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Channing Tatum se machuca em cena pelado de ‘O Bom Bandido’: “Tenho até hoje a cicatriz”

O ator Channing Tatum, que interpreta o fugitivo Jeffrey Manchester no longaO Bom Bandido’, filme baseado em uma história real, compartilhou recentemente os bastidores de uma cena de nudez particularmente caótica.

Jeffrey Manchester (Channing Tatum), conhecido como o “Ladrão do Telhado”, é flagrado pelo gerente da Toys ‘R’ Us, Mitch (vivido por Peter Dinklage), enquanto tomava banho. Completamente nu, o invasor é forçado a fugir pela loja, tropeçando em objetos antes de escalar uma parede para escapar.

“Não foi nada agradável, porque eu estava pelado, então não podia usar proteção nem nada”, disse Tatum, conforme noticiado pelo Deadline. “Estava molhado e ensaboado, e a cena foi simplesmente uma bagunça”.

O ator relembrou o momento em que se feriu: “Eu realmente me machuquei ao pular na grade de bicicletas, e depois tive que fazer aquele salto engraçado para meu esconderijo. Não consegui passar direto pela borda do esconderijo e ralei minha [perna]. Ainda tenho uma cicatriz disso na perna, e tivemos que colar e continuar filmando”.

Tatum também comentou sobre a dificuldade de filmar a cena sem expor demais: “Acho que a coisa mais memorável foi olhar para o Derek [Cianfrance, o diretor] e perguntar: ‘Como vamos filmar isso? Porque de qualquer ângulo, vai aparecer alguma coisa.’ E ele disse: ‘Sim, vamos descobrir.’ E eu fiquei tipo: ‘O que significa vamos descobrir? Porque você está logo atrás de mim enquanto pulo na parada. Vai estar bem na linha de visão'”.

‘O Bom Bandido’: Filme estrelado por Channing Tatum conquista 85% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Curiosamente, a cena marcou o primeiro encontro de Tatum com o colega de elenco, Peter Dinklage. O ator relembrou essa introdução inusitada: “Eu disse: ‘Olá, Sr. Dinklage. Eu sou o Channing. Vamos ter uma experiência hoje.’ Mas ele é um cara sensacional. É uma lenda. Uma verdadeira lenda. E ele está incrível nesse filme, aliás… Ele simplesmente tornou tudo mais fácil, engraçado e divertido”.

Crítica | Com Channing Tatum e Kirsten Dunst, ‘O Bom Bandido’ é uma grata e emocionante surpresa de 2025

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de outubro.

Derek Cianfrance (‘Namorados Para Sempre’) é responsável pela direção.

Baseada na história real de Jeffrey Manchester, a trama acompanha um pai em dificuldades que se dedica a roubar restaurantes McDonald’s abrindo buracos nos telhados, o que lhe rendeu o apelido de ‘Roofman’ (Homem do Telhado). Após escapar da prisão, ele vive secretamente dentro de uma loja de brinquedos por seis meses, sobrevivendo sem ser notado enquanto planeja seu próximo passo. Mas quando se apaixona por Leigh, uma mãe divorciada atraída por seu charme inegável, sua vida dupla começa a se desfazer, desencadeando um jogo de gato e rato envolvente e cheio de suspense, à medida que seu passado se aproxima.

O elenco ainda conta com Kirsten DunstPeter Dinklage, Juno Temple, LaKeith Stanfield e Ben Mendelsohn.

‘Grey’s Anatomy’: Atriz se despede da série após reviravolta emocionante [SPOILER]

[AVISO DE SPOILER]

A 22ª temporada de ‘Grey’s Anatomy’ começou mantendo a tradição da série e matando mais uma personagem; dessa vez, a vítima foi a Dra. Monica Beltran (Natalie Morales).

Agora, conforme o Deadline, a atriz usou as redes sociais para agradecer por ter participado da série. “Tive sorte de estar nesse rodízio”, disse ela.

“Monica, do começo ao fim, me sinto muito sortuda por ter feito parte, mesmo que pequena, deste programa lendário e por ter sido recebida de braços abertos por esse elenco, equipe e fandom gigantesco”, escreveu ela na legenda de uma publicação no Instagram. “Adorei interpretar uma cirurgiã pediátrica que se importava profundamente com seus pacientes até seu último suspiro. Obrigada a todos”.

Morales acrescentou: “Tenho mais fotos com membros incríveis da equipe que eu amo muito, mas literalmente pareço morta nelas, então vou guardar essas para mim. Shaonda Ps: Shonda Rhimes, você pode, por favor, me mandar meu estetoscópio? Estou com saudades”.

A 22ª temporada de ‘Grey’s Anatomy’ estreou este mês na ABC, revelando que a Dra. Beltran foi a personagem que morreu na explosão no hospital Grey Sloan, que aconteceu no final da 21ª temporada.

“Tive muita sorte de fazer parte dessa série e sou muito grata por isso”, disse ela. “Acho que o fandom da série foi muito gentil e receptivo comigo, e acredito que essas pessoas que me acolheram vão ficar chateadas. Me desculpem por isso”.

“Mas também acho que a Meg [Marinis] é uma roteirista e showrunner incrivelmente talentosa, e vou dizer: uma das melhores pessoas com quem já trabalhei, de verdade. Ela foi tão gentil e tão competente o tempo todo, que quando me contou o plano, eu pensei: ‘Ok, isso faz sentido. Entendo o motivo, e tem lógica pra mim.’ Apesar de ficar triste, realmente funciona para a história”, concluiu Morales.

‘Grey’s Anatomy’: Atriz do elenco principal deixa a série temporariamente

A 22ª temporada de ‘Grey’s Anatomy’ estreou neste mês na ABC, revelando a identidade do personagem que morreu na explosão ocorrida no Grey Sloan no final da 21ª temporada.

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O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 9 de outubro.

‘Grey’s Anatomy’ está disponível no Disney+.

Prêmio Bibi Ferreira 2025 | ‘Hairspray’, Débora Falabella e mais na lista de VENCEDORES da premiação

Foram revelados os vencedores ao Prêmio Bibi Ferreira 2025, a maior premiação focada no cenário teatral do Brasil.

A cerimônia ocorreu no último dia 15 de outubro, no Teatro Santander, em São Paulo.

Confira:

MELHOR MUSICAL ESTRANGEIRO
“Hairspray” (VENCEDOR)
“Meninas Malvadas”
“Uma Babá Quase Perfeita – O Musical”
“Uma Coisa Engraçada Aconteceu a Caminho do Fórum”

MELHOR MUSICAL BRASILEIRO
“Clara Nunes – A Tal Guerreira” (VENCEDOR)
“João – O Musical”
“Ray – Você Não Me Conhece”
“Vital – O Musical dos Paralamas”

MELHOR PEÇA DE TEATRO
“A Última Entrevista”
“Hedda Glaber” (VENCEDORA)
“O Céu da Língua”
“Prima Facie”
“Senhora dos Afogados”

MELHOR ATRIZ EM MUSICAIS
Anna Akisue (“Meninas Malvadas”)
Laura Castro (“Meninas Malvadas”) (VENCEDORA)
Letícia Soares (“Ray – Você Não Me Conhece”)
Marina Mathey (“João – O Musical”)
Vania Canto (“Hairspray”)

MELHOR ATRIZ EM PEÇA DE TEATRO
Débora Falabella (“Prima Facie”) (VENCEDORA)
Drica Moraes (“Férias”)
Karen Coelho (“Hedda Glaber”)
Paula Cohen (“Finlândia”)
Renata Sorrah (“Ao Vivo [Dentro da Cabeça de Alguém]”)

MELHOR ATOR EM MUSICAIS
Alan Rocha (“Martinho Coração de Rei, O Musical”)
Cesar Mello (“Ray – Você Não Me Conhece”) (VENCEDOR)
Eduardo Sterblitch (“Uma Babá Quase Perfeita”)
Rodrigo Salva (“Vital – O Musical do Paralamas”)
Tiago Abravanel (“Hairspray”)

MELHOR ATOR EM PEÇA DE TEATRO
Caco Ciocler (“A Mulher da Van”)
Gregório Duvivier (“O Céu da Língua”) (VENCEDOR)
Mateus Solano (“O Figurante”)
Othon Bastos (“Não Me Entrego, Não!”)
Thiago Lacerda (“A Peste”)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MUSICAIS
Aline Cunha (“Hairspray”)
Aline Serra (“Meninas Malvadas”)
Carol Costa (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”) (VENCEDORA)
Liane Maya (“Hairspray”)
Roberta Ribeiro (“Ray – Você Não Me Conhece”)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM PEÇA DE TEATRO
Barbara Arakaki (“Ao Vivo [Dentro da Cabeça de Alguém]”)
Chris Couto (“Hedda Glaber”)
Cristina Mutarelli (“Senhora dos Afogados”)
Noemi Marinho (“A Mulher da Van”)
Regina Braga (“Senhora dos Afogados”) (VENCEDORA)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MUSICAIS
Abrahão Costa (“Ray – Você Não Me Conhece”) (VENCEDOR)
Diego Becker (“Uma Babá Quase Perfeita”)
Ivan Parente (“Uma Coisa Engraçada Aconteceu a Caminho do Fórum”)
Lindsay Paulino (“Hairspray”)
Otavio Mueller (“Tom Jobim – O Musical”)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM PEÇA DE TEATRO
Babu Santana (“Irmãos Karamazov”) (VENCEDOR)
Duda Mamberti (“A Mulher da Van”)
Rafael Bacelar (“Ao Vivo [Dentro da Cabeça de Alguém]”)
Rodrigo Bolzan (“Ao Vivo [Dentro da Cabeça de Alguém]”)
Sergio Mastropasqua (“Hedda Glaber”)

REVELAÇÃO EM MUSICAIS
Bhenner (“Rio Uphill – O Musical”)
Caio Nery (“República Lee – Um Musical ao Som de Rita Lee”) (VENCEDOR)
Caio Santos & Victor Morais (“Ray – Você Não Me Conhece”)
Emmy Oliveira (“Hairspray”)
Gabriel Brenner (“Meninas Malvadas”)

MELHOR DIREÇÃO EM MUSICAL
Antônia Prado, Tiago Abravanel & Tinno Zani (“Hairspray”)
Jorge Farjalla (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”) (VENCEDOR)
Kleber Montanheiro (“João – O Musical”)
Mariano Detry (“Meninas Malvadas”)
Rodrigo Portella (“Ray – Você Não Me Conhece”)

MELHOR DIREÇÃO MUSICAL EM MUSICAIS
Claudia Elizeu & Muato (“Ray – Você Não Me Conhece”)
Daniel Rocha (“Vital – O Musical do Paralamas”)
Fernanda Maia (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”)
Jorge de Godoy (“Meninas Malvadas”) (VENCEDOR)
Thiago Gimenes (“Tom Jobim – O Musical”)

