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Harry Melling e Alexander Skarsgård vivem romance BDSM no trailer de ‘Pillion’; Confira!

A24 divulgou hoje (1) o teaser trailer oficial de Pillion, comédia romântica estrelada por Harry Melling (‘The Old Guard 2’) e Alexander Skarsgård (‘O Homem do Norte’).

O longa chega aos cinemas britânicos em 28 de novembro, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

Confira:

O longa marca a estreia diretorial de Harry Lighton, que também adapta o roteiro do romance Box Hill, de Adam Mars-Jones.

Na trama…

Colin, um homem tímido, conhece Ray, um confiante líder de gangue de motoqueiros, que o inicia em um relacionamento submisso, desafiando a existência mundana de Colin e estimulando o crescimento pessoal por meio de sua dinâmica.

Douglas HodgeLesley SharpJake ShearsPaul TallisAnthony Welsh e mais completam o elenco.

Pillion teve sua estreia oficial no Festival de Cannes 2025, onde foi aplaudido pelo público e conquistou raros 100% de aprovação no Rotten Tomatoes – e conquistou o prêmio Un Certain Regard de Melhor Roteiro.

Confira o logotipo NACIONAL de ‘Pânico 7’!

Panico

Paramount Pictures Brasil divulgou hoje (1) o logotipo nacional de Pânico 7’, próximo capítulo da icônica franquia slasher que chega aos cinemas em 26 de fevereiro de 2026.

Confira:

O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Na trama…

Sidney Prescott deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Kevin Williamson assume a cadeira de direção, enquanto Guy Busick assina o roteiro.

Panico

‘Highlander’: Jeremy Irons será um dos VILÕES no reboot estrelado por Henry Cavill

Segundo o CBM, o reboot do clássico Highlander, estrelado por Henry Cavill (‘The Witcher’), escalou mais um novo membro ao seu elenco.

As informações indicam que o prestigiado ator Jeremy Irons (‘O Rei Leão’, ‘Watchmen’, ‘Casa Gucci’) foi contratado para o projeto e dará vida a um antagonista secundário, descrito como “o líder de um grupo secreto conhecido como Os Observadores, que acompanham os seres imortais e os enxergam como uma ameaça à humanidade”.

Irons se junta ao previamente confirmado Drew McIntyre, que dará vida a Angus MacLeod, irmão de Connor (Cavill).

Vale lembrar que as filmagens foram adiadas para janeiro de 2026 em virtude de uma lesão sofrida pelo protagonista, que está em processo de recuperação. Apesar de não ser considerada grave, ela limitou a mobilidade de Cavill, impedindo-o de realizar as sequências de ação de alta intensidade do filme.

A produção deHighlander descreveu as cenas de combate como semelhantes às de ‘John Wick’. Segundo relatos, o ator sofreu o acidente durante um treinamento para o longa.

Orçamento do reboot de ‘Highlander’ com Henry Cavill será GIGANTESCO

O elenco conta ainda com grandes estrelas, como Russell Crowe, que viverá o mentor Ramirez, Dave Bautista no papel do vilão Kurgan e Karen Gillan como Heather, a esposa mortal de Connor MacLeod. O filme, com roteiro de Michael Finch, também terá a participação de Marisa Abela, Djimon Hounsou e Max Zhang.

Dirigido por Chad Stahelski, o novo Highlander promete atualizar a mitologia dos guerreiros imortais para uma nova geração, com lutas de espadas épicas, cenários internacionais e um elenco de tirar o fôlego. A Lionsgate pretende investir cerca de US$ 100 milhões na produção, sinalizando um projeto de grande escala.

A nova versão ainda não tem data de estreia confirmada, mas a expectativa é que chegue aos cinemas em 2026.

‘Highlander’: Henry Cavill está totalmente focado no reboot do clássico

Pensando em terminar? 10 filmes que podem fazer você repensar seu namoro!

O amor muitas vezes nos leva ao limite, mesmo quando a iminência do término se apresenta como uma verdade. Através das histórias de ficção que vemos no cinema, podemos encontrar paralelos para pensarmos sobre a realidade – e, quem sabe, tirar lições para nossas próprias vidas. Abaixo, segue uma lista de filmes para fazer você pensar sobre o universo sempre complexo dos relacionamentos:

 

Band Aid (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Na trama, conhecemos o casal Anna (Zoe Lister-Jones) e Ben (Adam Pally), que vivem uma imensa crise. Mesmo existindo muito amor na casa, as brigas são diárias e a rotina está deprimindo o casal. Até que certo dia, eles resolvem fazer o inusitado, compor músicas sobre todas as brigas que tiveram e assim montam uma banda junto com seu vizinho de porta.

 

Hank e Asha (Diamond Films+)

Asha (Mahira Kakkar) é uma jovem indiana, estudante de cinema, que está terminando os estudos na Suíça. Certo dia, após assistir a um filme, consegue entrar em contato com o realizador do mesmo, Hank (Andrew Pastides), um jovem norte-americano que busca se encontrar profissionalmente em Nova York. Os dois começam a se falar diariamente através de vídeos e um dia resolvem marcar de se encontrar em uma das cidades mais românticas do mundo, Paris. Mas será que esse encontro vai acontecer?

 

Quarto 212 (Reserva Imovision)

A divertida comédia francesa Quarto 212 usa, sem abusar, do choque da fantasia e das curiosidades do consciente para falar de muitos sentimentos. Escrito e dirigido pelo ótimo cineasta francês Christophe Honoré, o longa-metragem joga para o público um recorte intimista de um casamento à beira da ruína.

 

É Apenas uma Fase, Amor (Diamond Films+)

Paul (Christoph Maria Herbst) é um escritor, pai de três filhos, que passa por uma fase de observação sobre a importância do sexo na sua vida. Sua esposa, Emilia (Christiane Paul), uma atriz que trabalha como dubladora, já dá sinais de esgotamento pela distância que os separam, diferente de outros tempos onde eram bem mais animados e grandes desbravadores das estradas da vida. Eles então enfrentam uma iminente separação que vai fazer com que essas duas almas repensem sobre tudo que viveram (e como querem viver) suas vidas a partir dessa ruptura.

 

Minha Vida Perfeita (Netflix)

Jo (Ágata Buzek) é uma professora que aparenta uma infelicidade constante, vivendo seus dias num conturbado cotidiano, numa casa onde mora com o marido, a mãe, o filho mais velho – que acabou de ser pai – e o filho mais novo. Ainda por cima, em forma de oásis ao caos que impera em sua frente, tem um relacionamento secreto com outro professor. Um dia, começa a receber ameaças de um alguém que descobriu sua traição.

