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‘Project Blue Book’ é CANCELADA após duas temporadas

O canal History cancelou oficialmente a série de ficção científica ‘Project Blue Blook‘ depois de apenas duas temporadas.

Infelizmente, a trama ficou sem um desfecho apropriado.

Com o recente cancelamento de ‘Knightfall‘, que também durou apenas dois ciclos, a emissora tem apenas ‘Vikings‘ como série original em sua grade, cujos 10 episódios finais ainda não têm data de estreia.

Criada por David O’Leary, a série é baseada nas investigações secretas das Forças Aéreas dos EUA que ocorreram nos anos 50 e 60, e trouxeram à tona as conspirações envolvendo alienígenas.

A Trama segue o Dr. J. Allen Hynek, um brilhante professor universitário recrutado pela Força Aérea dos EUA para liderar esta operação clandestina que pesquisou milhares de casos, muitos dos quais nunca foram resolvidos. Cada episódio irá se desenvolver a partir dos arquivos reais, misturando teorias de OVNIs com eventos históricos autênticos de uma das épocas mais misteriosas da história dos Estados Unidos.

O elenco conta com Aidan Gillen, Michael Malarkey, Laura Mennell, Ksenia Solo e Neal McDonough.

‘Velozes e Furiosos 8’, ‘Satânico’ e mais 30 títulos serão removidos da Netflix; Veja a lista!

A Netflix está renovando sua grade de programação ao longo do mês de maio e assim com uma série de títulos estreiam durante o período, inúmeras produções também se despedirão da plataforma de streaming.

E para você não ficar confuso e perder aquele título que já está na sua lista há muito tempo, separamos a agenda de conteúdos que se despedem da Netflix ao longo de maio.

Portanto, guarde essa agendinha amiga, renove o estoque de pipoca e da sua bebida favorita e que comecem as maratonas!

10/05

Aiyyaa

Crossing Lines

Madras Café

Pyaar Ka Punchnama 2

The Adventure Club

The War: A Film by Ken Burns and Lynn Novick

11/05

Encalhados

Velozes e Furiosos 8

14/05

O Segredo da Cabana

Satânico

15/05

Invasão de Privacidade

O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro

Sangue Pela Glória

Smash: Motorized Mayhem

Toda Onda Vale a Pena – A vida de Laird Hamilton

17/05

A Guarda do Leão: Temporada 1

19/05

Chronically Metropolitan

Hidden Singer

Shrek 2

20/05

Segredos de um Crime

22/05

12 Anos de Espera

Batendo Novamente

Casar ou… não?

Feed the Beast

Guilt

Last

My Love Eun Dong

Secret Affair

*Com informações do Oficina da Net

‘The Twilight Zone’: 2ª temporada ganha suas primeiras imagens; Confira!

Após divulgar os títulos de todos os episódios da 2ª temporada da série antológica ‘The Twilight Zone‘, reboot de ‘Além da Imaginação‘, a CBS All Access divulgou as primeiras imagens do novo ciclo.

As fotos trazem detalhes de cada um dos episódios. Confira:

Episódio 1: “8”

“8” — Pictured: Joel McHale as Keith of the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Dean Buscher/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Joel McHale (‘Community’) e Brandon Jay McLaren (‘UnREAL’).

Escrito por Glen Morgan.

Dirigido por Justin Benson e Aaron Moorhead.

Episódio 2: “A Small Town”

“A Small Town” — Pictured: Damon Wayans, Jr. as Jason of the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Dean Buscher/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Damon Wayans Jr. (‘Happy Endings’), David Krumholtz (‘The Deuce’), Natalie Martinez (‘The I-Land’) e Paula Newsome (Chicago Med).

Escrito por Steven BarnesTananarive Due.

Dirigido por Alonso Alvarez-Barreda.

Episódio 3: “Try, Try”

“Try, Try” — Pictured (l-r): Topher Grace as Mark; Kylie Bunbury as Claudia of the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Dean Buscher/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Topher Grace (‘Blackkklansman’) e Kylie Bunbury (‘When They See Us’).

Escrito por Alex Rubens.

Dirigido por Jennifer McGowan.

Episódio 4: “You Might Also Like”

“You Might Also Like” — Pictured: Gretchen Mol as Mrs. Warren of the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Dean Buscher/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Gretchen Mol (‘Boardwalk Empire’) e Greta Lee (‘Russian Doll’).

Escrito e dirigido por Osgood Perkins.

Episódio 5: “Ovation”

“Ovation” — Pictured (l-r): Thomas Lennon as Drew and Jurnee Smollett as Jasmine of the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Robert Falconer/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Jurnee Smollett-Bell (‘Aves de Rapina’), Tawny Newsome (‘Space Force’), Sky Ferreira (‘Em Ritmo de Fuga’), Paul F. Tompkins (‘BoJack Horseman’) e Thomas Lennon (‘Uma Noite no Museu’).

