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‘Alien’: Diretor de ‘Os 12 Macacos’ rejeitou proposta para dirigir sequência

Conversando com o RogerEbert.com, Terry Gilliam (‘Os 12 Macacos‘), cujo novo filme, ‘The Man Who Killed Don Quixote‘, estreará neste ano, criticou a franquia ‘Alien‘, e revelou ter rejeitado a proposta de dirigir uma sequência.

“Há alguns momentos legais [em ‘Alien’], mas a cena que nunca deveria ter espaço no filme é a cena final mostrando o alien sendo sugado para o espaço. Você vê o Alien e é apenas um cara em um traje de borracha. Até aquele momento, você via apenas partes do alien, e parecia enorme e assustador. Foi muito inteligente, como em ‘Tubarão’.”

Gilliam completa, com uma revelação chocante:

“Eu me ofereceram para dirigir uma sequência de Alien porque meu nome estava em alta naquela época, mas eu não queria fazer filmes daquele tipo. Eles são trabalhos automáticos, de grandes estúdios.”

Recentemente, foi divulgado que uma possível série de TV situada no mesmo universo da franquia ‘Alien‘ está sendo desenvolvida. A informação, no entanto, ainda se trata de um rumor e nada foi oficialmente confirmado.

Especula-se que o anúncio oficial do projeto, em estágios iniciais de desenvolvimento, possa acontece apenas em 2019.

O primeiro filme da franquia, ‘Alien: O Oitavo Passageiro’ foi dirigido por Ridley Scott e chegou aos cinemas em 1979. O elenco foi estrelado por Sigourney Weaver, John Hurt, Harry Dean Stanton e Ian Holm.

‘Strike Back’ é renovada para a 7ª e ÚLTIMA temporada

O canal Cinemax renovou oficialmente a série ‘Strike Back‘ para a 7ª temporada. O próximo ano também será o último da série.

Em declaração oficial, o showrunner Jack Lothian disse: “É maravilhoso voltar para uma temporada final. ‘Strike Back’ é uma série que sempre elevou o nível para as produções de ação nas telinas, e nós estamos ansiosos em fazer isso pela última vez. Ainda há muitas reviravoltas pela frente, mas eu posso prometer uma coisa: vamos terminar com um bang.”

O final da 6ª temporada será lançado no dia 29 de março.

A série inicia sua trajetória apresentando a vida de John Porter, soldado britânico que trabalha na seção 20 do MI6, enfrentando terroristas. 

A série é estrelada por Warren Brown, Daniel MacPherson, Roxanne McKee, Alin Sumarwata, Nina Sosanya, Don Hany, Trevor Eve e Katherine Kelly.

‘Jack Ryan’: 2ª temporada já está disponível na Amazon!

Para celebrar o Halloween, a segunda temporada de ‘Jack Ryan‘ foi lançada um dia antes do programado. Todos os episódios do segundo ano já estão disponíveis na plataforma do serviço de streaming.

“Feliz Halloween! Para celebrar, eu quis dar aos fãs de ‘Jack Ryan’ um pequeno presente! Quando vocês vão poder assistir a nova temporada? Que tal… agora!!! A segunda temporada foi lançada um dia antes.”

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Criada por Carlton CuseGraham Roland, a série traz o protagonista dos livros de Tom Clancy, mas não é realmente baseada em nenhuma trama escrita pelo autor.

Jack Ryan (Krasinski) é um analista promissor da CIA que segue um padrão de comunicações terroristas, levando à descoberta de uma estratégia intrincada que tem como meta a destruição global.

O elenco ainda inclui Wendell Pierce, John Hoogenakker, Abbie Cornish, Ali Suli, Dina Shih Haaz Sleiman.

‘A Nice Girl Like You’: Lucy Hale visitou convenção de sexo para se preparar para o filme

Em entrevista ao Daily Pop, Lucy Hale (‘Pretty Little Liars‘) revelou que visitou uma convenção de sexo para se preparar para o seu papel no filme ‘A Nice Girl Like You‘.

“Eu ri muito enquanto lia o roteiro. Eu também me senti desconfortável, então eu sabia que tinha que participar. Fui para uma convenção de sexo e vi coisas que eu nunca tinha visto antes. Havia coisas no filme que eu nunca tinha ouvido falar, então eu precisei expandir os meus horizontes.”

No longa, a personagem da Lucy Hale encara altas aventuras e autodescoberta após o seu ex-namorado declarar que ela é muito inibida.

Confira o trailer:

O longa é dirigido pela dupla Chris RiedellNick Riedell.

Lucy Neal, uma violinista adorável, obediente às regras, um tanto reprimida e bem-educada, que é jogada para um loop quando é acusada de ser muito inibida por seu ex-namorado. Em um esforço para provar que ele está errado, Lucy cria uma lista de tarefas um pouco selvagem que a envia em uma jornada de autodescoberta, amizade e um novo amor.

O elenco ainda conta com Mindy Cohn, Jackie Cruz, Leonidas Gulaptis, Adhir Kalyan e Stephen Friedrich.

O longa foi lançado hoje (17) direto em VOD.

‘Friends’: Saiba quando as filmagens do reencontro irão acontecer!

De acordo com o Deadline, as filmagens do reencontro de ‘Friends‘, especial que está sendo desenvolvido pela HBO Max, estão programadas para começarem na próxima semana.

As gravações irão acontecer no Estúdio 24 na Warner Bros., onde a série original foi encerrada em 2004. Originalmente, o especial seria lançado em 2020, mas conflitos na agenda causados pela pandemia de COVID mudaram drasticamente o cronograma da produção.

Todos os seis astros da série original — Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer — retornarão no evento não roteirizado – que refletirá sobre o impacto da série ao longo dos últimos 25 anos. Eles também serão os produtores executivos do especial ao lado dos criadores da série, Kevin Bright, Marta Kauffman e David Crane.

Sobre o especial

Inicialmente agendadas para março de 2020, as gravações tiveram que ser adiadas para o mês de agosto, devido ao agravamento no número de infectados ao redor do mundo.

No entanto, a situação global não melhorou o bastante para que o especial pudesse ser filmado com segurança e a HBO Max se viu forçada a esperar o cenário reduzir um pouco mais, para que então pudesse dar uma nova data.

Os 236 episódios de ‘Friends’ ficarão disponíveis na estreia da plataforma de streaming HBO Max no Brasil.

Os astros Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer retornarão para a reunião.

O episódio custará cerca de US$ 20 milhões e será “não roteirizado”. Ou seja, provavelmente teremos todo o elenco relembrando os momentos mais icônicos da série.

Além disso, o streaming conseguiu os direitos exclusivos de exibição dos episódios antigos, que eram da Netflix.

Para a HBO Max, uma das principais atrações será a comédia amada dos anos 90. Como a WarnerMedia investiu US$ 425 milhões pelos direitos de transmissão da série na HBO Max, o intuito do especial é atrair mais audiência para a atração.

‘RuPaul’s Drag Race’: Conheça as novas Queens da 14ª temporada!

A VH1 divulgou um novo vídeo apresentando as novas participantes da 14ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race‘.

O novo ciclo contará com a primeira queen de Michigan, uma nascida no Reino Unido, a drag sister da vencedora Yvie Oddly, e, por fim, a primeira queen heterossexual do programa.

Confira:

A nova temporada irá estrear oficialmente no dia 7 de janeiro.

O novo ciclo contará com as participantes: Alyssa Hunter, Angeria Paris Vanmichaels, Bosco, Daya Betty, Deja Skye, Jamine Kennedie, Jorgeous, June Jambalaya, Kerri Colby, Kornbread ‘The Snack’ Jete, Lady Camden, Maddy Morphosis, Orion Story e Willow Pill.

‘Power Book III: Raising Kanan’ é RENOVADA para a 3ª temporada

O canal Starz renovou oficialmente a série ‘Power Book III: Raising Kanan‘ para a 3ª temporada.

As filmagens do próximo ciclo estão previstas para começarem nos próximo meses, em Nova York.

Vale lembrar que a 2ª temporada vai estrear no dia 14 de agosto.

Confira o trailer:

Criada por Sascha Penn, a série é o terceiro spin-off do universo de ‘Power‘.

A produção é uma pré-sequência que segue os primeiros anos de Kanan Stark, o personagem interpretado pelo Curtis “50 Cent” Jackson na série original.

O elenco conta com Mekai Curtis, Antonio Ortiz, London Brown, Patina Miller, Malcolm Mays, Hailey Kilgore, Jo-Vaughn Scott e Toby Sandeman.