 

Todas as Canções Falam de Mim

Ramiro (Oriol Vila) e Andrea (Bárbara Lennie), como todo casal, viveram seus momentos intensamente durante anos. Quando resolveram se separar, houve um trauma e uma dor muito grande por parte do primeiro. O filme mostra delicados pontos de vistas desses dois românticos personagens e um sonho distante de um dia se reencontrarem e, quem sabe, viverem uma nova história de amor.

 

Vidas Passadas (Telecine)

Debutando na carreira de diretora, a cineasta sul-coreana Celine Song não podia ter começado com um melhor pé direito. Seu filme transborda sentimentos conflitantes aos olhos de duas almas que parecem complementares mas que o momento certo de se encontrarem muda completamente os rumos de seus destinos. Vidas Passadas é uma poesia em forma de cinema, onde declamações marcantes são vistas, sentimentos borbulham, nos levando de forma avassaladora para o núcleo do sentimento mais profundo que existe.

 

E agora, meu amor? (HBO MAX)

Alex (Matthew Perry) é um engenheiro que tem a grande chance de sua carreira profissional ao ser designado para supervisionar um projeto de construção em Las Vegas. Um dia, nesse lugar, acaba conhecendo Isabel (Salma Hayek), uma jovem com quem passa uma única noite. O tempo passa e Isabel volta a cruzar o caminho de Alex ao descobrir que está grávida. Buscando se entenderem, mesmo sem se conhecerem, o casal resolve enfrentar os conflitos de uma união e a chegada do primeiro filho.

 

O Amor é Estranho (Cindie)

O casal Ben (John Lithgow) e George (Alfred Molina) decidem oficializar sua união, fato que gera muitos problemas no trabalho do segundo e assim, ambos, acabam entrando em uma crise financeira. Após terem que vender a casa onde sempre moraram, contam com a ajuda de familiares, vizinhos e amigos para voltarem a ficar juntos.

 

Deixe a Luz Acesa

O cineasta Erik é um documentarista, homossexual, que gosta de conhecer pessoas pelo telefone. Em uma dessas ligações, conhece o advogado Paul. O relacionamento dos dois se torna cada vez mais excessivo, alimentado por altos. A luta de ambos é na verdade uma grande negociação dos limites que ambos ultrapassam a cada nova ação inconsequente.

 

‘Frankenstein’: ÉPICO de Guillermo del Toro ganha novo trailer; Assista!

A Netflix divulgou o trailer inédito deFrankenstein, épico dirigido pelo aclamado cineasta Guillermo del Toro.

Frankenstein’ terá estreia limitada nos cinemas em 23 de outubro, antes de chegar ao catálogo do streaming em 7 de novembro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, o brilhante e egoísta cientista Victor Frankenstein dá vida a uma criatura em um experimento monstruoso que, no fim das contas, leva à ruína tanto do criador quanto de sua trágica criação”, diz a sinopse.

A produção é baseada no romance homônimo de Mary Shelley.

O filme, que teve um orçamento estimado em US$ 120 milhões.

Oscar Isaac interpretará Victor Frankenstein, enquanto Jacob Elordi dará vida ao seu monstro. O elenco ainda contará com Mia GothChristoph Waltz como Elizabeth e Dr. Pretorius, respectivamente.

“Este filme tem estado na minha mente desde que eu era criança. Tenho tentado dirigi-lo por mais de 20 anos. Algumas pessoas acham que eu sou um pouco obcecado com ‘Frankenstein’, e eles provavelmente estão certos. Com o passar das décadas, o personagem se fundiu com a minha mente que sua história é basicamente uma autobigrafia. Não há nada mais pessoal do que isso,” declarou o diretor.

Frankenstein 1

‘Monstro: A História de Ed Gein’: 3ª temporada da antologia chega ESTA SEMANA ao streaming

Monstro: A História de Ed Gein‘, terceira temporada da popular série antológica baseada em crimes reais, chega esta semana ao catálogo da Netflix.

O novo ciclo traz Charlie Hunnam no papel do temido Ed Gein, assassino em série infame que inspirou filmes como ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, ‘Psicose‘ e ‘O Silêncio dos Inocentes – e tem estreia agendada para o próximo dia 3 de outubro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Nos campos congelados da zona rural de Wisconsin, na década de 1950, um recluso simpático e gentil chamado Eddie Gein vivia tranquilamente em uma fazenda decadente – escondendo horrores tão macabros que redefiniriam o pesadelo americano. Motivado pelo isolamento, pela psicose e por uma obsessão avassaladora pela mãe, os crimes perversos de Gein deram origem a um novo tipo de monstro que assombraria Hollywood por décadas.

Laurie Metcalf dará sua à mãe do psicopata titular, enquanto Suzanna Son viverá sua única amiga e Tom Hollander interpretará Alfred Hitchcock, diretor de ‘Psicose‘.

O elenco ainda contará com Vicky Krieps, Olivia Williams, Lesley Manville, Joey Pollari, Addison Rae, Charlie Hall, Tyler Jacob Moore, Mimi Kennedy, Will Brill e Robin Weigert.

Ryan Murphy e Ian Brennan são responsáveis pela série.

2ª temporada da série portuguesa ‘Mar Branco’ ganha trailer e data de estreia na Netflix

Netflix divulgou o trailer oficial da 2ª temporada da série portuguesa Mar Branco.

O novo ciclo tem estreia agendada para o dia 17 de outubro na plataforma de streaming.

Confira:

A série foi criada por Augusto Fraga.

Na trama do novo ciclo…

Nos Açores, nada é como antes. Eduardo perde a chance de realizar o sonho americano, Sílvia está grávida e encarregada dos negócios, Rafael não morreu e continua com seus antigos vícios, e Carlinhos passa por uma fase difícil. Mas os problemas pessoais são apenas o começo. Um cartel brasileiro chega aos Açores e muda totalmente as regras do jogo. Em um mar infestado de tubarões, nossos rapexinhos terão que escolher entre a lealdade e a sobrevivência.

José CondessaHelena CaldeiraRodrigo TomásAndré Leitão estrelam.

O elenco ainda conta com Pepê RapazoteAlbano JerónimoKelly BaileyAfonso PimentelMaria João BastosPaolla Oliveira Caio Blat participam do novo ciclo como donos de um cartel brasileiro.

‘Down Cemetery Road’: Novo SUSPENSE com Emma Thompson e Ruth Wilson ganha trailer dublado; Assista!

Apple TV+ Brasil divulgou o trailer dublado de ‘Mistério em Cemetery Road’ (‘Down Cemetery Road’, no original), nova série de suspense estrelada por Emma Thompson (‘Cruella’) e Ruth Wilson (‘Fronteiras do Universo’).

A produção tem estreia agendada para o dia 29 de outubro na plataforma de streaming.

Confira:

A série, que conta com oito episódios, é baseada no romance homônimo de Mick Herron (‘Slow Horses’) e traz Morwenna Banks como roteirista principal.

