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‘Rainhas dos Mortos’: Terror dirigido pela filha de George A. Romero sobre zumbis vs. Drag Queens estreia no Festrival do Rio

O terror cômico ‘Queens of the Dead‘ (Rainhas dos Mortos, em tradução literal) ganhou sessões especiais no Festival do Rio.

O longa é dirigido por Tina Romero – filha do mestre George A. Romero, criador da franquia ‘A Noite dos Mortos Vivos‘, considerado o pai do subgênero.

A trama acompanha um grupo eclético de drag queens, club kids e amigos-inimigos que precisam deixar de lado seus dramas pessoais e usar suas habilidades únicas para combater os mortos-vivos sedentos por cérebro quando um apocalipse zumbi acontece durante um show de drag no Brooklyn.

Confira os horários, o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Segunda, 06/10 – 16:15 – Kinoplex São Luiz 4
Sexta, 10/10 – 15:45 – CineCarioca José Wilker 2

 

 

A produção é estrelada por Katy O’Brian (‘Love Lies Bleeding: O Amor Sangra’), Margaret Cho (‘Fire Island: Orgulho & Sedução’), Brigette Lundy-Paine (‘Eu Vi o Brilho da TV’) e Cheyenne Jackson (‘Pose’).

Nina WestJaquel SpiveyTomas Matos, Quincy Dunn-BakerBecca BlackwellShaunette Renée WilsonDominique JacksonRiki LindhomeEve Lindley completam o elenco.

Além de dirigir, Romero também assina o roteiro ao lado de Erin Judge.

“Este é o meu elenco dos sonhos. Em um filme sobre sobrevivência, você precisa amar e torcer pela sobrevivência de sua equipe. Todas as pessoas deste projeto trazem algo especial dentro e fora das telas. O resultado é algo realmente mágico,” declarou a jovem cineasta.

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 24 de outubro.

‘O Agente Secreto’ ganha novo trailer destacando personagem de Wagner Moura

O Agente Secreto, o escolhido do Brasil para disputar uma vaga no Oscar de Melhor Filme Internacional,  ganhou um novo trailer.

‘O Agente Secreto’: Filme com Wagner Moura que abrirá o CineBH recebe 100% de APROVAÇÃO no RT; Confira as críticas!

O Agente Secreto transporta o público para a Recife de 1977, onde Marcelo (Wagner Moura), um especialista em tecnologia, retorna à sua cidade natal em busca de tranquilidade.

No entanto, ele logo se depara com perigos e segredos sombrios que a rondam.

Além de Wagner Moura, o elenco conta com grandes nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Roberto Diogenes e Hermila Guedes.

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Recentemente, o cineasta Kleber Mendonça Filho usou as redes sociais para celebrar a honra do filme ter sido escolhido para representar o Brasil no Oscar.

O longa, que estreou com grande destaque em festivais internacionais, já acumula importantes prêmios, incluindo o FIPRESCI (Prêmio da Crítica Internacional) de Melhor Filme, o Prix des Cinémas Art et Essai – AFCAE (Prêmio de Cinema de Arte), além de troféus de Melhor Direção para Kleber Mendonça Filho e Melhor Ator para Wagner Moura.

Na estreia mundial, o filme foi aplaudido de pé por 13 minutos, consolidando-se como um dos grandes destaques da temporada.

Crítica | O Agente Secreto – Kleber Mendonça Filho Alcança Seu Melhor em Potente Filme de Roteiro Refinado | CinePOP

A estreia nos cinemas nacionais está marcada para o dia 6 de novembro.

‘Caramelo’, nova produção nacional da Netflix, estreia ESTA SEMANA

Caramelo, novo longa nacional da Netflix estrelado por Rafael Vitti, chega está semana ao catálogo da plataforma de streaming.

O longa tem estreia agendada para o próximo dia 08 de outubro.

Na trama…

Pedro é um obstinado chef de cozinha prestes a realizar seu sonho de liderar um restaurante, quando um diagnóstico inesperado transforma sua vida. Com a ajuda de um adorável vira-lata caramelo, ele embarca em uma emocionante jornada de redescoberta, encontrando significado e inspiração no presente.

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O filme é produzido pela Migdal Filmes e dirigido por Diego Freitas.

Além de Rafael Vitti, o longa é estrelado por Arianne Botelho (‘Amorteamo’), Noemia Oliveira (‘Um Natal Cheio de Graça’) e Ademara (‘Sem Filtro’).

caramelo (2)
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‘Pai do Ano’: Comédia dramática com Michael Keaton e Mila Kunis ganha data de estreia no Brasil

Homem e mulher conversando sentados sorridentes

Pai do Ano (‘Goodrich’), comédia dramática estrelada por Michael KeatonMila Kunis, ganhou data de estreia nos cinemas nacionais.

O longa será distribuído no país pela Diamond Films e chega às telonas em 23 de outubro.

Confira o trailer:

https://www.youtube.com/watch?v=Ck61X8R01Pc&t=2s

O filme é escrito e dirigido por Hallie Meyers-Shyer.

Na trama…

A vida de Andy Goodrich (Keaton) vira de cabeça para baixo quando sua esposa, mãe dos gêmeos de nove anos do casal, entra em um programa de reabilitação de 90 dias, deixando-o sozinho com os filhos. Desajeitado no universo da paternidade, Andy recorre a Grace (Kunis), sua filha do primeiro casamento, para ajudá-lo a lidar com os desafios de cuidar das crianças. Ao longo do caminho, ele acaba se transformando no pai que Grace sempre desejou.

Crítica | Pai do Ano – Michael Keaton no piloto automático em um drama açucarado

Andie MacDowellKevin PollakNico HiragaPoorna JagannathanMichael Urie completam o elenco.

Jennifer Lawrence e Robert Pattinson no trailer do SUSPENSE psicológico ‘Morra, Amor’; Confira!

A Paris Filmes divulgou o trailer oficial de ‘Morra, Amor‘ (‘Die, My Love’), suspense psicológico estrelado por Jennifer Lawrence (‘Jogos Vorazes’) e Robert Pattinson (‘Batman’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de novembro.

Na trama…

Grace (Lawrence) e Jackson (Pattinson), um jovem casal prestes a ter um bebê, deixa Nova York e se muda para uma casa herdada no campo. Com a chegada da criança e o ambiente isolado, Grace se vê em uma jornada de autodescoberta. À medida que enfrenta seus próprios limites, ela se encontra não na fraqueza, mas na força de sua imaginação e na intensidade de uma vivacidade indomável.

Crítica | Morra, Amor – Maternidade e loucura colidem em drama sufocante com Jennifer Lawrence [Cannes 2025]

Lynne Ramsay é responsável pela direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Enda Walsh.

O elenco ainda conta com LaKeith Stanfield, Nick Nolte, Gabrielle Rose, Sissy Spacek, Sarah Lind, Luke Camilleri e Debs Howard.

‘Pluribus’: Rhea Seehorn é destaque no teaser INÉDITO da nova série do criador de ‘Breaking Bad’

Apple TV+ divulgou mais um teaser oficial de Pluribus, nova série de Vince Gilligan (‘Breaking Bad’, ‘Better Call Saul’).

O misterioso vídeo fornece alguns detalhes a mais sobre a intrigante atmosfera da atração, dando destaque a Rhea Seehorn como a protagonista Carol.

A série tem estreia marcada para o dia 7 de novembro na plataforma de streaming, com a exibição dos dois primeiros episódios.

Confira:

Gilligan também entra como showrunner.

Ainda sem muitos detalhes revelados, sabe-se que a trama é ambientada na cidade de Albuquerque e acompanha a pessoa mais miserável da Terra, que deve salvar o mundo da felicidade.

Karolina Wydra (‘Sneaky Pete’), Carlos-Manuel Vesga (‘Donde Tú Quieras’), Mirian Shor (‘Ficção Americana’) e Samba Schutte (‘Nossa Bandeira é a Morte’) integram o elenco.

Lembrando que a série já teve sua segunda temporada confirmada.

‘Os Pestes’: Nova animação da Netflix ganha divertido trailer; Confira!

Netflix acaba de divulgar o trailer oficial de Os Pestes(Wildwood), sua nova animação original.

O longa chega à plataforma de streaming no dia 17 de outubro.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A comédia musical é dirigida, produzida e coassinada por Phil Johnston, e funciona como adaptação livre do romance infantil homônimo de Roald Dahl.

O Sr. e a Sra. Twit, as pessoas mais malvadas, fedorentas e desagradáveis ​​do mundo, são donos e administradores do parque de diversões mais nojento, perigoso e idiota do mundo: Twitlândia. Quando os Twits ascendem ao poder em sua cidade, duas crianças corajosas – Beesha e Bubsy – e uma família de macacos mágicos são forçados a se tornarem tão astutos quanto os Twits para salvar a cidade.

Margo MartindaleJohnny VegasNatalie PortmanEmilia ClarkeMaitreyi RamakrishnanRyan LopezJason MantzoukasTimothy SimonsAlan TudykNicole Byer integram o elenco de voz.

Opinião | Como a adaptação de ‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’ pode encontrar sucesso na complexidade de seu personagem principal

A franquia Jogos Vorazes continua em constante expansão desde seu surgimento em 2008, com o lançamento do primeiro volume da série literária. Após conquistar leitores ao redor do mundo, a elogiada narrativa distópica ganhou as telonas com uma quadrilogia que se tornou uma das mais apreciadas pela crítica e pelos fãs – e que eternizou Jennifer Lawrence como a rebelde heroína Katniss Everdeen.

Com o fim da saga original, a autora Suzanne Collins resolveu viajar algumas décadas no passado, seis décadas antes da edição protagonizada por Katniss, para contar a história de Coriolanus Snow antes de se tornar um ditador psicótico – cujo enredo também foi levado para os cinemas com a presença de Tom Blyth e Rachel Zegler nos papéis principais. O sucesso do spin-off compeliu a romancista a esquadrinhas mais um capítulo do vibrante universo de Panem, voltando com um capítulo inédito nos levando a conhecer ninguém menos que Haymitch Abernathy, que se tornaria mentor de Katniss e Peeta Mellark na 74ª edição dos Jogos.