Escrito por Emily C. Chang e Sara Amini.

Dirigido por Ana Lily Amirpour.

Episódio 6: “Downtime”

“Downtime” — Pictured: Morena Baccarin as Michelle Weaver of the the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Robert Falconer/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Morena Baccarin (‘Deadpool’), Colman Domingo (‘Fear the Walking Dead’) e Tony Hale (‘Toy Story 4’).

Escrito por Jordan Peele.

Dirigido por JD Dillard.

Episódio 7: “The Who of You”

“The Who Of You” — Pictured: Billy Porter as Keith of the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Dean Buscher/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Ethan Embry (‘Grace and Frankie’), Daniel Sunjata (‘Graceland’) e Billy Porter (‘Pose’).

Escrito por Win Rosenfeld.

Dirigido por Peter Atencio.

Episódio 8: “A Human Face”

“A Human Face” — Pictured (l-r): Christopher Meloni as Robert and Jenna Elfman as Barbara of the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Shane Harvey/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Jenna Elfman (‘Fear the Walking Dead’), Chris Meloni (‘The Handmaid’s Tale’) e Tavi Gevinson (‘Person to Person’).

Escrito por Alex Rubens.

Dirigido por Christina Choe.

Episódio 9: “Among The Untrodden”

“Among the Untrodden” — Pictured: Sophia Macy as Irene of the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Dean Buscher/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Abbie Hern e Sophia Macy.

Escrito por Heather Anne Campbell.

Dirigido por Tayarisha Poe.

Episódio 10: “Meet in the Middle”

“Meet In The Middle” — Pictured: Jimmi Simpson as Phil of the CBS All Access series THE TWILIGHT ZONE. Photo Cr: Dean Buscher/CBS ©2020 CBS Interactive, Inc. All Rights Reserved.

Estrelado por Jimmi Simpson (‘Westworld’) e Gillian Jacobs (‘Community’).

Escrito por Emily C. Chang e Sara Amini.

Dirigido por Mathias Herndl.

Comandada novamente por Jordan Peele e Simon Kinberg, a 2ª temporada tem estreia prevista para junho de 2020.

O primeiro ciclo está disponível no Amazon Prime.

A versão original de The Twilight Zone, criada por Rod Serling, estreou em 2 de outubro de 1959 e ficou no ar até 1964. A série se tornou um grande sucesso mundial ao explorar a condição humana e a cultura da época. A produção, que abriu caminho para tantas outras de ficção científica, deixou sua marca ao abordar esperança, desespero, orgulho e preconceito de forma metafórica – o que outro gênero, até então, não tinha alcançado.

Baseada na série original de 1959, a trama aborda temas como viagens no tempo, histórias sobrenaturais, vidas em outros planetas e entre outros.

‘Batman vs Superman’ estreia na Netflix! Quais foram os melhores filmes do Batman?

Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ finalmente foi disponibilizado no catálogo da Netflix do Brasil, e trouxe uma ótima atuação de Ben Affleck em um filme pra lá de polêmico.

Não há dúvidas de que, ao lado de Superman, Batman é um dos super-heróis mais conhecidos até mesmo para aqueles que nunca leram uma história em quadrinhos. A imagem de um detetive justiceiro vestido de morcego que combate o crime já virou mito e parte do imaginário popular da humanidade.

Depois de aparecer em desenhos e séries de TV de gosto questionável, era apenas uma questão de tempo até que ele adentrasse os cinemas e isso já aconteceu  8 vezes com diferentes diretores e atores assumindo o que é considerado por muitos um privilégio.

Como tudo na vida, esta jornada nos cinemas possui seus altos e baixos e chegou o momento de tentar ranquear cada um dos filmes para eleger os melhores e piores. Cada filme foi avaliado levando em consideração também a época de lançamento e a situação atual do personagem, pois isso é algo muito relevante na hora de distribuir os méritos. Vale ressaltar que estão sendo levados em consideração apenas os filmes “live-action” e por isso nenhuma das animações, mesmo as de longa-metragem, foram incluídas.

E, como sempre, encorajo todos a compartilharem o seu ranking pessoal e suas motivações nos comentários!

8. Batman & Robin (1997)

Lembra que eu falei dos altos e baixos? Pois é, este é sem dúvidas o ponto mais baixo da franquia do homem-morcego nos cinemas. O tom caricato com o qual Joel Schumacher abordou o herói chegou no seu “ápice” com bizarrices de sobra, desde os “bat-mamilos” que assombram George Clooney até hoje ou o “bat-cartão-de-crédito” até a adição totalmente desnecessária de uma “Batgirl” interpretada por Alicia Silverstone. A lista de atrocidades é grande, assim como a indignação dos fãs e a certeza de que este é o pior filme do Batman de todos os tempos que fez com que a franquia ficasse “na geladeira” por mais de 8 anos.

