Site Página 4424

Sony está considerando produzir ‘Homem-Aranha 4’ com Tobey Maguire, apontam rumores

Segundo fontes próximas ao site Giant Freakin Robot, a Sony Pictures está considerando produzir um quarto capítulo da saga ‘Homem-Aranha’, de Sam Raimi (via Express).

As informações indicam que o longa-metragem também traria Tobey Maguire de volta como o personagem titular, apesar de nem ele, nem o cineasta terem assinado qualquer contrato com o estúdio.

O próximo filme seria um spin-off dos eventos de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, também dirigido por Raimi e que, alegadamente, trará uma participação de Maguire.

Você gostaria de mais um filme do herói aracnídeo?

Vale lembrar que Doutor Estranho 2’ trará o protagonista com visual mais fiel aos quadrinhos.

No site DiscussingFilm.net, foi discutido de que forma o figurinista Richard Sale, também conhecido por trabalhor em Jogador Nº 1 e ‘Mulher-Maravilha 1984’, ficará responsável pelos trajes do longa-metragem. Segundo uma fonte próxima ao consórcio de imprensa, “a equipe já construiu um visual novo e mais fiel aos quadrinhos do próprio Doutor Estranho”.

Vale lembrar que, apesar da vestimenta de Doutor Estranho no MCU não ser dramaticamente diferente do original, há algumas mudanças signifcantes, incluindo o ccolarinho da capa e a paleta de cores que se afasta do costumeiro vermelho e dourado e aposta no monocromático – como bem pontuou Alexandra Byrn, figurinista do primeiro filme, ao SlashFilm.

Recentemente, o astro Benedict Cumberbatch rasgou elogios ao diretor Sam Raimi, falando sobre sua ética profissional e sobre o processo colaborativo na produção (via Collider):

“Sam, incrível. Ele é muito colaborativo. Ele vem com a bagagem de um ícone. Ele é uma força incrível, especialmente nesse gênero. Mas ele também é tão modesto, tão legal, apreciativo, você quer trabalhar com ele. E, cara, quando ele está feliz, sabe que fez alguma coisa certa. Ele é ótimo em levar você para onde precissa. Tem sido um processo bastante colaborativo. Nossas histórias de origens, creio eu, e obviamente os monstros que foram os filmes dos Vingadores fizeram parte da animação, mas agora você está numa aventura própria. Você faz o melhor com o que já tem”.

Enquanto isso, em outra notícia, o site The Direct sugeriu que o longa-metragem pode incluir um personagem bastante interessante à trama: Rintrah.

O personagem, que, segundo as informações, será interpretado por Adam Hugill, é um minotauro interdimensional que tem habilidades similares às de Stephen Strange (Cumberbatch).

Rintrah apareceu pela primeira vez na revista Doutor Estranho #80, conforme ele e seu mestre, Enitharmon – um mago parecido com um dinossauro – foram tabulados com a missão de consertar um rasgo na Capa da Levitação utilizada pelo herói.

Confira abaixo o que mais podemos esperar da continuação:

MULTIVERSO

O Multiverso é um conceito bastante utilizado nos quadrinhos que permite que várias versões dos personagens Marvel existam e vivam suas próprias histórias. São várias realidades coexistindo na linha tênue do universo. A Marvel pregou uma peça no público dizendo que o Mystério (Jake Gyllenhaal) seria um personagem de outra dimensão [SPOILER], mas vimos que não passava de mais uma de suas ilusões [SPOILER]. Fato é que o tal do Multiverso já vem sendo comentado desde a Fase 2, quando a lousa do Doutor Erik Selvig (Stellan Skarsgård) mostrou diversos easter eggs, como o Multiverso, a Convergência e o Universo 616, em Thor: O Mundo Sombrio (2013). O próprio Reino Quântico, de praticamente todos os filmes envolvendo o Homem-Formiga, parece estar inserido no conceito de Multiverso. Por fim, o próprio Doutor Estranho já se envolveu nesse conceito em seu filme de origem. Era apenas questão de tempo para que virasse tema de um filme.

MAGO SUPREMO

Com a morte da Anciã, o Doutor Estranho se tornou o Mago Supremo. Grande líder da Ordem dos Magos e guardião da nossa realidade contra ameaças interdimensionais. Mas ele já ostentou esse título em 2016. De lá pra cá são 3 anos, nos quais o vimos somente como um personagem de apoio nos filmes dos Vingadores. Seu filme 2 é a chance que temos para vê-lo em seu potencial máximo, com foco em suas novas habilidades mágicas e poderes especiais.

Se já foi legal vê-lo se multiplicar ou arremessar Thanos contra a Dimensão Espelhada, imagine o que ele poderá fazer em realidades nas quais o tempo e o espaço funcionam de maneira diferente. É de um potencial visual gigantesco. Pensar nas possibilidades e imaginar quais feitiços ele usará fazem parte da diversão pré-filme.

Além disso, a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) estará no filme. Ou seja, é bem provável que ele sirva de mentor para a bruxinha favorita dos Marvetes. É uma função coerente com a relevância do personagem, mas que ainda não foi vista nos cinemas.

FEITICEIRA ESCARLATE

Viemos acompanhando o desenvolvimento da Wanda desde Os Vingadores: A Era de Ultron (2015). Ela evoluiu não apenas como pessoa, como também viu seus poderes aumentarem  exponencialmente com o passar dos anos. Não à toa ela quase estraçalhou Thanos (Josh Brolin) em Ultimato. De “esquisitona” para Manipuladora de Joias do Infinito, a Feiticeira Escarlate está cada vez mais perto de seu potencial das HQs, aonde ela é capaz de controlar a probabilidade dos eventos. E com a série WandaVision vai influenciar diretamente nos rumos desse filme, é de se esperar que ela/ seus poderes sejam parte fundamental da trama. Arrisco a dizer que possamos até mesmo chegar a ter nosso primeiro contato com os Mutantes nesse filme.