MELHOR DIREÇÃO EM PEÇA DE TEATRO
Bruno Guida (“A Última Entrevista”)
Clara Carvalho (“Hedda Glaber”)
Luciana Paes (“O Céu da Lágrima”)
Monique Gardenberg (“Senhora dos Afogados”)
Yara de Novaes (“Prima Facie”) (VENCEDORA)

MELHOR COREOGRAFIA EM MUSICAIS
Barbara Guerra (“Elvis – A Musical Revolution”)
Danilo Santana (“Meninas Malvadas”)
Gabriel Malo (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”)
Gabriel Malo & Nyandra Fernandes (“Rio Uphill – O Musical”)
Tiago Dias (“Hairspray”) (VENCEDOR)

MELHOR DRAMATURGIA ORIGINAL EM MUSICAIS
André Magalhães & Jorge Farjalla (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”)
Davi Novaes (“Dom Casmurro – O Musical”) (VENCEDOR)
Elísio Lopes Jr., Fábio Espírito Santo & Aldri Anunciação (“Torto Arado – O Musical”)

MELHOR DRAMATURGIA ORIGINAL EM PEÇA DE TEATRO
Gregório Duvivier & Luciana Paes (“O Céu da Língua”)
Isabel Teixeira, Mateus Solano & Miguel Thité (“O Figurante”)
Jô Bilac (“Férias”)
Michele Ferreira (“A Última Entrevista”) (VENCEDORA)

MELHOR LETRA & MÚSICA EM MUSICAIS
Guilherme Gila (“Dom Casmurro – O Musical”)
Jarbas Bittencourt (“Torto Arado – O Musical”)
Marco França & Vitor Rocha (“João – O Musical”) (VENCEDORES)

MELHOR CENOGRAFIA EM MUSICAIS
Adam Koch & Bryce Cutler (“Meninas Malvadas”)
Natália Lana (“Elvis – A Musical Revolution”) (VENCEDORA)
Natália Lana (“Tom Jobim – O Musical”)
Rogério Falcão (“Hairspray”)

MELHOR CENOGRAFIA EM PEÇA DE TEATRO
Cesar Costa (“A Mulher da Van”)
Chris Aizner (“Hedda Glaber”) (VENCEDORA)
Daniela Thomas & Felipe Tassara (“Avenida Paulista, da Consolação ao Paraíso”)
Dina Salem Levy (“Férias”)

MELHOR FIGURINO EM MUSICAIS
Bruno Oliveira (“Hairspray”) (VENCEDOR)
Cláudio Tovar (“Martinho Coração de Rei, O Musical”)
Lígia Rocha, Marco Pacheco & Jemina Tuany (“Elvis – A Musical Revolution”)
Luiz Claudio Silva & Jorge Farjalla (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”)

MELHOR FIGURINO EM PEÇA DE TEATRO
Cássio Brasil (“Senhora dos Afogados”)
Isabela Capeto (“Irmãos Karamazov”) (VENCEDORA)
Marichilene Artisevskis (“A Mulher da Van”)
Marichilene Artisevskis (“Hedda Glaber”)

MELHOR VISAGISMO EM MUSICAIS
Emi Sato (“Território do Amor – O Musical”)
Feliciano San Roman & Luciano Paradella (“Hairspray”) (VENCEDORES)
Simone Momo (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”)

MELHOR ARRANJO ORIGINAL EM MUSICAIS
Claudia Elizeu & Muato (“Ray – Você Não Me Conhece”)
Fernanda Maia (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”) (VENCEDORA)
Ivan de Andrade & Tiago Saul (“Tom Jobim – O Musical”)

MELHOR VERSÃO EM MUSICAIS
Victor Mühlethaler (“Hairspray”)
Victor Mühlethaler (“Meninas Malvadas”) (VENCEDOR)
Victor Mühlethaler (“Uma Babá Quase Perfeita”)

MELHOR DESENHO DE LUZ EM MUSICAIS
Caetano Vilela (“Tom Jobim – O Musical”)
César Pivetti (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”) (VENCEDOR)
Gabrielle Souza (“Ray – Você Não Me Conhece”)
Travis Mchale (“Meninas Malvadas”)

MELHOR DESENHO DE LUZ EM PEÇA DE TEATRO
Aline Santini (“Perfeita!”) (VENCEDORA)
Ana Luiza de Simoni (“O Céu da Língua”)
Beto Bruel (“Avenida Paulista, da Consolação ao Paraíso”)
Wagner Antonio (“Prima Facie”)

MELHOR DESENHO DE SOM EM MUSICAIS
André Breda (“Ray – Você Não Me Conhece”)
Bruno Pinho (“Clara Nunes – A Tal Guerreira”) (VENCEDOR)
Tocko Michelazzo (“Meninas Malvadas”)
Tocko Michelazzo (“Tom Jobim – O Musical”)

Daytime Emmy Awards 2025 | ‘General Hospital’ domina a premiação com SETE vitórias; Confira a lista!

Os vencedores do Daytime Emmy Awards 2025 foram anunciados neste último dia 17 de outubro – e a novela ‘General Hospital’ dominou a premiação com nada menos que sete vitórias.

soap opera foi condecorada com um dos maiores prêmios da noite, o de Melhor Série de Drama, além de Melhor Atriz em Série de Drama para Nancy Lee GrahnMelhor Ator Coadjuvante em Série de Drama para Jonathan Jackson.

Além disso, David Attenborough tornou-se a pessoa mais velha a conquistar uma estatueta do evento, aos 99 anos. Ele quebrou o recorde de Dick Van Dyke, que levou para casa o prêmio aos 98 anos em 2024.

Outros ganhadores incluem a série documental ‘A Vida Secreta dos Animais’, da Apple TV, e o programa de talk show The Drew Barrymore Show, com três prêmios cada.

Confira os principais vencedores:

MELHOR SÉRIE DE DRAMA
Days of Our Lives (Peacock)
General Hospital (ABC) (VENCEDORA)
The Young and the Restless (CBS)

MELHOR TALK SHOW
The Drew Barrymore Show (CBS Media Ventures)
The Jennifer Hudson Show (Warner Brothers Television Distribution)
The Kelly Clarkson Show (NBCUniversal Syndication Studios)
Live With Kelly and Mark (Disney Entertainment Distribution) (VENCEDOR)
The View (ABC)

MELHOR PROGRAMA DE NOTÍCIAS DE ENTRETENIMENTO
Access Hollywood (NBCUniversal Syndication Studios)
E! News (E! Entertainment)
Entertainment Tonight (CBS Media Ventures) (VENCEDOR)
Extra (Warner Brothers Television Distribution)

MELHOR SÉRIE CULINÁRIA INSTRUCIONAL
Be My Guest with Ina Garten (Food Network)
Delicious Miss Brown (Food Network) (VENCEDORA)
Emeril Cooks (Roku)
Lidia’s Kitchen (PBS)
Selena + Restaurant (Food Network)

MELHOR SÉRIE CULINÁRIA CULTURAL
BBQ High (Magnolia Network)
Chasing Flavor with Carla Hall (HBO | Max) (VENCEDORA)
Ingrediente: Mexico (Amazon Prime Video)
TrueSouth (ESPN | ABC | SEC Network)

MELHOR PROGRAMA LEGAL/JURÍDICO
America’s Court with Judge Kevin Ross (Entertainment Studios)
Divorce Court (FOX)
Hot Bench (CBS Media Ventures) (VENCEDOR)
Judy Justice (Amazon Prime Video)
Justice for the People With Judge Milian (Entertainment Studios)
We the People With Judge Lauren Lake (Entertainment Studios)

MELHOR PROGRAMA DE VIAGENS OU DE AVENTURA
Expedition Unknown (Discovery Channel) (WINNER)
Field Trip With Curtis Stone Hong Kong (PBS)
The Good Road (PBS)
How I Got Here (BYUtv)
Joseph Rosendo’s Steppin’ Out (PBS)
Mexico Made With Love (PBS)

MELHOR PROGRAMA CIENTÍFICO
A Vida dos Leopardos (Netflix)
National Parks: USA (National Geographic)
A Vida Secreta dos Animais (Apple TV+) (VENCEDOR)
As Vidas Secretas dos Orangotangos (Netflix)
Segredos dos Neandertais (Netflix)

MELHOR PROGRAMA INSTRUCIONAL
Dime Como Hacerlo (Roku)
The Fixers (BYUtv)
Fixer Upper: The Lakehouse (Magnolia Network) (VENCEDOR)
Going Home with Tyler Cameron (Amazon Prime Video)
Married to Real Estate (HGTV)
Martha Gardens (Roku)

MELHOR PROGRAMA DE ESTILO DE VIDA
George to the Rescue (NBC)
Hack Your HealthThe Secrets of Your Gut (Netflix)
Harlem Globetrotters: Play It Forward (NBC)
Homegrown (Magnolia Network)
You Are What You Eat: A Twin Experiment (Netflix) (VENCEDOR)

MELHOR PROGRAMA DE ARTES OU CULTURA POPULAR
Black Barbie (Netflix) (WINNER)
Folk Americana Roots Hall of Fame (PBS)
Off Script With The Hollywood Reporter (IFC)
The Swift Effect (Peacock)
Variety Studio: Actors on Actors (PBS)

MELHOR PROGRAMA ESPECIAL
Bob Newhart: A Legacy of LaughterAn “Entertainment Tonight” Special (CBS)
Dinner Party Diaries with José Andrés (Amazon Prime Video)
Disney Parks Magical Christmas Day Parade (ABC) (VENCEDOR)
98th Annual Macy’s Thanksgiving Day Parade (NBC)
Shelter Me: The Cancer Pioneers (PBS)

MELHOR PROGRAMA DE CURTA FORMA
Ballin’ Out (Outsports) (VENCEDOR)
Billboard Presents (Billboard.com)
Catalyst (LinkedIn News)
Eat This With Yara, “The Chef Preserving Gaza’s Cuisine Amid a Genocide” (AJ+)
Live Like A Champion (Healthline)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA
Sharon Case como Sharon Newman, The Young and the Restless (CBS)
Eileen Davidson como Ashley Abbott, The Young and the Restless (CBS)
Melissa Claire Egan como Chelsea Lawson, The Young and the Restless (CBS)
Nancy Lee Grahn como Alexis Davis, General Hospital (ABC) (VENCEDORA)
Michelle Stafford como Phyllis Summers, The Young and the Restless (CBS)
Laura Wright como Carly Spencer, General Hospital (ABC)