 

7. Batman Eternamente (1995)

O primeiro “golpe” dado por Joel Schumacher na franquia do Batman não foi tão destruidor como o segundo e o resultado foi um filme que, mesmo sendo muito ruim, ainda tinha algumas pequenas coisas a seu favor. Apesar de já aparecer condenado por um roteiro bobo e cheio de piadas sem graça, a verdade é que Val Kilmer se esforçou bastante e foi pelo menos um Batman decente e um Bruce Wayne razoável. Visualmente falando, apesar do ar mais leve e caricato, fica clara a intenção de manter alguns dos aspectos visuais que marcaram o personagem na época em que Tim Burton estava no comando, o que acabou impedindo que o filme descambasse para o show de horrores que foi sua sequência.

 

6. Batman: O Retorno (1992)

A sequência do sucesso de 1989, apesar de ainda contar com Tim Burton no comando, teve vários problemas de produção que mostraram um diretor sob pressão e perdendo sua liberdade criativa. Ainda assim, o filme conseguiu ter um sucesso relativo e vários aspectos positivos, principalmente no time de vilões. Continuando a tradição iniciada por Jack Nicholson, temos desta vez dois grandes atores como antagonistas do vigilante de Gotham: Danny Devito como Pinguim e a belíssima Michelle Pfeiffer como a melhor “Mulher Gato” já retratada no cinema. Um bom filme que, apesar de não corresponder às grandes expectativas, foi uma iteração digna do personagem.

 

5. Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016)

Não chegamos nem na metade da lista e já encontramos o filme mais recente? Pois é, apesar das partes com o Batman funcionarem muito bem, o fato é que ele está inserido num filme que tentou abraçar o mundo e juntou muita coisa em uma história só. No malabarismo para tentar fazer num único filme a junção de universos que a Marvel demorou vários longas construindo, a DC acabou deixando as bolas cair e não desenvolvendo corretamente vários personagens. A falta de um vilão clássico do cavaleiro das trevas também foi um ponto negativo. Mas, ainda que tenhamos sido forçados a ver mais uma interpretação da origem do herói, o fato é que Ben Afleck se saiu muito bem como o Batman mais velho e menos otimista, apesar de não ter gostado muito da sua facilidade em matar. É uma versão do homem-morcego que muitos sonhavam em ver nas telonas e as cenas de luta são extremamente viscerais e satisfatórias.

 

4. Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012)

O filme que fechou a excelente trilogia de Nolan no universo de Batman, ainda que inferior aos anteriores, tem excelentes momentos, um ótimo vilão e um desfecho satisfatório que obrigou a DC a reiniciar a franquia. Vemos um Batman recluso e já sofrendo fisicamente após anos de surras defendendo o crime. O Bane de Tom Hardy, ainda que difícil de entender com aquela voz esquisita, se mostrou um adversário à altura do homem-morcego. A mulher-gato de Anne Hathaway, apesar de não ter o mesmo carisma da de Pfeiffer, também é um ponto alto do filme e sua escolha como interesse romântico do herói também se mostrou muito acertada.

 

3. Batman Begins (2005)

Este longa de 2005 tinha a difícil tarefa de apagar das mentes dos fãs as atrocidades cometidas pelos filmes de Joel Schumacher. Coube ao talentosíssimo Christopher Nolan este desafio e ele era sem dúvidas a pessoa certa para o trabalho. Na verdade, não vejo Nolan fazendo outro filme de super-heróis e o Batman era a escolha perfeita para seu estilo realista e visualmente impactante. O grande ponto fraco é a falta de um vilão de maior importância, mas esta provavelmente foi uma escolha consciente para evitar comparações com o passado. Mesmo não sendo perfeito como Wayne e tendo uma voz caricata, o Batman de Christian Bale sem dúvidas entra no hall como um dos melhores da franquia principalmente por sua entrega física ao papel. O fato é que a abordagem de Nolan casou como uma luva para o herói e conseguiu ressuscitar a franquia, a transformando em uma máquina de imprimir dinheiro e elevando o personagem ao ápice de sua jornada na sétima arte.

 

2. Batman (1989)

A posição deste filme deve gerar muita polêmica, mas como disse antes é preciso considerar a época e a situação do personagem. No final dos anos 80, os filmes baseados em quadrinhos eram vistos como infantis e a última referência do homem-morcego em “live-action” era usando roupa azul e com sobrancelhas desenhadas com pincel. Não existia o conceito de um filme do gênero ser realista ou sombrio. Desta forma, o feito conseguido por Tim Burton com este longa de 1989 é algo histórico. Foi um dos maiores sucessos da década e uma das poucas vezes que tive que enfrentar filas intermináveis para assistir a um filme no cinema. Michael Keaton pode não ter a altura suficiente, mas seu enorme talento nos presenteou com um Bruce Wayne brilhante e ele se saiu muito bem na fantástica roupa “pescoço-duro” que foi criada. Jack Nicholson nos surpreendeu com um Coringa que misturou na medida certa seus lados lunático, cômico e psicopata. Kim Basinger cumpriu sua tarefa de ser bonita e gritar bem alto. O visual gótico do cineasta casou perfeitamente com o personagem e a trilha sonora de Danny Elfman nos fez esquecer que o Prince estava envolvido. Um clássico absoluto.

