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‘Matrix 4’: Andrew Caldwell entra para o elenco da sequência

Segundo a Comic Book, Andrew Caldwell (‘iZombie‘) entrou para o elenco da sequência Matrix 4’. No entanto, seu papel está sendo mantido em segredo.

O próximo capítulo da franquia chegará aos cinemas no dia 21 de maio de 2021Lana Wachowski retorna como diretora.

Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss retornam. O elenco ainda conta com Jada Pinkett Smith, Jonathan Groff, Yahya Abdul-Mateen II, Lambert Wilson, Jessica Henwick e Neil Patrick Harris.

Anteriormente, o WGTC informou que a  Warner Bros. estaria interessada em produzir mais uma trilogia da franquia, e a nova sequência dará início ao projeto.

A informação veio da mesma fonte que revelou o desenvolvimento das séries da ‘Mulher-Hulk’ e da ‘Miss Marvel’ para a Disney+.

Foi dito que a presença de Neo e Trinity emMatrix 4‘ será apenas uma forma de Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss passarem a tocha para a próxima geração de atores.

Além disso, os astros originais não devem retornar depois da sequência.

Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:

“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

‘A Dança da Morte’: Minissérie baseada em obra de Stephen King ganha trailer INTENSO

A CBS All Access divulgou o trailer completo da minissérie ‘A Dança da Morte‘ (The Stand), adaptação da obra de Stephen King.

Assista:

A produção, que terá seus episódios lançados semanalmente, estreia no dia 17 de dezembro.

A série é escrita e dirigida por Josh Boone (‘Os Novos Mutantes‘).

A trama gira em torno de um professor viúvo que vive uma vida solitária quando um praga dizima 99% da população mundial. Imune à doença, o professor terá de lidar com a solidão até se juntar a outros sobreviventes, que se envolvem numa antiga rivalidade entre a luz e a escuridão.

O elenco grandioso conta com Alexander Skarsgård, Whoopi Goldberg, Jovan Adepo, Owen Teague, Greg Kinnear, Brad William Henke, Nat Wolff, Daniel Sunjata, James Marsden, Amber Heard, Odessa Young, Eion Bailey, Katherine McNamara, Heather Graham, Marilyn Manson, Hamish Linklater e Henry Zaga.

‘Os Olhos da Cidade São Meus’: Terror ganhará remake com diretor de ‘O Chamado 3’

De acordo com o Bloody Disgusting, um remake do terror ‘Os Olhos da Cidade São Meus‘, originalmente lançado em 1987, está em desenvolvimento.

F. Javier Gutiérrez (‘O Chamado 3’) será responsável pela direção.

“Esse filme deixou uma marca em mim. É original e transgressivo, hipnótico e violento. É como uma carta de amor aos cinemas. É um sonho, mas também uma responsabilidade, trazer de volta às telonas o clássico de Bigas Luna, um dos autores mais queridos da Espanha,” afirmou Gutiérrez em declaração oficial.

Kiko MartínezAntonio Pérez serão os produtores da nova versão.

O longa original, dirigido por Bigas Luna, girava em torno de uma mãe controladora que usava poderes telepáticos para fazer com que seu filho matasse brutalmente outras pessoas.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Sorte de Quem?’: Suspense do roteirista de ‘Se7en’ ganha trailer LEGENDADO; Confira!

Netflix divulgou o trailer legendado de ‘Sorte de Quem?‘ (Windfall), novo suspense de Andrew Kevin Walker, roteirista de ‘Se7en: Os Sete Crimes Capitais‘.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 18 de março.

Charlie McDowell (‘A Descoberta’) é responsável pela direção.

Um homem invade a casa de férias de um bilionário, mas o plano dá errado depois que o magnata e a esposa chegam de repente para curtir o lugar.

O elenco conta com por Lily Collins, Jason Segel, Jesse PlemonsOmar Leyva.

Crítica | Halloween Ends – Michael Myers está de volta, SEM a força total que esperávamos…

A saga de Michael Myers e Laurie Strode, finalmente, encontrou o seu encerramento. Para aqueles que esperam um filme no modelo tradicional e na linha dos antecessores, Halloween Ends pode ser uma gigantesca decepção. Eu mesmo, como fã da franquia e crítico de cinema, me encontrei com dificuldades para aceitar determinadas escolhas estabelecidas no fim desta jornada.

No final das contas, depois de pensar muito, devo dizer que o filme não é aquilo que eu queria que fosse, ou esperava, conforme o trailer e a sinopse, mas ao passo que a narrativa chegou ao final, confesso que a coragem dos realizadores em apostar numa abordagem tão insana, mas viável, deu ao material o devido valor para uma franquia que renasceu dignamente diante desta nova trilogia, dirigida por David Gordon Green e produzida pela Blumhouse.

Aqui, temos Michael Myers, Laurie Strode, cenas de assassinato, mas uma perspectiva filosófica para refletir sobre o mal em nossa sociedade, dispositivo que pode ser desintegrado quando encarnado num determinado ser, mas impossível de ser aniquilado para sempre, podendo ganhar outras formas e se transformando, aproximando esta nova empreitada com uma espécie de reciclagem, salvaguardadas as devidas proporções, de Sexta-Feira 13 Parte 5: Um Novo Começo, afinal, será apenas o antagonista mascarado o responsável pelos males em Haddonfield? O espectador perceberá, estupefato, novas formas de se encarar o mal.

Sendo uma franquia que atravessou tantos momentos desgastantes, confesso que achei bastante complicado acreditar que a saga de Michael Myers e Laurie Strode poderia se tornar, mais uma vez, uma trama de relevância. Com exceção do primeiro filme e do retorno de Jamie Lee Curtis em Halloween H20: Vinte Anos Depois, sequência que esperava, fosse a inspiração para os momentos de embate físico entre o antagonista e a protagonista, o embate entre os personagens em outras incursões ficou bastante abaixo da média. Assim, a Blumhouse comprovou, portanto, que os dois perfis dramáticos tinham chances de retornar, caso o cineasta, os roteiristas e os demais caminhos de produção fossem devidamente estruturados. Foi o pontapé para o nascimento de uma nova trilogia dentro de uma extensa franquia que atualmente está em seu 13º filme.

Na trama de 2018, tivemos o #metoo e as relações conflituosas numa contemporaneidade minada pela misoginia, situação que se desdobrou em Halloween Kills, produção anárquica que reflete o impacto do efeito manada em Haddonfield, alegoria para qualquer lugar do mundo hoje. Agora, quatro anos após o misterioso sumiço de Michael Myers, a histeria está de volta na cidade. Laurie Strode vive momentos mais amenos, fez terapia, se reintegrou, apesar de transmitir insegurança diante da onipresença da Forma e dos seus traumas, desaguados ao escrever um livro de memórias, tendo ainda que atravessar o luto pela perda da filha.

Ela mora com a sua neta Alysson (Andi Matichack), todas tentando retomar as suas vidas depois de tantas tragédias. A sensação de paz nesta cidade amedrontada pela violência excessiva de um passado recente agora encontrou o seu novo bicho-papão: Corey Cunningham (Rohan Campbell), jovem acusado de ser o assassino de uma criança que tomava conta, acontecimento que sacode a cidade e reforça que a aparente tranquilidade era só momentânea. Na ausência do monstro mascarado, o jovem Corey agora é o psicopata da cidade, alguém que precisa lidar com os dedos apontados e com a falta de sensibilidade das pessoas que não compreendem ter sido um infeliz acidente a tal morte da criança que marcou para sempre a sua vida.

Ele é o personagem que mais passa por transformações no filme, sempre observado por Laurie Strode, figura ficcional que guarda para si a sensação do possível retorno de seu nêmesis, sensação que demonstra não ser apenas instantes de loucura, mas a comprovação de sua sensibilidade ao longo dos 111 minutos de Halloween Ends, slasher que nos apresenta o impiedoso Michael Myers de volta, sem a força total que esperamos, pois agora a violência não parte apenas do bicho-papão, mas do mal que parece ter se tornado contagioso nesta cidade demarcada por tragédias.

Sob a direção de David Gordon Green e roteiro escrito por Danny McBride, Paul Brad Logan e Chris Bernier, com a colaboração do diretor, o texto dramático dosa os diálogos mais reflexivos com momentos de muita tensão, erroneamente deixados para a segunda parte, algo que compromete o ritmo do filme em algumas passagens. Ademais, estão de volta: Lindsey Wallace (Kyle Richards) e o xerife Barker (Omar Dorsey), em pequenas participações, o detetive Frank Hawks (Will Patton), mais significativo em cena, dentre outros.

Esteticamente, Halloween Ends não fica devendo nada aos antecessores: Richard A. Wright nos entrega um design de produção eficiente, com cenários e direção de arte que estão repletos de referências aos momentos mais icônicos da franquia, registrados pela direção de fotografia de Michael Simmonds, também muito eficiente ao emular planos e enquadramentos não apenas do universo criado por David Gordon Green, mas também do clássico de 1978.

Além da força em cena de Jamie Lee Curtis, temos também o empenho de sua dublê, Ashley Rae Trisler, assertiva nas passagens de embate físico com a assustadora figura de Michael Myers, interpretado devidamente em seu tom silencioso por James Jude Courtney, monstro que representa a encarnação do mal, alegoria do bicho-papão para nos fazer refletir que determinados horrores de nossa sociedade ainda se mantém firmes em nosso cotidiano, numa sina que nos deixa constantemente em alerta.

No final, como apontado por Laurie Strode, o mal pode até se desintegrar quando encarnado em algo, mas nunca acaba e apenas muda de forma, como os leitores poderão contemplar neste filme que é um dos momentos mais curiosos da franquia, estruturado para uma recepção que será ame ou odeie.

10 Filmes que de tão RUINS são mais fortes que qualquer remédio pra dormir!

Não adianta: tem filmes que tiram completamente nossa paciência! Vocês também já se sentiram assim? Com narrativa, roteiro e direção que deixam nossos olhares surpresos com tamanha falta de criatividade dentro de um universo com infinitas possibilidades, algumas obras cinematográficas são mais fortes que qualquer remédio pra dormir. Para relembrar algumas dessas produções, segue abaixo uma lista que você pode concordar ou não:

 

Army of One (Eu, Deus e Bin Laden)

Na trama conhecemos o ingênuo e faz nada Gary Faulkner (Nicolas Cage) um ser humano muito louco que vaga pela vida buscando encontrar seu caminho. Quando começa a ver Deus (Russell Brand) em carne e osso, acaba recebendo uma missão: capturar Osama Bin Laden e fazer uma incrível viagem ao Paquistão para cumprir seus objetivos.  Somente com uma espada de samurai que compra a partir de um comercial de televisão, Faulkner viverá experiências diferentes e uma grande troca cultural durante seu trajeto.

 

Invasão a Londres

Na trama, que segue como uma espécie de continuação de Invasão à Casa Branca (que faturou mais de 150 milhões de dólares nas bilheterias mundiais), voltamos a encontrar a dupla dinâmica: o presidente dos Estados Unidos, Benjamin Asher (Aaron Eckhart) e o agora chefe do serviço secreto Mike (Gerard Butler), que dessa vez unem forças para conseguirem sobreviver a uma série de ataques ao primeiro, em solo britânico, após a ação maldosa de um grupo de terroristas que estão com raiva do planeta.

 

Mamonas Assassinas

A trama, busca contar a trajetória dos amigos Dinho, Júlio, Bento, Sérgio e Samuel, sonhadores e jovens músicos de Guarulhos que fizeram um impressionante sucesso com o grupo que criaram: Os Mamonas Assassinas, durante os anos 90.

 

A Profecia do Mal

Na trama, conhecemos a Laura (Alice Orr-Ewing), uma historiadora de arte talentosa, estudante norte-americana na Universidade de Turim. Certo dia se vê envolta à uma conspiração de satanistas que estão ligados à uma empresa de biotecnologia com o objetivo de clonar pessoas influentes que já estiverem na Terra. Eles querem libertar Lúcifer, que fora preso no passado pelo guardião dos céus Arcanjo Miguel (Peter Mensah). Para isso, roubam o Sudário de Turim, o manto de Cristo, colocando-os de posse do DNA de Jesus em busca de uma oferenda definitiva ao diabo para um novo recomeço. Para ajudar Laura e consequentemente a todo o mundo, Miguel desce à Terra e se projeta em um avatar terráqueo. Assim, Miguel e Laura precisarão unir forças para livrarem o mundo das garras de Lúcifer e seus comparsas.

 

Tudo por um Bebê

Na trama conhecemos um casal que sofre muito (principalmente uma das partes) por não conseguir obter a gravidez tão esperada. Após muito escutar as fofocas nocivas alheias e meio já de saco cheio de ser dado como o grande responsável de não conseguirem engravidar o rapaz recebe uma grande ajuda de seus amigos com o único objetivo de ir até um depósito e roubar o esperma que ele deixou em um banco de esperma alguns anos no passado.

 

Diário de um Jornalista Bêbado

Na trama, um jornalista americano chamado Paul Kemp (Johnny Depp) vai para Porto Rico trabalhar para um jornal que está caindo aos pedaços, durante os anos 1950, que é comandado pelo impulsivo Lotterman (Richard Jenkins). Aos poucos começa a entender e conhecer todo tipo de gente que mora naquela região se metendo em muitas confusões por conta de uma paixão ardente e interesses de influentes locais.

 

A Reconquista

Na trama, baseada em uma obra homônima de L. Ron Hubbard, que passou longe de ser um enorme sucesso, acompanhamos um mundo já no século XXX onde a terra foi colonizada por alienígenas e assim chegamos na saga de um homem que deseja liderar uma revolução contra os agora donos do nosso planeta.

 

Apollo 18

Com um orçamento de 5 Milhões de dólares, Apollo 18 fala sobre o envio de astronautas numa missão à lua pelos Estados Unidos, apesar das negativas em torno da veracidade dessa situação, uma gravação vazou e basicamente é o filme dirigido pelo estreante em longas hollywoodianos Gonzalo López-Gallego.

