Site Página 4306

‘Cargo’: Família é atacada por zumbi no novo clipe do terror da Netflix

Cargothriller pós-apocalíptico da Netflix estrelado por Martin Freeman (Pantera Negra), ganhou um novo clipe tenso, mostrando uma família sendo atacada por um zumbi.

Assista:

Da produtora de ‘O Babadook‘ e estrelado for Martin Freeman, ‘Cargo‘ conta a história de um homem e seu bebê tentando sobreviver a um apocalipse zumbi no interior da Austrália. Ao ser infectado, começa a contagem regressiva para encontrar proteção para sua filha antes que a transformação seja concluída. Baseado no curta viral finalista do Tropfest Australia 2013.

‘Hellboy’: David Harbour afirma que o reboot será extremamente VIOLENTO

Em entrevista ao Empire, David Harbour afirmou que o reboot de ‘Hellboy‘ será extremamente violento.

“Há uma sensação real de que você realmente está matando coisas, mesmo que sejam gigantes ou monstros. Há cabeças cortadas, banhos de sangue e o sentimento de complexidade ao arrancar o coração de outra coisa.”

Ele completa, “Nós tomamos um tempo para lidar com o fato que Hellboy é um assassino. Ele é uma arma.”

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, vivido por David HarbourMilla Jovovich será a Rainha de Sangue Nimue. Sasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim (‘Lost‘), Brian Gleeson (‘Mãe!‘), Sophie Okonedo (‘Depois da Terra‘) e Alistair Petrie (‘Rogue One: Uma História Star Wars‘) completam o elenco.

O longa chegará aos cinemas em 12 de abril de 2019.

Polêmica! Atriz de ‘Titãs’ sofre ataques GORDOFÓBICOS

Após a divulgação das novas imagens promocionais da 2ª temporada de ‘Titãs‘, alguns internautas passaram a fazer comentários desagradáveis sobre o corpo da atriz Teagan Croft, que tem apenas 15 anos.

Em resposta aos comentários, a atriz respondeu:

“É apenas o vento. Parem de fazer comentários negativos sobre o corpo de uma menor de idade.”

Confira as imagens:

A segunda temporada irá estrear no dia 6 de setembro.

A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

O projeto foi criado por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Noturna) e Ryan Potter (Mutano).

O próximo ciclo irá introduzir diversos novos personagens, incluindo Superboy (Joshua Orpin), Exterminador (Esai Morales), Jericó (Chella Man), Devastadora (Chelsea Zhang), Mercy Graves (Natalie Gumede) e Aqualad (Drew Van Acker). Jason Todd (Curran Walters), Donna Troy (Connor Leslie), Rapina (Alan Ritchson) e Columba (Minka Kelly) também irão retornar.

‘Upload’: Série com Robbie Amell é renovada para a 2ª temporada

A Amazon renovou oficialmente a série ‘Upload‘, estrelada por Robbie Amell, para a 2ª temporada.

A série tem produção executiva de Greg Daniels e Howard Klein, dois dos autores da versão americana de ‘The Office‘.

Na trama, pessoas que estão prestes a morrer podem ser ‘upadas’ em uma pós-vida virtual da sua escolha. O ano é 2033 e aqui temos Nora, uma romântica em segredo, nascida no Brooklyn e que trabalha em um serviço ao consumidor para um luxuoso ambiente de realidade virtual. Quando o belo e festeiro Nathan bate seu carro, sua exigente namorada faz o upload dele permanentemente dentro do mundo virtual onda Nora se encontra.

O elenco ainda conta com Andy Allo, Zainab Johnson, Kevin Bigley, Allegra Edwards, Owen Daniels e Andrea Rosen.

‘Um Drink no Inferno’ ganhará nova série animada!

Em entrevista ao Games Radar, o cineasta Robert Rodriguez revelou que está desenvolvendo uma série animada baseada na franquia ‘Um Drink no Inferno‘ (From Dusk Till Dawn).

“Nós fizemos três temporadas daquela série. E, agora, estamos desenvolvendo uma série animada baseada em ‘Um Drink no Inferno’.”

A produção dará continuidade à mitologia da série e irá expandir o universo dos vampiros Aztec.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

A série, estrelada por D.J. Cotrona e Zane Holtz, seguia Seth e Richie, dois irmãos em fuga da polícia que acabam se deparando com uma horda de vampiros.

O longa original, lançado em 1996, gerou duas continuações, ‘Um Drink no Inferno 2: Texas Sangrento‘ e ‘Um Drink no Inferno 3: A Filha do Carrasco‘, que não tinham os astros do primeiro e foram lançados diretamente em vídeo.

Dia do Amigo | 10 Filmes sobre Emocionantes Amizades

A amizade é uma das razões da felicidade de muitas pessoas. Quantos amigos você tem? Já parou para pensar nisso? Qual a importância disso para sua vida? Enquanto o mundo nos prega peças terríveis, obstáculos que achamos nunca serem possíveis de serem ultrapassados, sempre temos alguém por perto que podemos contar. Um alguém que às vezes não é nem da nossa família (mas é como se fosse), que chega de surpresa e preenche diversas falhas do nosso cotidiano, traz amor, alegria e leveza para nossas vidas.

Ao longo dos anos vamos nos emocionando nas salas de cinema, no sofá de nossa casa, na casa de amigos, com histórias que passam na telona (ou telinha) sobre amizade. Esse sentimento tão bonito que nos fortalece para enfrentarmos qualquer situação nos momentos não tão bons e somar em alegria nos momentos maravilhosos.

Para comemorarmos esse 20 de julho, onde no Brasil é chamado de dia do Amigo (apesar de a data também ser lembrada em 30 de julho no Dia Internacional da Amizade), preparamos uma lista especial para você amigo (a) cinéfilo (a) com filmes emocionantes que falam sobre esse sentimento de grande afeição, simpatia, apreço entre seres humanos.

 

Livre para Voar

A fita britânica Livre para Voar é um drama que mostra um peculiar relacionamento de amizade entre duas almas em fúria, por circunstâncias da vida. O filme conta com a ótima direção de Paul Greengrass (O Ultimato Bourne) e tem no elenco dois grandes artistas que juntos em cena elevam a qualidade do longa. Uma grata surpresa direto da terra da Rainha.

O longa, que foi lançado em janeiro de 1999 nos EUA, conta a história de Richard um sonhador que é fascinado por aviação. Certo dia, decide tentar voar (com uma bugiganga inventada por ele) no prédio onde trabalha sua namorada; o desfecho é de um total fiasco. Após o ocorrido, perde a namorada e começa a ter uma crise emocional muito forte e decide se mudar de Londres. Em um novo lugar, cheio de montanhas, dedica-se à algumas horas de serviços comunitários (para compensar o incidente do Vôo). Assim, entra em sua vida Jane Hatchard, uma jovem de apenas 25 anos que possui uma doença degenerativa. A função de Richard agora é cuidar dessa jovem e aos poucos uma grande amizade vai sendo criada mesmo após um pedido peculiar da corajosa jovem.

Você vai rir, se emocionar com esse maravilhoso trabalho que tem o roteiro assinado por Richard Hawkins e atuações inesquecíveis de Helena Bonham Carter e Kenneth Branagh.

 

Intocáveis

Um filme que transborda alegria em vez de lágrimas. Uma amizade improvável de duas pessoas que vivem em dois mundos diferentes. Intocáveis (2012), trabalho da dupla de diretores franceses Olivier Nakache e Eric Toledano colecionou recordes de bilheteria ao redor do mundo. Com uma narrativa leve e descontraída o filme foge a todo tempo do clima pesado (que poderia facilmente ter), assim, agradando a todo tipo de público. É uma história bonita, muito bem estruturada e adaptada para o mundo do cinema.

Na trama, conhecemos Philippe um homem já de idade que ficou tetraplégico após um acidente de parapente anos atrás. Com grande dificuldade de relacionamento com sua família, principalmente sua filha adolescente, convoca muitas vezes ao ano candidatos para a vaga (que sempre fica desocupada) de assistente pessoal. Em uma dessas seleções conhece o carismático Driss, que fora expulso de casa pela mãe, e fica totalmente sem rumo, até conhecer Philippe. Assim, aos poucos, uma grande amizade vai surgindo levando os dois a importantes descobertas sobre o viver.

Conforme caminhamos nessa história vemos por todo lado sofrimentos, de ambas as partes. Um busca respostas, o outro busca saídas para as dificuldades que enfrenta. A relação não é de dor nem culpa (meio que um clichê em filmes do gênero) é de gratidão pela amizade. Quando um entra no universo do outro, mesmo que superficialmente, o entendimento fica mais fácil para os dois seguirem seus próprios caminhos. Nessa amizade o valor é revertido em preenchimento de lacunas um do outro. François Cluzet e Omar Sy estão excelentes, conseguem um ótimo entrosamento gerando um ganho instantâneo de simpatia com o espectador.

 

As Vantagens de ser Invisível

Dirigido e roteirizado por Stephen Chbosky, As Vantagens de ser Invisível tinha tudo para ser mais uma historinha sobre adolescentes e muita bobagem. Engana-se quem pensou isso. Dessa vez, os cinéfilos foram brindados com uma fita muito verdadeira sobre as experiências de jovens em busca de descobertas e realizações. Tem cenas cativantes e canções que marcaram outras gerações. É uma visão madura e divertida sobre a adolescência, seus mistérios e suas surpresas. A busca pelo infinito vai de baladas românticas até uma homenagem à The Rocky Horror Picture Show, esse último uma das grandes passagens do longa.

Na trama conhecemos Charlie, um rapaz pacato e solitário que sofre por não ter amigos. Com o início do ano letivo ele tem mais uma chance de conseguir aumentar seu número de amizades (que basicamente se restringe a seus irmãos). Após algumas situações constrangedoras e o início de uma amizade com seu professor de literatura, Charlie conhece Patrick (Ezra Miller) e Sam (Emma Watson), um casal de meio irmãos que fazem parte da turma dos descolados. Logo, Charlie se sente muito bem aceito por esses novos amigos e assim uma grande amizade vai nascendo. Quando achamos que a história é só essa, paralelos em analogias dramáticas mostram passados tristes, cheios de revelações escondidas restando apenas o poder da amizade contra todas essas coisas tristes do mundo.

Existem vários momentos em que você sabe que a história vai te comover. Isso é muito positivo, pois se você perder um desses momentos, logo um outro chega e te leva pra dentro dessa ótima trama. O filme tem um encapamento retrô, recheado de fitas cacetes, bailinhos estudantis e clássicos musicais rolando solto. Os flertes, o mundo adolescente, tudo é muito bem captado pelas belas sequências do diretor. Quando chega a hora certa, as vantagens de ser invisível aparece, levando o público a animados minutos na frente da telona. Caro amigo(a), não deixe de conferir!

 

Papéis ao Vento

Um único minuto de reconciliação vale mais do que toda uma vida de amizade. Baseado na obra homônima criada por Eduardo Sacheri, o longa-metragem argentino Papeles en el Viento, dirigido pelo cineasta Juan Taratuto, é um drama com pitadas milimetricamente cômicas tendo o futebol como fundo de fundo para os conflitos, conseqüências e ações dos personagens, esses últimos, cada um de sua forma, esbanjam categoria na sempre decisiva interação com o público. Há muita simpatia e empatia em cena, isso transborda nos espectadores que aos poucos vão se deliciando com essa curiosa história.

Na trama, conhecemos um grupo de amigos muito unidos que passam por um momento de tristeza quando um deles falece precocemente por conta de uma doença. A única herança que ele deixara para sua única filha foi o dinheiro investido em um passe de um jogador de futebol perna de pau. Para tentar recuperar o dinheiro em questão, os amigos farão de tudo para tornar o perna de pau em pelo menos um jogador negociável/rentável e assim conseguirem recuperar o dinheiro investido e dar uma boa vida para a filha do amigo.

O roteiro é muito interessante, possui seus atos muito bem definidos e consegue fisgar o espectador na maneira como é montado a história dos personagens, por meio de flashbacks da união dos amigos antes do falecimento de um deles. É como se o grupo que mantém a amizade há anos, fosse um ator só, tão bem definido é a importância da amizade nessa história. Todos os atores em cena possuem um belo entrosamento e os ótimos diálogos do roteiro, assinado também pelo diretor, dão uma leveza e simpatia ao drama que volta e meia chega a ser bem profundo.

 

Uma Passagem para Mário

A amizade e a lealdade residem numa identidade de almas raramente encontrada. Com um relato extremamente emocionante sobre o poder e carinho de uma amizade entre dois grandes amigos, o longa-metragem Uma Passagem para Mario, ao longo de seus curtos 77 minutos, promete deixar dezenas de olhos cheios de lágrimas. O diretor Eric Laurence consegue criar um documentário inovador, com peças que se encaixam perfeitamente e deixando o projeto praticamente impecável tecnicamente.

Na trama, conhecemos mais sobre a vida de Mário, um aventureiro gente boa que mora em Recife. Mário faz tratamento contra o com câncer semanalmente mas mesmo assim resolve planejar uma viagem com seu melhor amigo. Assim, somos jogados em várias passagens de tempo que mostra os preparativos dessa grande excursão que parte do Recife, atravessa a Bolívia, até chegar ao deserto do Atacama, no Chile.

Todos nós já tivemos ou temos uma grande amizade, é algo instintivo de todos nós seres humanos. Talvez, por isso a história de Uma Passagem para Mario chegue bem forte em nossos corações. Mário domina a tela como se tivesse o talento de um grande protagonista. Os diálogos com a família, os carinhos com a sobrinha, os desabafos quase cômicos sobre seus relacionamentos, todos esses elementos se encaixam de maneira sincronizada com o andamento das sequências. Eric Laurence mais parece um mecânico que consegue encontrar cada peça para construir uma máquina. Nesse caso, foi construída uma super máquina de emocionar.

O filme nunca vai deixar de ser uma enorme homenagem à Mario. Na verdade, o poder do cinema vai além, torna qualquer mensagem infinita. O desfecho dessa história é algo inovador, criativo, uma ideia que vai ficar guardada para sempre na memória de todos nós que tivemos a sorte de conhecer um grande ser humano na telona. Bravo!

