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Matthew McConaughey relembra isolamento de 22 dias no Peru para escapar do peso da fama

O ator Matthew McConaughey revelou detalhes sobre um período crítico de sua trajetória, no qual decidiu se isolar no Peru por 22 dias. Vivendo como um completo anônimo e totalmente sem eletricidade, o astro tomou a medida drástica após se sentir sufocado pela repentina ascensão ao estrelato em Hollywood. Durante a experiência, ele adotou exclusivamente o nome “Mateo” como ferramenta para se desvincular de sua imagem pública.

De acordo com declarações publicadas pela Variety, McConaughey relembrou a necessidade de se reconectar com a própria realidade:

“Eu precisava colocar os pés no chão. Então eu simplesmente desliguei tudo. Boom. Fui para o Peru. Eu precisava me reencontrar, testar minha validação. Eu sabia que tinha isso dentro de mim, só precisava provar novamente. Mas comecei a questionar: agora que fiquei famoso, tenho toda essa associação com isso, aquilo e aquilo outro. E estou tentando descobrir o que é real e o que é besteira”, afirmou.

O ator relatou que os primeiros 12 dias da jornada foram “estranhos”, mas a segunda metade da viagem trouxe as respostas que ele buscava:

“Iá estava naquele lugar há tempo suficiente para pensar: ‘Eu poderia viver assim. Essa poderia ser minha existência.’ E assim que você pensa: ‘Eu consigo fazer isso’, percebe que pode voltar para casa”, acrescentou.

O desfecho do isolamento trouxe a validação pessoal de que o artista precisava para seguir em frente:

“Eu precisava conhecer pessoas que me conhecessem como Mateo. E, ao final dos 22 dias, as lágrimas nos olhos deles e nos meus, os abraços tristes e felizes de despedida, eram todos baseados no homem chamado Mateo, sem qualquer relação com a celebridade. Isso reafirmou minha própria identidade: ‘Ah, eu ainda tenho isso. Isso vem de mim'”, destacou.

Embora esse retiro andino tenha ocorrido nos primeiros anos de sua projeção na mídia, o incômodo com os rumos de sua carreira faria McConaughey tomar decisões severas novamente no futuro. Anos mais tarde, ele optou por se afastar de Los Angeles e se mudar com a família para o Texas, frustrado por se ver limitado pelo mercado a papéis em comédias românticas após o sucesso comercial de títulos como O Casamento dos Meus Sonhos e Como Perder um Homem em 10 Dias’.

Matthew McConaughey, astro de Interestelar, acredita que Oscar pode criar categorias voltadas à IA no futuro

Em entrevista concedida à revista Interview, o vencedor do Oscar porClube de Compras Dallas admitiu que romper com a indústria no auge foi uma escolha “assustadora”, a ponto de fazê-lo cogitar planos de transição profissional.

“Pensei: vou dar aulas no ensino médio. Talvez estudar para ser maestro. Talvez trabalhar como guia de vida selvagem”, afirmou na época.

O ponto de virada definitivo na percepção dos grandes estúdios sobre o seu posicionamento artístico ocorreu quando ele rejeitou uma proposta milionária para retornar ao gênero que o consagrou:

“Isso provavelmente foi visto como a atitude mais rebelde que tomei em Hollywood, porque realmente passou a mensagem: ‘Ele não está blefando'”, concluiu.

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Crítica | ‘Off Campus: Amores Improváveis’ – Nova série do Prime Video passa de ano com folga

Depois de muita espera e de deixar os fãs com a ansiedade lá no alto, enfim chegou a adaptação audiovisual do sucesso literário Off Campus, sequência de livros escrito pela canadense Elle Kennedy que conquistou o universo juvenil – e também adulto. Intitulada Off Campus: Amores Improváveis, essa primeira temporada, já com todos os episódios disponíveis no Prime Video, é baseada no primeiro livro, O Acordo, lançado 10 anos atrás no Brasil.

Se você leu os livros ou não, isso acaba não importando muito. A versão seriada, que chegou neste meio de maio ao poderoso streaming da Amazon, busca ambientar também os não leitores a esse universo que vem ganhando mais fãs pelo mundo, ano após ano.

Quem já sabe de cor as falar, conhece profundamente os personagens e guarda na memória as passagens importantes pode acabar se surpreendendo ao assistir a série, já que sabemos, em questões de adaptações, sempre existe uma modificação ou outra.

Young woman sits cross-legged on a cushioned bench, strumming an acoustic guitar with an open notebook nearby.

Trazendo os conflitos ligados aos mais diversos temas que podem envolver a juventude ainda imatura em lidar com os sentimentos, chegamos até histórias que se entrelaçam dentro de um grupo de amigos que estudam na mesma universidade, Briar.

Two young people on a bus smiling at each other and enjoying a conversation.

Nessa primeira jornada, o projeto foca seu olhar em Hannah (Ella Bright) e Garrett (Belmont Cameli). Ela é uma talentosa estudante de música; ele, o grande astro do time de hóquei. Dessa relação, que se inicia com uma situação inusitada – os dois fingem ser namorados para que Hannah tente fisgar o coração do músico Justin (Josh Heuston) – nasce um amor profundo, marcado por situações também ligadas a traumas do passado.

A couple kissing in a cozy indoor setting, with one hand gently cupping the other’s chin as they lean in. behind them are striped blinds and festive decorations.

Ao longo de oito episódios, com cerca de 50 minutos de duração, vamos percorrendo subtramas bem encaixadas, que aproximam os outros personagens da história central. Com destaque para uma outra relação, de Allie (Mika Abdalla) e Dean (Stephen Kalyn), que roubam a cena em muitos momentos, e a gangorra de amizade entre Garret e seu melhor amigo, Logan (Antonio Cipriano), vamos sendo envolvidos por histórias de uma juventude norte-americana, bastante abordada em outras obras, mas que aqui ganha acesso a camadas profundas, tendo a força em cena de carismáticos personagens.

Couple with the man’s arm around the woman, smiling at each other at an outdoor evening gathering with string lights in the background.

Se você está achando que tudo é superficial nessa trama, não se engane. Assuntos pesados contornam as linhas do roteiro: como assédio, a violência contra a mulher, maus-tratos no ambiente familiar, entre outras questões sociais. Algo que também chama a atenção é a forma como a sexualidade é abordada: de maneira leve sem deixar de ser intensa. Ao invés de sugerir, investe em uma abordagem caliente, que com certeza fez subir a classificação indicativa da obra.

Alguns episódios são bem interessantes, como o próprio piloto – fator fundamental para convencer o público a maratonar, principalmente quem nunca ouviu falar dos livros. Outros, porém, deixam um pouco a desejar, se tornando até certo ponto redundantes ou servindo de escada para uma resolução futura de certas situações.

Em resumo, Off Campus: Amores Improváveis passa de ano sem muitas dificuldades. Mesmo com uma questão ou outra que merece observação mais técnica quando pensamos em narrativa, convence – e isso é o que importa. A questão agora é saber como vão se desenrolar as adaptações dos outros livros e de que forma esse universo vai conseguir se manter vivo das páginas para as telas.

 

James Franco integra elenco de ‘John Rambo’, prelúdio focado na juventude do herói

O universo de uma das maiores franquias de ação do cinema continua a se expandir. O ator James Franco (‘127 Horas’ / ‘Homem-Aranha’) foi confirmado no elenco de John Rambo, aguardado prelúdio que explorará o passado do icônico personagem imortalizado por Sylvester Stallone.

De acordo com informações publicadas pela Variety, Franco terá uma participação menor no longa-metragem, juntando-se aos previamente anunciados Noah Centineo, que assumirá o papel do jovem Rambo, e David Harbour, escalado para viver o icônico oficial comandante do protagonista.

A produção da Millennium Media (Os Mercenários) já encerrou oficialmente suas filmagens na Tailândia.

Sob o protagonismo de Noah Centineo, o novo filme servirá como uma história de origem definitiva. A trama acompanhará um John Rambo ainda jovem durante os horrores da Guerra do Vietnã, enfrentando os combates brutais na selva e os severos traumas psicológicos que moldariam a personalidade solitária e reclusa vista pelo público no clássico ‘Rambo: Programado para Matar’ (1982).

Outros nomes confirmados: Yao, Jason Tobin, Quincy Isaiah, Jefferson White e Tayme Thapthimthong.

A condução do longa promete entregar a violência visceral e o ritmo implacável que a marca exige. A direção de John Rambo fica a cargo do cineasta finlandês Jalmari Helander, que ganhou aclamação internacional recentemente pelo explosivo filme de ação histórico Sisu: Uma História de Determinação’.

O roteiro é assinado pela dupla Rory Haines e Sohrab Noshirvani (‘Adão Negro’).

Vale lembrar que a franquia ‘Rambo‘ já acumula cinco filmes e uma bilheteria mundial superior a US$ 800 milhões mundialmente. O capítulo mais recente, ‘Rambo: Até o Fim‘ (2019), arrecadou US$ 92 milhões nas bilheterias globais.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

James Cameron revela status de ‘Avatar 4’ e ‘Avatar 5’: “No horizonte”

O futuro da franquia bilionária Avatar caminha para uma fase de reestruturação técnica. O cineasta James Cameron comentou recentemente sobre os planos para o desenvolvimento deAvatar 4’ eAvatar 5’, sinalizando que os próximos capítulos passarão por uma severa revisão orçamental.

A estratégia surge logo após o desempenho comercial deAvatar: Fogo e Cinzas’ ter ficado abaixo das projeções da indústria.

De acordo com o ComicBookMovie, Cameron revelou que o foco atual da produção está na busca por maior eficiência financeira:

“Você sabe, vou fazer algumas roteirizações. Tenho vários projetos que estou desenvolvendo. ‘Avatar 4’ e ‘5’ ainda estão no horizonte. Vamos analisar algumas novas tecnologias para tentar fazê-los de maneira mais eficiente. Porque eles são absurdamente caros e levam muito tempo”, afirmou.

Alinhado com as novas diretrizes da Disney para a marca, o diretor estabeleceu uma meta ousada para os bastidores das sequências:

“Quero fazê-los na metade do tempo por dois terços do custo. Essa é minha meta. E isso vai levar cerca de um ano para descobrirmos como fazer”, acrescentou.

Embora tenha arrecadado sólidos US$ 1,4 bilhão mundialmente, Avatar: Fogo e Cinzas’ quebrou a sequência histórica de recordes estabelecida pelo primeiro filme (US$ 2,9 bilhões) e porAvatar: O Caminho da Água’ (US$ 2,3 bilhões). Considerando que o terceiro capítulo custou expressivos US$ 350 milhões em produção e mais US$ 150 milhões em campanhas de marketing, o resultado foi encarado com cautela pelos executivos.

‘Avatar: Fogo e Cinzas’: James Cameron revela como foi gravado o polêmico beijo entre Kiri e Spider

Avatar: Fogo e Cinzas’, o terceiro capítulo da popular franquia sci-fi de James Cameron, finalmente ganhou data de estreia no streaming.

O longa-metragem vencedor do Oscar chegará ao catálogo do Disney+ no dia 24 de junho.

Veja o anúncio:

Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia

Com 68% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota A do público no CinemaScore. Esta é a mesma média de aprovação dos filmes anteriores, o que indica que, ao contrário dos críticos, os espectadores ainda não se cansaram do fantástico universo de Pandora.

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.

‘The Boys’: Novo cartaz antecipa batalha ÉPICA no episódio final da série; Confira!

O Prime Video divulgou um novo cartaz oficial de ‘The Boys’ em preparação para o aguardado lançamento do último episódio da 5ª temporada. A imagem promocional da aclamada sátira política foca no Capitão Pátria (Homelander) liderando seu exército de supersenhorificados enquanto sobrevoam a Casa Branca, sugerindo o estopim de um confronto histórico.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A arte empolgou os fãs da franquia por remeter diretamente aos momentos decisivos das histórias em quadrinhos originais criadas por Garth Ennis e Darick Robertson. Na obra de origem, o arco final traz o Capitão Pátria invadindo a sede do governo americano para um confronto brutal contra as forças armadas e seus opositores. No entanto, diante dos rumos tomados pela narrativa na série de TV, um desfecho estritamente fiel aos quadrinhos parece cada vez mais distante da realidade adaptada por Eric Kripke.

O anúncio do encerramento acontece em meio a um clima de divisão entre o público. A quinta e última temporada vem sendo alvo de duras críticas por parte dos espectadores, que apontam um ritmo excessivamente lento e o uso de subtramas consideradas fillers (conteúdos que não movem a história principal).

Essa desaceleração gerou preocupação na comunidade de fãs, que agora questionam como o roteiro conseguirá amarrar a enorme quantidade de pontas soltas e arcos em aberto em apenas um episódio. O capítulo final, que promete definir o destino da guerra entre o grupo de Billy Butcher e o império da Vought, chega ao catálogo do streaming nos próximos dias.

Com o series finale agendado para a próxima semana, o showrunner Eric Kripke enfrenta o desafio de encerrar a jornada dos protagonistas e integrar de forma coesa o elenco deGen V, após o cancelamento do derivado. Em resposta às críticas sobre o ritmo mais lento, Kripke defendeu sua visão criativa:

“Nada do que acontece nos episódios finais importa se você não desenvolver os personagens”, comentou o produtor. “Tenho visto muita insatisfação online, para dizer o mínimo. E eu penso: ‘O que vocês esperam? Uma gigantesca cena de batalha em todos os episódios?’”

Kripke foi enfático ao citar limitações logísticas e narrativas: “Primeiro: eu não tenho orçamento para isso. Segundo: seria algo vazio e sem graça, apenas figuras se movendo sem qualquer importância dramática”.

O produtor também admitiu a ansiedade que envolve o encerramento de um fenômeno cultural. Para ele, o último episódio é o que define o lugar de uma série na história: “O que mais me deixa ansioso sobre a temporada final é realmente conseguir pousar o avião. É muito difícil fazer um final. Os fãs vão julgar retroativamente toda a série com base no que acharem do encerramento. Se errarmos, certamente dirão: ‘Talvez essa série nunca tenha sido tão boa quanto pensávamos.’ É quase como tentar garantir o legado da obra através do final”.

‘The Boys’ está disponível do Disney+.

‘The Boys’: 5ª temporada conquista 97% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Neste capítulo final, o cenário global é de instabilidade total sob o domínio egocêntrico do Capitão Pátria. Enquanto o grupo formado por Hughie, Leitinho e Frenchie enfrenta situações de risco extremo, Annie tenta organizar uma resistência contra o avanço dos Supers. O mistério sobre o paradeiro de Kimiko continua, ao passo que o retorno de Billy Bruto, agora armado com um vírus capaz de exterminar todos os Supers, promete levar a série a um desfecho de consequências irreversíveis.

O elenco principal retorna com nomes como Antony Starr, Karl Urban, Erin Moriarty e Jessie T. Usher, consolidando o encerramento da aclamada sátira do Prime Video.

Tony Leung revela que Marvel rejeitou suas ideias para cenas de ação em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’

O aclamado ator Tony Leung, que deu vida ao implacável vilão Wenwu (o verdadeiro Mandarim) em Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, revelou bastidores complexos sobre sua experiência no Universo Cinematográfico Marvel (MCU). O astro expressou sua frustração ao ter ideias conceituais para o personagem rejeitadas pelo diretor Destin Daniel Cretton, destacando o tom rígido das grandes produções de Hollywood.

De acordo com declarações publicadas pelo portal ComicBookMovie, Leung explicou que a escala do projeto limitava o espaço para a liberdade artística no set:

“A produção era muito maior do que tudo o que eu já tinha experimentado antes, e as pessoas eram muito profissionais. Precisávamos terminar tudo no horário todos os dias. É muito eficiente, mas você não pode improvisar. Não pode mudar nem uma palavra”, afirmou.

A principal divergência criativa entre o ator e o cineasta envolveu a concepção das habilidades de combate do personagem, uma entidade milenar dentro da mitologia da Marvel. Leung propôs uma abordagem mais realista e evolutiva para as coreografias, mas esbarrou no direcionamento tradicional do estúdio:

“No começo, eu discuti com o diretor: ‘Se esse cara vem de mil anos atrás, o jeito dele lutar deveria ser uma combinação de todas as artes marciais, como o MMA hoje em dia, porque ele viveu durante todo esse tempo.’ E o diretor disse não. Eu perguntei: ‘Por quê? Por que apenas um kung fu típico dos anos 70?’ E ele respondeu: ‘Isso é Marvel.’ Então eu disse: ‘Ok’, e não discuti mais”, acrescentou.

Apesar das restrições físicas nas cenas de ação, o ator encontrou espaço para explorar as camadas psicológicas do antagonista. Ao ser questionado sobre o aspecto trágico e essencialmente “romântico” que os fãs enxergaram em Wenwu, Leung relembrou um diálogo marcante com Cretton que definiu a dinâmica familiar no longa:

“Lembro que um dia o diretor me perguntou de repente, enquanto eu passava por ele: ‘Você ama seus filhos?’ Eu respondi: ‘Sim, mas não sei como’. Então essa é a relação entre mim e meus filhos no filme. Porque eu estava imerso na morte da minha esposa”, destacou.

O astro concluiu analisando a motivação central que guiou sua performance e que humanizou o personagem perante o público: “Eu não me importava com mais nada. Talvez seja isso que traz o lado romântico do personagem. Ele está sempre vivendo no passado”.

‘Vingadores’: Shang-Chi teria papal central em ‘A Dinastia Kang’, revela rumor

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, está disponível no Disney Plus.

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Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis

Shang-Chi é o filho do líder de uma organização criminosa poderosa. O rapaz foi criado desde criança para ser um guerreiro, mas decidiu abandonar esse caminho e fugiu para viver uma vida pacífica. Porém, tudo isso muda quando ele é atacado por um grupo de assassinos e se vê forçado a enfrentar seu passado.

Simu Liu, Awkwafina, Meng’er Zhang, Fala Chen, Florian Munteanu, Benedict Wong e Michelle Yeoh estrelam.

10 pequenos grandes filmes que merecem ser descobertos

Reza a lenda que nos pequenos frascos estão os melhores perfumes. E, quando pensamos em cinema, essa frase se mostra verdadeira: em poucos minutos, são o suficiente para alguns filmes conquistarem nossas reflexões e, em alguns casos, jogar sentimentos na tela que logo viram lições. Se você está procurando algo para assistir pelos streamings, dê uma chance a esses pequenos grandes filmes que merecem ser descobertos:

 

Arame Farpado (Globoplay – Canal Brasil)

Uma família leva uma vida simples no interior de São Paulo, batalhando diariamente pelo sustento. Tudo muda quando os dois filhos mais novos provocam um acidente em uma área isolada, obrigando a irmã mais velha a conduzir a vítima até a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) mais próxima. Já à noite, ao chegar ao local, através de um silêncio ensurdecedor em muitos momentos, começam a revelar, pouco a pouco, os conflitos internos que marcam essa família.

 

A Última Loja de Consertos (Disney Plus)

Esse sensacional e emocionante documentário nos leva até a história de artesões que fazem parte de um grupo que conserta instrumentos musicais danificados de forma gratuita e devolvem aos seus donos.

 

Amarela (Globoplay)

No dia 12 de julho de 1998, a equipe masculina de Futebol Brasileira enfrentou a França na final da Copa do Mundo. Para Erika, uma adolescente nipo-brasileira, esse dia se torna marcante ao despertar conflitos emocionais profundos.

 

A Única Mulher na Orquestra (Netflix)

Nesse belíssimo curta-documental acompanha a história da contrabaixista Orin O’Brien, uma experiente musicista que foi primeira mulher da Filarmônica de Nova York.

 

Se Algo Acontecer…Te Amo (Netflix)

Se Algo Acontecer…Te Amo, curta-metragem disponível na Netflix (que legal ter curtas pelos streamings!), busca transformar pequenos minutos em grandiosos momentos contando o recorte de uma família, suas desilusões e algum caminho para a esperança.

 

Ro & the Stardust (Netflix)

No ano de 2040, em um planeta chamado Ecnue, habitado por humanos, Aurora ajuda sua avó a realizar seu sonho: construir um foguete.

 

Quartos Vazios (Netflix)

Trazendo outros olhares para a dor imensurável das tragédias em escolas que atingiram famílias em todo os Estados Unidos, o curta-metragem documental Quartos Vazios é um belíssimo e comovente filme, construído em meio a uma importante reportagem. Dirigido por Joshua Seftel, o projeto indicado ao Oscar 2026 parte do concreto de um registro: dos desabafos de um experiente profissional da comunicação, da emoção dos pais e de imagens que falam por si só.

Crítica | ‘Quartos Vazios’ – Indicado ao Oscar traduz dor imensurável

 

Os Cantores (Netflix)

Inspirado em um conto do século XIX do romancista e poeta russo Ivan Turgeniev, nesse curta-metragem acompanhamos parte de uma noite em um bar isolado, próximo a uma linha de trem, durante uma forte nevasca. Ali dentro, homens despejam suas mágoas com o presente e o sofrimento de memórias doloridas. Entre uma cerveja e outra, um deles lança um desafio inusitado: descobrir qual deles canta melhor. Revelações não faltam nos acontecimentos que se seguem.

Crítica | ‘Os Cantores’ – O impactante curta indicado ao Oscar 2026 que dilacera a solidão

 

O Diabo não tem Descanso (HBO MAX)

Este potente documentário acompanha um dia na vida da chefe de segurança de uma clínica de aborto, que enfrenta diariamente decisões dolorosas e a pressão de manifestantes incansáveis.

 

Dois Estranhos (Netflix)

Na trama, conhecemos um jovem trabalhador chamado Carter (Joey Bada$$), em um dia de grande alegria por ter conhecido um provável futuro amor, Perri (Zaria). Ele está voltando para casa e, ainda na calçada, em frente ao prédio onde estava, é abordado de maneira abrupta e desleal pelo policial branco, Merk (Andrew Howard). Em fração de segundos, sua vida corre sérios riscos. Acontece que um loop infinito é ativado (volta sempre ao mesmo dia e momento da tragédia) e agora o protagonista precisa encontrar alguma maneira de ter um final diferente para essa história. Mas será que existe?

 

‘The Outsider’: Wagner Moura produzirá e fará participação em cinebiografia da ativista suíço-brasileira Claudia Andujar

A impactante trajetória da fotógrafa e ativista suíço-brasileira Claudia Andujar será o tema central deThe Outsider (A Estrangeira). O longa-metragem nacional marcará a estreia da cineasta Sandra Delgado na direção de projetos de ficção em longa-metragem. A produção ganha ainda mais relevância nos bastidores com o envolvimento de Wagner Moura, que além de assinar a produção executiva do filme, fará uma participação especial no elenco.

De acordo com a Variety, The Outsider acompanhará a jornada de Andujar desde sua sobrevivência ao Holocausto até seu trabalho histórico na fotografia e no ativismo, utilizando sua arte como uma ferramenta de luta pelos direitos humanos e pela sustentabilidade.

Grande parte de sua obra foi dedicada às populações vulneráveis no Brasil, sendo fundamental para impulsionar a demarcação de terras indígenas e viabilizar campanhas de vacinação na região amazônica. Atualmente, suas imagens integram os acervos permanentes do Museum of Modern Art (MoMA), em Nova York, e da Tate, no Reino Unido, além de contar com uma galeria inteiramente dedicada à sua produção no Instituto Inhotim.

A diretora Sandra Delgado, reconhecida por projetos como Maria: A Lenda Fora da Lei, também tem formação em fotografia e dedica mais de duas décadas ao estudo minucioso da obra de Andujar. Para garantir o rigor histórico de sua estreia na ficção, a cineasta desenvolve o roteiro ao lado de dois consultores fundamentais:

  • Carlo Zacquini: Missionário italiano e amigo próximo de Andujar, que colaborou diretamente com ela em campanhas contra a violência sofrida pelo povo Yanomami;
  • Ana Maria Machado: Renomada antropóloga brasileira, cuja pesquisa foi essencial para conectar a cultura e a língua Yanomami ao projeto cinematográfico.

Falando sobre sua inspiração para o projeto, Delgado afirmou que o principal motor foi o “afeto” por Andujar e “uma profunda admiração por sua obra”.

A diretora complementou suas intenções com o longa: “Minha esperança é que este filme apresente ao público a trajetória de vida, arte e ativismo de Claudia Andujar, ao mesmo tempo em que oferece um olhar crítico sobre as consequências devastadoras do desenvolvimento predatório no Brasil”.

A diretora criativa da Maria Farinha Filmes, Estela Renner, endossou o entusiasmo com o projeto, afirmando que a equipe ficou impressionada com a forma como “as palavras de Sandra Delgado ecoam a qualidade transcendente da fotografia de Claudia”.

Comentando sobre o roteiro do novo longa, Wagner Moura afirmou que o texto foi “construído com raro cuidado, resultado de décadas de pesquisa sobre a trajetória de Claudia Andujar e sobre como sua arte contribuiu para a demarcação de terras indígenas”.

O ator e produtor celebrou o caráter social da obra: “O cinema que une uma figura poderosa a uma luta urgente é o tipo de cinema que mais me emociona. Essa é uma história urgente e infelizmente ainda muito atual. É um filme que mal posso esperar para assistir”.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Universal divulga performance icônica de Lady Gaga; Confira!

Atualmente em exibição nos cinemas, ‘O Diabo Veste Prada 2’, a aguardada sequência do clássico da cultura pop estrelado por Meryl Streep e Anne Hathaway, continua a dominar as conversas nas redes sociais. Um dos momentos de maior destaque do longa-metragem é a participação especial de Lady Gaga, e a Universal Pictures aproveitou o frisson para divulgar oficialmente a cena icônica da cantora na produção.

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A veterana Meryl Streep, que retorna ao papel da lendária e implacável Miranda Priestly, revelou recentemente que foi a responsável direta por trazer Gaga para o projeto. Além de atuar em uma cena marcante, a cantora contribuiu ativamente para a identidade musical do filme.

Em entrevista ao portal Deadline, Streep detalhou como surgiu a ideia: “Deu muito certo. Estava no roteiro que haveria uma estrela pop cantando ao vivo em uma passarela em Milão. Teríamos um grande desfile lá. Eu pensei: por que não chamar a Gaga? Ela é incrível, ama moda e… eu tinha o número dela”.

A atriz vencedora do Oscar relembrou com carinho o telefonema descontraído que selou a parceria entre as duas artistas: “Eu liguei para ela. Amo essa garota, amo muito. Ela é super disposta. Ela simplesmente disse: ‘Sim’. Eu falei: ‘Mas eu nem te disse o que vou pedir’. E ela respondeu: ‘Qualquer coisa. O que você quiser?'”.

Streep não poupou elogios ao comprometimento e à versatilidade de Gaga, destacando que sua presença elevou o nível da produção: “Foi uma grande conquista para nós. Ficamos muito, muito empolgados, porque ela é espetacular. Ela escreveu três músicas para o filme. É uma ótima atriz, talvez até boa demais na cena que fiz com ela”.

‘O Diabo Veste Prada 2’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

O Diabo Veste Prada 2

A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

Anne HathawayMeryl StreepEmily BluntStanley Tucci retornam.

Com direção de David Frankel, o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Ator explica ausência na sequência e revela desejo de estrelar possível spin-off

‘Transa’: Clássico álbum de Caetano Veloso gravado durante o exílio ganhará documentário

Uma das maiores obras-primas da música popular brasileira está prestes a ter seus bastidores revelados nas telas. O icônico álbum Transa, lançado por Caetano Veloso em 1972, será o tema central de um novo longa-metragem documental.

De acordo com informações publicadas pela Rolling Stone Brasil, o projeto será produzido por Paula Lavigne, empresária e esposa do músico baiano, e contará com a direção do renomado cineasta Renato Terra, amplamente conhecido por seu trabalho em documentários musicais aclamados, comoUma Noite em 67 e Narciso em Férias.

A produção adotará uma estrutura narrativa singular: utilizará as sete faixas que compõem o disco original como fio condutor para explorar a fundo a concepção do projeto. O documentário pretende registrar e analisar cronologicamente desde a dolorosa experiência do exílio político enfrentada por Caetano em Londres até o processo técnico de criação e o subsequente impacto do lançamento do disco no Brasil.

Para compreender a relevância de Transa, o filme resgatará o contexto histórico de sua criação. Gravado durante o período em que Caetano Veloso foi forçado a viver na capital britânica devido à ditadura militar no Brasil, o álbum tornou-se um reflexo direto dos sentimentos de saudade, isolamento e deslocamento geográfico do artista.

Musicalmente, a obra marcou época ao fundir a essência da MPB e do samba de roda com as vanguardas do rock e do ecossistema musical britânico do início dos anos 1970. Essa dualidade cultural manifestou-se inclusive na composição das letras, escritas de forma fluida tanto em português quanto em inglês.

Até hoje celebrado por críticos e novas gerações de músicos como um dos discos mais influentes da história da música ocidental, Transa imortalizou composições que se tornaram hinos do repertório de Caetano, incluindo as bilíngues “You Don’t Know Me”, “Nine Out of Ten”, “It’s a Long Way” e a monumental releitura de Gregório de Mattos em “Triste Bahia”.

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‘Hit Para Dois’: Filme com Paul Rudd e Nick Jonas conquista 87% no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Hit Para Dois (Power Ballad), comédia musical estrelada por Paul Rudd (‘Anaconda’) e Nick Jonas (‘Jumanji: Bem-vindo à Selva’), conquistou 87% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 31 avaliações.

No geral, os críticos elogiaram o longa, destacando seu clima divertido e aconchegante, funcionando como um verdadeiro “filme conforto”, apesar do roteiro simples e de alguns momentos mais clichês.

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“Apesar das falhas cômicas de ‘Hit para Dois’, o filme tem potencial para funcionar como uma ótima opção leve para um encontro ou até mesmo como um “filme conforto” para artistas que desejam se sentir valorizados em um cenário criativo cada vez mais saturado”, disse Glenn Garner do Deadline.

“Seu coração sincero brilha no roteiro, nas atuações e na música de uma forma impossível de não amar”, disse Sean Boelman do FandomWire.

“Como os maiores hits do pop, é um pouco familiar, um pouco inesperado e completamente, e empolgantemente, satisfatório”, disse Angie Han do The Hollywood Reporter.

“O que faz de ‘Hit para Dois’ um filme incrível é o quanto acreditamos nessa história. Paul Rudd transforma Rick em uma presença totalmente convincente, um músico talentoso com aquele estilo clássico de rockeiro veterano”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“‘Hit para Dois’ dá continuidade à longa sequência de sucessos de Carney com mais uma produção encantadora. Claro, fica mais fácil conquistar o público quando você tem Paul Rudd como protagonista”, disse Gregory Nussen do Screen Rant.

“Seu coração sincero transparece no roteiro, nas performances e na música de uma forma que é impossível não amar”, disse Sean Boelman do FandomWire.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de junho.

Crítica | Hit Para Dois – Paul Rudd e Nick Jonas em DELICIOSO filme que usa a música para falar sobre valores morais

Hit para Dois

John Carney (‘Amor Moderno’) é responsável pela direção.

Na trama, quando Rick (Rudd), um cantor de casamentos, conhece Danny (Jonas), uma estrela em decadência de uma boy band, durante um show, os dois criam um laço através da música e de uma colaboração noturna. Mas quando Danny transforma uma das canções de Rick no sucesso que reacende sua carreira, Rick decide reconquistar o reconhecimento que acredita merecer – mesmo que isso signifique arriscar tudo o que lhe importa.

Ele também assina o roteiro ao lado de Peter Mcdonald.

Halsey estrelará ‘Replacer’, novo thriller de terror psicossexual dirigido por Avan Jogia

A cantora e atriz em ascensão Halsey foi oficialmente confirmada como a estrela principal de Replacer, um promissor longa-metragem descrito como um “terror psicossexual”. O roteiro foi desenvolvido pela própria artista em colaboração com o ator e cineasta Avan Jogia, que também assumirá a direção do projeto. Para elevar ainda mais o status da produção nos bastidores, a renomada cineasta Lilly Wachowski (‘Matrix’) assinou o contrato para atuar como produtora executiva.

De acordo com informações do Deadline, o projeto será um dos grandes destaques do mercado do Festival de Cannes. Os direitos de exibição e distribuição na América do Norte serão representados pela CAA Media Finance e pela UTA Independent Film Group, enquanto a Film Mode Entertainment ficará encarregada das vendas e negociações internacionais.

A trama de Replacer promete misturar música eletrônica, conspiração e horror corporal. Conforme detalha a sinopse oficial da produção:

“Presa em Montreal, Proxy (Halsey), uma DJ problemática, conhece um artista sedutor e seu grupo de amigos que comandam uma estação de rádio underground. A transmissão da rádio começa a ser distorcida por um sinal misterioso escondido nas profundezas do sistema de metrô da cidade. Proxy precisa escapar antes que o som transforme ela, e seus novos amigos, em algo bruto, primal e irreconhecível”, afirmou.

A produção do longa-metragem ficará sob a responsabilidade de Kyle Mann, Isabelle Deluce e Damiano Tucci, trabalhando em associação com o selo Anarchists United. O time de produtores executivos é robusto e inclui nomes como Anthony Li, Lawrence Mattis, Sarah Flores, Christopher Renteria, Emily McCann Lesser e Clay Epstein.

Em comunicado oficial à imprensa, Lilly Wachowski não poupou elogios à originalidade do material escrito pela dupla de protagonistas:

“O roteiro de Avan e Halsey é uma viagem surreal e intensa por uma mistura conspiratória de horror, suspense e comédia, ambientada na sujeira e decadência de uma subcultura de Montreal raramente explorada. Isso aqui é carregado de personalidade! Tenho a sensação de que Avan cresceu consumindo os filmes que também marcaram minha formação, David Cronenberg, Alex Cox, Tony Scott e John Carpenter. A Anarchists United está extremamente animada para se juntar à equipe de ‘Replacer’ e levar essa história incrivelmente estilosa para as telas!”, afirmou.

O diretor Avan Jogia também compartilhou sua visão artística sobre a atmosfera que pretende construir para o filme: “‘Replacer’ é um terror vibrante e elétrico ambientado em clubes, misturado com uma história romântica vulnerável sobre pertencimento e comunidade. Venham juntos. Saiam como um só”.

Showrunner de ‘The Boys’ revela duração do episódio final; Confira!

O aguardado desfecho de The Boys está a menos de uma semana de distância, e as expectativas em torno do encerramento da produção do Prime Video continuam dividindo o público. Após uma temporada final que enfrentou duras críticas por parte dos fãs, que apontaram um excesso de tramas secundárias conhecidas como fillers, muitos questionam como a produção conseguirá amarrar tantas pontas soltas.

Diante dessas dúvidas, o criador e showrunner da série, Eric Kripke, revelou oficialmente o tempo de duração do último episódio. Em entrevista ao portal Collider, ao ser questionado se o encerramento seguiria a tendência atual de Hollywood e ganharia o formato de um “superepisódio”, Kripke foi categórico ao afastar a possibilidade:

“Não será. Vai ter cerca de uma hora e cinco minutos. Não estamos fazendo aquele episódio gigante de 90 minutos. Acho que o público poderia acabar ficando entediado se fosse tão longo. Então não, teremos algo em torno de uma hora e cinco, talvez uma hora e seis no máximo. Mas todos os episódios estão recheados de conteúdo”, afirmou.

A decisão da equipe criativa de The Boys vai na contramão de movimentos recentes na televisão e no streaming para encerramentos de grandes franquias.

Tornou-se um padrão comum que séries de grande orçamento estendam significativamente a duração de seus capítulos finais. A Netflix adotou essa estratégia comStranger Things’, onde a maioria dos episódios padrão durava cerca de uma hora, mas o desfecho da temporada praticamente dobrou esse tempo. Da mesma forma, o drama britânico Peaky Blinders, que tradicionalmente mantinha seus capítulos na marca de 60 minutos, encerrou sua jornada com um episódio especial quase 30 minutos mais longo do que o habitual.

Com o series finale agendado para a próxima semana, o showrunner Eric Kripke enfrenta o desafio de encerrar a jornada dos protagonistas e integrar de forma coesa o elenco deGen V, após o cancelamento do derivado. Em resposta às críticas sobre o ritmo mais lento, Kripke defendeu sua visão criativa:

“Nada do que acontece nos episódios finais importa se você não desenvolver os personagens”, comentou o produtor. “Tenho visto muita insatisfação online, para dizer o mínimo. E eu penso: ‘O que vocês esperam? Uma gigantesca cena de batalha em todos os episódios?’”

Kripke foi enfático ao citar limitações logísticas e narrativas: “Primeiro: eu não tenho orçamento para isso. Segundo: seria algo vazio e sem graça, apenas figuras se movendo sem qualquer importância dramática”.

O produtor também admitiu a ansiedade que envolve o encerramento de um fenômeno cultural. Para ele, o último episódio é o que define o lugar de uma série na história: “O que mais me deixa ansioso sobre a temporada final é realmente conseguir pousar o avião. É muito difícil fazer um final. Os fãs vão julgar retroativamente toda a série com base no que acharem do encerramento. Se errarmos, certamente dirão: ‘Talvez essa série nunca tenha sido tão boa quanto pensávamos.’ É quase como tentar garantir o legado da obra através do final”.

The Boys’ está disponível do Disney+.

‘The Boys’: 5ª temporada conquista 97% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Neste capítulo final, o cenário global é de instabilidade total sob o domínio egocêntrico do Capitão Pátria. Enquanto o grupo formado por Hughie, Leitinho e Frenchie enfrenta situações de risco extremo, Annie tenta organizar uma resistência contra o avanço dos Supers. O mistério sobre o paradeiro de Kimiko continua, ao passo que o retorno de Billy Bruto, agora armado com um vírus capaz de exterminar todos os Supers, promete levar a série a um desfecho de consequências irreversíveis.

O elenco principal retorna com nomes como Antony Starr, Karl Urban, Erin Moriarty e Jessie T. Usher, consolidando o encerramento da aclamada sátira do Prime Video.

Qual será a história de ‘Beekeeper 2’, a sequência do filme de AÇÃO com Jason Statham?

Beekeeper – Rede de Vingança‘ (2024) se tornou um fenômeno de público e crítica quando foi lançado nos cinemas em 2024, arrecadando US$ 162.6 milhões mundialmente e com 71% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes,

Com o sucesso, o filme ganhou uma sequência ainda mais grandiosa que tem estreia marcada para o dia 14 de janeiro de 2027 nos cinemas.

Mas qual será a história da sequência?

A Lionsgate exibiu o primeiro trailer durante a CinemaCon 2026, que teve a participação do CinePOP, e eles elevaram a história a um novo patamar, muito mais grandioso. O sempre maravilhoso Jason Statham (‘Carga Explosiva’) volta a viver Adam Clay, e a sequência aposta em cenas maiores, mais violentas e carregadas de adrenalina.

O trailer começou com um carro Tesla Cybertruck avançando em alta velocidade por uma floresta até alcançar uma mansão cercada por seguranças armados. Quando os homens abrem fogo contra o veículo, descobrem tarde demais que tudo fazia parte de uma distração: Clay já havia invadido o local de forma silenciosa e letal.

Dentro da propriedade, o personagem vivido por Jeremy Irons revela que os próprios “Beekeepers” saíram do controle e agora representam uma ameaça global. A partir daí, o trailer mergulha em uma sequência frenética de ação, com explosões gigantescas, tiroteios brutais, combates corpo a corpo e até enxames de abelhas sendo usados como arma mortal.

As imagens também indicam que a continuação terá uma escala muito maior que o original, trazendo missões internacionais, operações táticas e Adam Clay enfrentando equipes inteiras de agentes de elite. Na direção, Timo Tjahjanto imprime um visual mais violento e estilizado, mantendo o clima de ação desenfreada que marcou o primeiro longa.

Uma das cenas que mais me marcou foi Jason Statham entrando em uma câmara de apicultura, com milhares de abelhas o picando, fazendo com que suas feridas se regenerem e lhe dando mais poderes. Uma loucura!

Dessa vez, seu personagem estará enfrentando ameaças muito maiores e a mitologia das abelhas será explorada.

O elenco ainda contará com Jeremy Irons, Yara Shahidi, Emmy Raver-Lampman, Bobby Naderi, Jemma Redgrave, Pom Klementieff e Adam Copeland.

Timo Tjahjanto (‘Anônimo 2’) retorna à direção, a partir de um roteiro assinado por Kurt Wimmer.

‘Beekeeper: Rede de Vingança’: Amazon MGM garante os direitos mundiais da sequência, em acordo de mais de US$ 50 milhões

Sucesso nos cinemas, o primeiro filme arrecadou US$ 152.7 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de apenas US$ 40 milhões.

Na trama, uma jornada brutal de vingança de um homem assume riscos nacionais depois que ele é revelado como um ex-agente de uma organização poderosa e clandestina conhecida como “Apicultores”.

‘Obsessão’: Curry Barker revela que suas inspirações para o terror foram ‘Hereditário’, ‘Pearl’ e a Mia Goth [EXCLUSIVO]

O aguardado terror ‘Obsessão‘ (Obsession) já está em exibição nos cinemas e o CinePOP conversou com o diretor Curry Barker – a nova aposta para o gênero.

O diretor, que vai comandar o novo ‘O Massacre da Serra Elétrica’, revelou quais foram as suas inspirações para o terror.

“‘O Homem Invisível’, ‘Hereditário’ e ‘Midsommar: O Mal Não Espera a Noite’ são inspirações para mim. Se eu for cavar mais fundo, acho que quando eu era criança, ‘Invocação do Mal 2’ foi bem assustador. Agora estou só tentando lembrar de filmes mais recentes. Bem, Pearl também teve certa influência porque fala sobre obsessão em se tornar uma estrela. Então aquilo meio que virou a minha referência. E a Mia Goth… ela é fantástica. Eu adoro ela.”, afirmou Curry.

Confira a entrevista, o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e extrema, imagens sinistras, conteúdo sexual, linguagem persuasiva e breve nudez gráfica”.

Na trama, depois de quebrar o misterioso Salgueiro dos Desejos para conquistar o coração de sua paixão, um romântico incurável se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.

Obsessão‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de maio.

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‘Maldição da Múmia’ será para MAIORES por “VIOLÊNCIA extrema e GORE”

Curry Barker é responsável pela direção e roteiro.

O elenco conta com Michael Johnston, Inde Navarrette, Cooper Tomlinson, Megan Lawless e Andy Richter.

10 filmes com clichês que DIVERTEM mais que muita produção “cult”

A simplicidade em entregar uma história sem muita profundidade e, mesmo assim, conseguir divertir é uma junção que muitas vezes encontramos quando damos o play em alguns filmes nas plataformas de streaming. Longe de serem perfeitos e recheadas de clichês, algumas obras conseguem, de forma despretensiosa, envolver o espectador de alguma forma. Estes 10 filmes abaixo são a prova disso:

 

Alguém Avisa? (Sony One)

O casal Abby (Kristen Stewart) e Harper (Mackenzie Davis) vivem felizes em um apartamento que dividem numa cidade norte-americana. Quando chega próximo ao natal, Harper chama Abby para passar a data com sua família. Perto de chegar ao local, Harper avisa a namorada que ainda não ‘saiu do armário’ pra sua família, o que acaba gerando uma série de situações conflituosas onde Abby precisará refletir muito sobre o relacionamento que vive.

 

Minha Família quer que eu Case (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Flertando com os clichês dos filmes românticos água com açúcar mas com algumas bonitas mensagens que chegam de maneira muito objetiva, o longa-metragem britânico Minha Família Quer que Eu Case pousa seu refletir nas tradições culturais e nas várias camadas do que seria amar.

 

Tango & Cash – Os Vingadores (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos Tango (Sylvester Stallone) e Cash (Kurt Russell), dois brilhantes policiais e completamente diferentes em seus métodos profissionais – e bem longe de serem amigos. Ambos se tornam estrelas do departamento policial da cidade, ocupando quase sempre as capas dos jornais com grandes prisões e apreensões. Quando um grupo de poderosos do crime resolvem criar uma cilada para eles, a dupla precisará salvar a própria pele e provar inocência.

 

Pode Guardar um Segredo? (HBO MAX)

Emma (Alexandra Daddario) trabalha como assistente de marketing em uma empresa. Mas ela não é nada feliz no seu trabalho, e, pra completar, ainda vive um romance sem amor com Connor (David Ebert), um homem pra lá de chato. Sua trajetória sofre uma reviravolta quando, durante um voo, acaba ficando nervosa e conta todos os detalhes de sua vida para pessoa que está ao seu lado, Jack Harper (Tyler Hoechlin). Só que ela não sabia que essa pessoa, na verdade, é o dono da empresa onde ela trabalha.

 

Sem Filhos (Netflix)

Fidel (Alfonso Dosal) é um homem na casa dos trinta e poucos anos, divorciado, que tem uma chamativa loja de instrumentos musicais. Ele tem uma filha, Ari (Francesca Mercadante), por quem tem um imenso carinho. Certo dia, reaparece em sua vida uma conhecida de outros tempos, a fotógrafa Marina (Regina Blandón), por quem logo se apaixona. A questão é que Marina não gosta de crianças. Assim, Fidel precisará inventar uma história mirabolante para não perdê-la.

 

O Melhor está por Vir (Prime Video)

Arthur (Fabrice Luchini) é um professor e pesquisador que é taxado como chato pela maioria das pessoas que conhece, menos pelo melhor amigo, Cesar (Patrick Bruel). Quando Arthur fica sabendo que Cesar está com uma doença terminal, esconde a informação e resolve realizar todos os desejos do amigo.

 

Bom Caminho (Netflix)

Depois de um sucesso estrondoso nas bilheterias italianas – inclusive batendo blockbusters de peso -, a comédia Bom Caminho desembarcou no catálogo da Netflix. A obra, protagonizada pelo conhecido humorista Checco Zalone, de forma despretensiosa, nos leva para uma jornada leve e descontraída pelos conflitos familiares – neste caso, uma relação conturbada e distante entre pai e filha.

Crítica | ‘Bom Caminho’ – Sucesso de bilheteria na Itália chega à Netflix

 

Fight or Flight (Prme Video)

Lucas (Josh Hartnett) é um ex-agente da CIA que após uma situação em uma missão é praticamente retirado do sistema, conseguindo abrigo em Bangkok. Anos se passam e ele recebe um telefonema de Katherine (Katee Sackhoff), uma ex-namorada e atual chefona de uma rede poderosa – que está com um enorme problema. Tendo em vista a possibilidade de voltar para casa, Lucas resolve aceitar um trabalho perigoso que só se complica quando entra em um avião repleto de assassinos impiedosos.

 

A Volta por Cima (Netflix)

Na trama, conhecemos, Jonathan (Jérôme Niel) e Pierre (Ludovik Day), dois amigos de longa data, bem-sucedidos, que descobrem uma comemoração da turma que estudaram quando criança – e sofriam bastante bullying. Agora de bem com a vida, resolvem ir até esse encontro, mas acabam esquecendo que surpresas podem ocorrer quando se há um reencontro depois de muito tempo.

 

Invasão de Lua de Mel (Netflix)

O destino vem pregando peças no introspectivo – e por vezes chato – Lucas (Julien Frison), um homem que quando encontra o amor de sua vida é abandonado no altar. Sem saber o que fazer e com a viagem de lua de mel já comprada, resolve chamar sua mãe Lily (Michèle Laroque) para aproveitar alguns dias mais relaxados num verdadeiro paraíso, repleto de casais. Nesse período, irá descobrir mais sobre ela e também novas formas de enxergar o mundo que sempre se colocou à sua disposição.

Primeiras Impressões | ‘O Mandaloriano e Grogu’ mais parece um episódio filler do que um filme ‘Star Wars’

O universo Star Wars é um dos mais populares e prestigiados da sétima arte e, desde que George Lucas deu início a essa space opera galáctica em 1977 com ‘Uma Nova Esperança’ (que eventualmente se tornaria o quarto capítulo cronológico da franquia), causou um impacto gigantesco no cenário do entretenimento e estende seu legado até os dias de hoje. Estendendo-se por quase cinco décadas e um panteão multimidiático que inclui séries de televisão, romances, quadrinhos e games, é inegável como a saga tem um lugar especial no coração dos cinéfilos.

É claro que, assim como qualquer franquia audiovisual, Star Wars passou por altos e baixos, com produções mais recentes que foram aclamadas pela crítica e pelo público – como ‘Rogue One’ e ‘Andor’ – e outras que falharam em conquistá-los – como ‘Solo’ e ‘O Acólito’. Agora, somos convidados a retornar para esse expressivo e vibrante cosmos com o lançamento de O Mandaloriano e Grogu, que dá continuidade aos eventos da série The Mandalorian e que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 21 de maio.

Na trama, o tirânico Império caiu e os senhores da guerra imperiais permanecem espalhados pela galáxia. Enquanto a incipiente Nova República trabalha para proteger tudo pelo que a Rebelião lutou, os responsáveis recrutam o lendário caçador de recompensas Mandaloriano Din Djarin (Pedro Pascal) e o seu jovem aprendiz Grogu para encontrá-los e, com isso, descobrir informações valiosas para que a possibilidade de ressurgência do Império seja desmantelada de uma vez por todas – levando os personagens em uma aventura perigosa e cheia de traições.

Dirigido por Jon Favreau, que criou a série original, o longa-metragem mais funciona como um episódio filler do que um projeto que justifica sua existência, apoiando-se bastante na já conhecida relação entre Din Djarin e Grogu para arquitetar uma narrativa sobre família. Porém, ao longo de quase duas horas e quinze minutos, Favreau e o corroteirista Dave Filoni destituem o filme da necessária essência política de Star Wars e entrega aos fãs uma aventura prática e convencional que, de fato, não traz muitas novidades à saga.

Contando com nomes como Jeremy Allen White, Sigourney Weaver, Lateef Crowder e até mesmo Martin Scorsese no elenco, O Mandaloriano e Grogu entrega um espetáculo visual que deve agradar aos fãs mais inveterados da franquia sci-fi e, apesar de contar com um sólido trabalho do elenco e alguns momentos hilários e tocantes, se esquece de prestar atenção no conteúdo e nos deixa ansiando por mais.

A crítica completa será publicada no dia 19 de maio, às 13h.

Confira nossas primeiras impressões em vídeo também:

Águas Mortais

(Deep Water)

 

Elenco:

Ben Kingsley
Aaron Eckhart
Angus Sampson

 

Direção: Renny Harlin

Gênero: Terror

Duração: 106 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 23 de Julho de 2026

Sinopse: 

Em ÁGUAS MORTAIS, um grupo eclético de passageiros internacionais, cujo voo partiu de Los Angeles e está a caminho de Shanghai, é forçado a fazer um pouso de emergência em águas infestadas por tubarões. Logo, eles terão que trabalhar juntos para superar suas diferenças se eles quiserem escapar do avião que está lentamente afundando e dos predadores famintos atraídos pelos destroços.

Curiosidades: 

» Pete Bridges e Shayne Armstrong & SP Krause assinam o roteiro;

» Este é o primeiro projeto de Simmons/Hamilton Prods, nova produtora criada por Gene Simmons e Gary Hamilton;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Com Madonna e Peggy Gou, remix de “I Feel So Free” é uma junção de partes que não se completam

Ao longo de sua carreira, Madonna nos entregou várias obras-primas musicais, desde o álbum que a transformou na superestrela pop como a conhecemos, ‘True Blue’, até os revolucionários ‘Like a Prayer’ e ‘Ray of Light’. Após enfrentar críticas pungentes com o lançamento de ‘American Life’, a icônica musicista mostrou que tinha forças o bastante para se reerguer (mais uma vez) com um cuidado processo criativo que culminou no atemporal Confessions on a Dance Floor.

Lançado em 2005, o álbum foi projetado para se assimilar a uma setlist de DJ, contando com vibrantes faixas recheadas de um preciosismo nostálgico de tirar o fôlego e que se tornou um dos grandes emblemas do pop não apenas da década em que estreou, mas das seguintes, servindo de base para que artistas como Britney Spears, Lady Gaga, Beyoncé e muitas outras realizassem algo similar, cada qual à sua maneira. Contando com singles como “Hung Up” e “Sorry”, o efervescente álbum ganhará uma aguardada sequência com Confessions II, agendado para o dia 3 de julho – e que apresenta uma Madonna pronta para voltar às pistas de dança, mas sob uma ótica mais madura e mais arriscada.

O primeiro vislumbre dessa nova era veio com a ótima faixa promocional “I Feel So Free”, que colocou a performer em contato novamente com o dance e o EDM em uma escapista iteração que aumenta as expectativas para o disco completo. E, depois de ter lançado o lead single oficial “Bring Me Love” ao lado de Sabrina Carpenter, Madonna escalou a ajuda da prestigiada DJ sul-coreana Peggy Gou, um dos principais nomes da música eletrônica atual, para um divertido e despojado remix que tem as melhores intenções – mas que, por alguma razão, não funciona como deveria.

Estabelecida em Berlim e nutrindo de um apreço significativo pela estética Eurodance, que ganhou popularidade no continente a partir dos anos 1990 e se tornou emblema da indústria fonográfica local, Peggy Gou sagrou sua estética com os singles “I Go” e “(It Goes Like) Nanana”, ambos de seu álbum de estreia ‘I Hear You’. E, pelo mesmo motivo que a tornou bastante popular em território europeu, as peculiaridades da produtora vão de encontro ao que Madonna, Stuart Price e ARCA fizeram na versão original – apostando em uma construção que, apesar de prestar homenagens às pulsões noventistas do house e do dance, soa bastante americanizada.

O resultado é um conflito de partes que por vezes se completam, por vezes soam muito dissonantes: o primeiro minuto do remix se inicia com as eletrizantes e frenéticas batidas de um nu-disco que logo dá espaço uma comunhão de sintetizadores; porém, assim que a rainha do pop entra com seus vocais, as coisas parecem sair do eixo – como se a faixa anteriormente pertencesse a Peggy Gou e fosse “usurpada” pela chegada de Madonna. Vez ou outra, nos acostumamos com a profusão de estilos que compõe a track, mas o discurso robótico e maquiado da performer volta a causar um certo incômodo, como se algo faltasse para que a ideia das artistas funcionasse como deveria.

Ouça:

‘A Noiva!’: Reboot de ‘A Noiva de Frankenstein’ ganha data de estreia na HBO Max; Confira o trailer!

A HBO Max finalmente anunciou quando ‘A Noiva!‘, reboot do clássico ‘A Noiva de Frankenstein‘, será lançado em seu catálogo brasileiro.

O longa chegará ao serviço de streaming no dia 22 de maio.

Com 57% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme arrecadou apenas US$ 23.9 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de US$ 80 milhões.

Crítica | Jessie Buckley e Christian Bale navegam pela insanidade na espetacular excentricidade de ‘A Noiva!’

Na década de 1930, um solitário Frankenstein viaja para Chicago em busca da ajuda do Dr. Euphronius para criação uma companheira. Os dois ressuscitam uma jovem assassinada e, assim, nasce a Noiva. Ela está além do que qualquer um deles pretendia, dando início a um romance explosivo, à atenção da polícia e a um movimento social selvagem e radical.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Maggie Gyllenhaal, indicada ao Oscar pelo seu trabalho em ‘A Filha Perdida‘, é responsável pela direção e roteiro.

A nova versão traz Jessie Buckley no papel titular, enquanto Christian Bale dá vida ao Monstro de Frankenstein. O elenco ainda conta com Penelope CruzAnnette Bening, Jake Gyllenhaal e John Magaro.