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‘The Last Dance’: Série documental sobre Michael Jordan tem estreia antecipada na Netflix

A série documental sobre o Michael Jordan, intitulada ‘The Last Dance‘, teve sua estreia antecipada no canal ESPN. A decisão foi feita em virtude da pandemia do coronavírus, que resultou na interrupção do campeonatos esportivos ao redor do mundo.

Agora, a nova minissérie terá sua estreia no dia 19 de abril, ao invés do dia 02 de junho, exibindo os dois primeiros episódios de uma vez só.

Nas semanas seguintes serão exibidos os demais capítulos, de dois em dois, até o dia 17 de maio.

The Last Dance‘ teve seus direitos de distribuição internacional adquiridos pela Netflix e seus dois primeiros episódios estreiam no streaming no dia 20 de abril, com os demais capítulos chegando semanalmente, também de dois em dois.

Confira o trailer da série documental:

The Last Dance‘ traz entrevistas e imagens inéditas da temporada 97-98 de Jordan pelo Chicago Bulls, mostrando a trajetória de sucesso do time em direção ao título de campeão da NBA, além de acompanhar a carreira do jogador até sua aposentadoria.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Nova e EXPLOSIVA PROMO anuncia a estreia da série; Assista!

A série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ já está disponível na plataforma de streaming Disney+ e para celebrar a chegada da produção, a Marvel Studios compartilhou uma explosiva e intensa promo na noite da última quinta-feira (18).

Repleta de cenas de ação, o teaser ainda traz várias tomadas inéditas e destacam uma nova personagem, que é resgatada por Bucky em uma alucinante cena em um caminhão em movimento.

Assista:

Os episódios serão lançados semanalmente no Disney+.

Confira o trailer:

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

Crítica | A Babá: Terror psicológico com Michelle Monaghan estreia no Amazon Prime Video

Em uma América permeada por imigrantes dos mais diversos, A Babá (Nanny) chega no catálogo do Amazon Prime Video como um terror psicológico que nos instiga a confrontar o famoso e tão desejado “sonho americano”.

Na estreia diretorial de Nikyatu Jusu, Aisha (Anna Diop) é uma senegalesa ilegal nos Estados Unidos, que almeja a estabilidade e a liberdade financeira para si própria e para o seu filho, que em breve se reencontrará com ela. Em meio a conflitos internos de uma maternidade imperfeita e a necessidade de garantir o mínimo trabalhando como babá, ela se vê presa dentro da falsa realidade plástica da alta sociedade, onde nem o luxo de um apartamento de alto padrão e nem a suposta família perfeita são capazes de impedir a aparição de rachaduras profundas.

Com seu filho em seu país de origem, sob os cuidados de terceiros, Aisha vive os dilemas da maternidade à distância por consequência da miséria. As pressões naturais desta cisão são a força motriz do suspense de terror, que se desenvolve a partir de uma série de alucinações macabras que invadem o sossego da protagonista, no instante em que ela começa a trabalhar como babá para uma família rica. E conforme absorvemos a dinâmica familiar entre os personagens, gradativamente percebemos que os delírios dessa mãe trabalhadora menos têm a ver com a fragilidade de seus patrões e mais com os seus próprios conflitos internos e claro, com a clássica intuição materna.

E entre os pavores que toda mãe já sentiu nessa vida e um casal rico que negligencia até mesmo o sustento mínimo de sua filha, contemplamos um terror psicológico sinestésico, que se entrega nos braços da audiência a partir da poderosa performance da atriz Anna Diop.

Com Michelle Monaghan no papel coadjuvante, A Babá faz um contraste entre os ideais da família americana e a genuína realidade de uma imigrante de origem africana, que não apenas foge da fome, como foge também da corrupção que tem dilacerado seu povo. E a cineasta Nikyatu Jusu faz de seu longa de estreia algo completamente cheio de identidade, que se revela em uma montagem brilhante e bem executada, que só agrega à tensão da trama.

Fazendo um jogo entre luzes avermelhadas, esverdeadas e as sombras, Jusu sabe construir uma atmosfera densa e nebulosa e explora a atuação de Diop com perspicácia, sempre nos levando para o extremo da tensão. Apresentando um plot twist avassalador, A Babá consome a audiência na mesma medida em que o faz com seus personagens, preparando um terreno fértil para um desfecho genuinamente poderoso e acalentador. Com apenas 1h37 de filme, a cineasta faz de seu conto uma experiência inesgotável, que nos deixa marinando em seus desdobramentos por dias a fio. Reflexivo e impactante, A Babá é um intenso choque de valores, culturas, percepções e de modelos de maternidade nos tempos contemporâneos.

 

10 Filmes com personagens RABUGENTOS

A palavra rabugento é ligada ao mau humor, implicância. Quem tem essas características, geralmente, são pessoas infelizes de alguma forma, que se queixam de tudo e esquecem de buscar soluções junto ao próximo para uma possível harmonia. Pra quem é assim, conflito é um sinônimo de cotidiano! O mundo do cinema já nos mostrou diversos personagens com vários níveis de rabugentice. Abaixo, pra quem sabe você indicar para aquele seu amigo que é bem assim, separamos uma lista com 10 filmes com personagens rabugentos:

 

Um Homem Chamado Ove

Baseado no livro A Man Called Ove, de Fredrik Backman, Um Homem Chamado Ove conta a história de um senhor já na terceira idade chamado Ove (Rolf Lassgård, que fez o excelente Depois do Casamento de Susanne Bier) que vive seu cotidiano isolado de todos e vivendo em um conjunto habitacional que ele mesmo ajudou a fundar. Já sem muitas alegrias, principalmente pelo abalo que o falecimento da esposa causou em sua vida, tenta a todo instante cometer o suicídio e sempre algo acontece na hora do ato final. A vida desse personagem, completamente rabugento, começa a mudar um pouquinho com a chegada de seus novos vizinhos e Ove começa a repensar melhor sobre o simples ato de viver.

 

O Cidadão Ilustre

Na trama, conhecemos o recluso e porque não dizer rabugento escritor argentino Daniel Mantovani (Oscar Martínez), um senhor de idade que mora a cerca de 40 anos na Europa e ganhou recentemente o grande prêmio Nobel de Literatura. Certo dia, recebe um convite da prefeitura de sua cidade natal, Salas, na Argentina, para ser homenageado. Depois de muito pensar, acaba aceitando o convite e embarca em uma jornada alucinante onde colocará em prova tudo o que representa para os habitantes do local e alguns velhos conhecidos.

 

Um Lindo Dia na Vizinhança

Na trama, conhecemos um rabugento jornalista Lloyd Vogel (Matthew Rhys, do ótimo seriado The Americans) que após uma ordem de sua chefe, precisa fazer um texto de 400 palavras sobre o famoso apresentador de público infantil, Fred Rogers (Tom Hanks). Conforme vai conhecendo mais a fundo seu entrevistado, o protagonista começa a passar por mudanças profundas na sua forma de pensar e expressar seus sentimentos, principalmente com o recém aparecido pai.

 

Bænken

Na trama, conhecemos Kaj (Jesper Christensen), um rabugento alcóolatra na fase final de sua vida que vive gastando seu dinheiro de trabalho com cerveja. Sem ter mais ambições na vida e tratando mal a todos ao seu redor, acaba sendo surpreendido pela chegada de Liv (Stine Holm Joensen) e Jonas, mãe e filho que buscam abrigo no condomínio de apartamentos onde Kaj mora, mas especificamente no apartamento de um frustrado e lunático escritor. Um curto tempo depois, Kaj descobre que Liv é sua filha que não via a quase duas décadas e assim embarca em uma tentativa de jornada de redenção, principalmente, protegendo sua filha e neto do ex-companheiro de Liv e pai de Jonas, um homem ciumento e violento.

 

Meu Verão na Provença

Na trama, conhecemos três irmãos de personalidades diferentes, entre eles um jovenzinho com deficiência auditiva, que partem, forçadamente, de férias para a bela cidade de Florença, na Itália, logo depois de um abalo na estrutura familiar que estavam acostumados. Meio sem saber o que será do destino deles, chegam à casa de Paul (Jean Reno) e Irene (Anna Galiena), seus avós que não viam a muito tempo. Por conta de brigas familiares, não conheciam direito seu avô, um idoso rabugento que vai aprender com a juventude a sorrir novamente.

 

Um Santo Vizinho

Na trama, conhecemos o peculiar ranzinza Vincent (Bill Murray), um homem que leva uma vida sem sentido. Vincent é um homem ex-herói de guerra norte-americano que vive sozinho com seu gato persa passando o dia bebendo e apostando em corridas de cavalo. Dançando bêbado em frente à jukebox, discutindo arduamente com o gerente do banco, maltratando a muitas pessoas gratuitamente, Vincent parece não ter mais solução. Certo dia, novos vizinhos chegam para morar ao lado dele e assim conhece o jovem Oliver com quem logo faz uma grande amizade.

 

Notas de Rodapé

Logo nos primeiros minutos já somos apresentados ao rabugento Eliezer Shkolnik e seu incômodo de estar em uma certa solenidade. Seu filho conseguiu se desenvolver muito melhor e sua profissão, recebendo vários prêmios e honrarias que jamais preencheram as mãos do velho Eliezer. O Organizado pesquisador (sempre próximo de seu protetor de ouvido amarelo), caminha a quarenta anos à pé, sempre fazendo o mesmo trajeto de sua casa à biblioteca nacional. Entre alguns fatos curiosos sobre sua vida, se recusou a cancelar sua matéria na faculdade mesmo tendo apenas um aluno matriculado. A única felicidade que percebemos foi a de ter recebido, anos atrás, uma menção em uma roda de rodapé no livro de um autor famoso. Tem um relacionamento conturbado com seu único filho, sente inveja das conquistas do mesmo. Certo dia, o telefone toca e o velho pesquisador recebe a notícia que tanto queria: irá receber o prêmio máximo de pesquisa em seu país. Porém, por conta de um erro, a história se modifica levando a todos os personagens aos limites de suas paciências.