 

A Viagem de Fanny

A amizade é um amor que nunca morre. Falando sobre os horrores da maior guerra que esse mundo já viu na visão de um grupo de crianças, A Viagem de Fanny é mais um recorte sobre a caçada nazista aos judeus em uma época onde confiar era muito difícil tamanho o medo que a população das cidades ocupadas pelas tropas alemães tinham. Baseado na obra Le Voyage de Fanny – L’Histoire Vraie d’une Jeune Fille au Destin Hors du Commun, um livro de memórias da protagonista dessa saga pela sobrevivência, a cineasta francesa Lola Doillon percorre o caminho das emoções de maneira doce sem deixar de mostrar as realidades dessa jornada.

Na trama, ambientado na década de 40 na França, e baseada em fatos reais, conhecemos a jovem Fanny (Léonie Souchaud) uma menina corajosa e teimosa que vive com as irmãs em um lar repleto de outras crianças judias. Na França, durante a segunda guerra, judeus confiavam seus filhos a diversas instituições encarregadas de protegê-los de qualquer ameaça. Certo dia, com a iminente invasão nazista a instituição que Fanny estava, ela precisa fugir com um grupo de outros pequenos e tentar de todas as formas chegar até o território suíço.

Viajando por lindas paisagens, em contraponto ao caos que os nazistas provocavam naquela época, o grupinho super carismático enfrenta enormes desafios na luta pela sobrevivência. O filme não deixa de mostrar o lado imaginário e dos sonhos dos jovens que a cada pequena oportunidade voltam a ser crianças brincando com os animais ou jogando bola entre uma fuga e outra. As recordações de seus pais geram momentos de muita emoção, cada pequenino enxerga o momento em que vivem de uma maneira, ganhando força na esperança e na amizade. Fanny acaba virando a líder do grupo por acaso, quando as opções desaparecem, é um conflito de emoções muito grande que a jovem precisa enfrentar mas sempre contando com a ajuda de seus amigos.

 

Truman

Um amigo se faz rapidamente, já a amizade é um fruto que amadurece lentamente. Vencedor de alguns prêmios na famosa premiação Goya, o longa-metragem do cineasta espanhol Cesc Gay, Truman, é um projeto que transborda emoção, delicadeza e reúne dois dos grandes atores deste planeta, Javier Cámara e Ricardo Darín. Ao longo dos 108 minutos de fita, somos envolvidos, já nos primeiros minutos, por essa linda história.

Na trama, conhecemos o pacato Tomás (Javier Cámara), um homem de meia idade que mora no Canadá e convencido pela esposa embarca em um vôo para a Espanha onde irá encontrar o seu melhor amigo de toda uma vida, Julian (Ricardo Darín) um ator que está à beira do falecimento por conta de tumores que se espalharam por seu corpo e busca um novo e futuro lar para seu fiel companheiro, Truman. Ao longo de poucos dias, a dupla viverá situações inesquecíveis, misturado a um tsunami emocional, que se juntarão ao grande álbum de amizade que colecionam durante anos.

Os arcos são delimitados, um a um, por um dedilhado sonoro encantador. A trilha sonora é um elogio à parte, tamanha delicadeza e encaixe perfeito chega em nossos corações como uma flecha repleta de emoção. Os diálogos entre os velhos amigos são ótimos, repletos de nostalgia, humor peculiar, carinho, afeto e uma curta chama de esperança. A direção de Cesc Gay é segura e prefere explorar todos os curtos planos da maneira mais simples possível, dando muita veracidade e emoção às sequências.

Reunindo todo tipo de sentimentos e reações das pessoas que Julian encontra nesses últimos dias aproximam o filme de uma realidade e naturalidade que impressiona. O personagem tinha tudo para ser caricato por conta das inusitadas ações que se assegura, mas Darín é Darín. Com uma potência impressionante na arte de prender a atenção do público um dos melhores atores do mundo não deixa também de se auto homenagear interpretando um ator e contracenando nos palcos dos teatros. Grande e conhecida paixão deste tremendo artista. Javier Cámara também brilha bastante, em um papel muito difícil que executa com grande brilhantismo. Reunir dois espetaculares atores dá nisso, um filme inesquecível e comovente que deixará até os corações mais frios, bastante emocionados.

 

Meu Amigo Enzo

A arte de andar na chuva. Chegou aos cinemas brasileiros anos atrás, quase de que maneira desapercebida um lindo filme que além de falar sobre amizade, universo canino, diz muito sobre o poder de nossos sonhos e a importância que a família tem em nossa vida. Dirigido pelo britânico Simon Curtis (A Dama Dourada), baseado em um roteiro adaptado do livro de Garth Stein, dos mesmos produtores de Marley e Eu, Meu Amigo Enzo é uma grande jornada ao redor da vida de um amoroso e carinhoso piloto profissional de carros. Dividido em arcos bem definidos, vamos nos aproximando da história através da narração de Enzo, o cãozinho que vive os dias mais intensos da vida do protagonista.

Na trama, conhecemos Enzo, um cãozinho lindo que foi adotado pelo excelente piloto Denny Swift (Milo Ventimiglia). Seu cachorro está sempre observando suas atitudes e acaba sendo um ótimo narrador para todos os acontecimentos emocionantes que acontecem ao longo dos 100 minutos de projeção. Filosofando sobre os humanos, maternidade, um novo amor de seu dono, e outras questões existenciais, vamos sendo levados ao destino das escolhas e todas as consequências que as cercam.

Pouco divulgado no Brasil, Meu Amigo Enzo segue os padrões de Marley e Eu, no papel principal, talvez o melhor pai da televisão norte americana: Milo Ventimiglia (This is Us), é impressionante como encaixa bem nesse tipo de papel. Longe de ser perfeito como um todo, com clichês para todo lado, recebeu inúmeras críticas negativas. Mas o aval final quem faz é o público, e quando um filme consegue atingir nossos corações, não adianta, vamos gostar de alguma forma dele.

É muito interessante o fato do filme ser narrado por Enzo, questões complexas que lemos nos jornais a cada dia são colocadas na frente e analisadas pelo pensamento canino esperto e amoroso. Tudo influencia quem somos como gente, como animais, a família é a base de tudo e nesse filme essa linda mensagem preenche todas as linhas do roteiro. É um filme para se emocionar e ver com a família.

 

Legalize Já

“Eu quero ver se tu é homem, mané…Do jeito que eu fui e que eu sou.” Dirigido pela dupla Johnny Araújo e Gustavo Bonafé e com uma estética toda em preto e branco, que dão um grande charme ao projeto, ao longo de menos de duas horas de projeção somos testemunhas de um encontro entre sonhadores que mudou para sempre não só a história deles mas toda uma geração musical da década de 90. Pode-se dizer que é uma cinebiografia da famosa banda Planet Hemp mas o filme é muito mais que isso, é um contemplar à amizade e os obstáculos enfrentados por jovens mentes criativas da cultura popular brasileira.

Na trama, conhecemos Marcelo (Renato Góes, com boa atuação) um camelô de blusas de rock and roll que trabalha no centro do RJ que vê sua vida mudar por alguns acontecimentos: a gravidez de sua namorada e o encontro inusitado com um engajado e viciado em música chamado Skunk (Ícaro Silva, em grande atuação). Aos poucos, se conhecendo melhor, entre brigas e vindas, resolvem investir tempo e criatividade no que viria a se tornar a inesquecível banda Planet Hemp.

Uma mistura de emoções contemplam as interseções entre os arcos aumentando a força da curiosidade sobre todos os temas explorados. Tudo que vemos é baseado em uma história real, todos (ou pelo menos a maioria de nós) conhece ou já ouviu falar de Marcelo D2. Mas e Skunk? Praticamente como uma grande homenagem a esse guerreiro sonhador, que descobre o mortal vírus daquela década e acaba não aproveitando as glórias de tudo que criou com D2, antes Marcelo, Legalize Já passa longe de falar somente sobre drogas ou qualquer pré-conceito que podem estabelecer, conta a saga de dois amigos com um dom de por meio das palavras cantadas passar a todos um pouco do que viveram no seu dia a dia até chegarem até ali.

 

Viver é Fácil Com os Olhos Fechados

 

Me ajude, se você puder, me sinto pra baixo e eu aprecio você estar por perto, ajude-me, coloque meus pés de volta no chão. Um dos mais maravilhosos filmes do ano de 2014 fala sobre a vida, a música, a amizade, os Beatles e a arte da simplicidade. Diretamente da terra de Pedro Almodóvar, Viver é Fácil Com os Olhos Fechados é uma singela fábula passada em outros tempos que conta com uma atuação espetacular e emocionante de um dos melhores atores do cinema espanhol atual, Javier Cámara.

Dirigido pelo espanhol David Trueba e passado na década de 60, Viver é Fácil Com os Olhos Fechados conta a história de um inspirador professor, que usa as músicas dos Beatles para ensinar inglês em um colégio religioso espanhol, que parte em uma viagem inusitada com o objetivo de conhecer seu grande ídolo John Lennon que está filmando em uma região isolada na Espanha. No meio dessa jornada, acaba encontrando pelo caminho uma jovem grávida e um jovem que fugiu de casa por conta de seus diversos problemas com o pai. Assim, os três embarcam estrada à dentro em uma jornada que vai mudar a vida de todos eles.

O filme é inspirador, não tem como defini-lo de outra forma. O carisma dos personagens, a direção impecável de Trueba e o roteiro pra lá de emocionante nos levam em uma história que geram lembranças inesquecíveis para se discutir nas mesas de bares. O papel do professor na educação dos jovens é bem explorada, Javier Cámara mostra mais uma vez porque é um dos grandes atores do cinema espanhol da última década, impossível o espectador não se emocionar com as atitudes maravilhosas desse personagem deslumbrante.

Além de toda a doçura, delicadeza e simplicidade na condução essa trama, as letras de John Lennon e dos Beatles são parte de explicações sobre o viver e se juntam a trilha sonora dessa história, transformando triviais sequências em frames que transpiram lições para uma sociedade que muitas vezes não sabe aproveitar as simples coisas da vida. Viver é Fácil Com os Olhos Fechados é um filme inesquecível.

 

Crítica | ‘Quartos Vazios’ – Indicado ao Oscar traduz dor imensurável

Trazendo outros olhares para a dor imensurável das tragédias em escolas que atingiram famílias em todo os Estados Unidos, o curta-metragem documental Quartos Vazios é um belíssimo e comovente filme, construído em meio a uma importante reportagem. Dirigido por Joshua Seftel, o projeto da NETFLIX, indicado ao Oscar 2026, parte do concreto de um registro: dos desabafos de um experiente profissional da comunicação, da emoção dos pais e de imagens que falam por si só.

O jornalista Steve Hartman e o fotógrafo Lou Bopp, vinham produzindo, ao longo de alguns anos, uma reportagem sobre crianças mortas em tiroteios escolares. Faltando três histórias para concluir seu projeto, a ideia é ampliada e se transforma nessa obra documental. Com a permissão dos pais, passam a fotografar os quartos de crianças que perderam a vida em ataques armados em escolas.

Cena de 'Quartos Vazios'
Cena de ‘Quartos Vazios’

Com depoimentos do jornalista, do fotografo e dos pais das crianças, somos conduzidos para uma história de cortar o coração, mas que também deixa belas mensagens sobre o que aqueles lugares significavam para cada uma das crianças e o que representam nos dias de hoje para seus pais. A importância desse registro se torna cada vez maior, quando Steve levanta um ponto crítico ao revisitar a própria carreira e refletir sobre as formas como reportagens sobre tragédias – que levaram a muitos quartos vazios –  foram conduzidas ao longo dos anos.

Cena de Quartos Vazios
Cena de Quartos Vazios

Desde o final da década de 1990, os tiroteios em escolas nos Estados Unidos aumentaram mais de 600% ao ano – um dado alarmante! Esse filme chega para se somar às importantes reflexões sobre políticas de armamento, pauta em constante discussão entre políticos norte-americanos, eleição após eleição. Do Tennessee, passando pelo Texas e chegando à Califórnia, Quartos Vazios amplia seu alcance ao conscientizar e, em apenas 34 minutos, consegue expor com uma sensibilidade profunda a dor imensurável de famílias que precisam, todos os dias, reaprender a viver.

‘Round 6’, ‘Bridgerton’, ‘The Witcher’, ‘Stranger Things’ e as 10 Séries Mais Assistidas da História da Netflix – Conheça Todas

A Netflix desde seus primórdios investiu de forma séria em suas produções originais, vendo como resultado fidelização do público em sua marca e elogios múltiplos da crítica. Porém, quase dez anos após o início dessa trajetória de sucesso, os dias de programas como Orange is the New Black (2013-2019) e House of Cards (2013-2018), suas primeiras séries originais, parecem ter ficado para trás. A verdade é que renovar é preciso e o colosso do audiovisual continuou mantendo (quase sempre) seu compromisso com a qualidade seriada, tirando da manga a cada nova temporada, programas prontos para caírem no gosto de sua audiência monstruosa espalhada pelo mundo.

É claro também que nem todas as séries planejadas para serem o novo fenômeno da praça atingem seu público de forma certeira, e muitas morrem na praia terminando por serem canceladas – foi o caso com o recente O Legado de Júpiter, criada para ser a resposta da Netflix para The Boys, da Amazon, cancelada este ano após uma única temporada. Obviamente, a Netflix desejava ter um novo marco para chamar de seu (dentro do gênero dos super-heróis), mas no fim das contas, quem dita o que vai ser sucesso ou não é o público. E assim como a bilheteria de um filme no cinema, se os números de visualizações na plataforma para determinada série não forem satisfatórios, que justifique seus gastos, ela eventualmente será cancelada.

Nesta matéria, no entanto, iremos abordar o outro lado desta moeda: um mais positivo. Aqui, o tópico será justamente as séries mais assistidas da plataforma de streaming número 1 do mundo. Recentemente, a Netflix divulgou seu top 10 como forma de celebrar o sucesso estrondoso de Round 6, produção sul coreana que viveu para se tornar o programa mais visto do streaming. Já sabemos quem ficou em primeira posição, mas confira abaixo para conhecer as demais séries de sucesso do ranking.