 

Aí vem o Diabo

Na trama conhecemos uma família que vive feliz em uma cidade com algumas lendas nas montanhas. Um dia, após um passeio por essas montanhas, os dois filhos do casal somem, deixando os pais aterrorizados com o que poderia ter acontecido com eles. Horas mais tarde e depois de acionarem o xerife local, as crianças são encontradas e logo começam a agir de maneira esquisita. Assim, os pais resolvem investigar o que de fato ocorreu naquelas horas em que eles ficaram perdidos nas montanhas.

 

A Ilha da Fantasia

Na curiosa trama dirigida por Jeff Wadlow, conhecemos um grupo de pessoas que não se conhecem mas ganham uma grande surpresa ao chegarem a uma ilha paradisíaca administrada por Mr. Roarke (Michael Peña), um excêntrico homem que esconde grandes segredos. Após se adaptarem rapidamente à ilha, é dado a chance para cada um dos novos hóspedes de escolher um desejo que assim a ilha o realizará para os mesmos. Isso realmente acontece, só que não da forma/consequência que os hóspedes esperavam.

 

Clássicos do Terror que Você não Sabia que Tiveram Sequência

Alguns filmes se tornam clássicos. Estes ícones da sétima arte permeiam todo e qualquer gênero cinematográfico. E com o terror, um de nossos preferidos, obviamente ocorre o mesmo. Obras como O Exorcista (1973), Psicose (1960) e Tubarão (1975) serão para sempre lembrados como alguns dos melhores filmes já produzidos de todos os tempos.

O enorme sucesso muitas vezes traz o desejo dos estúdios por continuações, mas nem todos terminam por se tornar O Poderoso Chefão 2 (1974), Aliens – O Resgate (1986) ou De Volta para o Futuro 2 (1989). Pelo contrário, algumas continuações, de tão eclipsadas por seu original, terminam caindo no esquecimento, como se nunca tivessem existido. Pensando nisso, o CinePOP resolveu formular uma lista com alguns clássicos do terror que tiveram sequência, mas que talvez você nem saiba. Vem com a gente e não esqueça de comentar.

Cemitério Maldito

Começamos com um item que está novamente em voga. Baseado no livro de Stephen King (que o autor considera o mais assustador de seu repertório), Cemitério Maldito voltou aos cinemas este ano na forma de um remake (ou reinterpretação da obra literária). É claro que a primeira vez que o texto virou um filme foi lá em 1989, com o longa cult de Mary Lambert – que completa 30 anos em 2019. Mas o que muitos talvez não saibam é que três anos depois, a própria Lambert comandaria a continuação para a Paramount.

Com um roteiro original, e sem qualquer ligação de King, Cemitério Maldito 2 trazia o menino Edward Furlong (surfando na fama adquiria por O Exterminador do Futuro 2, lançado no ano anterior) como protagonista. Ele e o pai se mudam para a mesma cidade do original, precisando lidar com o luto da morte da mãe da família. Embora a mitologia em torno do cemitério seja expandida, o filme não é tão assustador quanto o original e foi fracasso de crítica e público.

O Exorcista

Esta obra dirigida pelo grande William Friedkin (Operação França), baseada no livro de William Peter Blatty (e com roteiro adaptado pelo próprio) é considerado por muitos como o melhor filme de terror já produzido. De fato, a história sobre uma menina (Linda Blair) possuída por um demônio e a batalha por sua alma é de causar pesadelos. O longa recebeu até mesmo 10 indicações ao Oscar, incluindo melhor filme, e levou o de roteiro.

Quatro anos depois e descobriríamos que o demônio não havia deixado o corpo de Reagan (novamente Blair), agora mais velha. Nada de Ellen Burstyn em O Exorcista II: O Herege, no entanto, e nem os criadores originais. William Peter Blatty voltaria treze anos depois para uma nova fatia do bolo em O Exorcista III, filme que escreveu e dirigiu – desta vez nem Linda Blair topou.

Mas não pense que a saga no cinema acabava. Nova década, nova tentativa. Em meados da década passada, o lendário Paul Schrader (roteirista de Taxi Driver) recebeu sinal verde para uma pré-sequência da história, mas as exibições testes foram tão ruins, que a Warner resolveu contratar Renny Harlin (Do Fundo do Mar) para refilmar do zero a história de origem do Padre Merrin, mantendo do elenco somente o protagonista Stellan Skarsgard. Quando O Exorcista: O Início (2004) se mostrou um fracasso, o estúdio decidiu lançar no ano seguinte Domínio (2005), o filme de Schrader. Em 2016, a franquia se redimia com o lançamento da série de TV da Fox, que durou duas temporadas, apesar dos elogios.

Psicose

Este é outro clássico que terminou seus dias na forma de uma elogiada série de TV recente. Isto é, até decidirem fazer algo mais com o material. Tudo começou, é claro, com a obra imortal de Alfred Hitchcock, Psicose (1960), seu filme mais famoso. Embora fechadinho e sem qualquer necessidade de continuação, ela viria 23 anos depois, em 1983 (nos anos 80, é claro!), com Psicose II. Na trama, Norman Bates (novamente interpretado por Anthony Perkins) é solto do manicômio e reintegrado à sociedade. Mas seus pesadelos voltam a assombra-lo. Quem retorna também é Vera Miles, reprisando o papel da mocinha Lila.

Três anos depois e o próprio Perkins resolveu tomar as rédeas da história comandando o espetáculo na frente e atrás das câmeras. Na trama de Psicose III, Norman se apaixona por uma noviça caída em tentação, mas “mãe” está na espreita. Não satisfeitos, Psicose IV foi lançado em 1990, como um filme feito para a TV. Através de uma ligação para um programa de rádio, Norman (Perkins) relembra de sua juventude ao lado da mãe. O filme é contado através de flashback, com Henry Thomas (E.T. – O Extraterrestre) vivendo o jovem Norman e Olivia Hussey (Romeu e Julieta, de Franco Zeffirelli) no papel de Norma, sua mãe. A ideia seria repetida na série Bates Motel (2013 – 2017).

Oito anos depois do quarto filme, Psicose voltaria aos cinemas na forma de um remake, dirigido por ninguém menos do que o cultuado Gus Van Sant. Fora isso, o longa Hitchcock (2012), que traz Anthony Hopkins como o icônico cineasta, apresenta os bastidores das filmagens de Psicose – e Scarlett Johansson como Janet Leight ,e Jessica Biel como Vera Miles.

Poltergeist

Esta obra de terror clássica ficou famosa pela disputa de quem verdadeiramente a dirigiu. Um clássico incontestável, o diretor Tobe Hooper (O Massacre da Serra Elétrica), falecido em 2017, sempre afirmou que não teve muito controle do filme – já que o produtor Steven Spielberg praticamente o dirigiu interferindo todos os dias no set, enquanto filmava E.T. – O Extraterrestre (lançado no mesmo ano). De fato, apesar da diferença de gênero entre os dois filmes fantásticos, eles podem facilmente ser vistos numa sessão dupla sobre a típica família americana dos anos 1980.

Quatro anos depois, sem qualquer envolvimento de Hooper ou Spielberg, a sequência chegava aos cinemas, trazendo todo o elenco original de volta para mais peripécias com espíritos malignos – desta vez envolvendo nativos americanos e uma entidade em forma humana, o Juiz Kane (Julian Beck, que faleceu antes do lançamento do filme). Já Poltergeist III (1988) levou a pequena Carol Anne para viver com os tios Tom Skerritt (Alien – O Oitavo Passageiro) e Nancy Allen (Robocop – O Policial do Futuro) num prédio altamente tecnológico. Infelizmente, a pequena Heather O´Rourke faleceria no mesmo ano do lançamento do filme.

Em 2015, com o tsunami de refilmagens de obras clássicas, Poltergeist: O Fenômeno entrou na dança e ganhou uma nova versão, sem um décimo do brilho original. Nem mesmo as presenças dos talentosos Sam Rockwell e Rosemarie DeWitt conseguiram salvar a produção do esquecimento total.

Tubarão

Mais um caso de filme de prestígio apagando por completo suas sequências muito inferiores. Aqui, no entanto, as continuações de Tubarão, de tão ruins se tornaram cult. Muitos não devem saber, ou talvez não lembrem, mas Tubarão (1975), de Steven Spielberg, além de ser o primeiro blockbuster da história (mesmo sendo um filme de terror e suspense), ganhou três Oscar e foi indicado a melhor filme.

Tamanho sucesso, é claro, encheu os olhos da Universal, que três anos depois confeccionava a continuação Tubarão 2, trazendo novamente Roy Scheider como o xerife Brody, e sua família, as voltas com um novo tubarão assassino. Já nos anos 1980, foi a vez de Tubarão 3-D (1983), que pegava a onda dos filmes em terceira dimensão, movia a ação para um parque aquático e trazia Dennis Quaid no elenco. Mas nada prepararia para Tubarão 4: A Vingança (1987), protagonizado pelo lendário Michael Caine, considerado não apenas o pior da franquia, como também um dos piores filmes de todos os tempos.

Carrie – A Estranha

Carrie (1976), dirigido pelo mestre Brian De Palma, serviu não apenas para colocar o nome do diretor no mapa, como seu primeiro sucesso, mas também o do autor Stephen King, que tinha seu primeiro texto adaptado às telonas. A história de uma menina tímida (Sissy Spacek) que se descobre com poderes telecinéticos quando entra na puberdade é perfeita e fechada. Mas diga isso aos produtores.

Em 1999, uma sequência muito sem-vergonha foi confeccionada e lançada nos cinemas. Utilizando a mesma história requentada, somente a modernizando para os anos 90, A Maldição de Carrie apresentou Emily Bergl como Rachel, herdeira dos poderes de Carrie. O único elo entre os filmes é a presença de Amy Irving reprisando o papel de Sue do original. Depois disso, Carrie voltaria na forma de um filme feito para a TV em 2002, com completos desconhecidos na frente e atrás das câmeras. Em 2013, uma refilmagem oficial e digna de cinema, com Chloe Grace Moretz e Julianne Moore como protagonistas e direção de Kimberly Peirce – o que não impediu o fracasso de público e crítica.

A Profecia

A história de Damien, o menino anticristo, é uma das mais perturbadoras dentro do gênero, e faz uma bela dobradinha com O Bebê de Rosemary (1968). O filme do diretor Richard Donner (Superman – O Filme) foi um grande sucesso, e trazia artistas do nível de Gregory Peck e Lee Remick protagonizando. Com um dos finais mais corajosos para um filme de terror de todos os tempos – do qual o recente Brightburn – Filho das Trevas bebeu muito da fonte -, o longa logo gerou uma sequência. E ela chegou apenas dois anos depois com Damien: A Profecia 2 (1978). Desta vez, Damien estava mais velho e adotado por uma nova família – o destaque no elenco fica por conta de William Holden (Rede de Intrigas).

Mas uma continuação só não é o bastante e em 1981, Damien assumia as formas de Sam Neill, já adulto para o capítulo final de sua saga em Conflito Final: A Última Profecia. Porém, este não seria o final da “saga”, já que dez anos depois, em 1991, chegava às TVs e não aos cinemas, A Profecia IV: O Despertar, desta vez com a menininha Delia (Asia Vieira) e não mais Damien nas formas do emissário de Satã. Em 2006, exatamente 30 anos depois do original, chegava aos cinemas o remake de A Profecia, estrelado por Julia Stiles e Liev Schreiber, e a participação de Rosemary em pessoa, Mia Farrow.

Um Lobisomem Americano em Londres

Referência ainda hoje quando o assunto é filme de lobisomem, este terror dirigido por John Landis – mais acostumado a realizar comédias – entrou para a história se tornando uma das obras mais cult do gênero. E de quebra levou para casa o Oscar de melhor maquiagem, para o prestigiado Rick Baker. Uma curiosidade é que Baker estava cuidando da maquiagem de outro filme de lobisomem da época, que foi lançado no mesmo ano: Grito de Horror, de Joe Dante. Ao trocar de barco, Baker terminou com sua primeira estatueta da Academia, num total de sete.

Lançada em 1997, a sequência Um Lobisomem Americano em Paris era mais voltada para a tendência de filmes da época, ou seja, uma produção com ares juvenis e moderninhos, muitas referências à cultura pop (contando inclusive com uma canção tema da banda Bush, intitulada Mouth) e roteiro recheado de humor e tiradas. Curiosamente, quem protagoniza é a musa francesa Julie Delpy, imortalizada pela trilogia do Antes de Richard Linklater. Este amigo que vos fala teve o “prazer” de assistir ao longa no cinema e até ter se divertido na época. Porém, basta uma revisão para perceber que, além do filme não ser muito bom, os efeitos que criam as criaturas lupinas, todos gerados por computadores, envelheceram muito mal. Ao contrário do original.

A Mosca

Antes de qualquer coisa, precisamos levar em conta que o filme emblemático e pra lá de nojento de 1986, dirigido por David Cronenberg, já é por si só uma refilmagem de A Mosca da Cabeça Branca (1958). O filme protagonizado por Jeff Goldblum e Geena Davis, no entanto, é um dos casos raros de refilmagem superior ao original.

A Mosca (1986) é mais um caso onde os efeitos se mantém atuais e ainda impressionantes. Três anos depois e a Fox não tardou em orquestrar uma continuação bem mequetrefe – embora tenha feito parte da infância de muita gente, incluindo a deste que vos fala. A Mosca II (1989) traz Eric Stoltz na pele do filho do personagem de Goldblum, que nasceu com os genes de seu pai e aos poucos vai se transformando numa mosca. Aqui, no entanto, temos um final feliz. Seu par no filme é a sumida Daphne Zuniga, de S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço (1987) e da série Melrose (1992-1996). Já Eric Stoltz, embora rejeitado em De Volta para o Futuro (1985) – o ator chegou a gravar muitas cenas como Marty McFly antes de ser substituído por Michael J. Fox – saía dos sucessos de Marcas do Destino (1985), com Cher, e Alguém Muito Especial (1987), escrito por John Hughes.

