Site Página 4689

Steve Jobs achou ‘Homem de Ferro 2’ “uma porcaria”

Homem de Ferro 2‘ pode ter sido um grandioso sucesso de bilheterias da Marvel/Disney, mas para o ex-presidente da Apple, Steve Jobs, a produção não foi das melhores.

A informação foi revelada pelo próprio CEO da Casa do Mickey, Bob Iger, em sua autobiografia ‘Ride of a Lifetime: Lessons Learned from 15 Years as CEO of the Walt Disney Company‘.

Em um dos enxertos divulgado, o empresário contou qual foi a reação de Jobs logo após ter assistido o filme nos cinemas:

“Quando Homem de Ferro 2 saiu, Steve [Jobs] levou seu filho para assistí-lo e me ligou logo no dia seguinte e disse: ‘Eu levei Reed para assistir Homem de Ferro 2 na noite passada. É uma porcaria’. ‘Bem, obrigado’ – eu disse. ‘Ele já faturou US$ 75 milhões nas bilheterias e vai fazer números ainda maiores neste fim de semana. Eu não aceito sua crítica sem peso, Steve, mas o filme é um sucesso e você não é a nossa audiência’. (Eu sabia que Homem de Ferro 2 não era nenhuma ideia para vencedor do Oscar, mas eu simplesmente não poderia deixá-lo sentir que estava sempre certo o tempo todo)”.

A jornada de Iger como CEO da Disney segue a todo vapor e com excelentes resultados. Como o chefe maior que supervisiona as demais divisões da Casa do Mickey, seu envolvimento com os longas da Marvel e de outros estúdios da empresa é integral e natural.

Sob sua tutela, o MCU se tornou a força motriz da Disney, sendo uma máquina econômica e cultural que tem alavancado carreiras em Hollywood e faturado muito com produtos licenciados, à medida que lança novos projetos milionários anualmente.

A próxima fase do MCU tem início com o lançamento de ‘Viúva Negra’ no fim do ano.

Confira o vídeo compilado com todas as aberturas da Fase 4:

O compilado em questão revela as intros de longas como ‘Os Eternos‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’Doutor Estranho e o Multiverso da Loucura, bem como os shows televisivos ‘WandaVision’LokiGavião Arqueiro.

‘A Morte do Demônio’: Final alternativo do remake é ATERRORIZANTE

Em entrevista ao podcast Boo Crew, o diretor Fede Alvarez deu detalhes sobre como seria o final original do terror ‘A Morte do Demônio‘, revelando um desfecho bem mais BRUTAL para o remake.

“O final original terminava como o filme original. A Mia iria caminhar pra fora da casa e, de repente, uma força – você sabe, a câmera avançando pela floresta – iria avançar na direção dela. Ela iria virar e gritar, e esse seria o final. No roteiro, nós fomos um pouco mais longe e iríamos mostrar o que aconteceria com ela após essa cena. Estava escrito que ela iria levitar e O corpo dela ia ficar todo tenso, como em ‘O Exorcista’ e, então, ela teria todos os membros arrancados, um por um, e ela explodiria como uma bomba cheia de sangue.”

Ele completa, “Foi isso o que nós escrevemos e o Sam Raimi, que é um cara inteligente e é bem mais sensível com os personagens e o público, disse que ela merecia viver. Depois de tudo o que ela tinha passado, ele afirmou que o público iria querer vê-la sobreviver. Que seria injusto fazer isso do nada. E eu respondi: ‘Mas foi isso o que você fez no final do filme original’. E ele: ‘Bem, eu não achava que o Ash merecia viver’. Então, nós mudamos o final para aquele que vocês viram no filme.” 

Lembrando que a última vez que a franquia retornou ao cinema foi em 2013, com o remake dirigido por Fede Álvarez.

Diretora de ‘Mulher-Maravilha 1984’ considera ‘Thor: Ragnarok’ um dos melhores filmes da Marvel

Em entrevista ao podcast WTF with Marc Maron, a diretora Patty Jenkins, de ‘Mulher-Maravilha 1984‘, não poupou elogios ao cineasta Taika Waititi, afirmando considerar ‘Thor: Ragnarok‘ um dos melhores filmes da história da Marvel.

“‘Thor: Ragnarok’ é um ótimo filme. Eu fico muito feliz que a franquia do Thor encontrou o Taika [Waititi], porque ele se encaixou perfeitamente. É incrível. ‘Thor: Ragnarok’ é um dos melhores filmes da Marvel de todos os tempos. É muito bom! Aquele filme é muito divertido e muito bem executado. Taika é um ótimo diretor e ele fez um filme incrível.”

Jenkins completa, relembrando a época que havia sido contratada para dirigir ‘Thor 2‘: “Eu queria dirigir um grande filme de super-herói. Eu comecei a dizer isso logo depois de lançar ‘Monster’ e as pessoas ficaram confusas. Eu queria fazer filmes sobre mulheres, mas eu não queria filmes sobre ser uma mulher. Isso é muito tedioso. Eu quero dirigir filmes sobre mulheres fazendo todo tipo de coisas. Para o crédito da Marvel, eles me contrataram para um filme que não requeria uma diretora mulher, então eu sempre serei grata por eles, apesar de não ter dado certo.”

Enquanto isso, ‘Mulher-Maravilha 1984‘ surpreendeu nas bilheterias do mundo todo, mesmo tendo lançamento simultâneo no streaming dos EUA.

Até agora, o filme arrecadou já arrecadou US$ 100 milhões mundialmente, tendo sido lançado na China e em outros territórios no exterior no fim de semana passado.

A Warner confirmou que o terceiro filme da franquia entrou em desenvolvimento.

“À medida que fãs ao redor do mundo continuam a embarcar na jornada de Diana Prince, com a poderosa abertura de ‘Mulher-Maravilha 1984’, estamos empolgados em poder continuar sua história com nossas Mulheres-Maravilhas da vida real – Gal e Patty – que retornarão para concluir a tão planejada trilogia cinematográfica”, disse o chefe da Warner Bros., Toby Emmerich, em um comunicado oficial.