 

Vulcão

Na trama, conhecemos Hannes (Theodór Júlíusson) um rabugento fumante de idade avançada que leva a vida de maneira triste e sem novos grandes objetivos. Faz questão de ser a pessoa mais inconveniente dos lugares onde passa, sendo assim, visto por todos como um infeliz que não gosta de ninguém. Certo dia, após retornar de uma falha tentativa de suicídio, uma certa conversa que escuta desperta nele um sentimento de mudanças.

 

O Caminho

Na trama, um pai que possui uma relação conturbada com o filho (após o falecimento da esposa) tem que encontrar forças para superar a perda do mesmo, que fazia o tão conhecido Caminho de Santiago. Então, levando apenas a mochila que pertencia a seu filho e sem nenhuma preparação, embarca em uma viagem para completar o tão longo caminho. Ele não sabia, mas a viagem mudará para sempre sua maneira de ver o mundo. O californiano Tom é um oftamologista um pouco rabugento que aos poucos vai entendendo melhor seu filho através dessa jornada.

 

Atrás da Porta

Na trama, somos guiados até a Hungria, mais precisamente, em Budapeste na metade do século 20 onde um casal está à procura de uma empregada para que uma das partes tenha mais tempo para terminar seu novo livro. Eles encontram Emerenc, uma velha senhora rabugenta que no fundo esconde uma sutileza de uma mulher madura, o carinho de uma amiga e o coração de uma mãe.

Crítica | November Man: Um Espião Nunca Morre

Meu nome é Brosnan, Pierce Brosnan

Baseado no livro There Are No Spies, do americano Bill Granger, November Man: Um Espião Nunca Morre é o novo thriller de ação dirigido pelo eficiente e diversificado Roger Donaldson. O cineasta australiano tem na carreira de tudo um pouco. Desde ficção científica/terror (A Experiência), filme catástrofe (O Inferno de Dante), obras políticas (Treze Dias que Abalaram o Mundo), e dramas pessoais (Desafiando os Limites). Aqui, Donaldson volta a se aventurar pelo cinema de espionagem, após Sem Saída (1987) e O Novato (2003), recobrando a parceria com Pierce Brosnan, do filme de vulcão citado.

Apesar dos fatores apresentados, o chamariz aqui é realmente a presença do classudo Brosnan voltando a interpretar um agente secreto 12 anos após abandonar sua permissão para matar em nome da Rainha, como James Bond, um dos personagens mais icônicos da sétima arte. Apesar de não ser o preferido da maioria na pele de 007, Brosnan personificou o espião para toda uma geração, como a minha, que puderam conferir os filmes da série no cinema por volta da década de 1990.

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As coincidências com o universo criado pelo romancista Ian Fleming não param por aí, pelo menos na versão desta história nas telas. November Man conta ainda com a presença de uma verdadeira bondgirl. A ucraniana Olga Kurylenko foi a protagonista feminina de Quantum of Solace (2008), já na era Craig. Apesar das interessantes curiosidades, o resultado final da obra é um tanto quanto morno. O filme reprisa o básico do gênero e soa mais como alguma continuação de Busca Implacável (2008), do que de fato com as superproduções do maior espião do cinema.

November Man não consegue exibir um entretenimento divertido, no qual a ação é o que mais conta, ao mesmo tempo em que não é sério o suficiente para ser completamente respeitado. Brosnan é o que salva aqui, com mais charme e elegância em sua performance aos 61 anos do que a maioria dos pseudo astros da atualidade. Infelizmente não é o bastante para recomendar o filme, já que todo o resto não o acompanha.

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No roteiro adaptado por Karl Gajdusek, da “obra-prima” Reféns (2011), e Michael Finch, da “obra-prima” Predadores (2010), Peter Devereaux (Brosnan) é um superagente da CIA. Uma de suas incumbências é apadrinhar e ensinar o jovem David Mason. Anos mais tarde, com o protagonista já devidamente aposentado, mestre e pupilo voltam a se encontrar, dessa vez como rivais, quando o personagem de Brosnan é tragado de volta ao jogo devido a uma situação pessoal.

November Man é rotineiro. Não cria situações de brilho para deslanchar. Além disso, conta com “âncoras” o puxando para trás. A primeira atende pelo nome de Luke Bracey, o intérprete do jovem espião Mason. Talvez de importância para a trama equivalente ao personagem de Brosnan, Mason deveria refletir a humanidade de Devereaux, ou a falta dela, num verdadeiro jogo de bate e volta. Infelizmente seu protagonista não consegue manter o nível ao dividir momentos com o veterano ator irlandês. Já Kurylenko, sofre com uma personagem estereotipada, que repete Camille, a mocinha atrás de vingança (um dos clichês mais básicos em filmes assim) do citado filme de 007.

‘Top Gun – Maverick’ é o 1º! As 10 MAIORES BILHETERIAS de 2022 até agora…

Embora não pareça para muitos, mas tudo mudou após a pandemia. É verdade que as coisas caminham intensamente para voltarem ao normal (ou o antigo normal) de novo.

Diversos setores profissionais sentiram o baque nestes dois anos em que o mundo parou. Um dos mais afetados sem sombra de dúvidas foi o cinema. Bem, a pandemia também viu o mercado dos streamings ferver e fazer a indústria do audiovisual continuar ativa – se portando muito como a salvação da lavoura. Por outro lado, o mercado exibidor de grandes e pequenas redes de salas de cinema sofreram um grande dano. Mesmo as salas voltando a encher cada vez mais, o que temos hoje ainda não se compara ao que tínhamos antes em relação ao público. Muitos fecharam as portas, outros sobrevivem com a ajuda de aparelhos. A prova disso é a arrecadação nas bilheterias.

Antes da pandemia, grandes lançamentos ultrapassavam facilmente a marca de US$500 milhões mundiais, e muitos filmes medianos não faziam esforço para render acima de US$100 milhões mundiais. Hoje, são os grandes que se esforçam para chegar aos três dígitos de milhões no mundo. Muitos estúdios ainda apostam no lançamento simultâneo de filmes em cinema e streaming. Desde o início da pandemia, após o desastroso ano de 2020, algumas superproduções começaram a arrebanhar novamente os espectadores de volta aos templos – as salas de cinema. Ano passado foi Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. E este ano o sucesso estrondoso ficou por conta de Top Gun: Maverick.

2022 já chegou em Outubro com algumas produções que sacudiram as bilheterias provando que a tendência é, finalmente, as coisas voltarem aos eixos de novo. Desta forma, resolvemos reunir para você num top 10, os filmes mais rentáveis deste ano – até agora – pelo mundo. Confira abaixo.

10 | Uncharted – Fora do Mapa

Mundialmente: US$ 401 milhões
Nos EUA:
US$ 148 milhões

No marketing e na publicidade existe o termo “venda casada”, que se refere à venda de um produto, digamos, menor junto com o produto que de fatos todos irão querer. Não dá para não pensar que foi exatamente esta a abordagem da Sony na hora de colocar nos cinemas este Uncharted, protagonizado pelo astro do momento Tom Holland, aproveitando o rastro absurdo de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – o produto do mesmo estúdio mais vendido no ano passado. Com uma diferença pequena de tempo entre os filmes, esta aventura a la Indiana Jones, que na verdade é baseada num game extremamente popular, surfou a onda do sucesso. O filme era anunciado há certo tempo e não decepcionou. Uncharted chega em oitavo lugar com um pouco mais de US$401 milhões mundiais.

09 | Sonic 2

Mundialmente: US$ 401 milhões
Nos EUA:
US$ 190 milhões

Mais um produto mirado para a garotada. Ninguém poderia dizer que o primeiro Sonic viveria para se tornar um dos maiores sucessos de 2020, numa era pré-pandemia. Na verdade, muito pelo contrário, já que o primeiro trailer divulgado sofreu um terrível backlash com o visual do ouriço azul. Satirizado recentemente pela Disney no novo filme do Tico e Teco (2022). Os realizadores deram ouvidos aos fãs, correram atrás do prejuízo em tempo recorde e modificaram a aparência do bichinho como todos queriam. Plástica virtual feita, o público não teve do que reclamar, e abraçou por completo o filme infantil inofensivo. Provando que conseguiu capturar novamente o raio na garrafa, a Paramount viu o segundo filme de seu mascote veloz emplacar novamente no gosto do grande público – dessa vez com os reforços da raposinha de duas caudas Tails e a equidna vermelha encrenqueira Knuckles. Será este um novo despertar dos filmes baseados em games? Se depender das bilheterias deste primeiro semestre, sim. Sonic 2 soma quase US$402 milhões mundiais.

08 | Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore

Mundialmente: US$ 405 milhões
Nos EUA:
US$ 95 milhões

Sangue de Harry Potter tem poder! Mesmo com todas as tretas envolvendo o ator Johnny Depp e a escritora JK Rowling, a franquia do bruxinho mais famoso da sétima arte segue prosperando graças ao eco da franquia original. Fenômeno absoluto, Harry Potter se mostra incapaz de ser manchado ou desabado nem mesmo pelos boicotes de sua criadora, ou polêmicas envolvendo o elenco dos filmes. É indiscutível também que a franquia derivada Animais Fantásticos não possui a mesma ressonância. No entanto, ainda segue despertando o interesse dos fãs. Aqui, um desejo antigo dos detratores finalmente foi atendido: a substituição do astro Johnny Depp (o grande vilão desta franquia, presente nos dois primeiros filmes) por outro ator (no caso, o grande Mads Mikkelsen). Seja como for, apesar de algumas águas turbulentas em seu caminho, a Warner conseguiu arrecadar mais de US$405 milhões com seu terceiro Animais Fantásticos.

07 | Water Gate Bridge

Mundialmente: US$ 626,5 milhões
Nos EUA: US$ 117 mil

Aqui temos também a primeira produção asiática da lista – leia mais sobre isso no item bônus ao final da lista. Esta produção chinesa se trata da continuação de The Battle at Lake Changjin, de 2021, por si só um blockbuster asiático elencado entre as maiores bilheterias do ano passado no mundo. Os realizadores não perderam tempo e preparam rapidamente uma sequência deste drama histórico e patriótico que enaltece e homenageia os soldados chineses CPV (Chinese People’s Volunteers), os soldados voluntários, durante a Guerra da Coreia. A missão destes homens agora é focada em uma ponte, que é rota crucial da retirada norte-americana. A superprodução chinesa arrecadou mais de US$626 milhões – tudo em seu próprio solo, já que estas produções não são tão exportadas para o mundo quanto as americanas. Ter um dos países mais populosos do mundo certamente ajuda nestas horas.

 

06 | Thor: Amor e Trovão

Mundialmente: US$ 760 milhões
Nos EUA: US$ 343 milhões

Thor: Amor e Trovão conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais, um grande feito visto que dividiu o público e a crítica. O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. O filme se tornou o segundo maior da franquia, na frente de Thor: O Mundo Sombrio (US$ 644 milhões) e atrás de Thor: Ragnarok (US$ 853 milhões).

05 | The Batman

Mundialmente: US$ 770 milhões
Nos EUA: US$ 369 milhões

Durante um bom tempo, no início de 2022, Batman foi o filme mais rentável do ano. Mas é difícil dizer que o jogo das bilheterias está ganho em março de qualquer ano. Assim, por melhor e mais elogiado que o novo filme do Homem-Morcego tenha sido, ele ainda enfrentará concorrência pesada nos próximos seis meses, e sua verdadeira luta será para se manter entre os 10 mais rentáveis de 2022. Nos três meses que seguiram de sua estreia, o blockbuster perdeu três posições, recaindo em quarto no ranking, com sua impressionante bilheteira de mais de US$770 milhões mundiais – dando outro salto em relação ao quinto lugar. Muitos estavam curiosos para saber como o jovem Robert Pattinson iria se comportar no papel e qual o teor do filme que Matt Reeves iria entregar. É seguro dizer que agradou gregos e troianos, com sua atmosfera de thriller arrepiante, quase chegando próximo a um filme de terror. Com a continuação já confirmada, só resta esperar que a nova saga do herói da DC repita o feito da trilogia anterior (de Christopher Nolan), na qual o segundo capítulo superou e muito (com praticamente o dobro) a bilheteria do primeiro filme.

04 | Minions 2: A Origem de Gru

Mundialmente: US$ 932 milhões
Nos EUA: US$ 368 milhões

O segundo filme das criaturinhas amarelas que adoram bananas fez sua estreia nos EUA, Brasil e em grande parte do mundo sem muito alarde, mas liderou as bilheterias por semanas. Para se ter uma ideia, aqui no Brasil o filme figurou por mais de um mês na primeira posição entre os filmes mais assistidos.  A animação mostra como os Minions conheceram seu mestre Gru.

03 | Doutor Estranho no Multiverso da Loucura

Mundialmente: US$ 955 milhões
Nos EUA: US$ 411 milhões

O primeiro blockbuster a ultrapassar a bilheteria de Batman, foi o segundo filme do personagem da rival Marvel. O Doutor Estranho não é um herói tão popular assim, ainda mais se compararmos a um dos mais icônicos de todos como o Homem Morcego – podemos inclusive dizer que o mago supremo vivido por Benedict Cumberbatch pertence (ou pertencia) ao time B da casa de ideias. O que é popular, no entanto, é a máquina de fazer dinheiro chamada Marvel – que consegue transformar qualquer personagem secundário (com a ajuda de um investimento de centenas de milhões de dólares) na nova estrela do momento. Foi assim com os Guardiões da Galáxia, com o Homem-Formiga, o Pantera Negra, a Capitã Marvel e mais recentemente com Shang-Chi e os Eternos. E assim foi com Doutor Estranho também. Esse segundo filme sacudiu ainda mais as coisas. O motivo foi a promessa de um multiverso interligado, tendo iniciado nos cinemas com o fenômeno de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. Os fãs ficaram simplesmente extasiados com as possibilidades de um filme criados nestes moldes, e correram em massa para os cinemas, fazendo Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, que estreou no início de maio, chegar perto de US$1 bilhão em bilheteria (com mais de US$955 milhões em caixa).

02 | Jurassic World – Domínio

Mundialmente: US$ 1,001 bilhão
Nos EUA: US$ 376 milhões

Como dito, desde que estreou no início de março deste ano, o novo blockbuster do Homem-Morcego parecia destinado a ser o filme do ano, dominando as bilheterias e com o potencial de bater a marca do bilhão. Bem, o longa chegou perto, mas por ser uma obra mais visceral e voltava para um clima de suspense e censura mais alta do que de costume, terminou afastando os adolescentes e as crianças. O reinado do herói da DC/Warner e da Marvel até durou um pouco e os filmes ainda surgem como os grandes preferidos de boa parte do público este ano. Mas aí foram surgindo outras grandes produções que aos poucos foram galgando nas bilheterias e ultrapassando a rentabilidade do morcego e do Magro Supremo. E o que pode ser maior do que um morcego e um feiticeiro, você pergunta? Que tal dinossauros? O terceiro Jurassic World (e sexto Jurassic Park) mistura a franquia original com o derivado e traz de volta os protagonistas do filme lá de 1993. Domínio ultrapassou com gosto a bilheteria de Batman e Doutor Estranho 2, com mais de US$990,8 milhões mundiais para a Universal – e aumentando.

E a maior bilheteria de 2022 é…

01 | Top Gun: Maverick

Mundialmente: US$ 1,484 bilhão
Nos EUA: US$ 716 milhões

No início de maio, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura estreou e destronou Batman como a maior bilheteria de 2022. O fato mostra que por maior que seja o personagem da DC/Warner fica muito difícil de competir com a fórmula que a Marvel criou para suas superproduções. E assim, o segundo Doutor Estranho parecia querer ficar estacionado na primeira posição, correndo rapidamente até quase atingir a marca do bilhão, mas parando antes de cruzar a linha de chegada. Seja como for, o fato não deixa de ser impressionante. Mas o que talvez ninguém contasse era que um blockbuster à moda antiga fosse chegar sorrateiramente, contando com a presença de um astro no topo de seu estrelato há 35 anos, para surrupiar a liderança da toda poderosa Marvel.

Top Gun: Maverick, continuação de um dos primeiros blockbusters da história, Top Gun: Ases Indomáveis (1986), foi um dos filmes mais adiados dos últimos anos. E muitos já o davam como filme problemático e possível fracasso – o histórico quase nunca é positivo para produções constantemente adiadas. Mas não é que quando finalmente pôde ser mostrado ao mundo, o filme recebeu elogios da maioria esmagadora dos críticos, foi aplaudido de pé por 5 minutos no Festival de Cannes e de pouco em pouco se tornou o primeiro filme a ultrapassar a barreira de US$1 bilhão em 2022. Na verdade, Maverick já soma mais de US$1.42 bilhão ao redor do mundo – se concretizando com a maior bilheteria da primeira metade de 2022.

Bônus: Too Cool to Kill

A hegemonia de Hollywood emplacando entre as maiores bilheterias mundiais já foi “atualizada” há quase 10 anos. Primeiro, os grandes estúdios americanos perceberam a potência que os países asiáticos tinham no consumo de suas produções, assim incluíam cenas a mais só para eles – como Homem de Ferro 3 (2013) fez, por exemplo. A partir de 2015 a coisa mudou de figura realmente, com produções asiáticas – em especial superproduções chinesas – emplacando entre as maiores bilheterias no mundo, e desbancando os blockbusters hollywoodianos. A situação atingiu seu epicentro em 2020 – quando cinco filmes chineses estiveram ranqueados entre os mais rentáveis daquele ano. Levando em conta que eles não exportam seus produtos com a mesma facilidade dos americanos. Essa tendência segue ocorrendo e esta produção chinesa esteve ranqueada em décima posição até recentemente. Too Cool to Kill é uma comédia de farsa, onde uma atriz envolvida num esquema com criminosos, escala um atrapalhado aspirante a ator para a “fachada” de seu filme. O sujeito, no entanto, colocará tudo a perder. A produção chinesa arrecadou mais de US$217 milhões mundiais.

‘Rim of the World’: Netflix lançará filme de invasão alienígena, com o diretor de ‘A Babá’

Segundo o Deadline, o diretor McG (‘A Babá‘) juntará forças com a Netflix novamente. Ele irá comandar ‘Rim of the World‘, um filme de invasão alienígena.

Com roteiro de Zack Stentz, “A história segue quatro adolescentes desajustados que se tornam aliados improváveis ​​quando sua experiência no acampamento de verão é interrompida por uma invasão alienígena. Neste épico filme de aventura, os jovens devem superar seus medos, enfrentar inseguranças e aprender a trabalhar em equipe enquanto tentam salvar o mundo.”

O elenco inclui Jack GoreMiya CechBenjamin Flores Jr.King BachLynn CollinsAnnabeth Gish, Michael BeachAlessio Scalzotto, Tony CavaleroRudy MancusoCarl McDowell, Chris Wylde, David TheunePunam Patel Jason Rogel.

‘The Umbrella Academy’: Série de super-heróis da Netflix ganha novo trailer; Assista!

A Netflix divulgou o novo trailer da série ‘The Umbrella Academy‘.

Confira:

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Ellen Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.

A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 15 de Fevereiro.

‘The Batman’: Jason Momoa parabeniza Zoe Kravitz pelo papel da Mulher-Gato

Através de seu Instagram, o ator Jason Momoa parabenizou a atriz Zoe Kravitz por ter conseguido o papel da Mulher-Gato no filme ‘The Batman‘.

“Estou muito orgulhoso de você, Zozo. Você é família dentro e fora das câmeras. Minha irmã vai ser a Mulher-Gato. É inacreditável. Você vai se divertir muito,” escreveu o ator.

Segundo o The Wrap, Zoe Kravitz concorria com Lupita Nyong’o, Tessa Thompson, Gugu Mbatha-Raw, Alexandra Shipp e Logan Browning.

Vale lembrar que Jeffrey Wright e Jonah Hill estão em negociações para participar do filme.

Robert Pattinson estrelará como Bruce Wayne na próxima versão de Batman.

The Batman’ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

‘Lovecraft Country’: Série de terror ganha cartaz e data de estreia

HBO divulgou o primeiro cartaz de ‘Lovecraft Country’, minissérie produzida por J.J. AbramsJordan Peele.

Além disso, foi confirmado que a produção irá estrear no dia 16 de agosto.

Confira o cartaz:

Baseada no livro homônimo de Matt Ruff, a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George. Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.

O elenco inclui Courtney B. Vance, Michael Kenneth WilliamsJurnee Smollett-Bell, Elizabeth Debicki, Aunjanune Ellis, Wunmi Mosaku e Jonathan Majors.

Diretor de ‘Venom 2’ irá produzir adaptação do livro de terror elogiado pelo Stephen King

De acordo com o Deadline, Andy Serkis, que dirigirá o aguardado ‘Venom: Tempo de Carnificina‘, irá produzir o terror ‘The Last House On Needless Street‘.

O projeto é uma adaptação do livro de terror escrito por Catriona Ward.

O livro chamou atenção dos críticos e foi elogiado pelo mestre do gênero, Stephen King, que afirmou que a história é “verdadeiramente tensa e que mantém seus segredos alucinantes até o fim”.

A trama segue Ted, que vive com sua filha Lauren e sua gata Olivia em uma casa no final de uma rua comum. Um segredo indescritível os une, mas quando um novo vizinho se mudar para a casa ao lado, o que está enterrado entre as bétulas atrás de sua casa voltará para assombrar a todos.

Serkis e Jonathan Cavendish produzirão o filme através da Imaginarium Productions.

Nos EUA, o livro será lançado oficialmente no dia 28 de setembro.

‘A House on the Bayou’: Psicopatas tocam o terror no clipe do novo filme da Blumhouse; Assista!

A Blumhouse divulgou um novo clipe do terror ‘A House on the Bayou‘, que será lançado em parceria com o EPIX.

Confira:

O longa irá estrear oficialmente no dia 19 de novembro.

Alex McAulay é responsável pela direção.

A trama seguirá um casal problemático com sua filha adolescente passando férias em uma casa isolada na Louisiana para se reconectar como uma família. Mas, quando visitantes inesperados aparecem, sua fachada como uma família unida começa a ruir quando segredos inesperados são revelados.

Angela Sarafyan (‘Westworld’) estrela a produção. O elenco ainda contará com Paul SchneiderJacob LoflandDoug Van Liew e Lauren Richards.

O longa é o primeiro de uma parceria entre a Blumhouse Productions e a emissora EPIX, que ainda contará com outros sete filmes de terror originais, que serão lançados apenas em 2022.

‘Sandman’: Sonhos não morrem no trailer ÉPICO da adaptação da Netflix

A Netflix divulgou o trailer completo da vindoura adaptação de ‘Sandman‘.

Confira, com o cartaz:

A produção será lançada na plataforma no dia 5 de agosto.

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco conta com Tom Sturridge (Sonho), Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) será o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Escalada em ‘Agatha: Coven of Chaos’, Patti LuPone afirma não conhecer o MCU

Em entrevista ao Entertainment Weekly, Patti LuPone (‘American Horror Story’) revelou que, apesar de estar no elenco de ‘Agatha: Coven of Chaos‘, não está familiarizada com o popular universo da Marvel.

A atriz interpretará Lilia Calderu, uma bruxa siciliana de 450 anos que possui o poder da adivinhação.

“Eu ainda não conheço o MCU. Ainda não estou familiar com esse universo. Tive que assistir ‘WandaVision’ duas vezes para conseguir entender a série.”

Sobre sua participação na série ‘Agatha: Coven of Chaos‘, a atriz não poupou elogios à sua experiência nos bastidores: “Estou me divertindo muito. Estou trabalhando com um grupo incrível de mulheres, além de uma equipe maravilhosa. O design neste projeto é extraordinário. Jac Schaeffer é muito talentosa. Ela criou ‘WandaVision’ e agora está responsável por ‘Coven of Chaos’.”

Anteriormente, LuPone havia confirmado que a série contará com com cenas musicais escritas por Kristen e Robert Lopez (de ‘Frozen 2‘ e ‘WandaVision‘): “Kathryn é a nossa vocalista principal, eu estou apenas fazendo backing vocals. Honestamente, tem sido muito divertido. A série tem muito pouco CGI, então consigo sentir o artesanato por trás das coisas“.

Vale lembrar que as filmagens da série já começaram!

Confira as imagens dos bastidores:

Emma Caulfield Ford também reprisará o seu papel como Dottie, de ‘WandaVision‘.

O elenco ainda contará com Aubrey PlazaPatti LuPoneAli Ahn, Maria Dizzia e Sasheer Zamata.

Lembrando que, em ‘WandaVision‘, Harkness foi responsável por grande parte dos infortúnios que caíram sobre Wanda após a heroína, em um momento de fraqueza, prender uma pequena cidade em uma realidade paralela baseada em sitcoms americanas.

Aubrey Plaza estrelará o novo filme do diretor de ‘Pink Flamingos’

De acordo com o The Guardian, Aubrey Plaza (‘The White Lotus’) estrelará ‘Liarmouth‘, novo filme do diretor John Waters (‘Pink Flamingos’).

Este será o primeiro longa comandado pelo cineasta em 20 anos. Seu último filme, ‘Clube dos Pervertidos‘, foi lançado em 2004.

O novo projeto será uma adaptação de seu próprio romance homônimo.

Descrita como um “romance caótico”, a produção foi vendida como um “conto sujo de sexo, crime e disfunção familiar da mente distorcida do John Waters“.

Na trama…

“Marsha Sprinkle é uma ladra de malas, uma golpista e uma mestre do disfarce. Cães e crianças a odeiam. Sua própria família a quer morta. Ela é inteligente, está desesperada, está perturbada e está fugindo com um grande problema. Eles a chamam de Mentirosa – até que um homem maluco a obriga a contar a verdade.”

Vale lembrar que Waters foi recentemente confirmado no elenco da 3ª temporada de ‘Chucky‘. O artista já havia participado anteriormente da franquia, no filme ‘O Filho de Chucky‘, e passará a interpretar um novo personagem na série.

Curiosamente, Aubrey Plaza estrelou o remake de ‘Brinquedo Assassino‘.

Reboot de ‘Friday Night Lights’ está em desenvolvimento

De acordo com o Deadline, um reboot da série clássica ‘Friday Night Lights‘ está oficialmente em desenvolvimento pela Universal Television.

A nova versão deve apresentar uma nova história, ambientada no universo do futebol americano do ensino médio, com novos personagens.

Jason Katims, Pete Berg e Brian Grazer serão responsáveis pelo reboot.

A série original, baseada no livro de H.G. Bissinger e no filme de 2004, se passava na cidade fictícia de Dillon, em West Texas. A trama acompanhava uma equipe de futebol americano, liberada pelo treinador Eric Taylor (Kyle Chandler).

O elenco ainda contava com Connie Britton, Taylor Kitsch, Jesse Plemons, Minka Kelly, Adrianne Palicki, Jurnee Smollett, Michael B. Jordan e Matt Lauria.

A produção durou 5 temporadas, e rendeu 76 episódios.

Novas informações sobre o reboot devem ser divulgados em breve.

Diretor lamenta não ter retornado para sequência de ‘Sexta-Feira Muito Louca’: “Teria sido legal estar envolvido”

Em entrevista ao Variety, o diretor Mark Waters (‘Meninas Malvadas’) lamentou não ter retornado para a sequência da comédia clássica ‘Sexta-Feira Muito Louca‘.

Apesar de querer estar envolvido em qualquer capacidade no novo filme, o cineasta afirma que não recebeu nenhum convite do estúdio.

“Infelizmente, eu não fui convidado para retornar para a sequência. Eu levantei a mão e disse que adoraria estar envolvido de alguma forma, até mesmo como consultor ou produtor executivo, mas não recebi nenhum convite.”

Ele completa, “Eu apoio muito que eles tenham feito um novo filme, mas teria sido legal estar envolvido [na sequência]. Mas, já que não estou, eu meio que segui em frente. Preciso dedicar minha energia a continuar criando coisas novas e originais que vão ser sucessos e que as pessoas possam refazê-las em 20 anos. É isso que estou fazendo agora. Você não pode se preocupar com os projetos que não faz. Certamente teria sido divertido, e ouvi vários membros do elenco enquanto filmavam, dizendo: ‘Onde diabos você está, Waters?’ Eu não te abandonei! Me desculpe.”

Sucesso nos cinemas, a sequência ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca‘ arrecadou US$ 29 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Além de superar estreia doméstica do longa original – que abriu com US$ 22.2 milhões –, o novo filme também se tornou o maior lançamento da carreira da Lindsay Lohan no país.

Internacionalmente, a continuação acrescenta US$ 15.5 milhões através de 45 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 44.5 milhões.

Com 73% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o novo filme também conquistou os espectadores – alcançando uma nota A do público no CinemaScore.

Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca‘ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.

O novo filme ainda contará com o retorno de Mark Harmon, Chad Michael Murray, Christina Vidal Mitchell, Haley Hudson, Lucille Soong, Stephen Tobolowsky e Rosalind Chao.

Julia Butters, Sophia Hammons, Manny Jacinto e Maitreyi Ramakrishnan completam o elenco.

Nisha Ganatra é responsável pela direção.

‘Supermax’: Will Smith estrelará novo thriller de AÇÃO em prisão de segurança máxima

De acordo com o Deadline, Will Smith (‘Eu, Robô’) será o protagonista de ‘Supermax‘, novo thriller de ação ambientado em uma prisão de segurança máxima.

O site afirma que a Amazon MGM Studios desembolsou US$ 70 milhões para garantir os direitos do projeto, que marca o primeiro longa original do ator em diversos anos.

Infelizmente, a expectativa é que o filme seja lançado direto em streaming – sem passar pelos cinemas.

A trama seguirá dois agentes do FBI investigando um assassinato na prisão mais segura do mundo.

David Gordon Green, da recente trilogia ‘Halloween‘, será responsável pela direção.

O roteiro é assinado por David Weil e David J. Rosen, conhecidos pelas séries ‘Hunters‘ e ‘Invasão‘.

Smith ainda servirá como produtor ao lado de Andrew Rona e Alex Heineman.

As filmagens estão programadas para começarem em meados de agosto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Os Incríveis 2’ ganha arte conceitual; Confira!

O aplicativo da da D23 Expo 2017 divulgou uma nova arte conceitual da sequência ‘Os Incríveis 2’.

Confira:

A animação já tem data de estreia nos cinemas brasileiros: 24 de maio de 2018.

Em entrevista à EW, o roteirista e diretor Brad Bird falou sobre a aguardada sequência.

“Teremos os mesmos personagens e os mesmos sentimentos, mas estamos indo em uma nova direção. Esse é o grande truque em se fazer uma sequência: repetir o sucesso, sem repetir a história”, afirmou.

Questionado sobre a trama, o diretor se esquivou:

“Não quero estragar a surpresa. Mas estamos trabalhando ativamente no filme, e estamos muito ansiosos”, concluiu.

Bird retorna para a sequência.

“Eu pensei em várias ideias para o primeiro filme, mas não tive a chance de usá-las. Algumas delas precisavam ser melhor trabalhadas e não houve tempo suficiente para colocá-las em ‘Os Incríveis’. Estou tendo novas ideias, e junto com algumas das [ideias] antigas, acredito que são suficientes para se criar um filme interessante.”

‘Os Incríveis 2’, ‘Toy Story 4’ e ‘Carros 3’ tem seus cartazes divulgados

Cartazes de ‘Os Incríveis 2’, ‘Toy Story 4’ e ‘Carros 3’

No original, Roberto Pêra (Craig T. Nelson) já foi o maior herói do planeta, salvando vidas e combatendo o mal todos os dias sob o codinome Sr. Incrível. Porém, após salvar um homem de se suicidar, ele é processado e condenado na Justiça. Uma série de processos seguintes faz com que o Governo tenha que desembolsar uma alta quantia para pagar as indenizações, o que faz com que a opinião pública se volte contra os super-heróis. Em reconhecimento aos serviços prestados, o Governo faz a eles uma oferta: que levem suas vidas como pessoas normais, sem demonstrar que possuem superpoderes, recebendo em troca uma pensão anual.

Recentemente, Michael Giacchino foi confirmado como compositor. Vale lembrar que Michael concorreu ao Oscar de Melhor Trilha Sonora, em 2005, por ‘Os Incríveis‘, mas a estatueta só veio em 2010 com o magnífico ‘Up – Altas Aventuras‘.

‘Han Solo: Uma História Star Wars’: Fãs vão decidir se haverá uma sequência ou não, diz diretor

‘Han Solo: Uma História Star Wars’ é certamente uma das grandes estreias para 2018, mas ainda não há planos definidos para a execução de uma sequência.

Segundo o diretor, Ron Howard, tudo vai depender da resposta dos fãs em relação à produção. Em uma entrevista ao site Fandango, ele ponderou a questão, salientando que existe um grande investimento da Lucasfilm em um projeto maior, mas que a decisão final cabe aos fãs.

Disse:

“Eu creio que os fãs vão decidir e definir isso. Eu creio que quando a Lucasfilm e a Disney escalam seus atores, particularmente jovens artistas, eles querem saber o que acontecerá e se consolidam a partir disso. É claro que eles querem o comprometimento dos jovens atores, mas ainda não há planos concretos. Eu acho que houve uma grande energia criativa direcionada para este filme, bem como um grande investimento de marketing”.

O filme deve se aproveitar do feriado de Memorial Day e arrecadar cerca US$ 170 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos em seu fim de semana de estreia, de acordo com novas projeções do Deadline.

O site ainda menciona ainda que o longa registrou uma taxa de 28 pontos de interesse entre um público selecionado, pouco mais que ‘Rogue One’, que registrou 23 pontos.

A duração de ‘Han Solo: Uma História Star Wars’ também foi revelada pela organização do Festival de Cannes. O novo derivado da franquia terá 2 horas e 15 minutos.

Han Solo – Uma História Star Wars‘ terá sua première no Festival de Cannes, informou o Deadline.

O festival acontece de 8 a 19 de maio, e o filme será exibido no dia 15.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.

“Embarque na Millennium Falcon e viaje para uma galáxia muito, muito distante em ‘Solo: Uma História Star Wars, a nova aventura com o sacana mais adorado da galáxia. Ao longo de uma série de aventuras ousadas nas profundezas do perigoso e sombrio submundo do crime, Han Solo conhece seu futuro copiloto Chewbacca e encontra o notório Lando Calrissian, numa jornada que definirá os rumos de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars“.

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody HarrelsonEmilia Clarke (de ‘Game of Thrones’), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

‘Poderia me Perdoar?’: Julianne Moore revela que foi demitida do filme

O drama ‘Poderia me Perdoar?‘ (Can You Ever Forgive Me?) conquistou a crítica especializada, principalmente pela poderosa atuação da atriz Melissa McCarthy.

Rendendo à atriz sua segunda indicação ao Oscar, a produção entrou para o hall de aclamadas cinebiografias que se destacaram nas principais premiações do cinema.

Mas antes de McCarthy assumir o papel protagonista, a atriz Julianne Moore havia sido contratada para estrelar a produção. No entanto, a vencedora do Oscar acabou sendo demitida pela diretora Marielle Heller.

A atriz revelou a novidade por meio de uma entrevista ao programa Watch What Happens Live with Andy Cohen. Ao ser perguntada por um fã, que ligou para o programa para conversar com ela, Julianne o corrigiu, afirmando que não deixou a produção, mas sim que fora demitida.

A estrela foi ainda mais além, afirmando que essa foi a primeira vez que ela foi demitida de algum projeto e que toda a situação a machucou. Afirmando que a circunstância ainda dói, ela disse que não conseguiu assistir o filme.

Confira:

Dirigido por Marielle Heller, o longa é baseado na biografia de Lee Israel.

Passando por problemas financeiros, a jornalista Lee Israel (McCarthy) decide forjar e vender cartas de personalidades já falecidas, um negócio criminoso que dá muito certo. Quando as primeiras suspeitas começam, para não parar de lucrar, ela modifica o esquema e passa a roubar os textos originais de arquivos e bibliotecas.

O elenco ainda inclui Richard E. Grant, Dolly Well, Ben Falcone, Gregory Korostishev, Jane Curtin e Stephen Spinella.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais!

 

Crítica | Deu Ruim: Aroma de comédia indie, mas com sabor fraco

Cada um lida com a dor do amor perdido à sua maneira. Se assemelhando muito às cinco fases do luto, o fim de um relacionamento muitas vezes é cercado pelo conflito de emoções diversas e adversas, que extravasam em comportamento até mesmo doentios. Em Deu Ruim, a extensão de um relacionamento – obviamente – ruim gera um efeito dominó catastrófico, quando uma dupla de amigos decide assaltar a casa de uma ex-namorada, na tentativa de talvez encontrar aquele famoso ‘closure’ – o fechamento de uma ferida aberta que ainda permanece latente.

Lançado no festival South by Southwest, a produção dirigida e roteirizada por Jason Headley tem os elementos que uma produção indie naturalmente traz em si. Originalmente, sua premissa é interessante, ao explorar o sentimento de perda e negação a partir das inusitadas e tão erradas decisões que tomamos quando não estamos muito dispostos a superar o fim de um relacionamento. Mas quando a narrativa entra em execução, Deu Ruim dá literalmente ruim. Com os seus atributos não se encaixando com espontaneidade, a comédia se torna uma experiência incompleta e até mesmo um tanto forçada.

Com personagens que trazem os maneirismos do cinema independente, sabem fazer referências de filmes cult interessantes e são peculiares à sua maneira, o longa ainda assim carece na construção de seus respectivos carismas. Incapazes de sustentar aquela vibe desajeitada e desconfortável que traz aquele toque caricato que cativa o público a querer conhecer mais suas histórias, os protagonistas chegam a ser rasos e superficiais. E não por falta de complexidade, mas sim pela superficialidade cômica que não desperta a atenção da audiência. Aqui, Matt L. Jones, Will Rogers e Eleanore Pienta têm os traços faciais da cena indie e até mesmo a expressividade necessária, mas entregam performances que – no final das contas – são reflexos de personagens pouco identificáveis até mesmo em suas esquisitices e maneirismos – que de fato deveriam se tornar o seu charme.

Com uma direção simples que não destaca aos olhos, a comédia caminha de forma lenta, mesmo tendo pouco menos de uma hora e meia de duração. Tentando fazer do roubo da casa da sua namorada uma espécie de catarse emocional às avessas, Leo (Will Rogers) é um protagonista interdependente exaustivo e assim também é com boa parte dos diálogos performados pelo trio de atores. A sensação de desconforto paira sobre a narrativa, mas não da maneira correta.

E a maior frustração de Deu Ruim é justamente o fato do longa estar no caminho certo, mas não saber consolidar seu roteiro com a autenticidade que inicialmente apresenta. A produção se perde em si, às vezes anda em círculos e concentra sua narrativa em um grupo de personagens enclausurados em si mesmos emocional e fisicamente, sem saber exatamente o que fazer com o bom material bruto que possui. Com uma história blocada que não parece ter sido desenvolvida de forma criativamente estável, a comédia mais se assemelha a um emaranhado de boas ideias fracamente exploradas, nos enganando com aquele gostoso aroma de um café forte, cujo sabor acaba – eventualmente – sendo surpreendentemente fraco.

 

‘Godzilla vs Kong’: Novo teaser ganha ÉPICA luta entre titãs; Assista!

Godzilla vs Kong‘ ganhou um novo e explosivo teaser, que traz os grandiosos titãs em uma épica luta.

Confira:

As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

Crítica | Birth/Rebirth: Terror com atriz de Grey’s Anatomy é um assombroso conto sobre maternidade, moralidade e a incansável busca pela imortalidade

Filme assistido no Festival de Sundance 2023

A mortalidade humana é uma das verdades mais inconcebíveis para o mundo. Diante de uma ciência que constantemente visa driblar a inexorável certeza de que o fim é inevitável, somos testemunhas de uma cultura global que busca retardar o envelhecimento e perpetuar a humanidade, ainda que isso não esteja em nossas mãos. Esse medo, angústia e desejo por controlar o incontrolável é o que faz com que artistas como os roteiristas Laura Moss e Brendan J. O’Brien se desafiem em narrativas como Birth/Rebirth. Aqui, uma apática médica e uma enfermeira que acaba de perder sua filha se veem diante da enorme questão moral tantas vezes levantada entre a comunidade científica, os religiosos e a sociedade mundana: É possível brincar de ser Deus?

No longa dirigido por Moss, essa e tantas outras questões éticas são abordadas, de forma prática e visual. Ao invés de esticar sua 1h30 de filme em profanos debates psicoemocionais sobre a moralidade que contrasta a ciência com a fé, Birth/Rebirth é como um ensaio cinematográfico sobre quem é o ser humano diante da inevitável mortalidade. Fazendo um paralelo entre duas personagens tão moralmente díspares, o terror/thriller é um convite a uma experiência diferente. Instigante e sempre debaixo de uma enorme tensão, a produção explora a determinação assombrosa de uma médica com ares sociopatas, que abre mão de qualquer princípio a fim de descobrir a cura para a imortalidade.

Marin Ireland and Judy Reyes appear in Birth/Rebirth by Laura Moss, an official selection of the MIDNIGHT Section at the 2023 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | Photo by Chananun Chotrungroj. All photos are copyrighted and may be used by the press only for the purpose of news or editorial coverage of Sundance Institute programs. Photos must be accompanied by a credit to the photographer and/or ‘Courtesy of Sundance Institute.’ Unauthorized use, alteration, reproduction or sale of logos and/or photos is strictly prohibited.

Nessa jornada, seu caminho se cruza com o de uma mãe solo, que ao perder sua pequena filha para um severo caso de meningite, é forçada a confrontar suas próprias convicções – conduzida pelo incomensurável instinto materno. Nessa trajetória, somos contemplados por um longa que desafia nossos sentidos, subvertendo sua temática já tão esgotada nos cinema e na TV com uma overdose de originalidade e criatividade. Birth/Rebirth dá vida a um assunto praticamente natimorto de tão exaurido que está e leva a audiência por caminhos pouco explorados. Com um suspense que escalona a partir dos comportamentos questionáveis de suas protagonistas, o filme é capaz de tratar as mesmas problemáticas de sci-fis de altíssimo orçamento com muito mais propriedade, riqueza narrativa e impacto.

Isso se deve à brilhante combinação entre Moss e J. O’Brien, que não se perdem em detalhes enfadonhos, se privam de análises tão eruditas e complicadas, sem perder a complexidade daquela grande pergunta, apresentada logo no primeiro parágrafo. E conduzida pelas poderosas performances de Marin Ireland (A Qualquer Custo) e Judy Reyes (Grey’s Anatomy), o suspense/terror é uma distopia sobre a mortalidade, que mostra até onde uma mãe é capaz de ir para salvar sua prole. E transformando um clássico tema do gênero de terror em um objeto de estudo reimaginado, a dupla criativa alicerça sua história na complexa psique de suas protagonistas.

Marcando a estreia na direção de Laura Moss, o thriller brinca com a linearidade narrativa de forma inteligente, entregando uma reviravolta poderosa que faz seus primeiros 5 minutos de filme ganharem um novo significado. Com um final previsível – mas excelente, Birth/Rebirth é um terror inteligente, não subestima a audiência e nos leva à mesma intensa montanha russa emocional que pauta a espetacular e disfuncional dinâmica relacional entre Ireland e Reyes.

Crítica | Ajustando um Amor – Comédia romântica inteligente surpreende pela profundidade de seus personagens

As mil e uma tentativas de um amor. A roteirista Noga Pnueli encontra boas soluções para falar sobre a imperfeição do amor aos olhos de uma romântica sonhadora sob a ação de um loop temporal, com direito a respingos no autoconhecimento, no longa-metragem disponível na Prime Video, Ajustando um Amor. Com direção de Alex Lehmann, do elogiado Blue Jay, vamos acompanhando longos diálogos na linha do déjà vu que tinham tudo para se tornar maçantes mas uma fuga dos medos e inseguranças de uma vida com conflitos não resolvidos acaba sendo algo que complementa e faz gerar reflexões existenciais. Um trabalho corajoso e muito interessante que deve fisgar os olhares mais atentos.

Na trama, conhecemos Sheila (Kaley Cuoco), uma jovem que durante uma noite onde conhece o introspectivo Gary (Pete Davidson) em um bar acaba descobrindo uma máquina de viajar no tempo 24 horas atrás, escondida nos fundos de uma manicure. Assim, sua rotina vira uma obsessão em transformar seu alvo amoroso na pessoa perfeita aos seus olhos. Algo que ela logo percebe ser uma missão bem difícil. Andando na linha do ‘O Amanhã nunca mais’ essa viajante do tempo, sentimental, era descobrir muito sobre si mesma. Gary é apenas um fantoche dentro da história, esse personagem não é bem um contraponto mas sim um complemento.

O projeto parece redundante em alguns momentos, nessa projeção de várias noites numa só jornada. Mas aí algumas questões aparecem para refletirmos. Os conflitos diferentes mas com a mesma pessoa nos fazem entender melhor a falante protagonista e sua esquisita distância quando aparecem dilemas. Há também uma óbvia confusão com a própria identidade em relação ao real sentido da sua vida. Estaria ela em um purgatório para lá de esquisito da qual tem a chave mas não consegue se libertar?

As deixas para a conclusão são inúmeras, o que de fato torna o filme mais interessante. A narrativa quase sempre embarca em uma melancolia ligada ao desencanto. Há muitas chances de fazer o ‘hoje’ de Sheila dar certo mas na sua própria visão pessimista arruinou todas as vezes. Parece que estamos folheando textos de Schopenhauer, onde os paradoxos dominam como o clássico ‘viver é sofrer’.

Crítica | Caçada Mortal

Liam Neeson volta para o seu chute no traseiro semestral

Liam Neeson é um ator irlandês profissional, treinado por uma companhia de teatro, indicado ao Oscar em 1994 por A Lista de Schindler. Após trabalhos sérios e dramas de época, foi descoberto pela cultura pop (ou redescoberto, se levarmos em conta sua primeira investida com Darkman, em 1990) em Star Wars: A Ameaça Fantasma (1999) e A Casa Amaldiçoada (1999), culminando em Batman Begins (2005). Porém, foi em 2008, aos 56 anos, que Neeson se tornaria um dos mais eficientes protagonistas da atualidade para filmes de ação e suspense comercial.

Foi com Busca Implacável, um dos melhores do pacote, que o ator patenteou seu caminho como o herói (muitas vezes o anti-herói) que todos queríamos ao lado na hora em que “o caldo engrossa”. Na época, sua participação no thriller recheado de adrenalina, produzido por Luc Besson, soou fora de lugar. Hoje, estamos acostumados e felizes em ganhar o exemplar semestral, que traz Neeson distribuindo muitos sopapos. Embora seus personagens em tais filmes não difiram muito um do outro, os roteiros fazem questão de nos surpreender com reviravoltas e situações recheadas de tensão e ação.

CinePop 8

Neste repertório, temos os eficientes Desconhecido (2011), A Perseguição (2012) e o recente Sem Escalas (2014), todos fazendo uso dos principais elementos de filmes assim, grande diversão e forte valor de entretenimento. Neeson já precisou sobreviver às adversidades na natureza gelada, perdeu a memória, teve a identidade roubada e ficou preso num voo comercial com um psicopata. Agora, o durão e novo ator-personagem está do lado oposto da lei, na companhia de criminosos e assassinos em série.

Baseado no livro de Lawrence Block, o ator vive Matt Scudder, policial alcoólatra envolvido numa tragédia durante uma investida contra criminosos. Após a desgraça, o protagonista ganha a vida com serviços particulares, o que o leva diretamente até seu novo caso envolvendo um rico traficante. O sujeito teve a esposa sequestrada e assassinada, e somente Neeson pode encontrar os verdadeiros culpados, já que sua fama o precede.

CinePop 9

Caçada Mortal é meio noir, meio drama e thriller. Possui um teor único em relação aos outros filmes do ator no gênero. É mais cru e realístico, utilizando cenas de violência semi explícitas. Psicopatas trabalham na área, sequestrando, torturando e matando as mulheres ou familiares de criminosos. Ao contrário dos outros da lista recente do ator, o filme quase não utiliza as esperadas cenas de ação, perseguição de carros e tiroteios. Como dito, Caçada Mortal é mais intimista e enquadra-se como suspense investigativo.

A direção é de Scott Frank, do elogiado O Vigia (2007), com Joseph Gordon-Levitt. Embora banhando na estrutura dos clichês do gênero, Caçada Mortal funciona bem na criação do clima e na preparação do que está por vir. Como um satisfatório faroeste, o roteiro vai plantando durante toda a projeção o que personagens de lados opostos em uma disputa são capazes de fazer, para que no final, quando finalmente ganharmos o anunciado embate entre grandes forças em colisão, as apostas sejam muito altas.

‘Noites Brutais’, ‘Fresh’, ‘Casamento Sangrento’, ‘Freaky’ e mais DICAS no halloween da Star+

Dentro de dois dias exatamente o mundo poderá comemorar um novo halloween – conhecido aqui no Brasil como o dia das bruxas, e celebrado no dia 31 de outubro. Mas para os aficionados por terror e toda esta temática – mesmo que seja assustadora apenas de mentirinha – as comemorações da data começam no início do mês e duram todos os dias de outubro. Para ajudar você, querido leitor, a entrar completamente no clima desta data que tanto adoramos, continuamos com nossa série de matérias com dicas de filmes e séries muito propícios a serem assistidos e celebrados nesta ocasião de sustos e arrepios, mas também muita diversão. Seguindo com a coluna deste ano, trazemos agora dicas do segundo streaming de propriedade da Disney, para seus filmes mais adultos: a Star+. Aqui, no entanto, a proposta é diferente das demais desta coluna. Desta vez optamos por filmes mais novos que estão recém-lançados na plataforma, alguns inclusive deste ano, com estreias inéditas no Brasil. Confira abaixo os 10 filmes que selecionamos para você.

Noites Brutais (2022)

Um dos filmes de terror mais elogiados do ano, Barbarian (título original do longa) chega ao Brasil diretamente na plataforma da Star+ de forma exclusiva, sem antes passar pelas salas de cinema. Com alma de produção pequena e independente, o filme não ganhou o hype de outros longas de terror no ano – como por exemplo Halloween Ends, Sorria ou sequer A Órfã 2, mas o que vendeu este Noites Brutais foi a ótima propaganda boca a boca e os elogios rasgados da crítica. A campanha de marketing também contou com muita criatividade, ao colocar câmeras de visão noturna dentro dos cinemas filmando a reação para lá de assustada do público ao assistir ao filme. Outro ponto positivo é a imprevisibilidade do roteiro, repleto de reviravoltas. Na trama, uma jovem (papel de Georgina Campbell) chega a uma casa de Airbnb que alugou simplesmente para perceber que o local já tinha um ocupante (papel de Bill Skarsgard). Os dois são forçados a passar a noite no local – ela com muito receio. Mas este provará ser o menor de seus problemas.

Fresh (2022)

Outra pequena pérola do gênero escondida no acervo da Star+, Fresh chegou à plataforma logo após sua exibição no prestigiado festival de Sundance no início deste ano. Esse também é um filme repleto de surpresas e reviravoltas, que conta com um verdadeiro show da dupla protagonista: a jovem promissora Daisy Edgar-Jones e Sebastian Stan. O filme começa como uma irreverente e mordaz sátira ao mundo dos relacionamentos modernos, mostrando como é difícil encontrar uma alma gêmea nos tempos atuais, ou apenas alguém minimamente apresentável. Jones vive Noa, a moça desiludida. Quando ela finalmente parece ter encontrado o homem de seus sonhos, na forma do cirurgião Steve (Stan), as coisas logo se mostrarão um pesadelo.

O Predador: A Caçada (2022)

Mais um filme lançado ainda este ano de forma exclusiva na plataforma Star+. Quando comprou a Fox, a Disney realmente acertou uma mina de ouro, em posse de um dos estúdios mais tradicionais e frutíferos de Hollywood. Essa dica aqui você deve conhecer bem, já que se trata de um dos filmes mais comentados de 2022, mais elogiados e abraçados pelos fãs – que se tornou também um dos mais populares do ano. Caso você ainda precise de um incentivo para assisti-lo, fica aqui na nossa dica – ou caso tenha visto, vale a reprise. Como o nome deixa claro, esse é mais um filme da franquia O Predador, sobre um caçador intergaláctico vindo para um safari na Terra. Este porém é o filme mais original e criativo da série desde que foi lançada lá em 1987. Desta vez a ação se passa nos anos 1700 e traz como protagonistas uma tribo da nação Comanche, considerados os melhores caçadores da época. Neste cenário Naru (Amber Midthunder) tenta quebrar barreiras e redefinir o papel das mulheres em sua tribo, proibidas de caçar ao lado dos homens na época. Ela quer provar seu valor, e para isso irá se deparar com uma criatura mais que amedrontadora.

Espíritos Obscuros (2021)

Um dos filmes de terror que mais geraram expectativa no ano passado, Antlers (no original) é uma fábula sombria que aborda o folclore de lendas nativo-americanas. O chamariz aqui é o diretor Scott Cooper, que traz no currículo filmes prestigiados e até vencedores do Oscar, vide Coração Louco, Tudo por Justiça e Aliança do Crime. É sempre bom ver um diretor de tamanho prestígio mudar de gênero e resolver trabalhar em outro estilo que não está acostumado, aumentando assim seu alcance criativo. E Cooper se sai muito bem em sua primeira investida no terror. Aqui, uma professora de escola (Keri Russell) e seu irmão xerife (Jesse Plemons) começam a se preocupar com um dos pequenos alunos dela (Jeremy T. Thomas) e sua situação em casa. Tudo está diretamente ligado à lenda do Wendigo, uma criatura mitológica que os antigos indígenas acreditavam ser um espírito maligno que é a mistura do homem, da natureza e dos animais. A produção é de Guillermo del Toro.

O Beco do Pesadelo (2021)

A proposta em nossas listas de dicas para o dia das bruxas é ter alguma sugestão para todo mundo e para todos os gostos. E por mais que a data seja sinônimo de sustos, medo e terror, nem todos tem o paladar para isso, mas muitos ainda desejam curtir a data com algo, digamos, mais acessível. Enquanto alguns preferem produções “assustadoras de mentirinha”, com elementos cômicos, os chamados “terrir”, outros optam pelo “primo” do terror, o suspense, que igualmente traz teor assustador e de gelar a espinha, porém, sempre focando em elementos reais e deixando de lado o teor sobrenatural da fantasia. Nesse quesito se encaixa O Beco do Pesadelo, dirigido por Guillermo del Toro (por falar no cineasta). A superprodução é baseada num livro clássico, escrito por William Lindsay Gresham, e já havia sido levado às telas em 1947, num filme intitulado por aqui como O Beco das Almas Perdidas. Agora, em versão de blockbuster para adultos, com direito à fotografia e direção de arte de tirar o fôlego, del Toro conta a história de um golpista que vai subindo na vida ao trapacear e tirar dinheiro de pessoas ingênuas e incautas. Porém, a ambição logo será sua ruína. O elenco igualmente impressiona, encabeçado por Bradley Cooper, Cate Blanchett e Rooney Mara.

Freaky: No Corpo de um Assassino (2020)

Essa é uma boa perdida para os que não curtem filmes muito assustadores e preferem algo mais leve na hora de celebrar o halloween. Não que Freaky não tenha sua cota de sustos e cenas mais violentas e sangrentas. O “terrir” é escrito e dirigido por Christopher Landon, que tem se especializado no subgênero, misturando terror e comédia de maneiras satisfatória em filmes de sucesso vide Como Sobreviver a um Ataque Zumbi e os dois A Morte te dá Parabéns. E se no último citado o cineasta misturou slasher com filmes de repetição do tempo, aqui ele cria um terror adolescente misturado aos filmes de troca de corpos. Na trama, uma adolescente patricinha termina trocando de lugar com um serial killer no melhor estilo Jason.

Casamento Sangrento (2019)

Foi este filme que garantiu a vaga para os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett comandarem o quinto filme da franquia Pânico, lançado este ano. Mas não apenas isso, como também sua continuação direta, Pânico 6, que os cineastas estão finalizando para a estreia em 2023. Casamento Sangrento é um terror criativo, que igualmente reserva certo humor ácido na forma de sátira. A trama acompanha Grace, a ótima Samara Weaving, em seu dia mais feliz, o casamento com Alex (Mark O’Brien). Porém, a tradição da família pede por um jogo antes da noite de núpcias. Assim, o que era para ser felicidade, se torna uma luta por sobrevivência quando Grace, com vestido de noiva e tudo, é caçada por sua nova “família” de psicopatas.

Fragmentado (2017)

Esqueça Vidro (2019), a dita conclusão da “saga” de M. Night Shyamalan que terminou se mostrando uma grande balela. E se concentre apenas neste Fragmentado, um dos melhores esforços do cineasta dentro do gênero, mostrando ao mundo que havia recuperado a boa forma. Mesmo com a ligação com Corpo Fechado (2000) ao final, Fragmentado é seu filme próprio, e é melhor pensar nele assim, com começo, meio e fim de forma independente. Um tour de force de James McAvoy, o filme traz o ator interpretando diversos personagens, todos personalidades saídas da mente do mesmo sujeito, um indivíduo extremamente problemático. Algumas de suas personalidades são criminosas e sequestram três jovens.

Mama (2013)

Para os fãs de It – A Coisa (2017) e sua continuação, um enorme sucesso do gênero, vale a pena conhecer o primeiro trabalho juntos do cineasta argentino Andy Muschietti e da estrela Jessica Chastain – e ele ocorreu aqui nesse conto gótico, que tem produção de Guillermo del Toro (ele de novo!). Quando lançou este terror, Chastain já tinha duas indicações ao Oscar no currículo, o que elevou o status do longa e chamou atenção para ele. Na trama, ela vive uma roqueira, uma mulher de estilo de vida radical e alternativo, que precisa cuidar das duas sobrinhas pequenas de seu namorado quando o irmão dele morre. Acontece que as meninas viveram sozinhas numa casa abandonada por algum tempo, sob os cuidados de uma entidade conhecida como Mama. E a criatura virá atrás das meninas, ao mesmo tempo em que conhecemos o passado da entidade.

Garota Infernal (2009)

Existia certo hype no lançamento deste Jennifer’s Body (no título original) nos cinemas, isto porque na época o nome da estrela e protagonista do longa, Megan Fox, era simplesmente um dos mais quentes de Hollywood, graça ao sucesso estrondoso dos filmes Transformers. Quando o filme estreou de fato, bem, digamos que a comoção diminuiu bastante devido ao resultado. Seja como for, bastaram apenas alguns anos mais tarde, talvez uns dez desde seu lançamento, para Garota Infernal ser redescoberto e abraçado por uma nova geração, se tornando uma obra cult. Além, é claro, de uma boa pedida para o dia das bruxas. Na trama, Fox e Amanda Seyfried são melhor amigas colegiais bem diferentes. Fox é a bonitona popular, enquanto Seyfried é a tímida nerd. A dinâmica da amizade muda consideravelmente quando Fox é feita de sacrifício humano para que uma banda de rock em início de carreira alcance o estrelato, se tornando assim um demônio devorador de homens. O que nunca é bom.

‘Body Cam’: Mary J. Blige estrelará terror sobre abuso policial; Saiba mais!

De acordo com o THRMary J. Blige, nomeada duas vezes ao Oscar, entrou para o elenco do terror ‘Body Cam‘, uma trama de cunho social que está sendo desenvolvida pela Paramount.

Malik Vitthal irá dirigir o filme, que será produzido por Matt Kaplan.

A história gira em torno de vários policiais de Los Angeles que são assombrados por um espírito malévolo que está ligado ao assassinato de um jovem negro nas mãos de dois policiais brancos, que foram filmados pela câmera de uma viatura – destruída para acobertar o crime.

Blige irá interpretar uma policial atormentada por visões, e irá começar a investigar o caso.

O roteiro foi escrito por Richmond Riedel, e revisado por Nicholas McCarthy e John Ridley.

‘Ma’: Octavia Spencer estampa cartaz do novo terror da Blumhouse

O novo terror da Blumhouse, ‘Ma‘, estrelado pela Octavia Spencer, ganhou o primeiro cartaz.

Confira:

O longa é dirigido por Tate Taylor, o aclamado diretor de ‘Histórias Cruzadas‘, que coescreve o roteiro ao lado de Scotty Landes.

A trama segue Sua Ann, uma mulher solitária que vive uma vida reservada em sua pequena cidade. Um dia, Maggie, uma adolescente da cidade, pede que Sue compre pedida para ela e seus amigos, e Sue Ann vê a chance de fazer alguns amigos. Ela oferece aos jovens a chance de ficar em seu porão para evitar beber e dirigir. Mas há algumas regras em sua casa: um dos jovens tem que permanecer sóbrio. Não xingue. Nunca suba as escadas. E chame-a Ma. No entanto, conforme a hospitalidade de Ma começa a se transformar em obsessão, o que começou como um sonho adolescente se transforma em um pesadelo assustador.

O elenco ainda inclui Diana SilversJuliette LewisLuke EvansMissi Pyle, McKaley MillerCorey FogelmanisGianni Paolo e Dante Brown.

A Universal Pictures lançará o longa nos cinemas no dia 31 de maio.

‘The Batman’: Anne Hathaway parabeniza Zoe Kravitz pelo papel da Mulher-Gato

Através de seu Instagram, Anne Hathaway, que interpretou a Mulher-Gato em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, parabenizou a atriz Zoe Kravitz por ter conseguido o papel da heroína no filme ‘The Batman‘.

“Parabéns para a Zoe Kravitz por ter conseguido o papel de um vida. Uma delas, pelo menos. Aproveite a jornada, Selena,” escreveu o atriz.

 

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The biggest congrats to @zoeisabellakravitz on landing the role of a lifetime. Well, one life anyway…⁣⁣ Enjoy the ride, Selena 💋 #Catwoman

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Segundo o The Wrap, Zoe Kravitz concorria com Lupita Nyong’o, Tessa Thompson, Gugu Mbatha-Raw, Alexandra Shipp e Logan Browning.

Vale lembrar que Jeffrey Wright e Jonah Hill estão em negociações para participar do filme.

Robert Pattinson estrelará como Bruce Wayne na próxima versão de Batman.

The Batman’ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

Nia Long é aterrorizada no trailer de ‘Encontro Fatal’, novo suspense da Netflix

A Netflix divulgou o trailer do suspense ‘Encontro Fatal‘ (Fatal Affair).

Confira:

O longa é dirigido por Peter Sullivan, que coescreve o roteiro ao lado de Rasheeda Garner.

Um encontro breve se torna perigoso quando a Ellie descobre que o seu velho amigo David é mais instável do que ela havia imaginado.

Nia Long e Omar Epps estrelam a produção.

O suspense será lançado na plataforma no dia 16 de julho.

‘Cruel Summer’: Jovem desaparece no trailer COMPLETO da série de suspense; Confira!

O Freeform divulgou o trailer completo da série de suspense ‘Cruel Summer‘.

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 20 de abril.

A trama se passa no decorrer de três verões – 1993 até 1995 -, em uma cidade pequena do Texas, quando uma adolescente popular, Kate, é sequestrada e, aparentemente sem relação, uma garota desajustada, Jeanette, se torna a jovem mais popular da cidade. E, em 1995, ela se torna a pessoa mais desprezada da América.

Cada episódio contará com o ponto de vista de um das duas garotas, fazendo com que a lealdade dos espectadores mude semanalmente, de acordo com as informações reveladas.

Olivia Holt (‘Cloak & Dagger‘) estrelará a produção. O elenco ainda conta com Chiara Aurelia, Michael Landes, Froy Gutierrez, Harley Quinn Smith, Allius Barnes, Blake Lee, Brooklyn SudanoSarah Drew.

A série será produzida pela Jessica Biel (‘The Sinner‘).

‘Deep Fear’: Atriz de ‘Casa Gucci’ enfrentará tubarão assassino em terror estilo ‘Águas Rasas’

De acordo com o Deadline, um novo terror sobre tubarão assassino, intitulado ‘Deep Fear‘, está em desenvolvimento.

Madalina Ghenea (‘Casa Gucci’) e Ed Westwick (‘Gossip Girl’) irão estrelar.

A trama seguirá Naomi (Ghenea), uma renomada velejadora, que embarca em uma viagem solo para encontrar seu namorado, Jackson (Westwick), em Grenada. No entanto, sua tranquila viagem de três dias a bordo do iate sofre uma reviravolta sombria quando uma tempestade a joga para fora do curso traçado…

Marcus Adams (‘O Jogo dos Espíritos’) será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Robert Capelli Jr. e Sophia Eptamentis.

As filmagens estão programadas para começarem em janeiro de 2022.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.