PESADELO

Inicialmente planejado para ser o vilão do primeiro filme do Doutor Estranho, o Pesadelo é um demônio interdimensional que tem sua força oriunda dos medos das mentes humanas instigados durante o sono.

Líder da chamada Dimensão dos Sonhos, o Pesadelo não possui gênero definido, mas costuma tomar a forma de um homem vestido de verde e com aparência mais velha. Ele se alimenta da energia que as pessoas liberam ao sentir medo enquanto dormem. Seus poderes dependem dessa energia, por isso ele já se envolveu em diversos embates contra o Doutor Estranho.

Extremamente poderoso, ele prefere atacar pessoas com problemas psicológicos ou traumas no passado, porque são mais “fáceis” de sugar medo e dor. Inclusive, diferentemente da maioria dos vilões, os poderes desse Demônio não afetam diretamente o corpo físico do rival. O pesadelo tem a habilidade de transportar o Corpo Astral – aquele que a Anciã (Tilda Swinton) tanto mexeu em suas aparições no MCU – para a Dimensão dos Sonhos, onde ele faz a mente da pessoa vivenciar seus maiores medos e traumas, podendo deixá-la louca. Como o medo é algo inerente ao ser humano, o Pesadelo é virtualmente imortal.

Nos quadrinhos, ele foi o primeiro vilão que o Doutor Estranho enfrentou. Nos cinemas, a atriz Eva Green está sendo cotada para dar vida ao demônio.

TERROR

A Marvel busca fazer filmes de vários gêneros distintos estrelados por personagens superpoderosos. Já teve filme de assalto a banco, filme de guerra, de humor, space opera, comédia romântica, adolescente e agora… terror. Bem, ao menos é isso que o CEO Kevin Feige disse na San Diego Comic Con. Vale lembrar que o primeiro Doutor Estranho (2016) já tinha essa proposta de ser puxado pro terror. Só que agora, com o sucesso estrondoso de praticamente todas as franquias, é capaz de ousarem e fazerem mesmo o primeiro filme 100% de terror da Marvel.

E convenhamos que é o projeto perfeito para isso. As viagens interdimensionais na loucura do Multiverso têm tudo para proporcionarem cenas assustadoras. Além disso, o grande vilão da sequência tem como principal característica alucinar suas vítimas com pesadelos aterrorizantes e infindáveis. Fora que o diretor, Scott Derrickson, fez seu nome no gênero dos exorcismos e espíritos malignos. É uma baita oportunidade de dar uns sustos no público.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ estreia em 24 de Março de 2022

EXCLUSIVO! Emily VanCamp fala sobre ‘Falcão e o Soldado Invernal’, ‘Revenge’ e seu filme preferido da Marvel

O editor-chefe Renato Marafon foi convidado para entrevistar a maravilhosa Emily VanCamp, que retorna em ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ como Sharon Carter – ex-agente da SHIELD e foragida por ter ajudado o #TeamCap em ‘Capitão América: Guerra Civil’.

Na entrevista, Emily respondeu quem é mais vingativa: Sharon Carter ou Amanda Clarke, sua personagem na série ‘Revenge‘.

Ela também revelou qual seu super-herói e super-heroína favoritos, o filme da Marvel que mais gosta… e se esquivou de falar de ‘Capitão América 4‘.

Assista:

Os episódios são lançados semanalmente no Disney+.

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

‘Pânico’: O que podemos esperar do quinto filme da franquia? Produtor responde!

O produtor Kevin Williamson confirmou que o novo filme da franquia ‘Pânico‘ (2022) terá uma direção bem diferente dos anteriores.

Questionado sobre os rumos do próximo filme, Williamson não quis revelar quais são as novas regras dos filmes de terror.

Ainda assim, ele fez questão de afirmar que o novo filme irá se sustentar por conta própria, sem ignorar os principais elementos que impulsionaram a franquia.

“O que adoro no novo ‘Pânico’ é que ele tem uma abordagem totalmente nova, e é capaz de se sustentar por si só. É um novo filme, mas também tem um fator nostálgico que nos transporta aos primórdios da franquia permeia. É a mistura perfeita!”

Ele também elogiou o trabalho dos diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillet (‘Casamento Sangrento’).

“Estou encantado com os diretores e muito nervoso porque ninguém chega aos pés de Wes Craven. Eu estava realmente hesitante em embarcar nesse projeto… Mas, cara, como estou feliz por ter feito isso, porque acho que vai deixar Wes orgulhoso.

Lançado em 2011, o 4º filme teve o pior desempenho financeiro da franquia, arrecadando apenas US$ 97 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$  42 milhões.

Um número bem abaixo de ‘Pânico 3‘, que teve o mesmo orçamento e arrecadou US$ 161 milhões pelo mundo, mesmo sendo considerado o pior dos filmes, com míseros 39% de aprovação no Rotten Tomatoes. 

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

Crítica | Perdido em Marte – Ridley Scott acerta em cheio em filme instigante e inteligente

De volta ao gênero que o consagrou, Ridley Scott acerta em cheio dessa vez!

A carreira do cineasta Ridley Scott foi rapidamente solidificada através do gênero da ficção cientifica, quando emplacou seguidamente dois clássicos absolutos: Alien – O Oitavo Passageiro (1979) e Blade Runner – O Caçador de Androides (1982). Desde então é visto como um dos mestres do estilo, e não é para menos, pois ambos os títulos serviram como base dentro da vertente em questão.