Winona Ryder retorna como Lydia Deetz nas imagens dos bastidores de ‘Os Fantasmas se Divertem 2’

As filmagens de ‘Os Fantasmas se Divertem 2‘ já começaram, e as primeiras imagens dos bastidores foram divulgadas. As fotos destacam o retorno de Winona Ryder, que volta a interpretar a Lydia Deetz – 36 anos após o lançamento do filme original.

A atriz aparece caracterizada com o clássico estilo gótico da personagem, incluindo o penteado icônico que a tornou um dos destaques da produção de 1988.

Confira as imagens:

Michael Keaton retornará como o icônico Bettlejuice ao lado de Winona RyderCatherine O’Hara.

Jenna Ortega (‘Pânico’) interpretará a filha da Lydia Deetz, personagem da Ryder no longa original. O elenco ainda contará com Willem Dafoe (‘O Farol’), Justin Theroux e Monica Bellucci, que dará vida à esposa do Bettlejuice.

O novo filme estreará oficialmente no dia 6 de setembro de 2024 – 36 anos após o lançamento do longa original.

A produção será lançada no final de semana estendido do Dia do Trabalho – um feriado lucrativo para o estúdio e filmes do gênero. Neste mesmo período, a Warner Bros. já lançou a duologia ‘It: A Coisa‘ (US$1.17B) e ‘A Freira‘ (US$365.5M).

Em 2023, o estúdio irá apostar na sequência ‘A Freira 2‘ para este feriado.

Anteriormente, Burton havia comentado sobre o projeto: “Só sei se estou fazendo um filme quando estou no set filmando. Tento voltar à raiz de tudo. Brota de uma semente e depois cresce, e não dessas declarações. Estou trabalhando em ideias e coisas, mas é tudo muito cedo. Vamos ver como vai ser. Que tal essa resposta sem resposta?”

Lançado em 1988, o filme original acompanha a vida após a morte do casal Adam (Alec Baldwin) e Bárbara (Geena Davis), que sofrem um acidente de carro e ficam presos em sua casa de campo como fantasmas, assombrando-a.

Quando uma família rica e arrogante compra a propriedade, o casal faz de tudo para expulsá-los com a ajuda de uma assombração conhecida como Besouro Suco (Keaton).

‘Duna: Parte 2’ já arrecadou quase MEIO BILHÃO mundialmente

Sucesso! A sequência ‘Duna: Parte 2‘ já arrecadou quase US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.

Para termos de comparação, a continuação levou menos de três semanas para ultrapassar a arrecadação total do primeiro filme – que arrecadou US$ 433.9 milhões mundialmente, em 2021.

Nos EUA, o longa ultrapassou a marca dos US$ 200 milhões. No mercado internacional, foram US$ 289.4 milhões – totalizando US$ 494.7 milhões mundialmente.

Em seu terceiro final de semana em cartaz nas telonas norte-americanas, o filme dirigido por Denis Villeneuve (‘A Chegada’) somou sólidos US$ 29.1 milhões e quase retornou ao topo das bilheterias após registrar uma queda de apenas -30%.

A animação ‘Kung Fu Panda 4‘ segue no topo com US$ 30 milhões em seu segundo final de semana.

Confira nossa crítica em vídeo:

‘Ninguém Quer’: Adam Brody revela quando as filmagens da 2ª temporada irão começar

Em entrevista ao SiriusXM, Adam Brody (‘Casamento Sangrento’) compartilhou uma atualização sobre o desenvolvimento da 2ª temporada de ‘Ninguém Quer‘ (Nobody Wants This).

O ator confirmou que os roteiristas estão “trabalhando duro”, e que a equipe planeja iniciar as filmagens do próximo ciclo em fevereiro de 2025.

“Não sei muito [sobre a segunda temporada]. Eu meio que assumi uma postura de ignorante feliz. Sei que eles estão trabalhando duro no roteiro [do novo ciclo], e nós vamos começar a filmar relativamente em breve.”

Ele completa, “[Vamos começar a filmar em] fevereiro. Acredito que será em fevereiro. Esse é o cronograma que eles estão planejando.”

Anteriormente, a criadora Erin Foster já havia comentado sobre o que podemos esperar do próximo ciclo: “Na primeira temporada, a história se desenrola de forma bem gradual. Vamos continuar exatamente de onde paramos, desenvolvendo tudo com calma, porque não quero que nos adiantemos demais. Meu desejo é que meu programa permaneça no ar o máximo de tempo possível!.”

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Erin Foster.

Joanne (Bell), uma apresentadora de podcast agnóstica, e Noah (Brody), um rabino nada convencional que acabou de terminar um relacionamento, se conhecem em uma festa. Eles vão embora juntos e, apesar das diferenças, percebem que podem se dar muito bem. Mas também muito mal, porque cada um tem um jeito de encarar a vida. Além disso, o amor hoje em dia é muito difícil, e as famílias dos dois, incluindo a irmã dela, Morgan (Justine Lupe), e o irmão dele, Sasha (Timothy Simons), não colaboram.

Jackie TohnMichael HitchcockPaul Ben-VictorSherry ColaShiloh BearmanStephanie FaracyEmily ArlookTovah Faldshuh completam o elenco.

A primeira temporada conta com dez episódios.

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Adeline Rudolph, de ‘Mortal Kombat 2’, estrelará novo TERROR estilo ‘Pânico’

De acordo com o Deadline, Adeline Rudolph, que interpretará a Kitana na vindoura sequência ‘Mortal Kombat 2‘, será a protagonista do terror ‘Perfect Girl‘.

Descrito como uma mistura entre ‘Pânico‘ e ‘Cisne Negro‘, o roteiro do longa figurou na BlackList – lista com os melhores roteiros não produzidos de Hollywood.

Na trama…

“Com apenas quatro vagas disponíveis em um novo grupo de K-Pop e a seleção final a uma semana de distância, a competição está acirrada. Quando uma nova garota talentosa e misteriosa é apresentada de última hora, as coisas começam a ficar estranhas — uma a uma, as garotas estão sendo caçadas e atacadas, mas quem é o responsável pela carnificina e, mais importante… quem chegará à seleção final?”

Arden Cho (‘Teen Wolf’) e a cantora Jeon Somi também estrelarão a produção.

Hong Won-ki será responsável pela direção.

O roteiro fica por conta de Lynn Q.

A produção ainda contará com seis canções originais que prometem “misturar o cinematográfico e o mundo da música”.

As filmagens estão programadas para outubro, na Ásia.

‘A Corrente’: Jodie Comer estrelará nova série de SUSPENSE do criador de ‘Watchmen’

De acordo com o Deadline, Jodie Comer (‘Extermínio: A Evolução’) será a protagonista de ‘A Corrente‘ (The Chain), nova série de suspense que está sendo desenvolvida pela HBO.

A atriz interpretará Rachel, uma mãe suburbana que precisa encarar o impensável quando sua filha é sequestrada.

A produção é baseada no aclamado livro homônimo de Adrian McKinty.

Na trama…

“O dia começa como qualquer outro. Rachel Klein deixa no ponto de ônibus a filha de 13 anos, Kylie, e segue sua rotina. Mas o telefonema de um número desconhecido muda tudo. Do outro lado, uma voz de mulher avisa que Kylie está no banco de trás de seu carro, e que Rachel só verá a filha de novo se pagar um resgate – e sequestrar outra criança. Assim como Rachel, a mulher no telefone é mãe, também teve o filho sequestrado e, se Rachel não fizer exatamente o que ela manda, o menino morre, e Kylie também. Agora Rachel faz parte da Corrente, um esquema aterrorizante que transforma os pais das vítimas em criminosos – e, ao mesmo tempo, deixa alguém muito rico.”

“A Corrente é implacável, apavorante e totalmente anônima. As regras são simples: entregar o valor exigido, escolher outra vítima e cometer um ato abominável do qual, apenas vinte e quatro horas antes, você se julgaria incapaz. Rachel é uma mulher comum, mas, nos dias que se seguem, será levada a extremos que ultrapassam todos os limites do aceitável. Ela será obrigada a fazer escolhas morais inconcebíveis e executar ordens terríveis. Os cérebros por trás da Corrente sabem que os pais farão qualquer coisa pelos filhos. Mas o que eles não sabem é que talvez tenham se deparado com uma oponente à altura. Rachel é inteligente, determinada e… uma sobrevivente.”

