A comédia musical romântica ‘Explota Explota‘ já está disponível na HBO Max. A produção teve a sua estreia na última sexta-feira (16) na grade de programação.
Na trama, María é uma jovem e divertida dançarina que no início dos anos 70 foge de seu casamento na Itália e retorna à Espanha para ser ela mesma, com saudades da liberdade. Nessa época, a Espanha era marcada pela rigidez e pela censura, principalmente na televisão. O filme mostra como até o mais difícil dos sonhos pode se tornar realidade no pior dos cenários.
As canções da rainha italiana, Raffaella Carrá, formam a trilha sonora deste filme musical que imprime cor à história ficcional através das suas melhores faixas.
Confira o trailer:
Dirigido por Nacho Álvarez, uruguaio e fã de Rafaella, ele buscou trazer à tona as histórias por trás das canções.
‘Explota Explota’ conta com um elenco liderado por Ingrid García-Jonsson, Verónica Echegui e Fernando Guallar; com a colaboração especial de Fernando Tejero, Pedro Casablanc, Carlos Hipólito e a participação de Natalia Millán.
O novo ‘Pânico’ estreia em Janeiro de 2022 e os fãs já começaram a maratonar a franquia novamente. E quem ainda não viu o 4º filme tem a chance de assisti-lo no streaming.
‘Pânico 4’ segue como uma das entradas mais subestimadas da icônica franquia slasher homônima e, para aqueles apaixonados pelo longa-metragem, ótimas notícias: o título está disponível no catálogo do Amazon Prime Video!
Na trama, “Sidney Prescott está de volta à sua cidade natal, Woodsboro, onde sobreviveu a uma série de terríveis assassinatos. Ela escolheu a cidade para encerrar a turnê de lançamento de seu livro, no qual fala sobre como deixar de se sentir uma vítima. Só que, tão logo ela chega, o assassino Ghostface volta a atacar. Ao lado dos velhos amigos Dewey e Gale, agora casados, eles precisarão enfrentar uma nova série de mortes. Para complicar ainda mais a situação, os adolescentes da cidade idolatram o massacre de Woodsboro e, fãs de filmes de terror, o celebram a cada aniversário.”
Relembre o trailer:
O filme foi dirigido pelo lendário Wes Craven, que também ficou a encargo dos outros três títulos da saga.
‘Pânico 4’ teve recepção mista por parte da crítica internacional, que elogiou a evolução da franquia em relação à obra anterior, mas notou seu desgate. Nas bilheterias, o longa arrecadou US$97 milhões contra um orçamento de US$40 milhões.
A plataforma Amazon Prime Video chegou à impressionante marca de 200 milhões de assinantes. O recorde da empresa a aproxima cada vez mais da toda poderosa Netflix, que atualmente possui cerca de 204 milhões de assinantes. De acordo com o The Hollywood Reporter, a quantidade colossal da Amazon foi atingida este mês, com a adição de 50 milhões de assinaturas nos últimos três meses. Como forma de comemorar essa impulsionada da plataforma de streaming azul, que muito em breve pode vir a se tornar a favorita do grande público pelo mundo, ultrapassando a até agora campeã Netflix, resolvemos selecionar em nossa nova matéria uma série de dicas de um gênero que adoramos e é um dos favoritos de vocês, nossos leitores: o terror.
A Amazon Prime Video tem em seu acervo atual grandes clássicos do terror para você assistir neste instante. Portanto não perca mais tempo. Aqui iremos ajudar você nesta peneiração, a fim de encontrar essas verdadeiras preciosidades escondidas na plataforma. Confira abaixo.
Você que é fã do maníaco Michael Myers, adorou o reboot Halloween (2018), e mal pode esperar para a sequência Halloween Kills – que estreia este ano -, mas ainda não teve a oportunidade de conhecer os capítulos anteriores da saga, esta é para você. A Amazon possui quase todos os filmes da franquia. O primeiro, Halloween – A Noite do Terror (1978), de John Carpenter, nem precisa ser dito, é imprescindível, e uma verdadeira obra-prima do terror. A continuação Halloween II – O Pesadelo Continua (1981) está fazendo 40 anos em 2021, conta com roteiro e produção de Carpenter e embora não se compare ao original, ainda é uma boa pedida.
Halloween III(1982) tem uma ideia ousada que não deu muito certo na época, mas ressurgiu como obra cult atualmente. Aqui, ainda com produção de Carpenter, Michael Myers não dá as caras, e temos uma história envolvendo magia sombria e ciência. E bem, você pode ver esses três e parar por aí. A plataforma ainda possui as partes 4 e 5 da franquia, com a volta de Michael Myers, mas esses assista por sua conta e risco, se for muito fã ou curioso.
Intitulado no Brasil Deu a Louca nos Monstros, essa produção de 1987 consta com seu título original na Amazon, The Monster Squad (Esquadrão dos Monstros). Assim, para facilitar sua busca, utilizamos aqui o nome original também, embora muitos o conheçam pelo título brasileiro das reprises da TV aberta. O conceito do filme é muito legal, e mistura os Goonies, com uma turminha de pré-adolescentes a la Stranger Things, se deparando com os monstros clássicos da Universal, ou seja: Drácula, Frankenstein, o Lobisomem, A Múmia e o Monstro do Lago Negro. Por não ter feito muito sucesso em sua época de lançamento, o filme ficou logo restrito ao status de cult já naquela época. Ao longo dos nos, no entanto, um grupo cada vez menor (só formado por quem o conheceu na época) guardava com carinho a lembrança do longa. Esta é a chance de fazer esta produção, que mistura terror e aventura, ressurgir para uma nova geração.