 

1. Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008)

Depois do sucesso do filme de 2005, a expectativa sobre este filme era imensa e a notícia de que veríamos a “versão Nolan” do Coringa só aumentou isso. Quando Heath Ledger provou que estávamos errados nas críticas de sua escalação, roubou a cena e entregou o Coringa mais assustador da franquia, todos sabíamos que estávamos diante de algo especial. Dificilmente veremos algo neste patamar novamente ou testemunharemos um ator ganhar um Oscar por seu trabalho neste gênero. O filme é tão bom e bem equilibrado que ninguém reclamou da substituição da atriz que interpretava Rachel. Vemos Batman atravessar uma jornada rumo às trevas em um dos arcos mais interessantes já tomados pelo personagem no cinema. No final das contas, o que temos aqui é o “estado da arte” de um filme baseado em quadrinhos que o coloca não só no topo da lista dos longas do Batman e do gênero, mas também como um dos melhores filmes do cinema recente.

‘Black Mirror’: Criador da série diz que não há necessidade de novas temporadas

Após o lançamento da 5ª temporada de ‘Black Mirror‘, os fãs da aclamada série estão se perguntando quando serão lançados novos episódios.

No entanto, isso pode não acontecer, como revelou o criador Charlie Brooker.

Durante uma entrevista para a Radio Times, Brooker disse que não vê a necessidade de novas temporadas porque “já estamos vivendo em um episódio de ‘Black Mirror‘.”

“Eu estive bastante ocupado, fazendo coisas diferentes. O mundo está uma loucura e preferi me afastar [da série] por um tempo. Sinceramente, não tenho mais estômago para criar histórias sobre sociedades desmoronando, então não planejo retornar ao universo de ‘Black Mirror‘.”

O cineasta também revelou que pretende em investir em produções voltadas para o gênero da comédia.

“Faz um tempo que não me aventuro em roteiros cômicos. Quero investir meu tempo em coisas que me façam rir. Será bom para o público também.”

Lembrando que a 5ª temporada de ‘Black Mirror’ teve apenas três episódios, estrelados por Miley CyrusAnthony MackieYahya Abdul-Mateen IINicole BeharieTopher Grace.

Com caráter antológico, a série adota uma visão sobre a influência das novas tecnologias na vida moderna, criticando com histórias sobre sensações tecno-paranoicas e traçando o perfil da sociedade formada pelas mídias, sociais ou não. Poderia ser resumida como uma série que apresenta críticas à sociedade atual e que alerta sobre como ela, se continuar nesse ritmo, pode piorar a cada dia.

Disney arrecadou 80% das bilheterias mundiais em 2019 e isso é PREOCUPANTE!

Não é à toa que Bob Iger, presidente da Disney, foi eleito o empresário do ano pela revista TIME.

Com os números finais das bilheterias de 2019 confirmados só agora, foi revelado que a Walt Disney foi responsável por oito dos dez filmes que mais arrecadaram nas bilheterias, entre ‘Capitã Marvel‘ (US$ 1,128 bilhão ), ‘Vingadores: Ultimato‘ (2,798 bilhões ), ‘Aladdin‘ (US$ 1,051 bilhão ), e ‘O Rei Leão‘ (US$ 1,656 bilhão ).

De acordo com o No Film School, esses números correspondem a 80% das bilheterias mundiais do ano, um domínio surpreendente e incomum na indústria cinematográfica.

Esse resultado é fruto das aquisições da Disney, que comprou a Marvel, a Pixar, e a Lucasfilm, e comprometeu-se a produzir os maiores blockbusters da última década.

E agora que o estúdio adquiriu os direitos da Fox, também é responsável por quase todos os dez filmes de maior bilheteria de todos os tempos, com exceção de ‘Titanic‘ (Paramount) e ‘Jurassic World‘ (Universal Pictures).

Mas o que isso significa para o futuro do cinema?

Para não ficarem para trás, outros estúdios continuam investindo em franquias milionárias, como ‘Velozes e Furiosos‘, da Universal, ‘Missão Impossível’ e ‘Tranformers’, da Paramount, além dos próximos filmes de heróis da Warner Bros.

Com o monopólio da indústria cinematográfica, será cada vez mais difícil surgirem produções originais, já que a Disney está empenhada em lançar remakes live-actions de suas animações, e sequências e derivados dos filmes do MCU.

Infelizmente, parece que é difícil ver os títulos independentes ganhando força em meio a essa guerra, e produtoras como a A24, responsável por ‘Hereditário’, ‘Midsommar’ e ‘O Farol’, terão uma forte concorrência no mercado.

