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Saiba quais são nossas principais APOSTAS para o Oscar 2022

Aqui, nesta nova matéria iremos apresentar a nossa opinião exclusiva sobre quem achamos que merece ganhar (ou seja, nossos preferidos) e quem de fato achamos que irá levar os prêmios nas categorias principais. Confira abaixo.

MELHOR FILME

As surpresas das indicações a melhor filme este ano ficaram por conta de Drive My Car, filme japonês sobre o drama do desaparecimento de uma jovem mulher, parte de um casal de atores. O longa do cineasta Ryûsuke Hamaguchi vem inclusive sendo comparado ao fenômeno Parasita, da edição 2020 do Oscar. Outro que surpreendeu foi O Beco do Pesadelo, remake de um clássico do suspense dos anos 40, o longa tem um visual impactante, e sua nomeação demonstra a força do mexicano Guillermo del Toro atualmente junto aos votantes. Na “cota” das produções feel good, ou seja, filmes inspiradores que falam sobre superação e podem ser recomendados para toda a família devido à sua leveza estão outras duas quase surpresas: King Richard – Treinando Campeãs é a biografia das tenistas Venus e Serena Williams, e Coda – No Ritmo do Coração é o remake de uma produção francesa sobre uma família de surdos-mudos pescadores onde só a filha mais nova é ouvinte.

No terreno das superproduções, mais duas refilmagens. Steven Spielberg é quem comanda a nova versão do musical clássico Amor, Sublime Amor, que venceu o Oscar em 1962. Já Duna, de Denis Villeneuve, também já havia ganhado as telas em 1984, e trata-se de uma das histórias de ficção científica mais cultuadas de todos os tempos. Ainda temos a crítica social sobre o negacionismo Não Olhe para Cima – o filme mais atual e ácido do lote -, o coming of age artístico de Paul Thomas Anderson, Licorice Pizza, e o drama sobre a Guerra da Irlanda em preto e branco e visto sob o ponto de vista inocente de um menino, Belfast.

Nossa previsão nesta categoria é Ataque dos Cães, da Netflix. O faroeste dramático é baseado no livro de Thomas Savage, e conta sobre dois irmãos bem diferentes, e a colisão de temperamentos quando um deles resolve se casar com uma jovem mulher mãe solteira. Um dos fatores que mais marca Ataque dos Cães é a direção da veterana Jane Campion, que não dirigia um filme desde 2009.

Porém, Coda – No Ritmo do Coração está crescendo exponencialmente e está cada vez mais perto de conquistar o Oscar de Melhor Filme, principalmente após ganhar quatro prêmios de sindicato que são “termômetros” do Oscar – o PGA: Sindicato dos Produtores da América, DGA: Sindicato dos Diretores da América, SAG: Sindicato dos Atores e WGA: Sindicato dos Roteiristas da América.

MELHOR DIREÇÃO

Como dito, Ataque dos Cães é o filme, neste momento, com mais chances de vencer o Oscar na categoria principal. E acreditamos que este prêmio virá atrelado ao prêmio de direção. A veterana Jane Campion é a única mulher indicada na categoria nesta edição, e seria muito bom ver novamente uma mulher vencendo o prêmio depois da chinesa Chloé Zhao no ano passado por Nomadland. Se vencer na categoria, a neozelandesa Campion – que também adaptou o roteiro e tem chances de vencer tal prêmio igualmente – será a terceira mulher da história a obter a vitória na categoria de direção, e a segunda em dois anos consecutivos. Campion já havia sido indicada anteriormente como diretora pelo filme O Piano (1993), que lhe rendeu o Oscar de roteiro original. Os outros indicados da categoria são Steven Spielberg (Amor, Sublime Amor), Kenneth Branagh (Belfast), Paul Thomas Anderson (Licorice Pizza) e a surpresa que acreditamos ser o único a possivelmente tirar o Oscar de Campion: o japonês Ryûsuke Hamaguchi (Drive My Car).

MELHOR ATRIZ

A grande aposta aqui na categoria de atriz é a renovadíssima Kristen Stewart por Spencer, drama biográfico sobre a Lady Di, a Princesa Diana. Para os que ainda associavam a imagem da atriz à franquia adolescente dos vampiros de Crepúsculo e que nem mesmo com o César (o Oscar francês) de melhor atriz por Acima das Nuvens (2014) a consideravam uma intérprete de grande alcance, esta é a performance que serve como divisor de águas da carreira da jovem. E a nomeação no Oscar, mesmo que Stewart tenha falado demais e desdenhado da honraria, é a consagração dela. Era esperado e Stewart surge como favorita. A surpresa aqui veio da nomeação da espanhola Penélope Cruz pelo filme de seu mentor, Pedro Almodóvar, Mães Paralelas. Acontece que o filme não era o indicado da Espanha e não está entre os nomeados de produção estrangeira. Mesmo assim, pela segunda vez na carreira, Cruz é indicada por um filme de Almodóvar – depois de Volver (2007).

Outras surpresas foram as nomeações da veterana Nicole Kidman pelo filme da Amazon, Apresentando os Ricardos, biografia do ícone da TV americana Lucille Ball, do seriado I Love Lucy; e Jessica Chastain, por mais uma biografia, esta da televangelista polêmica Faye Bakker, no filme Os Olhos de Tammy Faye. O que acontece é que Chastain e Kidman fazem figuração aqui, já que seus filmes não têm tanta força. Mas tudo pode acontecer. Quem eu diria que pode tirar o doce da boca de Stewart é a nova queridinha da Academia, a britânica Olivia Colman por A Filha Perdida. Temos que levar em conta que Colman já venceu há três anos por A Favorita, e a Academia pode não querer premiá-la de novo em tão pouco tempo. Porém, seriam os mesmos três anos que separaram as vitórias na categoria principal de Frances McDormand, por Três Anúncios para um Crime (2018) e mais recentemente por Nomadland (2021). Então o precedente existe.

MELHOR ATOR

Ao que tudo indica esse prêmio irá para o Doutor Estranho em pessoa, Benedict Cumberbatch. Essa é a segunda indicação do ator depois de O Jogo da Imitação. Na possível limpa que Ataque dos Cães fará, em especial nas categorias melhor filme e direção, acredito que Cumberbatch possa ir com a maré e se beneficiar. Quem pode “chover no desfile” do ator britânico é o americano Will Smith. Veterano muito querido na indústria, Smith é mais conhecido por seus blockbusters, mas vira e mexe emplaca um trabalho mais sério e já tem duas outras indicações como melhor ator. O astro inclusive já participou da polêmica com o protesto do Oscar So White, um movimento ocorrido na premiação de 2016 em que nenhum dos indicados na categoria principal era negro. Smith e outras personalidades boicotaram o evento na ocasião e não foram à festa. O ator na época esperava ser nomeado por Um Homem Entre Gigantes. Este ano Smith chega forte como produtor também de King Richard – Treinando Campeãs. Na categoria, Andrew Garfield (Tick, Tick… Boom), Javier Bardem (Apresentando os Ricardos) e o grande Denzel Washington (A Tragédia de Macbeth) apenas coadjuvam. Lembrando novamente que tudo pode acontecer.

MELHORES COADJUVANTES

A categoria de atrizes e atores coadjuvantes parece ser as mais imprevisíveis desta edição do Oscar. Começando pelas atrizes, quase todas as indicações foram surpresas. Nossas torcidas na verdade vão para quase todas as nomeadas na categoria. Explico. Acontece que esta é uma corrida entre novatas, entre marinheiras de primeira viagem no Oscar, e por mais que adoremos a veterana Judi Dench, que aqui concorre por Belfast, ela já possui sua estatueta decorando a lareira. Seria ótimo se ela tivesse mais uma? Por seu talento e anos de estrada, sim! Ao mesmo tempo, as surpresas das indicações de Kirsten Dunst (por Ataque dos Cães) e Jessie Buckley (por A Filha Perdida) foram tão bem-vindas que passamos a torcer por elas – e acredito que uma das duas saia vitoriosa.

Outra surpresa mais que bem-vinda foi a representatividade das indicações de Aunjanue Ellis, que vive a esposa de Will Smith em King Richard, e a jovem Ariana DeBose por Amor, Sublime Amor. Uma curiosidade é que a atriz veterana Rita Moreno ganhou o Oscar na versão de 1961 do filme, pelo mesmo papel de Anita, agora vivido por DeBose. Se DeBose levar, será muita sorte que a personagem Anita traz para suas intérpretes.

Na categoria masculina, creio que os que fazem apenas figuração neste ano são Ciarán Hinds por Belfast e J.K. Simmons, que igualmente já tem sua estatueta do Oscar, por Apresentando os Ricardos. É provável que a estatueta fique mesmo nas mãos de um dos coadjuvantes de Ataque dos Cães, corroborando a ideia de que o filme possa vir a fazer a limpa na noite da premiação. Como aqui nesta categoria temos dois atores nomeados pelo filme, Jesse Plemons e Kodi Smit-McPhee, qualquer um deles que levar estará bem representado. Se tiver que escolher um, creio que Plemons tem a vantagem. Porém, pode ser o caso deles se anularem também. E aí, acredito que quem possui vantagem nesta é Troy Kotsur, ator surdo-mudo de Coda – No Ritmo do Coração. Caso vença, seria o primeiro surdo-mudo a levar o prêmio desde Marlee Matlin (que também está no elenco de Coda) em Filhos do Silêncio (1987).