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA
Peter Bergman como Jack Abbott, The Young and the Restless (CBS)
Eric Martsolf como Brady Black, Days of Our Lives (Peacock)
Greg Rikaart como Leo Stark, Days of Our Lives (Peacock)
Paul Telfer como Xander Kiriakis, Days of Our Lives (Peacock) (VENCEDOR)
Dominic Zamprogna como Dante Falconeri, General Hospital (ABC)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA
Linsey Godfrey como Sarah Horton, Days of Our Lives (Peacock)
Courtney Hope como Sally Spectra, The Young and the Restless (CBS)
Kate Mansi como Kristina Corinthos Davis, General Hospital (ABC)
Emily O’Brien como Theresa Donovan, Days of Our Lives (Peacock)
Susan Walters as Diane Jenkins Abbott, The Young and the Restless (CBS) (VENCEDORA)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA
Tajh Bellow como TJ Ashford, General Hospital (ABC)
Blake Berris como Everett Lynch, Days of Our Lives (Peacock)
Michael Graziadei como Daniel Romalotti, The Young and the Restless (CBS)
Gregory Harrison como Gregory Chase, General Hospital (ABC)
Jonathan Jackson como Lucky Spencer, General Hospital (ABC) (VENCEDOR)

MELHOR TALENTO EMERGENTE EM SÉRIE DE DRAMA
Olivia d’Abo como Fifi Garrett, The Bay (Popstar! TV)
AnnaLynne McCord como Cat Greene, Days of Our Lives (Peacock)
Ashley Puzemis como Holly Jonas, Days of Our Lives (Peacock)
Christian Weissmann como Remy Pryce, The Bold and the Beautiful (CBS)
Lisa Yamada como Luna Nozawa, The Bold and the Beautiful (CBS) (VENCEDORA)

MELHOR TALENTO CONVIDADO EM SÉRIE DE DRAMA
Linden Ashby como Cameron Kirsten, The Young and the Restless (CBS)
Clint Howard como Tom Starr, The Bold and the Beautiful (CBS)
Jacqueline Lopez como Blaze, General Hospital (ABC)
Alley Mills como Heather Webber, General Hospital (ABC) (VENCEDORA)
Valarie Pettiford como Amy Lewis, The Young and the Restless (CBS)
Avery Kristen Pohl como Esme Prince, General Hospital (ABC)

MELHOR APRESENTAÇÃO DE TALK SHOW
Drew Barrymore, The Drew Barrymore Show (CBS Media Ventures) (VENCEDORA)
Jenna Bush Hager, Hoda Kotb, TODAY With Hoda and Jenna (NBC)
Kelly Clarkson, The Kelly Clarkson Show (NBCUniversal Syndication Studios)
Mark Consuelos, Kelly Ripa, Live With Kelly and Mark (Disney Entertainment Distribution)
Jennifer Hudson, The Jennifer Hudson Show (Warner Brothers Television Distribution)

MELHOR APRESENTAÇÃO EM PROGRAMA CULINÁRIO
Kardea Brown, Delicious Miss Brown (Food Network) (VENCEDORA)
Joanna Gaines, Magnolia Table with Joanna Gaines (Magnolia Network)
Ina Garten, Be My Guest with Ina Garten (Food Network)
Emeril Lagasse, Emeril Cooks (Roku)
Michael Symon, Symon’s Dinners Cooking Out (Food Network)

MELHOR PERSONALIDADE
Cassie DiLaura, Denny Directo, Kevin Frazier, Rachel Smith & Nischelle Turner, Entertainment Tonight (CBS Media Ventures) (VENCEDORES)
Scott Evans, Zuri Hall, Kit Hoover & Mario Lopez, Access Hollywood (NBCUniversal Syndication Studios)
Star Jones, Corey Jovan, Divorce Court (Fox)
Whitney Kumar, Kevin Rasco, Sarah Rose & Judge Judy Sheindlin, Judy Justice (Amazon Prime Video)

MELHOR PERSONALIDADE – NÃO-DIURNA
David Attenborough, As Vidas Secretas dos Orangotangos (Netflix) (VENCEDOR)
Brad Bestelink, A Vida dos Leopardos (Netflix)
Andi Sweeney Blanco, Courtney Dober, Rob North & Kirin Stone, The Fixers (BYUtv)
Anthony Mackie, Shark Beach With Anthony Mackie: Gulf Coast (National Geographic)
Martha Stewart, Martha Gardens (Roku)

MELHOR EQUIPE DE ROTEIRISTAS EM SÉRIE DE DRAMA
Days of Our Lives (Peacock)
General Hospital (ABC) (VENCEDORA)
The Young and the Restless (CBS)

MELHOR EQUIPE DE ROTEIRISTAS EM PROGRAMA DE NÃO-FICÇÃO
Black Barbie (Netflix) (VENCEDORA)
Modern Pioneering With Georgia Pellegrini (PBS)
National Parks: USA (National Geographic)
As Vidas Secretas dos Orangotangos (Netflix)
Shelter Me: The Cancer Pioneers (PBS)

MELHOR EQUIPE DE DIREÇÃO EM SÉRIE DE DRAMA
Days of Our Lives (Peacock)
General Hospital (ABC) (VENCEDORA)
The Young and the Restless (CBS)

Confira a lista completa aqui!

Crítica | In-I in Motion – Juliette Binoche Estreia na Direção de Importante Registro Artístico [Festival do Rio 2025]

Juliette Binoche é dessas atrizes internacionais que o público brasileiro conhece, e todo mundo tem um filme favorito com ela. A estrela de ‘A Liberdade é Azul’ já veio algumas vezes ao Brasil, e voltou novamente às terras cariocas na última semana, onde estreou  o documentárioIn-I in Motion’, seu primeiro longa como diretora que teve exibições especiais durante o Festival do Rio 2025, com sua presença.

O ano era 2007. A atriz francesa Juliette Binoche e o dançarino Akram Khan decidem se unir para criar um espetáculo único, que misturaria interpretação teatral e dança contemporânea. Nascia assim a peça In-I. Enquanto criam e ensaiam, Juliette teve a ideia de registrar todo o processo de desenvolvimento do projeto, desde os ensaios, as discussões, as tentativas, os erros, os acertos. Desse registro, tem-se dois filmes: um com o processo criativo, e outro, do espetáculo em si.

O ponto mais relevante para o espectador comum é saber que o documentário, de duas horas e trinta e seis minutos, é, na verdade, dois: um dos ensaios, outro da apresentação. E a divisão entre ambos é bastante nítida no filme, pois exatamente quando acaba o último dia de ensaio, imediatamente começa o primeiro minuto da peça. Assim, o projeto poderia ser, na verdade, um documentário sobre o processo e a apresentação ser, no final das contas, aqueles extras do dvd, afinal, duas horas e quarenta é muito tempo de projeção, principalmente se considerarmos que o espaço dos treinos é bem maior do que a apresentação, o que demonstra a predileção da diretora pelo antes, não pelo depois.

Desse modo, é preciso avaliar em duas partes o filme.

A primeira metade é realmente um material muito rico (embora cansativo), principalmente para os atores e artistas que se interessam pelo processo criativo de outros colegas. De início, a trama pode não engajar o espectador comum pois os termos, o foco, o interesse é muito específico: aqui vemos dois artistas, cada um tentando desenvolver habilidades e entregar a melhor performance possível na área do outro – ela, na dança, ele, na atuação. Desse desafio que ambos se propõem é que vem a beleza do trabalho criado por ambos. Binoche, à época com quase cinquenta anos, demonstra que não há limites para o corpo que se prepara. Ela dá um banho de dedicação, seja em seu esforço em se comunicar e em entender o tempo todo em inglês, seja na sua constante insistência em levar seu corpo ao limite para fazê-lo resistir ao próprio peso, ao peso de seu parceiro, aos movimentos. Em uma cena em específico, vemos seu sofrimento em se colocar numa situação desconfortável em prol da narrativa do espetáculo, e seu medo de que a coisa não funcione.

E é esse jogo que é o mais interessante. Juliette dirige Akram para que ele empregue as emoções certas nas suas falas; Akram coordena os movimentos de dança para que seu corpo e o de Juliette entrem em sintonia ao ponto de se tornarem um só em movimento em cena. Como cenas de ‘Dança dos Famosos’. A forma como tudo isso se constrói é precioso demais, um material de estudo valioso para atores, dançarinos e artistas aprenderem a generosidade em cena e como se desenvolverem mais a partir da perspectiva do outro.

Com um material de ensaio tão rico, a apresentação, em si, acaba se tornando uma gordura a mais num filme de mais de duas horas. É como um adendo para os curiosos. ‘In-I in Motion’ é um ótimo material de estudo, porém extenso demais para as telas grandes.

Crítica | Shih-Ching Tsou faz uma fabulosa estreia diretorial com a dramédia ‘Garota Canhota’ [Mostra SP]

Filme exibido na 49ª Mostra de São Paulo.

Selecionado como o representante de Taiwan para o Oscar 2026, ‘Garota Canhota’ é uma preciosidade fílmica que encontra sucesso justamente em sua sutileza. O drama dirigido por Shih-Ching Tsou acompanha uma família disfuncional que se muda para um apartamento no centro de Taipei para recomeçar após uma série de desventuras e de atritos entre a matriarca Shu-Fen (Janel Tsai) e suas filhas, a impetuosa I-Ann (Shih-Yuan Ma) e a doce I-Jing (Nina Ye).

Abrindo uma barraquinha de mercado noturno na vibrante e iluminada cidade, Shu-Fen tenta encontrar motivação em meio a um ciclo de melancolia e de tédio que a força a enfrentar as incontáveis decisões erradas que tomou para ajudar o ex-marido e o fato de sua filha mais velha não ter colocado a própria vida nos eixos – tendo abandonado a escola e sem prospecto de voltar para entrar em uma faculdade. Esporadicamente ajudando a mãe no pequeno negócio, I-Ann faz o que pode para ajudar em casa e cuidar de I-Jing, cuja divertida honestidade a deixa sem papas na língua para falar o que pensa e para, de alguma maneira, tornar-se visível aos olhos da mãe e da irmã mais velha.

Tsou nos convida para uma íntima jornada cujo foco é a família – e faz isso com maestria inegável ao não romantizar os laços entre mãe e filha, ou até mesmo em outras configurações, e garantir um realismo duro e categórico. A ideia aqui é navegar pelos conflitos intergeracionais que parecem não se diluir. Enquanto Shu-Fen e I-Ann disputam por uma hierarquia que não está em debate e que, à medida que a narrativa se desenrola, esconde um segredo que há muito foi guardado para a “preservação da honra” da família, é mediado pela presença de I-Jing. A criança, inclusive, tem seu próprio conflito quando sofre represália por parte do avô por ser canhota, ouvindo afirmações de que a mão esquerda é a “mão do demônio” – compelindo-a a desassociar da compreensão de quem realmente é.

A diretora encontra sucesso em mergulhar em incursões gerativistas para construir o arco de I-Jing, de longe a melhor personagem da trama. Guiada pela irretocável performance de Ye, a protagonista percebe o mundo ao seu redor, incluindo os obstáculos enfrentados pela mãe e pela irmã, à medida que lhe é mostrado, fazendo inferências de causalidade e consequência próprias de uma criança. Ora, se a mãe não consegue dinheiro para deixar as contas em dia e sustentar a barraquinha de comida, e se a loja de penhores dá dinheiro em troca de coisas valiosas, por que ela não pode fazer o mesmo? E se a mão que usou a vida inteira para escrever e desenhar é maligna, então por que não culpá-la por escolhas equivocadas?

Os profundos arcos são cortesia do trabalho entre Tsou e Sean Baker, que saiu vitorioso do Oscar com quatro estatuetas, incluindo Melhor Filme, por seu trabalho em ‘Anora’. Mesmo encontrando controvérsia pela construção da protagonista em seu elogiado longa-metragem, Baker mostrou suas habilidades para construir dramédias, dosando a austeridade e as quebras de expectativa com comprometimento ímpar. E, dessa maneira, a dupla consegue esquadrinhar a complexidade de cada uma das personagens principais de modo a torná-las universais para o público, mesmo inseridas em um contexto específico pautado na cultura asiática. Ato a ato, a dinâmica entre elas se torna mais intrincada, aumentando as tensões até um potente clímax que é envolvido em uma inesperada reviravolta.

Baker também fica responsável pela montagem, apostando em uma composição que se torna mais frenética conforme adentramos o cotidiano de Shu-Fen, I-Ann e I-Jing. E, ao fornecer a dinâmica necessária para impedir o público de desviar o olhar das telonas sequer um minuto, ele permite que a sóbria realidade a que o núcleo familiar está inserido se torna mais palpável do que já é pela fotografia assinada por Ko-Chin Chen e Tzu-Hao Kao, investindo em uma estética quase documental e hiper-realista. A cereja do bolo vem com excelentes rendições performáticas que partem de artistas que abraçaram com carinho e respeito suas personagens – e faz-se necessário comentar a fabulosa presença de Tsai e Ma, confinadas a um jogo psicológico que precisa ser resolvido o mais rápido possível.

‘Garota Canhota’ é um grande acerto da Netflix e da parceria firmada entre Tsou e Baker – explorando os meandros de uma família cuja salvação vem com um empoderamento necessário e mandatório, emancipando seus membros de um passado que não vale mais a pena ser remexido. Selecionado como a indicação taiwanesa ao Oscar de Melhor Filme Internacional, o longa encontra beleza em uma cândida e cautelosa simplicidade.

Crítica | ‘Sirât’ explora a melancolia e a complacência de uma realidade brutal [Mostra SP]

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Filme exibido na 49ª Mostra de São Paulo.

No meio do deserto marroquino, uma rave acontece. Reunidos em meio a grandes caixas de som que ecoam batidas de música eletrônica, os participantes dançam sem parar, escapando da realidade em meio a um microcosmos que parece alheio ao mundo ao redor. Porém, o que deveria ser um momento de fuga é interrompido pela chegada de Luis (Sergi López), um pai que está procurando a filha que saiu de casa há cinco meses rumo às raves e não deu mais notícias. Acompanhado do filho mais novo, Esteban (Bruno Núñez Arjona), Luis conhece um grupo de ravers que está a caminho de outra festa, resolvendo ir até lá para continuar sua busca.

Porém, as coisas se complicam quando um grupo de militares armados até os dentes chega ao local e evacua os turistas, afirmando que o território agora será ocupado pelas forças do exército em meio aos conflitos que se espalham por todo o país e o mundo. O grupo de ravers, que conta com Bigui (Richard Bellamy), Stef (Stefania Gadda), Josh (Joshua Liam Henderson), Tonin (Tonin Janvier) e Jade (Jade Oukid), consegue escapar do cerco que guia as pessoas para longe do local, mas não percebe que Luis e Esteban os estão seguindo. A contragosto de alguns, a dupla decide segui-los até a próxima rave, embarcando em uma árdua jornada tour-de-force pelas escaldantes paisagens marroquinas e pelos demônios que permeiam terras tão inóspitas.

Vencer do Prêmio do Júri no Festival de Cannes, o longa-metragem é uma poderosa análise que singra entre a particularidade e a universalidade, explorando o barril de pólvora em que o planeta se encontra em meio a extremismos políticos, constantes disputas pelo poder e uma derradeira distopia que está cada vez mais perto de acontecer. Contrariando nossas expectativas, não há quaisquer traços de misantropia no filme, e sim um retrato realista-pessimista de algo que pode vir a acontecer na pior das hipóteses – uma III Guerra Mundial de proporções astronômicas cuja única fuga está nas drogas alucinógenas e no escapismo hedonista da música.

Sirât, em árabe, significa caminho ou estrada – e, levado a um contexto religioso, faz menção ao percurso que os adeptos ao Islamismo devem percorrer para encontrar o caminho de Allah. Ainda que o significado espiritual possa ser transposto para o filme, o diretor Óliver Laxe prefere se ater à semântica ao indicar, desde o princípio, a apoteótica e profunda jornada que cada um dos personagens irá enfrentar. Coassinando o roteiro ao lado de Santiago Fillol, Laxe mergulha na psique humana de maneira crua e visceral, não poupando esforços para tornar uma simples road trip em uma apocalíptica sucessão de eventos que culmina em letargia e complacência.

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O cineasta trata o projeto com uma moralizante necessidade de navegar entre uma experiência individualizada, por assim dizer – seja na busca de Luis pela filha, seja no objetivo dos ravers em chegar à outra festa -, e uma universalidade brutal que dialoga com a insanidade do hoje. Para isso, ele se vale de um compilado de tragédias que arranca o melhor de seu elenco, com destaque à marcante atuação de López, e sem se valer de uma violência gratuita ou romantizada: pelo contrário, a ausência e a efemeridade da existência são tão rompantes aqui que nos causam um choque duradouro sem nos deixar enojados ou frustrados.

Laxe também encontra sucesso em transformar o infinito e temeroso deserto de Marrocos em um labirinto sem fim, um trajeto epopeico que não mostra que, mesmo em meio ao comportamento autodestrutivo e efusivo do ser humano, a natureza triunfa e subjuga qualquer um ao seu poder – e, mais uma vez, a comoção que se apodera do improvável grupo é diluída pelas batidas da música eletrônica e de um consecutivo comportamento evasivo e quase dissociativo. O caminho, dessa maneira, não pode ser encontrado, mas está à vista de todos esperando para ser descoberto em meio a uma realidade agressiva e cruel.

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Essa prisão sem grades que consome os personagens pouco a pouco é reafirmada pelo trabalho primoroso de Mauro Herce. Assinando a fotografia, Herce garante que cada enquadramento seja um arauto memorialístico de um legado que não tem mais espaço em meio à iminente desesperança e à inevitabilidade da única verdade do mundo – a morte. Os movimentos de expansão e contração da narrativa se destinam aos movimentos de câmera que ressoam estéticas documentárias, deixando a atmosfera ainda mais crível e permitindo que o público, de fato, mergulhe nessa história.

Com sessões na 49ª Mostra de São Paulo, ‘Sirât’ é um poderoso drama que, à medida que abre espaço para comentários sociopolíticos e convida à reflexão do que significa existir em meio ao nada, reafirma sua brutal beleza – mantendo o público vidrado ao longo de suas quase duas horas.

Crítica | Nosferatu – Clássico do Horror Expressionista Alemão Ganha Versão Brasileira [Festival do Rio 2025]

Mais de cem anos já se passaram desde a primeira exibição do filme ‘Nosferatu’ (1922), do cineasta F. W. Murnau. Na época, o longa aterrorizou cinéfilos do mundo todo por conta do misto sensual e repugnante do vampiro que atacava a donzela indefesa numa cidade infestada de ratos. De lá para cá, muitas versões foram realizadas por cineastas do mundo todo, até hoje impactados pela potência narrativa dessa história. E, no mesmo ano em que Robert Eggers lança sua leitura desse clássico, também o Brasil exibe uma versão nacional de ‘Nosferatu’, que teve suas primeiras exibições no Festival de Brasília, no CineBH, no Festival do Rio e na próxima semana comporá a programação da Mostra de São Paulo.

Em uma cidade costeira brasileira, uma figura sombria desembarca em solo nacional. É Nosferatu (Rodrigo Sanches), o pai dos vampiros que chega ao Brasil cheio de dúvidas, a perambular pelas ruas escuras enquanto foge de Van Helsing, o famoso caçador de vampiros. Enquanto busca sentido, ele procura por uma atriz e esbarra em um teatro, onde personagens tentam igualmente encontrar sentido naquilo que fazem. Nosferatu, assim, precisa encarar a dor e o tormento da eternidade.

A versão brasileira do ‘Nosferatu’ reapresenta o clássico do expressionismo alemão para um público que possivelmente não viu o original, uma vez que este tem mais de cem anos de idade (o filme, o vampiro tem mais). Para tal, vale-se da estética preto e branco para realçar as expressões de seus personagens em um contraste constante de emoções. Uma das cenas mais impactantes é justamente a de abertura, quando um navio cargueiro (que conduz o protagonista ao território nacional) cruza a tela na escuridão, com o título grafado em tipologia de grafitti e em vermelho, anunciando-se num misto de arrepio e êxtase.

A fotografia de Cauê Angeli é sem dúvida o principal destaque, seja pela já mencionada abertura, seja pelos inesperados close-up que destacam as expressões dos personagens, reforçando o recurso teatral, uma vez que estamos falando de uma trupe de artistas que ensaiam uma apresentação por vir enquanto a produção bebe na fonte na qual Murnau se destacou. Desse contraste, favorece-se a caracterização de Rodrigo como um Nosferatu careca, arregalado, intenso – completamente diferente de como o ator se apresenta na realidade, o que demonstra o bom trabalho da caracterização.

Cristiano Burlan é um dos principais nomes do gênero do terror no Brasil, e nota-se que ‘Nosferatu’ é um projeto querido do cineasta: no projeto, Burlan é responsável pela direção, pelo roteiro (com Fernanda Farias, Emily Horokawa e Rodrigo Sanches), pela produção (com Natália Reis e Rodrigo Sanches), pela montagem (junto com Lincoln Péricles e Renato Maia). Dado o evidente baixo orçamento da produção e o mega envolvimento de Burlan e Sanches, talvez o roteiro tenha ficado especialmente coerente dentro do universo criativo de ambos, mas não tanto para o entretenimento do espectador. A história, recheada de referências e metáforas (que vão desde o teatro grego e Ofélia à homenagens cinematográficas como ao filme ‘A Família do Barulho’, ao colocar Helena Ignez cuspindo sangue tal qual) é conduzida por uma linha de tênue compreensão, que parece querer mais criar uma sensação vampírica do que contar uma história linear e compreensível.