E você, acha que o cinema está se encaminhando para o fracasso criativo ou ainda há esperanças nos filmes independentes?

Crítica Tribeca | Hydration: Documentário de Pharrell Williams usa a arte como combate ao racismo

Filme assistido na versão remota do Festival de Tribeca 2020

A densa expressividade da arte é o que a torna um dos mecanismos mais cruciais na luta de desigualdades sócio raciais. Bem muito antes da grupo de rap NWA relatar os horrores, as pressões, mazelas e consequências de uma vida subjugada ao gueto e seus estereótipos, a música já era um diário bem aberto de coisas que as palavra apenas ditas – e não cantadas – eram incapazes de expressar. E no documentário Hydration, o produtor musical e consagrado artista Pharrell Williams leva os amantes da música (principalmente black) para as entranhas do seu visionário festival de música Something in The Water, que transformou uma comunidade inteira quanto ao uso de violência policial empregada em jovens negros, ajudando a redefinir a forma como a sociedade enxerga a juventude local, à medida que ainda curou as feridas de um violento e sangrento passado deixado por outro evento musical.

Aqui, entre erros e acertos técnicos, Pharrell leva a audiência para uma rápida jornada onde ele, como um músico negro crescido em Virginia Beach, decide voltar às suas raízes e contribuir para o desenvolvimento sociocultural da cidade, resgatando seu valor artístico. Aliando o simbolismo da água a uma profunda necessidade de devolver o vigor à comunidade traumatizada pela violência durante um festival de música realizado nos anos 80, o vencedor do Grammy Awards se une a gestores públicos, líderes religiosos e uma série de consagrados artistas, a fim de resgatar a arte como parte sine qua non da sociedade. Provando que a cultura pode mudar a forma como as pessoas se relacionam entre si, Hydration é um confronto quase ideológico sobre como o mundo mais do que nunca precisa da expressividade artística para manter a qualidade de vida de seu povo.

Com os takes musicais bem dirigidos, Hydration em alguns momentos se assemelha a um documentário amplamente musical. Explorando a arte expressa dentro e fora dos palcos em meio a jogos de luz, sombras e linguagem corporal, o longa dirigido por Mimi Valdés se destaca quando as tomadas são focadas nas performances de artistas como Missy Elliott, Jay Z, entre outros. No entanto, tem dificuldades de elencar seus entrevistados de forma mais estratégica, ao deixá-los – certas vezes – um tanto deslocados e com pouca informação para aqueles que dominam pouco ou quase nada do cenário musical contemporâneo.

Errando em um aspecto tão desnecessário, Hydration traz boas entrevistas, mas esquece do básico: apresentar seus entrevistados em legendas, inserindo o público na experiência projetada. Tratando o seu público com se todos fossem naturalmente habituados ao contexto trazido às telas, o documentário funciona bem na trajetória de sua narrativa, mas peca por não conduzir sua audiência pouco envolvida com a música com mais precisão em pulso firme. Em alguns momentos, o longa perde força por esquecer que seu papel documental é introduzir seu universo aos mais amplos olhares, abrangendo tanto os amantes e conhecedores da assunto, bem como aqueles que não fazem ideia do que Pharrell Williams e seu trabalho significam para além do cenário artístico.

Tratando uma temática tão inspiradora e fundamental, que diz respeito ao poder da arte de unir raças e quebrar paradigmas de um passado tenebroso, Hydration traz uma lição preciosa construída pelo empenho e determinação de Pharrell e seus parceiros. Com uma mensagem acalentadora e até mesmo poética, o documentário tem cacife para ser usado como um excepcional instrumento ilustrativo e motivador para artistas, gestões públicas e empresários visionários, mas corre o risco de muitas vezes perder a atenção de sua audiência por tratá-la de forma muito especializada e entendedora do cenário musical norte-americano. Mas ainda assim, por explorar a arte como mecanismo social universal, Hydration consegue ser a carta de amor de um garoto negro humilde que do pouco que tinha, iniciou uma bela onda de transformação.

‘O Mandaloriano’: Arte conceitual revela o personagem de Michael Biehn na 2ª temporada

Há algumas semanas, o Slash Film anunciou que o ator Michael Biehn (‘Aliens – O Resgate‘) foi confirmado como um caçador de recompensas na 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘.

Depois disso, o Making Star Wars foi mais a fundo e divulgou uma arte conceitual revelando o suposto visual do personagem.

Confira:

Pouco se sabe sobre o novo caçador de recompensas, mas rumores apontam que ele será um aliado de Din Djarin (Pedro Pascal), o protagonista da série.

Lembrando que Biehn se junta à Rosario Dawson, que dará vida à Ahsoka Tano.

Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada, mas ainda não há previsão de estreia para a 2ª.

Assista ao trailer da 1ª temporada:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Bill & Ted 3’: Fãs poderão participar da sequência; Saiba como!

