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‘Capitã Marvel’ tem filmagens antecipadas; Saiba mais!

O filme da Capitã Marvel está cada vez mais perto. Foi confirmado que as filmagens começam em fevereiro de 2018, ao invés de março, como tinha sido divulgado antes, segundo Kevin Feige ao Omega Underground.

Saiba mais sobre a personagem e o filme à seguir:

Kevin Feige revelou em entrevista ao Indie Wire, que o filme da Capitã Marvel terá papel muito importante na conclusão da história contada nos filmes da Marvel desde 2008, com Homem de Ferro.

“Há muitas discussões, todas focadas no pós-Fase 3 e do Vingadores 4, então nada que podemos tratar publicamente. Realmente estamos focando em Capitã Marvel e no trabalho que Anna e Ryan estão fazendo. Será uma grande parte para essa conclusão épica dos 22 filmes que tivemos nos últimos 10 anos. Esse é o foco para os próximos seis filmes que temos que terminar”.

O filme da heroína tem Brie Larson no papel da protagonista e a trama será ambientada nos anos 1990.

O lançamento é previsto para 14 de Março de 2019 no Brasil.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganha trailer inspirado em ‘Friends’; Assista!

Vingadores: Guerra Infinita ganhou um trailer editado pelo canal do YouTube Mr. Krepshus no estilo da abertura do seriado ‘Friends’. Confira:

Enquanto isso, a Marvel divulgou três novas imagens de Vingadores: Guerra Infinita mostrando os heróis divididos em seus núcleos. Confira:

Enquanto isso, a Marvel finalmente divulgou a data a partir da qual os veículos de comunicação de todo o mundo estão liberados para postar seus reviews de Vingadores: Guerra Infinita.

Segundo a publicação, a partir de 24 de abril de 2018 (terça-feira), porém, os críticos poderão postar breves reações nas redes sociais já a partir da segunda (23).

O filme tem estreia marcada para 26 de abril.

Vingadores: Guerra Infinita já quebrou seu primeiro recorde no Brasil. De acordo com informações do site Ingressos.com, em apenas 12 horas de pré-venda, o filme já superou em 25% a produção até então com maior venda antecipada na plataforma, Star Wars: O Despertar da Força, em 2015.

Nos EUA, nas primeiras 72 horas de vendas de ingressos antecipados para Vingadores: Guerra Infinita, o filme já quase triplicou a marca de Pantera Negra, antigo recordista dos filmes de super-heróis.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o primeiro filme gravado inteiramente em IMAX

Assista ao teste de elenco de Robert Downey Jr. para viver o Homem de Ferro!

O site The Hollywood Reporter divulgou o vídeo completo do primeiro teste de Robert Downey Jr. para viver o bilionário Tony Stark, conhecido como o Homem de Ferro.

O vídeo mostra uma conversa com uma jornalista que quer arrancar informações sobre os projetos da empresa da Stark. Assista:

Vingadores: Guerra Infinita já está disponível em DVD e Blu-ray.

Capitã Marvel chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto Vingadores 4 fica para 27 de abril de 2019.

Superman | Pontos para prestar atenção no trailer

Demorou, mas veio aí! James Gunn prometeu, e agora podemos assistir ao trailer de Superman. O filme dará início ao novo Universo DC nos cinemas. Caso você ainda não tenha assistido o trailer, confira abaixo!

Como de costume nos trailers de filmes de super-heróis, há uma porção de elementos incríveis que vão deixar os fãs empolgados. Alguns foram lotados logo de cara, enquanto outros precisam de um pouco mais de atenção. Pensando nisso, o CinePOP separou os principais pontos que você deve reparar no trailer. Confira!

Krypto, o Supercão

O trailer já começa dando o primeiro vislumbre não apenas do Superman, mas também de Krypto, o Supercão. Quando foi anunciado que o cachorrinho não seria um labrador, muitos fãs chiaram. Porém, James Gunn afirmou ter se inspirado em seu antigo cachorrinho que faleceu recentemente, e na relação que desenvolveu com Ozu, seu novo doguinho. A ideia é criar uma relação genuína entre homem e seu cachorro. E parece que funcionou.

 Esperança

Uma das principais propostas de James Gunn para o personagem era resgatar o símbolo de esperança. Nos últimos anos, Superman virou sinônimo de conflito moral, seja pelas adaptações cinematográficas do próprio personagem, seja pelas paródias em séries e animações. E nada melhor para mostrar a esperança do que trazer o herói salvando crianças. Se reparar bem, na primeira imagem vemos que o Super está com o rosto todo sujo. Ou seja, é bem provável que ele esteja no meio de uma batalha e tenha parado para salvar uma criança. Já no segundo momento, vemos uma criança em um contexto de guerra. Ela balança uma bandeira e clama pelo Superman, que aparece prontamente para salvá-la. Nada mais Superman do que isso.

Clark Kent

Isso aqui é sensacional. Um dos pontos mais famosos da mitologia do Superman é a diferença entre o herói e sua identidade secreta, Clark Kent. Como pudemos ver no trailer, David projetou seu queixo para frente enquanto interpretava o Clark, deixando sua mandíbula em posição normal ao assumir o papel de Superman. Esse visual do Clark é uma clara inspiração das artes de Frank Quitely, responsável pela ilustração do clássico “Grandes Astros: Superman”, que é uma das principais inspirações para este filme. Está realmente fascinante.

Família Kent

Outra parte fundamental da mitologia do Superman é a sua família humana: os Kent. Além do trailer mostrar a icônica propriedade do Kent em Smallville, vemos Clark conversando com o seu pai, seu grande mentor e figura de humanidade na Terra. Esqueça essa história de Superman órfão, aqui Clark Kent terá suas figuras paterna e materna como bússolas morais.

Kelex?

em dado momento do trailer, podemos ver o Superman segurando um robô destruído. Se repararmos no torno, poderemos ver que que está em um ambiente completamente branco. Ou seja tudo indica que esta cena aconteça dentro da Fortaleza da Solidão. Dito isso, se forem seguir os quadrinhos, o robô deve ser o Kelex, a inteligência artificial responsável por tomar conta e administrar a fortaleza da solidão. Ele também é um dos poucos laços de Clark com sua terra natal alienígena.

Universo DC

outra proposta muito legal deste novo Universo DC, é que ele começará já com a presença de outros super-heróis e vilões habitando esta terra. Ou seja, o Superman não será, em teoria, o primeiro super-herói. No trailer, podemos ver o Lanterna Verde (Guy Gardner), o Senhor Incrível, a Mulher-Gavião e o Metamorfo. E se você achou que o Lanterna Verde está tosco, é proposital. O Guy Gardner é historicamente conhecido como o Lanterna Verde mas tosco e lerdão do universo.

Origem do Metamorfo

lançado na década de 1960, o Metamorfo era um mercenário conhecido como Rex Mason. Ele foi contratado por Simon Stagg, um bilionário excêntrico, para tentar encontrar um lendário artefato egípcio. Porém, durante a missão, Rex percebe ter caído em uma armadilha de seu contratante, que o expôs a radiação de um meteoro, fazendo com que seu DNA sofresse alterações irreversíveis e ele se transformasse no Metamorfo. A partir de então, ele passa a usar suas habilidades para o bem. No trailer, vemos o Metamorfo com uma cara de confuso, e é possível reparar a presença das indústrias Stagg. Ou seja, são altíssimas as chances de vermos a história de origem do personagem ser retratada neste filme.

Lex Luthor

O grande vilão do filme será o clássico Lex Luthor. O trailer não revela muito dele, porém é possível ver seu rosto todo cheio de cortes e uma cena em que ele busca uma pistola bem tradicional. Isso pode ser um indicativo de que veremos a clássica cena da bala de Kryptonita, o famoso ponto fraco do Superman.

Amor

por fim, é impossível falar de Superman sem falar de Lois Lane. Em todas as cenas que a repórter aparece, podemos ver que ela aparenta ter alguma intimidade com o Superman, como na cena acima em que ele se beijam sobre um shopping, mas nenhuma delas aparenta trazer intimidade entre ela e Clark. Isso pode ser um forte indicativo de que ela não saberá a identidade secreta do Superman. Isso é um ponto clássico dos quadrinhos e dos filmes dos anos 70, em que Lois até suspeitava da identidade de seu amado, mas jamais conseguia comprovar que Clark Kent era o Superman.

Superman chega ao cinemas em 11 de julho de 2025.

Crítica | Kraven: O Caçador – Novo Filme da Marvel Traz Vibe ‘Crepúsculo’ com Músculos

Não é de hoje que o próprio público vem debatido a saturação do mercado dos super-heróis. Com tanto filme, universos, franquias, colecionáveis e personagens sendo injetados pela indústria anualmente, os consumidores estão com cada vez menos tempo para desfrutar um novo lançamento desse tipo. Mas, mesmo assim, quando a história ou o personagem são bons, mesmo com a saturação do mercado o filme consegue se destacar, como aconteceu com os últimos ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’. Infelizmente, não é o caso do lançamento da semana nos cinemas, ‘Kraven: O Caçador’, filme solo do universo da Marvel mas que não chega perto das outras produções da marca.

Sergei (Levi Miller) e Dimitri (Billy Barratt) acabaram de perder a mãe, por isso o pai deles, Nikolai Kravinoff (Russell Crowe), decide levá-los em uma caçada na África. Durante a viagem, Sergei sofre um acidente e o sangue de um leão é misturado com o seu, conjuntamente com um líquido milagroso oferecido pela jovem Calypso (Diaana Babnicova). Anos se passam e por ter sobrevivido a esse acidente Sergei hoje tem meio que superpoderes e atende pelo nome de Kraven (Aaron Taylor-Johnson, só que sua relação com seu pai grosseiro está cada vez pior. Quando descobre uma lista de criminosos que caçam animais e seu irmão Dimitri (Fred Hechinger) é sequestrado pelo grupo de Rino (Alessandro Nivola), Kraven vai atrás de Calypso (Ariana DeBose) para pedir sua ajuda para conseguir mais antídoto que o deixe indestrutível e, assim, consiga derrotar os vilões.

Kraven: O Caçador’ teve exibição prévia de trechos na CCXP este ano, onde basicamente mostrou apenas as cenas de ação. E foi uma escolha acertada, pois as cenas de luta, perseguição e ação são realmente a melhor coisa do filme. Bem coreografadas envoltas num ambiente luxuoso de grande investimento. Nestas sequências dá para ver o empenho do elenco em entregar tudo de si em músculos e socos.