Nosferatu’ é um filme experimental, sem dúvidas, e que claramente permitiu que dois veteranos do cinema – Helena Ignez e Jean-Claude Bernadet (em seu último filme) – se divertissem num filme de horror. Um filme que encontra seu espaço nos festivais de cinema do país e que demonstra a potencialidade criativa de uma trupe que se junta para fazer cinema.

Neal McDonough fala sobre ‘O Último Rodeio’, a polêmica do beijo, fé e desmente rumores do set de ‘Desperate Housewives’ [EXCLUSIVO]

O CinePOP entrevistou o astro Neal McDonough (‘Minority Report’, ‘Desperate Housewives’), que estrela o drama country O Último Rodeio‘.

Ele falou sobre o filme, como se encontrou na fé, elogiou os brasileiros e desmentiu os rumores de que o set de ‘Desperate Housewives‘ tinha muitas brigas.

Confira:

Crítica | Neal McDonough brilha no açucarado melodrama ‘O Último Rodeio’

A direção fica a encargo de Jon Avnet, que co-assina o roteiro ao lado de Derek Presley e McDonough.

Um ícone aposentado do rodeio (McDonough) arrisca tudo para salvar o neto. Enfrentando traumas antigos e os medos da família, ele se inscreve na competição de montaria mais desafiadora como o adversário mais velho.

Mykelti Williamson, Sarah Jones, Christopher McDonald, Daylon Swearengen e Ruve McDonough completam o elenco.

O filme já está em exibição nos cinemas.

Crítica | ‘A Vizinha Perfeita’ – Da cultura da impunidade ao preconceito racial: Novo True Crime da NETFLIX é estarrecedor!

Com uma narrativa brilhante, que encontra enorme coesão na sua montagem, o novo documentário da Netflix, A Vizinha Perfeita, detalha uma tragédia real e chocante que atingiu em cheio a cidade de Ocala, no Condado de Marion (Flórida). Dirigido pela cineasta Geeta Gandbhir, o projeto – que prende a atenção desde seu início até o sufocante desfecho – levanta questões importantes sobre preconceito racial, leis de legítima defesa e o papel da polícia, chegando em um recorte profundo sobre a sociedade norte-americana.

A partir de desentendimentos – que já duravam semanas – entre vizinhos e uma específica moradora da região, acontece um fato mortal. Tendo esse episódio como pontapé inicial, acompanhamos uma cronologia de acontecimentos bem detalhada, apresentada sob diversos pontos de vistas. Aos poucos, sem perder o ritmo e tensão, somos guiados até os horrores de um caso que chocou os Estados Unidos alguns anos atrás.

O antes, o ocorrido e o depois. Exibido no Festival de Sundance deste ano, esse True Crime apresenta seus personagens reais e conflitos através de uma criativa narrativa que utiliza apenas gravações feitas por câmeras – muitas delas corporais, daquelas que policiais usam. Assim, vamos descobrindo a origem dos fatos que nos conduzem até o final nada feliz dessa história – vou logo falando, os minutos finais são de partir o coração.

Na composição dessa tragédia real, chegamos a alguns pontos de argumentação, o principal deles é sobre a Lei Stand Your Ground. Por conta dessa polêmica lei de defesa pessoal – em vigor em alguns estados norte-americanos, como a Flórida, desde 2005 -, que permite o uso de força letal caso se sinta em risco de morte e autoriza uma reação imediata ao que julgar ser uma ameaça, uma das personagens envolvidas demorou para ser presa, gerando uma série de protestos.

Os debates em torno dessa questão apresentada acima é um dos ótimos tópicos que o documentário levanta para reflexões sociais sobre alguns dos caminhos que levam à violência. Da cultura da impunidade ao preconceito racial, A Vizinha Perfeita apresenta essa história forte e real, que dilacerou uma família e colocou em evidência – mais uma vez – as leis mais permissivas de uso e porte de armas, fator preponderante para a crueldade ocorrida.

10 FILMES BRASILEIROS que ninguém te contou, mas você tem que assistir!

Retratando nas telas muitas realidades de todos os cantos do país, o cinema brasileiro vem conquistando cada vez mais os corações de todo mundo. Para você que quer descobrir mais obras nacionais, segue abaixo uma lista com alguns filmes interessantes que devem estar chegando aos cinemas ou streamings em breve:

 

Morte e Vida Madalena (Estreia em breve)

Inspirado em algumas histórias reais que o diretor Guto Parente escutou ao longo dos anos na sua vasta carreira no cinema – já são 11 longas-metragens no currículo – Morte e Vida Madalena, de maneira acertiva, e com uma narrativa pulsante ligada ao tragicômico, explora os caminhos e infinitas possibilidades da metalinguagem para expor os perrengues de uma profissão.

 

Pequenas Criaturas (Estreia em breve)

Ambientada numa Brasília de quase quarenta anos atrás, conhecemos Helena (Carolina Dieckmann) e seus dois filhos – uma criança e um adolescente – que chegam à capital do Brasil e se mudam para um prédio numa região central. Frustrada pela partida do marido, que logo viaja a negócios, ela se vê perdida e aflita, enquanto marcas do passado e inesperadas aventuras do presente se chocam, nos levando a um recorte cheio de conflitos, não só pra ela, mas para seus dois filhos.

 

Hora do Recreio (Estreia em breve)

Estabelecendo paralelos entre o poder da educação contra a violência, o fascinante documentário Hora do Recreio constrói uma narrativa que transita entre o documental e o ficcional, sempre alinhada ao discurso proposto. A partir de depoimentos de estudantes de escolas públicas do Rio de Janeiro, a obra traça de forma impactante reflexões profundas sobre a sociedade brasileira.

 

Senhoritas (Estreia em breve)

Lívia (Analu Prestes) é uma arquiteta aposentada que após conquistar a estabilidade, vive seus dias ao lado do marido, sem muitos grandes momentos. Sua maior alegria vem do vínculo afetuoso com a neta, que ilumina seus dias. Tudo isso muda quando sua amiga Luci (Tânia Alves) volta o Brasil e muda completamente a forma de pensar e agir da protagonista. Se revelando aos desejos antes contidos, Lívia desperta para uma jornada de descobertas e libertação.

 

Meu Pai e Eu (Estreia em breve)

Após uma longa jornada que remexe, de forma dolorosa, com o passado — desde a concepção do filme até sua estreia brasileira na CineOP, integrando a Mostra Competitiva da 20ª edição — Meu Pai e Eu acompanha a trajetória de um homem que decide, com impressionante coragem, embarcar de peito aberto em busca do perdoar ou, ao menos, de uma melhor compreensão de um alguém próximo que se tornou indecifrável. Ao tentar decifrar esse mosaico emocional embaralhado pelo tempo, o filme nos conduz por intensos contrastes de sentimentos, que ressoam profundamente ao longo dos seus 73 minutos.

 

Cazuza, Boas Novas (Tem para aluguel em algumas plataformas)

O documentário Cazuza: Boas Novas, exibido com grande sucesso no Festival In-Edit Brasil, mergulha de forma sensível e intimista em um recorte marcante do fim dos anos 1980 — um período turbulento e intenso na vida pessoal e profissional do eterno Cazuza. A produção revela a explosão de emoções e criatividade de um dos nomes mais geniais da nossa música.

 

Honestino (Estreia em breve)

Honestino, novo trabalho do cineasta amazonense Aurélio Michiles, mistura documentário e ficção em uma obra visceral que escancara verdades de quem sempre esteve do lado certo da história. Com uma prévia contextualização de um dos momentos mais tristes da história brasileira – a ditadura militar – por meio de poemas, depoimentos, imagens de arquivos, chegamos até o início da década de 1970, quando o líder estudantil Honestino Guimarães desapareceu.

 

Dolores (Estreia em breve)

https://youtu.be/R8NZQ-MxaAI?si=McuhCffbQTeKKfyI

Dolores (Carla Ribas) é uma mulher solteira, já sexagenária, com marcas no passado. Perto de completar mais um aniversário, tem um sonho revelador. Mantém uma relação conflituosa com a filha Deborah (Naruna Costa), que aguarda a libertação do grande amor de sua vida para, enfim, ser feliz. Em contrapartida, Dolores possui uma ótima relação com a neta Duda (Ariane Aparecida), que trabalha numa espécie de clube de tiro e recebe uma oferta de emprego fora do país. Essas três mulheres vão se jogar em uma jornada em busca da realização de seus sonhos.

 

Assalto à Brasileira (Estreia em breve)

Paulo (Murilo Benício) é um jornalista renomado que atravessa um momento turbulento em sua vida: recém-demitido, vai até a agência do Banco do Estado do Paraná (Banestado) para pegar seus trocados da rescisão. Chegando no local, acaba presenciando um inusitado assalto. Enxergando na situação uma oportunidade de reportagem – e percebendo, aos poucos, que os bandidos são completos amadores -, Paulo acaba sendo peça-chave na comunicação entre polícia e os assaltantes.

 

A Natureza das Coisas Invisíveis (Estreia em breve)

Gloria é uma jovem super inteligente e comunicativa que acabou de entrar de férias. Sem ter com quem deixá-la, sua mãe, uma profissional da saúde, a leva diariamente ao hospital onde trabalha. Um dia, dá entrada na emergência Sofia, uma menina trans, neta de uma senhora que adoeceu. Com idades próximas, Gloria e Sofia logo se tornam amigas. As mães resolvem levá-las até um sítio, e lá começam a ultrapassar páginas do passado e abrir os horizontes para o futuro.

Entrevista | Jennifer Aniston e Reese Witherspoon falam sobre a 4ª temporada de ‘The Morning Show’

The Morning Show’ chegou à sua quarta temporada com várias reviravoltas, abordando temas polêmicos e mostrando o dia a dia da vida dos jornalistas.

No vídeo abaixo, Jennifer Aniston e Reese Witherspoon falam sobre a 4ª temporada da série, como o movimento #MeToo fez os roteiristas mudarem o enredo e sempre se atualizarem com as tendências e mudanças que acontecem no mundo.

Assista:

Nas telas, Jennifer Aniston e Reese Witherspoon replicavam esse peculiar cotidiano de denúncias e desabafos majoritariamente femininos. E assim, vida e ficção se cruzavam uma vez mais em Hollywood, em uma das séries jornalísticas mais intrigantes da época. Abordando o submundo de um conglomerado de comunicação tomado por vícios comportamentais e relacionamentos abusivos, o drama se apresenta como o reflexo de um passado recente, à medida em que traça um futuro ficcional que muito se assemelharia às divisões político sociais do presente.