Intitulado ‘Amanhecer na Colheita’, o livro, cuja adaptação já está em desenvolvimento pela Lionsgate e chega aos cinemas no ano que vem, nos levou para o Segundo Massacre Quaternário, mergulhando nas delineações de um dos personagens mais complexos desse universo. Haymitch foi nos apresentado pela primeira vez pela interpretação de Woody Harrelson como um beberrão incorrigível e o único vencedor do Distrito 12. Escalado como mentor de Katniss e Peeta, ele provou ser um grande conhecedor das engrenagens dos Jogos, dando dicas para os protagonistas sobreviverem e fazendo tudo ao seu alcance para garantir que a revolução continuasse sendo fomentada. Emergindo como um grande opositor ao governo tirânico de Snow, ele sempre ficou ao lado de Katniss em sua jornada como o tordo, o símbolo da resistência e da rebelião, sempre sabendo que a jovem tomaria a decisão certa na derrocada da Capital.

Mas o que o levou a ficar assim?

Quase duas décadas e meia atrás, Haymitch foi selecionado para a 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecido como Segundo Massacre Quaternário. Nos Massacres, o Presidente Snow tem o direito de realizar uma cerimônia especial, com regras ou exigências especiais – e, para o ano em que o nosso herói foi selecionado, os Distritos deveriam enviar o dobro de tributos, colocando 48 jovens se enfrentando na Arena com a possibilidade imutável de apenas um vencedor. Assim, Haymitch é enviado para a Capital ao lado de Wyatt Callow, Louella McCoy e Maysilee Donner, mergulhando nos primórdios de um levante contra Snow.

A questão é que o arco envolvendo o personagem é bem mais trágico do que o de Katniss. Haymitch sabe que quaisquer alianças dentro e fora da Arena são perigosas, seja com seus companheiros de Distrito, seja com mentores forçados a trabalhar para a Capital como mentores, revivendo momentos de puro terror e trauma. Ao longo do livro, somos agraciados com a presença de nomes conhecidos, incluindo Wiress, Megs, Beete, Effie e Caesar, todos colocados sob a ótica opressora e vigilante de Snow e de seus asseclas. Mesmo vitorioso, Haymitch não venceu – e isso já nos era premeditado desde seus poderosos discursos sobre a onipotência do Presidente sobre Panem.

Esses sórdidos detalhes são a controversa beleza da história de Haymitch e de que maneira ele se transforma em um dos melhores e mais bem construídos personagens da franquia Jogos Vorazes. Cada trejeito e cada vício que tenta amenizar com um humor ácido e sarcástico é-nos explicado com reviravoltas impactantes que mostram o poder desmedido de Snow e a forma como manipula e pune qualquer um que ouse confrontá-lo. A constante dor que Haymitch sente desperta nele um sentimento de vingança que não é canalizado da maneira certa, colocando-o frente a frente com uma fuga inebriante e paliativo – e que reacende com a chegada de Katniss, despertando nele a chance de se redimir frente a uma complacência mandatória que o transformou em um zumbi letárgico.

Haymitch é um encontro entre passado e presente e uma representação material do que acontece quando somos levados ao limite. Como um jovem do Distrito 12 apaixonado por sua pretendente, Lenore Dove, ele acreditava que a felicidade era possível; após ser selecionado para os Jogos e levado à Arena, sua visão sobre o mundo torna-se mais taciturna, como se a chama de um prospecto otimista tivesse morrido sob uma inescapável escuridão. E, forçado a conviver com forças externas que ainda não compreende e que não consegue enfrentar, ele se rende à única válvula de escape que se posta à sua frente.

Se nos filmes originais vimos as profundas marcas deixadas pelos Jogos lhe causarem pânico e medo constantes – como sua explosiva frustração com a decisão de Snow em trazer os vencedores de volta para o Terceiro Massacre Quaternário em Jogos Vorazes: Em Chamas’ -, a pré-sequência nos colocará frente a frente com esse trágico início, trazendo Joseph Zada vestindo o manto do personagem e com altas chances de se sagrar um dos melhores filmes da franquia.

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’ estreia em 20 de novembro de 2026.

Crítica | ‘Alice’ – Um filmaço brasileiro já qualificável para a disputa do próximo Oscar! [Festival do Rio 2025]

Já dizia alguém: é nos pequenos frascos que estão os melhores perfumes! Com uma composição visual deslumbrante, criando significados a partir do desbravar da linguagem, quase um chamado para a imersão de sentimentos que pulsam na tela, o curta-metragem Alice, dirigido por Gabriel Novis é um retrato comovente e profundo de uma mulher trans nascida em Maceió. Embarcando em uma reinvenção de sua própria trajetória, Alice Barbosa apresenta ao público a sua história, que teve estreia nacional no Festival do Rio 2025.