Os criadores de ‘Bill & Ted: Encare a Música‘ estão dando aos fãs a chance de participar da sequência de uma maneira muito divertida e totalmente gratuita.

Quem tiver interesse em fazer uma ponta no novo filme, deve gravar um vídeo tocando ou fingindo tocar um instrumento e enviar para o site criado exclusivamente para os fãs.

O vídeo deve ter apenas 30 segundos, e os candidatos têm até 20 de maio para entrarem na brincadeira.

Em entrevista para o Collider, o roteirista Ed Solomon disse que a ideia surgiu depois que diversos fãs demonstraram interesse em participar do filme.

“Quando anunciamos o filme, eu recebi milhares de mensagens dos fãs, perguntando como poderiam participar. Essa ideia surgiu logo no início e pensamos: ‘Meu Deus, esse é exatamente o espírito da franquia’. É muito receber o apoio dos fãs e saber que esses personagens ainda são amados depois de tanto tempo.”

O cineasta ainda deu dicas para os fãs terem mais chances de serem escolhidos.

“Só serão escolhidos os fãs mais criativos! Sejam vocês mesmos, sintam-se livres e divirtam-se o quanto puderem. Mesmo que você não saiba tocar um instrumento, use sua imaginação, dance ou finja que está tocando! Queremos ideias originais e emoções de verdade, e isso só acontece quando as pessoas estão se divertindo.”

Previsto para agosto de 2020, o longa é dirigido por Dean Parisot, e traz o retorno da dupla Chris MathesonEd Solomon, roteiristas do filme original.

Keanu Reeves e Alex Winter retornam para a sequência, e o elenco ainda conta com Brigette Lundy-Paine, Samara Weaving e Scott Mescudi.

Uma vez dito que eles que salvariam o universo durante uma aventura no tempo, dois possíveis roqueiros de San Dimas, Califórnia, se vêem como pais de meia-idade ainda tentando criar uma música de sucesso e cumprir seu destino.

Casos REAIS que inspiraram os maiores clássicos do TERROR

A futura estreia do novo “Invocação do Mal” reacendeu o interesse no gênero de terror.

O terceiro filme da franquia será inspirado em um dos casos mais assustadores e polêmico investigados pelos Warrens, a possessão demoníaca do jovem Arne Cheyenne Johnson.

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Em 1981, Debbie Glatzel assistiu aterrorizada enquanto seu noivo de 19 anos, Arne Cheyenne Johnson, aproximou-se do proprietário de seu imóvel, Alan Bono, e cruelmente o esfaqueou várias vezes no peito, matando-o. Meses antes do assassinato, o irmão mais novo de Debbie, David, experimentou ataques violentos de raiva e comportamento inexplicável. Convencido de que David estava sob o domínio de algo mal, a família chamou os Warren para ajudar. Os Warren afirmaram que 43 demônios residiam no menino e eles começaram a visitá-lo regularmente. O casal realizou três pequenos exorcismos para livrar o menino da possessão.

Durante o exorcismo final, Cheyenne Johnson provocou o demônio para vir para ele e possuí-lo em seu lugar. A partir desse momento, Debbie e os Warren afirmaram que ele foi possuído pelos mesmos demônios. Os Warrens teriam avisado a polícia local que uma tragédia aconteceria em breve, mas foram ignorados. Durante sua defesa no tribunal, Cheyenne Johnson afirmou que estava possuído por demônios quando assassinou Bono. O caso, que ganhou grande atenção da mídia, se tornou o primeiro caso conhecido de um acusado usando possessão demoníaca como justificativa nos Estados Unidos, e foi apelidado de “O diabo me obrigou a fazer” pela mídia.

Assustador, não é mesmo?!

Pensando nisto, resolvi montar uma lista com 5 casos reais que ajudaram a inspirar filmes de terror bem-sucedidos que, em todos os casos citados, acabaram também gerando continuações e cativando uma legião de fãs, além de inspirar outros filmes do gênero.

Não se trata de um ranking e a ideia é descrever as versões mais aceitas dos fatos que envolveram cada caso macabro que pesquisei pela internet, mas é bom deixar claro que muitos desses relatos são questionados por investigadores e autoridades. Cabe a você julgar o que acha de cada relato e espero que também contribua nos comentários citando outros casos supostamente verídicos que ajudaram a inspirar filmes de terror.

 

O Exorcista (1973)

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Este clássico da década de 70 é considerado por muitos um dos filmes de terror mais assustadores de todos os tempos, mas nem todo mundo sabe que ele foi supostamente baseado em um caso verídico. O filme foi baseado em um livro que conta história de um garotinho de 13 anos que teria vivido em 1949 na cidade de Cottage, em Maryland, nos Estados Unidos, chamado Robbie Manheim ou Roland Doe (a Igreja Católica mudou o nome do garoto depois do evento). Seu tutor, conhecido como tio Harret, era sua única companhia. Harriet era espírita e lhe apresentou uma tábua Ouija para que Robbie pudesse se comunicar com os mortos, desde que ele seguisse a religião.