Na trama…

Quando uma casa explode em um subúrbio tranquilo de Oxford e uma garota desaparece, Sarah Tucker (Wilson) fica obcecada em encontrá-la e pede a ajuda da detetive particular Zoë Boehm (Thompson). Não demora muito até que Zoë e Sarah se encontrem em uma conspiração complexa que envolve pessoas há muito tempo dadas como mortas, mas que ainda estão entre os vivos – enquanto os vivos estão rapidamente se juntando aos mortos.

Adeel AkhtarNathan Stewart-JarrettTom Goodman-HillDarren BoydTom RileyAdam GodleySinead Matthews e outros completam o elenco.

Banks e Thompson são produtoras executivas da atração ao lado de Herron.

Jamie LaurensonHakan KousettaTom Nash também estão na supervisão do projeto, enquanto Natalie Bailey assume o cargo de diretora.

‘Stiller & Meara’: Documentário sobre os pais de Ben Stiller ganha trailer LEGENDADO; Confira!

Apple TV+ divulgou o trailer legendado de ‘Stiller & Meara: Nada Está Perdido’, documentário sobre os saudosos pais de Ben Stiller – os comediantes Jerry StillerAnne Meara.

O longa terá sua estreia no Festival de Cinema de Nova York em 5 de outubro antes de chegar à plataforma de streaming em 24 de outubro.

Confira:

Ben Stiller conta a história de seus pais, os ícones da comédia Jerry Stiller e Anne Meara, explorando o impacto que tiveram tanto na cultura popular quanto em casa, onde as linhas entre criatividade, família, vida e arte frequentemente se misturavam. Nesse processo, Stiller volta a câmera para si mesmo e sua família para examinar a enorme influência de Jerry e Anne em suas vidas, e as lições geracionais que todos podemos aprender com aqueles que amamos”, diz a sinopse,

“Sinto-me muito feliz por fazer parceria mais uma vez com a incrível equipe do Apple TV+, desta vez em um projeto que é muito pessoal para mim e minha família”, disse Stiller, conforme o Deadline. “É emocionante finalmente poder compartilhá-lo com o público; e uma grande honra celebrar meus pais, tanto como eu os conheci enquanto crescia, quanto como os conheci de novas maneiras através da produção deste filme”.

Anne Meara faleceu em 2015 aos 85 anos, e Jerry Stiller, em 2020, aos 92 anos.

Série documental sobre o LENDÁRIO Martin Scorsese ganha novo trailer; Confira!

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A vida e a obra de Martin Scorsese, um dos maiores cineastas da história do cinema, serão exploradas em profundidade na nova série documental ‘Mr. Scorsese‘, produção original da Apple TV+.

Agora, foi revelado o novo trailer da produção, que fará sua estreia mundial no Festival de Nova York no próximo dia 4 de outubro.

A minissérie fará parte da Seleção Spotlight.

Confira:

A produção chega à plataforma de streaming no dia 17 de outubro.

A direção fica a cargo de Rebecca Miller, conhecida por filmes como ‘O Tempo de Cada Um‘ e ‘Vidas Cruzadas: A Vida Íntima de Pippa Lee‘, e filha do dramaturgo Arthur Miller e da fotógrafa Inge Morath.

A série terá cinco partes e promete um retrato íntimo e cinematográfico do diretor por trás de obras-primas como ‘Taxi Driver‘, ‘Touro Indomável‘, ‘Goodfellas‘, ‘O Irlandês‘ e ‘Assassinos da Lua das Flores‘. Com acesso irrestrito aos arquivos pessoais de Scorsese, Miller conduz a narrativa com base em conversas extensas com o próprio diretor e depoimentos inéditos de amigos, familiares e colaboradores próximos.

Entre os nomes confirmados estão Daniel Day-Lewis, Robert De Niro, Leonardo DiCaprio, Mick Jagger, Robbie Robertson, Thelma Schoonmaker, Steven Spielberg, Sharon Stone, Jodie Foster, Paul Schrader, Margot Robbie, Cate Blanchett, Jay Cocks, Rodrigo Prieto, além da esposa Helen Morris, os filhos e amigos de infância de Scorsese.

O projeto, que levou cinco anos para ser realizado, parte desde os primeiros curtas de Scorsese na NYU — como ‘The Big Shave‘ e ‘Who’s That Knocking At My Door‘ — até seus clássicos aclamados e a fase mais recente da carreira.

“Sou muito grata por ter recebido liberdade artística e acesso para criar um retrato cinematográfico de um dos maiores artistas vivos, Martin Scorsese”, disse Miller. “Sua obra e vida são tão vastas e fascinantes que o projeto evoluiu de um filme para cinco partes ao longo de cinco anos. Criar este documentário ao lado dos meus colaboradores de longa data foi uma das experiências mais marcantes da minha vida como cineasta”. 

Mr. Scorsese‘ é uma produção da Expanded Media e Round Films, em associação com a LBI Entertainment e a Moxie Pictures.

Além de Miller, os produtores executivos incluem Damon Cardasis, Cindy Tolan, Rick Yorn, Christopher Donnelly e Julie Yorn. Ron Burkle assina a produção, com Robert Fernandez e Patrick Walmsley como co-produtores executivos.

Mesmo com a homenagem em andamento, Scorsese já declarou recentemente que não tem planos de se aposentar.

‘Eternidade’: Comédia romântica da A24 em que Elizabeth Olsen deve escolher sua ALMA GÊMEA ganha data de estreia

Eternidade (Eternity), comédia romântica da A24 estrelada por Elizabeth Olsen (‘WandaVision’, ‘A Avaliação’), ganhou data de estreia no Brasil.

O longa-metragem chega nos cinemas nacionais dia 4 de Dezembro.

Numa vida após a morte, onde as almas têm uma semana para decidir onde passar a eternidade, Joan (Elizabeth Olsen) enfrenta a escolha impossível entre o homem com quem passou a vida (Miles Teller) e o seu primeiro amor (Callum Turner), que morreu jovem e esperou décadas pela sua chegada.

Miles Teller (Larry) e Callum Turner (Luke) co-estrelam. Da’Vine Joy RandolphJohn EarlyOlga Merediz também integram o elenco como Anna, Ryan e Karen, respectivamente.

David Freyne assume a direção do projeto, enquanto Pat Cunnane assina o roteiro.

Assista:

 

 

Crítica | ‘Coração de Lutador’ é mais sobre Dwayne Johnson do que Mark Kerr – e isso não é um problema

É muito fácil perceber quando um filme tem a tão famosa “cara de Oscar”. Normalmente, produções feitas para varrerem ou ao menos marcarem presença na temporada de premiações mergulham em histórias reais e marcantes, movidas por dramas existencialistas ou pungentes que colocam determinado indivíduo frente a forças incontroláveis. É claro que títulos que partem desse princípio, por vezes, rendem-se a convencionalismos tão cansativos e a um desejo tão forte de dar um passo maior que a perna que se transformam em filmes Oscar-bait. Felizmente, esse não é o caso da cinebiografia ‘Coração de Lutador – The Smashing Machine.