10 | Sweet Tooth

Em décimo lugar temos um caso curioso. Sweet Tooth não gerou uma comoção assim tão grande ao ponto de ser considerado uma febre. Apesar disso, na surdina o seriado logo em sua primeira temporada, estreando no dia 4 de junho de 2021, conquistou visualizações suficientes na plataforma para lhe garantir a décima posição na lista, sendo assistido por 60 milhões de contas. Trata-se da adaptação para as telas dos quadrinhos homônimos da DC Comics, parte de sua linha adulta da Vertigo, criado por Jeff Lemire. Curiosamente, por trás da produção da Netflix temos Robert Downey Jr., o Homem de Ferro da rival Marvel. O criador do programa é Jim Mickle, nome conhecido por filmes barra-pesada, vide Stake Land (2010), Somos o que Somos (2013) e Julho Sangrento (2014). A trama apresenta um menino híbrido entre humano e veado, vivendo uma realidade futurista pós-apocalíptica. Uma segunda temporada, obviamente, já está confirmada.

09 | O Gambito da Rainha

Ganhando por 2 milhões de contas, chega uma produção que, ao contrário de Sweet Tooth, não saiu da boca do povo, permeando a internet como uma enxurrada, seja através de memes ou recomendações sérias. O que chama atenção em O Gambito da Rainha, lançado no dia 23 de outubro de 2020, foi a “surra” de elogios que a produção recebeu da crítica e especialistas em geral. Apesar de usar como pano de fundo o “enfadonho” jogo de xadrez, a mensagem da série é muito mais ampla e fala sobre obsessão, talento, comprometimento, felicidade e perseguirmos nossos sonhos. Além, é claro, de um forte teor feminista – com mulheres à frente de seu tempo. Ao contrário dos demais itens na lista, O Gambito da Rainha é uma minissérie, com começo, meio e fim, e apesar do sucesso não terá uma segunda temporada. A obra serviu para elevar o status da protagonista Anya Taylor-Joy e foi assistida por 62 milhões de contas.

08 | A Máfia dos Tigres

Outra série diferente chega na lista, esta, no entanto, um programa documental. A história de Joe Exotic, um caipira gay dono de um zoológico de tigres, autoproclamado o Rei dos Tigres, é tão surreal que em pouco tempo se transformou no assunto mais falado do mundo. Essa fama, digna de um desastre, o qual não conseguimos parar de olhar, chegou até o Brasil, onde a série fez sucesso igualmente. Até mesmo o astro Sylvester Stallone embarcou na onda ao lado de sua família (esposa e três filhas) aparecendo vestidos como os “personagens” do programa. De fato, produções de ficção sobre o tema começaram a sair do papel, uma delas a ser estrelada por Nicolas Cage como Joe. A Máfia dos Tigres estreou bem no começo da pandemia, no dia 20 de março de 2020 e foi visto por 64 milhões de contas. O que garantiu uma segunda temporada para novembro de 2021.

07 | La Casa de Papel

Em sétimo lugar temos a série espanhola de maior sucesso da Netflix. E aqui temos novamente um caso curioso. Acontece que La Casa de Papel, que narra um assalto magistralmente planejado à casa da moeda da Espanha, estreou na plataforma no dia 25 de dezembro de 2017 e foi gerando seu hype aos poucos, assim com o tempo conquistando uma legião de seguidores. Logo, as máscaras de Salvador Dalí usadas pelos criminosos, entre homens e mulheres, todos com nomes de cidades pelo mundo, começou a aparecer em todo tipo de lugar, como blusas e pinturas. Ah sim, isso sem falar na música Bella Ciao, que virou hino. O auge do programa, porém, que consta aqui na lista, ocorreu com a quarta temporada, de 3 de abril de 2020, assistida por 65 milhões de contas. A quinta já estreou em 3 de setembro de 2021 e quem sabe possa entrar no ranking quando a lista for atualizada.

06 | Stranger Things

Aqui temos a série mais antiga da lista, que mostra sua força ao ainda permanecer entre as mais vistas. Trata-se do xodozinho da Netflix Stranger Things, seu primeiro grande fenômeno, gerando inclusive um programa inteiro sobre ela exibido pelo SBT. O clima dos anos 80 era resgatado com gosto pela série que mistura o coming of age juvenil cômico, com elementos sobrenaturais de terror e ficção. A receita perfeita para agradar gregos e troianos. A série estreou em 15 de julho de 2016, e em 27 de outubro de 2017 chegava a segunda temporada. Com sua popularidade apenas aumentando, nada mais justo do que a terceira temporada, lançada em 4 de julho de 2019, seja a mais assistida, vista por 67 milhões de contas. Lembrando que a quarta tem estreia programada para 2022.

05 | Sex/Life

Produção de drama e romance, com fortes doses de erotismo, o programa é um dos mais recentes da lista, tendo estreado no dia 25 de junho de 2021. Protagonizado pela bela descendente de iranianos Sarah Shahi, que em 2012 interpretou a filha de Sylvester Stallone no filme de ação Alvo Duplo – presente no acervo da Netflix. A série usa a seu favor a beleza e sensualidade da morena no papel de Billie, mulher casada e mãe de dois filhos numa vida monótona, que irá fazer colidir sua realidade atual com seu passado selvagem. A série capricha nas cenas de sexo e na nudez da atriz, sendo sucesso em especial para as mulheres em busca de tempero em seus casamentos, assim como na franquia Cinquenta Tons de Cinza. O programa foi assistido por 67 milhões de contas, empatando com Stranger Things.

04 | The Witcher

Voltamos para o terreno da fantasia, aqui, porém, banhado no gênero medieval que fez tanto sucesso em O Senhor dos Anéis e afins. Muitos podem acreditar que The Witcher é baseado no famoso game de muito sucesso, que possui uma legião de fãs, por ter sido onde a história se popularizou. Porém, antes de ir para as telas na forma de gráficos avançados, a trama nasceu em 1986 na forma de livros poloneses. Apreciador inveterado da franquia, o astro Henry Cavill, o mais recente Superman do cinema, lutou para levar este universo para as telas, e encontrou na Netflix um lar para isso. Podemos dizer que a investida valeu a pena pois a mística The Witcher é a quarta série mais vista da Netflix, assistida por 76 milhões de contas. A estreia foi em 20 de dezembro de 2019, a segunda estreia em 17 de dezembro de 2021 e uma terceira já está confirmada.

03 | Lupin

A terceira série mais vista na Netflix é uma produção francesa, estrelada pelo carismático Omar Sy – que já fez carreira em Hollywood igualmente. O personagem Arsène Lupin foi criado em 1905 como um ladrão cavalheiro e mestre dos disfarces, pelo autor Maurice Leblanc. E aqui temos a modernização atual destas histórias, protagonizada por Sy. A série é recomendada para os que curtem planos mirabolantes de roubos – no esquema de La Casa de Papel. Lupin estreou no dia 8 de janeiro de 2021, com a segunda chegando em 11 de junho do mesmo ano, e uma terceira prometida. O programa igualmente teve 76 milhões de visualizações em contas de assinantes.

02 | Bridgerton

É curioso não ver a queridíssima The Crown entre as mais assistidas da plataforma – e acreditamos que ela estaria entre os vinte mais assistidos. Os aficionados por dramas e romances de época não precisam reclamar, pois aqui temos um substituto à altura. Bridgerton aborda a riqueza, luxúria e traição na corte britânica, vista através dos olhos da poderosa família do título. Fenômeno absoluto, que não por menos tem o dedo de Shonda Rhimes (responsável por sucessos como Grey’s Anatomy e Scandal) na produção. A série estreou em 25 dezembro de 2020 e obteve 82 milhões de visualizações em contas de assinantes. Sendo assim, uma segunda temporada já está confirmada para 2022.

01 | Round 6

Também conhecido pelo título Squid Game, a série mais assistida da Netflix veio lá da Coreia do Sul, demonstrando a força que o país tem no atual mercado do audiovisual. Recentemente, o fantástico Parasita (2019) quebrou barreiras ao ser eleito o melhor filme do ano no Oscar, e Round 6 chega para confirmar este “favoritismo” mundial. Acessado por 111 milhões de contas pelo mundo, Round 6 foi a única série da casa a ultrapassar a barreira dos 100 milhões de visualizações e em sua trama mistura elementos de Battle Royale (2000) e do próprio Parasita. Na história, pessoas pobres e endividadas, recebem uma proposta fora do comum: participar de jogos infantis por dinheiro. Ao chegaram num misterioso local, descobrem que existe muito mais em risco, como suas próprias vidas. A segunda temporada é só questão de tempo.

‘The 100’: 5ª temporada ganha nova sequência de abertura; Assista!

Com os eventos catastróficos no fim da temporada anterior, o quinto ano de ‘The 100‘ ganhará uma nova sequência de abertura.

Assista:

A 5ª temporada estreia em 24 de abril.

‘Slasher’: Banner da 3ª temporada destaca o novo assassino; Confira!

A Netflix divulgou a primeira arte oficial da 3ª temporada de ‘Slasher‘, destacando o novo assassino, conhecido como O Druida. A imagem também traz uma forte estética neon, que deve ser o estilo predominante do novo ano.

Confira:

Adam MacDonald (‘Sobreviventes‘ e ‘Pyewacket‘) irá dirigir todos os episódios do terceiro ano.

A trama do próximo ciclo vai seguir um serial killer que busca vingança contra testemunhas de um assassinato que moram em um complexo de apartamentos.

A série foi criada por Aaron Martin (‘Being Erica‘). Ian Carpenter, que criou a nova série de ficção científica da Netflix, ‘Another Life‘, servirá como produtor executivo e showrunner da terceira temporada.

A primeira temporada foi lançada pelo canal Chiller, mas a Netflix assumiu a produção das novas temporadas e a transformou em uma série original do streaming.

O terceiro ano vai estrear em 2019.

‘Ilha da Fantasia’: Novo terror da Blumhouse tem data de estreia ANTECIPADA

Inicialmente previsto para ser lançado no dia 28 de fevereiro de 2020, ‘Ilha da Fantasia‘ (Fantasy Island), o novo terror da Blumhouse, que será lançado em parceria com a Sony Pictures, teve sua estreia adiantada em duas semanas.

Agora, o terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 14 de fevereiro de 2020.

O elenco conta com Lucy Hale (‘Pretty Little Liars‘), Michael Rooker, Michael Pena, Charlotte McKinneyParisa Fitz-Henley, Austin Stowell e Jimmy O. Yang.

Jeff Wadlow será responsável pela direção, e irá coescrever o roteiro com  Chris Roach e Jillian Jacobs. Todos colaboraram anteriormente com a Blumhouse no terror ‘Verdade ou Desafio‘.

O longa será baseado na série clássica ‘Ilha da Fantasia‘, exibida pela ABC de 1977 até 1984. A trama será similar à série, com a exceção de que alguém está matando os convidados na ilha.

‘FBI’ é renovada para a 3ª temporada

A CBS renovou oficialmente a série ‘FBI‘ para a 3ª temporada.

A segunda temporada registrou uma média de 0.89 na demo, e um total de 9 milhões de espectadores – o que representa uma das maiores audiências da emissora.

A série foi criada por Craig Turk e Dick Wolf.

Drama processual sobre o funcionamento interno do escritório do FBI em Nova York, trazendo todas as habilidades, inteligência e tecnologia alucinantes da repartição para manter Nova York e o país em segurança.

O elenco conta com Missy Peregrym, Zeeko Zaki, Ebonee Noel e Jeremy Sisto.

‘Fate: A Saga Winx’: Conheça os personagens do live-action da Netflix em novo vídeo!

Para promover o lançamento da série ‘Fate: A Saga Winx‘, a Netflix divulgou um novo vídeo apresentando os personagens da produção.

Confira:

Todos os episódios da primeira temporada já está disponíveis na Netflix!

Criada por Iginio StraffiBrian Young, a série é uma adaptação do aclamado desenho italiano ‘O Clube das Winx‘.

A trama acompanha cinco amigas fadas que chegam a Alfea, um internato mágico localizado em Outromundo, onde devem aprender a dominar seus poderes enquanto se aventuram entre amores, rivalidades e os monstros que ameaçam sua própria existência.

O elenco conta Abigail Cowen (Bloom), Hannah van der Westhuysen (Stella), Precious Mustapha (Aisha), Eliot Salt (Terra), Elisha Applebaum (Musa), Sadie Soverall (Beatrix), Freddie Thorp (Riven), Danny Griffin (Sky), Theo Graham (Dane) e Jacob Dudman (Sam).

23 anos de Cinderela Baiana | Por que o filme se tornou um clássico trash cult brasileiro?

Dá para endireitar algo que começa torto? Em 1998, mesmo ano em que Titanic conquistava tudo que era prêmio no Oscar, que talvez o melhor filme já feito aqui no Brasil era lançado nos cinemas (Central do Brasil), ano que o nosso país escolhia Sheila Mello como a nova loira do Tchan (vencendo 3.500 candidatas), chegava ao mercado audiovisual brasileiro um dos projetos que mais ficaria na lembrança de todos que tiveram a oportunidade de o assistir: Cinderela Baiana. Dirigido por Conrado Sanchez, produzido por Antonio Polo Galante, e protagonizado pela dançarina Carla Perez o filme é uma tentativa de musical dentro de um contexto dramático mostrando a história de vida da sofrida Carla, que vê seu mundo mudar quando é escolhida para ser dançarina de um grande show de um caricato empresário.

Com essa curta sinopse você leitor que nunca viu esse projeto já pode imaginar mais ou menos o que vem pela frente caso dê play. Ultrapassando as profundezas do ruim, em uma espécie de  fenômeno temporal de gerações, poucas vezes vistos no mundo do cinema, acabaram tornando Cinderela Baiana um trash cult, um filme que se assistirmos para nos divertir conseguimos rir bastante com os inúmeros erros técnicos e a forma extremamente amadora de interpretações.

Sendo assim, reunimos nessa matéria, alguns pontos que podem ter ajudado esse filme a se tornar uma espécie de clássico trash cult brasileiro.