Por falar em lobisomens, este talvez seja o filme mais famoso do cinema a abordar tais criaturas peludas. Além disso, serviu para revigorar a mitologia das bestas assassinas para uma nova geração, adicionando muito humor ácido, criatividade, mas sem esquecer os inúmeros sustos. Ainda reverenciado como um dos melhores filmes de terror de todos os tempos, Um Lobisomem Americano em Londres completa 40 anos em 2021, fazendo desta a ocasião perfeita para ser visto ou revisitado. O filme levou o Oscar de melhor maquiagem, premiando o especialista Rick Baker com a primeira de suas 7 estatuetas da Academia.
Por falar em filmes de terror que completam 40 anos em 2021, aqui voltamos ao terreno das obras slasher. No mesmo ano de Halloween II, era lançado no chamado ano do boom do subgênero este Dia dos Namorados Macabro. Uma produção canadense, o longa ficou conhecido como o “slasher proletário”, com trabalhadores de uma mina de carvão em uma pequena cidade tendo seus pares atormentados por uma figura misteriosa. O filme gerou uma boa refilmagem em 2009.
Aqui temos um clássico não dos anos 80, mas sim dos anos 90. Lançado em 1993, o terror traz o famoso Warwick Davis (Willow e Harry Potter) como um infame duende assassino. A ideia era impulsionar um novo ícone do terror, como Michael Myers, Jason e Freddy. Mas o que chama atenção mesmo é a presença da estrela Jennifer Aniston, antes de Friends, em seu primeiro papel no cinema. Assim como a franquiaHalloween, a Amazon disponibiliza quatro dos filmes do Duende na plataforma, mas sendo muito amigo de vocês, recomendamos apenas o primeiro por uma curiosidade mórbida de ver Aniston protagonizando um filme de terror ainda bem novinha.
Outro marco do terror, Hellraiser é baseado no livro do mestre Clive Barker e o primeiro filme é inclusive dirigido pelo próprio. O autor tem um desempenho primoroso no comando da obra, sendo responsável pelos pesadelos de uma geração inteira com suas imagens para lá de gráficas contidas no filme. Inferno e prazer são alguns dos temas deste longa. Assim como ocorre muitas vezes no terror, Hellraisergerou continuações intermináveis, mas a Amazon disponibiliza apenas quatro dos filmes. Recomendamos os três primeiros, que são os únicos que de fato valem a pena, sendo que mesmo assim vão se diluindo em qualidade gradativamente. O primeiro, no entanto, ainda se mantém como uma das obras-primas do terror gore saídas da década de 80.
Por falar em obras-primas do terror, aqui voltamos mais 10 anos no passado em relação a Hellraiser, para o ano de 1977. Quem comanda é um nome muito celebrado no gênero: Dario Argento, diretor italiano que é sumidade no terror. Os filmes de terror italianos ficaram conhecidos pela alcunha Giallo (amarelo), que fala sobre o uso excessivo de violência, sangue (gore) e a sensação de pesadelo versus realidade. Tirando o último item, podemos dizer que tais filmes tiveram influência no subgênero americano do slasher. Esse é um dos poucos filmes em que Argento utiliza elementos sobrenaturais como fonte de seu horror. Muito famoso por sua estética, aqui temos uma companhia de dança que serve como fachada para um covil de bruxas. O filme é a primeira parte de uma trilogia e foi refilmado em 2018 por Luca Guadagnino.
Muitos entusiastas e especialistas do terror afirmam que o último grande vilão do gênero criado foi Candyman. No entanto, nos anos 90 outros vilões que visavam o coração e a popularidade com os fãs tentaram emplacar no gosto do público. Foi o caso com o citado Duende em 1993. Alguns anos depois, em 1997, o mesmo acontecia neste terror protagonizando pelo vilão Djin, um “gênio da lâmpada” maldito que proporcionava desejos a todos que encontrassem uma pedra preciosa de onde ele saía. A pegadinha era que os tais desejos nunca aconteciam da forma que a pessoa imaginava e o infeliz terminava na maioria das vezes morto ou ferrado. Produzido pelo veterano Wes Craven a grande sacada nos bastidores do filme foi reunir os lendários Jason, Freddy Krueger e o citado Candyman em seu filme. Bom ou quase. Já que quem dá as caras mesmo são os intérpretes de tais personagens sem a maquiagem.
Voltando para a década de 80, agora vamos soltar a cachorrada. O primeiro é este cão da raça São Bernardo, cuja origem data de um livro do mestre do gênero Stephen King. Na trama, um cachorro bonachão é mordido por um morcego e adquire raiva, se tornando assim uma fera incontrolável. Ele termina encurralando uma mãe de família (papel da atriz Dee Wallace – que no ano anterior havia brilhado em E.T. – O Extraterrestre) e seu pequeno filho num carro, onde passam um dia inteiro desesperados por ajuda. É tensão na forma mais pura.
