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Assista ao Red Carpet do Oscar 2025 AO VIVO on line!

Assista ao Red Carpet do Oscar 2025 AO VIVO on line!

Onde assistir ao Oscar 2025 e a que horas começa?

A cerimônia do Oscar 2025 acontecerá neste domingo, 2 de março, diretamente do icônico Dolby Theatre, em Hollywood, um local que já se tornou sinônimo de glamour e história no universo cinematográfico. O evento começará pontualmente às 21h (horário de Brasília), com a tradicional exibição do tapete vermelho, onde celebridades e convidados desfilam seus trajes elegantes. Às 22h, tem início a entrega dos prêmios, e a cerimônia deve durar cerca de três horas, com grandes expectativas para as disputas nas categorias mais relevantes, como Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Ator/ Atriz.

Para quem deseja acompanhar ao vivo a cerimônia, o Oscar 2025 será transmitido no Brasil por diferentes canais. A TNT e o Max farão a transmissão com tradução simultânea, permitindo aos telespectadores desfrutarem da premiação em tempo real, com a cobertura detalhada e comentários especiais. Além disso, a TV aberta no Brasil também irá exibir a cerimônia ao vivo, sendo a Rede Globo a responsável pela transmissão para todo o país, exceto no Rio de Janeiro, onde, devido à coincidência de datas, será mantida a exibição dos desfiles das escolas de samba, tradicional evento carioca que também atrai grande público.

Vale ressaltar que a Globo oferece seu sinal de TV aberta por meio da plataforma Globoplay, o que possibilita aos telespectadores de diversas regiões do Brasil assistirem à cerimônia gratuitamente pela internet, sem depender da TV tradicional. Isso significa que, independentemente de onde você esteja, pode acompanhar todos os detalhes do evento, desde a chegada das celebridades até os momentos de consagração dos vencedores.

O filme brasileiro Ainda Estou Aqui no Oscar 2025

Uma das maiores surpresas deste ano é a indicação de ‘Ainda Estou Aqui‘, um filme brasileiro que conquistou espaço entre as produções mais aclamadas pela crítica internacional e figura entre os indicados às principais categorias do Oscar 2025. Com uma história emocionante e uma atuação marcante de Fernanda Torres, a produção tem sido apontada como uma forte concorrente, trazendo uma representatividade importante para o cinema nacional na maior premiação do mundo.

O filme aborda questões sensíveis e universais, o que tem atraído a atenção não apenas de público brasileiro, mas também da crítica especializada mundial. Para os cinéfilos, a presença de ‘Ainda Estou Aqui‘ na disputa traz a esperança de que o cinema brasileiro continue a conquistar cada vez mais visibilidade no cenário internacional. Com grandes expectativas, o filme pode representar um marco para o cinema nacional e uma oportunidade de reconhecimento para o talento de Fernanda Torres, que já é reconhecida por seu trabalho no Brasil e agora recebe a chance de brilhar no maior palco do cinema mundial.

O Oscar 2025 promete ser uma noite repleta de emoção, surpresas e muitas estrelas, celebrando o melhor da sétima arte. Acompanhe a cerimônia e torça pelos seus favoritos, pois a cada edição, o Oscar se reinventa, e este ano, promete um espetáculo inesquecível.

E, enquanto os vencedores não são revelados, preparamos uma breve matéria especial ranqueando todos os longas-metragens indicados à categoria de Melhor Filme – que inclui, de forma histórica, a produção brasileira ‘Ainda Estou Aqui’, estrelada por Fernanda Torres e comandada por Walter Salles.

Confira e conte para nós qual o seu favorito:

10. EMILIA PÉREZ

emilia perez

Polêmicas envolvendo a protagonista Karla Sofía Gascón e o diretor Jacques Audiard à parte, ‘Emilia Pérez’ não tem qualquer elemento que justifique sua presença entre os indicados a Melhor Filme. O musical, que também traz Zoe SaldañaSelena Gomez no elenco protagonista, é uma mistura cansativa de gêneros e de canções esquecíveis, coreografias sem sentido e fracas atuações (com exceção de Saldaña, que continua como a favorita para levar o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante para casa) que narra uma história controversa e exaurível. Talvez o único aspecto que realmente chame a atenção seja a estética – que também não consegue se sustentar por muito tempo.

9. UM COMPLETO DESCONHECIDO

Bob Dylan é um dos nomes mais respeitados da história da música e, ano passado, ganhou uma cinebiografia intitulada ‘Um Completo Desconhecido’, com direção assinada por James Mangold. O filme é uma sólida investida cinematográfica, mas joga demais no seguro e não se arrisca em seus aspectos engessados, optando por seguir o libreto de convencionalismos de obras similares. Todavia, Timothée Chalamet faz um trabalho incrível ao incorporar Dylan, dividindo os holofotes com nomes como Edward NortonMonica Barbaro (igualmente em interpretações aplaudíveis).

8. WICKED

‘Wicked’ nos arrebata desde os primeiros minutos com performances aplaudíveis de Cynthia Erivo Ariana Grande. Ao encarnar Elphaba, Erivo consegue desfrutar de sua carreira no teatro (sendo detentora de um prêmio Tony, inclusive) e trazer novos aspectos àquela que se transformaria na icônica Bruxa Má do Oeste – singrando pelas complexidades de uma justiceira social que sabe o que é ser diferente e ser marginalizada pelos outros; Grande, por sua vez, explode como um hilário escape cômico, pintado na mais pura egolatria e vaguidão que, na verdade, esconde um coração benévolo que está apenas tropeçando ao se encontrar. E, para além dessas icônicas performances, é notável o trabalho memorável do diretor Jon M. Chu em capturar a essência do romance e do musical da Broadway em um espetáculo visual e sonoro de tirar o fôlego.

7. NICKEL BOYS

nickel boys

‘Nickel Boys’ talvez seja o título menos conhecido dessa seleção de indicados, mas, desde sua estreia no Festival de Telluride em agosto do ano passado, tornou-se um queridinho da crítica – e não é por qualquer razão. O longa dirigido por Colson Whitehead é inspirado por eventos reais e traz um estilo estético único que se afasta das fórmulas dos dramas e apresenta uma perspectiva bastante original. Para além do sólido trabalho imagético, o elenco explode em rendições fabulosas, com destaque a Ethan HerisseBrandon Wilson em um comprometimento com seus respectivos papéis que nos deixa extasiados e emocionados.

6. A SUBSTÂNCIA

a substância

Ninguém imaginaria que, em 95 anos dos prêmios da Academia, o terror finalmente conseguiria encontrar um espaço de apreciação por parte dos votantes. E foi graças a Coralie Fargeat que ‘A Substância’ sagrou-se uma das produções mais aclamadas dos últimos anos, nos envolvendo com uma remodelagem do body horror e do terror sci-fi que quebrou as barreiras entre os gêneros e mereceu seu lugar dentre os indicados. Além dos impressionantes roteiro e direção encabeçados por Fargeat, essa visceral jornada pelo mundo do estrelato e da ambição contou com performances irretocáveis de Demi MooreMargaret Qualley.

5. CONCLAVE

Cardeais e freira em túnicas religiosas.

Depois de fornecer uma visão bastante diferenciada sobre os dramas bélicos com o vencedor do Oscar ‘Nada de Novo no Front’Edward Berger voltou aos holofotes com o suspense religioso ‘Conclave’. O filme poderia se render às fórmulas do gênero, porém, ao ter plena ciência dos limites que se autoimpõe, busca alternativas que prezam pela originalidade e que deixam que atores de altíssimo calibre convidem os espectadores a uma espetacular peça cinematográfica. Ademais, o longa reitera Berger como um dos grandes diretores da atualidade – e mostra sua sagacidade ao se aliar com nomes como Ralph FiennesStanley TucciJohn Lithgow e Isabella Rossellini em um elenco estelar.

4. DUNA: PARTE 2

Ambicioso, estupendo e majestoso são apenas alguns dos adjetivos que conseguem resumir, grosso modo, ‘Duna: Parte 2’. O mais recente longa de Denis Villeneuve é um deleite para os olhos, uma aula de como fazer cinema e, de forma imediata, posta-se como um dos melhores títulos não apenas da década, mas do século – expandindo o lendário universo arquitetado por Frank Herbert com esmero espetacular. Cada uma das sequências tira o fôlego do público, pinceladas com atuações esplendorosas de nomes como Timothée ChalametRebecca FergusonZendaya, investindo esforços em temáticas como fanatismo religioso, luta pelo poder e vingança.

3. ANORA

anora poster

Apesar de descrito como uma dramédia, ‘Anora’ emerge como uma obra fílmica que consegue borrar os limites delineados entre os gêneros narrativos. Percebemos desde os primeiros minutos que o escopo atmosférico, pincelado com o hedonismo estético e artístico de um realismo mágico que divide os múltiplos atos. A ideia é fundir o prazer fugaz com a dureza de uma realidade sóbria, seja no proposital conflito imagética, seja em uma tour-de-force inenarrável de Mikey Madison, que desponta como uma das grandes estrelas de cinema da nova geração. No final das contas, não é possível colocá-lo apenas em um rótulo, conforme o escopo escala a níveis estratosféricos e aposta fichas na maximização das complicadas relações humanas.