Michael Sarnoski (‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’) será responsável pelo episódio piloto, além de servir como produtor executivo.

Damon Lindelof (‘Watchmen’) atuará como showrunner. Ele também assinou o roteiro do episódio piloto ao lado de Carly Wray (‘Westworld’) e Breannah Gibson (‘Pinguim’).

Sem previsão de lançamento, a adaptação contará com oito episódios.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Sequência de ‘Atômica’ pode acontecer, diz Charlize Theron

A Universal Studios pode acabar dando o sinal verde para a sequência de ‘Atômica‘, thriller de ação que estreou esta semana nos cinemas norte-americanos.

A informação foi revelada pela própria protagonista, Charlize Theron, em uma entrevista recente ao site The Hollywood Reporter.

Segundo atriz, conversas sobre a possibilidade se iniciaram logo após os bons números que a adaptação teve nas bilheterias de estreia:

“O que eu posso dizer é que isso é realmente verdade. Nesta semana começamos a ter conversas deste tipo e estamos avaliando a alternativa”.

Nas pré-estreias de ‘Atômica‘, realizadas nessa quinta-feira (27) nos Estados Unidos, o thriller de ação com Charlize Theron faturou US$ 1.5 milhão.

 

Na produção, Charlize interpreta a inteligente e habilidosa agente Lorraine Broughton, que é convocada para ação quando um espião secreto da MI6 é morto pouco antes da queda do Muro de Berlim. Ela terá que rastrear uma lista que que estava sendo contrabandeada por ele para o oeste, a fim de evitar que ela e seus colegas sejam colocados em perigo pela revelação das informações presentes no documentos. Sua missão desencadeia uma jogo mortal de agentes duplos e agendas globais.

Atômica’ conta também com Sofia Boutella, John Goodman e Toby Jones no elenco. A direção fica a cargo de David Leitch, responsável por ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’ e o roteiro é assinado por Kurt Johnstad.

Atômica’ chega aos cinemas norte-americanos em 11 de Agosto, e uma semana antes no Brasil!

Filmes de Christopher Nolan ganham hilário trailer honesto; Assista!

Christopher Nolan e sua filmografia são os mais recentes alvos do divertido quadro Honest Trailer, do canal do Youtube, ScreenJunkies.

Em um compilado completo, o trailer honesto brinca com o fato do cineasta ser daltônico, além de elogiar satiricamente sua forma de construir plot twist e belas fotografias.

Confira:

‘Quatro Casamentos e um Funeral’: Série baseada em filme ganha data de estreia

A série ‘Quatro Casamentos e um Funeral’, baseada no filme homônimo, ganhou data de estreia no streaming da Hulu. A produção será lançada no dia 31 de julho.

O seriado segue o formato antológico e conta a história de quatro amigos norte-americanos que se reúnem para um fabuloso casamento londrino. Mas após uma revelação bombástica no altar, a vida deles vira uma grande confusão e eles terão que enfrentar um tumultuoso ano cheio de romances e fins de relacionamentos.

Segundo a descrição oficial, “relacionamentos começam e se quebram, escândalos políticos são expostos, a vida social de Londres é ridicularizada, casos amorosos incendeiam e, claro, quatro casamentos… e um funeral”.

A série antológica ainda vai trazer uma participação especial da atriz Andie MacDowell, que estrela a comédia original. Na trama, ela interpretará a sra. Howard, mãe da amiga de Maya (Nathalie Emmanuel), chamada Ainsley (Rebecca Rittenhouse).

Quatro Casamentos e um Funeral’ será produzido pela plataforma de streaming Hulu.

 

 

‘Westworld’: Vídeo explora a construção da inteligência artificial da 3ª temporada

A 3ª temporada de ‘Westworld‘ se encerrou no último domingo (03) e a produção ganhou um novo vídeo, que explora os bastidores da construção da inteligência artificial da série, bem como de seu universo.

Assista:

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 4ª temporada.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

Crítica Netflix | Passageiro Acidental: Toni Collette e Anna Kendrick estrelam maravilhoso sci-fi dirigido por brasileiro

Cercados pela imensidão do espaço em uma jornada absolutamente científica à Marte, uma pequena tripulação de astronautas se vê diante de um problema grandioso demais, incapaz de ser administrado e resolvido por meio de meros cálculos matemáticos e engenharia. E com a presença de um novo e inesperado passageiro na nave, uma caótica e sufocante jornada conflituosa colocará a ética, os valores morais e a ciência em um enorme confronto, que convida a audiência a uma dura reflexão sobre o valor da vida.

Passageiro Acidental é uma experiência cinematográfica que é capaz de nos levar para muito além de seu próprio roteiro. Com uma premissa um tanto simples, a narrativa em si é cercada por uma complexidade grandiosa, onde ciência e princípios colidem entre si a todo momento. Com uma bagagem de conhecimento específico surpreendente, o longa dirigido pelo brasileiro Joe Penna e co-escrito com Ryan Morrison, é muito prático em sua abordagem científica e carrega em si uma infinidade de possibilidades factíveis, embasadas por especialistas da área que serviram como consultores para o projeto.

Mas a contragosto de sua própria racionalidade, Passageiro Acidental equilibra sua balança trazendo o fator emocional e psicológico como um excelente contraste, mostrando que nem tudo é preto no branco – principalmente quando uma vida inocente está em jogo. E o que faz o roteiro do sci-fi ser tão prazeroso é a forma como a sua parte científica é absolutamente calcada em uma carga dramática tão complexa e conflitante. Não desassociando ambos os elementos narrativos entre si, a produção original da Netflix é um deleite pois se desenvolve como um grande questionamento na mente da audiência, que se vê em um enorme dilema entre a frieza de anos de pesquisas e a vida de um passageiro indesejado e aleatório.

Sem precisar se estender demais ou exagerar no sentimentalismo – o que levaria a trama para um viés piegas e cafona -, o sci-fi dramático de Joe Penna consegue construir os seus personagens com perspicácia e simplicidade, em pequenos e corriqueiros diálogos que são fundamentais para a construção do caráter de cada personagem. Com muito pouco, Penna e Morrison nos levam à uma rápida identificação, fazendo um outro e interessante contraste entre eles, que é a presença de Collette – o ponto neutro e de impasse, que garante o equilíbrio necessário entre todos os protagonistas.

Com efeitos visuais que não perdem em nada para as grandes produções hollywoodianas, o longa consegue escalonar sua intensidade de forma gradativa. Nos intrigando mais e mais, quanto mais se aproxima da densidade espacial, Passageiro Acidental usa tal imensidão para nos lembrar que ainda que sejamos um pequeno ponto em meio a tanta riqueza astronômica, uma vida sempre valerá muito mais que um mundo. Angustiante e reflexivo em seu clímax, o novo original da Netflix ainda nos presenteia com um final que – inevitavelmente – remete a nossa atenção ao mesmo sacrifício de Cristo na cruz.

Crítica | O Casal Perfeito: Minissérie criminal com Nicole Kidman abusa do formato de ‘Big Little Lies’ e ‘The White Lotus’, mas sem a mesma criatividade

Luxo e luxúria cruzam seus caminhos em uma idílica e suntuosa casa de veraneio, para o que promete ser um venenoso casamento entre poder, dinheiro, desejos mal consumados e problemas familiares jamais resolvidos. O Casal Perfeito é embebido dos mesmos elementos que tornaram o gênero criminal com toques de elitismo um fenômeno nas prateleiras das livrarias ao redor do mundo. Caminhando pelas mesmas rotas que fizeram as obras de Liane Moriarty best-sellers do gênero, o livro de Elin Hilderbrand é um forte coquetel que abusa da curiosidade alheia em bisbilhotar a vida de milionários, com o acréscimo da clássica rachadura que tenta despistar os horrores dos bastidores.

o casal perfeito 2
o casal perfeito 2

E o formato é excelente para os fãs do estilo “whodunnit”. Mas na adaptação original da Netflix, enquanto o luxo exala a plenos pulmões a cada cena, muito da essência da história se perde ao longo do caminho. Incisiva em mostrar o poder da família Winbury e sua falta de tato com a realidade social da média mundial, O Casal Perfeito quer, a todo custo, nos convencer que estamos diante de um poderoso e rico clã, que não entende o significado de desperdício e faz pouca questão de qualquer coisa. Mas se esquivando das aulas de quiet luxury, a criadora Jenna Lamia peca por tentar demais nesse quesito.