O longa-metragem traz conhecidos rostos às telonas e coloca Dwayne Johnson no papel do lutador amador Mark Kerr. Dotado de um apreço inexplicável pela luta livre e pelas competições esportivas, Kerr passa de um nome desconhecido para um popular astro do MMA, navegando por uma onda de vitórias impressionante que, como podemos imaginar, prenuncia sua ruína nos mais variados âmbitos. Singrando pelas complexas engrenagens que regem esse universo, à época carregado de estigmas e de obscuridade, o drama esportivo estende-se por mais de duas horas para honrar a vida de Kerr, cujo apelido profissional é emprestado ao título, e se expande para um interessante estudo de personagens que escorrega aqui e ali.

Comprimindo alguns anos da carreira do lutador, o enredo se inicia com sua inexplicável e meteórica ascensão ao estrelato, chamando a atenção de profissionais, comentaristas e esportistas ao redor do planeta. Acompanhado da namorada, Dawn Staples (Emily Blunt) e do melhor amigo, Mark Coleman (Ryan Bader), Kerr ultrapassa os limites de seu corpo para se eternizar como o melhor dos melhores, recusando-se a perder e garantindo que as constantes dores sejam apaziguadas pelo uso indiscriminado de opioides e outros narcóticos. Adentrando na Copa do Mundo de MMA, ele tem certeza da vitória até ingressar em uma competição para a qual não estava preparado, perdendo em meio a falhas técnicas e a mudanças de última hora nas regras do jogo e mergulhando em um vórtice perigoso e autodestrutivo de frustração.

O projeto parte de uma premissa bastante conhecida e que acompanha as grandes figuras que ganharam espaço na sétima arte – e, na verdade, mais serve como palanque para Johnson provar sua ótima versatilidade performática de que para exaltar o impacto de Kerr. E digo isso sem quaisquer comentários pejorativos: a história do astro de MMA é inspiradora, ainda que tenha permanecido na superficialidade narrativa nesse projeto; mas “The Rock”, carinhosa alcunha dada a Johnson, sempre nos conquistou por um carisma inegável que o cimentou como um “astro de um papel só” em suas múltiplas incursões no cinema, como ‘Jumanji’, ‘Velozes e Furiosos’ e ‘Alerta Vermelho’, apenas para citar alguns. Aqui, o astro nos mostra que estava guardando o melhor para o momento certo, mergulhando de cabeça em uma visceral performance que pode lhe render um lugar de destaque nas iminentes premiações.

The Rock, entretanto, não está sozinho nessa empreitada – e é acompanhado do poder incomparável de Blunt no papel de Dawn. A atriz não é considerada uma das melhores de sua geração por qualquer motivo, e já nos encantou com inúmeros projetos, incluindo ‘O Diabo Veste Prada’, ‘Um Lugar Silencioso’, ‘O Retorno de Mary Poppins’ e, mais recentemente, Oppenheimer (cujo papel lhe rendeu uma merecida indicação ao Oscar). Aqui, ela reitera seu status camaleônico ao transmutar-se na desequilibrada e problemática namorada de Kerr, roubando os holofotes e, mesmo sem a ajuda de maquiagem e próteses, ficando irreconhecível em uma incursão fabulosa. E, considerando que Blunt e Johnson já trabalharam juntos no subestimado ‘Jungle Cruise’, a química entre os dois é apenas a cereja do bolo.

Em sua primeira investida solo, Benny Safdie constrói uma carta de amor a Kerr e ao mundo do MMA, inadvertidamente criando uma plataforma para celebrar a competência de seus astros principais. Tendo trabalhado anos ao lado do irmão, Josh Safdie, Benny encabeça seu primeiro projeto como diretor único e aposta fichas em uma estética documental que não segue o padrão estrutural de um, e sim transfere essa predileção para a imagética: seja na câmera na mão, nos bruscos cortes e em uma seleção de cores palpável e muito sóbria, o realizador deseja aproximar o espectador da íntima e volátil vida de Kerr e o faz de maneira inescapável e, por vezes, escorrega em repetições e exageros.

‘Coração de Lutador: The Smashing Machine é uma competente cinebiografia que, mesmo não livre de erros, consegue nos encantar com a história de Mark Kerr e garantir que o ponto de maior sucesso seja o comprometimento fabuloso que cada membro do elenco tem com seu personagem atribuído – com destaque ao papel da carreira de Johnson e uma das entregas mais honestas e comoventes de Blunt.

CLÁSSICO! ‘As Branquelas’ estreia em 5º LUGAR entre os mais vistos de streaming; Saiba aonde assistir!

As Branquelas (2004), filme assinado por Keenen na direção e com Marlon e Shawn protagonizando – estreou fazendo sucesso no Prime Video.

O clássico filme está em quinto lugar entre os longas mais assistidos do catálogo, mostrando sua popularidade.

CLÁSSICO! ‘As Branquelas’ estreia em 5º LUGAR entre os mais vistos de streaming; Saiba aonde assistir!

A trama todos já conhecem, dois agentes do FBI caídos em desgraça (Shawn e Marlon) são incumbidos de um caso de sequestro envolvendo duas herdeiras brancas e loiras. Assim, eles assumem o lugar das moças, numa maquiagem grotesca, que tira um sarro ao subverter o “blackface”, e se tornou o “charme” da produção.

Com os críticos no Rotten Tomatoes, As Branquelas soma irrisórios 15% de aprovação e foi chamado de uma “comédia desorganizada que é boba e óbvia”. Bem, isso ninguém nega. Mas não é por isso que não pode ser engraçada também.

Seja como prazer culposo, com o grande público o filme tem nota 56 no IMDB. E com um orçamento de US$37 milhões, obteve uma bilheteria de US$ 113 milhões mundiais. Enquanto o trio não ouve o apelo dos fãs e tira da cartola uma continuação, vamos descobrir por onde anda o elenco do filme.

Marlon Wayans, de ‘As Branquelas’, desembarca no Brasil acompanhado da namorada

Recentemente, Marlon Wayans revelou que não está tão empolgado para uma sequência do clássico.

“Não acho que a sequência vai acontecer. São sete horas de maquiagem todos os dias, e depois trabalhávamos 14 horas após a maquiagem de sete horas, porque também produzíamos o filme”, ele afirmou.

No ano passado, Marlon Wayans tinha revelado que finalmente iria fazer a sequência.

“Está na hora. Depois que terminarmos Todo Mundo em Pânico 6, nós vamos fazer As Branquelas 2”, ele afirmou ao GMA. 