No entanto, se formos analisar mais afundo a carreira do diretor, veremos que depois dessa fase magnifica, Scott teve apenas lapsos de grandeza. O caso de Thelma & Louise (1991) ou dos bons momentos em Os Vigaristas (2003) e O Gângster (2007). E foram cerca de trinta anos para que o realizador voltasse a trabalhar com sci-fi, quando fez o visualmente interessante Prometheus (2012), que teve críticas amenas e nem de longe detinha o nível das obras iniciais já citadas.

Recentemente, tivemos dois grandes títulos que se passaram no espaço e fizeram sucesso, o petardo Gravidade (2013) e o ambicioso Interestelar (2014). Talvez esses exemplares tenham feito Ridley refletir sobre suas escolhas e decidir filmar Perdido em Marte, um longa que, surpreendentemente, resgata a boa forma do irmão do saudoso Tonny Scott e coloca Matt Damon em ascensão.

2

O filme que é baseado no livro homônimo de Andy Weir – escritor que passou três anos desenvolvendo o produto – e aborda um acidente que aconteceu ao astronauta Mark Watney (Damon), em Marte, quando devido a uma tempestade de poeira sua tripulação é obrigada a deixa-lo para trás. Com oxigênio e suprimentos limitados, Mark usa da ciência e criatividade para conseguir ganhar tempo e assim poder ser resgatado. O que quase é uma nova versão de Náufrago (2000), só que passada em outro planeta.

A premissa parece e é bastante simples, pois, no decorrer da fita, acompanharemos a luta e os feitos do astronauta em sua nova e solitária vida em Marte. O diferencial está na forma que a trama e narrativa é armada e construída. Mesmo com 141 minutos de duração, The Martian (no original) se mostra envolvente do início ao fim, justamente pela montagem paralela de Pietro Scalia – mesclando os esforços da NASA com as empreitadas de Mark – e o comando firme de Scott, sempre seguro nos ângulos de câmera.

3

Ainda que pouco se saiba a respeito da vida pessoal do protagonista, a maneira como o personagem é destacado e o carisma de Matt Damon faz com que o processo de identificação aconteça de maneira instantânea. As várias empreitadas descuidadas de Mark nos fazem de pronto torcer pelo sujeito. E mesmo que a narração em off possa soar deveras expositiva, seu estilo nonsense faz com que o espectador entenda o desequilíbrio mental e quais as pretensões dos seus malucos experimentos.

O longa possui três núcleos bem divididos e explanados, e conta com um dos mais estrelados elencos que o diretor já teve em mãos – e isto não é qualquer coisa. Nomes como Jessica Chastain, Chiwetel Ejiofor, Kate Mara, Sean Bean, Jeff Daniels, Kristen Wiig, Michael Peña, Donald Glover, Sebastian Stan, Mackenzie Davis, entre outros, figuram o casting por grife, e muitos deles fazem apenas pequenas mas importantes participações de luxo, justamente por trazerem maior peso.

4

Do ponto de vista estético, a película também é muito interessante por fazer com que não só o planeta, mas as naves, os satélites e as estações espaciais pareçam críveis aos olhos do público. Sempre elegante, a fotografia de Dariusz Wolski é cautelosa por não exagerar em tons saturados fora da Terra. Mostrando-se narrativamente importante quando através de lentes mais azuladas destaca os estudiosos da NASA, com certa frieza diante do caso lidado. Scott também é hábil ao utilizar o 3D nas cenas aéreas, quando confere profundidade de campo, dando maior amplitude à imensidão despontada.

Assim sendo, é ótimo constatar que Ridley Scott tenha feito novamente um trabalho tão equilibrado como este Perdido em Marte. Um filme que é narrativamente eficiente (por deixar o espectador sempre ligado), tematicamente interessante (tratando de um gênero tão delicado de forma tão simplória) e ainda abra margem para discutir um pouco sobre os benefícios da ciência e a importância do descobrimento em meio à vida moderna.

Cena excluída de ‘Perdido em Marte’ já fazia menção ao final do filme; Assista!

Acreditamos que justamente pela cena fazer menção ao fim da produção, ela tenha sido retirada do corte final de ‘Perdido em Marte‘.

Na sequência,  Mark Watney (Matt Damon) comenta sobre o trabalho de todos na NASA, sem perder o humor. Watney também mexe em um equipamento que o preferido de Martinez (Michael Peña). E em um dos momentos, ele, sem querer, prevê que dará aulas no futuro.

Para quem conferiu a produção, já deu para entender bem a tal referência.

Então, vamos conferir o vídeo completo:

 

 

‘Viúva Negra’ chegará no Disney+ do Brasil por R$ 69,90 adicionais

Marvel Studios confirmou ao CinePOP que Viúva Negra’ chegará no Brasil pela taxa adicional de R$ 69,90 através do Premier Access do Disney+.

Ou seja, os assinantes do streaming terão que pagar o valor extra para assistir ao filme.

A estreia acontece dia 09 de julho de 2021, e o filme também poderá ser conferido nos cinemas em que estiver sendo exibidos.

Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

Disney fala sobre possibilidade de lançar ‘Viúva Negra’ digitalmente

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

Vigilante mascarado busca vingança no trailer do suspense ‘Painkiller’; Assista!

O suspense ‘Painkiller‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Mark Savage é responsável pela direção.

Bill Johnson (Oberst Jr.) sofreu o tipo de perda que nenhum pai deveria sofrer: ver sua filha ser vítima da epidemia de opioides, que por muito tempo passou despercebida. Por outro lado, o Dr. Alan Rhodes (Pare) tem levado um estilo de vida pródigo, graças aos lucros que vem obtendo com seu negócio de medicamentos. Vendo que ninguém está sendo responsabilizado, Bill começa uma jornada para punir aqueles que ficaram ricos com o sofrimento de tantos. Juntando-se a um policial desonesto, eles começam a desmantelar a rede de médicos e executivos farmacêuticos que continuam a devastar famílias em todo o país.