Infelizmente, a pancadaria não segura a onda do filme, e o espectador provavelmente se sentirá entre o confuso e o entediado. O roteiro de Richard Wenk, Art Marcum e Matt Holloway passa a sensação de que o filme está sempre começando, sempre na introdução, e não começa efetivamente. Ao chegarmos no fim, a impressão é que o filme só vai começar num próximo – caso haja um próximo.

Dividido basicamente em dois tempos – adolescência e adulto – o roteiro é confuso, recheado de diálogos e situações previsíveis até mesmo para quem não acompanha as histórias da Marvel. E aí entra o diretor J.C. Chandor que tomou decisões curiosas para o projeto, conferindo ao tempo adolescente uma recriação da saga Crepúsculo (sério, os efeitos são os mesmos, a gelatina azul para empalidecer a pele, o protagonista correndo pela floresta e subindo nas árvores) com um quê de ‘Mutantes’ da Record; para a fase adulta, o diretor optou por uma vibe das novelas turcas, colocando homens de terno caro quase sensualizando em cena, mas com cara de mau o suficiente para distinguirmos quem é vilão e quem é bem-intencionado. Mas nenhum dos personagens tem valores confiáveis, então, fica difícil até de torcer pro protagonista.

Aleatório e perdido em si mesmo, ‘Kraven: O Caçador’ entrega cenas de ação bem-feitas e a beleza abdominal de Aaron Taylor-Johnson como atrativos para o espectador conhecer o universo paralelo desse herói-vilão da Marvel.

‘Asunda’: HBO está desenvolvendo nova série de fantasia

HBO está perto do fim de uma grande era, visto que a última temporada de Game of Thrones estreia em menos de um mês. Entretanto, segundo novas informações do site Deadline, a emissora já pode ter em mente seu próximo projeto de fantasia.

De acordo com as revelações, o canal já colocou em desenvolvimento uma série em live-action baseada em ‘Asunda’, quadrinhos publicados pela editora Stranger Comics. A história foi criada por Sebastian A. Jones, que será co-roteirista e produtor executivo da adaptação televisiva.

‘Asunda’ é ambientado no culturalmente rico e conturbado mundo homônimo, no qual uma garota órfã nasceu da união de duas nações e cresceu em uma pequena cidadela do deserto. Perseguida por todos, ela parte em busca de seus ancestrais e da coragem necessária para derrotar um perigoso e secular inimigo.

O universo criado por Jones traz referências a diversos outros mundos da fantasia, incluindo a mitologia grega, a Terra-Média de J.R.R. Tolkien e a própria franquia Game of Thrones. A protagonista é Niobe Ayutami e suas aventuras foram contadas em quadrinhos como ‘Niobe: She Is Life’‘Niobe: She Is Death’.

Ainda não há previsão de estreia da série.

‘Malévola: Dona do Mal’: Joachim Rønning e Angelina Jolie nas novas imagens de bastidores

Walt Disney Studios divulgou recentemente em seu Twitter oficial novas imagens dos bastidores da sequência Malévola: Dona do Mal, estampando a protagonista Angelina Jolie, o diretor Joachim Rønning e outros.

Confira:

O filme, apesar de vir carregado de várias expectativas, falhou em levar o público ao cinema, faturando apenas US$ 36 milhões em seu fim de semana de estreia, bem abaixo dos US$ 69,4 milhões arrecadados pelo primeiro filme em sua estreia. Mas isso talvez não impeça a produção de um terceiro longa-metragem da franquia.

Segundo Elle Fanning, ela e Jolie já discutiram o que poderia acontecer em um possível terceiro filme. Isso é algo que elas sonhavam durante os intervalos nas filmagens de ‘Malévola 2‘.

“Angelina e eu inventamos um terceiro filme inteiro. Não foi aprovado pela Disney ainda. A gente imaginava como seria a vida de Aurora com o [príncipe Philip] do lado, agora que ela conseguiu reunir todos os reinos”, afirmou em entrevista ao Metro.

Mesmo que o segundo filme prospere nas bilheterias, Fanning não espera que ‘Malévola 3’ seja feito nos próximos cinco anos.

“Teríamos que esperar a história chegar, e isso demora um bom tempo”, afirmou.

Vale lembrar que Malévola: Dona do Mal teve o fim de semana de abertura mais fraco para qualquer filme da Disney até agora em 2019.

Dumbo‘ estreou nos EUA arrecadando US$ 54 milhões, ‘Aladdin‘ abriu com US$ 91,5 milhões e ‘O Rei Leão‘ encerrou seu fim de semana com US$ 191,7 milhões

Com um orçamento de US$ 185 milhões, a fantasia enfrentará problemas para se pagar nas bilheterias.

A sequência de ‘Malévola‘ arrecadou US$ 117 milhões no mercado internacional, totalizando US$ 153 milhões mundialmente.

Uma aventura que se passa vários anos depois de “Malévola” – em que o público aprendeu sobre os eventos que endureceram o coração da vilã mais famosa da Disney e a levou a amaldiçoar a pequena princesa Aurora, “Malévola II” continua a explorar a relação complexa entre a fada de chifres e a quase rainha, ao formarem novas alianças e enfrentarem novos adversários em sua luta para proteger os mouros e as criaturas mágicas.

O longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

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Crítica | Pequenos Incêndios por Toda Parte: 1ª Temporada – O Pássaro na Gaiola

Em 1969, a lendária poeta Maya Angelou publicou um livro autobiográfico intitulado Eu Sei Por Que o Pássaro na Gaiola Canta, cujo tema principal é a liberdade. Não é surpresa que o poema homônimo, recheado de metáforas e de análises antropológicas sobre encarceramento, opressão e autonomia, sirva como tema principal de Pequenos Incêndios por Toda Parte, um dos melhores dramas do ano que foi entregue com altas expectativas pelo Hulu. Entre atuações incríveis e ácidos diálogos que discutem sobre preconceito, orientação sexual e privilégios raciais, é inegável dizer que cada novo capítulo veio como um forte soco no estômago, desconstruindo tudo o que esperávamos em prol de reviravoltas chocantes, personagens marcantes – e uma resolução digna de qualquer tragédia social de Bertold Brecht ou Tennessee Williams.

Se os primeiros episódios funcionaram como uma apresentação concisa de todas as tramas e subtramas envolvendo os protagonistas, as iterações consecutivas transformaram-se em uma fusão melodramática do confronto geracional entre fortes personas femininas, lideradas pelo impactante contraste entre Mia Warren (Kerry Washington) e Elena Richardson (Reese Witherspoon) – e essa convulsionada exploração da psique humana é fruto do duro trabalho de Liz Tigelaar em destrinchar o romance homônimo de Celeste Ng e traduzir para as telinhas um enredo pincelado com intrigas, suspense e amadurecimento compulsório. Em outras palavras, os estereótipos clássicos dos dramas noventistas de Mia e Elena deixam de existir para impulsionar passados traumáticos de duas personalidades com criações extremamente diferente que entram no embate de uma supremacia ideológica que caminha para o caos.

De um lado, Mia se posta como uma profissional artística e mãe solteira que cuida da filha, Pearl (Lexi Underwood), caminhando pelas ruas impecáveis da pitoresca Shaker Heights enquanto chama a atenção de todos por sua pose irreverente e audaciosa; de outro, Elena é colacionada pela presença da personagem de Washington, recusando-se a deixar que seu papel como dona de casa e jornalista exemplar seja colocada em xeque – o que acrescenta algumas camadas cômicas quando pensamos na egolatria e no perfeccionismo excessivos com os quais Witherspoon brinca. E é claro que esses fortes gênios são refletidos nas filhas – seja por completo, seja em partes -, perpetuando uma corrida odiosa que oscila desde a síndrome do cavaleiro branco até mentiras cruéis que escondem-se da luz do dia.

O time de diretores cuida para que nada ocorra como o planejado, promovendo twists nas sequências mais inesperadas para garantir que o público fique vidrado do começo ao fim – o que funciona bem mais do que o imaginado. Em cada um dos episódios, nomes como Lynn Shelton e Michael Weaver rendem-se arduamente a intrincados arcos narrativos que oscilam entre a vítima e o vilão, o bem e o mal, a justiça e a iniquidade; mais do que isso, os personagens recusam-se a serem rotulados em extremos de uma mesma moeda, preferindo se equilibrarem em uma corda bamba prestes a romper. As coisas ganham ainda mais densidade quando Mia resolve ajudar uma colega de trabalho, Bebe Chow (Huang Lu), a recuperar a bebê que foi forçada a abandonar por não ter condições de cuidar dela. O problema é que essa mesma criança foi parar nos braços de Linda (Rosemarie DeWitt), melhor amiga de Elena – dando início a uma batalha judicial visceral.

O teor do roteiro busca inspiração em inúmeras obras-primas do suspense e do drama – deixando “claro” de que lado a história irá favorecer. Mais do que isso, as tramas usam e abusam do conceito de foreshadowing, incrementando alguns diálogos com declarações pesadas e verdadeiras acerca de infraestrutura e condição socioeconômica das minorias (no caso, representadas pela presença de Mia, Pearl e Bebe). Não é surpresa que, no final das contas, Linda consegue a guarda da filha definitivamente, o que não significa muita coisa. Conforme nos aproximamos do final, percebemos que as tentativas de manter o status quo e banir as “forasteiras” não serviram de nada: Bebe sequestra o bebê e foge, enquanto Elena observa impotente seu império perfeito ruir em frangalhos.

A série não pensa duas vezes antes de escancarar a diferença gritante entre fachadas e realidade: Witherspoon busca referências de outros trabalhos recentes na televisão, como a verborragia de Madeleine em Big Little Lies e a obstinação incontrolável de Bradley em The Morning Show, entregando uma atuação irretocável que atravessa a ascensão e a queda de uma socialite privilegiada que não enxerga nada além de seu mundo de oportunidades e escolhas mal feitas; Washington, por sua vez, abandona sua performance em Scandal para fornecer o exato oposto: uma trabalhadora indesculpável que fará de tudo para lutar por justiça e proteger as pessoas que precisam de ajuda. No final das contas, percebemos que Elena vinha provocando “pequenos incêndios por todo lugar”, culminando no desmantelamento de tudo que conhece em um finale espetacular – ainda que seja mais melodramático do que o necessário.

Eventualmente, o pássaro clamando por liberdade se livra da gaiola e percebe que há um mundo de possibilidades bem à sua frente; e, logo atrás dele, há o seu ninho improvisado, a prisão que antes chamava de casa, que agora arde em chamas e cintila uma mãe que não percebeu seus erros e que só agora sofre as consequências de seus atos – enquanto observa, impotente, mudanças drásticas que iniciam um conturbado capítulo de sua vida. E é dentro desses simbolismos poéticos que ‘Pequenos Incêndios por Todo Lugar’ ganha uma camada bem mais profunda e deliciosamente angustiante pelos motivos certos e muito bem-vindos.