E ‘The Morning Show’ introduziu ao mundo a Apple TV+ como o panteão das séries mais bem elaboradas e fascinantes dos anos recentes. Casa de produções como ‘Ruptura’ e ‘Ted Lasso‘, o streaming cujos átrios estão enraizados na tecnologia de ponta provou-se indispensável em Hollywood e muito disso se deve exatamente àquela que deu início a tudo. E agora em 2025 e três temporadas depois, a série estrelada e co-produzida por Aniston e Witherspoon promete uma abordagem ainda mais ousada, explorando os limites éticos e morais diante de escolhas tão complexas.

Trazendo Alex (Aniston) e Bradley (Witherspoon) encarando seus próprios dilemas emocionais perante um cenário social de ruptura, conflito e disputa por poder, a 4ª temporada se compromete a levar a audiência para níveis ainda mais profundos, sempre mantendo viva as questões reais mais latentes em seus roteiros, como fora feito logo na 1ª temporada, conforme ponderou Jennifer.

“Bem, provavelmente essa é a única série que participei que é tão atual. Nós somos realmente atuais e nem planejávamos ser desse jeito. Assim que o movimento #MeToo aconteceu e tivemos metade dos nossos roteiros escritos, não conseguimos evitar incorporar a questão no texto. E então, conforme a temporada se seguia e nossos roteiristas continuavam escrevendo, isso se tornou algo que realmente estava acontecendo no mundo real, com a arte imitando a vida e vice-versa. É muito empolgante, porque você meio que espera pra ver. Será que nossos roteiristas viram mais uma vez em suas bolas de cristal e será que isso vai realmente acontecer na vida real? E claro, algumas coisas simplesmente aconteceram”.

E para Reese, essa atenção cuidadosa aos cenários sociopoliticos globais é um dos aspectos que mais garante que ‘The Morning Show’ esteja sempre um passo à frente em sua abordagem narrativa.

“Estamos conversando sobre IA, sobre o ambiente de trabalho, deep fake…Dinâmicas profissionais, indivíduos ricos que adquirem emissoras de TV, que compram foguetes. Nós não imaginávamos que essas coisas aconteceriam, mas dois anos depois rolaram. Então ‘The Morning Show’ está sempre pensando adiante. E é divertido fazer parte de uma série onde estamos abordando coisas que as pessoas estão discutindo na mesa de jantar”.

E em meio a uma realidade diligentemente mutável, a série criada por Jay Carson tenta manter-se insaciável ao monitorar de perto os movimentos culturais e a política local. Alterando seus núcleos narrativos a cada nova temporada, ‘The Morning Show’ acompanha o universo jornalístico por uma ótica analítica, construindo sua trama em ciclos. Enquanto a 1ª temporada destinava-se ao assédio/abuso sexual no ambiente de trabalho, as demais seguintes transacionaram para temas mais políticos, como o atentado ao Capitólio e a revolução na produção e consumo de informação.

Essa mudança de ares é o que permite que a original da Apple TV+ não perca seu fôlego, de acordo com Witherspoon.

“Eu acho que o mundo do jornalismo está mudando a cada minuto. Em que confiar? A quem os consumidores procuram quando querem a verdade? Qual é a verdade? Então temos muita sorte de já termos estabelecido esse formato. E aí podermos expandi-lo em todas essas diferentes narrativas, do tipo: Porque os podcasters são tão importantes agora? Deveríamos acreditar neles ou na rádio NPR, que está perdendo recursos? E temos rastreado tudo isso ao longo desses seis anos fazendo essa série. Então eu creio que estamos vendo a evolução da transmissão moderna e do jornalismo através desse formato ultra dramático. E podemos aprender também como funcionam os bastidores”.

E no que diz respeito à 4ª temporada, Alex e Bradley serão uma vez mais colocadas em lados opostos, à medida que lidam com questões semelhantes ligadas ao seio familiar. Enquanto a primeira testemunha uma ascensão ainda maior em sua carreira, em meio a conflitos relacionais com seu pai, a segunda é obrigada a encarar a imoral escolha profissional tomada para proteger seu irmão. Nessa dinâmica, o veterano Jeremy Irons se junta ao elenco oficial da série, trazendo à tona as profundas raízes psicoemocionais de Alex.

“Sim, o todo poderoso Jeremy Irons. […] Ele é simplesmente divino e eu estou tão empolgada que temos o pai de Alex nessa temporada, pra que possamos tirar suas camadas e entender o que fez a Alex ser quem ela é. Porque seus relacionamentos não estão funcionando? Porque ela é tão workaholic? Porque ela é tão solitária? Foi legal me aprofundar nisso”, revelou Aniston.

Já Bradley seguirá por caminhos mais sombrios, que culminarão em um clímax que promete ser surpreendente.

“Ela está lidando com as consequências de ter protegido seu irmão, que participou do 06 de Janeiro. Minha personagem irá para um lugar muito bizarro nesta temporada, não posso dizer qual. Mas é completamente inesperado, é do nada e eu acho que as pessoas ficarão chocadas”, comentou Witherspoon.

Jennifer concordou e instigou ainda mais a curiosidade dos fãs para o final da temporada, mantendo o ar de mistério em relação ao fechamento de mais um ciclo que acaba de se iniciar.

“Eu fiquei arrepiada agora, sem brincadeira!”, concluiu com uma risada.

E assim, projetando a realidade mundial com um incômodo espelho focal, ‘The Morning Show’ continua a fazer de seu drama uma oportunidade certeira que une o entretenimento a debates sociais cruciais. Do niilismo ao idealismo, a produção continua a nos lembrar do motivo de ser uma das grandes joias da coroa da Apple TV+.

Na nova temporada, Alex (Aniston) quer garantir voz ativa sobre o futuro do canal, enquanto Bradley (Witherspoon) tenta manter o foco no que acredita ser o melhor para a empresa. Mas como já ficou claro em temporadas anteriores, boas intenções raramente garantem estabilidade na UBA — e o embate entre lealdades pessoais e interesses profissionais será inevitável.

O elenco original, que inclui Billy Crudup, Jon Hamm, Karen Pittman e Greta Lee, ganha reforços de peso nesta nova fase: Marion Cotillard e Boyd Holbrook se juntam à trama como novos personagens centrais, ao lado de Jeremy Irons, Aaron Pierre e William Jackson Harper. A presença de Cotillard, inclusive, já chama atenção pelo mistério e sofisticação que sua personagem promete trazer à dinâmica da redação.

A produção é da Media Res em parceria com a Hello Sunshine e a Echo Films. A showrunner Charlotte Stoudt assume novamente o comando, com direção de Mimi Leder. A série segue com produção executiva de Michael Ellenberg, Jennifer Aniston, Kristin Hahn, Reese Witherspoon e Lauren Neustadter.

Mantendo o tom afiado, dramático e extremamente atual que a consagrou, ‘The Morning Show‘ segue explorando os bastidores do jornalismo, o impacto da cultura corporativa e o preço das escolhas em uma era de transformação constante nos meios de comunicação.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 5ª temporada.

10 filmes pra quem trocou o open bar pelo conforto de casa!

Quem que gosta de mais calmaria do que agito, assistir a uma obra cheia de reflexões é um programa mais prazeroso que sair para uma noitada. Para você que está nessa situação, quase sempre preferindo o conforto do sofá à balada, segue abaixo algumas sugestões de filmes para conferir:

 

Entre Dois Mundos (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Ambientado na região da Normandia, em Entre Dois Mundos conhecemos a escritora Marianne Winckler (Juliette Binoche) que para seu novo trabalho, resolve abandonar um tempo sua vida em Paris e desembarcar na cidade de Caen. Lá, busca escrever sua nova obra baseada na experiência de viver como auxiliar de serviços gerais, escondendo sua identidade. Ao longo desse período, faz amizades com trabalhadoras que vivem de frente com a exploração da classe trabalhadora e começa a passar por conflitos pela proximidade que chega em laços que vai construindo.

 

Thunderbirds: A Força Aérea de Elite dos EUA (Netflix)

Pouca gente sabe mas a maior potência bélica do planeta tem um ‘Dream Team’ na sua força aérea que se prontifica a percorrer os Estados Unidos, e outros lugares do mundo, realizando acrobacias aéreas de tirar o fôlego! Pegando um recorte que avança todo o período de certificação de novos integrantes dessa equipe de pilotos de elite, chegou na Netflix um documentário que abre as portas dessa que é uma das mais antigas equipes acrobáticas em atividade, os Thunderbirds.

 

Improvisação Perigosa (Prime Video)

Na vida profissional, as coisas vão de mal a pior para Kat (Bryce Dallas Howard), Marlon (Orlando Bloom) e Hugh (Nick Mohammed). Kat é uma professora de improvisação que ainda não conseguiu emplacar sua carreira como comediante. Marlon, um ator em busca do papel que mude sua trajetória, vive de pequenas oportunidades que nunca o levam ao estrelato. Já Hugh, um funcionário tímido e deslocado em uma grande empresa, vê nas aulas de improviso uma tentativa de dar algum rumo à sua vida. Certo dia, o destino cruza o caminho dos três e, sob a orientação de um agente da polícia, eles embarcam em uma missão inusitada: se infiltrar em uma perigosa gangue, criando personagens como disfarces. A partir daí, uma série de confusões e situações inusitadas está garantida.

 

Titan: O Desastre da OceanGate (Netflix)

Os detalhes da catástrofe. Chega à Netflix um documentário que reconstrói, com rigorosa pesquisa e depoimentos impactantes, todo o contexto que levou a um dos desastres marítimos mais trágicos dos últimos tempos. Dirigido por Mark Monroe, Titan: O Desastre da OceanGate organiza seus achados investigativos em uma linha temporal precisa, trazendo reflexões profundas e múltiplos pontos de vista sobre o ocorrido.

 

Desastre Total: O Verdadeiro Projeto X (Netflix)

Um convite para uma festa de aniversário de uma jovem de 16 anos viraliza pelo Facebook e logo vira o estopim de uma história que marcou uma cidadezinha na Holanda e ganhou as páginas policiais. Abordando esse peculiar caso que envolve inúmeras questões desde a falta de preparo das forças policiais até o comportamento descontrolado de jovens em busca de diversão, a Netflix, no seu ótimo projeto Desastre Total, apresenta um média-metragem documental marcante que gera muitas reflexões sociais.

 

Devo (Netflix)

Pode ser que você – assim como eu – nunca tenha ouvido falar de uma banda formada no início da década de 1970 que, misturando música, teatro e principalmente, filosofia, conseguiu alçar voos dentro do movimento New Wave. Pioneiros no foguete de visibilidade que foi a MTV, o Devo, como eles próprios se definem, incompreendidos, merece ser redescoberto! E esse é justamente o trunfo de um documentário que acabou de chegar à Netflix.