É impressionante como, em apenas 17 minutos, nossos pensamentos se veem mergulhados em reflexões constantes de um retrato muito bem construído e sensível. Tocante e contornando o terror do preconceito, a narrativa nos projeta para conhecer uma história que fala muito sobre família, despertar para suas verdades, o luto, os prazeres através do esporte e também as mudanças com as despedidas. Com uma narração da própria personagem-título, somos conquistados do primeiro ao último minuto.

Contextualizando de forma certeira a violência, o preconceito, a misoginia e a transfobia – traços de uma sociedade em constante medo, e, muitas vezes, incapaz de enxergar a realidade do próximo – Alice apresenta sua protagonista: uma jovem artista trans que desperta para algumas questões de sua vida após a perda, muito sentida, do pai. Esse luto, é uma variável que se torna constante, ganha simbolismo em tela, um elemento que cruza a trajetória que acompanhamos – das memórias da infância ao presente – de maneira acachapante.

Esse é um filme para ser sentido, debatido, e embarcar na criatividade com que se modela a linguagem. Tudo o que aparece em tela parece dialogar com o discurso e com os pontos que se ligam à emoção. Esse curta-metragem alagoano foi o vencedor de um dos maiores festivais de documentários do planeta, o Hot Docs, no Canadá – feito que o posiciona como uma obra qualificável para a disputa do próximo Oscar. Tomara! Que filmaço!

 

Crítica | Nova temporada de ‘Wicked’ em São Paulo aprende com os erros e nos entretém do começo ao fim

Nos últimos anos, Wicked tornou-se uma febre sem igual ao redor do mundo, não apenas pelas múltiplas montagens que chegaram aos palcos – incluindo uma segunda temporada no Brasil -, mas com a adaptação em live-action estrelada por Cynthia Erivo e Ariana Grande. Tornando-se um juggernaut cultural sem precedentes, não demorou muito até que a produção teatral retornasse à cidade de São Paulo com mais exibições para os inveterados fãs, além de aproveitar o trabalho de Myra Ruiz e Fabi Bang como as vozes de Elphaba e Glinda na versão dublada – que alcançaram uma popularidade ainda maior do que a já tinham quando eternizaram as bruxas de Oz pela primeira vez.

A terceira temporada começou em março desde ano no Teatro Renault e estende-se até os primeiros dias de novembro na capital paulista e, felizmente, o retorno a um dos maiores locais de entretenimento da cidade provou ser essencial para o sucesso da apresentação, apostando em uma mudança total de cenários e efeitos especiais para nos comover uma vez mais. E, considerando os incontáveis problemas de suas exibições no Teatro Santander, é interessante voltar a um vibrante e coloridos microcosmos que parece ter aprendido com os erros de um passado não muito distante e se mostra disposto a resgatar a magia outrora perdida – encontrando sucesso em quase sua completude.

Para aqueles que não se recordam ou desconhecem a trama, Wicked nos apresenta à história não-contada das bruxas de Oz. De um lado, temos Elphaba (Ruiz), filha do Governador da Terra Munchkin, que é destratada por ter a pele verde e é olhada com inferioridade pelos outros; de outro, temos Glinda (Bang), das terras mais ao Norte, uma superficial aspirante à feiticeira que acha que o mundo gira ao seu redor. Ambas veem seu mundo virar de cabeça para baixo quando, ao entrarem para a Universidade Shiz, passam a dividir o quarto e a conviver com diferenças gritantes – que eventualmente a transformam em amigas.

Porém, Oz esconde um segredo terrível e uma perigosa conspiração política que é desvendada pouco a pouco por Elphaba – e que consegue uma reunião com o poderoso Mágico (Baccic) para lhe pedir a ajuda. Acompanhada de Glinda e determinada a colocar um fim nas oprimidas criaturas que se veem ameaçadas dia após dia, Elphaba descobre que o Mágico está por trás das artimanhas de Oz. Em um ímpeto, o feiticeiro charlatão decide utilizá-la como bode expiatório, transformando-a na inimiga pública número um e colocando a amizade da jovem com Glinda em xeque.

John Stefaniuk retorna como diretor geral do espetáculo e, como mencionado alguns parágrafos acima, corrige os deslizes que cometeu dois anos atrás, aproveitando o amplo espaço do Renault para garantir uma experiência maximizada do público – que irrompia em aplausos a cada canção performada e cada aparição das atrizes. É notável os problemas óbvios do primeiro ato, que variam desde falhas na coreografia até o ritmo descompensado que é retomado com fôlego em “Popular” e “Desafiar a Gravidade”. E, à medida que o crescendo do final da primeira parte chega às gloriosas notas finais, adentramos um sólido ato de encerramento que navega com êxito pela comédia e pelo drama.

Um dos elementos de maior sucesso são as mudanças empregadas: o cenário de Ben Cracknell ganha dimensões mais épicas, nos transportando para o mágico mundo de Oz de imediato – e não poupando despesas ao construir estruturações suntuosas e recheadas de detalhes (e que, por vezes, ajudam a ofuscar os deslizes da produção). Skylar Fox, por sua vez, contribui para os incríveis efeitos práticos do musical, abrindo espaço para uma aproximação satisfatória dos personagens com o público, encantando com fabulosas incursões e promovendo uma drástica alteração do momento-chave da peça que funciona em todos os aspectos.

Deixar de mencionar o trabalho do elenco é impossível. Pessoalmente, o showzinho particular de Ruiz e Bang na segunda temporada do espetáculo foi algo que me incomodou – e um dos meus medos para a nova versão. Todavia, enquanto as atrizes se mantêm fiéis às atuações despojadas e divertidas, em momento algum roubam os holofotes de seus colegas de elenco e até mesmo utilizaram os momentâneos erros para tirar boas risadas da plateia. Ademais, as constantes e cansativas piadas dão lugar a tiradas inteligentes e pertinentes à cena em questão, trazendo o brilho que estava em falta na temporada anterior.

Wicked retorna a São Paulo com a forte promessa de manter o hype em cima da atração vivo – e, em boa parte, consegue fazer isso. Dominando cada centímetro do Renault e nos engolfando em uma viagem de tirar o fôlego pelo mágico mundo de Oz, o espetáculo nos entretém do começo ao fim como deveria.

Madelaine Petsch tenta salvar seu negócio no trailer de ‘Manutenção Necessária’, nova rom-com do Prime Video

Prime Video divulgou o trailer oficial de Manutenção Necessária, comédia romântica estrelada por Madelaine Petsch (‘Os Estranhos’, ‘Riverdale’).

A produção chega à plataforma de streaming no dia 8 de outubro.

Confira:

O filme é dirigido por Lacey Uhlemeyer.

Charlie (Petsch), dona independente de uma oficina só para mulheres, precisa repensar seu futuro quando uma rede rival abre do outro lado da rua. Em busca de apoio, ela desabafa com um amigo anônimo online, sem saber que é Beau (Jacob Scipio), o mesmo rival que ameaça seus negócios. Entre faíscas virtuais e reais, a verdade pode pôr tudo a perder.

Madison BaileyKaty O’BrianInanna SarkisMatteo LaneRob RauschJim Gaffigan e outros completam o elenco.

Taylor Swift lança clipe de “The Fate of Ophelia”, lead single do álbum ‘The Life of a Showgirl’

A cantora e compositora Taylor Swift acaba de lançar oficialmente o videoclipe oficial de “The Fate of Ophelia”lead single do álbum The Life of a Showgirl.

Lembrando que o álbum já está disponível nas plataformas de streaming.

Confira:

Para promover o álbum, Swift também lançou uma produção cinematográfica intitulada ‘The Official Release Party of a Showgirl’. O longa-metragem conta 89 minutos de duração e chega aos cinemas nacionais em 24 de outubro.

Crítica em Vídeo | Taylor Swift transforma o mundo em seu próprio palco com o álbum ‘The Life of a Showgirl’

Relembre a tracklist:

1. “The Fate of Ophelia”
2. “Elizabeth Taylor”
3. “Opalite”
4. “Father Figure”
5. Eldest Daughter”
6. “Ruin the Friendship”
7. “Actually Romantic”
8. “Wi$h Li$t”
9. “Wood
10. “CANCELLED!”
11. “Honey”
12. “The Life of a Showgirl (feat. Sabrina Carpenter)”

O último álbum de Swift foi The Tortured Poets Department, que conquistou seis indicações ao Grammy 2025, incluindo Álbum do Ano.

Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 14 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo quatro Álbuns do Ano por ‘Fearless’, ‘1989’‘Folklore’‘Midnights’.

Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns ‘Fearless’‘Red’‘Speak Now’ e ‘1989’, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.

Michelle Pfeiffer se recorda de SANGRENTO acidente que lhe rendeu um papel em ‘Scarface’

A icônica Michelle Pfeiffer revelou um sangrento momento em em que Al Pacino se convenceu de que ela era perfeita para o papel de Elvira no clássico Scarface, de 1983.

A indicada ao Oscar foi a mais recente convidada do podcast SmartLess, apresentado por Will Arnett, Jason Bateman e Sean Hayes, para relembrar seu longo processo de audição para o filme dirigido por Brian De Palma.

Ela disse que, embora o cineasta a quisesse para o papel, Pacino não se sentia da mesma forma no início.

“Al vai admitir isso”, ela disse, “[Mas] ele realmente não me queria para o papel”.

Pfeiffer contou que conheceu De Palma e o diretor de elenco, e que arrasou em seu primeiro teste para o filme. No entanto, “ao longo de dois meses, eu só piorei, porque estava com medo. E, no final, eu estava péssima”.

Pfeiffer admitiu que não “culpou” Pacino pela reação inicial. “Ele simplesmente disse: ‘ela é ruim’. E Brian finalmente veio até mim e disse: ‘sabe, querida, não vai dar certo’. Eu disse: ‘eu sei, cara. Me desculpe’. Porque o Brian me queria muito”, explicou ela.

“Por mais decepcionada que eu estivesse”, continou a atriz, “Eu estava tão feliz por ter terminado. Então, tipo, mais de um mês se passou e eu recebi uma ligação, querendo me chamar para um teste de tela. Então eu apareci e nem dei a mínima, porque sabia que não ia conseguir o papel”.

Mas, para a surpresa de Pfeiffer, o teste de tela, que ela lembrou ser a “cena do restaurante em que eu explodo no final”, acabou sendo seu melhor trabalho no longa-metragem.

Mas foi um acidente sangrento durante a audição que lhe garantiu o papel. “Eu bati na mesa, nos pratos, e os copos quebraram, os pratos quebraram. Havia sangue por todo lado. Todos correram até mim para ver onde eu tinha me cortado. Bem, eu não me cortei. Eu cortei o Al”, ela lembrou.

“Eu pensei: ‘Bem, lá se vai o papel’. [Mas] na verdade acho que foi naquele dia que [Pacino] disse: ‘É, é. Acho que sim, ela não é ruim'”, acrescentou Pfeiffer.

O clássico policial dos anos 1980 acompanha o imigrante cubano Tony Montana (Pacino), determinado e com mentalidade criminosa, que se torna o maior traficante de drogas de Miami e acaba sendo destruído pelo próprio vício. Elvira (Pfeiffer) era a esposa problemática de Tony, uma socialite viciada em drogas, ex-amante de seu chefe, Frank Lopez (Robert Loggia).

Scarface’ está disponível para aluguel no Prime Video.

‘Stranger Things’: 5ª temporada ganha novos cartazes ANIMADOS; Confira!

Netflix divulgou novos cartazes animados e individuais de alguns dos personagens protagonistas da série.

São eles: Mike (Finn Wolfhard), Will (Noah Schnapp), Lucas (Caleb McLaughlin) e Dustin (Gaten Matarazzo).

Confira:

Confira a sinopse:

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

Lembrando que o ciclo de encerramento será dividido em três partes:

Volume 1: 26 de novembro, às 22h
Volume 2: 25 de dezembro, às 22h
Episódio final: 31 de dezembro, às 22h

O elenco estelar inclui, além de Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten Matarazzo e Sadie Sink, bem como Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’: Série derivada de ‘Game of Thrones’ NÃO terá sequência de abertura

o cavaleiro dos sete reinos (1)
o cavaleiro dos sete reinos (1)

‘O Cavaleiro dos Sete Reinos‘ é a próxima série derivada do universo Game of Thrones – e uma confirmação inesperada veio à tona nesses últimos dias.

Segundo a Entertainment Weekly, o spin-off não contará com uma sequência de abertura como visto na produção original e em A Casa do Dragão.

“É um sinal claro para o público de que eles estão prestes a experimentar algo diferente do que estão acostumados”, aponta o consórcio.

Vale lembrar que a série foi adiada para o ano que vem.

Através de seu blog oficialGeorge R.R. Martin, criador do incrível panteão fantástico, revelou que a adaptação televisiva “finalizou as gravações da primeira temporada meses atrás e logo entrou em pós-produção”.

“Já assisti a todos os seis episódios (os últimos dois em cortes brutos, obviamente), e eu amei”, ele escreveu. “Dunk e Egg sempre foram alguns dos meus favoritos, e os atores que encontramos para interpretá-los são simplesmente incríveis”.

Martin continua: “o restante do elenco está igualmente incrível. Esperem até vocês conhecerem Laughing Storm. E Tanselle Too-Tall”.

Além disso, Martin revelou que já estão trabalhando na segunda temporada: “E agora eles estão trabalhando na segunda temporada. Esses são dois personagens que são muito especiais para mim, e eles são incomuns. Esses personagens não são o que a maioria das pessoas esperaria em uma história de fantasia. É um pouco mais suave. É um pouco mais bem-humorado. Espero que o público esteja aberto a esse tipo de mudança”.

Confira o primeiro teaser e siga o CinePOP no Youtube:

“Um século antes dos eventos de Game of Thrones, dois heróis improváveis percorreram Westeros… um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto, e seu diminuto escudeiro, Egg. Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.”

Edward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) farão parte da série pré-sequência.

Peter ClaffeyDexter Sol AnsellFinn BennettBertie CarvelTanzyn CrawfordDaniel IngsSam Spruell também integram o elenco.

Sarah Adina SmithOwen Harris dirigem os seis episódios da atração.

a knight of the seven kingdoms
a knight of the seven kingdoms

Crítica | Cyclone – História Real Inspira Ficção Teatralizada Com Estreia no Festival do Rio 2025

Maria de Lourdes Castro Pontes. Também conhecida como Daisy. Foi uma dramaturga bastante conhecida na cena literária paulistana do início do século XX. Nascida em 1900, a Miss Cyclone, como se autodenominou a jovem, arrebatou o coração de um escritor e dramaturgo, Oswald de Andrade, com quem viveu um romance entre os anos 1917 e 1919, quando Daisy faleceu. A história desse furacão literário ganhou uma livre adaptação cinematográfica, o filme ‘Cyclone’, que teve sua exibição no Festival do Rio 2025.

