O mais novo filme do cineasta Christopher Nolan, ‘Dunkirk’, quase foi feito sem nenhum roteiro.
A revelação foi feita pelo próprio diretor, durante uma entrevista realizada por seu irmão, Jonathan Nolan.
Na ocasião, Nolan revelou o quão imersiva foi sua experiência de pesquisa para a concepção da obra, a ponto de deixá-lo confortável para adotar uma abordagem mais livre.
Segundo ele:
“Eu cheguei em um determinando ponto onde eu consegui dimensionar a extensão, o movimento e o plano histórico daquilo que eu gostaria que o filme mostrasse. Porque para mim, se trata de uma simples geografia. Mas como meu colaborador de sempre, Nathan Crowley [designer de produção], já estava engatado no projeto, eu fui conversar com ele e sua esposa, Emma Thomas, que também é sua parceira na produção. Eu disse que não queria um roteiro, que apenas queria mostrar a guerra. O que tinha em mente meio que encenar o conflito e filmá-lo. Mas Emma me encarou como se eu fosse maluco e apenas ‘isso não vai acontecer’”.
Enquanto isso, o segundo capítulo da franquia segue com estreia marcada para 21 de junho, mas terá pré-estreias pagas à partir de 14 de junho. Os ingressos já estão à venda.
O longa recebeu classificação indicativa e aparentemente será mesmo mais sombrio que o filme anterior, dirigido por Colin Trevorrow.
“Passaram-se quatro anos desde que o parque temático e resort de luxo Jurassic World foi destruído por dinossauros que escaparam do cativeiro. Isla Nublar agora se encontra abandonada por humanos enquanto os dinossauros restantes sobrevivem sozinhos na selva.
Quando o vulcão inativo da ilha começa a dar sinais de que vai entrar em erupção, Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) fazem uma campanha para resgatar os dinossauros desse evento que pode levá-los novamente à extinção. Owen está determinado a encontrar Blue, a líder das velociraptors que ainda está perdida na selva, e Claire passou a respeitar essas criaturas que agora são a sua missão de vida.
Ao chegarem na instável ilha quando a lava começa a jorrar, a expedição deles descobre uma conspiração que pode levar todo o nosso planeta a um estado perigoso que não é visto desde tempos pré-históricos. Todas as maravilhas, aventuras e emoções que são sinônimo de uma das mais populares e bem sucedidas franquias da história do cinema, essa novo longa marca o retorno de personagens queridos e dinossauros – junto com novas raças ainda mais impressionantes e aterrorizantes que antes. Bem-vindos a Jurassic World: Reino Ameaçado.”
Winstead interpretará uma funcionária operacional que trabalha para a mesma empresa que Henry (Smith). Inicialmente responsável por apenas monitorar as ações do homem, ela acaba se unindo a ele na luta para destruir seu clone do mal, que é muito mais jovem e forte.
A trama segue um assassino de aluguel veterano, que está tentando sair do ramo e se aposentar, para levar uma vida mais tranquila.
No entanto, sua saída não será tão simples e ele terá que enfrentar seu próprio clone, 25 anos mais jovem e no auge de seus poderes.
Um nova cena deletada do terror ‘O Homem Invisível‘ foi divulgada. Nela, vemos a atriz Elisabeth Moss dentro de uma delegacia, sendo avaliada após ter sido atacada por seu violento namorado.
Confira:
A produção chega no formato digital nesta terça-feira (12).
Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou US$ 122.9 milhões mundialmente, com um orçamento de apenas US$ 7 milhões.
Escrita e dirigida porLeigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.
O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (‘Nós’, ‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.
Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.
‘O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.
A franquia de ‘Law & Order‘ está crescendo novamente como nos anos 90/2000 e mais um novo spin-off fora confirmado pela emissora NBC.
Dessa vez, a nova série, intitulado ‘Law & Order: For The Defense‘, vai explorar o submundo dos advogados, bem como o sistema de justiça criminal norte-americana.
Segundo a revista Variety, a vindoura produção “vai colocar os advogados sob o microscópio, junto com o sistema de justiça criminal, com todas as semanas entregando a promessa de um contemporâneo conto sobre moralidade”.
O criador da franquia ‘Law & Order‘, Dick Wolf, assume a função de produtor executivo do projeto, ao lado de Arthur Forney, Julie Weitz, Peter Jankowski e Carol Mendelsohn – que ainda será a showrunner.
Em um comunicado oficial, Wolf ponderou sobre a expansão do universo da série:
“Essa nova série é, particularmente, empolgante para mim. Passamos os últimos 30 anos em produções que apresentavam o lado da acusação. Agora será ótimo poder mostrar a defesa. E fazer isso com a Carol é uma honra e uma oportunidade para ambos produzirmos TV de um jeito que ainda não fora feito”.
Intitulado Not Your Father’s Organized Crime, o próximo episódio irá ao ar no dia 8 de abril.
Criada por Dick Wolf, Ilene Chaiken e Matt Olmstead, a série é um spin-off de ‘Lei & Ordem: Unidade de Vítimas Especiais‘.
Na trama, Stabler está se recuperando de uma perda pessoal e volta à Polícia de Nova York para liderar uma força-tarefa de elite que enfrentará o crime organizado. Ele descobre que – após a sua ausência de uma década da instituição – o sistema e a cidade já não são mais os mesmos que eram e agora ele terá que se adaptar a um diferente modelo de justiça criminal, em meio ao seu próprio momento de ajuste de contas.
‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ marca o início de uma nova fase do MCU e promete ser uma das principais estreias nos cinemas em 2025. Apresentando um universo retrofuturista inspirado na década de 60, o vindouro longa flerta com uma estética ainda não explorada pela Marvel Studios.
E essa nova proposta foi desenvolvida em parceria com a artista conceitual e ilustradora Mushk Rizvi, que compartilhou parte do seu processo criativo na construção desse novo momento do estúdio.
Por meio de seu portfólio online, a Rizvi divulgou os registro das artes conceituais e do desenvolvimento do design, um trabalho que se estendeu entre os anos de 2022 e 2024. Nas imagens, é possível ver como a estética dos protagonistas foi criada e como o design de produção e de figurino chegaram em suas versões finais.
Imagens e vídeos dos estágios de desenvolvimento do conceito ainda detalham parte dos efeitos visuais, como os poderes dos super-heróis.
Confira parte do material e conheça o trabalho dela no filme no filme aqui:
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
O filme chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.
“Quando leio um roteiro como esse, penso: é isso que significa ser artista — expressar algo que antes parecia impossível de dizer”, declara Jennifer Lawrence pela tela do Zoom, enquanto observo seu rosto expressivo sob sua franja e um fundo esfumaçado de um ambiente oculto aos meus olhos curiosos.
Este é o nosso terceiro “encontro” no ano por conta da promoção de Morra, Amor (Die, My Love), romance da escritora argentina Ariana Harwicz— um texto brutal, de escrita crua e desprovida de verniz, que aborda a maternidade sem suavização e sem didatismo. Tudo é narrado por Grace, protagonista do livro e, agora, do filme, interpretada por Jennifer Lawrence, em cartaz nos cinemas brasileiros desde 27 de novembro e com estreia no streaming MUBImarcada para 23 de janeiro.