Perdendo a oportunidade de abordar a opulência sem se tornar verborrágica no processo, ela fica enfadonha em seu discurso, transforma tudo em dinheiro a todo momento, enquanto poderia ter se inspirado em séries como Succession, que fazem da questão um delicioso e ácido elemento à parte dentro da narrativa. E aí está o erro da minissérie. Enquanto Lamia tenta nos convencer com obviedades, ela se esquece do principal, que é justamente a construção de seus personagens. Falta carisma, falta argumento em seu roteiro e falta agilidade no desenrolar dos arcos. No estilo de “essa reunião poderia ser resolvida em um e-mail”, O Casal Perfeito poderia muito bem ser melhor desenvolvida no formato de um longa.

o casal perfeito 4
o casal perfeito 4

Estendendo algumas subtramas que, eventualmente, não impactam o desfecho da série em si, a original Netflix tem um enorme potencial e acerta por querer se inspirar nos grandiosos sucessos de Big Little Lies (1ª temporada) e The White Lotus, que unem esplendor, beleza e crimes em uma única taça de cristal. E mesmo com os seus tropeços e pouca ousadia na sua concepção final, seria injusto afirmar que a produção é um completo tempo perdido. Nicole Kidman e Meghann Fahy brilham em tela, mas quem realmente domina a produção é Dakota Fanning, que sabe distrair a audiência muito bem ao longo dos seis episódios. Exuberância resplandece dela a todo momento, em uma personagem que, de fato, é a expressão do quiet luxury e de uma abafada soberba em uma constante falsa gentileza.

Irregular ao longo dos episódios, mas divertida em diversos momentos, a minissérie é ambiciosa por tentar criar seu próprio mistério, trazendo Nicole Kidman e Liev Schreiber como os maiores destaques do elenco, mas falha por não saber aproveitá-los e por não inovar em nada. Reproduzindo vagamente aquilo que a HBO já faz com enorme precisão, a série é marcada por muitos erros, que podem tirar boa parte do brilho de seus acertos. Capaz de convencer os fãs do gênero a permanecerem até o fim, mas incapaz de atrair outros tipos de público, a original Netflix nos deixa incertos até seus instantes finais. Com um encerramento murcho, digno de série de super-herói da CW, a produção faz das suas inconsistências a nossa maior frustração. Ela é boa e ruim. Instigante, mas fica insossa. Empolgante, mas logo em seguida cansativa. Difícil maratonar O Casal Perfeito como um ciclo completo. Suas trepidações durante o percurso lhe custam muito do que a tornaria uma ótima pedida para o fim de semana.

Cannes 2025 | Halle Berry e Jeremy Strong se unem a Juliette Binoche e outros seis grandes nomes no júri do Festival

A contagem regressiva começou: faltam apenas 15 dias para a 78ª edição do Festival de Cinema de Cannes, e o aguardado anúncio dos jurados já foi feito. Com Juliette Binoche como presidente, o júri deste ano reúne oito personalidades marcantes do cenário artístico internacional — incluindo a atriz Halle Berry e o ator Jeremy Strong — que terão a missão de escolher o vencedor da cobiçada Palma de Ouro.

Considerado o maior evento cinematográfico do ano e um termômetro para a temporada de premiações, o festival acontece de 13 a 24 de maio. O CinePOP marcará presença pela quarta vez consecutiva, trazendo cobertura completa dos principais acontecimentos direto da Croisette, tanto no site quanto nas redes sociais.

Na edição anterior, Anora, de Sean Baker, foi consagrado pelo júri presidido por Greta Gerwig. Agora, o novo vencedor será revelado na cerimônia de encerramento, no dia 24 de maio. Entre os 21 concorrentes à Palma, está o brasileiro O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho — que será avaliado por um time de jurados de peso. Conheça quem são os responsáveis por essa decisão:

Juliette Binoche 

Juliette Binoche e Meryl Streep na Cerimônia de Abertura de Cannes 2024 (Foto: AP)

Vencedora dos prêmios mais prestigiosos — Oscar, BAFTA, César, Cannes, Berlim e Veneza — Juliette Binoche dispensa apresentações. Marca 40 anos desde sua estreia no tapete vermelho do festival com o filme Rendez-vous (1985), de André Téchiné. Com participação em mais de 70 filmes, esteve na abertura da última edição para homenagear Meryl Streep. Sua participação mais recente foi com O Sabor da Vida (2023).

Halle Berry 

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Halle Berry em John Wick (Foto: reprodução)

Primeira mulher afro-americana a ganhar o Oscar de Melhor Atriz, por sua atuação em A Última Ceia (2002), de Marc Forster, Halle Berry é mundialmente conhecida pelo papel de Tempestade na franquia X-Men. Em 2020, dirigiu seu primeiro filme, Ferida, lançado pela Netflix. Seu trabalho mais recente é o terror Não Solte! (2024), dirigido pelo francês Alexandre Aja.

Payal Kapadia

Vencedora do Grande Prêmio em Cannes 2024 com Tudo Que Imaginamos Como Luz, Payal Kapadia fez história com seu primeiro longa-metragem. Formada no Instituto de Cinema e Televisão da Índia, dirigiu diversos curtas, incluindo Afternoon Clouds (Cinéfondation 2017). Ganhou destaque com o documentário introspectivo Uma Noite Sem Saber Nada, apresentado na Quinzena dos Diretores de 2021.

Alba Rohrwacher 

Uma das atrizes italianas mais renomadas da atualidade, Alba Rohrwacher brilhou em filmes como A Solidão dos Números Primos (2010), de Saverio Costanzo, e Feliz como Lázaro (2018), dirigido por sua irmã, Alice Rohrwacher. Presença constante em Cannes, esteve recentemente na competição com La Chimera (2023). Seu trabalho mais recente é na cinebiografia Maria Callas (2024), de Pablo Larraín.

Leila Slimani

A escritora franco-marroana Leila Slimani

A maior surpresa entre os jurados, a escritora franco-marroquina Leïla Slimani não vem do cinema, mas teve sua obra adaptada para as telas. Seu primeiro livro, No Jardim do Ogro, foi publicado em 2014, e seu segundo romance, Canção de Ninar, virou filme em 2019, dirigido por Lucie Borleteau. Leïla recebeu o prêmio Simone de Beauvoir por sua luta pelos direitos das mulheres e coescreveu a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris.

Dieudo Hamadi

Após dirigir os curtas Ladies in Waiting (2009) e Tolérance Zéro (2010), o congolês Dieudo Hamadi entrou na Seleção Oficial de Cannes com Downstream to Kinshasa (2020), que critica as instituições de seu país. Fundou a produtora Kiripifilms em 2015 e ganhou o Grande Prêmio no Festival Cinéma du Réel com Mama Colonel (2017). Atualmente trabalha em La Vie est un Chemin de Fer.

Hong Sang-soo

Prolífico cineasta sul-coreano, Hong Sang-soo é presença frequente nos maiores festivais do mundo. Já competiu em Cannes com A Mulher é o Futuro do Homem (2004), Conto de Cinema (2005), A Visitante Francesa (2012) e O Dia Depois (2017), além de quatro filmes exibidos na seção Un Certain Regard. Seu mais recente trabalho, What Does That Nature Say to You, estreou no Festival de Berlim. Está desenvolvendo At the Middle of Life.

Carlos Reygadas 

Com seu primeiro filme Japão (2002), Carlos Reygadas ganhou a Distinção Especial Caméra d’Or por sua cinematografia. Entrou na competição do Festival de Cannes 2005 com Batalha no Céu e retornou com Luz Silenciosa, em 2007, ganhando o Prêmio do Júri, compartilhado com Persépolis (2007). Seu próximo projeto, Wake of Umbra, está em fase de desenvolvimento.

Jeremy Strong

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Jeremy Strong

Conhecido por seu papel como Kendall Roy em Succession, série da HBO, Jeremy Strong foi indicado ao Oscar por sua interpretação de Roy Cohn em O Aprendiz, presente na competição de Cannes 2024. Atuou em A Grande Aposta (2015), de Adam McKay e Lincoln (2012), de Steven Spielberg. Em breve, ele vai estrelar a cinebiografia de Bruce Springsteen, Deliver Me From Nowhere, prevista para o fim de 2025.

Fãs notam furo no trailer de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’

Após a divulgação do primeiro trailer de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’, alguns internautas notaram um pequeno furo no vídeo, ou provavelmente algo que ainda não foi explicado.

