Estreou hoje na Amazon Prime a série ‘Them‘, série antológica de terror descrita como uma mistura de ‘Corra!’ e ‘Nós‘, filmes de sucesso do diretor Jordan Peele.
A primeira temporada se passa nos anos 1950 e acompanha uma família negra que se muda da Carolina do Norte para um bairro dominado por brancos em Los Angeles, durante o período conhecido como A Grande Migração.
A casa da família se torna o ponto inicial onde forças malignas, tanto reais quanto sobrenaturais, ameaçam provocar e destruir seus membros.
No entanto, apesar da expectativa em torno da produção, ‘Outros‘ conquistou apenas 65% de aprovação e vem dividindo opiniões dos críticos no Rotten Tomatoes.
Entre os principais comentários, alguns jornalistas elogiaram a atuação do elenco, mas a narrativa por excessos e deixa pontas soltas forçadas para tentar garantir novas temporadas.
Confira as análises:
“Uma série que não traz nada particularmente inovador. E mesmo que trouxesse, a violência exagerada ofusca qualquer reflexões mais profunda.” – Metro.
“Os dois primeiros episódios de ‘Outros’ criam uma sólida preparação de palco e deixam muitas perguntas sem respostas só para manter o espectador ligado.” – Indie Wire.
“Entre seus muitos elementos frustrantes, a série levanta questões sobre quando o trauma reflexivo do horror simplesmente se torna uma parte do estilo, apesar do contexto emocional sombrio.” – RogerEbert.com.
“Apesar da trama atemporal e o esforço em chocar o público, a série é surpreendentemente lenta e descartável. É uma pena, porque certos episódios oferecem vislumbres do que poderia ter sido com uma narrativa simplificada com menos truques estilísticos e repetitivos.” – The Hollywood Reporter.
“A série não tem um timing muito agradável, mas a trama é poderosa e instigante… Vale o investimento emocional.” – CBR.
“Essa série tem um estilo impressionante e capaz de manter seu público interessado, mas a história se arrasta um pouco da metade pro final.” – Flick Fan Nation.
Em entrevista ao Dread Central, Frank Grillo, que estrelou o segundo e terceiro filme da franquia ‘Uma Noite de Crime‘, indicou seu possível retorno em uma nova sequência.
“Eu e o James DeMonaco temos conversado sobre um novo filme da franquia ‘Uma Noite de Crime’. Ele me abordou recentemente com o produtor Sébastian K. Lemercier, e eles estavam tipo: ‘Nós conversamos com a Universal e nós queremos o seu personagem, Leo Barnes, em um novo filme da franquia se conseguirmos criar algo incrível’. E eu respondi: ‘Estou dentro. Eu retornaria em um piscar de olhos’.”
Vale destacar que ‘Uma Noite de Crime 5 – A Fronteira‘ (The Forever Purge) está sendo vendido como o “capítulo final” da franquia, mas, aparentemente, novas sequências ainda são uma possibilidade.
Confira a sinopse do 5º filme, com a primeira imagem oficial:
A trama se passará após os eventos de ‘O Ano da Eleição’ e será focada em Adela (Ana de la Reguera) e Juan (Tenoch Huerta), que encontram abrigo em um rancho no Texas, após fugirem de um cartel no México. As coisas dão errado quando um grupo de forasteiros decide continuar purgando além do tempo concedido, quando as pessoas podem violar todas e quaisquer leis.
O longa será lançado nos cinemas nacionais para o dia 2 de Setembro de 2021. Nos EUA, o filme estreia dois meses antes, em 9 de Julho de 2021.
James DeMonaco, responsável pelo roteiro de todos os filmes, ficará responsável pelo enredo do novo longa. Já a direção ficará com o novato Everardo Gout.
A Warner Bros. pegou todos de surpresa quando anunciou que seus filmes de 2021 seriam lançados simultaneamente no streaming HBO Max.
Com o sucesso de ‘Godzilla vs. Kong‘ nas bilheterias, a Warner decidiu acalmar os exibidores e revelou que em 2022 seus filmes serão lançados EXCLUSIVAMENTE nos cinemas.
Jason Kilar, o CEO da WarnerMedia, revelou o plano do estúdio ao Vox:
“Eu acho que é muito justo eu já dizer que um grande filme DC será lançado exclusivamente nos cinemas e só depois de um tempo será liberado no HBO Max”, afirmou.
O executivo se refere ao lançamento de ‘Batman‘, que será lançado somente nos cinemas em 4 de março de 2022.
Assista ao trailer:
Segundo Walter Hamada, o chefe de filmes da DC, ‘The Batman‘ se passará em uma Terra diferente e não fará parte do DCEU.
“No multiverso, existe uma Terra com a versão de Liga da Justiça com Gal [Gadot], Jason [Momoa] e Ezra [Miller], e outra com o Batman de Pattinson”.
Sendo assim, as franquias não terão crossover e seguirão caminhos distintos.
Além deRobert Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
Recentemente, o diretor Adam Wingard (‘Godzilla vs Kong’) foi contratado para comandar a sequência de ‘A Outra Face‘, clássico thriller de ação dirigido por John Woo em 1997.
Na trama do original, o agente do FBI Sean Archer (John Travolta) troca de identidade – e de rosto – com o terrorista Castor Troy (Nicolas Cage) na tentativa de orquestrar uma missão de inteligência ultrasecreta na guerra ao terror.
E parece que Wingard quer dar continuidade à trama de ambos os personagens, mesmo após a morte de Troy, assassinado por Archer ao tentar traí-lo.
Durante uma entrevista ao Uproxx, o cineasta falou sobre as possibilidades para a sequência.
No entanto, isso não quer dizer que Cage e Travolta vão reprisar seus papéis;
“Desta vez, vamos trabalhar em cima das questões que implicam a mecânica tecnológica quando a troca de rostos é usada… Sua voz muda? Seus trejeitos mudam? Sempre há algumas maneiras de abordar esse tipo de coisa…”
Ele continuou:
“Tentamos abordar isso neste filme, porque o original aconteceu há mais de 20 anos. Então, a tecnologia usada naquela época também avançou, então vamos dar um jeito de resolver as coisas. Mas isso é só o que posso dizer, até o momento. Não quero estragar as surpresas que estamos preparando.”
Pelo visto, Wingard ainda pretende acompanhar a história de Troy e Archer, mas com outros astros dando vida a eles.
Anteriormente, ele já havia dito ao Deadline que o que importa não é a aparência dos personagens, mas a essência de quem eles são.
“Para mim, A Outra Face não é sobre um procedimento cirúrgico ou algo parecido. Não é sobre o mundo em que os personagens existem. É sobre Sean Archer e sobre Castor Troy. É disso que trata este filme. É a continuação dessa história. É difícil falar de outra coisa, mas esta é, para mim, a continuação definitiva dessa saga.”, afirmou.
