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‘Tales from the Hood 3’: Terror ganha primeiro clipe oficial; Confira!

A sequência do gênero de terror ‘Tales from the Hood 3‘ ganhou seu primeiro clipe oficial.

Confira:

Segundo o portal FilmRatings.com, o terceiro capítulo da franquia terá censura Rated-R.

Essa classificação indica que a produção é restrita e crianças menores de 17 anos necessitam de pais acompanhantes ou um responsável adulto para poder conferir o teor do longa. Além disso, um filme Rated-R contém material e atividades adultas, linguagem severa, violência gráfica intensa, abuso de drogas e nudez.

A produção está agendada para chegar aos cinemas em 2020, mas a expectativa é de que lea seja lançada no formato On Demand.

Conheça 5 Filmes Nacionais Baseados em Crimes Reais

O cinema norte-americano sempre trouxe as figuras mais horripilantes da sua história criminal como personagens âncoras de algumas obras. Seja para representar as marcas deixadas na memória social do seu povo, seja para canalizar as dores dessas tragédias em uma projeto catártico. 

Conhecemos, a título de exemplos, a história de Ted Bundy, vivido por Zac Efron, em Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal (2019), assim como Aileen Wuornos, vivida por Charlize Theron, em Monster: Desejo Assassino (2003), além do já clássico Monsieur Verdoux, interpretado por Charlie Chaplin em filme homônimo de 1947. 

Todavia, não são apenas os estadunidenses que fazem filmes baseados nas manchetes de jornais e crimes bárbaros. Se você é curioso para saber sobre as histórias e os detalhes dos processos judiciais dos casos que chocaram o nosso país, prepare-se para a lista a seguir selecionada pelo CinePOP

Com previsão de lançamento para ainda este ano, A Menina Que Matou os Pais e O Menino Que Matou Meus Pais são exemplos de obras como os listados abaixo. Confira!

Macabro (2020)

Lançado em julho deste ano nos drive-ins brasileiros, o longa de Marcos Prado (Tropa de Elite), apresenta o sargento Teo (Renato Góes) como o encarregado de realizar a prisão dos irmãos Ibraim e Henrique de Oliveira, conhecidos como Irmãos Necrófilos. Os jovens foram responsáveis por oito assassinatos, entre eles de uma criança, e de ter relações sexuais com os cadáveres após os homicídios. 

Recorrente nas páginas do jornal A Voz da Serra, entre 1991 e 1995, os irmãos aterrorizaram a região rural de Janela das Andorinhas, em Nova Friburgo, o que levou a evasão de 70% da população local e a criação de diversos mitos sobre os dois acusados. A maioria das pessoas acreditava que ambos eram possuídos pelo demônio e tinham poderes de atravessar a densa mata da região pulando de copa em copa das árvores. 

O Lobo Atrás da Porta (2014)

Com um talentoso elenco, Fernando Coimbra retomou o já esquecido caso de Neyde Maria Maia Lopes, batizada pelos jornais de 1960 de A Fera da Penha. Na produção, Leandra Leal dá vida à acusada, na pele de Rosa. Ela envolve-se num relacionamento amoroso com Bernardo (Milhem Cortaz), após se conhecerem no trem, na estação Central do Brasil. O romance torna-se trágico a partir da descoberta de Rosa sobre o casamento e a filha de Bernardo. 

Com ciúmes, Rosa aproxima-se da mulher do seu amante (Fabíula Nascimento) e da pequena Clara (Isabelle Ribas), de 4 anos. Ao ganhar a confiança da menina, Rosa a sequestra da escola e a leva para um matadouro. Com repercussão exaustiva na mídia após o corpo da menina ter sido encontrado, no dia 30 de junho de 1960, num Matadouro na Penha, a amante do pai da menina é levada para depor na polícia e depois de 24h confessa o crime. 

A amante matou a menina de 4 anos com um tiro à queima-roupa e depois queimou o cadáver. O fogo assustou os cavalos e os funcionários do local encontraram o corpo carbonizado. Com uma enorme revolta popular, a polícia não conseguiu levar Neyde para a reconstrução do crime por risco de linchamento público. O caso foi encenado no programa Linha Direta Justiça (2003) e também no filme Crime de Amor (1965), com Joana Fomm, além de render diversos livros. 

Última Parada 174 (2008)

Se você tem por volta dos seus 30 anos ou mais, com certeza, lembra-se da transmissão ao vivo do sequestro do ônibus 174, no Rio de Janeiro, pelo jovem Sandro Barbosa do Nascimento (Michel Gomes). Na obra de Bruno Barreto, a narrativa acompanha Sandro desde o seu desamparo familiar, o qual o leva às ruas, até o caso da Chacina da Candelária, em 1993. Sobrevivente do atentado, responsável por matar oito garotos em situação de rua, ele passa por inúmeras instituições de auxílio a jovens delinquentes. 

Após um assalto, no dia 12 de junho de 2000, Sandro consegue um revólver 38 e entra no ônibus 174 já alterado pelo uso de entorpecentes. A partir da abordagem de um policial militar, avisado por um dos passageiro do porte de arma do rapaz, Sandro faz de refém 11 pessoas dentro do ônibus. 

O caso repercute imediatamente em todas as casas brasileiras por conta da transmissão televisiva. O terror é estabelecido por horas aos olhos de milhões de brasileiros e acaba com a morte da professora Geisa Firmo Gonçalves, grávida de dois meses, com três tiros nas costas, e do próprio Sandro, asfixiado pelos policiais militares envolvidos na lamentável operação. 

