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‘Grey’s Anatomy’: Retorno da 17ª temporada tem estreia adiada em uma semana

GREYÕS ANATOMY - Key Art. (ABC)

A ABC adiou em uma semana o retorno da 17ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘. Agora, a produção retornará de sua longa pausa no dia 11 de março.

Station 19‘ também sofreu um adiamento e retornará no mesmo dia.

A série foi criada por Shonda Rhimes.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Jesse Williams, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Giacomo Gianniotti, Kim Raver, Greg Germann, Jake Borelli, Chris Carmack, Richard Flood e Anthony Hill.

SUCESSO! ‘Fate: A Saga Winx’ se torna a produção mais assistida da Netflix nesta semana

A série ‘Fate: A Saga Winx‘ realmente conquistou os assinantes da Netflix.

Em menos de dois dias disponível, a série se tornou a produção mais assistida do streaming nesta semana.

Fate: A Saga Winx‘ conseguiu ultrapassar a queridinha ‘Lupin‘, que estava a mais de uma semana na liderança.

Confira, com o trailer:

Todos os episódios da primeira temporada já está disponíveis na Netflix!

Criada por Iginio StraffiBrian Young, a série é uma adaptação do aclamado desenho italiano ‘O Clube das Winx‘.

A trama acompanha cinco amigas fadas que chegam a Alfea, um internato mágico localizado em Outromundo, onde devem aprender a dominar seus poderes enquanto se aventuram entre amores, rivalidades e os monstros que ameaçam sua própria existência.

O elenco conta Abigail Cowen (Bloom), Hannah van der Westhuysen (Stella), Precious Mustapha (Aisha), Eliot Salt (Terra), Elisha Applebaum (Musa), Sadie Soverall (Beatrix), Freddie Thorp (Riven), Danny Griffin (Sky), Theo Graham (Dane) e Jacob Dudman (Sam).

Apesar da pandemia, rede de cinemas da AMC arrecada quase US$ 1 bilhão e descarta falência

Apesar da pandemia de COVID ter devastado a indústria cinematográfica em 2020, a rede de cinemas da AMC conseguiu se salvar da falência imediata. A empresa anunciou ter arrecadado US$ 917 milhões adicionais para ajudar a controlar os danos provocados pelo impacto da crise.

De acordo com a AMC, o montante a ajudará a manter seu funcionamento pela maior parte de 2021, o que os dará o tempo que eles precisam antes dos cinemas voltarem a funcionar normalmente.

“Hoje, o sol está brilhando na AMC,” afirmou o CEO e presidente Adam Aron. “Após garantir mais de US$ 1 bilhão entre abril e novembro de 2020, por meio de aumento de capital e dívida junto com uma quantidade modesta de vendas de ativos, nós temos orgulho em anunciar que arrecadamos um adicional de US$ 917 milhões para fortalecer nossa posição financeira. Isso significa que qualquer discussão sobre falência para a AMC está completamente fora de questão.”

Com a vacina já sendo administrada nos EUA e em diversos outros países (incluindo o Brasil), a expectativa é que a indústria cinematográfica volte à normalidade até o final deste ano. Até lá, as salas de cinemas continuam funcionando em capacidade limitada.

Parte do funcionamento dos cinemas nos EUA se deve ao acordo com a Universal, que permite os filmes do estúdio a serem exibidos por duas semanas nas telonas antes de estrear em VOD.

Ranking | Do “pior” ao melhor álbum de Alicia Keys

Alicia Keys, um dos proeminentes nomes não apenas do R&B contemporâneo, mas também do neo-soul, completa 40 anos hoje, 25 de janeiro e, para celebrar sua importancia na indústria fonográfica e o impacto que vem causando desde sua estreia em 2001 com uma ativa voz nas questões de raça e de gênero, resolvemos criar uma série de matérias especiais.

A primeira delas apresenta nosso ranking de todos os álbuns da cantora, do “pior” ao melhor.

Confira abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

THE ELEMENT OF FREEDOM (2009)

Nota: 7.0

“Aliando-se a colaboradores frequentes, como Kerry Brothers, e fechando contrato com o lendário Jeff Bhasker, que trabalhara anteriormente com nomes como Kanye West e Brandy, o quarto capítulo da carreira de Alicia representou o início de sua transição para o pop mainstream, sem deixar de lado suas raízes no R&B e suas homenagens aos ídolos que continuam a inspirá-la. Apostando mais uma vez na vulnerabilidade um alter-ego que abandonou a adolescência e o início da vida adulta para um amadurecimento agridoce, a cantora e compositora volta a falar de relacionamentos amorosos, do prospecto de viver sem aqueles que ama, tudo pincelado com análises sobre depressão e sobre a impactante realidade do final de década.” – Thiago Nolla

AS I AM (2007)

Nota: 8.0

“Afastando-se dos experimentalismos dissonantes de suas primeiras incursões, que traziam a artista em uma jornada de autodescobrimento estético, Keys resolveu se fixar no R&B e plantar suas raízes nas explorações sentimentais de baladas e semi-baladas românticas, sempre abusando de suas habilidades vocais e entregando rendições impecáveis. O single mais famoso de seu terceiro álbum de estúdio, “No One”, é uma belíssima declamação amorosa que parecer ter se escrito por conta própria, apenas usando a cantora como receptáculo para se materializar; a nítida e propositalmente quebradiça incursão, que delineia uma montanha-russa sensorial, faz alusões a lendas da música, incluindo Aretha Franklin e Whitney Houston, quebrando fórmulas padronizadas pelo mainstream e sendo impulsionada pelo subjetivismo emocional.” – T.N.

ALICIA (2020)

Nota: 8.0

“O álbum rendeu nada menos que seis singles e uma sétima peça promocional que não teve o mesmo desenlace. Tais escolhas refletem uma necessidade da lead singer em expandir seus discursos sobre os problemas enfrentados pela comunidade negra no mundo e de que forma o racismo estrutural permanece como uma das várias ramificações da escravidão. Não é à toa que boa parte dos temas analisados nos versos fale de que forma a sociedade continua se esquivando das questões que realmente importam – e, ao lado de The WeekndH.E.R. e tantos outros, Alicia faz parte de um seleto grupo que fala pública e corajosamente sobre aquilo que nem todos estão prontos para ouvir. Por esse motivo, ela mesma encara as tracks como um amontoado de músicas sem gênero cujo propósito é muito maior do que o imediatismo sonoro.” – T.N.

GIRL ON FIRE (2012)

Nota: 9.0

Girl on Fire é uma pungente autobiografia em que Alicia, mais do que nunca, reflete sobre o caminho que trilhou desde quando adolescente, com sonhos de se tornar um nome importante para a música, até sua ascensão às perfeitas imperfeições da vida e das relações humanas. Os relacionamentos românticos são substituídos pela afeição ao próximo e pela socioafetividade – um tema recorrente na época de lançamento do álbum -, resguardados por versos fortuitos e uma retomada de controle que havia se perdido em The Element of Freedom. Em outras palavras, a performer demonstra que não tem medo de ousar, por mais que enfrente recepções negativas no trajeto; as aventuras vocais também passam por uma mudança crítica, variando em inesperadas contradições ou restringindo-se à unidimensionalidade das décadas efervescentes do século XX.” – T.N.

THE DIARY OF ALICIA KEYS (2003)

Nota: 9.0

“Levando a sintaxe do título à risca, Keys transformou uma longa jornada fonográfica, composta por quinze músicas e quase uma hora de duração, em um diário bastante pessoal e íntimo, fruto de suas experiências de um assertivo crescimento em meio a traumas e a eventos infelizes – incluindo a morte precoce de Aaliyah, que veio a influenciar a composição da faixa mais conhecida do CD, “If I Ain’t Got You”. Talvez o único problema, por falta de outro termo, provenha da necessidade de manter uma narrativa já contada em voga, criando uma espécie de continuidade em relação à obra de estreia e, por essa razão, esquecendo-se de investir em construções originais. Não se enganem: as faixas insurgem do âmago de uma performer que merece ser ouvida e, por essa razão, são poderosas do começo ao fim – mas é inegável sentir uma consonância tremenda com o que já havia nos apresentado dois anos antes.” – T.N.

SONGS IN A MINOR (2001)

Nota: 9.0

“Em seu primeiro álbum, a performer mostrou que não estava para brincadeira – e sua necessidade de se provar alcançou seu objetivo, seja por ter vendido nada menos que 12 milhões de cópias desde seu lançamento, seja por ter garantido cinco estatuetas do Grammy à lead singer. Logo de cara, com a breve e evocativa introdução “Piano & I”, a artista exibe aos ouvintes um domínio das “normas cultas” da música, por assim dizer, enquanto promove um sensual e envolvente anacronismo. As cartas estão dadas – e ela não perde a mão em nenhuma das tracks subsequentes. A upbeat e misteriosa atmosfera de “Girlfriend”, que foi lançado como single final da obra, merecia mais reconhecimento do que tem e definitivamente integra uma das quintessenciais construções de sua carreira; a epopeica “Rock wit U”, estendendo por mais de cinco minutos, é uma jornada em rapsódia digna de nota e de estudo – afinal, como não ficar intrigado com a mistura de violino, piano e bateria que ergue-se logo nos segundos iniciais?”

HERE (2016)

Nota: 10.0

“Por mais único que o estilo da cantora e compositora seja, considerando principalmente as power ballads em R&B com que nos presenteara anos atrás, ela não tem medo de ousar em consagrar todos os ídolos que já passaram por sua vida – da mesma forma que sempre fizera. A comercial parceria com A$AP Rocky“Blended Family (What You Do For Love)”, é nada menos que uma breve e mais comedida mesura às vibrantes inflexões dos grupos En Vogue e Salt-N-Pepa – algo que já era de se esperar, considerando o respaldo militante e feminista da lead singer -, com todas as glórias dos anos 1990. As aparições póstumas de James Brown comandam os potentes vocais de “Illusion of Bliss”, cujo título fala acerca de uma pseudo-felicidade que mascara os reais problemas da sociedade. Em “Where Do We Begin Now”, as apaixonantes dissonâncias retomam a artística produção dos anos 1920 do jazz, fazendo alusão ao lendário George Gershwin e a suas rapsódias.” – T.N.

Crítica | ‘ALICIA’ é um dos capítulos mais importantes da discografia de Alicia Keys

Chegando ao fim da nossa jornada através da carreira de Alicia Keys, está na hora de analisar seu interessante álbum homônimo lançado no segundo semestre do ano passado. ‘ALICIA’, como ficou conhecida a produção, é uma interessante e experimental aventura que coloca a cantora e compositora em contradição com sua arte musical sem abandoná-la de fato – um movimento complexo e controverso, por assim dizer. Debutando em quarto lugar da Billboard 200, é inegável dizer que o CD passou longe do radar mainstream e foi ofuscada por outras construções mais mercadológicas, o que não o impediu de ser um sucesso crítico, elogiado pelo teor vocal e lírico de quinze faixas (na versão padrão, diga-se de passagem).

Já havia ficado bem claro que Keys tomava o tempo necessário para retornar aos holofotes da indústria fonográfica, motivo pelo qual levou outros quatro anos para investir esforços no sétimo capítulo oficial de sua saga. O resultado, apesar de algumas dissonâncias espectrais, é sólido o suficiente para mantê-la coesa à temática explorada em HERE (incluindo o empoderamento feminino e a exaltação da cultura afro-americana) ao mesmo tempo que apostou fichas em gêneros esquecidos. A principal característica da obra é sua multiplicidade artística, que abre portas para gêneros específicos como o folk e a música caribenha – e a fusão impactante e explosiva de estéticas contraditórias. Afinal, logo de cara, “Truth Without Love” serve como resposta aos prólogos e interlúdios familiares da discografia da artista ao estender-se por quase três minutos e se render ao pop orquestral e às maravilhas da instrumentalização clássica.

O álbum rendeu nada menos que seis singles e uma sétima peça promocional que não teve o mesmo desenlace. Tais escolhas refletem uma necessidade da lead singer em expandir seus discursos sobre os problemas enfrentados pela comunidade negra no mundo e de que forma o racismo estrutural permanece como uma das várias ramificações da escravidão. Não é à toa que boa parte dos temas analisados nos versos fale de que forma a sociedade continua se esquivando das questões que realmente importam – e, ao lado de The Weeknd, H.E.R. e tantos outros, Alicia faz parte de um seleto grupo que fala pública e corajosamente sobre aquilo que nem todos estão prontos para ouvir. Por esse motivo, ela mesma encara as tracks como um amontoado de músicas sem gênero cujo propósito é muito maior do que o imediatismo sonoro.

Assim como suas inflexões anteriores, Keys tem a contracultura musical como principal influência. Em “Time Machine”, uma das melhores canções que já escreveu até hoje, temos a etérea atmosfera do retro-funk banhando uma narrativa que fala sobre a efemeridade do tempo e como devemos aproveitar o agora. Os sintetizadores e as batidas bem-demarcadas são uma ode a um passado não tão longínquo assim e servem de base para rendições irretocáveis. “Perfect Way To Die”, facilmente uma das mais potentes baladas do ano passado e das últimas décadas, é pungente e cruel, denunciando a brutalidade potencial e o crescente genocídio negro (resumido pelo impactante verso “ao menos você ficará jovem para sempre; acho que escolheu o jeito perfeito de morrer”).

Quase tudo sobre a obra resgata a sofisticação de Songs in A Minor e ‘The Diary of Alicia Keys, principalmente quando pensamos na ambientação intimista das composições. Diferente da perspectiva individualista e romântica de relacionamentos complicados, as experiências particulares da cantora, dotadas de pontos de vista específicos, são traduzidos em ideias universas e em realizações sociopolíticas e antropológicas de como o ser humano se comporta em relação ao outro – transferindo o conteúdo à vivência dos afrodescendentes em uma crescente comunidade supremacista. “Good Job”, também guiada pelas dramáticas teclas do piano, reflete a falta de justiça enquanto destaca os vocais do eu-lírico; “Underdog” se vale de metáforas originais e um escopo contemporâneo de pop-country que exalta o poder dos jovens, das mães solteiras e de todos aqueles que enfrentam obstáculos e, mesmo assim, os superam.

Há um senso de otimismo que permeia parte das músicas e que contrasta com a barbaridade da realidade, talvez refletindo que, em meio aos constantes malefícios, Alicia ainda tem esperança no futuro da humanidade. “Author of Forever” é auxiliado pela conhecida produção de Mark Ronson, que imprime suas características exploradas em ‘Joanne’ (2016) para a criação de um microcosmos idílico. Os aspectos bucólicos também aparecem com força em “Gramercy Park”, uma arromântica balada que gira em torno de amantes que não mais se entendem e nem ao menos se conhecem pelas mudanças que passaram; “Love Looks Better” dá espaço para os flertes com as rapsódias e com uma grave progressão, cuja familiar fórmula equilibra-se com o electro-pop do final dos anos 2010 e, da mesma maneira, recua para assuntos amorosos.

Apesar da coerência estilística que une as faixas, faz-se necessário mencionar que a quantidade absurda de colaborações, as quais estendem por quase metade do álbum. Algumas iterações funcionam, como a sutil “Show Me Love” ao lado de Miguel, ou então a sensual dream-pop e R&B “3 Hour Drive” com Sampha; outras tentam se afastar dos convencionalismos e experimentar coisas novas, mas falham e dão origens a espasmódicas e circinais arquiteturas, como é o caso de “Me x 7”, com a famosa rapper Tierra Whack, e “Jill Scott”, com a cantora homônima (de longe a pior faixa da obra).

No final das contas, ‘ALICIA’ cumpre para além do esperado um retorno aos holofotes de um dos nomes mais importantes da música contemporânea. Alicia Keys permanece ciente de seu lugar como mulher negra e de seus privilégios como parte da elite mainstream – utilizando o palanque que construiu para dar voz àqueles que mais precisam.

Nota por faixa:

  1. Truth Without Love – 5/5
  2. Time Machine – 5/5
  3. Author Of Forever – 4,5/5
  4. Wasted Energy (feat. Diamond Platnumz) – 3,5/5
  5. Underdog – 4/5
  6. 3 Hour Drive (feat. Sampla) – 4/5
  7. Me x 7 (feat. Tierra Whack) – 2/5
  8. Show Me Love (feat. Miguel) – 3,5/5
  9. So Done (feat. Khalid) – 4/5
  10. Gramercy Park – 4/5
  11. Love Looks Better – 3,5/5
  12. You Save Me (feat. Snoh Aalegra) – 4,5/5
  13. Jill Scott (feat. Jill Scott) – 1/5
  14. Perfect Way To Die – 5/5
  15. Good Job – 4,5/5

‘Honeydew’: Filho do cineasta Steven Spielberg estrela novo terror sinistro; Confira o trailer!

O terror ‘Honeydew‘, estrelado por Sawyer Spielberg (filho do icônico cineasta Steven Spielberg), ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Devereux Milburn.

A trama segue um jovem casal que é forçado a buscar abrigo em uma antiga fazenda, onde mora uma senhora e seu estranho filho. Quando eles começam a ter desejos estranhos, alucinações sinistras começam a afastá-los da realidade.

Malin Barr e Barbara Kingsley também estrelam a produção.

O terror será lançado em VOD no dia 13 de abril.

‘WandaVision’ não parecerá “tão bizarra” quando a verdade for revelada, diz Elizabeth Olsen

A série ‘WandaVision‘ surpreendeu os fãs com um estilo narrativo bem diferente daquele com o qual frequentemente assistimos nos filmes da Marvel, trazendo uma trama que faz ima imersão na Era de Ouro da TV norte-americana, à medida em que introduz diversas referências diretas dos quadrinhos.

Mas segundo a atriz Elizabeth Olsen, os fãs do formato mais popular do MCU – que ainda permanecem confusos com essa inovadora abordagem – podem ficar tranquilos, pois quando todas as peças começarem a se conectar, a série não parecerá “tão bizarra” assim.

A informação foi revelada pela atriz durante uma entrevista à revista de moda Elle:

“Eles estão apenas tentando se encaixar. Estão tentando evitar que os seus vizinhos descubram que eles são seres super poderosos. E o motivo da série ser uma sitcom se revelará mais tarde. Quando o Kevin me contou, não pareceu tão bizarro. Me pareceu uma ótima forma de começar a nossa história”.

Confira as imagens do último episódio, intitulado “Em Cores“:

O próximo episódio será lançado no dia 29 de janeiro.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘Riverdale’: Elenco se diverte em imagens dos bastidores do episódio “Formatura”; Confira!

O 3º episódio da 5ª temporada de ‘Riverdale‘, intitulado “Graduation” (Formatura), vai ao ar apenas no dia 03 de fevereiro, mas novas imagens dos bastidores do capítulo em questão foram divulgadas.

E as divertidas fotos, feitas pelo ator Cole Sprouse, retratam o clima descontraído entre os membros do elenco durante os intervalos das filmagens.

Confira:

Em “Graduation“, o time de protagonistas imagina sobre como será sua vida após Riverdale High. Archie descobre se poderá se formar junto aos seus colegas, enquanto FP faz uma difícil decisão sobre seu futuro ao lado de Jellybean.

Confira as imagens oficiais do episódio:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Monster Hunter’: Adaptação com Milla Jovovich ganha data de lançamento em vídeo

Após uma passagem caótica pelos cinemas nos EUA (afetada gravemente pela pandemia de COVID), a adaptação de ‘Monster Hunter‘, estrelada por Milla Jovovich, finalmente ganhou data de lançamento em vídeo.

A Sony Pictures anunciou que o longa será lançado em VOD no dia 16 de fevereiro. Já o lançamento em DVD e Blu-ray ocorrerá no dia 2 de março.

Confira a inédita arte em vídeo:

No Brasil, o longa será lançado nos cinemas dia 28 de janeiro.

Assista à nossa entrevista com Jovovich e o diretor Paul W.S. Anderson:

Paralelo ao nosso mundo, existe outro: um mundo de poderosos e perigosos monstros que controlam seus territórios com ferocidade mortal. Quando a Tenente Artemis (Milla Jovovich) e seu esquadrão de elite são transportados através de um portal que liga os dois mundos, eles vão ser confrontados com a experiência mais chocante de suas vidas. Em sua desesperada tentativa de voltar para casa, a corajosa tenente encontra um caçador misterioso (Tony Jaa), cujas habilidades únicas permitiram com que ele sobrevivesse nessa terra hostil. Enfrentando incansáveis e aterrorizantes ataques dos monstros, os dois guerreiros se unem para lutar contra eles e encontrar um meio de voltarem para casa.

Dirigido por Paul W.S. Anderson, o orçamento da produção ficou na casa dos US$ 60 milhões.

O elenco ainda inclui Tony JaaT.I. Harris, Meagan GoodDiego Boneta, Josh Helman e Ron Perlman.

‘Por um Corredor Escuro’: Netflix lança terror com Uma Thurman e atriz de ‘A Órfã’

O terror ‘Por um Corredor Escuro‘ (Down a Dark Hall) acaba de ser lançado no Brasil diretamente pela Netflix.

Uma Thurman (‘Kill Bill‘) e Isabelle Fuhrman, de ‘A Órfã‘, estrelam a produção.

Assista ao trailer:

“Kit, uma jovem difícil, é enviada para o misterioso internato Blackwood Boarding School quando seu temperamento esquentado se torna demais para a mãe lidar. Uma vez que ela chega em Blackwood, Kit encontra a excêntrica diretora, Madame Duret, e conhece as outras estudantes da escola, quatro jovens mulheres que também seguem por um caminho conturbado. Enquanto explorava os corredores labirínticos da escola, Kit e suas colegas de classe descobrem que o lugar esconde um segredo milenar enraizado no paranormal.”

Dirigido por Rodrigo Cortés (‘Enterrado Vivo‘), o filme também é estrelado por Anna Sophia Robb (‘Ponte Para Terabítia‘)Noah Silver (‘Tyrant‘) e Rosie Day (‘Outlander‘).

Stephenie Meyer, autora da saga ‘Crepúsculo‘, produz o filme.

CONFIRMADO! ‘Harry Potter’ vai virar série de TV

Harry Potter‘ vai ganhar uma série de TV live-action no streaming da HBO Max.

Segundo o The Hollywood Reporter, os executivos do streamer e da WarnerMedia já conversaram com vários roteiristas em potencial explorando as ideias que levariam a propriedade amada para a televisão.

Embora seja novidade que os executivos da HBO Max e da Warner estão participando de reuniões para encontrar um roteirista e uma proposta para uma série de TV de ‘Harry Potter‘, nenhum escritor ou ator está atualmente vinculado, pois as conversas ainda estão nos estágios extremamente iniciais e nenhum acordo foi feito.

Expandir o mundo de ‘Harry Potter‘ continua a ser uma prioridade para HBO Max e Warner Bros., que junto com a criadora JK Rowling, controla os direitos de propriedade.

Harry Potter‘ é uma das propriedades intelectuais mais valiosas da Warner.

As notícias de que as negociações estão em andamento para uma série de TVnão devem surpreender, dado o valor da franquia. A série de sete livros de Rowling foi adaptada como oito filmes que arrecadaram mais de US$ 7 bilhões em todo o mundo.

Novidades serão divulgadas em breve.

‘Animais Fantásticos 3’: Eddie Redmayne fala sobre as dificuldades em gravar a sequência

Animais Fantásticos 3‘ foi uma das dezenas de produções que sofreram com as consequências das restrições causadas pela pandemia do Coronavírus.

Antes disso, o longa deveria ser rodado em março do ano passado, mas acabou sendo empurrado para setembro.

Posteriormente, a estreia foi adiada de novembro de 2021 para 15 de julho de 2022.

Durante uma entrevista para a Variety, Eddie Redmayne, intérprete de Newt Scamander, disse que a culpa pelos atrasos nas filmagens é dos extensos lockdowns no Reino Unido.

Além disso, ele contou que foi muito difícil gravar algumas cenas por conta da troca de estações do ano.

“Não posso dizer muito sobre o filme, mas nós gravamos cenas aquáticas noturnas em Watford, nos estúdios de Leavesden, algo que, originalmente, deveria acontecer no verão. Os atrasos bagunçaram a coisa toda.”

Ele continuou:

“Por conta do lockdown, só conseguimos fazer as cenas em dezembro. Então, de repente, você se encontra tentando nadar ao ar livre, à noite, em pleno inverno britânico. Cara, já tentou nadar no inverno? Não recomendo.”

Lembrando que a pandemia não foi o único problema a afetar a produção…

Por conta da polêmica de abusos domésticos envolvendo Johnny Depp, a Warner Bros. resolveu substituí-lo por Mads Mikkelsen como o vilão Grindelwald, o que gerou mais atrasos e comentários mistos sobre a decisão.

Animais Fantásticos 3 já foi considerado por diversos veículos de imprensa internacionais, incluindo a Forbes, como uma das mais problemáticas produções de todos os tempos, à luz também dos comentários e das atitudes transfóbicas de J.K. Rowling, criadora do universo mágico, e das atitudes condenáveis de Ezra Miller.

O elenco também conta com Dan FoglerJude LawKatherine WaterstonAlison Sudol.

David Yates comanda o projeto a partir de um roteiro assinado por Steven Kloves e J.K. Rowling.

Confira a nossa crítica do filme anterior:

Adele celebra aniversário de 10 anos de ’21’ com fotos inéditas do álbum; Confira!

A obra-prima de Adele21, completou dez anos neste último dia 24 de janeiro e, para celebrar o legado e o aniversário da produção, a cantora e compositora compartilhou novas fotos inéditas do ensaio fotográfico da era em seu Instagram oficial.

“Feliz dez anos, velho amigo! É loucura o quão pouco lembro de como era e de como me sentia uma década atrás. Mas obrigada do fundo do meu coração por nos deixarem entrar nas suas vidas e me fazer parte de suas trilhas sonoras”, ela escreveu.

Confira:

21 quebrou recordes à época do seu lançamento, tornando-se o álbum mais vendido de 2011 e de 2012 (mesmo feito alcançado apenas por Michael Jackson com Thriller). Com mais de 30 milhões de cópias puras comercializadas, a obra foi incluída na lista dos 500 Melhores Álbuns de Todos os Tempos da Rolling Stone e no livro 1001 Álbuns para Ouvir Antes de Morrer.

Dentre as dezenas de prêmios conquistados, o álbum levou para casa a estatueta de Álbum do Ano e de Melhor Álbum Pop Vocal em 2012. “Rolling in the Deep”, um dos singles principais da obra, conquistou os prêmios de Gravação do AnoMúsica do AnoMelhor Videoclipe“Someone Like You”, por sua vez, ganhou a estatueta de Melhor Performance Pop Solo, enquanto Paul Epworth levou para casa o prêmio de Produtor do Ano (Não-Clássico).

Atriz de ‘Dickinson’ fala sobre os incríveis figurinos de época da série

Em uma recente entrevista ao Collider, a atriz Anna Baryshnikov, que interpreta Vinnie na adorada série de época adolescente Dickinson, falou um pouco sobre os incríveis figurinos de época da produção – comentando sobre a importância das roupas para a narrativa.

“Os figurinos são incríveis, mas são desconfortáveis na mesma medida. Como tudo na série, há uma importância real sobre eles. Como as mulheres eram forçadas a se vestir nos anos 1850 é claustrofóbico e limita sua habilidade de viver como poderia. É um lembrete do que fizemos as mulheres passar em prol de uma marca.”

Lembrando que a 2ª temporada continua em exibição. O terceiro ano já foi confirmado e começa a ser rodado em breve.

A série foi criada por Alena Smith.

A série é ambientada no século XIX e explora audaciosamente os contrastes de gênero, família e sociedade a partir da perspectiva de uma jovem e rebelde poeta, Emily Dickinson.

O elenco ainda conta com Jane KrakowskiToby HussAnna BaryshnikovElla Hunt, Adrian Blake EnscoeWiz Khalifa.

Kevin Feige quase deixou a Marvel Studios por causa de machismo de CEO do estúdio

Mark Ruffalo é melhor conhecido por interpretar Bruce Banner/Hulk no Universo Cinemático Marvel, mas também ganhou os holofotes por sua potente voz quanto ao ativismo político em Hollywood.

Recentemente, o ator foi entrevistado pela Independent e disse que “Hollywood tem tido uma supremacia branca por cem anos”.

Mais do que isso, ele afirmou que o presidente Donald Trump foi o “inimigo número um” da esfera cinematográfica, além de ter revelado que Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, quase deixou a companhia durante as filmagens de Os Vingadores (2012) por causa do machismo do ex-CEO do estúdio, que não queria dar destaque para a Viúva Negra de Scarlett Johansson.

“Quando estávamos gravando Os Vingadores, Kevin Feige me disse; ‘olhe, pode ser que eu não esteja aqui amanhã. [O CEO] Ike [Perlmutter] não acredita em um filme de super-herói estrelado por uma mulher. Então se eu estiver aqui amanhã, saberá que eu ganhei a batalha'”.

E ele ganhou a batalha. A ideia para um filme solo estrelado por Scarlett Johansson já havia sido idealizada por Kevin Feige logo após a introdução da personagem em ‘Homem de Ferro 2‘ (2010).

Feige e Johansson lançaram a ideia naquele ano, algo que o produtor da franquia confirmou durante uma entrevista para promover o lançamento em Blu-ray de HF2.

“Já começamos as discussões com Scarlett sobre a ideia de um filme solo da ‘Viúva Negra‘ e começamos a reunir conceitos, mas estamos nos preparando para lançar ‘Os Vingadores primeiro. Além disso, ainda teremos ‘Thor‘ e ‘Capitão América‘ vindo aí.”, disse Feige ao Super Hero Hype, na época.

É claro que o filme solo da heroína deve ter sido planejado com uma trama completamente diferente, mas valeu à pena aguardar tanto tempo.

Dessa forma, o longa dirigida por Cate Shortland terá a oportunidade de revisitar alguns eventos introduzidos no MCU ao longo desses 12 anos, o que não iria acontecer caso o filme fosse lançado mais cedo.

Lembrando que ‘Viúva Negra‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de Abril de 2021.

Assista ao teaser:

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

Em ‘Viúva Negra‘, thriller de espionagem recheado de ação da Marvel Studios, Natasha Romanoff confronta o lado mais sombrio de sua profissão quando surge uma perigosa conspiração conectada ao seu passado. Perseguida por uma força implacável que quer derrubá-la, Romanoff precisa lidar com seu legado como espiã e encarar as relações enfraquecidas que deixou para trás depois se juntar aos Vingadores.

A Pandemia no Cinema | Conheça 10 Filmes Sobre Vírus Mortais

A vida imita a arte e vice versa. O novo terror mundial epidêmico atende pelo nome Coronavírus, que ainda está assombrando o planeta.

No cinema, inúmeras produções já retrataram a contaminação de vírus mortais e a luta por sua cura. Sejam elas doenças reais, simulações ou ainda totalmente fictícias – como vírus zumbis – o tema já foi tópico de obras de variados níveis de qualidade e sucesso. Pensando nisso, enquanto nenhuma produção sobre o Coronavírus é criada, e como forma de conhecer e entender melhor um problema desta dimensão, o CinePOP separou para você alguns filmes que abordaram o tema. Vem conhecer.

Contágio (2011)

De forma muito realista, o diretor Steven Soderbergh retrata uma epidemia letal se espalhando pelos EUA e pelo mundo. Quem traz o vírus ao país é a personagem de Gwyneth Paltrow (só podia!), e uma verdadeira constelação de nomes como Matt Damon, Jude Law, Marion Cotillard, Kate Winslet e Laurence Fishburne desfilam em tela. Contágio voltou ao top 10 dos filmes no ITune’s devido à epidemia do Coronavírus.

Epidemia (1994)

Voltando para a década de 1990, o medo era causado pelo vírus Ebola, originado da África e transmitido pelo ar. No filme, a epidemia se espalha na Califórnia trazida por um macaco. O papel principal de um cientista militar foi planejado para um tipo de herói de ação nas formas de Harrison Ford, mas terminou com o baixinho Dustin Hoffman, o que deu mais credibilidade ao personagem. Fechando o elenco principal, Rene Russo, Morgan Freeman e Kevin Spacey.

O Exército do Extermínio (1973)

Depois de criar sua obra-prima A Noite dos Mortos-Vivos (1968), mas antes das duas outras partes da trilogia, o cultuado e saudoso George A. Romero lançava outro filme de tema similar. Desta vez, não eram os mortos que voltavam à vida, mas um vírus criado pelo homem saía do controle numa pequena cidade da Pensilvânia. Os sintomas: seus portadores se tornam insanos, extremamente violentos e homicidas. O longa foi refilmado em 2010, com o título A Epidemia.

Extermínio (2002)

Por falar no pai dos zumbis, este longa reinventou o subgênero, dando um ar de realismo assombroso. Cillian Murphy vive o protagonista, um sujeito que acorda numa cama de hospital, só para descobrir uma Londres devastada após uma pandemia. As cenas da cidade deserta são impressionantes, e a câmera usada pelo diretor Danny Boyle é quase documental. Os poucos sobreviventes se escondem dos infectados: rábicos na potência máxima.

Os 12 Macacos (1995)

Esta é uma proposta diferente no gênero. A história se passa no futuro, lidando com as consequências de um vírus que devastou a humanidade, criado pelo homem. Como resultado, os sobreviventes vivem no subterrâneo escondidos e com recursos escassos. Como solução para reverter este quadro, entra em cena a viagem no tempo, para uma época antes do cataclismo, com a missão e preveni-lo. Para tal, é usado um prisioneiro em busca de redenção. Bruce Willis vive o protagonista, e o elenco conta ainda com Madeleine Stowe e um Brad Pitt indicado ao Oscar pelo papel. A direção é de Terry Gillian.

A Última Esperança da Terra (1971)

Antes de Eu Sou a Lenda (2007) existiu A Última Esperança da Terra. O filme é a segunda adaptação ao cinema do conto de Richard Matheson, depois de Mortos que Matam (1964). Na trama, Charlton Heston vive um cientista, desesperadamente buscando uma cura para um vírus que assolou todo o planeta. Alguns infectados se tornaram uma espécie de zumbis conscientes, pensantes e falantes, cuja pele esbranquiçada é intolerante à luz do dia. A Família, como são conhecidos, é uma espécie de seita fanática, criada a partir do novo mundo.

Vírus (1999)

E que tal se a raça humana fosse interpretada como um vírus do planeta Terra? É o que entende a ameaça deste filme trash baseado numa história em quadrinhos underground da Dark Horse, criada por Chuck Pfarrer. Na trama, uma fonte de energia extraterrestre se apossa de um navio russo e domina seu maquinário se tornando uma espécie de inteligência artificial. Cruza seu caminho a equipe de um barco menor, encabeçado por Jamie Lee Curtis e Donald Sutherland. Logo, membros do grupo são assimilados pela entidade, algo como O Enigma de Outro Mundo Mecânico (1982).

Cooties: A Epidemia (2014)

Terceiro filme da lista a utilizar este título (contando com o remake de Exército do Extermínio), aqui temos um vírus diferente, criando um novo foco para o tema da epidemia zumbi. Num colégio primário, as crianças são as infectadas devido a um alimento contaminando em sua merenda, servida no refeitório. Logo, os pimpolhos estão raivosos, doidos para devorar tudo em sua frente, e cabe aos professores – um grupo de figuras pra lá de peculiares, incluindo um novato vivido por Elijah Wood – salvar o dia.

O Enigma de Andrômeda (1971)

Se a década de 1950 é o berço das ficções científicas – em especial de invasão alienígena -, na década de 1970 ela dava um novo passo, ficando mais complexa e gerando verdadeiros clássicos ainda respeitados até hoje. É o caso com este filme do diretor Robert Wise (A Noviça Rebelde e West Side Story), escrito por Michael Crichton (Westworld e Jurassic Park). Na trama, uma cidade é devastada após o retorno para a Terra de um satélite contaminado. Em um laboratório subterrâneo, cientistas estudam a forma de vida alienígena, constantemente em evolução. O filme foi indicado aos Oscar de edição e direção de arte, e gerou uma minissérie em 2008.

Filadélfia (1993)

Um dos vírus reais mais devastadores já apresentados ao homem foi o da Aids. Terrível na década de 1980, onde surgiu pela primeira vez, a doença causou uma verdadeira pandemia, numa época onde não se tinha muita informação, já que era a primeira vez que todos se deparavam com algo do tipo. Milhares de pessoas perderam a vida, até descobrirem um forte coquetel de medicamentos capaz de incubar o vírus. No cinema, uma das mais potentes representações é neste filme de Jonathan Demme, sobre um homem demitido por ser gay e portar a doença, vivido por Tom Hanks. Pelo filme, Hanks ganhou seu primeiro Oscar e o filme levou também pela canção Streets of Philadelphia, de Bruce Springsteen, além de outras três indicações. O astro Denzel Washington também está no elenco na pele do advogado do protagonista.

‘O antigo e o novo Nicolas Cage vão colidir”, diz Nicolas Cage sobre filme sobre Nicolas Cage

Em uma recente entrevista à EmpireNicolas Cage falou um pouco sobre interpretar a si mesmo no aguardado The Unbearable Weight of Massive Talent(‘O Peso Insuportável do Talento Massivo’), revelando detalhes sobre a obra.

“É uma versão estilizada de mim, e o fato de eu até mesmo me referir a mim mesmo na terceira pessoa me deixa extremamente desconfortável. Há várias cenas no filme nas quais o contemporâneo Nic Cage e então o jovem Nic Cage estão colidindo e discutindo e lutando. É uma abordagem acrobática para a atuação”.

No filme, Cage desenvolve conversas internas com sua versão mais jovem, que é um astro hollywoodiano dos anos 90 e bem sucedido. Na trama, o ator conhece um bilionário mexicano que quer contratá-lo para um projeto. Mas ele vai acabar descobrindo que esse homem é um magnata do mundo das drogas e Cage vai ser recrutado pela CIA para tentar capturar esse traficante.

Inicialmente, ‘The Unbearable Weight of Massive Talent‘ foi escrito sem o consentimento de Cage por Tom Gormican (‘Ghosted‘) e Kevin Etten (‘Euphoria‘). Gormican enviou o material para Cage, acompanhado de um bilhete, e o ator topou assumir também o cargo de produtor do projeto.

Escrito como uma espécie de amostra, o projeto rapidamente ganhou o interesse de diversas produtoras e após uma guerra entre a HBO Max e a Paramount, a divisão Lionsgate conseguiu os direitos de produção do longa, que ainda não tem data de estreia.

Além de roteirizar, Gormican dirige ‘Unbearable Weight‘, cuja estreia está marcada para este ano.

‘Lullaby’: Diretor de ‘Annabelle’ vai comandar terror sobre o demônio Lilith

John R. Leonetti (Annabelle) vai dirigir o novo filme de terror da Alcon EntertainmentLullaby.

O filme terá Oona Chaplin (‘Uma Longa Jornada’) como protagonista.

A história gira em torno de Lilith, um demônio com corpo de mulher que se disfarça de serpente e induz Adão e Eva a comerem do fruto proibido na mitologia católica.

Chaplin recentemente terminou as gravações de Avatar 3, e reprisará seu papel nos dois próximos capítulos. Seus outros créditos incluem ‘My Dinner with Hervé’TabooGame of Thrones.

Alex GreenfieldBen Powell assinam o roteiro.

‘Possessions’: Jovem é acusada de assassinato no trailer da nova série da HBO Max; Confira!

HBO Max divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Possessions’, thriller francês criado por Shachar Magen (‘Sirens’).

Confira:

A série é dirigida por Thomas Vincent (‘Bodyguard’).

Uma jovem mulher francesa vivendo em Israel e acusada de assassinar seu marido no dia do casamento. Conforme a noiva luta para provar sua inocências, coisas misteriosas começam a acontecer. Ela é culpada ou a vítima?

Nadia Tereszkiewicz,, Reda Kateb, Aloise Sauvage, Tchéky Karyo e Noa Koler estrelam a produção.

‘Possessions’ estreia no dia 28 de janeiro.

‘NCIS’: Gibbs e Fornell procuram líder de gangue traficante no trailer da 18ª temporada, que estreia amanhã no AXN

A 18ª temporada de NCIS ganhou data de estreia no Brasil. O canal AXN lança o primeiro episódio da nova temporada amanhã, terça-feira (26), às 22h.

Assista ao trailer, que traz Gibbs (Mark Harmon) e Fornell (Joe Spano) atrás do líder de uma gangue traficante que vendeu drogas para a filha de Fornell.

Confira:

Criada por Donald P. BellisarioDon McGill, a série ainda possui dois derivados, ‘NCIS: Los Angeles‘ e ‘NCIS: New Orleans‘.

A trama segue uma equipe de agentes especiais cuja missão é investigar qualquer crime que tem provas ligadas a pessoas da Marinha, sem levar em consideração cargos e posições. Comandando esta equipe, que opera fora do círculo militar, está o Agente Especial Leroy Jethro Gibbs (Harmon), um investigador altamente habilidoso, esperto, violento e seguidor de regras para fazer seu trabalho.

O elenco conta com Mark Harmon, Sean Murray, Emily Wickersham, Wilmer Valderrama, Maria Bello, Brian Dietzen, Diona Reasonover, Rocky Carroll e David McCallum.