O Enigma de Outro Mundo

Aqui temos um caso parecido com o item acima. De fato, O Enigma de Outro Mundo, do mestre John Carpenter, se mantém lado a lado com A Mosca (1986) como um dos filmes com efeitos mais impressionantes saídos da década de 1980. E assim como A Mosca, o filme de Carpenter é a refilmagem de uma obra da década de 1950, O Monstro do Ártico (1951), conseguindo superá-la em qualidade.

Por anos os fãs falavam sobre uma eventual sequência. Mas ela talvez tenha vindo na forma errada. Sem qualquer envolvimento de Carpenter, o novo Enigma de Outro Mundo (2011), previamente chamado de A Coisa, é basicamente uma refilmagem do filme de 1982, clamando ser uma pré-sequência, que serve para nos mostrar o que aconteceu no acampamento da equipe de cientistas noruegueses antes dos eventos do filme protagonizado por Kurt Russell. Nem mesmo a presença da gracinha carismática Mary Elizabeth Winstead como a protagonista é o suficiente para salvar o filme da apatia.

Entrevista com o Vampiro

Ninguém imaginava que este filme de vampiros estrelado pelos bonitões Tom Cruise e Brad Pitt se transformaria num clássico moderno. Sem dúvidas a autora Anne Rice, escritora do livro, pensava algo totalmente oposto. Na verdade, quando soube da escalação do astro Cruise, muito associado a figura do galã, para o papel do experiente Lestat, Rice não ficou nada contente. Após o resultado do filme, ela escreveu para o ator se desculpando.

Agora, imagina o que Rice deve ter pensado ao ver na pele do mesmo personagem o apático Stuart Townsend. A Rainha dos Condenados (2002) é uma espécie de continuação de Entrevista com o Vampiro (1994), já que segue os passos de Lestat no mundo moderno, agora incorporando o status de astro de rock. O filme, assim como Entrevista, é baseado num livro de Rice. O longa ficaria marcado pela tragédia, mas não por causa de sua falta qualidade, e sim pela morte da cantora Aaliyah, aos 22 anos, em plena ascensão na carreira de cantora e atriz. A jovem faleceu antes do lançamento do filme e precisou ser dublada em algumas cenas.

Aaliyah vive Akasha no filme, a Rainha dos Vampiros. Apesar do jeitão de filme para a TV, a Warner bancou o desafio e lançou o longa nos cinemas, talvez como forma de homenagear a atriz e presentear seus fãs. O fato, porém, não impediu o fracasso da obra.

O Iluminado

Aqui temos mais um filme baseado num livro de Stephen King. Este, um dos melhores longas de terror de todos os tempos, não por menos dirigido pelo gênio Stanley Kubrick, um dos maiores cineastas a terem pisado em nosso planeta. Curiosamente, King não gostou nem um pouco do tratamento dado por Kubrick ao seu texto e deserdou a produção. Anos depois, em 1997, um filme feito para a TV (na verdade uma minissérie em dois episódios), protagonizado por Rebecca De Mornay, mais fiel ao livro, deixou o autor satisfeito – mesmo sendo execrado por qualquer outro humano respirando.

King escreveu a sequência de seu livro, intitulado Doutor Sono, em 2013. E este ano, teremos finalmente a adaptação para o cinema. Protagonizado por Ewan McGregor na pele do menino Danny agora adulto, e com Rebecca Ferguson e Jacob Tremblay no elenco, o filme estreia em novembro. Com direção de Mike Flanagan, da série A Maldição da Residência Hill (2018), o longa poderá vir a agradar seu severo criador, isto é, se mantiver fidelidade ao material original, é claro.

20 Filmes Imperdíveis para curtir o Halloween na Max!

O halloween já está entre nós. O mês de outubro é a época perfeita para os fãs de terror e todos os que curtem esse clima, a decoração de abóboras e das casas. A data chegou com força ao Brasil também nos últimos anos. Com o dia 31 se aproximando rapidamente, corremos com mais uma série de matérias de dicas de filmes perfeitos para serem assistidos na data. Ou seja, essa é A SEMANA para comemorar. Continuamos com nada menos do que 20 filmes imperdíveis, disponíveis na Max para você maratonar na data. Confira.

01) Armadilha (2024)

O mais recente filme a chegar no acervo da Max é o novo thriller de arrepiar, do mestre M. Night Shyamalan. O diretor recruta Josh Hartnett em um papel muito diferente em sua carreira: um psicopata emboscado em um show de música pop.

02) Os Horrores de Caddo Lake (2024)

Por falar em M. Night Shyamalan, o diretor multi-tarefas aparece aqui de novo, em outra produção original da Max. ‘Os Horrores de Caddo Lake’ mostra a vida de morados do pântano, quando estranhos eventos sobrenaturais começam a ocorrer.

03) A Hora do Vampiro (2024)

Mais uma produção novíssima, que chegou bem a tempo para o dia das bruxas no Max. Quem produz é outro titã do terror, o diretor James Wan, da franquia ‘Invocação do Mal’. O filme é a nova reimaginação do clássico conto do mestre Stephen King.

04) A Casa de Cera (2005)

Agora sim começamos com as produções mais antigas disponíveis na plataforma. ‘A Casa de Cera’ também é um remake, mas um totalmente diferente de seu original, mais moderno e arrojado, com um ritmo mais acelerado, que se comporta mais como um slasher. Um dos filmes mais subestimados dos últimos anos.

05) A Hora do Espanto (1985)

Quando falamos de filmes de vampiros, nos anos 80 nenhum outro se equipara ao clássico ‘A Hora do Espanto’. Bem, talvez apenas ‘Os Garotos Perdidos’ (1987). Aqui, um sujeito misterioso e galanteador se muda para a casa ao lado do adolescente Charley, aficionado por filmes de terror. O jovem logo começa a desconfiar que seu novo vizinho é um vampiro.

06) A Pele que Habito (2011)

O interessante de filmes de terror e suspense é que todo grande diretor passa pelo gênero vez ou outro. Esse foi o caso com o cult Pedro Almodóvar, provavelmente o maior expoente do cinema espanhol. Aqui ele adapta um livro que brinca com o mito de ‘Frankenstein’ de uma forma bem real.

07) A Prometida (1985)

Por falar no clássico conto de ‘Frankenstein’, aqui temos justamente ele traduzido em grande estilo para os anos 80. Bem, ao menos a continuação ‘A Noiva de Frankenstein’, segundo muitos, superior ao original. Aqui, é Sting quem brinca de Deus ao criar a mulher perfeita, nas formas de Jennifer Beals.

08) Criaturas (1986)

Filmes de monstros sempre foram muito populares com os aficionados por terror e ficção científica. Mas nos anos 80, ao invés de criaturas colossais, ganhávamos um tipo menor de ameaça, mas não menos assustador. Depois dos ‘Gremlins’ em 1984, foram as ‘Criaturas’ que marcaram o cinema B.

09) Doutor Sono (2019)

No terreno dos filmes mais subestimados dos últimos cinco anos, certamente encontraremos ‘Doutor Sono’ na lista. Também pudera, o filme ousou dar continuação a uma das obras mais emblemáticas da história: ‘O Iluminado’. Mas tudo é justificado, afinal a ideia partiu do próprio Stephen King. E o melhor é que a continuação é boa.

10) Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997)

E se a Netflix resolveu jogar os holofotes nos dois primeiros filmes da franquia ‘Pânico’, trazendo os longas em versão remasterizada 4K; a Max não deixa por menos e traz em seu catálogo “o primo” de ‘Pânico’. Ano que vem teremos um novo ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ com o elenco original, então corre para ver o primeiro.

11) Feriado Sangrento (2023)

Por falar em filmes slasher, eles atingiram seu auge na década de 1980 e foram ressuscitados na década de 1990. Hoje, eles não são mais tão populares assim, mas vira e mexe ganhamos um que se destaca. É o caso com ‘Feriado Sangrento’, brincadeira de Eli Roth que começou em um trailer falso e aborda o Dia de Ação de Graças, em novembro nos EUA.

12) It – A Coisa (2017 / 2019)

O livro de Stephen King que conta essa história é tão grande que nunca coube em um filme só. A primeira adaptação para as telas foi na forma de uma minissérie em dois episódios, em 1990. A primeira versão para o cinema foi em grande estilo. Mas o filme precisou ser dividido em dois. Ambas estão disponíveis na Max.

13) Maligno (2021)

Acima já falamos sobre James Wan, mas um filme só é pouco para celebrar esse verdadeiro gênio. ‘Maligno’ é interessante, entre outras coisas, por marcar o retorno de Wan ao gênero do terror depois de cinco anos. O projeto escolhido pelo cineasta foi uma homenagem ao gênero dos Giallo italianos.

14) Advogado do Diabo (1997)

Clássico é clássico. Sucesso do fim dos anos 90, ‘Advogado do Diabo’ uniu em tela o monstro sagrado Al Pacino (se divertindo horrores com sua versão do Diabo) e o crush da internet Keanu Reeves (antes de ‘Matrix’ e antes de ‘John Wick’). Quer mais? Que tal o primeiro papel de destaque da musa Charlize Theron.

15) Observadores (2024)

Já falamos duas vezes de M. Night Shyamalan nesta matéria. E vamos falar uma terceira vez. Isso porque quem aparece agora é a filha do diretor, Ishana Shyamalan, que escreve e dirige seu primeiro longa. E o filme é bem parecido com as obras do pai: um thriller misterioso, sobre estranhos em uma floresta. O paizão orgulhoso, é claro, produz.

16) Saga ‘Premonição’ (2000-2011)

A Max tira onda por poder oferecer aos fãs de terror algumas das maiores franquias do gênero. Esse é o caso com ‘Premonição’, uma das mais emblemáticas dos anos 2000. A morte não pode ser enganada, mesmo assim alguns jovens tentam. Essa é a premissa do filme original e de suas quatro continuações diretas. E ano que vem tem mais.

17) Franquia ‘A Hora do Pesadelo’ (1984-2010)

Por falar em sagas completinhas disponíveis na Max, não é apenas ‘Premonição’ que está pronto para ser degustado pelos fãs, temos também um dos mais icônicos personagens do cinema e sua franquia completa na casa. Falo de Freddy Krueger e ‘A Hora do Pesadelo’. A Max traz o filme original de 1984, suas cinco sequências diretas, o metalinguístico ‘O Novo Pesadelo’, o crossover ‘Freddy vs. Jason’ e o remake de 2010. Ufa.

18) Terror nos Bastidores (2015)

Um dos mais criativos e divertidos terrores slasher dos últimos anos, também faz parte do acervo da Max. Já se imaginou como seria se os fãs da franquia ‘Sexta-Feira 13’ fossem parar dentro do filme? Pois bem, é isso que os criadores de ‘Terror nos Bastidores’ imaginam nesse longa bastante criativo.

19) À Beira da Loucura (1994)

Não podíamos fechar uma lista de Halloween sem uma recomendação do mestre John Carpenter. E o escolhido aqui foi um de seus filmes mais desconhecidos, subestimados, porém, um dos mais interessantes. Aqui, Carpenter homenageia Stephen King, em uma trama sobre um escritor sumido, que precisa ser encontrado, mas se tornou uma entidade sobrenatural.

20) Drácula de Bram Stoker (1992)

Fechando a matéria, temos a presença do lendário Francis Ford Coppola, eterno diretor da trilogia ‘O Poderoso Chefão’, que veio ao Brasil divulgar seu mais recente trabalho, ‘Megalópolis’. Voltando 32 anos no passado, temos um dos longas mais badalados da carreira do cineasta, sua reimaginação do clássico ‘Drácula’, que deu o que falar na época.

‘Legacies’: Spin-off de ‘The Originals’ ganha novas imagens

A série Legacies’, spin-off de ‘The Vampire Diaries‘, ganhou novas imagens.

Confira:

Confira também as imagens promocionais do elenco:

 

Criada por Julie Plec e Brett Matthews, a série irá girar em torno de uma nova geração de seres sobrenaturais dentro do mesmo universo ficcional que ‘The Vampire Diaries‘ e ‘The Originals‘. Se passará na Escola Salvatore para jovens dotados, quando a filha de Klaus Mikaelson, as gêmeas de Alaric e vários outros jovens amadurecem de forma não convencional, tentando se tornar suas melhores versões… ou sucumbindo aos seus piores impulsos. Mas, conforme a série se desenvolve, bruxas, vampiros e lobisomens terão que decidir se irão se tornar os heróis que querem ser – ou os vilões que estão destinados a se tornar.

Legacies’ estreia apenas em 25 de outubro, porém, a atriz protagonista Danielle Rose Russell, que interpreta Hope, falou um pouco sobre o que esperar da série em entrevista para o site ET:

“Estou muito animada em poder contar essa história. Já li o primeiro episódio e amo seu tom. Tem ligações com ‘The Vampire Diaries’ e ‘The Originals’, mas se sustenta, com uma visão jovem sobre o mundo sobrenatural. É como se ‘X-Men’ encontrasse a Hogwarts de ‘Harry Potter’, sabe?”

‘As Rainhas da Torcida’: Cheerleaders da terceira idade no trailer da comédia; Assista!

A Dimond Films divulgou o trailer da comédia ‘As Rainhas da Torcida‘ (Poms).

Confira:

O filme é dirigido por Zara Hayes, também coescreveu o roteiro ao lado de Shane Atkinson.

A trama segue um grupo de mulheres que formam uma equipe de líder de torcida em sua comunidade de aposentados, provando que você nunca é velho demais para arrasar.

O elenco conta com Diane Keaton, Pam Grier, Jacki Weaver, Rhea Perlman e Patricia French.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de outubro.

10 Coisas que Deveríamos Fazer Antes de nos Separar

(10 Things We Should Do Before We Break Up)

 

Elenco:

Christina Ricci

Hamish Linklater

Lindsey Broad

 

Direção: Galt Niederhoffer

Gênero: Romance

Duração: — min.

Distribuidora: A2 Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: VOD

Sinopse: 

Na noite em que Abigail conhece Ben em um bar, eles, de forma cômica, começam a listar uma série de coisas que deveriam fazer antes de se separarem, caso fossem um casal – isso, sem eles sequer pensarem de fato em terem um relacionamento. Só que a brincadeira ganha um tom mais sério quando surge algo entre os dois e eles passam a noite juntos. O dia seguinte será cheio de surpresas.

Curiosidades: 

» —

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Todos Estão Falando Sobre Jamie

(Everybody’s Talking About Jamie)

 

Elenco:

Max Harwood

Lauren Patel

Richard E. Grant

 

Direção: Jonathan Butterell

Gênero: Musical

Duração: — min.

Distribuidora: 20th Century Studios

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 17 de Setembro de 2021 no Amazon Prime

 

Sinopse: 

O filme é a adaptação do aclamado musical Everybody’s Talking About Jamie. Na adaptação vamos acompanhar Jamie (Max Harwood), um jovem de uma pacata cidade que sonha em se tornar uma drag queen, mas a jornada até os palcos não vai ser nada fácil.

Curiosidades: 

» Todos Estão Falando sobre Jamie, adaptação do musical homônimo de 2017, será lançado direto pro streaming do Amazon Prime e estreia em 17 de setembro.

» O longa é baseado na vida real de Jamie Campbell;

» Tom MacRaeDan Gillespie Sells assinam o roteiro da produção;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Infinity Pool’: Alexander Skarsgård estrelará novo sci-fi do diretor de ‘Possessor’

De acordo com o Bloody Disgusting, Alexander Skarsgård (‘The Stand’) estrelará o suspense de ficção científica ‘Infinity Pool‘, que será dirigida por Brandon Cronenberg, do aclamado ‘Possessor‘.

Além de estrelar, Skarsgård também servirá como produtor executivo.

Na trama…

“James e Em são jovens, ricos, apaixonados e estão de férias. Seu resort com tudo incluso oferece passeios pela ilha e praias deslumbrantes. Mas, fora dos portões do hotel, há algo muito mais perigoso e sedutor, além dos limites do paraíso.”

As filmagens estão programadas para começarem em 6 de setembro.

A NEON irá cofinanciar o projeto ao lado da Topic Studios.

Telefilm Canada e Croatian Film Fund também serão financiadores da produção.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Rebel Moon’: Ator de ‘Hitman: Agente 47’ será o VILÃO do novo sci-fi de Zack Snyder

De acordo com o The Hollywood Reporter, Rupert Friend (‘Hitman: Agente 47’) entrou para o elenco de ‘Lua Rebelde‘ (Rebel Moon), ficção científica dirigida por Zack Snyder (‘Army of the Dead’).

O ator irá interpretar o vilão principal do longa.

O elenco ainda contará com Charlie Hunnam, Djimon Hounsou, Doona Bae, Ray Fisher, Sofia Boutella, Stuart Martin, Jena Malone, Staz Nair, E. Duffy, Charlotte Maggi, e Sky Yang.

Ao comentar sobre o elenco do novo projeto, Snyder disse:

“Eu amo meu pessoal. Eu sempre chamo esses caras para trabalhar comigo. Gosto da minha família de atores, e se eles não estão ocupados ou algo assim, é sempre uma honra ter a oportunidade de trabalhar com eles novamente.”

Ele continuou:

“Por exemplo, Billy Crudup é um desses casos. É que eu tive muita sorte e trabalhei com pessoas tão incríveis e considero tantos meus amigos que seria ótimo trabalhar com eles sempre que eu puder.”

Além de dirigir, Snyder também irá escrever o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead’) e Kurt Johnstad (‘300’).

A trama gira em torno de uma colônia pacífica na orla da galáxia que é ameaçada pelos exércitos de um regente tirânico chamado Balisarius. O povo desesperado despacha um jovem com um passado misterioso para procurar guerreiros de planetas vizinhos para ajudá-los a se posicionar.

“Este sou eu crescendo como um fã de Akira Kurosawa, um fã de Star Wars. É meu amor por ficção científica e será uma aventura gigante. Minha esperança é que isso também se torne uma franquia enorme e um universo que possa ser construído. Passei os últimos dois ou três anos construindo este universo. Cada canto tem que ser pintado. Tenho feito projetos, constantemente desenhando e realmente cultivando seu solo fértil para tornar este mundo totalmente realizado.”, disse Snyder ao The Hollywood Reporter.

A estreia deve acontecer em 2023.

‘Pânico 4’ foi um filme à frente do seu tempo….

Entre a tragédia e a comédia: metacinema em Pânico 4

Para melhor explanar sobre o filme, seu histórico e outras curiosidades, dividiremos este especial em três partes, ou como diria um dos personagens, três atos. O primeiro deles, o enredo. No segundo ato, os detalhes de produção e outras curiosidades sobre as personagens. No terceiro ato, uma reflexão mais profunda sobre o gênero terror na contemporaneidade e por fim, os bons e maus momentos de Pânico 4, afinal, o filme apresenta alguns problemas de condução que serão explicitados mais adiante.

1° ato: por trás do enredo de Pânico 4

Na sinopse oficial, somos informados que Sidney Prescott (Neve Campbell) agora é autora de um livro de auto-ajuda. A sobrevivente retorna a Woodsboro para promover o lançamento, que marca a última parada de sua turnê. Ao chegar a cidade, reencontra o policial e amigo Dewey (David Arquette) e a sua Gale (Courteney Cox) – agora casados – assim como sua prima Jill (Emma Roberts, fraquinha inicialmente, ganhando mais dimensão próximo ao final) e sua tia Kate (Mary McDonnell). Infelizmente, o retorno de Sidney também traz Ghostface de volta, colocando Sidney, Gale e Dewey, junto com Jill, seus amigos e toda a cidade de Woodsboro, em perigo. Inspirado em vários filmes de terror, o assassino retorna, mas desta vez, as regras são baseadas no novo clichê, afinal, nova década, novas regras.

Duas questões à guisa de preâmbulo: o filme trafega na contramão, atualizando uma trama que agrada aos fãs da década de 90 e ainda insere o novo público no esquema. Procurando abordar a linguagem da contemporaneidade, Pânico 4, foca nas novas mídias, localizando bem a trama no que tange às concepções de tempo e espaço. Não se trata de uma história de horror qualquer. É um filme que carrega em sua trajetória, certos cuidados, tornando-se mais interessante que outras tantas subtramas do gênero. Nesta mesma seqüência de ascendente importância, Pânico 4 renova o elenco, mas não deixa os protagonistas da primeira trilogia para trás: somos brindados com o reencontro entre Sidney Prescott (Neve Campbell, linda e compenetrada), a ácida Gale Weathers (Courtney Cox, divertida e com excesso de preenchimento labial) e o policial bobalhão Dewey (David Arquette).

 

2° ato: bastidores e personagens da nova trama

É bom ter vivido os filmes anteriores para melhor explanar sobre esta quarta parte. Pânico 4 apresenta todos os tópicos que o diretor já abordou antes. Algumas obras satirizadas eram tão ruins que precisavam ser ridicularizadas. Para cabal entendimento das citações vertiginosas, é preciso ao menos conhecer os três filmes anteriores, e, se possível, a premissa dos filmes satirizados. Jogos Mortais, Premonição, A Casa de Cera, Natal Negro e outros tantos remakes, são alvos de críticas. Tramas que iniciaram com argumentos interessantes mas acabaram caindo no ridículo após tantas continuações, algumas delas, sem nexo e discernimento.

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O diretor nos mostra que uma ideia batida, quando bem aproveitada, ainda pode render sustos genuínos. No caso de Pânico 4, bons sustos e gostosas gargalhadas. Wes Craven é esperto e consegue fazer com que uma trama aparentemente clichê, funcione como grande novidade. Entre os melhores momentos, podemos destacar o prólogo, cheio de referências e com uma acidez incrível. Para colaborar com os créditos positivos, o diretor conta com a cumplicidade do seu elenco principal, em especial, Neve Campbell, numa atuação contida, ainda que tocante.

Por sorte o roteiro não caiu em pormenores desvinculados do conflito em torno do qual gravita o filme. Houve dúvidas se isso aconteceria, afinal, a cada semana eram divulgadas listas de participações especiais que deixavam os fãs duvidosos em relação aos rumos do roteiro do filme.

Quem ganhou com o tempo foi a atriz Neve Campbell. Mais bonita e segura na atuação que em seus antecessores, mostra que o tempo lhe fez muito bem. Um dos casais mais amados de Hollywood parece ter seguido o fio narrativo de suas vidas em boa parte de Pânico 4 e separaram-se ainda durante o processo de filmagens. David Arquette e Courteney Cox se conheceram no set do primeiro filme, em 1995, e desde então se casaram, separando-se recentemente.

Destaque para a presença da novata Hayden Panettiere e da veterana Marley Shelton, que conseguem deixar os mais ávidos pela resolução do final, em parafuso. Com tantas reviravoltas, somos guiados de um lado ao outro da trama, num roteiro que não se contenta com a obviedade no que tange ao assassino da vez.

 

3° ato: alguns bons e maus momentos de Pânico 4

Pânico 4 é metacinema porque assume o caráter de por um filme dentro do filme. O episódio anterior foi o que mais aprofundou nesta temática. Desta vez, somos informados que a saga Stab encontra-se no sétimo capítulo e que anualmente, os jovens da cidade se encontram para assistir a um festival com todos os filmes. São tramas baseadas na vida de Sidney Prescott, um personagem da vida real (mesmo que soe redundante, mas é assim que a moça é tratada ao longo da trama e da série, o que seria tema para outra discussão mais detalhada sobre os conceitos do personagem de ficção, mas que acredito, não cabem aqui).

A narrativa de Pânico 4 caminha para um epílogo absurdo, assim como os seus antecessores. Como definimos nos estudos de teoria do drama, a curva dramática apresenta problemas por ser longa demais. Menos, aqui, sem dúvida, seria mais. É uma pena que ao invés de sair em busca de uma intrigante solução final, o roteiro se limite à carnificina. Mas se tratando de Pânico e Wes Craven, perdoamos esta falha, que aliás, é perfeitamente compreensível para a proposta da série como um todo. Somos salvos com um divertido final. Nova década, novas regras.

No ponto em que achávamos que a trama seria encerrada, o enredo ganha um novo rumo. Desta vez, num hospital, com direito às melhores falas do filme e uma referência, ao meu ver, ao distante Halloween 2 (1981), que encerra a sua trama no hospital, num encontro travado entre Laurie Strodd e Michael Myres.

Pânico 4 é uma obra contemporânea onde o diretor Wes Craven rege bem o elenco, investindo nos diálogos de cunho afiado e que ainda debocha sobre os clichês do gênero terror, que ganhou novo rumo nos anos 2000. O que uma parte do público não entende é que Wes Craven, não satiriza tais filmes apenas no plano da citação. Ele utiliza o elemento satirizado como parte fundamental da condução da sua narrativa. Os amantes da cultura trash não podem perder esta deliciosa brincadeira de mau gosto, onde o diretor consegue deixar os clichês menos óbvios. Sorte nossa. ‘Pânico 4‘ foi um filme à frente do seu tempo.

5 minisséries sobre crimes violentos que aconteceram no Brasil

Trazendo para o público casos reais acontecidos em nosso país, as minisséries true crime brasileiras chegam cada vez mais com importante pontos de reflexões sobre os mais diversos crimes que logo se tornaram midiáticos. Pensando em algumas dessas obras, separamos abaixo cinco produções que você não pode deixar de conferir:

 

Os Quatro da Candelária (Netflix)

Ao longo de quatro episódios, todos já disponíveis na Netflix, tendo como foco cada um dos personagens principais, quatro jovens moradores de rua de diversas idades, acompanhamos pontos de vistas sobre uma das mais violentas tragédias que aconteceram no RJ nos anos 90.

 

Pacto Brutal – O Assassinato de Daniella Perez (MAX)

Nessa série documental disponível na HBO Max sobre um dos crimes mais chocantes do Brasil, o assassinato da atriz Daniella Perez no início da década de 90, por meio de depoimentos de pessoas próximas a ela, vamos acompanhando algumas questões desse terrível crime.

 

Todo dia a mesma Noite (Netflix)

Uma dor que nunca terminará. Buscando trazer a história, além de detalhes chocantes para o público, de uma das maiores tragédias em território brasileiro, o incêndio na boate Kiss na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, Todo dia a Mesma Noite nos faz reviver os horrores de uma madrugada onde as vidas de mais de 200 jovens se perderam, também o luto dos familiares, além da busca por justiça que vira uma estrada sem fim. Dividida em intensos cinco capítulos de cerca de 40 minutos, baseado no livro da jornalista Daniela Arbex, o projeto é profundo, intenso, impactante, angustiante com um foco grande, em seus últimos episódios, na lentidão e absurdos das questões jurídicas e seus desenrolares na busca pelos culpados.

 

Elize Matsunaga: Era Uma Vez um Crime (Netflix)

Nessa produção de quatro episódios disponíveis na Netflix, acompanhamos um dos crimes mais famosos no Brasil dos últimos anos: de uma mulher que matou e esquartejou o marido. Ao longo dos episódios, o caso é explorado e conta com a entrevista da figura chave do ocorrido.

 

O Caso Celso Daniel (Globoplay)

Em oito episódios disponíveis na Globoplay, em O Caso Celso Daniel acompanhamos através de uma enorme pesquisa os desenrolares de um crime que ganhou as páginas policiais e políticas do Brasil.

 

 

Você pegou as referências de filmes 80s em Stranger Things 3? Conheça

Nossa tão adorada Stranger Things está mais viva do que nunca! A terceira temporada é uma realidade, estreou na última quinta-feira, dia 4 de julho, e o que você está fazendo que ainda não assistiu? Bem, se chegou até aqui sem tomar os mais variados spoilers considere-se um vencedor.

Alguns a enaltecem como a melhor temporada até o momento, outros a deixam abaixo das anteriores (como este que vos fala) – o que não diminui em nada suas inúmeras qualidades (Maya Hawke <3). O fato é que Stranger Things chegou para ficar e arrancar elogios dos fãs e especialistas. Novamente, o retrato dos anos 1980 (em especial 1985), chama atenção com suas diversas referências nostálgicas para todos os que viveram na época, como o advento dos shoppings, locadoras de vídeo, etc., tudo devidamente adereçado na temporada.

O cinema, obviamente, não poderia ficar de fora. E se nas temporadas anteriores, obras como Os Caça-Fantasmas (1984), Os Goonies (1985), Poltergeist (1982), O Enigma de Outro Mundo (1982) e Tubarão (1975) serviram de inspiração, seja para a narrativa, contratação de elenco, referências visuais ou em diálogos, a terceira parte da aventura não fica de fora e segue o que deu certo.

E caso você tenha perdido, o CinePOP traz para você alguns dos principais filmes que deram as caras de forma direta ou indireta na terceira temporada de Stranger Things. Vem conferir.

Ps. É claro que o texto a seguir contém muitos spoilers, então, certifique-se de ter assistido antes de ler.

 

Dia dos Mortos (1985)

A nova temporada se passa em 1985, portanto, a maioria das referências a séries e filmes são de obras deste ano. Dia dos Mortos é a terceira parte dos filmes de mortos-vivos dirigidos pelo pai das criaturas, o saudoso George Romero. Depois de A Noite dos Mortos Vivos (1968) e O Despertar dos Mortos (1978), o cineasta lançava um terceiro longa justamente no ano em que se passa o novo ST. E, obviamente, nossos protagonistas não iriam perder o filme, mesmo ainda não possuindo idade para assisti-lo. A temporada abre com a turminha aprontando algo que muitos de nós fizemos nesta idade: entrar escondido na sala de cinema para ver um filme.

 

De Volta para o Futuro (1985)

Essa é batata! Um dos filmes mais icônicos da década de 1980, é preciso ter vivido debaixo de um rocha pelos últimos 34 anos para não reconhecer as peripécias de Michael J. Fox e Christopher Lloyd no filme de viagem no tempo dirigido por Robert Zemeckis. De forma divertida, Steve (Joe Keery) e Robin (Maya Hawke), depois de drogados pelos russos, entram para se esconder no cinema e terminam numa sessão de De Volta para o Futuro – sem conseguir entender muito bem a proposta do filme devido à sua condição. O curioso é que a tal percepção permanece com os personagens até o fim da temporada. Já imaginou?

 

O Exterminador do Futuro (1984)

Esta não é uma referência de forma tão explícita, isto é, o longa de James Cameron não dá as caras na série. A homenagem, porém, ocorre na forma do personagem Grigori, o grandalhão russo interpretado por Andrey Ivchenko. O vilão é o próprio “exterminador” e tudo em relação a sua persona remete ao androide T-800 de Schwarzenegger, desde o penteado escovinha, as poucas palavras e sua incansável e desenfreada missão. Cruzar o caminho deste “exterminador” não é uma boa ideia, que o diga o policial Hopper (David Harbour) – quem mais sofre nas mãos do robótico antagonista. E se tais referências não ficaram claras para os espectadores, os diálogos chegam inclusive a citar O Exterminador e Arnold Schwarzenegger.

 

Amanhecer Violento (1984)

Outro clássico cult do ano anterior de quando se passa a série, Red Dawn pode ser considerado uma das maiores fontes para a trama principal da nova temporada de Stranger Things. O longa, que trazia nos papeis principais jovens em ascensão como Patrick Swayze, Charlie Sheen, Lea Thompson, C. Thomas Howell e Jennifer Grey, usava como mote o pânico da Guerra Fria, numa trama bem surreal. Na história, tropas comunistas soviéticas invadem os EUA de forma despercebida e cabe a um grupo de adolescentes lutar e impedir o estouro da Terceira Guerra Mundial. Stranger Things homenageia e não foge do ridículo ao reciclar a ideia colocando uma base militar científica soviética bem debaixo do nariz dos americanos, literalmente – nos subterrâneos de novo shopping da cidade.

 

A História Sem Fim (1984)

Este clássico da fantasia também recebe a devida homenagem da série. E de uma forma diferente e inusitada. Dustin (Gaten Matarazzo) retorna do acampamento de ciências contando vantagem de que tem uma nova namorada. A Princípio ninguém acredita. Mas nós sabemos que o banguela está dizendo a verdade. E não dá outra, sua garota dá as caras no último episódio e o ajuda com um importante cálculo crucial na missão dos heróis. Mas não sem antes obrigá-lo a cantar com ela a música tema do longa citado: Never Ending Story, de Limahl.

 

Picardias Estudantis (1982)

Ainda falando sobre Suzie (Gabriella Pizzolo), a namorada de Dustin – que não era imaginária -, ela é descrita pelo desdentado como uma versão de Phoebe Cates ainda mais bonita. Para quem não lembra, Cates foi musa de diversas produções na década de 1980, como Gremlins (1984), por exemplo. Mas o filme no qual fez diversos adolescentes perderem a cabeça foi nesta comédia juvenil imprópria, Picardias Estudantis, no qual tem uma cena quente usando um biquíni vermelho. O cartaz estampando a atriz no traje chega inclusive a aparecer no último episódio, quando Steve está a procura de emprego numa locadora.

 

A Coisa (1985)

Terror cult da década de 1980, que ficou famoso na época para os brasileiros devido às inúmeras reprises nas noites de domingo no SBT. Aqui, temos uma crítica ao consumismo, quando um novo produto alimentício vira sensação – uma espécie de iogurte/sorvete. O problema é que enquanto o alimento é consumido, ele também consome seus usuários, os deixando viciados. Este é um dos filmes sendo exibidos no multiplex do novo shopping.

 

A Bolha Assassina (1988)

Tudo bem que este filme ainda não havia sido lançado na época em que a nova temporada se passa. Bem, ao menos não esta versão, já que o longa de Chuck Russell é a refilmagem do clássico de 1958 com Steve McQueen. Aqui, a clara referência é a gosma na qual todos os seres possuídos pela criatura monstruosa se transformam.  A forma gelatinosa, que se une e aumenta de tamanho, se desfaz para passar por debaixo de portas e se move se arrastando nos remete imediatamente a este clássico oitentista subestimado. Até a cor avermelhada é parecida com a da bolha.

 

Uma Noite Alucinante (1987)

Outro filme que ainda não havia sido lançado em 1985. O segundo Evil Dead serviu para popularizar ainda mais o filme experimental de Sam Raimi, se comportando como uma refilmagem/sequência. Mas a verdade é que o diretor aprimora muitos dos conceitos já apresentados em A Morte do Demônio (1981). E é exatamente isso que vemos como referência, quando os jovens se reúnem na cabana de Hopper para combater o monstro que se aproxima. A tomada que serve de maior homenagem, no entanto, é a da Nancy (Natalia Dyer) se armando com uma espingarda na casa de ferramentas – o que é puro Ash (Bruce Campbell). Só faltou mesmo a menina soltar a frase de efeito: “Groovy”!

 

Rambo II – A Missão (1985)

Rambo II marcou época. Serviu para elevar o personagem de Stallone a um patamar de ícone. Foi o segundo maior filme do ano – perdendo apenas para De Volta para o Futuro – e virou até mesmo desenho animado (com lancheiras, bonecos e todo tipo de produto para a criançada). E isso porque estamos falando de um filme de guerra, violentíssimo. Ah, os anos 1980. No Brasil, ganhávamos o concurso “Rambo Brasileiro” no programa Viva a Noite, do Gugu Liberato. E em Stranger Things, Hopper é chamado de “fat Rambo”, ou “Rambo Gordo”, pelo cientista russo desertor Alexei (Alec Utgoff).

No terreno das séries, Hopper também é chamado de Magnum (1980-1988), o detetive bigodudo e piadista vivido por Tom Selleck, que operava no Hawaii. Hopper inclusive usa camisas havaianas na nova temporada.

Outra série de sucesso da época mencionada na terceira temporada é Miami Vice (1984-1990). Hopper cita que um de seus programas com a filha adotiva Eleven (Millie Bobby Brown) é assistir ao seriado dos detetives à noite em determinado dia da semana.

De ‘Noite Infeliz’ a ‘Perigo Próximo’ | Conheça os filmes de Natal mais BIZARROS já feitos

Dá pra dizer que filmes natalinos aparecem como uma espécie de subgênero dentro do cinema, pois, mesmo que exista uma camada de estilos diferentes que já abordou o tema, o clima de Natal que paira sob essas produções dá um tom diferente à narrativa.

Alguns clássicos como ‘A Felicidade Não Se Compra’ (1946), ‘Esqueceram de Mim’ (1990) e ‘O Estranho Mundo de Jack‘ (1993) meio que definiram como seriam os tradicionais filmes natalinos, porém obras como ‘Duro de Matar’ (1988), que apostaram em um viés dessemelhante, mas sem nunca deixar de lado a conhecida magia da época, são tão importantes quanto essas produções mais habituais.

Contudo, ao longo dos anos, tivemos alguns filmes que foram absolutamente inusitados e fora da curva, mas que usaram o tema do Natal para contar àquilo que queriam. Muitos deles estão encaixados no estilo do horror, mas outros simplesmente chutaram o balde e usaram o mote do Papai Noel apenas para surpreender o seu público com histórias pra lá de insanas.

Conheça a lista:

Natal Sangrento (1986)

Esse é um clássico que acabou gerando várias continuações, onde neles vemos a história de um garoto que após presenciar a morte de seus pais, cresce e se torna um assassino cruel que utiliza roupas de Papai Noel para atrair novas vítimas. Apesar de não possuir cenas tão fortes, o filme causou muita polêmica, multidões foram à porta dos cinemas blasfemar contra quem fosse vê-lo, obrigando a distribuidora a tirar todos os anúnios da produção seis dias após seu lançamento oficial, o que só deixou ‘Natal Sangrento‘ mais famoso, pois todos queriam ver.

Herói por Engano (1996)

Na inusitada trama, o avarento e musculoso Blake Thorne, vivido pelo icônico Hulk Hoganm ficou rico trabalhando com marketing de suplementos alimentares. Ele era um cara legal, mas conforme a grana foi aumentando, seu egoísmo também aumentou. Um belo dia, ele se mete em encrencas, e com a polícia atrás dele, resolve se disfarçar simplesmente de Papai Noel. Ele sofre uma amnésia e um oportunista convence Blake que ele é Papai Noel de verdade. Nessa nova empreitada, ele quer ser uma espécie de super-herói do Natal.

Natal Negro (2006)

Pra quem não sabe, ‘Natal Negro‘ é um remake do clássico de terror de 1974, e conta a história de uma fraternidade onde, há muitos anos, o garotinho Billy sofreu abusos de sua mãe. Ela acaba matando o marido para começar uma nova família com seu amante, prendendo Billy no sótão – para sempre. Quando a mãe de Billy engravida de uma menina e a trata com amor, algo que Billy nunca vivenciou, Billy foge do sótão e mata brutalmente sua mãe e seu amante. Muitos anos depois, as garotas que moram na fraternidade onde Billy passou sua infância são atormentadas por misteriosas ligações de um estranho na noite de Natal.

A Christmas Horror Story (2015)

O longa de terror independente ‘A Christmas Horror Story‘ passou despercebido pela maior parte dos fãs do gênero ou mesmo pelos apreciadores de filmes natalinos, porém merece por aqui. O filme que funciona como uma antologia, trazendo contos diversos, que poderia oscilar em sua qualidade, mas que de maneira geral trazem histórias de Natal de gelar a espinha, em especial para a criatura da floresta.

Uma Noite de Fúria (2005)

Semelhante ao próprio ‘Noite Infeliz‘, em ‘Uma Noite de Fúria‘ vemos que Papai Noel sempre foi um sujeito bem escroto, porém perdeu uma aposta com um anjo e teve que ser bonzinho por 1.000 anos, mas agora esse prazo acabou. Agora ele quer recuperar toda a maldade perdida e corrigir sua reputação. Para isso decide atropelar a noite de Natal, deixando sua marca. As pessoas descobrem da pior maneira possível que Papai Noel existe. Esta noite de Natal não será um sonho, e sim um pesadelo. Se você procura algo bonitinho para a noite de Natal, passe longe desse filme, pois a coisa é bizarra!

Jack Frost (1997)

Esse é mais um exemplo de história maluca, já que, na trama, um carro que estava carregando um serial killer sofre um acidente ao bater em um caminhão que carregava um composto químico experimental. O resultado? O corpo do criminoso derrete, se funde com a neve e agora temos um boneco de neve assassino buscando vingança contra o policial que o mandou para a prisão. Um filme divertidíssimo que não se leva a sério em momento algum e que tem soluções bastante criativas para contornar o baixo orçamento. E que acabou ficando icônico ao longo dos anos.

Krampus: O Terror do Natal (2015)

Sabemos que o Natal é conhecido por promover a união, porém na família de Max (Emjay Anthony) o que acontece é justamente o oposto. Em vez da fraternidade caraterística dessa época do ano, o clima de guerra entre pais, tios, tias e primos acaba despertando uma força maligna — Krampus, demônio mais conhecido por ser a sombra do Papai Noel. O filme é dirigido por Michael Dougherty, que mescla elementos de terror natalino com boas sacadas cômicas e ao mesmo tempo malucas.

Perigo Próximo (2016)

Sem dúvidas esse é o filme mais inusitado e surpreendente que trabalhou com o tema natalino. Que deixa o espectador impactado a todo momento devido a situações extremas. Nele vemos que nas vésperas de Natal, o casal Deandra e Robert Lerner chama sua babá, Ashley, para cuidar do filho de 12 anos de Robert. Durante a noite, ela tem que defender o garoto e a si mesma de estranhos que estão tentando invadir a casa. Mas o acontecimento está longe de ser uma invasão normal ao domicílio. Enquanto o garoto vai ficando obcecado em conquistar o amor de Ashley, a noite que aparentava ser tranquila se transforma em um pesadelo.

Noite Infeliz (2024)

Noite Infeliz, estrelado por David Harbour, o Hopper de ‘Stranger Things’, traz a história de um Papai Noel diferente, mas não apenas um sujeito vestido à caráter, sim o verdadeiro bom velhinho, como conhecemos nas antigas histórias: àquele que tem um trenó puxado por renas voadoras, que desce pelas chaminés com um saco de presente e recompensa crianças que se comportaram durante todo ano.

Bem, é quase isso, já que o Noel de Harbour não tem nada de bonzinho, pois o famigerado Saint Klaus bebe como um gambá, solta palavrões a todo momento e tem a paciência menor que o nosso salário mínimo. ‘Noite Infeliz’ é diversão em estado bruto e consegue prender o espectador do início ao fim.

‘Last Man Standing’: Estreia do revival registra a MAIOR audiência da série desde a 2ª temporada

Parece que a Fox fez muito bem em ressuscitar a comédia ‘Last Man Standing‘. O primeiro episódio do revival registrou a maior audiência da série desde sua segunda temporada.

O retorno do programa registrou 1.8 na demo, e um total de 8 milhões de espectadores.

Grande parte do elenco original está de volta, incluindo Tim Allen, Nancy TravisJonathan Adams, Amanda Fuller, Christoph Sanders e Jordan Masterson.

“Eu não poderia estar mais grato aos fãs que fizeram petições e continuaram com a paixão e incrível suporte pela série,” disse Allen em uma declaração. “[…] E a Fox não só escutou aos fãs, como também terá a ousadia de trazer ‘Last Man Standing’ de volta.”

 A decisão parece estar ligada a uma tentativa de reiniciar o bloco de comédias live-action, considerando que a FOX cancelou praticamente todos os programas do gênero, incluindo ‘The Mick‘, ‘The Last Man on Earth‘ e ‘Brooklyn Nine-Nine‘; está última foi resgatada pela NBC.

John Wick já matou mais pessoas que Jason Voorhees e Michael Myers juntos; Confira!

Ninguém tem dúvidas que John Wick é uma das figuras mais mortais do cinema, mas o assassino profissional, em apenas três filmes, já conseguiu superar o número mortes de dois dos assassinos mais icônicos do terror.

Jason Voorhees e Michael Myers já mataram 297 pessoas juntos, no decorrer de mais de 20 filmes. E o John Wick? Um total de 306 mortes (84 no primeiro filme; 128 no segundo; e 94 no terceiro)!

E parece que ele está apenas começando, considerando que ‘John Wick 4‘ já tem data de estreia – dia 21 de maio 2021 –, e promete aumentar ainda mais esses números.

Vídeo reúne todas as mortes de ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’

Chad Stahelski, que comandou os dois filmes anteriores, retorna na direção.

Na trama, John Wick está foragido por duas razões: ele é caçado por um contrato global de US$ 14 milhões por sua vida, e por quebrar a regra principal, que foi tirar uma vida dentro do terreno do Hotel Continental. A vítima era um membro da Alta Cúpula, que deu a ordem para o contrato. John já deveria ter sido executado, exceto pelo fato de que o gerente do hotel, Winston, lhe concedeu uma hora de vantagem antes de ser morto. Sua associação foi revogada, ele foi banido de todos os serviços e desligado dos outros membros. John usará a indústria de serviços para se manter vivo, enquanto luta para sair vivo de Nova York.

Keanu Reeves retornará como o protagonista. Halle Berry, John Leguizamo, Laurence Fishburne, Ian McShane, Mark Dacascos e Hiroyuki Sanada completam o elenco.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Sonhos S.A.

(Dreambuilders)

 

Elenco:

Rasmus Botoft

Martin Buch

Mia Lerdam

 

Direção: Kim Hagen Jensen, Tonni Zinck

Gênero: Animação

Duração: 81 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Disponível em VOD

Sinopse: 

A história gira em torno de Mina, uma jovem que usa mal sua capacidade recém-descoberta de criar e controlar os sonhos de outras pessoas para ensinar uma lição a sua enteada meia-irmã.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Kim Hagen Jensen também coescreveu o roteiro ao lado de Søren Grinderslev Hansen;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘The Mortuary Collection’: Terror antológico ganha novo clipe sinistro; Assista!

O terror antológico ‘The Mortuary Collection‘ ganhou um novo clipe.

Confira, com o trailer completo:

O longa será lançado no Shudder no dia 15 de outubro.

Dirigido por Ryan Spindell, o terror conta com cinco contos assustadores.

Uma jovem que candidata a um emprego em um necrotério local e conhece um excêntrico agente funerário que a conta histórias sinistras sobre os cadáveres, uma mais assustadora que a outra.

O elenco conta com Clancy Brown, Caitlin FisherJacob Elordi (‘Euphoria’), Barak HardleySarah HeyChristine Kilmer.

Resort esconde segredos sombrios no trailer LEGENDADO de ‘The White Lotus’, nova minissérie da HBO

HBO divulgou o trailer legendado de ‘The White Lotus‘, nova minissérie de suspense criada por Mike White.

Confira:

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A produção irá estrear oficialmente no dia 11 de julho.

A trama é centrada nos hóspedes e nos funcionários do The White Lotus, um hotel-resort localizado em um paraíso idílico. À medida que as férias vão se desenrolando, entretanto, tramas obscuras surgem entre os personagens e dentro do próprio hotel.

O elenco é formado por Murray Bartlett, Connie Britton, Jennifer Coolidge, Alexandra Daddario, Fred Hechinger, Jake Lacy, Brittany O’Grady, Natasha Rothwell, Sydney Sweeney e Steve Zahn.

‘Umma’: Sandra Oh é assombrada pelo espírito da mãe no trailer do terror; Assista!

O terror sobrenatural ‘Umma‘, estrelado pela Sandra Oh (‘Killing Eve’), ganhou o primeiro trailer sinistro.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa irá estrear nos cinemas norte-americanos no dia 18 de março.

Sandra Oh (‘Killing Eve’) estrela a produção.

Dirigido por Iris K. Shim, o longa é produzido por Sam Raimi (‘A Morte do Demônio’).

Umma, que é uma palavra coreana para ‘mãe’, segue Amanda (Oh) e sua filha vivendo uma vida tranquila em uma fazenda americana, mas quando as cinzas de sua mãe chegam da Coreia, Amanda começa a ser assombrada pelo medo de se tornar sua própria mãe.”

O elenco ainda conta com Fivel Stewart, Dermot Mulroney, Odeya Rush, MeeWha Alana Lee e Tom Yi.

10 Filmes que fazem Chorar de Raiva!

Filmes ruins não desperdiçam apenas nosso tempo. Principalmente nossa paciência!

10. Nove Canções (2004)

O pior desse trabalho de Wintterbotton não é apenas a falta de interesse que a história causa em quem a assiste; é sim a sua completa indecisão: ele não se decide se é um filme pornô ou um videoclipe. As cenas de sexo são pudicas, a história causa enfado! Nada que se compara com o ótimo “A Festa Nunca Termina”.

9. Satyricon (1970)

Frederico Fellini é um dos grandes do cinema italiano. Mas esta adaptação do texto clássico de Petrônio parece não ter unidade. As imagens são um deslumbre. Mais nada! Principalmente comparado com obras-primas como Noites de Cabíria, A Estrada ou A Doce Vida. Parece que Fellini confiou demais em sucesso para fazer Satyricon. Pelo menos, se o leitor não dormir ou não chorar de raiva, consiga apreciar as imagens.

8. Alien vs. Predador (2005)

É um filme que os produtores fazem para tentar renovar uma grife, mas que causa apenas revolta nos fãs! A reunião do Alien com o Predador foi um fiasco! O resultado foi extremamente tosco! O enredo bolado para reunir as duas criaturas foi ridículo, os confrontos foram fracos e ver o Predador como mocinho foi broxante! Quando a “mocinha” fica cara a cara com o Predador e a câmera faz um close, algum expectador-sonoplasta completa a cena com um ruído de beijo estalado! Eis o sucesso do filme.

7. Titanic (1997)

Ok, o filme foi um sucesso, permanece como a maior bilheteria do cinema, rende paródias até hoje e formou uma legião de fãs. Mas, combinemos, ele não larga seu lado tosco! Para poder assistir as belas cenas no naufrágio, o expectador tem que acompanhar um pastiche de romance, protagonizado por um Leonardo Dicaprio ainda pouco experiente. Na época em que estava em cartaz, ainda éramos obrigados a escutar as meninas gritando “Leo, Leo”. A única coisa que salva é a morte de Leo no fim!

6. Um Pequeno Romance (1979)

O filme é um romance sem sal! E sem pimenta-cuminho, sem orégano ou qualquer outro tempero! É tedioso do inicio ao fim! Um romance que nem o mais empolgado apaixonado terá paciência! O típico filme que depois de assistir, chorar de raiva, você se esquece da história.

5. Match Point – Ponto Final (2005)

Woody Allen já fez filme, como Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, Manhattan, Hannah e Suas Irmãs ou Melinda e Melinda. Match Point, no entanto, foi triste. A história é chata, o desenvolvimento é lento e nas cenas de sexo, Allen não explora direito os atributos, digamos, visuais de Sacarlett Johansson. Apenas a hora do assassinato empolga! Para, na próxima cena, voltarmos ao marasmo! O mais impressionante é o sucesso de crítica e público. Incompreensível! Woody Allen parece que só por ter uma ótima seleção musical, um bom elenco e uma alusão muito da canalha do livro Crime e Castigo, de Dostoiévisky.

4. A Paixão de Cristo (2004)

A Paixão de Cristo e de Mel Gibson é um engodo que consegui enganar milhões de fies! Não bastasse Mel Gibson ser um péssimo diretor, esta versão das últimas horas de Cristo foi uma violência sem sentido! E esteticamente, as seqüências de flagelo são pobres, sem inovações ou relevância. A violência de Kill Bill, de Tarantino, é muito mais elevada do que a de Gibson! E o que mais causa raiva: ao invés do público observar aspectos estéticos ou a história em si (o enredo do filme é pobre), elas pareciam que estavam assistindo uma encenação da paixão em uma paróquia, como se fosse um ritual, e não um filme!

3. A dança dos Vampiros (1967)

Todo o grande artista tem um instante de baixa qualidade. Em sua maioria, esses instantes ainda são melhores do que a média geral das produções. Mas, quando esse instante é pior do que a média, não tem choro nem vela! Este filme de Polanski é um horror! Em tese, deveria ser um terrir (uma comédia com pitadas de terror). Ele não provoca nem dor de estômago! Os vampiros não causam nem medo nem riso, as seqüências de ação um tédio, os cenários ridículos. Ao contrário de Satyricon, que tinha boas imagens, ou de Match Point, que tinha um bom elenco e boas músicas, nada se salva em A Dança dos Vampiros. Depois de assisti-lo, nos perguntamos: onde o Polanski tava com a cabeça!

2. Instinto Selvagem 2 (2006)

É o filme que você entra na sala de projeção sabendo que não sairá boa coisa. E quando sai, se pergunta como ainda cai nessas armadilhas de produtores. O filme é ridículo, as atuações são podres e as pernas da Sharon Stone não são mais o que foram. Nem o suspense provoca calafrio. A maior tristeza é saber que haverá outra continuação…

1. Irreversível (2003)

Gaspar Noe queria fazer uma obra de arte chocante. Ele não conseguiu passar do chocante! O filme narra a busca de um homem pelo estuprador e assassino de sua esposa. Tudo de trás para frente.

A técnica de montar o filme de trás para a frente não é nova. Foi feita magistralmente por Nolan em Amnésia. Nesse último caso, a razão pretendia colocar o espectador na situação do protagonista, vítima de doença que o impedia de lembrar os últimos acontecimentos.

Em Irreversível, o diretor alegou a mesma razão: nos colocar no lugar d a mulher vítima de estupro. Porém, foi total insucesso. A verdadeira função da montagem é esconder a fragilidade do enredo: uma mulher grávida vai para uma festa com o marido e amigo. Quando sai sozinha é violentada por 15 minutos e morre. O marido vai atrás e tenta descobrir o assassino.

Tudo é tosco: a cena de estupro é extremamente mal feita – depois de alguns minutos, ficamos indiferentes; a seqüência em que uma cabeça é destroçada serve apenas para chocar! E, depois de assistirmos um banho de sangue, acompanhamos os eventos anteriores Nessa parte, o Noe parece querer justificar as cenas violentas. Entretanto, a história não se sustenta.

Os diálogos ridículos sobre liberdade sexual não justificam nada. Fica claro que o diretor queria apenas fazer algumas cenas que chocassem e nada mais. E, ao tentar dar um sentido artístico, demonstra-se incompetente!

O problema não são as cenas fortes. Muitos grandes filmes são violentos. No entanto, essas obras de artes, são geniais do início ao fim. O trabalho de Noe, no fim, não deixa nada nas nossas cabeças, só vontade de chorar de raiva!

10 Dicas de Filmes IMPERDÍVEIS para você assistir na Max!

Com um ótimo catálogo que vai de filmaços de outras décadas até elogiadas produções recentes, a MAX é um daqueles streamings que você precisa ter na sua lista! Como é muito filme bom num só lugar, vamos ajudar você com uma lista de alguns dos imperdíveis desse poderoso streaming:

 

Relatos Selvagens

Explorando a natureza selvagem do ser humano, com relações frágeis, destrutivas, em um planeta cada vez mais impaciente, 10 anos atrás chegava ao cinemas um filme que chocaria a todos por conseguir adaptar para a ficção o caos das emoções de uma sociedade doente. Escrito e dirigido pelo cineasta Damián Szifron, Relatos Selvagens derrama na tela de forma brilhante seis histórias que refletem sobre o comportamento humano em situações caóticas.

 

No Coração do Mar

O filme, ambientado no ano de 1820, mostra, primeiro, os preparativos de um barco baleeiro chamado Essex que parte da Nova Inglaterra rumo aos famosos óleos de baleia, atividade bastante lucrativa nessa década. Toda a história é contada por Tom Nickerson (Brendan Gleeson), um dos poucos que sobreviveram. No comando, George Pollard (Benjamin Walker) um capitão de navio que tem mais nome do que experiência; como primeiro imediato Owen Chase (Chris Hemsworth) um experiente em caçada de baleias que possui todo o respeito da tripulação. Ao longo de meses, a tripulação busca o maior número de óleo de baleia. Até que um dia, são atacados por uma gigantesca criatura marítima e agora precisarão lutar pela sobrevivência.

 

Confissões

Na trama, conhecemos uma família rica que fica completamente abalada com o sequestro da filha mais nova. Quando os sequestradores entram em contato, eles são surpreendidos pois os criminosos não querem dinheiro, mas se encontrar com eles, pois, alguém naquela casa, esconde um segredo sobre um ato terrível. Assim, ao longo de uma madrugada, verdades começam a aparecer.

 

Fim da Sentença

Na trama, conhecemos Frank (John Hawkes), um vendedor aposentado que passa seus dias de forma pacata ao lado da esposa Anna (Andrea Irvine) no estado do Alabama. Quando ela falece, vítima de câncer, Frank, precisa realizar o último desejo da esposa: uma viagem para a Irlanda junto do filho. A questão é que Sean (Logan Lerman), que acabara de sair da prisão, não se dá bem com o pai. Embarcando nessa viagem, muitas surpresas pelo caminho esperam pai e filho.

 

Sisu: Uma História de Determinação

Na trama, conhecemos Aatami (Jorma Tommila), um ex-comandante do exército finlandês, temido pelo próprio batalhão, que abandonou os tempos de guerra, largado em uma terra ao norte, ainda destruída, no meio do nada, onde vira garimpeiro e começa a achar generosas quantidades de ouro. Só que logo seu caminho se cruza com o de nazistas inescrupulosos sedentos pelo ouro encontrado.

 

Questão de Honra

Na trama, conhecemos Daniel Kaffee (Tom Cruise), um jovem tenente e advogado da marinha, formado em Harvard, sem muita experiência em casos de homicídios. Com menos de um ano no cargo é designado para um caso cheio de variáveis suspeitas, um cabo e um soldado acusados de assassinato de um outro militar que iria denunciar uma prática ilegal onde eles serviam como fuzileiros navais, em Guantánamo, a base militar norte-americana em solo cubano. Contando com a ajuda do assistente jurídico do caso, Sam (Kevin Pollak) e principalmente da tenente da corregedoria militar Joanne Galloway (Demi Moore), Daniel precisará descobrir o que esconde o responsável pela base militar, o enigmático coronel Nathan R. Jessep (Jack Nicholson) um condecorado militar que está prestes a assumir um alto cargo no conselho de segurança nacional.

 

O Predestinado

Na trama, conhecemos uma agente de viagens no tempo (Ethan Hawke) que precisa impedir que um criminoso extremamente perigoso cometa os atos que executou no passado. Para isso, passa por uma grande viagem no tempo para tentar mudar o rumo dessa história que é cheia de armadilhas e surpresas. Os quebra-cabeças contidos nessa trama são geniais, já no desfecho o público fica de boca aberta ao saber o destino dos personagens que aparecem na trama.

 

Frio nos Ossos

Na trama, conhecemos uma mãe super ativa (Joely Richardson), ex-anestesista, que vive com sua filha Maisy (Sadie Soverall) e o marido (Roger Ajogbe) em uma enorme fazenda numa área rural da Inglaterra, um lugar longe de tudo e todos onde o hospital mais próximo fica à 160 quilômetros de distância. Certo dia, em uma noite de tempo horroroso, dois irmãos bastante suspeitos batem na porta da família, que mesmo em dúvidas, resolvem ajudar. O que acontece dali pra frente é um jogo psicológico proposto através das ações e consequências, onde aos pouco vamos, através de atitudes drásticas, conhecendo as verdades de cada um daqueles personagens. Nos perguntamos até os minutos finais: O perigo vem de fora ou está dentro da casa?

 

Sede Assassina

Na trama, acompanhamos Eleanor (Shailene Woodley), uma inexperiente policial, com um passado de traumas e vícios que é recrutada pelo oficial do FBI com mais de 30 anos de experiência Lammark (Ben Mendelsohn) para fazer parte de uma operação de captura a um psicopata que está matando pessoas inocentes e de forma aleatória em uma grande cidade.

 

Um Estranho no Ninho

Na trama, conhecemos R.P. McMurphy (Jack Nicholson), um criminoso de 38 anos de idade chegando em uma clínica psiquiátrica para ser analisado se é um doente mental ou não. Aos poucos, o protagonista começa a quebrar as regras e as rotinas do lugar, se aproxima de outros pacientes colocando forte influência e novas ideias do viver ali, fato que o leva a um confronto com a cruel enfermeira Ratched (Louise Fletcher).

 

Alien – O Oitavo Passageiro | Clássico da ficção e terror completa 40 anos!

Indiscutivelmente um dos filmes mais influentes do cinema, Alien (1979), de Ridley Scott, criou o molde do que seria “a ficção espacial de monstro”.  O longa comemora em 2019 os 40 anos de seu lançamento. E é claro que o CinePOP precisava homenagear uma obra desta magnitude e ressonância para o cinema. Seu debute foi no dia 25 de maio de 1979, de forma limitada nos EUA. Logo depois, em 22 de junho o longa seria lançado por todo o país. No Brasil, sua estreia ocorreu no dia 20 de agosto do mesmo ano, ou seja, estamos em tempo da celebração de seu 40º aniversário.

Com uma mistura de 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968), de Stanley Kubrick, e Tubarão (1975), de Steven Spielberg, Alien pegou emprestado destas duas obras, mas adicionou personalidade própria, estudada e reverenciada até hoje.

O Orçamento da produção foi de US$11 milhões e só no primeiro final de semana juntaria US$3,500 milhões. Nos EUA, a arrecadação foi de US$78 milhões, se mostrando um sucesso. Pelo mundo, o somatório foram impressionantes US$203 milhões.

Os anos 1970 foram marcados como uma nova era para as ficções científicas, das mais variadas temáticas. Nascida nos anos 1950, a ficção do período espalhava o medo do comunismo e da Guerra Fria, sublinhado em seus contos fantásticos de outros mundos. A nova fase surgia com outros tópicos a adereçar: como o perigo ao meio ambiente e a ecologia, a robótica e informática, e o corporativismo desenfreado. Filmes como Westworld: Onde Ninguém tem Alma (1973), No Mundo de 2020 (1973) e Rollerball: Os Gladiadores do Futuro (1975) permearam a década criando um verdadeiro boom.

Mas foi no final dos anos 1970, que dois filmes surgiram se tornando verdadeiros fenômenos, tirando a ficção de seu nicho e a elevando ao mainstream. Star Wars (1977), o primeiro filme da saga de George Lucas, misturou elementos de aventura matiné e muita ação, entrando para a história como o maior arrasa-quarteirão que o cinema já havia visto até então. Dois anos depois, foi a vez de Alien misturar o gênero com o terror, cenas gráficas e viscerais e uma tensão palpável, nunca antes presenciada pelo público. “No Espaço ninguém pode ouvi-lo gritar” era o slogan da produção. E no cinema, o público de fato enlouquecia.

Na trama, uma gigantesca nave cargueiro recebe um chamado vindo de um planeta inóspito em sua rota, e acorda a equipe de sete membros de seu sono criogênico. Quando chegam ao local, descobrem vestígios de uma raça alienígena e a levam para sua própria embarcação inadvertidamente. A criatura cresce e se transforma numa perfeita máquina de matar, com direito a sangue ácido.

Por falar em sangue ácido, a ideia surgiu de forma simples, mas óbvia. Dan O´Bannon, roteirista do filme, não conseguia pensar numa razão para os tripulantes da nave simplesmente não atirarem no Alien com alguma arma. Foi assim que nasceu, da mente do artista conceitual Ron Cobb, a ideia do sangue ácido – que instantaneamente desencoraja qualquer um a fazer a criatura sangrar. Por falar em criatura, ela foi interpretada pelo nigeriano Bolaji Badejo, que devido a sua altura e forma esguia vestiu o traje e emulou os movimentos com a leveza e ameaça necessárias.

Mostrando que é através de impasses criativos que surgem as melhores ideias, os roteiristas buscavam um motivo para o Alien ir parar na nave, ao invés dele simplesmente entrar no local. Ele precisaria ser levado até lá. Mas como? E por que? Assim, Ronald Shusett (o segundo roteirista) sugeriu: “Que tal se o Alien transar com um deles?”. A ideia foi desenvolvida ao conceito do facehugger engravidar os humanos, independente de seu sexo (outra ideia brilhante e bem a frente de seu tempo, afinal, fugindo da obviedade, é um homem que “engravida” da criatura).

O primeiro corte do filme tinha mais de 3 horas de duração e um nível de violência e sangue muito mais elevado. Devido à recepção negativa desta versão mais visceral nas exibições teste, e temendo uma censura máxima, os realizadores optaram por diminuir o grafismo. No filme, para aumentar o suspense, a criatura só aparece num total de 4 minutos e demora mais de uma hora para dar as caras durante o filme.

Para o papel da protagonista relutante Ellen Ripley, o diretor ficou entre as atrizes Sigourney Weaver e Meryl Streep – as duas eram colegas na universidade de Yale. Já imaginaram Alien sendo protagonizado por Meryl Streep? No fim, Weaver ficou com o papel porque Streep estava de luto pela morte do companheiro, o ator John Cazale (O Fredo de Poderoso Chefão), na época dos testes finais de elenco. Outro personagem que poderia ser bem diferente no filme foi o Capitão Dallas. Harrison Ford– que fazia sucesso como Han Solo – quase viveu o papel, que terminou ficando com Tom Skerritt.

Alien passou por uma verdadeira epopeia até conseguir receber o sinal verde e ser produzido. Inicialmente, todos os estúdios, incluindo a FOX (que eventualmente lançaria o filme e se tornaria dona da franquia), passaram o projeto adiante. O motivo: o nível de violência. Foi apenas quando o produtor Walter Hill (Os Selvagens da Noite e 48 Horas) resolveu bancar a ideia como produtor que a coisa começou a andar e o longa finalmente ganhou forma.

O visual icônico da criatura, assim como o design da nave, dos trajes e de todo este universo futurista foram criados pelo artista suíço H. R. Giger – que viria a se tornar uma lenda na indústria. Giger saiu da experiência com um Oscar debaixo do braço, por sua criação. Mas o caminho para isso também não foi simples. Seus conceitos originais traziam a criatura com olhos. Durante a produção, no entanto, o artista decidiu por deixar o xenomorfo – como viria a ficar conhecido o Alien – com uma carapaça preta no lugar da vista, fazendo da criatura uma caçadora através do faro e sentidos. Além disso, diversas criações tiveram que ser modificadas devido ao elevado contexto sexual das estruturas – fálicas ou convexas emulando as genitálias masculinas ou femininas.

Quarenta anos depois e Alien segue como uma obra irretocável, um dos maiores clássicos modernos (ou não tão mais modernos assim) da sétima arte, que ainda se mantém como expoente de um gênero. Assim como o filme de número 52 entre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público da internet, os usurários do IMDB. Fica aqui a homenagem do CinePOP  para uma das maiores definições do que é cinema.

Você Lembrava? As Comédias Esquecidas que Completam 30 Anos em 2024

Quando falamos em comédias de 30 anos atrás no cinema, precisamos falar de Jim Carrey. Não tem como fugir. O ano de 1994 nos deu muita coisa boa. Mas quando o assunto é comédia, o ano foi decisivo na carreira de Jim Carrey, revelado em ‘Ace Ventura’, explodido em ‘O Máskara’ e consolidado em ‘Debi e Lóide’. Essas foram as três comédias mais badaladas daquele ano. Mas e quanto às comédias que ninguém mais fala ou lembra?

Não necessariamente um filme esquecido nos dias de hoje foi fracasso em sua data de lançamento. Muitos filmes que fizeram sucesso há 30 anos, simplesmente não foram passados adiante para as gerações seguintes. Acontece. É o chamado teste do tempo. Abaixo veremos justamente dez comédias, de sucessos variados, que estão completando 30 anos de sua estreia, mas que quase ninguém mais lembra.

Os Cabeças-de-Vento

Você sabia que o astro vencedor do Oscar Brendan Fraser já fez um filme com Adam Sandler? A comédia ‘Os Cabeças-de-Vento’ traz Fraser, Sandler e Steve Buscemi como três roqueiros de uma banda indo até as últimas consequências para tocar sua música na rádio, mesmo que para isso precisem sequestrar toda a equipe do local. Se eles soubessem que a rádio não teria mais essa força toda 30 anos depois…

Encurralados no Paraíso

Por falar em trios disfuncionais em comédias esquecidas de 30 anos atrás, aqui temos uma nova trinca. Ao invés de amigos roqueiros, Nicolas Cage, Dana Carvey e Jon Lovitz são irmãos criminosos, com planos de roubar um banco em uma pequena e pacata cidade dos EUA. O plano do trio é realizar o assalto na época de Natal, mas terminam presos na cidade, sem conseguir escapar.

Só Você

Se você acha que o primeiro encontro de Tony Stark e da jovem tia May ocorreu pela primeira vez em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ (2017), está solenemente equivocado. Isso porque há 30 anos, os atores Robert Downey Jr. e Marisa Tomei contracenavam pela primeira vez na comédia romântica ‘Só Você’. E a dupla estava com a bola toda, porque Tomei havia acabado de ganhar um Oscar por ‘Meu Primo Vinny’ e Downey havia sido indicado por ‘Chaplin’ no mesmo ano. No filme, Tomei interpreta uma mulher que recebe de uma cartomante na infância o nome de seu verdadeiro amor. Na vida adulta, o tal sujeito realmente aparece, nas formas de Downey.