Carandiru (2003)

Baseada no livro Estação Carandiru, do médico Drauzio Varella, o obra de Hector Babenco retrata personagens e cotidianos dentro do presídio Carandiru até o dia 2 de outubro de 1992, quando ocorreu a chacina comandada pela Polícia Militar do Estado de São Paulo. O evento causou a morte de morte de 111 detentos. A intervenção da Polícia Militar, liderada pelo coronel Ubiratan Guimarães, tinha como justificativa acalmar uma rebelião no local.

Considerada como desastrosa, a justiça julgou o comandante Ubiratan e 23 policiais pelo homicídio de 102 detentos dos 111 mortos naquele dia, o coronel nunca respondeu pelo crime e foi ainda eleito deputado estadual de São Paulo em 2002. Em 2006, Ubiratan foi assassinado com um tiro no abdômen. No muro do seu prédio foi escrita a frase “aqui se faz, aqui se paga”, em referência ao massacre do Carandiru.

Para representar todas as histórias dentro desta tragédia, o elenco contou com Rodrigo Santoro (Lady Di), Lázaro Ramos (Ezequiel), Wagner Moura (Zico), Milhem Cortaz (Peixeira), o rapper Sabotage (Fuinha) e Luiz Carlos Vasconcelos, como Dr. Drauzio Varella. 

O Bandido da Luz Vermelha (1968)

Considerado clássico do cinema nacional, a obra do então jovem de 22 anos Rogério Sganzerla é baseada livremente no verdadeiro criminoso João Acácio Pereira da Costa, apelidado pela imprensa de “bandido da luz vermelha’. A nomenclatura é advinda do recorrente porte de uma peculiar lanterna de bocal vermelho, semelhante ao notório criminoso estadunidense Caryl Chessman, o qual tinha o mesmo apelido. 

Narrado de forma jocosa por radialistas, o filme apresenta a infância de abuso do protagonista vivido por Paulo Villaça e seus maneirismos, além de incluir o detetive Cabeção (Luiz Linhares) e a prostituta Janete Jane (Helena Ignez) em seu percurso. Ele sempre assaltava casas luxuosas, entre 2 e 4 da manhã, cortava a energia da propriedade e usava um lenço para cobrir o rosto, além da simbólica lanterna. 

Constantemente manchete do jornal Notícias Populares, o bandido da luz vermelha infernizou a cidade de São Paulo durante cinco anos. Diferente do destino do filme, no qual comete suicídio, o verdadeiro meliante foi preso em 1967 em Curitiba, sob a identidade falsa de Roberto da Silva. 

João Acácio confessou quatro assassinatos e foi julgado por outras sete tentativas de homicídio e 77 assaltos. Passou 30 anos na cadeia e retornou em liberdade à sua cidade natal em Joinville, onde foi morto a tiro numa briga de bar em 1998. O criminoso tornou-se célebre por vestir-se de maneira extravagante, com perucas e cores fortes, e usar todo o dinheiro dos roubos com prostitutas e boates. 

Bônus:

O Caso dos Irmãos Naves (1967)

Aqui o crime é cometido pela justiça e polícia brasileira, sob o regime autoritário de Getúlio Vargas em 1937. Apesar de esquecido na nossa memória social, o filme de Luís Sérgio Person denuncia a tortura e as barbaridades cometidas pelos militares com os irmãos Joaquim (Raul Cortez) e Sebastião Naves (Juca de Oliveira) para confessar um crime, o qual eles não cometeram. 

Os irmãos eram comerciantes de cereais na cidade de Araquari, no interior de Minas Gerais. Após o sumiço do primo e sócio Benedito com o pagamento de 90 contos de réis, algo em torno de 270 mil reais, eles foram dar queixa na delegacia. O delegado local, no entanto, foi substituído pelo tenente militar Chico Vieira, o qual acusou os irmãos de inventar a história, matar o primo para ficar com a parte dele e ocultar o cadáver. 

Por meses, o tenente e seus soldados submeteram os irmãos a diversas torturas para que confessassem o crime e o esconderijo do dinheiro. Um dos métodos era amarrar os corpos dos irmãos em árvores e untá-los com mel para serem atacados por abelhas e formigas. Outra estratégia do militar foi prender a mãe, as esposas e os filhos de ambos, os quais também foram torturados psicologicamente e sexualmente. 

Após 15 anos, cumprida a pena de oito anos e a morte de Joaquim, Sebastião reencontra Benedito vivo e busca provar sua inocência perante a sociedade, com a ajuda do advogado João Alamy Filho, o qual escreveu o livro homônimo (1960) sobre os acontecimentos dos seus clientes. O caso foi apresentado no programa Linha Direta Justiça (2003) e na série de reportagens Os Olhos Que Condenam no Brasil (2019), da TV Cultura.

‘Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy x Reverendo’ já está disponível na Netflix

O especial interativo da aclamada comédia Unbreakable Kimmy Schmidt já está disponível na Netflix. Após ser adiado no mês de maio, o episódio finalmente chegou aos assinantes brasileiros nesta quarta-feira (05).

No capítulo interativo, Kimmy Schmidt parte para a maior aventura de sua vida. Três estados! Explosões! Um hambúrguer dançante! E você, o espectador, vai decidir como a história se desenrola. Você vai seguir o plano maligno do Reverendo e obrigar Kimmy a se casar com ele? Ou vai acidentalmente causar uma guerra contra os robôs? Então pegue seu controle e uma bandeja de guloseimas, porque Kimmy vai ganhar seu próprio especial interativo!

Assista ao trailer:

 

Ellie KemperTituss BurgessJane KrakowskiJon HammCarol KaneDaniel Radcliffe retornam para o episódio.

Artigo | Beyoncé e os ecos do pós-modernismo em ‘Black Is King’

Em 2002, o crítico literário Fredric Jameson definiu o conceito de pós-modernidade como uma resposta ao consumismo exacerbado na sociedade capitalista. Segundo ele, cada produto cultural se “coisificava-se”, transformando-se em moeda de troca e em uma ambivalente massificação até mesmo do mais puro dos objetos – como a própria pop-art, que utilizava potencializava a produção de retratos propositalmente repetitivos para criticar a homogeneidade do mundo. As delineações de Jameson são, talvez, retratadas com mais força no cenário musical – e não apenas nos anos de hoje, mas desde os momentos finais da Guerra Fria em que a ideia de globalização recuperada era a mandatória.

Um dos grandes ícones dessa pós-modernidade e de suas múltiplas ramificações é Madonna. A rainha do pop começou a buscar sua identidade artística logo no segundo álbum de estúdio, ‘Like a Virgin’, misturando o mainstream com os ídolos que circundavam sua história – como Marilyn Monroe. Madonna reapropriava elementos clássicos da Era de Ouro do cinema hollywoodiano e acrescentava-lhes pinceladas de sua própria perspectiva, como mimesis, como sátira irônica. Mais para frente, em ‘Erotica’, resgataria Dita Parlo para se infiltrar em um novo alter-ego digno de suas incursões e que se afastaria dos conceitos de “boa moça” que apresentava em construções mais mercadológicas. Suas homenagens continuariam em ‘Bedtime Stories’, com a introdução do dub na Inglaterra, em ‘Confessions on a Dance Floor’, que iriam recuperar os anos 1970 e 1980 com poder monumental, e até mesmo em ‘Madame X’, seu mais recente álbum de estúdio que encarnava a pluralidade experimental na fonografia.

Uma outra grande representante desse pastiche contemporâneo é Lady Gaga. Alcançando fama imperial após sua estreia em 2008, Gaga revolucionou a indústria como a conhecíamos após apresentar um lado mais versátil do que se entendia como diva, repreendendo acusações machistas e sem fundamentos que tentavam destruir sua carreira. A performer infiltrou-se no mainstream para fornecer uma voz renovadora à supracitada “coisificação” dos produtos, criando uma identidade própria que, ao mesmo tempo, funcionava como mosaico do que já havia sido explorado. As convergências científicas e futuristas de músicas como “Born This Way” e “Poker Face”, a quebra de tabus imprimida em “Judas”, a destruição dos engessamentos maniqueístas da arte em ‘ARTPOP’, pavimentavam caminho para qualquer um que ousasse desafiar preceitos datados.

Agora, chegou a vez de Beyoncé se jogar de cabeça na pós-modernidade e, assim como suas conterrâneas, procurar uma forma de reencontrar a aura do “único”. A icônica deusa do R&B já havia se permitido fugir da massificação da esfera musical a partir de 2013, com o lançamento de seu álbum homônimo. Em 2016, dava origem ao seu primeiro álbum visual, Lemonade, entrecruzando as diversas linguagens artísticas para uma estética irretocavelmente sinestésica, permitindo que tanto os ideários sonoros quanto os visuais se fundissem em uma obra-prima que recriava e se criava, ao mesmo tempo. Agora, quatro anos depois, Beyoncé ousou reverenciar um passado marcado por angústias e traumas enquanto amadurecia, mais uma vez, em um ciclo eterno sobre o qual ela própria tem noção.

Black Is King talvez seja a representação máxima de uma década (e até mesmo de um século) marcado pelos ecos pós-modernos. A constante reprodução da premissa compra-venda dos primórdios da sociedade capitalista continua a drenar a separação das artes (cinema, música, literatura, artes visuais, arquitetura e afins), forçando as barreiras que se impuseram entre elas nos séculos passados e enevoando fronteiras outrora erguidas como gigantescos muros. No ano passado, Beyoncé havia lançado uma curadoria especial em comemoração ao remake em live-action de ‘O Rei Leão’, intitulada ‘The Gift’; poucos dias atrás, sua parceria com o Disney+ deu origem à ficção proprioceptiva mencionada no início do parágrafo, transformando as faixas do álbum em uma tradução imagética sem restrições e com inatingível teor criativo.

Em sua nova produção visual, a performer reorganiza os cenários culturais e cria uma mitologia numa proporção equilibrada entre o contemporâneo e o clássico, entre o moderno e o atemporal. Anacronismos à parte, Black Is King é infundido com inflexões que variam, em uma naturalidade surpreendente, da mitologia católica à egípcia, das influências etíopes às sul-africanas, retomando seus projetos anteriores de celebração à ancestralidade sem deixar de comentar, através de canções ácidas e dinâmicas, como a história reflete no presente. Como já dito em nossa crítica sobre o longa-metragem, Beyoncé encarna Hathor, deusa celestial do Antigo Egito que se conectava com a realeza e com a benevolência da dança, da alegria, do amor e da sexualidade; ao mesmo tempo, aparece pintada numa transgressora releitura de ‘A Virgem do Cravo’ ou ‘A Virgem do Fuso’, posando como as Madonas de Leonardo da Vinci e Lorenzo di Credi ao lado de seus filhos recém-nascidos.

Do mesmo modo que se rende às estéticas renascentistas, ela se posta ao lado do marido, o rapper Jay-Z, em uma vibrante paleta de cores tanto dos cenários quanto das estampas dos figurinos, resgatando o conceito da identidade outrora fragmentada do pan-africanismo nas flâmulas que permeiam a frenética montagem. Em outras palavras, o eurocentrismo se rende ao continente que deu origem ao mundo – inclusive às religiões que hoje proliferam como as mais adeptas das sociedades. Não é surpresa que Beyoncé também dê vida a Joquebede, mãe de Moisés, e reviva Oxum com flamejantes vestidos amarelos e as influências da cultura ijexá nessa nova fase de sua carreira.

As simbologias também estão alastradas por todo lugar: a artista promove o renascimento através do contato dos personagens que cria com a água, seja em caudalosos rios, seja em lagos idílicos; outrossim, invade a etnoastronomia africana ao redescobrir os significados dos astros, principalmente da lua, que parece reger relacionamentos ou problemáticos ou românticos de cada protagonista e coadjuvante; a flor, ressignificada e mascarada dentro de um contexto fora do convencional, se inclina para o povo ganês – mais precisamente com a presença do símbolo adinkra bese saka, que representa afluência, poder, abundância e unidade.

Entre tantas e infindáveis aventuras artísticas, Beyoncé permite que os ecos dessa identidade pós-moderna existam em Black Is King; mas, com sagacidade aplaudível, não deixa que o materialismo consuma a obra-prima que constrói, tomando as rédeas com força descomunal e entregando apenas o que podemos encarar como um dos melhores filmes do século.

Monstro se alimenta de canibais no trailer LEGENDADO do terror ‘Jovens Canibais’

O terror ‘Jovens Canibais‘ (The Young Cannibals) ganhou trailer legendado.

Confira:

O terror foi escrito e dirigido por Kris Carr e Sam Fowler.

Quando um grupo de amigos é enganado e os jovens acabam comendo sanduíches feitos com carne humana, acidentalmente despertam uma criatura sobrenatural. Agora, eles devem lutar para sair vivos da floresta.

O elenco conta com Megan Purvis, Samuel Freeman, Hannah Louise Howell, Benjamin Sarpong-Broni, Kim Spearman, Martin Thomas, Michael Haynes, David Patrick Stucky, Anthony Wakefield, Charles Clarke-Devonald, Ben Frederick, Ashton Bell e Tony Manders.

10 Filmes Recentes com Grandes Atuações Femininas na AMAZON

Enquanto os cinemas não reabrem, a solução tem sido assistir a filmes no conforto de nosso lar. As plataformas de streaming tem sido a prancha de salvação para os cinéfilos, e nosso trabalho tem sido direcionar os fãs às grandes obras escondidas, que talvez nem todos conheçam.

O emporamento feminino é algo importantíssimo, e a falta de oportunidade para mulheres em bons papeis e filmes em Hollywood é notório. É claro que nem toda produção que visa o emporadamento da mulher dá certo, vide os recentes As Caça-Fantasmas (2016), Oito Mulheres e um Destino (2018), As Trapaceiras (2019) e As Panteras (2019). Mas para cada escorregada, temos outros tantos filmes de qualidade, que apostaram certo no talento de suas protagonistas e se deram bem. E aqui, nesta nova matéria, o CinePOP irá cantar o caminho das pedras para você, apontando 10 filmes presentes na Amazon com grandes atuações femininas dos últimos anos. Vem com a gente conhecer.

O Peso do Passado

Que Nicole Kidman é uma grande atriz, isso todos nós estamos cansados de saber. A estrela já tem sua estatueta do Oscar decorando a casa e mais três outras indicações. Por este longa, muitos consideraram uma nova nomeação, que terminou chegando somente ao Globo de Ouro (e uma mais que merecida). O Peso do Passado passou pelos Festivais de Toronto e Rio, e teve uma breve estadia em nossos cinemas. Espécie de True Detective no cinema, o filme traz Kidman na pele de uma policial infiltrada, narrado em duas linhas temporais, com ela muitos anos depois (e completamente “Destruída” pelas drogas) visando resolver o mesmo caso. Imperdível.

Tully

Outro filme que merecia bem mais atenção do que teve, Tully traz mais um desempenho digno de prêmios da musa Charlize Theron – que igualmente já tem sua estatueta do Oscar. Por este drama cômico, Theron recebeu uma indicação ao Globo de Ouro, resultado de seu comprometimento ao papel. A atriz ganhou muitos quilos para a personagem grávida, já mãe de duas crianças pequenas, que se percebe em desespero ao ver sua vida estacionada num lugar que não imaginava. Tully marca a reunião de Theron com o diretor Jason Reitman e a roteirista Diablo Cody, de Jovens Adultos (2011).

O Retorno de Ben

Se juntando a este hall, temos a linda mulher em pessoa, Julia Roberts. E que trio inicial, hein meus amigos! Roberts também é dona de um Oscar e possui mais três indicações. Seu desempenho aqui era mirado à época de prêmios, mas devido à concorrência pesada, terminou de fora também. No mesmo ano em que estrelava pela primeira vez uma produção para a TV, com o enigmático Homecoming (2018), a musa lançou seu último trabalho nos cinemas até então. Na trama, ela vive a mãe desiludida de um rapaz viciado em drogas (Lucas Hedges), que precisará demonstrar força quando ele reaparece com a ideia de se reconectar com a família na época de natal.

Albert Nobbs

Sem dúvida alguma, a veterana Glenn Close é uma das maiores injustiçadas na história dos prêmios da Academia. São nada menos que sete indicações ao Oscar sem vitória. A pergunta que fica é: quando os votantes irão reparar este grande erro? Seja como for, continuamos ganhando atuações de peso por parte da atriz. Este filme de 2011 marcou a penúltima indicação de Close ao Oscar (antes do celebrado A Esposa). No drama de época, Close vive uma mulher se fazendo passar por homem, e trabalhando como mordomo na Irlanda do Século XIX.

Vidas à Deriva

Passando de uma veterana para uma jovem atriz promissora, chegamos a um trabalho acima da média de Shailene Woodley. Baseado numa história real de tragédia e superação, que depois virou livro e foi adaptado a esta obra, Woodley vive uma mulher sofrendo com a natureza em alto mar ao lado de seu companheiro, papel de Sam Claflin. A atriz tem no currículo duas indicações ao Globo de Ouro, por Os Descendentes (2011), quando era bem novinha, e pela série Big Little Lies (2017). E aqui entrega outro desempenho impressionante.

Blue Jasmine

O polêmico Woody Allen tem o histórico de escrever tão bem personagens para suas atrizes, que muitas delas saem de seus filmes com a vitória no Oscar debaixo do braço – ou ao menos indicações. Ao todo foram 6 atrizes indicadas e 5 vitoriosas, incluindo duas vitórias para Diane Wiest (por Hannah e Suas Irmãs e Tiros na Broadway). Em Blue Jasmine(2013) temos os dois casos de uma vez, com Sally Hawkins indicada e Cate Blanchett saindo vitoriosa, com seu segundo Oscar e primeiro como atriz principal. O filme é uma adaptação moderna de Um Bonde Chamado Desejo, do dramaturgo Tennessee Williams. Blanchett vive uma dondoca que termina perdendo todos os seus bens e precisando pedir abrigo na casa de sua irmã de classe média baixa.

Colette

Continuando na linha de grandes atuações femininas no ano de 2018, depois de quatro itens de nossa lista, temos agora a britânica Keira Knightley, que ainda não possui uma estatueta do Oscar para chamar de sua. No entanto, tem o prestígio de duas indicações, o que é mais do que muitos podem mostrar. Aqui, ela vive a clássica autora francesa Sidonie Gabrielle Colette. A escritora viveu à sombra de seu marido, um oportunista que assinava seus textos por considerar que na época, livros escritos por mulheres não fariam sucesso. Uma história semelhante à do biográfico Grandes Olhos, de Tim Burton, porém, mais dramática e menos cômica.

A Jovem Rainha Vitória

A britânica Emily Blunt é uma das poucas atrizes da lista que ainda não possui uma indicação ao Oscar, mas temos certeza que ela não irá demorar a ocorrer. Talento a atriz tem de sobra, e já conta com uma vitória no Globo de Ouro para confirmar. Blunt vem consolidando sua carreira como estrela, e aqui, em um de seus primeiros papeis de destaque, topa e se sai bem num grande desafio: interpretar a monarca Rainha Victoria neste drama de época. Também pudera, esta é uma produção de Martin Scorsese, com direção de Jean-Marc Vallée (Clube de Compras Dallas, Livre e Big Little Lies). Ou seja, o suficiente para tirar qualquer frio da barriga. E Blunt dá conta do recado.

Suprema

Papel dos sonhos para qualquer jovem atriz, Ruth Bader Ginsburg é sinônimo de empoderamento feminino e de luta de igualdade profissional para mulheres. Ginsburg foi a primeira mulher a ser eleita juíza da Suprema Corte norte-americana e seu nome é muito associado a esta causa. Tanto que no mesmo ano, esta personalidade marcante ganhou dois filmes sobre a sua vida, o documentário RGB e este filme. Aqui, quem descolou a chance de interpretá-la nas telonas foi a britânica Felicity Jones, indicada ao Oscar por A Teoria de Tudo (2014). E o filme, como não poderia deixar de ser, é dirigido por uma mulher, a sumida Mimi Leder (O Pacificador e Impacto Profundo).

Lizzie

Aqui, temos duas atrizes talentosas – que tem apostado em dramas independentes para consolidar suas carreiras – personificando uma história macabra, que ainda hoje existe como um dos casos mais controversos dos EUA. Kristen Stewart (vencedora do César, o Oscar francês, por Acima das Nuvens) e Chloë Sevigny (indicada ao Oscar por Meninos Não Choram) são uma dupla de respeito, e no filme vivem um caso tórrido de paixão, entre patroa e empregada. Aqui, temos relatado o infame caso de Lizzie Borden, que em 1892 foi levada a julgamento pelo assassinato a machadadas do pai e da madrasta. Ela foi absolvida, mas as mortes não acharam um culpado, criando em torno uma verdadeira lenda do folclore americano.

‘The Umbrella Academy’: Elenco estampa belo ensaio fotográfico; Confira!

A 2ª temporada da série ‘The Umbrella Academy‘ já é considerada um dos grandes sucessos da Netflix e para comemorar a estreia da produção, o elenco estampou um belo ensaio fotográfico, feito para a revista EW.

Confira:

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Ellen PageRobert SheehanTom HopperDavid CastañedaAidan Gallagher, Emmy Raver-LampmanMary J. BligeCameron Britton.

‘Jurassic World: Domínio’ contrata compositor

Segundo o Film Music Reporter, o lendário compositor Michael Giacchino retornará para o novo filme da franquia ‘Jurassic World’, ficando a encargo da trilha sonora.

Além de ter trabalhado nos dois outros capítulos, Giacchino é conhecido por alguns icônicos trabalhos, incluindo RatatouilleOs IncríveisJojo Rabbit. Em 2010, levou para casa o Oscar de Melhor Trilha Sonora Original por ‘Up – Altas Aventuras’. Seus próximos projetos serão The BatmanExtinct.

Vale lembrar que a Universal Pictures adiou a produção do longa-metragem devido ao surto do Coronavírus. Ainda não se sabe quando as filmagens retornam à ativa.

A estreia da sequência continua programada para o dia 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.

‘Os Novos Mutantes’: Teaser confirma o lançamento nos cinemas neste mês

20th Century Studios divulgou um novo teaser oficial de Os Novos Mutantes, recheado de cenas inéditas.

O vídeo CONFIRMA a estreia nos cinemas dos EUA no dia 28 de Agosto. No Brasil, a estreia é prevista para 10 de setembro de 2020.

Confira:

Neste tenebroso filme recheado de ação e baseado nos quadrinhos da Marvel, cinco jovens que demonstram ter poderes especiais são levados a uma instituição secreta para passar em tratamentos que podem curá-los dos perigos de suas habilidades. Fazendo parte desse grupo estão Danielle Moonstar/Miragem, que cria ilusões a partir do medo de outras pessoas; Rahne Sinclair, que se transforma na lobisomem Lupina; Sam Guthrie, que, como o Míssil, pode voar em velocidades incríveis enquanto é protegido por um campo de força; Roberto da Costa/Mancha Solar, que absorve e canalizar poder solar; e Illyana Rasputin/Magik, irmã mais nova de Colosso que se transforma em uma armadura humana por conta própria e carrega uma espada de almas que amplifica suas habilidades sobre-humanas e psíquicas.

A convite da Dra. Cecilia Reyes para compartilhar as histórias de quando seus poderes primeiro se manifestaram, os cinco “pacientes” começam a entender que fazem parte de um grupo de pessoas conhecido como mutantes, que foram historicamente marginalizados e temidos. Conforme revivem suas origens, as memórias começam a se tornar realidade. Logo, eles começam a questionar o que é real ou não, e fica claro que a instituição não é o que parece. Agora a questão é: por que estão sendo mantidos em cativeiro? E quem está tentando destruí-los? A tensão e o terror regem essa aventura arrepiante dirigida por Josh Boone e co-escrita por Boone e Knate Lee.

Em entrevista ao Collider, Boone revelou que o longa-metragem terá 98 minutos (1 hora e 38 minutos) de duração – e que sua ideia para a adaptação nunca foi muito longa.

“Creio que são 98 minutos ou algo assim. Nunca foi mais que 104, até mesmo no primeiro corte. Lembro que o corte inicial tinha 20 minutos a mais que o final, mas você verá tudo isso no conteúdo especial – juntamos todas as cenas deletadas para vocês verem”.

Boone também falou sobre os planos que ele tinha para toda uma trilogia, chegando até a adaptação da saga Inferno.

“Tínhamos planos, obviamente, de trazer novos personagens para o próximo filme. O Warlock estava nas versões iniciais do roteiro, mas era muito caro inseri-lo. Então, quando o retiramos na narrativa, pudemos fazer o filme”, conta.

“A ideia era serem gêneros de terror diferentes”, continua. “O primeiro seria uma espécie de terror de rubber reality [em que se mistura realidade e fantasia], o segundo seria uma invasão alienígena com Warlock, e o terceiro reuniria todos os elementos do crossover dos X-Men do fim da década de 80 e início dos anos 90, chamado Inferno, e seria um terror sobrenatural apocalíptico. Esse era o plano.”

O longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

Disney fala sobre possibilidade de lançar ‘Viúva Negra’ digitalmente

A Disney pegou todos de surpresa ao anunciar que ‘Mulan‘ será lançado nos EUA direto no Disney+ pelo valor de US$ 29.90.

Ao ser questionado se ‘Viúva Negra‘ pode seguir o mesmo caminho, o CEO da DisneyBob Chapek, respondeu:

“Estamos vendo Mulan como um caso pontual, em vez de dizer que há um novo modelo comercial de lançar nossos filmes direto no mercado digital”, afirmou.

Lembrando que o longa tem estreia prevista nos cinemas nacionais no dia 29 de Outubro de 2020.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

‘O Mandaloriano’: 2ª temporada será lançada em Outubro no Disney+

Durante uma reunião de acionistas da Disney, foi revelado que 2ª temporada será lançada em Outubro no Disney+.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

Em um dos melhores ganchos das séries atuais, a 1ª temporada terminou com o Moff Gideon (Giancarlo Esposito) saindo de seu TIE Fighter empunhando o lendário Sabre Negro de Pre Vizla, um antigo líder da tribo de caçadores de recompensa.

E parece que as origens da arma serão exploradas ao longo da 2ª temporada da atração, como revelou Esposito durante uma entrevista para o Deadline.

