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Crítica em Vídeo | ‘O Céu da Meia-Noite’: Emocionante, mas cheio de problemas…

O novo drama de ficção científica da Netflix, ‘O Céu da Meia-Noite‘, já está disponível na plataforma de streaming e recebeu duras críticas dos assinantes do serviço. Mas será que o filme é tão ruim mesmo? Confira a crítica em vídeo da nossa jornalista Rafa Gomes.

Assista:

O Céu da Meia-Noite‘ já está disponível na Netflix.

Confira o trailer:

Na trama, Clooney vive Augustine, um solitário cientista cuja base é localizada no Ártico que tenta impedir o retorno de seus colegas de uma missão espacial para a Terra, enquanto o planeta vem sofrendo com uma misteriosa catástrofe global.

O roteiro é assinado por Mark L. Smith e inspirado no romance ‘Good Morning, Midnight’, de Lily Brooks-Dalton.

Felicity Jones, David Oyelowo, Kyle Chandler, Demián Bichir, Tiffany Boone e a novata Caoilinn Springall completam o elenco.

 

 

‘Matrix Resurrections’: Produtor DESBANCA possibilidade de uma nova trilogia

Ainda que ‘Matrix: Resurrections‘ tenha deixado margem para o nascimento de uma possível nova saga, os fãs da franquia não devem esperar nenhum outro filme da franquia tão cedo assim.

Em uma recente entrevista ao site Collider, o produtor James McTeigue revelou que, por hora, o time de ‘Matrix‘ (e isso inclui a diretora Lana Wachowski) não possui planos para desenvolver um novo filme da saga.

“Olhe, para nós no momento existe apenas esse filme que você assistiu. Não temos nenhuma pré-sequência em mente. Não temos nenhuma sequência em mente. Não temos uma trilogia nos planos”.

Apesar ter sido lançada simultaneamente no serviço de streaming da HBO Max nos EUA, a sequência ‘Matrix Resurrections‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 30.9 milhões. No mercado internacional, foram US$ 75.1 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 106 milhões mundialmente.

Vale lembrar que ‘Matrix Resurrections‘ chegará no catálogo brasileiro da HBO Max nesse mês. A data deve ser divulgada em breve.

Assista a nossa crítica:

No Rotten Tomatoes, o novo filme abriu com 66% de aprovação, a partir de 77 críticas.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

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The Gifted | Primeiras Impressões da mais nova série do Universo X

Ei, você tem um minutinho para ouvir a palavra de The Gifted? Sim?! Então, vem comigo.

A série criada por Matt Nix (Burn Notice), e que conta com nomes como Bryan Singer, Lauren Shuler Donner e Simon Kinberg (produtores dos filmes e algumas séries do universo X-Men), na produção executiva, traz a história do casal Caitlin (Amy Acker) e Reed Strucker (Stephen Moyer) que, após um incidente no baile do colégio, descobre que os filhos, Andy (Percy Hynes White) e Lauren (Natalie Alyn Lind), são mutantes. Em um universo pós o desaparecimento dos X-Men, em que as leis contra pessoas com habilidades são mais rigorosas, a família Strucker precisa buscar a ajuda de Marcos Diaz (Sean Teale), conhecido como Eclipse, líder de uma base da resistência, ao lado de Lorna Dane (Emma Dumont), a Polaris, e John Proudstar (Blair Redford), o Thunderbird.

O episódio piloto, de forma rápida, situa o telespectador em qual período a produção televisiva se passa e quem são os personagens em destaque. Os atores, inclusive os mais jovens, mostram excelente desempenho e passam com veracidade as emoções dos mesmos. Um ponto importante para se destacar é a química que existe entre eles, pois para um primeiro momento este fato foi de crucial importância.

É preciso admitir que Jaime Chung, atriz que interpreta Clarice Fong, ou Blink, merece ênfase, afinal, por mais que a mesma apareça pouco durante os 44 minutos, ela ganha fácil a simpatia do público. Outro destaque é o jovem Andy, a razão pela qual a família Strucker precisa fugir, cujo ator faz um trabalho excelente. Os outros atores cumprem o papel lhes designado, contudo, o intérprete de Eclipse, Sean Teale, soa um pouco forçado, necessário esperar para ver se haverá melhora ao longo dos próximos capítulos.