Por volta de 1948, o tio Harriet morreu e, desolado, Robbie teria tentado contatá-lo diversas vezes utilizando o instrumento que ganhara de presente. Poucos dias depois, os pais do garoto começaram a ouvir estranhos barulhos durante a noite, assim como passos no sótão da casa e ruídos de assoalhos sendo arranhados. Assustada, a família contatou o pastor luterano Luther Miles Schulze pedindo ajuda. O religioso chamou, posteriormente, médicos, psiquiatras e psicólogos para avaliar o comportamento do menino, mas todos saíram sem respostas.

Acreditando que Robbie estava possuído, Schulze chamou o padre católico romano Edward Hughes para realizar um exorcismo no hospital da Universidade de Georgetown, uma instituição jesuíta. Já na primeira sessão, Robbie fez um ferimento grave no padre e o ritual teve que ser interrompido. A família então pegou um trem para St. Louis, onde se encontraram com o padre Raymond J. Bishop e o reverendo William S. Bowdern, ambos da Igreja Católica, que assumiram o caso. Juntos, eles notaram que o garoto tinha aversão a elementos sagrados, tais como água benta, Bíblias e crucifixos. Após pedir permissão para realizar novos rituais, o padre Walter Halloran conduziu o exorcismo na ala psiquiátrica do hospital da Universidade de St. Louis.

Nas 30 sessões diárias, Halloran chegou a quebrar o nariz, dada a força descomunal que ele dizia que Robbie tinha enquanto estaria com o diabo no corpo. No 30º dia de exorcismo, em 18 de abril de 1949, Robbie teria “acordado”, dizendo não se lembrar de nada. A família mudou de casa e, segundo relatos, o garoto não foi mais atormentado. Em 20 de agosto, o ‘The Washington Post‘ publicou um enorme relato do caso, citando agora os nomes dos padres envolvidos no exorcismo. Segundo eles, durante o ritual, Robbie gritava como “um carneiro sendo abatido” e só falava em latim. Foi esse artigo que inspirou o escritor William Petter Blatty a escrever o romance ‘O Exorcista‘ que deu base para o longa.

 

O Massacre da Serra Elétrica (1974)

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Outro grande sucesso inesperado do gênero de terror na década de 70, o filme de baixíssimo orçamento de Tobe Hoper assustou o mundo com a história de uma família de assassinos brutais que torturavam, matavam e mutilavam suas vítimas. O roteiro foi baseado na figura de um assustador assassino em série, um homem que protagonizou uma história de terror verdadeira nos Estados Unidos na região de Plainfield, estado de Wisconsin, entre as décadas de 40 e 50.

Edward Gein, ou, simplesmente, Ed Gein, foi um dos assassinos mais insanos e frios da história e usava sim ferramentas como uma serra elétrica e facões para torturar e matar suas vítimas, na grande maioria mulheres. Conforme investigações da polícia, na época, Ed costumava arrancar partes do corpo de suas vítimas, como órgãos e a cabeça para cozinhar. Ele, inclusive, tirava a pele das pessoas que matava para usar sobre seu próprio corpo, como máscara ou roupas. Mas as atrocidades do assassino não paravam por aí: ele também adorava invadir cemitérios para roubar partes de cadáveres, usados para fazer pequenos troféus, que escondia em sua própria casa, como abajures feitos de pele e assim por diante. Um dos casos mais emblemáticos do homem que inspirou o filme O Massacre da Serra Elétrica aconteceu em 1947. A vítima foi Georgia Wecler, uma garotinha de apenas 8 anos de idade, que simplesmente desapareceu. Segundo relatos, os moradores de Plainfield se mobilizaram para encontrar a menina, mas nenhum vestígio de seu corpo foi encontrado. As pistas sobre o assassino só começaram a aparecer depois de 1957, quando o homem voltou a atacar. A vítima, dessa vez, foi a dona da taverna, Bernice Worden. Segundo registros da polícia, foram os próprios funcionários do estabelecimento que fizeram a denúncia, ao notar a falta da mulher e descobrirem um rastro de sangue que saía do local.

Como estava acostumado com o anonimato, Ed Gein foi encontrado, sem qualquer preocupação, almoçando em um restaurante local.  Antes de liberar o então suspeito, no entanto, a polícia resolver checar a casa onde Ed vivia e, segundo os altos da investigação, o que encontraram lá dentro era sinistro. O que mais deixou os policiais chocados foi encontrar partes de cadáveres na casa, como cabeças e órgãos, e o corpo de Berenice, a dona da taverna, decapitado, aberto ao meio dissecado e pendurado pelos pés. Porém, mesmo com toda a investigação policial que foi realizada durante meses, a justiça só conseguiu provar o envolvimento de Edward com dois homicídios. Por ser considerado mentalmente incapaz, Edward Gein terminou seus dias no Mendota State Hospital, um hospital psiquiátrico. Ele morreu em 26 de julho de 1984, por falha cardíaca e respiratória, devido à complicação de um câncer. Além de ‘O Massacre da Serra Elétrica’, as atrocidades cometidas por Edward Gein acabaram inspirando outras produções como ’O Silêncio dos Inocentes’ e ‘Psicose’.