“Depois que Gideon tomou posso do Sabre Negro, eu ouvi muitos fãs perguntando: ‘De onde veio esse sabre e como ele foi revivido?’ Essa é uma das principais tramas da 2ª temporada. O público vai conhecer um pouco mais do sabre e como essa antiga arma veio para no mundo moderno.”

Ele continuou, indicandoo que o passado de Gideon está diretamente ligado ao sabre.

“O sabre é a chave para desvendar o passado do Moff Gideon, que possivelmente tem muito a ver com sua verdadeira origem.”

Como ficou claro, a arma não é apenas um troféu para Gideon, e além de poder manejá-la, parece que ele tem alguns truques escondidos.

Anteriormente, Esposito conversou com o Comic Book e sugeriu que o vilão é sensitivo à Força.

“Gideon é um militar completo, é um guerreiro, é um lutador. Ele sabe como manusear o sabre negro. E ele tem um poder dentro de si que o torna diferente de todos os outros personagens. Isso é realmente interessante para mim.”

O veterano ainda teorizou que Gideon pode estar em busca de algum legado no passado dos Jedi.

“O que ele quer realmente? Ninguém sabe, ainda. Ele é um herói caído? Um devoto de Darth Vader? Algo me diz que ele sabe muito mais do que aparenta, mas teremos que esperar para descobrir.”

E aí, o que você acha dessas declarações?

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

Lembrando que ‘O Mandaloriano‘ já foi renovada para sua 3ª temporada.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Gasparzinho’ ganha ADORÁVEL Funko Pop colecionável; Confira!

Depois de muito tempo, o icônico personagem animado Gasparzinho, o Fantasminha Camarada, ganhou um colecionável Funko Pop.

O anúncio foi feito através do site da Amazon e custa US$10,99, com previsão de lançamento a partir de 24 de outubro. Entretanto, o colecionável não tem previsão de chegada no Brasil.

O personagem foi criado pelo quadrinista Warren Kremer em 1939, protagonizando diversas histórias da Harvey Comics.

Em 1995, Gasparzinho ganhou seu filme homônimo dirigido por Brad Silberling e produzido por Steven Spielberg. Estrelado por Bill Pullman, Christina RicciMalachi Pearson, o longa tornou-se um sucesso de bilheteria ao arrecadar quase US$290 milhões, apesar de ter tido uma fraca recepção pela crítica.

Em 1998, a história ganhou uma sequência em VOD chamada ‘Casper Meets Wendy’, estrelada por Hillary Duff.

Relembre o trailer:

‘The Boys’: Heróis se reúnem em novos cartazes da 2ª temporada

A Amazon divulgou novos cartazes da 2ª temporada de ‘The Boys‘, que foram lançados em duas versões: clean e explícita.

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada, enquanto a 2ª estreia em 04 de setembro.

Nos novos episódios, os protagonistas serão fugitivos enquanto procuram Billy Bruto (Karl Urban), desaparecido após a trágica revelação sobre sua mulher.

Enquanto isso, Os Sete continuam lucrando com lucrando com o pânico causado por um Supervilão e recrutam uma nova heroína, Stormfront (Aya Cash), que ameaça ocupar o posto e a popularidade do Capitão Pátria, desafiando-o a todo momento.

A Amazon Prime também divulgou os títulos dos episódios.

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Star Trek: Lower Decks’: Série animada ganha novas imagens oficiais; Confira!

CBS divulgou novas imagens oficiais da série animada ‘Star Trek: Lower Decks‘.

Confira:

A animação irá estrear no dia 6 de agosto.

A série foi criada por Mike McMahan (‘Rick and Morty‘).

A trama será ambientada em 2380 e irá focar na equipe de apoio de uma importante nave da Frota Estelar.

O elenco conta com Tawny Newsome, Jack Quaid, Eugene Cordero e Noël Wells.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.

‘Mulan’ será lançado diretamente no STREAMING nos EUA; Confira o valor!

Em um comunicado oficial, os estúdios Walt Disney revelaram que o aguardado remake em live-action de Mulan será lançado diretamente no streaming nos EUA.

Anteriormente previsto para ser lançado em 21 de agosto, o filme agora estreia no Disney+ no dia 4 de setembro.

Como o lançamento é premium, os assinantes terão que pagar mais US$ 29.99 para assistir ao filme.

O filme chegará aos cinemas em alguns territórios que já contam com cinemas abertos.

“Nos últimos meses, ficou claro que nada pode ser definido com solidez quando se trata de lançamento de filmes durante uma crise sanitária global, e hoje isso significa pausar nossos planos de lançamento de Mulan, conforme descobrimos a melhor maneira de levar essa produção para o mundo inteiro”diz a declaração.

Sobre o remake

Em uma recente entrevista para o Digital Spy, a diretora Nikki Caro revelou alguns detalhes sobre o aguardado longa-metragem e explicou a decisão de tirar as sequências musicais de sua versão, dizendo que “ninguém canta na guerra”!

“Eu pensei nessa adaptação do ponto de vista mais realista, e quem é que canta no meio da guerra? Os personagens estão em guerra, entre espadas e flechas…”, disse ela. “Não sou contra a animação, não é isso, mas são aspectos diferentes. As músicas são brilhantes e vamos honrá-las de uma maneira muito significativa. Mas eu me concentrei no drama de uma menina que está enfrentando uma guerra como um soldado.”

Por falar em realismo, Caro aproveitou par esclarecer porque não incluiu o dragão Mushu na adaptação.

“Mushu faz sentido na animação… Mas nesta versão há um representante da criatura, meio que uma representação espiritual dos ancestrais de Mulan, o que reforça o relacionamento dela com o pai. Foi assim que representamos a ideia de Mushu no live action.”

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.

‘Distant’: Naomi Scott, de ‘Aladdin’, entra para o elenco da nova comédia sci-fi

Segundo o ComicBook.comNaomi Scott foi elencada na mais nova comédia sci-fi da Amblin EntertainmentDistant.

A atriz dará vida à protagonista feminina do longa-metragem, juntando-se aos previamente anunciados Rachel BrosnahanAnthony Ramos.

A história gira em torno de um mineiro de asteroides que cai num planeta alienígena e deve lidar com os desafios desse novo lugar e encontrar a outra única sobrevivente do acidente: uma mulher que está presa em sua cápsula de escape.

Will SpeckJosh Gordon entram como diretores. Spenser Cohen assina o roteiro.

Brian Kavanaugh-JonesFred BergerAnna Halberg, Jonathan RothbartMatt Hirsch entram como produtores. Não se sabe quando as filmagens terão início.

Scott ganhou fama ao estrelar o filme Lemonade Mouth, do Disney Channel, ascendendo a uma carreira de grande sucesso que inclui o remake em live-action de ‘Aladdin’ como a Princesa Jasmine e obras como Power Rangers e o reboot de As Panteras.

Brosnahan é mais conhecida por seu papel protagonista na aclamada série The Marvelous Mrs. Maisel e vai estrelar o drama ‘I’m Your Woman’ e o thriller de espionagem Ironbark. Ramos, por sua vez, teve participações breves em HamiltonNasce Uma Estrela, além de estrelar a adaptaçãoEm um Bairro de Nova York.

Escritor é assombrado em farol no trailer do terror ‘Widow’s Point’; Assista!

O terror ‘Widow’s Point‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Escrito e dirigido por Gregory Lamberson, o longa é baseado no livro homônimo escrito por Richard e Billy Chizmar.

A trama segue um escritor que passa um final de semana trancado em um farol assombrado para ajudar a promover o seu próximo livro, mas ele acaba se tornando alvo de forças sobrenaturais.

Craig ShefferKateLynn E.NewberryDominic Luongo estrelam a produção.

O terror será lançado direto em DVD e VOD no dia 1º de setembro.

Reni Santoni, da comédia ‘Seinfeld’, morre aos 81 anos

De acordo com o The Hollywood Reporter, o ator Reni Santoni, conhecido pela sua participação na comédia ‘Seinfeld‘, morreu aos 81 anos.

O artista faleceu no sábado (1), em Los Angeles, após lutar contra vários problemas na saúde por anos, incluindo câncer.

Nascido em Nova York, Santoni teve uma extensa carreira, com mais de 100 créditos em seu currículo. Ele participou de filmes como ‘Cobra‘, ‘Juventude em Fúria‘, ‘Cliente Morto Não Paga‘, ‘A Entrega Mortal‘ e ‘Perseguidor Implacável‘.

Seu trabalho na telinha inclui ‘Miami Vice‘, ‘As Panteras‘, ‘Murder One‘, entre muitos outros.

O ator participou de quatro episódios da série ‘Seinfeld‘. Na quinta temporada, seu personagem é o dono de um restaurante italiano, e fica enojado com a falta de higiene do Jerry, que não lava suas mãos após usar o banheiro.

Santoni também fez participação especial em séries como ‘Grey’s Anatomy‘, ‘CSI‘ e ‘Franklin & Bash‘.

‘Power Book II: Ghost’: Spin-off de ‘Power’ ganha novo trailer e data de estreia

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O canal Starz divulgou o trailer completo de ‘Power Book II: Ghost‘, spin-off de ‘Power‘.

Além disso, foi confirmado que o derivado irá estrear no dia 6 de setembro.

Confira o trailer:

A trama começará dias após o desfecho da série ‘Power’. A nova produção irá focar em Tariq, enquanto ele lida com sua nova vida e tenta ser digno ao legado do pai. Começando a faculdade, que ele deve completar para conseguir sua herança, uma das suas primeiras missões é tentar tirar sua mãe da prisão após ela ter tentado incriminar seu namorado pela morte do Ghost.

O elenco conta com Michael Rainey, Naturi Naughton, Mary J. Blige e LaToya Tonodeo.

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‘The Rental’: Terror de Dave Franco volta a dominar as bilheterias nos EUA

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De acordo com o Deadline, o terror ‘The Rental‘, que marca a estreia de Dave Franco como diretor, liderou pela segunda semana seguida as bilheteiras nos EUA, arrecadando US$ 290,300 mil no final de semana.

Mundialmente, o longa já ultrapassou a marca de US$ 1 milhão nas bilheterias.

Em sua grande maioria, o terror está sendo exibido em drive-ins.

Clássicos como ‘Os Goonies‘, ‘Jurassic Park‘, ‘Tubarão‘, ‘De Volta para o Futuro‘ e ‘Gremlins‘ também foram destaque e entraram para o TOP 10 das maiores bilheterias do final de semana no país.

Além de dirigir, Franco assina ao roteiro, escrito em parceria com Joe Swanberg (‘Um Novo Começo‘).

A história é centrada em dois casais que alugam uma casa de campo para um final de semana, mas o recesso comemorativo acaba se transformando num perigoso jogo de gato e rato.

O elenco conta com Alison Brie, Dan Stevens, Sheila VandJeremy Allen White.