Na coxia de um teatro, um grupo ensaia, preparando-se para uma apresentação importante. Enquanto isso, Daisy (Luiza Mariani) se envolve intimamente com o dramaturgo Heitor Gamba (Eduardo Moscovis, de ‘Querido Mundo’), que escreveu a peça. Mas, a verdade é que Gamba não a escreveu sozinho, pelo contrário: sem a ajuda crucial de Daisy no texto, a peça jamais teria sido concluída e o texto não teria ficado bom. Às vésperas de uma grande estreia no Theatro Municipal de São Paulo, Daisy passa a exigir que seu nome conste no panfleto da peça, pois, assim, conseguirá aplicar para uma bolsa de estudos em Paris. Entretanto, entre promessas e declarações de amor, Daisy aprenderá a duras penas que a vaidade de Gamba é maior do que seu sentimento por ela.

O filme começa com a entrevista de Daisy à bolsa de estudos, filmada com a protagonista olhando para o público. Essa estratégia do roteiro de Rita Pfiffer é duplamente interessante pois além de apresentar a protagonista (com o poderoso olhar confiante de Luiza Mariane) ao espectador, também apresenta o cerne da trama: estamos falando de teatro, não se esqueçam disso.

Ainda que livremente inspirado na vida de Maria de Lourdes Castro Pontes, pessoa real, e salva as devidas liberdades para abordar a vida dessa artista por um viés feminista e feminino totalmente contemporâneo, alguns elementos não se explicam no próprio filme e só fazem sentido se o espectador curioso for procurar informações por fora. Por exemplo, o principal escândalo de Daisy se envolver com o tal dramaturgo (que, na vida real, foi Oswald de Andrade) é que ela tinha apenas dezessete anos quando começaram o romance, ou seja, era menor de idade, e o drama que ela viveu para receber créditos pelos seus textos não era apenas para conseguir uma bolsa de estudos, mas porque Oswald já era muito famoso e influente na cena teatral paulistana, a Paulicéia Literária já começava a tomar forma e Daisy queria (e justamente merecia) ser reconhecida pela coautoria em determinados textos do poeta. Ou que na cena em que “neva” em São Paulo ocorreu de verdade, quando garoou na cidade quando a temperatura caiu abaixo de zero, e isso foi um grande evento na época.

Uma vez que nada disso está dito no filme, a profundidade do drama da protagonista vai para um outro lugar: a da mulher mais velha que, ao contrário das expectativas sociais, decidiu não querer ter filhos, não se casou e ainda quis escrever arte e trabalhar, em vez de ficar em casa. Amadurecer a trama foi uma estratégia interessante da adaptação, embora tenha conduzido o debate para um outro viés.

O destaque fica na força gutural que Luiza Mariani imprime na protagonista, suportando as situações com as emoções na medida certa – o que demonstra, também, a ótima condução da diretora Flavia Castro, que chamou Eduardo Moscovis, Karine Teles e Luciana Paes para engrandecer esse projeto.

Cyclone’ é um bom filme que apresenta ao grande público uma artista brasileira silenciada pelo machismo estrutural, funcionando como uma ótima introdução à esta história real e trágica da dramaturgia brasileira.

Crítica | ‘Apolo’ – Um poético álbum de família que emociona e traz reflexões [Festival do Rio 2025]

O que eu era antes de ser? Com essa pergunta atingindo em cheio a premissa de uma obra que se revela como um poético álbum de família de coração aberto, assistimos, no terceiro dia do Festival do Rio 2025, a um documentário simples em sua estética, mas rico em conteúdo. Apolo atravessa medos, desafios, preconceitos em uma estrada onde o amor é uma chama que nunca se apaga.

Durante a pandemia, já no final de 2021, o casal transgênero Isis Broken e Lourenzo Gabriel conceberam naturalmente um filho. Esse filme mostra o antes – do início da gestação até o nascimento -, reunindo pelo caminho detalhes e experiências pessoais que logo viram reflexões importantes sobre um país onde o preconceito ainda está enraizado.

Há uma contextualização importante e citada no filme: há uma década e meia, o Brasil é o país onde mais se mata pessoas trans. Com esse ponto circulando os temas que se abrem em camadas a partir das experiências do casal ao longo da gravidez, o documentário dirigido por Tainá Muller e Isis Broken, lança luz sobre o debate da transfobia ao mesmo tempo que alcança o momento único e transformador na vida – a chegada de um filho.

Ao longo dos objetivos 82 minutos de projeção, circulamos entre os olhares pelos lugares familiares, a relação do casal com suas próprias famílias chegando até mesmo em memórias perdidas na infância, que logo voltam com o frescor dessa nova chegada. Essa costura entre um antes, presente nas entrelinhas, e o presente é construído em uma narrativa intimista e também corajosa, que emociona em muitos momentos.

Nessa linda homenagem ao filho, a história de uma família que enfrenta o preconceito de peito aberto, é também um grande presente para todos que tem a oportunidade de assistir. Estreia em breve no circuito exibidor. Se eu fosse você, ia correndo assistir!

‘Invocação do Mal 4’ ultrapassa US$ 450 milhões e se torna o MAIOR terror do ano

Sucesso! O terror ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 450 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa conseguiu superar a arrecadação total de ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ (US$310.4M) e ‘Pecadores‘ (US$366.6M), tornando-se o maior terror do ano.

Além disso, o filme superou ‘A Freira‘ (US$366M), tornando-se a maior bilheteria da história da franquia.

Invocação do Mal | Ranqueamos TODOS os filmes da icônica saga de terror, incluindo ‘O Último Ritual’

Nos EUA, o longa soma US$ 167.8 milhões. Internacionalmente, foram US$ 290.4 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 458.2 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$26.4M), Reino Unido (US$20.3M), Brasil (US$15.3M), França (US$14.6M) e Alemanha (US$12.7M).

Crítica 2 | ‘Invocação do Mal – O Último Ritual’ é o filme MENOS assustador da franquia…

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 83 milhões nos EUA, tornando-se a terceira maior estreia doméstica da história do gênero, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$123M) e ‘It: Capítulo 2‘ (US$91M).

Crítica | Ed e Lorraine Warren se despedem com o ótimo ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’

Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Elizabeth Olsen fala sobre FADIGA dos filmes de super-heróis: “Não são para os críticos, são para os fãs”

wanda

A estrela Elizabeth Olsen, conhecida por interpretar a Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff) no Universo Cinematográfico Marvel (UCM), falou recentemente sobre a franquia e aproveitou para comentar acerca da “fadiga de filmes de super-heróis”.

Em entrevista à People, a atriz afirmou que, apesar de reconhecer que algumas pessoas possam estar “exaustas” com produções do gênero, esses filmes são feitos para os fãs, não para os críticos.

“É algo que eu amo e que sempre quero retomar”, explicou ela. “Acho que o que foi tão especial nos últimos cinco anos é que pude fazer muitas coisas com a personagem que nunca imaginei interpretar. Ainda há falas de personagens que aconteceram nos quadrinhos que eu adoraria fazer e que acho que os fãs também querem”.

“Quer dizer, esses filmes não são para críticos, são para fãs”, continuou Olsen. “É realmente proveitoso, e as histórias só melhoraram para mim, para minha personagem. Eu realmente gostei”.

A atriz acrescenta:

“Algumas pessoas têm séries de televisão em andamento às quais conseguem retornar. Pouquíssimas, eu acho, conseguem fazer parte de franquias – sei que culturalmente podemos ficar um pouco esgotados, mas há algo nelas que se torna muito familiar. Não há nada parecido, e não sei se terei [isso] novamente, a menos que seja para uma série em andamento. Eu gosto desse tipo de consistência. É uma sensação boa. Quer dizer, a estabilidade no emprego é uma sensação boa — acho que todos concordamos com isso”.

Elizabeth Olsen quer ver icônico arco dos quadrinhos ganhar adaptação nos cinemas: “Seria divertido”

Anteriormente, em entrevista ao ComicBookMovie, Olsen revelou um arco dos quadrinhos que ela não gostaria de ver adaptado nas telas: o triângulo amoroso de sua personagem.

A atriz não tem interesse na trama que envolve Wanda, o Visão e Simon Williams (o herói Magnum).

“Acabei de fazer um filme sobre uma mulher que escolhe entre seus dois maridos mortos no além. Então estou tranquila em não fazer outro filme sobre dois homens disputando meu amor, pelo menos por um tempo”, brincou a atriz, referindo-se ao seu papel no filme ‘Amor e Morte’.

‘WandaVision’ e ‘Loki’ são “algumas das melhores histórias da Marvel”, afirma Kevin Feige

Famke Janssen comenta sobre sua AUSÊNCIA como Jean Grey em ‘Vingadores: Doomsday’

‘Vingadores: Doomsday’ contará com o retorno de diversos personagens muito amados pelos fãs de super-heróis – incluindo membros da franquia live-action original dos ‘X-Men’, como Professor X (Patrick Stewart), Magneto (Ian McKellen), Mística (Rebecca Romijn) e Ciclope (James Marsden).

Porém, apesar de incontáveis rumores, uma conhecida atriz não marcará presença no épico da Marvel StudiosFamke Janssen, que interpretou Jean Grey nos filmes da extinta 20th Century Fox.

Agora, em uma recente entrevista ao Screen Rant, Janssen falou pela primeira vez sobre sua ausência do ambicioso projeto.

“É, para ser sincera, eu não conheço bem o enredo, então não tenho certeza”, disse ela. “Não é o meu mundo, nunca foi o meu mundo, na verdade, todo esse mundo dos quadrinhos. Eu já deveria saber, já estou nisso há tempo suficiente. Mas estou muito animada para ver quando será lançado. Assim como todo mundo, vou descobrir quais são esses enredos e como tudo terminou.”

Pouco depois, Janssen refletiu sobre sua experiência com a franquia X-Men’, acrescentando que “esses foram ótimos filmes dos quais fazer parte, e eles fizeram tantas coisas boas para minha carreira. É simplesmente incrível que, ao longo de todos esses anos, eu tenha tido essas franquias, como os X-Men’, ou Busca Implacável’ por três filmes, ou a série da Netflix, ‘Hemlock Grove’, por três temporadas, ou ‘Império de Amsterdã’ e um filme de James Bond”.

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O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

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