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‘Chucky’: Star+ divulga o trailer LEGENDADO da série baseada na franquia ‘Brinquedo Assassino’; Assista!

CHUCKY -- "Death by Misadventure" Episode 101 -- Pictured: (l-r) Zackary Arthur as Jake Wheeler, Chucky -- (Photo by: Steve Wilkie/USA Network)

O Star+ divulgou o primeiro trailer legendado de ‘Chucky‘, série baseada na clássica franquia ‘Brinquedo Assassino‘.

Confira:

No Brasil, a produção irá estrear no serviço de streaming no dia 27 de outubro, e ganhará um episódio por semana. Nos EUA, a série será lançada em 12 de outubro.

A série foi criada por Don Mancini.

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino. A produção ainda conta com o retorno de Fiona Dourif (‘O Culto de Chucky’) e Jennifer Tilly, além de introduzir os novatos Devon Sawa (‘Premonição’), Zackary Arthur (‘Transparent’), Barbara Alyn Woods (‘One Tree Hill’), Lexa Doig (‘Jason X’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’) e Alyvia Alyn Lind.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco. 

‘Maligno’: Terror de James Wan será lançado na HBO Max no dia 15 de outubro; Confira o trailer!

O elogiado terror ‘Maligno‘ (Malignant), novo filme do James Wan (‘Invocação do Mal’), finalmente ganhou data de estreia no catálogo brasileiro da HBO Max.

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 15 de outubro.

Confira o trailer dublado:

Com roteiro de Wan, Ingrid Bisu e Akela Cooper, a história gira em torno de Madison (Annabelle Wallis), uma mulher que continua tendo visões terríveis de assassinatos que estão realmente acontecendo. Mais do que isso, tudo indica que os crimes foram cometidos por seu amigo imaginário de infância.

O elenco ainda conta com Maddie HassonMckenna Grace, Jake AbelGeorge YoungIngrid BisuMichole Briana White e Jacqueline McKenzie.

Novo ‘Pânico’ tem duração revelada; Será o 2º filme mais longo da franquia!

Segundo o IMDB, o novo ‘Pânico‘ terá 2 horas de duração, sendo o 2º filme mais longo da franquia atrás de ‘Pânico 2‘ (2h 2m).

O primeiro filme teve 1h 40m de duração. ‘Pânico 3‘ teve 1h 56m, enquanto o 4º filme teve 1h 51m.

A atriz  Melissa Barrera, que interpreta uma das irmãs protagonistas ao lado de Jenna Ortega, revelou no Twitter já pôde assistir ao corte final…

“Vi o corte final de #Pânico. Vocês não estão preparados…”, afirmou.

O trailer será lançado na internet no dia 12 de Outubro, foi classificado 14 anos e terá 2 minutos e 21 segundos de duração…

O elenco do novo filme contará com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett são os diretores.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

 

‘Oppenheimer’: Cillian Murphy vai estrelar o filme de Christopher Nolan, que estreia em 2023

Oppenheimer‘, o próximo filme do diretor Christopher Nolan, contratou seu protagonista e ganhou data de estreia.

Segundo o Deadline, o ator Cillian Murphy (‘A Origem’) viverá o cientista J. Robert Oppenheimer, que ficou conhecido como o criador da bomba atômica.

A Universal Pictures lança o filme nos cinemas dia 21 de julho de 2023.

Para desenvolver o seu próximo filme com a Universal Pictures, Nolan foi criterioso em suas cláusulas contratuais e fez uma lista de exigências rigorosas para garantir que seu futuro lançamento nas telonas não sofra os mesmos problemas que ‘Tenet‘, seu último projeto feito em parceria com a Warner.

Segundo o portal The Hollywood Reporter, o diretor exigiu um orçamento de US$ 100 milhões para o filme – valor que indica que seu próximo projeto terá uma escala de produção um pouco menor em relação aos anteriores.

Além disso, Nolan exigiu controle criativo absoluto, 20% da bilheteria do longa e um intervalo de seis semanas (três antes da estreia e mais três semanas depois), onde a Universal Pictures estará proibida de lançar qualquer outra produção nos cinemas.

A última medida em questão visa preservar o desempenho do seu filme nas telonas, sem que haja uma competição direta com outro projeto do mesmo estúdio. Esse período garante ao seu longa uma janela exclusiva de pelo menos 100 dias nas salas de cinema.

Além da Universal, outros estúdios tentaram fechar contrato com o cineasta, sendo eles a Paramount, a Apple e a Sony. No entanto, nenhuma das empresas se dispôs a cumprir todas as exigências de Nolan.

A vindoura produção é baseada em seu roteiro sobre J. Robert Oppenheimer e seu papel no desenvolvimento da bomba atômica.

Um físico teórico que se tornou o diretor do Laboratório de Los Alamos, Oppenheimer chefiou a pesquisa e o desenvolvimento da bomba que encerrou a Segunda Guerra Mundial, sob o que foi secretamente chamado de Projeto Manhattan. Nolan produzirá o filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.

‘The Expanse’: 6ª e última temporada da série sci-fi ganha teaser oficial e data de estreia; Confira!

A Amazon Prime divulgou hoje (08) o teaser oficial da 6ª e última temporada da aclamada série sci-fi The Expanse.

O vídeo revela que os novos episódios estreiam no dia 10 de dezembro.

Confira:

Criada por Mark FergusHawk Ostby, a série foi cancelada pelo SyFy depois de apenas três temporadas, mas posteriormente foi resgatada pela Amazon Prime.

Situada 200 anos no futuro, a história acompanha a luta de um detetive e o capitão de uma nave para desvendar uma das grandes conspirações da história da humanidade. Os seres humanos colonizaram os planetas do Sistema Solar. No entanto, estão longe de viverem em paz. Tensões sociais e políticas comprometem a vida de diversas colônias, que não aceitam a dependência da Terra e de Marte e da influência política e militar que eles exercem sobre os demais habitantes do sistema solar.

O elenco conta com Steven Strait, Cas Anvar, Dominique Tipper e Wes Chatham.

‘Crossing Swords’: 2ª temporada da animação adulta ganha teaser oficial e data de estreia!

Hulu divulgou hoje (08) o primeiro teaser oficial da 2ª temporada da animação adulta Crossing Swords.

Além disso, foi revelado que os novos episódios têm estreia agendada para o dia 10 de dezembro.

Confira:

A produção foi criada por John Harvatine IV e Tom Root.

A série de fantasia gira em torno de um camponês chamado Patrick, que passa a trabalhar como escudeiro em um castelo – que parecia algo maravilhoso, mas provou ser um pesadelo. Todos os governantes são corruptos e absurdamente sexuais, e Patrick deve encontrar um jeito de navegar por esse estilo de vida conturbado.

Nicholas HoultLuke Evans, Tony Hale, Wendi McClendon-Covey, Breckin Meyer, Adam Pally, Adam Ray, Yvette-Nicole Brown, Maya Erskine, Tara Strong e Alanna Ubach fazem parte do elenco.

007 – Sem Tempo para Morrer | Conheça TODOS os Filmes (Oficiais e Não Oficiais) da Franquia no Cinema e TV

007 – Sem Tempo para Morrer já estreou nos cinemas brasileiros e pelo mundo, se tornando um sucesso de crítica e bilheteria. Para os fãs da franquia, a despedida do ator Daniel Craig e de toda a sua era, iniciada em 2006, não poderia ter sido mais satisfatória. Criado pelo autor britânico Ian Fleming, o primeiro livro contendo o espião James Bond foi lançado em 1953, num total de 14 obras literárias. Adaptado para o cinema logo na década seguinte, 007James Bond iniciou uma verdadeira febre no gênero do suspense, ação e espionagem nas telas e revolucionou o cinema entretenimento como o conhecemos hoje. Sim, 007 é um dos grandes responsáveis pela cultura pop como a temos atualmente.

Pegando carona no sucesso do vigésimo quinto filme oficial da franquia EON – a produtora responsável por levar os filmes 007 ao cinema – resolvemos colocar você a par sobre a trajetória do maior agente secreto da sétima arte e um dos maiores heróis que o cinema já viu. Abaixo repassaremos de forma cronológica todos os passos de James Bond e não apenas na franquia oficial, como alguns filmes e produções realizados por “debaixo dos panos”. Confira.

Leia também: Todas as Matérias Dossiê 007 – até o momento

Clímax: Cassino Royale (1954)

Ao contrário do que muitos possam pensar, a primeira aparição de James Bond nas telas não foi nas formas de Sean Connery. Antes de ir para o cinema, logo no ano seguinte do lançamento do primeiro livro de 007 (Cassino Royale), a história ganhava uma adaptação nas telinhas, no programa de antologia chamado Clímax! Nesta versão para a TV, James Bond foi interpretado por Barry Nelson e era um agente americano apelidado de Jimmy Bond.

007 Contra o Satânico Dr. No (1962)

Agora sim. Já nas formas de Sean Connery, o primeiro e único, 007 ganhava sua primeira superprodução nas telonas, devidamente amparado pela EON e a United Artists (depois MGM). Aqui, o espião seguia uma trilha na Jamaica que o levava até o esconderijo numa ilha do vilão Dr. No, um asiático com mãos biônicas, membro da diabólica organização terrorista SPECTRE. Dr. No foi o sexto livro escrito por Fleming.

Moscou Contra 007 (1963)

O filme de estreia fez sucesso e Sean Connery retornou para a continuação imediata. Aqui, a SPECTRE está atrás de vingança pelo ocorrido com Dr. No e contrata um assassino profissional para caçar James Bond: Red Grant. O matador é tão bom quanto 007 e a bordo do expresso do Oriente os dois travarão sua grande batalha, repleta não apenas de ação, mas também suspense. Uma coisa que todos concordam é que a continuação é ainda melhor que o original. From Russia, With Love (no original) foi o quinto livro escrito por Fleming.

007 Contra Goldfinger (1964)

Terceira investida de Sean Connery no personagem que fez sua carreira. Desta vez, a SPECTRE descansa da trama, com foco em Auric Goldfinger, um magnata do ramo do ouro que é louco (literalmente) pelo minério reluzente. Aqui temos a cena emblemática em que o vilão mata uma “traidora” pintando todo seu corpo de ouro. E também a introdução do capanga Odjob, o asiático extremamente forte que destrói bolas de golfe com as mãos e possui um chapéu com abas de lâmina. Goldfinger foi o sétimo livro escrito por Fleming.

007 Contra a Chantagem Atômica (1965)

A cada novo filme, um novo sucesso. Após Goldfinger, a “Bondmania” havia sido implantada com sucesso no mundo, despertando uma verdadeira onda de imitadores. Todos queriam sua própria franquia com um agente secreto descolado. E assim, os filmes do original 007 precisavam ser melhores e maiores. E aqui, no quarto longa, eles atingiam seu auge de popularidade e sucesso de bilheteira. Novamente com Sean Connery à frente, em um filme com muitas cenas submarinas, Bond enfrenta o número 2 da SPECTRE, Emilio Largo, com direito a tapa-olho e tudo. Esse foi o nono livro escrito por Fleming.

Cassino Royale (1967)

Antes de fechar parceria com a EON, o escritor Ian Fleming havia vendido os direitos de alguns de seus livros para outros produtores e estúdios. Assim, foi parar nas mãos da Sony (Columbia) os direitos de levar às telas a versão cinematográfica de Cassino Royale, o primeiro livro. Com medo de enfrentar a concorrência da franquia oficial, os produtores decidiram por criar uma comédia, que tiraria sarro do verdadeiro James Bond. E para isso reuniram uma verdadeira constelação de nomes como Peter Sellers, Orson Welles, David Niven e Woody Allen, entre outros. O resultado foi um fracasso, mas anos depois a obra ressurgiu como cult.

Com 007 Só Se Vive Duas Vezes (1967)

Lançado no mesmo ano da paródia citada acima, o quinto filme oficial da franquia demonstrou que os fãs não aceitavam substitutos, queriam era ver James Bond realizando suas façanhas, seduzindo mulheres e envolto em tudo que já era mitologia a esta altura. Connery estava de volta, embora insatisfeito, e aqui viajava até o Japão para treinar com ninjas e enfrentar a SPECTRE de uma vez por todas. Neste filme temos revelado pela primeira vez o rosto do vilão Blofeld, o líder da organização terrorista, interpretado por Donald Pleasence. E sua base é localizada dentro de um vulcão, é claro. Esse foi o décimo segundo livro escrito por Fleming.

007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade (1969)

Sean Connery estava insatisfeito e queria respirar outros ares. Após muitas ameaças, finalmente o ator deixava a franquia e o papel imortalizado por ele. Assim a EON correu e encontrou nas formas de um modelo australiano sem muita experiência como ator, chamado George Lazenby, um substituto. O filme foi um fracasso, pois os fãs não aceitaram outro de forma abrupta no papel – rola até piadinha do tipo “isso nunca aconteceu com o outro cara”, saindo da boca do novo 007. A obra está longe de ser ruim, no entanto, se tornando uma das preferidas de diversos diretores famosos (como Tarantino e Nolan). Na trama, Bond continua a perseguir Blofeld, se apaixona, se casa e fica viúvo. O livro foi o décimo primeiro escrito por Fleming.

007 – Os Diamantes São Eternos (1971)

Os produtores acharam ter encontrado um substituto nas formas de George Lazenby, mas para a surpresa geral, após apenas um filme, o ator/modelo “pediu para sair”. Assim, esforços foram feitos para trazer Connery de volta e ele aceitou, mas com a condição de que seria mesmo o último. Aqui, Bond vai para Las Vegas e se envolve numa trama com diamantes, contrabando, milionários reclusos (no estilo Howard Hughes), cirurgias plásticas e Blofeld. Esse foi o quarto livro escrito por Fleming.

Com 007 Viva e Deixe Morrer (1973)

Uma nova longa seleção era realizada e elegia Roger Moore como o novo intérprete de James Bond. Desta vez, a promessa era de permanência para o novo protagonista. Na nova era, 007 perdida um pouco de sua seriedade, ganhava mais humor e seus filmes pegavam carona nas tendências do que estivesse acontecendo na época. Na estreia de Moore, o mote era o cinema negro do blaxploitation, que tomava os anos 70 de assalto. Assim, a cultura negra africana do vudu e um traficante do Harlem faziam parte da narrativa desta vez. Esse foi o segundo livro escrito por Fleming.

007 Contra o Homem com a Pistola de Ouro (1974)

Na segunda investida de Roger Moore como 007, um pouco da história de Moscou Contra 007 era reprisada, no sentido de que o espião igualmente se via alvo de um assassino profissional, aqui o melhor do mundo, que faz uso de uma pistola de ouro e possui três mamilos. Francisco Scaramanga, o tal matador, é vivido pelo eterno Drácula, Christopher Lee. Esse foi o décimo terceiro livro escrito por Fleming.

007 – O Espião que me Amava (1977)

Considerado por muitos o melhor filme da era Roger Moore como o espião, este terceiro filme do ator apresenta o relacionamento mais significativo de 007 nas formas do terceiro intérprete. Um vilão megalomaníaco fomenta a guerra entre a Inglaterra e a Rússia, assim uma espiã soviética apelidada Triplo X entra em cena para servir como a contraparte de 007 na investigação representando seu país. A ideia por trás é interessante e bonita, a de que inimigos políticos de nações diferentes podem vir a se tornar amantes. Fora isso, introduz um dos capangas mais memoráveis da franquia, o gigante de dentes metálicos Jaws. Esse foi o décimo livro escrito por Fleming.

007 Contra o Foguete da Morte (1979)

Pegando carona no sucesso então recente de Star Wars (1977), a franquia perde totalmente a noção e aqui foi onde tudo saiu completamente dos trilhos para muitos fãs. O nível “cômico galhofa” atingia níveis impensáveis neste filme que leva James Bond para o carnaval no Rio de Janeiro, e logo após o manda para o espaço, literalmente, para combater um vilão numa base na lua. Ah sim, não podemos esquecer a “guerra nas estrelas” no desfecho com direito a armas laser. Sim, não era para ser levado a sério, mas foi ridicularizado, ao ponto de ser considerado o pior da franquia. Hoje, ressurgiu como item cult, garantindo muitas risadas. Ao menos não é um episódio esquecível. Esse foi o terceiro livro escrito por Fleming – que tem muito pouco a ver com o filme.