Crítica | Mãe Só Há Uma

Amor de mãe é único e verdadeiro. É para uma vida inteira, e jamais é passageiro. Escrito e dirigido pela excelente cineasta Anna Muylaert (Que Horas Ela Volta?) Mãe Só Há Uma, o longa metragem, com estreia marcada para o próximo dia 21 de julho nos cinemas brasileiros, é uma viagem ao universo adolescente paralelo a um trauma que muda completamente a vida de muitas pessoas ao mesmo tempo. Com grande atuação do protagonista Naomi Nero e da excelente atriz Daniela Nefussi, o filme avança no universo das escolhas e nos caminhos da aceitação, do amar como a gente é.

Na trama, acompanhamos a trajetória de Pierre (Naomi Nero), um jovem de 17 anos que adora pintar as unhas, tocar música com os amigos e vive uma vida simples ao lado da mãe e da irmã. Toda sua rotina muda quando um inspetor da polícia bate em sua porta com a notícia de que ele foi roubado na maternidade e que a pessoa que reconhece como sua mãe na verdade não é. Andando com sua Bike de um lado para o outro, Pierre entrará em um caminho de descobertas que vão do encontro com sua família de sangue e os desencontros de sua vida passada.

Mãe Só há uma

Eu já tenho família. Eu já tenho nome. Lutando contra as ações do destino, Pierre parte em busca de descobertas que mudam para sempre sua vida. Sem muitos rodeios a trama vai seguindo em uma pegada muito objetiva sempre atenta aos detalhes da personalidade libertária do jovem Pierre. Paralelo à notícia mais impactante da sua curta trajetória de vida, sua sexualidade vai aflorando, desejos e paixões, deixando o futuro a curto prazo com muitas escolhas a serem feitas em alguns campos de sua vida. Em busca de aceitação, quer ser amado da maneira como é.

365 vezes 17, mais de 5.000 dias, mais de 5.000 oferendas, mais de 5.000 rezas. Uma trilha sonora com bastante personalidade vai dando o tom, até certo ponto bastante melancólico, para as sequencias. O filme se mantém no percurso de ser um drama profundo que ganha seu ritmo com os personagens coadjuvantes que cercam a nova vida de Pierre. Seu novo relacionamento com o irmão que não conhecia, o distanciamento (a princípio) com seus pais biológicos, a sua rotina aos olhos de sua nova família, o tabu da sexualidade que é instaurado em sua nova casa. As descobertas são muitas, as escolhas vão sendo feitas e nós espectadores somos brindados com um filme emocionante que fala muito além do amor de uma família, mostra um retrato da nossa sociedade e os caminhos para ser aceito nesse mundo as vezes tão complexo.

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10 filmes que você precisa assistir antes da semana acabar!

A semana está chegando ao fim e logo pensamos: o que faremos no nosso tão aguardado descanso? Se você for buscar algum filme que te faça refletir sobre a vida, não deixe de pegar alguma dessas dicas abaixo:

 

As Ondas (Prime Video)

Tyler (Kelvin Harrison Jr.) é um jovem estudante que faz parte da equipe do colégio de lutas e vive uma bela vida ao lado de sua madrasta Catharine (Renée Elise Goldsberry), seu pai Ronald (Sterling K. Brown) e sua irmã Emily (Taylor Russell). Extremamente pressionado aos seus treinos e em ser o melhor, Tyler vive um grande conflito interno quando recebe a notícia de que sua namorada está grávida e vai ficar com o bebê. A partir dessa situação se desenrolam fatos que vão marcar para sempre a vida do jovem e também de sua irmã que precisará ter forças para lutar contra pensamentos do seu passado para seguir em frente e tentar encontrar a tão sonhada felicidade.

 

O Dia que te Conheci (Canal Brasil)

Na trama, ambientada em uma Minas Gerais na atualidade, conhecemos Zeca (Renato Novaes), um simpático homem, imaturo, por muitas vezes inocente, descompromissado com o que pode vir no futuro, que trabalha na biblioteca de uma escola pública localizado longos quilômetros longe de sua casa. Um dia, por conta de seus constantes atrasos por um presente ligado à crises de sono intensas, é demitido de seu trabalho. No mesmo dia, pega uma carona com Luísa (Grace Passô) e entre desabafos e papos sobre diversos assuntos aos poucos um vai abrindo o coração para o outro.

 

As Virgens Suicidas (Tem pra aluguel em algumas plataformas)

Em 1999, Sofia Coppola lançaria seu primeiro e impactante projeto na direção, As Virgens Suicidas. O filme nos mostra a história de algumas irmãs que moram em um subúrbio dos Estados na década de 70. O elenco é excelente, nomes como: James Woods, Kathleen Turner, Kirsten Dunst, Josh Hartnett e Danny DeVito.

 

Entre Mulheres (MGM+)

Na trama, ambientada em 2010, conhecemos um grupo de mulheres de uma comunidade religiosa menonita que se reúnem de forma urgente para decidir sobre as opções para seus futuros após serem vítimas de abusos sexuais, sedadas e estupradas por homens dessa mesma comunidade. Elas precisam decidir se fogem ou ficam e lutam antes que os seus agressores voltem.  A história do filme se baseia nos fatos reais relatados no livro de Towes, ocorridos na colônia de Manitoba, uma remota comunidade menonita aqui na América do Sul, na Bolívia, mesmo que na adaptação cinematográfica não seja revelada sua localização.

 

O Talentoso Ripley (Tem pra aluguel em algumas plataformas)

Filmaço lançado no final da década de 90, O Talentoso Ripley nos mostra um jovem invejoso chamado Tom Ripley (Matt Damon) que tem o estranho hábito de imitar e se fazer passar por outras pessoas. Ele recebe uma missão de ir buscar o filho de uma pessoa na Itália. Baseado na obra homônima da escritora texana Patricia Highsmith.

 

Círculo de Fogo (Netflix, Mercado Play)

Na trama, ambientada em tempos da mais terrível das guerras, conhecemos a saga do atirador de elite russo Vassili Zaitsev (Jude Law) que é transformado em herói, fato esse que o faz ser perseguido por um major dos alemães durante a Batalha de Stalingrado.

 

Flashdance (Paramount Plus)

Na trama, conhecemos Alex (Jennifer Beals), uma jovem de 18 anos, amante da dança, com o sonho de entrar em um concorrido conservatório de balé. Para sobreviver, ela trabalha de dia como soldadora em obra e de noite se apresenta em impactantes shows noturnos de dança em uma boate. Certo dia, se aproxima do seu chefe, Nick (Michael Nouri), um homem mais velho, mais maduro, que a ajuda no seu caminho rumo aos sonhos.

 

Os Dois Hemisférios de Lucca (Netflix)

Baseado no livro Los dos hemisférios de Lucca escrito por Bárbara Anderson e dirigido pela cineasta Mariana Chenillo – que já havia realizado um belíssimo trabalho no filme Paraíso (2013), exibido no Festival do Rio – Os Dois Hemisférios de Lucca é um olhar para uma jornada que consegue completar todas as lacunas com a emoção, movida também pelo real sentimento do que é uma família unida.

 

O Perdão (Reserva Imovision)

Na trama, conhecemos Mina (Maryam Moqadam), uma mulher que trabalha em uma fábrica de leite, mãe de uma menina surda que acabou ficando viúva após seu marido ser preso e condenado à pena de morte no Irã. Um ano se passa e buscando soluções para seu presente, agora solteira e com uma filha pequena, acaba descobrindo que seu marido era inocente no processo que foi condenado. Buscando entender seus direitos pelo erro cometido pela justiça iraniana ela acaba sofrendo por alguns conflitos que se desdobram. Até que um dia Reza (Alireza Sani Far) aparece em sua porta, ela não sabe mas ele é alguém arrependido por uma sentença feita.

 

A Mulher Rei (Netflix)

Na trama, voltamos séculos atrás para conhecer uma parte da história do Reino de Daomé, um poderoso e visado lugar no continente africano (hoje onde fica o Benin) comandado nesse recorte pelo rei Geyzo (John Boyega). Um dos orgulhos desse lugar é o valente e corajoso exército feminino denominado Agojie, comandado por uma general chamada Nanisca (Viola Davis), uma mulher cheia de traumas em seu passado e que com o passar do tempo se tornou uma das guerreiras mais temidas da região. No filme vamos vendo o treinamento de uma geração nova que chega para esse exército, assim conhecemos Nawi (Thuso Mbedu), uma jovem, destemida, que foi entregue por seu pai adotivo. Quando um novo inimigo chega na região, as veteranas e as novas guerreiras precisarão defender com todas as forças o seu reino.

 

‘Um Dia de Chuva em Nova York’: Filme de Woody Allen teve a maior bilheteria da última semana

Apesar de ter sido descreditado pelos próprios membros do elenco e barrado de sua estreia original em diversas salas de cinema, Um Dia de Chuva em Nova York, mais recente drama de Woody Allen, tornou-se o filme de maior bilheteria nesta última semana.

Mesmo com a maior parte dos cinemas do mundo tendo sido fechados devido à pandemia do novo coronavírus, o longa arrecadou US$330 mil no final de semana passada na Coreia do Norte (segundo o Box Office Mojo), que começou a afrouxar a quarentena nos últimos dias.

Na lista, configuram-se também os filmes Dois Irmãos (US$17 mil na Noruega), o filme francês ‘La Belle Époque’ (US$35 mil na Austrália) e The Wretched (US$69 mil nos Estados Unidos).

Um Dia de Chuva em Nova York foi boicotado devido às reinsurgências das alegações de abuso sexual cometido por Allen contra sua filha, Dylan Farrow. O depoimento de Farrow foi publicado em dezembro de 2017 pelo Los Angeles Times, pouco depois das filmagens terminarem. Seu lançamento norte-americano, originalmente planejado para 2019, foi, dessa forma, cancelado pela Amazon Studios.

No Brasil, o filme foi lançado em 21 de novembro do ano passado.

O longa foi escrito e dirigido por Allen.

Apaixonado por Nova York, Gatsby (Chalamet) decide passar um fim de semana na cidade ao lado de Ashleigh (Fanning), sua namorada. No entanto, aquilo que era pra ser uma aventura romântica acaba tomando um rumo inesperado. Aspirante a jornalista, Ashleigh conhece o diretor de cinema Roland Pollard (Schreiber), que a convida para a exibição de seu mais recente trabalho. Gatsby, por sua vez, encontra Chan (Gomez), a irmã mais nova de sua ex-namorada, com quem passa o restante da viagem. Um dia de chuva em Nova York será o suficiente para fazer com que Ashleigh redescubra suas verdadeiras paixões e Gatsby aprenda que só se vive uma vez – mas que é o suficiente se for ao lado da pessoa certa.

O elenco inclui Timothée Chalamet, Elle Fanning, Liev Schreiber, Selena Gomez, Jude Law e Diego Luna.

‘Grey’s Anatomy’: 16ª temporada já está disponível na Netflix!

Ótima notícia para os fãs!

Depois de muito tempo pedindo e implorando, a Netflix disponibilizou a 16ª temporada da icônica, premiada e adorada série médica ‘Grey’s Anatomy’ em seu catálogo. Todas as outras iterações também estão disponíveis na plataforma.

Relembre o trailer:

Vale lembrar que o 17º ciclo estreia na ABC no dia 12 de novembro.

‘A Lenda de Candyman’: Astro do reboot diz que filme é “épico” e “visualmente deslumbrante”

Em entrevista ao Entertainment Tonight, o astro Colman Domingo falou sobre o aguardado terror A Lenda de Candyman, que chega aos cinemas no dia 27 de agosto deste ano, rasgando elogios para a direção de Nia DaCosta e para a construção visual do longa.

“[O filme] precisa ser lançado nos cinemas, acredito nisso. Nia DaCosta dirigiu algo que é realmente épico e visualmente deslumbrante. E acredito que você precisa estar na audiência e em choque ao mesmo tempo. E rir ao mesmo tempo e ficar sem reação ao mesmo tempo”.

Em uma recente aparição ao painel do Festival Nightstream, DaCosta revelou que o novo filme será relativamente diferente no tocante às origens do icônico vilão.

“No [filme] original, ele está totalmente formado. Um monstro, digamos, porque é dessa forma que ele se postou no filme, como um monstro. Então é uma revelação: ‘aqui estou eu. Estou totalmente formado. Totalmente grotesco’. Neste aqui, vamos fazer uma progressão vagarosa e, para mim, queria realmente engatilhar uma reação do tipo ‘o que é isso?'”.

Confira as novas imagens:

Segundo o FilmRatings.com, o aguardado filme ganhou sua classificação indicativa oficial.

As informações indicam que o longa-metragem será recomendado para maiores de 18 anos (rated-R) devido a “violência sanguinolenta e linguagem que inclui referências sexuais”. Além disso, o site também afirma que certos territórios lançarão a obra sob o título de Say My Name devido a uma falta de familiaridade com a saga cinematográfica.

O filme acompanha Anthony, um artista socialmente pronunciado em Chicago que pesquisa a lenda urbana de Candyman. Depois de investigar o último paradeiro conhecido do assassino, assassinatos estranhos começam a ocorrer em torno de Anthony. O protagonista desempenhará um papel semelhante ao de Helen Lyle, a personagem principal do filme original.

Abdul-Mateen II será o vilão do novo filme, e o elenco ainda conta com Nathan Stewart-Jarrett, Colman Domingo e Teyonah Parris.

Além de produzir, o vencedor do Oscar Jordan Peele (‘Corra!‘) também irá coescrever o roteiro ao lado de Win Rosenfeld.

‘Roswell: New Mexico’: 3ª temporada ganha cartaz oficial e data de estreia; Confira!

CW divulgou recentemente um belíssimo cartaz da 3ª temporada de Roswell: New Mexico’.

O pôster vem acompanhado da data de estreia oficial dos novos episódios: 26 de julho.

Confira:

Vale lembrar que a showrunner Carina Adly MacKenzie, que esteve responsável pelas duas primeiras temporadas da série, não retornará ao cargo no terceiro ciclo.

“Essa semana, eu tomei uma decisão difícil ao deixar o meu cargo em ‘Roswell, New Mexico'”, declarou MacKenzie em seu Twitter. “Essa obviamente não foi uma decisão fácil, mas devido a diferenças fundamentais, eu estou me afastando e deixando a série em mãos capazes. Tenho orgulho do que nós construímos nos últimos dois anos e acredito no coração da série: fazer perguntas difíceis, tentar fazer o mundo um lugar melhor e ampliar vozes marginalizadas.”

O site THR afirma que a saída da showrunner se originou através de um conflito nos bastidores entre ela e a Warner Bros. Recentemente, MacKenzie criticou publicamente uma emissora britânica por ter cortado uma cena LGBT na exibição de um episódio, o que obrigou a Warner a fazer “controle de danos” com a distribuidora estrangeira.

A série já foi renovada para a 4ª temporada.

Produzida pela Julie Plec (‘The Vampire Diaries‘), a série é um reboot da produção clássica ‘Roswell‘.

O drama conta a história de uma filha de imigrantes que, relutantemente, decide voltar à cidade de Roswell, no Novo México. Lá, ela descobre que sua antiga paixão adolescente, que hoje atua como um policial, é de fato um alien que tem escondido suas habilidades a vida inteira.

Ao descobrir seu segredo, ela volta a se aproximar do rapaz, o ajudando na busca por suas origens, à medida que ambos começam a se reconectar. No entanto, sua verdadeira identidade pode vir a tona, quando um governo sagaz inicia um trabalho violento para desvendar uma possível presença de vida alienígena na Terra. O medo e ódio pelo desconhecido podem colocar em risco a vida do policial e o romance que está surgindo entre os dois.

O elenco inclui Nathan Parsons (‘True Blood‘), Jeanine Mason (‘Grey’s Anatomy‘), Heather HemmensTyler BlackburnLily CowlesMichael Vlamis.

A Roda do Tempo | Conheça a saga literária que inspirou a nova série estrelada por Rosamund Pike

Nesta próxima sexta-feira, 19 de novembro, a Amazon Studios lançará sua ambiciosa série de fantasia intitulada A Roda do Tempo.

A produção é baseada na aclamada saga literária de Robert Jordan, lançada em 1990, e é considerada por inúmeros especialistas como a mais importante do gênero desde o clássico ‘O Senhor dos Anéis’, de J.R.R. Tolkien – algo que nos chama a atenção logo de cara, considerando que as aventuras de Frodo Bolseiro foram publicadas quase quatro décadas antes. Responsável, ao lado de Tolkien, por influenciar nomes como George R.R. Martin (‘As Crônicas de Gelo e Fogo’), J.K. Rowling (‘Harry Potter’) e Neil Gaiman (‘Stardust – O Mistério da Estrela’), Jordan ascendeu ao patamar de um dos romancistas mais reconhecidos da contemporaneidade.

Mas sobre o que fala os livros?

Considerando que a primeira temporada irá adaptar o volume inicial, ‘O Olho do Mundo’, é bem provável que sejamos introduzidos à luta entre o bem e o mal que acomete um mundo sem nome. Logo nos primeiros capítulos, somos transportados para o pequeno vilarejo de Dois Rios e acompanhamos Rand al’Thor, um jovem fazendeiro que vê sua vida mudar por completo com a chegada de Moiraine Demodred, uma Aes Sedai (espécie de feiticeira) temida e rechaçada pelos homens que afirma que um dos jovens moradores corre enorme perigo por ser o Dragão Renascido – cujo destino incerto pode derrotar o perigoso antagonista conhecido como Tenebroso ou condenar o mundo à destruição e ao caos completos.

Além de Rand e Moiraine, o restante dos protagonistas inclui Matrim Cauthon, Perrin Aybara (dois fazendeiros e amigos de Rand), Egwene al’Vere, Nynaeve al’Meara (Sabedorias, ou seja, curandeiras responsáveis por manter a ordem e a saúde dos habitantes de seu vilarejo), um menestrel fanfarrão chamado Thom Merrilin e Lan Mandragoran, Guardião e braço-direito de Moiraine. Moiraine e Lan são dotados de habilidades que protegem aqueles que devem ser protegidos, mas que não pensam duas vezes antes de mostrarem que devem ser temidos. Enfrentando inúmeros inimigos ao longo do caminho, como Trollocs (bestas meio humanas, meio animais) e Myrddraal (vassalos do Tenebroso), eles partem em uma jornada sem volta para cumprir a Profecia proferida pela Roda do Tempo em uma amálgama multiétnica alicerçada na predestinação.

Apesar do primeiro volume ser centrado na história supracitada, vale lembrar que A Roda do Tempo se desdobra em milhares de anos e acompanha dezenas de personagens – motivo pelo qual sempre envolve um herói (o Dragão) e uma entidade maligna (o Tenebroso). Não é surpresa que a frase de abertura do primeiro capítulo seja: A Roda do Tempo gira, e Eras vêm e vão, deixando memórias que se transformam em lendas”. A imortalização dos personagens da saga é o mote principal de Jordan e segue os passos de epopeias e épicas greco-romanas cujo principal objetivo e criar símbolos que serão relembrados séculos mais tarde.

A conhecida batalha entre o bem e o mal, o antagonismo arquetípico da luz e das trevas, não é nenhuma novidade para qualquer um que já tenha se aventurado nas páginas de Tolkien ou, gerações depois, de Martin e de Rowling. Porém, é notável como Jordan arquitetou uma profunda divisão entre o que se conhecia e o que se conhece, aproveitando o fastígio emblemático dos anos 1980 e 1990 para pincelar cada uma das cenas delineadas com asserções e críticas religiosas. A própria construção imagética e metafórica da Roda do Tempo corresponde ao fanatismo ideológico, visto que boa parte dos personagens é movido pela crença de que a Roda sabe o que faz e que sua força é sentida em todas as regiões, províncias e territórios – ora, até mesmo a menção ao Criador traz inspirações do Deus católico.

Não obstante o conflito principal e esquematizado ad nauseam ao longo de uma epopeia de tirar o fôlego, o tema supracitado se mescla a questões metafísicas que se relacionam aos conceitos de destino, de inexorabilidade do tempo e de imutabilidade – ou seja, um prato cheio para que correlações sejam anotadas entre o universo de Jordan e a sociedade em que vivemos. A fragilidade da fé também é constante e marca com profundidade o modo como os protagonistas e coadjuvantes enxergam o mundo à sua volta, enquanto o maravilhamento e o medo em relação ao novo, ao estranho, surgem como forças-motrizes para as reviravoltas e conclusões.

De certa maneira, é possível emprestar a adjetivação ao nome do autor e comentar sobre um estilo artístico jordaniano. O admirável sincretismo não se restringe apenas às incursões católicas ou abraâmicas, e sim mostra apreço por mitologias europeias e asiáticas – como a natureza cíclica do tempo, mencionada em leituras do Budismo e do Hinduísmo, ou a compreensão do balanço e da dualidade de qualquer ser existente no planeta, aludindo ao Taoísmo. A vibrante dicotomia, inclusive, levou estudiosos a traçarem paralelos entre os escritos de Jordan aos do icônico Leon Tolstoy, que assinou o atemporal ‘Guerra e Paz’ em 1869.