Nosso primeiro encontro ocorreu durante a conferência de imprensa do Festival de Cannes, onde o filme fez sua estreia mundial na Mostra Competitiva pela Palma de Ouro. Embora sem prêmios, o longa pairava entre as expectativas mais intensas do festival, em grande parte por conta da volta de Lynne Ramsay, após oito anos de hiato, ao comando de um longa-metragem, e também pela força do encontro entre Jennifer Lawrencee Robert Pattinson: era a primeira vez que os protagonistas das franquias adolescentes mais rentáveis da última década — Crepúsculoe Jogos Vorazes — contracenavam juntos. De modo jocoso, Lawrence recordou o primeiro dia de filmagem com Robert Pattinson — uma cena de sexo — e brincou: “Nem tive tempo de depilar as pernas.” Entre risadas, descreveu as aulas de dança interpretativa impostas pela diretora como a verdadeira prova de fogo: “Depois disso, ficar nu parecia quase menos embaraçoso.”
Mas foi a experiência compartilhada da parentalidade que criou o vínculo mais profundo entre eles: “É bom estar com alguém que quer falar sobre o filho tanto quanto você — e que assiste sem reclamar a um vídeo de três minutos do seu bebê”, comentou durante nosso segundo encontro, no dia 29 de setembro, em um Q&A, em Paris.
Entre visibilidade e fratura política
Entre maio, em Cannes, até o anúncio dos indicados ao 83° Globo de Ouro — sua sétima indicação ao prêmio — no último dia 8 de dezembro, Jennifer Lawrence declarou abertamente sua posição contra o massacre de crianças durante os ataques em Gaza, tal como mãe, tal como artista, em 26 de setembro, no Festival de San Sebastián. Por conta da enorme repercussão, dias depois afirmou que não faria mais declarações políticas.
Enquanto algumas pessoas a parabenizaram pela fala, em Paris, outras demonstraram afeto pela sua performance como protagonista dos Jogos Vorazes e questionaram uma possível volta ao papel de Katniss Everdeen, o qual ela respondeu sempre ser possível. Na última semana, a revista Variety reforçou os boatos de sua participação em Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, apesar de não ter uma declaração oficial do estúdio Lionsgate.
Produzir é convencer
Ao contrário dos seus interlocutores no evento, conversei com Jennifer sobre seu papel como produtora. Falamos também de seus últimos trabalhos, incluindo os documentários Pão, Rosas e Liberdade (2023) e Zurawski v Texas (2024), sobre a perda dos direitos da mulheres com a volta do regime Talibã ao poder e sobre um grupo de mulheres em luta pelo direito ao aborto. “O trabalho como produtora é, na verdade, tornar o projeto viável, nem tanto na parte criativa. Em Morra, Amor, por exemplo, foi convencer Lynne Ramsay a dirigir o filme,” me explica e adiciona que continuará a produzir enquanto houver histórias interessantes a serem contadas com a necessidade de um empurrão.
Essa dimensão política também atravessa sua atuação como produtora. Que tipo de projeto, então, lhe interessa colocar em tela? “Quero produzir algo que conte a história norte-americana”, resume sem entrar em detalhes. Nossa conversa é interrompida por convidados animados por sua presença no salão e ela fala sobre as filmagens para o próximo ano com Martin Scorsese — What Happens at Night (O que Acontece à noite, em tradução livre), adaptação do romance de Peter Cameron —, sua primeira parceria com o renomado diretor conhecido por seus filmes sobre o submundo violento dos Estados Unidos.
Considerado padrinho do projeto, Martin Scorsese é o responsável por apresentar a obra argentina a Jennifer. “É difícil imaginar um presente melhor do que receber um livro diretamente dele”, brincou, quase descrevendo uma cena de ficção. Para ela, o texto de Harwicz era “um mergulho incontornável no psiquismo feminino, ao mesmo tempo brutal e profundamente comovente”. Era impossível largá-lo e impossível não querer transpor aquela violência emocional para o cinema, mesmo que, a princípio, não entendesse como.
Daí veio a decisão de não apenas protagonizar o longa, mas também produzi-lo. E a escolha quase inevitável da diretora Lynne Ramsay: “Sempre me impressionei com a força e a singularidade da visão dela. Quando li o romance em primeira pessoa, pensei: a única pessoa capaz de transformar isso em poesia cinematográfica é a Lynne.” Quase como um pequeno milagre, nas palavras da atriz, Ramsay aceitou, após oito meses e meio de sedução por e-mail.