Os irmãos Shawn Wayans e Marlon Wayans começaram a produzir ‘As Branquelas 2‘ em meados de 2010, mas a Sony acabou cancelando a produção. Com o sucesso do primeiro filme, e o interesse dos fãs no segundo, os irmãos levaram o roteiro a outro estúdio de Hollywood. Na trama, Kevin e Marcus Copeland são dois agentes do FBI muito atrapalhados, que acbam se dando mal em uma investigação e são ameaçados de perder seus empregos. Quando um plano para seqüestrar as mimadas irmãs socialites Brittany e Tiffany Wilson é descoberto, Kevin e Marcus ficam com a humilhante missão de escoltar as duas socialites do aeroporto para o hotel.

Enquanto são escoltadas, as duas mulheres se ferem e eles se vêem obrigados a se disfarçar como elas para que seu chefe não descubra o ocorrido.

Competições de ficção científica de ‘Tron’ poderiam agradar às casas de apostas?

O filme Tron foi lançado em 1982 e até hoje é considerado uma obra marcante da ficção científica. Na trama, Jeff Bridges interpreta Kevin Flynn, um desenvolvedor de jogos que é transportado para dentro do sistema central de um computador. Lá, precisa interagir e enfrentar programas em batalhas digitais para tentar escapar.

Entre os elementos mais icônicos do filme original estão competições que lembram esportes, mas em que as apostas iam muito além da diversão. Flynn participava de jogos quase gladiatórios, nos quais a consequência era ser “desintegrado” e eliminado do sistema. Nesse cenário, surgiram cenas memoráveis como as batalhas de Light Cycles e de Disc Wars, que se tornaram momentos de ação decisivos da história.

No esporte real, os atletas não estão lutando pela própria sobrevivência, mas isso não impede milhões de fãs de grudarem na tela, fazendo uma aposta e acompanhando ansiosamente o resultado. Normalmente, o processo é simples: alguém percebe que um site de apostas esportivas é legal, faz um depósito e escolhe um jogo importante para arriscar um palpite. Mas e se imaginarmos que as competições de alto risco do filme Tron, adaptadas para o mundo real, chamassem a atenção das casas de apostas e desencadeassem uma verdadeira onda de apostas?

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Tron: Ares

Adaptando os Light Cycles

Em Tron, os Light Cycles eram veículos semelhantes a motos que corriam em uma grade digital. Cada moto deixava atrás de si uma barreira sólida e mortal, e o objetivo era fazer com que os adversários colidissem com ela. Para quem já jogou o clássico Snake, a lógica é parecida — e seria quase impossível reproduzir isso no mundo real.

Uma forma de adaptar os Light Cycles seria por meio de uma plataforma de realidade virtual, já que qualquer esporte que envolvesse veículos em alta velocidade realmente colidindo seria extremamente perigoso. Em vez das barreiras físicas deixadas no filme, elas poderiam ser recriadas em realidade aumentada, enquanto os veículos seriam substituídos por drones.

O piloto usaria um headset de VR para controlar o drone dentro do espaço de jogo, tentando evitar as barreiras virtuais deixadas pelos competidores. O sistema poderia funcionar por pontos: cada piloto começaria com uma pontuação inicial, e perderia pontos sempre que atravessasse a barreira de um oponente. No fim, quem permanecesse ativo seria o vencedor.

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Adaptando o Disc Wars

Em Tron: Legacy, lançado em 2010, os jogadores usavam discos luminosos semelhantes a frisbees, uma versão do jogo do filme original. Nele, os competidores, em plataformas circulares, arremessavam seus discos de identidade para quebrar os anéis da plataforma do oponente, fazendo-o cair. Atingir o adversário diretamente com o disco também resultava em eliminação.

No Disc Wars, os participantes usavam os frisbees para tentar eliminar o adversário, acertando um sensor no traje do oponente com um golpe direto. Uma adaptação para o mundo real poderia acontecer em um ambiente parecido com laser tag, no escuro, com obstáculos no campo de jogo e os jogadores tentando atingir uns aos outros com os frisbees, usando agilidade e precisão no arremesso.

Cada competidor teria apenas um número limitado de frisbees, já que, ao contrário do que acontecia no filme, eles não iriam ricochetear dinamicamente nas paredes e tetos para serem pegos de volta.

Poderiam ser alvo de apostas?

Não há razão para que mercados de apostas não possam ser criados em versões reais dos jogos de Tron. Para que funcionassem como esportes viáveis, seria necessário ter resultados mensuráveis, desfechos claros e, claro, aquele elemento indispensável do esporte: a imprevisibilidade.

Mercados básicos poderiam ser implementados, como apostar no vencedor da partida, tanto em Light Cycles quanto em Disc Wars. Também poderiam surgir opções variadas, como quem consegue a primeira “eliminação” nos Light Cycles (um mercado muito popular em apostas de eSports como Counter-Strike: GO), ou qual parte do corpo (cabeça, tronco, braço, perna, costas) é atingida para garantir o ponto vencedor no Disc Wars.

Sempre que há pontuação em disputa, é possível criar mercados de handicap — por exemplo, um jogador de Light Cycle cobrindo uma linha de -2 pontos contra o adversário. Até mesmo palpites de placar correto poderiam ser explorados. Se as partidas fossem disputadas em melhor de três ou cinco sets, como no tênis, isso abriria ainda mais possibilidades de apostas.

No fim, a quantidade de mercados de apostas em esportes inspirados em Tron dependeria da popularidade. O futebol, por exemplo, recebe muito mais cobertura e variedade de mercados do que esportes como xadrez ou esqui, justamente por contar com uma base de fãs gigantesca em todo o mundo.

O legado de Tron

Um dos motivos pelos quais Tron causou tanta impressão quando foi lançado foi o uso intenso de computação gráfica. Na época, era algo realmente inédito, já que o diretor Steven Lisberger levou sua visão para as telas de cinema de uma forma nunca antes vista. Depois do lançamento de Tron: Legacy, em 2010, a tão aguardada terceira produção da série, Tron: Ares, tem estreia prevista para outubro de 2025.

Filme de espionagem com Cate Blanchett que conquistou 92% de aprovação no RT estreia em 2º lugar no Prime Video

Homem lê livro com Big Ben ao fundo, Londres

Código Preto‘ chegou no Prime Video fazendo barulho, estreando em segundo lugar entre os filmes mais assistidos do streaming.

Com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, o vindouro thriller de espionagem de Steven Soderbergh foi elogiado pela ótima dinâmica relacional entre Michael Fassbender e Cate Blanchett, bem como pelo trabalho do aclamado cineasta na direção.

Confira o TOP 4 do Prime Video:

Código Preto‘ é um drama de espionagem envolvente sobre os lendários agentes secretos George Woodhouse e Kathryn, sua querida esposa. Quando suspeitam que ela possa ter traído o país, George enfrenta o maior teste de todos: manter a lealdade ao seu casamento ou à sua nação.