Um ano antes de Cujo chegar aos cinemas, o lendário diretor Samuel Fuller entregava uma obra perturbadora e muito questionadora, para além de simplesmente um filme de terror. Antes de Jordan Peele, outros cineastas já haviam pego temas mais sérios e dignos de discussão e os moldado para formas mais pop a fim de indagar e questionar sobre seus significados. Assim, Fuller criava um longa para discutir o racismo na forma de terror. Na trama, uma atriz de Hollywood encontra um cão da raça Pastor alemão branco ferido e decide ficar com ele para cura-lo. O que ela não sabe é que seu antigo dono era um racista e o treinou para atacar pessoas negras, criando assim uma verdadeira máquina de matar. Agora, a mulher precisa desprogramar essa raiva no animal.
Através do Twitter, o Adult Swim divulgou a cena de abertura do quinto episódio da 5ª temporada de ‘Rick & Morty‘, que vai ao ar em 18 de julho.
Intitulado ‘Amortycan Grickfitti’, o episódio vai acompanhar Rick e Jerry tendo uma “noite de garotos” e como a farra poderia se transformar em algo muito mais surpreendente antes de chegar ao fim.
A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.
‘Viúva Negra‘ trouxe uma grande reviravolta sobre a identidade do Taskmaster, revelando-o como a filha de Dreykov, idealizador do programa de espiãs assassinas da KGB.
No entanto, o alter-ego do vilão criado por David Michelinie e George Perez nos quadrinhos é Tony Masters, um espião conhecido por seus reflexos fotográficos, que lhe dão a capacidade de copiar qualquer movimento e estilos de combate de seus adversários.
Por conta disso, alguns fãs ficaram extremamente insatisfeitos com a versão cinematográfica do Taskmaster.
Inclusive um deles enviou mensagens de ódio para Eric Pearson, roteirista da adaptação dirigida por Cate Shortland.
Em entrevista ao podcast Phase Zero, do Comic Book, Pearson disse o seguinte:
“Eu cometi o erro de olhar mensagens de fãs no meu e-mail e alguém me escreveu: ‘Não é minha intenção passar dos limites, mas me senti traído com a revelação da identidade do Taskmaster, foi a maior traição da minha vida e a culpa é sua.’.”
Ele continuou:
“Eu fiquei chateado por um segundo e então pensei: ‘Bem, você teve uma vida muito boa então. Se essa é a pior coisa que já aconteceu com você, então você deve estar empolgado porque se surpreendeu com o filme.'”
Por fim, ele disse que pensou em outras alternativas para a identidade do vilão, incluindo a versão original, mas escolheu a que fazia mais sentido para o MCU.
“O Taskmaster teria outras versões além do próprio Tony Masters. Acredite em mim, eu procurei muito, muito uma forma de fazer Tony Masters estar ligado à Sala Vermelha, mas qual seria o motivo? Então me inclinei para ideias fariam mais sentido para o filme e para o quebra-cabeças [que é o MCU].”
Ouça a entrevista:
Lembrando que ‘Viúva Negra‘ se tornou o filme a cruzar mais rapidamente a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias norte-americanas na era pandêmica.
O filme demorou apenas seis dias para ultrapassar a marca. O recorde anterior era de ‘Velozes e Furiosos 9‘, que demorou oito dias para arrecadar o valor. Os outros dois filmes que conseguiram ultrapassar os US$ 100 milhões nos EUA na era pandêmica foram ‘Godzilla vs Kong‘ e ‘Um Lugar Silencioso= 2‘.
Mundialmente, ‘Viúva Negra‘ já atravessou a marca dos US$ 200 milhões.
Pela primeira vez, a Disney divulgou a performance de uma produção na plataforma do Disney+. De acordo com os dados do serviço de streaming, ‘Viúva Negra‘ arrecadou mais US$ 60 milhões através do Premier Access em seu primeiro final de semana.
Com mais de 140 reviews publicadas, o filme recebeu seu selo de certificado Fresh no Rotten Tomatoes.
Quando pelo menos 60% das críticas são positivas, o filme recebe o status de Fresh no Rotten Tomatoes, e um ícone de tomate vermelho é exibido na página do título com destaque.
Segundo o consenso geral, “os temas mais profundos se afogam em meio a tanta ação, mas [o filme] continua como uma sólida e divertida aventura solo que é guiado por um estelar elenco coadjuvante”.
O longa recebeu 84% de aprovação, com nota 7.20/10.
“Uma mistura satisfatória de músculos e emoção” – Time Out.
“Mesmo onze anos depois, Natasha Romanoff ganhou um filme que faz justiça ao seu status como espiã lendária” – Cinemanía.
“‘Viúva Negra’ dá a Nat um legado que pode estender fundo no MCU e mudá-lo para o melhor” – Den of Geek.
“[O filme] parece uma oportunidade perdida – uma adição enérgica no Universo Cinemático Marvel que acalma o público até aventuras maiores e mais ricas chegarem” – Screen International.
“Apesar de não saber por que o filme precisava existir, acredito que [a diretora] Cate Shortland consturiu uma obra realmente fascinante e divertida” – Le Noir Auteur.
No thriller de espionagem, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.
A Netflix acertou (consideravelmente) em cheio com a trilogia slasher‘Rua do Medo’, baseada nos escritos homônimos da lenda da literatura jovem-adulta R.L. Stine. Os filmes, lançados semana após semana na plataforma de streaming, ofereceram uma perspectiva ao mesmo tempo original e nostálgica acerca desse icônico subgênero do terror, nos levando para a conturbada Shadyside, conhecida como a capital dos assassinatos dos Estados Unidos.
Trazendo como antagonista principal a bruxa Sarah Fier, que lançou uma maldição sobre os habitantes da cidade, a trama é centrada, a princípio, em Deena (Kiana Madeira) e Sam (Olivia Scott Welch), casal que enfrenta os obstáculos mais sobrenaturais e perigosos que possamos imaginar para entender as constantes tragédias que se abatem sobre Shadyside. Estendendo-se em três obras separadas, ‘1994’, ‘1978’ e ‘1666’, a diretora e roteirista Leigh Janiak não poderia deixar de prestar homenagem aos clássicos que influenciaram suas produções, desde ‘Sexta-Feira 13’ até ‘A Bruxa’.
Por esse motivo, o CinePOP separou uma breve lista explicitando as principais referências cinematográficas presentes em ‘Rua do Medo’, perpassando todos os volumes.
Confira:
PÂNICO
Criada por Wes Craven, a franquia ‘Pânico’ ascendeu ao patamar de uma das mais conhecidas de todos os tempos (e vale lembrar que caminha para um quinto capítulo, com estreia agendada para 2022). Em ‘Rua do Medo: 1994’, a cena de abertura, centrada no assassinato da jovem Heather (Maya Hawke), faz alusão à memorável sequência de Drew Barrymore no filme de 1996, incluindo o momento em que ela tira a máscara do serial killer para ver sua identidade antes de morrer.
O aclamado filme de 1978 dirigido por John Carpenter também serviu de inspiração para ‘1994’, apesar de ter sido destinada essencialmente a uma breve e importante sequência. Aqui, refiro-me ao momento em que Kate (Julia Rehwald) está trabalhando como babá e vê, pela primeira vez, a aparição do assassino mascarado, tentando descobrir o que está acontecendo e quem está rondando a casa. A cena é similar ao primeiro encontro entre Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) e Michael Myers (Nick Castle), ainda mais levando em conta que Laurie também trabalha como babá.
É difícil assimilar ‘Rua do Medo’ a qualquer coisa que relembre ‘Poltergeist’, com exceção da questão dos espíritos malignos que assolam Shadyside. Entretanto, se nos lembrarmos do momento em que os protagonistas encontram os ossos enterrados de Sarah Fier, é fácil traçar paralelos com o fato do filme de 1982 ter como pano de fundo a profanação de um cemitério indígena e o impedimento das almas seguirem em frente – prendendo-se aos vivos em investidas de terror e caos.
George A. Romero é referenciado diretamente duas vezes em ‘1994’, no momento em que Deena tenta explicar que o assassino da Máscara de Caveira está caçando-os para o xerife, que faz pouco caso do que está acontecendo e começa a zombar dela. Além disso, é notável como a aparição dos antigos serial killers voltam à vida em uma homenagem ao clássico ‘A Noite dos Mortos-Vivos’, desde a caracterização até os movimentos que fazem no longa-metragem.
‘A Hora do Pesadelo’ também emprestou elementos para ‘Rua do Medo’, no âmbito da amedrontadora canção de ninar sobre Sarah Fier e que entrou para a cultura de Shadyside e da cidade vizinha, Sunnyvale. É claro que essas cantigas existem há séculos, mas a própria musicalidade parece ter sido emprestada da referente a Freddy Krueger e à lenda urbana que faz parte do personagem.
Migrando para ‘1978’, facilmente a melhor entrada da trilogia, é notável como Janiak esculpe uma carta de amor fílmica para a franquia ‘Sexta-Feira 13’ nos mais diversos aspectos: a própria configuração do Acampamento Nightwing é inspirada por Crystal Lake, lar do tenebroso Jason Vorhees; a dinâmica entre os jovens monitores, regada a sexo e a drogas, também faz alusão aos personagens de ‘Sexta-Feira 13’; e, enquanto Jason utiliza um facão, o assassino do segundo capítulo de ‘Rua do Medo’ persegue suas vítimas com um afiado machado.
Ziggy (Sadie Sink) é a protagonista de ‘1978’ e, seguindo os passos de tantas final girls de filmes de terror slasher, torna-se alvo de bullying. Em uma das sequências, Ziggy entra na cabana onde está hospedada e vê, sob a cama, a frase “Ziggy chupa paus no inferno”, referência direta a ‘O Exorcista’, que a possuída Regan (Linda Blair) profere “sua mãe chupa paus no inferno” para o padre.
CARRIE – A ESTRANHA
‘Carrie – A Estranha’ é um dos clássicos escritos de Stephen King e foi trazida à vida novamente para ‘Rua do Medo’. A produção em questão é homenageada quando Ziggy planeja jogar um balde de tinta em cima da valentona Sheila (Chiara Aurelia), dizendo que não tem um porco para trocar o conteúdo por sangue.
Em ‘Rua do Medo: 1666’, a narrativa retorna para o século XVII e nos leva para o pequeno vilarejo de Union, primeiro nome dado ao que se tornaria Shadyside. A configuração do vilarejo e algumas cenas do filme remetem ao aclamado thriller psicológico ‘A Bruxa’, dirigido por Robert Eggers, incluindo o misticismo invisível que flutua pela floresta e a casa habitada pela Viúva (Jordana Spiro).
Outro clássico do cinema colocado como arquétipo de ‘1666’ é ‘As Bruxas de Salem’, baseado na peça homônima de Arthur Miller e levado às telonas pelo diretor Nicholas Hytner. Além de fazer clara alusão à caça às bruxas de Salem, em que um tribunal julgou inúmeras pessoas inocentes de feitiçaria e pacto com o Diabo, as referências infiltram-se no nome de criações como Thomas, Sarah Fier, Solomon Goode, Abigail e Hannah Miller – que buscam inspiração nas obras de Miller e Hytner.
Através do seu Instagram, o diretor Rob Zombie compartilhou uma nova imagem dos bastidores do seu reboot de ‘Os Monstros‘, mostrando parte da caracterização do Vovô na nova versão da história.
Até o momento, a única atualização positiva sobre o projeto é que o colaborador de longa data de Zombie, Jeff Daniel Phillips, foi escalado como Herman Munster.
Para quem não conhece, a série teve apenas duas temporadas, exibidas entre 1964 e 1966, totalizando 70 episódios.
A trama acompanha uma típica família trabalhadora de classe média dos subúrbios das grandes cidades, apesar da casa em que moravam se parecer com uma mansão gótica de estilo vitoriano.
O chefe da família é Herman, funcionário de uma funerária, e que possui a aparência clássica do monstro de Frankenstein, muito forte e de mentalidade um pouco lenta e infantil. Ele é casado com a vampira Lily, quem toma todas as dcisões no lar. Assim como ela, o vovô também é um vampiro e se veste como o Conde Drácula.
O filho deles se chama Eddie, um lobisomem mirim ainda na escola. E também há Marilyn, uma adolescente muito bonita que é sobrinha do casal, a única de aparência humana.
Quando ela trazia um pretendente para casa (o que acontecia com frequência), a aparência de Herman os fazia fugir. Ele e Marilyn achavam que isso acontecia por ser ela “muito feia”.
Em 1988, o programa foi renovado sob o título ‘A Família Monstro‘, devido à mudança de estúdio.
Exibida entre 1988 a 1991, a nova série teve 72 episódios e mostrava a rotina da família após ficarem adormecidos por 22 anos por causa de uma experiência mal-sucedida do vovô.
Kantemir Balagov será responsável pela direção do episódio piloto, com Jasmila Žbanić eAli Abbasi também confirmados na direção de outros episódios.
A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.
A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Neil Druckmann.
Por enquanto, a produção ainda não possui previsão de lançamento.
Em 1997, um menino está caçando com seu avô, quando tropeça em uma escada misteriosa no meio da floresta. Seu subsequente desaparecimento deixa os moradores perplexos quanto ao seu destino. Vinte anos depois, um grupo de caminhantes embarca em uma trilha ambiciosa, levando-os para o fundo de um trecho isolado de floresta. Cegos pela beleza do ambiente, eles não percebem a força de uma presença sinistra que se esconde além das árvores. À medida que o terreno da montanha os puxa para mais fundo, o grupo, sem saber, tropeça em um mal há muito esquecido…
(from left) Patricia (Nikki Amuka-Bird) and Jarin (Ken Leung) in Old, written for the screen and directed by M. Night Shyamalan.
O terror ‘Tempo‘ (Old), próximo filme do cineasta M. Nighy Shyamalan (‘O Sexto Sentido’), ganhou um novo clipe.
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de agosto.
O longa é baseado nos quadrinhos Sandcastle, de Pierre Oscar Lévy e Frederik Peeters.
A trama acompanha uma família de férias descobre uma praia isolada onde decide relaxar por algumas horas. Porém, logo eles percebem que o lugar os está fazendo envelhecer rapidamente, reduzindo suas vidas inteiras a apenas um dia.
“Será um filme muito assustador. Será como os filmes antigos de Sam Raimi. Eles estão tentando criar o filme mais assustador da Marvel.”
Vale lembrar que Sam Raimi dirigiu o clássico original ‘A Morte do Demônio‘, então a declaração da atriz sobre ‘Doutor Estranho 2‘ parecer com os trabalhos “antigos” do cineasta é muito empolgante para os fãs do gênero.
Lembrando que a sequência tem estreia marcada para 25 de março de 2022.
“Após os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Strange continua sua pesquisa sobre a Pedra do Tempo. Mas um velho(a) amigo(a) que se tornou inimigo(a) põe fim em seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indizível.”
O termo Giallo (amarelo em italiano) se tornou a definição de um subgênero do terror voltado a produções da Itália. Muitos acreditam que os giallo – em vigor nas décadas de 60 e 70 – sejam inclusive o “pai” dos slasher norte-americanos (cujo boom foi a década de 80). Embora a grande semelhança entre os subgêneros seja a violência gráfica explícita, com mortes detalhadas através de efeitos visuais práticos de muito realismo, é notório como os slasher se tornaram produções voltadas ao público jovem, com tramas centradas em torno de personagens adolescentes e desprotegidos. Os giallo, por sua vez, utilizam personagens adultos em sua narrativa, na maioria das vezes passados em uma história policial envolvendo crimes, mistérios e investigações.
A grosso modo os giallo utilizam muito do que Alfred Hitchcock construiu em sua carreira, ou seja, o argumento do homem errado, no lugar errado, que precisa dar conta de uma trama de grandes proporções. Nos giallo, a tal trama deixa de ser algo relacionado à espionagem internacional (como em muitas das obras de Hitch) para invariavelmente apresentar uma caçada a um psicopata ou serial killer. É deste contexto que vem inclusive o nome giallo, saído de livretos baratos de suspenses detetivescos que tinham em comum suas capas amarelas (daí o significado literal). Tais romances eram muito populares na Itália.
O subgênero sempre foi considerado “filme B” exploitation (de exploração – no caso da violência), mas sua influência no terror em geral é inegável. Um dos nomes mais celebrados e famosos do gênero é o do diretor Dario Argento, que começou a carreira escrevendo o que é para muitos “o” faroeste definitivo do cinema, Era uma Vez no Oeste (1968). Argento se enveredou para o terror e por lá fez seu nome se tornando um dos grandes mestres do segmento. Toda esta introdução para chegarmos até Os Olhos de Laura Mars (1978), considerado uma versão norte-americana dos giallo. Com uma verdadeira constelação de nomes envolvidos na produção – que iremos adereçar nos próximos parágrafos -, o filme está disponível no acervo da plataforma Amazon Prime Video e é recomendação máxima para os fãs do gênero, cinéfilos, estudiosos, entusiastas e conhecedores da arte. Porém, estejam avisados, como de costume nas mancadas da plataforma, o filme só consta com a dublagem brasileira, indisponível com o som do idioma original.
Faye Dunaway faz seu trabalho de casa para o papel da fotógrafa Laura Mars, supervisionada pelo assistente de fotografia Toshi Matsuo.
Produzido pela Columbia Pictures (Sony) pelo orçamento de US$7 milhões, a ideia para o filme partiu da mente de nenhum outro senão o cultuado John Carpenter, que no mesmo ano ficaria famoso com o lançamento do que é ainda hoje um de seus filmes mais badalados, Halloween – A Noite do Terror (longa que segue dando frutos, com o segundo capítulo de uma nova trilogia prestes a estrear este ano). A esta altura Carpenter já havia entregue produções que se tornaram cult, vide a ficção científica Dark Star (1974) e o thriller criminal Assalto à 13ª DP (1976). Antes de ganhar o mundo com Halloween, no entanto, o diretor dava mais um passo com o roteiro de Os Olhos de Laura Mars – o que faz deste filme uma espécie de “irmão adotivo” do filme com o maníaco Michael Myers.
Carpenter bolou uma história sobre o mundo da moda e das artes, centrada numa fotógrafa glamourosa que é uma das artistas mais requisitadas de Nova York. Nos anos 70, profissionais do tipo eram verdadeiras celebridades, sobressaindo inclusive a outras áreas da cultura artística e do entretenimento. O poder que certos fotógrafos possuíam antes da era digital era comparável ao de diretores de cinema. Essa sofisticação é sentida no filme, onde ruas de Nova York são fechadas para os ensaios da protagonista, tudo confeccionado com ares de superprodução envolvendo diversos profissionais. Sendo esse um filme de terror e suspense, é claro que teria uma pegadinha. A sacada tanto do texto de Carpenter quanto do título é traçar um paralelo entre o trabalho da protagonista e suas visões tenebrosas, ao se referir aos “olhos de Laura Mars”.
Fim do mundo? Realidade apocalíptica? Não, é apenas o ensaio fotográfico no estilo blockbuster de Laura Mars.
A reviravolta na trama ocorre quando a protagonista Laura Mars, a tal fotógrafa estrela, começa a ter visões de assassinatos violentos. Ela vê o que o assassino vê. E de tais trechos é que sai a proximidade citada com os filmes giallo, tal atmosfera é muito emulada aqui. Para piorar ainda mais o trauma da mulher, as mortes que ela enxerga são de pessoas próximas, muitas profissionais de sua equipe de trabalho. Como todo giallo também, este é um whodunit, um suspense no qual um dos personagens ao redor da protagonista será revelado como a identidade do matador.
Por trás da produção, dois nomes que seriam relacionados aos filmes de super-heróis. Jon Peters colocou seu nome no panteão de Hollywood quando produziu Batman (1989), de Tim Burton, e sua continuação Batman, o Retorno (1992). Antes disso, já havia levado às telas A Cor Púrpura (1985), de Steven Spielberg, por exemplo. Os Olhos de Laura Mars foi seu segundo longa como produtor, tendo estado por trás anteriormente do lançamento de Nasce uma Estrela (1976), a terceira versão, vencedora do Oscar. Ao lado do produtor, estreando na função, Laura Ziskin – que depois viria a marcar seu nome como produtora da trilogia Homem-Aranha, de Sam Raimi. Ziskin, infelizmente viria a falecer em 2011.
Equipe feliz. Isto é, até a fotógrafa Laura Mars (Faye Dunaway, no centro) começar a ter visões de suas mortes.
Para o comando da obra, após alguns nomes cogitados, foi contratado Irvin Kershner, cineasta que vinha atuando desde a década de 50, tendo comandado grandes nomes do cinema em seus filmes. Os Olhos de Laura Marsmarcaria o primeiro terror / fantasia de sua carreira. Após o trabalho, Kershner entregaria um pequeno filme chamado Star Wars: O Império Contra-Ataca (1980), talvez você já tenha ouvido falar. Foi seu desempenho nesta obra que lhe garantiu a função na ópera espacial de George Lucas, já que o próprio criador de tal universo teria ficado impressionado com o esforço do cineasta no filme.
