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Crítica | Eddington – Ari Aster Transforma a Pandemia em Tragicomédia Política e Violenta

Onde a intolerância entre os extremos políticos pode nos levar? Ari Aster responde com sarcasmo e desespero em Eddington, seu quarto longa-metragem, que abandona o horror psicológico literal para mergulhar no terror social contemporâneo. Em uma tragicomédia rocambolesca — tão absurda que parece familiar — o diretor norte-americano constroi uma paródia dos tempos atuais, em que a polarização virou estilo de vida. Armentistas versus identitaristas: duas caricaturas que as redes sociais insistem em apresentar como espectros reais da política. Aster não está interessado na precisão ideológica, mas sim no espetáculo da ignorância.

Inspirado pelo caos de maio de 2020, Eddington recria uma cidade fictícia no Novo México que se transforma em palco daquilo que se tornou o nosso cotidiano: disputas discursivas entre ciência e negacionismo, paranoia e bom senso, sanidade e desinformação. É um microcosmo de uma decadência global, onde a pandemia da Covid-19 serve menos como pano de fundo e mais como lente de aumento para o colapso da convivência.

Joaquin Phoenix interpreta o xerife Joe Cross, um homem consumido pela retórica do ressentimento e das meias-verdades, cuja cruzada pessoal é derrotar o prefeito Alex Garcia (Pedro Pascal), um político latino que tenta manter a ordem e promover medidas básicas de saúde pública. Entre os dois, há uma terceira protagonista: as redes sociais. Ou melhor, a rede social — um organismo onipresente e mutante que define o que é real, quem é vilão e como manipular a percepção coletiva.

Aster não tem pudor em ridicularizar os vícios da comunicação contemporânea: o discurso inflamado, a construção de narrativas sem base factual, a fabricação de inimigos e a espetacularização da tragédia. Em uma das cenas mais marcantes, Joe grava um vídeo acusando Garcia de crimes contra sua esposa (Emma Stone) e outras atrocidades — não porque acredita nisso, mas porque é estratégico.

Duas vezes ganhadora do Oscar, Stone parece fazer uma participação especial como a esposa depressiva, confinada durante a pandemia e devastada por uma tragédia pessoal. Ela encontra acolhimento, no entanto, na figura de um guru espiritual (interpretado por Austin Butler), que encarna com precisão os falastrões da fé — com discursos religiosos inflamados e promessas de um único caminho para a salvação.

(Foto de Antonin THUILLIER / AFP)

Mais do que uma crítica à direita ou à esquerda, Eddington é um retrato da falência do debate público — da substituição da política por um reality show onde os participantes não querem governar, apenas vencer. Aster dirige com precisão cirúrgica, alternando o grotesco com o patético, a sátira com o horror, o cômico com o trágico. O riso, aqui, é sempre desconfortável, pois estamos a um passo da realidade de Guerra Civil, de Alex Garland.

No fim das contas, o que começa como uma disputa discursiva — ainda que repleta de fake news, deboche e cinismo — deságua numa reviravolta explosiva. O embate entre Joe Cross e Alex Garcia abandona qualquer verniz de civilidade e escala para uma violência desmesurada, num terceiro ato que transforma Eddington num faroeste moderno — ou melhor, num anti-faroeste, onde já não há diferença entre mocinhos e vilões. Todos estão armados, todos estão certos, todos têm um celular em punho.

Aster filma esse colapso como se fosse o último ato de uma peça ridícula que esqueceu de ser tragicômica e passou direto para o grotesco. Tiros são disparados com a mesma facilidade com que se compartilha uma teoria conspiratória. Grupos se organizam como milícias digitais que saíram da tela direto para as ruas. O velho espírito do Velho Oeste ressurge não como nostalgia, mas como distopia: um território onde a lei é a opinião pessoal e a verdade, um detalhe opcional.

Embora a narrativa nos apresenta um grande ganhador corportivo no ato final, na verdade, não há herois em Eddington. Nem vilões absolutos. O que existe é um amontoado de personagens cegos por suas certezas, dispostos a tudo — literalmente tudo — para vencer. O xerife e o prefeito tornam-se versões um do outro, espelhando-se num autoritarismo disfarçado de “salvação”. No duelo final, quem vence é a verdadeira protagonista: a máquina que pouco se importa se o discurso da vez é de direita ou de esquerda — o que importa é fazer as engrenagens girarem e gerar riqueza para poucos, sob o verniz de progresso para todos. 

Com seu humor mórbido até o último minuto, Aster não nos escandaliza, surpreende ou aterroriza — ele escala verdades. A violência em Eddington cresce tanto que os tiros sobre tiros fazem o filme perder parte da graça, embora ganhe em ação. Para alguns, esse clímax pode parecer uma ruptura do tom; para outros, é coerente com o espiral de loucura. Ainda assim, temos alusões às comédias de erros no estilo de Fargo, dos irmãos Coen, sempre com um desfecho irônico, onde a tragédia vira espetáculo.

Sombras no Deserto

(The Carpenter’s Son)

 

Elenco:

Nicolas Cage
FKA twigs
Noah Jupe

 

Direção: Lotfy Nathan

Gênero: Terror

Duração: 94 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 13 de Novembro de 2025

Sinopse: 

Em SOMBRAS NO DESERTO, uma família escondida no Egito Romano. O filho conhecido como ‘o Menino’ duvida do guardião ‘o Carpinteiro’, rebelando-se com poderes misteriosos. Conforme ele usa suas habilidades, eles enfrentam horrores naturais e divinos.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Lotfy Nathan também assina o roteiro do longa;

» A produção é inspirada em Evangelho Pseudo-Tomé, um evangelho apócrifo sobre a infância de Jesus. A escritura detalha o uso de poderes miraculosos por Jesus durante sua infância;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Sob as Águas do Sena 2’ está em desenvolvimento pela Netflix

A atriz Bérénice Bejo confirmou ao jornal La Tribune que o terror francês ‘Sob as Águas do Sena‘ vai ganhar sequência.

O filme conquistou o melhor lançamento de um filme de língua não-inglesa na plataforma ao abarcar 41 milhões de visualizações em seus primeiros cinco dias.

“Já começamos as filmagens de Sob as Águas do Sena 2. No entanto, não se trata de uma simples sequência, mas sim de um novo filme, completamente diferente… com a presença de um tubarão”, revelou.  

Em entrevista à Variety, o diretor Xavier Gens revelou que a obra foi recusada por estúdios franceses antes da Netflix comprar os direitos de exibição.

“As pessoas na França não ousaram tocar [o projeto]”, ele conta. “É um filme que não pôde ser produzido e financiado no circuito tradicional, porque as pessoas assumiam que filmes de tubarão só poderiam ser feitos por estadunidenses ou coreanos”. 

Com 63% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Sob as Águas do Sena‘ já está disponível no catálogo da plataforma de streaming.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Gens também assina o roteiro ao lado de Sebastien AuscherYannick Dahan.

Uma bióloga marinha Sophia descobre que um tubarão gigante invadiu o rio Sena pouco antes da realização de um triatlo internacional. Embora as autoridades relutem em acreditar nela, Sophia deve se unir a um policial e uma ativista climática para impedir um literal banho de sangue.

O elenco conta com Bérénice BejoNassim LyesIñaki LartiqueLéa Léviant e outros.

‘Truque de Mestre – O 3º Ato’ estreia em PRIMEIRO nas bilheterias do Brasil

 ‘Truque de Mestre – O 3º Ato’ (Now You See Me: Now You Don’t), novo lançamento da Paris Filmes que chegou aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, dia 13, estreou com desempenho superior ao dos dois filmes anteriores.

Enquanto, no primeiro dia, ‘Truque de Mestre‘ (2013) vendeu 55 mil ingressos e ‘Truque de Mestre – O 2º Ato‘ (2016) alcançou 61 mil, ‘Truque de Mestre – O 3º Ato’ superou essas marcas e reforçou a popularidade da franquia, somando 66 mil ingressos vendidos na estreia.