OUTRAS CATEGORIAS

Nas categorias de roteiro, seria muito legal ver o criativo e ácido Não Olhe para Cima levando o prêmio de roteiro original. No entanto, o prêmio ficará provavelmente entre Belfast e Licorice Pizza. Já no roteiro adaptado, seria muito bom ver o texto de Maggie Gyllenhall em A Filha Perdida sair vitorioso, mas Jane Campion é quem deve vencer por Ataque dos Cães. E não é nada mal, já que permanece nas mãos de uma mulher. O ideal é que os prêmios pudessem ser mais divididos.

Finalizando nossos palpites, a categoria mais “batata” desta edição do Oscar definitivamente é a de filme estrangeiro. A certeza da vitória de Drive my Car é indiscutível, afinal o longa está indicado também na categoria principal de melhor filme. E quantos outros da categoria podem dizer o mesmo? Quando casos assim ocorrem, seja com filmes estrangeiros na categoria principal (como Parasita em 2020 ou Amor em 2013) ou animações na categoria principal (Toy Story 3 em 2011 ou Up – Altas Aventuras em 2010), a garantia é que ao menos da outra categoria de filme ao qual estão indicados eles saiam vitoriosos. Assim, filmes elogiados como A Pior Pessoa do Mundo (da Noruega) ou A Mão de Deus (Itália) não possuem muita chance.

Alden Ehrenreich viu o tio matar o pai quando era criança; Conheça a história!

Segundo o jornal The Sun, o ator Alden Ehrenreich teve uma história familiar bastante trágica em seu passado.

De acordo com o tio do ator, seu pai, Mark Ehrenreich, foi esfaqueado pelo próprio irmão, Edward, na sua frente.

Depois do crime, Edward foi diagnosticado com esquizofrenia.

“É uma história muito trágica. Edward teve uma juventude muito conturbada por não ter sido diagnosticado. Ele usou drogas pesadas, como LSD, e tinha alguns surtos às vezes. Ele deveria ter sido internado antes,” declarou o tio, Benedict Ehrenreich.

O ator estrela ‘Han Solo: Uma História Star Wars‘, que estreia no Brasil no dia 24 de maio de 2018.

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody HarrelsonEmilia Clarke (de ‘Game of Thrones’), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

‘Among the Shadows’: Terror com Lindsay Lohan ganha novo trailer; Confira!

O terror ‘Among the Shadows‘, estrelado por Lindsay Lohan, ganhou um novo trailer.

Confira:

O filme é dirigido por Tiago Mesquita, com roteiro de Mark Morgan.

Na trama, uma detetive particular deve desvendar o assassinato de seu tio enquanto precisa manter em segredo o fato de ser descendente de uma linhagem de lobisomens.

Charlotte BeckettGianni Capaldi, Dominik Mada Reynald Bialès completam o elenco.

Sapatinho Vermelho e os Sete Anões

(Red Shoes & the 7 Dwarfs)

 

Elenco:

Chloë Grace Moretz

Sam Claflin

Gina Gershon

 

Direção: Sung-Ho Hong

Gênero: Animação

Duração: 92 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 24 de Dezembro de 2020

Sinopse: 

Princesas que foram transformadas em anões buscam pelo sapato vermelho de uma dama para quebrar o feitiço, mas isso não será fácil.

Curiosidades: 

» —

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Quarentena? Gustavo Mioto compartilha lista com suas produções favoritas na Netflix

Enquanto o Brasil está de quarentena por causa do surto de Coronavírus, a Netflix convidou o cantor Gustavo Mioto para compartilhar sua lista com as produções favoritas no serviço de streaming.

Confira:

O surto de coronavírus está redefinindo a rotina das pessoas ao redor do mundo e com muitas das principais estreias sendo adiadas, os cinéfilos ficaram um tanto órfãos.

Além disso, a pandemia acarretou em medidas drásticas, que inviabilizaram a movimentação nos cinemas, em virtude do alto risco de contaminação, por se tratar de um local fechado e com grandes aglomerações.

Pensando nesse atual e crítico momento vivido pelo mundo, a Netflix compartilhou uma lista de séries disponíveis para conferir, enquanto os cinemas continuarem sendo considerados lugares de alto risco de contaminação.

Entre as dicas compartilhadas estão as séries ‘Skins‘, ‘That 70’s Show‘ e ‘Gotham‘.

Confira:


Recentemente, a Netflix divulgou que os usuários da plataforma estão consumindo um produto um tanto quanto esquecido nos últimos meses – principalmente devido ao surto do Coronavírus nas últimas semanas.

Depois de diversos cancelamentos de eventos cinematográficos, banimentos de voos da Europa e a recente confirmação de que Tom Hanks e sua esposa contraíram a doença, a obra Pandemic: Como Prevenir uma Epidemia começou a despontar como uma das grandes escolhas dos espectadores.

Confira o trailer:

Confira a sinopse oficial:

Conheça os heróis do front de batalha contra a influenza e aprenda sobre seus esforços para impedir a próxima epidemia global.

A série documental viaja por países como Índia, Egito, Congo e Estados Unidos, trazendo referências e paralelos a outros surtos sanitários (como a Gripe Espanhola) e também comentários sobre os profissionais de saúde que lutam para que essas pandemias acabem.

‘Pânico’: David Arquette quer retornar como o Dewey em futuras sequências

Durante uma sessão de perguntas e respostas em seu Instagram, o ator David Arquette expressou seu desejo de retornar como o Dewey Riley em futuras sequências da franquia ‘Pânico‘.

“Eu amo interpretar o Dewey e irei interpretá-lo enquanto eu puder,” declarou o ator.

A aguardada nova sequência da franquia ‘Pânico‘ será lançada no dia 14 de janeiro de 2022.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gilett, do sucesso Casamento Sangrento, comandam o projeto. Kevin Williamson será o produtor.

O filme teve suas cenas rodadas de 23 de setembro à 17 de novembro, totalizando 8 semanas. Trata-se do mesmo período de tempo de filmagem do primeiro filme da franquia, em 1996.

Além de contar com o trio original formado por Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette, o elenco também conta com Jack Quaid (‘The Boys‘), Jenna Ortega (‘You‘), Kyle Gallner (‘Outsiders‘) Dylan Minnette (‘13 Reasons Why‘), Jasmin Savoy Brown (‘The Leftovers‘) e Melissa Barrera (‘Vida‘).

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

 

Deus Não Esta Morto: O Próximo Capítulo

(God’s Not Dead: We the People)

 

Elenco:

David A.R. White

William Forsythe

Isaiah Washington

 

Direção: Vance Null

Gênero: Drama

Duração: 110 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 11 de Novembro de 2021

Sinopse: 

Após uma inspeção inesperada de uma funcionária do governo local, famílias que educam seus filhos em casa são obrigadas a coloca-los na rede pública de ensino. A funcionária acredita que as crianças estão recebendo uma educação inferior em relação à escola tradicional e estão sendo doutrinadas por suas famílias a crerem na Bíblia. Surpreso com a interferência do governo, e acreditando no direito de educar seus próprios filhos, o reverendo Dave assume a defesa das famílias, e juntos vão a Washington para uma audiência histórica.

Curiosidades: 

» Esse é o primeiro longa-metragem no comando de Vance Null, que trabalhou como editor nos filmes anteriores da franquia;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Diretor de ‘O Homem Invisível’ pode comandar reboot de ‘O Besouro Verde’ para a Universal Pictures

De acordo com o Deadline, Leigh Whannell (‘O Homem Invisível’) está em negociações para dirigir o reboot de ‘O Besouro Verde‘, que está sendo desenvolvido pela Universal Pictures.

O roteiro da nova versão foi assinado por David Koepp (‘Jurassic Park’).

O Besouro Verde‘ foi um dos mais populares programas de rádio antes de se transformar em uma franquia de sucesso e ser adaptado para a televisão em 1966 – um projeto que introduziu o lendário Bruce Lee à Hollywood.

A trama clássica gira em torno do editor Britt Reid, que de dia trabalha em um jornal local e à noite veste-se como o herói, pintando seu alterego como um homem perseguido e construindo o mito de uma persona que habita o submundo do crime. Ele é acompanhado de Kato, seu braço-direito.

Em 2011, um reboot estrelado por Seth Rogen e Jay Chou foi lançado, mas o projeto decepcionou nas bilheterias e foi rejeitado dos críticos – rapidamente caindo no esquecimento.

6ª temporada de ‘Grown-ish’ será a ÚLTIMA; Confira o vídeo de anúncio!

O Freeform confirmou que a 6ª temporada de ‘Grown-ish‘ será a última da série.

O desfecho da produção marcará o encerramento do universo iniciado por ‘Black-ish‘, em 2014. A série original ainda rendeu o spin-off ‘Mixed-ish‘, que só durou 2 temporadas.

“Passamos quase uma década contando as histórias deste universo, e essa foi uma jornada incrível,” declarou o criador Kenya Barris. “Foi uma honra ver o crescimento da Yara, do Marcus e de toda essa família que cresceu diante dos nossos olhos pelos últimos anos. Desde as histórias que contamos até os talentos que encontramos, eu não poderia estar mais orgulhoso do que conquistamos.”

Confira o vídeo do anúncio:

Criada por Kenya Barris e Larry Wilmore, a série é um spin-off de ‘Black-ish‘.

A trama é centrada em Zoey, filha mais velha dos Johnson. A comédia mostra sua vida após entrar na faculdade, e discute tanto problemáticas adolescentes quanto outras complexidades das relações interpessoais no mundo contemporâneo.

O elenco conta com Yara Shahidi, Trevor Jackson, Diggy Simmons, Marcus Scribner e Daniella Perkins.

‘Percy Jackson e os Olimpianos’: Adaptação do Disney+ registra AUMENTO de 22% na audiência

Sucesso! De acordo com o Deadline, o terceiro episódio da adaptação ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘, baseada na saga literária homônima de Rick Riordan, registrou um aumento de 22% em comparação ao capítulo anterior.

A produção entrou para o TOP 3 das séries originais mais populares de streaming, no período entre 25 e 31 de dezembro, com 700 milhões de minutos assistidos.

O site ainda afirma que acima de 25% do público era menor de idade.

Anteriormente, havia sido reportado que os primeiros episódios já ultrapassaram a marca dos 26 milhões de visualizações no Disney+ desde o seu lançamento – com os todos os cinco primeiros capítulos superando a marca dos 10 milhões de views em sua primeira semana.

Vale lembrar que o primeiro episódio alcançou 13.3 milhões de espectadores nos seis primeiros dias desde o seu lançamento no Disney+ e Hulu. Para termos de comparação, ‘Ahsoka‘ levou cinco dias para alcançar 14 milhões de espectadores, enquanto a segunda temporada de ‘Loki‘ registrou 10.9 milhões de espectadores em apenas três dias.

O próximo episódio, intitulado De Certa Forma, Descobrimos a Verdade, vai ao ar no dia 23 de janeiro.

Confira a prévia:

Assista à nossa crítica e à nossa entrevista:

Desconhecidos

(Strange Darling)

 

Elenco:

Willa Fitzgerald
Kyle Gallner
Barbara Hershey

 

Direção: JT Mollner

Gênero: Terror

Duração: 97 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 3 de Abril de 2025

Sinopse: 

Em DESCONHECIDOS, um predador implacável rastreia uma mulher ferida pela natureza selvagem de Oregon, nos EUA. Ela faz o possível para ser mais esperta que seu agressor, mas a cada momento de tensão ela fica mais fraca e se sente menos capaz. Ele é um homem com uma missão e é apenas uma questão de tempo até capturar sua presa.

Crítica | Willa Fitzgerald entrega a MELHOR performance da carreira no suspense ‘Desconhecidos’

Curiosidades: 

» Além de dirigir, JT Mollner também assina o roteiro do longa;

» Aclamado pelos críticos, o longa conquistou impressionantes 95% de aprovação no Rotten Tomatoes;

Trailer:

Cartazes: 

Pôster do filme "Strange Darling" com mulher de cabelo vermelho.

Fotos: 

Mulher ruiva em quarto iluminado por abajur.

Pessoa correndo com expressão séria, vestindo roupa vermelha.

Homem com espingarda em floresta densa

Casal em cena íntima, quarto com decoração rústica.

Mulher correndo em jardim ensolarado.

Natasha Henstridge se junta ao elenco da nova série do criador de ‘The Umbrella Academy’

De acordo com o The Hollywood Reporter, Natasha Henstridge (‘A Experiência’) foi confirmada no elenco da nova minissérie da Netflix, que está sendo desenvolvida por Jesse McKeown – showrunner de ‘The Umbrella Academy‘.

Infelizmente, detalhes sobre sua personagem não foram divulgados.

Ela se junta aos atores Josh Hartnett (‘Armadilha’), Mackenzie Davis (‘Não Fale o Mal’), Charlie Heaton (‘Stranger Things’) e Joshua Close (‘O Exorcismo de Emily Rose’), que foram previamente anunciados.

Na trama, Hartnett interpretará um pescador durão que deve lutar para proteger sua família, sua comunidade e seu modo de vida em extinção quando uma misteriosa criatura marinha aterroriza sua remota cidade em Newfoundland.

O elenco ainda contará com Jamie Childs (‘Sandman’), Helen Shaver (‘Vikings’) e Stephen Dunn (‘Queer as Folk’) serão responsáveis pela direção.

O rotero fica por conta de Karen Walton (‘Possuída’), Perry Chafe (‘Frontier’) e Natty Zavitz.

Além de estrelar, Hartnett também servirá como produtor executivo ao lado de McKeown, Childs, Jessica Rhoades (‘Black Mirror’), Louise Sutton (‘Black Mirror’), Chris Hatcher (‘Shadowhunters’) e Sharon Hall (‘The Expanse’).

Seis episódios foram encomendados para o projeto.

As filmagens irão acontecer em Newfoundland, no Canadá.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Crítica | ‘The Mortuary Assistant’ – Terror sem vida decepciona e fracassa como adaptação

Depois de sobrevivermos à desastrosa adaptação de ‘Silent Hill‘ e enquanto aguardamos com cautela pelo novo filme da saga ‘Resident Evil‘, a maldição das adaptações de videogames retorna com uma vingança poderosa. Em teoria, ‘The Mortuary Assistant‘ tinha tudo para ser uma experiência minimamente divertida, mas ninguém poderia estar preparado para as decisões abismais que tornariam esta produção um dos piores filmes de terror do ano.

Na trama, Rebecca Owens, recém-formada em ciências mortuárias, aceita um emprego noturno na Funerária River Fields. Inicialmente, o trabalho parece simples — embalsamamento de corpos, preenchimento de papelada e manutenção do local. Mas, quando Rebecca começa a trabalhar no turno da noite, as coisas tomam um rumo sombrio.

Embora pareça estreante, o cineasta Jeremiah Kipp já acumula mais de 60 créditos de direção em sua carreira. Ele construiu seu legado comandando filmes de baixíssimo orçamento – incluindo um terror infame estrelado pela brasileira Nana Gouvêa –, sendo ‘The Mortuary Assistant‘ o seu projeto mais ambicioso e de maior alcance. Apesar de contar com uma ótima ambientação e um enredo que facilita a construção de uma atmosfera sinistra, Kipp afunda esta adaptação com uma direção tenebrosa, que parece ter saído de um filme de terror lançado direto em vídeo nos anos 2000.

Os problemas na condução de Kipp são notados desde as primeiras cenas, com suas tentativas falhas de injetar “terror”. Construção de tensão? Nunca se ouviu falar. Aqui, a mentalidade é mostrar tudo em foco e de forma gratuita. Ao invés de colocar a protagonista em primeiro plano, com algo sinistro acontecendo no fundo, o diretor prefere exibir a entidade em toda sua glória.

A direção, no entanto, não é o único problema desta adaptação. Apesar de manter a fidelidade, o roteiro também erra ao incorporar mecânicas do jogo que não se traduzem bem no formato de filme. Com um ritmo acelerado e repetitivo, a trama se desenvolve de forma confusa ao tentar assimilar toda a experiência e mitologia do jogo em um filme de 90 minutos. O enredo ainda falha ao deixar de preencher as lacunas da história original – especialmente em relação à participação expandida do personagem de Paul Sparks.

A única coisa que posso falar de forma positiva sobre esta produção é o uso de efeitos práticos. Algumas cenas no começo do filme impressionam com excelentes efeitos de maquiagem, especialmente quando a protagonista replica alguns dos processos de embalsamento que serão facilmente reconhecidos pelas pessoas familiarizadas com o jogo. Há um cuidado especial para que esta adaptação pareça autêntica – incluindo a ambientação e a caracterização dos personagens –, mas qualquer ponto positivo é rapidamente ofuscado pelas péssimas decisões da direção e do roteiro.

The Mortuary Assistant‘ não precisava revolucionar o gênero, mas é tão ruim que transforma até mesmo uma experiência de terror em um necrotério em algo entediante. Há mais valor em assistir uma gameplay do jogo no YouTube do que assistir esta versão sem vida de uma adaptação que desperdiça seu próprio potencial.

‘Blade Runner 2049’: Ryan Gosling e Harrison Ford ficam cara a cara em nova imagem; Confira!

A revista britânica Empire divulgou uma nova imagem de ‘Blade Runner 2049‘.

Confira:


 

Denis Villeneuve revelou recentemente que não tem nenhum apreço tão grande pelo CGI em si, e sua sequência de Blade Runner’ foi para o campo dos efeitos práticos tanto quanto possível. Na verdade, Villeneuve pode contar nos dedos quantas vezes ele usou a famosa tela verde durante as filmagens.

“Sou muito da velha escola. Eu queria ter a chance de fazer o meu ‘Aliens’ [em ‘Chegada’] como animatronics. Eu odeio telas verdes. Isso suga toda a minha energia. Eu fico deprimido. O [Cinegrafista] Roger [Deakins] foi insanamente impressionante, sendo capaz de criar paisagens com truques. Para me foi belo. Acho que posso contar nos dedos quantas vezes eu vi uma tela verde em todos aqueles meses de filmagem. Haverá melhorias com o CG, é claro, mas o máximo possível foi desempenhado in-camera”.

O diretor está em alta, sendo um dos indicados ao Oscar 2017 por ‘Chegada’. Mas antes que ele se mova para dirigir seu projeto de sonho ‘Dune’, ele terá que finalizar a pós-produção de ‘Blade Runner 2049’.

Recentemente, Villeneuve conversou com a revista Variety sobre todos os seus vários projetos e revelou sua filosofia sobre o uso de CGI: “use o mínimo possível”. Ele afirmou que teria feito seus aliens de ‘Chegada’ apenas como bonecos em um aquário, se não fosse tão caro.

Denis Villeneuve, que será o diretor de ‘Blade Runner 2049‘, é tratado como um dos grandes diretores do cinema na atualidade, principalmente depois do que fez em ‘A Chegada‘ no final do ano passado.

Harrison Ford vive novamente o icônico Rick Deckard. Além de Ford, o filme é estrelado por Ryan Gosling, Robin Wright, Ana de Armas, Sylvia Hoeks, Carla Juri, Mackenzie Davis, Barkhad Abdi, David Dastmachian, Hiam Abbass e Lennie James. A produção executiva conta com Ridley Scott, que dirigiu o primeiro filme.

A sequência conta com a direção de Denis Villeneuve, que afirma que “Ridley Scott teve a ideia genial de unir ficção científica com film noir para criar essa visão única da condição humana. O novo ‘Blade Runner’ é uma extensão do primeiro filme”.

A história foi adaptada do romance ‘O Caçador de Androides’ (Do Androids Dream of Electric Sheep?), de Phillip K. Dick.

A estreia acontece dia 5 de Outubro.

‘O Predador’: Filme não agradou nas exibições-testes e terceiro ato foi todo refilmado

O reboot de ‘O Predador‘ passou por algumas alterações bem significativas. Segundo o astro Keegan-Michael Key, a maior parte do terceiro ato da produção foi reescrito e refilmado.

A informação foi compartilhada durante uma mesa redonda e divulgada pelo portal CinemaBlend. Durante a conversa, o ator elogiou o trabalho do cineasta Shane Black, chamando-o de “artífice das palavras”.

Disse:

“Nós acabamos de terminar as refilmagens e cerca de 3/4 do terceiro ato foi refeito. E Shane Black é apenas um profissional excepcional, um exímio roteirista. Ele é de fato um artífice das palavras! E essa experiência foi simplesmente revigorante e eu ainda acho que ele é um dos roteiristas mais vibrantes do cinema, na atualidade”.

Agendado para chegar aos cinemas em agosto, o reboot de ‘O Predador‘ foi adiado para setembro. Na época, foi especulado que o adiamento se daria por causa de filmagens adicionais, e o roteirista, Fred Dekker, confirmou recentemente nas redes sociais.

Segundo Dekker, “alguns retoques” começaram em Vancouver essa semana. O roteirista também fez questão de destacar que “sim, um teaser trailer chegará em breve.”

O filme não agradou nas exibições-testes, por isso passou pelas modificações.

O Predador será, ao mesmo tempo, uma sequência e um reboot da franquia original. O ator Jake Busey, viverá o personagem que será filho de Peter Keyes, personagem central do segundo filme interpretado por seu pai na vida real, Gary Busey. Essa relação de pai e filho será o elo de ligação entre os filmes.

Shane Black é o diretor e o elenco conta com Boyd Holbrook (‘Logan’), Olivia Munn (‘X-Men: Apocalypse’), Jacob Tremblay (‘O Quarto de Jack’) e Kyle Strauts.

O Predador estreia em 14 de setembro de 2018 nos EUA. Ainda sem data definida para o Brasil.

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Hulu estaria aberta para revivals das séries da Marvel pela Netflix

Talvez ainda haja esperança para os fãs das séries originais da Marvel feitas pela Netflix. Segundo o portal The Wrap, a plataforma de streaming Hulu estaria interessada em desenvolver revivals de produções como ‘Luke Cage‘ e ‘Demolidor‘.

Durante uma entrevista à publicação, o executivo da plataforma – que também pertence à Disney -, Craig Erwich, falou sobre o desejo de resgatar as adaptações dos quadrinhos.

Disse:

Marvel tem uma série de títulos dos quais nos interessam. Isso meio que depende de quando eles estarão prontos e de quem – o mais importante – estaria à frente desses projetos”.

É importante ressaltar que em dezembro passado o presidente da plataforma Disney Plus, Kevin Mayer, externou seu desejo de reaviver uma ou mais séries da Marvel pela Netflix, salientando que a empresa “provável e eventualmente” tomaria esse passo.

No entanto, é válido salientar que os termos contratuais formalizados entre ambas as empresas impedem a Disney de desenvolver novas séries independentes de ‘Demolidor‘, ‘Luke Cage‘ e ‘Punho de Ferro‘ até, pelo menos, 2020.

 

Met Gala 2020 é cancelado em virtude do Coronavírus

A edição 2020 do famoso baile Met Gala foi cancelada, em virtude da pandemia do Coronavírus. A decisão é mais um reflexo da determinação imposta pelo governo de Nova York, a fim de evitar uma maior proliferação da doença.

O tradicional baile, que aconteceria no mês de maio, abordaria a temática “About Time: Fashion Duration“.

O anúncio do cancelamento foi feito pela revista Vogue, responsável pela organização. Em um comunicado oficial emitido pela publicação, um porta-voz do Metropolitan Museum of Art pontuou:

“Todos os programas e eventos que aconteceriam até o dia 15 de maio serão cancelados ou adiados”.

Crítica | I Was a Simple Man: Contance Wu estrela incrível drama à la Terrence Malick

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2021

O peso e o amargor de uma juventude vivida à margem da sua própria existência fizeram de Masao um homem solitário. Como um imigrante oriental que cresceu e formou sua família no Havaí, ele parece jamais ter absorvido a essência dos valores familiares tradicionais da região. Agora idoso e em seus últimos dias, ele está diante da morte e se verá forçado a relembrar do passado e das escolhas ruins que lhe renderam uma vida solitária. I Was a Simple Man faz esse paralelo entre tempos, mostrando um presente em estado de decomposição, em contraste com as memórias antigas de um homem que viveu com medo. Fazendo uma profunda reflexão, o poderoso drama nos leva a ponderar sobre quem somos diante das circunstâncias da vida.

O cineasta Christopher Makoto Yogi retorna com seu segundo filme, que explora as belezas quase bucólicas do Havaí, em meio a um ar fúnebre e sombrio que cerca os últimos dias do seu protagonista. Trazendo a popular atriz Constance Wu como um quase fantasma do passado, o drama é repleto de metáforas sobre família, amor, erros e perdão, é sinestésico a plenos pulmões e busca fazer uma grandiosa simbologia do que é a morte para alguém que pouco soube viver. Com uma narrativa e estética autoral inspiradas no diretor Terrence Malick, o longa provavelmente não é para todos, mas conquista facilmente aqueles que sabem apreciar um cinema de caráter profundamente independente.

Com uma fotografia linda que se incorpora ao próprio roteiro, I Was a Simples Man é também um conto sobre ancestralidade racial, relações familiares e até mesmo traumas nascidos dentro deste contexto. De ritmo lento e com alegorias visuais das mais diversas, a produção traz Wu como uma narradora de poucas falas, que toma a audiência pela mão, levando-na por uma jornada inquietante sobre a despedida de um homem que nunca foi tudo o que poderia ter sido, tanto para si, como para sua família. E aqui, a atriz de As Golpistas brilha em uma doce e delicada performance, que revela um timbre suave e manso, que se comunica perfeitamente bem com a própria atmosfera havaiana do longa.

Trazendo um roteiro não linear, onde passado e presente se entrelaçam e se completam, o drama peca em seu primeiro ato, por ser lento e arrastado demais. No entanto, a trama cresce vertiginosamente, conforme o fragilizado quebra-cabeça da família de Masao vai tomando mais forma. E tentando expressar a máxima de que “morrer não é fácil“, como a própria Grace (Constance Wu) nos diz tão bem, I Was a Simple Man acaba se transformando em uma excelente tentativa de explicar o intangível, fazendo isso com delicadeza e com a doçura da certeza de que, mesmo em meio a tantos erros, é possível se redimir de um passado cheio de feridas não cicatrizadas.

‘Mães Paralelas’: Filme de Pedro Almodóvar já está disponível na Netflix

O novo e aclamado filme do cineasta Pedro Almodóvar, intitulado ‘Mães Paralelas‘, já está disponível na Netflix.

A produção, indicada ao Oscar 2022, teve a sua estreia nesta sexta-feira (18) na grade de programação.

Janis e Ana são duas mulheres solteiras que engravidaram por acidente. Por coincidência, dão à luz no mesmo quarto de hospital. Janis, já com mais idade, está radiante, mas Ana ainda é adolescente e está com medo e traumatizada. Com o objetivo de ajudar, Janis conversa com Ana pelos corredores do hospital, e as poucas palavras trocadas criam um vínculo forte que vai mudar a vida das duas.

O roteiro foi escrito pelo próprio Almodóvar e com Penélope Cruz em mente, buscando explorar “o mundo feminino de mães de primeira viagem, de mães que cuidam de seus filhos nos anos primários”. Almodóvar descreve seu projeto como o “‘Dom Quixote’ da maternidade”.

Assista ao trailer:

Rossy de Palma e Aitana Sánchez-Gijón completam o elenco.

Almodóvar e Cruz são colaboradores de longa data. A atriz participou das obras do diretor desde 1997, com ‘Carne Trêmula’. Desde então, protagonizou ‘Volver’‘Abraços Partidos’ e, mais recentemente, o aclamado drama coming-of-age ‘Dor e Glória’, ao lado de Antonio Banderas.

10 Razões Para Ver ‘As Golpistas’, com Jennifer Lopez

Ser forçado a ficar sentada assistindo a alguém dançando sedutoramente à sua frente sem poder tocá-la é para muitas pessoas uma grande fonte de prazer sexual. Chamado de voyeurismo, o prazer de apenas assistir é uma gratificação da mente humana e uma fonte de renda para milhares de indivíduos. 

Todo cinéfilo é um pouco apaixonado pela submissão de apenas assistir sem intervenção, ainda mais quando é seu ator ou atriz favorita dançando tentadoramente como se fosse apenas para você. De Demi Moore, em Striptease (1996), a Channing Tatum, em Magic Mike (2012), o tema promove fascínio e curiosidade aos espectadores. Em As Golpistas (Hurstlers), estrelado por Jennifer Lopez e Cardi B, entretanto, a cineasta Lorene Scafaria apresenta mais do que uma história de strippers. Confira as razões desta afirmativa abaixo:

10. Jennifer Lopez no pole dance

Aos 50 anos, a cantora, atriz, produtora e empresária apresenta uma forma física impecável. Suas habilidades ao redor do pole dance são um deleite aos espectadores, tanto pela sedução quanto pela dança envolvente. Sua cena ao som de “Criminal”, de Fiona Apple, é de um arrebatamento completo, tal como ocorre com a personagem Destiny (Constance Wu) embasbacada ao contemplá-la no palco. Já entra no hall de performances mais sensuais de todos os tempos, como a de Salma Hayek dançando com a cobra em Um Drink no Inferno (1996).


9. It’s Usher, Baby

Chuvas de dólares e várias mulheres no palco dançando somente para você ao som de sua própria voz em “Love in This Club”. Na narrativa, o cantor Usher é ele mesmo e recebe tratamento VIP de todas as dançarinas. Neste momento, a diretora Lorene Scafaria constrói um ambiente inebriante e mágico, como um sonho dentro de um ambiente impróprio. Na fala de Destiny, a noite é como o ápice do seu trabalho e a recompensa por todas as noites de perseverança em frente aos olhos de homens famintos.

8. Cativante atuação de Constance Wu 

Revelada na comédia romântica Podres de Ricos (2018), Constance Wu consegue encontrar o tom perfeito para Destiny. Da inocência da menina abandonada pelos pais à sedução do poder que o dinheiro pode comprar, a atriz consegue transmitir sensualidade, tristeza e compaixão no olhar e movimentos. Umas das cenas mais bonitas do filme é uma discussão com Ramona (J. Lo) sobre as suas escolhas na vida.

7. Produção de Adam McKay, diretor de A Grande Aposta (2015) e Vice (2018)

Depois da explosão das suas duas últimas obras de dramatização e relatos sobre os acontecimentos da atual história norte-americana, Adam McKay tornou-se um especialista em usar a linguagem documental para criar um roteiro envolvente, crítico e didático. Em outras palavras, ele mastiga ao público os bastidores do “crime”. Embora As Golpista aparente ser um filme sobre dançarinas e armadilhas, esta obra é sobre empoderamento econômico feminino e também inspirada em casos reais. 

6. Mágica direção e roteiro de Lorene Scafaria

Apesar de não ser (ainda) um nome do alto escalão do cinema hollywoodiano, Lorene Scafaria já imprime a sua marca em suas obras com uma belíssima construção narrativa e sonora. Grande parte do encantamento de As Golpistas é advindo da construção do roteiro, como uma longa entrevista, na qual Scafaria recobre a narrativa e expõe à nossa imaginação eficientes imagens para nos fazer mergulhar ao discurso do narrador. Outro ponto alto são as suas escolhas certeiras de músicas em momentos chave. 

5. Trilha Sonora como Ambientação

Algo já encontrado nas obras anteriores da cineasta Scafaria, Procura-se um Amigo para o Fim do  Mundo (2012) e Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música (2008), a música preenche as cenas com uma luva de pelica. Em palavras mais claras, é impressionante como as canções crescem em momentos chave e nos transportam para o envolvimento do acontecimentos. Seja Ramona e Destiny cantando “Gimme More”, de Britney Spears, seja Ramona reluzindo ao som de “Royals”, de Lorde, apenas para citar dois momentos. A música é um elemento de construção de sensações verdadeiras. Atenção para os interlúdios de Frédéric Chopin durante todo o filme, é belíssimo.

4. Cardi B, tal como ela é

Apesar do nome Diamond no filme, Cardi B. é ela mesma em cena, sempre debochada, cheia de caras e bocas. Stripper na vida real aos 19 anos, a rapper já alegou em entrevistas que foi este trabalho que a ajudou a escapar da pobreza, da violência doméstica, terminar os estudos e até chegar à universidade. Além disso, é o que a ajudou a ter notoriedade na internet e, posteriormente, começar sua carreira musical. Ou seja, Cardi B. é uma verdadeira profissional dos nightclubs e merece os seus pequenos momentos de destaque nesta obra. Vale lembrar também da participação da cantora Lizzo

3. Classificação dos Clientes como Investimentos em Ações

Toda a linguagem do filme mostra como as strippers fazem dinheiro jogando com a lábia e o poder de sedução, tal como o seu agente financeiro faz para convencê-lo a deixar o seu dinheiro nas mãos dele. Como o mundo financeiro, assim como das strippers, é desconhecido do grande público, o enredo coloca um universo ao lado do outro e nos mostra como a manipulação narrativa é chave para qualquer “negócio”. Com um pouco mais de entusiasmo (ou apenas testosterona) Ramona e Destiny poderiam ser Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) e Donnie Azoff (Jonah Hill), respectivamente, como em O Lobo de Wall Street (2013).

2. Lições sobre o homem e o capital

Da mesma maneira que a crise econômica de 2008 colocou em cheque o patrimônio de milhares de norte-americanos, as stripers perderam a sua principal fonte de riqueza com os clientes diretamente envolvidos na falência da bolha imobiliária. Em um momento Destiny pergunta à jornalista (Julia Stiles): “O que você faria por mil dólares?”, e completa: “Espera. Esta resposta depende sempre do quanto você já tem e qual a sua situação no momento”. Já Ramona declara: “O mundo todo é um clube de strip. Você tem as pessoas que jogam o dinheiro e as pessoas que fazem a dança”. Fica a lição.

1. Sororidade e Amizade entre Ramona (J.Lo) e Destiny (Wu)

Esta é uma história sobre dinheiro, poder, sedução, mas, sobretudo, sobre amizade e sororidade. Ou melhor, sobre mestre e pupilo, tendo em conta uma admiração mútua e apoio contínuo, entretanto, com muito conflito e tensão como qualquer relação em que personalidades distintas somam-se, porém, também se confrontam. Por trás de todos os acontecimentos, Jennifer Lopez consegue dominar todas as cenas e mostrar sua companheira fortalecida ao seu lado e frágil longe de suas asas. Como disse J. Lo em algumas entrevistas, este filme não seria o mesmo se fosse dirigido por um homem.

Boneca Barbie ganha versão Lara Croft de ‘Tomb Raider: A Origem’

A Mattel lançou a versão Barbie da heroína Lara Croft (Alicia Vikander) para comemorar o lançamento de Tomb Raider: A Origem mês que vem. Confira:

Assista ao novo trailer legendado:

No filme, Lara Croft estabelece em sua primeira expedição para terminar a pesquisa arqueológica do seu pai e descobrir segredos antigos, a fim de limpar seu nome desonrado. A tragédia começa quando sua aventura se transforma em uma luta pela sobrevivência.

Alicia Vikander vive a personagem título. Dominic West (The Affair) vive Richard Croft e Walton Goggins (Os Oito Odiados) interpreta o vilão.  Daniel Wu e Hannah John-Kamen também estão no elenco.

Tomb Raider: A Origem chega aos cinemas em  16 de março de 2018.

‘A Maldição da Mulher da Meia-Noite’: Novo terror de James Wan ganha macabra sinopse

O novo terror A Maldição da Mulher da Meia-Noite‘ (The Curse of La Llorona) (anteriormente chamado de The Children), produzido por James Wan (Invocação do Mal), ganhou um teaser trailer anunciando seu lançamento para 19 de abril de 2019.

Além disso, a Warner Bros revelou uma macabra sinopse contando a premissa do filme:

“La Llorona. A mulher chorona. Uma aparição horripilante, presa entre o Céu e o Inferno, presa em um terrível destino selado por seus próprios atos. A menção de seu nome alcançou o terror em todo o mundo por gerações.

Na vida, ela afogou seus filhos com uma terrível raiva e jogou-se no rio atrás deles enquanto chorava de dor.

Agora as lágrimas dela se tornaram eternas e letais, e aqueles que a ouvem chamando na noite, estão condenados à morte. La Llorona se arrasta nas sombras e ataca as crianças, desesperada para substituir as dela. Com o passar dos séculos, seu desejo tornou-se mais voraz … e seus métodos mais aterrorizantes.

Na Los Angeles dos anos 70, La Llorona está perseguindo a noite – e as crianças.

Cuidado com o seu lamento arrepiante… ela vai atraí-lo para a escuridão. Porque não há paz para sua angústia. Não há piedade para sua a alma e não há como escapar da maldição de La Llorona”

Jaynee-Lynne Kinchen é a protagonista do filme e o novato Michael Chaves assume a direção. Assista o teaser:

Na trama, uma assistente social investiga o desaparecimento de duas crianças e logo descobre que sua própria família também pode estar em perigo.

Raymond Cruz, de ‘Breaking Bad’, vai interpretar um padre católico que virou xamã ao lado de um elenco que também inclui Linda Cardellini, Sean Patrick Thomas e Patricia Velasquez.

Vale lembrar que um artigo no site Variety sugeriu que o terror fará parte do universo Invocação do Mal.

A Maldição da Mulher da Meia-Noite‘ ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

Dica | Animações para assistir neste dia dos pais

Não há nada mais nostálgico do que assistir a um bom filme animado no dia dos pais. Geralmente com grandes figuras paternas, esse tipo de longa costuma trazer boas histórias e uma tecnologia bem característica da época. Pensando nisso, o CinePOP separou algumas animações ótimas para serem vistas neste dia dos pais. Confira!


Pateta: O Filme
(Disney+)

Clássico dos tempos do VHS, Pateta: O Filme foi uma das produções que ajudou a firmar o Pateta como um dos grandes paizões da Disney. Na trama, depois de aprontar na escola, o jovem Max chama atenção de sua crush, Roxanne. Porém, temendo que o filho se perca na vida, o Pateta decide levá-lo em uma viagem pelo país para tentar se reconectar com o menino. Só que Max está focado mesmo é em chegar a tempo para ver o show do maior astro da época, o Power Line. Durante a viagem, no entanto, tudo dá errado e eles acabam realmente se unindo mais para saírem vivos dessa loucura.

Como Treinar Seu Dragão (Netflix)

O primeiro capítulo da melhor trilogia animada do Século XXI é um clássico das animações. A história do jovem Soluço, um viking que não consegue matar dragões, mas acaba fazendo amizade com um e começa uma verdadeira revolução em sua ilha natal, é uma trama fantástica sobre amizade. No entanto, a relação entre Soluço e Stoico, seu pai conservador que vai aprendendo com o próprio filho, é um dos arcos mais bonitos da saga.

O Rei Leão (Disney+)

Considerada por muitos como a melhor animação de todos os tempos, O Rei Leão é um filme que adapta o clássico de William Shakespeare, Hamlet, para a savana africana. Nele, o jovem Simba nasce e se torna o primeiro na linha de sucessão do trono de Mufasa. Juntos, pai e filho vivem felizes enquanto o Rei Leão ensina as responsabilidades e deveres da realeza para o filho. Quem não gosta nada disso é Scar, irmão de Mufasa, que planeja o assassinato dos dois. Mesmo com toda essa tragédia, a conexão entre Simba e Mufasa segue muito forte, mostrando que nada supera uma relação verdadeira entre pai e filho.

Os Croods (Netflix)

Lançado sem muito alarde pela DreamWorks, essa animação brinca com o Mito da Caverna de Platão. A história acompanha os Croods, uma família pré-histórica que vive na proteção da caverna. Só que depois de um acidente, eles ficam à mercê na natureza. Então, eles precisam se unir para sobreviver às ameaças que o mundo apresenta. O problema é que o pai é muito conservador, pensando sempre na segurança do grupo, enquanto o resto da família quer curtir a viagem. Então, acontece um grande é muito divertido choque entre eles.

Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica (Disney+)

Um dos últimos filmes lançados antes do lockdown por conta da pandemia de Covid-19, lá em 2020, Dois Irmãos é um filme fantástico que não recebeu tanto reconhecimento quanto deveria. Lançado pela Pixar, ele  é baseado nas mesas de RPG e aborda a relação de dois irmãos que vivem em um mundo mágico e se distanciaram depois da morte do pai. No aniversário do caçula, ele recebe um presente do falecido pai, que permitiria que ele voltasse à vida por 24h. Só que as coisas dão errado e o processo mágico acaba não acontecendo. Agora, os dois irmãos vão fazer uma viagem de van para tentar encontrar a peça faltante para que eles possam rever o pai uma última vez.

Crítica | Turma da Mônica: A Série – Suspense Investigativo dá o tom em Nova Aventura da Turminha na Globoplay

A turminha cresceu. Desde o primeiro longa-metragem em live action, quando conhecemos o elenco principal, soubemos, naquele instante, que por mais que nos apaixonássemos pela garotada, eles iriam crescer – e rápido. O que não esperávamos, porém, é que esse tempo se passasse mais rápido ainda, por conta da pandemia, que causou um hiato nos planos da produção e obrigou a todos a tomarem outros caminhos. É assim que, apesar da suspensão do tempo por causa da covid, nossos personagens favoritos do quadrinho nacional fizeram um esforço para gravar ‘Turma da Mônica – A Série’, que chegou à plataforma da Globoplay para animar as férias da criançada.

O primeiro final de semana das férias é sempre o mais agitado, diz Mônica (Giulia Benite). Por isso ela decide arrumar o velho barracão do bairro do Limoeiro para criar o Clube da Turma – um local onde ela e seus amigos poderão passar o tempo de recesso brincando em paz, uma vez que não são bem-vindos na quadra porque, segundo Titi (Cauã Martins) e Jeremias (Pedro Souza), eles são crianças demais. Só que enquanto Magali (Laura Rauseo), Cascão (Gabriel Moreira), Cebolinha (Kevin Vechiatto), Milena (Emily Nayara), Marina (Laís Villela), Do Contra (Vinícius Higo), Nimbus (Rodrigo Kenji) e Humberto (Lucas Infante) ajudam na arrumação, a chegada de uma nova colega no bairro, Carminha Frufru (Luiza Gattai), acompanhada de Denise (Becca Guerra), desequilibrará a harmonia da amizade, uma vez que ela marca uma festa no mesmo dia e horário para inaugurar o Clube da Frufru, só para concorrer com Mônica. Porém, um acontecimento inesperado durante a festa tornará a todos os convidados suspeitos para a detetive Denise.

Com apenas oito episódios de cerca de vinte e dois minutos cada, ‘Turma da Mônica – A Série’, mais do que os longa metragens, pede que o espectador já chegue com conhecimento prévio do universo criado por Mauricio de Sousa, pois o enredo não gira em torno apenas dos quatro personagens principais e inclui participação influente dos personagens de apoio, que interferem diretamente no acontecimento das tramas. Então, se o espectador não souber como é a dinâmica de Carminha Frufru e Denise, por exemplo, pode ter a impressão de que as atitudes são meio gratuitas na série.

A primeira coisa que percebemos, já nos minutos iniciais, é que a galera de ‘Turma da Mônica – A Série’ cresceu, e bastante. É um pouco chocante, como quando vemos as séries estadunidenses com atores de vinte e poucos fazendo papel de adolescente de high school; entretanto, nós já conhecemos esses rostinhos talentosos, e igualmente rápido imergimos na história, conduzida com desenvoltura por esse jovem elenco já experiente e muito competente. Destaque para a irritante Carminha Frufru (Luiza Gattai), a maníaca Denise (Becca Guerra), para a coitada da Magali (Laura Rauseo), cuja personagem se mete numa situação de dar dó e para Cascão (Gabriel Moreira), que ganha mais espaço no universo.

O legal do roteiro de Mariana Zatz e Mirtes Santana é que ele traz essa pegada investigativa a la Agatha Christie, em que todos são suspeitos, para o universo juvenil, apresentando, assim, cada um dos personagens, antigos e novos, para o público e para a trama. Essa estrutura casa perfeitamente com a visão entusiasta de cultura pop do diretor geral Daniel Rezende, que não perde uma oportunidade de inserir uma referência ao universo geek-pop nacional e internacional, seja colocando uma camiseta com balão vermelho ao fundo de um Cascão vestido de capa amarela, seja elencando Leandro Ramos (‘Choque de Cultura’) para a série, expandindo a participação e brincando com os múltiplos empregos do vendedor de balão; ou, ainda, chamando Pedro Motta (o Pippo de ‘D.P.A.’) para o papel de Quinzinho, Mariana Ximenes como Madame Frufru e Fernando Caruso como Tio Feitoso, criando um universo infantojuvenil altamente conectado.

Turma da Mônica – A Série’ cumpre o que promete, entregando diversão, entretenimento e legado pop para a cultura nacional. Altamente maratonável, é uma série com sabor de férias, que já deixa o gostinho de quero mais.

2020 nos cinemas | Podemos esperar por um ano mais original?

2019 tem sido um grande ano para o cinema comercial, principalmente por causa do insano resultado da Disney. Ainda estamos em agosto e o estúdio já conta com cinco filmes que alcançaram a marca de US$ 1 bilhão nos cinemas mundiais, incluindo a maior bilheteria da história para Vingadores: Ultimato. Dos seis maiores sucessos do ano, cinco são da Disney. E o intruso no Top 6 foi feito em parceria com o estúdio (Homem-Aranha: Longe de Casa).

Ainda como consequência do impacto da Disney e pelo modelo de negócio da empresa, temos visto o cinema se voltar cada vez mais para adaptações dos quadrinhos, refilmagens, versões live-action de animações, spin-offs, continuações e por aí vai. Parece claro que há uma evidente falta de criatividade e originalidade no mercado. Para terem uma ideia, dentre os 23 filmes que superaram a marca de US$ 100 milhões em 2019, apenas dois contam com história originais (Nós e Era uma Vez em Hollywood). 

Isso significa que 17 das maiores bilheterias do ano são variações de coisas que já vimos anos. São os casos de Ultimato (HQ), O Rei Leão (live-action*), Capitã Marvel (HQ), Toy Story 4 (continuação), Longe de Casa (HQ), Aladdin (live-action), Coringa (HQ), It: Capítulo Dois (continuação), Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw (spin-off), John Wick 3: Parabellum (continuação), Como Treinar o seu Dragão 3 (continuação), Pets: A Vida Secreta dos Bichos 2 (continuação), Pokémon: Detetive Pikachu (adaptação), Shazam! (HQ), Dumbo (live-action), Vidro (continuação), Godzilla II: Rei dos Monstros (continuação), Amigos Para Sempre (refilmagem), Uma Aventura Lego 2 (continuação) e As Golpistas (artigo de revista).

É bom deixar claro que isso não significa que filmes do tipo não devem ser realizados. Pelo contrário, afinal muitos oferecem tudo aquilo que os espectadores estão buscando. Mas também é inevitável sentir a falta de obras que trazem um algo a mais, um diferencial, que são capazes de surpreender. E Nós é um exemplo claro de como dá pra ser comercial e ainda ser criativo. E o mesmo vale para o novo filme de Quentin Tarantino, Era uma Vez em Hollywood.

Fechando a análise de 2019, importante relembrar que o ano ainda trará longas como As Panteras, Frozen 2, Jumanji: Próxima Fase, Star Wars: A Ascensão Skywalker e Minha Mãe é uma Peça 3. Ou seja, teremos muitas obras não-originais com a possibilidade de fazer barulho nas telonas. Isso sem falar em Malévola – Dona do Mal e O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio, ainda em cartaz.

Agora, como fica 2020? Vamos ver uma consolidação deste cenário ou existe a expectativa de mudança?  

Então… por mais que esteja praticamente certo que teremos um ano mais fraco da Disney, com “apenas” três grandes possíveis hits (Viúva Negra, Mulan e Os Eternos), seria otimismo demais pensar que 2020 surgirá muito mais criativo ou original do que 2019. Até porque a Warner/DC voltará com Mulher-Maravilha 1984 e Aves de Rapina para “compensar” o fato de que teremos um filme a menos da Marvel. Obviamente, não incluímos Os Novos Mutantes nesta conta, afinal nada garante que realmente será lançado nos cinemas, como é o caso de várias produções da Fox Film.

Olhando o cenário geral, é fácil perceber que as continuações continuarão na moda no próximo ano. São os casos de Bad Boys Para Sempre, Pedro Coelho 2, Godzilla vs Kong, Um Lugar Silencioso 2, King’s Man: A Origem, 007 – Sem Tempo para Morrer, Trolls 2, Legalmente Loira 3, Os Caça-Fantasmas 3, Velozes & Furiosos 9, Bob Esponja 3, Top Gun: Maverick, Escape Room 2, Minions 2, Bill & Ted 3, Morte no Nilo, Um Príncipe em Nova York 2, Sherlock Holmes 3 e Os Croods 2.

Teremos ainda algumas refilmagens/reboots (Convenção das Bruxas, Duna, Jogos Mortais e Amor, Sublime Amor) e outras adaptações dos games (Sonic: O Filme, Uncharted e Monster Hunter), da literatura (Artemis Fowl – O Mundo Secreto), das HQs (Bloodshot e Morbius) e até dos parques de diversão da Disney (Jungle Cruise).

Dentre as produções com roteiro original, as principais apostas são: Tenet, novo filme de Christopher Nolan, com Elizabeth Debicki, Robert Pattinson, Aaron Taylor-Johnson e Michael Caine; Free Guy, comédia de ação com Ryan Reynolds e Joe Keery; Underwater, thriller com Kristen Stewart sobre um desastre natural; 1917, drama de guerra de Sam Mendes; a ação Red Notice, com Dwayne Johnson, Ryan Reynolds e Gal Gadot; e a ficção científica BIOS, com Tom Hanks.

Acha que a situação é muito diferente no cinema nacional? Nem tanto. Teremos Detetives do Prédio Azul 3 – Uma Aventura no Fim do Mundo e, talvez, Turma da Mônica – Lições. As apostas mais comerciais do cinema brasileiro são basicamente comédias e cinebiografias, incluindo um filme sobre a Assembléia de Deus, que promete salas vazias e ingressos esgotados. Dentre as comédias, os destaques são filmes protagonizados por Marcelo Adnet (O Pulo do Gato), Cacau Protásio (A Sogra) e Mariana Ximenes (L.O.C.A.).

É claro que o cinema independente segue repleto de produções originais, mas a falta de criatividade parece ser um caminho sem volta no cinemão comercial. Mais uma vez, não significa que não iremos nos divertir e aproveitar vários dos filmes citados na matéria. Mas uma coisa é certa, a sensação de que “nunca vi isso antes” é algo em falta em Hollywood. Infelizmente.

Deixando um pouco a discussão sobre originalidade de lado e focando nos números, também fica a impressão de que 2020 será um ano mais fraco. Como apontamos no início do texto, seis filmes já superaram a marca do bilhão em 2019 e, sendo conservador, é possível apontar que pelo menos mais três se juntam ao time até o final do ano (Coringa, Frozen 2 e Star Wars IX são minhas apostas). Já para o ano que vem, não há tanta certeza. Viúva Negra e Os Eternos são os novos filmes da Marvel. Um é um prelúdio de personagem que já morreu e o outro apresenta todo um novo grupo de personagens. Devem fazer sucesso, mas nada garante que serão recordistas de bilheteria. A mesma incerteza paira sobre Velozes & Furiosos 9. Os capítulos 7 e 8 fizeram muito sucesso, mas Hobbs & Shaw não repetiu os números e deve terminar rendendo menos que o esperado. Vamos ver se o resultado é por causa de um desgaste da franquia ou se foi apenas pelo desinteresse dos fãs em acompanhar uma trama sem Vin Diesel e companhia. É esperar pra ver.

‘Halloween Kills’: Título de produção da sequência é revelado

O site Production Weekly anunciou hoje que Halloween Kills’ ganhou seu título de produção: ‘Mob Rules’. Apesar da revelação, o nome em questão não fornece muitos detalhes sobre a narrativa ou sobre o que podermos esperar.

As gravações da sequência de Halloween começam amanhã, 12 de setembro, em Wilmington, Carolina do Norte

A cidade será palco de uma gravação envolvendo coberturas jornalísticas, indicando que a sequência deve acontecer logo após os eventos do último filme, lançado em 2018.

Dirigido por David Gordon Green, o reboot da franquia foi um sucesso de público e crítica, arrecadando US$ 255.4 milhões mundialmente e alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira o anúncio das sequências:

Halloween Kills‘ e ‘Halloween Ends‘ também serão dirigidos por David Gordon Green e têm previsão de estreia para 16 de outubro de 2020 e 15 de outubro de 2021, respectivamente.

Jamie Lee Curtis estrelará ambas sequências. E espera-se que Judy Greer e Andi Matichak também retornem como sua filha e neta, respectivamente.

James Bond está de volta no novo comercial de ‘007: Sem Tempo para Morrer’

O aguardado 007: Sem Tempo para Morrer’, última aventura de Daniel Craig como James Bond nas telonas, ganhou um novo comercial oficial.

Confira:

O filme terá 163 minutos (2 horas e 43 minutos), fazendo desta a iteração mais longa de toda a franquia.

O segundo lugar fica com 007 contra Spectre’, que tem 160 minutos (2 horas e 40 minutos).

De acordo com o Box Office Pro, ‘007: Sem Tempo para Morrer’ deve arrecadar entre US$ 75 milhões e US$ 100 milhões em seu primeiro fim de semana nos EUA.

Lembrando que os últimos filmes, ‘007: Operação Skyfall(2012) e007: Contra Spectre‘ (2015), foram dois dos mais aclamados da franquia e, juntos, arrecadaram quase US$ 2 bilhões pelo mundo.

Como ‘Skyfall abriu com US$ 88,3 milhões nos EUA, e ‘Spectre‘ com US$ 70 milhões, é de se esperar que ‘Sem Tempo para Morrer‘ fature um valor aproximado.

Outro fator que contribui para o sucesso financeiro, é que a sequência não terá grandes rivais, já que estreia três semanas depois de ‘Um Lugar Silencioso 2‘ e três semanas antes de ‘Viúva Negra‘.

Ao longo das próximas semanas, as previsões de abertura nas bilheterias mundiais também devem ser divulgadas.

Até o momento, o que pode prejudicar a arrecadação final é o cancelamento da estreia na China por conta do Coronavírus.

007 – Sem Tempo para Morrer’ estreia nos cinemas nacionais em 09 de abril.

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Gavião Arqueiro’: Hailee Steinfeld é oficialmente escalada como Kate Bishop, aponta site

Segundo o The Illuminerdi, os rumores acerca da escalação de Hailee Steinfeld para a vindoura série Gavião Arqueiro se concretizaram: as informações indicam que a atriz dará vida à protagonista Kate Bishop.

“O processo de elencamento ainda está acontecendo para a série, mas todos podemos dormir bem sabendo que tanto Jeremy RennerHailee Steinfeld estão oficialmente atados para estrelar o projeto”, diz o jornalista Braxter Timberlake.

Recentemente, Amber FinlaysonKatie Ellwood, dupla feminina conhecida pelas aclamadas produções Bert and BertieTroop Zero, também foram contratadas para comandar o show.

A produção será rodada sob o título de produção Anchor Point, que faz menção ao primeiro volume de histórias do personagem titular, assinado por Kelly Thompson em 2017.

Durante o painel da Marvel na San Diego Comic-Con 2019, Jeremy Renner compartilhou um espetacular primeiro teaser do show, que tem estreia marcada para o outono norte-americano de 2021.

Confira:

O show é baseado nos quadrinhos originais nos quais Clint Barton passa a responsabilidade super-heroica para o próximo Arqueiro, Kate Bishop. A série, na verdade, terá enfoque no treinamento de Kate até sua transformação completa na heroína, permitindo que Barton oficialmente se aposente.

A adaptação das HQs de Gavião Arqueiro será em uma minissérie, seguindo o passo de outras produções originais da Disney+. Renner apareceu pela última vez como o personagem titular na épica conclusão Vingadores: Ultimato’.

‘Mank’: Bill Nye explica como conseguiu um papel no novo filme de David Fincher

O novo filme do aclamado cineasta David Fincher para a Netflix, intitulado ‘Mank’, já está disponível na plataforma de streaming e, para promovê-lo, foi divulgado vídeo promocional em que Bill Nye explica como conseguiu o papel de Upton Sinclair.

Confira:

A produção gira em torno de Herman J. Mankiewicz, roteirista do revolucionário Cidadão Kane.

Confira a sinopse oficial:

Acompanhe esta jornada pela Hollywood da década de 1930 através dos olhos do roteirista alcoólatra e crítico social Herman J. Mankiewicz (Oldman), enquanto ele corre contra o tempo para terminar o roteiro de Cidadão Kane para Orson Wells (Burke).

O elenco conta com Gary Oldman, Amanda Seyfried, Tuppence Middleton, Lily Collins, Tom Burke e Tom Pelphrey.

‘Meu Pai’: Anthony Hopkins leva para casa o prêmio de Melhor Ator no Oscar 2021

Depois de fazer bonito no BAFTA, o poderoso e aclamado drama Meu Pai voltou a ganhar honrarias no Oscar 2021.

O filme concedeu a Anthony Hopkins o prêmio de Melhor Ator por sua aplaudível performance, levando em cima do outrora favorito Chadwick Boseman (‘A Voz Suprema do Blues’).

Como se não bastasse, o longa também levou para casa o prêmio de Melhor Roteiro Adaptado.

O longa é dirigido por Florian Zeller.

Anthony tem 81 anos de idade. Ele mora sozinho em seu apartamento em Londres, e recusa todos os cuidadores que sua filha, Anne, tenta impor a ele. Mas isso se torna uma necessidade maior quando ela resolve se mudar para Paris com um homem que conheceu há pouco, e não poderá estar com pai todo dia. Fatos estanhos começam a acontecer: um desconhecido diz que este é o seu apartamento. Anne se contradiz, e nada mais faz sentido na cabeça de Anthony. Estaria ele enlouquecendo, ou seria um plano de sua filha para o tirar de casa?

O elenco conta com Anthony Hopkins, Olivia Colman, Mark Gatiss, Olivia Williams, Imogen Poots e Rufus Sewell.

‘Mare of Easttown’: Julianne Nicholson conquista o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie

O aclamado suspense Mare of Easttown chegou ao fim recentemente e foi uma das principais produções relembradas no Emmy Awards 2021.

Na cerimônia de anúncio dos vencedores, a série já conquistou uma estatueta: Julianne Nicholson levou para casa o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie por seu incrível trabalho.

Lembrando que o show também concorre a Melhor Série LimitadaMelhor Atriz em Série Limitada para Kate Winslet Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada para Evan Peters.

Craig Zobel (‘The Leftovers’) é responsável pela direção de todos os episódios.

Winslet estrela como Mare Sheehan, uma detetive da Pensilvânia que investiga um assassino local conforme a vida se desmorona ao seu redor. A série explora o lado sombrio de uma comunidade unida e uma examinaçao autência de como a família e as tragédias do passado definem o presente.

Julianne NicholsonJean SmartAngourie RiceEvan PetersGuy PearceCailee SpaenyDavid DenmanJohn Douglas ThompsonPatrick MurneyJames McArdleSosie BaconJoe TippettNeal Huff completam o elenco.

Rita Ora é escalada para a série derivada do live-action ‘A Bela e a Fera’

Segundo o Deadline, a cantora, compositora e atriz britânica Rita Ora foi escalada para a série derivada do live-action A Bela e a Fera.

As informações indicam que Ora, conhecida por seus papéis em títulos como ’50 Tons de Cinza’‘Velozes e Furiosos 6’ ‘Empire’, dará vida a uma personagem “fugitiva, com habilidades surpreendentes, e que carrega consigo um segredo que poderia potencialmente afetar o reino inteiro”.

Ela se junta aos previamente anunciados Luke EvansJosh Gad, que reprisam seus papéis como Gastão e LeFou, respectivamente. Briana Middleton (Tilly), Fra Fee (Príncipe Benoit Berlioz) e Jelani Aladdin (Jean-Michel) também fazem parte do elenco.

A primeira temporada terá seis episódios e será rodada sob o título de ‘Little Town’.

O lendário compositor Alan Menken cuidará da trilha sonora.

Confira o logotipo:

Edward KitsisAdam Horowitz, dupla por trás de ‘Once Upon a Time’, irão desenvolver o spin-off, com Gad assinando o roteiro e entrando como showrunner.

A narrativa será concentrada nos eventos antes do longa-metragem original e irá expandir a mitologia do universo em questão. Outros membros do elenco, como Dan StevensEmma Watson, não devem retornar.

Lançado em 2017, o remake se tornou um grande sucesso, arrecadando US$ 1,264 bilhão pelo mundo.

Assista à nossa crítica:

‘BASTARD‼’, inspirado no mangá de Kazushi Hagiwara, já está disponível na Netflix!

O anime ‘BASTARD‼‘ (Bastard!! Heavy Metal, Dark Fantasy), baseado no mangá de Kazushi Hagiwara, já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada hoje, 30 de junho, na plataforma de streaming.

A trama começa quando o Reino Metallicana é atacado pelos Quatro Lordes do Caos, forçando o sumo sacerdote a pedir para sua filha acordar o Dark Schneider, um mago e antigo líder dos Riders, do corpo de Luche Renren, um jovem de 14 anos.

Relembre o trailer:

Confira a sinopse oficial:

“400 anos depois do colapso da civilização moderna, o mundo está dominado pelo caos em meio a espadas e feitiçaria.

O Exército Rebelde das Trevas, liderado pelos Quatro Deuses Divinos, planeja ressuscitar a deusa da destruição Anthrasax e expandir seus poderes para tentar dominar o mundo. O reino de Metalicana (localizado na área central do continente de Metallion) sofre um ataque do Exército Rebelde das Trevas, que é liderado por um feiticeiro.

Para salvar o reino, a filha do sacerdote Tia Noto Yoko precisa decidir se deve ou não ressuscitar o antigo e grandioso mago que, no passado, tentou dominar o mundo e agora está preso no corpo de Lucien Renren, seu amigo de infância. A única coisa que pode libertá-lo é o beijo de uma virgem.

De cara com o perigo, Yoko encosta seus lábios nos de Lucien. Naquele momento, o ar se enche de uma energia sombria e poderosa. O mago Dark Schneider, o protagonista mais forte e selvagem, enfim está de volta à vida!”

A Warner Bros. Japan assina a produção do anime.

O elenco de vozes originais é composto por Kishō Taniyama, Tomori Kusunoki, Hiroki Yasumoto e Yōko Hikasa.