Michael Paré (‘Streets of Fire’) e Bill Oberst Jr. (‘Scream Queens’) estrelam.

O suspense será lançado em DVD e VOD no dia 4 de maio.

‘NCIS: Hawaii’: Série derivada terá a PRIMEIRA protagonista mulher da franquia

De acordo com o TVLine, o novo spin-off da franquia ‘NCIS‘, intitulado ‘NCIS: Hawaii‘, terá a primeira protagonista mulher da história da produção.

A personagem alegadamente se chamará Jane Tennant, e também servirá como a primeira Agente Especial liderando uma equipe NCIS.

Vale lembrar que Mark Harmon estrela ‘NCIS‘, Chris O’Donnell e LL Cool J em ‘NCIS: Los Angeles‘ e Scott Bakula em ‘NCIS: New Orleans‘.

A produção da franquia que chegou mais perto de ter uma protagonista mulher foi a engavetada ‘NCIS: Red‘, que trouxe Kim Raver e John Corbett como coprotagonistas.

No entanto, a série ainda não recebeu sinal verde da CBS.

Atualmente, a produção está na etapa de escalação do elenco, incluindo a protagonista Jane Tennant.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

O Mandaloriano | Quem é o Grande Almirante Thrawn?

Aparição do icônico personagem voltou a especulação durante segunda temporada

A segunda temporada de O Mandaloriano pode ser considerada bem farta no que consta a referências do universo de Star Wars, plantando aqui e ali certos conceitos não abordados nos filmes (mas conhecidos de fãs de longa data) para que futuramente eles possam render novas produções. Um deles foi a apresentação da ex-jedi Ashoka Tano, uma das protagonistas de Clone Wars, anos após sua expulsão e já trilhando um caminho independente das filosofias da antiga ordem.

Após uma missão para libertar uma cidade conduzida por ela e Din (o protagonista), Ashoka interroga o líder do comando local, Morgan Elsbeth. Ela então questiona onde está o mestre de Morgan; este sendo ninguém menos que o Grande Almirante Thrawn. O almirante da raça chiss, caracterizado por sua pele de cor azul e olhos vermelhos, é por sua vez um dos personagens mais importantes do cânone de Star Wars depois da queda do Império.

Antes de estabelecer o personagem é interessante lembrar o contexto em que ele surge. Os acontecimentos pós O Retorno de Jedi foram, na melhor das hipóteses, o início de um momento de transição na galáxia. Do status quo vigente em que o Império era a força dominante e que basicamente concentrava toda a autoridade para si veio então uma nova ordem pluralizada simbolizada pela Nova República.

Ahsoka Tano deu o ar da graça em Mandaloriano

Logo, os mecanismos democráticos da antiga República voltaram, com cada um deles tendo uma inédita voz ativa na administração da galáxia ao mesmo tempo em que exerciam a diplomacia nas negociações. Nesse meio tempo, a Nova Ordem Jedi conduzida por Luke Skywalker ainda tentava não só recrutar novos seguidores como também se definir enquanto grupo; até aonde ela seria fiel aos preceitos tradicionais dos jedi e o que ela poderia oferecer de novo à sociedade?

Do outro lado do espectro, há a presença dos derrotados. Como em qualquer cenário de pós-guerra, àqueles que são tidos como “perdedores” recebem a alcunha de criminosos e muitas vezes são levados a julgamentos ou execuções sumárias. Sendo Star Wars, pelo menos originalmente, uma fantasia abertamente inspirada em acontecimentos reais, não é surpreendente que um tratamento similar tenha sido dado aos remanescentes do Império.

Sem a estrutura de outrora e com uma cadeia de comando debilitada, os Herdeiros do Império voltaram sua lealdade para o Grande Almirante Thrawn, último comandante de alta patente. A mente estrategista de Thrawn também se mostra importante para seu sucesso inicial pois dessa forma ele consegue antever as movimentações da República e prorrogar a sobrevivência de sua frota.

Thrawn passou a comandar o que restou do Império

O personagem em si foi criado por Timothy Zahn em 1991 para o livro Herdeiros do Império, o primeiro capítulo da assim chamada Trilogia Thrawn focado em dar prosseguimentos ao até então “final de Star Wars” apresentado no Episódio VI. George Lucas ainda viria a explorar o universo nos anos seguintes mas somente nas infames prequels.

Os livros então se baseiam em pelo menos dois núcleos diferentes: o primeiro sendo os imperiais liderados por Thrawn enquanto descobrem um meio de burlar a manipulação da força dos jedi enquanto que o outro segue o trio protagonista lidando não só com os desafios de restabelecer a democracia mas também em seus relacionamentos, principalmente aquele entre Han e Leia.

O almirante ainda teve participação marcante na fase final de Star Wars Rebels, se estabelecendo como uma das principais ameaças para Ezra Bridger e sua equipe. É bem provável que conforme o universo de Star Wars na Disney Plus se expanda venha acompanhado com isso a uma presença maior do icônico vilão.

 

‘Mabel’: Série do Showtime mostrará a história de origem da Madea

De acordo com o Deadline, o canal Showtime está desenvolvendo a série ‘Mabel‘, que contará a história de origem da Madea, popular personagem interpretada pelo Tyler Perry.

A série foi criada por Perry e Tim Palen, que também servirão como produtores executivos ao lado das roteiristas JaNeika James e JaSheika James.

