O remake ‘Matador de Aluguel’ (Road House), pode gerar não uma, mas duas sequências completamente distintas. A polêmica surge das contínuas disputas entre o diretor do primeiro filme, Doug Liman, e a Amazon MGM Studios, conforme revelado pelo Deadline.
Em um movimento audacioso e discreto, o diretor Doug Liman adquiriu os direitos da sequência original escrita pelo roteirista do filme de 1989, R. Lance Hill.
O filme de Liman se chamaria “Road House: Dylan”. O longa seria a sequência direta do icônico filme original de 1989, estrelado por Patrick Swayze como o “durão zen” Dalton.
Em paralelo, a Amazon MGM Studios já está desenvolvendo ‘Matador de Aluguel 2’, dando continuidade à história iniciada no remake de 2024.
Ilya Naishuler (‘Ninguém’) assumirá o comando após a saída polêmica de Doug Liman do projeto original.
A disputa entre Liman e a Amazon MGM decorre da decisão do estúdio de lançar o remake de 2024 diretamente no streaming, frustrando os planos de Liman de uma estreia nos cinemas. O sucesso, no entanto, foi inegável para a Amazon:
O filme original de 2024, estrelado por Jake Gyllenhaal, se tornou a maior estreia de filme de todos os tempos do Amazon MGM Studios, com mais de 50 milhões de espectadores em todo o mundo nas primeiras duas semanas no Prime Video.
Essa audiência recorde reforçou a decisão da Amazon de investir em uma sequência própria, enquanto o diretor Liman busca sua visão em um projeto separado ligado ao clássico de 1989.
Mia McKenna-Bruce interpretará Maureen (Cox) Starkey, primeira esposa de Ringo Starr. Cox era uma das primeiras fãs dos ‘Beatles’ e conheceu Starr no Cavern Club em 1962. O romance evoluiu rapidamente; eles se casaram em 1965 e tiveram três filhos.
Saoirse Ronan viverá Linda (Eastman) McCartney, primeira esposa de Paul McCartney. Eastman já era uma fotógrafa renomada quando conheceu McCartney em 1967. A atração foi imediata, e o músico declarou mais tarde: “Na primeira vez que a vi, eu simplesmente soube”.
Como confirmado anteriormente, Anna Sawai será Yoko Ono, esposa de John Lennon. Lennon conheceu a artista japonesa em uma exposição de sua obra em Londres. Embora fosse casado na época, ficou imediatamente fascinado por ela, e os dois se tornaram parceiros criativos inseparáveis pelo resto da vida.
Aimee Lou Wood interpretará Pattie Boyd, primeira esposa de George Harrison. Boyd era uma modelo de sucesso quando, em 1964, conheceu Harrison no set do filme ‘Os Reis do Iê, Iê, Iê’. Eles começaram a namorar e, depois, se casaram.
Sobre a importância dessas mulheres na história dos Beatles, Sam Mendes destacou:
“Maureen, Linda, Yoko e Pattie são quatro figuras fascinantes e únicas por si só. Estou encantado por termos conseguido reunir quatro das atrizes mais talentosas em atividade hoje para embarcar nessa aventura incrível”, afirmou.
Os filmes são assinados pelos vencedores do Tony Jez Butterworth e Jack Thorne, bem como o vencedor do Oscar Peter Straughan, foram contratados para adaptar a história às telonas.
A quadrilogia tem estreia simultânea agendada para abril de 2028.
Segundo a sinopse oficial, “cada homem tem sua própria história, mas juntos eles são lendários”.
“[Os Beatles] redefiniram a cultura e permaneceram com vocês pela vida toda”, Mendes disse, caracterizando o grupo de rock como “a banda mais significativa de todos os tempos”.
Os quatro longas serão produzidos pela Sony Pictures em parceria com a Apple Corps Ltd, juntamente com McCartney, Starr e as famílias de Lennon e Harrison, que concederam todos os direitos de história de vida e música para um filme roteirizado.
No nosso dia de descanso, uma das primeiras coisas que pensamos é: como fugir do cotidiano – muitas vezes maçante? Um dos caminhos é preparar uma promissora lista de filmes e maratonar um atrás do outro. Para você que está em busca de ótimas obras cinematográficas para conferir, segue abaixo um listão:
Lord Doyle (Colin Farrell) é um apostador completamente impulsivo que está em Macau, passando os dias jogando tem parar. Quando percebe que seu passado o alcançou por conta das inúmeras dívidas que possui, ele conhece Dao Ming (Fala Chen), uma mulher misteriosa que pode ter algumas soluções para seus problemas.
Nessa bela história inspirada em fatos reais, acompanhamos uma família refugiados sírios que chegou ao Canadá e conseguiu criar um negócio lucrativo de chocolates.
Por meio de reportagens televisivas que incluem opiniões, coletivas de imprensa, entrevistas, além da exposição de documentos internos que trazem revelações importantes, o chocante documentário O Efeito Casa Branca mete o dedo em feridas, trazendo verdades incômodas via fatos, sobre a relação política x meio ambiente sob a ótica dos Estados Unidos. Filme de abertura da 14ª Mostra Ecofalante de Cinema, esse projeto é um aulão de economia, revelando o embate entre interesses políticos e questões ambientais.
Gintas é um delegado de uma pequena cidade na Lituânia que, ao almejar ser o prefeito do lugar, uma enxurrada de situações macabras se juntam à sua própria inconsequência.
Lançado nesse início de 2025 nos cinemas, o drama Tempo de Guerra nos leva até a história real de um grupo de soldados que fica cercado por inimigos em uma casa, em meio aos conflitos no Iraque.
Na trama, conhecemos o rabugento escritor argentino Daniel Mantovani (Oscar Martínez), que ganhou recentemente o grande prêmio Nobel de Literatura. Certo dia, recebe um convite da prefeitura de sua cidade natal, Salas, na Argentina, para ser homenageado. Depois de muito pensar, acaba aceitando o convite e embarca em uma jornada alucinante onde colocará em prova tudo o que representa para os habitantes do local e alguns velhos conhecidos.
Na trama, conhecemos Cal (Owen Teague), um jovem estudante de engenharia civil que volta às pressas para o rancho da família, no Estado de Montana, para ajudar no momento crítico em que se encontra seu pai, à beira da passagem. Buscando resolver os problemas burocráticos, afetado pelas dívidas de seu progenitor, acaba reencontrando seu irmã Erin (Haley Lu Richardson) após sete anos. Os irmãos, que se mantiveram distantes durante todo esse tempo, precisarão encontrar novas formas de entender um ao outro, além de resolver um impactante trauma do passado.
Alma (Maren Eggert) é uma cientista e professora que, em fase final de uma pesquisa de anos, aceita ser cobaia de uma experiência inusitada: ficar por três semanas com um robô criado a partir do que seria seu homem ideal. Assim, entra em sua vida Tom (Dan Stevens), alguém que vai revirar suas formas de pensar sobre sentimentos. Na balança, os prós e contras nos guiam por questões mundanas – chegando até mesmo na questão sobre se o sofrer pode fazer falta.
Chegou de mansinho ao catálogo da Paramount Plus um documentário interessante que parte de uma relação entre um dos maiores rappers da história – ícone de uma geração dos anos 1990/2000 – e seu fandom, abrindo um leque de camadas originais e cheias de intensidade, que vão de encontro a momentos marcantes de sua carreira. Stans é muito mais que um olhar sobre o vínculo entre fã e artista: é uma imersão em sentimentos reais expressos em canções que atingiram em cheio corações pelo mundo – e que, logo, viraram arte.
Algumas mulheres de uma mesma família estão prestes a passar alguns dias juntas num hotel que pertence a elas. Entre as idas e vindas dos hóspedes, conflitos se estabelecem, tendo o passado como algo desafiador ao ser relembrado. O epicentro se coloca na relação entre Piedade e Salomé, mãe e filha. A primeira é cheia de angústias e medos. A segunda, acabou de perder o pai e tenta se reconectar com a mãe, com quem não nunca se deu bem.
O atorFinn Jones, intérprete de Danny Rand em ‘Punho de Ferro’, usou suas redes sociais para sugerir um possível retorno ao icônico papel da Marvel.
De acordo com o ComicBookMovie, o ator publicou recentemente um story no Instagram mostrando um dojô de taekwondo, com a silhueta de uma pessoa desferindo um chute alto.
Embora a imagem seja sutil, foi o suficiente para reacender a esperança dos fãs de ver mais do herói, e reviver as teorias de que Jones irá reprisar o personagem na segunda temporada de ‘Demolidor: Renascido’, o que poderia marcar o aguardado retorno dos Defensores.
Vale ressaltar que essa não é a primeira vez que publicações do ator geram especulações. Em maio, Jones publicou uma foto ao lado de Jessica Henwick, que interpretou Colleen Wing em ‘Punho de Ferro’ e ‘Os Defensores’, com a legenda enigmática “Reunião”.
Finn Jones tem expressado publicamente seu desejo de voltar ao papel de Danny Rand e “provar seu valor”.
Entrevista em 2024 (The Nerd Shepherd): O ator declarou: “Acho que estou em um momento profissional em que gostaria de continuar crescendo com esse personagem”.
Ele também manifestou o desejo de se reunir com Mike Colter (Luke Cage) em uma possível série de ‘Heróis de Aluguel’:“Eu adoraria ver a química entre mim e Mike novamente. Sempre foi fantástica. Se trouxessem eu e Mike de volta para fazer uma série de TV Heróis de Aluguel, acho que seria o caminho certo”.
Em 2025, Jones afirmou estar pronto para enfrentar as críticas: “Estou muito ciente das críticas ao personagem e ao meu papel. Minha resposta é: ‘Me deem uma chance, cara’. Estou aqui, estou pronto e quero provar que estão errados. Então, sim, eu adoraria ver isso acontecer”.
O cenário para o retorno de Finn Jones se torna mais plausível com a confirmação de que ‘Demolidor: Renascido’ canonizou todas as séries da Marvel lançadas pela Netflix no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU).
Além disso, já está confirmado que Krysten Ritter retornará como Jessica Jones na segunda temporada, o que fortalece as expectativas dos fãs para uma reunião completa dos Defensores.
Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).
Al Gough e Miles Millar, a aclamada dupla responsável pela série de sucesso da Netflix, ‘Wandinha’, tinham um interesse anterior em desenvolver uma série bem diferente, focada nas origens de outra grande personagem da cultura pop: a detetive de Agatha Christie, “Miss Marple”.
Conforme o TV Line, antes de se dedicarem a ‘Wandinha’, a dupla estava planejando uma pré-sequência que apresentava uma versão mais jovem de Miss Marple. Miles Millar revelou que um dos temas desse projeto acabou sendo incorporado em ‘Wandinha’.
“Tentamos por muito tempo emplacar uma jovem Miss Marple, e talvez isso nos tenha influenciado com o elemento romance policial [em ‘Wandinha’], mas é certamente algo que foi intrigante como uma personagem que você sempre vê”, explicou Millar.
“Há algo em mistérios e ‘quem é o culpado’ que é um ótimo quebra-cabeça para um escritor resolver. Então, acho que foi algo sobre o qual conversamos por um tempo, ver como ela evoluiu para aquela espécie de velhinha intrometida de Agatha Christie”, acrescentou.
A admissão de Millar de que ‘Wandinha’ apresenta alguns dos elementos de mistério que ele e Gough planejaram para a pré-sequência de ‘Miss Marple’ faz um sentido surpreendente ao comparar as personagens.
A Wandinha Addams deJenna Ortega é uma solitária com propensão a se meter em situações problemáticas. Além de ser uma musicista talentosa e aspirante a escritora, ela se destaca na esgrima. Sua habilidade de visão psíquica pode ser vista como o equivalente paranormal das habilidades de observação aguçada de um detetive talentoso, como Miss Marple.
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
O elenco também conta com Catherine Zeta-Jones, Luís Guzmán, Isaac Ordonez, Emma Myers, Hunter Doohan, Percy Hynes White e outros.
A produção alcançou o topo dos seriados mais assistidos do serviço de streaming, superando títulos populares como a quarta temporada de ‘The Witcher‘, a segunda temporada de ‘Ninguém Quer‘, o derivado ‘A Batalha dos 100: Ásia‘, ‘O Monstro de Florença‘ e ‘Boots‘.
Na trama, Profeta é um jovem que busca ascender no império do jogo do bicho no Rio de Janeiro. A série explora a violência, a corrupção e a luta pelo poder entre os líderes da contravenção, mostrando os bastidores e as alianças necessárias para sobreviver no mundo do crime.
A série é uma criação de Heitor Dhalia (‘DNA do Crime’), Bernardo Barcellos e Bruno Passeri. Dhalia também dirige a produção ao lado de Rafael Miranda Fejes e Matias Mariani.
Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.
De acordo com o Deadline, Angourie Rice (‘Meninas Malvadas’) será a protagonista do suspense ‘Loser‘, que está sendo produzido pelo Radio Silence (‘Pânico’ e ‘Abigail’).
O longa será baseado no premiado curta-metragem de Colleen McGuinness, que retornará como diretora e roteirista da adaptação.
“Alice (Rice), uma física brilhante, porém problemática, que tenta curar seu trauma usando viagem no tempo, mas acaba envolvida em um intrincado jogo de gato e rato de assassinatos e violência na cidade de Nova York.”
Matt Bettinelli-Olpin & Tyler Gillett servirão como produtores ao lado de Dan Lawler (‘Desconhecidos’) e Michael Sherman.
Cinco indivíduos foram formalmente indiciados pela morte deLeandro De Niro Rodriguez, neto do atorRobert De Niro, e de outros dois jovens, todos com 19 anos, vítimas de overdose de fentanil.
Segundo o Deadline, a ação foi anunciada conjuntamente pela DEA (Agência Antidrogas dos EUA), pela NYPD (Polícia de Nova York), pela Homeland Security e pelo Procurador dos EUA para o Distrito Sul de Nova York.
O indiciamento acusa Bruce Epperson, Eddie Barreto, Grant McIver, John Nicolas e Roy Nicolas de conspiração para distribuir fentanil e outras substâncias que resultaram nas mortes de De Niro-Rodriguez, de Akira Stein e de uma segunda vítima não identificada.
As acusações são graves, prevendo uma pena mínima obrigatória de 20 anos de prisão e máxima de prisão perpétua.
Segundo o Procurador dos EUA em Manhattan, Jay Clayton, os réus operavam uma rede de distribuição que vendia comprimidos adulterados para adolescentes e jovens adultos, “dependendo fortemente das redes sociais para atingir jovens usuários de drogas”.
O grupo é acusado de distribuir “misturas e substâncias contendo 400 gramas ou mais de fentanil”e outros análogos potentes.
Cronologia das Mortes
Os documentos judiciais indicam que os comprimidos distribuídos pelos réus causaram pelo menos três mortes em um período de três meses no verão de 2023.
30 de Maio de 2023 (Vítima 1 – Akira Stein): Morreu em seu apartamento em Manhattan após ingerir comprimidos adulterados com fentanil comprados de John Nicolas e Roy Nicolas. O inquérito revelou que Stein havia sofrido múltiplas overdoses não fatais nos seis meses anteriores.
13 de Junho de 2023 (Vítima 2): Faleceu em Midtown Manhattan após inalar um comprimido triturado contendo fentanil e um análogo mais potente, obtido por meio da rede de McIver.
2 de Julho de 2023 (Vítima 3 – Leandro De Niro Rodriguez): Morreu por overdose em um apartamento no centro de Manhattan após ingerir um comprimido com fentanil. O laudo do legista de Nova York confirmou que a morte foi causada pelos efeitos tóxicos de uma combinação de drogas que incluía fentanil, cetamina e cocaína. O comprimido havia sido comprado de um intermediário (CC-1), que o obteve de McIver, Epperson e Barreto.
Elenco: Amanda Seyfried, Jennifer Carpenter, Wes Bentley, Sebastian Stan, Daniel Sunjata, Katherine Moennig, Joel David Moore, Michael Paré, Emily Wickersham.
Direção: Heitor Dhalia
Gênero: Suspense
Duração: 94 min.
Distribuidora: Paris Filmes
Orçamento: US$ 10 milhões
Estreia: 13 de Abril de 2012
Sinopse: ’12 Horas’ acompanha Jill Parrish (Seyfried), uma jovem que volta para casa e descobre que sua irmã desapareceu. Ela começa a procurar a irmã, que já havia sido perseguida por um Serial Killer, e tenta fazer justiça com as próprias mãos.
Curiosidades:
» ’12 Horas’ marca a estreia do diretor Heitor Dhalia (‘À Deriva’) em Hollywood.
O longa está previsto para arrecadar US$ 7.6 milhões em seu terceiro final de semana, sofrendo uma queda de apenas -47% em comparação ao final de semana anterior.
Com a ajuda do Halloween, o filme da Blumhouse deve desbancar a estreia de ‘Bugonia‘ e de lançamentos mais recentes como ‘Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze‘ e ‘Se Não Fosse Você‘.
Vale lembrar que o terror já superou a marca dos US$ 80 milhões nas bilheterias mundiais – o que representa mais do que o dobro do valor de seu orçamento, que girou em torno de US$ 30 milhões.
Com 74% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a avaliação ficou levemente abaixo do longa original (B+).
Inspirada no caso real das freiras satânicas de Corella, de 1750, a trama será ambientada no sul da Espanha, onde uma seita de freiras profanas encontra o útero perfeito para o filho do diabo.
Ángel Manuel Chivite e Luis Galindo são responsáveis pela direção, a partir de um roteiro que eles assinaram ao lado de Jesús Córdoba Acarreta.
“Lúcia e Ana Maria, duas jovens postulantes recém-chegadas a um pequeno convento, se veem envolvidas em estranhos eventos que ocorrem no local. A Irmã Águeda, a Madre Superiora, famosa por realizar pequenos milagres, as acolhe em sua comunidade e as toma sob sua proteção.”
“Contudo, a freira é, na verdade, o epicentro de uma série de horrores que se abaterão sobre as jovens, numa tentativa de trazer a presença do mal à Terra. Após suportarem horrores, rituais e estupros, as jovens devem enfrentar bravamente o seu destino para sobreviver.”
Através do seu Instagram, Ryan Murphy confirmou que a popstar Ariana Grande (‘Wicked’) estrelará a 13ª temporada da série antológica ‘American Horror Story‘.
A produção marcará a reunião da dupla após sua colaboração em ‘Scream Queens‘.
A renomada atriz e roteiristaEmma Thompson, vencedora do Oscar por ‘Razão e Sensibilidade’ (1995) e conhecida por sucessos como ‘Cruella’ e ‘Nanny McPhee: A Babá Encantada’, manifestou-se recentemente contra o uso crescente da Inteligência Artificial (IA) em Hollywood e no processo criativo.
Segundo o Deadline, Thompson expressou “intensa irritação”com a tecnologia, detalhando sua aversão ao método digital:
“Eu escrevo à mão, em um caderno antigo, porque acredito que existe uma conexão entre o cérebro e a mão”, disse Thompson.
Sua frustração se estende às ferramentas digitais modernas. Ao digitar seus textos no Word, ela se depara com a IA sugerindo alterações, o que a tira do sério.
“Recentemente, o Word fica constantemente perguntando: ‘Quer que eu reescreva isso para você?’ E eu acabo dizendo: ‘Não preciso que você reescreva o que acabei de escrever, vai se f*! Só vá se f***!**’ Estou tão irritada”, acrescentou.
Thompson, que valoriza o toque humano na escrita, rejeitou a sugestão do apresentador de mostrar seu Oscar de roteiro ao computador, respondendo com ironia: “Não acho que ele se importaria”.
A atriz também relembrou uma experiência traumática com a tecnologia durante a escrita de seu roteiro premiado.
“Lembro que, quando estava terminando Razão e Sensibilidade no computador, voltei do banheiro e encontrei o roteiro inteiro transformado em hieróglifos… completamente perdido”, acrescentou.
Em pânico, ela procurou a ajuda de seu amigo, o ator Stephen Fry, que gastou oito horas na tentativa de recuperação. O resultado foi desastroso: o texto “saiu em uma frase enorme”, forçando Thompson a refazer todo o trabalho.
A atriz brincou que o computador tinha “escondido” o roteiro, “como se tivesse feito de propósito”.
Volume 1: 26 de novembro, às 22h Volume 2: 25 de dezembro, às 22h Episódio final: 31 de dezembro, às 22h
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
O ator Charlie Sheen relembrou recentemente o episódio em que foi substituído porTom Cruise no aclamado filme ‘Nascido em 4 de Julho’ (1989), dirigido porOliver Stone. Sheen classificou a ação do cineasta como uma “traição”.
Em relato à Variety, Sheen contou que estava em negociações avançadas comOliver Stone, com quem havia trabalhado em Platoon. A notícia de sua substituição chegou através de seu irmão,Emilio Estevez.
“O Emilio me liga e diz: ‘Ei, cara, você está sentado?’ E eu pensei que alguém tivesse morrido”, contou Sheen. “Eu disse: ‘Não, o que foi?’ E ele: ‘O Cruise vai fazer Nascido em 4 de Julho’. Eu achei engraçado ele achar que eu precisava estar sentado para ouvir isso, como se eu fosse desmaiar. Quero dizer, é só um filme”.
A notícia veio após Sheen ter participado de diversas reuniões com Stone, inclusive um jantar comRon Kovic, o veterano da Guerra do Vietnã cuja história é contada no longa.
“Depois disso, parei de ter notícias dele. A gente parou de conversar sobre o filme, e quando tentei entrar em contato, me disseram que ele estava em Cuba. Sei lá”, relembrou o ator.
Anos depois, Sheen conseguiu confrontar Stone em um bar.
“Eu estava bêbado o suficiente, e ele também, para finalmente falar sobre isso”, explicou. Stone alegou: “‘Senti que você não tinha paixão pelo projeto, parecia ter perdido o interesse’. E eu respondi: ‘Mas eu nem te vi mais! Como você sabe o quanto de paixão eu perdi, se nunca mais conversamos sobre o assunto?'”.
Hoje, Sheen afirma não guardar ressentimentos, pois “Você não pode perder algo que nunca teve. Eu não tinha contrato, foi só um aperto de mãos”.
O ator teceu elogios a Tom Cruise, que recebeu sua primeira indicação ao Oscar pelo papel.
“Não foi algo que me fez querer falar mal dele. Porque aí você vê o filme e pensa: ‘Ah, tá, entendi. Ele transformou aquilo em algo incrível'”, disse Sheen, concluindo que Cruise “devia ter ganhado o maldito Oscar”.
‘Nascido em 4 de Julho’ narra a trajetória real de Ron Kovic, que se tornou um proeminente ativista contra a guerra após ser paralisado em combate.
O filme foi um sucesso de bilheteria (arrecadando US$ 162 milhões globalmente), recebeu oito indicações ao Oscar e rendeu a Oliver Stone o prêmio de Melhor Diretor.
O ator Harrison Ford, estrela de franquias icônicas como ‘Indiana Jones’ e ‘Star Wars’, manifestou-se recentemente com duras críticas ao Presidente Donald Trump. Ford atacou a ignorância do líder norte-americano sobre as mudanças climáticas e sua política de desmonte das proteções ambientais.
“[Trump] não tem políticas, ele tem caprichos. Isso me apavora completamente”, declarou conforme à Variety. “A ignorância, a arrogância, as mentiras, a perfídia. [Trump] sabe o que está fazendo, mas é um instrumento do status quo e está ganhando dinheiro, de sobra, enquanto o mundo vai para o inferno. É inacreditável. Eu não conheço um criminoso maior na história”.
As falas de Ford vêm após Trump ter classificado a mudança climática na ONU, no mês anterior, como “a maior fraude já imposta ao mundo”, aconselhando nações a se livrarem dessa “farsa verde” para prosperar.
Segundo o The Guardian, o governo Trump se dedicou a “desmantelar as proteções ambientais e de ar limpo, suspendeu projetos de energia renovável, incentivou as companhias de petróleo e gás a ‘perfurar sem parar’ […] demitiu centenas de cientistas enquanto apagava seus trabalhos e até proibiu o uso dos termos ‘mudança climática’ e ‘emissões’ em documentos do governo”.
Ainda que alarmado, Ford demonstrou otimismo: “Ele [Trump] está perdendo força porque tudo o que diz é mentira. Eu tenho confiança de que podemos conter [as mudanças climáticas], ganhar tempo para mudar comportamentos, criar novas tecnologias e focar mais na implementação dessas políticas”.
O ator reforça a crença na capacidade humana: “Somos incrivelmente adaptáveis e inventivos. Quando focamos em um problema, conseguimos resolvê-lo na maioria das vezes”.
Para quem não sabe, o CinePOP tem suas raízes nos filmes de terror. A paixão pelo gênero mais assustador do cinema foi o que deu início ao site, para que os fãs pudessem se encontrar e debater seus filmes preferidos. Nesses mais de vinte anos, o CinePOP cresceu e apareceu, mas a paixão pelos filmes de terror não diminuiu. E como dentro de todos os gêneros possuímos também os subgêneros – nessa nova matéria iremos abordar um subgênero bastante popular do terror, cujo auge foram os anos 80: os filmes slasher.
O subgênero do slasher possui suas regras, que a franquia ‘Pânico’ retratou muito bem – e quase sempre traz um assassino mascarado perseguindo jovens. Com o passar das décadas e influência de alguns marcos (como o citado ‘Pânico’), o subgênero foi se moldando – acrescentando bastante humor autoconsciente por exemplo. Assim, decidimos aqui eleger os 14 melhores filmes de terror slasher dos últimos dez anos. Confira abaixo nosso ranking.
14 | A Babá (2017)
babysitter
A Netflix foi o primeiro streaming de sucesso e mudou para sempre o conceito de home vídeo, de assistirmos a filmes em casa. Devido à sua produção massificada, nem todos os seus filmes originais são obras-primas, mas uma coisa que a plataforma soube logo de cara foi investir em bons filmes de terror. Há sete anos, a empresa se unia ao diretor McG, de ‘As Panteras’, para um slasher criativo e único, no qual a babá não era a vítima do assassino, ela era a antagonista. De quebra ainda apresentou o talento da carismática Samara Weaving em seu primeiro papel de destaque como a personagem título.
Devido a uma briga pelos direitos autorais, a franquia do boneco Chucky se dividiu em duas. O realizador original Don Mancini continuou a linha cronológica do primeiro filme em quatro continuações para o cinema, duas para o mercado de vídeo e agora com uma série de TV. Mas o outro lado dessa peleja resolveu investir em um remake/reboot, contratando nomes interessantes para o elenco, como Aubrey Plaza, Brian Tyree Henry e Mark Hamill como a voz do novo Chucky – que dessa vez não era mais um serial killer aprisionado dentro de um boneco através de magia negra, e sim um brinquedo futurista dono de inteligência artificial (algo mais conectado com nossos tempos).
Como dito, a Netflix investe em bons filmes de terror e um de seus pontos altos no gênero ocorreu no ano de 2021, quando lançou a trilogia ‘Rua do Medo’, baseado nos livros mais sombrios e adultos do autor R.L. Stine (criador de ‘Goosebumps’), todos no mês de julho daquele ano. E em décima segunda posição resolvemos colocar toda a trilogia, já que tais filmes se completam e fazem parte de uma história maior. Mas se tivéssemos que escolher apenas um, ele seria o primeiro, ‘1994’, que mergulha totalmente na era ‘Pânico’ do terror slasher, em meados dos anos 90 e toda a cultura que cercava a época. O segundo retorna para meados dos anos 70, e o terceiro é o que menos se encaixa no subgênero slasher, já que volta para algo mais semelhante ao filme ‘A Bruxa’, para o ano de 1666.
Por falar em filmes de terror passados em décadas que o slasher viveu sua época de ouro, aqui temos uma produção que volta para os anos 80 e brinca bastante com a mitologia do período. De fato, ‘Terror nos Bastidores’ (ou ‘The Final Girls’) pode ser considerado um precursor deste tipo de filme, que resolve ser mais que apenas um filme slasher, e brincar muito com as conveniências de tal gênero, usando inclusive de artifícios da fantasia. Aqui, uma jovem perde sua mãe em um acidente de carro. A mulher era atriz e nos anos 80 havia estrelado um clássico do terror slasher, muito nos moldes de ‘Sexta-Feira 13’. No aniversário do lançamento da produção, a jovem órfã, levada pelos amigos, aceita prestar homenagem para sua mãe em um evento ligado ao filme. Porém, devido a um acidente, ela e seus amigos vão parar dentro do longa de forma sobrenatural.
Agora chegamos ao top 10 da lista, com um filme que segue de perto e pode ser considerado um grande herdeiro de ‘Terror nos Bastidores’. Esse tipo de filme tem se tornado um subgênero próprio: o dos filmes de terror cuja proposta é entreter e fazer dar risadas, tanto quanto assustar. Um lançamento da Amazon Prime Video, ‘Dezesseis Facadas’ acertou em cheio em sua proposta, com uma parceria com a Blumhouse. Na trama, Kiernan Shipka (a nova ‘Sabrina’ da série da Netflix) vive Jamie, uma jovem que termina voltando no tempo e encontra com sua mãe na mesma idade que ela, assim como em ‘De Volta para o Futuro’, nos anos 80. Mas sua verdadeira missão é impedir que um assassino mascarado realize um massacre.
Todos esses filmes dos três últimos itens da lista fariam uma bela sessão em conjunto, pois contam com o mesmo estilo, ou seja, misturar terror com muito humor – se tornando assim extremamente divertidos. Os últimos dois possuem o dedo da Blumhouse, e utilizam de algum elemento sobrenatural – que também é um artifício muito conhecido de outros gêneros, na hora de compor com criatividade sua narrativa. Em ‘Dezesseis Facadas’ foi a viagem no tempo para os anos 80, e em ‘A Morte te dá Parabéns’ é a repetição do mesmo dia em que a protagonista é assassinada, puxando de ‘Feitiço do Tempo’ (1993). Quem estrela e dá show é Jessica Rothe como a patricinha Tree, que precisa se redimir para sobreviver.
Também produzido pela Blumhouse, ‘Freaky’ possui o mesmo diretor de ‘A Morte te dá Parabéns’ (Christopher Landon), e utiliza outro artifício que era muito popular em filmes dos anos 80 e 90, a “troca de corpos” entre personagens. Aqui, a loirinha da vez (depois de Kiernan Shipka e Jessica Rothe) é Kathryn Newton. Ela vive Millie, uma adolescente tímida que tenta sobreviver a experiência do colegial e da turma mais popular da escola. Não bastasse isso, um assassino conhecido como Butcher está matando pessoas nas redondezas, mas antes que Millie se torne sua mais recente vítima, os dois trocam de corpos. Assim Millie fica presa no corpo do maníaco, e o psicopata se torna agora uma menina de 17 anos. O grandalhão Vince Vaughn interpreta o serial killer.
Agora voltamos para o terror em primeiro foco, deixando as gracinhas de lado. O que podemos dizer sobre a nova trilogia ‘Halloween’, arquitetada por David Gordon Green? Bem, podemos começar dizendo que foi um dos eventos cinematográficos mais divisores de uma grande propriedade de franquia. Tudo começou a sair dos trilhos com este segundo exemplar, mas aqui gostamos e defendemos esta continuação – que resolveu apostar bem mais na ação e aumentar as mortes, investindo no tipo de filme que era criado nos anos 80. Se formos analisar bem de perto, ‘Halloween Kills’ é o mais anos 80 da nova trilogia, um filme que não perde tempo e vai direto ao assunto. Fora isso, serve também como crítica de como uma multidão pode se comportar de forma idiota e cometer injustiça, tudo o que é preciso é um empurrão.
‘Pânico VI’ talvez seja o mais diferente e criativo da franquia, pelo menos no que diz respeito à ambientação. Isso porque é a primeira vez que a ação é levada para a cidade de Nova York, um dos locais mais caros para se filmar no mundo, criando até mesmo uma atmosfera de ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8’, mas no bom sentido, fazendo uso até mesmo de uma famosa cena no metrô (isso não poderia faltar). Muitas cenas são memoráveis, como a abertura (que parece que vai entrar o desfecho nos primeiros minutos) e a cena em que Ghostace ataca com uma arma de fogo (uma escopeta) em uma lojinha de conveniência. É verdade, o desfecho deixou a desejar, mas na maioria dos casos na franquia é assim, tirando raras exceções.
05 | X – A Marca da Morte (2022)
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Agora adentramos no top 5 dos melhores slashers da última década, com a chegada de um filme que é adorado por todos os fãs do gênero. Hoje em dia não é fácil emplacar um filme que caia no gosto do público de forma tão forte que se torne uma franquia, mas foi exatamente isso que o diretor Ti West criou com ‘X’. West não é estranho a bons filmes de terror, e quem quiser conhecer um pouco melhor a carreira do cineasta deve procurar o excelente e subestimado ‘Hotel da Morte’ (2011). Voltando para ‘X’, aqui temos uma vibe meio ‘Massacre da Serra Elétrica’, em uma narrativa passada nos anos 70, quando uma equipe de filmagem resolve fazer um filme pornô em uma fazenda alugada no meio do Texas. Os proprietários, um casal de idosos, dão verdadeiramente o que falar.
Outro especialista em terror, o cineasta Eli Roth é “parça” de Quentin Tarantino e já fazia filmes assustadores desde o início dos anos 2000. Aqui, ele resolve brincar com o gênero, ao mesmo tempo em que dá continuidade a uma ideia criada lá atrás, em meados dos anos 2000, no filme do amigo Tarantino em parceria com Robert Rodriguez. ‘Grindhouse’ homenageava cinemas antigos que exibiam sessões duplas de filmes de baixo orçamento, pertencentes a gêneros B, como terror e artes marciais. No intervalo dos média-metragens, trailers falsos eram exibidos. Um destes era de ‘Thanksgiving’, um terror focado no feriado de ação de graças. Tudo aqui ecoa anos 80.
Os dois primeiros capítulos da franquia ‘X’ foram gravados quase que de forma simultânea. Acontece que enquanto teve que parar a produção de ‘X’ por causa da pandemia, Ti West resolveu escrever, meio que de brincadeira, ao lado da atriz Mia Goth, uma história de origem para a idosa Pearl, antagonista do filme. O texto ficou tão rico, que a dupla sabia que precisaria filmar aquele roteiro. Dito e feito. Assim ‘Pearl’, passado nos anos 1910, foi lançado com um intervalo de meses de ‘X’, se tornando obras complementares e totalmente diferentes. ‘Pearl’ ainda recai no gênero slasher, apesar de ser uma obra muito mais profunda do que apenas a trama do assassino perseguindo a vítima. É um estudo psicológico, e justamente por isso se tornou um dos melhores exemplares do gênero.
Em matéria de divisor de opiniões da mais recente trilogia de ‘Halloween’, podemos dizer que o primeiro filme de David Gordon Green, de 2018, foi o que mais agradou gregos e troianos. Apesar de não ser um filme perfeito, foi um digno retorno ao que é um dos maiores vilões da história do cinema de horror (o maior para muitos): Michael Myers. Uma coisa podemos dizer sobre o assassino da máscara branca – foi graças a ele e ao primeiro ‘Halloween’, lá atrás de 1978, que o gênero slasher ganhou força e se tornou o que é. De muitas maneiras, Myers é o pai do gênero. E seu retorno 40 anos depois foi em grande estilo, com direito à musa da franquia Jamie Lee Curtis.
‘Pânico’ reinventou os filmes de terror slasher para a geração dos anos 90, após tais filmes terem perdido a força na segunda metade dos anos 80. O filme original de 1996 pode ser considerado o mais influente do gênero para os tempos de hoje, usado como molde de tudo o que é feito atualmente. Ou seja, um terror jovem e autoconsciente, repleto de referências e com o uso de muito humor. Se formos apontar apenas dois dos filmes mais importantes do gênero, certamente eles seriam ‘Halloween’ e ‘Pânico’, e seus mais recentes exemplares, é claro, que tinham que estar em nossa lista dos melhores dos últimos dez anos.
‘Halloween’ pode ser considerado o marco zero dos filmes slasher, e o grande responsável por criar o subgênero. Já ‘Pânico’ o reviveu e o manteve vivo até hoje, graças à fórmula que criou. Por anos o diretor Wes Craven sonhou em dar continuidade à franquia e tentou sem sucesso em 2011. Foi só depois de sua morte em 2015 que ‘Pânico’ faria novamente as pazes com o sucesso, e o início de uma nova franquia começava em 2022.
Qual é o seu filme de terror preferido? Todo fã do gênero certamente já ouviu essa pergunta antes. Ela inclusive se popularizou ao virar a marca registrada da franquia ‘Pânico’. Seja ela qual for, essa é a data para celebrá-lo. Reunir os amigos (já que o halloween esse ano caiu numa sexta-feira), aquela pessoa especial, ou até mesmo curtir sozinho, fazer uma pipoquinha, dar play e se divertir horrores.
Quando falamos em os melhores clássicos do terror, todos já vão naquelas apostas certas. Ou seja, ‘O Exorcista’, ‘Tubarão’, ‘O Iluminado’, ‘Alien’, ‘Halloween’, ‘Sexta-Feira 13’, ‘A Hora do Pesadelo’, etc. Aqui, no entanto, resolvemos apostar em filmes não tão óbvios. São aqueles clássicos cult esquecidos por muitos, mas que são ótimos, e precisam ganhar uma nova chance de serem descobertos. Assim, fazemos nosso trabalho indicando 10 destes clássicos do terror pouco lembrados atualmente. Confira.
Neste filme temos concretizado o medo real de grande parte da população. Esqueça monstros, fantasmas, seres de outros planetas ou qualquer maldição. Estamos falando de criaturas bem reais e que habitam nosso dia a dia: as aranhas. O título se refere justamente ao medo irracional que se tem delas. Produzido por ninguém menos que Steven Spielberg, o longa foi sensação em seu lançamento, mas ao longo das décadas terminou se tornando um filme perdido. Na trama, Jeff Daniels interpreta um médico se mudando com sua família para uma pequena cidade pacata americana, para ocupar a vaga na clínica local. Ele possui um medo absurdo de tais criaturas. Até aí tudo bem. Acontece que por lá aparece uma raça de aranhas incrivelmente mortais (não iremos dizer como para não dar spoiler). Esse é um filme que merece remake. Aliás, Hollywood já está tentando tirar do papel, mas ainda não encontrou uma maneira.
O que seria do dia das bruxas sem uma boa história de lobisomem. As criaturas peludas, assim como os vampiros, bruxas e mortos-vivos são sempre tema para a data. Aqui, temos uma das versões de maior prestígio envolvendo o monstro que só dá as caras na lua cheia. Isso porque estrelando temos nenhum outro senão Jack Nicholson. O vencedor do Oscar não é estranho a produções pop e de gênero, vale lembrar que em seu currículo temos ‘O Iluminado’ e ‘Batman’. Aqui, nessa obra muito classuda ele vive um editor de livros, que se encontra numa fase difícil profissionalmente dentro da empresa na qual sempre trabalhou. Tudo piora com a chegada de um jovem ambicioso no local, que se finge de pupilo somente para tentar tirar a sua vaga dentro da empresa. Mas como não existe nada ruim que não possa piorar, o protagonista ainda é mordido por um lobo e começa a se transformar em um lobisomem. No elenco, Michelle Pfeiffer, James Spader e Christopher Plummer.
Seguindo no terreno das criaturas monstruosas, agora temos uma obra que mistura elementos de ciência e ficção científica. Atrás das câmeras temos ninguém menos que o queridinho Guillermo del Toro, em seu primeiro filme americano em Hollywood. Para quem duvidava da veia para o terror do cineasta, esta é uma das respostas. Na trama, cientistas desenvolvem uma “super barata” a fim de frear uma epidemia de insetos, que tem adoecido e matado diversas crianças na cidade. Esse super inseto se torna um predador e erradica a contaminação. Porém, para isso os cientistas precisaram alterar seu DNA geneticamente. Alguns anos depois, essas criaturas encontram uma forma de evoluir ainda mais e agora conseguem imitar, de certa forma, os seres humanos. Esta é uma produção subestimada, mas que é garantida de tirar muitos sustos e arrepios do espectador. No elenco, uma Mira Sorvino na “crista da onda”, então saída de uma vitória no Oscar.
Lançado no mesmo ano de ‘Mutação’, este aqui tem produção da Paramount Pictures e direção de Peter Hyams (‘2010: O Ano que Faremos Contato’, ‘Timecop’ e ‘Fim dos Dias’). Na trama, também temos como protagonistas cientistas e estudiosos. Aqui, uma antropóloga que trabalha em um museu, papel de Penelope Ann Miller. Ao mesmo tempo em que um colega seu de trabalho desaparece quando fazia uma pesquisa de campo estudando uma tribo remota em um país da América do Sul, e um grande engradado misterioso chega ao museu, estranhos assassinatos começam a ocorrer no local. Tudo, é claro, está conectado. O fato desperta a investigação de um policial, papel do saudoso Tom Sizemore. Tudo está relacionado a uma criatura mitológica conhecida como Kothoga – que garante o medo do filme.
Já tivemos lobisomens, aranhas e todo o tipo de criatura monstruosa gigante. Agora, que tal curtir um terror alienígena – que continua na pegada de monstros gigantes e nojentos. Tudo moldado na forma de um terror adolescente. Na mesma época de ‘Pânico’ e ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’, surgia também este ‘Prova Final’, que pode ser melhor definido como uma mistura entre ‘Clube dos Cinco’ e ‘Invasores de Corpos’.
E essas foram realmente as inspirações do autor Kevin Williamson, que se junta com Robert Rodriguez para entregar uma ficção juvenil divertida e despretensiosa, banhada ao som de muito rock n roll dos anos 90. Aliás, temos inclusive os mesmos estereótipos dos estudantes do citado filme de John Hughes, ou seja, o rebelde, a patricinha, o esportista, o nerd e a anti-social, aqui adicionando ainda a menina do interior nova no colégio. Além dos alunos, temos também os professores como chamariz. No elenco recheado, destacam-se os nomes de Josh Hartnett, Elijah Wood, Jordana Brewster, Robert Patrick, Famke Janssen e Salma Hayek.
É quase impossível falar de halloween sem falar do diretor Tim Burton. Isso porque todos os seus filmes parecem ter sido feitos especialmente para a data, não importando o gênero. ‘Beetlejuice’ é um dos que mais se destaca (focando na comédia). Se o desejo for por ação, temos ‘Batman’ e ‘Batman – O Retorno’; drama, temos ‘Edward Mãos de Tesouro’, e um filme de teor um pouco mais sério, podemos selecionar ‘Ed Wood’. Tudo parece funcionar para a data. O que selecionamos, no entanto, é o filme que se encaixa mais puramente no gênero terror na filmografia deste grande realizador. Falamos de ‘A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça’, que transpira por todos os poros a data. Na trama clássica, Johnny Depp estrela como o investigador medroso Ichabod Crane, que é enviado à cidade de Sleepy Hollow para investigar decapitações muito macabras. Tudo é atribuído à lenda do cavaleiro sem cabeça, um ser mitológico que assombra o local.
No mesmo ano, os fãs puderam sentir medo ainda de outro tipo de criatura, o terror dos sete mares. ‘Tubarão’, de Steven Spielberg, é o filme definitivo sobre o peixão que é o rei dos mares. Mas de todos que vieram depois, o que merece a segunda posição deste ranking bem específico do gênero “filmes de tubarão”, é sem dúvida este ‘Do Fundo do Mar’, de Renny Harlin. Aqui também temos cientistas metendo os pés pelas mãos ao brincar de Deus com a melhor das intenções.
Assim como em ‘Mutação’, o objetivo destes homens e mulheres da ciência é erradicar uma doença e salvar a humanidade. No caso deste filme o terrível mal de Alzheimer. Acontece que nessa trama fictícia, uma substância encontrada no cérebro dos tubarões contém os princípios para ajudar na cura da doença. Só tem um problema, o cérebro destes peixes é muito pequeno, por serem muito primitivos. A solução: modificar geneticamente as criaturas, aumentando seu tamanho e assim fazendo crescer seu cérebro. Novo problema: com um cérebro grande, eles se tornam inteligentes e se voltam contra seus criadores. No elenco, Thomas Jane, Samuel L. Jackson, LL Cool J e Stellan Skarsgard.
O melhor filme de 2025 foi ‘Pecadores’ – e caso você não tenha assistido, faça esse favor a si mesmo. ‘Pecadores’ é um filme sobre dois irmãos que buscam abrir um bar de música e dança, e na segunda metade do filme são visitados por vampiros, torando tudo muito sangrento. Mas voltando 29 anos no passado, tivemos uma obra de premissa bem similar. ‘Um Drink no Inferno’, dirigido por Robert Rodriguez (olha ele aí outra vez) e escrito por Quentin Tarantino, falava sobre dois irmãos criminosos, precisando chegar até um bar de música e dança, onde encontrariam refúgio até o amanhecer. Porém, o lugar mostra-se nada seguro pois está repleto de vampiros, transformando tudo num pesadelo sangrento. George Clooney e Harvey Keitel estrelam. O filme é metade road movie criminal e metade terror de vampiros.
No mesmo ano de ‘Um Drink no Inferno’, estreava ainda mais um terror adolescente. Esse com doses sobrenaturais. As bruxas sempre foram figuras mitológicas que pertencem ao gênero do terror. A proposta deste longa foi trazê-las para a modernidade (ao menos da segunda metade dos anos 90), colocando-as na escola, como jovens estudantes, parte da cultura efervescente da geração MTV. Na trama, Sarah (papel de Robin Tunney) é a garota nova no colégio, tendo mudado para a cidade recentemente com seus pais. Na escola, ela descobre que um trio de amigas são consideradas bruxas pelos demais estudantes. Ela logo se torna amiga do trio, formando o quarto elemento de quem elas precisavam. Do quarteto, somente Neve Campbell segue na ativa, pronta para estrear ‘Pânico 7’ no ano que vem. O elenco principal é completo por Fairuza Balk e Rachel True.
Finalizando a matéria, temos um filme que está completando 30 anos de sua estreia em 2025. Você já ouviu falar da série ‘Contos da Cripta’? Os mais novos talvez fiquem totalmente perdidos. Mas o programa fez enorme sucesso nos anos 90 e início dos anos 2000. Baseado em quadrinhos alternativos de terror, o seriado era de antologia, ou seja, a cada episódio tínhamos um mini filme, com começo, meio e fim, retratando alguma história de terror sobrenatural ou uma trama de suspense.
O mais legal é que grandes nomes de Hollywood na época toparam participar dos episódios, como Demi Moore, Michael J. Fox, Arnold Schwarzenegger e Tom Hanks, por exemplo. Fora isso, os maiores diretores de cinema da época também dirigiam os episódios. A série tinha moral. Aproveitando esse tremendo hype, a Universal Pictures resolveu levar a ideia para o cinema, e assim foi criado ‘Os Demônios da Noite’, o primeiro filme de ‘Contos da Cripta’. Na trama, uma guerra milenar entre o bem e o mal termina sendo travada em um hotel de beira de estrada, onde personagens excêntricos frequentam.
Oscar Isaac interpreta Victor Frankenstein, enquanto Jacob Elordi dá vida ao seu monstro. O elenco ainda conta com Mia Goth e Christoph Waltz como Elizabeth e Dr. Pretorius, respectivamente.
“Na trama, o brilhante e egoísta cientista Victor Frankenstein dá vida a uma criatura em um experimento monstruoso que, no fim das contas, leva à ruína tanto do criador quanto de sua trágica criação.”
O filme, que teve um orçamento estimado em US$ 120 milhões.
Oscar Isaac interpretará Victor Frankenstein, enquanto Jacob Elordi dará vida ao seu monstro. O elenco ainda contará com Mia Goth e Christoph Waltz como Elizabeth e Dr. Pretorius, respectivamente.
“Este filme tem estado na minha mente desde que eu era criança. Tenho tentado dirigi-lo por mais de 20 anos. Algumas pessoas acham que eu sou um pouco obcecado com ‘Frankenstein’, e eles provavelmente estão certos. Com o passar das décadas, o personagem se fundiu com a minha mente que sua história é basicamente uma autobigrafia. Não há nada mais pessoal do que isso,” declarou o diretor.