2. AINDA ESTOU AQUI

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Mesmo em meados da década de 2020, há pessoas que rendem-se ao vira-latismo cultural ao acreditar que o Brasil não produz filmes bons. Walter Salles veio para provar novamente que isso não é verdade ao encabeçar o visceral e impactante drama ‘Ainda Estou Aqui’. Ambientado no obscuro período da Ditadura Militar, o longa funciona como um retrato cru de um dos momentos mais duros da história nacional – e, além de contar com uma soberba produção técnica e artística, é encabeçado por uma performance arrebatadora de Fernanda Torres, que se reitera como uma das melhores atrizes de todos os tempos.

1. O BRUTALISTA

Ninguém poderia nos preparar para o épico drama que Brady Corbet estava cozinhando com ‘O Brutalista’. Ao longo de três horas e meia de duração, o cineasta nos leva a uma jornada suntuosa de reflexão sobre as mentiras do inalcançável sonho americano ao colocar nos holofotes um imigrante que sobreviveu ao Holocausto e se mudou para os Estados Unidos para alcançar seus objetivos. Guiado pela performance quase etérea de Adrien Brody, o filme emerge como um clássico instantâneo que se vale bastante de elementos dos anos 1950 e 1960 – como a revitalização do formato VistaVision e o intervalo entre seus atos – em uma carta de amor à arte cinematográfica.

5 ótimos filmes para conferir na Apple TV+

Um dos streamings disponíveis no Brasil com o preço mais em conta, sem dúvidas é o Apple Tv+ . Com seriados muito interessantes, como o atual ganhador do EMMY de Melhor Série de Comédia Ted Lasso, além de alguns filmes disponíveis para seus assinantes, esse streaming tem tudo para crescer, criar mais produções originais e ser a alegria de muitos cinéfilos e cinéfilas pelo mundo a fora.

Para ajudar você leitor com algumas dicas de filmes que tem nesse catálogo, segue abaixo 5 ótimos filmes, entre ficção e documentários, que tem nesse streaming:

 

Greyhound

Com um orçamento de cerca de 50 milhões de dólares, com roteiro escrito pelo próprio Tom Hanks baseado no livro The Good Shepherd, de C.S. Forester, Greyhound, estrela no catálogo da Apple Tv é um filme de guerra sem muitas pausas para absorvermos os inúmeros termos náuticos de combate em meio a um oceano atlântico que lembra o bom e velho batalha naval que jogávamos na infância. No papel principal, também Hanks com pitadas de um pouco mais do mesmo visto em outros filmes. Pena que esse filme não conseguiu chegar aos cinemas pois as cenas muito bem conduzidas e o som principal deixariam o espectador com uma interação mais profunda com tudo que acontece na tela aos longos dos menos de 100 minutos de projeção.

 

Pais

Disponível no catálogo da Apple Tv+, o documentário Pais é uma jornada curta mas bastante objetiva ao redor de alguns dos principais momentos na vida de um pai em diversos lugares do mundo. Desde a aceitação até o dolorosos momentos, somos jogados ao universos de alguns pais e entendendo um pouco do cotidiano e suas dinâmicas em busca de uma boa educação e formação de seus filhos. No filme vemos depoimentos de pessoas não conhecidas e algumas bem famosas, como Will Smith, Judd Apatow e Jimmy Fallon. O projeto é dirigido pela atriz e diretora Bryce Dallas Howard que inclusive conta com o depoimento de seu pai, o cineasta Ron Howard.

 

11 de Setembro: No Gabinete de Crise do Presidente

As tensões de um dos mais impactantes momentos de tristeza da história mundial. O mundo nunca vai esquecer o acontecimento no dia 11 de setembro de 2001. Em 2021, a tragédia faz 20 anos e um série de reportagens e produções audiovisuais ganharam destaque em muitos lugares no infinito da internet e televisões mundo à fora. Um desses que mais chamaram a atenção foi o projeto 11 de Setembro: No Gabinete de Crise do Presidente, dirigido pelo cineasta Adam Wishart que mostra tudo que ocorrera pela ótica do presidente da época George W. Bush. São relatos impactantes, alguns surpreendentes que mostram toda a loucura que foi aquele 11 de setembro de 20 anos atrás. Esse documentário está disponível na Apple TV+.

 

Hala

O quanto raízes conservadoras podem modificar os sonhos em um mundo tão globalizado? Tradições, segredos, família. Um dos primeiros filmes lançados na plataforma da Apple TV+ , Hala, escrito e dirigido pela cineasta Minhal Bing, mostra o drama de uma jovem de origem paquistanesa que mora nos Estados Unidos quando próximo de sua formatura alguns acontecimentos aparecem em sua frente transformando pensamentos sólidos em revisões sobre o que enxergava que eram os limites de sua liberdade. Interessantíssimo filme exibido no Festival de Sundance em 2019.