O produtor Jon Peters e o diretor Irvin Kershner pareciam possuir um ponto em comum: a estrela Barbra Streisand. Peters a havia produzido em Nasce uma Estrela (1976) e Kershner a havia dirigido na comédia Além das Fronteiras do Lar (1972). Justamente por isso, Streisand foi a primeira escolha da dupla para estrelar no papel da protagonista Laura Mars. Streisand esteve de fato vinculada ao projeto por um tempo, mas precisou se retirar. Streisand ficou conhecia em sua carreira por comédias, musicais e dramas e talvez este longa fosse simplesmente intenso demais para sua filmografia. A atriz então seguiu para protagonizar mais uma comédia, Meu Lutador Favorito(1979). Como “prêmio de consolação” aos colegas, Streisand gravou a canção tema do filme, ‘Prisoner’, para a trilha sonora, marcando assim a primeira música que a atriz e cantora grava para um longa que não participou.
Segurança primeiro. O protetor e namorado policial Neville (Tommy Lee Jones) ensina Laura a usar uma arma.
Sem Streisand estava aberta a temporada de caça por uma protagonista para viver Laura Mars. Dentre os nomes ventilados para o filme estiveram os de Jane Fonda, Diane Keaton, Goldie Hawn e o da francesa Catherine Deneuve. A equipe terminou por encontrar uma atriz principal nas formas de Faye Dunaway, uma intérprete por si só muito renomada. O nome de Dunaway na época era um dos mais comentados de Hollywood, tendo surgido no sucesso Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas (1967), o qual a rendeu sua primeira indicação ao Oscar, e seguido para sucessos como Inferno na Torre e Chinatown (ambos de 1974, com este segundo a conseguindo uma segunda indicação ao Oscar). Na época em que filmava Laura Mars, Dunaway havia acabado de sair do sucesso de Rede de Intrigas, de sua terceira indicação ao Oscar e, finalmente, a primeira vitória. Ou seja, não podia ser um nome mais quente para atrair o público em uma produção.
Colocando a cereja no bolo do cacife de Faye Dunaway, a estrela na época estava envolvida num relacionamento com o fotógrafo da vida real, o britânico Terry O’Neill, ícone na profissão, que a treinou para o papel. Como citado, Laura Mars é uma eximia fotógrafa na trama, referência na arte, cujos trabalhos no filme foram inspirados pelos do alemão Chris Von Wangenheim. Todo este prestígio envolvendo a atriz principal não impediram sua colisão no set com o produtor Jon Peters. Ambos tinham fama de serem difíceis de trabalhar e quando os egos se bicaram, os rumores diários sobre um ambiente tenso e exaustivo foram reportados nos veículos especializados da época.
‘Os Olhos de Laura Mars’ é considerado um neo noir e um giallo americano.
O veterano Tommy Lee Jones havia começado sua carreira oito anos antes. Aqui, tem um papel de destaque em um de seus maiores projetos até então. O ator vive o protagonista masculino, o policial John Neville – afinal, filmes assim necessitam de um elo com a investigação dos crimes. Cabe ao personagem de Jones o trabalho policial da trama e, por consequência, o envolvimento romântico com a mulher que deve proteger. O saudoso Raul Julia também marca presença no elenco, o ator viria a se destacar em produções como O Beijo da Mulher Aranha(1985) e, é claro, A Família Addams (1991). Aqui, ele interpreta o ex-marido interesseiro da protagonista. E um dos suspeitos dos assassinatos. Brad Dourif, mais conhecido como a voz do boneco Chucky, é mais uma figura de destaque no longa. Muitos podem não saber, mas Dourif foi indicado ao Oscar por Um Estranho no Ninho (1975). Aqui, ele interpreta o misterioso Tommy, motorista de Laura Mars que sofre com apagões e lapsos de memória. Fechando o elenco principal, a belíssima Darlanne Fluegel fazia sua estreia como uma das modelos fotografadas pela protagonista. Fluegel marcaria em suas participações em Era uma Vez na América (1984), Viver e Morrer em Los Angeles (1985) e Condenação Brutal (1989). A atriz faleceu em 2017 aos 64 anos.
Os Olhos de Laura Mars estreou no dia 2 de agosto de 1978, numa época em que o cinema só conhecia entretenimento grandioso há pouquíssimo tempo, servidos por Tubarão (1975) e Guerra nas Estrelas (1977). No mesmo ano, os filmes de gênero seriam marcados pela estreia de Halloween (1978), escrito e dirigido pelo mesmo John Carpenter, sem as amarras de um grande estúdio. O longa conquistou uma bilheteria de US$20 milhões num orçamento de menos da metade, se mostrando um sucesso. No que diz respeito às críticas, o longa não impressionou tanto, gerando avaliações mistas da imprensa. O filme, infelizmente, não se manteve popular ao longo dos anos, se tornando um dos trabalhos não muito comentados de todos estes artistas mais que gabaritados. Plataformas como a Amazon, embora não seja o foco de seu acervo, fazem um bom trabalho ao investirem em produções cult como esta, com a proposta de apresenta-las às novas gerações.
A Waxwork Records anunciou que lançará a trilha sonora em vinil dos três filmes da franquia ‘Rua do Medo‘, trilogia da Netflix baseada nos livros de R.L. Stine.
A trilha sonora, composta por Marco Beltrami e Marcus Trumpp, vem acompanhada de três artes incríveis.
‘Rua doMedo’ é uma série de livros de terror adolescente que estreou em 1989. Os romances são menos conhecidos que o compilado predecessor, ‘Goosebumps’. Atualmente, a franquia possui 52 livros ambientados em Shadyside, Ohio.
A série ‘Chucky‘, baseada na clássica franquia ‘Brinquedo Assassino‘, ganhou novas imagens oficiais.
Confira:
A produção irá estrear no dia 12 de outubro, nos canais SyFy e USA.
A série foi criada por Don Mancini, e conta com a produção executiva de Nick Antosca (‘Channel Zero’).
Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.
De acordo com o THR, a série derivada ‘O Continental‘, spin-off da franquia ‘John Wick‘, será uma pré-sequência, ou seja, narrará eventos anteriores aos filmes estrelados pelo Keanu Reeves.
O projeto terá apenas três episódios, e cada um deles funcionará como um filme de cerca de 90 minutos. Além disso, o site confirma que o orçamento de cada capítulo irá girar em torno de US$ 20 milhões.
A trama será ambientada no hotel Continental, 40 anos antes dos eventos dos filmes, e focará em Winston, um jovem assassino que, junto com outros, cria um paraíso neutro para outros profissionais no ramo, em um cenário de Nova York dos anos 1970.
O protagonista eventualmente acabará se tornando o personagem interpretado por Ian McShane na franquia principal.
Albert Hughes (‘O Livro de Eli’) será responsável pela direção de dois episódios.
Vale lembrar que ‘John Wick 4‘ está programado para estrear nos cinemas nacionais no dia 26 de maio de 2022.
Uma mulher de 41 anos foi acusada de atear fogo no próprio pai, de 65, durante uma visita ao idoso em uma clínica em Embu-Guaçu, na Região Metropolitana de São Paulo. Cláudia Campos morava em Manaus e veio a São Paulo com a vingança já planejada.
O crime aconteceu na última sexta-feira (09) e a Justiça decretou a prisão de Cláudia, que permanece foragida.
Ao que parece, ela vinha orquestrando o crime há cerca de 11 anos, quando contou à família que foi abusada sexualmente pelo pai, Aparecido, quando era uma adolescente.
Em mensagens trocadas com o irmão, tudo indica que ela se inspirou no filme ‘Doce Vingança’, que conta a história de uma jovem que tortura e mata os homens que abusaram dela.
Na conversa, ela questionou se ele já tinha assistido aos filmes com uma insistente curiosidade, como se estivesse zombando do que iria acontecer.
Sem entender o significado da mensagem, o irmão apenas ignorou, mas entendeu o que ela quis dizer após o crime.
Moradora de Manaus, Cláudia até ajudava a custear o tratamento do pai, internado há cinco anos na clínica, e já tinha feito duas visitas a ele.
No entanto, ela sempre o tratava com carinho, segundo um dos fundadores da clínica, que funciona há 14 anos na região.
Por outro lado, tudo fazia parte do plano, que incluía tirá-lo da clínica para morar com ela para facilitar a conclusão do homicídio.
“Ela sempre foi amorosa. Abraçava, beijava, ficava com o pai no cantinho dela. Ele gostou [da ideia de morar com ela]. A gente entrou com o pedido da aposentadoria dele, estava pra sair agora. Ele falou que o sonho dele era se aposentar e morar com a filha.”
Como o irmão de Cláudia não autorizou a transferência, ela viajou para São Paulo para ver o pai mais uma vez. Depois de ir à clínica e convidá-lo para um passeio ao ar livre, ela ateou fogo no corpo dele quando estavam próximos a uma trilha e ele não resistiu aos ferimentos.
Devido à demora para retornarem, alguns funcionários da clínica saíram para procurá-los, mas só encontraram o corpo do pai, carbonizado.
Até o momento, a Polícia Civil já ouviu dez depoimentos sobre o caso.
Um deles foi concedido pela mãe de mãe de Cláudia, que ofereceu sua casa assim que a filha chegou de viagem. O Outro foi de um ex-namorado, que emprestou dinheiro para que ela pudesse comprar a passagem para São Paulo.
Os depoimentos podem ajudar os policiais a descobrirem o possível paradeiro da assassina e se ela teve ajuda para finalizar o crime.
Lembrado que ‘Doce Vingança‘ foi lançado em em 2010 e um fracasso de crítica, registrando apenas 32% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas se tornou um clássico instantâneo e agradou em cheio o público.
O longa dirigido por Steven R. Monroe rendeu mais duas sequências, lançadas em 2013 e 2015.
O macabro e popular terror ‘O Albergue‘, dirigido e roteirizado por Eli Roth, está disponível na plataforma de streaming da Netflix.
Na trama, três jovens que levam suas vidas de forma hedonista partem para uma viagem até a Eslováquia, a fim de conhecer o paraíso de diversão sexual – que supostamente existe numa de suas cidades. Ao chegar no local, hospedam-se num albergue e o que parecia ser a melhor viagem da vida deles, começa a transforma-se num pesadelo total, pois algo maligno, nefasto e perigoso parece está escondido no lugar. Algo ligado a terror, morte e tortura física e psicológica.
Essa descoberta pode mudar para sempre o modo de vida deles, pois lutar pela sobrevivência e conhecer lados obscuros da mente humana podem ser uma experiencia das mais aterradoras.
A produção irá estrear oficialmente no dia 21 de julho.
Na nova versão, Scott Turner, um policial federal, herda um desobediente cachorro. A princípio, ele não gosta da ideia, mas gradativamente ele descobrirá que o parceiro que ele não queria, é exatamente o que ele precisava. Eventualmente, Turner e Hooch se transformam em grandes amigos.
O diretor McG, o mesmo responsável pelo remake de ‘As Panteras‘, dirigirá o primeiro episódio da série, além de assumir a função de produtor executivo do projeto. Matt Nix assina o roteiro e também auxilia na produção.