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Artigo | Nada é o que parece ser: o final explicado de ‘Não Fale o Mal’, TERRORZÃO no Prime Video

não fale o mal

O remake hollywoodiano de ‘Não Fale o Mal’ está disponível no catálogo do Prime Video. O terror psicológico, baseado no longa dinamarquês de mesmo nome lançado em 2022, acompanha a família Dalton, que é convidada a passar um final de semana no interior da Inglaterra, na propriedade de Paddy (James McAvoy), sua mulher e seu filho; porém, o que deveria funcionar como uma aventura dos sonhos por idílicas terras longe do caos urbano de Londres transforma-se em uma luta pela sobrevivência quando os Dalton descobrem os verdadeiros motivos por trás do convite.

Supervisionada pela Blumhouse em uma de suas melhores incursões dos últimos anos, o longa-metragem é sólido do começo ao fim e emerge como um dos melhores títulos do ano por não desejar reinventar a roda, e sim trabalhar com o que lhe é entregue e garantir que a densa atmosfera de suspense guie os telespectadores por essa angustiante jornada. Porém, é notável como o roteiro, assinado por James Watkins (que também fica responsável pela direção), é competente o bastante para nos desviar de algumas pistas óbvias e calcar algumas reviravoltas chocantes e bem-vindas, que auxiliam na compreensão do enredo e até mesmo da construção das personagens.

A princípio, Paddy, Ciara (Aisling Franciosi) e Ant (Dan Hough) parecem apenas excêntricos aos olhos da formalidade convencional dos Dalton, atraindo certos olhares confusos de Louise (Mackenzie Davis), seu marido Ben (Scoot McNairy) e sua filha Agnes (Alix West Lefler) – que, talvez, apenas não estejam acostumados ao estilo de vida despojado de seus anfitriões. Porém, em determinada sequência (que insurge após certas atitudes condenáveis de Paddy para com o filho e de Ciara para com Agnes), Ant consegue chamar a atenção de Agnes e levá-la ao porão do celeiro do terreno, ansioso e desesperado para mostrar-lhe alguma coisa.

Assim que chegam lá, a jovem garota se depara com um arsenal de relógios, carteiras, mochilas e malas de viagem que, por alguma razão, estão escondidos ali. Pouco depois, Ant pega em mãos um álbum de fotografias, mostrando as fotos dos pais ao lado de outras famílias – mas algo está errado: Ant não está em todas elas, aparecendo muito para frente e sempre com um semblante tristonho e derrotado. Não demora muito até que Agnes entenda exatamente o que ele quer dizer. Ant não é filho de Paddy e Ciara, e sim foi abduzido pelos dois após o casal dar cabo de seus verdadeiros pais, cortando a língua do garoto para impedi-lo de pedir ajuda e de contar a verdade para os outros.

Agnes, então, consegue chamar a atenção dos pais, contando a eles o que descobriu e afirmando copiosamente que precisam ir embora – e é aí que as coisas tomam um rumo muito mais sombrio e que, pouco a pouco, vão revelando as intenções dos psicóticos antagonistas.

A princípio, acreditamos que Paddy e Ciara se renderam à insanidade por não conseguirem ter a família que sempre quiseram, tomando para si crianças de pais disfuncionais para, enfim, terem tudo aquilo que sempre quiseram. Entretanto, o buraco é mais embaixo do que imaginamos: Ciara foi a primeira criança raptada por Paddy e, ao amadurecer o suficiente, foi obrigada a tornar-se sua companheira e forçada a cuidar dele até que a família estivesse completa – enfrentando ataques de fúria e uma culpa constante de não poder satisfazê-lo por completo. E, após a traição de Ant, Paddy resolve cortá-lo de uma vez por todas dos planos que possuía e volta seu foco para Agnes.

Eventualmente, Louise une todas as forças que ainda têm para impedir que o plano insano de Paddy se concretize – e fazendo de tudo para que Ant também seja liberto de sua prisão. E, em um último suspiro antes de se ver, enfim, livre desse odioso psicopata, Ant vinga os pais e o fato de ter sido privado da própria família de sangue e começa a deixar para trás os traumas com os quais foi forçado a viver.

Lembrando que o filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

“Wakanda para sempre!” Chadwick Boseman recebe estrela póstuma na Calçada da Fama de Hollywood

O aclamado ator Chadwick Boseman (1976–2020), que conquistou o público mundialmente ao interpretar o herói Pantera Negra, recebeu uma homenagem eterna: ele ganhou uma estrela na prestigiada Calçada da Fama de Hollywood.

Segundo o TMZ, a homenagem póstuma aconteceu na última quinta-feira, e sua viúva, Simone Boseman, comentou sobre o legado do ator e o significado desse reconhecimento.

“Ele criou espaço, e agora pode haver cada vez mais… ele preparou tudo. Ele interpretou o papel que deveria interpretar”, ressaltou Simone.

Ela enfatizou que a estrela é um reconhecimento físico do impacto que Boseman teve na indústria: “É uma representação física de todo o trabalho que ele fez e da vida que ele viveu, e eu estou extremamente orgulhosa dele”.

Simone esteve acompanhada na cerimônia por familiares, incluindo o irmão de Chadwick, Derrick Boseman, e por co-atores dePantera Negra, como Letitia Wright e Michael B. Jordan, além de Viola Davis, com quem ele trabalhou em A Voz Suprema do Blues’.

Derrick Boseman chamou o evento de “incrível”, destacando a importância do legado de Chadwick para a comunidade:

“Imagine ter um irmão que é uma estrela de cinema, sobre quem as pessoas fazem músicas e simplesmente o amam. E ele pôde ser um rei, que é o que nossa comunidade precisa. Nossa comunidade precisa nos ver sendo reis e rainhas”, concluiu.

Chadwick Boseman faleceu tragicamente em agosto de 2020, aos 43 anos, devido a complicações de um câncer colorretal, doença contra a qual lutava em segredo desde 2016. A doença progrediu para o estágio 4, e sua morte ocorreu em casa, cercado pela família.

Boseman deixou um legado notável, sendo uma figura inspiradora dentro e fora das telas. Seu papel mais icônico foi o de Rei T’Challa/Pantera Negra no Universo Cinematográfico Marvel.

Sua filmografia inclui performances aclamadas em: ’42 – A História de uma Lenda’, ‘James Brown’, ‘Crime Sem Saída’ eA Voz Suprema do Blues, trabalho pelo qual recebeu uma indicação póstuma ao Oscar de Melhor Ator.

Atores com nanismo CONDENARAM o uso de CGI para os sete anões em ‘Branca de Neve’

brancadeneve

O live-action deBranca de Neve gerou diversas polêmicas, inclusive sobre a decisão da Disney de usar CGI para criar os sete anões, substituindo atores com nanismo por “criaturas mágicas” geradas por computador.

A decisão ocorreu após críticas do ator Peter Dinklage, que considerou a representação dos anões como estereotipada e prejudicial.

De acordo com o Daily Mail, com o lançamento do filme se aproximando, diversos atores com nanismo expressaram sua indignação com a decisão da Disney.

O ator Choon Tan descreveu o uso de CGI para os sete anões como “absolutamente absurdo e discriminatório de certa forma”.

“Acho que a Disney está tentando ser politicamente correta demais, mas, ao fazer isso, está prejudicando nossas carreiras e oportunidades. Não há nada de errado em escalar alguém com nanismo para um papel de anão, desde que sejamos tratados de forma igual e com respeito. Estamos mais do que felizes em assumir papéis de atuação adequados para nós”, afirmou.

“Além disso, é também uma oportunidade para que crianças pequenas vejam alguém com nanismo, algo que talvez nunca tenham visto antes”, ressaltou.

Tan se disse “ofendido e desapontado” com a decisão, acrescentando: “Há muitos atores capazes e que adorariam interpretar esses papéis, e isso tirou uma das poucas oportunidades que temos.”

Ele ainda questionou: “Não usariam CGI para um personagem alto, então por que precisam usar para anões? Eu me sinto discriminado, pois todos deveriam ter uma oportunidade igual”.

Ele tem receio de que essa decisão possa afetar negativamente outras produções.

“Essa decisão pode ter um efeito dominó em outras produções e oportunidades, pois isso começou com Peter Dinklage dizendo que anões não deveriam ser escalados para esses papéis específicos. Não há muitos papéis adequados para nós, então isso só torna mais difícil nossas oportunidades de atuação e nossas carreiras como um todo”, desabafou.

Tan também expressou o desejo de ter interpretado um dos sete anões no remake, dizendo: “Nos pagam para fazer o que amamos, atuar e performar”. 

O ator Blake Johnston também criticou a escolha de usar CGI, considerando-a “bastante estúpida”.

“Temos muitos atores anões que estão lutando por papéis como esse. Acho que a Disney cedeu à pressão para ser politicamente correta, o que agora acabou limitando as oportunidades dos grandes atores anões”, disse ele.

Johnston lamentou que a Disney tenha perdido a chance de dar destaque aos atores com nanismo, afirmando: “Isso nos limita ainda mais. Fico ofendido com a decisão, pois a Disney tinha uma das maiores histórias educacionais de todos os tempos, mas agora fez dela uma piada”.

Ele ainda explicou que o filme poderia ter dado “aos atores anões o destaque e mostrado ao mundo que podemos atuar e que somos bastante confiáveis”.

Blake admitiu que teria “absolutamente adorado interpretar um papel como um dos anões nesta produção”, revelando: “Sempre sonhei em interpretar o Zangado, pois ele é um dos personagens mais adoráveis”.

Will Perry, um nadador paralímpico britânico com acondroplasia, também comentou: “A Disney está tentando com força demais ser politicamente correta”.

Ele achou a decisão “triste e ultrajante”, considerando que há muitos atores talentosos esperando uma oportunidade.

“Acho que é, em primeiro lugar, triste e, em segundo, ultrajante que a Disney sinta a necessidade de substituir atores com nanismo por CGI. Há muitos atores talentosos esperando sua grande chance, e isso poderia ter sido, mas não”, afirmou.

Ele ainda ressaltou: “Anões foram substituídos por uma imagem feita por computador. O que isso diz sobre nós? Somos melhores erradicados de um título mundialmente famoso da Disney do que termos uma chance de criar um filme positivo e divertido?”.

Perry também explicou que inicialmente ficou feliz com a ideia de que a Disney não iria cancelar o clássico.

“Inicialmente, há alguns anos, eu fiquei feliz que a Disney não fosse cancelar um conto de fadas tão querido como Branca de Neve e os Sete Anões, mas eles cancelaram a inclusão de anões em vez disso”, lamenta.

Outro ator com nanismo, Martin Klebba, que dá voz ao Zangado no filme, também comentou sobre a polêmica, refletindo sobre a ausência de atores com nanismo na trama.

“Eu geralmente não entro em assuntos políticos, mas eu pensei ‘anões não vão desaparecer só porque você não consegue imaginar que eles estão lá’. Nós ainda vamos andar por aí. Então eu não entendi toda essa coisa sobre não fazer os anões. A história existe há muito tempo e é um clássico”, expressou.

A polêmica começou em 2022, quando o ator Peter Dinklage criticou a Disney, sugerindo que a história de Branca de Neve e os Sete Anões era retrógrada.

Nos cinemas, o longa arrecadou apenas US$ 205,6 milhões ao redor do mundo, o que o coloca entre os remakes live-action de menor desempenho da história da Disney.

Crítica | ‘Branca de Neve’ recaptura a magia da animação original através da fabulosa atuação de Rachel Zegler

branca de neve poster

Diretor do filme de origem do ‘Rambo’ promete uma abordagem diferente para a história

O cineasta Jalmari Helander comentou recentemente sobreRambo, seu próximo filme, que será uma prequel focada na história de origem do icônico herói de ação. Helander destacou que o público deve esperar uma representação muito diferente do personagem.

Em entrevista ao GamesRadar+, Helander explicou o ponto de partida do jovem John Rambo:

“Claro que é diferente, porque vamos começar em um ponto onde tudo está basicamente bem para o Rambo, diz Helander. “Ele está feliz, mais jovem e tudo mais, porque estamos contando a história de origem. O que aconteceu com ele? Por que ele se tornou aquele tipo de cara que todos vimos em Rambo: Programado para Matar? Então, é diferente”.

O ator Noah Centineo (The Recruit) foi escalado para interpretar o jovem John Rambo. Sua escalação foi anunciada em agosto, com a participação de Helander na direção revelada em maio.

O filme terá roteiro de Rory Haines e Sohrab Noshirvani, conhecidos pelo trabalho em ‘Adão Negro’.

O filme deve se passar durante o período da Guerra do Vietnã, explorando os eventos que transformaram o jovem em um veterano traumatizado.

Sylvester Stallone, não estará envolvido no projeto.

A franquiaRambo já acumula cinco filmes e uma bilheteria mundial superior a US$ 800 milhões. O capítulo mais recente, Rambo: Até o Fim’ (2019), arrecadou US$ 92 milhões nas bilheterias globais.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

5 Atrizes Brasileiras com Prêmios no Exterior – Você Conhece Todas?

Uma coisa da qual nenhum brasileiro duvida é o talento de seu país, seja em qual for das sete modalidades de arte: pintura, escultura, música, literatura, dança, arquitetura e cinema. Desde o início deste ano, Fernanda Torres, uma das mais irreverentes atrizes do Brasil, caiu nas graças do público e tornou-se tesouro nacional ao conquistar o primeiro Globo de Ouro de interpretação para o Brasil. 

Assim como a protagonista de Ainda Estou Aqui, outras atrizes já receberam reconhecimentos internacionais em forma de prêmios renomados, , nos principais festivais de cinema do mundo, como Berlim, Cannes e Veneza. As brasileiras levaram o Urso de Prata três vezes, enquanto a Palma de Ouro viajou para o Brasil duas vezes. Porém, ainda não recebemos nenhuma Copa Volpi, do festival italiano.

Fernanda Torres
fernandatorres

Embora Ainda Estou Aqui tenha participado da seleção oficial do Festival de Veneza, o filme levou apenas o troféu de melhor roteiro para Murilo Hauser e Heitor Lorega. Já a honraria de atuação feminina ficou com Nicole Kidman, por Babygirl, de Halina Reijn

Vale a pena relembrar outras talentosas atrizes brasileiras condecoradas em terras estrangeiras, provando que o cinema nacional transpõe barreiras geográficas e culturais, e conquista plateias ao redor do mundo. 

Fernanda Torres

Palma de Ouro em Cannes 1986 por Eu Sei Que Vou Te Amar, de Arnaldo Jabor
Globo de Ouro em Drama 2025 por Ainda Estou Aqui, de Walter Salles

Antes de chegar à vitória no Globo de Ouro e à indicação ao Oscar pelo aclamado Ainda Estou Aqui, Fernanda Torres, aos 20 anos, ganhou um dos prêmios mais importantes do cinema no Festival de Cannes. Dirigida por Arnaldo Jabor, ela incorpora uma das partes de um casal em discussão sobre o fim do relacionamento em uma trama verborrágica e exaustiva em Eu Sei Que Vou Te Amar. Ao lado Thales Pan Chacon, Fernanda conquistou os membros do júri, presidido naquele ano pelo cineasta Sydney Pollack (Entre Dois Amores). 

De lá para cá, Fernanda Torres participou de dezenas de filmes, com destaque para Jogo de Cena (2008) e O que é Isso Companheiro? (1994, indicado ao Oscar de Filme Estrangeiro), e encontrou seu espaço na televisão com as comédias Os Normais (2001-2003) e Tapas & Beijos (2011-2015). Em setembro de 2024, dirigida pela segunda vez por Walter Salles, levou para o mundo a história de Eunice Paiva, na adaptação Ainda Estou Aqui e conquistou um prêmio inédito para o Brasil. 