 

Entre Montanhas (Apple Tv)

O atirador de elite e o fuzileiro reformado Levi (Miles Teller) vive tempos de instabilidade na sua vida não conseguindo dormir e sem objetivos no lado profissional. Um dia é chamado para uma missão secreta com duração de um ano. A assassina lituana Drasa (Anya Taylor-Joy) depois de cumprir mais um objetivo em sua longa lista de assassinatos é convocada para a mesma missão. Num lugar isolado, cada um dos dois é selecionado para ficar de guarda numa torre, em lados opostos. Aos poucos vão se conhecendo melhor e descobrindo segredos.

 

O Assassino do Calendário (Prime Video)

Amargurada por anos de sofrimento e sem saber o que fazer quando é ameaçada pelo conhecido Assassino do Calendário, Klara (Luise Heyer) está à beira de um precipício emocional e acaba entrando em contato com um telefone que ajuda vítimas a chegarem em casa. Do outro lado da linha, o traumatizado Jules (Sabin Tambrea) faz de tudo para ajudá-la durante toda noite que se segue. Só que aos poucos vamos entendendo melhor toda essa história que apresenta muitas surpresas.

 

A Música de John Williams (Disney Plus)

https://youtu.be/Usxj7KT7pig?si=KZp7PggyyGZnQhn3

No documentário, lançado no segundo semestre de 2024 na Disney Plus, acompanhamos curtos recortes na carreira e vida pessoal desse genial compositor e maestro de 92 anos autor de temas inesquecíveis: Star Wars, Superman, ET – o Extraterrestre, Jurassic Park e tantos outros.

 

Jurado Nº 2 (HBO MAX)

Com um forte trauma recente em seu passado e com problemas superados com bebida, o jovem Justin (Nicolas Hoult) está prestes a ser pai pela primeira vez e vive seus dias na expectativa ao lado da esposa Allison (Zoey Deutch). A calmaria muda quando ele é selecionado para o júri de um julgamento midiático e aos poucos percebe que está mais envolvido no caso do que imaginava.

Mãe solteira esconde vida dupla no trailer de ‘O Segredo do Papai Noel’, nova comédia natalina da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer da comédia natalina ‘O Segredo do Papai Noel‘ (My Secret Santa).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=dCiuHBaYD0U

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 3 de dezembro.

Uma mãe solteira precisa de um emprego. Um resort de ski precisa de um Papai Noel. Disfarçada como um imitador do bom velhinho, será que ela conseguirá usar seu charme para fazer um herdeiro contratá-la?

Alexandra Breckenridge (‘Virgin River’), Ryan Eggold (‘Lista Negra’) e Tia Mowry (‘Reunião de Família’) estrelam a produção.

Mike Rohl, de ‘A Princesa e a Plebeia‘, é responsável pela direção.

10 SÉRIES que você PRECISA assistir antes que todo mundo comente sobre elas!

Em 2025, teve tantas boas séries que chegaram aos streamings – e algumas que ainda virão até o fim do ano – que fica difícil conseguirmos tempo para assistir a tudo. Pra você que está em busca da série certa para maratonar, recomendamos abaixo algumas opções certeiras:

 

Ninguém nos Viu Partir (Netflix)

Baseada em fatos reais, a nova série da Netflix, Ninguém nos Viu Partir, nos mostra a caminhada angustiante de uma mãe amorosa em busca do paradeiro dos dois filhos que foram sequestrados pelo pai.

 

Estado de Fúria (HBO MAX)

Trazendo uma série de situações conflituosas vividas por algumas mulheres em seus cotidianos – que acabam se entrelaçando -, o seriado Estado de Fúria é daquelas obras que você ri e fica chocado na mesma medida.

 

Animal (Netflix)

Antón (Luis Zahera) é um experiente veterinário de uma zona rural no noroeste da Espanha que está passando por uma tempestade de conflitos. Seus clientes de toda uma vida estão sem dinheiro, as dívidas só acumulam e a tentação de uma assinatura que vai contra seus princípios bate à sua porta a todo instante. Um dia, recebe uma oportunidade de recomeço: trabalhar em uma enorme loja de pets gerenciada pela sobrinha Uxía (Lucía Caraballo). Nesse novo emprego, precisa lidar com detalhes que o incomodam, mas aprende novas lições nessa parte avançada da vida.

 

A Namorada Ideal (Prime Video)

Cherry (Olivia Cooke) é uma corretora de imóveis em busca de dias melhores para sua vida repleta de limitações. Ao conhecer Danny (Laurie Davidson), um médico recém-formado e filho único de uma família rica, a felicidade parece bater novamente em sua porta. A questão é que a mãe do novo amor, Laura (Robin Wright) – uma elegante dona de galerias de arte -,   começa a desconfiar dela, levando essa história para uma série de conflitos brutais.

 

Melou (Prime Video)

Dedicada aos cuidados do marido em coma, a produtora canadense de xarope de bordo (um tipo de adoçante) Ruth (Margo Martindale) vem encontrando dificuldades financeiras e na comunicação com a associação responsável por melhorias no seu ofício. Quando uma oportunidade de um roubo mirabolante surge, seu destino se cruza com o ingênuo segurança Remy (Guillaume Cyr) e o alucinado mafioso Mike (Chris Diamantopoulos).

 

Plantão Policial (Prime Video)

Introspectiva e com um passado recente cheio de amarguras e conflitos com outros policiais, a experiente oficial do corpo de polícia de Long Beach, Harmon (Troian Bellisario), recebe a missão de treinar mais um recruta, Diaz (Brendan Larracuente), um rapaz destemido que sofre com o irmão preso e precisa aprender muito mais do que imagina. Ao longo do tempo que formam dupla, esses dois policiais enfrentarão casos violentos pelas ruas da cidade.

 

Terra da Máfia (Paramount Plus)

Conrad Harrigan (Pierce Brosnan) é um temido mafioso, casado com a enigmática Maeve (Helen Mirren), que comanda os negócios da família em Londres. Seu eterno inimigo é Richie Stevenson (Geoff Bell), com quem nunca se deu bem e divide o poder na cidade. Quando o filho de Richie é assassinado de forma violenta, um banho de sangue vira algo iminente e as atenções se voltam para a família Harrigan. Nesse momento, entra em cena Harry da Souza (Tom Hardy) um resolvedor de problemas e leal aos Harrigans.

 

Mentirosos (Prime Video)

Depois que um acidente muda completamente a vida de uma jovem herdeira de uma família milionária, vários segredos começam a surgir sobre tudo e todos ao redor. Baseado num livro de sucesso da escritora nova iorquina E. Lockhart.

 

Pssica (Netflix)

Tudo começa quando Janalice (Domithila Cattete), após uma situação que leva seus pais a deixá-la na casa da tia (Fátima Macedo), em Belém, é sequestrada por um grupo criminoso ligado ao tráfico de mulheres. Paralelamente, conhecemos outros personagens: um ex-policial em busca da afilhada; Preá (Lucas Galvino), um bandido que se apaixona e vê sua bolha ligada à crimes desmoronar; e Mariangel (Marleyda Soto), uma ex-militar colombiana que vê sua família despedaçar e parte em busca de vingança. Ao longo da trama, esses caminhos se cruzam, nos conduzindo a um desfecho imprevisível.

 

A Última Fronteira (Apple Tv)

Frank Remnick (Jason Clarke) é o responsável pela força policial em uma cidade do Alaska. Quando um avião repleto de prisioneiros perigosos cai próximo ao local, ele precisará encarar uma série de conflitos enquanto busca localizar quem desapareceu após o acidente.

 

Confira o novo teaser DUBLADO de ‘Marshals’, série derivada de ‘Yellowstone’

A Paramount+ divulgou o teaser dublado de ‘Marshals: Uma História de Yellowstone‘, série derivada de ‘Yellowstone‘.

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Sem data de estreia, a produção está programada apenas para 2026.

Luke GrimesLogan Marshall-Green estrelam a produção. O elenco ainda conta com Gil BirminghamBrecken Merrill, Mo Brings PlentyArielle KebbelAsh Santos e Tatanka Means.

Na trama do spin-off, com o Rancho Yellowstone para trás, Kayce Dutton (Grimes) se junta a uma unidade de elite de U.S. Marshals, combinando suas habilidades como cowboy e Navy SEAL para trazer justiça para Montana, onde ele e seus companheiros de equipe devem equilibrar família, dever e o alto custo psicológico que vem ao servir como a última linha de defesa na guerra da região contra a violência.

O capítulo de estreia é assinado por Spencer Hudnut e dirigido por Greg Yaitanes.

Criador de ‘Gen V’ ficou “irritado” após os fãs descobrirem reviravolta da 2ª temporada

[AVISO DE SPOILER]

Enquanto alguns espectadores ficaram chocados com a reviravolta no penúltimo episódio da 2ª temporada de ‘Gen V‘, a revelação acabou confirmando a teoria de muitos fãs: Dean Cipher (Hamish Linklater) era um humano comum que estava sendo controlado o tempo inteiro por Thomas Godolkin (Ethan Slater).

Primeiras Impressões | 2ª temporada de ‘Gen V’ mantém o ALTÍSSIMO nível do spin-off de ‘The Boys’

Em entrevista ao The Wrap, o criador Eric Kripke (‘Supernatural’) elogiou a perspicácia de fãs, ao mesmo tempo em que admitiu ter ficado “irritado” por terem acertado a reviravolta tão facilmente.

“Estou ciente que há muitos fãs na internet que perceberam as pistas e descobriram o que estávamos fazendo. Preciso dar o devido crédito a deles. Dito isso, fiquei irritado.”

Ele completa, “É uma reviravolta muito divertida, uma vez que você pensa que o personagem de Hamish é o vilão durante toda a temporada, mas Thomas Godolkin acaba sendo o verdadeiro antagonista. Ele é a primeira temporada que vimos neste ciclo, e foi a pessoa responsável por fundar este lugar.”

Vale lembrar que o último episódio da 2ª temporada irá ao ar no dia 22 de outubro.

Crítica | 2ª temporada de ‘Gen V’ tem início regado a sangue e à irreverência

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Keeya King (‘Yellowjackets’), Stephen Kalyn (‘Warrior Strong’), Julia Knope (‘No Escuro’), Stacey McGunnigle (‘This Hour Has 22 Minutes’), Tait Fletcher (‘The Mandalorian’), Wyatt Dorion (‘Eerie Hall’) e Georgie Murphy (‘Acusado’) integrarão os próximos episódios em papéis recorrentes.