O longa-metragem original foi lançado em 1997. Relembre a sinopse:
Obcecado em trazer o terrorista Castor Troy (Nicolas Cage) à justiça, o agente do FBI Sean Archer (John Travolta) o rastreia e descobre que ele embarcou em um avião para Los Angeles. Depois de uma trágica queda, Troy fica gravemente ferido e Archer passa por uma cirurgia para remover seu rosto e substituí-lo pelo do criminoso. Quando Archer tenta usar seu disfarce para obter informações do irmão de Troy sobre uma bomba, o criminoso acorda de seu coma e obriga o médico que realizou a cirurgia a dar-lhe o rosto do agente.
O filme não apenas se tornou um sucesso de crítica (alcançando 92% de aprovação no Rotten Tomatoes), como também fez um barulho considerável na bilheteria mundial ao arrecadar mais de US$245 milhões.
A vindoura série antológica de terror, ‘Them’, finalmente estreou no catálogo da Amazon Prime Video e, apesar de ter dividido a crítica internacional, definitivamente caiu no gosto de um dos mestres da literatura do horror: Stephen King.
O premiado e aclamado romancista postou em seu Twitter oficial um comentário sobre o episódio piloto, comentando que ficou aterrorizado com a produção.
Ele escreveu: “o primeiro episódio me assustou horrores – e eu sou difícil de ser assustado. Bônus: se você nunca viu várias mulheres brancas super estranhas em vestidos dos anos 1950, aqui está a sua chance”.
Amazon Prime Video: THEM, starting tomorrow. The first episode scared the hell out of me, and I’m hard to scare. Bonus: If you’ve never seen a bunch of extremely creepy white ladies in 50s dresses, here’s your chance.
Escrita por Little Marvin e ambientada em 1953, a trama gira em torno de Alfred e Lucky Emory, que decidem mudar com sua família para a Carolina do Norte, um bairro de Los Angeles apenas com brancos. A casa da família em uma rua arborizada e aparentemente idílica se torna o marco zero de algo terrível, onde forças malévolas tanto reais, quanto sobrenaturais, ameaçam insultá-los, devastá-los e destruí-los.
O drama histórico ‘O Protocolo de Auschwitz‘ ganhou trailer legendado.
Confira:
Dirigido por Peter Bebjak, o roteiro baseia-se na verdadeira história de Freddy e Walter – dois jovens judeus eslovacos, que foram deportados para Auschwitz em 1942.
Dois jovens judeus eslovacos são deportados para Auschwitz em 1942. Com um planejamento meticuloso e a ajuda de seus colegas internos, eles conseguem escapar. Movidos pela esperança de que suas evidências possam salvar vidas, eles voltam pelas montanhas para a Eslováquia. Com a ajuda de estranhos pelo caminho, os dois finalmente conseguem cruzar a fronteira e encontrar a resistência. Eles compilam um relatório detalhado sobre o genocídio sistemático no campo, mas a propaganda nazista faz seus relatos parecerem muito angustiantes para a realidade.
Noel Czuczor, Peter Ondrejička e Wojciech Mecwaldowski estrelam a produção.
O Freeform divulgou o novo trailer da série de suspense ‘Cruel Summer‘, que será lançada no Brasil peloAmazon Prime Video neste semestre.
Confira:
A produção irá estrear oficialmente nos EUA dia 20 de abril.
A série é produzida pela Jessica Biel, de ‘The Sinner‘.
A trama se passa no decorrer de três verões – 1993 até 1995 -, em uma cidade pequena do Texas, quando uma adolescente popular, Kate, é sequestrada e, aparentemente sem relação, uma garota desajustada, Jeanette, se torna a jovem mais popular da cidade. E, em 1995, ela se torna a pessoa mais desprezada da América.
Cada episódio contará com o ponto de vista de um das duas garotas, fazendo com que a lealdade dos espectadores mude semanalmente, de acordo com as informações reveladas.
De acordo com o Bloody Disgusting, John Logan, criador de ‘Penny Dreadful‘, vai fazer sua estreia na direção com ‘Whistler Camp‘, terror LGBTQ+ que está sendo desenvolvido pela Blumhouse.
A trama, descrita como uma “história queer de empoderamento”, será ambientada em um acampamento de conversão gay.
Vale destacar que Logan já ganhou três indicações ao Oscar, além de ter vencido o Globo de Ouro, BAFTA, entre outras premiações importantes. Seus créditos incluem ‘007 – Operação Skyfall‘, ‘007 Contra Spectre‘, ‘Gladiador‘, ‘O Aviador‘, ‘O Último Samurai‘, ‘Rango‘, ‘Alien: Covenant‘ e ‘Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet‘.
O canal SyFy divulgou um novo vídeo dos bastidores do último episódio da série ‘Wynonna Earp‘, com o elenco prometendo um desfecho emocionante para a produção.
Confira, com o trailer:
Intitulado Old Souls, o episódio final irá ao ar no dia 9 de abril.
Em um comunicado oficial, a showrunner/produtora executiva, Emily Andras, refletiu sobre o fim da série:
“Eu gostaria de agradecer ao nosso elenco e equipe maravilhosos, que foram fundamentais para trazer Wynonna Earp para nosso público fiel e apaixonado. Não poderíamos estar mais orgulhosos desses últimos seis episódios no SYFY e estamos emocionados em compartilhá-los com nossos amados fãs, que mudaram nossas vidas para sempre. Tive a honra de contar a história de Wynonna e de sua família, e junto com Seven24, a Cineflix e a CTV Sci-Fi, esperamos poder continuar a compartilhar seus contos inspiradores no futuro”.
Qual dos dois temas vocês gostariam de ver na série?
Vale lembrar que a narrativa da 10ª temporada, intitulada ‘American Horror Story: Double Feature‘, irá se dividir em duas principais: uma ambientada no mar e outra em terra firme.
“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”.
Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).
[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE POSSÍVEIS SPOILERS]
Se você ainda não assistiu ao quarto episódio de Falcão e o Soldado Invernal, não leia esta matéria se não quiser receber spoilers.
Odiado pelos fãs desde sua primeira aparição, o soldado John Walker, brilhantemente interpretado por Wyatt Russell, foi anunciado como o novo Capitão América do governo americano. Ação tomada após convencerem Sam Wilson (Anthony Mackie) a ceder o escudo de Steve Rogers (Chris Evans) para o museu. Tentando dar continuidade ao legado do seu herói de infância, John viaja pelo mundo na expectativa de resolver os problemas na base da violência. Só que ele começa a ver que as coisas não funcionam tão bem desse jeito, mas também não parece entender ou buscar outra visão para encarar os causos que ele precisa enfrentar. É um personagem complexo que consegue adaptar bem sua contraparte dos quadrinhos e ainda levanta questões importantes sobre a causa militar dos Estados Unidos.