A direção de Bryan Singer não decepciona e cumpre o dever. É difícil desviar os olhos da tela ao longo dos 44 minutos, em especial, na cena final cujo cliffhanger é capaz de deixar qualquer um curioso para o que vem adiante. O diretor de X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014) aposta em planos cinematográficos contra-plongée e trabalha com tons de cores mais escuros, o que permite, em certas cenas, dependendo do personagem, que o uso do poder ganhe mais evidência em tela. Ouso dizer que os de Blink e Polaris são dois dos mais marcantes neste sentido.

Quanto aos outros quesitos técnicos, The Gifted entrega o exigido. Na questão de roteiro, para um piloto, a série realiza um trabalho que merece basicamente a nota máxima, conseguindo capturar o público-alvo. O único defeito é a pressa na apresentação dos personagens, o que não permite a quem assiste se identificar a um especificamente. Entretanto, eles terão outros episódios para conseguir isto.

Diferente de Legion, série sobre o universo dos X-Men, do canal FX, a criação de Nix apresenta um ritmo mais acelerado e chamativo, com um clima capaz de agradar públicos de diferentes idades. Não vá, porém, esperando a explosão de cores que Noah Hawley entrega na série citada. Outro ponto a destacar é: se em Legion o telespectador se depara com o filho de Charles Xavier, em The Gifted estão diante da filha de Magneto, fato este que será interessante ver explorado no futuro.

Bom, se ainda existem dúvidas sobre assistir ou não a nova série da FOX, tenho só uma coisa a dizer: assista, dê uma chance, pois The Gifted tem potencial para ser a melhor série deste universo no ar no momento. Agora é torcer para que continue assim.

Cher canta “Fernando” em nova prévia de ‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!’

Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!’ (Mamma Mia: Here We Go Again!) teve uma nova prévia divulgada, onde podemos ver algumas cenas inéditas e a cantora Cher mostrando seus talentos. Confira:

Nos anos 70, a jovem Donna (Lily James) viveu muitas aventuras com seu grupo musical Donna & The Dynamo, em parceria com suas amigas Tanya (Jessica Keenan Wynn) e Rosie (Alexa Davies). Porém, mais do que isso, Donna se apaixonou e viveu relacionamentos intensos com três homens diferentes: Harry (Hugh Skinner), Sam (Jeremy Irvine) e Bill (Josh Dylan).

A estreia acontece dia 19 de julho de 2018.

O roteiro e direção são de Ol Parker, roteirista dos agradáveis O Exótico Hotel Marigold (2012) e sua continuação (2015).

O elenco do primeiro filme retorna.

Mamma Mia’ (2008) é baseado no musical do teatro de enorme sucesso, que adapta as canções da icônica banda sueca ABBA. Para a sequência, as músicas que não encontraram lugar no primeiro farão parte da trilha, assim como a reprise das mais populares.

‘Pose’: Série de Ryan Murphy com elenco transgênero chegará ao Brasil pelo Fox Premium

Pose, a nova série de Ryan Murphy (‘American Horror Story) para o FX, será transmitida no Brasil e América Latina pelo canal Fox Premium no segundo semestre desse ano.

A parceria de Murphy com Steven Canals tem 8 episódios de uma hora cada e conta com o maior elenco de atores transgêneros da história da televisão americana e o maior elenco LGBTQ de uma série já produzida.

Confira algumas imagens divulgadas pela revista Entertainment Weekly:

Pose‘ ficará marcada como sendo a primeira série a ter o maior elenco regular de atrizes transgêneros da história da televisão.

Mais um fruto da parceira do produtor com o canal FX, o processo para a escalagem do elenco durou seis meses e resultou na contratação de MJ Rodriguez, Indya Moore, Dominique Jackson, Hailie Sahar e Angelica Ross, todas mulheres trans que encararam personagens que se assemelham muito com sua própria realidade fora das câmeras.

O elenco também contará com o vencedor do Tony Awards por ‘Kinky Boots’, Billy Porter, além de Ryan Jamaal Swain e Dyllon Burnside

Criada por Murphy, Brad Falchuk e Steven Canals, ‘Pose‘ se passará na Nova York dos anos 80, onde será mostrado diversas cenas sociais da metrópole, partindo dos contextos mais exóticos, como a explosão das apresentações performáticas das drag quens à grande elite nova iorquina.

O roteiro é assinado por Canals e Janet Mock, ativista trans que possui no currículo a clamada série da Amazon, ‘Transparent‘. Para se manter o mais fiel possível à época, a dupla vai contar com uma consultoria especializada de três figuras importantes da cultura drag dos anos 80, Hector Xtravaganza, Skylar King e Sol Williams.

Crítica | ‘What If…?’ – Capitã Carter reimagina o MCU no primeiro episódio da nova série animada da Marvel

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu ao primeiro episódio de What If…? e à série Loki, não leia esta matéria para não receber spoilers.

A Marvel está empenhada em construir seu próprio universo compartilhado no Disney+, isso é nítido. Até o momento, a plataforma já lançou três séries que impactam diretamente no MCU dos cinemas e agora começam a abrir novas portas também no streaming. Com o final de Loki, em que a Sylvie (Sophia Di Martino) cria incontáveis ramificações no Multiverso, a Marvel deixa em aberto diversas novas velhas histórias a serem exploradas em diferentes realidades. E é nesse contexto que surge What If…?, a primeira série animada do MCU.

O primeiro episódio começa com uma narração explicativa de Uatu, o Vigia (Jeffrey Wright), que já tinha feito uma pontinha em Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017). Ele introduz o conceito básico da série, que é justamente explorar versões alternativas das histórias já contadas no Universo Cinematográfico Marvel. O primeiro capítulo, então, trabalha o que aconteceria se a Agente Carter (Hayley Atwell) tivesse passado pelo Projeto Renascimento no lugar de Steve Rogers.

Ao encarnar a Capitã Carter, a antiga agente flerta em debater temas como protagonismo feminino, igualdade e preconceito de gênero, mas é tudo absurdamente superficial e fica resumido a algumas frases de efeito. No entanto, é interessante ver como desenvolveram a diferença dela para Steve. Como o garoto do Brooklyn era apenas um rapaz com muita boa vontade, ele gastou um tempo se submetendo ao treinamento militar. Já Peggy, respeitada militar, era uma agente especial com anos de treinamento. Então, ao receber esse upgrade físico, ela já sabe o que fazer com seus novos poderes. Dessa forma, ela resolve problemas do primeiro filme do Capitão América com mais rapidez e menos danos que o Capitão do universo regular. Ou seja, ela se demonstra mais eficiente.

Como ela recupera o Tesseract logo no início do episódio, a HIDRA trabalha de formas diferentes, assim como o governo americano. Em posse do cubo, Howard Stark (Dominic Cooper) energiza um projeto que parece muito com a mistura da Mark I, de Homem de Ferro (2008), com os uniformes da HIDRA. Então, o magrelinho Steve Rogers vira um tipo de Homem de Ferro em plena década de 1940. Esse avanço tecnológico vai impactar bastante o futuro desse universo, assim como o uso do Tesseract, que é bem diferente. Enquanto o Caveira Vermelha do universo regular, segundo a TVA, tentava usar a Joia do Infinito para energizar seu exército, o de What If…? acaba desenvolvendo uma energia própria e dedica seus esforços para trazer àquela realidade um vilão interdimensional para ajudá-lo a se tornar o líder supremo.

A reta final do episódio coloca a Capitã Carter contra um polvão espacial que lembra uma versão do terrível Shuma-Gorath, que, segundo rumores, estaria sendo cotado para ser o vilão do segundo filme do Doutor Estranho. No fim, a Capitã faz um último sacrifício e empurra a criatura para dentro do portal, ficando presa nele até ser libertada pelos futuros Vingadores em 2012.

Esse final é a parte mais interessante do episódio porque flerta com essa incerteza da própria série. Ela foi vendida como algo isolado do MCU, porém, a própria Hayley Atwell já comentou rumores de que a Capitã Carter poderia aparecer nos filmes do MCU. E com Doutor Estranho no Multiverso da Loucura programado para sair em 2022, mostrando uma verdadeira viagem pelas diferentes linhas do tempo, fica a sensação de que alguns dos novos personagens apresentados em What If…? podem mesmo aparecer nos cinemas futuramente. Se isso for consolidado, a Marvel terá transformado essa série animada em um grande laboratório de testes, que poderá testar personagens alternativas e aproveitar aqueles que tiverem melhor recepção do público.

Quanto à questão das atuações, é preciso destacar a versão original e a dublada em português. Enquanto a Disney acertou em cheio ao trazer alguns atores de volta para reprisarem seus papéis na versão animada, é um pouco incômodo que não tenham conseguido trazer todos os atores para isso. Por exemplo, a atuação de Hayley Atwell é a melhor coisa do episódio, porque fica nítido que ela não só entende, como também ama a personagem. Já Steve, que não é interpretado por Chris Evans, passa a sensação de estar apenas com um outro ator tentando imitar a atuação de Evans. É estranho. Já na versão dublada, alguns dubladores dos filmes originais foram reescalados, o que afasta o público de alguns personagens. Afinal, o estilo artístico utilizado na animação é um 3D personalizado que não tenta exatamente replicar o rosto dos atores de forma relista, então fica difícil de associar certos personagens sem a identidade vocal que fora apresentada anteriormente.

Em questões narrativas, esse primeiro episódio trouxe uma preocupação. Como os capítulos serão baseados em filmes que já foram feitos, existe um risco de que os roteiros caiam na armadilha de tentarem replicar estruturalmente esses longas em vez de buscarem histórias novas. Durante certos momentos, a estreia de What If…? cede a essa repetição e fica um pouco cansativa. Então, vale ficar de olho para ver se os próximos episódios ficarão presos ao material original ou realmente ousarão ao contar novas histórias, explorando tudo o que o Multiverso tem a oferecer.

Os novos episódios de What If…? estreiam no Disney+ toda quarta-feira.

O que a morte de [SPOILER] indica para a última temporada de ‘La Casa de Papel’?

Se você clicou nesta matéria você provavelmente já assistiu até o final da primeira parte da quinta temporada de ‘La Casa de Papel’, ou pelo menos não se importa com spoilers, pois vamos falar aqui de muitos detalhes que aconteceram nesta primeira parte do fim. Recado dado, vamos às análises do que a morte de Tokio (Úrsula Corberó) indica para a próxima e última temporada da série do atraco mais famoso do mundo e o que ela significa para a série como um todo.

Narrativa

Desde literalmente o primeiro episódio de ‘La Casa de Papel’ o espectador acompanha a narrativa e o ponto de vista da Tokio sobre os eventos. Embora muitas vezes alguns acontecimentos ocorreram fora de seu alcance (como aqueles passados no QG do Professor), sempre que a trama voltava era através das reflexões da Tokio que seguíamos no enredo. Com sua morte, quem assumirá a narrativa da história? As chances são de que o bastão seja passado para Estocolmo (Esther Acebo) ou Manila (Belén Cuesta), pois ambas têm papel de observador dos acontecimentos e andam ganhando mais espaço nesta temporada, justamente para encerrar a história com uma visão menos passional dos eventos. A Tokio até andou se conectando mais com essas duas na ação desta temporada!

Não se apegue não…

Assim como George Martin, criador de ‘Game of Thrones’, Álex Pina pegou gosto por matar os personagens mais queridos do público (ainda que algumas vezes ele os tenha ressuscitado de alguma forma depois). Aconteceu com Berlim (Pedro Alonso), Nairóbi (Alba Flores), Oslo (Roberto Garcia), Moscou (Paco Tous) e agora a Tokio tem o mesmo destino. Sem contar que até mesmo o doido do Arturito (Enrique Arce) pode acabar tendo o mesmo desfecho, e Helsinki (Darko Peric) não estava muito bem…

E o elenco principal?

Como mencionamos acima, até este momento já nos despedimos de Berlim, Moscou, Oslo e Nairóbi, e Helsinki ficou em uma situação bem crítica. Com a morte de Tokio, basicamente só teríamos Rio (Miguel Herrán), Denver (Jaime Lorente) e o Professor (Álvaro Morte) do elenco original. Para quem bolou um plano perfeito por vinte anos que não oferecia grandes ameaças aos participantes, o resultado final da proposta do Professor acabou se tornando bastante letal, né? Se eles conseguirem tirar o ouro dali de dentro, ele acabará sendo dividido pelos novatos, não pela galera que estava ali desde o primeiro atraco.

Morte épica

Tirando talvez a morte de Moscou (que foi emocionante) e talvez a de Oslo (àquela época o achávamos fofo, mas não houve muito tempo para nos apegarmos ao personagem), as mortes de Berlim, Nairóbi e Tokio foram completamente épicas, bem estilo “o sacrifício do herói”. As tomadas da câmera pegaram os três de frente e de cima, mostrando-os em todo o seu esplendor nos momentos finais. Ambas as três foram sacrifícios para o bem da maioria e tiveram enorme impacto emocional no resto do grupo (e no espectador). Se tem uma coisa que Álex Pina sabe fazer bem é matar seus personagens principais de maneira extremamente dramática e emocionante.

Morte anunciada

Desde o início de ‘La Casa de Papel’ a Tokio já vinha anunciando que não tinha nada a perder, que seu grande amor havia morrido em um assalto, que ela não tinha família nem nada que a prendesse. Isso a tornava uma personagem quase suicida – razão pela qual ela sempre se prontificava a missões complexas que colocava sua vida em risco. Não é de se surpreender que no final das contas ela tenha se prontificado como voluntária numa missão com alto risco de não voltar viva.

Teoria dos fãs

Lá pela segunda temporada alguns fãs começaram a levantar uma teoria interessante, que apontava que o fato de Tokio ser a narradora da série significava que ela seria a única sobrevivente do atraco. Tudo bem que a lista original dos participantes foi bastante reduzida, mas, se a morte dela se confirmar na última parte, isso colocaria em terra esta forte teoria dos fãs – que até então fazia sentido.

Será que morreu mesmo?

Apesar de a gente ter visto a Tokio aparecer com um monte de granada em volta da cintura explodindo junto o Gandía (José Manuel Poga), existe uma chancezinha de ela não ter morrido. Primeiro, que a gente ainda não viu o corpo dela. Segundo, na hora da explosão o chão pode ter cedido e ela pode ter caído no andar debaixo, que o Rio estava furando para tentar salvá-la. Tudo bem que, se ela sobreviver, ficaria em estágio bem, bem crítico, mas existe uma esperançazinha né…

E você? O que acha?

‘Vingadores: Ultimato’: Ator comenta sobre participação de Rocket Raccoon no filme

Vingadores: Ultimato’  promete se tornar um marco para os cinemas e mesmo tão próximo da estreia, praticamente não há muitas informações sobre o que pode ocorrer no filme.

Responsável pela captura de movimentos de Rocket Raccoon, Sean Gunn, em entrevista ao IGN revelou que o personagem vai interagir com muitos personagens com quem nunca teve contato:

“Tudo o que eu posso dizer é que ele encontra muitas pessoas interessantes que ele não viu antes, em ‘Vingadores: Ultimato’, e acho melhor deixarmos assim.”

Já imaginaram com quem será que Raccoon irá conversar? Com Doutor Estranho, Hulk e Homem de Ferro? Ou quem sabe um diálogo impagável com o Homem-Aranha?

O jeito é esperar para ver.

Confira o teaser anunciando que a estreia acontece em 2 meses.

Enquanto os fãs ainda permanecem no escuro em relação ao visual completo dos heróis em Vingadores: Ultimato’, vários colecionáveis e brinquedos têm circulado na internet, revelando vislumbres do que veremos nos cinemas.

E mais um produto foi divulgado e sugere uma arma diferente para o Homem de Ferro. O brinquedo, cuja imagem está bem comprometida e com péssima resolução, traz o líder dos Vingadores com uma arma acoplada ao seu braço esquerdo.

Além dele, outras imagem trazem o set Legends da Hasbro, com os heróis Gavião Arqueiro e Viúva Negra.

