor em “Alexandre o Grande” (2004) a partir de quando teve filmes diretamente lançados em home vídeo, além de ser afastado dos grandes papeis.
Com o sucesso da minissérie Adolescência, da Netflix, a vida social e virtual dos jovens entrou no debate público, trazendo um choque de realidade para muitos adultos ao revelar um mundo que, embora esteja ao seu redor, permanece invisível: o universo emocional dos adolescentes. Pessoas públicas fizeram vídeos nas redes sociais para alertar sobre o assunto, como o humorista Hélio de La Peña.
O cinema tem sido uma ferramenta poderosa para expor essa realidade e provocar reflexões sobre como essas dinâmicas se formam e se perpetuam. Neste artigo, listamos cinco títulos — dois documentários e três longas de ficção — que exploram as diferentes facetas do problema: desde o impacto sobre as vítimas até a omissão dos adultos, passando pela forma como a brutalidade se dissemina dentro das escolas.
O documentário Bullying foi um dos primeiros a colocar de maneira crua a realidade do bullying nas escolas estadunidenses. A obra de Lee Hirsch apresenta histórias reais de jovens que enfrentam agressões constantes e o desamparo de pais e escolas diante do problema. A principal crítica que o filme recebe é a falta de soluções claras para combater o bullying – o que o torna um retrato sincero, mas frustrante, de um dilema aparentemente sem solução.
A falta de uma resposta prática ao problema é o ponto negativo do filme, mas ele também destaca a importância de educar as crianças para a aceitação da diversidade como uma maneira de combater a intolerância desde cedo. Essa reflexão sobre a importância de ensinar as crianças a “não odiar” é um ponto que será retomado em outras obras da lista.
Em A Girl Like Her(Uma Garota com Ela, na tradução livre), o bullying é abordado de forma mais pessoal e dramática. O filme se concentra na história de Jessica (Lexi Ainsworth), uma adolescente que tenta o suicídio após anos de abusos por parte de sua colega de escola, Avery (Hunter King). A obra não apenas expõe o sofrimento das vítimas, mas também mergulha nas motivações da agressora, mostrando que a dor não é exclusiva de quem sofre as agressões, mas também de quem as causa.
Por meio da ideia de um falso documentário, com câmeras escondidas e depoimentos,o longa propõe mostrar a realidade de jovens que vivem em ambientes onde o bullying se torna um ciclo difícil de quebrar. A Girl Like Hertenta humanizar os personagens, trazendo uma reflexão sobre como o bullying pode ser resultado de questões pessoais e familiares não resolvidas.
Depois de Lúciaadota uma abordagem única e chocante ao retratar o bullying e o luto. O filme de Michel Franco acompanha Alejandra (Tessa Ia), uma adolescente que, após a morte de sua mãe, se muda para uma nova cidade e começa a ser alvo de violência psicológica e física na escola.
Assim como A Girl Like Her, Depois de Lúcia mostra uma vítima de bullying que, inicialmente, tenta resistir, mas acaba se fechando emocionalmente devido à pressão constante, seja física, como ter o cabelo cortado, seja psicologica, como receber apelidos e desprezo. A direção silenciosa e contida — sem nenhuma música no filme — torna o sofrimento da protagonista ainda mais palpável, e seu impacto é devastador, refletindo uma realidade dolorosa que muitas vezes é ignorada pelos adultos.
O filme belga Playground (Un Monde, no original) é centrado na perspectiva de uma criança em um mundo que os adultos quase não têm rostos. A caçula Nora (Maya Vanderbeque) observa seu irmão Abel (Günter Duret) sendo agredido por seus colegas, mas não sabe como ajudá-lo, o que coloca em evidência a impotência das crianças diante da violência.
Playground se distingue por estar sempre na altura das crianças, o que permite ao espectador vivenciar o bullying e a exclusão social de uma maneira visceral. A obra de Laura Wandelfaz uma imersão completa no cotidiano escolar, especialmente na escola primária, onde a violência começa a tomar formas mais sutis, mas ainda assim preocupantes. Com seus espaços de disputa e exclusão, a escola se torna um reflexo da sociedade mais ampla, onde questões de território e poder geram violência desde os primeiros anos de vida.
Por fim,Para o Dia Nascer Feliz é um documentário que não se foca diretamente no bullying, mas aborda a violência escolar em uma escala maior, mostrando as dificuldades de estudantes e professores em diferentes partes do Brasil. O filme aborda a precariedade das escolas, a falta de recursos e a violência física e psicológica que permeia o ambiente escolar, muitas vezes exacerbada pela desigualdade social.
Um dos momentos mais marcantes da obra de João Jardimé o relato de um assassinato entre os estudantes dentro dos muros da instituição de ensino pública. O documentário faz um grande contraponto entre os jovens no modelo de educação pública e privada, destacando como a falta de infraestrutura contribui para a criação de um ambiente propenso à violência.