Antes de ser anunciado como o novo Capitão América, John Walker se mostrou inseguro sobre aceitar o cargo.
O John Walker da série vem sendo construído como um soldado exemplar que apresenta todos os sintomas de quem sofre de PSPT (Perturbação de Stress Pós-Traumático). Logo, ele é impulsivo e atormentado por ações que tomou no passado. É uma situação complicada na qual alguém engolido pela própria insegurança está sendo promovido a vida pública em um cargo para o qual ele não se acha digno ou capaz de ocupar. Esse transtorno de Estresse Pós-Traumático é muito comum nos veteranos de guerra dos EUA. A questão é tão famosa que virou a temática principal do primeiro filme do Rambo, que falava bastante sobre os tormentos psicológicos dos sobreviventes e heróis de guerra, e de todo o descaso do governo americano por aqueles que arriscaram suas vidas em nome dos interesses do país.
A insegurança é um grande problema para o novo Capitão América.
Os soldados diagnosticados com PSPT costumam ter diferentes sequelas. Alguns acabam cedendo ao alcoolismo ou ao vício em drogas, como a cocaína e a metanfetamina, tomando eles como forma de escape da realidade ou de amenizar a agonia mental que os atormenta. Assim como a agressividade e a impulsividade gerada pelas crises de ansiedade, o que afeta diretamente familiares e amigos. É uma situação muito triste e perigosa que pode trazer consequências terríveis se o afetado não receber o devido tratamento psicológico. No caso de John Walker, ele não se vicia em bebidas ou drogas, mas cria uma verdadeira obsessão pelo Soro do Supersoldado. Na mente do soldado, seus fracassos e erros estão diretamente relacionados – e supostamente justificados – por não ter acesso ao soro que conferiu agilidade e força sobre-humanas a Steve.
O modo impulsivo de agir e a agressividade se mostraram problemas graves nas missões de Walker.
Então, precisamos voltar para Capitão América: O Primeiro Vingador (2011), onde o Dr. Abraham Erskine (Stanley Tucci) explica para Steve Rogers, na noite anterior ao procedimento, que o Soro do Supersoldado é um anabolizante que potencializa tudo aquilo que o voluntário já tem dentro de si. Se ele tiver coisas boas, ficará melhor. Se tiver coisas ruins, ficará pior. Além, claro, de passar pela irradiação dos Raios Vita, que estabilizariam o soro e aumentariam o potencial de crescimento. Quando John consegue injetar o soro em si mesmo, ele não passa pelos Raios Vita, o que já aumenta a instabilidade da substância no corpo dele. Além disso, os transtornos mentais, a insegurança e a agressividade foram ampliados. John Walker não é uma má pessoa, mas agora é um super-humano afogado na própria insegurança, impulsividade e vontade de cumprir sua missão a qualquer custo, diferentemente de Steve, que era esperançoso, estrategista e nutria uma vontade de ajudar. Apesar de serem parecidos, os sentimentos de querer ajudar e de querer cumprir missões são muito diferentes. E isso é perigoso. Muito perigoso.
“Você é um homem bom, Steve”
Em meio a essa trama de insegurança e instabilidade de John Walker, temos Sam Wilson, o herói escanteado que já tinha enormes traços de heroísmo antes mesmo de vestir as asas e o motor para ajudar o Capitão América original em missões pelo mundo. Conforme mostrado em Capitão América: O Soldado Invernal (2014) e reforçado pela própria série, Sam passou anos desenvolvendo um trabalho de reabilitação com os veteranos de guerra. Essa atitude foi tão marcante que inspirou Steve Rogers a liderar um grupo de reabilitação para os sobreviventes do estalar de dedos de Thanos, em Vingadores: Ultimato (2019). É algo surreal o seu trabalho inspirar o maior símbolo de inspiração daquele universo. E como a série fez questão de reafirmar, Sam continua com essa mentalidade conciliadora e de ajudar a tentar superar os traumas do combate.
Um verdadeiro herói ajuda os outros independentemente do tamanho do problema. E Sam se mostra disposto a resolver de situações pessoais de ex-combatentes a ameaças interplanetárias.
Dessa forma, Falcão e o Soldado Invernal tem uma chance única no Universo Cinematográfico Marvel de resolver o conflito do protagonista com o antagonista de forma pacífica e extremamente humana. Seria de uma nobreza e importância enorme o Falcão convencer o novo Capitão América a aceitar ajuda e trabalhar seus problemas de forma adulta, encaminhando John Walker para o apoio psicológico. Isso diminuiria o peso das ações criminosas e erradas de John? De forma alguma. “Ah, mas a gente quer ver pancadaria e sopapo”. Bem, é pra isso que temos o Barão Zemo (Daniel Brühl) foragido por aí, não é mesmo? Esse aspecto clássico da violência contra a caricatura vilanesca poderia ser deixada para Zemo, o personagem que foi desenvolvido até aqui mais próximo da pegada maquiavélica dos quadrinhos. Termos um herói capaz de desmontar seu rival com um discurso de ajuda e conciliação é exatamente aquilo que o escudo e o traje do Capitão América representam, e isso impõe um tipo de respeito que soco nenhum é capaz de criar. Seria incrível.
Não há forma mais honrosa de Sam se tornar o substituto do Capitão América do que inspirando pessoas a serem melhores.
No entanto, as chances disso acontecer não parecem tão próximas, já que grande parte do público reclamaria da falta de violência. Fato é que o próximo a assumir o legado do Capitão América terá de lidar com duas grandes manchas: o racismo velado do governo ter preterido Sam por John, e os vídeos do atual Capitão América assassinando a sangue frio um dos Apátridas em praça pública. E isso passa diretamente pela construção fantástica do personagem de John Walker e sua luta pessoal contra um inimigo invisível que foi potencializado pela irresponsabilidade e preconceito do governo americano.
O legado do Capitão América foi arranhado de forma brusca. O próximo a portar o escudo, se houver próximo, terá um peso ainda maior de tentar recuperar a imagem de esperança que o herói um dia foi.
Os novos episódios de Falcão e o Soldado Invernal estreiam toda sexta-feira no Disney+
Potencial criativo dos jogos, nunca totalmente retratado, pode enfim ser explorado com maior fidelidade
O futuro próximo reserva possibilidades interessantes para o universo da franquia Resident Evil com uma nova adaptação cinematográfica prevista para estrear ainda em 2021, uma série da Netflix e uma animação intitulada Resident Evil: Infinite Darkness também encomendada pela gigante do streaming. É um recomeço muito interessante para uma marca ligada, até o presente momento, com uma antiga franquia de filmes que nunca foi unanimidade.
O diretor do futuro longa, Johannes Roberts, já expressou por mais de uma vez a vontade de entregar uma adaptação o mais fiel possível aos jogos, situando a história em 1998 (data em que se passa o primeiro título) e ambientando-a na mansão Spencer, localizada nas montanhas ao redor de Raccoon City. A revelação de nomes conhecidos dos jogos que participarão do enredo tais como Chris Redfield e Claire Redfield (Robbie Amell e Kaya Scodelario) apenas reforça as promessas do cineasta de se aproximar o máximo possível do material fonte.
Resident Evil, desde sua fase de pré-produção enquanto jogo, sempre foi pensado sob uma ótica cinematográfica; com a presença de sequências de ação envolvendo armas de fogo e monstros variados além do uso de uma câmera fixa posicionada pouco acima do cenário (inspiração vinda do jogo Alone in the Dark), permitindo que o jogador possa ter uma boa visão do local além do ponto de destino ao qual o personagem precisa chegar.
Primeiro jogo, lançado em 1996, servirá de inspiração para o filme
Originalmente a intenção da Capcom (desenvolvedora) para o projeto, porém, nada mais era do que ser um remake de um título mais antigo deles lançado em 1989: Sweet Home. Isso se traduz pela reutilização de alguns elementos que, hoje diretamente ligada à franquia dos infectados, eram até 1996 inteiramente relacionados a Sweet Home.
Uso de puzzles (quebra-cabeças) na jogabilidade que precisam ser resolvidos para se avançar na história, uma trama que se passa em uma mansão infestada de inimigos monstruosos, mudança no desenrolar do jogo dependendo do personagem jogado (em Resident Evilexiste a opção de jogar com Chris ou Jill e isso afeta a dificuldade do jogo pois Chris irá ter uma gameplay mais voltada para o combate enquanto que Jill tenderá à resolução dos puzzles).
A ideia de ser um remake de Sweet Home foi ficando cada vez mais distante à medida que o desenvolvedor Shinji Mikami avançava na pré-produção. Gradativamente ele foi abandonando a abordagem inicial do título de terror psicológico e abraçando algo mais próximo do gênero de zumbis criado por George Romero, principalmente sobre como os protagonistas humanos precisam se adaptar a situação para sobreviverem.
George Romero e seus filmes foram, por sua vez, a inspiração para o início da franquia
A trama do primeiro jogo, como mencionado, pegou emprestado muitos elementos de Sweet Home mas lhes conferiu uma nova roupagem. A história parte de uma série de incidentes envolvendo canibalismo nas montanhas de Raccoon City, ciente desses crimes o departamento de polícia envia um esquadrão da equipe tática S.T.A.R.S para investigar porém eles desaparecem.
Tendo em vista que agora a missão assumiu uma natureza de resgate é despachado um segundo esquadrão dos S.T.A.R.S para localizar o primeiro time. Não demora muito até a equipe se ver perseguida por criaturas na floresta e, necessitando de um abrigo, encontram uma mansão nas montanhas e lá acreditam que estarão seguros.
O primeiro jogo da série teve ampla aclamação, com a versão de Playstation sendo considerada a melhor pelos sites especializados. Uma estimativa oficial da Capcom indica que mais de duas milhões de unidades foram vendidas; nos anos seguintes o lucro arrecadado pelo título iria bater a marca de US$ 200 milhões.
Tamanha foi a resposta positiva que ele geraria toda uma série de jogos, com alguns deles sendo apontados como verdadeiros marcos na indústria. O futuro da série nos games parece assegurado; nos últimos tempos a Capcom emplacou sucessos como Resident Evil VII (que introduziu uma perspectiva inédita de câmera em terceira pessoa e uma narrativa psicológica muito mais similar com Silent Hill), o remake de Resident Evil 2 (que chegou a disputar o Game of the Year de 2019), o também remake de Resident Evil: Nêmesis e, a ser lançado em 2021, o oitavo título da saga.
Já no campo dos longa metragens as coisas tendem a ser mais nebulosas. Por muito tempo os filmes do Paul W.S. Anderson foram a referência da franquia nos cinemas, o que não é algo positivo para os fãs dos jogos (que viram muitos elementos clássicos sendo modificados) mas Resident Evil em si nunca ficou confinado apenas aos live-actions. Entre 2000 e 2017 foram produzidos um total de quatro longas animados em computação gráfica, sendo eles parte da continuidade dos jogos.
O primeiro foi Biohazard 4D-Executer (que está ligado ao final de Resident Evil Nêmesis), Resident Evil: Degenaration que trouxe de volta Leon Kennedy e Claire Redfield como protagonistas, Damnation que serve como preparação para o jogo Resident Evil 6 e por fim, Vendetta, uma sequência aos eventos do sexto jogo trazendo Chris Redfield e Leon Kennedy como seus principais nomes. Sabe-se que o projeto da Netflix, Infinite Darkness, vai reaproveitar a dupla Leon e Claire novamente além de estar inserida no universo dos jogos.
Agora, sobre as versões live action, resta apenas esperar por produtos dignos da saga. Enquanto que a visão de Roberts promete ser fiel aos jogos, muito pouco se sabe sobre a série da Netflix; vazamentos iniciais apontaram que as protagonistas serão as filhas de Albert Wesker (principal vilão dos jogos, presente desde o título original) que não existem no material original e isso foi o suficiente para abalar a fé na produção.
Quando se fala em animações, a maioria das pessoas já pensa logo em filmes da Pixar ou da Disney. Porém, existem outros estúdios que conseguem criar obras de qualidade igual ou até mesmo superior que as rivais mais famosas. Na indicação de hoje, vamos trazer cinco filmes da DreamWorks e da Nickelodeon que, apesar de serem divertidos e/ ou emocionantes, não se tornaram fenômenos de bilheteria e acabaram caindo no esquecimento para grande parte do público. Ah, é bom dizer: todos os filmes indicados aqui estão disponíveis na Netflix. Confira!
Spirit: O Corcel Indomável
Lançado há quase 20 anos, Spirit é uma história de poucas palavras sobre o Velho Oeste americano, mas esqueça aquelas tramas batidas de bang bang e pistoleiros bêbados. O foco neste filme é a amizade entre um cavalo selvagem e um jovem indígena que são capturados pela Cavalaria Americana. Juntos, eles precisam escapar e encontrar um jeito de impedir o avanço do chamado “processo civilizatório”, que desmatava e destruía tudo o que via pela frente para instalar as ferrovias e criar as cidades. Uma das partes mais incríveis desse filme é que o protagonista é o cavalo. Ou seja, ele não fala. Então, a direção conduz a trama com as expressões faciais e corporais do protagonista, com uma narração pontual em primeira pessoa feita pelo Matt Damon, e pelas canções originais, que foram interpretadas pelo Paulo Ricardo na versão brasileira. É um filme diferente, mas fantástico.
Saindo de uma história séria protagonizada por um cavalo, vamos agora para uma comédia escrachada sobre animais antropomórficos que vivem em uma sociedade secreta no celeiro. Tipo um Toy Story, mas com vacas e galinhas em vez de brinquedos. Basta o fazendeiro parar de olhar para eles começarem a dançar, cantar e comprar coisas via telefone como se não houvesse amanhã. No entanto, mesmo com essa farra toda, o líder do grupo, o Boi Ben, tenta treinar seu filho, Otis, para que ele assuma seu lugar como líder do grupo e tenha responsabilidade para lidar com os eventuais problemas que sempre acontecem. Enquanto acontece esse embate geracional de responsabilidade ou diversão, um grupo de coiotes tenta tomar o controle do galinheiro. Esse filme é muito divertido e também consegue emocionar. Em alguns momentos, ele até parece um filme do Seth Rogen estrelado por vacas. Não se deixe levar pela aparência estranha dos animais, é uma história que vale a pena.
As Aventuras de Peabody e Sherman O filme mais recente dessa lista é uma grande aventura pela história da humanidade. Baseado em uma animação antiga, As Aventuras de Peabody e Sherman fala sobre um cachorro genial que é um dos principais nomes da ciência do mundo. Porém, ao adotar um menino humano, ele precisa lidar com o preconceito que o menino irá sofrer na escola e tentar mostrar para o pequeno Sherman que aquilo não deve definí-lo. Só que as coisas saem de controle quando o menino leva uma colega para casa e a dupla acaba entrando na máquina do tempo que o Sr. Peabody usa para dialogar com os maiores intelectos de todos os tempos. Com um humor muito peculiar, essa trama lembra um pouco Shrek ao tentar subverter ícones da história humana de forma divertidíssima.
Adaptando a temática do Velho Oeste para os dias atuais, Rango é um filme de bang bang animado protagonizado por um lagarto solitário e abandonado com delírios de grandeza – e um enorme desvio de personalidade – interpretado pelo Johnny Depp. Depois de cair de seu aquário no meio de uma estrada fervendo, o réptil começa a vagar em busca de um rumo e acaba chegando a uma cidadezinha que vive uma grave crise hídrica. Metido a ator, o lagarto incorpora uma personalidade à la Clint Eastwood para ser aceito e virar o novo xerife da região. Junto a outros animais, ele sai atrás das pistas que vão levá-los a um duelo épico pela água.
O Príncipe do Egito
Não é comum vermos histórias bíblicas sendo adaptadas em animações infantis de grande orçamento, principalmente pela pluralidade religiosa que o mundo tem e a forma que isso pode refletir nas bilheterias. Mas, nos primórdios do setor de animação da DreamWorks, o estúdio apostou em diversos tipos de histórias diferentes, incluindo na adaptação do Êxodo cristão sobre a vida de Moisés, o judeu criado como príncipe do Egito que se revolta contra o próprio regime para libertar os hebreus da escravidão do Faraó. Com uma trilha sonora impecável de Hans Zimmer, essa animação dá um banho na maioria das adaptações do mesmo livro bíblico e tem uma execução lindíssima.
Recentemente, um usuário do Twitter divulgou algumas imagens de brinquedos inspirados em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, revelando os visuais dos principais personagens.
Desta vez, uma página da rede social divulgou a descrição dos personagens no verso das embalagens, revelando a conexão entre eles, incluindo o parentesco entre Shang-Chi e Wenwu, o Mandarim.
Confira:
Shang-Chi (Simu Liu): Treinado desde a infância pela misteriosa organização Os Dez Anéis, Shang-Chi precisa confrontar o passado que ele pensava ter deixado para trás quando se vê preso nas teias de intrigas de seu pai.
Xialing (Meng’er Zhang): Quando seu alienado irmão Shang-Chi aparece de repente em sua vida, Xialing precisa escolher entre viver a vida solitária que criou para si mesma ou se unir ao irmão na luta contar Os Dez Anéis.
Wenwu/Mandarim (Tony Leung): O pai de Shang-Chi, Wenwu é o temido líder da organização Os Dez Anéis, que se escondeu nas sombras desde o início do MCU.
Death Dealer: Este é um dos oponentes mais formidáveis que Shang-Chi já enfrentou em sua vida.
O curioso é que cada embalagem vem com uma peça destacável de um outro personagem.
Considerando o tamanho e a cor do terno, tudo indica que seja o Mr. Hyde, um famoso inimigo do Demolidor e aliado de ninguém menos que o Loki.
Por causa da pandemia de COVID, a Disney anunciou diversas alterações em seu calendário de estreias. Anteriormente programada para julho, a adaptação ‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ teve sua estreia adiada em dois meses.
Agora, o longa está programado para ser lançado no dia 03 de setembro.
Conheça o elenco completo:
Sobre o personagem
A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.
Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha.
Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.
Quando a Netflix começou a produzir séries originais, chamava atenção o fato de a gigante do streaming simplesmente renovar absolutamente tudo. Por mais que as críticas e as reações do público não fossem boas, por mais que a série não fizesse barulho algum nas redes sociais, lá estava o anúncio da renovação alguns meses depois. Foi assim até surgirem as primeiras cabeças cortadas, em meados de 2016: ‘Hemlock Grove’, ‘Bloodline’ e ‘Marco Polo’ abriram um caminho que depois seria mais notado com os cancelamentos de ‘Sense8’ e ‘The Get Down’, mais populares e globalizadas. Desde então, cancelamentos abruptos foram se tornando mais e mais habituais e, durante a pandemia, beeeem numerosos.
A extensa lista de séries canceladas pela Netflix em 2020 pode até assustar a princípio (veja aqui!), mas o que essas decisões significam é menos catastrófico do que se imagina. Algumas deles, é claro, se devem a complicações relacionadas à pandemia do Covid-19, mas muitas outras fazem parte de algo que parece ser uma reestruturação dos projetos da casa. E, por mais que cancelamentos sejam sempre frustrantes para quem é fã (eu mesma estou desde 2013 esperando o revival de ‘The New Normal’), eles fazem parte do jogo e vão continuar fazendo.
Por isso, se quisermos entender o que a onda de cancelamentos da Netflix realmente quer dizer, há alguns pontos importantes:
Ninguém aqui tem bola de cristal para “adivinhar” como a Netflix “pensa”, mas uma reportagem da Vanity Fair revelou que a equação feita pela plataforma leva em consideração não necessariamente audiência, mas quantos potenciais novos assinantes uma nova temporada poderia gerar. Por isso, uma boa audiência é um fator importante, mas não o único: ainda é preciso levar em consideração presença nas redes sociais e como se dá essa repercussão. A voz dos fãs pode até não ser volumosa, mas se for barulhenta, já deu conta do recado.
É justamente por este motivo, aliás, que séries da Netflix tendem a ser finalizadas com menos temporadas: uma série em seu quinto ano dificilmente atrairia um número de novos assinantes realmente significativo para compensar os gastos — as exceções são atrações muito populares, como ‘The Crown’ e ‘Stranger Things’, ou as primeiras originais da plataforma, como ‘Orange Is the New Black’, ‘BoJack Horseman’ e ‘House of Cards’.
Essa equação é cruel, mas é a forma como sistemas fechados funcionam: o que traz lucro para a Netflix são os assinantes, afinal de contas.
Em entrevista concedida ao The Hollywood Reporter, o produtor Alex Kurtzman (‘Star Trek: Discovery’) disse que apenas para lidar com os EPIs (equipamentos de proteção individual) para o elenco e a equipe, é necessário um acréscimo que varia entre US$300 e 500 mil por episódio. Repercutindo o assunto, outros produtores de televisão contaram à Rolling Stone em anonimato que Kurtzman foi humilde com este valor, e que os gastos totais vão muito, muito além.
Por exemplo, gasta-se mais com transporte: uma van que normalmente transportaria 10 pessoas agora só pode comportar duas, o que significa que são necessárias mais vans, mais gasolina, mais motoristas. Um episódio que poderia ser finalizado em 8 dias agora vai gastar no mínimo 10, e cada dia a mais significam mais gastos e mais diárias a serem pagas para os figurantes. Se o protagonista da sua série mora em um estado e grava em outro, a produção precisa arcar com os 14 dias de isolamento, somando ao valor pago um adicional para trabalhos que a pessoa potencialmente perdeu durante este período. Toda a proteção em volta do elenco precisa ser triplicada porque eles são os mais expostos, já que precisam estar sem máscara durante as filmagens. Séries que operam com um orçamento apertado dificilmente poderiam arcar com isso.
E séries que não operam dentro de um orçamento apertado, vale ressaltar, são raríssimas exceções.
Para atrações como ‘GLOW’ e ‘The Society’, que envolvem muito contato físico (no caso da primeira) e muitas pessoas em cena (a segunda), os custos são ainda maiores porque esses são fatores ainda mais delicados. Existe uma enorme dificuldade para até mesmo começar a gravar de uma forma segura, mesmo durante a retomada.
Se a soma desses fatores não fosse o suficiente para levar a alguns cancelamentos e algumas “desrenovações”, existe um outro complicador: a conciliação das agendas.
Quando todas as filmagens foram interrompidas ou adiadas a partir de março deste ano, isso provocou uma tsunami de agendas colidindo e atores precisando abandonar projetos porque não conseguiriam mais encaixá-los quando tudo retornasse. A minissérie ‘Evel’, por exemplo, do USA Network, foi abandonada porque o protagonista seria Milo Ventimiglia. O ator planejava encaixar as filmagens no hiato de ‘This Is Us’. Mas durante o período que seria esse hiato, estávamos no auge dos contágios e mortes por Covid-19, e não era possível nenhuma das séries filmar de maneira minimamente segura. Agora, o drama familiar da NBC já retornou às filmagens e não há mais espaço na agenda de Ventimiglia para ‘Evel’.
Com elencos volumosos (como o de ‘The Society’) e com nomes badalados (como o de ‘I Am Not Okay With This’ — a protagonista, Sophia Lillis, já tem outros projetos alinhados), então a situação fica ainda mais difícil de ser contornada. Ainda que a pergunta “mas será que a Netflix não podia esperar?” tenha sido feita por muitos, a questão não é necessariamente “não querer esperar”, mas não existir uma previsão de até quando ter que esperar. É certamente uma escolha difícil e sacrificante, mas a impossibilidade de conciliar tantas variantes é o que leva a culpa — tudo isso enquanto atores, produtores, diretores e roteiristas também se envolvem em outros projetos. O criador de ‘I Am NotOkay With This’, Jonathan Entwistle, já foi escalado para criar filmes e uma série de TV em um universo compartilhado dos Power Rangers.
A troca de lideranças
Cindy Holland (à esq.) e Bela Bajaria (à dir.)
Sob uma ótica mais específica, a recente saída de Cindy Holland da Netflix é o terceiro fator que ajuda a explicar o que há por trás desses cancelamentos. Ela era uma das veteranas da casa, uma das responsáveis pelas séries de TV originais e aquela que muitos acreditavam ser a próxima na linha sucessória depois de Ted Sarandos. A sua saída, anunciada no início de setembro junto à promoção de Bela Bajaria ao posto de Chefe de TV Global, foi um prenúncio de mudanças.
Holland foi a pessoa que levou algumas das principais séries para a Netflix, encabeçou as primeiras originais e estava na companhia desde os tempos de DVD por correio. O streaming justificou que, para o que tem em mente para o futuro, Bajaria se encaixava melhor — as duas até então praticamente dividiam o mesmo cargo, e deixar Holland abaixo na hierarquia seria impensável.
O detalhe importante aqui é esse tal futuro, e a manutenção de Bajaria nos ajuda a entender o que exatamente ele é. Quando as duas executivas dividiam o cargo, o grande conflito era que muitas vezes as pessoas não sabiam a qual das duas reportar, mas é consenso que Holland cuidava mais das produções norte-americanas, enquanto Bajaria respondia pelas globais.
Nos últimos meses, o que vimos acompanhando através dos relatórios trimestrais de investimentos da gigante do streaming é uma estabilização cada vez maior do número de assinantes nos Estados Unidos e Canadá, e uma forte evidência disso foi o anúncio recente do fim dos 30 dias grátis para novos assinantes nos dois países. Ou seja, a companhia dá a entender através disso que realmente não precisa fazer esforço para convencer potenciais consumidores nesses mercados, porque já os domina.
Além disso, basta uma breve análise para entender qual é a tendência que se instalou: durante a pandemia, e mesmo antes dela, ‘Dark’, ‘Elite’ e ‘La Casa de Papel’ foram as séries que se tornaram fenômenos gigantescos em todo o mundo. São mais produtos deste porte que a plataforma quer. Séries globais, produzidas fora do eixo norte-americano, são mais baratas e têm respondido melhor com a audiência estrangeira. Investindo nelas, a Netflix visa reprisar esta predominância que tem na América do Norte em outros lugares, além de seguir na frente dos outros streamings surgindo agora em termos de expansão global. Quando Apple TV+, Disney+, HBO Max e Peacock pensarem em produzir séries latinas, por exemplo, a Netflix já estará anos-luz à frente.
Cancelar para conquistar
Elite
Em síntese, devemos ter em mente que toda emissora ou plataforma cancela séries. Quando a Netflix produz em um volume tão alto, é até coerente que também tenha um número maior de cancelamentos. É esse número que assusta. Mas muitas das atrações canceladas em 2020 foram mal na crítica, tinham baixa repercussão ou o combo das duas coisas.
O que aparenta ser a estratégia é “cancelar para conquistar”, com uma reestruturação visando séries que atinjam uma camada maior de audiência. Por exemplo, mesmo após tantos cancelamentos, a gigante do streaming já encomendou mais sete produções espanholas, entre filmes, séries e documentários, pegando carona nos sucessos recentes que vieram da Espanha e apostando na popularidade.
Se este é o caminho certo, só o tempo irá dizer. O maior receio é que essa ótica visando popularidade em massa sacrifique o espaço que teriam séries como ‘GLOW’, ‘Caçadoras de Recompensas’, ‘One Day at a Time’, ‘Dear White People’ por exemplo — produzidas ou protagonizadas por mulheres, pessoas pretas ou LGBT. Dentro dessa visão que parece ser “o futuro da gigante do streaming”, será que essas mesmas séries chegariam a ser produzidas?
É impossível falar sobre a franquia Pânico (Scream) sem mencionar (sempre) a importância que o original teve para o terror slasher. Escrito por Kevin Williamson e dirigido porWes Craven (um dos grandes mestres do gênero), Pânico não apenas revitalizou um subgênero saído dos anos 80, mas igualmente foi o responsável pelo uso de muito humor consciente e metalinguagem como nunca anteriormente em filmes assim.
Natural que tamanho sucesso – que fez muitos críticos o terem como um dos melhores filmes da década de 1990 – gerasse uma sequência logo no ano seguinte. Planejada como uma trilogia, o terceiro longa demorou mais a sair do forno devido ao impasse com a protagonista Neve Campbell (Craven não queria fazer o filme sem ela), o que terminou por tirar o roteirista Williamson de jogada, ficando de fora de seu primeiro Pânico. Mas eis que onze anos depois Pânico 4 foi saía papel, com toda a trupe de atores, Craven na direção e Williamson no roteiro, voltando à raízes. Foi a reunião da banda.
E é justamente dele que falaremos aqui. Pânico 4, a sequência tardia e, digamos, subestimada da franquia completa 10 anos de seu lançamento nos cinemas em 2021. Tendo sua pré-estreia em Hollywood no dia 11 de abril de 2011, o longa entrou em cartaz em grande circuito nos EUA alguns dias depois, no dia 15 do mesmo mês e ano – data em que igualmente aportava em nosso Brasil varonil. Como forma de homenagear este tardio Pânico, que não recebe a atenção e o valor que de fato merece, e começar a aquecer os motores para o novo filme – a ser lançado no dia 14 de janeiro de 2022 em nosso país, ou seja, em menos de um ano -, resolvemos comentar algumas curiosidades sobre este longa que se encaixa perfeitamente na franquia. Ah sim, devo mencionar também que o texto contém spoilers, com segredos da trama. Caso não tenha assistido ao filme, volte à matéria após tê-lo feito. Confira.
Bilheteria e Nova Trilogia
Pânico 4 era planejado para ser o início de uma nova trilogia, com um quinto filme já em fase de pré-produção na época após o lançamento deste. Além do trio protagonista (Campbell, David Arquette e Courteney Cox), Marley Shelton (que vive a policial Hicks) e Hayden Panettiere (Kirby) também retornariam. Porém, segundo relatos, a morte de Wes Craven (em 2015) e o programa de TV Scream, da MTV, igualmente lançado em 2015, colocaram um ponto final na sonhada nova trilogia. No entanto, a bilheteria de US$97 milhões mundiais (num orçamento de US$40 milhões) e avaliações de críticas mornas (60% de aprovação) são fatores que também podem ter custado a continuidade do quinto filme na época. O novo capítulo sairá de fato ano que vem, com novos onze anos de diferença.
Kirby está viva!
Como dito acima, Kirby (Hayden Panetierre) seria uma das personagens retornando num eventual quinto filme, planejado para um lançamento logo após este. Muitos fãs inclusive pedem na internet que a loirinha seja incluída no elenco do novo Pânico (2022). Outros tantos podem coçar a cabeça se perguntando como ela voltaria se morreu aqui. Acontece que o roteiro original constava uma cena onde ficaria claro a sobrevivência da personagem – o trecho terminou sendo cortado. Porém, o próprio Wes Craven num comentário do DVD afirmou que Kirby ficou viva e podemos notar na cena de seu ataque que ela continua se mexendo.
Embora muitos tenham celebrado o retorno do roteirista originalKevin Williamson à franquia (após ter ficado de fora em Pânico 3), as coisas não correram de forma tão suave como todos possam pensar. Segundo relatos, a relação do escritor era tão ruim com os produtores, os irmãos Weinstein (Bob e Harvey), resultando em inúmeros conflitos, que eles terminaram trazendoEhren Kruger (roteirista do terceiro) de volta para reescrever trechos e cenas. Williamson expressou seu desagrado no lançamento do filme, porém, o cineasta Wes Craven jogou panos quentes afirmando que a espinha dorsal, ideias principais, conceito e história do colega foram mantidos e que Kruger fez apenas pequenos ajustes.
Término Numa Boa
Como todos sabem os atores David Arquette e Courteney Cox, intérpretes do policial Dewey e da repórter Gale Weathers, se conheceram nos bastidores do primeiro Pânico (1996) e após o segundo (1997) se casaram em 1999. No terceiro (2000), Cox inclusive usa o nome do então companheiro nos créditos. Porém, todo sonho um dia acaba e a relação do casal chegou ao fim, com o anúncio da separação já em 2010. Ou seja, durante as gravações de Pânico 4, a dupla de atores precisou ser profissional e passar por cima do sofrimento a fim de concluir a produção. Podemos notar que Courteney Cox já não usa mais o sobrenome Arquette nos créditos do quarto filme.
O Bebê de Dewey e Gale
Numa das primeiras versões do roteiro, o casal Dewey e Gale teria um filho no quarto filme: um bebê. No entanto, lembrando a máxima do quão problemático pode ser trabalhar com crianças e animais num set de filmagem, a ideia foi alterada. E você, gostaria de ter visto o casal como pais de uma criança?
A Rede Antissocial
Pânico 4 é o primeiro da franquia a estar mais intimamente ligado com o mundo que temos hoje. Nos primeiros filmes, celulares e a internet estavam engatinhando ainda. Já no quarto temos blogs, webcams, Facebook e Twitter no meio da sociedade. Porém, esse elemento seria ainda mais forte no roteiro. Numa das primeiras versões do texto, ao invés dos já icônicos telefonemas, o assassino usaria as redes sociais, em especial o Facebook, para se comunicar e apavorar suas vítimas – coisa que ocorre numa das cenas na abertura. Na abertura também as personagens Rachel e Chloe (Anna Paquin e Kristen Bell) brincam com o fato numa gag do diálogo.
A Abertura Original
Segundo Wes Craven num comentário do diretor, a abertura do filme seria diferente. Originalmente, o começo do longa se passaria numa festa comemorando o término do livro de Sidney. No local, Ghostface apareceria e atacaria Sidney, a ferindo seriamente. O resto do filme se passaria três anos após o ocorrido. No entanto, mais uma vez os irmãos Weinstein, os produtores, entraram em cena interferindo. Segundo eles, um pulo no tempo perturbaria o ritmo do filme. E você, o que acha?
Hoje, a jovem Emma Roberts, sobrinha de Julia Roberts, possui inúmeros trabalhos no gênero terror em sua carreira, ao ponto de alguns fãs a considerarem uma nova Rainha do Grito. Séries como American Horror Story e Scream Queens, e filmes como A Enviada do Male a Caçada provam isso. No entanto, tudo começou aqui com Pânico 4, que foi a primeira incursão de Emma Roberts no gênero terror em sua carreira. E que papel! Podemos dizer que a moça começou com o pé direito.
Policial Hicks Cortada
Acima comentei que embora pareça ter sido morta no filme, Kirby (Hayden Panetierre) fez surgir uma dúvida, pela primeira vez na franquia, sobre um personagem ter sobrevivido. Os fãs a querem de volta e até o saudoso Wes Craven afirmou que ela tinha ficado viva. No entanto, com outra loirinha do terror, ocorre algo diferente. A policial Judy Hicks (Marley Shelton) embora tenha claramente sobrevivido ao desfecho do filme, essa não era a ideia inicial. Numa primeira versão do roteiro, a oficial da polícia seria eliminada off-screen (quando um personagem é morto sem que vejamos) e seu cadáver apareceria achado por Sidney no clímax da história. A policial Judy Hicks está confirmada no quinto filme, ainda bem, pois foi uma das boas adições aqui.
Outros Ghostfaces
Deve ser o maior barato participar da criação do roteiro de um filme Pânico e poder acompanhar de perto quem será o assassino da vez na trama. Na maioria das vezes faz todo o sentido na história e a revelação é sempre uma surpresa (cof cof – tirando você Pânico 3 – cof cof). E no quarto filme isso não é diferente. Porém, nem sempre foi assim. Num dos tratamentos do roteiro, seria revelado que Ghostface, ou um deles, seria Trevor (Nico Tortorella), o namorado de Jill (Emma Roberts), emulando ainda mais o primeiro filme. Justamente por isso, por ser muito próximo ao longa original, a ideia foi vetada.
Outra que terminou de fora foi a que traria o policial Hoss (Adam Brody) como um dos assassinos. Essa proposta é até interessante. Primeiro porque daria uma importância maior ao personagem, que praticamente entra mudo e sai calado, e inclusive podemos notar certo comportamento suspeito de sua parte em algumas cenas (o que corrobora com o fato) – se bem que aqui todos agem de forma suspeita propositalmente. No entanto, ter um agente da lei como um dos criminosos traria ineditismo à franquia.
Muitos podem não se dar conta, mas era uma espécie de tradição para a franquia Pânico trazer uma ponta do diretor Wes Craven, dando seu melhor de Alfred Hitchcock (outro que adorava aparecer em pontas mudas nos seus filmes). Isto é, tirando no primeiro Pânico, que todos estão cansados de reconhece-lo como o faxineiro Freddy (com as vestimentas de Freddy Krueger) no corredor do colégio. Porém, o diretor também apareceu em Pânico 2, como um médico no hospital, e em Pânico 3, como um turista no estúdio atrás de Jay e Silent Bob (Jason Mewes e Kevin Smith). O gracejo voltaria a ocorrer em Pânico 4, com Craven inclusive perguntando aos fãs no Twitter qual ponta deveria fazer no filme. No final, o cineasta terminou interpretando o legista numa cena do necrotério em que examina os cadáveres de Jenny (Aimee Teergarden) e Marnie (Britt Robertson). Mas você lembra desta cena? Nem eu. Acontece que ela terminou deletada do filme, e pode ser vista apenas no material extra do DVD e Blu-ray do filme.
Wes Craven é um verdadeiro mestre do terror. Além da franquia Pânico, ele foi o responsável pela criação de um dos maiores maníacos do cinema, ninguém menos que Freddy Krueger em A Hora do Pesadelo, franquia da qual dirigiu dois longas, incluindo o primeiro. São muitas pérolas, mas também algumas escorregadas. Nada que tire seu brilho como realizador proeminente e eternizado do gênero. Seu último trabalho no cinema, soando como despedida, foi aqui em Pânico 4, em 2011, há dez anos atrás. O diretor nos deixaria quatro anos depois, em 2015.
A vindoura série ‘O Legado de Júpiter‘, que pretende rivalizar com ‘The Boys‘, ganhou uma leva de novos cartazes, que destacam cada um dos personagens principais de forma individual.
A série é dirigida por Steven S. DeKnight (‘Demolidor’) e Brian e Mark Gunn.
“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”
A trama será estrelada por Josh Duhamel (Sheldon Sampson), Ben Daniels (Walter Sampson); Leslie Bibb (Grace Sampson), Elena Kampouris (Chloe Sampson), Andrew Horton (Brandon Sampson), Mike Wade (Fitz Small) e Matt Lanter (George Hutchence).
A atriz e dubladoraKate Sackhoff completou 41 anos de vida no última dia 08 e compartilhou uma bela foto com seus seguidores do Twitter.
A intérprete de Bo-Katan em ‘O Mandaloriano‘ aparece sorridente junto com um bolo no formato do capacete da adorada personagem.
Na legenda, ela não conseguiu esconder a alegria em uma declaração ao seu noivo, que a presenteou com o bolo.
Confira:
“De explodir a cabeça… Melhor Noivo de todos!!! Ele me mima como um louco! Muito obrigado por esta incrível obra de arte da @deliciousartscakes. Eu sou obcecada pelos seus bolos desde sempre e não posso acreditar como isso ficou incrível! Este é o caminho… para o coração de uma garota!”
A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
Através do YouTube, a Water Tower Music (gravadora daWarner Bros) divulgou a trilha sonora tema do remake de ‘Mortal Kombat‘.
A mixagem criada pelo compositor Benjamin Wallfisch resgata o clássico tema musical Techno Syndrome, consagrado na adaptação dirigida por Paul W. S. Anderson em 1995.
Confira:
Inicialmente previsto para 15 de Abril, o filme agora tem estreia agendada para 13 de Maio nos cinemas do Brasil. A informação foi revelada pela assessoria da Warner Bros. ao CinePOP.
Nos EUA, a estreia segue marcada para 23 de Abril, nos cinemas e no streaming.
Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.
O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?
O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).
O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.
Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.