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Ação brutal e vingança no filme com astro de ‘Round 6’ que figura em 7º lugar entre os mais vistos da Netflix

A Netflix lançou recentemente o filme sul-coreano ‘Mantis‘, um thriller de ação que mergulha ainda mais fundo no universo violento e secreto apresentado em Kill Boksoon. O longa rapidamente chamou atenção por expandir a mitologia dos assassinos de aluguel, trazendo novos personagens, dilemas morais e uma atmosfera carregada de tensão e violência estilizada. Atualmente, figura em sétimo lugar entre os mais vistos do catálogo.

Dirigido por Lee Tae-sung em seu primeiro trabalho como diretor principal, Mantis tem roteiro assinado por Byun Sung-hyun, Lee Jin-seong e pelo próprio Lee Tae-sung. A trama acompanha Han-ul, interpretado por Yim Si-wan, um assassino de elite conhecido como “Mantis“, que retorna de um período afastado para descobrir que a estrutura da organização secreta MK Ent está desmoronando. A morte do antigo líder, Cha Min-kyu, desencadeia uma disputa brutal por poder entre velhos e novos matadores, cada um tentando assumir o controle de um mundo onde a violência é regra e a lealdade é frágil.

Em meio ao caos, Han-ul reencontra Jae-yi, vivida por Park Gyu-young, uma antiga colega e rival, com quem compartilha uma história marcada por tensão e sentimentos mal resolvidos. Ao mesmo tempo, Dok-go, interpretado por Jo Woo-jin, um lendário assassino aposentado e ex-mentor de Han-ul, ressurge para tentar restaurar a ordem — mas suas ambições e traumas do passado acabam tornando-o uma ameaça ainda maior.

Mantis segue a estética sombria e elegante que já havia encantado os fãs de Kill Boksoon, com cenas de ação coreografadas com precisão, trilha sonora marcante e um clima constante de ameaça. No entanto, o novo longa vai além dos combates: ele se aprofunda nos conflitos internos dos personagens, especialmente na jornada de Han-ul, que precisa decidir se continuará sendo apenas uma peça nesse jogo de sangue ou se tomará as rédeas do próprio destino.

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‘Alone at Dawn’: Adam Driver e Anne Hathaway estrelarão drama de guerra baseado em fatos reais

O novo drama de guerra ‘Alone at Dawn’, do diretor Ron Howard, para a Amazon MGM Studios, escalou oficialmente suas estrelas principais: Adam Driver e Anne Hathaway.

O filme será distribuído nos cinemas pela Amazon e faz parte do contrato renovado de prioridade (first-look deal) entre a Amazon MGM e a produtora Imagine Entertainment, de Brian Grazer e Ron Howard, conforme o Deadline.

A história de ‘Alone at Dawn’ é baseada no livro homônimo de Dan Schilling e Lori Chapman Longfritz e relata uma história real de bravura e investigação.

A sinopse oficial diz: “Anos após o controlador de combate da Força Aérea John Chapman lutar até a morte para salvar seus companheiros, uma oficial de inteligência tenta provar sua bravura, iniciando uma investigação que, por fim, garantiria a ele a Medalha de Honra”.

Michael Russell Gunn é creditado como o roteirista, com revisões anteriores de Erin Cressida Wilson e Amy Herzog.

Dan Schilling, coautor do livro e que também foi técnico em controle de combate como Chapman, atua como consultor militar no longa. Lori Chapman Longfritz é irmã de John Chapman.

TERROR sobre a Meia-Irmã Feia da Cinderela considerado “grotesco” pelos críticos será exibido no Festival do Rio

Entre reboots, remakes e revivals de clássicos da Disney, surge um azarão do terror do nada fazendo o maior sucesso.

A Meia-Irmã Feia‘ (The Ugly Stepsister), focado na irmã malvada da Cinderela, foi aclamadíssimo no Festival de Sundance 2025 e terá sessões no Festival do Rio.

Confira os horários do filme no Festival do Rio:

Sábado, 04/10 – 23:45 – Estação NET Botafogo 1
Terça, 07/10 – 16:30 – Cinesystem Belas Artes 4
Quarta, 08/10 – 18:40 – Reserva Cultural Niterói 2
Sábado, 11/10 – 16:30 – Kinoplex São Luiz 2

O terror alcançou impressionantes 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, e já tem data de estreia nos cinemas nacionais. A Mares Filmes lança a produção nos cinemas nacionais em 23 de Outubro.

A trama segue Elvira enquanto ela precisa competir com sua bela meia-irmã, Cinderela, em um reino onde a beleza é considerado um negócio brutal. E ela fará qualquer coisa para atrair a atenção do príncipe…

O consenso geral dos críticos aclamou a direção de Emilie Blichfeldt e sua estética envolvente, além de elogiar o tom divertido, mórbido e a performance comprometida da atriz Lea Myren no papel titular.

Separamos os trechos das principais críticas: “Blichfeldt mistura elementos brutais de contos populares com anseios fantasmáticos para criar uma versão de Cinderela onde a beleza significa dor para algumas mulheres, mas a vida é dor para todas elas.” (Sight & Sound)

“Emilie Blichfeldt sabe exatamente até que ponto pode causar náuseas no público e testa gradualmente até onde consegue levar este limite em cada cena sucessiva.” (Slant Magazine)

“Uma reinvenção inteligente, perversamente divertida e cruel do conto da Cinderela. A estreia de Emilie Blichfeldt no cinema é um espetáculo de revirar o estômago e uma sátira feminista mordaz que usa o grotesco como arma para criticar os sistemas que exploram as mulheres.” (Morbidly Beautiful)

“[A diretora Emilie] Blichfeldt se deleita com o grotesco e o sangrento, levando tudo ao limite, com uma inconfundível sensação de alegria.” (RogerEbert.com)

“Um dos melhores filmes de terror da década até agora.” (Autostraddle)

“A ambição estética de Blichfedlt e a atuação comprometida de Les Myren como a meia-irmã titular ajudam a elevar este filme.” (The Hollywood Reporter)

Confira o trailer legendado e siga o CinePOP no Youtube:

Emilie Blichfeldt é responsável pela direção.

Lea MyrenThea Sofie Loch NaessAne Dahl Torp estrelam a produção.

‘Honey, Não!’: Comédia ácida com Margaret Qualley terá sessões no Festival do Rio; Saiba quando assistir!

A comédia ácida ‘Honey, Não!‘, estrelada por Margaret Qualley (‘A Substância’) e Aubrey Plaza (‘Agatha Desde Sempre’), terá sessões no Festival do Rio.

Confira quando e aonde assistir:

Sábado, 04/10 – 21:15 – Reserva Cultural Niterói 2
Quarta, 08/10 – 21:30 – Cinesystem Belas Artes 6
Sábado, 11/10 – 14:00 – Kinoplex São Luiz 2
Domingo, 12/10 – 15:00 – Estação NET Gávea 3

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de novembro, pela Universal Pictures.

A história acompanha Honey O’Donahue, uma detetive particular que se envolve na investigação de mortes estranhas ligadas a uma igreja misteriosa da Califórnia liderada por um padre carismático.

Conforme aprofunda o caso, Honey se depara com segredos, sedução e mentiras, embarcando numa trama que mistura mistério, humor ácido e thriller policial.

O filme foi exibido Hors Concours no Festival de Cannes 2025.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O filme é dirigido por Ethan Coen, que também assina o roteiro ao lado de Tricia Cooke.

Chris EvansCharlie DayBilly EichnerGabby BeansTalia RyderLera AbovaJacnier e outros completam o elenco.

10 FILMES DE TERROR para ficarmos de olho no FESTIVAL DO RIO 2025

A edição 2025 do Festival do Rio começa nessa semana e, ao longo dos próximos dias, os olhares dos cinéfilos e cinéfilas de todo o planeta estarão voltados para a cidade maravilhosa. São muitos filmes aguardados, pré-estreias disputadas e debates em uma programação que promete ser fantástica! Para você que curte filmes de terror, o cardápio tá imperdível! Segue abaixo algumas sugestões para você conferir durante o festival:

 

O Primata

Ao voltar da faculdade para alguns dias de férias na casa da família, que mora no Havaí, Lucy se reúne com o pai, a irmã mais nova e o chimpanzé de estimação deles, Ben. A mãe, falecida alguns anos antes, era cientista e criou Ben desde que o animal nasceu como se fosse membro da família. Porém, na véspera da chegada de Lucy o chimpanzé é mordido por um animal silvestre e contrai raiva. O que acontecerá nos dias seguintes obrigará Lucy, a irmã e os amigos a se refugiarem, em terror absoluto, na piscina – o único lugar temido por Ben. (Sinopse Oficial do Festival)

 