Confira a sinopse oficial:

Toda grande história tem que começar de algum lugar e toda lenda tem um começo. Muito antes dela se tornar uma força da natureza conhecida como Madea, ela era uma mulher negra inteligente, feroz, irresistível e perigosa chamada… Mabel Simmons. Quando ela se mudou para Atlanta em 1972, ela colocou a cidade – e o mundo – de cabeça pra baixo!

Inspirada pela mãe e tia de Perry, Madea foi introduzida em ‘I Can Do Bad All by Myself‘, antes de saltar para as telonas no longa ‘Diário de uma Louca‘ (2005).

A personagem ainda apareceu em outros 10 filmes, incluindo ‘Madea – Reunião de Família‘ (2006), ‘Meet the Browns‘ (2008), ‘Madea Goes to Jail‘ (2009), ‘I Can Do Bad All by Myself‘ (2009), ‘Madea’s Big Happy Family‘ (2011), ‘As Testemunhas de Madea‘ (2012), ‘O Natal de Madea‘ (2013), ‘Boo! O Halloween de Madea‘ (2016), ‘Boo 2! O Halloween de Madea‘ (2017) e ‘Um Funeral em Família‘ (2019).

Cabeças vão rolar no trailer do terror slasher ‘Death Rink’; Assista!

O terror slasher ‘Death Rink‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Daniel Zubiate é responsável pela direção.

Os funcionários noturnos de um rinque de patinação são perseguidos e mortos por uma figura misteriosa que eles acreditam ser o espírito de um adolescente que foi morto acidentalmente há anos.

Amanda Courtney, Caedmon Holland e Alan Humphrey estrelam a produção.

O terror será lançado direto em VOD no dia 11 de maio.

Mulher fica presa em elevador no trailer TENSO de ‘Ascendant’; Assista!

O suspense de ficção científica ‘Ascendant‘ ganhou o primeiro trailer tenso.

Confira:

Antaine Furlong é responsável pela direção.

Uma jovem acorda, presa, sequestrada no elevador de um edifício super alto à mercê de seus algozes. Ambientada em Xangai, a trama explora o instinto de sobrevivência de uma jovem em uma situação fora de seu controle. Presa, sem escapatória, e encasulada na barriga da besta, Aria é forçada a se adaptar e a resistir. Esta é a primeira das jornadas que se infiltram sua mente e seus sentidos, prendendo-a na angústia apenas para emergir conectada a habilidades que definem quem ela realmente é.

O elenco conta com Charlotte Best, Jonny PasvolskyAlex Menglet, Susan PriorLily StewartJustin CottaTahlia SturzakerKarelina Clarke.

O suspense será lançado nos cinemas australianos no dia 8 de abril. No Brasil, segue sem previsão.

‘As Meninas Superpoderosas’: Dove Cameron, Chloe Bennet e Yana Perrault no novo vídeo de bastidores da série; Confira!

A página @PowerpuffBrasil divulgou hoje (07) um novo vídeo de bastidores da aguardada série ‘Powerpuff’live-action da aclamada animação As Meninas Superpoderosas, da The CW.

No breve teaser, as protagonistas, Chloe Bennet (‘Agents of SHIELD’), Dove Cameron (‘Descendentes’) e Yana Perrault, que interpretam Florzinha, Lindinha e Docinho, respectivamente, estão em meio às filmagens do episódio piloto.

Confira:

Vale lembrar que Donald Faison (‘Emergence’) dará vida ao Professor Utônio, enquanto Nicholas Podany será o filho do Macaco Louco.

Diablo Cody (‘Garota Infernal’) e Heather Regnier são responsáveis pelo roteiro do episódio piloto.

Baseada na série animada do Cartoon Network, a produção mostrará o trio de heroínas com vinte de poucos anos, que agora se arrepende de ter passado sua infância lutando contra criminosos. A questão é se elas irão engolir seu ressentimento para se unirem e salvarem o mundo quando ele mais precisar.

Greg Berlanti, Sarah Schechter e David Madden entram como produtores executivos.

Criada por Craig McCracken, a animação original seguia três estudantes criadas pelo Professor Utônio quando ele acidentalmente misturou açúcar, tempero e tudo que há de bom com o elemento X.

Exibida entre 1998 e 2005, a série rendeu 7 temporadas e 78 episódios ao total. Em 2016, um reboot animado foi criado, introduzindo uma quarta menina superpoderosa ao grupo, que durou por três temporadas.

‘Alienígenas do Passado’: Série documental vai virar filme com criadores de ‘Cobra Kai’

De acordo com o THR, a série documental do canal History, ‘Alienígenas do Passado‘ (Ancient Aliens), vai virar filme com os criadores da aclamada ‘Cobra Kai‘.

Josh Heald será responsável pela direção, a partir de um roteiro de Luke Ryan.

O longa será uma aventura global que irá apresentar locais e artefatos antigos, confrontando as teorias e questões levantadas pela popular série original.

Alienígenas do Passado‘ estreou em 2009, e abordando pseudociência e a ideia de que seres extraterrestres visitavam a Terra nos tempos antigos, às vezes provocando as culturas a pensarem que eles eram deuses.

Legendary Entertainment, produtora por trás dos blockbusters ‘Godzilla vs. Kong‘ e ‘Duna‘, está por trás do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Buscando…’: Nia Long entra para o elenco da sequência

De acordo com o Deadline, Nia Long (‘Vovó… Zona’) entrou para o elenco da sequência do aclamado suspense ‘Buscando‘.

Detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Storm Reid (‘O Homem Invisível‘) estrelará a continuação. O elenco ainda contará com Joaquim de Almeida, Ken Leung, Amy Landecker, Daniel Henney, Megan Suri e Tim Griffin.

Vale lembrar que o novo filme contará uma nova história com personagens completamente diferentes.