Maternidade sem mito: instinto e colapso
Quando, neste terceiro encontro pela tela do computador, comecei a explorar com Lawrence suas impressões sobre o livro e sobre a construção de Grace no set, retomamos a experiência que marcou sua carreira: Mãe!, de Darren Aronofsky. “Foi a primeira vez que interpretei uma mãe em cena”, relembrou. “E Morra, Amor foi a primeira vez que interpretei uma mãe sendo, de fato, mãe”, pondera.
“Vejo semelhanças nisso com a experiência das mães no mundo real: o quanto somos pressionadas a ter filhos, criá-los para também produzir, trabalhar… as expectativas que recaem sobre nós são extremamente desgastantes”, relata Jennifer. Se em Mãe! sua personagem encarnava a metáfora da Terra devastada, aqui, em Morra, Amor, a devastação é íntima e cotidiana.
A atriz descreveu a fricção intensa entre sua própria sensibilidade, transformada pela maternidade, e a desordem emocional de Grace. “Muitas vezes, eu sentia pena do personagem de Robert Pattinson. Eu pensava: ‘Ela precisa pedir desculpas, ela precisa lhe dar um alívio’. Mas eu sabia que, da perspectiva da Grace, isso era impensável.” Uma das cenas mais duras no set — a de quebrar a pia do banheiro e descascar as paredes com as próprias unhas — foi o ápice dessa tensão.
Essa entrega radical, segundo Lawrence, só fez sentido porque encontrou eco no olhar da diretora. Em Paris, Jennifer mencionou a sua satisfação com o corte final: “Em um cinema americano que exige comentários definitivos sobre tudo, Lynne teve a ousadia de fazer o oposto: criar uma obra poética, aberta, que não oferece respostas”. Sua admiração pela cineasta escocesa nasceu quando ela assistiu pela primeira vez O Lixo e o Sonho (1999) e ficou encantada pelo seu estilo visual único.
Quando a atriz passa a dirigir o olhar
Estaria Jennifer Lawrence pronta a dar um próximo passo? Nossas últimas palavras foram sobre o futuro dela atrás das câmeras. Em um ano em que três atrizes premiadas ampliaram a atuação feminina na autoria cinematográfica — Kate Winslet, Scarlett Johansson e Kristen Stewart —, a resposta de Jennifer veio acompanhada de um leve coçar de sobrancelhas antes do sorriso:
Jennifer Lawrence reflete sobre assumir a direção de um filme no futuro (Foto: reprodução)
“Eu adoraria. Atuar é o melhor estágio possível para direção. É uma expansão natural do que fazemos como contadores de histórias. Eu seria muito sortuda em me juntar a elas.”A fala não escondia a ambição, mas o gesto revelava a cautela diante de uma expectativa que ela não parece disposta a assumir agora. Era menos um “talvez” e mais um “quando”.
Ao final desse percurso, em três encontros, o que emerge de Jennifer Lawrence é uma artista em transformação, principalmente por conta dos dois filhos: “a maternidade muda tudo”, declarou durante o 78° Festival de Cannes em maio. Com grandes chances da sua quinta indicação ao Oscar, a atriz de 35 anos escolhe papéis mais maduros sem rejeitar o caminho que a trouxe até o estrelato. Mais do que uma estrela em reinvenção, Jennifer Lawrence se mostra uma artista consciente do próprio tempo — e cada vez mais próxima de assumir o controle total da própria narrativa.
Após o lançamento do trailer, ‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganhou um pôster mostrando todos os heróis presentes no filme. E os fãs, claro, foram rápidos e logo compararam a arte com o pôster principal de ‘Thor: Ragnarok’, que também coloca os personagens na mesma posição. Confira:
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