007 – Somente para Seus Olhos (1981)

Para onde ir após a franquia ter perdido totalmente a noção e ser taxada como ridícula? Bem, de volta para a Terra, é claro, colocando os dois pés no chão. O quinto filme de Roger Moore como 007, e décimo segundo da franquia oficial, é considerado o exemplar mais “sóbrio” da era Moore, com uma trama crível, simples, direta e muito eficiente. Aqui, uma jovem parte atrás de vingança contra os criminosos que assassinaram sua família. Sua trilha de justiça pessoal a leva de encontro com James Bond. Esse foi o oitavo livro escrito por Fleming.

007 Contra Octopussy (1983)

O ano de 1983 marcaria a franquia como o ano do duelo entre os James Bond. Roger Moore estava pronto para deixar o papel, quando a notícia foi divulgada de que Sean Connery voltaria como 007 num filme fora da franquia oficial. Assim, a EON manteve Moore por perto a todo custo. Nesta aventura, que segue o clima das matinês no estilo Indiana Jones, James Bond vai para a Índia, se envolve com o circo, ciganos e uma sedutora contrabandista chamada Octopussy. Esse não é um livro, mas um conto contido no décimo quarto livro escrito por Fleming.

007 – Nunca Mais Outra Vez (1983)

Lembra da venda dos direitos de alguns livros citada anteriormente? Pois bem, aqui a Warner se aproveitou do fato para tirar da cartola um remake de A Chantagem Atômica, protagonizada pelo mesmo Sean Connery, que por uma pequena fortuna voltava ao papel de James Bond. O título “Nunca Diga Nunca Outra Vez”, no original, foi sugerido pela própria esposa do ator, trollando ele um pouco. No fim das contas, o público terminou optando por Octopussy, acredite se quiser, garantindo mais sucesso para Roger Moore na época.

007 – Na Mira dos Assassinos (1985)

Aos quase 60 anos, pode-se dizer que o saudoso Roger Moore havia “passado do ponto” na pele do personagem heroico. De fato, muitos fãs acreditam que sua permanência no papel foi constrangedora. Seja como for, aqui seria a sua despedida, com direito a Christopher Walken platinado e a musa 80’s Grace Jones como os vilões. A trama é tida como uma repaginada em Goldfinger, trocando o ouro pelos chips de computadores do vale do Silício. Esse é outro conto do décimo quarto livro escrito por Fleming.

007 Marcado para a Morte (1987)

Com a saída do engraçadinho Roger Moore, uma nova epopeia era iniciada para encontrar o quarto intérprete. O eleito foi Timothy Dalton, que iniciava uma era mais sombria com o personagem. Ele era um James Bond mais duro e desprovido de qualquer humor. Seus filmes assim se tornavam mais sérios e sisudos. Aqui, ele ajuda uma violinista e assim como Rambo em seu terceiro filme, ajuda os afegãos a expulsar os soviéticos de seu país, lutando ao lado dos Mujahideen, que viriam a se tornar o Talibã. A era da Aids também trazia um 007 mais “pudico”. Esse foi mais um conto do décimo quarto livro escrito por Fleming.

007 – Permissão para Matar (1989)

Se a estreia do novo James Bond nas formas de Timothy Dalton havia sido considerada muito sombria, esta continuação serviria para colocar um prego no caixão. Na trama, 007 bate de frente com um cartel de drogas mexicano e encara o líder Franz Sanchez, um impiedoso traficante criado nos moldes de Pablo Escobar. Considerado o mais violento episódio da franquia, assim como o anterior o filme não se tornou um sucesso. Era hora de repensar a franquia, dar tempo ao tempo, e reescalar o personagem.

James Bond Jr. (1991-1992)

Antes de estrear com um novo intérprete nos cinemas, a franquia seguiu para as telinhas na forma de uma animação para a criançada. Desenvolvida pelo mesmo Michael G. Wilson dos filmes no cinema, a proposta desta série infantil era justamente conquistar os fãs jovens e os introduzir para eles quem era o famoso espião James Bond. Ou quase. Porque aqui tínhamos protagonizando o sobrinho de 007, um estudante, dono do mesmo DNA aventureiro do tio.

007 Contra GoldenEye (1995)

Nova década, novo 007. Desta vez era Pierce Brosnan o eleito para seguir com o manto de James Bond, e para toda uma geração, a minha, ele serviu como elo para a franquia. Em sua primeira aventura, o novo ator já chegava com o pé na porta, tirando onda, enfrentando uma maníaca sadomasoquista e seu antigo parceiro na agência. Aqui também foi onde a chefe M se tornava mulher, nas formas de Judi Dench. Desde o segundo filme de Dalton, os livros de Fleming pararam de ser base das histórias, e dali para a frente apenas roteiros originais.

007 – O Amanhã Nunca Morre (1997)

A mídia das fake News como vilã não parece ser uma ideia tão fantasiosa assim. Aqui, Brosnan retorna para enfrentar Elliott Carver, um magnata midiático, criado nos moldes de Rupert Murdoch, que instiga uma guerra para ter a cobertura. Bond, que já se envolveu com sua esposa, se alia a uma espiã chinesa na investigação do sujeito.

007 – O Mundo Não é o Bastante (1999)

Terceiro filme com Brosnan, desta vez Bond precisa proteger uma bela herdeira de um império de petróleo. Ela e sua família estão na mira de um terrorista que a sequestrou no passado, Renard, um sujeito que por motivo de uma bala alojada na cabeça é incapaz de sentir dor. O filme guarda uma das reviravoltas mais interessantes da franquia em relação a uma das personagens principais.

007 – Um Novo Dia Para Morrer (2002)

Sabe aquela história de quando a franquia perdeu a noção em O Foguete da Morte? Pois bem, o fato se repetia aqui neste quarto filme de Brosnan, que ao contrário de Daniel Craig, se despediria do papel não numa nota positiva, mas no que é considerado por muitos como um dos piores filmes da série. São muitas incoerências e fanfarronices, desde um carro invisível, até um Bond cinquentão surfando uma onda gigante, ou fazendo kite surf nas geleiras. Surreal é pouco.

007Cassino Royale (2006)

Como o episódio anterior havia perdido a noção da realidade e saído dos trilhos, a franquia era “rebootada”, numa espécie de James Bond begins. A ideia era contar os primórdios do espião na agência após ter ganhado o título de 00 e sua permissão para matar. Nesta altura também, a EON tinha revertido os direitos do primeiro livro, Cassino Royale, e podia adaptá-lo pela primeira vez dentro da franquia oficial. Assim, os livros de Fleming eram novamente usados como fonte. Daniel Craig era eleito o sexto Bond oficial e fez os reclamões morderem tanto a língua, que se tornou o grande preferido de muitos no papel. Ah sim, esse era um 007 mais pé no chão, cru e realista, inaugurando uma nova era.

007 – Quantum of Solace (2008)

Embora tenha novamente usado um conto de Fleming como base – contido no décimo quarto livro – o resultado do segundo filme com Craig não foi tão positivo quanto o anterior. Grande parte disso foi culpa da greve de roteiristas de Hollywood, o que resultou no episódio mais curto da franquia. O filme soa como um recorte de várias cenas de ação quase sem espaço para uma trama se desenvolver entre elas.

007 – Operação Skyfall (2012)

A franquia fazia as pazes com o sucesso no terceiro filme de Craig. De fato, Skyfall se tornou não apenas o maior sucesso financeiro da franquia, se tornando sua maior bilheteria (ultrapassando a marca de US$ 1 bilhão), como também um dos mais prestigiados, recebendo algumas indicações ao Oscar e vencendo duas. O espanhol Javier Bardem cria um dos vilões mais memoráveis da franquia.

Fleming (2014)

Minissérie em quatro episódios focada na vida do criador do personagem James Bond, o autor Ian Fleming – no programa interpretado por Dominic Cooper, vivendo de uma forma, digamos, muito 007 para inspirar o herói de seus livros.

007 Contra SPECTRE (2015)

Mais um elo com o passado na era Craig. Aqui a franquia recuperava os direitos de usar novamente a organização terrorista SPECTRE e seu líder Blofeld em suas tramas. Assim, ser perder tempo, Christoph Waltz foi escalado para viver o Blofeld dos novos tempos. Apesar do grande escopo e da grande promessa, o quarto filme da era Craig não correspondeu à expectativa.

007 – Sem Tempo para Morrer (2021)

Adiado do ano passado para este devido à pandemia, o filme marca a despedida de Daniel Craig da franquia em grande estilo. Aqui, a trama continua os eventos do filme anterior (algo constante na fase do ator), e reprisa personagens como Blofeld (Waltz) e a Dra. Swann, seu novo grande amor. Fora isso, introduz um novo vilão pauleira (Rami Malek) e duas personagens femininas que estão dando o que falar: a nova 007 mulher (Lashana Lynch) e uma espiã cubana (Ana de Armas).

Qual será o próximo filme da franquia?

Venom 2: Tempo de Carnificina

(Venom 2 – Let There Be Carnage)

 

Elenco:

Tom Hardy

Michelle Williams

Woody Harrelson

Naomie Harris

Stephen Graham

Amber Sienna

Sean Delaney

 

Direção: Andy Serkis

Gênero: Ação

Duração: 90 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 90 milhões

Estreia: 7 de Outubro de 2021

Sinopse:

Além de pendências com sua ex-noiva Anne Weying (Michelle Williams), o jornalista Eddie Brock (Tom Hardy) faz de tudo para conter a vontade insaciável de Venom, alienígena hospedado em seu corpo, devorar pessoas ruins. Depois de visitar o serial killer Cletus Kasady (Woody Harrelson) na cadeia, para uma reportagem sobre seus crimes hediondos, Brock descobre que as piores páginas de sua matéria ainda serão escritas. Para sua surpresa, o criminoso também possui um alienígena chamado Carnificina e vive sedento de sangue.

Crítica | Venom: Tempo de Carnificina – O romance de Eddie Brock e Venom agrada mais que o filme anterior (Nota: 5.0)

 

Crítica em Vídeo:

Curiosidades:

» Andy Serkis dirige a sequência. Ele substitui Ruben Fleischer.

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

Tom Hardy stars as Eddie Brock/Venom in Columbia PicturesVENOM: LET THERE BE CARNAGE.

O Direito de Viver

(Roe v. Wade)

 

Elenco:

Jon Voight

Nick Loeb

Stacey Dash

 

Direção: Cathy Allyn, Nick Loeb

Gênero: Drama

Duração: 112 min.

Distribuidora: A2 Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 7 de Outubro de 2021

Sinopse: 

Depois de um discurso conservador e racista sobre a legalização do aborto em uma convenção da Ku Klux Klan, um médico que ganhou notoriedade justamente por realizar abertamente o procedimento e uma líder feminista se unem à causa e decidem processar o governo dos EUA. Só que para o processo dar resultado, eles precisam de uma gestante que aceite ser a vítima do sistema. Um grupo de ativistas percorre os EUA e encontra a pessoa perfeita para a ação: uma jovem pobre que mal terminou o ensino fundamental, cheia de problemas. Eles dão à moça o nome Jane Roe e processam Henry Wade, o promotor público de um condado de Dallas. Nasce neste momento uma das maiores batalhas, tanto jurídicas quanto de opinião pública, de todos os tempos!

Curiosidades: 

» Alegadamente, diversos membros do elenco e equipe do filme deixaram a produção após descobrirem qual era a mensagem da história;

» O longa é baseado em uma história real, inspirado em um dos julgamentos mais polêmicos e controversos da corte dos EUA;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

007 – Sem Tempo para Morrer

(Bond 25 – No Time to Die)

 

Elenco:

Daniel Craig
Rami Malek
Ralph Fiennes
Naomie Harris
Rory Kinnear
Léa Seydoux
Ben Whishaw
Ana de Armas
Dali Benssalah
David Dencik
Lashana Lynch
Billy Magnussen

 

Direção: Cary Joji Fukunaga

Gênero: Ação

Duração: 163 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 200 milhões

Estreia: 30 de Setembro de 2021

Sinopse: 

Em ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘, James Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Sua paz não dura muito quando seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista sequestrado acaba sendo muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond à trilha de um vilão misterioso armado com nova tecnologia perigosa.

Crítica | 007: Sem Tempo para Morrer – Com um filme imponente e emocionante, Daniel Craig vai deixar saudades (Nota: 10.0)

 

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» O último filme lançado – ‘007 Contra Spectre‘ – foi um sucesso global, abrindo em primeiro lugar em 81 territórios pelo mundo. O filme ainda quebrou recorde de bilheteria de todos os tempos no Reino Unido como a maior abertura em sete dias, com US$ 63,8 milhões. O longa anterior, ‘007 – Operação Skyfall‘, arrecadou US$ 1.1 bilhão em escala mundial.

» Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

A Mão do Demônio

(Pobochnyi Effekt)

 

Elenco:

Semyon Serzin

Marina Vasileva

Aleksandra Revenko

 

Direção: Aleksey Kazakov

Gênero: Terror

Duração: 93 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 7 de Outubro de 2021

Sinopse: 

Uma experiência traumática leva ao término de relacionamento de um jovem casal. Em uma tentativa desesperada de salvar seu casamento, Andrey, o marido, procura a ajuda de uma mística chamada Mara. Seu único desejo é fazer sua esposa Olga esquecer o passado. A magia de Mara funciona, mas a segunda lua de mel logo se transforma em um pesadelo vivo… Andrey gradualmente reconhece que precisa lidar com um mal poderoso que está possuindo sua esposa, e o preço do serviço do médium é a vida dela.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Aleksey Kazakov também é responsável pelo roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Venom: Tempo de Carnificina’ estreia quebrando RECORDE no Brasil

Venom: Tempo de Carnificina‘ chegou aos cinemas nacionais quebrando recorde.

O filme arrecadou R$ 3.072.630 em bilheterias no dia de abertura, melhor número desde o inicio da pandemia, em março de 2020.

Este número significa também 4% de renda acima do dia de abertura do primeiro filme lançado em 2018.

A produção da Sony estreou no Brasil em 1.700 salas no Brasil, cerca de 87% dos cinemas em funcionamento.

Confira nossa crítica da produção:

Não é de hoje que a Sony Pictures acalenta a ideia de fazer um filme do Venom, desde os tempos áureos em que Tobey Maguire vestia o manto do Homem-Aranha, o estúdio já pretendia, após o terceiro filme, emendar um spin-off do vilão. Algo que também deveria acontecer na passagem de Andrew Garfield pelo Teioso, após o arco do Sexteto Sinistro. No entanto, como sabemos, ambas as empreitadas foram interrompidas e a coisa não andou. Após muita conversa, o Homem-Aranha aportou no universo da Marvel Studios numa parceria inédita com a Sony. Agora com um ator bem mais novo, Tom Holland, a figura do herói foi reconstruída e “atualizada” para funcionar melhor com os Vingadores. E tudo deu muito certo, tanto a participação do Aranha em Guerra Civil (2016) quanto em Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017).

Agora com o Amigão da Vizinhança sob a batuta temporária da Casa das Ideias, a Sony teve tempo para organizar um novo universo e utilizar os conhecidos vilões do personagem, como Kraven, Morbius e, claro, Venom, que ainda em 2018 ganhou finalmente sua primeira aventura solo. E mesmo sendo o filme visualmente desagradável e possuindo apenas um remendo de roteiro para a trama, a presença de Tom Hardy no papel de Eddie Brock e toda veia cômica misturadas aos (de)efeitos visuais, que pareciam tiradas do filme Spawn – O Soldado do Inferno (1997), foram suficientes para a produção e o personagem caírem nas graças do público. Tanto que deu muita grana e imediatamente encomendaram uma sequência, agora sem o diretor original, Ruben Fleischer, que estava ocupado em outra continuação da série zumbi que o revelou como cineasta, Zombieland.

Para substituir Fleischer, a Sony tentou trazer realizadores como Travis Knight, que tinha feito o ótimo Bumblebee (2018), e Rupert Wyatt, do primeiro Planeta dos Macacos (2011). Ambos não toparam, mas o membro mais famoso da franquia dos símios, Andy Serkis, tinha sido contratado para ajudar com os elementos de CGI pela sua vasta experiência de marcantes personagens digitais como Gollum e o próprio macaco Ceaser. Serkis também comandou a adaptação de Mogli da Netflix, que, mesmo com um orçamento mais modesto, não ficou devendo a Disney. O filme, aliás, usava e abusava das cenas em CGI e não fazia feio. Após isso, os executivos da Sony perceberam que tinham contratado a pessoa certa para comandar o segundo Venom, e foi exatamente o que aconteceu, Andy Serkis assumiu o comando.