Sabemos que ninguém pode aparatar em Hogwarts a menos que seja Dumbledore, porém, logo nas primeiras cenas do trailer podemos ver possíveis membros do Ministério da Magia aparatando nos terrenos do castelo sem o menor problema. Esse fato chamou a atenção de muita gente nas redes sociais:

 

Será que a magia que impede de aparatar na Escola não existia naquela época, ou será que Membros do Ministério possuem passe-livre, assim como Dumbledore?

Enquanto isso, encontramos todos os easter eggs e segredos do trailer. Confira a nossa matéria:

Conheça todos os segredos do trailer de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’

Assista ao trailer, junto com o novo pôster:

Uma nova sinopse de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ foi liberada pela Warner Bros. Brasil, que lançará o filme nos cinemas nacionais dia 15 de Novembro, um dia antes da estreia nos EUA.

Confira:

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine Waterston, Eddie Redmayne, Alison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

David Yates volta a dirigir. Com roteiro de J.K. Rowling.

‘O Mundo Sombrio de Sabrina’: Foto inédita mostra a nova versão de Salem

A Netflix divulgou a data de estreia da série ‘O Mundo Sombrio de Sabrina‘ (Chilling Adventures of Sabrina), a nova versão de ‘Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira’.

Os episódios da primeira temporada estarão disponível no dia 26 de Outubro.

Além disso, para celebrar o Dia Internacional dos Gatos, a Netflix também divulgou uma nova imagem que mostra a nova versão de Salem. Confira:

 

Confira um teaser e o cartaz:

 

 

A atriz Kiernan Shipka, das aclamadas séries ‘Mad Men‘ e ‘Feud: Bette and Joan‘, será a grande estrela do reboot da popular ‘SabrinaAprendiz de Feiticeira‘.

A produção conduzida pela Netflix será baseada nos quadrinhos ‘The Chilling Adventures of Sabrina‘, um drama que vai reimaginar a história de ‘SabrinaAprendiz de Feiticeira’ como um relato sombrio sobre a fase de transformações da adolescência para a juventude.

A nova trama será regada de terror, ocultismo e bruxaria, um viés bem distinto daquele que testemunhamos na série cômica dos anos 90/2000.

Crítica 2ª temporada de ‘What If…?’ | Episódio natalino é mais chato que receber meia de presente

[ANTES DE COMEÇAR A CRÍTICA, FIQUE CIENTE QUE ELA CONTÉM SPOILERS]

Se você ainda não assistiu o terceiro episódio da segunda temporada de What If…?, evite esta matéria, pois ela contém revelações sobre a trama.

Desde que foi anunciada a segunda temporada de What If…? veio com uma grande promessa que era o episódio de Natal. A expectativa ganhou ainda mais força com os materiais promocionais trazendo o Vigia (Jeffrey Wright) todo trajado como Papai Noel nos cartazes e banners. E agora que ele enfim estreou… Dá uma dorzinha no coração dizer, mas não correspondeu às expectativas.

Ele tem uma estrutura diferente por trazer o Vigia narrando a história tal qual um conto natalino, com direito a rimas e toda uma ‘embalagem’ especial. A trama gira em torno de uma festa de natal na Torre dos Vingadores. Nesta realidade, Tony Stark deu prosseguimento ao programa das armaduras de segurança e a Darcy (Kat Dennings) pegou um estágio com Stark. Só que é aquele negócio, com chefe pão duro, todo mundo trabalha desempenhando função pra qual não foi contratado. Então, Happy Hogan (Jon Favreau) e Darcy ficam responsáveis por garantir que a festa dos heróis saia toda nos conformes.

O problema é que Justin Hammer (Sam Rockwell) escapa da cadeia, bola um plano e invade a torre durante as festividades. E o resultado disso é uma confusão que termina com o Happy virando o Hulk. Por mais absurdo que isso pareça, até que se encaixa bem na proposta de comédia natalina. Ou vai me dizer que essa história é mais absurda que o Arnold Schwarzenegger invadindo uma parada de natal com uma mochila à jato para conseguir um boneco pro filho? Ok, talvez seja, mas você entendeu, né? As comédias natalinas gostam dessas tramas exageradas.

No entanto, a comédia perde a dose aqui. Há momentos brilhantes, como a sequência que acompanha o que cada Vingador está fazendo na véspera de natal – e mostrar Steve Rogers, vestido de duende, sendo assediado por um monte de mães solteiras me arrancou um riso sincero –, mas no resto do tempo, o roteiro parece saturar as piadas entre Happy e Hammer, que repete a famosa dancinha de Homem de Ferro 2 (2010) umas três ou quatro vezes. Ainda assim, Sam Rockwell consegue extrair um certo tipo de humor canalha com sua entonação que vez ou outra funciona.

Para complicar ainda mais as coisas, a direção procura pautar seu humor quase que exclusivamente nas piadas por meio de referências. Eles pegam as citações mais óbvias possíveis dos principais filmes natalinos e jogam uma atrás da outra, como se isso fosse garantir as risadas.

Por fim, para um episódio natalino, é tudo escuro demais. Há momentos em que fica difícil sequer enxergar o que está acontecendo em tela. E é um desperdício você ter a chance de brincar e explorar Nova York na época do ano em que a cidade vira praticamente um neon gigante com cenas escuras e sem vida. Infelizmente, prometeu muito e entregou pouco.

Os episódios da segunda temporada de What If…? estreiam diariamente até o dia 30 de dezembro, somente no Disney+.

Crítica | Atiraram no Pianista – Festival do Rio 2023 abre com Animação Sobre Desaparecimento de Músico da Bossa Nova

Não importa quanto tempo passe: enquanto toda a verdade sobre os desaparecimentos ocorridos durante o período da ditadura na América Latina não for revelada, nós continuaremos a nos surpreender com histórias bizarras que vêm à tona de repente, à medida que se descobre novos elementos. Durante os anos de chumbo a perseguição a todo tipo de gente, principalmente artistas, fez com que muitos deles se isolassem em outros países ou reprimissem suas demonstrações artísticas. Outros, entretanto, os paradeiros se tornaram incertos após serem capturados pela imposição militar. Na ausência da verdade completa, entra a ficção para suprir os dados faltantes. Uma dessas histórias foi escolhida para ser o filme de abertura do Festival do Rio 2023, com o longa de animaçãoAtiraram no Pianista’.

Jeff Harris (na voz original de Jeff Goldblum) é um crítico musical de um importante jornal de Nova York. Um dia, ao ouvir um disco, ele percebe a técnica de um pianista que ele nunca tinha ouvido falar antes, mas cuja prática faz seus ouvidos despertarem para algo novo. Tratava-se de Tenório Júnior, importante pianista da Bossa Nova que tocou com nomes como Vinícius de Moraes e Toquinho. Ao perguntar aqui e ali Jeff descobre uma terrível verdade: o homem desaparecera sem deixar rastro. Intrigado com o talento e o mistério dessa história o jornalista, que inicialmente fora contratado para escrever um livro sobre a Bossa Nova nos Estados Unidos, mergulha de cabeça no universo sombrio das verdades até hoje ocultas da época da ditadura.

Das mentes criativas indicadas ao Oscar de melhor animação em 1992, Javier Mariscal e Fernando Trueba, ‘Atiraram no Pianista’ parte de uma premissa interessante e tem uma boa intenção, mas se perde no caminho tentando abraçar tantas frentes e tantos gêneros. O roteiro de Fernando Trueba começa com ares de ficção, partindo do jornalista que queria publicar um livro; dessa investigação, inicia-se uma pesquisa de campo desse personagem até o Brasil, no maior estilo documental, incluindo entrevistas com personalidades famosas (como Gilberto Gil, Chico Buarque, Toquinho, entre outros) e pessoas desconhecidas que conheciam Tenório; já para o arco final o longa abraça mais o estilo narrativo do suspense policial noir, com o clima mais pesado e suspeitoso; tudo isso apresentado sob a estética da animação, o que, de certa forma, ajuda a preservar a imagem real dos depoentes, sem, com isso, perder o conteúdo falado.

Atiraram no Pianista’ começa com cores muito vibrantes e um clima bastante festivo de um Rio de Janeiro contemporâneo e receptivo bem do estilo exportação, com o protagonista passeando pelas ruas de Copacabana alternando o presente e o passado, contando os primórdios da Bossa Nova pelos bares do Beco das Garrafas. Esse início é cativante, mas logo começa a pesquisa de campo do protagonista, com intermináveis entrevistas com tanta gente, que cansa. O arco final, mais obscuro e enveredado para o suspense, volta a captar a atenção do espectador, tendo podido ser este o foco primordial do longa.

Esteticamente bonito e colorido, ‘Atiraram no Pianista’ traz o olhar do estrangeiro descobrindo o Brasil e nossa musicalidade, apresentando-a para o resto do mundo, que talvez não se lembre das origens da Bossa Nova, no final das contas. Mesmo com o amargo da verdade, uma vez que é baseado numa história real, e com estreia no circuito prevista para o fim do mês de outubro, foi acertada a escolha do longa para abertura do Festival do Rio 2023, que, pela primeira vez, teve um longa de animação na sua primeira noite de evento.

‘Bond 25’: Título de produção do novo ‘007’ é revelado

O próximo capítulo da franquia ‘007’ está finalmente se preparando para entrar em produção, e agora com um título bastante peculiar.

Nesta semana, o site Production Weekly atualizou sua lista com o próximo filme do personagem James Bond, conhecido popularmente como ‘Bond 25’. Porém, sabe-se que o projeto será filmado sob o nome de ‘Shatterhand’. Ainda não há confirmação sobre o que o subtítulo possa significar.

As gravações começam dia 06 de abril nos estúdios Pinewood, Londres, além de certas sequências serem realizadas em Matéria, Itália

Antes previsto para estrear em 14 de fevereiro de 2020, o filme agora chega apenas em 8 de abril de 2020. Dois meses de atraso para dar tempo de finalizar a pós-produção do problemático filme.

Vindos de ‘007 Contra Spectre‘, teremos a volta de Lea Seydoux, Ralph Fiennes Naomie Harris.

Cary Joji Fukunagade ‘Beasts of No Nation‘, dirige.

A Annapurna ficará a cargo dos direitos de distribuição do filme nos EUA, ao lado da MGM. Já a Universal Pictures fica como a detentora dos diretos internacionais.

‘Runaways’: Produtor da série revela que alguns personagens darão adeus na 3ª temporada

Em entrevista ao site ComicBook.com, o produtor e presidente Jeph Loeb, da Marvel Television, comentou sobre o que fãs podem esperar da terceira temporada de ‘Runaways’, revelando que certos personagens darão adeus.

“Estar no Hulu e poder ir… vamos colocar desse jeito – esta é a temporada da qual alguns dos personagens não consigam sair”, ele comentou. “Com esse elenco, que amamos pessoal e profissionalmente, foi difícil, mas houve histórias a partir das quais teríamos que dizer adeus. Algo de ruim está chegando.

Confira o trailer do novo ciclo, que introduz os super-heróis Manto (Aubrey Joseph) e Adaga (Olivia Holt):

Lembrando que a próxima temporada será lançada em 13 de dezembro, com apenas 10 episódios.

Criada por Stephanie Savage e Josh Schwartz, a série é uma adaptação dos quadrinhos ‘Fugitivos‘ da Marvel.

Em algum momento de suas vidas, todas as crianças acham que têm os pais mais vilanescos do mundo. Mas o desses adolescentes realmente eram. Ao descobrir que são filhos de um grupo de supervilões conhecidos como Pride (Orgulho), Alex, Nico, Gert, Karolina, Chase e Molly fogem de seus lares e passam a viver como fugitivos, decidindo reparar os erros de seus pais com as habilidades (ou equipamentos) herdados, enquanto não resolvem como lidar com suas famílias.

Rhenzy Feliz, Lyrica Okano, Virginia Gardner, Ariela Barer, Gregg Sulki, Allegra Acosta e Kevin Weisman estrelam.

‘Killing Eve’: Niko Polastri é destaque no novo teaser da 3ª temporada; Confira!

A BBC America divulgou um novo teaser da 3ª temporada de ‘Killing Eve’ focado em Niko Polastri (Owen McDonnell)

Confira:

Inicialmente agendada para 26 de abril, a estreia nos EUA agora acontece no dia 12 de abril.

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 4ª temporada.

‘Killing Eve’: Sandra Oh é a primeira atriz asiática a ser indicada ao Emmy

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.

Sandra Oh (‘Grey’s Anatomy‘) e Jodie Comer (‘My Mad Fat Diary‘) estrelam.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

Primeiras Impressões | ‘Lovecraft Country’ é uma fantástica e necessária aventura da HBO

H.P. Lovecraft é um dos ícones da literatura e um dos grandes representantes da ficção de horror. Apesar de seu extenso legado estender suas ramificações até os dias de hoje – inspirando artistas contemporâneos de diversas áreas a reproduzirem e homenagearem seu panteão fantástico-científico -, é inegável dizer que suas criações vinham dotadas de diversas controvérsias, principalmente no tocante racial. Afinal, embebido pela política segregacionista da Era Jim Crow dos Estados Unidos, Lovecraft promulgava a ideia de que a etnia anglo-saxônica era superior às outras, através de criações mitológicas que exploravam desde a concepção do universo até as mazelas dos avanços tecnológicos.

Em 2016, o novelista Matt Ruff resolveu revisitar o universo místico criado por Lovecraft com ‘Território Lovecraft’, aliando-o a uma metalinguagem desgarrada que o colocou no centro dos holofotes, ainda mais por colocar um protagonista negro, fã dos escritos lovecraftianos, em um período regido pelo racismo desenfreado e pela caça a qualquer pessoa que fugisse do padrão eurocêntrico. Quatro anos depois, os direitos intelectuais da obra foram abraçados pela HBO e, dessa forma, surgiu ‘Lovecraft Country’, série televisiva supervisionada pela habilidosa Misha Green (conhecida pelo drama histórico ‘Underground’). Tornando-se uma das vindouras produções do ano, o episódio piloto veio recheado de reviravoltas coesas, diálogos pungentes e uma análise sociocultural do que era o mundo neoimperialista estadunidense em meados da década de 1950 – entregando tudo o que prometia.

Com pontuais exceções que restringem-se ao âmbito imagético – como sequências forçadas e certas construções que fogem do teor principal -, o show teve uma das melhores aberturas dos últimos anos e angariou uma fidelidade sem precedentes através de uma narrativa competente. Estrelada por Jonathan Majors e Jurnee Smollett, a trama é centrada em Atticus Freeman (Majors), um jovem ex-veterano de guerra que lutou na Coreia e que agora, embarca numa jornada para reencontrar o pai desaparecido, atravessando o país conforme luta pela sobrevivência não apenas contra monstros terríveis, mas também contra algozes supremacistas. Para essa aventura, ele se alia com uma conhecida colega de escola, Letitita “Leti” Lewis (Smollett) e seu sagaz e sábio tio, George (Courtney B. Vance).

Ainda que o roteiro destine apenas o ato final para explorar com avidez as incursões sobrenaturais, todo o restante do capítulo rende-se a um poderoso e assertivo drama guiado por personagens bastante complexos. Atticus carrega consigo traumas beligerantes que destinam-se, por enquanto, ao âmbito intimista, com potencial gigantesco para explorações futuras. Apaixonado pelos escritos de Lovecraft, ele encarna o ditado “o bom filho à casa torna” e se vê, pela primeira vez em muito tempo, na companhia de seus iguais – em uma Chicago que oferecia centelhas de esperança para pessoas constantemente maltratadas pelas reminiscências da escravidão. Entretanto, sua missão é outra: reencontrar o pai, que simplesmente sumiu do mapa.

Desde o princípio, Atticus tem certas pistas de onde seu pai pode ter ido parar – mas o complexo contexto histórico fala mais alto em diversos momentos e nos faz esquecer do pano de fundo principal. Diferente do que poderíamos imaginar, essa “leviandade” é proposital e é conduzida com maestria por Yann Demange, transformando as reflexões antropológicas em um categórico arco com diversas ramificações; em outras palavras, nota-se que a essência panfletária e documentarista deixa de existir em prol de uma amálgama artística que preza pelo drama fictício respaldado na realidade. O trio protagonista enfrenta olhares de desprezo conforme atravessando as estradas interioranas dos EUA a caminho de Devon County e ficam à beira da morte várias vezes. Demange e Green, unindo forças e gerando uma belíssima e exuberante arquitetura, imprimem um conhecimento descritivo que, apesar de fugir do didatismo exacerbado, nos leva a inferir sobre o que estão falando com detalhes irretocáveis.

Um outro ponto alto que delineia-se no episódio de estreia é a bela química entre os personagens: para além da performance epopeica de Majors, Smollett faz um belo impacto como a ousada Leti, uma ambiciosa e revolucionária jovem que luta pela igualdade racial e não mede esforços para ajudar quem precisa; de outro lado, Vance rende-se a outra atuação sem esforços, mostrando vulnerabilidade e força em apenas um relance do olhar. Novamente, percebe-se a cautela da própria narrativa em não entregar cada uma das camadas de personalidade dos protagonistas, permitindo que eles exultem um movimento de expansão e introspecção e levem o público para circinais inflexões que nem ao menos tangenciam o exagero cênico.

De fato, ‘Lovecraft Country’ traz um pouco de tudo para as telinhas, não pensando duas vezes antes de homenagear clássicos do sci-fi e do terror, como ‘Guerra dos Mundos’, ‘Marte Ataca!’ e ‘Drácula’ – do modo mais extemporâneo que se possa imaginar. Além disso, Green mostra um apreço apaixonante pelo saudosismo artístico do cinema de gênero, permitindo que a estética audiovisual atravesse as eras sem perdas ou hipérboles concernentes à coesão: a simplicidade da série é refinada com uma adoração a si mesma, uma metalinguagem que não necessariamente é narcisista, e sim mimética para o melhor.

No final das contas, o convite está aberto – e é tentador por todos os motivos certos. Não temos ideia do que nos aguarda no futuro; porém, sabemos de uma coisa: há algo espreitando na escuridão e, por mais arrepiante que seja, não conseguimos deixar de querer saber a que isso irá nos levar.

‘Soul’: Trent Reznor e Atticus Ross explicam como trouxeram o filme à vida através da música

Em uma recente entrevista à própria Walt Disney, os compositores Trent ReznorAtticus Ross explicaram ao público como trouxeram a aclamada animação ‘Soul’ à vida através de iterações clássicas e originais.

Confira:

‘Soul’ já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.

Na trama, Joe Gardner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed Diggs, Angela Bassett e Phylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

‘Superman & Lois’: Clark luta para ajudar o filho na promo oficial do episódio 01×07; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “Man of Steel”, sétimo episódio da temporada de estreia de ‘Superman & Lois’.

Na trama, “Clark luta para ajudar Jordan, que está lidando com o crescimento de um novo poder. Enquanto isso, Lois pede a ajuda de Clark – e ambos têm um encontro surpreendente”.

O episódio vai ao ar no dia 25 de maio.

Confira:

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’) estrelam. O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

 

10 Filmes na HBO Max para Assistir neste Dia das Crianças

Uma das datas mais esperadas do ano, o Dia das Crianças, é comemorada hoje, 12 de outubro – e como melhor celebrar senão com produções incríveis nas várias plataformas de streaming?

Depois de separarmos títulos na Netflix e no Disney+, chegou a hora de destrinchar o catálogo da HBO Max com séries e filmes que são ótimas escolhas para conferir nesse feriado, principalmente ao lado da criançada.

Confira:

O EXPRESSO POLAR (2004)

Nessa clássica e subestimada animação, o icônico Tom Hanks e o diretor Robert Zemeckis unem forças para trazer à vida uma aventura inspirada no livro infantil de Chris Van Allsburg. Quando um menino cheio de dúvidas pega uma extraordinária carona para o Polo Norte, ele embarca em uma jornada de autodescobrimento que mostra a ele que a maravilha da vida nunca desaparece para aqueles que acreditam.

LUCAS – UM INTRUSO NO FORMIGUEIRO (2006)

Neste desenho animado, as formigas estão cansadas de sofrer ataques constantes a seu formigueiro e encolhem um menino destruidor chamado Lucas, que é condenado a viver entre elas até que perceba seus erros. Ajudado pelos insetos guardiões, Lucas descobre um mundo que nunca soube que existia e logo junta forças com seus novos amigos para combater um exterminador que ameaça o formigueiro.

OS SEM-FLORESTA (2006)

A primavera chegou, o que faz com que os animais da floresta despertem da hibernação. Ao acordar eles logo têm uma surpresa: surgiu ao redor de seu habitat natural uma grande cerca verde. Inicialmente eles temem o que há por detrás da cerca, até que RJ revela que foi construída uma cidade ao redor da floresta em que vivem, que agora ocupa apenas um pequeno espaço. RJ diz ainda que no mundo dos humanos há as mais diversas guloseimas, convencendo os demais a atravessar a cerca. Entretanto esta atitude desagrada o cauteloso Verne, que achava melhor permanecer onde estavam inicialmente.

SHREK TERCEIRO (2007)

Doente em estado terminal, o rei Harold chama Fiona e Shrek para uma conversa sobre a sucessão de seu reinado e o futuro do povo em Tão Tão Distante. Como o genro se recusa a assumir o trono e prefere continuar sua pacata vida no pântano, a única saída é encontrar o primo Artur. Na companhia do Burro e do Gato de Botas, Shrek se encarrega da missão e sai em busca do parente que pode ser seu substituto no trono. Mas, antes de cumprir a tarefa, enfrenta as armações do ambicioso Príncipe Encantado.

TÁ DANDO ONDA (2007)

Surfar é a atividade do pinguim adolescente Cody Maverick. Acompanhado por uma equipe de filmagem, ele deixa sua casa na Antárdida para ir à Ilha de Pen Gu participar do torneio Big Z Memorial Surf Off. Cody acredita que ganhando a competição terá o respeito e a admiração de todos.

SHREK PARA SEMPRE (2010)

Há muito tempo ajustado à vida de casado e totalmente domesticado, Shrek fica entediado e começa a ter saudades dos dias em que se sentia um ogro de verdade. Para recuperá-los, ele firma um pacto com Rumpelstiltskin e é levado a um mundo onde ogros são caçados e ele e Fiona nunca se conheceram, além de que seus amigos Burro e Gato de Botas também não o reconhecem. Shrek precisa encontrar um jeito de se livrar do contrato para recuperar sua vida normal e seu grande amor.

RANGO (2011)

Um camaleão que viveu como um animal de estimação se encontra em uma crise de identidade. Rango se questiona sobre como se destacar quando é de sua natureza se camuflar. Acidentalmente, ele acaba em uma cidade de fronteira chamada Dirt e dá o primeiro passo em direção à transformação se tornando xerife. Embora inicialmente ele apenas tenha encenado, uma série de situações emocionantes e encontros escandalosos obrigam Rango a se tornar um verdadeiro herói.

AS AVENTURAS DE TINTIM (2012)

Tintim é um jovem repórter, que está sempre atrás de boa matéria. Um dia, ele vê à venda na rua o modelo de um galeão antigo e resolve comprá-lo. Logo dois outros interessados o abordam, querendo adquirir o objeto, mas Tintim não o vende. Entretanto, o galeão é roubado e, à medida que herói começa a investigar, descobre uma pista para um tesouro perdido. É o início de uma nova aventura, onde Tintim e Milu se juntam ao capitão Haddock na disputa contra um colecionador perigoso para encontrá-lo.

PAN (2015)

Peter é um menino travesso de 12 anos que vive em um sombrio orfanato em Londres. Em uma noite inacreditável, Peter é levado do orfanato a um mundo fantástico de piratas, guerreiros e fadas, chamado Terra do Nunca. Lá, ele vive aventuras incríveis enquanto tenta descobrir o segredo de sua mãe, que o deixou no orfanato há tanto tempo. Na companhia da guerreira Princesa Tigrinha e do novo amigo Capitão Gancho, Peter deve derrotar o cruel pirata Barba Negra e se tornar o herói da Terra do Nunca.

CONVENÇÃO DAS BRUXAS (2020)

O remake do clássico dos anos 1990, também dirigido por Zemeckis, acompanha a vida de um menino órfão que, no final de 1967, vai morar com sua amada avó na cidade rural de Demopolis, no Alabama. O menino e sua avó se deparam com algumas bruxas enganosamente fascinantes, mas completamente diabólicas, de modo que a avó sabiamente leva nosso jovem herói para um resort à beira-mar opulento. Entretanto, eles chegam exatamente no mesmo momento em que a grã-bruxa do mundo reuniu seus companheiros de todo o mundo – disfarçados – para realizar seus planos nefastos.

Crítica | ‘Run, Rose, Run’ é o testamento pessoal de Dolly Parton à própria carreira

Dolly Parton não é apenas um dos nomes mais importantes da música country, mas também uma das artistas mais conhecidas e reverenciadas da indústria fonográfica. Com uma trajetória que se já se estende por mais de seis décadas, Parton fez sua estreia oficial com o álbum ‘Hello, I’m Dolly’, conquistando o público por sua reconhecível e envolvente voz. Ao passar dos anos, ela provou que era uma artista a ser levada a sério, migrando de gêneros e passeando pelo pop, pelas baladas românticas (para aqueles que não sabem, foi ela a responsável por trazer “I Will Always Love You” à vida), pelo bluegrass, pelo americana e por diversos outros estilos, além de se firmar como uma atriz a ser respeitada.

Talvez o aspecto mais interessante de sua carreira tenha sido a longevidade e a capacidade de encantar audiências das mais diversas gerações – consagrando-se como um tesouro mundial que é respeitado por todos. E, em 2022, pouco depois de completar 76 anos de puro sucesso, ela retorna com mais um compilado de originais, dois anos depois do especial ‘A Holly Dolly Christmas’. Intitulado ‘Run, Rose, Run’, seu 48º disco (um marco impressionante para qualquer performer do cenário do entretenimento) é um complemento para o romance homônimo que lançou ao lado do escritor James Patterson, sobre uma jovem musicista que se muda para Nashville e que, à medida que constrói uma nova vida, é assombrada por fantasmas do passado que insistem em persegui-la e ameaçar tudo o que conquistou. É claro que o cenário é bastante costumeiro para Parton e até mesmo inspirou sua afilhada, Miley Cyrus – mas não nos importamos: a sensação de nostalgia e de confortabilidade é o suficiente para nos fazer mergulhar nessa jornada.

A configuração da obra é bem prática e segue as fórmulas de qualquer enredo de suspense literário que conhecemos – afinal, é exatamente com isso que lidamos, com uma história com começo, meio e fim estruturado e divididos, iniciando-se em uma grande mudança para uma protagonista em potencial e a fazendo navegar por altos e baixos a fim de encontrar seu catártico final. É partindo dessa premissa que a faixa “Run” é construída: infundida com as expressivas notas da gaita e do violão, a progressão entra em conflito exuberante com os versos assinados por Parton (“quando você se vê cheio de problemas, […] você quer começar uma nova vida, […] encontre sua chance e corra”), premeditando uma espécie de comédia escrachada, mascarada pela veracidade pungente de experiências pessoais da própria cantora.

Não há nada de novo a ser mostrado aqui, e sim um caminho que vem sendo trilhado por diversos artistas nos últimos anos: o regresso às raízes. Da mesma maneira que vimos com Dua Lipa e suas homenagens aos anos 1980, Lady Gaga e sua afeição pelo French-house noventista e, nas semanas anteriores, Avril Lavigne com a sonoridade icônica do pop-punk da década de 2000, Parton destila, à sua maneira, um resgate das incursões que a ajudaram a alcançar o estrelato. E isso não é tudo: ela se mantém fiel às peculiaridades que eternizaram sua imagem e aproveita, de maneira humilde, mudanças promovidas por aqueles que influenciou e que agora estouram no mainstream. Não é surpresa, pois, que encontremos a evocativa e aventuresca “Big Dreams and Faded Jeans”, que exalta Nashville em uma musicalidade teatral e saudosista.

O álbum inteiro se rende ao bluegrass com magia impressionante. Porém, Parton oferece epifanias um tanto quanto diferenciadas e que reitera sua já conhecida versatilidade criativa. Temos a imagem fabulesca de “Blue Bonnet Breeze”, calcada em um prólogo movido pelo violino e pelo amor impossível à la ‘Romeu e Julieta’ entre duas pessoas; o hino de empoderamento “Woman Up (And Take It Like a Man)”, reminiscente da clássica faixa “9 to 5”; a dramática colaboração “Love Or Lust”, performada ao lado de Richard Dennison e fechando com exímia honestidade uma das caminhadas mais interessantes que Parton nos entregou nos últimos dez anos; e o country-rock cativante de “Snakes In the Grass”, a melhor entrada do disco, apesar de sua breve duração.

Nem todas as tracks funcionam como deveria, esbarrando em obstáculos como a repetição excessiva e certas dissonâncias marcantes – que nem mesmo a escrita irretocável da performer consegue ofuscar. “Demons”, por exemplo, cede muito espaço a Ben Haggard e deixa a lead singer em segundo plano, confinada a um refrão que se vale de mensagens clichês e que se torna monótona antes mesmo de chegar à metade, enquanto “Firecracker” posa como um filler que parte de construção similar a canções que a precedem (e aqui faço menção a “Driven”, que nos conquista por seu frenético desenrolar). Todavia, os deslizes são pontuais e não têm força o suficiente para nos afastar dos pontos altos da iteração.

É com alegria imensa que a nova geração possa se encantar com as letras de um nome tão lendário quanto o de Dolly Parton – e que ela continue a fazer o que sempre amou. ‘Run, Rose, Run’ é um testamento de sua mutabilidade artística e de que ela ainda tem muito a nos contar, seja em forma de histórias comoventes, seja através da adorável sagacidade que a acompanha desde os primórdios de sua carreira.

Nota por faixa:

1. Run – 4/5
2. Big Dreams and Faded Jeans – 4,5/5
3. Demons (feat. Ben Haggard) – 2,5/5
4. Driven – 3,5/5
5. Snakes in the Grass – 5/5
6. Blue Bonnet Breeze – 4/5
7. Woman Up (And Take It Like a Man) – 3,5/5
8. Firecracker – 2/5
9. Secrets  – 3/5
10. Lost and Found (feat. Joe Nichols) – 3,5/5
11. Dark Night, Bright Future – 3,5/5
12. Love or Lust (feat. Richard Dennison) – 5/5

‘Mayans MC’: Adorada série é RENOVADA para a 5ª temporada!

Durante a San Diego Comic-Con 2022, foi revelado que a adorada série ‘Mayans M.C.’ foi oficialmente renovada para a 5ª temporada (via Variety).

As informações indicam que o próximo ciclo tem estreia prevista apenas para 2023.

Criada por Elgin James e Kurt Sutter, a série é um derivado de ‘Sons of Anarchy‘.

A trama acompanha a trajetória do jovem Ez Reyes (Pardo), cujo potencial foi podado quando ele foi preso precocemente. De volta às ruas, ele entra em uma rota de ascensão no clube. Lidando com seu desejo por vingança contra o cartel, ele busca o respeito das mulheres que ama enquanto tenta se estabelecer dentro dos Mayans.

O elenco inclui JD Pardo, Clayton Cardenas, Sarah Bolger, Michael Irby, Carla Baratta, Richard Cabral, Raoul Max Trujillo e Antonio Jaramillo.

‘Órfã 2: A Origem’: Terror com Isabelle Fuhrman já está disponível no Prime Video!

Órfã 2: A Origem‘, terror estrelado por isabelle Fuhrman, já está disponível no Prime Video.

O longa-metragem foi lançado na plataforma de streaming hoje, 04 de janeiro.

Relembre o trailer:

O longa conquistou 72% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as reações abaixo:

“‘Órfã 2: A Origem’ arrasa! Está claro que os talentosos realizadores não queriam imitar o filme anterior. O segundo é mais espirituoso, inteligente e simplesmente incrível, injetando vida nova em sua fórmula de criança assustadora. Tome um gole antes de ver!” Fresh Fiction

“‘Órfã 2’ é um filme inteligente e pontual que se encaixa perfeitamente no que o primeiro filme criou há mais de uma década.” Collider

“Vida longa a Esther!” Slashfilm

“Deliciosamente exagerado e um pouco bobo, é uma comédia de terror difícil de não gostar, mesmo que não faça jus ao seu antecessor.” Starburst

“Um filme que compreende o seu próprio absurdo, sendo muito melhor que o primeiro, e com razão.” The Wrap

“Funciona como uma prequel da Esther, mas consegue se sentir tão singularmente independente graças a algumas mudanças pontuais e ótimas na narrativa.” IGN Movies

A pré-sequência é dirigida por William Brent Bell (‘Boneco do Mal‘), com um roteiro escrito por David Coggeshall.

No primeiro filme, Esther é uma mulher de 33 anos chamada Leena Klammer, que tem hipopituitarismo – um distúrbio hormonal raro que atrapalhou seu crescimento físico e causou nanismo proporcional. Ela passou a maior parte de sua vida se passando por uma garotinha.

Na sequência, Lena Klammer orquestra uma fuga brilhante de uma unidade psiquiátrica russa e viaja para os Estados Unidos representando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Lena como Esther vem com um problema inesperado e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.