Gal Gadot retorna como Diana Prince/Mulher-Maravilha e Patty Jenkins volta para escrever e dirigir o filme.

Assista a nossa crítica do filme:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

‘Mundo em Caos’: Daisy Ridley revela ter sido chamada de ‘intimidadora’ no set

Em entrevista ao Yahoo, a atriz Daisy Ridley revelou que foi chamada de ‘intimidante’ durante as filmagens do longa ‘Mundo em Caos‘ (Chaos Walking).

“Durante as filmagens de ‘Mundo em Caos’, me disseram que eu sou intimidante. Eu lembro que eu estava fazendo o meu cabelo, colocando minha peruca, e pensando: ‘Será que devo parecer menor? Será que eu devo ficar mais quieta?’.”

Ela continua, “Eu também fui chamada de agressiva, que a minha energia era ‘muito agressiva’. Isso foi durante uma reunião com um diretor. Eu pensei: ‘Mas, por quê? É porque eu mantenho contato visual? É porque eu estava muito empolgada com o que estávamos falando?’. Eu não sei.”

Dirigido por Doug Liman (‘No Limite do Amanhã‘), o longa é inspirado no romance The Knife of Never Letting Go, escrito por Patrick Ness.

Num futuro pós-apocalíptico, onde a humanidade já começou a colonizar outros planetas, uma infecção rara e perigosa tomou conta do planeta e causou o inimaginável: todas as mulheres foram mortas, e agora os pensamentos de todos os homens tornaram-se audíveis. O jovem Todd (Tom Holland), temendo a destruição total, decide partir fugindo de sua cidade e, durante sua jornada, conhece pela primeira vez na vida uma mulher (Daisy Ridley).

O elenco também conta com Mads Mikkelsen, Cynthia Erivo, Nick Jonas, e Kurt Sutter.

O filme será lançado nos cinemas nacionais apenas em 2021.

‘WandaVision’: Casal de heróis bagunça a realidade em novos e belos cartazes; Confira!

A aguardada série ‘WadanVision‘ começa a ser exibida na plataforma Disney+ a partir do dia 15 de janeiro e a produção ganhou dois novos cartazes, que trazem o casal de heróis homônimos em destaque, subvertendo a realidade ao seu redor.

Confira:

 

A série estreia no dia 15 de janeiro de 2021.

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany, ParrisHahn.

Tanya Roberts, atriz de ‘007’ e ‘That ’70 Show’, morre aos 65 anos

De acordo com o The Hollywood Reporter, a atriz Tanya Roberts morreu aos 65 anos depois de permanecer internada por 11 dias num hospital de Los Angeles após passar mal na véspera de natal.

A morte foi confirmada ontem (03) por seu agente, Mike Pingel, mas a causa ainda não foi revelada.

Conhecida por seus papéis como Bond Girl em ‘007- Na Mira dos Assassinos‘ e Midge Pinciotti em ‘That ’70 Show’, Roberts passeava com seus cachorros quando perdeu a consciência e desmaiou.

A notícia chocou os fãs da estrela, já que ela estava fazendo uma série de lives para comentar curiosidades sobre sua carreira.

Nascida em Nova York em 1955, Roberts foi modelo antes de iniciar a carreira como atriz na temporada final da série ‘As Panteras (1980).

Entre seus outros trabalhos de destaque, estão o filme ‘O Príncipe Guerreiro‘ (1982) e ‘Sheena, a Rainha da Selva‘, no qual ela vivia uma espécie de versão feminina do Tarzan.

15 Filmes de Diretores Negros que Você Precisa Assistir

A representatividade negra nunca esteve tão presente na indústria cinematográfica quanto hoje e, ainda que tenha evoluído consideravelmente desde seus primórdios, diversas produções insistem em cair nos mesmos clichês e estereótipos de raça que antigamente. Entretanto, boa parte dos diretores e diretoras africanas e afro-descendentes sabe muito bem como contar uma boa e aclamada história.

Por essa razão, e em celebração ao #BlackLivesMatter, movimento contra o racismo estrutural que permanece enraizado em nossa sociedade, separamos uma lista com 15 filmes de diretores negros que você precisa conhecer – ou rever, caso já tenha conhecido.

NÓS, Jordan Peele

Jordan Peele já havia mergulhado de cabeça no terror Corra!’ em 2017, mas não seria até dois anos mais tarde que atingiria a excelência artística com o instigante Nós. O thriller de ficção-científica trouxe de volta para as telonas o conceito do duplo ao colocar a sempre impecável Lupita Nyong’o no centro de uma batalha contra seu próprio eu, lutando para sobreviver e salvar sua família – e descobrir os segredos obscuros por trás de sua conturbada infância.

INFILTRADO NA KLAN, Spike Lee

Antes de dirigir o aclamado Destacamento Blood para a NetflixSpike Lee comandou o irretocável drama Infiltrado na Klan, que levou o Oscar de Melhor Roteiro Original para casa no ano passado. Ambientado em Colorado de 1978,  Ron Stallworth, um policial negro, consegue se infiltrar na Ku Klux Klan local. Ele se comunica com os outros membros do grupo por meio de telefonemas e cartas, e quando precisava estar fisicamente presente, ele envia um outro policial branco em seu lugar. Depois de meses de investigação, Ron fica próximo do líder da seita, sendo responsável por sabotar uma série de linchamentos e outros crimes de ódio orquestrados pelos racistas.

MOONLIGHT: SOB A LUZ DO LUAR, Barry Jenkins

O vencedor do Oscar de Melhor Filme e de Melhor Ator Coadjuvante em 2017, Moonlight: Sob a Luz do Luar é um dos dramas tour-de-force mais comoventes da década passada e conseguiu unir, em um mesmo lugar, uma análise de inúmeras minorias sociais ao trazer como protagonista um homem negro, gay e periférico. No filme, Black trilha uma jornada de autoconhecimento enquanto tenta escapar do caminho fácil da criminalidade e do mundo das drogas de Miami. Encontrando amor em locais surpreendentes, ele sonha com um futuro maravilhoso.