Infelizmente, o romancista faleceu em 2007, enquanto trabalhava no que, originalmente, seria o volume final da saga. Jordan fez extensasa notações sobre a história em que trabalhava para que outro autor pudesse finalizar o romance, seguindo desejos bastante específicos – motivo pelo qual Brandon Sanderson, conhecido de Jordan, foi contratado para finalizar. Sanderson decidiu dividir a história em três volumes diferentes, com o último deles sendo publicado em 2013 (‘A Memory of Light’, ainda sem tradução para o português).

Estendendo-se por nada menos que catorze volumes, oito dos quais estrearem em primeiro lugar na lista de best-sellers do New York TimesA Roda do Tempovendeu mais de 90 milhões de cópias e se tornou uma das franquias fantásticas mais bem-sucedidas de todos os tempos – até mesmo conquistando um Hugo Award e cultivando uma popularidade invejável e poderosa.

‘Batman’ ultrapassa a marca dos US$735 milhões nas bilheterias mundiais

O novo ‘Batman‘, estrelado por Robert Pattinson, já está em meados de seu segundo mês de exibição nos cinemas mundiais e continua a fazer um sucesso estrondoso.

Segundo o Collider, o longa-metragem, comandado por Matt Reeves, oficialmente cruzou a marca dos US$735,1 milhões ao redor do planeta, arrecadando US$6,6 milhões apenas nesta última semana nos Estados Unidos.

Dessa maneira, ‘Batman’ tornou-se o filme mais bem-sucedido de 2022 até agora – ultrapassando títulos como ‘Water Gate Bridge’‘Uncharted’, que ocupam o 2º e o 3º lugar, respectivamente.

Vale lembrar que, nas semanas anteriores, o longa superou outras grandes entradas da Warner Bros. e da DC, incluindo  Liga da Justiça‘, ‘O Homem de Aço‘ e ‘O Esquadrão Suicida‘, o último dirigido por James Gunn.

‘Batman’ chegará no próximo dia 19 de abril ao catálogo da HBO Max.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Serkis) e o tenente James Gordon (Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”

“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Farrell), Carmine Falcone (JTurturro) e Edward Nashton/Charada (Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”

Robert Pattinson estrela no papel principal. O elenco ainda conta com Zoë Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Andy Serkis (Alfred Pennyworth) e Colin Farrell (Pinguim).

‘Matilda’: Clássica adaptação infantil estrelada por Mara Wilson já está disponível na Netflix!

A clássica e adorada adaptação Matilda, considerada uma das melhores produções dos anos 1990, já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada na plataforma de streaming no último dia 01 de setembro, alguns meses antes da estreia da versão musical.

Relembre o trailer:

Apesar do fracasso comercial (que não conseguiu nem ao menos cobrir o orçamento de US$36 milhões), o longa teve recepção bastante favorável por parte da crítica especializada, que elogiou a fidelidade ao romance homônimo de Roald Dahl e a direção do lendário Danny DeVito.

A trama é centrada na jovem garotinha titular, uma criança brilhante que cresceu em meio a pais grosseiros e ignorantes. Ambos ignoram a filha, a ponto de esquecerem de matriculá-la na escola. Desta forma, Matilda fica sempre em casa ou na livraria, onde costuma estimular sua imaginação. Quando Matilda descobre que possui poderes mágicos, Harry resolve enviá-la à escola. O local é controlado com mão de ferro pela diretora Agatha Trunchbull, levando Matilda a usar seu talento especial para proteger seus amigos e sua professora.

Mara WilsonPam Ferris, DeVito, Rhea PerlmanJimmy KarzEmbeth DavidtzBrian LevinsonKiami Davael e outros estrelaram.

‘The Brave and the Bold’: Novo filme do Batman pode ser dirigido por Ben Affleck, aponta rumor

Através das redes sociais, o insider @ViewerAnon revelou alguns rumores da DC Studios que apontam Ben Affleck (que interpretou o Batman no extinto DCEU) como o diretor da vindoura adaptação de The Brave and the Bold para o novo DCU.

Na postagem, ele escreveu: “isso é baseado em murmúrios e piscadelas. Não sei se é verdade, mas espero que sim (ou que o Sr. [JamesGunn negue os rumores se não for). Mas ouvi que Ben Affleck está… Envolvido com The Brave and the Bold (ou há esperanças de que ele estará)”.

Affleck já dirigiu diversos outros filmes, incluindo o thriller ‘Atração Perigosa’, o vencedor do Oscar ‘Argo’ e o vindouro ‘Air’, que conta a história por trás do tênis Air Jordan, da parceria entre a Nike e o jogador Michael Jordan.

A saga conhecida como The Brave and the Bold foi oficialmente publicada entre os anos de 1955 e 1983. Pouco depois, a narrativa foi acompanhada de uma minissérie, lançada entre 1991 e 1999, e de um revival que seria publicado a partir de 2007.

A fase dos quadrinhos que inspirará o filme foi escrita por Grant Morrison e terá ninguém menos que Damien Wayne como Robin. Será a introdução da Batfamília, já que Damien é o filho de Bruce Wayne. A história mostrará Damien como um pequeno assassino que terá que ser posto na linha por seu pai, o Batman.

Mais informações não foram reveladas.

Manny Coto, produtor e roteirista de ’24 Horas’ e ‘American Horror Story’, morre aos 62 anos

O premiado roteirista e produtor Manny Coto, conhecido por seu trabalho em séries como 24 HorasAmerican Horror Story, faleceu no último dia 09 de julho, aos 62 anos.

A triste notícia foi confirmada por sua família. Coto morreu em sua casa, em Pasadena, após lutar contra um câncer pancreático durante treze meses. As informações indicam que ele estava cercado pelas pessoas que amava quando partiu.

Coto é conhecido por seu trabalho na adorada série de espionagem 24 Horas como produtor executivo, que lhe rendeu uma estatueta do Emmy Awards de Melhor Série de Drama em 2005, além de ter escrito boa parte dos roteiros da quinta temporada. Ele também é co-criador das sequências 24 Horas: Viva um Novo Dia’24 Horas: Legado’.

Além disso, ele ganhou reconhecimento por sua colaboração em quatro temporadas de American Horror Story e no spin-off American Horror Stories, bem como em três temporadas de Dexter – este lhe rendendo mais uma indicação ao Emmy.

Ainda que não tão prolífico no cinema, Coto carrega alguns créditos dos anos 1990 e 2000, como ‘Dr. Giggles’‘The Other Me’‘Zenon: The Zequel’.

Kevin Hart planeja um assalto IMPOSSÍVEL no trailer inédito de ‘Lift: Roubo nas Alturas’; Confira!

A Netflix Brasil divulgou o trailer legendado inédito de ‘Lift: Roubo nas Alturas‘, filme de ação estrelado por Kevin Hart (‘Pai de Folga’) e Gugu Mbatha-Raw (‘Loki’).

Na trama, Hart interpreta um ladrão mestre, que o FBI e sua própria ex-namorada atraem para um assalto aparentemente impossível nos céus.

O filme estreia no dia 12 de janeiro de 2024.

Confira

Dirigido por F. Gary Gray (‘Velozes e Furiosos 8’), o longa foi escrito por Dan Kunka (’12 Rounds’).

O elenco também conta com Vincent D’Onofrio (‘Demolidor’), Billy Magnussen (‘007: Sem Tempo para Morrer’), Úrsula Corberó (‘La Casa de Papel’), Yun Jee Kim, Viveik Kalra e Paul Anderson.

A produção fica a cargo de Simon Kinberg (‘X-Men: Fênix Negra’), junto com Audrey Chon para a Genre Pictures, Matt Reeves (‘Batman’) e Adam Kassan para a 6th & Idaho, e Hart e Brian Smiley para a HartBeat Productions.

‘Monstros S.A.’ pode ganhar um TERCEIRO filme, revela chefe da Pixar

Em entrevista à EW, o CCO da Pixar Pete Docter revelou que há certas discussões dentro do estúdio para a produção de um terceiro capítulo da franquia ‘Monstros S.A.’.

Apesar de tais conversas estarem acontecendo, nenhuma ideia sólida foi apresentada para os executivos.

“Já faz um bom tempo que buscamos ideias para uma continuação de ‘Monstros S.A.’, ele revelou. “Porém, não vimos nada ainda que nos tenha convencido para começar a trabalhar”.

O primeiro filme da franquia foi lançado em 2001, enquanto a sequência, ‘Universidade Monstros’, estreou em 2013. Juntos, os longas-metragens arrecadaram US$1,2 bilhão mundialmente.

Vale lembrar que a saga ganhou uma série derivada intitulada Monstros no Trabalho, cujas duas temporadas estão disponíveis no Disney+.

A história se passa seis meses após o filme original, com os Monstros descobrindo que geram mais energia ao fazerem as crianças rirem.

John GoodmanBilly Crystal voltam a dublar os icônicos Sully e Mike, respectivamente. O elenco da série também é composto por John Ratzenberger, Jennifer Tilly e Bob Peterson.

Monstros S.A.‘ ganhou dois filmes pela Disney/Pixar, um em 2001 e a pré-sequência ‘Universidade dos Monstros‘, em 2013.

Criador de ‘The Boys’ dá atualização PROMISSORA sobre a 5ª e última temporada da série

Em uma recente entrevista ao Collider, o showrunner e criador Eric Kripke trouxe atualizações muito interessantes sobre a aguardada 5ª temporada de The Boys.

Durante a conversa, Kripke revelou que o novo ciclo está a poucos dias de começar a ser rodado.

“Começamos a gravar uma semana depois da próxima segunda-feira. Isso dá menos de duas semanas [para o início das filmagens]”, ela afirmou.

Kripke também foi questionado se o elenco da atração sabe como a série terminará – considerando que o próximo ciclo será o último.

“Não contei [a eles]”, ele respondeu. “Já estamos avançados o suficiente para que eu possa definir os arcos amplos dos personagens – mas são os arcos emocionais, para que os atores possam começar a trabalhar em como é sua jornada e no direcionamento de algumas reviravoltas. Francamente, ainda estamos trabalhando em alguns deles, mas temos uma noção sólida do ponto de chegada, emocionalmente falando”.

Lembrando que a temporada final deve estrear apenas em 2026.

Mason Dye (‘Stranger Things’) fará parte da nova temporada interpretando Bombsight, um dos supers mais antigos que estava bastante ativo nos anos 1950. Além disso, Jensen Ackles (‘Supernatural’) reprisará seu papel como Soldier Boy

Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell e outros fazem parte do elenco.

Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.

Oops!… I Did It Again | Os 25 anos do álbum que transformou Britney Spears na superestrela como a conhecemos

Um ano depois de ter feito história com ‘…Baby One More Time’, Britney Spears retornou aos holofotes com a estreia do antecipadíssimo ‘Oops!… I Did It Again’. Lançada em maio do ano 2000, a produção, composta por doze faixas na versão padrão comercializada na América do Norte, não apenas fez um estrondo nas paradas estadunidenses (debutando com o altíssimo número de 1.4 milhões de cópias, recorde que segurou durante uma década e meia), mas também caiu no gosto do público e da crítica que reconhecia um novo lado da já consagrada Princesa do pop. Apesar de se manter fiel à icônica identidade desfrutada com o disco anterior, Spears ousou explorar territórios desconhecidos que se afastavam das meras narrativas românticas e que abriam espaço para discussões iniciais sobre liberdade e empoderamento.

Assim como a obra de 1999, ‘Oops!… I Did It Again’ alcançou um sucesso mercadológico óbvio, principalmente pelo fato de a cantora retomar parceria com nomes como Max Martin, Per Magnusson e Rami Yacoub, por exemplo – um trio de habilidades bastante reconhecíveis. Além deles, inúmeros outros produtores uniram forças para dar vida à produção e, enquanto alguns poderiam esperar uma miscelânea profusa e problemática, o resultado beira a perfeição sonora e até mesmo ousada, que se ramifica para progressões e escolhas artísticas não muito comuns à época. Talvez a faixa que mais represente esse vanguardismo recém-nascido, que seria melhor fomentado em ‘In the Zone’ (2003), é a que empresta o nome ao título – uma amálgama alicerçada em pesados sintetizadores e no pináculo do dance-pop, cujos familiares temas ganham uma dimensão mais épica e memorável.

Ao longo do álbum, inflexões sonoras diversas despontam como elementos que nos chamam a atenção – algo muito bom para uma carreira que estava apenas dando o passo inicial no complexo mundo fonográfico. Na semi-balada “One Kiss from You”, que abusa das características do teen pop em uma narrativa romântica que beira o colegial, temos mergulhos em uma espécie de reggae desconstruído, cortesia de Steve Lunt; “Where Are You Now” é eternizado em uma pessoalidade tocante e apaixonante; “Don’t Let Me Be the Last to Know”, por sua vez, se beneficia da elegância de Robert John “Mutt” Lange e da presença pungente de Shania Twain na composição de versos que nos arremessam de volta para meados da década de 1990, rodeada de originalidades. E, criando um elo que une os dois atos do CD, temos a incrível rendição de “What U See (Is What U Get)”.

Em outro espectro, Spears empresta seus vocais para hinos de autodescobrimento e de independência que apresentam aos ouvintes uma nova faceta de sua personalidade – como “Don’t Go Knockin’ on My Door”, um electro-dance vibrante em que a artista reencontra a confiança em si mesma após um trágico término; “Stronger”, facilmente um dos grandes pontos altos do álbum, é infundido em distorções envolventes e sedutoras que fundem o synth-pop ao R&B, declarando uma emancipação que ficou marcada para as eras; e o lírico conto de fadas de “Lucky” esconde mensagens críticas por trás de uma narrativa muito comum ao show business – a de uma jovem que é engolfada pela fama e que, mesmo no centro dos holofotes, se sente sozinha e desamparada nos momentos de crise.

Como se não bastasse o êxtase das tracks supracitadas, Britney não nos deixa descansar nas pistas de dança e expande o microcosmos que arquitetou com tanta cautela – algo que abre uma camada ainda mais envolvente com as canções que concluem a jornada: “Can’t Make You Love Me”, uma subestimada ode ao Europop oitentista que merecia ter sido transformada em single promocional; a etérea construção em hip-hop “When Your Eyes Say It”, definindo um gênero que estaria muito mais em voga nos anos seguintes; e “Dear Diary”, resgatando o classicismo das fábulas encantadas de amor, cuja modesta produção é pincelada suavemente pelo piano e pelos violinos e fecha com chave de ouro o disco. Em meio a tantas joias, até mesmo deixamos de lado a esquecível regravação de “(I Can’t Get No) Satisfaction” – que não tem qualquer lugar dentro do enredo que Spears oferece aos fãs.

‘Oops!… I Did It Again’ faz algo extraordinário e consegue repetir os feitos da estreia espetacular de Britney Spears na música – quiçá os supera com magistral ovação. Beirando os quarenta e cinco minutos de energia sônica e pura segurança performática, o álbum estende aos dias de hoje todas as barreiras que quebrou com um legado incomparável e invejável.

Atrizes de ‘Três é Demais’ se recordam do quão “IMPOSSÍVEL” era trabalhar com Bob Saget e Dave Coulier

No mais recente episódio do podcast How Rude, Tanneritos!, as estrelas Andrea BarberJodie Sweetin se recordaram do quão “impossível” era trabalhar com os comediantes Bob SagetDave Coulier na sitcom ‘Três É Demais’ (via EW).

As atrizes trocaram histórias do set de gravações da produção, com Sweetin afirmando que algumas cenas “saíam do controle” por causa de Saget e Coulier (que interpretaram seu pai e seu tio fictícios na série, respectivamente).

“Eles ficavam se provocando”, Barber concordou. “Eles tentavam, tipo, ver quem era mais engraçado e quem fazia a piada mais divertida”.

Sweetin se recordou de quando Coulier começava uma piada e Saget fazia algo igualmente impensável para chamar a atenção dele: “a partir daí, tudo escalava”.

No começo desse ano, em entrevista ao Screen Rant, as atrizes revelaram que gostariam que a série tivesse abordado de maneira diferente a morte de Pam Tanner, mãe das crianças.

“Não precisa ser mórbido ou triste. Seria algo natural, com o tempo, quando você pode contar histórias engraçadas sobre alguém. Eu adoraria ter ouvido mais histórias sobre a Pam com as crianças ou algo que ela fez com o Danny, porque é isso que você faz quando alguém falece. Você mantém a pessoa viva com as histórias, e sinto que a Pam acabou meio que… Foi como, você morreu, tchau. Sabe?… Acho que não dá para se aprofundar muito em uma sitcom, mas penso que, com o tempo, poderia ter sido feito de outra forma, e não seria mais triste”, disse Sweetin.

“Sim. Não precisa ser meloso, com violinos e choros”, acrescentou Barber.

“Tipo, não. Você poderia simplesmente fazer uma menção casual nas temporadas mais avançadas”, completou Sweetin.

Vale lembrar que a série original se estendeu por oito temporadas e deu origem ao spin-off Fuller House, disponível na Netflix.

‘Coven Academy’: Devon Sawa entra para a nova série SOBRENATURAL do Disney+

Segundo o DeadlineDevon Sawa (‘Chucky’, ‘Premonição’) foi escalado para o elenco da dramédia sobrenatural ‘Coven Academy’, do Disney+.

Em caráter convidado, o astro dará vida ao Sr. Cole, o “professor descolado” da escola que está cansado de ver adolescentes confundindo talento com preparo. Ele é o adulto que pode te zoar e te proteger ao mesmo tempo. Um bom homem e um bruxo brilhante. É apenas mais um ano na Academia Coven até que o Sr. Cole e o resto do corpo docente sejam abalados por um novo aluno surpreendente que ameaça mudar tudo.

O projeto foi criado por Tim Federle (‘High School Musical: O Musical: A Série’, ‘Apresentando Nate’) e foi encomendado no ano passado.

Ainda não se sabe quando a serie irá estrear, mas sabe-se que ela será exibida no Disney Channel e no Disney+.

Ambientada em Nova Orleans, ‘Coven Academy’ acompanha três bruxas adolescentes e seus colegas bruxos perigosamente charmosos em uma escola de magia de elite, onde poder é moeda corrente, segredos são letais e atração é um risco. Presas entre antigas guerras sobrenaturais e amores proibidos, o clã precisa decidir até onde estão dispostas a ir para proteger sua cidade — e a si mesmas.

O elenco protagonista inclui Malina Pauli WeissmanMalachi BartonJordan LeftwichOra DuplassLouis ThresherTiffani ThiessenSwayam BhatiaBrendon TremblayKeegan Connor Tracy.

Federle entra como criador e produtor executivo ao lado de Darren SwimmerTodd SlavkinAmanda RowBronwyn North-Reist.

Simu Liu fala sobre ‘Shang-Chi 2’ NÃO ter sido anunciado durante a SDCC

Marvel Studios trouxe uma série de anúncios muito aguardados sobre seus próximos projetos na San Diego Comic-Con 2026 – incluindo detalhes sobre ‘Vingadores: Doutor Destino’, a confirmação de Ryan Gosling como o protagonista titular de ‘Motoqueiro Fantasma’ e mais.

Porém, os fãs sentiram falta de informações sobre ‘Shang-Chi 2’, sequência do elogiado longa-metragem de 2021 estrelado por Simu Liu.

Em uma recente entrevista ao Screen Rant, o astro foi questionado sobre o fato da continuação não ter sido anunciada no painel. Ele agradeceu aos fãs que continuam manifestando o desejo de ver uma sequência, brincou dizendo que está disposto até a rastejar sobre cacos de vidro para tirar o projeto do papel e afirmou estar pronto para fazer o filme o mais rápido possível.

“Vou adotar uma postura positiva e dizer que é realmente incrível ver como os fãs continuam presentes e expressando seu entusiasmo. As pessoas ainda vêm falar comigo para dizer o quanto apreciam o filme”, ele disse.

“Mal posso esperar para fazer mais. Estarei lá. Se for preciso, rastejo sobre cacos de vidro para fazer isso. Infelizmente, há coisas que fogem do meu controle. Mas estou pronto e no aguardo”.

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis já está disponível no Disney+. Lançado nos cinemas em setembro de 2021, muita gente não pôde conferir o filme antes por conta da demora na vacinação ou por não se sentir seguro o bastante para voltar a uma sala de cinema durante a pandemia. Então, com essa chegada ao streaming, o longa está sendo assistido pela primeira vez por muitos fãs da Marvel.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Destin Daniel Cretton afirma que “todos deveriam ir assistir a este filme como se fosse o ÚLTIMO Homem-Aranha”

Baseado nos quadrinhos do Mestre do Kung Fu, o filme adapta a história de Shang-Chi, um mestre de artes marciais que é filho de um déspota asiático, mas decide usar seus poderes para o bem em vez de colaborar com os esquemas malignos do pai. A diferença principal é que enquanto o pai, nas HQs, era o lendário e estereotipado Fu Manchu, a versão do filme corrigiu certos preconceitos, fazendo dele o igualmente lendário líder dos Dez Anéis, o verdadeiro Mandarim.