A dupla Will Merrick e Nick Johnson, que foi responsável pela edição do primeiro filme, foi contratada para dirigir o novo filme.

Eles também escreveram o roteiro da sequência, que será baseada em uma história de Sev Ohanian e Aneesh Chaganty.

Sucesso nos cinemas, ‘Buscando‘ arrecadou US$ 75.4 milhões, com um orçamento de apenas US$ 5 milhões.

Estrelado por John Cho e Debra Messing, o primeiro filme gira em torno de um pai procurando sua filha de 16 anos desaparecida. Desesperado, ele resolve procurar por mais informações no computador dela, seguindo o seu rastro digital.

 

Atriz de ‘Westworld’ estrelará novo terror da Blumhouse

De acordo com o Variety, Angela Sarafyan (‘Westworld’) estrelará ‘A House on the Bayou‘, novo terror da Blumhouse em parceria com o EPIX.

Escrito e dirigido por Alex McAulay, o longa terá sua produção iniciada durante a primavera norte-americana, com lançamento em dezembro de 2021.

A trama seguirá um casal problemático com sua filha adolescente passando férias em uma casa isolada na Louisiana para se reconectar como uma família. Mas, quando visitantes inesperados aparecem, sua fachada como uma família unida começa a ruir quando segredos inesperados são revelados

O elenco ainda contará com Paul SchneiderJacob LoflandDoug Van Liew e Lauren Richards.

O longa é o primeiro de uma parceria entre a Blumhouse Productions e a emissora EPIX, que ainda contará com outros sete filmes de terror originais, que serão lançados apenas em 2022.

“A Blumhouse tem um histórico em produzir conteúdo de alta qualidade, tornando-se uma força poderosa no gênero e eles têm sido parceiros incríveis para o EPIX,” afirmou o presidente da emissora, Michael Wright. “Mal podemos esperar para trabalhar com o Jason Blum e sua equipe talentosa, fazendo da emissora o lar de mais conteúdo exclusivo da produtora.”

Artigo | ‘Cidadão Kane’ e a perfeição cinematográfica

Cidadão Kane é, sem qualquer sombra de dúvida, um dos filmes mais importantes de todos os tempos, além de insurgir como um clássico atemporal que ditou as regras até mesmo do cinema contemporâneo. E o mais interessante é que não apenas a sua construção fílmica é extremamente envolvente, mas toda a backstory envolvendo a produção é misteriosa e digna também de ganhar sua própria adaptação para as telonas. Afinal, em plena II Guerra Mundial, no qual os ideais de patriotismo e nacionalismo encontravam extremismos e barreiras muito além do que se poderia imaginar, criar uma narrativa que se opusesse a um dos nomes mais poderosos da indústria da comunicação da época não era algo a ser abraçado por qualquer pessoa – e as drásticas consequências que acometeram o longa-metragem apenas reafirmam a sua grande importância para a História.

É importante ter em mente que o jovem Orson Welles, com seus meros vinte e seis anos de idade, provinha de uma onda de construções artísticas muito questionáveis pela crítica e pelo conservadorismo da época – e talvez a coragem com a qual comandava seus projetos foi o que lhe permitiu total independência para a realização de ‘Cidadão Kane. Welles vinha do teatro, no qual dirigira uma versão com elenco totalmente negro de ‘Macbeth, uma das tragédias mais famosas de William Shakespeare, além de ter causado uma comoção generalizada com a adaptação radiofônica de ‘Guerra dos Mundos, de H.G. Wells, no dia 31 de outubro de 1938. Tal releitura do clássico romance deu origem às produções ultrarrealistas e trouxe o pânico para a sociedade norte-americana, crente de que o país estava sendo invadido por alienígenas.

Entretanto, o maior desafio de Welles chegaria três anos mais tarde, ao ser contratado pelos estúdios RKO para dirigir uma cinebiografia livremente inspirada na vida de um dos maiores magnatas dos meios de comunicação dos Estados Unidos, o empresário William Randolph Hearst. E é justamente aqui que dois mundos totalmente opostos se chocam: o cineasta sempre teve apreço pela polêmica, e com o filme em questão não faria muito diferente; em mãos, ele possuía a oportunidade de traduzir a partir de uma perspectiva muito ácida a história de Hearst, que ficou conhecido por resgatar o jornal comandado pelo pai das ruínas e dar início à “imprensa marrom” – como ficou conhecida as matérias sensacionalistas que circularam pelos newspaper desde a década de 1940. A megalomania de Hearst e seu desejo pela manipulação abriram margem para que inúmeras notícias falsas, às vezes criadas pela própria mente deturpada, fossem espalhadas sem qualquer filtro a quem estivesse interessado em ouvir.

E com isso, Charles Foster Kane (interpretado pelo próprio Welles) ganhou as telas, em uma representação clara do empresário – e mais assustador ainda, divulgando o quanto o diretor conhecida sobre a vida e os podres de Hearst. Em uma macro-conjuntura, a história de Kane é uma sátira anacrônica que, em termos narrativos, segue o simples padrão de ascensão e queda de uma celebridade movida pela ambição e cuja ruína vem pelos próprios meios. O anti-herói foge aos convencionalismos do protagonismo cinematográfico e serve de exemplo para a ostentação, o luxo descabido e o sucesso advindo de mentiras, traições e manipulações constantes – e isso não se restringe apenas a ele, mas também a todos que o acompanharam.

É importante ressaltar que Welles tinha plena liberdade como diretor, autor e produtor: movido pelas vanguardas de final de século da Europa e pela busca de novas técnicas de filmagem que procuravam fornecer uma nova perspectiva para o cinema norte-americano, ele conseguiu transformar sua própria obra em uma investida avant-garde que influenciaria inúmeros outros nomes da esfera do entretenimento – e não, não estou exagerando ou fazendo apologias forçadas: ser considerado o melhor longa-metragem de todos os tempos é um título incontestável por uma série de razões.