 

Uma jornada épica porém mal filmada

A protagonista é uma heróina! Teve uma infância sofrida, seus pais se esforçavam em trabalhos que não pagavam quase nada e muitas vezes não tinham dinheiro para alimentar a filha. A mãe Maria (Juliana Calil) e a jovem Carla inclusive iam até a beira da estrada em busca de algumas moedas jogadas por caminhoneiros que passavam pelo lugar. O pai de Carla, Gomes (Armindo Bião) acaba conseguindo um emprego em Salvador em um escritório de contabilidade a partir da ajuda de um amigo. Só que paralelo a isso sua esposa falece por um problema no pulmão. Assim, somente pai e filha embarcam para uma viagem que iria mudar suas vidas.

 

A ingenuidade da protagonista é facilmente detectada mesmo em uma atuação sofrível da carismática Carla Perez e os caricatos personagens

Algumas das coisas que mais chama a atenção nesse projeto são os personagens quase em formas de caricaturas que volta e meia aparecem na trajetória da protagonista, além, de uma ingenuidade ligada à imaturidade de uma sofrida protagonista que usa a dança como remédio para fugir dos pensamentos de sua realidade triste, sem oportunidade, andando com os pés descalços por uma Salvador dançante. Voltando aos personagens, um se destacada, deixando qualquer cinéfilo perplexo: Pierre (personagem de Perry Salles), o empresário de Shows famosos que objetiva fazer de Carla uma rainha da dança (e lucrar muito em cima dela) chega a ser bizarro em muitos momentos, fugindo de qualquer realidade seja aqui ou em Marte.

 

Há uma tentativa de crítica social, abordando o preconceito mesmo que em cenas toscas, muito mal interpretadas e dirigidas

O projeto busca criar mensagens, colocar pontos para reflexão, mas completamente sem noção de qualquer técnica minimamente interessante pensando cinematograficamente. Passa rapidamente pela questão da fé, sobre a cena cultural baiana. Mas parece que não se leva a sério, nem quando busca sentido para a amizade da personagem principal com os amigos dos tempos de Alagados (bairro pobre de salvador localizado na Península de Itapagipe e instalado numa região de manguezal). Um desses amigos, Chico, é interpretado pelo ator Lázaro Ramos em um de seus primeiros trabalhos no cinema.

 

Flash Mob com temática nos primórdios do Axé

Um dos pontos mais marcantes nesse filme é a instantaneidade com que as músicas saltam na tela de repente. Tudo é motivo para se dançar. Na alegria ou na tristeza, tudo se dança. A trilha sonora é composta por algum cd dos melhores do axé music da época, lá do início desse gênero musical. Até o Araketu já existia! Causam perplexidade algumas cenas de dança, não sei se é pra rirmos ou se é pra chorarmos. Parece em muitos momentos um grande flash mob não coreografado!

 

Possui um final que é mais visto do que o próprio filme

O final de Cinderela Baiana, com a ‘Carla do futuro’ já consolidada como artista, saindo de seu carrão com uma roupa para dançar ‘Segure o Tchan’, voltando ao lugar onde começa a trajetória de sua personagem, possui falas inesquecíveis. Só essa parte final de alguns minutos, é mais vista pelos curiosos e curiosas do que o próprio final em si.

 

Cinderela Baiana, pode ser entendido (ou melhor, não entendido) de várias formas. Um dos filmes brasileiros com menor nota no IMDB, o mais famoso filme trash feito no nosso país, não passa de uma tentativa de musical com música alta e pessoas dançando aleatoriamente mas nunca deixou nem vai deixar de ser um clássico sempre lembrado.

 

Feriado prolongado em casa? 10 filmes imperdíveis para maratonar

Carnaval chegou, e muitas pessoas aproveitam esse feriado prolongado para se jogar no sofá e fazer uma maratona de filmes! Se esse é seu caso, chegou ao lugar certo! Segue abaixo uma lista de filmes para você assistir no conforto do seu lar nesses dias descanso:

 

Os Cantores (Netflix)

Em uma noite gelada, alguns homens estão em um bar desabafando sobre suas vidas. De repente, um deles lança um desafio inusitado: descobrir quem canta melhor. Assim, surpresas começam a surgir. O filme foi indicado ao Oscar 2026.

 

Está Tudo bem Comigo? (HBO MAX)

Na trama, conhecemos Lucy, uma mulher acomodada com sua vida que trabalha em um SPA. Quando sua melhor amiga Jane é promovida no trabalho e vai mudar de cidade, sua vida ganha novos ares e ela embarca na total descoberta da autoconfiança.

 

Camponeses (HBO MAX)

Jagna é uma jovem sonhadora e delicada que mora numa pequena aldeia dominada por homens gananciosos. Quando é seduzida por Antek, um homem casado, acaba tendo um casamento arranjado com o pai dele, Boryna, o mais rico homem da região. Levada por uma correnteza de incertezas, com a inveja dos outros integrantes do lugar dando início a fofocas cruéis, aos poucos vai entrando em rota de colisão com todos do lugar.

 

O Despertar de Motti (Netflix)

Na trama, conhecemos o tímido Motti Wolkenbruch (Joel Basman), um jovem exemplar que se dedica à faculdade de economia de tarde e pela manhã ajuda seu pai na contabilidade da empresa da família. Ele enfrenta o maior obstáculo da vida quando se apaixona por Laura (Noémie Schmidt). Motti, movido por esse sentimento tão grandioso que temos como o amor, quer navegar e ser comandante de seu próprio destino, nada arranjado.

 

Uma Vida de Esperança (Prime Video)

Inspirado em fatos reais, esse longa-metragem nos leva até a história de um homem marcado por tragédias que precisa reunir forças para cuidar da filha, que precisa de um transplante urgente. Seu destino se cruza com o de uma cabelereira que o ajuda a encontrar soluções.

 

A Grande Inundação (Netflix)

A trama, ambientada em uma Seul (Coreia do Sul) dos tempos atuais, gira em torno de An-Na (Kim Da-mi Koo), uma cientista e pesquisadora que acorda em um dia com um tsunami atingindo o prédio de 30 andares onde mora com o filho, Ja In (Kwon Eun-sung). Correndo contra o tempo para encontrar uma saída em meio ao caos, seu destino se cruza com o agente de segurança Hee-jo (Park Hae-soo), que está no local para resgatá-la. Aos poucos, vamos entendemos que essa história não se resume só a isso, com algo misterioso sendo revelado aos poucos.

 

O Alfaiate (Universal +)

Na trama, conhecemos o britânico Leonard (Mark Rylance), um experiente alfaiate que após uma tragédia se mudou para Chicago em meados da década de 1950. Nesse novo lugar, acabou se envolvendo – mesmo que de forma indireta – com a máfia. Quando em uma noite, uma série de acasos acontecem, o alfaiate precisará de muita habilidade para se livrar de uma peculiar situação.

 

Emily, a Criminosa (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos Emily (Audrey Plaza), uma jovem sem família, com poucos amigos, que trabalha num serviço de buffet numa grande cidade norte-americana. Sofrendo com o desgaste da solidão, com uma enorme dívida estudantil, certo dia acaba se envolvendo com um grupo que aplica golpes com cartões de crédito. Conforme o tempo passa, Emily se afunda nas desilusões, tornando a nova maneira de ganhar dinheiro cada vez mais brutal.

 

Sonhos (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Uma mulher da alta sociedade norte-americana (Jessica Chastain), diretora de uma fundação de renome, se apaixona perdidamente por um bailarino mexicano (Isaac Hernández) que está ilegalmente nos Estados Unidos. Ao longo desse relacionamento que se mostra conflituoso, situações vão colocando os personagens em dilemas, até o último suspiro dessa relação.

 

Oeste Outra Vez (Telecine)

Na trama, conhecemos o amargurado Totó (Ângelo Antônio), dono de um bar decadente, que após ser abandonado pela companheira, resolve acertar as contas com um outro morador da cidade onde mora, Durval (Babu Santana). Totó então contrata Jerominho (Rodger Rogério), que diz ser um competente pistoleiro, para matar Durval. Mas as coisas não saem conforme o planejado, levando essa história para uma série de desencontros rumo às profundezas da solidão.

 

Halloween II – O Pesadelo Continua (1981) – Clássico de John Carpenter, com Jamie Lee Curtis, completa 40 anos!

Halloween Kills: O Terror Continua está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros e pelo mundo. O mais recente exemplar da franquia do maníaco de máscara branca Michael Myers marca o segundo capítulo de uma planejada nova trilogia que, traz de volta Jamie Lee Curtis (a musa da série) como a protagonista Laurie Strode, e já arrecadou mundialmente mais de US$60 milhões num orçamento de US$20 milhões, em tempos pandêmicos. O longa estreou na semana passada e concluirá este arco da saga em 2022, com Halloween Ends.

No entanto, como muitos fãs devem saber, Halloween Kills não é a primeira sequência direta da franquia, ou sequer a primeira continuação direta a marcar o retorno da veterana Jamie Lee Curtis. Ao voltarmos quatro décadas no passado, para 1981, nos depararemos com Halloween II – O Pesadelo Continua, a “primeiraça” continuação que essa série de filmes recebeu, dando sequência ao clássico atemporal e verdadeira obra-prima da sétima arte, Halloween – A Noite do Terror (1978). O filme, assim como o original, fazem parte do atual acervo da Netflix e são pedidas certas para esse dia das bruxas.

A caveira brotando da abóbora marca a abertura de Halloween II.

É interessante perceber que mesmo os críticos mais céticos e contrários ao que definimos hoje como o subgênero dos slasher, guardavam com afeto e elogios múltiplos o longa do mestre John Carpenter. Um exemplo disso são os famosos críticos norte-americanos Roger Ebert e Gene Siskel, “pais” do formato dos críticos em vídeo (ainda na década de 1970), a dupla repelia toda produção de terror considerada de mau gosto; com Halloween (1978) o exato oposto aconteceu, com ambos tecendo elogios para suas inúmeras qualidades artísticas, como contraste de luz e sombras, uma crescente atmosfera de suspense, onde nossa imaginação era desafiada a completar a lacuna do que víamos em tela, sem respostas fáceis.

A história do raio não cair no mesmo lugar duas vezes é quase certa em se tratando de obras e artistas, afinal um trabalho jamais sairá exatamente igual ao outro. E quando criou Halloween (1978) ao lado da parceria Debra Hill, o cineasta John Carpenter conseguiu capturar um relâmpago na garrafa; um filme de história simples, mas tão artesanalmente perfeita que se tornou irresistível não apenas para os aficionados pelo terror. Ao lado das críticas bem elogiosas chegava também o prêmio de se tornar a produção independente mais rentável àquela altura, título que manteve por doze anos. Mas toda conquista e boa ação gera uma consequência.

Halloween (1978) fez tanto sucesso que gerou uma penca de imitadores, com todo produtor “oportunista” de Hollywood desejando uma parcela de tal lucro. Um dos primeiros a entrar neste filão foi Sean S. Cunnighan que, endividado e precisando sustentar a família, liberou seu lado mais marketeiro e vendeu a ideia para Sexta-Feira 13 (1980) para a Paramount – que nada mais era do que uma produção criada nos moldes de Halloween, visando unicamente o lucro financeiro. Deu muito certo e arrecadou ainda mais bilheteria. Com agora dois acertos colossais, começou-se a “corrida do ouro” dos filmes slasher, com todo estúdio de Hollywood se mexendo para tirar da cartola filmes semelhantes – assim dando início a uma verdadeira enxurrada nos cinemas. Isso sem falar nas sequências dos filmes que haviam dado muito certo.

Logo no ano seguinte, em 1981, Sexta-Feira: Parte 2 era programado para a estreia. Assim, o produtor sírio Moustapha Akkad não desejava se manter fora desse jogo, afinal foi o seu produto que começou tudo. Mesmo não sendo uma atitude “artística”, num aspecto financeiro era a decisão certa a se ter. Então o produtor foi diretamente falar com “o homem” para que a continuação de Halloween tomasse forma. John Carpenter, por outro lado, já havia contado essa história e para ele, o longa tinha começo, meio e fim, sem qualquer vontade de sua parte a retornar a tal universo. Um tempinho depois, aconselhado por amigos e gente de confiança, Carpenter foi convencido a permanecer por perto da franquia e tirar dela uma boa grana. Assim, o cineasta aceitou as funções de roteirista e produtor, mas deixava a direção de lado (lançava nos cinemas no mesmo ano, a ficção científica de ação Fuga de Nova York – cult instantâneo).

Novamente ao lado de Debra Hill, Carpenter precisava tirar uma segunda parte da cartola, mesmo à contragosto. Pensando no polpudo cheque que receberia, o diretor sentou em sua máquina de escrever e abastecido com uma quantidade respeitável de sua marca de cerveja preferida, deu asas à sua imaginação. Desta “viagem” embriagada nascia a trama de Halloween II (1981), contada na mesma noite, de forma mais que direta e servindo de “complemento” para o original – como se fossem um longo único filme de 3 horas de duração. Como vemos no primeiro Halloween, Michael Myers é baleado pelo Dr. Loomis ao tentar matar Laurie Strode, mas basta uma segunda olhada para notarmos que o psicopata se levantou do gramado e não pode mais ser visto. A questão brilhante do original é: onde estará ele? Com os últimos takes sendo todos os lugares por onde andou no filme, dentro e fora das casas do subúrbio da fictícia Haddonfield, em Chicago, a sensação era a que de ele poderia estar em qualquer lugar, inclusive perto de nós, que assistíamos a tudo. Toque de gênio. Revertendo essa ótima jogada, o segundo filme realmente respondia e nos mostrava onde Michael andava.

Bem, e ele continuava sua onda de matança pelos arredores da vizinhança. Entrando e saindo de casas de moradores idosos e jovens do bairro, no caminho matando toda e qualquer pessoa que via pela frente. Um dos principais atrativos do primeiro Halloween é realmente o suspense, a sensação do inesperado, a imprevisibilidade de ser ter um louco fugido de um hospital psiquiátrico rondando e espreitando na vizinhança – com a maioria alheio a ele. O fato de ter invadido uma loja e roubado uma máscara, a qual usa em seu rosto no dia das bruxas, demonstra ainda mais que ele não está “puro” e pode ser perigoso. Carpenter constrói o suspense com Michael sendo muito mais um “stalker”, alguém que persegue; é só mais para o desfecho que ele realmente começa a matar os jovens e atacar a protagonista. Em Halloween II, já começamos o filme sabendo do que ele é capaz, e isso faz desaparecer o elemento da surpresa. Foi nisso que Carpenter apostou.