A forma de agir do protagonista também foi adaptada para que ele ganhasse esse aspecto mais jovial e com menos jeito de caricatura. Afinal, sua versão dos quadrinhos era inspirada no Bruce Lee e em seus filmes dos anos 1970, o que por si só já carregava muitas características muito próprias e trejeitos da época, por assim dizer.

Nessa nova abordagem, o Shang-Chi, interpretado com muito carisma por Simu Liu, se tornou um jovem comum em São Francisco, que mantém a tradição do kung fu, mas passas seus dias se divertindo como manobrista com sua amiga Katy (Awkwafina). Juntos, eles fazem uma dupla divertidíssima e que demonstra uma química fora do comum em tela.

A trama então faz com que o passado do rapaz volte para assombrá-lo, levando a dupla em uma viagem cheia de cores e magia para o lar do kung fu divino, Ta Lo. Essa jornada expõe os amigos a diversas provações, permitindo que cada um trabalhe suas próprias questões, como a dificuldade de Shang-Chi em lidar com sua vida na China e a perda da mãe, e a falta de foco de Katy, que não consegue desenvolver suas habilidades, apesar de ser multitalentosa.

Universal remove ‘Cats’ da campanha para o Oscar 2020

De acordo com a Variety, a Universal Pictures removeuCats‘ de sua lista de possíveis indicados à temporada de premiações de 2020.

Foi dito que a adaptação dirigida por Tom Hooper nem foi adicionada à plataforma de streaming da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, na qual os membros podem assistir aos candidatos ao Oscar.

Além disso, a única música original do filme, ‘Beautiful Ghosts‘, escrita por Lloyd Webber e Taylor Swift, não foi selecionada para o Oscar, mas conseguiu uma indicação ao Globo de Ouro (a única do filme) como melhor canção original.

Na página oficial do estúdio, os únicos candidatos às premiações são ‘Nós’, ‘1917’, ‘Queen & Slim’, ‘Como Treinar o Seu Dragão 3’, ‘Abominável’, e ‘Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2’.

A página lista os filmes qualificados do estúdio, juntamente com um guia para suas categorias individuais e uma programação das próximas exibições em várias cidades.

A decisão do estúdio veio após diversos comentários negativos em relação aos efeitos visuais e às atuações do elenco, apesar dos nomes de destaque, como Judi Dench, Ian McKellen, e Jennifer Hudson.

Para piorar a situação, ‘Cats registrou apenas 18% de aprovação por parte da crítica especializada e a estreia foi marcada com apenas US$ 6.5 milhões nos EUA, falhando em alcançar até mesmo as projeções mais pessimistas (que indicavam um resultado em torno de US$ 7 milhões).

Por conta disso, ‘Cats entrou para o TOP 20 das piores estreias da história (considerando apenas filmes lançados em mais de 3000 salas de cinemas).

No mercado internacional, a produção se saiu ainda pior, arrecadando apenas US$ 4.4 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 10.9 milhões.

Considerando o grande orçamento da produção, algo em torno de US$ 80-90 milhões, vai ser muito difícil para o filme conseguir algum retorno financeiro – especialmente pelo fato do público ter dado uma nota C+ para a produção, o que deve contribuir para uma grande queda nas próximas semanas.

Confira as principais reações:

“Quando os 110 minutos de’Cats’ de Tom Hooper terminam, o teatro está morto. Um gato sortudo está morto. E nós, os não escolhidos, somos deixados, tragicamente, para continuar vivendo.” (The Playlist)

“Infelizmente, esse desânimo desagradável acaba sendo a catástrofe que todos esperavam, uma bola de pelo meio digerida de um filme.” (Variety)

“O filme não é a catástrofe que todos temiam ou esperavam em julho, mas também não é uma reivindicação triunfante da visão de Hooper.” (BBC)

“Há algo de mágico no simples fato de esse filme existir, com toda a sua maravilha obscena e absurda, suas terríveis escolhas de produção e explosões de talento de cair o queixo.” (Vulture)

“Mesmo depois de 110 minutos, profundamente arrebatadores e psicodélicos, é difícil saber se você realmente sabia alguma coisa – exceto que C é para ‘Cats’ e C é provavelmente a nota que essa loucura cinematográfica merece.” (EW)

“Sem a presença de um elenco esforçado em pelo divertido, tudo o que resta são imagens de pessoas com aparência minguarda erguendo os rabos no ar.” (New York Times)

A adaptação é baseada na peça homônima de Andrew Lloyd Webber.

Um dos mais assistidos musicais da Broadway, ‘Cats’ teve sua estreia mundial no West End, em Londres, em 1981 – onde ficou em cartaz por 21 anos, contabilizando quase 9 mil apresentações. A produção inovadora foi vencedora do Olivier e do Evening Standard Awards (mais antiga premiação de teatro do Reino Unido) de Melhor Musical.

Uma tribo de gatos chamada Jellicles todo ano precisa tomar uma grande decisão em uma noite especial: escolher um dos gatos para ascender para o Heaviside Layer e conseguir uma nova e melhor vida. Cada um dos gatos conta a sua história para seu líder, o velho Deuteronomy, na tentativa de ser o escolhido.

O elenco conta com Jennifer Hudson, Judi Dench, Taylor Swift, James Corden, Idris Elba, Rebel Wilson e Ian McKellen.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Jurassic World’: Domínio’: Elenco original se reúne nos bastidores da sequência; Confira!

Através do Twitter, o perfil oficial da franquia ‘Jurassic World‘ compartilhou uma imagem do trio orignal, formado por Sam Neill, Laura Dern e Jeff Goldblum nos bastidores do novo filme.

A produção foi retomada recentemente depois que as gravações de na ilha de Malta foram reduzidas devido ao aumento de casos de Coronavírus na região.

Na publicação, o trio original está devidamente protegido com suas máscaras.

Confira:

“Esse trio!”, diz a legenda.

Jurassic World: Domínio está agendado somente para 2021 e os fãs continuam curiosos para saber como será o reencontro entre os personagem clássicos da franquia.

Durante uma entrevista para o Insider, Goldblum decidiu provocar os fãs e descreveu uma cena entre o Dr. Alan Grant (Neill), a Dra. Ellie Sattler (Dern), e Ian Malcolm

“Quando me reencontrei com Laura e Sam, a primeira coisa que filmamos… Como posso contar isso sem dar spoilers? Bom, passamos o dia todo em um espaço fechado, desconfortável e muito apertado.”

Ele continuou:

“Nós estávamos sendo ameaçados por… Nem posso dizer o que era, mas esse filmeterá criaturas pré-históricas que vocês nunca viram antes. Vimos coisas incríveis. Estávamos atuando em uma situação de vida ou morte. Bom, eu não posso revelar muito e vocês vão resolver o mistério quando assistirem ao filme, mas esses personagens vão viver momentos emocionantes e um tanto hilários.”

E aí, como está sua expectativa rever os amados personagens?

Lembrando que a previsão de estreia pode ser adiada em decorrência ao atraso na produção devido a pandemia de COVID-19.

Além do trio mencionado, o filme contará com muitos personagens queridos de Jurassic Park.

O diretor Colin Trevorrow já planejava utilizar alguns deles anteriormente, mas disse ao Collider que estava esperando o momento certo para que eles não aparecessem de maneira forçada.

Contribuindo com a fala de Colin, Neill adiantou que esses personagens serão vistos durante todo o filme e não se tratam apenas de participações especiais. Confira quem foi confirmado até agora!

Dr. Alan Grant

Interpretado por Sam Neill, o Dr. Alan Grant foi o grande protagonista de Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001). Um dos maiores paleontólogos do mundo, Grant se especializou no estudo de velociraptors, tendo trabalhado nas teorias de reprodução, socialização e vocalização desses animais.

Dra. Ellie Sattler

Agora dona de um Oscar, Laura Dern retornará para o papel da Paleobotânica favorita de todos. Ela interpretou a Dra. Sattler em Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001).

Dr. Ian Malcolm

O personagem mais irritante (e sempre certo) da franquia já tinha aparecido em uma participação especial em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018). No filme, ele aparece dando um depoimento na Suprema Côrte se mostrando contrário ao salvamento dos dinossauros e afirmando que o mundo agora viveria uma nova era. A volta de Malcolm (Jeff Goldblum) deve trazer muito sarcasmo e teoria do caos.

Tim Murphy

Joe Mazzello foi um astro mirim dos anos 1990, que aceitou papéis menores nos últimos anos, e agora tem a chance de retomar os holofotes com sua volta como o jovem Tim Murphy, um dos netos de John Hammond, que sobreviveu aos incidentes do Jurassic Park.

Dr. Henry Wu

Introduzido como um personagem secundário no Jurassic Park, nos livros, sabemos da importância real de Wu. Com a nova franquia, o personagem de BD Wong ganhou mais relevância, se tornando o grande vilão da nova franquia. Esse retorno pode ser sua última aparição na franquia ou ele pode seguir vivo e solto por aí para continuar criando dinossauros a torto e a direito.

Lewis Dodgson

Tendo uma pequena participação no primeiro filme, Dodgson é o engenheiro chefe da BioSyn, empresa rival da InGen, que queria roubar os embriões do Jurassic Park para que sua empresa pudesse recriar dinossauros também. Como os animais estão soltos pelo mundo, ele, que agora será interpretado por Campbell Scott, deve ter papel fundamental na trama.

Owen Grady

O cientista treinador de velociraptors vivido por Chris Pratt é um dos grandes chamarizes da franquia nova. Seu retorno era certo desde o primeiro filme e deve trazê-lo agora com um papel mais “paternal”, visto os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçado.

Claire Dearing

Bryce Dallas Howard passou de cientista/ gerente do Jurassic World para uma ativista pelos direitos dos dinossauros em questão de um filme. A evolução da personagem é evidente e podemos esperar que ela cresça ainda mais para o filme três.

Maisie Lockwood

Os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçado levaram a pequena Maisie para debaixo das asas de Owen e Claire. Ela tem toda a questão da clonagem e da manipulação genética ligada a sua história e isso pode ser um ponto importante na trama também.

Barry Sembène

Interpretado pelo monstruoso Omar Sy, Barry é um dos responsáveis por cuidar dos Velociraptors em Jurassic World. Ele tem poucas cenas no filme, mas seu retorno indica que os raptores serão parte importante do longa.