O então chamado Venom – Tempo de Carnificina segue a pegada bem humorada do primeiro e adiciona ainda mais cenas cômicas que funcionam graças a desenvoltura de Tom Hardy. Ainda que exagere em alguns momentos, o ator possui um tom cômico ideal para ambos os personagens e consegue imprimir uma forte energia nos andamentos mais movimentados. Digo ‘personagens’ porque, de fato, Eddie Brock e Venom possuem personalidades bem diferentes, com a criatura alienígena soando como uma espécie de entidade vista em O Máskara (1994). Eddie é sempre receoso, tenta evitar brigas e seguir uma vida normal, já Venom vive um dilema que o atormenta por demais, pois quer devorar novas cabeças e é barrado pelo Eddie. Contudo o Venom literalmente ama o Eddie, ou pelo menos o seu corpo que usa como avatar. Por outro lado, Eddie percebe que, após se fundir com o Venom, ganhou mais coragem e começou a fazer coisas que melhoraram sua vida.

O dilema em questão não acontece por acaso, já que, em diversos momentos, fica clara a intenção de Andy Serkis em criar uma espécie de romance entre a figura do Eddie e com o Venom. E não para ali no campo da amizade ou das divergências de opinião, o sentimento é para além do físico. Os dois estão numa DR constante que, no fim das contas, acaba sendo a coisa mais legal da longa. O ápice acontece em dois momentos específicos: primeiro na cena que ocorre numa boate e traz o Venom falando que alienígenas também tem sentimentos e o Eddie precisa entender; e depois quando o monstrengo se funde ao corpo da ex-namorada do Eddie, Anne Weying (Michelle Williams), e pede que Brock se desculpe de maneira especial, pois só assim ele vai voltar e penetrar o seu corpo. Querem alegoria maior que essa? Bom, nós teríamos, pois o subtítulo oficial desse novo Venom seria O Amor Vai nos Separar – é sério! Só podemos dizer que isso é uma certo e tanto para o filme.

Este que, sim, é melhor que o primeiro, mas ainda tão problemático quanto. A começar pelo visual pobre e a maioria dos momentos de maior ação continuarem genéricos. Talvez alguns cenários sejam mais inspirados dessa vez, como o manicômio e a igreja, mas todo apelo estético se mostra artificial, onde claramente vemos a utilização nada sutil de efeitos digitais grosseiros de maneira geral, podendo tirar toda credibilidade do espectador – mas certamente não a do público alvo, que vai se deleitar ao ver, pela primeira vez nos cinemas, Venom e Carnificina trocando simbiontadas e explodindo a cidade.

Nesse sentido, o Cletus Kasady de Woody Harrelson confere um ar alucinado que contrasta com a animalidade de Venom. Harrelson que foi escolhido a dedo por Ruben Fleischer que enxergou em Assassinos Por Natureza (1994), um dos grandes papéis da carreira do ator, o Carnificina que queria. E a nível de história, Tempo de Carnificina é um pouquinho mais criativo que o original, por apresentar o passado de Kasady e sua parceira Frances Barrison (Naomie Harris), que vai desempenhar um papel “importante” no ato final. No entanto tudo é muito telegrafado e didático, com acontecimentos que você já sabe onde vão dar, perdendo qualquer noção de perigo.

De maneira geral, Venom – Tempo de Carnificina deve atender perfeitamente o seu público alvo, que nem vai perceber o romance em aqui destacado. O filme tem muita ação, humor e desenvolve mais ainda o anti-herói. Ainda que o melhor fique mesmo para a cena pós-créditos, que a essa altura deixou a internet em polvorosa e fez muita gente criar as mais insanas teorias em relação ao rumo desse novo universo arquitetado pela Sony e por que não dizer a Marvel. Contudo se você não aguenta mais ver super-heróis nos cinemas e todo escapismo latente dessas produções, passe longe disso aqui.

Nota: 5.0

Qual é a música que toca no trailer de ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’?

O trailer ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City‘ foi lançado ontem e empolgou os fãs. Várias pessoas mandaram mensagens perguntando qual é a música que embala o trailer.

Trata-se de uma versão mais lenta da música pop “What’s Up?“, do 4 Non Blondes, que foi um dos hinos dos anos 90 e recentemente voltou a fazer sucesso após ser tocada na série ‘Sense8‘.

Confira o clipe de What’s Up? e o trailer do filme:

Comparamos as cenas do FILME com as dos JOGOS

E finalmente saiu o trailer completo do novo filme de Resident Evil, Bem-Vindo a Raccoon City, que já no teaser tinha dado o que falar pelo visual, digamos, paupérrimo da caracterização dos atores. E ao mesmo tempo impressionou por adaptarem quase que de maneira literal os cenários e os figurinos dos personagens da série de jogos. E todo mundo ficou com aquela sensação de que precisava ver mais um pouco para opinar. Após a revelação, com mais cenas, o detalhamento da trama e sabendo como provavelmente será a dinâmica dessa nova empreitada, já dá pra saber o que vem por aí. Sim, a coisa pode ir mal no futuro, mas dessa vez os produtores ouviram os fãs e fizeram o possível para levar às telas algo que tivesse, pelo menos, a estética e a história original de Resident Evil.

Obviamente, por ser um filme de cinema e precisar funcionar isoladamente, é possível perceber mudanças claras logo no começo do trailer, como os irmãos Chris e Claire Redfield se encontrando diversas vezes – algo que não acontece no jogo, já que Claire nunca acha Chris, que já tinha ido combater a Umbrella na Europa no momento que acontecia os eventos do segundo jogo – e Claire depois foi em busca de Chris nos acontecimentos do game Code: Veronica. O helicóptero caindo na Mansão Spencer também vai de encontro aos eventos originais, já que ele tomba na RPD, a delegacia do Resident Evil 2. Ou mesmo a Lisa Trevor que deve ganhar um novo conceito para sua origem, que em outrora era filha do arquiteto da mansão Spencer e foi submetida a experiências horríveis, por isso possui aquela aparência.

Resident Evil: Welcome to Raccoon City chega aos cinemas no dia 24 de novembro, ainda esse ano, e teve todo seu elenco divulgado, sendo formado por Kaya Scodelario (Maze Runner) como Claire Redfield, Hannah John-Kamen (Black Mirror, Game of Thrones) como Jill Valentine, Robbie Amell (Flash, Quando nos Conhecemos) como Chris Redfield, Tom Hopper (The Umbrella Academy) como Albert Wesker, Avan Jogia (Zumbilândia: Atire Duas Vezes, Now Apocalypse) como Leon Kennedy, Donal Logue (Gotham, Sons of Anarchy) como o delegado Brian Irons e Neal McDonough (CSI: NY, Flash) como William Birkin. Temos apenas que aguardar e ver se tudo vai dar certo, pois quem sabe a partir daí uma nova franquia se inicie e eles comecem adaptar arcos incríveis e inéditos já vistos nos games.

Uma coisa que já podemos adiantar é que, sem dúvidas, essa já é a intepretação live action mais fiel que fizeram até o momento. É realmente muito nostálgico poder conferir cenas quase idênticas dos jogos sendo refeitas, praticamente quadro a quadro. E pensando nisso, pra quem não lembra ou mesmo desconhece esses cenários e momentos, colocamos lado a lado alguns desses quadros ou mesmo ideias visuais que foram tiradas dos jogos. Deixando claro que o filme adapta os eventos do primeiro e do segundo Resident Evil, que saíram na época para o primeiro Playstation, nos anos de 1990, mas anos depois ganharam remakes lindíssimos para o GameCube e Playstation 4. Os eventos desses jogos aconteciam com diferença de meses, mas o filme parece intercala-los. Enfim, sem mais delongas, veja algumas dessas cenas.

Claire de Moto:

Filme
Jogo

O motorista do caminhão:

Filme
Jogo

O caminhão:

Filme
Jogo

A frente da delegacia RPD:

Filme
Jogo

O hall da mansão:

Filme
Jogo

O primeiro zumbi:

Filme
Jogo

O Licker aparece:

Filme
Jogo

O cachorro zumbi:

Filme
Jogo

A aparência de William Birkin:

Filme
Jogo

A aparência de Lisa Trevor:

Filme
Jogo

‘007 – Sem Tempo para Morrer’ teve uma das campanhas de marketing mais CARAS e promissoras da história

Apesar a estreia de 007 – Sem Tempo para Morrer’ ter sido atrasada por 19 meses devido à pandemia do Coronavírus, parece que houve um retorno positivo na demora.

Ao longo desse tempo, diversas prévias circularam online e ajudaram a promover mais de 14 marcas que contribuíram na campanha de marketing do longa, avaliada em nada menos que US$ 150 milhões.

Embora não seja a quantia mais cara gasta com marketing na história do cinema, o valor é equivalente à grandes produções da Marvel Studios, como ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

De acordo com o Deadline, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘ serviu de vitrine para luxuosas marcas de roupas, relógios, automóveis, bebidas e smartphones.

Entre os principais beneficiados com a parceria estão as montadora Aston Martin, Land Rover e Triumph, a linha de relógios Omega, cerveja Heineken, champanhe Bollinge, vodka Smirnoff, refrigerantes Coca-Cola, joias Chopard, vestuários da Michael Kors e smartphones da Nokia.

Até o dia de lançamento da sequência, as prévias renderam em conjunto mais de meio bilhão de visualizações no YouTube, o que deve aumentar exponencialmente as vendas das empresas em questão.

Além disso, a campanha de marketing acabou se tornando referência na indústria cinematográfica por manter a força por tanto tempo e continuar atrair tantas visualizações.

Confira algumas das ações de marketing do longa:

 

 

Lembrando que ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘ já está em exibiição nos cinemas nacionais.

O longa surpreendeu e conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões em sua estreia no mercado internacional.

Até o momento, já são US$ 121.2 milhões arrecadados através de 17 mercados – incluindo o Brasil, onde o filme abriu em primeiro lugar.

A marca superou as projeções iniciais, que indicavam uma estreia internacional em torno de US$ 90 milhões

Além disso, a sequência abriu com 87% de aprovação no Rotten Tomatoes e recebeu grandes elogios por sua intrigante trama e por honrar a jornada de Daniel Craig como o amado espião britânico.

A produção ainda foi considerada uma excepcional despedida de Craig do papel que ajudou a alavancar ainda mais sua carreira ao estrelato.

Confira as principais avaliações do momento:

“Com seu quinto filme como 007, Craig é tão extraordinário que deixa apenas poeira para trás. Haverá outros Bonds para quem os quiser. Para todos os outros, há Craig”. – Stephanie Zacharek, TIME Magazine

“Sem Tempo Para Morrer é um filme fantástico: Um thriller de James Bond atualizado e moderno com um toque neoclássico satisfatório”. – Owen Gleiberman, Variety

“A despedida que a versão de James Bond de Craig (provavelmente) merece”. – Adam Woodward, Little White Lies

“Ainda que as mais de duas horas de duração sejam ocasionalmente extensas, o filme entrega”. 

“À medida que a música de Bond segue, temos uma despedida afetuosa: Unindo fielmente o velho e o novo mundo até o última nota imortal”. – Leah Greenblatt, Entertainment Weekly

“Sem Tempo Para Morrer é esquecível em todos os lugares que normalmente importam – é um filme de Bond com pouca emoção ou brio”. – A.A. Dowd, AV Club

O filme será o mais longo de toda a franquia com 163 minutos – 2h 43m – de duração, revelou o IndieWire.

Na trama, o agente secreto britânico (Daniel Craig) está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Peaky Blinders’ pode ganhar séries derivadas após o lançamento do filme

No início do ano, o criador de ‘Peaky Blinders‘, Steven Knight, confirmou que o desfecho da série será lançado em formato longa-metragem após a 6ª e última temporada da atração estrelada por Cillian Murphy.

E, durante sua passagem pelo Festival de Cinema de Londres, o cineasta conversou com a Variety e adiantou que ele e sua equipe estão planejando séries derivadas após o lançamento do filme.

“Eu já tenho uma ideia totalmente formada para a conclusão da história, temos começo, meio e um fim adequado para aquilo que contamos até agora. Mas, a partir disso, haverá ganchos para outras histórias nesse universo, que podem se tornar outras séries de TV e eu espero que essas ideias saiam do papel.”

Infelizmente, o cineasta também disse que não vai estar por trás desses outros projetos e deve servir apenas como consultor criativo.

“Eu amo o que fizemos com essa série e sinto que já contribuí o bastante no comando das operações. Está na hora de passar o bastão, mas ficarei honrado em servir como consultor criativo sempre que eu for solicitado.”

Além disso, ele confirmou que as gravações do longa irão começar somente em 2023, ainda sem data oficial.

“Com a estreia da 6ª temporada marcada para 2022, os trabalhos no filme terão início no ano seguinte, dando à equipe tempo para se preparar e trabalhar em outros projetos. E então vou escrever o filme que será ambientado e filmado em Birmingham. E essa provavelmente será o fim da linha para ‘Peaky Blinders’ como a conhecemos.”

Enquanto isso, relembre o trailer da 5ª temporada:

Os novos episódios se passam durante a grande crise da bolsa em 1929, um momento de glória para o personagem de Sam Claflin, que vê seu crescimento no cenário político.

A série acompanha família de gângsteres na Inglaterra no começo do século 20 e conta com Cillian Murphy, Tom Hardy, Paul Anderson, Helen McCrory e Annabelle Wallace.

Criador de ‘Percy Jackson’ está desenvolvendo novo filme de fantasia para Disney+; Confira os detalhes!

Através de seu blog pessoal, o autor Rick Riordan, criador da saga ‘Percy Jackson‘, revelou que está desenvolvendo um novo filme de fantasia para a Disney+.

Intitulado ‘Filha das Profundezas’ (Daughter Of The Deep), o longa é baseado em seu mais novo romance homônimo, que será publicado no próximo dia 26.

Durante uma turnê de lançamento do título, Riordan contou que o projeto está sendo supervisionado junto com sua esposa, Becky, por meio de sua produtora, a Mythomagic.

Atualmente, ele está co-escrevendo o roteiro, mas não mencionou com quem está trabalhando no rascunho.

“Como anunciei ontem à noite na turnê, estamos desenvolvendo um filme live-action de ‘Filha das Profundezas’ para a Disney +. Becky e eu estaremos produzindo através de nossa empresa Mythomagic, e eu estarei co-escrevendo o roteiro com um parceiro maravilhosamente talentoso… Vou compartilhar mais detalhes sobre isso em breve”, escreveu ele.

Na trama, acompanhamos a rotina de Ana Dakkar, uma caloura da Harding-Pencroft Academy, uma escola que forma os melhores cientistas marinhos, guerreiros navais, navegadores e exploradores subaquáticos do mundo.

Solitária, Ana tenta conviver com a saudade dos pais, mortos há dois anos durante uma expedição científica, e a única família que lhe restou é seu irmão mais velho, Dev, também aluno da HP.

O primeiro ano de estudos de Ana culmina com o teste de fim de semana da classe no mar, cujos detalhes foram mantidos em segredo. Ela só espera tirar a nota necessária para ter sucesso. No entanto, todas as suas preocupações se voltam a uma terrível tragédia testemunhada ao longo da viagem… Algo que mudará a vida de Ana e seus colegas para sempre.

Vagamente inspirado em ‘Vinte Mil Léguas Submarinas‘ (Júlio Verne), o romance e o filme têm o potencial de oferecer uma aventura bem divertida para todas as idades.

Enquanto isso, vale lembrar que a adorada saga ‘Percy Jackson’ vai ganhar um reboot no Disney+ e, para aumentar nossas expectativas, Riordan disse que o projeto segue a todo vapor na Casa Mouse.

O autor contou que que teve uma “conversa bastante positiva” com os executivos do estúdio sobre a série e confirmou que todos estão animados para vê-la ganhar vida.

“Tivemos uma conversa bastante positiva [na sexta-feira] com os principais executivos dos vários ramos da Disney: Disney Entertainment, Disney TV, 20th Century Studios e Disney+. Essa foi a primeira vez que estávamos todos na mesma sala (bom, numa sala do Zoom) para fazer questão de que tínhamos as mesmas informações e compartilhávamos dos mesmos objetivos”, ele escreveu.

Riordan continua: “Ter todos juntos para alinhar nossas visões para o show foi extremamente útil e acho que boa parte das confusões foi resolvida. A boa notícia é: eles estão ‘todos dentro’, como falaram, sobre fazer o show e fazê-lo certo. Vários deles têm filhos que cresceram com ‘Percy Jackson’, também, então eles entendem. Eles entendem que há milhões de vocês por aí, esperando ansiosamente para ver Percy Jackson ganhar vida de uma forma nova. Nos sentimos apoiados e ouvidos, e estou mais confiante que nunca que a série vai seguir em frente como merece”.

Segundo o autor, a Disney vai investir alto na série e o orçamento será similar ao de ‘The Mandalorian‘ e ‘WandaVision‘ – que custaram em média de US$ 100 milhões na primeira temporada.

A série ainda não tem previsão de lançamento.

Confira o primeiro teaser da produção abaixo:

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

Diretor de ‘007 – Sem Tempo para Morrer’ tem uma história para um novo filme do James Bond

007 – Sem Tempo para Morrer‘ marcou a despedida de Daniel Craig como o James Bond, mas o diretor do filme, Cary Joji Fukunaga, revelou em uma entrevista para o SlashFilm que ele tem uma ideia para uma história para outra aventura nesse universo, caso os produtores Barbara Broccoli e Michael G. Wilson o convidem de volta para a próxima reinicialização.

“Ainda tenho uma história que faria se tivesse que reiniciar a franquia. Esta foi uma lousa completamente limpa. Em setembro de 2018, eu estava apenas ouvindo todos, o que estava funcionando, o que não estava funcionando, o que eles queriam, o que eles esperavam, e apenas tive que sentar com isso e tentar descobrir como transformar isso em uma história. Inevitavelmente, as coisas vão entrando, coisas que você já experimentou antes e outras histórias que não deram certo, mas você só está procurando aquele lugar que poderia caber, sabe? Acho que seria legal”, afirmou. 

Vale lembrar que Henry Cavill é um dos preferidos para viver o novo James Bond.

007 – Sem Tempo para Morrer‘ surpreendeu e conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões em sua estreia no mercado internacional.

O longa arrecadou US$ 119.1 milhões através de 17 mercados – incluindo o Brasil, onde o filme abriu em primeiro lugar.

Vale lembrar que a produção superou as projeções iniciais, que indicavam uma estreia internacional em torno de US$ 90 milhões

Lembrando que 007 – Sem Tempo para Morrer’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

O longa abriu 87% de aprovação no Rotten Tomatoes e recebeu grandes elogios por sua intrigante trama e por honrar a jornada de Daniel Craig como o amado espião britânico.

A produção ainda foi considerada uma excepcional despedida de Craig do papel que ajudou a alavancar ainda mais sua carreira ao estrelato.

Confira as principais avaliações do momento:

“Com seu quinto filme como 007, Craig é tão extraordinário que deixa apenas poeira para trás. Haverá outros Bonds para quem os quiser. Para todos os outros, há Craig”. – Stephanie Zacharek, TIME Magazine

“Sem Tempo Para Morrer é um filme fantástico: Um thriller de James Bond atualizado e moderno com um toque neoclássico satisfatório”. – Owen Gleiberman, Variety

“A despedida que a versão de James Bond de Craig (provavelmente) merece”. – Adam Woodward, Little White Lies

“Ainda que as mais de duas horas de duração sejam ocasionalmente extensas, o filme entrega”. 

“À medida que a música de Bond segue, temos uma despedida afetuosa: Unindo fielmente o velho e o novo mundo até o última nota imortal”. – Leah Greenblatt, Entertainment Weekly

“Sem Tempo Para Morrer é esquecível em todos os lugares que normalmente importam – é um filme de Bond com pouca emoção ou brio”. – A.A. Dowd, AV Club

O filme será o mais longo de toda a franquia com 163 minutos – 2h 43m – de duração, revelou o IndieWire.

Na trama, o agente secreto britânico (Daniel Craig) está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

As Bond Girls que não ficaram limitadas à um filme na saga 007

Interesses românticos do agente simbolizam bem a natureza episódica da série, porém algumas delas não ficaram limitadas a um único filme

A franquia 007 é carregada de elementos icônicos em todos os aspectos: do elenco liderado um ator interpretando um James Bond a cada geração até aspectos técnicos como a tradicional cena de abertura de 007 disparando contra o público por meio da visão da arma. Gadgets extravagantes (apresentados apartir de Goldfinger); músicas de abertura icônicas desde o primeiro filme; vilões inesquecíveis e as Bond Girls.

A grande característica de Bond, dentre todas, talvez seja o erotismo discreto toda vez que ele se relaciona com algum personagem do sexo oposto. Ainda que nos livros ele tivesse comportamentos negativos para contrabalançar essa tendência, os filmes a partir de 1962 afastaram o problema evidente do personagem com o álcool e escolheram pela potencialização da sensualidade.

Com isso, a franquia 007 se tornou uma das primeiras a lidar com o tema da sexualidade de maneira escancarada com o grande público. Consequentemente Bond colecionou ao longo das décadas um número considerável de pares românticos que compartilharam de suas aventuras.

Ainda que possuindo elementos que não envelheceram bem, a franquia foi pioneira na representação do sexo no cinema

Mesmo com o foco sendo sempre o protagonista, as popularmente chamadas Bond Girls indicavam, sob certo ponto de vista, como as personagens femininas eram retratadas no cinema, dependendo da década em que determinado filme foi lançado. Outro elemento a se ressaltar das Bond Girls é a representação glamourosa de todas, algo presente desde a cena que introduziu a personagem de Ursula Andress em Satânico Dr. No.

Mesmo que muitas delas fossem representadas por atrizes desconhecidas, eventualmente a escolha para o papel se tornou mais seletiva, no qual foram sendo priorizadas atrizes que tivessem um trabalho prévio conhecido no cinema ou em qualquer outra área. No entanto, por mais que o título de Bond Girl seja um pilar da franquia, ele ainda sofre com a essência narrativa da mesma.

Tradicionalmente a série 007 sempre possuiu uma natureza episódica, no qual os filmes não eram essencialmente ligados uns aos outros e funcionavam como histórias fechadas. Pode-se dizer que o único elo que ligava determinados filmes uns aos outros era o retorno do ator que, por ventura, estava interpretando James Bond naquela década em específico.

Ursula Andress se tornou um dos símbolos da revolução sexual do cinema nos anos 60

Por muito tempo a estratégia funcionou pelo motivo mencionado; um público ocasional que só viesse a ter acesso à uma aventura de 007 pela televisão ou VHS (isso mais para frente) poderia aproveitar o espetáculo sem ficar perdido em referências à aventuras anteriores. 

O porém foi que a ausência de uma linearidade geral sempre impediu o personagem de evoluir; logo, não importava se o agente passasse por um arco narrativo complexo em um capítulo pois a natureza episódica da franquia sempre tendia a restabelecer os status quo ao início de cada produção. Isso ocorria com James Bond e também com as coadjuvantes femininas.

Uma troca de Bond Girl se tornou esperada entre uma produção e outra, troca essa que não contava com, pelo menos, a continuidade de uma atriz para o papel da mesma forma que acontecia com James Bond. Pouco importava o quão icônica era a introdução de uma co-heroína ou que ações ela desempenhava na trama, às vezes até como uma femme fatale (em Goldeneye, por exemplo), ela sempre desaparecia para jamais voltar ao final de uma aventura.

Famke Jansen como a inesquecível femme fatalle de “GoldenEye”

Porém, como toda regra tem uma exceção com as Bond Girls não é diferente. Ainda que a vasta maioria delas entre 1962 e 2015 sejam momentos fugazes na vida do famoso espião britânico, algumas conseguiram causar um impacto a longo prazo na franquia. O exemplo mais recente é a personagem Madeleine, interpretada por Lea Seydoux, que debutou em Spectre e vai voltar em Sem Tempo para Morrer.

  • Sylvia Trench (Eunice Gayson)

Simplesmente a primeira Bond Girl da cinessérie, ou pelo menos desde que os filmes passaram a ser produzidos pela dupla Broccoli e Saltzman, cuja estreia foi em 1962. Não é incomum ela ser esquecida, quando se fala dessa obra em particular, em prol da personagem Honey Ryder (Ursula Andress) que possui um tempo de tela muito maior.

A Bond Girl original (mesmo que por poucos minutos)

O que torna Sylvia diferente de Honey é que, por mais iconica que a segunda seja para a franquia, ela foi esquecida após Satânico Dr. No. O exato oposto de Sylvia que retorna para uma ponta, mesmo que breve, na sequência Moscou contra 007

Ainda que ela continue sem maior atenção essa segunda aparição demonstra uma vontade inicial dos responsáveis em realizar uma continuação direta; não só prosseguindo com a vingança da S.P.E.C.T.R.E à 007 após a morte do Dr. No como também dando um prosseguimento ao relacionamento dele com Sylvia.