A produção foi considerada um ótimo e divertido entretenimento, marcada pela constante tensão sexual entre os protagonistas.

Confira as primeiras avaliações:

“Steven Soderbergh dispara um pequeno e elegante exercício de gênero — um rabisco, na verdade, em um estágio de sua carreira em que ele claramente está apenas se divertindo — que prova ser um de seus filmes mais inteligentes e sensuais até agora”. – Peter Debruge, Variety

“A fraqueza humana é a maior força de ‘Código Preto’. É um filme de espionagem insidiosamente ótimo, maduro e satisfatório”. – William Bibbiani, TheWrap

“Na medida em que essa exibição ligeiramente absurda pode ser levada a sério, sua importância reside no amor conjugal de George e Kathryn. Se você pode acreditar nisso, ou de qualquer forma acha isso uma invenção divertida, então há entretenimento em Código Preto”. – Peter Bradshaw, Guardian

“Embora o elenco de apoio seja impecável em todos os aspectos, o filme é realmente de Blanchett e Fassbender, com atuações que transbordam o poder das estrelas da velha escola”. – Clarisse Loughrey, Independent (UK)

“‘Código Preto’ não oferece nada do escapismo de sucesso de um filme de James Bond, mas quando Soderbergh trabalha com esse nível de confiança e controle, ele é igualmente letal”. – Tim Grierson, Screen International

“‘Código Preto’ tem sucesso em sua sagacidade fria e no apelo frio e nervoso de suas duas estrelas. Blanchett avança pelo filme com graça de leoa; Fassbender faz o uso robótico da lógica de George parecer um afrodisíaco”. – Stephanie Zacharek, TIME Magazine

“‘Código Preto’ é um filme sexy, inteligente e legal sobre casamento. Sério”. – Kristy Puchko, Mashable

Assista trailer:

Steven Soderbergh (‘Contágio’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).

Quando a agente de inteligência Kathryn Woodhouse é suspeita de trair a nação, seu marido – também um agente lendário – enfrenta o teste final para saber se deve ser leal ao seu casamento ou ao seu país.

O elenco ainda conta com Tom Burke, Naomie Harris, Pierce Brosnan, Marisa Abela, Regé-Jean Page e Orli Shuka.

Crítica | ‘Only Murders in the Building’ retorna com um dos melhores episódios da temporada

Cuidado: spoilers à frente.

Only Murders in the Buildingtem uma capacidade incrível e notável de sempre se reinventar sem destoar muito do que nos entregou em sua estreia: ainda que com todas as chances de repetir tropos e métodos de reviravoltas costumeiras de histórias de mistério e comédia, Steve Martin e John Hoffman têm uma habilidade invejável de trazer elementos inéditos e manter os espectadores vidrados do começo ao fim através de pequenas joias audiovisuais. E, mantendo o altíssimo nível da temporada atual, o sexto capítulo é um lembrete de que, às vezes, o suprassumo criativo está em sutilezas quase invisíveis.

Intitulado “Flatbush”, o novo episódio já se inicia com o retorno de uma das personagens mais memoráveis desse panteão: Loretta Durkin (Meryl Streep), esposa de Oliver (Martin Short) que volta para o Arconia após um incêndio destruir seu apartamento e todos os seus pertences. Ao chegar ao apartamento de seu marido, Loretta aproveita para reencontrar Mabel (Selena Gomez) e Charles (Martin), resolvendo ajudá-los no mais recente caso do edifício: o duplo homicídio do porteiro Lester (Teddy Coluca) e do anfigúrico gângster Nicky (Bobby Cannavale). E, como vimos na semana anterior, a investigação tornou-se ainda mais interessante quando o trio de detetives descobriu uma espécie de conchavo entre Lorraine (Dianne Wiest) e Sofia (Téa Leoni), as respectivas viúvas dos falecidos.

Mas é claro que as coisas não seriam tão simples assim: à medida que Loretta coloca seu talento como atriz em jogo e visita a casa de Lorraine junto a Oliver, ela percebe que a tristonha e nostálgica senhora não teve nada a ver com o assassinato de Lester – e que a “ardilosa” transação entre ela e Sofia, na verdade, era para manter um antigo teatro amador aberto para que as crianças pudessem se envolver com a arte (colocando os detetives de volta à estaca zero). Já no Arconia, Mabel se vê numa saia justa quanto Althea (Beanie Feldstein) se torna peça essencial para descobrir quem invadiu o apartamento de Charles e roubou o misterioso dedo que guardavam como pista. E, como vemos ao longo da iteração, as coisas são muito mais cabulosas do que imaginávamos.

Enquanto a semana anterior serviu como um bem-vindo freio no ritmo da série, apostando fichas em um estudo de personagens agradável e despojado, aqui estamos de volta às inúmeras referências às obras de mistério – e uma predileção por “jogos de detetive” que levam os protagonistas em uma busca desenfreada e inesperada por uma verdade ainda impalpável. Obviamente, o suposto beco sem saída em que se veem com a revelação da parceria entre Lorraine e Sofia apenas encerra uma parte da investigação, à medida que Mabel, Charles e Oliver, acompanhados da Detetive Williams (Da’Vine Joy Randolph) descobrem que os vídeos de segurança do Arconia foram adulterados por ninguém menos que o magnata da tecnologia Bash (Christoph Waltz), que os vinha observando às escondidas.

Bash foi introduzido no final do terceiro capítulo ao lado de outros dois formidáveis antagonistas – Camila (Renée Zellweger) e Jay (Logan Lerman) -, compondo um trio de bilionários suspeitos que conseguiram impedir a si mesmos de serem citados no podcast investigativo dos nossos heróis. Manipulando-os como mestres de marionetes, eles estão intimamente ligados com o assassinato de Lester e Nicky, mas nenhuma prova concreta foi encontrada por enquanto. E o retorno impactante de Bash pode ter indicado uma participação maior dos “vilões” no encobrimento do caso.

O destaque do episódio também vai ao time criativo e técnico por trás das câmeras: o roteiro assinado por John Enbom e Jake Schnesel soa como um retorno às raízes, em que as ousadias corriam soltas para aproveitar o melhor dos dois gêneros principais que são explorados na série – e dando espaço merecido para que Lorraine volte a brilhar e a nos encantar através da esplêndida atuação de Streep em o que deve lhe render mais uma indicação ao Emmy. Já a direção encabeçada por Shari Springer Berman e Robert Pulcini abre espaço para um onírico saudosismo que singra entre a melancolia e a felicidade – apostando em uma convergência fabulosa que nos impede de desviar o olhar por um segundo sequer.

O mais novo episódio de Only Murders in the Building já pode ser caracterizado como um dos melhores da temporada e da série em si, lapidado com uma exímia paixão que reitera a atração como uma das mais inteligentes e envolventes da atualidade. E, usando e abusando do talento de um elenco estelar, somos relembrados mais uma vez de que essa obra-prima da televisão tem potencial de sobra para ser esquadrinhado tanto nas semanas seguintes quanto em futuros ciclos.

Filme de ação com Ke Huy Quan no estilo de ‘Anônimo’ estreia fazendo SUCESSO no Prime Video

Amor Bandido‘ (Love Hurts), filme ação estrelado por Ke Huy Quan (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’), teve sua estreia cancelada nos cinemas nacionais após receber míseros 16% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Agora, o filme chega ao Brasil direto pelo Prime Video e está fazendo sucesso no catálogo do streaming.

‘Amor Bandido’: Filme de ação com Ke Huy Quan FRACASSA em estreia nos EUA

Na trama, um corretor de imóveis é puxado de volta para a vida que deixou para trás depois que seu antigo parceiro no crime ressurge com uma mensagem sinistra. Com seu irmão chefe do crime também em seu encalço, Marvin deve confrontar seu passado e a história que ele nunca enterrou completamente.

O consenso geral apontou o fracasso da produção em tentar mesclar os gêneros – especialmente o romance –, em um filme raso de ação que não consegue nem se beneficiar de um protagonista carismático.

Separamos os trechos das principais críticas: 

“O filme começa capenga e, então, se torna um desastre absoluto. As cenas de luta borradas do [diretor] Jonathan Eusebio não têm impacto, e o tom desagradável irá desgastar até o espectador mais apaixonado.” (RogerEbert.com)

“Esforçando-se em sua combinação desajeitada de ação, romance e comédia boba, ‘Amor Bandido’ falha completamente em todos os gêneros.” (The Hollywood Reporter)

“O romance raso entre Marvin e Rose depende do roteiro nos dizer (por meio de monólogos internos desajeitados) que eles se amam, em vez de demonstrar isso, o que é apenas um dos exemplos de roteiro ruim deste filme.” (The Film Verdict)

“Quando você é o protagonista de um filme de ação cômico ultraviolento que está sendo vendido como uma produção ideal para o dia dos namorados, você precisa de todo o charme que puder reunir.” (Boston Globe)

“O amor, de fato, pode doer. Mas não é nem de longe tão doloroso quanto ser forçado a assistir a um grande ator preso em um filme ruim.” (Rolling Stone)

“Há algo muito estranho no tom deste filme, que não é inteligente ou bobo o suficiente para ser engraçado, e falha em suas tentativas desajeitadas de vinculá-lo ao Dia dos Namorados.” (Associated Press

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Jonathan Eusebio, coordenador de cenas de ação e luta em ‘Deadpool 2‘, ‘John Wick 3: Parabellum‘ e ‘Pantera Negra‘, faz sua estreia diretorial.

O elenco ainda conta com Ariana DeBose, Daniel Wu, Sean Austin, Mustafa Shakir, Lio Tipton, Rhys Darby, Marshawn Lynch André Eriksen.

‘Avatar: Fogo e Cinzas’ traz REVIRAVOLTA que vai mudar TUDO o que sabemos sobre Pandora; Entenda!

O novo trailer de ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ chegou abalando as estruturas da ficção científica. Com cenas de tirar o fôlego, batalhas cinematográficas impecáveis e os cenários arrebatadores que já viraram marca registrada de James Cameron, o que realmente pegou os fãs de surpresa foi uma reviravolta que promete mudar o destino da franquia.

O humano Spider aparece respirando o ar de Pandora — sem máscara. Sim, você leu certo. Até agora, a toxicidade da atmosfera de Pandora era um dos pilares da trama: os humanos não podiam sobreviver sem o auxílio de máscaras ou da transferência para avatares. O simples fato de um humano estar ali, ao ar livre e respirando normalmente, não é só chocante — é um indicativo de que as regras desse universo estão prestes a mudar.

No trailer, Jake Sully (vivido por Sam Worthington) verbaliza o impacto dessa possível mudança com uma frase que já está dando o que falar:

“E se todo humano pudesse viver aqui sem máscara? Os Na’vi estariam condenados.”

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Essa fala expõe um medo real: a balança do poder entre humanos e Na’vi pode estar prestes a pender para o lado dos invasores. Se o que torna Pandora protegida da colonização humana for neutralizado, o povo azul enfrentará uma ameaça sem precedentes.

A cena de Spider (Jack Champion), filho humano criado entre os Na’vi, caminhando livremente por Pandora sem qualquer equipamento respiratório, não parece ser um erro de continuidade ou um descuido de roteiro. Pelo contrário, é uma pista cuidadosamente colocada que pode indicar o próximo grande arco narrativo da franquia.

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Outra pista importante vem de uma sequência simbólica no trailer: Spider aparece junto à Árvore das Almas — centro espiritual sagrado para os Na’vi — em um momento que sugere uma espécie de renascimento. Há quem diga que ele teria sido tocado (ou até escolhido) por Eywa, a força viva que conecta toda a vida em Pandora.

Se for esse o caso, Spider não seria apenas um humano adaptado. Ele se tornaria algo novo — uma ponte viva entre dois mundos, um símbolo de reconciliação ou destruição, dependendo de qual caminho ele escolher.

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E isso levanta uma questão ousada: será que Spider está sendo moldado para substituir Jake Sully como protagonista da franquia? Afinal, ele carrega dentro de si o conflito central da saga — humano de nascimento, mas Na’vi de coração.

 

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de dezembro.

James Cameron (‘Titanic’) retorna à direção.

A nova trama retoma os acontecimentos de ‘Avatar: O Caminho da Água‘, que mostrou Jake e sua família unindo forças com os Metkayina — o clã aquático de Pandora — para enfrentar a opressiva RDA (Recursos de Desenvolvimento da Administração). Em ‘Fogo e Cinzas‘, a ameaça vem dos Ash People, grupo que rompeu com a cultura tradicional dos Na’vi e abandonou sua conexão com a natureza.

O elenco conta com Sam Worthington, Zoe Saldaña, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Oona Chaplin, Cliff Curtis, Britain Dalton, Trinity Bliss, Jack Champion, Bailey Bass e Kate Winslet.

Vale lembrar que as sequências ‘Avatar 4‘ e ‘Avatar 5‘ já foram confirmadas, estão programadas para 21 de dezembro de 2029 e 19 de dezembro de 2031, respectivamente.

Por que J.K. Rowling XINGOU Emma Watson de “ignorante”? Vem ver o que a atriz falou!

J.K. Rowling, autora da popular e aclamada saga mágica Harry Potter, tornou-se uma figura divisiva e controversa após comentários sobre identidade de gênero e a comunidade trans feitas nas redes sociais.

Nesta semana, a autora voltou a se tornar polêmica ao chamar de Emma Watson de “ignorante”.