Jamie Lee Curtis retorna como Laurie (com direito à peruca), mas tem pouco a fazer na continuação.

De começo, a ideia do diretor Rick Rosenthal – escalado para substituir Carpenter na cadeira de comando – era seguir à risca o que o filme original havia apresentado, ou seja, apostar bem mais no clima intimista, na construção minuciosa do suspense e na imprevisibilidade de onde a história poderia caminhar. Contrariando o que havia confeccionado no anterior, Carpenter acreditava que as surpresas já haviam sido declaradas e que agora cabia apenas partir para a ação, elevando tudo a outro nível narrativo. Além, é claro, de saber que o público apreciava cada vez mais filmes movimentados e que enfrentavam a concorrência de outras produções criadas nestes moldes. Assim, os problemas na produção se iniciavam, com a colisão de produtor/ roteirista e diretor. Ironicamente, ao deixar vaga a cadeira de direção, a intenção de Carpenter era dar oportunidade a novos diretores e suas visões para a história. E esse era o debute de Rick Rosenthal no cargo.

Com mais mortes e sustos (muitos dos quais Carpenter reescreveu para dar mais energia à sequência), Halloween II também contava com mais cenas de ação e até mesmo uma explosão – como na cena em que um infeliz usando uma máscara igual a de Michael Myers, é confundido com o psicopata, atropelado pela polícia e esmagado entre uma van, ao que o carro explode e incinera o rapaz. O jovem em questão era Ben Trammer, paixão platônica da protagonista Laurie mencionado por ela no filme original. Sua aparição e subsequente morte no segundo serve para, além de levantar suspeita sobre o destino de Michael (adicionando um pouco daquela imprevisibilidade que faltava), criar um elo ainda mais forte com o antecessor (ao apresentar em tela personagens apenas mencionados previamente) e enfatizar a descida em espiral de Laurie em seu inferno pessoal, tendo retirado dela até mesmo um possível amor.

A ação de Halloween II desta vez se desenvolve dentro de um hospital durante o plantão noturno.

Halloween II – O Pesadelo Continua (1981) é muito lembrado pelos fãs como o “filme do hospital” da franquia. Inicialmente planejado para ter como cenário um grande prédio de apartamentos, ficou decidido finalmente que a maior parte da trama se passaria dentro do Haddonfield Memorial Hospital (tão fictício quanto a cidade em si – tendo a maioria de suas cenas sido gravadas no muito real Morningside Hospital, em Los Angeles), onde Laurie foi levada para tratar de seus ferimentos adquiridos no desfecho do primeiro Halloween. Para a continuação, é claro, grande parte dos atores originais retornaram, alguns como Nancy Loomis, que interpretou a melhor amiga Annie, apenas para atuarem como mortos, sendo levada por uma maca. Os retornos mais esperados, no entanto, eram os de Jamie Lee Curtis e Donald Pleasence – o incansável Dr. Loomis.

Lágrimas de crocodilo… e de sangue! Por que choras Michael Myers?

A introdução de Halloween II, que ainda utiliza novos ângulos e cenas para reproduzir os eventos do original, recapitulando para o público (afinal haviam se passado três anos entre os longas), ocorre nas cercanias dos quarteirões residenciais dos subúrbios da pacata cidade. Grande parte da narrativa, como mencionado, se concentra no hospital, onde Michael segue Laurie e encontrará todo um novo lote de vítimas – em sua maioria funcionários do local, entre médicos, enfermeiras, motoristas de ambulância e seguranças. O que muitos observam e criticam é o fato de, apesar de ser o plantão noturno, o hospital se encontrar demasiadamente vazio – a não ser pela chegada de Laurie e de um menino que comeu doces demais e encontreu uma lâmina de barbear dentro de um deles, prendendo o objeto cortante na língua (uma famosa lenda urbana americana).

Fogo no parquinho! Michael Myers incendeia a tela e a si mesmo no desfecho de Halloween II.

No fim das contas, Halloween II (1981) é mais lembrado por introduzir na mitologia da série o fato de Laurie e Michael serem irmãos, solução encontrada por Carpenter em seu roteiro para justificar a obsessão do assassino pela protagonista. Afinal, ao ser levada para o hospital, enquanto o maníaco foge da polícia, suas histórias se separariam aí. Essa linha narrativa foi mantida em todas as sequências, inclusive nos remakes de Rob Zombie, sendo eliminada somente nos recentes filmes da Blumhouse – que usam como cânone apenas o original. Halloween II, embora não tão bem sucedido financeiramente ou de críticas quanto o original, é uma das continuações mais queridas da franquia. Com um orçamento de US$2.5 milhões, rendeu o retorno de US$25.5 milhões. E no que diz respeito a John Carpenter, este foi o fim da história de Michael Myers, Laurie Strode e do Doutor Loomis. Ou seja, o fim de uma era. Isto é, até retornar como produtor executivo e compositor da trilha da nova trilogia da Blumhouse – seu único envolvimento desde então com o “bicho papão” que criou.

‘Downrange’: Jovens são caçados em novo trailer intenso; Assista!

O suspense ‘Downrange‘ ganhou um novo trailer, destacando a tensão da produção.

Assista:

Apesar da premissa básica de um grupo de jovens em meio a uma estrada no meio do nada, ‘Downrange‘ ainda parece ser um tanto original por conta do restante da trama. Isso porque os jovens são caçados por um serial killer que está em cima de uma árvore.

Downrange‘, inclusive, foi tido como um dos filmes mais assustadores exibido no Festival de Toronto.

A estreia nos EUA acontece dia 26 de Abril, sem previsão no Brasil.

‘Pretty Little Liars’: Spin-off ganha as primeiras imagens oficiais

O TVLine divulgou as primeiras imagens do spin-off  ‘Pretty Little Liars: The Perfectionists‘.

Confira:

Sasha Pieterse (Alison) e Janel Parrish (Mona) serão as protagonistas.

Na nova trama, um assassinato misterioso acontece em Beacon Heights – e Alison terá que se unir com Mona para resolvê-lo. Mas a ação é tão perfeccionista que parece ser impossível descobrir o que realmente aconteceu por trás de tudo isso. No entanto, nenhum crime é 100% perfeito, fazendo com que as antigas Liars ajudem a polícia local na descoberta do real assassino.

Com 10 episódios encomendados, ‘Pretty Little Liars: The Perfectionists‘ estreará em 2019.

‘Zumbilândia 2’: Woody Harrelson é destaque em nova imagem da sequência

A sequência ‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes‘ ganhou uma nova imagem, destacando Woody Harrelson vestido como Elvis Presley.

Confira:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2552416658123035?s=100024688641357&v=e&sfns=cl

Ruben Fleischer retorna à direção, assim como o quarteto do filme original, Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin.

A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.

O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.

Os novatos Zoey DeutchAvan Jogia, Luke Wilson e Rosario Dawson completam o elenco.

Zumbilândia 2‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

Time Warp! Pai e filha recriam cena icônica de ‘The Rocky Horror Picture Show’; Assista!

Aproveitando a quarentena imposta por causa do surto de COVID-19, pai e filha, do canal do Youtube Gelsey Laurie, decidiram recriar uma das cenas mais icônicas do clássico ‘The Rocky Horror Picture Show‘ e o resultado ficou INCRÍVEL.

Confira:

Baseado no espetáculo teatral de 1973, de Richard O’Brien, o longa acompanha a história de um casal de noivos que, diante de um problema com o carro, pede ajuda aos moradores de um estranho castelo nas proximidades, sem imaginar que ele é habitado por alienígenas do planeta Transexual, cujo anfitrião bissexual está à procura de uma criatura para lhe satisfazer sexualmente exatamente naquela noite.

Dirigido por Jim Sharman, o filme contou com participações de Tim Curry, Susan Sarandon e Barry Bostwick.

The Rocky Horror Picture Show

‘WandaVision’: Retorno de Randall Park e Kat Dennings foi ideia da Marvel

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Jac Schaefer, criadora da série ‘WandanVision‘, revelou que o retorno dos atores Randall Park (de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Kat Dennings (da franquia ‘Thor‘) na série foi uma ideia da Marvel, mas deixou claro que o estúdio não a obrigou a encaixá-los na trama.

“O retorno de Retorno de Randall Park e Kat Dennings foi uma sugestão que eu estava 100% de acordo. Isso é algo que eu já vi em outros projetos da Marvel. Eles têm ideias de onde podem encaixar diferentes personagens e narrativas. Não funciona sempre. Não é sempre assim. [O retorno deles] começou como uma ideia geral e, então, nós pensamos se conseguiríamos fazê-la funcionar.”

Ela continua, “Não consigo pensar em uma situação [com a Marvel] em que fui obrigada a fazer algo. Não é assim que funciona. Eles meio que sugerem algo para ver se funciona e isso ajuda a criar novas ideias. É incrível.”

Vale lembrar que o próximo episódio será lançado no dia 29 de janeiro.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

Crítica | Deixe-o Partir – Road trip impactante com ótimas atuações

Quando a vida é a linha de coisas que perdemos. Baseado na obra de Larry Watson, roteirizado e dirigido pelo cineasta Thomas Bezucha (em seu quarto trabalho em longas-metragens), Let Him Go é sobre sacrifícios que fazemos pelo caminho de nossas vidas e como nossas escolhas podem mudar trajetórias de muitos ao nosso redor. Abordando também como é muito difícil lidar com a perda, muitas vezes dentro de impactantes momentos de alta tensão, o filme vai nos guiando rumo a conclusões explosivas em torno de um casal, há décadas apaixonado, que tem uma grande última missão em suas vidas: resgatar seu neto. Um surpreendente trabalho que pode pintar em muitas premiações. Destaques para as presenças de Diane Lane e Lesley Manville, ambas maravilhosas em seus respectivos papéis, não seria nenhum absurdo pensarmos nelas como uma das cinco indicadas ao próximo Oscar, de atriz e atriz coadjuvante.

Na trama, ambientada no início da década de 50, conhecemos um casal ainda apaixonado, Margaret (Diane Lane) e George (Kevin Costner) Blackledge, depois de anos de toda uma vida, vivem sua rotina na simplicidade e pequenos gestos de amor e carinho em uma casa/rancho em Montana onde vivem seus dias. Eles passam os dias com o filho, a nora Lorna (Kayli Carter) e o recém-nascido neto. Certo dia, de maneira inesperada, o filho deles morre em um acidente com um cavalo. O tempo passa e a Lorna resolve se casar com Donnie Weboy (Will Brittain), um homem sem delicadezas e que maltrata a agora ex-nora do casal e o neto deles. Quando Donnie e Lorna se mudam sem avisar Margaret e George, o casal embarca em uma road trip em busca de resgatar o neto deles, só que enfrentarão muitos absurdos pelo caminho, principalmente os provocados pela líder do clã Weboy, a maquiavélica Blanche (Lesley Manville).

Não comece o que você não pode terminar. A busca de um senso de justiça engajado nas ações dos protagonistas é uma representação profunda de cidades sem lei e ‘clãs maquiavélicos’ de décadas atrás, principalmente no interior dos Estados Unidos. Esse ‘new Western’ camuflado de drama possui força em suas ações, deixando clímax intensos nos altos picos de tensão provocados pelo embate do casal com os Weboy. Além dos iminentes conflitos, vemos cenas lindas de Margaret e George, reflexões sobre a vida que vivem juntos, os sacríficos que fizeram e poderão fazer, as tristezas das perdas, o último respingo de alegria com a chegada do neto.

Poucos filmes no último ano tiveram vilões tão bem exemplificados e terríveis/cruéis como os integrantes do clã comandado por Blanche, os diálogos entre eles e os protagonistas, além de uma falsa guerra fria instaurada deixam a carga explosiva no gatilho para cenas de tirar o fôlego provocadas com muito sentimento de ódio e justiça com as próprias mãos. Baita filme de Bezucha disponível no Telecine Play.

Depois do bloco, só play: 10 filmes para a reta final do carnaval

Com o carnaval chegando ao fim, após esses dias de folia, nada melhor do que relaxar no sofá de casa e assistir a um ótimo filme. Para você que está nesse momento, segue abaixo algumas ótimas sugestões:

 

O Bom Bandido (Prime Video)

Um ex-militar se vê perdido na vida, sem perspectivas profissionais e precisando sustentar a esposa e três filhos. Um dia, resolve assaltar alguns famosos estabelecimentos, mas logo é preso. Ao fugir da prisão, investe num plano de fuga: se esconder em uma loja de brinquedos. Nesse lugar, acaba conhecendo Leigh, e passa a ter uma vida dupla.

 

Antes de Partir (Prime Video)

Rory MacNeil (Brian Cox) leva uma rotina solitária na remota Vallasay, uma pequena ilha na Escócia. Quando percebe que precisa de um atendimento médico indisponível na região, usa isso como pretexto para uma consulta de emergência e viaja até São Francisco, onde vive o filho, Ian (JJ Feild). Durante o período em que permanecem juntos, aos poucos, uma reaproximação acontece.

 

Divórcio (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, acompanhamos Noeli e Júlio, um casal que viveu por muito tempo em meio às dificuldades, mas sempre sustentado pelo amor. A vida deles muda quando o molho de tomate criado por ela se torna um sucesso nacional. Com o passar dos anos, porém, a relação já não é a mesma e os dois decidem se divorciar — mas essa decisão desencadeia uma série de conflitos.

 

Presente Maldito (Paramount Plus)

Polly (Dakota Fanning) é uma jovem buscando se encontrar na vida e vive sozinha na casa que aluga da irmã. Em uma noite, abre a porta da casa para uma senhora que lhe entrega uma caixa misteriosa. A partir desse momento, suas próximas horas serão de total medo e tensão precisando executar algumas tarefas ingratas.

 

O Protetor do Irmão (Prime Video)

Na trama, acompanhamos o jovem Yusef, aluno de um internato numa região fria do leste da Turquia, que precisa encontrar soluções – em meio ao descaso de quem deveria protegê-los – para ajudar o melhor amigo, que ficou muito doente.

 

Ainda não é Amanhã (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Jana (Mayara Santos) é uma esforçada jovem que é orgulho de sua avó e da mãe – com quem mora num conjunto habitacional da periferia de Recife. Mas a alegria de um presente cheio de sonhos se transforma em desespero quando descobre estar grávida. Cheia de incertezas, a protagonista precisará enfrentar alguns dilemas com respostas que levará por toda a vida.

 

Drop: Ameaça Anônima (Prime Video)

Na trama, conhecemos uma viúva que decide se encontrar com uma pessoa que conheceu por um aplicativo. Chegando lá, é surpreendida por uma série de mensagens aterrorizantes, que transformam seu encontro em um enorme pesadelo. Buscando soluções, ela viverá uma noite repleta de tensão e surpresas.

 

O Soldado que não Existiu (Netflix)

Cinco anos após do seu último trabalho nos cinemas – o excelente Armas na Mesa – o cineasta britânico John Madden retorna para as telonas para contar a história – quase inacreditável – de uma situação envolvendo espionagem, um cadáver e uma blefada que marcou os rumos da Segunda Guerra Mundial.

 

Efeito Dominó (HBO MAX)

Nesse ótimo filme, conhecemos um grupo de trambiqueiros que é chamado para executar um plano complexo: cavar um túnel de uma loja até o cofre de um banco e roubar dinheiro e os documentos que estão lá. Eles só não sabem que em alguns desses documentos contém informações comprometedoras que envolvem nomes famosos do cenário britânico.

 

A Livraria (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, acompanhamos a saga de uma viúva chamada Florence que, após a perda do marido, resolve empreender e arriscar tudo que possui para abrir uma livraria em uma cidade litorânea no interior de uma Inglaterra, perto do início dos anos 1960.

Halloween para o dia das Bruxas! Relembre TODOS os filmes da icônica franquia de terror

Hoje é dia 31 de outubro. O famoso dia das bruxas. Ou Halloween. E nesta data, ele está de volta! 2021 marcou o retorno de um dos maiores vilões da história do cinema, o maníaco da máscara branca de William Shatner, Michael Myers. Quem gosta do gênero conhece bem Halloween – A Noite do Terror (1978), clássico do mestre John Carpenter, e as inúmeras continuações que esta obra-prima deu origem. Muito influente, pode ser dito que Halloween e Myers iniciaram o que temos até hoje dentro do subgênero slasher, no qual um psicopata mascarado massacra adolescentes com objetos cortantes. Os produtores de Sexta-Feira 13 (1980), por exemplo, não escondem de ninguém até hoje em entrevistas que o filme foi criado para pegar carona no sucesso da obra de Carpenter.

Atualmente, as homenagens seguem para este lendário terror, e filmes como Corrente do Mal (It Follows, 2014), de David Robert Mitchell, se mostram fortes discípulos do clima, estética e, em especial, trilha sonora do que foi orquestrado por Carpenter. Depois de um retorno triunfal (ao menos em questão de bilheterias) em 2018 com a sequência/ reboot Halloween, este ano os fãs foram novamente brindados com um exemplar da franquia, com Halloween Kills: O Terror Continua, novamente contando com um grande estúdio (Universal), de uma produtora do momento (Blumhouse) por trás. Antes de Halloween (2018), houve um hiato de 9 anos na franquia e 15 anos sem termos um filme destes nos cinemas.

Como forma de celebrar esta emblemática e clássica franquia, que é sinônimo do gênero terror e que completa 43 anos em 2021 – ou seja, mais velha que a maioria de vocês, nossos queridos leitores, e do que todos nós aqui no CinePOP também – criamos esta nova lista com os 11 filmes da franquia para que você fique por dentro de toda a saga de Michael e da família Myers. Vem com a gente.

PS. Muitos destes filmes estão presentes em plataformas de streaming, como a Amazon e a Netflix, portanto procure e garanta sua diversão.

Halloween – A Noite do Terror (1978)

Tudo começou aqui. Numa fatídica noite de Halloween, o dia das bruxas, uma criança mata a irmã mais velha. Levando em conta que o filme tem 40 anos, isto não é um spoiler atualmente. Mas o lance é que não vemos quem comete o crime em um primeiro momento, já que a cena é gravada em primeira pessoa, com a câmera servindo de olhos para o algoz. Mais um sinal da maestria de John Carpenter, em um de seus primeiros filmes. De fato, Halloween foi por muitos anos o filme independente mais rentável da história do cinema. Até o lançamento de A Bruxa de Blair (1999).

O menino era Michael Myers, que é internado em um sanatório até os 21 anos, tratado por um médico que diz não ver nada em seus olhos negros a não ser o puro mal. Em uma noite próxima a um novo Halloween, o maníaco escapa e volta para seu velho bairro, agora usando um macacão de mecânico e uma máscara branca. Em seu caminho, jovens indefesas trabalhando como babás em um bairro tranquilo. Entre elas, Laurie Strode, papel de uma Jamie Lee Curtis de vinte aninhos. Seu médico, o Doutor Loomis (o veterano Donald Pleasence) decide ir atrás do paciente com seu calibre 38, mas pode ser tarde demais.

A graça e qualidade de Halloween está em criar o suspense. Está no que não mostra, muito mais do que mostra. É a preparação. É o que espreita nas sombras. É o perfeito uso das dimensões do escuro. No uso de lugares inofensivos para representar o perigo, como um pacato bairro, uma casa de subúrbio, o quarto de uma criança ou um simples armário. Todos se transformam nos locais mais assustadores que podemos imaginar nas mãos de John Carpenter. Ah, e o que falar da fabulosa trilha sonora, composta pelo próprio diretor, que se tornou inesquecível e inconfundível.

Halloween II – O Pesadelo Continua (1981)

Como dito, Halloween se tornava o filme independente mais lucrativo da história. Então, com a concorrência alta, todos queriam lucrar uma fatia deste bolo. O terror era um gênero fácil de fazer e que se caso atingisse o sucesso, poderia se mostrar muito rentável para seus criadores. Assim, não demorou muito para que uma continuação da Noite do Terror fosse planejada. E nela, quase todos os envolvidos originais retornariam.

John Carpenter e Debra Hill, os criadores do original, retornavam no roteiro e produção. Mas Carpenter abria espaço para Rick Rosenthal assumir a direção. O lendário produtor Dino De Laurentiis também entrava na festa, adentrando na produção da franquia aqui neste segundo. Os protagonistas Jamie Lee Curtis e Donald Pleasence igualmente retornavam para mais um round.

A história segue imediatamente após o desfecho do original, continuando a mesma noite – embora fora do filme tenha se passado três anos. Após ser baleado, Michael Myers some nas sombras, somente para continuar circundando a vizinhança. Ao saber que Laurie foi levada para o hospital, ele parte para terminar o serviço começado há algumas horas. Em seu encalço está novamente o Dr. Loomis. A palavra de ordem agora era mais e maior. Nada de sutileza. Para adentrar de vez o terreno dos slasher, em sua segunda investida, com mais dinheiro, o psicopata deixa mais corpos pelo chão, as mortes são mais violentas e ele se torna ainda mais invencível. Seu final igualmente é apoteótico.

Halloween III – A Noite das Bruxas (1982)

Com o psicopata finalmente dado como morto ao final do segundo filme, a ideia dos produtores John Carpenter, Debra Hill, Moustapha Akkad e Dino De Laurentiis agora era por uma subversão do que havia sido apresentado. Michael Myers foi muito bem utilizado nos primeiros filmes, mas agora a ideia era por uma reformulação e nova utilidade para o título Halloween. A ideia dos envolvidos era a de uma antologia – muito comum atualmente em séries de TV – na qual a cada novo capítulo, uma nova história com temática do dia das bruxas seria contada.

A primeira (e que se mostraria a única) nova trama foi escrita e dirigida por Tommy Lee Wallace, em parceria com Carpenter (que não foi creditado). A opção foi por um conto envolvendo uma empresa maligna fabricante de máscaras de Halloween para crianças. O plano bizarro e macabro da companhia era fazer com que todas as crianças que usassem a fantasia na data, fossem mortas quando um comercial de seu fabricante desse a deixa. Nada faz muito sentido e o filme não deu certo. O fracasso da terceira parte impediu que a ideia de novas histórias fosse introduzida.

Hoje, grande parte da graça do filme está mesmo em sua aura cult. Halloween III se tornou um destes filmes que possuem uma legião de fãs, apreciadores de seu enorme valor de prazer culposo e momentos pra lá de nonsense. Aqui temos, por exemplo, robôs que se passam por humanos, dentre os elementos desta farofa típica da década de 1980. Justamente por isso, o terceiro longa da franquia é o mais ambicioso e único, além de ser, obviamente, o que mais difere e destoa de todo o resto.

Halloween 4 – O Retorno de Michael Myers (1988)

Autoexplicativo em seu subtítulo, o quarto filme da franquia viu seu menino de ouro precisar voltar às pressas depois que a nova abordagem naufragou. Os fãs queriam era ver o psicopata na máscara branca, isso ficou claro. Halloween foi criado como filme slasher, e mudar seu subgênero para um tipo mais alucinado envolvendo ficção científica e fantasia deixou os espectadores a ver navios. Assim, tudo estava bem de novo na série, com a volta do querido assassino.

Era aqui também que John Carpenter, Debra Hill e Dino De Laurentiis diziam adeus. Os três estiveram ao longo desta jornada, mas quando sua ideia anterior não funcionou, eles não quiseram saber de voltar para um quarto filme de Myers. Só Akkad permaneceu. Bem, ele e o veterano Donald Pleasence na pele do médico Dr. Loomis. Jamie Lee Curtis igualmente se manteve bem longe, desde o desfecho do segundo filme. O grande problema aqui foi que já haviam se passado seis anos desde o último Halloween e sete desde que Myers havia dado as caras. Neste meio tempo, além do personagem ter ficado adormecido para o público, o filme em si chegava tarde, deixando passar o bonde dos slasher quase por completo, tentando pegá-lo de forma atrasada já no fim da década.

Para termos uma ideia, Sexta-Feira 13 lançava um filme a cada ano durante os anos 1980, e A Hora do Pesadelo idem desde 1984. Halloween ficava adormecido num hiato, assim como seu vilão. Na trama, como num passe de mágica, o assassino acorda de seu coma para mais um round de matança. Na falta de vítimas para serem perseguidas, os roteiristas decidem criar uma filha para Laurie (papel de Danielle Harris) e explicar a saída de Curtis da franquia, matando sua personagem num acidente de carro no intervalo dos filmes.

Halloween 5 – A Vingança de Michael Myers (1989)

Continuação direta do quarto filme, gravado de forma contínua e lançado logo no ano seguinte, Halloween 5 seguiu exatamente os passos do anterior. Akkad voltava na produção e Pleasence marcava presença mais uma vez na pele do médico implacável na busca pelo maníaco. A menina Danielle Harris, sobrinha do psicopata no filme e heroína da vez após a saída de Curtis, também estava presente.

Se a intenção era transformar Halloween em um puro produto de entretenimento slasher planejado pelos produtores ao trazerem Michael Myers de volta para a franquia, podemos dizer que foi exatamente o que conseguiram. Halloween 4 e 5 são produções extremamente genéricas, sem qualquer originalidade ou sequer um décimo do brilhantismo do primeiro filme. Como forma de homenagem para a estrela da franquia, a personagem de Harris recebeu o nome Jamie.

Halloween 6 – A Última Vingança (1995)

Apesar de um desfecho enigmático, que deixou a porta não apenas aberta, mas escancarada, para uma sequência, ela só viria de fato seis anos depois. Isso que é falta de planejamento. Por mais que os dois episódios anteriores tenham sido extremamente rotineiros e sem fôlego algum, ao menos não foram obras inacabadas, como viria a se mostrar este sexto longa da franquia.

Primeiro filme protagonizado por Paul ‘Homem-Fomiga’ Rudd, Halloween 6 trouxe o ator na pele do herói que desbanca o psicopata imortal. Infelizmente, o filme guarda a última performance do veterano Donald Pleasence, que faleceu durante as filmagens sem conseguir completar sua participação. É notória a fragilidade do ator durante suas cenas. O fato se tornou um problema, já que a produção precisou ser reescrita e refilmada para se adequar à ausência do Dr. Loomis em trechos essenciais. Durante anos como parte de uma lenda urbana no submundo, uma edição do diretor foi lançada, mais de acordo com que o cineasta Joe Chappelle havia planejado.

Halloween H20 (1998)

Halloween surgiu como obra influente para todo um gênero e seus subgêneros. Depois de uma boa ideia que não vingou, no terceiro filme, viu as vindouras produções de sua franquia caírem no lugar comum de produções B repetitivas e perderem qualquer prestígio anteriormente adquirido. Era hora de voltar aos holofotes e nada melhor para isso do que aproveitar o recém-renovado sopro que os filmes de terror slasher ganhavam no fim da década de 1990, gerado por Pânico (1996).

Com produção de Moustapha Akkad e dos irmãos Weinstein (gulp!), Halloween H20 chegava, como diz o título, vinte anos depois do original, esquecendo todas as continuações depois do segundo episódio. É claro que nenhum retorno em grande estilo para a franquia estaria completo sem sua musa original, assim, Jamie Lee Curtis voltava a dar o ar de sua graça no combate definitivo com maníaco mascarado. Uma grande homenagem, Halloween H20 não conseguiu escapar, no entanto, do sentimento da época – provido, dizem as más línguas, pelas pinceladas de Kevin Williamson no roteiro (não creditada).

Assim, certo humor autoconsciente era adicionado, com personagens espertinhos e outros tipos de tiradas. E funcionou. H20 se mostrou extremamente bem sucedido em sua proposta, um retorno digno a todos os envolvidos e um final perfeito para o vilão. Bom, ao menos pensava-se. Como o dinheiro sempre fala mais alto…

Halloween Ressurreição (2002)

Era para Halloween H20 ter colocado um ponto final na franquia. Mas o filme foi elogiado e deu lucro, logo os produtores queriam mais. Porém, como continuar um desfecho perfeito, de uma obra que funcionou como pura homenagem e celebração. Bem, estragando tudo novamente! E se H20 era fruto de sua era mais metalinguística e recheada de humor, Ressurreição, quatro anos depois, foi fruto da sua. A opção aqui foi inserir a moda do momento, os Reality Shows, em sua trama.

Desta forma, saída de uma “ideia brilhante”, Michael Myers, involuntariamente, se torna astro de seu próprio programa, quando competidores tentam sobreviver a uma noite em sua antiga casa. O único ponto positivo aqui é a volta para Haddonfield, cidadezinha original, e a protagonista Bianca Kajlich, que já demonstrava carisma no início de carreira. De resto, são vergonhosas as participações de Tyra Banks e Busta Rhymes, além de uma explicação pra lá de estapafúrdia sobre o que de fato ocorreu no desfecho de H20. Ah, nem me faça falar da participação de Curtis aqui…

O diretor Rick Rosenthal, do segundo filme, é quem assume as rédeas deste que é considerado um dos piores (senão o pior) filmes da franquia.

Halloween: O Início (2007)

O resultado bem menos que satisfatório de Ressurreição, mesmo com uma porta escancarada para uma sequência, fez os produtores desistirem de continuar a história a partir dali. Ainda mais se formos pensar no sucesso de H20. O caminho a seguir, cinco anos depois, foi por um remake do original. Mais uma vez, Halloween se tornava produto de seu meio e nesta época as refilmagens de clássicas obras de terror estavam em voga.

O escolhido para tal faça, no entanto, foi nada menos do que equivocado. O açougueiro Rob Zombie ganhou carta branca do estúdio para fazer Halloween à sua maneira. Então, o “cineasta” escreveu e dirigiu uma espécie de reimaginação, repetindo grande parte do original lá de 1978, acrescentando apenas mais violência, baixo calão e um prelúdio tão ruim e dispensável que termina se tornando o calcanhar de Aquiles do longa. Basicamente, Zombie resolve explicar o motivo de Michael Myers ser como é, sendo que a falta de uma explicação sempre foi mais assustador. Será que ninguém ensinou isso a ele?

H2: Halloween 2 (2009)

Como tudo que é ruim ainda pode piorar, Zombie voltaria para a sequência do remake – esta foi uma das poucas refilmagens de uma obra clássica que teve continuação. Este Halloween 2, no entanto, não é uma reedição do Halloween II de 1981. O diretor até brinca com tal premissa, levando Laurie (interpretada pela atriz Scout Taylor-Compton) rapidamente para um hospital, somente para depois frisar que o filme não irá seguir por este caminho.

Dentre as novas bizarrices de Zombie, a pretensão de fazer de Halloween uma obra de arte, inserindo imagens abstratas, como um cavalo branco e a mãe de Michael como uma espécie de anjo (vivida pela esposa do cineasta, Sheri Moon Zombie). Fora isso, este é o filme mais violento da franquia, uma violência pesada e realista. E também o mais desagradável e sombrio. Malcolm McDowell reprisa o papel de Sam Loomis (imortalizado por Donald Pleasence), transformando o personagem num salafrário. No elenco, dois veteranos de filmes do gênero, Brad Douriff, a voz do boneco Chucky, é o Xerife, e Danielle Harris, que viveu Jamie nos filmes dos anos 1980, é Annie, amiga de Laurie.

Fora tudo isso, Zombie resolve que seu gigante Michael Myers (Tyler Mane) não usará a icônica máscara aqui, deixando o vilão caracterizado como um mendigo barbudo psicótico. O assassino chega inclusive a falar pela primeira vez na história da franquia. Isso que é bagunçar o coreto.

Halloween (2018)

Chegamos ao recente exemplar da franquia, que se propôs a iniciar uma nova trilogia para  Halloween, Michael Myers e Laurie Strode. Quase dez anos depois da investida malfadada de Rob Zombie pelo universo do assassino mascarado, esta produção prometia colocar o nome da marca tão importante para o terror nos holofotes outra vez. E de fato conseguiu!

Produzida pela Blumhouse, de Jason Blum, e bancado pela Universal (primeira vez que um filme da franquia tem lançamento de um grande estúdio), este filme, intitulado simplesmente Halloween, foi escrito por Danny McBride e dirigido por David Gordon Green. Se os nomes causam estranheza, o motivo se justifica por estarem mais acostumados a realizar comédias – apesar disso não trouxeram qualquer bom humor à proposta – ainda muito banhada num teor sombrio. Além disso, o lendário John Carpenter retornou a um filme da franquia na produção e trilha sonora. A ideia aqui foi esquecer todas as continuações e seguir do primeiro, se passando 40 anos depois.

Último episódio de ‘Scandal’ termina em alta na audiência

A última temporada de ‘Scandal‘ chegou ao fim, e a série terminou em alta. O último episódio registrou 1.3 na demo, 45% acima do que foi registrado no episódio anterior.

A 7ª temporada de ‘Scandal‘ marcou uma média de 1.14 na demo, e um total de 4.8 milhões de espectadores.

Recentemente, a criadora da série, Shonda Rhimes, falou sobre a possibilidade de um spin-off.

“É o fim. Senti que estávamos chegando ao final porque nós contamos todas as histórias que queríamos. Contamos toda a história de Olivia Pope. Então, eu não acho que temos mais histórias, porque já contamos todas que queríamos.”

Sobre o desfecho, Rhimes disse: “A história teve uma conclusão, e os espectadores poderão imaginar o que acontecerá com alguns dos personagens.”

‘A Última Gargalhada’: Nova comédia da Netflix ganha trailer hilário; Confira!

A Netflix divulgou o trailer de sua nova comédia, ‘A Última Gargalhada‘ (The Last Laugh).

Confira:

O longa será lançado na plataforma no dia 11 de janeiro.

Agente de talentos aposentado, Al Hart se reencontra com o seu primeiro cliente, Buddy Green – um humorista que deixou o show business 50 anos atrás. Ele o convence a fugir da casa de repouso, e os dois caem na estrada para uma turnê de comédia por todo o país.

Chevy Chase, Andie MacDowell, Kate Micucci, Richard Dreyfuss e Ritchie Montgomery estrelam.

Em tom de despedida, Tom Holland fala sobre o fim do acordo entre a Sony e a Marvel

Durante a D23, o ator Tom Holland falou sobre a primeira vez sobre o fim do acordo entre a Sony Pictures e a Marvel sobre a franquia do ‘Homem Aranha‘. Visivelmente afetado, suas palavras tiveram tom de despedida.

“Tem sido uma semana doida, mas eu quero que vocês saibam que eu agradeço do fundo do meu coração e eu amo vocês 3000.”

Apesar da desavença entre os estúdios, há muitas especulações sobre um possível novo acordo, mas nada concreto foi divulgado. Será que o amigão da vizinhança retornará para o MCU?

Vale lembrar que o conflito inicial se deu após a Marvel pedir 50% do lucro dos filmes do aracnídeo e controle de outros personagens, como o Venom e a Gata Negra. Antes, o estúdio recebia apenas 5% de comissão das bilheterias.

A Sony publicou uma carta afirmando estar “desapontada” pelo fato de Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, não estar mais envolvido na produção do próximo capítulo do ‘Homem-Aranha’.

Confira:

“Muitas das notícias de hoje sobre o Homem-Aranha descaracterizaram as recentes discussões sobre o envolvimento de Kevin Feige na franquia. Nós estamos desapontados, mas respeitamos a decisão da Disney de não querer que ele continue como o produtor líder do nosso próximo live-action do Homem-Aranha. Nós esperamos que isso mude no futuro, mas entendemos que muitas das responsabilidades que a Disney o deu – incluindo todas as novas propriedades adquiridas pela Marvel – não permitem que ele tenha tempo o bastante para trabalhar em um projeto que o estúdio não detém os direitos. Kevin é incrível e somos gratos por sua ajuda e orientação e apreciamos o caminho que ele nos ajudou a traçar, no qual continuaremos”.

De qualquer forma, resta torcer para que a Sony dê continuidade as aventuras do Cabeça de Teia agora que o personagem finalmente se encontrou nas telonas.

Assista nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

‘Midsommar’: Vídeo INCRÍVEL recria final do terror no jogo ‘Animal Crossing’

Usando o popular jogo ‘Animal Crossing: New Horizons‘, um fã recriou o final do terror ‘Midsommar: O Mal Não Espera a Noite‘ e o resultado ficou INCRÍVEL.

Confira:

‘Charmed’: Trailer da 3ª temporada questiona quem irá sobreviver a nova ameaça; Confira!

A CW divulgou o novo trailer da 3ª temporada de ‘Charmed‘, que recapitula os eventos dos ciclos anteriores e questiona: “Quem irá conseguir sobreviver?”.

Confira:

A nova temporada irá estrear hoje (24), nos EUA.

No final da segunda temporada, as garotas “encantadas” e o mundo mágico se encontram em certo perigo, pois Julian afirmou à tia Vivienne que ele traria Macy (Madeleine Mantock) custe o que custar. Enquanto isso, o novo romance de Harry (Rupert Evans) e Macy está correndo risco, depois que Harry pediu a Maggie (Sarah Jeffery) para usar seu novo poder para mudar seus sentimentos por sua irmã. Com o relacionamento de Mel (Melonie Diaz) com Ruby em um impasse, será que Mel algum dia encontrará o amor verdadeiro? E a destruição da irmandade é inevitável ou as Encantadas conquistarão o Conquistador? As respostas a essas perguntas irão se desdobrar na terceira temporada e traçar uma jornada totalmente nova para essas mulheres, à medida em que Maggie busca suas ambições profissionais, enquanto Macy retorna às suas raízes científicas e o ativismo de Mel é reacendido.

Criada por Constance M. Burge, a série é um reboot do seriado clássico ‘Jovens Bruxas‘, que rendeu oito temporadas, transmitidas entre 1998 e 2006.

O elenco conta com Melonie Diaz, Madeleine Mantock, Sarah Jeffery e Rupert Evans.

Chuck Norris: A lenda, o lutador, o ator – 5 Filmaços para conhecer alguns de seus personagens

Chuck Norris! Dono de lendárias e engraçadas teorias – puxadas ao absurdo – Carlos Ray “Chuck” Norris, filho de um mecânico caminhoneiro e ex-militar da Força Aérea norte-americana, começou sua carreira nos cinemas no início da década de 1970. Contra todas as possibilidades, o icônico ator considerado imortal faleceu nessa quinta-feira, 19, aos 86 anos. Uma lenda!

Em 1958, foi enviado para a Coreia do Sul junto ao exército, lá aprendeu Tang Soo Do, arte marcial coreana criada por Hwang Kee – que envolve movimentos de auto defesa misturando noções de Caratê, Shotokan, Taekkyeon, Subak, e o Kung Fu Chinês.

 

Depois de aperfeiçoar sua técnica – e se tornar uma referência em artes marciais nos Estados Unidos -, um dia em Long Beach mudaria para sempre seu futuro: ali surgiria o lendário ator de filmes de ação da década de 1970/1980. Nesse dia, conheceu seu grande amigo Bruce Lee, que o chamou para ser o vilão do filme O Vôo do Dragão. A partir daí, protagonizou dezenas de filmes, sendo sempre lembrado por ser um imbatível combatente das forças da lei, lutando contra os mais diversos inimigos.

Para homenagear esse grande artista do universo cinematográfico, que nos deixou nesse final de março, reunimos abaixo cinco grandes filmes para você descobrir ou redescobrir esse emblemático artista.

 

Comando Delta

Nunca deixe um homem para trás. Lançado em 1986 e dirigido pelo cineasta israelense Menahem Golan, o primeiro filme da trilogia Comando Delta conta a saga de um grupo de elite do exército norte-americano, que precisa resolver uma situação complicada envolvendo questões políticas e reféns em um avião – tudo isso em questão de horas. À frente do grupo, o experiente Coronel Nick (Lee Marvin) e o Capitão Scott Mccoy (Chuck Norris), que enfrentarão esse enorme desafio que levará toda a equipe ao limite emocional.

De Chuck Norris a Sylvester Stallone: 10 filmes explosivos para fãs de ação

 

Braddock: O Super Comando

A eterna questão do nunca esquecer. Abordando o contexto complicado dos traumas da guerra e a exploração política no seu pós, o primeiro filme do personagem mais conhecido aqui no Brasil, da carreira do astro de filmes de ação Chuck Norris, Braddock: O Super Comando, reflete sobre a influência governamental em meio a batalhas e o quase esquecimento de quem compõe na linha de frente. Dos EUA ao Vietnã, uma linha extensa de caos morais e éticos são vistos nesse trabalho assinado pelo cineasta Joseph Zito.

 

Código do Silêncio

Lançado em meados da década de 1980 e dirigido pelo cineasta Andrew Davis, em Código do Silêncio, acompanhamos a saga do policial Eddie Cusack (Chuck Norris) que se vê sem saída em meio a uma guerra de gangues na cidade. O projeto custou cerca de 7 milhões de dólares e faturou quase o triplo em bilheteria, consolidando Norris como um gigantesco astro de filmes de ação.

 

McQuade, o Lobo Solitário

Em uma década onde reinavam os grandes e inesquecíveis filmes de ação do universo do cinema (a década de 1990 foi complementar a tal), chegava às telonas no ano de 1983 um dos mais impactantes filmes da carreira do lendário Chuck Norris, McQuade, o Lobo Solitário. Dirigido pelo cineasta Steve Carver, o longa-metragem nos leva aos tempos onde a violência reinava, e onde a inconsequência tinha um lugar nada procurado dentro da impiedade. Mesmo sendo propriamente dito um filme de ação cheio de cenas mirabolantes, o projeto consegue abrir boas brechas reflexivas seja para explorar o fator solidão, ou para entendermos a eterna batalha dos limites da jurisdição e a contra força entre os comandos no Texas.

 

O Vôo do Dragão

Garra de tigre, cauda de dragão, gancho, golpe forte. Ambientado em Roma no início da década de 1970, O Vôo do Dragão, penúltimo longa-metragem da carreira do astro de ação Bruce Lee, é um filme de comédia disfarçado de ação que marca a estreia de Chuck Norris nos cinemas (a primeira e única vez em que o imbatível ator de filmes de ação interpretou um vilão nos cinemas). Só em bilheteria, o filme faturou cerca de 130 milhões de dólares no mundo todo, estrondosa soma numérica para a época. O projeto tem uma cena espetacular de luta entre Lee e Norris no Coliseu, em Roma.