 

On the Rocks

As verdades precisam ser contadas ou descobertas? Analisando um peculiar raio-x da desconfiança na cabeça de uma esposa que se sente afastada do marido, a cineasta Sofia Coppola (que escreve e dirige esse projeto) nos leva em bom ritmo a uma trama repleta de ótimos diálogos mesmo com um clima amargurado que percorre toda a trama. Entre um drink e outro pai e filha nos divertem com diálogos sobre casamentos, o mundo, traições, escolhas, atos machistas. Bill Murray e Rashida Jones nos brindam com ótimas atuações. As passagens dos arcos são lindas, metáforas de interseção entre a cidade e os problemas cotidianos entre quatro paredes.

Reflexo dos nossos medos: Por que os filmes de terror mexem tanto com a gente?

Ampliando cada vez mais os paralelos entre a realidade e a ficção ao longo do tempo, através de chocantes acontecimentos que são potencializados por elementos cinematográficos que prendem a atenção, os filmes de terror conquistam, a cada geração, novos integrantes para sua contemplação.

Desde o curta-metragem de apenas três minutinhos, A Mansão do Diabo, dirigido por Georges Méliès no final do século XIX – considerado por muitos o primeiro filme de terror da história -, esse gênero imersivo nos conflitos emocionais, vem evoluindo seu alcance narrativo. Transitando pelos monstros da década de 1930, pelo slasher e o sobrenatural – entre outras fases marcantes -, consolidou-se como uma ferramenta de reflexão que quebra o real por meio dos medos coletivos.

Cena do filme: 'A Mansão do Diabo'
Cena do filme: ‘A Mansão do Diabo’

Em busca de respostas sobre por que os filmes de terror mexem tanto com a gente, começamos uma pequena investigação através de quatro aspectos observados quando refletimos, de uma maneira geral, sobre esse gênero.

 Crítica 3 | ‘Pânico 7’ volta às origens da franquia e entrega um terror divertido, despretensioso e sangrento

 

Medo Real e o Medo da Ficção

É difícil a correlação entre o medo real e medo da ficção, sobretudo como essa ligação faz com que uns amem e outros odeiem obras desse gênero. A cada obra que está catalogada como terror – ou seus subgêneros – nos preparamos para um chocar inserido numa resposta emocional igualzinha temos em nossa realidade quando nos vemos em perigo. E quando a trama se aproxima de alguma história que reconhecemos na vida real, a linha tênue entre a ficção e a realidade ganha outras proporções: enquanto algumas pessoas embarcam no caminho de refletir sobre, outras tornam-se reféns das percepções das próprias vulnerabilidades.

Cena do filme: 'Cuckoo'
Cena do filme: ‘Cuckoo’

 

Reflexo dos nossos medos?

Será então que toda a aflição que sentimos nos labirintos que se metem a maioria dos personagens inseridos nesse gênero, de alguma forma, retrata nossos próprios medos e angústias? Essa é uma pergunta pertinente, que envolve o complexo campo das emoções – no qual não vamos entrar muito a fundo, já que somos cinéfilos, não cientistas. Se na nossa vida real vemos algo fora do lugar que causa algum arrepio, esse mesmo sentimento se coloca à disposição diante de um filme repleto de tensão, permitindo assim uma obra apresentar reflexos dos nossos medos – alguns deles bem profundos. Concordam?

Cena do filme: 'Presente Maldito'
Cena do filme: ‘Presente Maldito’

O medo como reflexo social

É óbvia a constatação que, ao longo do tempo, os filmes de terror acompanham movimentos do cotidiano. A cada década, muda-se tanto em vários campos, mas existe a razão humana e nossos questionamentos que seguem vivos. Conforme envelhecemos, nossos medos se ampliam, mas também encontramos ferramentas para combatê-los. As boas obras desse gênero conseguem estabelecer uma forte ligação com a atualidade, com o que se vive em sociedade, onde a sugestão através do medo vira de fácil correlação ao o que é visto no lado de cá da telona.

O medo como entretenimento

Como convidar essas sugestões, que nos tiram da zona de conforto, para um diálogo com nossos medos reais? Talvez essa seja a primeira pergunta que roteiristas se façam antes das primeiras linhas de uma história. A linguagem cinematográfica é infinita: pode-se se chegar em um mesmo desfecho através de inúmeros caminhos. Seja pelo psicológico, pela violência que choca, até mesmo pela maneira como é mostrada a caminhada de personagens que sobrevivem até o fim, essa poder de manipulação na ação de contar uma história pode atrair ou distanciar. Mas tenha certeza: convencem melhor produções que conseguem extrair provocações através das metáforas da vida.

Com a chegada de Pânico 7 aos cinemas neste começo de 2026, reacendem-se novos olhares sobre como esse gênero cinematográfico – no qual essa obra se destaca por manter-se viva no imaginário cinéfilo após três décadas – atravessa nossa mente de forma fascinante, nos fazendo topar a confrontar medos e, quem sabe, até refletir sobre nossas próprias experiências.