  • Teresa di Vicenzo (Diana Rigg)

Um dos capítulos mais curiosos da franquia é, sem dúvidas, A Serviço Secreto de sua Majestade lançado em 1969. O primeiro filme pós Sean Connery trouxe George Lazenby pela primeira, bem como ultima vez para dar vida a James Bond. Além dele a presença da personagem Teresa di Vicenzo também é um fator que torna o filme singular.

Mesmo não tendo a fama de Honey ou Pussy, Teresa ainda é a Bond Girl mais importante, para a saga, de todos os tempos

Esse foi o primeiro filme em que Bond se apaixona e que apresentou uma Bond Girl que não se apoiava exclusivamente na sensualidade. Teresa é uma parte integrante do enredo e uma aliada importante de Bond, salvando-o mais de uma vez e auxiliando-o em encontrar o vilão Blofeld. 

Além disso tudo, a interpretação concedida por Diana Rigg (uma atriz oriunda do teatro) conferiu à personagem a aura trágica necessária para o final entregue; esta que é a melhor conclusão de uma produção envolvendo 007. Teresa seria mencionada em filmes posteriores como a primeira e única esposa de Bond: uma vez na fase Roger Moore e outra na de Timothy Dalton.

Se tem algo que a Era Craig trouxe para essas produções foi um aguardado senso de continuidade entre os títulos estrelando o ator britânico. Começando por Cassino Royale o público acompanhou a primeira missão de Bond como um agente “00” bem como a primeira aparição de Vesper.

Nome conhecido dos romances de Ian Fleming, Vesper é introduzida como uma enviada do tesouro britânico para monitorar o financiamento concedido à Bond para uma missão. Seguindo um caminho de mostrar um 007 mais humano, tanto ele quanto Vesper se apaixonam e planejam permanecer juntos, porém a relação termina tragicamente. É a morte da coadjuvante que funciona como uma força motriz para James na obra seguinte, Quantum of Solace, e eventualmente é referenciada em Spectre.  

 

‘Prophet’: Jake Gyllenhaal será super-soldado em adaptação de HQ com diretor de ‘Resgate’

Poucas semanas depois de assinar contrato para estrelar uma adaptação da HQ ‘Oblivion Song’, o indicado ao Oscar Jake Gyllenhaal vai estrelar mais um projeto baseado em quadrinhos.

De acordo com o The Hollywood Reporter, o astro entrou para o elenco de ‘Prophet‘, adaptação dos quadrinhos homônimos criaosa por Rob Liefeld, que também é co-criador de personagens como Cable e Deadpool.

Produzido pelo Studio 8, o longa será escrito por Marc Guggenheim (‘Arrow’) e dirigido por Sam Hargrave (‘Resgate’).

Assim como nos quadrinhos, a adaptação acompanha John Prophet (Gyllenhaal), um homem desesperado para proteger e sustentar sua família durante o fim da 2ª Guerra Mundial, então ele se entrega como cobaia de um experimento alemão para criar super-soldados.

No entanto, depois que um bombardeio o enterra vivo e o prende no subsolo por 20 anos, ele desperta novamente em 1965, onde as coisas não estão nada bem para ele.

O mundo mudou sem ele, sua filha o culpa pelo abandono e agentes da KGB estão atrás dele para criar super-soldados a partir de seu sangue.

Ainda sem previsão de estreia, a adaptação está sendo disputada por estúdios e plataformas de streaming, e deve ser a primeira parte de uma nova franquia.

Até o momento, maiores detalhes não foram revelados, então não há previsão para o início das filmagens e nem informações sobre o restante do elenco.

Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas plos próximos meses

Lembrando que o filme mais recente de Gyllenhaal é ‘O Culpado (‘The Guilty’).

Produzido pela Netflix, o longa dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’) é um remake norte-americano do thriller de ação dinamarquês dirigido por Gustav Möller.

Na trama, um detetive rebaixado a operador de chamadas de emergência tenta salvar uma mulher desesperada em meio a um dia frenético cheio de revelações – e acertos de contas.

Confira o trailer, junto às imagens:

THE GUILTY: JAKE GYLLENHAAL as JOE BAYLER. CR: GLEN WILSON/NETFLIX © 2021.

THE GUILTY: BEHIND THE SCENES with ANTOINE FUQUA (DIRECTOR). CR: GLEN WILSON/NETFLIX © 2021.

THE GUILTY: JAKE GYLLENHAAL as JOE BAYLER. CR: NETFLIX © 2021.

O elenco ainda conta com Riley Keough, Ethan Hawke e Paul Dano.

Nic Pizzolatto (True Detective) assina o roteiro.

Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City | Comparamos as cenas do FILME com as dos JOGOS

E finalmente saiu o trailer completo do novo filme de Resident Evil, Bem-Vindo a Raccoon City, que já no teaser tinha dado o que falar pelo visual, digamos, paupérrimo da caracterização dos atores. E ao mesmo tempo impressionou por adaptarem quase que de maneira literal os cenários e os figurinos dos personagens da série de jogos. E todo mundo ficou com aquela sensação de que precisava ver mais um pouco para opinar. Após a revelação, com mais cenas, o detalhamento da trama e sabendo como provavelmente será a dinâmica dessa nova empreitada, já dá pra saber o que vem por aí. Sim, a coisa pode ir mal no futuro, mas dessa vez os produtores ouviram os fãs e fizeram o possível para levar às telas algo que tivesse, pelo menos, a estética e a história original de Resident Evil.

Obviamente, por ser um filme de cinema e precisar funcionar isoladamente, é possível perceber mudanças claras logo no começo do trailer, como os irmãos Chris e Claire Redfield se encontrando diversas vezes – algo que não acontece no jogo, já que Claire nunca acha Chris, que já tinha ido combater a Umbrella na Europa no momento que acontecia os eventos do segundo jogo – e Claire depois foi em busca de Chris nos acontecimentos do game Code: Veronica. O helicóptero caindo na Mansão Spencer também vai de encontro aos eventos originais, já que ele tomba na RPD, a delegacia do Resident Evil 2. Ou mesmo a Lisa Trevor que deve ganhar um novo conceito para sua origem, que em outrora era filha do arquiteto da mansão Spencer e foi submetida a experiências horríveis, por isso possui aquela aparência.

Resident Evil: Welcome to Raccoon City chega aos cinemas no dia 24 de novembro, ainda esse ano, e teve todo seu elenco divulgado, sendo formado por Kaya Scodelario (Maze Runner) como Claire Redfield, Hannah John-Kamen (Black Mirror, Game of Thrones) como Jill Valentine, Robbie Amell (Flash, Quando nos Conhecemos) como Chris Redfield, Tom Hopper (The Umbrella Academy) como Albert Wesker, Avan Jogia (Zumbilândia: Atire Duas Vezes, Now Apocalypse) como Leon Kennedy, Donal Logue (Gotham, Sons of Anarchy) como o delegado Brian Irons e Neal McDonough (CSI: NY, Flash) como William Birkin. Temos apenas que aguardar e ver se tudo vai dar certo, pois quem sabe a partir daí uma nova franquia se inicie e eles comecem adaptar arcos incríveis e inéditos já vistos nos games.

Uma coisa que já podemos adiantar é que, sem dúvidas, essa já é a intepretação live action mais fiel que fizeram até o momento. É realmente muito nostálgico poder conferir cenas quase idênticas dos jogos sendo refeitas, praticamente quadro a quadro. E pensando nisso, pra quem não lembra ou mesmo desconhece esses cenários e momentos, colocamos lado a lado alguns desses quadros ou mesmo ideias visuais que foram tiradas dos jogos. Deixando claro que o filme adapta os eventos do primeiro e do segundo Resident Evil, que saíram na época para o primeiro Playstation, nos anos de 1990, mas anos depois ganharam remakes lindíssimos para o GameCube e Playstation 4. Os eventos desses jogos aconteciam com diferença de meses, mas o filme parece intercala-los. Enfim, sem mais delongas, veja algumas dessas cenas.

Claire de Moto:

Filme

Jogo

O motorista do caminhão:

Filme

Jogo

O caminhão:

Filme

Jogo

A frente da delegacia RPD:

Filme

Jogo

O hall da mansão:

Filme

Jogo

O primeiro zumbi:

Filme

Jogo

O Licker aparece:

Filme

Jogo

O cachorro zumbi:

Filme

Jogo

A aparência de William Birkin:

Filme

Jogo

A aparência de Lisa Trevor:

Filme

Jogo