Watson falou em entrevista ao podcast On Purpose With Jay Shetty sobre seu complicado relacionamento com Rowling.

“Eu realmente não acredito que, por ter tido essa experiência e ter o amor, o apoio e as opiniões que tenho, isso signifique que eu não possa e não valorize Jo e a pessoa com quem tive experiências pessoais”, ela disse.

“Eu nunca vou acreditar que uma coisa nega a outra e que minha experiência com essa pessoa eu não possa guardar e valorizar. Voltando ao nosso ponto anterior — eu simplesmente não acho que essas coisas sejam uma coisa ou outra. Acho que meu desejo mais profundo é que as pessoas que não concordam com a minha opinião me amem, e espero poder continuar amando pessoas com quem não necessariamente compartilho a mesma opinião”.

Watson acrescentou: “acho que o que mais me chateia é que uma conversa nunca tenha sido possível.” Quando Shetty perguntou se ela permanecia aberta a esse diálogo, Watson respondeu: “sim, e sempre permanecerei. Eu acredito nisso. Acredito nisso completamente.”

Sendo apelidada de Aquela-Que-Não-Deve-Ser-Nomeada em alguns círculos de fãs da franquia, Rowling não apenas destilou seu preconceito contra uma das minorias sociais mais marginalizadas da sociedade, como atacou membros do elenco das adaptações cinematográficas de Harry Potter que se opuseram à sua retórica antitrans – incluindo Daniel RadcliffeEmma Watson.

Confira o que Rowling falou na íntegra:

“Tenho visto muitos comentários sobre isso, então gostaria de fazer alguns pontos. Não espero concordância eterna de nenhum ator que tenha interpretado um personagem que criei. A ideia é tão absurda quanto eu consultar o chefe que tive aos 21 anos para saber quais opiniões devo ter hoje em dia.

Emma Watson e seus colegas de elenco têm todo o direito de aderir à ideologia da identidade de gênero. Essas crenças são protegidas legalmente, e eu jamais gostaria de vê-los ameaçados de perder o emprego, sofrer violência ou morte por causa delas.

No entanto, Emma e Dan, em especial, deixaram claro ao longo dos últimos anos que acreditam que nossa antiga relação profissional lhes dá um direito, ou melhor, uma obrigação, de me criticar publicamente, assim como às minhas opiniões. Anos após terem encerrado sua participação em Harry Potter, continuam assumindo o papel de porta-vozes do mundo que eu criei.

Quando você conhece pessoas desde que tinham dez anos, é difícil abandonar um certo instinto de proteção. Até bem recentemente, eu ainda era guiada pela lembrança das crianças que precisavam ser conduzidas com cuidado para dizer suas falas num estúdio de cinema assustador. Nos últimos anos, recusei repetidamente pedidos de jornalistas para comentar especificamente sobre a Emma, principalmente no caso do documentário The Witch Trials of J.K. Rowling. Ironicamente, disse aos produtores que não queria que ela fosse atacada por conta de algo que eu dissesse.

A apresentadora de TV no vídeo anexado destaca o discurso da Emma, ‘todas as bruxas’, e, na verdade, aquilo foi um ponto de virada para mim, mas teve um pós-escrito que doeu muito mais do que o próprio discurso. Emma pediu para alguém me entregar uma nota escrita à mão, que continha apenas uma frase: ‘Sinto muito pelo que você está passando’
(Ela tem meu número de telefone).

Isso foi na época em que as ameaças de morte, estupro e tortura contra mim estavam no auge. Eu tive que reforçar seriamente minha segurança pessoal e estava constantemente preocupada com a segurança da minha família. Emma havia acabado de jogar mais gasolina na fogueira publicamente, e ainda assim achou que uma frase curta bastaria para me tranquilizar quanto à sua suposta empatia e bondade.

Como outras pessoas que nunca viveram a vida adulta sem o acolchoamento da fama e da riqueza, Emma tem tão pouca experiência da vida real que não percebe o quanto é ignorante. Ela nunca precisará de um abrigo para pessoas em situação de rua. Nunca será colocada numa enfermaria pública mista. Eu ficaria surpresa se ela tivesse usado um provador de loja popular desde a infância. Seu “banheiro público” é de uso individual, com um segurança postado do lado de fora da porta.

Ela já precisou se despir num vestiário recém-tornado misto numa piscina pública administrada pelo governo? Tem alguma chance de que venha a precisar de um centro público de acolhimento a vítimas de estupro que se recusa a garantir um atendimento exclusivamente feminino? Vai algum dia dividir cela com um estuprador que ‘se identificou’ como mulher e foi transferido para uma prisão feminina?

Eu não era multimilionária aos 14 anos. Vivi na pobreza enquanto escrevia o livro que tornou Emma famosa. Por isso, sei por experiência própria o que significa, para mulheres e meninas sem os privilégios dela, o ataque aos direitos femininos no qual Emma tem participado com tanto entusiasmo.

A maior ironia aqui é que, se Emma não tivesse decidido, em sua entrevista mais recente, declarar que me ama e me valoriza, mudança de postura que suspeito ter vindo do fato de ela ter percebido que condenar-me com veemência já não está mais tão na moda quanto antes, talvez eu nunca tivesse sido tão honesta.

Adultos não podem se alinhar com um movimento ativista que regularmente pede o assassinato de uma amiga, e depois exigir o amor dessa amiga como se ela fosse, na verdade, sua mãe. Emma tem, com razão, o direito de discordar de mim e até de falar publicamente sobre seus sentimentos a meu respeito, mas eu também tenho esse direito, e finalmente decidi exercê-lo”.

‘A Colt Is My Passport’: CLÁSSICO japonês ganhará remake com diretor de ‘Apóstolo’

Segundo o Deadline, o clássico japonês yakuza ‘A Colt Is My Passport’ irá ganhar um remake pela Amazon MGM Studios e pela Orion Pictures.

As gravações do longa-metragem já foram finalizadas no País de Gales, trazendo Gareth Evans (‘Apóstolo’, ‘V/H/S/2’) como diretor.

thriller criminal, inspirado no longa homônimo de Takashi Nomura, será estrelado por Ṣọpẹ́ Dìrísù (‘Gangs of London’).

Tim Roth (‘Pulp Fiction’), Jack Reynor (‘Midsommar’), Lucy Boynton (‘Bohemian Rhapsody’), Victor Alli (‘Bridgerton’), Ewan Mitchell (‘The Last Kingdom’), Burn Gorman (‘Os Fantasmas Ainda se Divertem’) e Noah Taylor (‘No Limite do Amanhã’) integram o elenco coadjuvante.

A nova versão se passará em Detroit em 1978 e contará a história de Colt, um veterano do Vietnã que se torna um assassino de aluguel e foge após assassinar um chefe de gangue.

Chris Webb assina o roteiro.