Confira:


Vingadores: Ultimato’ chega aos cinemas brasileiros em 25 de Abril de 2019.

‘Frozen 2’: Josh Gad diz que as novas músicas são fenomenais

Frozen 2′ talvez seja um dos filmes mais aguardados do ano e, para aumentar nossas expectativas, Josh Gad revelou em uma recente entrevista que os fãs do longa original irão ficar muito felizes com as músicas da sequência.

Em uma recente entrevista ao programa Jimmy Kimmel, o ator (que interpreta o boneco de neve Olaf na animação), disse que, “não sei se posso dizer isso, mas acho que as músicas [do novo filme] são ainda melhores. Elas são ótimas. Bobby LopezKristin Lopez, que escreveram as originais, voltaram com toda força e criaram canções fenomenais”.

Em ‘Frozen‘, Elsa (Idina Menzel) temia que os seus poderes eram muito para o mundo lidar e na sequência, ela deve torcer que eles sejam o suficiente. A sinopse oficial da próxima aventura promete responder por que Elsa nasceu com poderes, além de continuar o foco no relacionamento entre as duas personagens principais.

Sucesso de bilheteria, a animação original arrecadou quase US$ 1,3 bilhão em todo o mundo, com um orçamento de US$ 150 milhões, o que garantiu os planos para a sequência anunciada ainda em 2015.

Frozen 2’ será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de janeiro de 2020.

Assista ao trailer:

A dupla Chris Buck e Jennifer Lee, que dirigiu o primeiro filme, retorna à direção.

A trama ainda não foi oficialmente divulgada, mas especula-se que irá girar em torno de Anna, Elsa, Kristoff e Olaf enquanto eles se aventuram na floresta para descobrir um mistério antigo sobre seu reino.

A sequência conta com o retorno de Menzel, Kristen Bell, Jonathan Groff e Gad. Os novatos Sterling K. Brown e Evan Rachel Wood completam o elenco.

‘Doutor Estranho 2’ contrata roteirista de ‘Loki’ para reescrever o filme

Segundo o Collider, a Marvel Studios contratou Michael Waldron (Loki) para reescreer o roteiro de Doutor Estranho no Multivero da Loucura’. Waldron substitui Jade Halley Bartlett na função.

Sam Raimi (Homem-Aranha) está em negociações para comandar o projeto, entrando no lugar de Scott Derrickson – que deixou o filme devido a divergências criativas.

Confira a sinopse oficial:

Depois dos eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Stephen Strange continua sua pesquisa sobre a Joia do Tempo. Entretanto, um antigo amigo que se tornou inimigo acaba com seus planos e leva Strange a desencadear um mal terrível.

O material reitera o retorno da Joia do Tempo, que fora destruída em ‘Vingadores: Ultimato‘. É provável que um dos mistérios da sequência seja justamente como Strange consegue continuar nessa procura, principalmente considerando a forte possibilidade de que a produção traga o personagem Baron Mordo de volta, a contar pela descrição.

Benedict Cumberbatch retornará como o protagonista, encontrando a Feiticeira Escarlate de Elizabeth Olsen. Benedict Wong e Tilda Swinton também retornam.

Em entrevista ao New York Film Academy, Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, revelou que ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ será assustador.

“Multiverso da Loucura é um dos melhores títulos já criados. Eu não diria necessariamente que é um filme de terror, mas terá várias sequências assustadoras nele. Quero dizer, há algumas cenas tensas em ‘Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida’ que me faziam cobrir os olhos quando era criança, como a cena dos rostos derretendo.”

Ele completa, “Vai ser divertido. É divertido ficar assustado de alguma forma. Não será assustador de uma forma tortuosa, mas realmente aterradora. Scott Derrickson é muito bom nisso! Assustador pode ser uma emoção muito boa.”

Lembrando que Jade Bartlett foi escalada para reescrever o roteiro da produção.

A sequência também deve introduzir Clea no MCU, já que Kevin Feige disse que Wanda não seria a única feiticeira do filme.

Doutor Estranho no Multiveso da Loucura’ tem estreia marcada para o dia 07 de maio de 2021.

Confira a logo: