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Crítica em Vídeo | Star Wars: Os Últimos Jedi – Comentamos o filme mais aguardado de 2017

Seja você quem for e venha de onde vier. O que importa é que Star Wars: Os Últimos Jedi já está entre nós. Se você não liga ou não gostou, sinto muito, você está errado! Nós, obviamente já conferimos, e comentamos para vocês os principais detalhes e o que achamos abaixo no vídeo SEM SPOILERS (então, você sem medo e não reclame, está seguro).

Leia também nossa crítica em texto de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’

Nessa sexta-feira teremos uma live no Facebook comentando Star Wars: Os Últimos Jedi, às 17:00. Participe.

Ranking | Do Pior ao MELHOR Filme da Franquia ‘Missão: Impossível’ – incluindo ‘Acerto de Contas: Parte 1’

O grande dia está chegando! ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1′ chega aos cinemas na próxima quinta-feira, dia 13 de julho.

Surfando na onda desse hype, o CinePOP resolveu criar uma nova lista.

Aqui rankeamos todos os filmes da franquia – em ordem decrescente, do pior (ou “menos bom”, já que não existe exatamente um ruim aqui) ao melhor. Ah sim, o requisito usado foi o somatória das notas dos filmes no Rotten Tomatoes (crítica) e do IMDB (público).

Vem conhecer.

7. Missão: Impossível 2

Quatro anos depois que o consenso de crítica e público definiram o primeiro filme muito complexo para uma audiência geral, a Paramount optava por uma trama mais simples e direta, caprichando nas estilosas cenas de ação – oferecimento do mestre do gênero John Woo. Apesar de lindos momentos em seu visual, a proposta do que é verdadeiramente Missão: Impossível (uma trama de espionagem focando em uma equipe) se perdia, com ênfase apenas no personagem carismático do protagonista Tom Cruise. Assim, o segundo exemplar da franquia deixava um pouco de lado a vibe do programa de TV no qual foi baseado, para se tornar um veículo de ação do astro.

6. Missão: Impossível

Tom Cruise já era um astro consolidado em Hollywood no ano de 1996, mas apostava suas fichas numa obra que viria a se tornar sua mais valiosa posse e a estigma pela qual seria mais lembrado. O primeiro Missão: Impossível é também único dentro da franquia. Dirigido pelo mestre Brian De Palma (em ótima fase comercial), o longa adaptado de uma famosa série televisiva da década de 1960 – que ganhou sobrevida na de 1980 – investe mais nas tintas de espionagem de sua contraparte, com uma atmosfera mais voltada ao suspense de um thriller do que para um blockbuster de ação e entretenimento. De fato, De Palma, conhecido discípulo de Alfred Hitchcock, entregou um filme que o lendário diretor britânico muito bem poderia ter assinado em sua carreira. Justamente por tal abordagem fora dos padrões de filmes pipoca, a franquia optou por seguir outros rumos mantidos até hoje. Ps. Ao lado do terceiro, este é o filme favorito na franquia para este que vos fala.

5. Missão: Impossível III

O público falou e os produtores ouviram. O show continuava sendo de Tom Cruise, mas a franquia voltava ao que era a essência do tema: uma história sobre uma equipe de espiões. Embora não seja o preferido da maioria, o terceiro episódio, dirigido por J.J. Abrams seis anos depois do segundo, é o que mais resume o sentimento do programa de TV. O longa funciona como uma mistura entre os dois primeiros filmes, utilizando os pontos positivos de ambos. Assim, temos o protagonismo de Cruise e o passo adiante na hora de humanizar ainda mais seu personagem (com uma história de amor e vingança) e cenas de ação eletrizantes, ao mesmo tempo em que os outros espiões da equipe ganham rostos e personalidades, e o roteiro faz uso de uma trama levemente complicada. Ah sim, temos o melhor antagonista da franquia neste episódio, vivido pelo saudoso Philip Seymour Hoffman – recém-saído de seu Oscar por Capote (2005).

Os dois primeiros itens, posições 1 e 2, é onde a coisa fica confusa. O que acontece é o seguinte: ambos Protocolo Fantasma (2011), o quarto filme, e Nação Secreta (2015), o quinto, receberam nota 7.4 do grande público no IMDB. Daí você pensa, vamos desempatar com a nota dos críticos. Ok, até poderíamos, não fosse o caso de ambos terem novamente a mesma nota no Rotten Tomatoes – 93% de aprovação. Que tal então o número de votos? Sim, quanto mais votantes, mais a nota tende a cair, então o filme com mais votantes deve liderar. Acontece que enquanto Nação Secreta lidera o número de votos com os críticos, Protocolo Fantasma lidera com o público. Cês tão de sacanagem né!

Bom, então faremos o seguinte, a voz do povo é a voz de Deus. A pesquisa do IMDB é mais eclética, já que abrange o grande público, o que pode até englobar críticos que quiserem votar por lá (e por que não?), ao invés de dar somente voz a especialistas em veículos renomados. Sendo assim, vamos lá.

4. Missão: Impossível – Nação Secreta

 

Depois do terceiro filme, a franquia parece ter seguido a mesma fórmula vencedora, apostando igualmente em personagens secundários carismáticos – em especial os membros da equipe – uma trama envolvente e cenas de ação e suspense de tirar o fôlego. Afinal, o que seria de uma boa cena de ação sem o suspense da situação. Na opinião do grande público, os dois últimos exemplares da franquia foram seu ápice, caminho este que o sexto filme deve seguir também (as críticas já estão extremamente favoráveis). Nação Secreta manteve parte da equipe de cada filme da franquia (Ving Rhames, Simon Pegg e Jeremy Renner), além de introduzir a personagem feminina mais interessante da franquia, a dúbia Ilsa Faust, vivida por Rebecca Ferguson. Com a índole de uma boa espiã, na qual não podemos verdadeiramente confiar, Faust deve seguir assim pelo novo filme, ao que os trailers indicam. Fora isso, o desafio aqui é uma organização secreta formada por antigos agentes renegados, conhecida como o Sindicato. Os eventos apresentados aqui terão continuidade direta em Efeito Fallout.

3. Missão: Impossível – Protocolo Fantasma

Para muitos, o quarto filme da franquia pegou tudo o que havia sido construído no terceiro e elevou. Assim, temos uma equipe ainda mais desenvolvida e com interações mais orgânicas e divertidas. O hacker de Simon Pegg ganhava mais espaço, assim como a personagem feminina – papel da estonteante Paula Patton – dona de uma verdadeira ferida a ser curada em seu arco. Além disso, o agente misterioso vivido por Jeremy Renner estava intimamente ligado a um trauma pessoal de Ethan (Cruise) e era preparado para assumir a franquia (o mesmo havia sido tentado com O Legado Bourne) como protagonista. Brad Bird, em seu primeiro filme com atores reais, entrega uma obra completa, que acerta em todos os quesitos, colocando Missão: Impossível em um novo patamar. A trama apresenta a equipe precisando agir de forma renegada após uma sabotagem em sua última missão na Rússia, que quase incita a Terceira Guerra Mundial num incidente internacional. Assim, como no primeiro filme, não apenas Cruise, mas sua equipe inteira precisa limpar o nome e reconquistar a confiança da agência.

2. Missão: Impossível – Efeito Fallout

É difícil achar adjetivos que caibam no roteiro escrito por Christopher McQuarrie, que também dirige e produz. Com um script inteligente e ágil, que não perde tempo para engatar sua história, ele usa o pouquíssimo tempo de respiro entre uma cena de ação e outra para aprofundar seus personagens e suas motivações. O maior acerto é mostrar que às vezes o mocinho pode se tornar o vilão e vice versa, além de trazer personagens femininas fortes que fogem do estereótipo “donzela em perigo”. Cada personagem tem seu devido tempo em tela, a trama consegue trazer elementos dos filmes anteriores e criar um desfecho para todas as pontas soltas na franquia – humanizando Ethan Hunt e mostrando que ele é um homem de carne e osso, com sentimentos e um passado. É uma jogada de mestre a maneira como a história avança sem esquecer o passado, mas também sempre olhando para o futuro.

1. Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1

Desde que embarcou nessa jornada de efetivamente surpreender o público com cenas perigosíssimas feitas por ele, Tom Cruise já escalou o Burj Khalifa (prédio mais alto do mundo), decolou em um avião amarrado do lado de fora e agora… Bem, o desafio da vez foi saltar dos Alpes em uma motocicleta. E por mais insano que pareça, essa atuação suicida de Tom Cruise é praticamente fundamental para o sucesso de seu novo filme. Em Missão: Impossível – Acerto De Contas: Parte 1, Ethan Hunt enfrente uma Inteligência Artificial que começou como assistente do governo americano, mas acabou aprendendo sozinha enquanto trabalhava e se transformou em uma criatura senciente mortal, disposta a prever panoramas futuros e encontrar meios para eliminá-los, garantindo sua existência.
E para quem acha que isso é exagerado, vale lembrar que vivemos em um mundo em que todos andam com telefones o tempo inteiro, há fechaduras digitais, o tráfego e controlado por computador e as principais forças armadas do planeta dependem da tecnologia pra atacar.

Dito isso, o filme se constrói acerca deste embate épico entre homem e máquina, mostrando que Tom Cruise está disposto a enfrentar os computadores dentro e fora das telas. E faz isso como ninguém. Antes considerado apenas um galã de Hollywood, Cruise se consolidou como o principal nome da ação atual e faz valer cada segundo em tela. Seu Ethan Hunt surge com naturalidade e continua impressionando com seu senso de escapismo.

Agora, porém, ele divide os holofotes com uma coadjuvante que está à altura do protagonista. Grace, interpretada por Hayley Atwell, é uma ladra internacional que cruza o caminho de Ethan pelo objeto necessário para interceptar a máquina. Só que ela não está interessada em usar a arma para destruição mundial ou coisa do tipo. Como toda boa bandidagem de filme, ela só quer ser paga. Agora, junto a Hunt, ela precisa escapar de capangas que realmente buscam a I.A. para o mal. E assim surge uma relação que se constrói de forma orgânica. É impossível não torcer por eles, mesmo que passem o tempo inteiro se enganando em tela.

Partindo dessa dupla implacável em tela, a trama conduz o público rumo a 2h45 de pura aventura e adrenalina. E se você acha que esse tempo todo de filme pesa… Bem, é verdade, pesa demais, chegando a dar um leve cansaço em certos momentos. E, num geral, isso acaba sentindo único grande problema, porque até para o público é necessário ter um tempo para respirar. E o mais insano disso tudo é pensar que essa foi apenas a primeira parte. Pois é, vai ter mais. E sinceramente, não podia estar mais ansioso para ver o que Cruise e o diretor Christopher McQuarrie estão preparando para o grande final. Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1 é cinema em estado puro, promovendo aventura, adrenalina e emoção para toda a família. (Pedro Sobreiro)

Você está ansioso para Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1?

Mila Kunis e Kate Mckinnon belas em cartaz de ‘Meu Ex é um Espião’

A comédia Meu Ex é um Espião, estrelada por Mila Kunis e Kate Mckinnon, ganhou um novo cartaz, voltado para o mercado internacional.

Confira:

A comédia é escrita por Susanna Fogel e David Iserson. Fogel dirige.

Na trama, Kunis e Mckinnon são duas melhores amigas que sempre se apoiaram. Quando uma delas descobre que o namorado (Sam) – que recém terminou o relacionamento – era de fato um espião, as duas acabam envolvidas em uma conspiração internacional.

Meu Ex é um Espião chega aos cinemas brasileiros em 23 de agosto desse ano.

‘Vox Lux – O Preço da Fama’: Musical com Natalie Portman ganha novos comerciais; Assista!

A Paris Filmes divulgou dois novos comerciais do drama musical Vox Lux – O Preço da Fama’ (Vox Lux).

Confira:

Crítica | Vox Lux – Natalie Portman protagoniza a decadência de uma estrela

Escrito e dirigido por Brady Corbet (‘Violência Gratuita‘), a trilha sonora é assinada pela cantora Sia.

Em 1999, a adolescente Celeste (Cassidy) sobrevive a uma violenta tragédia. Depois de cantar em uma cerimônia de cremação, Celeste se transforma em uma pop star iniciante com a ajuda de sua irmã compositora (Martin) e uma gerente de talentos (Law). A ascensão meteórica de Celeste à fama e a simultânea perda de inocência se encaixa com um ataque terrorista que desestabiliza a nação, elevando a jovem a uma potência e um novo tipo de celebridade: ícone americano, divindade secular, superstar global. Em 2017, a adulta Celeste (Portman) está se recuperando depois de um incidente escandaloso que descarrilou sua carreira. Em tour com seu sexto álbum, que traz uma coletânea de hinos sci-fi intitulado “Vox Lux “, o pop indomável de boca suja deve superar as lutas pessoais e familiares de Celeste e navegar pela maternidade, loucura e fama inabalável na Era do Terror.

Natalie Portman, Raffey Cassidy, Jude Law, Stacy MartinWillem Dafoe estrelam.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de março.

‘Frozen 3’ vai acontecer? Produtor responde e desanima os fãs…

Após a bem-sucedida estreia de ‘Frozen 2‘, o produtor Peter Del Vecho foi perguntado pelo CinemaBlend sobre um possível novo filme da franquia. Apesar de sentir que a história já está completa, Vecho não descarta a possibilidade de uma nova sequência no futuro.

“Acho que quando você olha para esses dois filmes, a coisa que mais amo é que eles são extremamente conectados. Eles são uma história completa. Então, agora parece ter sido uma jornada completa.

Ele continua, “A história parece encerrada pra mim, mas nunca se sabe. [O codiretor] Chris [Buck] disse para eu perguntá-lo sobre uma nova sequência daqui a um ano.”

Será que vão mesmo encerrar uma franquia tão valiosa em seu segundo filme?

Surpreendendo as expectativas e quebrando recordes, a sequência ‘Frozen 2‘ estreou com sólidos US$ 350.2 milhões mundialmente – tornando-se a animação com a MAIOR estreia global da história do cinema.

Internacionalmente, a animação arrecadou US$ 223.2 milhões, quebrando o recorde de ‘A Era do Gelo 3‘ como o melhor lançamento de animação no mercado internacional.

E, além disso, com US$ 127 milhões arrecadados nos EUA, o longa garantiu a melhor estreia para uma animação no mês de novembro.

Vale lembrar que ‘Frozen 2‘ chega aos cinemas nacionais em 02 de janeiro de 2020.

A dupla Chris Buck e Jennifer Lee, que dirigiu o primeiro filme, retorna à direção.

Anna, Elsa, Kristoff e Olaf se aventuram nas profundezas da floresta para descobrir a verdade por trás de um antigo mistério do reino.

A sequência conta com o retorno de Idina Menzel, Kristen Bell, Jonathan Groff e Josh Gad. Os novatos Sterling K. Brown e Evan Rachel Wood completam o elenco.

‘Star Wars’: Adria Arjona entra para o elenco da série prelúdio de ‘Rogue One’

De acordo com o Deadline, Adria Arjona (‘Esquadrão 6‘) entrou para o elenco no prelúdio de ‘Rogue One‘, que está sendo desenvolvido pela Disney+.

Detalhes sobre sua personagem não foram divulgados.

Stephen Schiff (‘The Americans‘) será o showrunner da série.

A trama focará em Cassian Andor durante os seus primeiros anos na Rebelião, enquanto explora contos cheios de espionagem e missões desafiadoras para restaurar a paz na galáxia das garras do impiedoso Império.

Diego Luna estrelará a produção, reprisando o papel de Cassian Andor.

O elenco ainda conta com Alan Tudyk, Genevieve O’Reilly e Denise Gough.

Tony Gilroy, responsável pelo roteiro do filme ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘, irá dirigir o escrever o roteiro do piloto e dirigir diversos episódios da primeira temporada.

As filmagens da série ainda têm previsão de início no segundo semestre deste ano, a fim de garantir a estreia para 2021 no Disney+.

‘Ape vs. Monster’: Imitação barata de ‘Godzilla vs. Kong’ ganha trailer; Assista!

O mockbuster ‘Ape vs. Monster‘, imitação barata de ‘Godzilla vs. Kong‘, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

A longa foi produzido pela The Asylum, produtora da franquia ‘Sharknado‘.

Eric Roberts estrela a produção.

O filme ainda não possui previsão de lançamento.

‘Killing Eve’: Sandra Oh e Jodie Comer retornam no novo teaser da última temporada; Confira!

A BBC America divulgou o novo teaser da 4ª (e última) temporada de ‘Killing Eve‘.

Confira:

O ciclo final irá estrear oficialmente no dia 27 de fevereiro. No entanto, o primeiro episódio ficará disponível no serviço de streaming da AMC+ uma semana antes, em 20 de fevereiro.

Jodie Comer as Villanelle – Killing Eve _ Season 4, Episode 1 – Photo Credit: Anika Molnar/BBCA
Sandra Oh as Eve Polastri – Killing Eve _ Season 4, Episode 2 – Anika Molnar/BBCA
Jodie Comer as Villanelle – Killing Eve _ Season 4, Episode 1 – Photo Credit: Anika Molnar/BBCA
Sandra Oh as Eve Polastri – Killing Eve _ Season 4, Episode 1 – Photo Credit: Anika Molnar/BBCA
Fiona Shaw as Carolyn Martens – Killing Eve _ Season 4, Episode 2 – Anika Molnar/BBCA
Camille Cottin as Helene – Killing Eve _ Season 4, Episode 2 – Anika Molnar/BBCA

Seguindo a tradição de introduzir uma nova roteirista a cada temporada, Laura Neal (‘Sex Education’) será responsável pelo ciclo final, dando continuidade ao trabalho de Phoebe Waller-Bridge (1ª temporada), Emerald Fennell (2ª temporada) e Suzanne Heathcote (3ª temporada).

“‘Killing Eve’ tem sido uma das melhores experiências da minha carreira e estou ansiosa para voltar a interpretar a Eve em breve,” afirmou Sandra Oh em uma declaração. “Sou muito grata por todo o elenco e a equipe que trouxeram nossa história à vida e aos fãs que se juntaram a nós e retornarão para o nosso incrível e inesperado ciclo final.”

‘Killing Eve’: Sandra Oh é a primeira atriz asiática a ser indicada ao Emmy

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanelle.

Sandra Oh (‘Grey’s Anatomy‘) e Jodie Comer (‘My Mad Fat Diary‘) estrelam.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

Conheça os novos residentes na 19ª temporada de ‘Grey’s Anatomy’

A ABC divulgou um novo vídeo da 19ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘, apresentando os novos residentes que serão introduzidos no próximo ciclo.

Os médicos novatos serão interpretados por Harry Shum Jr., Adelaide Kane, Alexis Floyd, Niko Terho e Midori Francis.

Confira o vídeo:

Vale lembrar que a atriz Ellen Pompeo retornará em caráter limitado, aparecendo em apenas 8 episódios da 19ª temporada. Pompeo, no entanto, continuará como produtora executiva e narradora de todos os episódios.

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 6 de outubro.

Criada por Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Krista Vernoff.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Kim Raver, Jake Borelli, Chris Carmack, Richard Flood, Anthony Hill e Scott Speedman.

Pacto com o Demônio – Não diga que ele não te avisou

(Leave)

 

Elenco:

Alicia Vin Rittberg
Herman Tommeraas
Stig R. Amdam

 

Direção: Alex Herron

Gênero: Terror

Duração: 96 min.

Distribuidora: PlayArte

Orçamento: US$ 1.8 milhões

Estreia: 7 de Março de 2024

Sinopse: 

Uma jovem tenta encontrar suas origens depois de ter sido abandonada quando criança em um cemitério envolta em um pano com símbolos satânicos, mas conforme ela se aproxima das respostas, um espírito malévolo está dizendo para ela ir embora.

Curiosidades: 

» Thomas Moldestad, do slasher norueguês ‘Presos no Gelo‘, assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Glen Powell estrelará reboot de ‘O Sobrevivente’ com diretor de ‘Em Ritmo de Fuga’

Durante o CinemaCon 2024, foi anunciado que o ator Glen Powell (‘Todos Menos Você’) será o protagonista do reboot de ‘O Sobrevivente‘ (The Running Man), filme clássico de 1987, estrelado pelo Arnold Schwarzenegger.

Edgar Wright, de ‘Em Ritmo de Fuga‘, será responsável pela direção.

Ele também servirá como produtor ao lado de seus parceiros Nira Park e Simon Kinberg.

Baseado no livro homônimo de Stephen King, publicado através do pseudônimo Richard Bachman, a trama é ambientada em uma América distópica em 2025.

A história gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O SOBREVIVENTE, para ganhar dinheiro para salvar sua filha gravemente doente.

A Paramount Pictures está desenvolvendo a nova versão.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Tom Holland revela CONFLITOS nos bastidores da série ‘Entre Estranhos’: “Muita animosidade”

Em entrevista ao Men’s Health, Tom Holland (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’) quebrou o silêncio sobre os complicados bastidores de ‘Entre Estranhos‘ (The Crowded Room).

O ator confessou que os sets da série “não eram muito harmoniosos”, sendo marcados por conflitos e discussões – gerando um clima insuportável.

“Havia muita animosidade nos bastidores [de ‘Entre Estranhos’]. Não era um ambiente muito harmônico; havia muita discussão e pessoas batendo cabeças.”

O ator ainda confessou que o clima pesado da produção o fez pensar em acabar com a sua sobriedade: “Eu senti que se eu começasse a beber novamente, com tudo o que estava acontecendo, a situação ficaria ainda pior. Eu me apoiei muito nas pessoas que são próximas a mim: família, amigos, colegas antigos e pessoas que me abordaram que eu não sabia que também estavam [em sua jornada] de sobriedade.”

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Documentário revela segredo SOMBRIO no trailer do terror ‘In Our Blood’; Confira!

O terror found footage ‘In Our Blood‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Pedro Kos, indicado ao Oscar de Melhor Documentário de Curta-Metragem por ‘Onde Eu Moro‘, comanda a produção – a partir de um roteiro assinado por Mallory Westfall (‘Fear the Walking Dead’).

Nada é o que parece quando a cineasta Emily Wyland se une ao diretor de fotografia Danny para filmar um documentário intimista sobre o reencontro com sua mãe distante após uma década de separação.

Quando a mãe de Emily desaparece repentinamente, possivelmente sucumbindo aos vícios que destruíram sua família, Emily e Danny precisam reunir pistas cada vez mais sinistras para encontrá-la antes que seja tarde demais.

O elenco conta com Brittany O’GradyE.J. BonillaAlanna UbachKrisha FairchildLeo MarksBianca ComparatoSteven Klein.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 24 de outubro.

TERROR DO ANO! ‘Obsessão’ ultrapassa US$ 370 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! O aclamado terror ‘Obsessão‘ (Obsession) conseguiu superar a marca dos US$ 370 milhões nas bilheterias mundiais.

Os números representam quase 500 vezes o valor do seu orçamento – que girou em torno de US$ 750 mil –, consolidando a produção como um dos filmes mais lucrativos da história do cinema.

Além de ter se tornado a maior arrecadação global da história da Focus Features, o longa de também desbancou ‘Pânico 7‘ (US$207.9M), tornando-se a maior bilheteria do gênero em 2026.

Nos EUA, o filme soma US$ 233.9 milhões. Internacionalmente, foram US$ 136.2 milhões através de 59 territórios.

Anteriormente, o diretor Curry Barker já havia compartilhado seus planos para uma possível sequência: “Eu obviamente tenho alguns projetos que estou ansioso para tirar do papel, mas acredito que ‘Obsessão 2’ é possível. Talvez. O que realmente me deixa animado é a possibilidade de fazer uma série antológica, com cada episódio focando em um desejo diferente que sai completamente do controle. Talvez eu pudesse dirigir o episódio piloto com o mesmo diretor de fotografia. Então, outros cineastas poderiam trazer suas próprias visões [nos episódios seguintes].”

Além de ter alcançado 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa também conquistou os espectadores – recebendo uma rara nota A- para o gênero no CinemaScore –, o que deve ajudar na estabilidade da produção nas próximas semanas nas telonas.

Confira nossa entrevista com o cineasta Curry Barker, que já foi confirmado na direção do próximo filme ‘O Massacre da Serra Elétrica’.

Saiba Mais » Obsessão

Na trama, depois de quebrar o misterioso Salgueiro dos Desejos para conquistar o coração de sua paixão, um romântico incurável se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.

De ‘Buffy’ a ‘Spider-Noir’ – As 10 Estreias de Séries Mais ESPERADAS de 2026…

‘Maldição da Múmia’ será para MAIORES por “VIOLÊNCIA extrema e GORE”

Curry Barker é responsável pela direção e roteiro.

O elenco conta com Michael Johnston, Inde Navarrette, Cooper Tomlinson, Megan Lawless e Andy Richter.

Porque ‘Watchmen’ não teve sequências? Ator responde!

Apesar de ‘Watchmen’ dividir opiniões entre os fãs dos quadrinhos, a adaptação dirigida por Zack Snyder teria sequências, conforme pontuou o ator Jackie Earle Haley.

No entanto, problemas relacionados a direitos de propriedade entre a Warner Bros. e a Paramount impediram que novas produções seguissem a adaptação lançada em 2009.

Durante uma entrevista ao site CinemaBlend, Haley comentou a situação:

“Eu queria muito que eles tivessem dado a aprovação para novas sequências. E sabe, eu realmente acho que eles teriam seguido por esse caminho, desenvolvendo mais filmes à partir de ‘Watchmen’ e até mesmo versões diferentes da obra. Eu digo isso porque penso que a produção atingiu o sucesso necessário para que a narrativa continuasse caminhando. Mas creio que o que realmente impediu que isso tudo desse certo foi o fato de haver uma contenção de propriedade entre a Warner Bros. e a Paramount”.

Vale lembrar queWatchmen’ vai virar série de TV na HBO!

‘Mulher-Maravilha 2’: Fã cria arte retrô com referências dos anos 80; Confira!

Após o anúncio de que Mulher-Maravilha’ vai se passar nos anos 80, o artista conceitual, BossLogic, decidiu criar uma arte com a heroína vivida por Gal Gadot, unindo algumas das referências mais populares da década.

Confira o resultado:

Já entre os destaques dos possíveis títulos estão: Wonder Woman Returns’, ‘Wonder Woman Lives’, ‘Wonder Woman Part II’ e ‘Wonder Woman Rises’. As informações são do CBR.

Recentemente, durante a apresentação da Warner Bros. na Licensing Expo, em Las Vegas, também foi confirmado que a heroína ganhará um novo uniforme, que será usado para combate. Até mesmo a tiara foi modificada para parecer mais com um elmo.

Além disso, o filme ganhou também um novo logo, diferente do primeiro filme. Confira:

A trama será ambientada nos 80, no período da Guerra Fria, e deve trazer os retornos de Chris Pine, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner ao elenco.

A ficha também indica o retorno de Zack Snyder como produtor e David Callaham, escritor de ‘Os Mercenários’, como um dos roteiristas ao lado de Patty Jenkins e Geoff Johns. Confira:

Recentemente, após a atriz Kristen Wiig (‘Caça-Fantasmas’) ter sido oficializada como a vilã Mulher-Leopardo na sequência, foi revelada uma breve descrição da personagem pelo Omega Underground.

E, de acordo com a descrição, é provável que ela seja introduzida como amiga de Diana Prince antes de passar por sua transformação e se tornar a famosa vilã:

“Dra. Barbara Ann Minerva, uma arqueóloga britânica que descobre a cidade perdida de Urzkartaga e, quando se depara com um antigo ritual, se torna hospedeira da poderosa deusa Cheetah”

O papel da vilã foi oferecido a Emma Stone, porém a atriz teria rejeitado a proposta. Sarah Paulson também havia sido citada como favorita para o papel.

Enquanto isso, segundo o Heroic HollywoodGeoff Johns já está trabalhando no roteiro da sequência de ‘Mulher-Maravilha‘.

‘Mulher-Maravilha 2’ começa a ser filmado em maio e pode ter estreia antecipada

Mulher-Maravilha 2’ chega aos cinemas em 1º de novembro de 2019.

‘A Viagem do Dr. Dolittle’: Filme com Robert Downey Jr. passa por refilmagens

O longa ‘A Viagem do Dr. Dolittle‘ voltou para o site para 21 dias de refilmagens. A informação foi revelada pelo Collider.

Segundo a publicação, quando os produtores Joe Roth, Jeff Kirschenbaum e Susan Downey assistiram um corte inicial do filme, perceberam que haviam alguns problemas com os efeitos visuais e com o tom da comédia.

Para evitar que o resultado final do filme não seja satisfatório, ele optaram por renovar, trazendo alguns novos nomes a bordo. Chris McKay (novo ‘Batman‘) foi contratado para “salvar” o filme, sendo responsável por escrever novos materiais, além de supervisionar as refilmagens.

McKay ainda recomentou a contratação do diretor Jonathan Liebesman, mais conhecido por seu trabalho em ‘As Tartarugas Ninja‘. O cineasta vai assumir a direção dessas cenas extras.

Vale ressaltar que Stephen Gaghan continua como o diretor real oficial de ‘A Viagem do Dr. Dolittle‘ e ele também acompanhará o trabalho da equipe de efeitos visuais.

Após duas alterações na sua data de estreia, o filme chega aos cinemas em 17 de janeiro de 2020.

 

Confira as primeiras imagens dos bastidores, que trazem um Robert Downey Jr. irreconhecível:

The Voyage of Doctor Dolittlecontará com: Emma Thompson, Selena Gomez, Kumail Nanjiani, John Cena, Ralph Fiennes, Octavia Spencer, Rami Malek, Craig Robinson, Carmen Ejogo, Tom Holland, Marion Cotillard e Frances de la Tour.

O filme será baseado no livro ‘The Voyages of Doctor Dolittle’, de Hugh Lofting.

A Universal também evidenciou em outra ocasião que o ator Robert Downey Jr. trará uma nova assinatura ao personagem.

Quem assume a direção é o cineasta Stephen Gaghan (‘Syriana – A Indústria do Petróleo‘), que também escreveu o mais recente rascunho do roteiro, baseado em um script anterior de Tom Shepherd.

‘Ball and Chain’: Emily Blunt e Dwayne Johnson vão estrelar adaptação de quadrinhos

Os astros Emily Blunt e Dwayne Johnson vão estrelar mais um novo projeto juntos. Segundo o portal ComicBook, a dupla vai protagonizar a adaptação dos quadrinhos de ‘Ball and Chain‘.

Os quadrinhos, que contam com quatro partes, são de autoria de Scott Lobdell, Ale Garza e Richard Bennett.

A trama acompanha Edgar e Mallory Bulson, um casal que decidiu se divorciar em virtude de suas diferenças conjugais. No entanto, eles acabam sendo atingidos por um meteoro, recebendo energias extraterrestres que lhes garantirão super poderes, que só funcionam quando ambos aprendem a colocar suas dificuldades de relacionamento de lado para trabalharem juntos. Mas será que essas novas habilidades serão os bastante para fazer esse casamento funcionar?

O roteiro será assinado pela indicada ao Oscar, Emily V. Gordon, responsável pelo roteiro de ‘Doentes de Amor‘.

De acordo com o site, Kevin Misher vai produzir o projeto com Seven Bucks.

Ball and Chain‘ ainda não possui produtora, mas relatos indicam que vários estúdios, como a própria Netflix, estão interessados.

 

 

‘Cruel Summer’: Série de suspense teen conquista 90% de aprovação no RT; Confira as críticas!

A nova série de suspense teen da emissora Freeform, intitulada ‘Cruel Summer‘, mal teve sua estreia na TV norte-americana e parece já ter conquistado tanto o público, bem como a crítica.

Com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, por parte da imprensa especializada e da audiência, o thriller recebeu diversos elogios pela excepcional performance de seus protagonistas, assim como pela qualidade técnica da produção.

Explorando temática importantes, como as pressões sociais impostas às jovens garotas, a série ainda foi aclamada por saber desenvolver o seu roteiro de forma intrigante, motivando o entusiasmo da audiência.

Confira as principais avaliações do momento:

“A atuação de Holt e Aurelia mantém as coisas em movimento, assim como a produção técnica da série. Esta é uma deliciosa fatia de diversão semelhante a uma ótima leitura na praia”. – Kristen Lopez, indieWire

“Uma última coisa que é bom saber: Moderação em todas as coisas. Mas moderação não é o objetivo de um programa como ‘Cruel Summer'”. – Bill Goodykoontz, Arizona Republic.

“É certamente um conceito inteligente e tentador para construir ao redor de uma série. Mas, como acontece com um Tamagotchi, você sempre sente que deveria se divertir mais do que realmente está se divertindo”. – Inkoo Kang, Hollywood Reporter.

Cruel Summer consegue superar sua narrativa complicada, porque encontra maneiras interessantes e fundamentadas de explorar o impacto das expectativas da sociedade sobre essas meninas, e como sua cidade e suas próprias famílias contribuem para a pressão que enfrentam”. – Saloni Gajjar, AV Club.

“‘Cruel Summer’ é inteligente, original e suculenta o suficiente para dar textura à história. É a construção excessivamente ansiosa que o impede de ser algo verdadeiramente especial” – Andy Crump, The Playlist.

Lembrando que a produção será lançada no Brasil pela Amazon Prime Video, ainda neste semestre.

Confira a promo:

A série é produzida pela Jessica Biel, de ‘The Sinner‘.

A trama se passa no decorrer de três verões – 1993 até 1995 -, em uma cidade pequena do Texas, quando uma adolescente popular, Kate, é sequestrada e, aparentemente sem relação, uma garota desajustada, Jeanette, se torna a jovem mais popular da cidade. E, em 1995, ela se torna a pessoa mais desprezada da América.

Cada episódio contará com o ponto de vista de um das duas garotas, fazendo com que a lealdade dos espectadores mude semanalmente, de acordo com as informações reveladas.

Olivia Holt (‘Cloak & Dagger‘) estrelará a produção. O elenco ainda conta com Chiara Aurelia, Michael Landes, Froy Gutierrez, Harley Quinn Smith, Allius Barnes, Blake Lee, Brooklyn SudanoSarah Drew.

EXCLUSIVO! Eddie Redmayne fala sobre “O Dia do Chacal”, série de ação que bateu RECORDE de audiência

A série de espionagem e thriller político, ‘O Dia do Chacal‘ (The Day of the Jackal), já está disponível no Disney+ e alcançou o topo das produções mais assistidas da semana no serviço de streaming – entrando para o TOP 5 no território norte-americano durante o final de semana de abertura.

Quebrando recordes de audiência para a Sky, registrando três milhões de visualizações em apenas sete dias, a produção se tornou um sucesso grandioso e em menos de três semanas de estreia já foi renovada para sua segunda temporada.

E o CinePOP teve a oportunidade de entrevistar o astro Eddie Redmayne, que deu detalhes sobre a nova versão da clássica saga literária de Frederick Forsyth. Ao longo do bate-papo, o vencedor do Oscar comentou sobre seu primeiro papel protagonista em uma produção do gênero de ação e revelou os bastidores de sua incrível transformação para dar vida ao implacável assassino de aluguel.

Assista:

Na trama, um assassino implacável, conhecido como Chacal (Redmayne), vive de realizar assassinatos por altíssimas taxas. Após sua última missão, ele se depara com uma astuta oficial de inteligência britânica (Lynch), que começa a rastreá-lo em uma emocionante perseguição de gato e rato pela Europa, deixando destruição por onde passa”

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por Ronan Bennett, a série é baseada no romance homônimo de Frederick Forsyth.

Brian Kirk (‘Game of Thrones’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Úrsula Corberó, Charles Dance, Richard Dormer, Chukwudi Iwuji, Lia Williams, Khalid Abdalla, Eleanor Matsuura, Jonjo O’Neill e Ben Hall.

Cartaz do filme O Dia do Chacal, 2024.

Crítica | Morra, Amor – Maternidade e loucura colidem em drama sufocante com Jennifer Lawrence [Cannes 2025]

Em Morra, Amor (Die, My Love), Lynne Ramsay retorna à zona de desconforto onde seu cinema mais brilha. Conhecida por filmes que transformam o trauma em matéria estética, como Precisamos Falar Sobre Kevin (2011) e Você Nunca Esteve Realmente Aqui (2017), a cineasta escocesa adapta com brutal intensidade o romance homônimo da argentina Ariana Harwicz, mergulhando no delírio febril de uma jovem à beira da implosão emocional. 

Com Jennifer Lawrence no papel de Grace, uma mulher afundada na depressão pós-parto, o filme constrói uma experiência sensorialmente sufocante — marcada por um som ambiente invadido por zumbidos de moscas e cercada por um cenário de lixo, decadência e isolamento. J. Law, grávida de seu segundo filho durante as filmagens, entrega uma performance em estado bruto, mas ainda assim não consegue alcançar a repugnância quase animalesca da narradora do livro. 

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Há algo de inevitavelmente glamoroso em sua presença — um obstáculo que Lynne Ramsay tenta contornar com violência estética e caos emocional. Grace não funciona mais no papel da mulher romântica: a maternidade, longe de iluminá-la, aciona nela um disjuntor sombrio, substituindo empatia por desejo, doçura por raiva, humanidade por uma lasciva autopercepção.

A relação conjugal com Jackson (Robert Pattinson, eficiente mas em segundo plano) se dilui num ciclo de atração e repulsa, e o sexo, antes constante, se torna uma moeda de troca, um pedido desesperado por controle. Grace exige prazer como quem exige oxigênio — ou como quem se recusa a se tornar apenas “mãe”. A performance de Lawrence é hipnótica, errática e sempre à beira do colapso. Em determinados momentos lembra sua interpretação desesperada no caótico e menospresado Mãe! (2017), de Darren Aronofsky

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A ambientação é bucólica, mas não acolhedora — uma casa herdada do tio do marido, que se matou ali mesmo, como uma maldição não dita. O que poderia ser um retiro rural se transforma em uma prisão psíquica, um purgatório com cheiro de leite azedo e moscas. Nesse cenário, a sogra (Sissy Spacek, em uma performance que combina fragilidade e ameaça) adiciona tensão à dinâmica doméstica, numa troca de farpas e carinhos. Spacek vagueia como um fantasma entre a negação e o colapso, cuidando do marido com demência (Nick Nolte), enquanto dorme armada e ri às gargalhadas no meio da noite.

LaKeith Stanfield surge como uma miragem de desejo, um vizinho quase onírico que representa a fantasia sexual e a fuga — uma presença pouco desenvolvida, mas simbólica, como o motoqueiro que vem do bosque carregando a possibilidade do outro, do escape, da dor transformada em febre erótica. Esses escapez do cotidiano trazem uma poética para uma narrativa que forja uma realidade bruta e destoa do resto do enredo em busca de uma evasão do cotidiano. 

Ramsay e sua co-roteirista Enda Walsh evitam a sutileza. Morra, Amor é um filme em estado de choque, onde a dor é amplificada em melodrama autoimolador. A trama não se curva à lógica terapêutica. Mesmo quando Grace é internada para tratar de um transtorno bipolar, a volta ao lar não traz cura — apenas mais consciência do abismo. Como em Babysitter, da canadense Monia Chokri, longa sobre um período nebuloso pós-parto, aqui há a sugestão de que a maternidade transforma a mulher em funcionária da sobrevivência familiar, mas enquanto Chokri lança um olhar mais cínico, Ramsay mergulha no pesadelo como única linguagem possível.

A ideia de redenção aqui é um insulto. Morra, Amor não apresenta resoluções para os problemas da sua protagonista, como se ela não fosse salvável, não porque não queira ser, mas porque está dilacerada por dentro — por um trauma talvez familiar, mas certamente não nomeado. Fiel ao espírito do romance original, Lynne Ramsay nos lembra que há dores que não se transformam em poesia nem em superação. Elas apenas existem, pulsantes, ensanguentadas, como a experiência de Grace em busca de si mesma, e talvez ainda mais viva por isso.

‘Tomb Raider: A Origem’ conquista 48% de aprovação no Rotten Tomatoes

Um dos principais lançamentos do ano, Tomb Raider: A Origem, conquistou (até agora!) 48% de aprovação no Rotten TomatoesA nova adaptação dos jogos está dividindo a opinião dos críticos.

A porcentagem baseada em 99 avaliações computadas, sendo 48 positivas e 51 negativas. A nota média no famoso agregador é de 5.2, enquanto no Metacritic, outro conceituado site norte-americano, aparece com 47/100.

Confira a crítica em vídeo feita pelo redator-chefe Renato Marafon:

E confira também algumas reações dos críticos internacionais:

Rohan Naahar, do Hindustan Times:

“A ação é editada e picotada, e depende excessivamente do CGI para partes mais ambiciosas de qualquer tipo de ameaça”.

Rashid Irani, Hindustan Times:

Angelina Jolie deve estar com um pouco de inveja da Lara Croft da Alicia Vikander. Dito isto, o filme parece um aperto de mão precoce quando deveria ser um caloroso abraço.”.

James Marsh, South China Morning Post:

“A pegada mais realista de Vikander até que é boa, mas é rasa e traz a cansativa relação pai e filha”.

Devesh Sharm, Filmfare:

“Vikander é realmente uma sucessora digna de Jolie. Vamos esperar que a franquia aproveite ao máximo os talentos dramáticos e atléticos da atriz no futuro.”

Neil Soans, The Times of India:

“Repleto de perseguições, acrobacias e efeitos caseiros e totalmente desprovido de intensidade”.

Vale lembrar que Tomb RaiderA Origem‘ já está em exibição nos cinemas brasileiros.

No filme, Lara Croft estabelece em sua primeira expedição para terminar a pesquisa arqueológica do seu pai e descobrir segredos antigos, a fim de limpar seu nome desonrado. A tragédia começa quando sua aventura se transforma em uma luta pela sobrevivência.

Alicia Vikander vive a personagem título. Dominic West (The Affair) vive Richard Croft e Walton Goggins (Os Oito Odiados) interpreta o vilão.  Daniel Wu e Hannah John-Kamen também estão no elenco.

‘How to Get Away with Murder’: 5ª temporada será retorno à forma da série, afirma ABC

A 5ª temporada de How to Get Away with Murder ganhou data de estreia. A ABC confirmou que a série retorna em 27 de setembro.

Agora, em uma nova entrevista ao TV Line, o chefe da ABC Entertainment, Channing Dungey, comentou sobre a 5ª temporada, dizendo que a série irá retornar à forma que deu certo nas primeiras temporadas.

“O primeiro episódio é um retorno à forma. Senti o mesmo quando li o roteiro da primeira temporada pela primeira vez. As reviravoltas acontecem logo de início da trama. Acho que as pessoas realmente vão ficar empolgadas em ver como o mistério se desenrola dessa vez”

O criador Pete Nowalk também falou ao Deadline sobre os planos para o próximo ano da série:

Segundo Nowalk, a 5ª temporada terá um novo mistério empolgante:

“Terá mais reviravoltas e será mais divertimento. Será um tom diferente, algo que estamos preparando há tempos.”

Além disso, revelou também que o casamento de Connor Walsh (Jack Falahee) e Oliver Hampton (Conrad Ricamora) vai acontecer, mas que será “do nosso próprio jeito, algo divertido”. E confirmou o retorno de Sam Keating (Tom Verica), marido falecido de Annalise Keating (Viola Davis) em um novo episódio de flashback.

No Brasil, a série é exibida pelo Canal Sony com o nome ‘Como Defender um Assassino’.

‘How to Get Away with Murder’: Quem é Gabriel Maddox?

 

 

Crítica | ‘Em Ruínas’ DIVERTE com carisma de Don Lee em ação apocalíptica da Netflix

Um médico desesperado para salvar sua filha por meio de um composto químico é interceptado pela polícia. Porém, durante a detenção, um terremoto brutal destrói toda a Coreia do Sul. Neste cenário, os sobreviventes formam uma sociedade sem leis, em que os répteis que serviram de cobaia para os experimentos do doutor passaram a se regenerar com extrema velocidade e viraram uma praga ‘urbana’. Lutando para sobreviver, um caçador e seu garoto se especializam em acabar com essas pragas e transformá-las em alimento. A vida parece fluir em meio a desgraça, até o dia em que um grupo de pessoas aparentemente ‘mais civilizadas’ surge dos escombros prometendo uma vida melhor para os adolescentes e suas famílias. Eles levam uma amiga da dupla, que logo descobre que a promessa utópica não passava de uma mentira para encobrir um plano grotesco. Partindo dessa premissa, Em Ruínas chegou à Netflix fazendo muito sucesso.

Nos últimos dez anos, a franquia John Wick conseguiu revitalizar o nicho de ‘filmes do Liam Neeson, aqueles em que o protagonista vê um membro de sua família ser levado e embarca em uma jornada de vingança para matar os responsáveis e seus associados. Trazendo doses de humor, a franquia conseguiu trazer esse nicho para o mainstream, fazendo com que diversos estúdios tentassem emplacar o seu próprio John Wick. Como de costume em Hollywood, a maioria não prestou.

No entanto, a Coreia do Sul tem seu próprio astro desse estilo de filme ‘porradeiro’, capaz de imprimir carisma e muita pancadaria a seus personagens, por mais que sejam essencialmente a mesma persona. Seu nome é Don Lee, um verdadeiro fenômeno da arte de quebrar bandido com as próprias mãos. Neste filme, que estreou em primeiro nos mais vistos da Netflix, Don presenteia o público com seu maior talento e consegue se diferenciar de seus trabalhos anteriores, porque agora ele não resolve os problemas apenas no soco. Ele também usa armas.

E não pense que o filme busca qualquer coisa além disso. A direção de Heo Myeong Haeng, que trabalhou por anos com Lee como coreógrafo de dublês, sabe do potencial do astro e potencializa isso ao máximo. Os melhores momentos do longa são quando a câmera foca no protagonista para derrubar exércitos sozinho, das formas mais criativas possíveis. Isso dá ao longa uma sensação quase nostálgica dos grandes heróis de ação dos anos 80, já que tudo gira ao redor de Don Lee e seus golpes e piadocas.

Entretanto, essa opção de potencializar ao máximo o astro deixa os outros personagens com a sensação de serem descartáveis – e são mesmo. Não dá para saber como seria o longa se houvesse um maior desenvolvimento dos coadjuvantes, mas a verdade é que a única personagem que ganha um background é tão desinteressante que talvez nem tenha sido um problema focar exclusivamente em um boneco só.

Se o lado do herói diverte, o vilão da história enoja. O médico/ cientista megalomaníaco é desprezível, como um malfeitor deve ser. É engraçado que todos os seus trejeitos e histórias de fundo parecem ter saído diretamente dos quadrinhos dos anos 1960 do Homem-Aranha. Ele é bem cliché, caricato, mas funcional. Seu papel causa repulsa, enquanto ele se deixa ser levado pela loucura de seu plano sem nem perceber – ou se importar – com as consequências.

No fim das contas, o embate entre o médico louco e o herói renegado carismático cumpre bem seu papel de divertir nesse cenário pós-apocalíptico. Mesmo com uma computação gráfica abaixo dos padrões dos filmes de Lee, o longa compensa com um grande trabalho de maquiagem. Há algumas reviravoltas que flertam com ser interessantes, mas nada que supere o carisma e o talento pra descer a porrada nos outros de seu protagonista. Em Ruínas é um filme que não ‘reinventa a roda’ e nem se propõe a isso. Ele quer divertir o público e consegue fazer isso. Talvez conseguisse ainda mais se reduzisse um pouco o tempo de tela, porque há momentos em que dá uma cansadinha. Ainda assim, é garantia de puro entretenimento.

Em Ruínas está disponível na Netflix.

 

Pré-sequência de TERROR de Sucesso da Netflix é Ainda Mais Perturbador

Não é nenhuma novidade dizer que quando uma história faz sucesso no audiovisual ela imediatamente é cogitada para ganhar sequências, pré sequências e/ou outras derivações que acabem transformando-a em uma franquia. Às vezes temos que esperar muito tempo, às vezes a produção é mais rápida. Independentemente, o importante é ter uma boa história, que faça sentido dentro daquele universo que está sendo construído, ou, do contrário, o espectador se sente frustrado. E esse é o principal ponto que muitas produções acabam não conseguindo atingir. Quando debatemos isso no gênero do terror, fica ainda mais complicado, pois não são poucos os exemplos de franquias de terror que desandaram com o passar do tempo porque não entenderam quando parar. Para a nossa alegria, entretanto, uma nova franquia se configura após o lançamento de ‘Irmã Morte’, no fim de outubro, na Netflix, longa que é pré sequência de um ótimo filme de terror lançado em 2017, ‘Verônica: Jogo Sobrenatural’, também disponível na plataforma.

Espanha, 1931. Uma jovem criança em um vilarejo distante tem visões a que todos atribuem como sendo um milagre. Os anos passam e esta criança se torna uma jovem freira que acaba de ser convocada para um convento que abriga meninas abandonadas pelos pais, onde recebem o ensino básico e também instruções de inserção social. Porém, desde o primeiro dia neste convento a Irmã Narcisa (Ari Bedmar) passa a sentir algo estranho: sons de criança correndo, rindo e objetos se movendo – eventos que ela não consegue explicar e sobre os quais nenhuma das outras freiras parece estar disponível para falar a respeito. Quando a jovem Rosa (Sara Roch) passa a ter um comportamento esquisito e alegar estar tendo visões, Narcisa perceberá que não está tendo alucinações e precisará definir de uma vez por todas as suas dúvidas, para só assim poder combater esta ameaça invisível.

Com precisas uma hora e trinta de duração, ‘Irmã Morte’ pode ser dividido meio a meio em duas partes bem marcadas. A primeira, com a ambientação da Irmã Narcisa neste novo ambiente dentro de um cotidiano em que nada acontece, a não ser as coisas do além. Essa primeira parte é repetitiva e chega a dar uma entediada porque demora muito para que episódios aterrorizantes ocorram. Entretanto, é na segunda parte do filme, quando o plot de fato é aberto na mesa e o espectador tem maior conhecimento do que está acontecendo, que as coisas ficam mais interessantes para os fãs de terror.

O roteiro de Jorge Guerricaechevarría e Paco Plaza segura as rédeas do longa para mostrar a que veio nos últimos quarenta minutos de filme, com uma história muito interessante que não parece forçada e faz sentido com relação ao filme original, ‘Verônica: Jogo Sobrenatural’, entrelaçando os eventos de maneira orgânica. O diretor Paco Plaza opta por interessantes posicionamentos de câmera enquadrados por uma bonita direção de fotografia, que favorecem o ambiente de clausura do convento. As cenas de terror, embora somente na reta final, são bem-feitas e bastante satisfatórias, algumas até violentas, o que facilmente irá contemplar os fãs do gênero.

Irmã Morte’ é uma boa opção de terror na Netflix e que não pede ter visto o filme anterior antecipadamente. Mas é muito provável que, depois de ver ‘Irmã Morte’, o espectador queira ir desvendar o mistério de ‘Verônica: Jogo Sobrenatural’ logo em sequência.

Kevin Feige fala sobre o futuro da Marvel pós-‘Vingadores: Ultimato’

Os estúdios Marvel sempre deram a seus fãs um “mapa” sobre os caminhos a serem traçados pelo presidente Kevin Feige em relação ao extenso panteão de super-heróis. E apesar desse mapa ter se tornando incompreensível nos últimos dois anos, devido à gigantesca expectativa sobre ‘Vingadores: Ultimato’, as coisas estão voltando a ser esclarecidas pouco a pouco.

Em um evento de imprensa sobre o próximo filme do MCUCapitã Marvel, Feige disse quando deixará o resto do mundo saber sobre seus planos para o futuro da companhia:

Como fazemos por anos, não iremos anunciar nada que acontecerá após ‘Ultimato’ ou Homem-Aranha: Longe de Casa até que estes filmes tenham chegado aos cinemas.

Apesar do presidente não ter mencionado nada específico, ele falou sobre o infinito potencial de novos personagens entrarem no Universo Cinemático Marvel após a épica conclusão supracitada.

Como os fãs bem sabem, há um tremendo potencial e uma tremente quantidade de personagens e narrativas e grupos que iremos explorar. Porém, não acho que iremos anunciar coisas para os próximos cinco ou seis anos.

Os próximos lançamentos da Marvel incluem Capitã Marvel no dia 04 de março, ‘Vingadores: Ultimato’ no dia 25 de abril e Homem-Aranha: Longe de Casa em 05 de julho.

‘American Horror Story: 1984’: Não se pode escapar da escuridão no trailer do próximo episódio

A FX divulgou o trailer do quinto episódio de American Horror Story: 1984’, intitulado “Red Dawn”.

Confira:

O novo episódio será exibido no dia 16 de outubro.

O elenco do novo ciclo conta com Emma Roberts, Gus Kenworthy, Angelica Ross, Cody Fern, Billie Lourd, Leslie Grossman, DeRon Horton e Matt Morrison.

‘Nancy Drew’ investiga uma maldição na sinopse do episódio 01×18

The CW divulgou a sinopse oficial de “The Clue in Captain’s Painting’, décimo-oitavo da 1ª temporada de ‘Nancy Drew’.

“Nancy e sua equipe investigam uma morte misteriosa que também culmina em novos detalhes acerca da maldição de Aglaeca”.

O episódio foi dirigido por Ramsey Nickell e assinado por Erika HarrisonJesse Stern.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

Desenvolvida por Josh Schwartz, a série é baseada na icônica personagem criada por Edward Stratemeyer.

A nova versão de Nancy Drew se concentra na detetive de 18 anos durante o verão, após sua formatura no ensino médio. Embora Nancy planeje deixar sua cidade natal para se aventurar na faculdade, uma tragédia familiar a mantém em casa por mais um ano, e ela se vê presa em uma “investigação fantasmagórica de assassinato” que a leva a descobrir segredos obscuros ao longo do caminho.

Kennedy McMann será a personagem-título. O elenco ainda conta com Tunji KasimAlvina August, Maddison Jaizani, Scott Wolf e Alex Saxon.

5 Filmes que mostram a genialidade de Paddy Considine, o rei Viserys de A Casa do Dragão!

Nascido em 05 de setembro de 1973 em Burton upon Trent, Staffordshire, na Inglaterra, o talentoso ator e diretor Paddy Considine chamou a atenção de todos recentemente pela sua magistral atuação como Rei Viserys em A Casa do Dragão. Mas pra quem ainda não conhecia, saiba que esse excepcional artista tem um currículo invejável, com impactantes trabalhos na sétima arte já faz muito tempo.

Em sua formação, no início da década de 90 estudou Artes Cênicas na Burton College, quatro anos mais tarde entrou em outra faculdade, dessa vez para estudar fotografia na Universidade de Brighton. Depois trabalhou em alguns curtas-metragens até conseguir seu primeiro papel como protagonista no ano de 2000, o filme era Last Resort dirigido pelo cineasta polonês Paweł Pawlikowski (Guerra Fria, Ida). Como ator, trabalhou em poderosos filmes dramáticos como o maravilhoso Terra dos Sonhos. Também participou de seriados conhecidos como Peaky Blinders e The Outsider.

Imagem do filme: Vingança Redentora

Mas como diretor ele brilhou mais ainda, com um curta chamado Dog Altogether, vencedor do Leão de Prata de Melhor Curta-Metragem no Festival de Cinema de Veneza de 2007 e os longas Journeyman: Vontade de Vencer (excelente!) e a sua obra-prima da carreira Tiranossauro.

Para quem não conhece os ótimos filmes dele, segue abaixo algumas sugestões de trabalhos que mostram a genialidade de Paddy Considine:

 

Vingança Redentora

Olho por olho, dor por dor. Em pouco mais de 80 minutos de projeção, Vingança Redentora nos leva para uma ampla e profunda análise sobre o castigo, a punição, acompanhamos a estrada de via única de um homem indo atrás de vingança após sua alma se deteriorar logo em seguida à uma tragédia. Dirigido pelo cineasta britânico Shane Meadows, o filme tem uma trilha sonora marcante além de uma atuação explosiva do excelente Paddy Considine.

 

Tiranossauro

Na trama, conhecemos Joseph um homem rodeado por desilusões e que está à beira da loucura dominado completamente pelo ódio que sente. Um certo dia, após beber todas em uma tarde, acaba indo parar na loja de Hannah, uma simpática vendedora que também possui seus problemas no cotidiano. Aos poucos, entre um drama e outro, vai surgindo entre eles uma amizade muito forte que acaba virando um conforto para essas duas almas perturbadas por fantasmas que os assombram à muito tempo. Esse é o grande trabalho como diretor do intérprete do Rei Viserys.

 

Terra dos Sonhos

Lançado 20 anos atrás, esse filmaço dirigido por Jim Sheridan conta a história de uma família que se muda da Irlanda para os Estados Unidos em busca de uma chance de recomeçar a vida após um trauma. O emocionante filme foi indicado em três categorias ao Oscar em 2004.

 

Meu Amor de Verão

Em seu segundo trabalho com o diretor polonês Paweł Pawlikowski, Paddy Considine está no elenco do interessante longa-metragem Meu Amor de Verão. Na trama, ambientada no norte da Inglaterra, em Yorkshire, conhecemos Mona e Tamsin, duas jovens que aos poucos vão se aproximando e percebendo que tem muito a ensinar uma à outra. Esse é o primeiro longa-metragem da carreira de Emily Blunt.

 

Journeyman: Fora de Combate

A incrível capacidade humana do recomeço. Imagine um mundo onde você tem uma linda família, é estável financeiramente, e ainda por cima é campeão mundial de um esporte que você ama. Agora imagine que após sofrer uma lesão na cabeça, você não lembra de mais nada e precisa reaprender sobre tudo que gira em torno da sua vida. Journeyman: Fora de Combate nos leva para em torno desse recorte, de um homem que precisa se reconectar com o mundo que lhe foi tirado. De maneira angustiante em muitos momentos, mostrando as sombrias e difíceis fases de um recomeço o longa-metragem possui uma narrativa detalhista que vai emocionar até mesmo os corações mais frios. Escrito, dirigido e protagonizado pelo excelente Paddy Considine, o filme não é sobre segundas chances mas sim sobre o recomeçar.

A Filha do Meu Melhor Amigo

NENHUMA BELEZA AMERICANA

Exibido pela primeira vez em 2011, no Festival de Toronto, esse filme penou até conseguir ser lançado no Brasil. Com o título original de The Oranges, a produção terminou com o genérico A Filha do Meu Melhor Amigo, por aqui. Não são ótimos esses títulos brasileiros que tentam simplificar a história, ao mesmo tempo enfiando no título a sinopse da obra. Será que o público por aqui não se dá nem ao trabalho de ler sobre o que o filme se trata, e precisa ter o título lhes dizendo.

A distribuidora nacional deve ter ficado na corda bamba para saber se lançava o filme nos cinemas, mesmo com atraso, ou em vídeo – o que seria mais indicado. Mais uma vez friso o fato de que ao invés de comédias banais como A Filha do Meu Melhor Amigo, os cinemas brasileiros dispensam sensações como Spring Breakers – Garotas Perigosas, e filmes importantes como 42 – A História de uma Lenda. Mas a culpa principal é do grande público que se contenta em assistir a mesma coisa pela milésima vez.

2

A Filha do Meu Melhor Amigo não chega a ser um desastre de trem como os recentes O Casamento do Ano e Gente Grande 2. Na trama, somos apresentados a duas famílias de classe média alta dos subúrbios americanos. O protagonista do filme é David, papel do eterno Dr. House da série de TV, Hugh Laurie. Ele é casado com Paige, vivida pela rainha dos filmes independentes americanos Catherine Keener (Paz, Amor e Muito Mais), mas seu casamento já esfriou há um tempo. Os dois são pais de Vanessa, personagem da exótica Alia Shawkat (da série Arrested Development).

Seus vizinhos são Terry e Cathy, vividos por Oliver Platt (Ginger & Rosa) e Allison Janney (Histórias Cruzadas). Como esfregado em nossas caras pelo título, David e Terry são amigos, compartilham os mesmos interesses de homens da classe alta e meia idade, como sair para correr juntos. A trama começa realmente a girar com a chegada da filha problemática dos vizinhos, interpretada por Leighton Meester (Este é o Meu Garoto). Ela é uma jovem perdida que contradiz o falso moralismo de seus pais.

3

Ao ser abandonada pelo namorado, por quem estava disposta a nunca mais ver a família, a jovem volta com o rabo entre as pernas para a casa dos pais. Depois de uma breve reunião com as duas famílias, Nina (Meester) como uma criança mimada continua em seu curso de autodestruição, e destruição de vidas ao redor, quando se envolve com o apático protagonista. Aliás, o termo usado para definir o personagem se encaixa também perfeitamente na performance sem vida e sem vontade do quase sempre bom Laurie.

O ator parece desconfortável em muitas das cenas. O relacionamento entre os dois surge a troco de nada, e nunca compreendemos o porquê de quererem enfrentar tudo e todos em nome de tal situação. Talvez tenha faltado fogo no roteiro para demonstrar isso, ou quem sabe nas performances. O que notamos é que a frustração de um, e a insatisfação de outro, em relação a suas vidas, são os causadores do estopim, e não seus sentimentos um pelo outro. Talvez vendida para salientar certa podridão na superficialmente perfeita casa americana dos subúrbios, A Filha do Meu Melhor Amigo termina como versão requentada e para adolescentes do grande Beleza Americana.

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A obra não é de todo ruim, e tenta salpicar questões para discussões inteligentes, entre uma cena de pastelão e outra, como quando a personagem de Keener persegue seu marido infiel com o carro atropelando os ornamentos natalinos do jardim. Por ser uma obra do cinema independente americano, notamos a vontade do diretor britânico Julian Farino em querer dizer algo – sem grandes orçamentos e intromissão dos estúdios, esse tipo de cinema pode se desenvolver de forma mais natural. A obra talvez esteja sendo impulsionada para os cinemas daqui, para testar a popularidade do protagonista, adorado pela série citada.

‘Free Guy’: Jodie Comer e Ryan Reynolds estampam novas imagens da comédia

A 20th Century Studios divulgou novas imagens de ‘Free Guy‘, a vindoura comédia de ação estrelada por Ryan Reynolds e dirigida por Shawn Levy (‘Uma Noite no Museu’).

Confira:

Escrito por Matt Lieberman (‘Crônicas de Natal‘) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’, Jogador Nº 1‘), ‘Free Guy‘ teve sua estreia adiada de 09 de julho para 11 de dezembro de 2020. 

Na trama, Reynolds descobre que é um personagem dentro do perigoso universo dos videogames e terá que se virar para tentar sobreviver.

Jodie ComerJoe Keery completam o elenco.

Assista ao trailer:

 

‘TENET’: Vídeo de bastidores explica o processo de construção do novo filme de Christopher Nolan

Warner Bros. divulgou o vídeo de bastidores de ‘TENET’, mais recente filme de Christopher Nolan, que explica o processo de construção da obra.

Confira:

O longa será lançado oficialmente em Blu-ray, DVD e VOD no dia 15 de dezembro.

Dentre os extras especiais, haverá um making-of intitulado Vendo o Mundo de um Novo Jeito: Os Bastidores de Tenet, que irá explorar o desenvolvimento e produção do longa atrás da equipe e do elenco.

Apesar da pandemia de coronavírus, o filme conseguiu arrecadar quase US$ 350 milhões mundialmente. Vale lembrar que a produção não foi lançada em alguns dos principais mercados cinematográficos dos EUA, como Los Angeles e Nova York.

Em entrevista ao Los Angeles Times, Nolan comentou sobre a arrecadação do longa, afirmando ter ficado feliz com o resultado da bilheteria – apesar de ter ficado muito abaixo do que a produção arrecadaria antes da pandemia.

“A Warner Bros. lançou ‘Tenet’ e eu estou feliz pelo filme de arrecadado quase US$ 350 milhões [mundialmente]. Estou preocupado que os estúdios estão tirando conclusões erradas sobre o nosso lançamento – ao invés de analisar as áreas que o filme se saiu bem e construir estratégias a partir disso.”

Ele completa, “[Os estúdios] estão focando em expectativas pré-COVID e começarão a usar isso como desculpa para evitar a pandemia ao invés de se arriscarem e se adaptarem – ou reconstruírem o nosso negócio, em outras palavras.”

Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real. Não viagens no tempo. Inversões.

John David Washington, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Michael CaineKenneth Branagh estrelam.

Evanescence divulga videoclipe de “Better Without You”, single do álbum ‘The Bitter Truth’

A banda Evanescence lançou o aguardado álbum The Bitter Truth há algumas semanas e, agora, divulgou o videoclipe oficial de “Better Without You”, 4º single promocional da obra.

Confira:

The Bitter Truth é a primeira produção em três anos do grupo desde Synthesise a primeira compilação de originais desde o lançamento homônimo em 2011.

Com 12 faixas na versão padrão, a obra também conta com os singles “Wasted on You”“The Game Is Over” e “Use My Voice”.

Formado em 1995, Evanescence já vendeu mais de 20 milhões de cópias ao redor do mundo e já levaram para casa duas estatuetas do Grammy.