Lago dos Ossos

Um casal, buscando se reconectar intimamente, aluga uma casa à beira de um lago para passar o fim de semana. Porém, outro casal também aparece. Ao perceberem que a propriedade foi reservada duas vezes ao mesmo tempo por engano, os dois casais concordam timidamente em compartilhar o espaço e aproveitar ao máximo o fim de semana juntos. O que começa promissor como amizade logo se transforma em uma série distorcida de sexo e mentiras, e o idílico fim de semana rapidamente desaba em uma torrente de violência orgiástica, com doses generosas de sensualidade e sede de sangue. (Sinopse Oficial do Festival)

 

A Meia-Irmã Feia

Filme de terror corporal que reimagina o conto de Cinderela a partir da perspectiva da meia-irmã, Elvira. Numa sociedade onde a beleza é a moeda de troca, Elvira recorre a medidas extremas e grotescas para atingir padrões irreais e conquistar o coração do príncipe, enfrentando a concorrência da sua bela meia-irmã, Agnes. O filme explora beleza, dor, ganância e fealdade por trás da busca por um ideal físico, com uma forte crítica social. (Sinopse Oficial do Festival)

 

Saída 8

Um homem fica cada vez mais desesperado ao perceber que está preso em uma estação de metrô, precisando vencer uma missão para sair de lá. Ele é obrigado a seguir algumas regras durante a caminhada até a saída. No entanto, um único erro o faz voltar repetidas vezes ao ponto de partida, levando-o a questionar-se se um dia realmente irá conseguir deixar o local. (Sinopse Oficial do Festival)

 

Magras!

É época de Natal em Los Angeles. Penny, atormentada pela própria compulsão alimentar e dismorfia corporal, toma Thinestra, uma misteriosa droga semelhante ao Ozempic. Naquela noite, ela expele violentamente massas grotescas de gordura. Mas a carne retorna — distorcida, voraz, renascida como PENELOPE. Enquanto a sósia causa estragos sangrentos pela cidade, Penny luta para recuperar o controle. (Sinopse Oficial do Festival)

 

Queens of the Dead

Quando um apocalipse zumbi acontece durante um show de drags no Brooklyn, um grupo eclético de drag queens, club kids e amigos-inimigos precisa deixar de lado seus dramas pessoais e usar habilidades únicas para combater os mortos-vivos sedentos por cérebro. (Sinopse Oficial do Festival)

 

A Própria Carne

Três soldados desertores durante a Guerra do Paraguai, em 1870, cada um lutando pela sobrevivência à sua maneira, encontram uma casa isolada na fronteira, habitada apenas por um fazendeiro misterioso e uma jovem. O que parecia ser um refúgio seguro se transforma em um pesadelo aterrorizante quando os soldados descobrem que a casa esconde segredos macabros, confrontando-os com um destino ainda mais horrível do que a guerra da qual fugiram. (Sinopse Oficial do Festival)

 

Herança de Narcisa

'Herança de Narcisa' tem direção de Clarissa Appelt e Daniel Dias - Cred Olhar Filmes
Herança de Narcisa’ tem direção de Clarissa Appelt e Daniel Dias – Cred Olhar Filmes

Assombrada pelas memórias da sua recém-falecida mãe, a ex-vedete Narcisa, Ana decide vender o casarão de infância que herdou e dividir o dinheiro com o irmão, Diego. Porém, o sombrio processo de limpeza revela uma herança bem diferente do que ela imaginava. (Sinopse Oficial do Festival)

 

Virtuosas

Um retiro VIP para mulheres em busca de sua melhor versão se transforma em uma jornada absurda e perigosa. (Sinopse Oficial do Festival)

 

Fim de Semana Macabro

Nikiya é uma órfã que se sente sozinha e anseia por uma família. Ela começa a encontrar um senso de pertencimento em seu noivo, Luke, e insiste para conhecer a família dele, que resiste à ideia. Para agradá-la e por amor a ela, Luke finalmente faz o sacrifício. Na visita à cidade natal dele, no interior, ao conhecer as pessoas, Nikiya descobre a verdade por trás do afastamento de Luke, revelando dinâmicas familiares obscuras e conflitos, transformando a viagem num pesadelo. (Sinopse Oficial do Festival)

Traumatismo craniano? Pai de Tom Holland esclarece a gravidade do acidente no set de ‘Homem-Aranha 4’

Homem-Aranha: Um Novo Dia - Uniforme

No mês passado, as filmagens de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ foram interrompidas após Tom Holland sofrer um acidente no set. Muito se falou sobre a gravidade do ferimento, e houve relatos conflitantes sobre o que aconteceu com o ator no set.

Alguns disseram que ele foi levado de ambulância, enquanto outros alegaram que uma mulher não identificada também ficou ferida no incidente.

Dominic Holland, o pai do ator, esclareceu o que realmente aconteceu.

“Ler as notícias na mídia sobre o ‘horrível ferimento’ de Tom me fez lembrar do ditado que diz que nunca se deve acreditar no que está escrito nos jornais”, escreveu ele. “Eles estavam quase completamente errados, citando um motorista de ambulância que havia buscado o ‘astro ferido’ no Leavesden Film Studios, no norte de Londres.”

“Não havia ambulância, e Homem-Aranha: Um Novo Dia não está sendo filmado no Leavesden Studio”, confirmou Dominic. “‘Uma mulher misteriosa também ficou ferida no acidente…’ Não. [Eles] estavam completamente errados.”

Ele explicou que Tom realmente passou a noite no hospital após ser internado por precaução, mas foi uma “concussão leve” e o ator ficará “bem”.

O ator não estava no set quando começou a se sentir mal, ele havia batido a cabeça no set e depois foi para um evento de caridade.

Dominic relembrou: “Após as duas primeiras rodadas do nosso quiz e enquanto o jantar estava sendo servido, Tom começou a se sentir mal e instintivamente foi para os bastidores. Lembre-se de que, em caso de concussão, duas coisas a evitar são luzes fortes e barulho excessivo. Nikki e eu fomos chamados aos bastidores e encontramos Tom vomitando. Nós dois ficamos olhando, horrorizados.”

Ou seja, não houve traumatismo craniano e o acidente no set não teve a gravidade anunciada pelos jornais.

As filmagens de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ já foram retomadas.

Felizmente, a pausa não deve impactar a estreia do filme, que segue programada para o dia 31 de julho de 2026.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Imagem de bastidores pode ter confirmado retorno de [SPOILER]

 

Antes do início das gravações no mês passado, Tom Holland havia expressado entusiasmo por filmar em locações reais novamente, após ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa
(2021) ter sido gravado inteiramente em estúdios por conta da pandemia.

“Agora, vamos realmente investir nesse estilo clássico de filmagem e gravar em locais reais, por isso estamos começando em Glasgow e vamos usar as ruas da cidade para construir essa grande cena de ação que estamos montando”, explicou Holland. “Vai ser como fazer de novo. Já faz muito tempo desde que fiz isso, vai ser como um sopro de ar fresco. Acho que os fãs vão ficar empolgadíssimos com o que estamos preparando”.

Tom Holland fala sobre futuro após ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’

Esse será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney.

O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.

A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.

‘Piratas do Caribe’: Produtor afirma que Margot Robbie “ainda está envolvida” com a franquia

Jerry Bruckheimer, produtor dos cinco filmes originais dePiratas do Caribe, revelou recentemente que dois projetos da franquia continuam em desenvolvimento e confirmou a participação de Margot Robbie (‘Barbie’).

Bruckheimer confirmou que o desenvolvimento está focado em apenas um dos roteiros no momento, mas tudo depende da qualidade do material.

“Estamos trabalhando em um roteiro. Tudo depende do que está no papel; se não estiver no papel, não vai chegar às telas”, disse Bruckheimer, conforme o Deadline. “Tínhamos dois roteiros em certo momento, e então um meio que foi deixado de lado, e acabamos seguindo com o outro”.

Orlando Bloom fala sobre possível retorno em ‘Piratas do Caribe’: “Se o roteiro for incrível”

Quando perguntado se o projeto estrelado por Margot Robbie foi o que ficou em segundo plano, Bruckheimer esclareceu que a atriz continua ligada à franquia.

“Bem, ela ainda está envolvida”, observou o produtor.

‘Piratas do Caribe’: Produtor acredita que Johnny Depp aceitaria estrelar novo filme

Relembre o trailer do último filme da franquia, ‘Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar’:

VAI PRO OSCAR? ‘O Agente Secreto’ ganha belo cartaz estampado por Wagner Moura

O Agente Secreto, o escolhido do Brasil para disputar uma vaga no Oscar de Melhor Filme Internacional,  ganhou seu belo cartaz.

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Recentemente, o cineasta Kleber Mendonça Filho usou as redes sociais para celebrar a honra do filme ter sido escolhido para representar o Brasil no Oscar.

O longa, que estreou com grande destaque em festivais internacionais, já acumula importantes prêmios, incluindo o FIPRESCI (Prêmio da Crítica Internacional) de Melhor Filme, o Prix des Cinémas Art et Essai – AFCAE (Prêmio de Cinema de Arte), além de troféus de Melhor Direção para Kleber Mendonça Filho e Melhor Ator para Wagner Moura.

Na estreia mundial, o filme foi aplaudido de pé por 13 minutos, consolidando-se como um dos grandes destaques da temporada.

Crítica | O Agente Secreto – Kleber Mendonça Filho Alcança Seu Melhor em Potente Filme de Roteiro Refinado | CinePOP

A estreia nos cinemas nacionais está marcada para o dia 6 de novembro.

‘O Agente Secreto’: Filme com Wagner Moura que abrirá o CineBH recebe 100% de APROVAÇÃO no RT; Confira as críticas!

O Agente Secreto transporta o público para a Recife de 1977, onde Marcelo (Wagner Moura), um especialista em tecnologia, retorna à sua cidade natal em busca de tranquilidade. No entanto, ele logo se depara com perigos e segredos sombrios que a rondam.

Além de Wagner Moura, o elenco conta com grandes nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Roberto Diogenes e Hermila Guedes.

‘Harry Potter’: Cillian Murphy volta a negar rumores de que interpretará Voldemort na série da HBO

O ator Cillian Murphy, conhecido por seus papéis em ‘Peaky Blinders’ eOppenheimer, voltou a comentar os rumores de que poderia interpretar o temido Lorde das Trevas, Voldemort, na série derivada deHarry Potter em desenvolvimento pela HBO.

Em entrevista à Variety, Murphy negou qualquer envolvimento com a produção: “Não, não, não. Seria muito difícil suceder Ralph Fiennes”.

Ao ser questionado se essa seria uma resposta ensaiada para manter segredo, o ator respondeu com bom humor: “Ha! Não, eu não jogo esses jogos”.

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Anteriormente, em outra entrevista, divulgada pelo Deadline, Murphy também tratou o assunto com leveza: “Não. Meus filhos me mostram essas coisas de vez em quando, mas não, não sei de nada sobre isso”.

Ele ainda reforçou o respeito por Ralph Fiennes, que interpretou Voldemort nos filmes da franquia: “Além disso, é muito difícil substituir qualquer coisa que o Ralph Fiennes tenha feito. Esse homem é uma lenda da atuação. Então, boa sorte para quem for ocupar esse lugar”.

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Vale lembrar que o universo deHarry Potter ganhará uma nova adaptação em formato de série pela HBO.

O elenco também conta com:

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Francesca Gardiner entra como roteirista e showrunner.

Sem data de estreia, a primeira e a segunda temporadas devem contar com seis episódios cada, segundo informações recentes.

J.K. Rowling, autora da saga de romances original, assume a cadeira de produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

‘Velozes e Furiosos 11’ pode ser CANCELADO e ainda não tem roteiro

Segundo o Wall Street Journal, os executivos da Universal não têm certeza se farão o último filme da franquia ‘Velozes e Furiosos‘ a menos que haja cerca de US$ 50 milhões em cortes no orçamento.

Apesar de Vin Diesel ter anunciado uma data de estreia, não há roteiro aprovado, nem data de lançamento e a maioria do elenco não tem acordo para retornar

O estúdio quer corte de orçamento para US$ 200 milhões, por que o último filme quase não deu lucro.

Os ataques de estrelismo de Vin Diesel fizeram ‘Velozes e Furiosos 10‘ se tornar o filme mais caro da história. Segundo o The Wrap, o orçamento da produção da chegou na casa dos US$ 340 milhões, 70% acima do filme anterior, que custou US$ 200 milhões.

Justin Lin abandonou as gravações por atritos com Diesel e cada dia que a produção ficou sem diretor a Universal gastou US$ 1 milhão por dia até encontrar um substituto.

O orçamento ainda incluiu reajuste no salário de Vin Diesel e custos com protocolos de segurança para o COVID-19.

O novo escolhido para dirigir ao filme foi Louis Leterrier, de ‘Truque de Mestre‘ e ‘Carga Explosiva‘.

O décimo filme teve vários problemas de bastidores e o diretor Justin Lin revelou abandonou a direção pouco depois do início das filmagens.

Recentemente, o astro Vin Diesel pegou os fãs de surpresa ao anunciar oficialmente que Velozes e Furiosos 11 – também conhecido como Velozes e Furiosos 10: Parte 2 – tinha sua data de estreia marcada para abril de 2027

Segundo Diesel, que além de protagonista também atua como produtor da franquia, o novo capítulo marcará um retorno simbólico às raízes da saga, com a trama sendo ambientada novamente em Los Angeles – cidade onde tudo começou em Velozes e Furiosos (2001). A proposta, segundo ele, é resgatar o espírito original da série, focando menos em missões globais cheias de explosões e mais na “cultura dos carros” e nas corridas de rua que conquistaram o público no início da franquia.

“Vamos voltar ao coração da história. Às ruas. À cultura que nos formou. Essa sempre foi a essência de Velozes e Furiosos”, declarou o ator no palco do evento, sendo ovacionado pelos fãs presentes.

No entanto, a revelação mais emocionante da noite foi a confirmação do retorno do personagem Brian O’Connor, interpretado originalmente por Paul Walker, falecido em 2013. Diesel anunciou que Brian fará parte da história do próximo filme e “terá um reencontro significativo com Dominic Toretto”, o que levou muitos fãs às lágrimas.

Embora Vin Diesel não tenha entrado em detalhes sobre como isso será feito, tudo indica que os irmãos de Paul Walker, Cody e Caleb Walker – que já serviram como base corporal para Brian em Velozes e Furiosos 7 (2015) após a morte do ator – voltarão a interpretar o personagem com apoio de tecnologia de computação gráfica e inteligência artificial para recriar digitalmente o rosto de Walker.

Com esse retorno e o tom mais emocional anunciado para o filme, Velozes e Furiosos 11 parece caminhar para um encerramento épico e nostálgico da saga principal, que já dura mais de duas décadas. A expectativa é de que o longa feche o arco central de Dominic Toretto e sua “família”, resgatando elementos que marcaram a trajetória dos personagens desde o início.

Assista:

‘Maze Runner’ vai ganhar REBOOT nos cinemas com roteirista de ‘Transcendence: A Revolução’

A 20th Century Studios confirmou que está desenvolvendo um reboot da franquia ‘Maze Runner‘, baseada na saga homônima de James Dashner.

Jack Paglen, roteirista de ‘Transcendence: A Revolução‘, foi contratado para roteirizar a nova versão.

Wes Ball, diretor da trilogia original, voltará apenas como produtor ao lado de Ellen Goldsmith-Vein, Lee Stollman e Marty Bowen.

Um diretor ainda não foi escolhido. Novas informações sobre o reboot devem ser divulgadas em breve.

Vale lembrar que a franquia original, estrelada por Dylan O’Brien, Kaya Scodelario, Will Poulter, e Thomas Brodie-Sangster, arrecadou quase US$ 950 milhões mundialmente.

Na trama…

Em um futuro apocalíptico, o jovem Thomas é escolhido para enfrentar o sistema. Ele acorda dentro de um escuro elevador em movimento e não consegue se lembrar nem de seu nome. Na comunidade isolada em que foi abandonado, Thomas conhece outros garotos que passaram pela mesma situação. Para conseguir escapar, ele precisa descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr muito.

‘Phineas e Ferb’: Criadores comentam reação dos fãs à suposta morte no início da 5ª temporada

A quinta temporada de Phineas e Ferb capturou a atenção dos fãs logo no primeiro teaser ao sugerir a morte de Linda Flynn-Fletcher, a mãe dos protagonistas. No clipe, Linda era atingida por um raio de energia disparado acidentalmente durante uma briga entre o Dr. Doofenshmirtz e Perry, o Ornitorrinco.

Felizmente, Linda não morreu. No episódio, ela foi apenas transformada em uma nuvem, o que, ainda assim, representou um grande desafio para o elenco principal.

Em entrevista ao ComicBook, os co-criadores Jeff “Swampy” Marsh e Dan Povenmire comentaram sobre a intensa reação negativa que se seguiu ao clipe que insinuava a morte de Linda.

Dan Povenmire confirmou que a resposta do público foi exatamente o que eles esperavam:

“Estávamos ocupados na época, mas foi ótimo ver uma resposta tão forte do público. Essa é uma das minhas coisas favoritas que já fizemos, o final daquele episódio. Mostrei para cinco pessoas diferentes que nem eram grandes fãs da série, e todas estavam rindo… até que aquilo acontece, e elas ficam de boca aberta!”, afirmou.

Marsh disse que adorou assistir aos vídeos de reação dos fãs: “Foi muito divertido ver os vídeos de reação, porque todo mundo estava tão feliz que a série tinha voltado, e de repente era tipo ‘AAAAAA!'”.

Povenmire complementou, destacando o choque da desintegração: “Ela se desintegrou de forma tão completa que as pessoas pensaram: ‘não tem como voltar disso!'”

‘Phineas e Ferb’: Criadores revelam interesse em crossovers com ‘O Predador’ e ‘Indiana Jones’

O co-criador ainda revelou uma brincadeira que fez com a imprensa antes da estreia, provando que cumpriu, de certa forma, as duas promessas:

“O mais divertido é que, antes da estreia, a imprensa perguntava o que esperar da quinta temporada, e eu dizia: ‘Vamos matar um personagem principal logo no primeiro episódio. E mais pra frente, Phineas e Ferb vão construir uma estante com o pai deles’. As duas coisas realmente aconteceram!”, concluiu.

‘Phineas e Ferb’: Animação faz crossover surpreendente com ‘Gravity Falls’

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“A nova temporada de Phineas e Ferb seguirá os inventivos meio-irmãos enquanto eles enfrentam mais 104 dias de verão. Candace está mais determinada do que nunca a finalmente pegar seus irmãos mais novos, enquanto seu ornitorrinco de estimação, Perry, continua levando uma vida dupla como o elegante Agente P, cuja única missão é impedir que o Dr. Doofenshmirtz domine a área Tri-State”, diz a sinopse.

Vincent Martella (Phineas) e David Errigo Jr. (Ferb) retornarão para reprisar seus papéis nesse revival, e eles não estarão sozinhos. Ashley Tisdale dublará Candace mais uma vez, enquanto Dee Bradley Baker dará voz ao nosso querido Perry, o Ornitorrinco. E, claro, Dan Povenmire retornará para dar vida ao icônico Dr. Doofenshmirtz.

Olivia Olson também se juntará à equipe, escrevendo e interpretando Vanessa Doofenshmirtz.

Cartaz de Phineas e Ferb no palco, nova temporada.

Tyrese Gibson, astro de ‘Velozes e Furiosos’, é preso por maus-tratos contra animais

O ator Tyrese Gibson, conhecido pela franquia Velozes e Furiosos, foi preso nesta sexta-feira, 3 de outubro, na Geórgia, após um acidente trágico envolvendo seus cães. A prisão ocorreu semanas depois de seus quatro cães da raça mastim supostamente atacarem e matarem o animal de estimação de um vizinho.

Segundo a People, Gibson foi fichado na cadeia do Condado de Fulton, na Geórgia, e acusado de um crime de maus-tratos contra animais, segundo registros online. O ator havia recebido um prazo para se entregar às autoridades após a emissão de um mandado de prisão, mas não havia cumprido a ordem.

Gibson foi liberado pouco tempo após a prisão, mediante pagamento de fiança no valor de US$ 20.000.

A capitã da polícia do Condado de Fulton, Nicole Dwyer, comentou que Gibson “sabia que havia um mandado de prisão contra ele há mais de uma semana e não se entregou conforme solicitado”.

No final do mês passado, um ou mais dos cães mastim de Gibson supostamente mataram Henry, um Cavalier King Charles Spaniel de 5 anos de um vizinho.

Harrison Parker, tutor de Henry, relatou à WSB-TV 2 que havia deixado seu cão no quintal, protegido por uma cerca. Ao voltar minutos depois, Parker encontrou o animal morto na entrada de casa. Documentos judiciais indicam que Henry sofreu hemorragia interna e perfurações.

“Não ouvir mais seus latidos por aqui é simplesmente horrível. Ele era um dos cães mais doces, e vê-lo ser assassinado assim… não há palavras para descrever”, disse Parker ao canal, em luto.

O advogado de Gibson, Gabe Banks, afirmou que o ator estava cooperando plenamente com as autoridades para resolver a situação e que “expressa suas mais profundas condolências à família que perdeu seu amado cão nesse trágico incidente, ocorrido enquanto o Sr. Gibson estava fora de casa”.

O advogado informou que, após a tragédia, Gibson já havia encaminhado seus cães para novos lares.

‘Monstro: A História de Ed Gein’: Nova temporada da série antológica conquista 45% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Monstro: A História de Ed Gein, terceira temporada da popular série antológica baseada em crimes reais, já está disponível na Netflix. No Rotten Tomatoes, o novo ano conquistou 45% de aprovação da crítica, com base em 11 avaliações, e 64% de aprovação do público.

Para efeito de comparação, a primeira temporada, ‘Dahmer: Um Canibal Americano’, obteve 57% de aprovação da crítica (com base em 30 críticas) e 82% do público. Já a segunda temporada, ‘A História de Lyle e Erik Menendez’, registrou os mesmos 45% de aprovação crítica (baseada em 31 avaliações) e 58% do público.

Os críticos se dividiram: alguns consideraram a série superficial e sensacionalista, enquanto outros destacaram o novo ano como uma produção complexa e perturbadora.

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“O melhor Monster até agora. A história de Ed Gein é perturbadora e complexa, e você vai sair se perguntando se o monstro não é você por ter assistido”, disse EJ Moreno do EJ Moreno.

“‘Monstro: A História de Ed Gein’ é tão sensacionalista e descuidado quanto os quadrinhos que Ed lê, um produto do sensacionalismo, da provocação gratuita e da desinformação”, disse Therese Lacson do Collider.

“‘Monster’ transforma Ed Gein em uma figura mítica novamente e, com isso, elimina a complexidade e a crueza que eram desesperadamente necessárias para que a série funcionasse”, disse Aramide Tinubu da Variety.

“Dizer que ‘Monstro: A História de Ed Gein’ é uma das produções mais sem foco de Ryan Murphy não é pouca coisa”, disse Brian Tallerico do RogerEbert.

“Os criadores Ryan Murphy e Ian Brennan optaram por um elemento da Segunda Guerra Mundial para destacar o mundo interior dele. Isso acaba se tornando um tanto exagerado em alguns momentos, o que, imagino, não agradará a todos. Para ser honesto, não agradou a mim”, disse Karina Adelgaard do Heaven of Horror.

Monstro: A História de Ed Gein faz um bom trabalho ao apresentar ao público um serial killer que muitos talvez não conheçam, mas que teve enorme influência em filmes de terror, de Psicose a O Massacre da Serra Elétrica”, disse Joel Keller do Decider.

Crítica | ‘Monstro: A História de Ed Gein’ explora a imutabilidade da loucura humana | CinePOP

Monstro: A História de Ed Gein’ já está disponível na Netflix.

Nos campos congelados da zona rural de Wisconsin, na década de 1950, um recluso simpático e gentil chamado Eddie Gein vivia tranquilamente em uma fazenda decadente – escondendo horrores tão macabros que redefiniriam o pesadelo americano. Motivado pelo isolamento, pela psicose e por uma obsessão avassaladora pela mãe, os crimes perversos de Gein deram origem a um novo tipo de monstro que assombraria Hollywood por décadas.

Laurie Metcalf dará sua à mãe do psicopata titular, enquanto Suzanna Son viverá sua única amiga e Tom Hollander interpretará Alfred Hitchcock, diretor de ‘Psicose‘.

O elenco ainda contará com Vicky Krieps, Olivia Williams, Lesley Manville, Joey Pollari, Addison Rae, Charlie Hall, Tyler Jacob Moore, Mimi Kennedy, Will Brill e Robin Weigert.

Ryan Murphy e Ian Brennan são responsáveis pela série.

10 Dicas de Filmes para ELEVAR sua energia!

Tem dias, semanas, meses e até anos que nos sentimos com a energia baixa, reclusos, cheio de dúvidas sobre o futuro e com inúmeros problemas aparecendo diariamente me nossa frente. Nesses momentos nada melhor do que distrair a mente com uma boa obra cinematográfica. Pensando nisso, separamos abaixo 10 produções que você precisa conferir:

 

Nunca mais Nevará

Na trama, conhecemos Zenia (Alec Utgoff), um jovem ucraniano que está na Polônia (não sabemos de maneira ilegal ou não) oferecendo seus serviços de massagem para um leque de famílias de um condomínio na Polônia. O personagem, bastante introspectivo e com dons no piano acaba virando um grande conselheiro e bastante querido por todos pelas suas ótimas sessões de massagens e energia que é levada de casa em casa. Por meio de lembranças curtas e noites mal dormidas, vemos conhecendo pouco a pouco esse intrigante personagem de poucas falas.

 

O Efeito Aquático

Na trama, conhecemos o tímido Samir, um operador de guindaste que mora próximo de Paris e vive uma vida pacata. Certo dia, em uma local da cidade avista a professora de natação Agathe, uma mulher forte e cheia de energia que conquista o coração de Samir logo à primeira vista. Para viver esse amor platônico e intenso, Samir resolve se matricular nas aulas de natação de Agathe (mesmo já sabendo nadar) para assim ir conhecendo melhor a personalidade da amada.

 

Bessie

Na trama, conhecemos Bessie Smith (Queen Latifah), um furacão, um ego enorme e uma energia carismática que conquistava plateias por onde passava. Bessie teve uma infância pobre e lutou muito para chegar aonde chegou. Após romper com sua mestre Ma Rainey (mais um show de interpretação da impactante Mo’Nique), Bessie vai em busca de criar seu próprio show. Nas longas ferrovias que interligavam os Estados Unidos, a imperatriz dos blues segue sua trajetória de sucesso, porém, possui lembranças que ainda a assombram.

 

Em um Bairro de Nova York

Na trama, conhecemos Usnavi (Anthony Ramos), imigrante da República Dominicana, perto dos seus 30 anos que possui um pequeno mercadinho em Washington Heights, bairro de Nova York (um bairro que na visão dos seus moradores, estava desaparecendo em Nova York). Nesse mesmo bairro moram vários imigrantes latinos e personagens que acompanhamos mais de perto, como Vanessa (Melissa Barrera), uma jovem que busca o sonho de ser estilista mas trabalha para pagar as contas em um salão de cabelereiro; Nina (Leslie Grace) a jovem que é o orgulho do bairro pois conseguiu entrar na prestigiada faculdade de Stanford mas ela volta para passar as férias no lugar onde nasceu com segredos sobre sua jornada; Benny (Corey Hawkins) um jovem que trabalha numa empresa de táxi do pai de Nina e sonha em assumir o negócio quando o chefe se aposentar. Esses e outros personagens passarão dias intensos quando um apagão acontece, alguém do bairro ganha 96.000 dólares na loteria, uma querida personagem parte e sonhos precisarão ser reconquistados.

 

Mistress America

Na trama, conhecemos Tracy (Lola Kirke), um jovem estudante que tende à solidão por não conseguir se socializar com os jovens ao seu redor. Certo dia, é orientada por sua mãe a conhecer sua mais nova meia-irmã que está morando na mesma cidade que ela. Assim, ela conhece Brooke (Greta Gerwig) e sua vida começar a ter algum sentido, guiada pelas ações e pelo modo de viver a vida da meia irmã, que possui um positivismo do sonhar, típico de toda uma geração.

 

A Pé ele não vai longe

Na trama, exibida no Festival de Berlim, conhecemos parte da vida e trajetória de redenção do famoso cartunista norte americano John Callahan (Joaquin Phoenix) que sofrera um grave acidente quando tinha 21 anos, que o deixou paraplégico. Entre as idas e vindas do roteiro, acompanhamos John e as mudanças que sua nova condição transformam sua vida, desde a batalha contra o alcoolismo até o foco nas artes quando resolve se tornar cartunista, sempre com um humor ácido e polêmico.

 

Sem Palavras

Na trama, ambientada na mais famosa cidade francesa e seu enorme centro egocêntrico de concorrência coorporativa, conhecemos o brilhante professor e homem de negócios Alain Wapler (Fabrice Luchini) que passa mais tempo no trabalho do que em casa, tendo pouca proximidade com a filha, principalmente após a perda da esposa. Durante uma semana corrida e cansativa, Alain tem um AVC que afeta seu cérebro na região da memória e onde grava palavras, assim, precisa passar um tempo longe do trabalho para se recuperar e conta com a ajuda de sua filha Julia (Rebecca Marder) e da Fonoaudióloga Jeanne (Leïla Bekhti). Com o passar dos dias Alain percebe que sua vida entrou em uma grande e inesperada mudança.

 

Tal Pai, Tal Filha

Na trama conhecemos Rachel (Kristen Bell), uma jovem, workaholic, que vem crescendo rapidamente na empresa onde trabalha. Sua vida é 90% trabalho e isso acaba por terminar seu noivado no dia da cerimônia de casamento, evento que seu pai Harry (Kelsey Grammer) apareceu de surpresa. Sem entender direito a sucessão de fatos que acontecem nesse dia direito, Rachel, resolve à noite, sair, para uma bebedeira com Garry, que não vê a mais de duas décadas e acabam acordando em um cruzeiro onde seria sua lua de mel. Assim, ao longo de curtos dias, os dois precisarão enfrentar os dramas do passado e tentar construir uma ponte para um entendimento melhor para o futuro.

 

Papéis ao Vento

Na trama, conhecemos um grupo de amigos muito unidos que passam por um momento de tristeza quando um deles falece precocemente por conta de uma doença. A única herança que ele deixara para sua única filha foi o dinheiro investido em um passe de um jogador de futebol perna de pau. Para tentar recuperar o dinheiro em questão, os amigos farão de tudo para tornar o perna de pau em pelo menos um jogador negociável/rentável e assim conseguirem recuperar o dinheiro investido e dar uma boa vida para a filha do amigo.

 

O Zoológico de Varsóvia

Na trama, voltamos à Polônia, no final da década de 30, perto da invasão nazista, onde o casal Antonina (Jessica Chastain) e Jan (Johan Heldenbergh) vivem felizes administrando um zoológico bastante frequentado em Varsóvia. Quando a invasão nazista chega mais forte na Polônia, a rotina da família é modificada, resolvendo abrigar dezenas de judeus perseguidos pelos alemães por todos os lados na capital polonesa. Dedicando seus esforços nesse tempo de guerra e perseguição, o casal precisará com Lutz Heck (Daniel Brühl) que antes um amigo acaba se tornando um dos chefes da invasão nazista naquela parte da Polônia.

American Horror Story: Coven | Os 12 anos de uma das temporadas FAVORITAS do público

É inegável dizer que a cultura celta, principal base para as inúmeras lendas sobrenaturais envolvendo as mais fantásticas figuras do folclore mundial, sempre foi alvo de exploração por artistas, seja no campo da literatura, do cinema ou até mesmo da televisão. Afinal, ela espalha seus ramos desde os primórdios da sociedade – com seu ápice de conquista nos primeiros séculos depois do endossamento da era comum, até seu refreamento forçado com a dominação da Igreja Católica perante a Europa da Idade Média – até os dias de hoje, sendo cada vez mais relida, readaptada e distorcida para atender a um novo público-alvo, sem perder sua essência.

Logo, já era de se esperar que uma iteração analisando a secularidade de um grupo particular de criaturas sobre-humanas – as bruxas – caísse nos olhos de Ryan Murphy, principalmente se levarmos em consideração seu apreço pelo macabro e pelo horror. Em meados de 2013, o showrunner anunciou que sua série antológica American Horror Story havia sido renovada para uma terceira temporada, e aproveitou o hype dos anos anteriores para fornecer sua própria perspectiva sobre um clã de feiticeiras residentes em uma Nova Orleans contemporânea, mas ainda carregada de preconceitos e retrocessos.

‘Coven’ pode não ser exatamente a melhor temporada da série, mas é uma de suas mais ousadas. É possível encontrar tudo o que mais gostamos em uma boa narrativa mística, incluindo feitiços, sangue, sexo e reviravoltas emocionantes – e tudo isso sem perder o toque já conhecido de seu criador, atrelado a temas-base que perpassam todas as fases do gênero de terror. Deste modo, não espere apenas uma história linear sobre bruxas, e sim um compilado de referências atemporais que se inclinam à imortalidade dos clássicos que sempre povoaram o imaginário popular.

A CASA DO SOL NASCENTE

Mais uma vez, nos deparamos com uma atmosfera cercada pelo ininteligível. Seguindo o padrão visto nas iterações anteriores, Murphy nos apresenta a um cenário reconhecível apenas pela verossimilhança com a sociedade à qual estamos acostumados: a estrutura de uma mansão que, como já podemos imaginar, esconde segredos por trás das fortes estruturas marmóreas. É fácil traçar uma linha comparativa com as outras duas ambiências principais de Murder House’ ou Asylum’: o grande casarão traz uma arquitetura própria do início do século XX, com sua simetria exacerbada e sua majestuosidade perante ao bairro ao qual pertence, nos relembra daquele comprado pela família Harmon na primeira temporada, seja por sua característica sombria (reafirmada com a serenidade de sua morbidez) ou até mesmo pelo modo como nos é apresentada – utilizando a técnica de distorção com contra-plongées e lentes olho-de-peixe.

Uma das primeiras sequências, toda coreografada em câmera lenta, leva a protagonista Zoe (Taissa Farmiga) através dos nada convidativos portões de ferro para sua nova vida. Afinal, ela descobriu pertencer à linhagem de bruxas há pouquíssimo tempo – e de uma forma bem traumática -, e agora deve arcar com as consequências de seus poderes ao sair de sua confortável para o subúrbio de Nova Orleans. Diferentemente de Vivien ou Lana, Zoe entra em uma concepção um tanto quanto não ortodoxa da jornada do herói, atendendo ao chamado pela aventura sem pedi-lo ou sem desejá-lo, e mergulhando em um mundo de feitiços, vodus, guerras de sangue e uma busca pela nova líder do clã branco. É interessante notar que o uso do slow motion é angustiante, demorado e justificável pela transição entre o plano terrestre e o plano espiritual: sua entrada na mansão marca um desequilíbrio na ordem natural das coisas, visto que desencadeia uma série de eventos culminando em mortes, ressurreições e até mesmo vinganças.

As marcas do manicômio Briarcliff também são fortes, principalmente se levarmos em consideração a estrutura de seus corredores claustrofóbicos e sufocantes. A cor branca neste novo cenário é predominante; entretanto, em vez de nos remeter à pacificidade e à plenitude, entra em constante conflito com sua simbologia ao ser perscrutado por presenças estranhas. Assim que a jovem entra na casa, ela é perseguida por figuras trajas em preto – que logo revelam ser suas companheiras: Queenie (Gabourey Sidibe), Madison (Emma Roberts) e Nan (Jamie Brewer), três aprendizes de feiticeira que foram descobertas pelo Conselho Ancião nos ápices de seu desabrochar.

As quatro alunas são marcadas pela cor preta. Uma cor neutra, que pode inclinar-se para o refinamento e para o amadurecimento quanto para a podridão e a morte. Apenas pelo cenário principal, pela imponência superficial a tomar conta de cômodos amplos, porém vazios, é possível premeditar que uma tempestade está vindo – e que alguém irá se machucar. Os momentos de escape e de pureza estão encarnados na figura materna de Cordelia Foxx (Sarah Paulson), a responsável pelo desenvolvimento das jovens bruxas. Ela, diferentemente das outras, acredita que seus poderes devem ser usados estritamente para o bem, mas não refreia seus instintos protetores e não mede seus esforços para manter o bem-estar do coven ao qual foi designada. Até mesmo seu jeito de se portar carrega semelhanças aos arquétipos dos guardiões de histórias épicas, ainda que não carregue todo o cinismo necessário para a completude de seu arco.

As garotas são suas próprias inimigas. É claro que inúmeras diferenças se apossam da convivência entre elas, seja nos assuntos mais fúteis imagináveis ou seja a partir de um embate identitário e espacial. Cada uma ali luta por uma presença necessária dentro do coven e dentro da sociedade, havendo de sofrer os preconceitos carregados pelos humanos – que muitas vezes não compreendem a capacidade extraterrena concedida a uma pequena parcela de seus iguais – e emergindo como uma nova raça. Através dos novos treze episódios, somos apresentados a flashbacks de décadas e séculos passados, discorrendo sobre questões raciais, misticismo, tortura e crença no inexplicável. Afinal, é inerente ao ser humano buscar nas divindades e na fé algo concreto para aquilo que não se vê, e sim se sente. O time criativo de Murphy e Brad Falchuk, seu eterno colaborador, realizou um ótimo trabalho traduzindo a veracidade de temas-base como o preconceito racial – através de pequenas pérolas muito bem trabalhadas de assassinato e luto – e o encantamento da cultura celta aplicada em facetas como a vingança.

É aqui que as coisas começam a ficar mais interessantes. É de se esperar que a comunidade bruxa seja, de forma generalizada, autoprotetora – mas não é exatamente isso o que acontece. Temos uma rixa secular entre negros e brancos, iniciada até mesmo com o prólogo fundador da temporada – os terrores empregados por Madame Delphine LaLaurie (Kathy Bates), uma matriarca conhecida por instituir a câmara de horrores para seus escravos, utilizando-se de métodos desumanos para castigá-los como bestialização, desfiguração e castração. Entretanto, seus métodos não se restringiam apenas aos servos, mas espalhavam-se para suas próprias filhas como forma de educá-las. Sua completa falta de percepção atraiu as forças de uma lendária feiticeira chamada Marie Laveau (Angela Bassett), a qual arquitetou um plano para torná-la imortal e forçá-la a passar a eternidade confinada num caixão de madeira.

Esse é o momento-chave que marca a disparidade entre as duas raças. Laveau tem uma concepção imutável de que sempre será rechaçada por aquelas que jurou apoiar – e com razão: como supracitado, os flashbacks não apenas nos apresentam as diversas vertentes mágicas que inspiraram os personagens de Coven’, mas também as diárias batalhas sofridas por grande parte dos personagens, incluindo aqueles com os quais a personagem de Bassett se relacionava. Atravessando diferentes décadas, ela presenciou cenas horríveis em que crianças eram enforcadas simplesmente por serem negras, em que amigos próximos a esfaqueavam pelas costas após conseguirem arrancar-lhe segredos místicos, até que sua personalidade resiliente a permitisse selar um acordo com uma das “chefonas” do clã branco no tocante à divisão territorial, mantendo uma trégua durante quase cinquenta anos.

AS SETE MARAVILHAS

Não espere encontrar apenas um tipo de narrativa nessa temporada de American Horror Story. Aqui, todo cuidado é pouco, e manter-se fiel apenas à perspectiva eurocêntrica de como a cultura mágica conseguiu se atrelar à atemporalidade psicoantropológica de cada uma das fases da sociedade é cometer um erro imperdoável. Cada personagem criado para esta iteração em específico tem suas raízes fincadas às inúmeras subculturas mundiais que interferem fortemente nas narrativas contemporâneas: Cordelia, Madison e Zoe, por exemplo, são inspiradas nos clãs escoceses de Stonehenge que, desde o início do milênio passado, idolatravam as deusas celtas pedindo por proteção, fertilidade e amor. Queenie e Laveau, por sua vez, encarnam as inúmeras referências aos cultos africanos, associando-se até mesmo à figura de Tituba – ícone da obras As Bruxas de Salem’ – para emergirem como representantes dignas de uma vertente que cada vez mais é explorada pelos artistas.

Temos também a presença de outras personagens que aumentam essa complexidade. Misty Day (Lily Rabe) é uma clara alusão às ninfas da natureza da mitologia grega, adornada com uma insegurança e uma feminilidade dócil, porém dúbia, que lhe torna uma das mais atraentes personagens de toda a franquia AHS’. Sua inocência perante os atos errôneos dos homens a fez ser queimada na fogueira; entretanto, seus poderes a trouxeram de volta e permitiram que se tornasse uma subestimada protetora dos necessitados, sendo convidada para se juntar ao coven branco antes de encontrar um doloroso fim. Myrtle Snow (Frances Conroy) é uma figura um tanto quanto tragicômica, visto que tornou-se parte do Conselho Ancião por falta de opções e utiliza-se de uma abordagem conservadora para impor seus ideais à comunidade bruxa, ao mesmo tempo em que busca pela justiça e emerge como a principal presença materna para Cordelia, sua protegida. Apesar das boas intenções e da sensatez com a qual comanda as coisas, ela é um alvo fácil para forças superiores a diminuírem.

E então temos Fiona Goode (Jessica Lange), a qual pode ser considerada a principal inimiga da essência da série. Fiona é a Suprema, ou seja, a principal líder do clã branco que, como qualquer pessoa pode entender, deveria lutar pela integridade e pela proteção de suas “crias”, incluindo sua filha, Cordelia. Entretanto, precisamos entender que Fiona é fruto de uma sociedade podre e cujo único objetivo é o alcance do poder absoluto: ela não apenas é uma vilã inescrupulosa, mas sim um poço de ambição que a levou a assassinar a antiga Suprema para que fosse coroada como a governante-mor ainda adolescente. Seus fortes traços permanecem até o tempo presente, em suas rugas e sua constante decadência física, reflexo do que deixou acontecer ao prestígio que sua casa outrora carregava. Até mesmo suas responsabilidades são deixadas de lado para benefício próprio – ora, ela abandonou sangue de seu sangue para buscar algo que nem mesmo o mais poderoso dos magos poderia lhe conceder: a vida eterna – e, forçada a retornar para suas raízes, ela tem como afeição aproximar-se das futuras feiticeiras para roubar-lhe o brilho, a juventude e o crescente fluxo de poder.

Mesmo assim, a beleza da personagem está em seu coração obscuro, o qual, pontualmente, deixa-se levar por sentimentos puros para proteger aqueles que magoou, direta ou indiretamente. Percebemos que ela passou sua vida inteira mergulhada numa mentira, afastando-se da filha quando poderia ajudá-la e buscando por uma redenção que nunca chegou – muito pelo contrário: seu definhamento caminhou paralelamente aos trágicos acontecimentos dos clãs e encontrou um fim à medida em que uma nova era se iniciava com a emergência sem precedentes de uma nova Suprema. A queda do velho e a ascensão do novo.

FETISH FOR MY LUST

Já sabemos que Murphy é apaixonado pela distorção, pelo horror e, principalmente, pela sensualidade – e Coven’, mesmo com suas falhas estruturais, é a clara representação de como os princípios básicos do terror podem ser tratados com o máximo de sexualidade possível. Todas as personagens, inegavelmente, têm ciência de sua presença em cena e deslizam da forma mais graciosa possível através dos grandiosos cenários, impondo-se como peças imprescindíveis para as resoluções da trama.

As protagonistas da narrativa principal buscam pela supremacia mágica e pela realização das Sete Maravilhas, ou seja, sete habilidades sobrenaturais que as permitirão ou não se tornar a nova Suprema. Apesar da surpresa, é agradável saber que Cordelia, após ser subestimada por aqueles à sua volta, será essa nova figura. Mas o mais satisfatório é entender que cada um desses feitiços a serem realizados é representação de um pecado capital – e o domínio sobre cada um deles indica o autoconhecimento de determinado indivíduo. Suas alunas “falharam” em completá-los por não atingirem o amadurecimento necessário, mas a personagem encarnada por Paulson estava apenas esperando o momento certo para endossar sua posição soberana (em outras palavras, após controlar um dos instintos mais primitivos do ser humano – a luxúria).

A terceira temporada de American Horror Storymais uma vez supera expectativas e adiciona outra camada ao microcosmos idealizado pelos diversos montantes do místico, do horrendo e até mesmo do sedutor. Ela pode não ser a melhor entrada da antologia, mas certamente merece o devido reconhecimento, ainda mais por ter conquistado os fãs com força descomunal.

Elas Dominavam! Relembre 10 Atrizes Famosas dos Anos 80 que Foram Esquecidas…

Uma das carreiras profissionais mais instáveis é a dos artistas. Assim como a dos esportistas, ela pode ter uma vida útil curta. No esporte, um profissional precisa dar tudo de si em sua fase de ouro, para colher os frutos depois – isso porque aos 40 anos de idade, um esportista já é considerado velho e está buscando sua aposentadoria. Com muitos artistas acontece o mesmo. Por isso se deve colher os frutos quando ainda se tem muitos produtores batendo à sua porta. Raros são os casos de artistas que se mantém no topo por décadas, ou em alguns casos, por toda a sua carreira.

Mesmo os que se tornam lendários precisam reconhecer que em determinada fase, os tipos de papeis oferecidos já não são mais os mesmos, você se torna quase sempre coadjuvante e só será protagonista em filmes menores e menos significativos. Isso quando não cai diretamente no ostracismo. Ser grande em determinada época não significa que será mantido para sempre no mesmo patamar. É a lei natural não apenas do negócio, como também da vida.

Pensando nisso, resolvemos dar uma olhada em algumas atrizes bem famosas dos anos 80, que estavam em tudo quanto é lugar na época, mas que infelizmente não conseguiram dar continuidade a tal fama nas décadas seguintes. Confira abaixo.

Helen Slater

Para os que cresceram nos anos 1980, a graciosa Helen Slater será sempre a ‘Supergirl’ daquela década. Ou será que será sempre a Billie Jean? Isso porque seus dois primeiros filmes foram justamente os cult ‘Supergirl – O Filme’ (1984 – sua estreia no cinema) e ‘A Lenda de Billie Jean’ (1985). Mas seus maiores sucessos seriam duas comédias: ‘Por Favor, Matem Minha Mulher’ (1986), com Danny DeVito e Bette Midler, dos mesmos criadores de ‘Corra que a Polícia Vem Aí’; e ‘O Segredo do Meu Sucesso’ (1987), com Michael J. Fox. A atriz fecharia a década com ‘Namorados por Acaso’ (1989), comédia romântica com Patrick Dempsey.

 

Shelley Long

A loirinha Shelley Long ficou famosa graças à sitcom ‘Cheers’, um marco da TV norte-americana, no qual interpretou Diane Chambers em 122 episódios (de 1982 a 1993). No cinema, seu filme mais marcante foi a produção de Steven Spielberg, ‘Um Dia a Casa Cai’ (1986), no qual atuou ao lado de Tom Hanks. A atriz ainda estrelou ‘Corretores do Amor’ (1982), ‘Diferenças Irreconciliáveis’ (1984), ‘Que Sorte Danada!’ (1987), ‘Está Sobrando uma Mulher’ (1987) e ‘Bandeirantes de Beverly Hills’ (1989) na década.

Julie Hagerty

Por falar em ‘Corra que a Polícia Vem Aí’, o primeiro filme de Julie Hagerty foi justamente ‘Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu’, em 1980, dos mesmos realizadores: Jim Abrahams, David Zucker e Jerry Zucker. A atriz também voltaria para a sequência do filme, em 1982. Ela também foi dirigida por Woody Allen em ‘Sonhos Eróticos de uma Noite de Verão’ (1982), Albert Brooks em ‘Relax’ (1985) e Robert Altman em ‘Além da Terapia’ (1987) e ‘Ária’ (1987). Hagerty também atuou ao lado de Steve Guttenberg em ‘Esses Médicos Muito Loucos’ (1985) e Madonna em ‘Doce Inocência’ (1989).

Rae Dawn Chong

Rae Dawn Chong foi uma das atrizes de grande representatividade nos anos 1980. Ela é uma destas atrizes que víamos em todo lugar, mas a maioria nunca descobriu seu nome. É claro que na década, seu filme mais marcante foi o thriller de ação ‘Comando para Matar’ (1985), ao lado de Arnold Schwarzenegger, que passou sem parar em muitas reprises. No mesmo ano, no entanto, ela era dirigida por Steven Spielberg no indicado ao Oscar ‘A Cor Púrpura’, no papel de Squeak. Depois vieram comédias como ‘Uma Escola Muito Louca’ (1986) e ‘Os Trapaceiros da Loto’ (1987), com Michael Keaton. A atriz também esteve em suspenses dramáticos como ‘Cidade do Medo’ (1984) e ‘Um Diretor Contra Todos’ (1987).

Lori Singer

Lori Singer foi outra loira que marcou a década de 1980 e poderia ser facilmente confundida com Daryl Hannah. É claro que quando falamos em Lori Singer, o filme que vem imediatamente à cabeça foi sua estreia no cinema com ‘Footloose – Ritmo Louco’ (1984), um dos longas mais dançantes da sétima arte, com Kevin Bacon. No ano seguinte, ela apareceria ao lado de Sean Penn e Timothy Hutton no thriller ‘A Traição do Falcão’ (1985), na comédia ‘O Homem do Sapato Vermelho’ (1985), com Tom Hanks, e em ‘Vidas em Conflito’ (1985), com o saudoso Kris Kristofferson (falecido em 28 de setembro deste ano). Singer fecharia a década com o terror ‘Warlock – O Demônio’ (1989).

Alexandra Paul

O caminho normal para grande parte dos atores e atrizes é começar a carreira na TV, para depois escalar até o cinema. Muitos fizeram essa trajetória. Mas com Alexandra Paul foi diferente. Isso porque o segundo trabalho da atriz no cinema já foi ao lado de John Carpenter em ‘Christine – O Carro Assassino’ (1983), baseado no livro de Stephen King. Seria só em 1992 que ela estrelaria seu papel mais famoso, como a salva-vidas Stephanie Holden na série sensação ‘Baywatch – S.O.S. Malibu’, na qual ela ficaria por 92 episódios até 1997. Antes, Paul marcaria em filmes como o drama de esporte ‘Competição de Destinos’ (1985), com Kevin Costner e Rae Dawn Chong, no thriller ‘Morrer Mil Vezes’ (1986), com Jeff Bridges e Rosanna Arquette, e na comédia ‘Dragnet – Desafiando o Perigo’ (1987), com Dan Aykroyd e Tom Hanks.

Catherine Mary Stewart

Com seu jeito de menina, traços fortes e olhos de diamantes, Catherine Mary Stewart foi uma das jovens atrizes mais populares dos anos 1980. Sua estreia no cinema seria em ‘A Maçã’, musical futurista que iniciaria a era da Cannon Films em 1980. Mas o ano divisor de águas na carreira da moça foi mesmo 1984, quando ela estrelou dois cult ainda muito queridos dos fãs: o “clone” de Star Wars, ‘O Último Guerreiro das Estrelas’ e o pós-apocalíptico ‘A Noite do Cometa’. Depois veio a comédia cult ‘A Primeira Transa de Jonathan’ (1985). A atriz fecharia a década com outra comédia cult, a nonsense ‘Um Morto Muito Louco’ (1989).

Kim Greist

Atrizes famosas em determinada década podem sumir dos radares pelos mais variados motivos. Segundo reza a lenda, o “desaparecimento” da loira Kim Greist foi por motivo de ser “difícil” durante as filmagens, que se tratando dos anos 80 pode significar muitas coisas. Seja como for, após a estreia no terror cult ‘C.H.U.D. – A Cidade das Sombras’ (1984), Kim Greist já adentrava o primeiro time de Hollywood como parte vital do elenco de um dos longas mais elogiados da época: ‘Brazil – O Filme’ (1985), de Terry Gilliam. No ano seguinte, foi dirigida por Michael Mann em ‘Caçador de Assassinos’ (1986). O maior sucesso de Greist seria a comédia de Danny DeVito, ‘Jogue a Mamãe do Trem’ (1987). A atriz ainda apareceria em ‘Palco de Ilusões’ (1988), ao lado de Tom Hanks e Sally Field.

Deborah Foreman

As covinhas de Deborah Foreman merecem todos os louros possíveis, isso porque sobreviveram a filmes com Nicolas Cage e Val Kilmer. Brincadeiras à parte, o primeiro papel de destaque da moça foi mesmo em ‘Sonhos Rebeldes’ (1983) comédia romântica adolescente que ressurgiu com uma forte aura cult – graças em parte ao remake de 2020. É claro que no original, Foreman estrelou ao lado de Nick Cage. Com Val Kilmer atuaria dois anos depois, na comédia ‘Academia de Gênios’. Em 1986, estrelou a comédia ‘Meu Chofer’ e o terror dos mesmos realizadores de ‘Sexta-Feira 13’, ‘A Noite das Brincadeiras Mortais’ (1986), fazendo o papel de irmãs gêmeas. A atriz terminou a década com a comédia de John TravoltaOs Espertinhos’ (1989).

Kelly Jo Minter

Finalizando, temos mais uma atriz incrivelmente representativa, mas que não recebe muito crédito. Os anos 80 são considerados uma época politicamente incorreta. Sendo assim, por mais que tivesse espaço para certa representatividade, Hollywood ainda era dominada por estereotípicos europeus, ou seja, o destaque absoluto era para os brancos – ainda mais no caso de atrizes loiras. Por isso, existe grande valor nas carreiras de Rae Dawn Chong e também de Kelly Jo Minter, heroínas que não tiveram o mesmo reconhecimento de gente como Whoopi Goldberg, por exemplo. Minter, estreou no cinema ao lado de Cher em ‘Marcas do Destino’ (1985). Dois anos depois, participaria de sucessos como ‘Curso de Verão’ (1987), ‘Um Diretor Contra Todos’ (1987) e em um papel menor em ‘Os Garotos Perdidos’ (1987). A atriz terminaria a década enfrentando o maníaco Freddy Krueger em ‘A Hora do Pesadelo 5’ (1989) – e para a nossa alegria não se tornaria uma das vítimas do assassino.

Crítica | ‘O Lago da Perdição’ – Bruxaria e ciúmes em uma trama ‘sem pé nem cabeça’ [Festival do Rio 2025]

Exibido no Festival de Sundance, o longa-metragem argentino O Lago da Perdição é um compilado da fragilidade humana rumo a um conflito existencial. Confuso? Não há outra forma de explicar. É impressionante como em 90 minutos de projeção, somos apresentados a uma história muitas vezes ‘sem pé nem cabeça’, em que a violência ganha destaque em vez de se aprofundar nos conflitos vividos pelas personagens. A contextualização que se propõe só se torna compreensível ao ler a sinopse. Em resumo: Um naufrágio sangrento de uma premissa promissora onde não paramos de olhar para o relógio.

Selecionado também para o Festival do Rio 2025, o projeto busca uma interseção entre um momento conturbado argentino de duas décadas atrás – economicamente falando, algo que persiste até hoje – e as aventuras pela feitiçaria de uma protagonista com sede de vingança, já que seu grande amor está com os olhos em outras direções. Abordando o sobrenatural através do desejo – e aquelas incansáveis e piegas bolhas do ciúmes -, vai se construindo uma narrativa espaçada que acredita que o chocar apresenta a solução.

Ambientado no início dos anos 2000, na periferia de Buenos Aires, encontramos três amigas inseparáveis que adoram se reunir durante o verão num lago próximo. Uma delas é uma adolescente perdida no seu cotidiano, sem almejar nada para um futuro próximo tomada por uma paixão avassaladora por um garoto que conhece desde a infância. Quando uma mulher mais velha se junta a esse grupo e desperta o interesse no crush da protagonista, coisas sinistras começam a acontecer.

 

Dirigido por Laura Casabe e com roteiro assinado por Mariana Enriquez e Benjamín Naishtat, O Lago da Perdição e seu ritmo lento apresenta o terror partindo da complexidade do ciúmes – algo que, de alguma forma, é próximo de todos nós. Em cena, percebemos uma necessidade de maximizar esse sentimento – nada é sutil – seja numa direção de arte que apresenta uma atmosfera sombria, ou no raio-x emocional que se desenvolve em ações da personagem principal. No entanto, os elos dessas correntes até o clímax se desprende da premissa, muito por uma contextualização superficial e coadjuvantes que não somam a todo esse universo construído.

Sem muito desenvolvido nas camadas superficiais que se apresentam, os holofotes se jogam para a violência. É cena de sangue pra todo lado. Essa tentativa de usar o chocar para ampliar o entendimento da inconsequência vira um condensado de situações que arregalam os olhos, mas que, em seu conteúdo, não apresenta consistência para alcançar reflexões mais profundas. Uma decepção.

‘Last Days’: Filme sobre missionário e tribo isolada, baseado em fatos reais, ganha trailer; Confira!

O novo filme do diretor Justin Lin (‘Velozes e Furiosos’),Last Days, ganhou seu primeiro trailer. O longa é baseado na história real do missionário americano John Allen Chau, que faleceu na Ilha Sentinela do Norte, o local mais isolado do mundo.

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O drama é baseado na história real de John Allen Chau (interpretado por Sky Yang), que embarca em uma missão de vida: atravessar o mundo em uma aventura perigosa para compartilhar sua fé com a tribo isolada da ilha.

Enquanto Chau avança, uma detetive das Ilhas Andamã, interpretada por Radhika Apte, corre contra o tempo para impedi-lo antes que ele cause danos a si mesmo ou ao povo sentineles.

Last Days é dirigido por Justin Lin e tem roteiro de Ben Ripley, baseado no artigo da revista Outside de Alex Perry: “Os Últimos Dias de John Allen Chau”.

O elenco conta ainda com Naveen Andrews, Toby Wallace e Ciara Bravo. Lin produz o filme ao lado de Clayton Townsend, Ellen Goldsmith-Vein, Eric Robinson, Salvador Gatdula e Andrew Schneider.

Crítica | ‘Depois da Caçada’ – Um elevador de camadas sem respiros que busca reflexões sobre a sociedade e suas contradições [Festival do Rio 2025]

O italiano Luca Guadagnino é um dos mais interessantes cineastas da atualidade – e isso não vai mudar. Seu cinema busca reflexões sociais atuais, dialogando com o público a cada ponto de suas narrativas, como já se viu na maioria dos seus filmes. Em seu novo trabalho, Depois da Caçada, exibido pela primeira vez no prestigiado Festival de Veneza – e filme de Abertura do Festival do Rio 2025 -, ele volta a recortes sociais importantes e, dessa vez, convida o público a embarcar em um elevador para camadas de assuntos que vão se amontoando, sem respiro para reflexões.

Pra embarcar nesse longa-metragem, é preciso atenção. Pelas entrelinhas de diálogos bem construídos, a filosofia surge como base – o principal ingrediente desse molho que busca, no conflito, as pausas necessárias pra expor a ética e a moral em uma sociedade cada vez mais egoísta. Foucault, Locke são citados e servem de gancho para camadas que exploram desde a necessidade de controle e o cancelamento até as relações interpessoais e as linhas tênues que se apresentam no caminho para pensar a existência.

 

Alma (Julia Roberts) é uma professora renomada da prestigiada universidade de Yale. Casada com Frederick (Michael Stuhlbarg), ela trabalha há anos para ganhar a titularidade e reconhecimento do seu trabalho. Quando Maggie (Ayo Edebiri), uma aluna de doutorado, faz uma acusação contra Hank (Andrew Garfield), outro professor da instituição, Alma se vê perdida em dilemas trazendo à tona um segredo do passado que transforma seu presente num mar de instabilidades emocionais.

 

Com uma trilha sonora muitas vezes incessante – um elemento complementar a composição da ebulição das emoções que se apresentam –, somos colocados no papel de observadores de um castelo de cartas que se constrói e descontrói. Tudo funciona em cena para potencializar o caos interno dos personagens a partir dos assuntos que surgem, elevado por um elenco primoroso que sustenta um roteiro denso com o foco nas perspectivas desses personagens.

O cancelamento e os caminhos para lidar com isso – tanto dos envolvidos quanto por quem está ao redor – é um dos temas que mais se projetam, onde realmente há uma construção mais constante, um assunto que busca lapidar as camadas que se expandem. A questão é que essas muitas camadas que se abrem, deixam o respiro em segundo plano, alongando o tempo de projeção – mesmo que sem redundância. É maçante em muitos momentos, pois enquanto estamos pensando sobre um ponto, logo outro se apresenta, e costurar isso tudo quando se chega ao fim é uma tarefa árdua – talvez até um convite para assistir ao filme de novo.

A partir também da moral e da ética, o roteiro busca com seu discurso cheio de significados pensar o hoje sob muitos olhares. Provavelmente vai dividir opiniões, mas tem méritos que são facilmente absorvidos.