12 ANOS DE ESCRAVIDÃO, Steve McQueen

Mais um vencedor do Oscar de Melhor Filme (e de Melhor Atriz Coadjuvante) na nossa lista: em 12 Anos de EscravidãoSteve McQueen tornou-se o primeiro cineasta negro a levar para casa a estatueta ao arquitetar um dos longas-metragens mais trágicos de todos os tempos. Em 1841, Solomon Northup é um negro livre, que vive em paz ao lado da esposa e filhos. Um dia, após aceitar um trabalho que o leva a outra cidade, ele é sequestrado e acorrentado. Vendido como se fosse um escravo, Solomon precisa superar humilhações físicas e emocionais para sobreviver. Ao longo de doze anos, ele passa por dois senhores, Ford e Edwin Epps, que, cada um à sua maneira, exploram seus serviços.

THE LEARNING TREE, Gordon Parks

Em 1969, o célebre fotógrafo Gordon Parks (que ganhou fama ao dirigir a ação Shaft) daria vida a ‘The Learning Tree’, um sensível retrato sobre a juventude negra dos Estados Unidos no começo do século passado. Ambientado em 1920, a narrativa gira em torno da jornada de Newt Winger, um adolescente que cresce no preconceituoso estado do Kansas e que caminha para uma vida adulta marcada por trágicos eventos.

LÍNGUAS DESATADAS, Marlon Riggs

‘Línguas Desatadas’ causou choque e consternação por parte do público conservador dos cinemas norte-americanos ao retratar com crueza e visceralidade o amor entre homens negros “machões” através de entrevistas, imagens de performances, cenas chocantes, críticas mordazes à homofobia em filmes negros ou apenas pessoas em close recitando poesia e contando suas vidas. As falhas do Novo Cinema Gay são expostas, gênero que na maioria da vezes é feito por brancos, e também é falado da mal definida autenticidade do cinema negro pós Spike Lee. Uma jornada através de duas subculturas marginalizadas.

SELMA, Ava DuVernay

O subestimado Selma foi lançado nos cinemas em 2014, um ano antes da 50ª celebração de um dos momentos mais importantes do Movimento dos Direitos Civis. O filme conta a história da luta de Martin Luther King Jr. para garantir o direito de voto dos afrodescendentes – uma campanha perigosa e aterrorizante que culminou na marcha épica de Selma a Montgomery, Alabama, e que estimulou a opinião pública norte-americana e convenceu o presidente Johnson a implementar a Lei dos Direitos de Voto em 1965.

CHI-RAQ, Spike Lee

A releitura moderna de Lee para a clássica tragédia grega ‘Lisístrata’ é ambientada numa época em que a grandiosa e conturbada cidade de Chicago está tomada pela violência. Em meio às atribulações bélicas, uma criança acaba morrendo devido a uma bala perdida. Assim, as mulheres da cidade decidem tomar uma atitude drástica: iniciar uma greve de sexo até que os homens concordem em abandonar as armas. Mas os maridos e namorados não vão aceitar essas novas regras com facilidade.

RESSURREIÇÃO, Maya Angelou

Maya Angelou é responsável por uma das maiores odes poéticas do século XX – mas isso não é tudo; a escritora também dirigiu o clássico Ressurreição, drama estrelado por Alfre WoodardWesley Snipes. O enredo é centrado em  Loretta, uma problemática mãe solteira do subúrbio de Chicago que é enviada para passar o verão na casa de seus ancestrais, no interior do Mississipi. No “Delta”, com a ajuda de seu tio Earl, Loretta finalmente começa a enxergar numa maneira de cuidar de sua filha e reverter o desmoronamento de sua vida. No final de sua jornada, ela descobre a força das raízes de sua família e o poder do amor incondicional.

AMOR EM TEMPOS DE ÓDIO, Amma Asante

O drama de época ‘Amor em Tempos de Ódio’ conta a história de Leyna (Amandla Stenberg) é uma adolescente filha de uma mãe branca alemã e um pai negro. Morando na Alemanha em 1944, ela vive em constante medo por conta da cor de sua pele. Quando ela conhece Lutz (George MacKay), o filho de um oficial da SS e membro da Juventude Hitlerista, os dois acabam se apaixonando, colocando suas vidas em risco.

LITTLE WOODS, Nia da Costa

Nia da Costa ganhou atenção da mídia ao ser contratada para dirigir o reboot de A Lenda de Candyman. Entretanto, antes de se aventurar no terror, a cineasta explorou com avinco o drama policial Little Woods. Estrelado por Tessa ThompsonLily James, a trama é centrada em Ollie, uma mulher que costumava contrabandear remédios através da fronteira canadense, mas seus dias de ação criminosa ficaram para trás e ela está prestes a conseguir um emprego que lhe dará a oportunidade de deixar a cidadezinha de interior de Little Woods, na Dakota do Norte. Isto é, até que sua mãe morre e ela e sua problemática irmã, Deb, são deixadas com a enorme dívida da hipoteca da casa para pagar.

CLEMENCY, Chinonye Chukwu

O grande vencedor do Festival de Sundance é liderado por uma brilhante performance de Alfre Woodard como a personagem principal de Clemency. Aqui, a atriz dá vida a Bernardine Williams, uma guarda prisional que se prepara para mais uma execução no temível corredor da morte até que cria um inesperado laço afetivo. Desorientada e confusa, Bernadine começa a realizar questionamentos morais a respeito do trabalho que vem exercendo.

THE WATERMELON WOMAN, Cheryl Dunye

Lançado em 1996 por Cheryl Dune‘The Watermelon Woman’ conta a história de Cheryl, uma jovem negra e lésbica, tem como obsessão fazer um filme retratando sua busca por uma atriz negra, conhecida como Mulher Melancia. Seguindo as pistas, ela desconfia que a atriz teve um caso com uma diretora de cinema branca – ao mesmo tempo que a própria Cheryl se envolve com uma mulher branca, Diana.

A 13ª EMENDA, Ava DuVernay

Depois do aclamado SelmaAva DuVernay continuou trilhando um caminho de grande sucesso ao comandar o documentário A 13ª Emenda. Centrado no sistema carcerário e étnico no país de origem do longa-metragem, o título é uma referência à décima terceira alteração na Constituição dos Estados Unidos, a qual, segundo a obra, foi uma alternativa de manter trabalhos braçais mesmo após a abolição da escravidão, com o processo de encarceramento em massa. Em 2017, o filme venceu o BAFTA de Melhor Documentário, mas foi esnobado nas outras premiações.

HARRIET, Kasi Lemmons

Logo após de ter escapado da escravidão, Harriet Tubman decide ajudar centenas de escravos a fugirem do sul dos Estados Unidos durante a Guerra Civil americana, no ano de 1849. Suas ações dão um novo direcionamento para a história, e a ativista política se torna uma das maiores heroínas do país. O filme rendeu a Cynthia Erivo duas indicações ao Oscar – uma por Melhor Atriz e outra por Melhor Canção Original.

As Melhores Séries de 2020

Em 2020, a televisão e o streaming foram mais importantes do que nunca. Com os cinemas fechados e todos os lançamentos que ficaram adiados para 2021, restou às telinhas a missão de promover o entretenimento audiovisual que alimenta as almas dos apaixonados por filmes e séries. E missão dada é missão cumprida. 

Enquanto a produção seriada continuou crescendo, mesmo durante o isolamento, e ameaçando nos afogar em tantos e tantos episódios, também foi ela a responsável por conseguir nos apresentar um certo escapismo da realidade bruta — ou motivos para debater e discutir o que causa os maiores impactos. Por isso, honrar as séries de TV (e do streaming) é também uma forma de honrar a sobrevivência do meio, e uma sobrevivência que, com tantas variedades, foi muitíssimo bem-sucedida.

Então, sem mais delongas, as 20 melhores séries de 2020.

20. Arremesso Final

Muito menos sobre a pessoa Michael Jordan e mais sobre o fenômeno em que ele se transformou, o documentário narra o último ano do astro no Chicago Bulls e revela como ele mesmo se enxerga e enxerga aquele momento no mundo do esporte. No caminho, a série revela mais sobre seu objeto de pesquisa e o fascinante mundo ao redor dele do que poderíamos imaginar.

19. P-Valley

Nos palcos de um clube de strip no Delta do Mississippi, P-Valley brinca com uma estética eletrizante e cores saturadas para inverter a narrativa convencional e dar voz e protagonismo às personagens que normalmente são utilizadas como simples planos de fundo para as histórias dos homens que frequentam as danceterias. A série desafia o espectador a todo momento a olhar para aqueles corpos esculturais e enxergar atletas, enquanto paralelamente constrói tramas complexas e humanas sobre suas batalhas diárias. 

18. The Plot Against America

Uma peça de história especulativa baseada no livro homônimo de Phillip Roth, partindo das mentes criativas de David Simon e Ed Burns (The Wire), The Plot Against America imagina o que teria acontecido caso o aviador Charles Lindbergh tivesse vencido as eleições presidenciais de 1940 no lugar de JFK. Pontuada com as excelentes atuações de Zoe Kazan, Winona Ryder e John Turturro, ela usa uma cinematografia bastante clássica para fazer o contraponto e despertar no espectador um sentimento incômodo de que algo não está certo enquanto tudo parece extremamente correto e o antissemitismo cresce pelas beiradas do que muitos chamam de exagero.

17. Ted Lasso

Um pouco de positividade nunca fez mal a ninguém, e Ted Lasso é exatamente isso. Graças à fantástica performance de Jason Sudeikis, a série se apresenta como uma charmosa trama sobre um homem tentando encontrar família e laços afetivos longe de casa, e isso basta para transformar a série em uma maratona à sua espera

16. Lovecraft Country

Lovecraft Country definitivamente não foi a série mais consistente do ano, e sua grande dificuldade do início ao fim foi conectar uma trama a outra mantendo algum tipo de conexão — as histórias paralelas, via de regra, são mais interessantes que o arco narrativo principal. Mas em toda a sua ânsia por abraçar o mundo, a série ousa arriscar de uma forma que não se viu igual na TV, e às vezes essa tentativa é mais do que o suficiente para fazê-la se destacar.

15. BoJack Horseman

A temporada final de BoJack Horseman foi dividida em duas partes, deixando para 2020 os últimos oito episódios desta animação que fica na história como um feito raro — uma série da Netflix que durou mais do que três temporadas e chegou ao fim sem perder o gás. BoJack sempre transitou muito bem entre a comédia e o drama, utilizando o sarcasmo do seu protagonista para abordar com muita delicadeza os traumas do abandono familiar e os grandes problemas da indústria do entretenimento. Na jornada final, Raphael Bob-Waksberg não poupa nosso cavalão de encarar suas próprias falhas e as dores que fazem parte de quem ele é.BoJack Horseman chega ao fim não apenas como a melhor série da Netflix, mas um dos dramas mais emocionalmente complexos que a TV viu recentemente. Não é para qualquer um.

14. The Crown

Por um lado, The Crown nunca antes teve um material tão fascinante quanto a quarta temporada — ela adentra um período da História que seu público de fato tem como recordar  e sobre o qual muita gente tem muita opinião. Então, seria até fácil criar uma boa temporada quando o material base (a História) por si só já é um deleite. Mas, aqui, Peter Morgan consegue corrigir uma trajetória da temporada anterior e devolver o protagonismo à rainha, o que eleva todas as histórias que orbitam ao redor dela e mostra e segue desmoronando o castelo de cartas. A temporada exige de Olivia Colman que entregue o seu melhor, sobretudo quando aborda lados opostos de sua personalidade com Margaret Thatcher ou com Charles e Diana. E, é claro, Emma Corrin é excelente. Simplesmente excelente.

13. The Mandalorian

Enquanto a primeira temporada de The Mandalorian segue uma linha mais episódica e de casos da semana, a segunda avança mais profundamente no universo estabelecido de Star Wars e tem como resultado um drama eletrizante que consagra o seu lugar junto aos grandes nomes da galáxia muito, muito distante.

12. The Great

Huzzah! The Great explora a juventude da monarca Catarina, a Grande, sob um viés feminino atualizado e não necessariamente fatídico — uma premissa que, embora ousada, tem chances de criar um resultado terrível a cada esquina. Mas a série mergulha sem medo nas contradições da figura e no despertar de seu lado mais ambicioso, criando uma fábula deliciosamente cômica e caótica sobre poder e sua relação com o sexo. 

11. Mrs. America

Bastaria uma caracterização exagerada para Mrs. America deixar de ser um exame sobre uma figura complexa e se transformar em uma caricatura de si mesma. Felizmente, ao confiar a Cate Blanchett o papel da conservadora Phyllis Schlafly, líder do movimento contra a Emenda por Direitos Igualitários em 1970, a minissérie garante uma das melhores atuações que as telinhas trouxeram em 2020, e aponta contradições nos dois lados dessa disputa ideológica, traçando um paralelo poderoso com a bipolaridade atual e propondo uma reflexão pertinente sobre o legado do trumpismo.

10. I’ll be Gone in the Dark

A série documental da HBO conta a história das investigações amadoras conduzidas pela jornalista Michelle McNamara sobre um assassino e estuprador em série que agiu na costa da Califórnia entre as décadas de 1970 e 1980. A atração é ao mesmo tempo sobre as investigações de Michelle e sobre as sobreviventes do Golden State Killer, traçando um paralelo sombrio, mas pertinente, entre o efeito que as ações deles tiveram sobre a família da jornalista e aqueles que sobreviveram aos atos criminosos. Inspirada no livro homônimo de McNamara, I’ll be Gone in the Dark exalta seu incrível trabalho ao se amparar apenas na narração de trechos para criar um clima sombrio, e o resultado é uma obra familiar e muito emocionante sobre luto, legado e agência.

9. O Clube das Babás

Para todos os efeitos, O Clube das Babás não deveria ser uma série que termina o ano em um top 10 de melhores. Mas a versão da Netflix para o clássico literário infanto-juvenil possui um traço raro de ser nostálgica, mas sem o saudosismo da década de 1980 que torna algumas produções extremamente dependentes de memória afetiva. Aqui, a história se atualiza para discutir temas pertinentes à juventude do século XXI, com diálogos afiados, excelente escolha de elenco e uma confiança na maturidade do público que deveria ser mais frequente. A melhor “série para toda a família” que saiu do ano de 2020.

8. Schitt’s Creek

 

Temporadas finais são sempre particularmente desafiadoras, sobretudo no caso de séries que traçaram uma rota de ascensão no gosto do público tão veloz e orgânica como Schitt’s Creek. Para encerrar a história dos Rose, Dan e Eugene Levy mergulham fundo nas emoções dos membros da nossa adorada e terrível família, sem medo de mostrar a evolução dos personagens enquanto equilibram na balança as despedidas tristes e o humor sarcástico que conquistou tantos fãs para a série.

7. High Fidelity

A série estrelada por Zoë Kravitz, e precocemente cancelada pelo Hulu, faz mais do que trazer a história de Nick Hornby para 2020 sob um viés feminino, mesmo que apenas por isso ela já seria louvável por natureza. Talvez este seja um dos melhores exemplos do que uma boa adaptação consegue fazer quando trai a obra original mantendo por ela um carinho insubstituível. As inseguranças e mesquinharias de Rob continuam existindo, mas através de uma sensibilidade que faz com que possamos enxergar a personagem sob outra perspectiva, até menos pedante, com oportunidades também para que os coadjuvantes se reinventem e cada novo olhar sobre os relacionamentos seja essencial e único.

6. O Gambito da Rainha

Encabeçada por Anya Taylor-Joy excelente como Beth Harmon, O Gambito da Rainha utiliza as técnicas e as regras do xadrez para mergulhar no seu real objeto de estudo, a personalidade de sua protagonista. Intrinsecamente arraigada ao roteiro, a série é um banho de técnica de direção e montagem, e consegue o feito raro de colocar todos os coadjuvantes à mercê de um único astro sem desperdiçar as particularidades de cada um dos que orbitam ao redor de Beth.

5. Better Things

Quando Pamela Adlon começou a fazer Better Things, então junto a Louis CK, não era fácil entender o que ela queria dizer com aquilo. Era um produto disforme ainda que envolvente, que talvez tivesse medo de falar com todas as letras o que realmente desejava. Em sua quarta temporada, quase totalmente escrita e dirigida por ela, Adlon não tem medo ou vergonha de gritar suas palavras para os quatro ventos, ao mesmo tempo complexas e simples porque elas são duramente honestas, mas provavelmente poderiam ser encontradas dentro de quase toda mulher. Discutindo maternidade, envelhecimento, sexualidade e a resistência do corpo feminino em suas mais variadas formas e idades, Better Things se consagra como uma declaração de amor de Adlon para as suas filhas e para si mesma, em um grito pela independência e pela capacidade de reinvenção. Poderia ser a mais mundana das atrações, se todo o resto não teimasse em fingir que uma organização familiar como aquela não existe.

4. What We Do in the Shadows

Para uma comédia despretensiosa sobre vampiros dividindo uma casa em Staten Island, What We Do in the Shadows chega a ser abusada no quanto ousa ser pontual e inventiva. A série aposta em um humor quase nonsense, e confia aos seus protagonistas a missão de entregar cada fala de diálogo no tom ideal entre a incredulidade e certa inocência que é tão ridícula quanto palpável. Shadows nunca tenta ser “esperta demais”, ou trapacear o espectador com viradas inimagináveis, mas tira o melhor humor de situações que são elevadas à potência do absurdo a partir de hipóteses perfeitamente rotineiras. Dessa forma, ainda que a partir de um ideal comum, a série acabou se transformando em algo extremamente raro na televisão: um humor inteligente e requintado que é genuinamente sobre as risadas. Infelizmente, isso não acontece com tanta frequência

3. Better Call Saul

Não é como se já não estivesse claro desde a primeira temporada que Better Call Saul estava em uma trajetória tão certeira quanto Breaking Bad, ou até mais, levando em conta que Vince Gilligan põe a teste a experiência e a ousadia que adquiriu ao longo dos anos com a série matriz. Chegando à reta final, o drama vai se aproximando daquilo que sempre deixou claro que seria — a transformação final de Jimmy McGill naquele Saul Goodman que conhecíamos antes. Mas seria simples demais ficar apenas nisso, e no momento em que entrega o protagonismo nas mãos de Kim Wexler, interpretada com maestria pela excelente Rhea Seehorn, é quase como se estivesse se redimindo com Skyler White (Anna Gunn). Em sua melhor temporada, Better Call Saul arrisca todas as suas fichas e consegue a proeza de se tornar imprevisível mesmo quando o que vem a seguir já está escrito em pedra.

2. Normal People

Normal People é o tipo de série que se esgueira como um gato e, quando percebemos, já tomou um espaço enorme na sua cama ou no seu sofá — isso, no caso do gato. No caso da série, o espaço é no cérebro ou no coração. Através do romance jovem de Connell e Marianne, a atração reflete sobre depressão, dependência emocional e o déficit de comunicação efetiva em qualquer tipo de relação humana, catapultado pelas virtualidades e distanciamentos físicos. Um retrato impresso e exposto de uma geração precocemente impactada pelas tecnologias, Normal People usa o truque mais velho na cartola (fazer a audiência se apaixonar) para escancarar a fragilidade da entrega e a agonia doce e satisfatória que vem quando não sabemos o que vem a seguir — mas continuamos mesmo assim.

1. I May Destroy You

Como um cérebro protege a si mesmo de um evento traumático? Escondendo-o sob camas metafóricas junto a memórias empoeiradas e roupas esquecidas que deveriam ter ido para doação.

I May Destroy You, em toda a sua fragmentação, é Michaela Coel exorcizando seu cérebro deste trauma para limpar este espaço sob a cama e transformá-lo em algo útil. Ao mesmo tempo em que se dobra em si mesma para transformar e controlar o poder de uma memória sobre si, a autora e protagonista se expõe para o mundo e escancara as próprias idiossincrasias e contradições, num processo de cura catártico que tece uma reflexão sobre o quanto as escolhas pessoais de cada um refletem em um espírito coletivo. Sem ter sido concebida para um 2020 desses, a série acaba sendo mais pontual do que jamais poderia ter sido. E, por isso, o ano é dela.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Aprovação da sequência continua a cair no Rotten Tomatoes

Mulher-Maravilha 1984’ havia mantido o sucesso crítico do filme predecessor ao abrir com espetaculares 89% de aprovação no agregador de reviews Rotten Tomatoes. Entretanto, conforme mais críticas foram adicionadas ao site, a nota do longa-metragem vem despencando continuamente, estabilizando, por ora, em 60% com 356 críticas contabilizadas.

Apesar de ainda estar na faixa “fresh”, o filme pode vir a se tornar “rotten” (podre) caso caia apenas mais um ponto – acrescentando mais um título à série de filmes mal recebidos pela crítica do DCEU.

Vale lembrar que a primeira entrada da franquia Mulher-Maravilha é a produção mais recebida do universo estendido, com 93% de aprovação. A obra é seguida por ‘Shazam!’ (90%), ‘Aves de Rapina’ (78%), ‘Aquaman’ (65%) e Mulher-Maravilha 1984’ (60%). Já na seção dos mal avaliados, temos ‘Homem de Aço’ (56%), ‘Liga da Justiça’ (40%), ‘Batman vs. Superman’ (28%) e ‘Esquadrão Suicida’ (26%).

De qualquer forma, a sequência estrelada por Gal Gadot continua surpreendendo nas bilheterias do mundo todo, apesar de seu lançamento simultâneo nas plataformas de streaming dos Estados Unidos.

Até agora, o filme arrecadou já arrecadou US$ 100 milhões mundialmente, tendo sido lançado na China e em outros territórios no exterior no fim de semana passado.

A Warner já confirmou que o terceiro filme da franquia entrou em desenvolvimento.

“À medida que fãs ao redor do mundo continuam a embarcar na jornada de Diana Prince, com a poderosa abertura de ‘Mulher-Maravilha 1984’, estamos empolgados em poder continuar sua história com nossas Mulheres-Maravilhas da vida real – Gal e Patty – que retornarão para concluir a tão planejada trilogia cinematográfica”, disse o chefe da Warner Bros., Toby Emmerich, em um comunicado oficial.

Gadot retorna como Diana Prince/Mulher-Maravilha e Patty Jenkins volta para escrever e dirigir o filme.

Assista à nossa crítica do filme:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

Mulheres dirigiram número recorde de filmes em 2020, aponta estudo

Segundo uma recente publicação do Centro para o Estudo de Mulheres na Televisão e no Cinema, da Universidade de San Diego, 2020 marcou um recorde para mulheres no cenário fílmico (via Variety).

Mulheres representaram 16% das diretoras trabalhando nos cem filmes de maior bilheteria de 2020, uma marca para a representação feminina nos bastidores de grandes produções. A encargo de comparação, 2019 trouxe apenas 12% de mulheres como diretoras, contra míseros 4% em 2018 – o que revela que as pressões sobre os estúdios para promoverem maior participação feminina está resultando em mudanças tangíveis.

O estudo, que já vem ocorrendo por duas décadas e é supervisionado pela diretora do centro, Dra. Martha Lauzen, tentou levar em consideração as perturbações no cenário de exibições, ainda mais considerando que o panorama cinematográfico passou por profundas mudanças com a pandemia do COVID-19. Dessa forma, o estudo também traçou a presença de mulheres em filmes incluídos no Grupo de Entretenimento Digital entre março e dezembro de 2020.

No grupo em questão, as mulheres abarcaram 19% das produções, incluindo diretoras, roteiristas, produtoras executivas, produtoras, editoras e diretoras de fotografia, contra 21% dos filmes de maior arracadação. 10% dos diretores trabalhando em filmes assistidos em casa foram mulheres, uma porcentagem menor do que as responsáveis por sucessos mainstream.

Dentre os grandes títulos do ano, temos o remake em live-action de Mulan, de Niki Caro; os filmes de super-heroínas Aves de RapinaMulher-Maravilha 1984, dirigidos por Cathy Yan e Patty Jenkins, respectivamente; e um dos favoritos à próxima temporada de premiações, Nomadland, de Chloé Zhao.

“A boa notícia é que, agora, vimos dois anos consecutivos de crescimento para mulheres que dirigem”, Lauzen disse em uma declaração oficial. “Isso quebra um padrão histórico recente nos quais os números tendem a crescer em um ano e cair no próximo. A ma notícia é que 80% dos maiores filmes não têm uma mulher no comando”.

O estudo também apontou que filmes com ao menos uma diretora tinham mais chances de contratar editoras, diretoras de fotografia e outros papéis-chave dos bastidores. Por exemplo, em filmes com diretoras, mulheres compreenderam 53% das roteiristas, em enorme discrepância com uma presença de 8% em filmes exclusivamente encabeçados por homens.

“Esse desequilíbrio é surpreendente”, Lauzen acrescentou.

‘WandaVision’: Novo teaser traz referência a ‘Vingadores’; Confira!

A aguardada série ‘WandaVision‘ chega na plataforma Disney+ em menos de duas semanas e, agora, a plataforma divulgou um novo teaser oficial super divertido.

O clipe promove o show e mostra algumas cenas bastante interessantes dos seis episódios da primeira temporada – além de fazer uma referência bem clara à saga Vingadores.

Confira:

A série estreia no dia 15 de janeiro de 2021.

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany, ParrisHahn.

‘O Mundo Sombrio de Sabrina’: Fãs não sabem como lidar com o chocante final da série; Confira!

Cuidado: muitos spoilers à frente.

O Mundo Sombrio de Sabrina chegou ao fim nas últimas semanas com uma 4ª temporada inesperada – e que dividiu as reações dos fãs.

No Twitter, os internautas expressaram sua indignação com o fato de Sabrina (Kiernan Shipka) ter se sacrificado para salvar sua família, seus amigos e o mundo das terríveis forças do Vazio.

Confira:

A série foi criada por Roberto Aguirre-Sacasa (‘Riverdale’).

Ao longo dos oito episódios da Parte 4, os Terrores do Sobrenatural descerão sobre Greendale. O coven deve lutar contra cada ameaça aterrorizante (O Estranho, O Retornado, A Escuridão, para citar alguns), tudo levando até O Vazio, que é o Fim de Todas as Coisas. Enquanto as bruxas travam uma guerra, com a ajuda do Clube do Medo, Nick começa a ganhar lentamente o seu caminho de volta ao coração de Sabrina, mas será tarde demais?

O elenco conta com Kiernan Shipka, Ross Lynch, Lucy Davis, Chance Perdomo, Michelle Gomez, Jaz Sinclair, Tati Gabrielle, Adeline Rudolph, Richard Coyle, Miranda Otto, Abigail F. Cowen e Lachlan Watson.

‘Pequenos Grandes Heróis’: Guppy passa por intenso treinamento em novo vídeo de bastidores; Confira!

Em seu Instagram oficial, o diretor e roteirista Robert Rodriguez divulgou um novo vídeo de bastidores da aventura Pequenos Grandes Heróis, em que a jovem intérprete de Guppy, Vivien Lyra Blair, faz acrobacias incríveis durante o set de filmagens.

Confira:

O filme já está disponível no catálogo da Netflix.

Os super-heróis do planeta Terra foram raptados após uma invasão alienígena. Agora, os filhos deles estão sob a proteção do governo, que designou uma misteriosa babá (Priyanka Chopra Jonas) para ficar de olho neles em um lugar isolado. Mas nada nem ninguém vai impedir Missy Moreno (YaYa Gosselin) de resgatar seu pai, o super-herói Marcus Moreno (Pedro Pascal). Para isso, ela forma uma equipe extraordinária com outros jovens heróis com superpoderes, como elasticidade, controle do tempo e previsão do futuro.

O elenco inclui Pedro Pascal, Priyanka Chopra-Jonas, Christian Slater, Yaya Gosselin, Boyd Holbrook, Chris McDonald e Adriana Barraza.

‘Charmed’: O perigo está chegando no novo teaser da 3ª temporada; Confira!

The CW divulgou recentemente um novo teaser oficial da 3ª temporada de Charmed.

Confira:

O novo ciclo estreia no dia 24 de janeiro.

Leia a sinopse oficial:

No final da segunda temporada, os garotas “encantadas” e o mundo mágico se encontram em certo perigo, pois Julian afirmou à tia Vivienne que ele traria Macy (Madeleine Mantock) custe o que custar. Enquanto isso, o novo romance de Harry (Rupert Evans) e Macy está correndo risco, depois que Harry pediu a Maggie (Sarah Jeffery) para usar seu novo poder para mudar seus sentimentos por sua irmã. Com o relacionamento de Mel (Melonie Diaz) com Ruby em um impasse, será que Mel algum dia encontrará o amor verdadeiro? E a destruição da irmandade é inevitável ou as Encantadas conquistarão o Conquistador? As respostas a essas perguntas irão se desdobrar na terceira temporada e traçar uma jornada totalmente nova para essas mulheres, à medida em que Maggie busca suas ambições profissionais, enquanto Macy retorna às suas raízes científicas e o ativismo de Mel é reacendido.

Criada por Constance M. Burge, a série é um reboot do seriado clássico ‘Jovens Bruxas‘, que rendeu oito temporadas, transmitidas entre 1998 e 2006.

Três irmãs moradoras de uma cidade universitária acabam de descobrir que possuem habilidades especiais por serem descendentes de uma linhagem de bruxas. Mas como grandes poderes vêm grandes responsabilidades, e agora essas jovens têm a missão de enfrentar demônios e outras criaturas sobrenaturais.

O elenco conta com Melonie Diaz, Madeleine Mantock, Sarah Jeffery e Rupert Evans.

‘Gossip Girl’: HBO divulga retratos individuais do elenco do reboot

HBO divulgou novas imagens oficiais e individuais do reboot de Gossip Girl, estampando o elenco protagonista.

Confira:

Karena Evans, aclamada realizadora conhecida por seu trabalho nas séries ‘Snowfall’‘P-Valley’, é a responsável pelos dois primeiros episódios da produção.

A série chega à plataforma de streaming em 2021.

O elenco conta com Whitney Peak, Savannah Smith, Eli Brown, Johnathan Fernandez, Emily Alyn Lind, Jason Gotay, Thomas Doherty, Tavi Gevinson, Adam Chanler-Berat e Zion Moreno.

Kristen Bell (‘The Good Place‘) voltará a narrar a icônica voz da garota do blog na nova versão de ‘Gossip Girl‘. A primeira temporada da nova versão terá 10 episódios.

A série original, que encontrou seu fim em 2012, tornou-se um fenômeno da cultura pop, além de colocar em voga diversos nomes da indústria atual – como Blake Lively, Leighton Meester, Blake Lively, Ed Westwick, Chace Crawford e Penn Badgley.

‘WandaVision’: Bem-vindos ao lar no novo teaser oficial da série do Disney+

A aguardada série ‘WandaVision‘ chega na plataforma Disney+ em menos de duas semanas e, agora, a plataforma divulgou um novo teaser oficial intitulado “Signal”.

Confira:

A série estreia no dia 15 de janeiro de 2021.

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany, ParrisHahn.

Missão perigosa no trailer LEGENDADO de ‘O Último Resgate’; Assista!

O filme de guerra ‘O Último Resgate‘ (We Go in at Dawn) ganhou trailer legendado.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Ben Mole.

Quando um militar de alto escalão é capturado e mantido em um campo de prisioneiros de guerra alemão, uma equipe de especialistas assume a perigosa missão de tentar libertá-lo. O problema é que ele não quer ser resgatado.

O elenco inclui Samantha Coughlan, Kelvin Fletcher, Audrey L’Ebrellec, Christos Lawton, Nick Harris, Ryan Winsley, Tim Berrington e Guy Faulkner.

No Brasil, a produção será lançado direto em VOD pela A2 Filmes.

‘Prodigal Son’: Instintos assassinos no novo trailer da 2ª temporada; Assista!

A FOX divulgou o novo trailer da 2ª temporada da série ‘Prodigal Son‘.

Confira:

A nova temporada irá estrear dia 12 de janeiro.

A série foi criada por Chris FedakSam Sklaver.

Malcolm Bight (Payne) é um psicólogo criminal de sucesso que usa a sua genialidade para ajudar o Departamento da Polícia de Nova York a resolver crimes. Acontece que grande parte do seu sucesso se dá pelo fato de que seu pai é um dos mais notórios serial killers da cidade.

O elenco inclui Tom Payne, Michael Sheen, Lou Diamond Phillips, Bellamy Young e Halston Sage.

‘Acasa’: Documentário vencedor do Prêmio do Júri em Sundance ganha trailer poderoso; Confira!

A still from Acasa, My Home by Radu Ciorniciuc, an official selection of the World Cinema Documentary Competition at the 2020 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Mircea Topoleanu.All photos are copyrighted and may be used by press only for the purpose of news or editorial coverage of Sundance Institute programs. Photos must be accompanied by a credit to the photographer and/or 'Courtesy of Sundance Institute.' Unauthorized use, alteration, reproduction or sale of logos and/or photos is strictly prohibited.

ZeitgeistFilm divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Acasa, My Home’, documentário romeno que gira em torno de uma família que vê seu mundo mudar quando o lugar onde vivem é transformado em um parque público.

A produção levou para casa o Prêmio Especial do Júri por Fotografia e Documentário Mundial no Festival de Sundance.

Confira:

O filme é dirigido por Radu Cironiciuc.

Na região selvagem do Delta Bucareste, um reservatório de água abandonado ao lado de uma efervescente metrópole, a família Enache vivia em perfeita harmonia com a natureza por duas décadas, dormindo às margens de um belíssimo lago, pegando peixes com as próprias mãos e seguindo o ritmo das estações. Quando a área é transformada em um parque nacional público, eles são forçados a deixar para trás sua vida nada convencional e se mudar para a cidade, onde redes de pesca são trocadas por celulares e tardes idílicas são passadas em salas de aula. À medida que a família luta para se conformar à civilizaçõ moderna e manter a conexão entre si mesmos, eles começam a questionar seu lugar no mundo e o que o futuro lhes reserva.

‘Acasa’ estreia em circuito limitado no dia 15 de janeiro, ainda sem previsão de lançamento nos cinemas mundiais.

‘Soul’: Pixar revela artes conceituais OFICIAIS da animação; Confira!

Durante uma watch party promovida pela Walt Disney, a Pixar divulgou uma série de artes conceituais oficiais de ‘Soul’, sua mais recente e aclamada animação.

As imagens trazem diversas cenas-chave do longa-metragem, incluindo a catártica sequência em que Joe Gardner (Jamie Foxx) volta à vida e percebe que não a esteve aproveitando como deveria.

Confira:

‘Soul’ já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.

Na trama, Joe Gardner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed Diggs, Angela Bassett e Phylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent ReznorAtticus RossJon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.

Pete DocterKen Powers são os diretores.