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Marcélia Cartaxo

Urso de Prata em Berlim 1986 por A Hora da Estrela, de Suzana Amaral

O encontro perfeito entre o talento de três mulheres resultou no filme A Hora da Estrela e na atuação hipnotizante de Marcélia Cartaxo. A partir do texto de Clarice Lispector, a diretora Suzana Amaral realizou o seu desejo de estrear no cinema e, ao ver Marcélia Cartaxo no teatro, descobriu sua protagonista. Dessa combinação, o Brasil ganhou, pela primeira vez, um prêmio de atuação no Festival de Berlim. Antes disso, a única laurea brasileira na Alemanha era o Urso de Prata do Grande Prêmio do Júri para A Queda (1976), de Ruy Guerra e Nelson Xavier

Com uma carreira proeminente no teatro, Marcélia Cartaxo teve participações pequenas, mas memoráveis em Madame Satã (2002) e O Céu de Suely (2006), ambos do cearense Karim Aïnouz. Somente 30 anos após o prêmio alemão, Marcélia voltou a protagonizar um filme: Pacarrete (2020), de Allan Deberton, seguido por A Mãe (2022), de Cristiano Burlan, pelo qual foi premiada no Festival de Gramado. Desde 2023, ela pode ser vista como Zeza Vaqueiro na série Cangaço Novo, na Prime Video, renovada para a segunda temporada. 

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Ana Beatriz NogueiraUrso de Prata em Berlim 1987 por Vera, de Sérgio Toledo

Ana Beatriz Nogueira recebe o Urso de Prata em 1987 (Foto: Arquivo/ O Globo)

No ano seguinte à vitória de Marcélia, Ana Beatriz Nogueira se afirmou como a segunda brasileira a conquistar o prêmio de atuação em Berlim. Aos 19 anos, recebeu o seu Urso de Prata pelo papel-título em Vera, de Sérgio Toledo, inspirado na autobiografia A Queda para o Alto, de Anderson Herzer. No filme, Ana Beatriz interpreta um jovem homem trans em uma jornada de autodescoberta, enfrentando preconceitos e aprendendo a lidar com seus traumas.

Após a conquista em Berlim, Ana Beatriz foi laureada no Festival de Locarno, na Suíça, e no Festival dos 3 Continentes, na França. Durante os anos 1990 e 2000, destacou-se em novelas e minisséries da TV Globo, como Felicidade (1991-1992), O Rei do Gado (1996) e Celebridade (2003). No cinema, brilhou no drama O Vestido (2004), de Paulo Thiago, e, recentemente, participou das novelas Um Lugar ao Sol (2021) e Mania de Você (2024).

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Fernanda Montenegro

Urso de Prata em Berlim 1998 por Central do Brasil, de Walter Salles

Dirigida por Walter Salles, a maior atriz brasileira deste e do último século se consolidou como a terceira mulher a receber a honraria em Berlim, assim como o seu filme, Central do Brasil, tornou-se o primeiro a receber o Urso de Ouro. Levaria 10 anos até o Brasil chegar ao maior troféu novamente com Tropa de Elite, de José Padilha. O reconhecimento do júri da Berlinale, presidido pelo ator Ben Kingsley, conduziu a atriz e a obra às nomeações do Globo de Ouro e do Oscar. O resto dessa história a gente conhece. 

Passado o alvoroço de Central do Brasil, Fernanda Montenegro protagonizou Casa de Areia (2005), ao lado da filha Fernanda e dirigida pelo genro Andrucha Waddington, e participou da adaptação internacional da obra de Gabriel Garcia Marquez, O Amor nos Tempos do Cólera (2007), de Mike Newell (Harry Potter e o Cálice de Fogo) — seu único filme fora do país. Outro grande reconhecimento veio — anos depois — com o sucesso da série Doce de Mãe (2014), da Globoplay, pelo qual ganhou o Emmy Internacional de Melhor Atriz.

Em março de 2025, Fernandona se fez presente nos cinemas brasileiros em dose dupla: vivendo a personagem título do drama Vitória, de Andrucha Waddington, e como narradora do documentário Milton Bituca Nascimento, de Flávia Moraes.   

▶️Onde assistir? Netflix, Globoplay e Amazon Prime Video.

Sandra Corveloni

Palma de Ouro em Cannes 2008 por Linha de Passe, de Walter Salles e Daniela Thomas

Sandra Corveloni em Linha de Passe (2008)

Em co-direção com Daniela Thomas, Walter Salles levou mais uma atriz brasileira ao estrelato, com a conquista da Palma de Ouro em Cannes, pelo primeiro trabalho de Sandra Corveloni, aos 43 anos, no cinema. Em Linha de Passe, ela vive Cleuza, mãe solo de quatro rapazes na periferia de São Paulo, onde cada um sonha com uma vida melhor, enquanto enfrenta as adversidades do cotidiano. 

Após o prêmio, Sandra trabalhou tanto no cinema quanto na televisão. Ela conseguiu o seu primeiro personagem fixo na 18° temporada de Malhação (2010) e ganhou destaque nas telenovelas Amor à Vida (2013) e O Outro Lado do Paraíso (2017). Na telona, ela ainda não voltou ao protagonismo, mas participou dos títulos Somos Tão Jovens (2013), de Antonio Carlos da Fontoura, e Vazante (2017), de Daniela Thomas. Em 2025, a atriz estave no longa Alegria do Amor, de Márcia Paraíso

▶️Onde assistir? Aluguel na Claro TV, Google Play e Apple TV. 

Narrativas de tensão dominaram streamings: respondendo por 27% dos top-titles de 2025

Os dados consolidados pelas principais plataformas de streaming revelam que produções centradas em suspense, decisões sob pressão e reviravoltas inesperadas conquistaram lugar de destaque no primeiro trimestre do ano. Entre os cem títulos mais assistidos globalmente, vinte e sete compartilham elementos narrativos que mantêm o espectador em estado de alerta constante, transformando a tensão em componente essencial da experiência audiovisual contemporânea.

Mecânicas de expectativa e o apelo das histórias sob risco

A crescente popularidade desses formatos reflete uma busca por imersão que vai além do entretenimento passivo. O público demonstra preferência por enredos onde cada escolha pode alterar destinos, padrão que migrou para diversos setores do entretenimento digital. Produtores e roteiristas adaptaram técnicas clássicas do cinema noir e dos jogos de tabuleiro para criar sequências onde cada segundo importa. A fragmentação de capítulos curtos, cliffhangers estratégicos e múltiplas camadas de subtrama mantêm métricas de retenção elevadas, superando formatos lineares tradicionais.

Perfil demográfico e hábitos de consumo emergentes

Dados internos apontam que a faixa etária entre vinte e cinco e quarenta anos lidera o consumo desses títulos, com picos de audiência nos períodos noturnos de dias úteis. A preferência por histórias fragmentadas reflete rotinas urbanas marcadas por intervalos curtos de lazer, onde a intensidade narrativa compensa a limitação temporal.

Dispositivos móveis respondem por quarenta e dois por cento das visualizações desses conteúdos, indicando que a portabilidade reforça o apelo. O uso de fones de ouvido e telas individuais favorece a criação de bolhas de imersão mesmo em ambientes compartilhados, ampliando o alcance dessas narrativas fora do espaço doméstico tradicional.

Estruturas narrativas e arquétipos recorrentes

Os roteiros analisados apresentam protagonistas colocados diante de dilemas morais sem solução evidente, forçando o espectador a projetar suas próprias escolhas. A ausência de heróis clássicos e a presença de personagens ambíguos refletem valores contemporâneos que privilegiam complexidade psicológica sobre maniqueísmo.

Três arquétipos dominam essa categoria: o sobrevivente em jogo mortal, o investigador que desconfia de sua própria memória e o jogador forçado a enfrentar adversários ocultos. Todos compartilham a premissa de controle limitado sobre circunstâncias que evoluem de forma acelerada, gerando tensão constante e reforçando o engajamento emocional.

Impactos na produção e estratégias das plataformas

As principais redes de streaming ajustaram seus investimentos para priorizar produções de formato médio, com orçamentos concentrados em fotografia claustrofóbica, design sonoro envolvente e trilhas que potencializam desconforto. Estúdios independentes ganharam espaço ao oferecer roteiros ágeis e equipes enxutas, entregando qualidade competitiva com prazos reduzidos.

Algoritmos de recomendação foram refinados para identificar padrões de abandono e propor títulos similares nos momentos de maior propensão ao engajamento. Estratégias de lançamento em blocos semanais, em vez de temporadas completas, visam prolongar discussões nas redes sociais e sustentar presença na mídia especializada ao longo de ciclos mais extensos.

Reflexos culturais e debate sobre representação

Críticos apontam que o sucesso dessas narrativas espelha incertezas coletivas amplificadas por contextos econômicos voláteis e transformações tecnológicas aceleradas. A sensação de controle limitado sobre o futuro encontra eco em histórias onde personagens navegam labirintos sem saída aparente, validando ansiedades individuais através de ficções compartilhadas.

Ao mesmo tempo, grupos dedicados à diversidade no audiovisual questionam a predominância de cenários urbanos ocidentais e elencos homogêneos. Embora algumas produções recentes tenham ampliado representatividade, a maioria ainda replica esquemas estabelecidos, limitando a pluralidade de vozes e perspectivas dentro do gênero.

Perspectivas para a segunda metade do ano

Analistas preveem que a tendência permanecerá relevante pelo menos até o final do terceiro trimestre, com novos lançamentos já confirmados por estúdios asiáticos e europeus. A internacionalização do gênero promete enriquecer abordagens narrativas, incorporando mitologias regionais e estruturas dramáticas menos convencionais ao repertório global.

Paralelamente, surgem experiências híbridas que combinam episódios lineares com segmentos interativos, permitindo ao espectador influenciar desdobramentos pontuais. Essa convergência entre passividade e participação pode redefinir limites do formato seriado, transformando audiências em coautoras de enredos que se ramificam conforme escolhas coletivas.

 

‘Anaconda’: Sony divulga novo clipe do remake com Selton Mello; Confira!

A Sony Pictures divulgou recentemente mais um clipe deAnaconda, aguardado remake que traz Selton Mello no papel de Carlos Santiago. No vídeo, vemos o ator brasileiro contracenando de forma descontraída com Ronald (Paul Rudd).

Confira um novo teaser e siga o CinePOP no Youtube:

O longa chega aos cinemas no dia 25 de dezembro de 2025.

A trama do novoAnaconda acompanha um grupo de amigos que, em meio a crises de meia-idade, decidem refilmar seu filme favorito da juventude. A aventura os leva à floresta tropical, onde se veem em uma luta pela sobrevivência contra desastres naturais, cobras gigantes e criminosos violentos.

Jack Black interpretará um “ex-diretor, agora preso em um trabalho como videomaker de casamentos”, enquanto Paul Rudd viverá “um ator que teve uma passagem por um programa policial, mas vê seus sonhos em Hollywood se distanciando cada vez mais”. Já Selton Mello dará vida a um domador de animais brasileiro.

Ice Cube retornará em reboot de ‘Anaconda’, afirma insider

Thandiwe Newton (‘Westworld’), Steve Zahn (‘Silo’) e Ione Skye integram o elenco.

Tom Gormican, que dirigiu o meta-filme de Nicolas Cage, ‘O Peso do Talento‘, está coescrevendo com o colaborador Kevin Etten e dirigirá o longa.

O filme original foi estrelado por Jennifer Lopez, Owen Wilson, Ice Cube e Jon Voight, e acompanhou uma equipe de filmagem da National Geographic em busca da maior e mais mortal cobra do mundo, apenas para descobrir que o jogo se inverteu.

‘Invencível’: Ator decide não voltar para a animação por considerar trama “pesada demais”

O ator Aaron Paul, conhecido por dar voz ao complexo vilão Powerplex na animação Invencível (Invincible), revelou recentemente que não retornará à série, alegando que a intensidade dramática do personagem foi “pesada demais” para ele.

Em entrevista ao ComicBookMovie, Paul, que é um fã declarado da animação, explicou sua decisão incomum:

“Eu fiz alguns episódios, e eles me pediram para voltar na próxima temporada, mas tenho que dizer… sou tão fã desse show. Eu assisto a cada episódio. Eu adoro. Foi simplesmente pesado demais para a minha psique”, revelou Paul. “Foi algo tão emocional… Tenho tanto respeito pelo que eles estão fazendo”.

O ator detalhou o impacto emocional de interpretar um vilão com motivações tão profundas: “Powerplex não está apenas brincando. Ele está passando por muitas coisas. Turmoil. Eu me coloquei naquela pele, e era uma pele na qual eu não me sentia confortável, para ser honesto”.

“Eu não queria mais fazer isso… A questão é que todos os envolvidos são incríveis. O que isso fez comigo, eu não gostei. Eu não podia continuar”, acrescentou.

Apesar da saída de Aaron Paul, o serviço de streaming confirmou que o próximo ciclo de ‘Invencível’ estreará em março de 2026.

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Lembrando que a série já foi renovada para a 5ª temporada.

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

A produção conta com as vozes de Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

Benedict Cumberbatch revela estar “deprimido” com o crescente uso de IA em Hollywood

O ator Benedict Cumberbatch, eternizado no cinema como o Dr. Estranho, falou recentemente sobre o crescente uso da Inteligência Artificial (IA) na indústria, revelando seu receio sobre o futuro das produções de Hollywood.

Conforme noticiado pelo ComicBookMovie, Benedict Cumberbatch compartilhou suas opiniões a respeito do impacto da IA no cinema.

“Bem deprimido, para ser honesto. Sinto que estamos em risco de perder nossos defeitos e aperfeiçoar e asfaltar por cima daquilo que nos torna humanos, que são nossa chance de errar, nossa bagunça e nossa imprecisão, tudo isso cria a tensão, o conflito e o atrito necessário para que o pensamento criativo original aconteça. Nossa necessidade de resultados imediatos e nossos apetites estão sendo dominados pela abundância e, claro, pela necessidade de gratificação imediata, o que considero muito perigoso para a mentalidade criativa humana”, afirmou.

O ator britânico ressaltou que, embora reconheça o potencial da ferramenta, a limitação humana é essencial:

“Mas veja, eu não sou um ludita [pessoa que se opõe à tecnologia]. Entendo que essas ferramentas podem ser usadas mantendo a bagunça analógica da bioquímica que as utiliza e ainda assim gerar grande impacto sem prejudicar a autenticidade. Também me sinto como Nick Cave que, se você não leu a carta dele, articula isso perfeitamente: nossas limitações são o que nos torna humanos e as histórias são como entendemos nossa humanidade. A página em branco, o desafio do pensamento lento, de falhar e pensar melhor, e as dificuldades da labuta do nosso ato criativo são o que tornam tudo isso tão, tão gratificante”, acrescentou.

O tema tem gerado amplos debates e polêmicas na indústria. Para os atores, a principal preocupação é que suas imagens e vozes sejam usadas por meio de IA, sem o seu consentimento ou aprovação, o que foi um ponto central na última greve de Hollywood.

Emma Thompson condena o uso de Inteligência Artificial em Hollywood

‘Sonhos de Trem’: Drama da Netflix ganha novo trailer emocionante; Confira!

O dramaSonhos de Trem (Train Dreams), cotado para o Oscar, estreou oficialmente na plataforma de streaming Netflix. Para celebrar o lançamento, a plataforma divulgou um novo trailer sobre o filme.

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Crítica | Train Dreams: Drama histórico do diretor de ‘Sing Sing’ é um convite ao extraordinário

O longa é uma adaptação do livro homônimo de Denis Johnson e acompanha a jornada de Robert Grainer, um homem comum que trabalhava como diarista. Em meio ao luto pela perda da família, Grainer precisa se adaptar à vida no Oeste Americano no início do século XX.

Clint Bentley assina a direção do longa e também foi responsável pelo roteiro, ao lado de Greg Kwedar. Os dois cineastas colaboraram recentemente no roteiro indicado ao Oscar por Sing Sing.

Joel Edgerton, Felicity Jones, Will Patton, William H. Macy, John Diehl, Paul Schneider, Nathaniel Arcand e Nathaniel Arcand.

Sonhos de Trem’ já está disponível na Netflix. 

‘Davi’: Animação da Angel Studios divulga novo trailer; Confira!

DAVI, filme animado da Angel Studios, divulgou seu mais novo trailer, destacando o protagonista Rei Davi, um dos personagens mais célebres da Bíblia.

O longa-metragem de animação tem estreia marcada para 19 de dezembro nos cinemas dos Estados Unidos e do Canadá.

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Ainda não há uma data de estreia definida para o Brasil.

‘The Senior’: Angel Studios distribuirá drama esportivo RELIGIOSO baseado em fatos reais

A Angel Studios promete uma jornada musical e épica do jovem pastor que se torna o mais famoso Rei de Israel.

Sinopse: “Em um reino dilacerado pelo medo e pela corrupção, um menino pastor é chamado para enfrentar um gigante e a escuridão atrás dele. Com nada além de fé, coragem e uma funda, ele desafia um império e desperta o coração de uma nação. Das colinas tranquilas de Belém ao rugido do campo de batalha, sua jornada moldará reis, testará corações e revelará que a maior força é encontrada na confiança, não no poder”.

Para quem não conhece, Davi é um dos personagens mais emblemáticos da Bíblia. Ainda jovem, enfrentou e derrotou o gigante Golias, tornando-se símbolo de fé e coragem. Além disso, é creditado como autor de diversos Salmos e é lembrado como o mais famoso rei de Israel.

‘The Chosen Adventures’: Série BÍBLICA animada do criador de ‘The Chosen’ ganha trailer e data de estreia

A produção deDAVI é a mais recente empreitada da Angel Studios, que se consolidou no mercado com produções aclamadas e de grande impacto como The Chosen (série sobre a vida de Jesus), ‘Som da Liberdade e ‘Som da Esperança – A História de Possum Trot’.

10 filmes que moldaram a infância de quem cresceu nos anos 1990 e 2000

Ah, nossa infância! Uma época boa que só aprendemos a valorizar na fase. Nesse início de trajetória, a vida é regada por quase nenhuma obrigação, os desafios vão surgindo aos poucos, nos levando pela jornada da vida. Nesse período, lindos filmes chegam fortes e grudam pra sempre em nosso imaginário. Abaixo, fizemos uma lista com alguns deles:

 

Meu Primeiro Amor

Lançado no início da década de 1990, esse filme nos mostra a sonhadora filha de um agente funerário, que perdeu a mãe muito cedo e entra em conflito quando o pai se apaixona novamente.

 

Free Willy

Na trama, um jovem órfão se aproxima de uma baleia Orca chamada Willy após vandalizar um parque aquático. Assim, aos poucos, vai nascendo uma incrível amizade.

 

Jumanji

Na trama, conhecemos Alan (Robin Williams/Adam Hann-Byrd), um jovem que tem problemas de relacionamento com o pai, que certo dia acaba achando um jogo de tabuleiro chamado Jumanji, em meio a uma obra de uma casa. Quando resolve jogar, ao lado da amiga Sarah (Bonnie Hunt/Laura Bell Bundy), acaba ficando preso no jogo. Depois de duas décadas, os irmãos Judy (Kirsten Dunst) e Peter (Bradley Pierce), que recentemente perderam os pais, acham o mesmo jogo, libertando Alan. Agora, todos eles precisam terminar de jogar até o fim.

 

Aladdin

Baseado no conto árabe Aladim e a Lâmpada Maravilhosa, que tem na obra em As Mil e uma Noites, uma das clássicas animações da Disney chegou aos cinemas em 1992 e foi um estrondoso sucesso. Na trama, conhecemos um jovem que liberta um gênio e assim embarca em uma aventura inesquecível.

 

Independence Day

Dirigido por Roland Emmerich, esse estrondoso sucesso nos mostra o nosso planeta sendo invadido por uma raça alienígena onde, corajosas pessoas, vão contribuir para o combate dessa invasão.

 

Toy Story

Dirigido por John Lasseter, uma das franquias de animações mais conhecidas da história do cinema teve seu início em 1995 contando o início da história de Woody e Buzz Lightyear que embarcam em aventuras com outros brinquedos.

 

Uma Babá quase Perfeita

Daniel (Robin Williams) é um ator com enorme coração mas sem emprego fixo, imaturo, também um pai que não consegue viver longe dos filhos, após um doloroso divórcio. Sem saber o que fazer e já na linha do desespero, tem a inusitada ideia de se vestir de governanta mais velha e assim se candidatar a vaga de babá na casa da mãe dos filhos. Uma série de situações loucas acontecem e o protagonista passa por mirabolantes situações para manter o seu disfarce.

 

Os Goonies

Em um dos filmes de maior sucesso na famosa ‘Sessão da Tarde’, aventura dirigida por Richard Donner, acompanhamos jovens que encontram um misterioso mapa do tesouro, se metendo em diversos conflitos.

 

O Rei Leão

Uma das mais aclamadas animações da Disney, O Rei Leão teve uma bilheteria mundial quase na casa do bilhão. No filme, acompanhamos o carismático leão Simba que, após uma tragédia na sua família, precisa lutar pelo seu reino de volta numa briga com o seu venenoso tio.

 

Hook – A Volta do Capitão Gancho

Numa leitura de um clássico de J. M. Barrie. , acompanhamos Peter Pan já adulto e com as obrigações da vida longe de onde viveu boa parte da vida. Quando precisa voltar à Terra do Nunca para enfrentar um grande inimigo, memórias despertam, o levando para novas aventuras com a família.

Gal Gadot revela desejo de reprisar papel de Rainha Má em possível derivado de ‘Branca de Neve’

A atriz Gal Gadot, que deu vida à Rainha Má no live-action deBranca de Neve, falou recentemente sobre o desempenho do filme, que fracassou nas bilheterias, e revelou que toparia reprisar o papel em um possível derivado da vilã.

Durante uma entrevista à US Weekly, Gadot afirmou, mostrando-se entusiasmada com a ideia: “Eu adoraria fazer isso. Sim. Diga ao [CEO da Disney] Bob [Iger]. Bob, eu faço isso”.

Ainda que não haja relatos de uma sequência ou spin-off deBranca de Neve, a Disney já aprovou filmes de vilões independentes em outras ocasiões, como ‘Malévola’ (2014) e ‘Cruella’ (2021).

Gadot demonstrou carinho pelo papel, relembrando o fascínio de interpretar a vilã:

“Lembro toda vez que ia até o espelho dizer a frase: ‘Espelho mágico na parede.’ Há algo tão poderoso e humilde nisso. Há algo tão incrível em interpretar um personagem maior que a vida”, disse a atriz ao D23 em março.

Crítica | ‘Branca de Neve’ recaptura a magia da animação original através da fabulosa atuação de Rachel Zegler

branca de neve poster

Crítica | Coletivo da Ponte retorna com uma ambiciosa e espetacular releitura de ‘Barrela’, de Plínio Marcos

Barrela talvez seja uma das peças literárias e artísticas de maior significado da memória nacional, e não apenas por ter partido de uma das mentes mais brilhantes do cenário dramatúrgico, Plínio Marcos, mas por permanecer dentro de um espectro assustadoramente atual mesmo décadas desde seu lançamento. Ao denunciar a falência do sistema carcerário e funcionar como uma poderosa análise da condição humana, a peça é um arauto crítico sobre a sociedade brasileira e inclusive foi censurada durante a Ditadura Militar – ganhando espaço para ser reencenada após a queda do governo golpista e a retomada de poder por parte dos agentes democráticos.

Agora, o Coletivo da Ponte se lança a mais uma adaptação do projeto, apresentando-se na FUNARTE em cinco apresentações que se estendem até o dia 14 de dezembro – e oferecendo uma perspectiva diferente, original e pungente que não deve nada às outras incontáveis versões que a narrativa ganhou para os palcos. Apoiando-se nas experimentações artísticas de Bertolt Brecht, a produção sagra-se uma das melhores do ano ao não poupar esforços para esquadrinhar as mínimas incursões imortalizadas por Marcos em uma jornada que navega pela opressão, pelo isolamento e pela falta de prospecto através de personagens complexos que discutem sobre a diferença entre a sobrevivência mandatória e a destituição do que, de fato, significa existir.

A trama se passa em uma cela de prisão e gira em torno de seis detentos: Bahia (Ivan Teixeira), Fumaça (Mariana Nolla), Tirica (Daya Cristine), Bereco (Gabriela Bonavita), Portuga (Rafa Oliveira) e o Louco (Rony Fou). Em uma determinada noite, Portuga acorda os outros presos após ter um pesadelo com o fantasma da ex-mulher – dando início a um jogo de gato e rato marcado por alfinetadas que escalam a níveis perigosos e catastróficos, colocando-os em um beco sem saída que culmina em desentendimentos, ressentimentos, traumas e morte. Logo de cara, Portuga demonstra ter uma inimizade com Tirica, ambos sendo alvos de comentários zombeteiros que trazem à tona o que uma pessoa é forçada a fazer para sobreviver dia após dia – alimentando uma rixa que se espalha para os outros detentos: Bereco, o líder da gangue; Fumaça e Bahia, que insurgem como os escapes cômicos da narrativa; e o Louco, que vive à mercê de Bereco e que enxerga o restrito mundo em que está da maneira que pode.

Enquanto o Coletivo já havia apresentado a peça outras vezes, essa, talvez, seja a mais ambiciosa – e a que mais encontra sucesso. O diretor Gustavo Nolla, aliando-se à assistente e à preparadora corporal Claudia Nolla, se esquiva dos convencionalismos do gênero explorado para construir uma experiência sinestésica e sistemática que não só estende suas influências para Brecht, como supracitado, mas transforma a cela de prisão em uma jaula animalesca que esquadrinha conceitos como naturalismo e determinismo. As referências a técnicas calcadas por Rudolf Laban e a presença inesperada dos conceitos de viewpoints transformam o drama em uma experimentação antropozoomórfica que arremessa os protagonistas em um relento esquecido, um ermo onde o comportamento bárbaro e impulsivo é regente – e os presos são isolados em uma desumanização compulsória que é própria do falido sistema carcerário.

Cada movimento é pensado com cautela e detalhe, seja nos movimentos títeres que reiteram a condição dos presos ao espaço, ao tempo e à circunstância em que estão, procurando o mínimo de hierarquia em meio à selvageria. Bereco, nesse quesito, é construído em meio a uma frágil sensação de imponência que mascara uma melancolia inescapável e a certeza de que, como ele mesmo diz, passará o resto dos seus dias encarcerado – e cada um dos outros detentos é forçado a enfrentar demônios internos que se exteriorizam em pulsões que nos envolvem ao longo de breves sessenta minutos de espetáculo.

O trabalho de elenco é rigoroso e primoroso, garantindo um máximo aproveitamento de atores cujo trabalho já tive a oportunidade de acompanhar e que, para essa nova temporada de Barrela, alcançam um amadurecimento fabuloso – seja com o retorno de rostos familiares, seja com a presença de Teixeira como um ótimo Bahia e com Gian Vitor fazendo sua estreia como o ingênuo Garoto, que fica preso durante uma noite na mesma cela que os protagonistas (tornando-se um bode expiatório em uma das sequências mais chocantes e bem construídas da peça). E, compondo a estética dessa instalação experimental, temos o uso de objetos metálicos, grades de arame farpado e um conceito mais minimalista do que maximizado que dialoga com a repetitiva e angustiante sonoplastia de Diana Leocata e a iluminação industrial e quase distópica de Henrique Balleiras.

Apesar dos momentâneos deslizes, a nova versão de Barrela apresentada pelo Coletivo da Ponte é uma conquista teatral e um suprassumo cênico que transforma o clássico de Plínio Marcos em uma epopeia dramática de tirar o fôlego – e que faz um ótimo uso do lúdico para garantir que cada aspecto e cada incursão seja absorvida ao máximo pelo público.

‘Vingadores: Doomsday’ ganha supostas imagens do set com os X-MEN que parecem reais demais para serem IA

‘Vingadores: Doomsday’ está ganhando uma série de vazamentos, mas todos possivelmente falsos. Porém, uma série de fotos supostamente vazadas do set parecem ser reais demais para terem sido criadas por IA. Mas provavelmente foram.

A primeira imagem mostra a formação dos X-Men de ‘Vingadores: Doomsday’ — Ciclope (James Marsden), Magneto (Ian McKellen), Mística (Rebecca Romijn), Gambit (Channing Tatum), Noturno (Alan Cummings), Monica Rambeau (Teyonah Parris) e Charles Xavier (Patrick Stewart) — todos juntos, trajando uniformes fiéis aos quadrinhos. A foto rapidamente incendiou debates online.

Enquanto alguns afirmavam que era apenas mais uma criação de inteligência artificial, outros defendiam que ela possuía detalhes “realistas demais” para ter sido gerada por esse tipo de ferramenta. A discussão, enfim, era tudo menos simples.

O caos continuou com uma suposta “selfie” de Teyonah Parris, James Marsden e Channing Tatum caracterizados como seus personagens. Contudo, o telefone que a atriz segurava — apresentado como um iPhone 17 Pro — não correspondia ao design real do aparelho, mais uma pista clara de que se tratava de uma imagem gerada por inteligência artificial.

Confira:

Além disso, o insider The Beyond Reporter divulgou uma suposta sinopse do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’, que se for verdadeira parece bem interessante.

O teaser começa com uma narração em off do Doutor Destino (Robert Downey Jr.), que fala sobre sua vida de provações e sofrimentos. Victor Von Doom aparece em um cemitério na chuva, com o rosto oculto, até que a cena é interrompida por uma explosão de chamas, deixando apenas a silhueta de seu traje.

A tela se transforma com uma poderosa explosão e a voz de Loki desaparece. Thor aparece em uma vasta costa, Sam Wilson e Reed Richards olham para o céu com medo, e o Doutor Estranho corre por uma sala escura enquanto dois universos colidem. Cidades também são vistas sendo destruídas simultaneamente em dois planetas.

Doom declara que irá libertar a armadilha eterna na qual estava prisioneiro. Várias batalhas protagonizadas pelo próprio Doom são mostradas, seguidas por uma narração adicional feita por ele. Após uma máscara cair, revela-se que o rosto de Doom está gravemente desfigurado, com uma grande cicatriz e uma textura semelhante à lama queimada.

O trailer termina com Steve e Peggy emergindo de um portal no estilo da TVA e olhando diretamente para a câmera.

E aí, o que achou?

Segundo o ComicBookMovie, o Doutor Destino de Robert Downey Jr. usará espada e escudo em algum momento do filme.

Além disso, há novidades sobre a Mística de Rebecca Romijn, que, em vez de aparecer nua, agora terá um super-figurino: um vestido branco com detalhes azuis nos ombros e no centro do peito, calças brancas por baixo, um X no cinto e uma tiara com caveira.

Já o figurino de Shang-Chi sofreu o que é descrito como um “rebaixamento”. Ele é bem parecido com o que vimos no filme solo do personagem, mas agora se assemelha mais a uma jaqueta de couro, com o vermelho mais escuro.

Os rumores também indicam a presença de uma espécie de Conselho dos Destinos, uma variação do Conselho de Kangs. Ele teria duas Destinas femininas, uma com capa roxa e máscara dourada, e outra com capa e máscara douradas, além de uma terceira usando a clássica capa verde.

‘Vingadores: Apocalipse’: Arte promocional indica possível morte de heróis

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Jennifer Garner indica possível RETORNO como Elektra em ‘Vingadores: Doomsday’

Disney revela nova prévia da 2ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’

A Disney divulgou uma nova prévia da 2ª temporada dePercy Jackson e os Olimpianos’, destacando o protagonista da série, Percy, vivido por Walker Scobell.

A nova temporada vai adaptar o segundo livro de Rick Riordan, Percy Jackson e o Mar de Monstros”, continuando a jornada do jovem semideus em sua missão pelo Acampamento Meio-Sangue.

Lembrando que a 2ª temporada tem estreia marcada para o dia 10 de dezembro.

A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.

Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.

A série é estrelada por Walker Scobell (Percy Jackson), Leah Sava Jeffries (Annabeth Chase), Aryan Simhadri (Grover Underwood), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue) e Charlie Bushnell (Luke Castellan).

Kate McKinnon será Afrodite na 3ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’

Conheça a série inspirada em serial killer real que conquistou 83% de aprovação no RT; Confira as avaliações!

Happy Face: Um Serial Killer‘, série de suspense estrelada por Dennis Quaid (‘O Intruso’) estreou recentemente no Paramount+ e se tornou um sucesso de crítica.

Abrindo com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção foi elogiada pelas performances de seu elenco principal e por saber trabalhar o gênero true crime, mantendo a audiência vidrada a todo momento.

Confira a opiniões:

“Infelizmente, usar um assassino de verdade para contar essa história faz de ‘Happy Face’ o tipo de crime real que explora as questões que cercam o gênero, ao mesmo tempo em que usa sofrimento genuíno para tornar a série mais emocionante”. – Alan French, Sunshine State Cineplex

“Criada pela showrunner Jennifer Cacicio e pela poderosa dupla de produtores executivos Robert e Michelle King (Evil, The Good Wife), Happy Face desfere um golpe impressionante contra a glorificação habitual de assassinos em série em nossa cultura”. – Kelcie Mattson, Collider

“Parte processual, parte história familiar, é um híbrido que nunca funciona, apesar das atuações fortes e dos momentos poderosos”. – Keith Phipps, TV Guide

“Fãs de crimes reais, sua próxima obsessão pela TV chegou”. – Kristy Puchko, Mashable

“Por melhores que Annaleigh Ashford e Dennis Quaid sejam em seus respectivos papéis, Happy Face teria funcionado melhor se tivesse se atido à história real e não a esta história fictícia e sensacionalista”. – Alex Maidy, JoBlo’s Movie Network

“Cheio de mistério, curiosidade e profundidade em seu assustador olhar sobre os efeitos de verdades horríveis e traumas na vida e identidade de alguém, e graças a uma narrativa fabulosamente intrigante e performances memoráveis ​​de nosso elenco, é uma delícia de maratonar”. – Keeley Brooks, Loud and Clear Reviews

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Annaleigh Ashford (‘American Crime Story’) também estrela projeto. O elenco ainda conta com James Wolk, Tamera Tomakili, Khiyla Aynne e Benjamin Mackey.

Happy Face (Quaid) é um serial killer encarcerado que também é o pai de Melissa (Ashford). Depois de décadas sem contato, ele finalmente encontra uma maneira de voltar à vida de sua filha. Numa corrida contra o relógio, Melissa deve descobrir se um homem inocente será condenado à morte por um crime cometido pelo seu pai. Durante todo o processo, ela descobre o impacto que seu pai teve nas famílias de suas vítimas e deve enfrentar a realidade sobre sua própria identidade.”

O projeto é inspirado no podcast homônimo de iHeartMedia e Melissa Moore, e no livro Shattered Silence, que é baseado em sua própria história.

Jennifer Cacicio serve como roteirista, showrunner e produtora executiva.

Paul Rudd compara ‘Anaconda’ com ‘O Peso do Talento’ e diz que será uma COMÉDIA meta “totalmente única”

O astro Paul Rudd revelou detalhes sobre o aguardado reboot de Anaconda’, que promete trazer a icônica franquia de volta aos cinemas com uma abordagem inovadora.

O filme, que contará com Selton Mello (‘Ainda Estou Aqui’) e Jack Black (‘Escola de Rock’), será uma comédia meta “totalmente única”, segundo Rudd.

Segundo o JoBlo, Rudd comparou o tom do filme ao de ‘O Peso do Talento‘:

“Vocês viram ‘O Peso do Talento’? Então, é o mesmo diretor, e o tom desse filme, que era meio que uma meta-comédia, é parecido. É sobre um grupo de pessoas que, com certeza, foram inspiradas e amaram o filme ‘Anaconda’ dos anos 90. Mas não é um remake. É algo totalmente único. É engraçado”, explicou. 

Confira um novo teaser e siga o CinePOP no Youtube:

O longa chega aos cinemas no dia 25 de dezembro de 2025.

A trama do novoAnaconda acompanha um grupo de amigos que, em meio a crises de meia-idade, decidem refilmar seu filme favorito da juventude. A aventura os leva à floresta tropical, onde se veem em uma luta pela sobrevivência contra desastres naturais, cobras gigantes e criminosos violentos.

Jack Black interpretará um “ex-diretor, agora preso em um trabalho como videomaker de casamentos”, enquanto Paul Rudd viverá “um ator que teve uma passagem por um programa policial, mas vê seus sonhos em Hollywood se distanciando cada vez mais”. Já Selton Mello dará vida a um domador de animais brasileiro.

Ice Cube retornará em reboot de ‘Anaconda’, afirma insider

Thandiwe Newton (‘Westworld’), Steve Zahn (‘Silo’) e Ione Skye integram o elenco.

Tom Gormican, que dirigiu o meta-filme de Nicolas Cage, ‘O Peso do Talento‘, está coescrevendo com o colaborador Kevin Etten e dirigirá o longa.

O filme original foi estrelado por Jennifer Lopez, Owen Wilson, Ice Cube e Jon Voight, e acompanhou uma equipe de filmagem da National Geographic em busca da maior e mais mortal cobra do mundo, apenas para descobrir que o jogo se inverteu.

Fracasso de bilheterias, live-action de ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’ faz SUCESSO em streaming

O filmeOs Cavaleiros do ZodíacoSaint Seiya: O Começo‘ achou o seu público no streaming após fracassar nos cinemas.

O live-action atualmente está no catálogo da Prime Video e entrou para a lista dos títulos mais vistos desse mês no streaming.

A adaptação enfrentou dificuldades no desempenho comercial após ter sido produzido com um alto investimento de US$ 60 milhões.

De acordo com um recém-divulgado relatório fiscal da Toei Animation, correspondente ao segundo trimestre deste ano, o filme resultou em um impacto negativo nas finanças do estúdio, causando um verdadeiro “rombo” em suas receitas.

Os números apresentados no relatório apontam para um lucro de 3,9 bilhões de ienes com a distribuição internacional de filmes nesse período.

Essa cifra, embora seja significativa, é consideravelmente menor quando comparada à arrecadação obtida no último trimestre do ano fiscal de 2023, que atingiu a marca de mais de 21 bilhões de ienes.

Para efeito de comparação, a receita operacional da Toei Animation foi dividida por regiões geográficas. A seguir, estão os valores arrecadados em cada uma delas:

  • Japão: 120 milhões de ienes
  • América do Norte: US$ 1,1 milhão
  • América Central e do Sul: US$ 4,36 milhões
  • Europa: US$ 1,1 milhão

O resultado da bilheteria nos Estados Unidos e na América Latina, que totalizou aproximadamente US$ 5,46 milhões, representou uma queda significativa em relação às expectativas iniciais para o filme.

Esse desempenho comercial abaixo do esperado afetou a expectativa do estúdio de desenvolver uma franquia completa de até sete filmes com base em ‘Os Cavaleiros do Zodíaco‘.

A trama escrita por Josh Campbell e Matt Stuecken acompanha Seiya, um órfão que mora nas ruas e recebe um chamado após uma energia cósmica despertar dentro de si. O protagonista embarca em uma jornada para conquistar a antiga armadura grega de Pegasus, e escolhe seu lado em uma batalha sobrenatural pelo destino de Athena (Iseman), uma jovem que luta para controlar seus poderes.

O longa também conta com Famke Janssen (‘X-Men: O Confronto Final’), Sean Bean (‘Game of Thrones’), Madison Iseman (‘Eu sei o que vocês fizeram no verão passado’), Mark Dacascos (‘John Wick 3: Parabellum’), Nick Stahl (‘Fear The Walking Dead’) e Diego Tinoco (‘On My Block’).

Originalmente, Os Cavaleiros do Zodíaco surgiu como uma série japonesa de mangá escrita e ilustrada por Masami Kurumada. Foi publicada originalmente de 1986 a 1990, e adaptada para anime pela Toei Animation de 1986 a 1989.

Especial | E se ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’ ganhasse um filme live-action?

A série conta a história de guerreiros místicos chamados “Cavaleiros”, que lutam vestindo “Armaduras” sagradas baseadas nas diversas constelações. Os Cavaleiros têm como missão defender a reencarnação da deusa grega Athena em sua batalha contra outros deuses do Olimpo, ou de outras mitologias que pretendem dominar a Terra.

Os 10 Melhores Filmes de Fantasia dos Anos 1980

O gênero fantástico sempre esteve em nossas vidas – seja na literatura, no cinema ou na televisão. Desde os primórdios da contação de histórias, artistas incríveis tiveram a capacidade de nos transportar para mundos distantes, recheados de criaturas sobrenaturais e mitológicas, que nos apresentavam uma nova perspectiva aventuresca movida por acontecimentos soberbos e épicos.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores filmes de fantasia dos anos 1980 – desde a clássica aventura A História Sem Fim até o adorado A Princesa Prometida.

Confira a nossa lista abaixo:

10. AS BRUXAS DE EASTWICK (1987)

Em 1987, CherMichelle PfeifferSusan Sarandon uniam forças para enfrentar Jack Nicholson na divertida comédia fantástica sombria As Bruxas de Eastwick – que, quase quarenta anos depois de sua estreia, envelheceu como uma boa e inebriante garrafa de vinho. Com performances icônicas e uma atmosfera despojada e aprazível, o filme comandado por George Miller acompanha três melhores amigas que não sabem que são bruxas e que suas reuniões informais culminaram na formação de um coven; pouco depois, a chegada de um homem misterioso à cidade onde moram dá início a um jogo de gato e rato entre ele e entre as mulheres.

9. O DRAGÃO E O FEITICEIRO (1981)

A beleza de O Dragão e o Feiticeiro está na forma como remodela clássicas narrativas de fantasia em um inesperado e sombrio épico que, mesmo não tendo cativado o público à época de seu lançamento, caiu no gosto dos cinéfilos décadas depois pelos impressionantes efeitos visuais e por uma história honesta e bastante prática. Dirigido por Matthew Robbins e apresentando um lado atípico da Walt Disney Studios – que co-produziu a obra -, a trama é centrada no rei Casiodorus Rex, que faz um pacto com um dragão, que, em troca do sacrifício de algumas virgens, deixará a aldeia em paz. Um velho feiticeiro e seu jovem aprendiz decidem então matar o dragão e salvar a próxima moça.

8. O FEITIÇO DE ÁQUILA (1985)

O Feitiço de Áquila é provavelmente um filme que você não conhece – mas deveria. Contando com a sólida direção de Richard Donner, a trama nos leva para a Europa medieval do século XII e traz atuações incríveis de Michelle PfeifferRutger HauerMatthew Broderick, todos nutrindo de uma química apaixonante que até mesmo ofusca os breves erros de ritmo. O enredo é centrado em um casal que se torna alvo do ódio de um bispo invejoso, que lança um feitiço sobre os dois: de dia, ela fica sob uma forma de falcão; de noite, ele se transforma em um lobo – impedindo que eles se encontrem e vivam felizes para sempre.

7. WILLOW – NA TERRA DA MAGIA (1988)

Um dos títulos mais relembrados e memoráveis do gênero fantástico na década de 1980 é o incrível filme ‘Willow – Na Terra da Magia’. Estrelado por Warwick Davis em uma performance magnética, o longa-metragem dirigido por Ron Howard acompanha o personagem titular, um anão da raça nelwyn que cruza caminho com uma jovem bebê princesa que é a chave para derrotar a poderosa e impiedosa rainha Bavmorda (Jean Marsh), colocando um fim em seu reino de caos. É claro que Bavmorda e seu séquito também estão em busca da princesa, tentando encontrá-la e despachá-la ao submundo para que uma antiga profecia não se cumpra – e, aliado ao divertido mercenário Madmartigan (Val Kilmer), Willow enfrenta os mais diversos obstáculos para cumprir com a missão que lhe foi dada.

6. O CRISTAL ENCANTADO (1982)

Tornando-se uma das produções favoritas dos fãs de fantasia e de marionetes, O Cristal Encantado sagrou-se como um dos símbolos dos anos 1980 e inspirou inúmeras narrativas que seguiriam os mesmos passos. Dirigido por ninguém menos que Jim HensonFrank Oz, a instigante trama nos leva a outro planeta, em um passado distante, onde Cristal Encantado foi danificado e deu-se início a uma era de caos. Jen, uma órfã que foi criada pela pacífica raça de magos conhecida como Mystics, embarca em uma jornada para encontrar o pedaço desaparecido do Cristal e trazer de volta equilíbrio para o universo.

5. LABIRINTO – A MAGIA DO TEMPO (1986)

‘Labirinto – A Magia do Tempo’ tem uma história parecida a vários outros filmes de fantasia dos anos 1980 – em que não teve o reconhecimento merecido à época de seu lançamento para se transformar em um clássico cult exaltado pela crítica. Contando com performances incríveis de David BowieJennifer Connelly, bem como uma sólida e fabulosa direção do lendário Jim Henson, a trama é centrada em Sarah, uma jovem que se sente frustrada por ter que cuidar do irmão caçula. Desejando se livrar da criança, ela recebe a visita do Rei dos Duendes, que sequestra o bebê e compele a menina a partir numa jornada perigosa através de um labirinto para resgatar o irmão antes que ele seja transformado em um duende.

4. A PEQUENA SEREIA (1989)

a pequena sereia

A Pequena Sereia é simplesmente o filme responsável por dar início à Era da Renascença da Walt Disney Studios: para além da aclamação crítica, o sucesso financeiro da obra permitiu à Casa Mouse a produção de obras como ‘Aladdin’‘O Rei Leão’‘A Bela e a Fera’ e tantos outras, estendendo seu legado aos dias atuais como nenhum outro – e contando com uma belíssima história que marcou e continua marcando gerações. A trama acompanha Ariel, uma sereia princesa de dezesseis anos de idade insatisfeita com a vida no fundo do mar e curiosa sobre o mundo na terra. Ela se apaixona por um príncipe humano e faz um acordo com a bruxa do mar para transformar-se em humana.

3. A HISTÓRIA SEM FIM (1984)

No clássico A História sem Fim, Bastian (Barret Oliver) é um garoto que usa sua imaginação como refúgio dos problemas do dia-a-dia, como as provas do colégio, as brigas na escola e a perda de sua mãe. Um dia, após se livrar de alguns garotos que insistem em atormentá-lo, ele entra em uma livraria. Lá o proprietário mostra um antigo livro, chamado A História Sem Fim, que classifica como perigoso. O alerta atiça a curiosidade de Bastian, que pega o livro emprestado sem ser percebido. A leitura o transporta para o mundo de Fantasia, um lugar que espera desesperadamente a chegada de um herói. A imperatriz local (Tami Stronach) está morrendo e, junto com ela, o mundo em que vive é aos poucos devorado pelo feroz Nada. A única esperança é Atreyu (Noah Hathaway), que busca a cura para a doença da imperatriz com a ajuda de Bastian.

2. EXCALIBUR (1981)

É notável como o universo arturiano sempre serviu de inspiração para diversas incursões audiovisuais – tanto na televisão quanto no cinema. Em 1981, uma das melhores releituras dessas clássicas novelas de cavalaria ganhou forma pelas mãos de John BoormanExcalibur. Inspirado livremente na lenda do Rei Arthur, a trama é centrada em Arthur, um servente e filho bastardo do lorde Uther Pendragon, que recebe a mágica espada Excalibur para reunir os Cavaleiros da Távola Redonda e unificar o reino de Camelot – tudo isso com a ajuda do mago Merlin. No entanto, este monarca enfrenta grandes desafios à sua frente em busca do amor, do Cálice de Cristo e da sobrevivência de sua nação.

1. A PRINCESA PROMETIDA (1987)

Apesar de ter tido uma estreia bastante modesta entre os críticos e nas bilheterias, A Princesa Prometida possui um impacto inegável não apenas no cenário dos filmes de fantasia, mas no escopo da sétima arte como um todo. A aventura estrelada por nomes como Cary ElwesMandy PatinkinRobin Wright e tantos outros transformou-se em um clássico cult com o passar dos anos e, nos dias de hoje, é considerado como uma das melhores produções não apenas de Rob Reiner, mas da década de 1980. A trama acompanha a bela Buttercup, uma jovem que é raptada e mantida encarcerada contra a sua vontade – obrigada a se casar com o odioso príncipe Humperdinck. Porém, o corajoso Westley, seu verdadeiro amor e que retorna como um impiedoso pirata, parte em uma missão para salvá-la.