Ao contrário do que muitos podem imaginar, a narrativa não começa do modo convencional: em conjunto com Herman J. Mankiewicz, Welles orquestrou o seu roteiro de modo a fugir da cronologia passado-presente, mergulhando em uma narrativa fragmentada (ratificada pela própria montagem). Em outras palavras, a primeira cena do filme é a morte de Kane, trancafiado e solitário em sua mansão, onde murmura a misteriosa palavra Rosebud antes de encontrar seu fim. O que muitos podem chamar de furo do roteiro – visto que o personagem estava sozinho -, eu, pessoalmente, encaro como um profundo mergulho nesse cosmos: pois, logo depois, um jornalista aparece determinado a entender sua história e o significado do vocábulo, entrando em uma jornada através da infância, adolescência e vida adulta do empresário.

A estrutura não-linear viaja inúmeras vezes no tempo em múltiplas perspectivas que, para a época, representavam um avanço incomensurável e que voltaria à moda após a virada do século – de forma mais palpável, é possível ver essa multiplicidade em séries contemporâneas como ‘13 Reasons Why, que parte da história microcósmica de cada um dos personagens envolvidos. Ainda que traga o protagonista em foco em grande parte, outros nomes aparecem para dar mais apoio ao “furo de reportagem”, incluindo Susan Alexander Kane (Dorothy Comingore), equivalente a Marion Davies, esposa de Hearst, e James W. Gettys (Ray Collins), que emerge como um tutor do futuro jornalista. Todo o escopo é uma simples amostra que se aprofunda a cada cena construída de como realidade e ficção encontram pontos convergentes quando postas lado a lado.

Cidadão Kane não é apenas uma obra-prima pela coragem e ironia com a qual tratou um tema bastante peculiar e perigoso – que transformou o próprio Hearst como inimigo de Welles. “Kane teria aceitado.”, ele disse ao magnata quando este simplesmente se recusou a ir à estreia do filme e armou um boicote que o tornou um fracasso total de bilheteria. O ambicioso projeto também trouxe inovações técnicas que seriam emuladas com toda a certeza, além de unir estéticas predecessoras de essencial importância: o expressionismo, provindo principalmente de F.W. Murnau, é traduzido pelas construções imagéticas do diretor de fotografia Gregg Torland, o qual se utiliza de jogos de luz e sombra para aumentar a complexidade da personalidade dos personagens, mantendo sempre um lado do rosto escurecido em detrimento da verdade e da clareza dialógica – e surpresa, surpresa: tais investidas seriam base para o cinema noir de alguns anos mais tardes.

A expressividade do próprio cenário fornece uma nova perspectiva para os diretores de artes e cenógrafos: a utilização do teto é e extrema importância para conversar diretamente com a megalomania e as tendências psicóticas e tirânicas do protagonista – a sequência de seu discurso preza por um teto baixo que indica opressão ditatorial, expandindo a metalinguagem para a conjuntura sociopolítica da época e colocando a persona da qual faz menção em uma saia justa propositalmente hilária.

As técnicas de filmagem também encontram um novo espaço: Welles introduziu a grande profundidade de campo para sua obra e a utilização desenfreada do plano-sequência. Quando a narrativa migra para a infância de Kane, o diretor orquestra uma longa cena que se inicia com o jovem protagonista brincando na neve e, à medida em que a câmera se afasta, mostrando sua morada campesina e dois supostos tutores conversando com a mãe, Mary Kane (Agnes Moorehead), o foco permanece o tempo inteiro e permite que o espectador se sinta mais próximo de cada um dos personagens que são apresentados.

Os efeitos visuais e especiais também não deixam a desejar – e, diferente de outras obras fílmicas, essa aqui não envelheceu de um jeito ruim, mas tornou-se clássica pelos motivos apresentados acima. Welles encontrou um modo de elevar a maquiagem de envelhecimento para outro nível, tornando-a mais realista e que também serviria de base para as modelagens em 3D e para os pontos sensoriais do cinema digital: o diretor e roteirista interpreta, exceto na fase juvenil, todas as fases de Kane, e consegue traçar paralelos e diferenças entre uma personalidade corrompida pela ambição e que, paradoxalmente, reflete com nostalgia um apego pelo passado, onde tudo era mais simples. As estratégias de fluidez para a montagem insurgem com a sobreposição de imagens, criando ilusões tão realistas que chegam a confundir o público sobre a veracidade das informações do filme mais de uma vez.

É claro que um produto como este não insurgiria em bons olhos por todos. Ainda que a crítica tenha ovacionado desde a época do seu lançamento, Hearst, dito anteriormente, organizou um boicote para a estreia do filme e para suas consecutivas semanas em cartaz, chegando até a ameaçar os cinemas que ousassem transmiti-lo de não divulgar mais suas programações nos jornais que controlava. Até mesmo na cerimônia do Oscar do ano seguinte as coisas não foram tão bem quanto o esperado: mesmo com oito indicações, incluindo Melhor Filme e Melhor Montagem, Welles levou para casa a estatueta de Melhor Roteiro Original junto com Mankiewicz, e desde então nunca mais obteve o mesmo sucesso na indústria fílmica como durante aquela época.

Justiça seja feita, Welles e ‘Cidadão Kane encontraram o pódio tão aguardado em 1970, quando a Academia condecorou o cineasta com o Oscar honorário, e quinze anos depois, em celebração ao centenário do cinema, o longa foi considerado o melhor de todos os tempos pelo American Film Institute – e ainda que sua posição seja ameaçada, talvez, por ‘O Poderoso Chefão, nenhum outro longa conseguiu desbancá-lo do patamar, reafirmando sua importância e sua atemporalidade.

Pesquisa revela quem são os 20 atores que MAIS TRABALHAM em Hollywood

De acordo com uma pesquisa publicada pelo Movie Web, Nicolas Cage é ator que mais trabalhou em Hollywood nos últimos cinco anos.

Apesar de estar longe das telonas ultimamente, o astro já participou de 27 produções desde 2015. A maioria foi lançada diretamente em plataformas digitais, mas ainda contam.

Entre seus trabalhos mais recentes, Cage atuou em diversos suspenses, como ‘O Regresso do Mal’, ‘Mandy’, ‘Looking Glass’, ‘211’, PrimaleGrand Isle’.

Ele também dublou o Superman em ‘Os Jovens Titans em Ação! No Cinema‘, e fez a voz de uma das versões de Peter Parker em ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.

O astro também está no elenco de ‘Os Croods 2‘ e foi escalado como Joe Exotic numa série documental inspirada em ‘A Máfia dos Tigres‘, exibida na Netflix.

Samuel L. Jackson assume o 2º lugar na pesquisa, já que o veterano atuou em 22 filmes desde 2015.

Brad Pitt e Will Ferrell aparecem em 3º e 4º lugar, respectivamente. Com Pitt aparecendo em 21 filmes, e Ferrell em 20.

Logo atrás vem Margot Robbie, com 19 títulos nos últimos cinco anos, quatro deles produzidos por ela.

Confira a lista completa:

1. Nicolas Cage
2. Samuel L. Jackson
3. Brad Pitt
4. Will Ferrell
5. Margot Robbie
6. Idris Elba
7. Liam Neeson
8. Johnny Depp
9. Nicole Kidman
10. Sam Rockwell
11. Adam Sandler
12. Antonio Bandera
13. Chris Hemsworth
14. Natalie Portman
15. Anna Kendrick
16. Charlize Theron
17. Helen Mirren
18. Laura Dern
19. Leonardo DiCaprio
20. Scarlett Johansson

 

‘A Morte te Dá Parabéns 2’: Diretor culpa marketing pelo fracasso da sequência nas bilheterias

Em entrevista ao THR, o diretor Christopher Landon afirmou que a estratégia de marketing prejudicou a sequência ‘A Morte te Dá Parabéns 2‘ nas bilheterias, mas revela que ainda acredita ser possível fazer um terceiro filme da franquia.

“Quando um filme se sai muito bem nas bilheterias, a expectativa de todos fica muito alta. E o mais devastador, especialmente para mim e para a Jessica [Rothe], é que as previsões apontavam que a sequência teria uma performance parecida com a do primeiro filme, mas o público não apareceu como antes. A sequência não é um fracasso. Na verdade, fez bastante dinheiro. O marketing da Universal achou que foi um projeto difícil de se vender. O que tradicionalmente funciona para as outras sequências, que é apresentar mais do mesmo, nos prejudicou. Eu fiz um segundo filme muito diferente do primeiro, mas eles promoveram a sequência como se fosse a mesma coisa – até usaram a mesma música no trailer. Acho que esconder todos os elementos que tornavam o segundo filme único realmente nos prejudicou.”

Ele completa, “É um pouco estranho, porque qualquer franquia conseguiria fazer uma nova sequência com os novos resultados. Mas, por alguma razão, não tivemos a oportunidade. O mais interessante é que ambos os filmes ganharam sobrevida após o lançamento nos cinemas. Ainda há chances para fazermos o terceiro filme, mas essa é uma decisão da Universal. Eles sabem que todos os envolvidos nos primeiros filmes querem fazer mais um, mas eles precisam se sentir justificados para dar um sinal verde.”

A Morte te Dá Parabéns (2017) foi um sucesso nas bilheterias e arrecadou US$ 125.5 milhões pelo mundo, mas a sequência lançada em 2019 ficou bem abaixo do esperado, com apenas US$ 65 milhões.

Caso uma terceira sequência seja realmente produzida, história acompanharia a cena pós-créditos do segundo filme, que mostra a DARPA aproveitando o dispositivo do loop do tempo para novas experiências, com a amiga malvada de Tree, chama Danielle (Rachel Matthews), que acaba presa em seu próprio loop.

Vale lembrar que no passado, o diretor Christopher Landon havia confirmado exclusivamente ao CinePOP que gostaria de fazer um novo filme da franquia.

“Eu definitivamente tenho o terceiro filme na minha cabeça. Se pessoas suficientes assistirem esse, nós faremos um terceiro filme. Eu posso dizer que será muito inesperado. E terá uma escala ainda maior.”, afirmou.

A Morte te Dá Parabéns‘ já está disponível na Netflix.

Assista a entrevista:

 

 

 

Alicia Vikander pode estrelar minissérie baseada no suspense ‘Disque M para Matar’, de Hitchcock

De acordo com o Deadline, a MGM está desenvolvendo uma minissérie baseada no suspense clássico ‘Disque M para Matar‘, que será produzida pela Alicia Vikander (‘Tomb Raider: A Origem‘).

Além disso, o site aponta que a atriz possivelmente também estrelará o projeto.

A série “será uma reimaginação da história através de uma perspectiva feminina.”

Rumores apontam que a produção pode ganhar formato antológico, com próximas temporadas explorando tramas diferentes.

A série foi criada por Michael Mitnick (‘O Doador de Memórias‘), que também é responsável pelo roteiro da adaptação.

O longa original, lançado em 1954 e dirigido pelo mestre Alfred Hitchcock, girava em torno de um ex-jogador de tênis que tenta armar o assassinato da esposa após descobrir que ela estava tendo um caso.