Crítica | ‘A Conexão Sueca’ – A incrível história de um herói improvável chega à Netflix

Apresentando mais um herói improvável do período da Segunda Guerra Mundial, o novo longa-metragem da Netflix, A Conexão Sueca, nos leva de volta ao ano de 1942, quando um funcionário subvalorizado da Ministério das relações exteriores da Suécia percebe algumas brechas na burocracia local e consegue salvar vidas de judeus durante o conflito que marcou o mundo.

Gösta Engzell (Henrik Dorsin) é um pai de família amoroso e diplomata que lidera uma equipe escanteada, recebendo ordens de um ministério importante do governo sueco. Quando as notícias dos horrores provocados pelas ações alemãs contra judeus chegam com forte certeza ao seus ouvidos, ele não hesita em agir. Buscando soluções diante da burocracia de sua nação, que mantém uma posição de neutralidade durante a guerra, Engzell encontra uma brecha nas conexões entre cidadãos suecos que precisam de ajuda, possibilitando o salvamento de milhares de pessoas durante o conflito.

Com a geopolítica de uma época marcada por tensões políticas na ponta do lápis – reproduzindo de forma precisa esse cenário histórico -, o roteiro desfila sua ironia afiada, sem deixar de meter o dedo em feridas na forma de críticas mordazes ao governo sueco da época. Em seu discurso, circula por temas importantes, como a posição controversa de neutralidade da Suécia em meio ao caos que se seguia pelo mundo por meio do terror nazista, além de histórias pessoais que se entrelaçam à situação central da trama.

A narrativa tem um ritmo acelerado, buscando dinamismo através de fatos bem documentados que expressam cada ponta de conflito emocional presente entre os personagens. Uma ótima escolha, pois mantém o público em estado de atenção permanente, chegando rapidamente em pontos de reflexões sobre tudo que é apresentado, por meio também de diálogos bem elaborados e uma conjuntura de elementos que proporcionam intensa imersão.

Escrito e dirigido pela dupla Thérèse Ahlbeck e Marcus Olsson, A Conexão Sueca nos mostra mais uma página de um período que manchou a humanidade, marcado principalmente pelo avanço de ideologias totalitárias. Um filme que aborda de forma inteligente uma situação que se expande para um enorme retrato, com críticas que permanecem contundentes.

Freddy’s Nightmares | Nostalgia! Você Sabia que Freddy Krueger já teve uma Série de TV?

Ah, os anos 80! Essa época maravilhosa do politicamente incorreto. De violência extrema banalizada para as crianças. E se hoje séries como a sul coreana Round 6 (2021) causam preocupação para os pais, basta lembrar que na década de 80 filmes de ação e terror ultra sangrentos se tornavam tão populares com os pequenos que produtos de toda espécie eram criados visando esse público. Por exemplo, Rambo – Programado para Matar (1982), baseado num livro anti-guerra do Vietnã, falava sobre um veterano traumatizado que realiza sua própria matança ao ser hostilizado pela polícia de uma cidadezinha. A continuação Rambo 2 – A Missão (1985) transformava o psicótico protagonista desequilibrado em herói de ação honrado e traído – mesmo assim sua tendência para matar fazia do longa um verdadeiro banho de sangue. O sucesso foi tanto, em especial com as crianças, que Rambo virava desenho animado, bonecos, jogos de videogame, lençóis e toda espécie de peça de marketing para os pimpolhos.

É indiscutível que nos anos 1980 a violência era vangloriada. E nesse aspecto não foram apenas os heróis de ação violentíssimos, como os interpretados por Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger, que atingiam seu auge de popularidade com o público jovem: os adolescentes e as crianças. Os vilões de filmes de terror igualmente surfavam essa onda. Não por menos os anos 80 ficaram conhecidos por abrigar um grande número de produções slasher – que se resumiam a adolescentes sendo massacrados das maneiras mais criativas possíveis. Round 6 pode até conotar uma mensagem social por trás de seus muitos corpos empilhados e litros de sangue, mas nos anos 80 a realidade era muito mais cínica.

No meio disso tudo, figuras como os assassinos monstruosos e sobrenaturais Jason Voorhees e Freddy Krueger prosperavam, se tornando reis do gênero e enchendo os bolsos de seus espertos criadores e produtores de dinheiro. O material é totalmente impróprio para os menores de idade, e recebia todo tipo de boicote, desde as mães desesperadas, cristãos e religiosos revoltados e até mesmo de críticos de cinema (como Roger Ebert e Gene Siskel) que faziam campanha ferrenha contra esse “lixo vulgar misógino” cujo objetivo era a violência descerebrada, em especial contra jovens mulheres. A campanha, é claro, saiu pela culatra garantindo mais visibilidade a estas produções malditas, dando início ao marketing do “falem mal, mas falem de mim” dos subversivos.

Robert Englund retornava para o papel de Freddy, agora nas telinhas.

Voltando para os maiores símbolos do terror da época, o assassino dos sonhos Freddy Krueger virava ícone cultural pop no fim da década de 1980, rendendo todo tipo de produto licenciado que podemos imaginar: desde álbuns de figurinhas (para as crianças, é claro), brinquedos, chicletes, pasta de dentes, ioiôs, etc.  Apesar de um início verdadeiramente assustador pelas mãos de Wes Craven em 1984, no primeiro A Hora do Pesadelo, com o passar das sequências, o vilão interpretado por Robert Englund em todos os filmes foi ganhando ares cada vez mais “infantilizados”, piadistas e brincalhões, e até mesmo sua maquiagem grotesca de queimaduras no rosto foi se tornando mais branda para uma proximidade maior com os mais novos.

Essa “Freddymania” atingiu seu ápice em 1988. Voltando um pouquinho, após sua estreia impactante em 1984 pelas mãos de Wes Craven, a continuação A Vingança de Freddy (1985) seguia por caminhos, digamos, subversivos. Acontece que os realizadores estavam focados em introduzir no filme uma mensagem subliminar gay, que na época até passou despercebida (embora seja bastante óbvia), mas hoje é assunto de qualquer resenha ou revisão do longa. Sim, A Hora do Pesadelo 2 é o filme de terror mais gay da história. Mas não foi por isso que o filme fracassou, já que como dito ninguém percebeu na época. A franquia só recuperaria seu prestígio em 1987, com o terceiro filme: Os Guerreiros dos Sonhos; que contou com envolvimento de Craven novamente.

Leia também: A Hora do Pesadelo 2 – A Vingança de Freddy | Os 35 Anos do TERROR GAY mais famoso do Cinema

Com esse rostinho lindo, Freddy Krueger se tornava querido pelas crianças dos anos 80.

No ano seguinte, em 1988, com o quarto filme, O Mestre dos Sonhos, foi quando a franquia atingiria seu auge. Nas mãos do diretor Renny Harlin, Freddy Krueger e A Hora do Pesadelo arrecadavam para a New Line Cinema sua maior bilheteria, fazendo da marca um produto extremamente popular e rentável. Como dito, foi neste período que tudo envolvendo o psicopata de rosto desfigurado com garras afiadas se tornava vendável. E os donos da marca não perdiam a oportunidade de capitalizar em cima. Coincidindo com a estreia do citado A Hora do Pesadelo 4: O Mestre dos Sonhos, lançado nos cinemas em 19 de agosto de 1988, Freddy Krueger ganhava seu próprio programa de TV intitulado Freddy’s Nightmares (“Os Pesadelos de Freddy”) – no Brasil conhecido como A Hora do Pesadelo O Terror de Freddy Krueger. A estreia ocorria menos de dois meses depois do longa nos cinemas, em 9 de outubro de 1988 – bem a tempo para o dia das bruxas daquele ano. Ou seja, enquanto o filme ainda corria nas telonas, os fãs podiam aproveitar igualmente o psicopata nas telinhas.

Com produção da mesma New Line Cinema dos filmes, com o empresário Robert Shaye à frente, o programa foi criado por Jeff Freilich, produtor por trás de seriados como o clássico O Incrível Hulk (da década de 1970) e o recente Grace e Frankie (com Jane Fonda e Lily Tomlin). A ideia era por uma série de antologia, seguindo a fórmula da icônica Além da Imaginação (Twilight Zone, 1959). A cada episódio, Freddy serviria de apresentador, introduzindo as histórias e fazendo comentários sobre elas nas interseções. Essas histórias, a cada episódio, não teriam ligações entre si, ou qualquer conexão com os filmes do cinema. A estrutura era a de episódios de uma hora de duração (contando com os intervalos), nos quais a segunda meia hora era voltada para uma segunda parte diferente da primeira, porém, que completava tal história de alguma forma.

O cartaz da obscura e cult série de Freddy Krueger, lançada no final dos anos 80.

Para o programa dar certo era necessária uma única ligação com a franquia no cinema: o homem em si, Freddy Krueger. Assim, Robert Englund, o ator por trás da maquiagem, esteve a bordo para esta investida igualmente. Só funcionaria com ele. Além de protagonizar o seriado, Englund teve a oportunidade de dirigir dois episódios. Freddy servia de apresentador, mas também participava efetivamente de alguns dos episódios, sendo incluído como o vilão que todos amam em algumas das histórias. Nos outros, na maioria das vezes sua presença pode ser sentida, como se manipulasse os acontecimentos sobrenaturais que fazem a trama girar, mesmo sem aparecer fisicamente.

Em especial, o episódio piloto intitulado “No More Mr. Nice Guy” (Chega de ser Bonzinho) apresenta de forma inédita até então a origem do psicopata dos sonhos. Nesse episódio é apresentado o julgamento de Freddy Krueger ainda em vida, acusado de assassinar crianças e adolescentes da cidade. Por uma tecnicalidade (o policial não o prendeu de forma legal), o bandido termina solto. E assim, os pais das crianças mortas, sabendo da culpa do criminoso, acobertados pelo mesmo policial, fazem justiça com as próprias mãos e matam Freddy queimado, dando início ao seu reinado de horror sobrenatural nos sonhos (ou pesadelos). Apesar de ser a primeira vez que tais fatos são realmente mostrados em tela – essa narrativa possui algumas diferenças em relação ao que havia sido mencionado anteriormente, como no filme original, o que terminou por retirar a série da cronologia canônica da franquia.

Ícone da cultura pop para a criançada: Freddy Krueger se divertia também nas telinhas.

Na época, o potencial de se ter uma série de Freddy Krueger atraiu atenção de diretores especialistas no gênero. Assim, por exemplo, o episódio piloto era dirigido por ninguém menos que Tobe Hooper (O Massacre da Serra Elétrica e Poltergeist). Fora Hooper e Englund, outros episódios tiveram gente tarimbada no comando, como Tom McLoughlin (Sexta-Feira 13 – Parte 6: Jason Vive), Mick Garris (Criaturas 2 e Sonâmbulos), John Lafia (co-criador de Brinquedo Assassino) e Tom DeSimone (Noite Infernal).

Fora isso, inúmeros jovens atores que tentavam a sorte em início de carreira estiveram no elenco do programa, anos mais tarde muitos se tornaram nomes de peso na indústria. E até mesmo veteranos. Gente como Brad Pitt, Lori Petty, Mariska Hargitay, George Lazenby, Kyle Chandler, Dick Miller, John Cameron Mitchell, Jeffrey Combs e Charles Cyphers.

O astro Brad Pitt participou do episódio “Black Tickets” na série de Freddy em seu início de carreira.

Freddy’s Nightmares contou com (apenas) duas temporadas de 22 episódios cada, e chegava ao fim de sua exibição no dia 11 de março de 1990. Enquanto esteve no ar, o quinto filme da franquia estreava nas telonas em 1989, e o sexto chegaria logo no ano seguinte do cancelamento, em 1991.

No Brasil, os que cresceram na época certamente lembram com muita nostalgia da exibição do programa nas noites do SBT, onde assombrou muitas crianças curiosas – como este amigo que vos fala. No fim das contas dois fatores foram determinantes para a “curta” estadia do querido vilão nas telinhas. O primeiro foi o orçamento abaixo do esperado. É notório o fato que pouquíssima grana foi empregada na produção e basta uma segunda olhada hoje para notar o quão barata a série parece. O segundo elemento foi o horário de exibição onde o programa era finalmente jogado. Com uma temática imprópria como esta, esperava-se uma exibição noturna. Mas a rede de TV o exibiu nos EUA entre cinco e seis da tarde, fazendo o seriado sofrer boicote logo de cara dos pais preocupados.

Freddy Krueger anda sumido do meio pop há mais de uma década. Depois deste programa, o personagem voltaria nas telonas nas formas de Robert Englund por mais quatro vezes: nos filmes A Hora do Pesadelo 5: O Maior Horror de Freddy (1989), A Hora do Pesadelo 6: A Morte de Freddy (1991), O Novo Pesadelo: O Retorno de Freddy Krueger (1994) e Freddy vs Jason (2003). Depois disso, o personagem foi reimaginado na refilmagem A Hora do Pesadelo (2010), nas formas de Jackie Earle Haley. Em 2018, Englund topou a brincadeira e voltou ao papel de Freddy numa participação especial na série cômica Os Goldbergs, no episódio “Mister Knifey-Hands”.

Com o sucesso de séries de terror atuais e retornos de marcas famosas como Chucky e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado em programas badalados do streaming, está mais do que na hora do maior de todos os vilões de terror ensaiar um retorno; seja nas telonas ou nas telinhas.

‘What Keeps You Alive’: Tensão no novo clipe poderia ser cortada com uma faca

O novo clipe do suspense ‘What Keeps You Alive‘ traz uma história intrigante, criando uma tensão que poderia ser cortada com uma faca…

Assista:

O filme é dirigido por Colin Minihan (‘Fenômenos Paranormais‘, ‘Is Stains the Sands Red‘).

Hannah Emily Anderson e Brittany Allen, ambas apareceram em ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘, estrelam como um casal lésbico, onde elas são colocadas uma contra a outra em seu aniversário de um ano.