Os Puxa-Sacos

Michael J. Fox ficará para sempre marcado pela trilogia ‘De Volta para o Futuro’. Mas se eu te pedisse para dizer outro filme estrelado pelo ator, você saberia? Aqui vai uma ajuda, há 30 anos, o baixinho mais querido do cinema protagonizava esta comédia ao lado de ninguém menos que Kirk Douglas, icônico astro da era de ouro de Hollywood, e pai de Michael Douglas. O veterano interpreta um idoso bilionário, cuja família inescrupulosa está de olho em sua herança. Fox interpreta um sobrinho distante que se vê no meio dessa guerra suja por dinheiro.

Meu Pai Herói

Os americanos nunca gostaram de ler legenda ou assistir a filmes de fora de seu país. Essa é a explicação para tantas refilmagens. Eles preferem refazer certos filmes em seu próprio país. Muitos não dão certo. Quando são remakes de obras francesas podem até funcionar, como foi o caso com ‘Três Solteirões e um Bebê’ e ‘A Gaiola das Loucas’. Esse aqui é mais um, no qual Gérard Depardieu reprisa o mesmo papel da versão original. No filme americano ele é o pai de Katherine Heigl, ambos passam férias em um resort. Mas para impressionar um rapaz, a menina inventa que o pai é na realidade seu namorado.

Rapidinho no Gatilho

Assim como o baixinho Michael J. Fox, o loiro australiano Paul Hogan ficaria para sempre marcado por um único sucesso, a comédia romântica ‘Crocodilo Dundee’, um dos maiores fenômenos de bilheteria dos anos 80. O filme, é claro, teve uma continuação dois anos depois, não tão bem-sucedida. Hogan tentaria outras vezes, como em ‘Quase um Anjo’ (1990) e ‘Flipper’ (1996), adaptação de uma série de TV dos anos 1960, sobre um golfinho genial. Há 30 anos, ele tentava mais uma vez emplacar nesse faroeste, no qual vivia um pistoleiro fora da lei. O filme foi totalmente eclipsado por outro western cômico lançado no mesmo ano, com outro ator australiano: ‘Maverick’, com Mel Gibson e Jodie Foster.

O Amor é uma Grande Fantasia

Até os diretores mais eficientes possuem seus dias ruins “no escritório”. Esse foi o caso com o talentoso Garry Marshall, responsável por algumas das comédias mais queridas da sétima arte, como ‘Uma Linda Mulher’, ‘Frankie & Johnny’, ‘Noiva em Fuga’ e ‘O Diário da Princesa’. Há 30 anos, ele lançava um de seus filmes mais obscuros. Na trama, Dan Aykroyd e Rosie O’Donnell (atriz sensação nos anos 90) interpretam uma dupla de policiais certinhos, precisando se “sujar” ao chegarem disfarçados a um resort em uma ilha particular. A pegadinha: este é um resort de sexo e sadomasoquismo.

Uma Loira em Apuros

Hollywood é uma indústria altamente competitiva, por isso precisamos admirar o esforço daqueles que conseguem se manter no topo por décadas. Nomes como Tom Cruise ou Julia Roberts. O mais comum é artistas terem seus 15 minutos de fama e depois sumirem. Nesse contexto temos a loirinha Erika Eleniak, que foi revelada na série ‘S.O.S. Malibu’ (Baywatch) e nos anos 90 fez filmes como ‘A Força em Alerta’ e ‘A Família Buscapé’. Capitalizando sua fama na época, ela protagonizou esta comédia, no papel de uma bela prisioneira, dando muito trabalho para dois oficiais da marinha (Tom Berenger e William McNamara).

Um Novo Homem

Um dos nomes mais populares dos anos 80 e início dos anos 90 era do baixinho Danny DeVito. Seus sucessos são inúmeros, desde ‘Irmãos Gêmeos’ a ‘Batman – O Retorno’. Após viver o vilão Pinguim no filme citado, DeVito voltou a ser o mocinho na comédia ‘Um Novo Homem’, dirigido por Penny Marshall, a mesma de ‘Quero ser Grande’ e ‘Uma Equipe Muito Especial’. DeVito interpreta um professor civil, dando aula para militares, nesta espécie de ‘Sociedade dos Poetas Mortos’ de roupa camuflada. Esse foi o primeiro papel no cinema de Mark Wahlberg, que interpreta um dos soldados.

Mamãe é de Morte

Por falar em Danny DeVito, uma atriz que dividiu as telas com ele em nada menos que três filmes nos anos 80 foi Kathleen Turner. A loira esteve em ‘Tudo por uma Esmeralda’ e ‘A Joia do Nilo’, nos quais interpretou a heroína e DeVito, o vilão. Já em ‘A Guerra dos Roses’, Devito assumiu também o papel de diretor, comandando a atriz. Há 30 anos, Turner também lançava uma comédia, uma bem diferentona e dona de um humor ácido e politicamente incorreto. Baseado em uma estranhíssima história real, a atriz vive uma mãe de família dos típicos subúrbios americanos perfeitos. Mas essa mulher na verdade guarda um grande segredo, que começa fugir de seu controle. Ela, na verdade, é uma sociopata, que se tornou uma assassina em série, para limpar seu bairro de pessoas inconvenientes.

‘Malevolent’: Suas mentiras irão te assombrar no trailer do terror da Netflix

A Netflix divulgou o trailer do seu novo filme de terror, ‘Malevolent‘.

Confira:

Nos EUA, o filme será lançado na plataforma no dia 5 de outubro.

“Os irmãos Angela e Jackson (Ben Lloyd-Hughes) não são nada além de picaretas. Aproveitando-se das pessoas em luto e vulneráveis, Eles convencem os enlutados que Angela tem a capacidade de entrar em contato com os mortos. É um golpe simples, até que a Sra. Green (Celia Imrie) convoca a dupla para sua casa – o orfanato que já foi palco de uma série de assassinatos de garotas – e Angela fica cada vez menos certa do que é realmente verdade. Os falsos investigadores paranormais sofrem o derradeiro choque de realidade quando são confrontados pelos verdadeiros horrores e o passado aterrorizante que estão escondidos dentro do orfanato assombrado.”

Olaf de Fleur dirige, com um roteiro de Ben Ketai.

‘Aladdin’ voa alto nas bilheterias dos EUA; ‘BrightBurn: Filho das Trevas’ decepciona!

O live-action de ‘Aladdin‘ superou as expectativas e arrecadou US$ 86.1 milhões nos três primeiros dias, e deve encerrar o final de semana prolongado com impressionantes US$ 110 milhões nas bilheterias dos EUA. É uma ótima estreia, especialmente depois da recepção morna de ‘Dumbo‘.

Infelizmente, ‘BrightBurn: Filho das Trevas‘ não se saiu tão bem, estreando em quinto lugar, com US$ 9 milhões (incluindo o feriado). O orçamento baixo de US$ 6 milhões (segundo o Deadline, pode ter chegado até US$ 12 milhões) conta a favor do filme, que deve ajudar a garantir o retorno da produção no mercado internacional. No entanto, uma possível sequência parece improvável.

A comédia adolescente ‘Fora de Série‘ se saiu pior ainda, com apenas US$ 8 milhões arrecadados. Vale notar, no entanto, que o filme foi muito bem recebido pela crítica e recebeu uma nota B+ do público – o que pode ajudá-lo a ter uma longevidade maior que ‘BrightBurn: Filho das Trevas‘, por exemplo.

Dentre outros destaques da semana, ‘John Wick 3‘ ultrapassou a marca dos US$ 100 milhões nos EUA. E ‘Vingadores: Ultimato‘ deve ultrapassar os US$ 800 milhões domésticos até o final do feriado, tornando-se o segundo filme a alcançar essa marca.

‘Aves de Rapina’ abre mal e arrecada MENOS que ‘Shazam’

De acordo com a Variety, ‘Aves de Rapina‘ arrecadou apenas US$ 4 mihões na noite de pré-estreia nos EUA, que aconteceu ontem (06).

Para termos de comparação, o resultado é menor que as pré-estreias de ‘Shazam‘ (US$ 5.9m) e ‘Watchmen‘ (US$ 4.5m), que acabaram arrecadando com US$ 53.5 e 55.2 milhões em seu primeiro final de semana, respectivamente.

Projeções indicam que ‘Aves de Rapina‘ terá uma estreia em torno de US$ 50-55 milhões, mas a Warner Bros. está na expectativa de US$ 45 milhões, o que representaria uma das menores estreias para um filme da DC.

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Aves de Rapina‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Com 17 críticas publicadas no Rotten Tomatoes, o filme recebeu 82% de aprovação.

Foram 14 críticas positivas, 3 negativas e uma nota média de 6.9/10.

Confira, junto com as primeiras reações:

Crítica | Aves de Rapina – DC acerta novamente com filme divertido, colorido e cheio de vida

“O embargo das Aves de Rapina caiu, agora eu posso gritar sobre o quão absurdamente divertido é e a maneira como lavou completamente o gosto ruim que ‘Esquadrão Suicida’ deixou na minha boca. Meninas e gays, esse filme é para nós”, KEATON KILDE, VOGUE.

Aves de Rapina é deliciosamente despretensioso e despreocupado com seu lugar em um contexto maior. É uma comédia de crimes não tão sérios e um verdadeiro filme de festa. Todo mundo está se divertindo, mas a Mary Elizabeth Winstead interpreta a Caçadora como uma personagem coadjuvante de THE TICK. Ela arrasa.”, SCOTT MENDELSON, FORBES 

Aves de Rapina: personagens vencedores, ação acima da média e uma trilha sonora arrasadora, dificultada pelo tom e ritmo irregulares. As meninas estão na melhor forma possível, mas não estão juntas o suficiente. A Caçadora de Mary Elizabeth Winstead é a melhor. 💕”, ANGIE HAN, MASHABLE.

“Acabei de ver Aves de Rapina e fico feliz em informar que este é o meu filme recente favorito da DC ainda. Como Shazam, ele cria seu próprio caminho com estética, ação e tom totalmente únicos. Margot, Ewan e todo o resto do elenco são 100% fantabulosos. Por que não há mais cenas de ação de patins?”, MIKE ROUGEAU, GAMESPOT.

Aves de Rapina é muito divertido e violento pra caramba. As Aves são tão divertidas e diferentes uma da outra. Ewan McGregor é tão sinistro e muitas vezes hilário.”, BRANDON DAVIS, COMICBOOK.COM.

Aves de Rapina é tão divertido que chega a ser ridículo – mulheres esquisitas e elegantes quebrando a canela de homens e se elogiando agressivamente !! Sim, por favor e obrigado!!!”, CLARISSE LOUGHREY, THE INDEPENDENT.

Aves de Rapina, de Cathy Yan, é uma celebração criminalmente divertida da sororidade, com algumas das minhas cenas de luta favoritas na memória recente. Eu estava sorrindo de orelha a orelha durante o filme inteiro”, MILLICENT THOMAS.

Aves de Rapina é um tumulto – cheio de atitude e com algumas das sequências de luta mais inventivas e esmagadoras de ossos do gênero dos super-heróis até hoje. Entrei com baixas expectativas e fiquei agradavelmente surpreendido com o quanto me diverti. Não reinventa a roda, mas tem estilo de sobra.”, LAURA PRUDOM, IGN.

“Eu não me divirto com um filme assim faz tempo Não deixe ninguém lhe dizer para não assistir a este filme, porque eles não querem que você viva SUA MELHOR EXPERIÊNCIA e quem precisa dessa negatividade em 2020?”, BATMAN STORY.

Aves de Rapina tem uma ação incrível, humor e alguns dos personagens mais memoráveis ​​que já vimos em um filme da DC, mas o maior destaque é Margot Robbie. Ela é fantástica como Harley, ao mesmo tempo em que prova que, às vezes, nossos relacionamentos mais valiosos são os que temos com boa comida”, ERIK DAVIS, FANDANGO.

“É como se John Wick fosse executado em um filtro louco de um parque de diversões cheio de glitter. É tudo o que você poderia querer de #HarleyQuinn e sua gangue de garotas duronas. Sensacional”, ALISHA GRAUSO, ATOM TICKETS. 

Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? Aves de Rapina é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

 

‘A Família Addams 2’: Sequência ganha teaser LEGENDADO; Assista!

A Universal Pictures divulgou o teaser legendado da sequência ‘A Família Addams 2‘.

Confira:

A sequência irá estrear no dia 8 de outubro de 2021.

Greg Tiernan retornará à direção do novo filme.

A família Addams enfrentará novas aventuras e encontrará todo todo tipo de personagens inesperados. Permanecendo verdadeira a si mesma, a família levará o seu estilo sinistro a todos os lugares que forem.

O novo filme contará com o retorno dos atores Charlize Theron (Morticia), Oscar Isaac (Gomez), Chloë Grace Moretz (Wednesday), Nick Kroll (Fester), Bette Midler (Grandma) e Snoop Dogg (It), além da introdução de Bill Hader (como o novo personagem, Cyrus) e Javon “Wanna” Walton (Pugsley).

‘Devolution’: Adaptação do autor de ‘Guerra Mundial Z’ sobre o Pé Grande está em desenvolvimento

De acordo com o THR, a Legendary Entertainment está desenvolvendo uma adaptação de ‘Devolution‘, baseada no livro de Max Brooks, autor de ‘Guerra Mundial Z‘.

James Ashcroft (‘Coming Home in the Dark’) será responsável pela direção.

O cineasta também atualizará o roteiro ao lado do seu parceiro Eli Kent.

Na trama do livro…

A história foca na investigação que está sendo feita por um repórter 13 meses após o massacre Pé Grande ocorrer na comunidade de Greenloop, Washington. Greenloop é uma pequena comunidade ecocêntrica, composta por seis casas inteligentes e uma casa comunitária central. Os acontecimentos do massacre pelo irmão de Kate Holland, um dos moradores que ainda está desaparecido. A trama intercala passagens do diário de Kate e entrevistas adicionais com especialistas em zoologia, um oficial do Serviço Florestal e outros, a fim de fornecer ao leitor um contexto sobre a natureza do Pé Grande.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.