Nos EUA, o reboot de ‘O Sobrevivente‘ e a sequência ‘Truque de Mestre: O 3° Ato‘ irão brigar pelo topo das bilheterias nos EUA.

Projeções recentes indicam que ambos filmes devem abrir acima de US$ 20 milhões no país.

Na última quinta-feira (13), o terceiro filme da franquia ‘Truque de Mestre‘ levou a melhor, somando US$ 2.1 milhões contra US$ 1.9 milhões arrecadados pelo reboot estrelado por Glen Powell (‘Todos Menos Você’).

Truque de Mestre – O 3º Ato’ conquistou uma aprovação positiva no Rotten Tomatoes, com 61% de aprovação baseado em 28 avaliações.

Para efeito de comparação, o filme original,Truque de Mestre, obteve 51% de aprovação com 171 avaliações, enquanto a sequência Truque de Mestre: O Segundo Ato’ amargou 34%, com base em 197 avaliações.

No geral, os críticos consideraram o filme divertido, apesar de problemas no roteiro e na direção.

Crítica | ‘Truque de Mestre – O 3º Ato’ devolve a mágica que a franquia pede em uma aventura deliciosa

Crítica 2 | ‘Truque de Mestre: O 3º Ato’ se mantém fiel à identidade da franquia em uma divertida e despojada aventura

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Justice Smith, Rosamund Pike, Dominic Sessa e Ariana Greenblatt.

Os Quatro Cavaleiros retornam com uma nova geração de ilusionistas realizando reviravoltas, surpresas e mágicas alucinantes, diferentes de tudo já capturado em filme.

Ruben Fleischer, que dirigiu ‘Truque de Mestre 2‘, dirigesequência. O filme é escrito por Seth Grahame-Smith.

Lembrando que Truque de Mestree Truque de Mestre: O Segundo Ato’ estão disponíveis na Netflix

‘José do Egito’: Produtor de ‘The Chosen’ compartilha notícia DECEPCIONANTE sobre drama bíblico

O produtor executivo Dallas Jenkins, conhecido pelo sucesso de ‘The Chosen’, trouxe uma notícia sobre seu novo projeto bíblico, José do Egito, que adapta a história de José contada na Bíblia.

Conforme o Collider, Jenkins revelou que a produção terá apenas uma temporada, desapontando os fãs:

“Estamos fazendo como uma minissérie, não como uma série com várias temporadas. Sentimos que era uma boa história para encaixar entre outras que estamos contando”, afirmou.

Embora não esteja diretamente conectada, a produção está sendo vista como uma pré-sequência da série ‘The Chosen’, também criada por Jenkins.

‘The Chosen’: Atriz revela qual cena da série foi a mais impactante de gravar

Jenkins explicou o motivo de ter decidido contar a história de José, destacando sua relevância teológica e sua conexão com narrativas posteriores:

“Existem muitos paralelos com a história de Jesus. A história de José é o que leva à criação da Lei. Ainda não há estrutura, então as pessoas estão apenas experimentando sua humanidade e resolvendo os problemas da pior forma possível”, afirmou.

O produtor continuou, ligando a história de José à de Moisés: “Moisés é, de muitas formas, uma resposta à história de José. É José quem leva o povo ao Egito, o que acaba preparando o cenário para a experiência de opressão de Moisés no Egito”.

‘The Chosen’: Criador e elenco se preparam para a crucificação de Jesus em emocionante vídeo dos bastidores

Segundo o DeadlineAlexa Mansour (‘The Walking Dead: The World Beyond’), Shila Ommi (‘Teerã’), Christopher Maleki (‘Law & Order: Organized Crime’), Alonso Rappa (‘Dark Winds’), Johnny Visotcky (‘NCIS: Origens’) e Jay Abdo (‘Queen of the Desert’) foram contratados para a atração.

Detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

Craig Wright entra como roteirista e produtor.

José do Egito conta a história do Antigo Testamento sobre José, que, traído por irmãos invejosos, desafia todas as expectativas e ascende a um poder incrível no Egito, perdendo apenas para o Faraó. Mas quando seu passado o alcança, ele se depara com um complexo teste final.

Adam Hashmi dá vida ao personagem titular, acompanhado de Alexander Siddig (Jacó), Babak Tafti (Simão), Daniel Peera (Rubens), Iris Bahr (Lia), Omid Abtahi (Ankuh) e Navid Negahban (Khasekhemre).

O elenco ainda conta com Dakota ShapiroTannaz ShastiriRuben VernierAmir MalaklouMoran AtiasNecas ZadeganMatisse Ratron-NealShani AtiasSiya Maleki.

Contando com oito episódios, a minissérie já está sendo rodada em Novo México, nos Estados Unidos.

Wright também entra como showrunner.

X-Men | Explorando o LEGADO da icônica trilogia original da 20th Century Fox

Antes da Marvel Studios sagrar o Universo Cinemático Marvel como uma das franquias mais bem-sucedidas da história do cinema – elevando a qualidade das adaptações de quadrinhos a níveis estrondosos -, coube à extinta 20th Century Fox começar dar as cartas do jogo com o longa-metragem X-Men. Lançado em 2000, o filme deu início a uma franquia de enorme sucesso financeiro e crítico (com altos e baixos no meio do caminho), e foi responsável por possibilitar que realizadores tomassem riscos mais ousados para produções do gênero – em relação a termos narrativos, estéticos e temáticos.

A franquia original, lançada entre os anos de 2000 e 2006 com três títulos, é uma das representações máximas das adaptações de HQs para o cenário fílmico – acompanhando o grupo titular, liderado pelo Professor Charles Xavier (Patrick Stewart), enquanto enfrenta inúmeros inimigos ao redor do planeta: de um lado, humanos que querem exterminar os mutantes por considerá-los aberrações e desvios da natureza; de outro, um clã intitulado Irmandade dos Mutantes comandado por Magneto (Ian McKellen), cujo intuito de proteger seus semelhantes o transformou em um misantropo sem limites que fará de tudo para mostrar que o próximo passo da evolução reside com os mutantes.

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A premissa estende-se para a trilogia como um todo, sofrendo alterações à medida que esse cosmos se torna mais denso e mais complexo. No primeiro capítulo, por exemplo, Magneto quer transformar os humanos em mutantes a fim de acabar com a divisão que existe entre os dois grupos – tendo como alvo a poderosa Vampira (Anna Paquin) para alcançar seu objetivo; no segundo, o psicótico William Stryker (Brian Cox) utiliza o que tem a seu alcance para colocar as mãos no Cérebro, uma das invenções mais poderosas de Charles Xavier e Magneto, e usá-lo para exterminar os mutantes; no terceiro, ambas as tramas colidem conforme os X-Men enfrentam a descoberta da cura do gene-X e o retorno de Jean Grey (Famke Janssen) como a perigosa Fênix Negra (o próximo estágio de evolução).

À medida que os anos se passam, é notável como o legado da saga permanece mais vivo do que nunca. Seja por conseguir manejar um ensemble estelar que ajudou a repopularizar inúmeros personagens, incluindo Wolverine (Hugh Jackman), Ciclope (James Marsen), Tempestade (Halle Berry) e Mística (Rebecca Romijn), seja por promover revoluções a enredos desse tipo, revisitar os filmes nunca é uma ideia ruim – ainda mais se considerarmos a pré-sequência que se originou alguns anos depois, com o lançamento de X-Men: Primeira Classe’. Percebemos, também, que a audácia mencionada refere-se ao fato de usar os personagens como sacrifícios para o andamento da narrativa ou para reviravoltas significativas (por exemplo, em X-Men: O Confronto Final’, vemos Mística protegendo Magneto e perdendo seus poderes no processo; ou até mesmo Ciclope e Professor Xavier sendo derrotados por Jean em sua forma como Fênix).

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Tal qualidade inegável é cortesia de Bryan Singer, que dirigiu os dois primeiros longas, e de Brett Ratner, responsável pelo encerramento da trilogia. Desde a primeira iteração, o público percebe que a atmosfera não se restringe apenas a incursões familiares, expandindo-se para cenas mais ardentes, com diálogos mais obtusos e integrando inúmeros suis-generis. Há diversas tiradas inteligentes entre Wolverine e Ciclope no primeiro filme, enquanto o segundo aposta fichas em uma violência mais explícita; o terceiro, supervisionado por Ratner, dividiu o público e a crítica, mas apresentou um thriller psicológico que arrancou a melhor performance de Janssen como uma personagem dupla e extremamente perigosa.

Esses elementos podem ser vistos em produções subsequentes, como ‘Homem-Aranha’ (que, de forma irônica, seguiu os mesmos passos), ‘Quarteto Fantástico’ e ‘V de Vingança’; dentro do MCU, escolhas narrativas e técnicas similares apareceram em ‘Homem de Ferro’, ‘Pantera Negra’ e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ – e, mais recente, no divertido ‘Deadpool e Wolverine’ (apenas para citar alguns). Ora, até mesmo o aclamado ‘Logan’ bebeu das páginas de X-Men para ampliar a mitologia da franquia.

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E isso não é tudo: a trilogia foi uma das primeiras a trazer temas importantes ao cenário mainstream, principalmente no tocante às minorias sociais. Se os quadrinhos da Marvel Comics já se mostravam à frente do seu tempo ao abrir discussões importantes, as adaptações cinematográficas estamparam nas telonas uma espécie de espelho a conversas que se estenderiam aos dias de hoje: por exemplo, é notável como o discurso utilizado pelos humanos em relação aos mutantes, diminuindo-os e considerando-os “aberrações”, ou até mesmo projetando a necessidade de uma cura a algo que não é uma doença, relaciona-se nas mais diversas camadas à comunidade LGBTQIA+ e à forma como é vista por tradicionalistas retrógrados. Em X2, os pais de Bobby (Shawn Ashmore) perguntam a ele se já tentou “não ser mutante”, enquanto Tempestade afirma que “eles não podem nos curar. Porque não há nada para ser curado” em ‘O Confronto Final’ – e esse é um discurso a que qualquer jovem não-heteronormativo pode se identificar.

X-Men ditou o futuro das adaptações de quadrinhos sem ao menos ter isso em mente à época que foi lançado – e, no final das contas, não podemos diminuir o impacto da trilogia original nesse gênero da sétima arte. Afinal, o próprio MCU não existiria sem o caminho aberto por nossos adorados mutantes.

Crítica | ‘Eu, Eddie’ – Um retrato sobre um grande observador que nunca para de criar

Fazer os outros rirem é algo muito difícil – poucas pessoas conseguem. E transformar isso em profissão, menos ainda. Expressando-se de várias formas e se tornando um grande observador que nunca para de criar, o ator Eddie Murphy marcou seu nome na cultura pop mundial com seu jeito irreverente, sorriso marcante e uma habilidade impressionante de atrair a atenção para seu talento.

Para contar um pouco de sua trajetória, chegou à Netflix nesse finalzinho de 2025, o documentário Eu, Eddie que revisita parte da carreira do artista – fã de Richard Pryor e Muhammad Ali – desde os inesquecíveis shows de Stand-Up Comedy até o sucesso em Hollywood, lotando cinemas e teatros. Hoje, o nova-iorquino de 64 anos não está tão em evidência como em outros tempos, mas sua filmografia, espalhada pelos streamings, segue conquistando os amantes da comédia.

Nascido no Brooklyn, em abril de 1961, logo no início da fase adulta causava burburinhos com o sucesso de suas apresentações em bares badalados de humor. Notado, conseguiu uma vaga no Saturday Night Live – programa de televisão ligado à comédia que era sensação da época – no início dos anos 1980, após parte do elenco original já ter se despedido do show. Esse foi o primeiro passo de uma carreira que, logo depois, chegaria ao cinema e viria a ser uma das mais bem-sucedidas entre os artistas daquela época.

Dirigido pelo duas vezes vencedor do Oscar de Edição, Angus Wall, o projeto procura não se aprofundar, passando rapidamente por momentos marcantes de sua vida profissional e pessoal. Guiado pelo próprio depoimento de Murphy – gravado em sua linda mansão na Califórnia – temas como sua infância, a relação com a família, a chegada da fama através do primeiros sucessos na tela grande e um pouco do seu processo criativo não são esquecidos. Em complemento, a visão de amigos próximos e de nomes importantes do cenário da comédia norte-americana, como Dave Chappelle, Chris Rock, Jerry Seinfeld e Kevin Hart, enriquece a obra.

Com quase cinco décadas de uma carreira vitoriosa, é impossível não lembrar de 48 Horas, Um Tira da Pesada, Um Príncipe em Nova Iorque, Professor Aloprado e até sua chegada a indicação ao Oscar por Dreamgirls – Em Busca de um Sonho – que veio ao mesmo tempo do fracasso Norbit. Trechos desses filmes são mostrados, algo que ativa memórias de todos nós, cinéfilos que acompanhamos de perto sua carreira. Com dezenas de personagens marcantes e um sucesso estrondoso, Eddie Murphy abriu portas para que artistas negros virassem protagonistas de blockbusters, tornando-se referência para muitos talentos que foram surgindo ao longo do tempo.

Mesmo em um mergulho superficial, Eu, Eddie, consegue chegar em boas reflexões sobre a vida e carreira de um dos rostos mais conhecidos de Hollywood – um artista completo que ainda tem muito a oferecer.

10 SÉRIES pra preencher o vazio que LOST e ARQUIVO X deixaram na sua vida

Para todo amante de séries de ficção científica, Lost e Arquivo X estão em um patamar raramente alcançado por alguma outra produção. Mas não é por isso que não conseguimos encontrar outros belos projetos que nos fazem querer ver um episódio atrás outro. Pensando nisso – para você que gosta de obras com muitas reflexões – segue abaixo uma lista que você precisa conferir:

 

Pluribus (Apple Tv)

Nessa nova série do criador de Breaking Bad, acompanhamos uma escritora de relevante sucesso que, durante uma noite, começa a perceber algo estranho acontecendo pelo mundo e precisa se adaptar a esse novo cenário.

 

Os Contos do Loop (Prime Video)

Ao longo dos episódios, de quase uma hora de duração e com ótimos diretores assinando cada um deles, vamos conhecendo uma pequena cidade norte-americana e seus habitantes que, de alguma forma, acabam sendo envolvidos pelo The Loop: um experimento que fica debaixo da terra e possui o objetivo de desvendar alguns dos mais complexos mistérios do universo.

 

O Eternauta (Netflix)

Sempre renovando uma amizade de quase 40 anos, quatro amigos se reúnem toda sexta-feira para jogar truco. Num desses dias, algo estranho acontece. Ao perceberem estar sob uma misteriosa e mortal nevasca, Juan Salvo (Ricardo Darín) e o restante do grupo precisarão encontrar soluções para sobreviver quando os perigos se mostram presentes. Conforme os dias passam, começam a entender que uma invasão aconteceu – e nada será como antes.

 

Silo (Apple Tv)

Ficção científica lançada na Apple Tv Plus, Silo nos leva para uma reflexão sobre a sobrevivência em um futuro distópico, onde pessoas vivem em um lugar controlado por regras e repleto de restrições. Baseado na obra do escritor norte-americano Hugh Howey.

 

For All Mankind (Apple Tv Plus)

Uma das mais consagradas séries de ficção científica da atualidade, For All Mankind nos apresenta a inusitada situação: imagina que a União Soviética chegou primeiro à lua na frente dos Estados Unidos? Seguindo nessa realidade paralela, acompanhamos as disputas em uma corrida espacial que nunca acaba.

 

Matéria Escura (Apple Tv Plus)

Na trama, acompanhamos um pacato professor formado em física que, certo dia, se vê de frente com uma situação inusitada, sendo apresentado a uma versão alternativa da própria vida. Ao longo do tempo, muitas surpresas vão estar pelo caminho e escolhas precisarão ser feitas.

 

Origem (Globoplay)

Jim (Eion Bailey), um engenheiro que constrói atrações de parques de diversões, e sua esposa Tabitha (Catalina Sandino Moreno), são um casal em crise, perto de assinar o divórcio. Eles resolvem fazer uma última viagem juntos de trailer com os dois filhos após uma tragédia. Durante o caminho, são surpreendidos por uma árvore que impede de continuarem, regressando para uma outra parte da estrada onde se veem presos em uma cidade. O ótimo episódio piloto prende a atenção, sem deixar de esconder os principais mistérios e nos contextualizar de boa parte do que seria a jornada dali pra frente.

 

Stranger Things (Netflix)

Submetida a experimentos por um cientista que a roubou de sua mãe, Eleven tem super poderes e pode controlar objetos com a mente. Ao longo das temporadas de Stranger Things vamos conhecendo melhor sua trajetória no passado, já rumando para um presente onde seus amigos precisarão de seus poderes para vencer o mal.

 

Dark (Netflix)

O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix, tempos atrás, e sem muito ‘oba oba’. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos e uma montagem de elenco espetacular, a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo.

 

Ruptura (Apple Tv Plus)

Mark (Adam Scott) é funcionário de uma misteriosa empresa chamada Lumen e acaba de ser colocado como líder de uma equipe de funcionários que aceitou ser submetidos a uma situação onde suas memórias foram divididas entre o seu trabalho e sua vida fora dele. Basicamente, quando eles estão no trabalho, não lembram de nada do mundo fora dali; e quando estão em suas respectivas casas, não lembram de nada do trabalho. Até que um dia um ex-colega deles de trabalho, que conseguiu sair dessa situação, acaba fazendo contato com o Mark de fora do trabalho. A partir disso, o drama vira um misterioso labirinto de descobertas convergindo das duas realidades.

10 Filmes ‘das antigas’ que são sempre bons de rever

Em alguma fase de nossas vidas, obras que contornaram nossas trajetórias voltam a despertar lembranças e reflexões, sendo iminente um novo encontro. Com as possibilidades dos streaming e das compras pelas plataformas digitais, ficou muito mais fácil revisitar uma obra marcante. Pensando nisso, separamos abaixo dez produções maravilhosas que merecem ser vistas novamente:

 

Clube dos Cinco (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Um clássico dos dramas adolescentes, em Clube dos Cinco conhecemos cinco estudantes do ensino médio norte-americano que são punidos e precisam frequentar a escola aos sábados. Aos poucos vão se conhecendo e dividindo suas experiências de vida.

 

Os Goonies (HBO Max)

Um dos filmes de maior sucesso na famosa ‘Sessão da Tarde’, nessa aventura dirigida por Richard Donner acompanhamos jovens que encontram um misterioso mapa do tesouro e se metendo em diversos conflitos.

 

Caminhos Violentos (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Violência gera violência. Explorando uma relação explosiva entre pai e filho, o cineasta nova iorquino James Foley nos apresenta um longa-metragem repleto de embates que envolvem principalmente questões familiares e a falta de uma maturidade em um início de uma fase adulta conturbada.

 

Sociedade dos Poetas Mortos (Disney Plus e Netflix)

Dirigido pelo cineasta australiano Peter Weir e com roteiro assinado por Tom Schulman, Sociedade dos Poetas Mortos possui cenas inesquecíveis. O longa-metragem, lançado no primeiro semestre do ano de 1990 aqui no Brasil, conta a história de um criativo e inspirador professor, interpretado por Robin Williams, que é contratado para dar aulas em uma escola cheia de regras e tradições no final da década de 1950.

 

Proposta Indecente (Paramount Plus)

Proposta Indecente, dirigido por Adrian Lyne, conta a formação de quase um triângulo amoroso sob os pontos de vistas de um casal (Diana e David) que vai mal financeiramente e certo dia um milionário aparece oferecendo uma grande quantia de dinheiro para passar uma noite com Diana. O final desse filme é arrebatador.

 

Filadélfia (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Andrew Beckett (Tom Hanks) é um brilhante advogado que vem crescendo na poderosa empresa onde trabalha. Quando ele é demitido de forma surpreendente por conta da descoberta pela empresa que ele possui AIDS, Andrew resolve processá-los e para isso contrata Joe (Denzel Washington), um advogado, homofóbico, que é o único que aceita o caso.

 

Uma Babá quase Perfeita (Disney Plus)

Daniel (Robin Williams) é um ator com enorme coração mas sem emprego fixo, imaturo, também um pai que não consegue viver longe dos filhos, após um doloroso divórcio. Sem saber o que fazer e já na linha do desespero, tem a inusitada ideia de se vestir de governanta mais velha e assim se candidatar a vaga de babá na casa da mãe dos filhos. Uma série de situações loucas acontecem e o protagonista passa por mirabolantes situações para manter o seu disfarce.

 

Tropas Estelares (Disney Plus)

Johnny Rico (Casper Van Dien) é um jovem estudante que, por conta de seu amor por Carmen (Denise Richards), resolve se alistar ao serviço militar quase ao mesmo tempo da explosão de uma intensa batalha entre a humanidade e enormes insetos. Acontece que Rico e Carmen acabam indo para lados opostos nas forças militares: ela para a força aérea, ele para a infantaria. Seguindo caminhos opostos em uma guerra sem precedentes, Rico aos poucos vai se tornando o líder de batalhões de combate e se aproximando da ex-amiga de escola, Dizzy Flores (Dina Meyer).

 

O Demolidor (HBO MAX)

Um dos grandes filmes de ação dos anos 1990, O Demolidor, que era exibido frequentemente na tv aberta anos atrás, conta a história de um policial e um bandido que são condenados a um encarceramento congelado onde precisam cumprir a pena de forma congelada (literalmente). Só que no ano de 2032, o cruel bandido foge da prisão, e, assim, o policial é descongelado para conseguir prendê-lo novamente. Protagonizado por Sylvester Stallone, Wesley Snipes e Sandra Bullock.

 

O Espelho tem Duas Faces (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Gregory (Jeff Bridges) é um experiente professor de matemática e escritor, que nunca conseguiu motivar seus alunos para suas aulas, vindo de alguns desencontros amorosos que o fizeram sofrer ao longo dos últimos anos. Um dia, resolve fazer um anúncio no jornal e acaba conhecendo a professora de literatura Rose (Barbra Streisand).

Conheça o romance com Priyanka Chopra Jonas, Sam Heughan e Céline Dion que está disponível no Prime Video!

A comédia romântica O Amor Mandou Mensagem, estrelada por Priyanka Chopra JonasSam Heughan, está disponível no catálogo do do Prime Video.

O longa-metragem foi lançado na plataforma de streaming hoje, 13 de novembro.

E se uma mensagem de texto aleatória levasse ao amor da sua vida? Lidando com a trágica perda de seu noivo, Mira Ray envia uma série de mensagens românticas para seu antigo número de celular… sem perceber que o número foi transferido para o novo telefone comercial de Rob Burns.

Jornalista, Rob é cativado pela honestidade nos belos textos confessionais. Quando ele é designado para escrever um perfil da estrela Celine Dion, ele pede a ajuda dela para descobrir como conhecer Mira pessoalmente… e conquistar seu coração.

Relembre o trailer:

Crítica | ‘O Amor Mandou Mensagem’ é uma rom-com que entrega exatamente o que promete

O longa é uma adaptação do romance ‘Text For You de Sofie Cramer, e conta com a direção de James C. Strouse.

Ator de ‘Capitã Marvel’ afirma que não deve voltar ao UCM

O astro Jude Law, que interpretou Yon-Rogg em ‘Capitã Marvel no Universo Cinematográfico Marvel (UCM), voltou a comentar sobre seu personagem e reafirmou que, provavelmente, não retornará para interpretar o vilão.

Em entrevista à GQ, o ator declarou: “Eu faria outro? Provavelmente não. Foi legal. [Meu personagem] foi um pouco sem graça. Eu queria ser mais engraçado. Esperava ser um vilão mais clássico, com aquele estilo de bigode retorcido, e acho que eu ficava criando ideias que não estavam indo para o filme. Então, basicamente, fiz o que me disseram”.

jude law captain marvel (1)
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Vale lembrar que, há cerca de um mês, durante uma entrevista à Variety, o ator já havia descartado a possibilidade de um retorno.

“Não acho que havia muito mais que eles pudessem explorar com Yon-Rogg. Para mim, foi o auge da Marvel, afirmou.

Sobre viver o vilão, Law ressaltou:

“Foi uma experiência realmente boa. Eu gostaria de ter tido a oportunidade de me divertir mais com o papel. Queria que ele fosse mais exagerado e queria explorar mais o humor. Além disso, aqueles trajes são difíceis de movimentar, pois são feitos de borracha grossa. Você passa meses em treinamento de dublês, fazendo ensaios de luta e aprendendo várias manobras. Mas quando você veste o traje, pensa: ‘Oh! Não consigo tocar meus dedos dos pés! Como vou fazer tudo isso com essa coisa vestida?’ Mas, no final, você dá um jeito”.

‘Capitã Marvel’ está disponível no Disney+. 

10 ÓTIMOS filmes para assistir com a galera!

Reunir os amigos e assistir a um bom filme pode ser um programão caso a obra escolhida seja empolgante! Pensando nisso, e pra você que tá nessa dúvida de qual longa-metragem escolher pelos streamings, segue abaixo uma lista que vai te ajudar:

 

Santos Justiceiros (Prime Video)

Nesse filme explosivo acompanhamos dois irmãos irlandeses e suas aventuras como justiceiros na cidade de Boston que logo ficam na mira de um agente do FBI.

 

Aumenta que é Rock’n’Roll (Globoplay)

Na trama, ambientada no início dos anos 80, conhecemos Luiz Antonio (Johnny Massaro), um jovem jornalista que desde os tempos de colégio, ao lado do amigo Samuca (George Sauma), sonha em trilhar carreira pelas ondas do rádio. Luiz consegue a grande oportunidade da vida ao ser colocado de frente de um novo projeto e assim criar a Fluminense Fm, mais conhecida como ‘A Maldita’, que logo se torna uma das estações mais ouvidas, lançando grandes nomes do rock nacional. Em meio ao caos de tentar manter seu sonho, com desafios atrás de desafios, ele começa a se aproximar de uma das locutoras do lugar, Alice.

 

Assassino por Acaso (Prime Video)

Na trama, conhecemos Gary Johnson (Glen Powell), um professor de uma universidade norte-americana, pacato e tímido, que durante a outra parte de seu dia trabalha para a polícia, se tornando um habilidoso traçador de perfis com autoestima elevada para o convencimento na criação de outras versões de si mesmo. Se fazendo de matador de mentira, com o objetivo de prender quem o procura, certa vez acaba se envolvendo com uma cliente, fato que o faz balançar na linha tênue entre a lei e a criminalidade.

 

RRR: Revolta, Rebelião, Revolução (Netflix)

Na trama, ambientada na década de 20 em uma enorme região da Ásia meridional colonizada pelos ingleses (que hoje conhecemos como a Índia) conhecemos uma jovem, integrante de uma pequena tribo, que é levada por um governador britânico e sua esposa contra vontade da família. Um integrante dessa tribo, o guerreiro gente boa Komaram Bheem (N.T. Rama Rao Jr.) jura a sua tribo ir até o poderoso palácio de domínio inglês e resgatar a jovem sequestrada. Em paralelo a isso, conhecemos a história de um integrante do exército britânico, de origem indiana, chamado Alluri Sitarama Raju (Ram Charan Teja) que está num presente em busca de maior reconhecimento para seus feitos no exército. Quando alta cúpula britânica descobre que Komaram Bheem quer resgatar a criança sequestrada, uma mobilização é feita como proteção ao governador e essa pode ser a chance de Alluri Sitarama Raju em se destacar. Só que as surpresas nessa história estão em todo lugar, Komaram Bheem e Alluri Sitarama Raju acabam de se tornando grandes amigos sem saberem dos segredos guardados de um e do outro.

 

Tetris (Apple Tv+)

Na trama, toda rodada na Escócia, conhecemos Henk Rogers (Taron Egerton), um ex-programador e depois empresário do ramo de jogos eletrônicos. Ele é holandês, criado nos Estados Unidos, que conheceu a esposa em uma universidade do Havaí e foi morar em Tóquio com ela, abrindo sua empresa lá. Durante uma feira de jogos, consegue (ou pelo menos acha que) a licença para consoles e Pcs no Japão de um jogo que viria a ser uma enorme sensação em todo o mundo: O Tetris. Só que logo ele percebe que não era algo fácil assim e embarca em uma história onde seu destino irá se confrontar com o regime russo da época, empresários gananciosos de Londres mas ele contará com a ajuda do criador do jogo, o engenheiro de computação Alexey Pajitnov (Nikita Efremov).

 

Glass Onion: Um Mistério Knives Out (Netflix)

Indicado em duas categorias para o Globo de Ouro 2023, o projeto conta a história de um empresário podre de rico chamado Miles Bron (Edward Norton) que resolve dar uma festinha particular (em tempos de ainda Covid-19 forte no mundo) em sua ilha na Grécia e para tal manda uma caixa charada para seus grandes amigos na vida e com quem tem relações profissionais também. Assim conhecemos a ex-celebridade e empresária que se mete em muitas polêmicas Birdie (Kate Hudson) e sua assistente Peg (Jessica Henwick), a governadora de um estado norte-americano Claire (Kathryn Hahn), o youtuber Duke (Dave Bautista) e sua namorada Whiskey (Madelyn Cline), um funcionário de alto cargo de sua principal empresa Lionel (Leslie Odom Jr.), sua ex-sócia Andi (Janelle Monáe) e o renomado detetive Benoit Blanc (Daniel Craig). Aos poucos vamos entendendo melhor sobre esse convite que gira em torno de um jogo de detetive com o assassinato fake de Miles. Só que as coisas se tornam mais intensas quando determinadas situações acontecem.

 

Apocalipse Z – O Princípio do Fim (Prime Video)

Na trama conhecemos Manel (Francisco Ortiz), um advogado e empreendedor no ramo de energia sustentável em luto desde a morte da namorada em um trágico acidente de carro. Vivendo seus dias solitários ao lado do seu gatinho Lúculo, certo dia se vê numa situação inusitada: uma epidemia desconhecida se espalha pelo mundo e ele resolve se isolar. Mas com a falta de comida, não lhe resta outra escolha a não ser tomar um rumo que o leva para uma viagem repleta de perigos em busca de algum abrigo.

 

A Substância (Mubi)

Na trama conhecemos Elisabeth (Demi Moore), uma artista que vive seu presente longe dos holofotes e fama de outros tempos. Em total declínio na carreira, um dia é convidada a participar de um experimento com uma substância que replica células criando assim uma nova versão, e mais jovem, de si mesma. Assim, surge Sue (Margaret Qualley). Embarcando nessa, Elisabeth perceberá que as consequências tomam um caminho sem volta.

 

Na Terra de Santos e Pecadores (Prime Video)

Na trama, ambientada em meados da década de 70, conhecemos o assassino de aluguel Finbar (Liam Neeson), um homem já amargurado pelo seu passado que após a morte da esposa vem aos poucos começando a repensar suas escolhas e os rumos para o futuro. Morando numa vila de poucos habitantes, longe dos agitados dias de tensão política na outra parte da Irlanda, ele enfim resolve se aposentar. Mas a chegada ao local de um grupo associado ao IRA, liderado por Doireann (Kerry Condon) faz Finbar repensar algumas questões.

 

A Sociedade da Neve (Netflix)

Na trama, voltamos ao início da década de 70 onde um grupo de pessoas, integrantes ou amigos e parentes de um time de rúgbi uruguaio que ia até o Chile para uma partida precisam sobreviver após o avião em que estavam se chocar com as montanhas numa região praticamente inacessível da temida Cordilheira dos Andes. Ao longo de muitos dias, a esperança e o luto andaram lado a lado. A fé, o acreditar, se tornam figuras presentes nos pensamentos de cada um deles.

 

 

Finn Wolfhard, de ‘Stranger Things’, vai fazer remake do clássico ‘A Mão Assassina’

Finn Wolfhard e Billy Bryk estão realizando uma nova versão do clássico cult dos anos 90,A Mão Assassina’.

Os jovens talentos, conhecidos por seu trabalho em Hell of a Summer, foram escolhidos para escrever e, possivelmente, dirigir o remake para a Sony Pictures, com a produção de Jason Reitman.

A notícia foi divulgada pela Variety, que destaca a confiança de Reitman na dupla:

“Finn e Billy arrasaram na estreia como diretores e têm uma abordagem completamente original para A Mão Assassina, que captura a essência de uma geração desencantada”, afirma o produtor.

“Estamos empolgados em apoiá-los enquanto eles trazem sua visão única para as telas e convocam os demônios”.

O filme original, lançado em 1999, acompanha um adolescente preguiçoso cuja mão é possuída por uma força homicida.

O terror tem estreia prevista para 2026.

10 filmes que fizeram parte da vida de muitos cinéfilos (e ainda comovem)!

Sempre que pensamos sobre os filmes da nossa vida, bate aquele sentimento gostoso do passado, quando a magia do cinema entrou em nossos corações e nunca mais saiu. Para relembrar algumas dessas obras que, tenha certeza, você conhece, preparamos uma lista abaixo com produções inesquecíveis de outros tempos:

 

ET – O Extraterrestre

Disponível em diversos streamings, esse é um dos grandes clássicos do cinema. Dirigido pelo genial Steven Spielberg e lançado no início dos anos 1980, conta a história de um jovem que encontra um extraterrestre e. ao lado dos irmãos. embarca em uma aventura emocionante tendo a amizade como força propulsora.

 

O Rei Leão

Uma das mais aclamadas animações da Disney, O Rei Leão teve uma bilheteria mundial quase na casa do bilhão. No filme, acompanhamos o carismático leão Simba que, após uma tragédia na sua família, precisa lutar pelo seu reino numa briga com o seu venenoso tio.

 

Ghost – Do Outro Lado da Vida

Whoaaaaaaaa! My loooooooove, my daaaaaaarling… Com direção de Jerry Zucker e roteiro assinado por Bruce Joel Rubin, Ghost – Do Outro Lado da Vida fala sobre o amor, sobre a inveja, o egoísmo, sobre as inúmeras formas de manter vivo um sentimento que não se encontra muito por aí. Talvez o maior sucesso da carreira de Patrick Swayze, Ghost conta a história de um ótimo executivo que possui um relacionamento muito bonito com sua namorada Molly (Demi Moore). Planejando o futuro juntos e juntando suas vidas, tudo muda quando Sam é assassinado. Só que Sam não consegue passar para o outro lado e acaba encontrando como se comunicar com uma médium chamada Oda Mae Brown (Whoopi Goldberg) partindo assim em busca de se reaproximar de Molly.

 

Três Solteirões e um Bebê

Na trama, conhecemos três amigos muito bem-sucedidos que moram em uma cobertura em Nova Iorque. Peter (Tom Selleck) é arquiteto, Michael (Steve Guttenberg) é desenhista e Jack (Ted Danson) é ator, todos eles são adeptos da vida boa e cultivam sua solteirice como modalidade de vida. Tudo muda quando um bebê é encontrado na porta da casa deles – indicando ser filha de Jack. Como o papai viajou para a Turquia para rodar um filme, Michael e Peter precisarão passar dias muito intensos, confusos e engraçados, tentando cuidar da nova hóspede.

 

Labirinto – A Magia do Tempo

A força dos feitiços e das amizades. Lançado 37 anos atrás nos cinemas de todo o mundo, e depois quase eternizado aqui no Brasil em muitas sessões da tarde, ‘Labirinto – A Magia do Tempo’ nos leva para um mundo de faz de conta, da fantasia, num lugar onde as coisas nem sempre são o que aparentam ser. A partir da jornada de uma jovem heroína, na sua descoberta aos valores morais, com uma narrativa que transforma o roteiro em um criativo percurso com pitadas de veia lúdica, paralelos com as emoções e a realidade são vistos por todos os lados.

 

A História sem Fim

Nunca desista e a sorte sempre o encontrará. Dirigido por Wolfgang Petersen com roteiro baseado no livro homônimo escrito por Michael Ende, A História sem Fim é um dos mais queridos filmes infanto-juvenil que estiveram nas últimas décadas em uma tela de cinema. A importância dos livros para o nosso sonhar é o combustível para embarcarmos em uma aventura repleta de variáveis, com seres carismáticos, nos mostrando a importância das emoções nas nossas trajetórias.

 

Jurassic Park – Parque dos Dinossauros

Lançado nos cinemas brasileiros no ano de 1993, a mega produção – que marcaria para sempre seu nome na indústria cinematográfica mundial – Jurassic Park – Parque dos Dinossauros nos mostra a história de um grupo de pessoas que é levada até uma ilha onde dinossauros foram recriados a partir de DNA, mas um problema na segurança do local leva todos para uma luta pela sobrevivência contra feras indomáveis.

 

Toy Story

Dirigido por John Lasseter, uma das franquias de animações mais conhecidas da história do cinema teve seu início em 1995, contando o início da história de Woody e Buzz Lightyear, que embarcam em aventuras com outros brinquedos.

 

Armageddon

Lançado 25 anos atrás – com direito a uma música chiclete que todo mundo conhece – esse trabalho de Michael Bay nos mostra um experiente perfurador, e sua equipe, que precisa ir até o espaço para evitar que um enorme meteoro colida com a terra.

 

Titanic

Um dos filmes mais conhecidos da história do cinema, Titanic conta a história de amor entre uma jovem rica e um jovem pobre que se encontram na viagem do Titanic.

Diretor de ‘Predador: Terras Selvagens’ fala sobre possível sequência [SPOILER]

Dan Trachtenberg, diretor dePredador: Terras Selvagens, falou recentemente sobre o futuro da franquia, abordando especificamente o final do longa e a introdução da mãe da protagonista Naru.

Em entrevista ao ComicBookMovie, Trachtenberg comentou sobre a cena final e o que ela representa para uma possível sequência:

“O que eu amo nesse final é que ele funciona como uma reviravolta final na história que acabamos de ver, mas também cria uma expectativa para algo que eu acho que é muito legal. Se eu fosse em frente, eu não acho que esse seria o motivo [central], mas esse seria um elemento muito legal para incluir”, afirmou.

O diretor destacou que a narrativa abriu diversas possibilidades para dar continuidade à história. A menção à mãe de Naru no contexto do final sugere que a próxima trama pode explorar as complexas relações de caça e sobrevivência da tribo Comanches.

Trachtenberg demonstrou entusiasmo com a riqueza de personagens e tramas introduzidas no filme:

“O que é tão bom é que agora temos todos esses personagens interessantes, e quem sabe qual é o próximo? Eu não sabia que o próximo seria ‘Killer of Killers’ ou a história de Naru, e então acabamos fazendo as duas coisas ao mesmo tempo. Há muitas portas abertas para seguir adiante, com certeza”, acrescentou.

‘Predador: Terras Selvagens’ teria o RETORNO de [SPOILER], revela diretor

Sobre a possibilidade de uma nova sequência, Trachtenberg afirmou ter ideias de onde gostaria de levar a história, mas ressaltou que os planos podem ser alterados durante o desenvolvimento.

“Tudo pode sair pela porta quando começarmos a colocar a caneta no papel, mas procurei o máximo que pude para me sentir confortável com o que estou fazendo. Cada filme é um pensamento completo, não muito diferente dos primeiros filmes da Marvel antes do primeiro Vingadores, onde é como: são ótimos filmes, e eis que estamos realmente configurando que as coisas podem se encaixar de uma maneira deliciosa”, destacou.

“Mas eles não estavam tipo, ‘Veja como tudo está interconectado como um louco de repente!’ Então, estou tentando aprender essa lição e garantir que qualquer um desses filmes que façamos sejam ideias incríveis para filmes por conta própria”, concluiu.

Vale lembrar que, no universo expandido de Predador, as fêmeas da espécie Yautja (os Predadores) são frequentemente descritas como mais dominantes e agressivas do que os machos.

Crítica | Predador: Terras Selvagens transforma o vilão em HERÓI em ficção científica divertida e estonteante

Com 85% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o novo longa recebeu uma nota A- do público no CinemaScoreEssa é a maior média de aprovação da história da saga.

Vale lembrar que ‘Predador: Terras Selvagens’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Elle Fanning (‘Malévola’) e Dimitrius Schuster-Koloamatangi estrelam a produção.

A trama conta a história de um jovem Predador rejeitado por seu clã, que se une a uma humana chamada Thia em um planeta remoto. Eles embarcam em uma jornada traiçoeira para encontrar o adversário supremo, buscando vingança e tentando restaurar o respeito de seu povo.

Dan Trachtenberg, de ‘O Predador: A Caçada‘, retorna à direção.

O roteiro foi assinado por Patrick Aison.

Vale lembrar que ‘O Predador: A Caçada‘ está disponível no Disney+.

10 filmes pra ver quando tudo desmorona, mas o Wi-Fi ainda funciona

Quando chegamos à fase adulta, nunca estamos completamente preparados. As obrigações, os conflitos, os dilemas se amontoam à nossa frente, muitas vezes, nos levando a sentimentos de ansiedade e aflição. Mas quem disse que a vida seria fácil, não é mesmo? Para você que anda consumido pelo cotidiano, nada melhor do que chegar em casa e assistir a um belo filme. Abaixo, deixamos algumas sugestões para vocês:

 

Hello, My Name Is Doris (Tem para aluguel em algumas plataformas)

A contadora Doris (Sally Field) é uma mulher solitária, cuja vida gira em torno de um trabalho entediante em uma promissora agencia de publicidade. Sua pacata rotina muda quando conhece o novo diretor de arte da empresa, John (Max Greenfield), por quem logo nutre uma paixão daquelas de adolescente. Assim, explorando a paixonite, acaba ganhando coragem após participar de um seminário de autoajuda e acaba entrando de cabeça no mundo de John – redescobrindo os prazeres da vida.

 

Meu Amigo Enzo (Netflix e Disney Plus)

Na trama, conhecemos Enzo, um cãozinho lindo adotado pelo excelente piloto Denny Swift (Milo Ventimiglia). Esse cachorro está sempre observando as atitudes do dono e acaba sendo um ótimo narrador para todos os acontecimentos emocionantes que surgem. Filosofando sobre os humanos, a maternidade, o novo amor de seu dono, e outras questões existenciais, vamos sendo levados ao destino das escolhas – e todas as consequências que as cercam.

 

O Canto do Cisne (Apple Tv Plus)

Os confrontos com o eu, o seu, o meu. Disponível no catálogo da Apple Tv +, O Canto do Cisne possui um roteiro engenhoso onde é preciso muita paciência para um entendimento completo do que acontece. Falando sobre família, escolhas, dores e amores, o projeto – escrito e dirigido pelo cineasta irlandês Benjamin Cleary – nos leva a uma jornada existencial em um futuro não tão longe de nosso presente. No papel principal, um dos mais competentes atores do momento, Mahershala Ali, que mais uma vez nos emociona do início ao fim.

 

Tão Forte e Tão Perto (HBO MAX)

Existe alguma chave que ajuda a curar o sofrimento? Com essa pergunta pendurada no discurso do roteiro, somos guiados por um jovem em uma busca emocionante, onde entendemos melhor vários estágios de uma perda muito sentida por uma família de classe média americana. Baseado no livro de Jonathan Safran Foer, Tão Forte e Tão Perto, emociona ao mostrar que não podemos mudar o impossível – mas podemos tentar.

 

Joe Bell (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Joe Bell (Mark Wahlberg) é um homem atingido por uma enorme tragédia. Seu filho mais velho, Jadin (Reid Miller), tirou a própria vida após enfrentar uma série de situações constrangedoras provocadas pelo preconceito por ser homossexual. Buscando reunir forças nesse momento tão difícil para qualquer pessoa, Joe resolve botar em prática um projeto onde vai caminhar por diversos estados norte-americanos, conscientizando a população sobre o bullying.

 

Cake – Uma Razão para Viver (Mercado Play)

Só nos curamos de um sofrimento depois de o haver suportado até ao fim.  Falando sobre a dor da perda e uma incrível distância sobre a arte do despertar novamente para a vida, o diretor Daniel Barnz consegue realizar um trabalho bastante competente, repleto de verdades que acontecem em nosso mundo, mas que muitas vezes não enxergamos. Cake – Uma Razão para Viver, é uma jornada rumo às profundezas de um mar sem fim – sem melodramas, com muita honestidade – e que ainda conta com uma baita atuação de Jennifer Aniston.

 

A Noite Sempre Chega (Netflix)

Lynette (Vanessa Kirby) precisa sobreviver em um contexto familiar complicado, convivendo com a mãe, Doreen (Jennifer Jason Leigh), e o irmão mais velho, Kenny (Zack Gottsagen). Quando ficam à beira de perder a casa onde moram, a protagonista precisa arranjar uma alta quantia em apenas 24 horas. Percorrendo, noite adentro, o submundo de uma cidade de oportunidades perdidas, ela é obrigada a confrontar o passado e ultrapassar qualquer limite de inconsequência.

 

Questão de Tempo (Prime Video)

Quem nunca sonhou em poder brincar de viajar no tempo? Nesta fantástica história de amor, perdas e sonhos, conhecemos Tim (Domhnall Gleeson), um jovem advogado que mora com os pais em uma casa grande e cheia de alegria. Após tentar várias vezes se relacionar com diversas mulheres, sem êxito, e se mudar para longe da casa onde morou toda vida, descobre através de seu pai que possui o poder de voltar no tempo. Assim, com esse fato inusitado sendo usado como trunfo na manga, começa a buscar seu futuro – que começa com um grande amor surgindo quando ele menos espera.

 

Casablanca (HBO MAX)

Um dos maiores clássicos do cinema, Casablanca apresenta uma história de amor com um final longe da felicidade. Na trama, conhecemos um exilado norte-americano que comanda um badalado clube noturno em Casablanca, até que um dia reencontra um antigo amor.

 

Vidas ao Vento (Netflix)

Em uma época de afirmação militar buscada por todas as grandes potências do planeta, toda a esperança da aviação japonesa se encontra nas mãos do sonhador engenheiro Jirô Horikoshi. Míope desde jovem, ele sempre sonhou em ser um grande piloto, mas, por não ter todas as qualidades para tal, se forma na universidade entre os primeiros da turma e se torna uma referência como designer de aviões. Quando consegue uma chance para trabalhar em uma grande fábrica, Jirô precisará sonhar cada vez mais para realizar seu feito mais marcante. Ao mesmo tempo, encontra um grande amor.

 

Homem que agarrou Ariana Grande em pré-estreia de ‘Wicked: Parte 2’ é acusado de perturbação pública

O australiano Johnson Wen, de 26 anos, conhecido por ser um invasor de eventos recorrente, foi detido brevemente em Singapura após agarrar a atriz e cantora Ariana Grande no tapete amarelo da pré-estreia de Wicked: Parte 2’.

O incidente ocorreu enquanto Grande, que interpreta Glinda no filme, caminhava pelo tapete vermelho/amarelo. Wen, que invadiu a área de segurança, colocou um braço ao redor da artista antes de ser rapidamente interceptado pela segurança e pela co-estrela Cynthia Erivo, que se interpôs entre ele e Grande.

Segundo o portal Deadline, Wen foi formalmente acusado perante o tribunal de Singapura por “perturbação pública” (“public nuisance”).

Se for considerado culpado, ele enfrenta uma pena de prisão de até três meses e uma multa de até S$2.000 (aproximadamente US$1.540). Ele está programado para retornar ao tribunal na próxima segunda-feira.

Após ser liberado temporariamente, Wen postou em suas redes sociais:

“Querida Ariana Grande, obrigado por me deixar pular no Tapete Amarelo com você”, escreveu.

Wen é notoriamente conhecido por invadir palcos e eventos de celebridades. Clipes em sua conta do Instagram, onde ele é conhecido como “Pyjama Man”, mostram que ele também invadiu:

  • Um show de Katy Perry.
  • Um concerto de The Chainsmokers.
  • Vários eventos esportivos, incluindo a final da Copa do Mundo FIFA de 2023.

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Com estreia marcada para 20 de novembro, a sequência dá continuidade ao sucesso global de 2024, que se consolidou como a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos.

Primeiras Impressões | ‘Wicked: Parte 2’ é a conclusão perfeita para o evento musical do século

A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda). O longa recebeu 10 indicações ao Oscar (incluindo Melhor Filme, e venceu as categorias de Melhor Figurino e Melhor Design de Produção) é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, por “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”, Jonathan Bailey, de “Jurassic World: Recomeço”, Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

10 filmes pra reviver a época em que sua maior preocupação era o recreio!

Conforme o tempo passa, ficamos com cada vez mais memórias da nossa infância e adolescência, quando tudo era menos complicado, sem as obrigações e os obstáculos da vida adulta. Por isso, sempre é bom lembrar desses tempos por meio do cinema, com filmes marcantes que adorávamos comentar com os amigos na escola. Pensando em algumas dessas obras de décadas atrás, separamos uma lista que, com certeza, tem filmes que vão te trazer boas lembranças:

 

Curtindo a Vida Adoidado (Mercado Play, Paramount Plus)

Dirigido pelo lendário John Hughes, esse clássico da ‘sessão da tarde’ nos leva até a história de Ferris Bueller que resolve matar aula e curtir ao lado da namorada e do melhor amigo um dia bem agitado.

 

American Pie — A Primeira Vez é Inesquecível

Um estrondoso sucesso de filmes com temáticas adolescentes, nesse primeiro filme da franquia American Pie, acompanhamos um grupo de amigos que se metem em inúmeras situações quando resolvem perder a virgindade.

 

De Repente 30 (HBO MAX)

Esse longa-metragem, dirigido pelo cineasta Gary Winick, conta a história de uma jovem de 13 anos que está numa fase muito difícil de sua vida e que, de forma inesperada, acorda certo dia com 30 anos. Assim, vamos enxergando os conflitos desse pulo de geração, além de acompanhar a protagonista nas reflexões sobre a vida.

 

Querida, Encolhi as Crianças (Disney Plus)

Na trama, conhecemos o cientista Wayne (Rick Moranis), que está focado em sua nova invenção: uma máquina que promete reduzir objetos de tamanho. Ele mora com a esposa e os filhos numa casa no subúrbio dos Estados Unidos que tem como vizinhos os Thompsons. As duas famílias nunca se deram bem, e a situação fica mais conflitante quando os filhos das duas famílias são reduzidos, após um acidente com a máquina de Wayne.

 

Ela é Demais (Netflix e Mercado Play)

Dirigido por Robert Iscove há mais de 20 anos, a comédia romântica Ela é Demais nos mostra a história de amor entre dois jovens completamente diferentes, que se conhecem a partir de uma aposta: ele, um jovem popular, precisa que ela, uma tímida nerd, vire a rainha do baile da escola.

 

Eurotrip – Passaporte para a Confusão (Mercado Play e Netflix)

Scott (Scott Mechlowicz) acabou de concluir o ensino médio, e ao mesmo tempo, termina de maneira abrupta seu relacionamento com a namorada, Fiona (Kristin Kreuk). Ele pratica alemão com uma pessoa que mora em Berlim, acreditando ser um homem, só que ele está enganado. A pessoa com quem ele fala todo dia pelo computador, na verdade, é uma linda garota chamada Mieke (Jessica Boehrs). Desesperado em fazer acontecer esse relacionamento, ele se junta a Jenny (Michelle Trachtenberg), Jamie (Travis Wester) e seu grande amigo Cooper (Jacob Pitts) para uma volta pela Europa em busca de Mieke.

 

Falcão – O Campeão dos Campeões (Prime Video e Telecine)

Lincoln (Sylvester Stallone), um solitário caminhoneiro que, após a ex-esposa Christina (Susan Blakely) adoecer, vai de encontro ao único filho do casal, Michael (David Mendenhall), um garoto mimado pelo avô Jason (Robert Loggia), com quem deverá passar alguns dias. Buscando recuperar mais de uma década em apenas alguns dias, Lincoln embarca em uma jornada tumultuada onde precisa assumir seus erros em troca de uma segunda chance.

 

De Volta para o Futuro (HBO MAX e Netflix)

Lançado em meados da década de 1980, De Volta para o Futuro é um dos filmes mais lembrados pelos cinéfilos quando pensamos em obras empolgantes de ficção científica e viagem no tempo. Na trama, um jovem estudante do ensino médio consegue voltar no tempo após um experimento de um amigo cientista, na época em que seus pais se conheceriam – e acaba se metendo em diversos conflitos para não alterar o futuro.

 

Uma Babá quase Perfeita (Disney Plus)

Daniel (Robin Williams) é um ator com enorme coração mas sem emprego fixo, imaturo, também um pai que não consegue viver longe dos filhos, após um doloroso divórcio. Sem saber o que fazer e já na linha do desespero, tem a inusitada ideia de se vestir de governanta mais velha e assim se candidatar a vaga de babá na casa da mãe dos filhos. Uma série de situações loucas acontecem e o protagonista passa por mirabolantes situações para manter o seu disfarce.

 

Um Tira da Pesada (Netflix, Paramount Plus)

Na trama, conhecemos o investigador da polícia Axel Foley (Eddie Murphy), um impulsivo homem da lei que investiga da sua maneira os crimes na cidade de Detroit quase sempre causando a fúria de seus superiores. Após um de seus melhores amigos ser assassinado quando o visitava, Axel parte para Beverly Hills em busca de explicações e na caça do principal suspeito. Nesse caminho, seu destino se cruza com os policiais Rosewood (Judge Reinhold) e Taggart (John Ashton).

 

Médium caça serial killer no trailer do suspense ‘Stone Creek Killer’; Confira!

O suspense psicológico ‘Stone Creek Killer‘ ganhou o primeiro trailer.

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Robert Enriquez é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Clint Elliott.

Na trama, o chefe de polícia de uma pequena cidade persegue um assassino em série com a ajuda de uma médium, enquanto luta para provar sua própria inocência e enfrenta seus demônios, tanto do passado quanto do presente.

O elenco conta com Clayne Crawford, Lyndon Smith, Britney Young, Vincent Washington, Adam Hicks, Robert Enriquez e Andrew J. West.

O longa será lançado em VOD no dia 28 de novembro.

‘Percy Jackson’ enfrenta grandes desafios no teaser da 2ª temporada; Confira!

O Disney+ Brasil divulgou o novo teaser da segunda temporada dePercy Jackson e os Olimpianos’, série baseada na popular saga literária de Rick Riordan. Nesta temporada, a história vai adaptar o segundo livro da saga, “Mar de Monstros”.

A nova temporada estreia no streaming em 10 de dezembro.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.

Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.

A série é estrelada por Walker Scobell (Percy Jackson), Leah Sava Jeffries (Annabeth Chase), Aryan Simhadri (Grover Underwood), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue) e Charlie Bushnell (Luke Castellan).