Situada na prestigiada universidade de Godolkin só para super-heróis, a trama acompanha novos estudantes que são treinados para serem a próxima geração (lucrativa) de heróis.  Administrada pela Vought International, a instituição acolhe adolescentes com poderes especiais e hormônios à flor da pele, testando diariamente seus limites físicos, sexuais e morais. Ao longo de sua formação altamente competitiva, os alunos devem lutar para se destacar e, assim, conseguir os melhores contratos nas melhores cidades. Ainda seguindo a típica rotina de universitários, entre festas, provas e encontros, os jovens heróis encontram novos rumos enquanto conhecem-se a si mesmos, assim como seus poderes. Em busca de popularidade e atingir boas notas um grupo de jovens percebem que algo muito incomum está acontecendo na faculdade, entre segredos e muitas brigas violentas, eles finalmente vão descobrir se são os heróis ou vilões de suas narrativas. 

‘Bom Menino’: Novo trailer LEGENDADO promete um dos filmes de TERROR mais aclamados do ano

A Paris Filmes divulgou o novo trailer legendado do terror ‘Bom Menino‘ (Good Boy).

Aclamado pelos críticos, o longa – que é contado através da perspectiva de um cachorro – conquistou sólidos 89% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de outubro.

O filme traz a história de um cão fiel que se muda com Todd, seu tutor, para uma casa de campo. Lá, ele descobre forças sobrenaturais escondidas nas sombras. Quando as entidades ameaçam seu dono, o corajoso cão deve lutar para protegê-lo.

O consenso geral não poupa elogios ao cão protagonista, destacando o excelente uso do conceito não convencional e o impacto emocional de sua narrativa.

Separamos os trechos das principais críticas:

“[O diretor] Ben Leonberg cria um retrato pensativo, perturbador e comovente de quão assustador pode ser para um cão quando seu mundo inteiro vira de cabeça para baixo e ele não consegue entender o motivo.” (Bloody Disgusting)

“Parte do terror do filme, especialmente quando chega à sua conclusão devastadora, é testemunhar esse inocente peludo ver seu mundo inteiro desmoronar lentamente ao seu redor, e não ser capaz de compreender o motivo.” (RogerEbert.com)

“O que poderia ter sido facilmente um truque barato, na verdade, resulta em um dos melhores filmes de terror deste ano.” (Indiewire)

“O que mais chama a atenção e dá ao filme seu poder emocional é a lealdade inabalável de Indy ao seu amado dono e sua disposição de fazer praticamente qualquer coisa para protegê-lo.” (The Hollywood Reporter)

“‘Good Boy’ é um terror assustador e nada convencional, com uma das melhores atuações que vi este ano (de um cachorro, nada menos).” (Film Inquiry)

“Com uma abordagem inovadora e a atuação alucinante de Indy, ‘Good Boy’ é uma das experiências mais únicas do ano.” (ScreenAnarchy

A produção marca a estreia diretorial de Ben Leonberg, a partir de um roteiro que ele escreveu ao lado de Alex Cannon.

O filme é estrelado por Indy, o cachorro do próprio cineasta, além de Larry FessendenShane Jensen Arielle Friedman.

Pennywise NÃO irá aparecer nos primeiros episódios de ‘IT: Bem-Vindos à Derry’

Em entrevista ao Entertainment Weekly, o coshowrunner Jason Fuchs revelou que o Pennywise, em seu visual icônico como o palhaço interpretado por Bill Skarsgård, não irá aparecer nos primeiros episódios da série ‘IT: Bem-Vindos à Derry‘.

O realizador explicou que, inicialmente, a trama irá explorar novas manifestações do antagonista.

“[O Pennywise] é uma criatura que consegue mudar de forma, mas nos filmes há pouco tempo para vermos essas diferentes manifestações [do personagem].”

Apesar da ausência do palhaço, Andy Muschietti, cocridador e diretor dos filmes, prometeu que não irá faltar sustos na série: “Se as pessoas irão assistir o seriado para ficarem aterrorizadas, elas irão ficar aterrorizadas desde o começo.”

A produção estreará oficialmente no dia 26 de outubro, na HBO Max.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.

Bill Skarsgård retornará como o icônico Pennywise.

O elenco ainda contará com Alixandra Fuchs (‘Hatfields & McCoys’), Kimberly Guerrero (‘A Inglesa’), Dorian Grey (‘Star Trek: Discovery’), Thomas Mitchell (‘Spiral’), BJ Harrison (‘Family Law’), Peter Outerbridge (‘Jogos Mortais VI’), Shane Marriott (‘Fargo’), Chad Rook (‘Joe Pickett’), Joshua Odjick (‘Wildhood’) e Morningstar Angeline (‘Westworld’). Os fãs da obra de Stephen King terão que esperar um pouco mais para mergulhar de volta em Derry.

‘Bem-Vindos à Derry’ terá como produtor executivo Andy Muschietti, o diretor dos dois filmes de 2017 e 2019, ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.

10 SÉRIES que você vai maratonar sem nem perceber o tempo passar!

Muitas pessoas, quando vão procurar a uma série pra assistir, dão o play no primeiro episódio e, se convencer, seguem em frente! Para você não ter que passar por isso e com a certeza que vai adorar logo de início, separamos abaixo uma lista para você que adora uma maratona pelos streamings durante o descanso do fim de semana:

 

O Lendário Martin Scorsese (Apple Tv)

Dirigido pela ótima cineasta Rebecca Miller, o documentário Mr.Scorsese nos leva, em cinco episódios, até detalhes marcantes da vida pessoal e da carreira fantástica de um dos mais lendários cineastas da história do cinema. Uma aula, pra quem ama cinema!

 

As Quatro Estações do Ano (Netflix)

Um grupo de amigos animados se encontram sempre que tem uma folguinha para compartilhar de mais momentos juntos. Assim, somos apresentados aos casais: Kate (Tina Fey) e Jack (Will Forte), Danny (Colman Domingo) e Claude (Marco Calvani), Anne (Kerri Kenney) e Nick (Steve Carell). A questão que gira em torno de tudo que acompanhamos é a de que Nick resolve se separar, pegando a todos de surpresa. Esse fato apresenta mais conflitos ao grupo de amigos, principalmente quando ele assume um novo romance, com Ginny (Erika Henningsen), uma mulher mais jovem.

 

Cangaço Novo (Prime Video)

Mostrando a saga de um homem, exonerado do exército e ex-bancário, que vira assaltante de banco, em total reconexão com um passado do qual só tinha lampejos de lembranças, Cangaço Novo, seriado brasileiro na Prime Video, com um total de oito episódios na sua primeira temporada, é um explosivo projeto que vai da violência até perdidos laços familiares.

 

Étoile: A Dança das Estrelas (Prime Video)

Jack (Luke Kirby) é o administrador de uma renomada companhia de balé norte-americana que passa por grandes sufocos na tentativa de renovar o interesse do público para os espetáculos. Sofrendo do mesmo problema, Geneviève (Charlotte Gainsbourg) se encontra numa forte pressão dos patrocinadores da sua companhia, também famosa, na França. Quando surge uma mirabolante ideia, trocar os talentos para um intercâmbio durante um período, a vida desses dois administradores trará conflitos que vão do céu ao inferno.

 

Paradise (Disney Plus)

Tudo ia bem numa comunidade perfeita de algumas milhares de pessoas, até que um dia o presidente Cal (James Marsden) é brutalmente assinado no seu quarto. Logo, Xavier (Sterling K. Brown), o responsável chefe por sua segurança, começa a juntar as peças desse quebra-cabeça que nos leva até a exposição de fatos surpreendentes que vão de encontro aos interesses de Sinatra (Julianne Nicholson), uma influente nas relações políticas. Se você acha que a trama se prende a isso, não ande por esse caminho. Ao final do primeiro episódio, entendemos um pouco do que é aquele lugar.

 

A História da minha Família (Netflix)

Ao longo de seis episódios, essa minissérie – que entrou no catálogo da Netflix nesse início de 2025 – nos apresenta a vida de Fausto (Eduardo Scarpetta), em dois momentos. No primeiro, como um carinhoso pai de família que encontrou o amor de sua vida de forma inusitada, numa cafeteria. Anos mais tarde, já separado e com a ex-esposa Sara (Gaia Weiss) enfrentando graves problemas psicológicos, é diagnosticado com uma doença terminal e precisa arrumar as peças soltas em sua família desestruturada antes de partir.

 

A Melhor Irmã (Prime Video)

Chloe (Jessica Biel), é um mulher bem-sucedida, editora-chefe de uma revista de sucesso, que vive sua rotina de milionária ao lado do marido, o advogado Adam (Corey Stoll), e do filho Ethan (Maxwell Acee Donovan). Sua rotina é interrompida quando Adam é brutalmente assassinado. A partir desse momento, segredos profundos sobre o casamento começam a vir à tona — incluindo a chocante revelação de que Ethan é, na verdade, fruto de um relacionamento entre Adam e Nicky (Elizabeth Banks), irmã de Chloe. Sem opções, a não ser lidar com o passado e os conflitos entre elas, Chloe e Nicky precisam superar as desavenças e encontrar soluções para os conflitos que aparecem.

 

Duas Covas (Netflix)

Isabel (Kiti Mánver) é um senhora aposentada que vive numa confortável casa no alto da belíssima cidade de Frigiliana, na província de Málaga. Tudo ia bem em sua vida até o dia fatídico em que sua neta preferida desapareceu, junto de uma amiga – filha do mafioso Rafael (Álvaro Morte). Anos após o ocorrido, ainda em busca de informações sobre o que aconteceu, Isabel começa a descobrir peças importantes desse quebra-cabeça.

 

Cortina de Fumaça (Apple Tv)

No centro desse tabuleiro está o investigador de incêndios criminosos Dave (Taron Egerton), um homem que leva uma rotina comum, casado, bem-visto no trabalho, que se vê de frente com dois incendiários tocando o terror pela cidade. Sem conseguir avançar nas investigações, é designado para ajudá-lo a policial Michelle (Jurnee Smollett), uma mulher com traumas no passado. Essa dupla precisará encontrar o caminhos para chegar até aos criminosos. Só que há um detalhe, no final de um dos primeiros capítulos, nossos olhos se voltam para verdades inesperadas e passamos a acompanhar os desenrolares de outras perspectivas.

 

O Eternauta (Netflix)

Sempre renovando uma amizade de quase 40 anos, quatro amigos se reúnem toda sexta-feira para jogar truco. Num desses dias, algo estranho acontece. Ao perceberem estar sob uma misteriosa e mortal nevasca, Juan Salvo (Ricardo Darín) e o restante do grupo precisarão encontrar soluções para sobreviver quando os perigos se mostram presentes. Conforme os dias passam começam a entender que uma invasão aconteceu e nada será como antes.