Lowery Cruthers

Jake Johnson viveu Lowery no primeiro Jurassic World. O personagem era o cara do TI, que servia como alívio cômico. Fã do parque original, Lowery voltará de forma misteriosa. Só o que se sabe é que ele sobreviveu aos incidentes do parque em 2015.

Franklin Webb

Outro carinha do TI utilizado como alívio cômico, Franklin (Justice Smith) foi à Ilha Nublar como membro da ONG de Claire pela vida pré-histórica e acabou mais atrapalhando que ajudando. Cheio de medo, ele é assustado, mas muito bom com computadores.

Zia Rodriguez

A paleoveterinária de Daniella Pineda foi fundamental para manter a Velociraptor Blue viva. Seu retorno pode ter a ver com um novo cargo, talvez até algo no governo.

Roberta

A T-Rex do Jurassic Park, que, segundo Colin Trevorrow, é a mesma do Jurassic World se chama Roberta. E ela tá mais que confirmada no filme três.

Ainda desconhecidos

A atriz DeWanda Wise terá um papel no novo Jurassic World.

Os atores Dichen Lachman, DeWanda Wise, Mamoudou Athie, Scott Haze e John Flanagan também foram confirmados no filme, mas em papéis ainda não definidos.

Jurassic World: Dominion estreia em 11 de junho de 2021

‘The Bad Batch’: Capitão Rex é o destaque em novo cartaz individual da série; Confira!

Na temporada final de Star Wars: The Clone Wars’, Ahsoka Tano libertou o Capitão Rex de seu chip inibidor, tornando-o um dos poucos clones a questionar a Ordem 66.

E, agora que Rex se juntou aos soldados da Clone Force 99, protagonistas da animação ‘The Bad Batch‘, ele ganhou seu próprio pôster.

Confira:

“Reúna-se com o Capitão Rex no 7º episódio de ‘Star Wars: ‘The Bad Batch‘, já disponível na Disney+.

Lembrando que o 8º epispódio vai ao ar em 18 de junho na plataforma de streaming.

Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os capítulos são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.

Star Wars: The Bad Batch gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.

Dee Bradley BakerMing-Na Wen fazem parte do elenco.

‘Obi-Wan Kenobi’: Importante Jedi da trilogia prequel pode aparecer na série da Disney+; Confira!

Ao final de ‘Star Wars: A Vingança dos Sith‘, o Mestre Yoda diz a Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor) que o falecido Jedi Qui-Gon Jinn (Liam Nesson) aprendeu a se comunicar com os vivos.

Para quem não se lembra, Jinn foi mestre de Kenobi e acabou sendo assassinado por Darth Maul (Ray Park) em ‘Star Wars: A Ameaça Fantasma‘.

Como os fãs da saga já sabem, alguns Jedi têm a capacidade de se transformarem em Fantasmas da Força, incluindo Kenobi.

E, durante uma entrevista para o canal Star Wars Santa, Jason Ward, do site Making Star Wars, disse que Neeson irá reprisar seu papel como Jinn para ensinar esta habilidade a Kenobi em sua vindoura série da Disney+.

No entanto, Ward contou que fontes ligadas ao projeto não sabem se Neeson irá aparecer como um Fantasma ou se ouviremos apenas a sua voz, como aconteceu em ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’.

“Bem, eu sei que Qui-Gon está na série, mas não sei se ouviremos uma narração dele ou se ele vai aparecer como um fantasma. Esse foi um grande furo, a propósito, fiquei sabendo há pouco tempo. Como eu sei? Fiz as perguntas certas e recebi um sorriso e um ‘joinha’ [um sinal de ‘polegar para cima’]”, disse ele.

Confira:

Lembrando que a série estreia em 25 de maio, na Disney+.

Além de Mcgregor no papel principal, o elenco também conta com Moses Ingram (‘O Gambito da Rainha’), O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos 9’), Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).

Hayden Christensen também retorna como Anakin Skywalker/Darth Vader, junto com Joel Edgerton e Bonnie Piesse, intérpretes de Owen e Beru Lars, tios de Luke Skywalker.

Anteriormente, a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, confirmou ao The Wrap que ‘Kenobi’ será uma minissérie, com começo, meio e fim pré-determinados:

“Tem sido muito empolgante ver os talentos que estão se envolvendo aqui. E agora nós estamos desenvolvendo a minissérie de Obi-Wan Kenobi com Deborah Chow e ela tem feito um trabalho fenomenal”.

Dirigida por Deborah Chow, ‘Kenobi’ terá apenas seis episódios com 1 hora de duração.

Especial de Natal dos ‘Guardiões da Galáxia’ será a 1ª produção da Marvel sem um vilão

O Especial de Natal dos ‘Guardiões da Galáxia‘ estreia amanhã (25) e vai marcar um novo recorde para o MCU, sendo o primeiro projeto da Marvel sem a presença de um vilão.

Em vez disso, o especial vai se concentrar em uma aventura na Terra.

Na trama, Peter Quill (Chris Pratt) ainda parece triste pela ausência de Gamora (Zoe Saldana), enquanto Drax (Dave Bautista) e Mantis (Pom Klementieff) vão para a Terra tentar encontrar o presente perfeito para ele, seu ídolo, Kevin Bacon, o astro de ‘Footloose – Ritmo Louco‘.

Originalmente, os personagens iriam lidar com uma ameaça, mas o roteirista e diretor James Gunn disse à Variety que optou por removê-la e focar apenas nos heróis, devido ao tempo de execução reduzido.

“Antes de escrever o roteiro oficial, escrevi um rascunho, e nesse rascunho havia uma ameaça, mas percebi que não estava interessado nessa ameaça. Havia uma sequência de ação no final em que Kevin Bacon pulava e fazia acrobacias de ação, o que teria sido bem legal, mas essa ameaça acabou sendo desinteressante. O que me interessou foi a interação entre os personagens. Então eu apenas cortei isso e fiz uma história dedicada aos heróis e sua aventura.”

Recentemente, a Disney+ divulgou imagens inéditas da atração.

Confira, junto com o trailer:

‘Fargo’: 5ª temporada ganha data de estreia e sinopse oficial; Confira!

De acordo com o Comic Book, o canal FX divulgou a sinopse oficial da 5ª temporada da série ‘Fargo‘, que irá estrear em 21 de novembro, nos EUA.

Um dia depois, o episódio de estreia também estará disponível no Hulu.

Para quem não sabe, as temporadas da atração seguem um formato antológico e são ambientadas em diferentes locais e períodos de tempo, sem ligação com as temporadas anteriores.

Nos novos episódios, depois que uma série inesperada de eventos coloca Dorothy ‘Dot’ Lyon (Juno Temple) em maus lençóis com as autoridades, esta dona de casa aparentemente típica do meio-oeste é repentinamente mergulhada de volta a uma vida que pensava ter deixado para trás. O xerife de Dakota do Norte, Roy Tillman (Jon Hamm), está procurando por Dot há muito tempo. Fazendeiro, pregador e homem da lei constitucional, Roy acredita que ele é a lei e, portanto, está acima da lei. Ao seu lado está seu filho leal, mas irresponsável, Gator (Joe Keery), que está desesperado para provar seu valor para seu pai. Pena que ele está sem esperança. Então, quando se trata de caçar Dot, Roy recruta Ole Munch (Sam Spruell), um vagabundo sombrio de origem misteriosa.

Com seus segredos mais profundos começando a desvendar, Dot tenta proteger sua família de seu passado, mas seu amoroso e bem-intencionado marido Wayne (David Rysdahl) continua correndo para sua mãe, Lorraine Lyon (Jennifer Jason Leigh), para ajuda. CEO da maior Agência de Cobrança de Dívidas do país, a Rainha da Dívida não se impressiona com a esposa que seu filho escolheu e não poupa oportunidades para expressar sua desaprovação. No entanto, quando o comportamento incomum de Dot chama a atenção da delegada de polícia de Minnesota, Indira Olmstead (Richa Moorjani), e do adjunto Witt Farr (Lamorne Morris), Lorraine nomeia seu conselheiro interno e conselheiro principal, Danish Graves (Dave Foley) para ajudar sua nora. Afinal, família é família. Mas Dot tem uma batida estranha para a sobrevivência. E, de costas para a parede, ela está prestes a mostrar por que nunca se deve provocar uma mãe Lyon.

Criada por Noah Hawley, a série é inspirada no filme ‘Fargo: Uma Comédia de Erros‘, lançado em 1996.

A trama antológica apresenta várias crônicas de engano, intriga e assassinato dentro e ao redor de Minnesota. No entanto, todas essas histórias remetem misteriosamente de uma forma ou de outra a Fargo, Dakota do Norte.

‘Anônimo 2’: Sequência ganha previsão para o início das gravações

Após a estreia de ‘Anônimo‘, filme de ação ao estilo ‘John Wick‘ com Bob Odenkirk (‘Better Call Saul’), várias pessoas ligadas à produção provocaram que o longa poderia ganhar sequências.

Nos últimos meses, tanto a produtora Kelly McCormick quanto o protagonista Bob Odenkirk (‘Better Call Saul’) confirmaram o desenvolvimento de um novo filme.

E, de acordo com o Collider, as gravações da sequência deve ser iniciada em agosto deste ano, em Winnipeg, no Canadá.

Infelizmente, o diretor Ilya Naishuller não vai retornar ao cargo, e o novo responsável pela direção ainda não foi anunciado.

Em relação ao elenco, apenas Odenkirk e Connie Nielsen, que interpreta sua esposa, estão confirmados, enquanto a equipe escala os coadjuvantes.

Além disso, não foi mencionado se Christopher Lloyd (‘De Volta para o Futuro’) e RZA (‘G.I. Joe – Retaliação’) vão reprisar sus papéis, como pai e irmão do personagem de Odenkirk, respctivamente.

Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Lembrando que ‘Anônimo‘ (Nobody) já está disponível no Star+.

Na trama, Odenkirk interpreta Hutch Mansell, um esposo e pai de família pacato e que tende a passar despercebido por aqueles que o cercam. Tudo muda quando dois ladrões invadem sua residência em uma noite, incendiando uma ira até então desconhecida nele, levando-o a um caminho brutal que irá revelar alguns segredos obscuros com os quais ele lutou a vida inteira para deixar para trás.

Relembre o trailer:

O longa é dirigido por Ilya Naishuller, o mesmo responsável por ‘Hardcore: Missão Extrema‘.

Christopher LloydConnie Nielsen também fazem parte do elenco. Derek Kolstad (John Wick) assina o roteiro.

O longa de ação é produzido por Odenkirk ao lado de Kelly McCormick (‘Atômica‘ e ‘Deadpool 2‘) e David Leitch (‘Deadpool 2 e ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw).