Site Página 4085

‘The Crown’: Gillian Anderson conquista o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Drama no Emmy 2021!

A 4ª temporada do drama de época The Crown continua a colher frutos – e é claro que isso não seria diferente no Emmy Awards 2021.

Além de Peter Morgan ter conquistado a estatueta de Melhor Roteiro em Série de Drama e de Jessica Hobbs também foi condecorada com o prêmio na categoria de Melhor Direção, a maravilhosa Gillian Anderson levou para casa merecidamente o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel como Margaret Thatcher.

Lembrando que a produção ainda concorre em diversas outras categorias, incluindo Melhor Série – DramaMelhor Atriz para Olivia ColmanEmma CorrinMelhor Ator para Josh O’Connor Melhor Ator Coadjuvante para Tobias Menzies.

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘The Crown’: 4ª temporada também leva para casa o Emmy de Melhor Direção em Série de Drama

A 4ª temporada do drama de época The Crown continua a colher frutos – e é claro que isso não seria diferente no Emmy Awards 2021.

Além de Peter Morgan ter conquistado a estatueta de Melhor Roteiro em Série de DramaJessica Hobbs também foi condecorada com o prêmio na categoria de Melhor Direção.

Lembrando que a produção ainda concorre em diversas outras categorias, incluindo Melhor Série – DramaMelhor Atriz para Olivia ColmanEmma CorrinMelhor Ator para Josh O’ConnorMelhor Ator Coadjuvante para Tobias Menzies Melhor Atriz Coadjuvante para Gillian AndersonHelena Bonham CarterEmerald Fennell.

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘The Crown’: 4ª temporada conquista o Emmy de Melhor Roteiro em Série de Drama

A 4ª temporada do drama de época The Crown continua a colher frutos – e é claro que isso não seria diferente no Emmy Awards 2021.

Peter Morgan, criador da série, conquistou a estatueta de Melhor Roteiro em Série de Drama por seu incrível trabalho na recente iteração.

Lembrando que a produção ainda concorre em diversas outras categorias, incluindo Melhor Série – DramaMelhor Atriz para Olivia ColmanEmma CorrinMelhor Ator para Josh O’ConnorMelhor Ator Coadjuvante para Tobias Menzies Melhor Atriz Coadjuvante para Gillian AndersonHelena Bonham CarterEmerald Fennell.

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Mare of Easttown’: Evan Peters leva para casa o Emmy de Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie

O aclamado suspense Mare of Easttown chegou ao fim recentemente e foi uma das principais produções relembradas no Emmy Awards 2021.

Na cerimônia de anúncio dos vencedores, a série levou mais uma estatueta, dessa vez para Evan Peters em Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie.

Lembrando que o show também concorre a Melhor Série Limitada e Melhor Atriz em Série Limitada para Kate Winslet.

Craig Zobel (‘The Leftovers’) é responsável pela direção de todos os episódios.

Winslet estrela como Mare Sheehan, uma detetive da Pensilvânia que investiga um assassino local conforme a vida se desmorona ao seu redor. A série explora o lado sombrio de uma comunidade unida e uma examinaçao autência de como a família e as tragédias do passado definem o presente.

Julianne NicholsonJean SmartAngourie RiceEvan PetersGuy PearceCailee SpaenyDavid DenmanJohn Douglas ThompsonPatrick MurneyJames McArdleSosie BaconJoe TippettNeal Huff completam o elenco.

‘Mare of Easttown’: Julianne Nicholson conquista o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie

O aclamado suspense Mare of Easttown chegou ao fim recentemente e foi uma das principais produções relembradas no Emmy Awards 2021.

Na cerimônia de anúncio dos vencedores, a série já conquistou uma estatueta: Julianne Nicholson levou para casa o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie por seu incrível trabalho.

Lembrando que o show também concorre a Melhor Série LimitadaMelhor Atriz em Série Limitada para Kate Winslet Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada para Evan Peters.

Craig Zobel (‘The Leftovers’) é responsável pela direção de todos os episódios.

Winslet estrela como Mare Sheehan, uma detetive da Pensilvânia que investiga um assassino local conforme a vida se desmorona ao seu redor. A série explora o lado sombrio de uma comunidade unida e uma examinaçao autência de como a família e as tragédias do passado definem o presente.

Julianne NicholsonJean SmartAngourie RiceEvan PetersGuy PearceCailee SpaenyDavid DenmanJohn Douglas ThompsonPatrick MurneyJames McArdleSosie BaconJoe TippettNeal Huff completam o elenco.

‘Ted Lasso’: Brett Goldstein conquista a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante no Emmy 2021!

A aclamada comédia Ted Lasso, da Apple TV+, continua a coletar prêmios e mais prêmios e, no Emmy Awards 2021, já levou mais dois

Além de Hannah Waddingham ter conquistado o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de ComédiaBrett Goldstein também ganhou a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia.

A produção foi criada por Bill Lawrence, Jason SudeikisBrendan HuntJoe Kelly.

A trama segue a vida de Ted Lasso, um técnico de futebol americano que se encontra em dificuldade quando se vê contratado para treinar um time de futebol, na Inglaterra, mesmo não tendo experiência suficiente com o esporte.

Além de Sudeikis, o elenco ainda conta com Hannah Waddingham, Jeremy Swift, Phil Dunster, Brett Goldstein, Brendan Hunt, Nick Mohammed, Juno Temple e Sarah Niles.

‘Ted Lasso’: Hannah Waddingham leva para casa o Emmy 2021 de Melhor Atriz Coadjuvante!

A aclamada comédia Ted Lasso, da Apple TV+, se tornou uma das produções mais elogiadas dos últimos anos e vem conquistando mais prêmios mês após mês.

Na cerimônia de vencedores do Emmy Awards 2021Hannah Waddingham conquistou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por seu incrível trabalho.

A produção foi criada por Bill Lawrence, Jason SudeikisBrendan HuntJoe Kelly.

A trama segue a vida de Ted Lasso, um técnico de futebol americano que se encontra em dificuldade quando se vê contratado para treinar um time de futebol, na Inglaterra, mesmo não tendo experiência suficiente com o esporte.

Além de Sudeikis, o elenco ainda conta com Hannah Waddingham, Jeremy Swift, Phil Dunster, Brett Goldstein, Brendan Hunt, Nick Mohammed, Juno Temple e Sarah Niles.

‘Thelma & Louise’, ‘Tomates Verdes Fritos’ e a mudança nos 30 anos de empoderamento feminino em Hollywood

É inegável que nossa sociedade mundial evoluiu muito nas últimas décadas. E conforme cada grande salto de tal reajuste chegam também as enormes barreiras criadas por aqueles que acreditam que antes tudo era melhor. Mudar é difícil e os privilegiados nunca querem abrir mão de seu status hierárquico. O que vemos na verdade, porém, é apenas uma transformação positiva que tende a igualar a todos dentro de um sistema social. É claro que muita coisa ainda precisa mudar para se chegar num patamar de igualdade. Ao olharmos 30 anos no passado, por exemplo, já podíamos notar as rodas evolutivas em movimento, dando a partida do que temos hoje.

Por isso a história é tão importante. Serve, dentre inúmeras outras coisas, como parâmetro para notarmos como éramos, como evoluímos e notar que estamos andando na direção certa. E nesse sentido o cinema é uma ferramenta importantíssima. Embora alguns só o percebam como forma de entretenimento, mesmo nos filmes mais escapistas podemos fazer uma análise social, de como vivíamos e nos comportávamos no passado; o que era aceitável, o que mudou e o que é visto com muita reprovação com os olhos de hoje.

Especificamente nesta nova matéria iremos abordar o tópico do empoderamento feminino, um assunto ainda muito debatido atualmente. Cada vez mais filmes visam dar espaço ao protagonismo feminino, afinal o lugar da mulher na sociedade evoluiu muito desde a década de 1960 e corre a patamares inalcançáveis anteriormente. Em Hollywood, por exemplo, discute-se muito os bons papeis femininos, que não sejam apenas coadjuvantes dos homens ou que não dependam deles para fazer girar sua narrativa. Fora isso, não existe mais um gênero onde a mulher não possa protagonizar, e desde os anos 90 a mulher invadiu até mesmo os faroestes – gênero tipicamente considerado masculino: em produções como Rápida e Mortal (1995) e Quatro Mulheres e um Destino (1994), por exemplo.

Aqui voltaremos justamente para a década de 1990, mas para seu início, em 1991, há trinta anos no passado, para dar uma olhada em duas produções que visavam discutir a mulher em nossa sociedade de diferentes formas em diferentes gêneros.

É claro que não poderíamos começar de outra forma. Presente no acervo do Telecine Play, Thelma & Louise é considerado um dos grandes marcos do movimento feminista moderno na sétima arte. Comemorando seu trigésimo aniversário em 2021, é curioso notar como o longa estava à frente de seu tempo, permanecendo ainda muito atual hoje. Dirigido por Ridley Scott, que marcava seu nome na ficção científica então (com Alien – O Oitavo Passageiro e Blade Runner – O Caçador de Androides), o drama feminino era um ponto fora na curva para o cineasta – que originalmente iria apenas produzir o material. O coração do filme, no entanto, é o roteiro escrito por uma mulher, a roteirista Callie Khouri, que levou o Oscar por seu trabalho (o único que o filme receberia, num total de seis indicações).

Selfie antes da selfie existir. Louise (Susan Sarandon) e Thelma (Geena Davis) foram pioneiras em muitos aspectos.

Eu sei que se fosse feito hoje, teríamos uma mulher dirigindo o longa, mas na época o número de cineastas mulheres com as portas abertas pelos grandes estúdios (como a MGM aqui) para comandar produções deste tipo era bastante reduzido. Se hoje os números não são vastos, imagine há trinta anos. De qualquer forma, esse é um dos percalços que já podemos notar num filme feminista de trinta anos atrás: ele tinha que ser dirigido por um homem! Como dito, porém, o que conta mesmo aqui é a história e a mensagem por trás dela. Numa sociedade machista do sul dos EUA, duas mulheres planejam um fim de semana juntas para escapar de suas rotinas opressoras. Louise é uma garçonete do típico diner norte-americano e Thelma é uma dona de casa solenemente maltratada por seu marido traste.

A pose icônica da dupla de bad girls e bad asses. É muito woman power.

Visando respirar um pouco, as duas caem na estrada, mas já na primeira noite são colocadas à prova. Tudo por motivo de arcaicos ditados como “você procurou”, “não soube se comportar”. Três anos antes, Acusados (1988), com Jodie Foster, narrava sobre uma jovem estuprada em um bar. Aqui, algo semelhante ocorre quando Thelma, animada num bar, bebe umas e outras, aceita dançar com um aparente cavalheiro simpático e termina arrastada para fora do estabelecimento por ele. No estacionamento o sujeito se mostra um cafajeste, se força sobre ela e quando a mulher diz não, o filme mostra que há trinta anos não existia o hoje famoso e necessário “não é não”. Pronto a estupra-la, Thelma consegue no último minuto ser resgatada por Louise, mas termina no calor do momento (e muito sangue nos olhos) por matar o infeliz. Legítima defesa, é claro. Mas há trinta anos e no Texas, como as duas apontam, receberiam a pena de morte pois todos no bar testemunhariam que ela “estava pedindo”. Agora cabe a dupla fugir até que possam colocar essa história a limpo. O desfecho, no entanto, que chamou muita atenção em seu lançamento devido ao impacto, se tornando uma das cenas mais memoráveis dos últimos trinta anos no cinema, hoje pode atestar negativamente para o discurso. Ou seja, a única forma de uma mulher escapar ilesa da lei após ter sido abusada é a morte.

Thelma & Louise, é claro, foram imortalizadas por Geena Davis e Susan Sarandon, respectivamente. Ambas foram indicadas ao Oscar e fica difícil imaginarmos outras atrizes no papel. No entanto, algumas outras estrelas de Hollywood quase ficaram com as personagens antes da dupla. De começo, Meryl Streep e Goldie Hawn, que procuraram um projeto para estrelarem juntas, chegaram perto de fazer o filme, mas terminaram optando por algo mais leve e seguiram para a comédia A Morte Lhe Cai Bem (1992) no ano seguinte. Em outro momento, os produtores queriam Streep ao lado de Cher protagonizando – mas as duas recusaram.

Curiosamente, a autora do roteiro Callie Khouri visualizou Holly Hunter (O Piano) e Frances McDormand (Fargo) como a dupla protagonista. Mas quem assinou contrato para estrelar mesmo foram Michelle Pfeiffer e Jodie Foster. Já imaginaram como seria o filme com estas duas? Como a demora foi grande para o início da produção – ambas desistiram do projeto, mesmo tendo sido Pfeiffer que sugeriu que Scott dirigisse o longa além de produzir. Foster seguiu para O Silêncio dos Inocentes no mesmo ano (e levou o Oscar de protagonista) e Pfeiffer, é claro, desempenharia seu papel mais icônico, o da Mulher Gato em Batman, O Retorno (1992).

“Eu sou a Thelma dela & ela é a minha Louise”. “Ela é a minha Thelma & e eu sou a Louise dela”. Geena Davis e Susan Sarandon celebram o agora clássico.

Thelma & Louise estreou no prestigiado festival de Cannes em maio de 1991, e se tornou um dos filmes mais populares da época. Em dezembro do mesmo ano, outro filme viria a fazer coro com ele. Trata-se de Tomates Verdes Fritos, adaptação de um famoso best-seller do período, presente no acervo atual da Amazon Prime Video. A história também traz como foco a amizade entre mulheres, se apoiando e lutando para escapar das amarras sociais de uma cultura patriarcal e machista. Narrativamente construída em duas épocas distintas, a trama apresenta quatro mulheres como protagonistas, duas em cada linha temporal. Diferente de Thelma & Louise, Tomates Verdes Fritos não é tão moderno e dinâmico, ao menos na forma como o longa foi filmado e montado, fazendo uso basicamente do drama, ao contrário do filme de Ridley Scott que também aposta na ação, no suspense e numa narrativa policial.

Um elenco feminino de peso, de gerações distintas, protagoniza ‘Tomates Verdes Fritos’.

A história principal de Tomates Verdes Fritos se passa na década de 1980, e é estrelada por Kathy Bates, que então acabara de ganhar um Oscar de protagonista por Louca Obsessão – um dos melhores thrillers dos anos 90, baseado em Stephen King. Aqui, ela vive uma personagem muito diferente, a subjugada Evelyn Couch (Sofá em inglês). Esposa rechonchuda de um sujeito rechonchudo, Evelyn vive à sombra como a típica dona de casa da época. Em uma visita à uma casa de repouso com o marido, ela termina por conhecer a idosa Ninny, papel da saudosa veterana Jessica Tandy – vencedora do Oscar no ano anterior por Conduzindo Miss Daisy. A relação entre Evelyn e Ninny será complementar e irá mudar a vida das duas. Ninny aproveita a companhia de Evelyn no local, a cada nova visita podendo relembrar o passado e lhe contar um pouco de sua história de vida. Essa recordação irá inspirar e motivar Evelyn, que usará em sua própria vida muito do que lhe é apresentado nos contos da velha senhora.

Ninny a narra em especial a relação entre a independente Idgie (papel da it girl dos anos 80 Mary Stuart Masterson) e a donzela Ruth (Mary-Louise Parker). Donas de personalidades e vivências diferentes, as duas criarão um forte laço de amizade, cujo subtexto pode ser lido para além disso, numa relação amorosa mais intensa e não muito vocalizada na época. Idgie sempre foi a “moleca”, uma menina travessa que se comportava como um menino e isso gerou toda a sua independência. Forte e decidida, ela assume na década de 1920 uma postura vista como inadequada para os padrões das mulheres naquele período. Já Ruth se encontra mais presa dentro de tal estrutura, sendo uma mulher “enlatada” do período. Ela inclusive se casa, como era esperado, e sofre abuso doméstico – num dos discursos mais fervorosos do filme.

A relação entre Idgie (Mary Stuart Masterson, acima) e Ruth (Mary-Louise Parker, abaixo) é um dos fortes subtextos de ‘Tomates Verdes Fritos’.

Como o laço intenso já havia se desenvolvido entre as duas, Idgie a resgata da vida de sofrimento para a liberdade ao seu lado. As duas abrem um restaurante e começam a servir, entre outras coisas, o tal tomate verde frito do título, no local. A relação amorosa entre as duas fica apenas subliminarmente pincelada para quem quiser ler nas entrelinhas. No período do lançamento provavelmente passou batido pela maioria. Hoje, com a percepção mais ativa neste sentido, é impossível não notar o elo formado por essas mulheres. Diferente do que temos em Thelma & Louise, por exemplo. A personagem Idgie, embora receba propostas de homens, deixa bem clara sua recusa. Ela só tem olhos para Ruth. Falar de um tema como este, de uma relação lésbica abertamente no cinema de grande público (num lançamento de um grande estúdio como a Universal) era um tabu, e a forma como os realizadores encontraram para dar seu recado foi esta – muito mais induzida do que explícita, porém, a eficiência e impacto consegue ser melhor assimilado do que muitas histórias atuais onde só temos o apelo visual sem qualquer ressonância narrativa.

Jovens atrizes, Masterson e Parker mostram maturidade em seus papeis desafiadores.

Assim como Thelma & Louise, em Tomates Verdes Fritos temos uma história muito feminina, escrita por mulheres. O livro em que é baseado tem autoria de Fannie Flagg, e o roteiro foi adaptado por Carol Sobieski, nome quente na indústria, falecida infelizmente aos 51 anos de idade em 1990, sem ver a estreia de um de seus trabalhos mais populares. Mas também teve o comando de um homem, o diretor Jon Avnet – conhecido produtor em sua estreia como realizador. Tomates Verdes Fritos recebeu duas indicações ao Oscar no mesmo ano de Thelma & Louise: melhor atriz coadjuvante para Jessica Tandy e melhor roteiro adaptado (de forma póstuma) para Sobieski.

Com ambos os filmes disponíveis atualmente em plataformas de streaming populares, este é o momento ideal de revisitarmos essas produções icônicas e muito femininas da sétima arte em seu trigésimo aniversário – seja dando uma nova olhada ou desbravando-os pela primeira vez. Uma coisa é certa, ambos surgem como boa fonte de estudo social do papel e evolução da mulher.

Tom Cruise tira foto com fãs após ter pulado de paraquedas para cena de ‘Missão Impossível 7’

Foi divulgado uma foto do set de filmagens de ‘Missão: Impossível 7‘ que mostra o astro Tom Cruise após ter saltado de paraquedas.

O ator estava treinando saltos em Lake District, região de campos do Reino Unido, quando foi abordado por dois fãs e topou tirar a imagem.

A foto foi divulgada pelo The Sun, que revelou que o ator treinou com mais de 13 mil saltos de motocicleta para uma das cenas de ação mais ambiciosas de sua carreira.

Confira:

 

A cena mostrará Cruise pilotando uma motocicleta, quando ele pula de uma rampa gigante por um penhasco, e mais tarde abre seu próprio paraquedas.

Cruise disse: “Será um salto de motocicleta de um penhasco, e depois teremos um outro salto. Tenho vontade de fazer isso desde que era criança. Tudo se resume a uma coisa: o público.”

Um vídeo exibido mostra detalhes da proeza e dos preparativos de Cruise para a cena, com o ator praticando em uma pista de motocross antes de sua cena enquanto “salta de cima de uma mesa de 21 metros”. A preparação trouxe não apenas Cruise praticando seus saltos com precisão, mas também matemática.

“Eles têm que calcular o vento frontal, o vento cruzado e usar os dados de vários saltos para descobrir exatamente onde cada um deve estar para fazer a cena e estar em segurança.”, afirmou o site.

A filmagem aconteceu em “uma enorme rampa sobre um enorme penhasco na Noruega”.

O roteirista e diretor Christopher McQuarrie tinha apenas uma coisa a acrescentar:

“A única coisa que me assusta mais é o que planejamos para a Missão 8.” 

Lembrando que o filme foi adiado mais uma vez. A estreia foi remarcada de 27 de maio de 2022 para 30 de Setembro de 2022.

O elenco do novo filme conta com o retorno de Tom CruiseRebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett. Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).

O ator veterano Henry Czerny também foi confirmado no longa-metragem e reprisará seu papel como Kittridge, 25 anos depois da última aparição na franquia.

Nenhum detalhe sobre a narrativa foi revelada.

‘The Flash’: Diretor posta foto da armadura do Batman pichada com o logo do herói

Andy Muschietti (‘It – A Coisa’), diretor de ‘The Flash‘, divulgou uma enigmática imagem do filme no Instagram.

Nela, vemos a armadura do Batman de Michael Keaton pichado com o logotipo do personagem. O que será que significa?

Confira:

Durante uma entrevista para o Collider, o diretor de fotografia de ‘The Flash’, Henry Braham rendeu elogios ao trabalho do roteirista Christina Hodson, descrevendo o longa como algo muito mais complexo que uma história de heróis.

‎”A produção está avançando bastante e estamos indo muito bem. É um filme bem complexo, eu diria. A história mexe com um conceito fantástico dos quadrinhos, mas não é realmente um filme de quadrinhos, vai muito mais além.”

Ele continuou:

“Não tem nada de concreto sobre a nossa realidade, é tecnicamente mirabolante e acho que todos os envolvidos estão extasiados com o que está sendo feito. Esse filme lida com a humanidade por trás desses seres super-poderosos e com todas as falhas e consequências que vêm junto. Espero que não seja considerado apenas como outro filme de herói. Ele vai se destacar como um filme, eu posso garantir.” 

Anteriormente, Michael Keaton conversou com o The Hollywood Reporter sobre seu retorno como o Batman.

E, apesar de afirmar que se sentiu em casa ao reviver o papel, ele disse que ficou bastante confuso com o roteiro.

“Tive que ler (o roteiro) mais de três vezes para entender esse conceito [de Multiverso]. Eu fiquei tipo: ‘Espera aí, como isso funciona? É assim mesmo que tudo isso vai acontecer?’ Eles tiveram que me explicar várias vezes até eu decidi trabalhar e não me preocupar com esses detalhes.”

Ele continuou:

“Espero que eu não esteja sendo arrogante, sou apenas um cara estúpido aprendendo coisas novas. Há muitas coisas que eu ainda não sei. Eu tive que aprender muita coisa para o filme, pois era algo totalmente novo e diferente. O que é realmente interessante é o quanto mais eu entendo do Batman, mais percebo que o universo dos quadrinhos está em outro nível. Esses filmes se tornaram um parte gigantesca da cultura atual, são algo icônico. Então, tenho ainda mais respeito por esse papel, porque é importante no mundo inteiro, para muitas pessoas. Você tem que honrar e respeitar esse legado.”

Lembrando que Ben Affleck também irá reprisar seu papel como o Cavaleiro das Trevas, já que a trama vai lidar com universos paralelos.

Através do Twitter, Umberto Gonzalez, repórter do The Wrap e editor-chefe do Heroic Hollywood, revelou que o astro deve filmar suas cenas no mês de setembro.

Confira:

“Uma pequena novidade pra todos vocês. Ben Affleck deve retornar para se vestir novamente como o Batman no filme The Flash, em setembro”. 

Por enquanto, ainda não se sabe qual será a importância do Bruce Wayne de Affleck na trama, mas considerando sua proximidade com Barry Allen (Ezra Miller), pode ser que ele seja o mentor do herói velocista.

Anteriormente, o jornalista John Campea disse que o Bruce Wayne de Michael Keaton será um dos protagonistas do longa, e sua participação será tão importante quanto a de Sean Connery em ‘Indiana Jones e a Última Cruzada‘.

“Seu personagem terá uma grande participação, tão importante quanto a de Sean Connery em Indiana Jones e a Última Cruzada. É muito maior do que o imaginado”, afirmou.

As filmagens do aguardado ‘The Flash’ continuam e foi divulgada uma imagem de Michael Keaton filmando como Bruce Wayne em Londres, Inglaterra.

Confira, com outras fotos do set:

As gravações começaram nos estúdios Warner Bros. em abril. Em maio, as cenas foram rodadas em Stamford, Lincolnshire, utilizando a Casa Burghley como a Mansão Wayne.

Previsto para 03 de junho de 2022, ‘The Flash’ vai mostrar Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Mulher faz pacto com um monstro no trailer do terror ‘Frank’; Assista!

O terror ‘Frank‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Krsy Fox é responsável pela direção, além de estrelar a produção.

Em um momento de desespero, Ruby faz um voto vitalício de servidão a um monstro, mas quebra o acordo quando ela comete suicídio. Agora com raiva, o monstro (Frank) parte em busca de uma vingança sangrenta, levando-o para aquele que Ruby mais amava.

O elenco ainda conta com Bonnie AaronsAzure Parsons, Lyndsi LaRose e Rachel Brunner.

O terror será lançado em VOD pela Alameda Entertainment no dia 25 de outubro.

Visões PERTURBADORAS no trailer legendado de ‘O Fio Invisível’, novo terror da Netflix

A Netflix divulgou o trailer do terror ‘O Fio Invisível‘ (Fever Dream), que fará parte de sua programação especial de Halloween, intitulada Netflix and Chills.

Confira:

O longa será lançado na plataforma no dia 13 de outubro.

Dirigido por Claudia Llosa, o longa é baseado no livro homônimo de Samanta Schweblin.

Uma jovem mulher está morrendo longe de casa. Um garoto está ao seu lado. Ela não é sua mãe. Ele não é seu filho. Juntos, eles contam uma história assombrada de almas quebradas, ameaças invisíveis e o poder da família.

María ValverdeDolores Fonzi estrelam a produção.

‘Jungle Cruise’ ultrapassa US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais

A aventura ‘Jungle Cruise‘, estrelada por Dwayne Johnson e Emily Blunt, conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 112.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 91.9 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 204.5 milhões mundialmente.

Com o sucesso financeiro, a Disney já deu sinal verde para uma sequência.

Dwayne JohnsonEmily Blunt retornarão para a segunda iteração, reprisando seus papéis como Frank Wolff e a Dra. Lily Houghton, respectivamente. Michael Green também volta como roteirista.

Jaume Collet-Serra deve reassumir a cadeira de direção, apesar de nada ter havido confirmação.

Vale lembrar que o longa retornará ao Disney+ para todos os assinantes (isto é, sem o Premier Access) em 12 de novembro.

Dirigido por Collet-Serra (‘A Órfã‘), o longa foi escrito por John Requa, Glenn Ficarra (‘Amor a Toda Prova’) e Green.

Na trama, Johnson vive Frank, um capitão de barco amaldiçoado com imortalidade, que acompanha Lily Houghton (Blunt) na busca pela mística árvore da vida, capaz de oferecer a cura através de poderes mágicos. 

‘Free Guy’ já arrecadou quase US$ 300 milhões mundialmente

Free Guy: Assumindo o Controle‘, comédia de ação estrelada por Ryan Reynolds (‘Deadpool’), continua surpreendendo nas bilheterias! O longa já arrecadou quase US$ 300 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 108.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 189.7 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 298.2 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica com o astro Ryan Reynolds:

Escrito por Matt Lieberman (‘Crônicas de Natal’) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’ e ‘Jogador Nº 1’), o longa é dirigido por Shawn Levy (‘Uma Noite no Museu’).

Na trama, um caixa de banco preso a uma entediante rotina tem sua vida virada de cabeça para baixo quando ele descobre que é personagem em um brutalmente realista vídeo game de mundo aberto. Agora ele precisa aceitar sua realidade e lidar com o fato de que é o único que pode salvar o mundo.

Joe Keery, Jodie Comer e Taika Waititi também estrelam a produção.

‘Patrulha Canina’ ultrapassa US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais

A animação ‘Patrulha Canina – O Filme‘ surpreendeu nas bilheterias, conseguindo ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 31.7 milhões. No mercado internacional, foram US$ 66.1 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 103.2 milhões mundialmente.

Vale lembrar que a animação já está em exibição nos cinemas nacionais!

Dirigido por Cal Brunker, o longa é baseado na popular série animada.

O filhote Ryder e seus amigos têm um grande desafio: Impedir o novo Prefeito de Adventure City, Humdinger, de causar muitos problemas. A turma ainda ganha uma nova aliada para a missão: a esperta basset Liberty. Juntos e equipados com muita tecnologia, a Patrulha Canina luta para salvar os moradores de Adventure City!

A produção conta com as vozes de Iain ArmitageWill BrisbinRon Pardo.

‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ soma US$ 320 milhões e deve ultrapassar bilheteria de ‘Viúva Negra’

Sucesso! Em apenas três semanas, ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 320 milhões mundialmente.

O filme deve ultrapassar a bilheteria de ‘Viúva Negra‘, que fez US$ 377 milhões mundialmente, mas foi prejudicada pelo lançamento simultâneo no streaming.

Nos EUA, o filme faturou US$$ 21,7 milhões, o segundo melhor resultado para um terceiro fim de semana para um lançamento em setembro depois de ‘It – A Coisa‘ ($ 29,75 milhões).

O filme já soma US$ 176,9 milhões somente nos EUA.

Vale lembrar que o filme já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira a nossa crítica:

Crítica | Shang-Chi – Marvel acerta novamente com filme envolvente, emocionante e com cenas de ação IMPRESSIONANTES

Dirigido por Destin Daniel Cretton, o filme também conta com Awkwafina, Tony Chiu-Wai Leung, Michelle Yeoh, Florian Munteanu, Fala Chen e Ronny Chieng.

Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.

‘Duna’ quebra recordes e fatura US$ 36,8 milhões em sua estreia em 24 países

Dune‘ estreou em 24 países nesse fim de semana e arrecadou ótimos US$ 36,8 milhões. O filme só será lançado nos Estados Unidos e no Brasil em Outubro.

Segundo o ComicBook, o filme arrecadou US$ 3,6 milhões nas telas IMAX em 142 telas, o que representa cerca de 10% do fim de semana total, com uma média de cerca de US$ 25 mil por tela.

O filme quebrou recordes de bilheteria na era pandêmica em 10 mercados, incluindo Rússia, França, Bélgica, Dinamarca, Alemanha, Noruega, Suécia e Ucrânia, Hong Kong e Cingapura.

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

O filme teve sua première mundial no Festival de Veneza e foi recebido com aplausos por nada menos que sete minutos.

No Rotten Tomatoes, a produção conquistou 85% de aprovação, com elogios à excelente direção de Villeneuve e ao universo rico e grandioso apresentado.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Uma realização cinematográfica formidável, um filme grandioso que pode ser estimulante em sua beleza sombria.” (The Wrap)

“‘Duna’ nos lembra o que um blockbuster de Hollywood pode ser.” (Guardian)

Denis Villeneuve atrai você para uma visão do futuro surpreendentemente vívida e, em alguns momentos, plausivelmente enervante.” (Los Angeles Times)

Denis Villeneuve, trabalhando com uma equipe técnica incrível, incluindo o cinematógrafo Greig Fraser, o editor Joe Walker e o designer de produção Patrice Vermette, consegue andar na linha tênue entre a grandeza e a pompa.” (RogerEbert.com)

“‘Duna’ é incrível em todos os sentidos da palavra. Será um filme que os fãs irão amar por muitos anos.” (io9.com)

“Eventualmente, ‘Duna’ apenas parece um sonho, porque termina de forma tão abrupta e não resolvida que você não irá acreditar que alguém tenha feito isso de propósito.” (Indiewire)

Vale lembrar que ‘Duna‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de outubro.

A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar IsaacRebecca Ferguson, Jason MomoaDave BautistaJavier BardemCharlotte Rampling, ZendayaJosh BrolinDavid Dastmalchian.

‘Mate ou Morra’: Frank Grillo revela qual foi sua morte favorita e como foi trabalhar com o filho [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o simpaticíssimo astro Frank Grillo (‘Uma Noite de Crime: Anarquia’) falou sobre seu filme de ação sci-fi ‘Mate ou Morra‘.

Grillo revelou qual é sua morte preferida do filme, já que seu personagem é assassinado mais de 200 vezes, e ainda contou como foi a emotiva experiência de trabalhar com seu filho, Rio Grillo.

Assista a entrevista:

Crítica | ‘Mate ou Morra’ bebe na fonte de ‘O Feitiço do Tempo’ para criar um incrível e irônico filme de ação

No Rotten Tomatoes, o longa dirigido por Joe Carnahan (‘Esquadrão Classe A’), registrou 74% de aprovação a partir de 81 críticas.

Ao total, foram 60 avaliações positivas e apenas 21 negativas.

Entre os principais comentários, os jornalistas descreveram o título como uma divertida aventura sustentada pelo carisma de Grillo.

Apesar de não renovar o gênero sci-fi, ‘Mate ou Morra‘ consegue surpreender e chamar a atenção do público com suas cenas de ação e com seu exagerado tom cômico .

Por conta disso, o filme foi considerado uma inesperada e contagiante surpresa para 2021.

Confira as críticas:

“‘Mate ou Morra‘ não é particularmente profundo, nem é uma reviravolta inovadora no gênero. Mas todos na tela estão claramente se divertindo, e seu entusiasmo é contagiante, tornando este filme simplesmente divertido de assistir.” – Ars Technica.

“Quando seu queixo não estiver caindo com as sequências de ação, você estará rindo de uma das piadas carregadas de palavrões.” – Colorado Spring Gazette.

“Uma aventura totalmente despretensiosa e agradável, que fornece tantas risadas quanto momentos de ação.” – Knotfest.

“Vez após vez, Grillo consegue surpreender e encantar, não importa as restrições criativas ou financeiras impostas sobre ele. ‘Mate Ou Morra‘ poderia aprender uma ou duas coisas com seu protagonista.” – Globe and Mail.

“O carismático coadjuvante Frank Grillo é o centro das atenções neste divertido thriller que mexe com o tempo.” – Chicago Sun Times.

“Embora a história seja um tanto previsível… O filme consegue fazer com que nos preocupemos com o nosso protagonista de uma forma que não esperávamos.” – Cine Premiere.

“‘Mate ou Morra‘ é uma ficção científica de ação extremamente divertida e ultrajante e exibicionista.” – The Upcoming.

Confira o trailer:

Joe Carnahan é responsável pela direção.

Preso em um looping temporal que constantemente repete o dia de seu assassinato, o ex-agente das forças especiais Roy Pulver descobre pistas sobre um projeto secreto do governo que poderia desvendar o mistério sobre sua morte. Em uma corrida contra o relógio, Pulver deve caçar o Coronel Ventor, chefe do programa em questão, enquanto foge de assassinos treinados e impiedosos que querem mantê-lo longe da verdade.

Mel GibsonNaomi WattsMichelle YeohAnnabelle WallisKen JeongRob Gronskowski completam o elenco.

Assinantes da Netflix estão DETONADO o terror ‘Grande Tubarão Branco’; Confira as reações!

Filmes de terror com predadores selvagens são um gênero que vem se esgotando cada vez mais entre o público, uma prova disso é o longa australiano ‘Grande Tubarão Branco‘.

Adicionado ontem (16) ao catálogo da Netflix, o filme dos mesmos produtores de ‘Medo Profundo está sendo detonado pelos assinantes da plataforma pela falta de criatividade.

A trama começa quando uma viagem a uma ilha paradisíaca se torna um pesadelo para um grupo que acaba preso em um bote em mar aberto. Enquanto lutam para chegar à praia, enfrentarão um incansável tubarão-branco logo abaixo da superfície.

Nas redes sociais, o filme vem recebendo todos os tipos de comentários negativos, desde o roteiro fraco às péssimas atuações do elenco, sendo taxado como uma grande perda de tempo.

Confira as reações:

Assista ao trailer Legendado:

Crítica | Grande Tubarão Branco – Terror dos produtores de ‘Medo Profundo’ estreia na Netflix

O longa será dirigido por Martin Wilson, a partir de um roteiro escrito por Michael Boughen.

O elenco conta com Katrina Bowden, Aaron Jakubenko, Tim Kano, Kimie Tsukakoshi e Te Kohe Tuhaka.

Pessoas que não apresentarem o certificado de vacinação contra COVID-19 já estão sendo BARRADAS nos cinemas

As Prefeituras do Rio e de São Paulo já estão exigindo a apresentação de certificado de vacinação contra o COVID-19 para quem quiser frequentar ambientes de uso coletivo – incluindo cinemas, teatros, academias e pontos turísticos.

Nas redes sociais, já são postados relatos de pessoas que viram os cinemas barrando a entrada de quem não apresentasse o certificado de vacinação .

Confira:

O prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes anunciou que cada estabelecimento deverá fazer o controle do público vacinado – e que o documento de comprovação pode ser tanto a carteira digital do ConecteSUS, quanto a caderneta física ou papel timbrado emitido pela Secretaria Municipal de Saúde.

É importante frisar que a população que tomou apenas a primeira dose deverá mostrar que não possui o esquema de vacinação completo.

“É óbvio que é uma preparação para a abertura. Estamos chegando ao estágio, graças a Deus e à Ciência, [de] que conviveremos com essa doença até que ela seja erradicada”, Paes comentou, em uma declaração oficial.

O prefeito também comentou sobre o retorno dos turistas para a cidade, dizendo que espera a presença de pessoas de outras partes do Brasil, desde que também estejam vacinados e possam comprovar.

“Se a pessoa é de uma parte do Brasil e quer visitar o Rio para passar férias, agora em setembro ou outubro, será muito bem-vinda, mas saiba que, para frequentar a cidade, será cobrada a sua carteira de vacinaçãodisse.

O decreto, entretanto, não abrange bares, restaurantes, lojas e shopping. Esses locais permanecem com entrada livre, desde que respeitem as medidas de distanciamento social, em vigor desde o ano passado.

Vale lembrar que a cidade de São Paulo também decretou a adoção do comprovante de vacinação para aqueles que desejam entrar em estabelecimentos de uso comum.