 

Invocação do Mal (2013)

Um dos elementos que transformou “Invocação do Mal” de 2013 no filme de terror do ano foi o fato de a trama ser inspirada em uma história real e isso inclusive isso foi usado na publicidade do filme. Nos anos 1970, o casal de investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren ajudou uma família aterrorizada por eventos estranhos em sua casa no interior de Rhode Island, nos Estados Unidos. Os Warren afirmam que sua investigação do caso conhecido como “Harrisville Haunting” (“Assombração em Harrisville” / “Caso Harrisville”) ou “Perron Haunting Family” (“Assombração da Família Perron”), “foi a investigação mais intensa, convincente, perturbadora e importante” de suas carreiras.

Roger Perron, sua esposa Carolyn, e suas cinco filhas Andrea (Annie), Nancy, Christine, Cindy, e April sofreram uma década de tortura por parte dos espíritos que ocuparam sua casa de campo. A família Perron começou a perceber que algo estava errado desde o primeiro dia em que pisou em sua linda casa nova. Mais tarde souberam que oito gerações de famílias viveram e morreram na Velha Fazenda Arnold, incluindo a Sra. John Arnold, que com 93 anos se enforcou nas vigas do celeiro. A princípio, os fantasmas, ou espíritos demoníacos como os Warren acreditavam, eram inofensivos.

Descritos como opacos ou pouco sólidos na aparência, havia muitos espíritos presentes na velha casa. Além de entidades fantasmagóricas, os Perron testemunharam muitos outros fenômenos estranhos e inexplicáveis. Camas levitavam alguns centímetros do chão, um aparelho de telefone pairava no ar e caiu bruscamente batendo na base do telefone quando alguém entrou na sala, e vários objetos plainavam pela casa por conta própria. Muitas vezes, cadeiras eram puxadas de repente debaixo de um convidado desavisado e fotografias caiam das paredes.

O fantasma mais horrível na casa tinha como alvo a Sra. Perron especificamente. Conhecido como Bathsheba, a entidade é possivelmente o fantasma de Bathsheba Sherman, que, segundo as más línguas, foi uma bruxa praticante do satanismo que tinha vivido na casa no início do século 19 e morreu ali depois de se enforcar em uma árvore atrás do celeiro. Infelizmente, a verdadeira história da assombração da família Perron terminou de forma diferente da retratada no filme “Invocação do Mal” (The Conjuring). Na realidade, os Warren não tiveram sucesso na tentativa de libertar a família Perron de seu tormento infernal. Carolyn Perron lembrou da “terrível noite” e explicou que, apesar das intenções dos Warren serem boas, eles perceberam que as coisas “pioraram em torno deles”. Como a situação ficou fora de controle, Roger Perron exigiu que os Warren deixassem o local imediatamente. A família, que havia sofrido 10 anos por não ter condições financeiras de se mudar, finalmente conseguiu sair da casa e seguir com suas vidas.

 

Brinquedo Assassino (1988)

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Este filme que foi um sucesso na década de 80 teve várias continuações e mostra a história de um assassino que transfere seu espírito para o corpo de um boneco e continua a deixar um rastro de vítimas e sangue. A trama foi baseada no caso de um boneco verdadeiro que supostamente atormentou a vida de mais de uma família. Em 1896, uma empregada – praticante de Vodu, segundo a história – descontente com seus patrões resolveu fazer algo para “retribuí-los”. Ela deu de presente ao filho do casal, Robert Eugene Gene, um boneco de 1 m de altura e recheado de palha. Tinha um rosto humanizado e se tornou muito adorado pelo garoto. Ele decidiu chamar o boneco de “Robert”. O boneco se tornou companhia inseparável de Gene e seu pai costumava ouvi-lo constantemente falando com o boneco. Isso seria normal, se os pais não ouvissem Gene respondendo a si mesmo com uma voz completamente diferente da sua.

Coisas estranhas começaram a acontecer e vizinhos diziam ver Robert aparecer de janela em janela, quando a família estava fora de casa. Gene começou a culpar Robert quando algo errado acontecia. Seus pais diziam ouvir risos do boneco e podiam jurar ver o vulto de Robert correndo pela casa. Gene começou a ter pesadelos e acordar gritando. Quando seus pais entravam no quarto, encontravam-no bagunçado, com móveis virados, com o menino encolhido com medo e o boneco nos pés da cama sentado.

Foi o Robert!”… O boneco foi colocado no sótão e ficou lá por muitos anos. Quando os pais de Gene morreram ele redescobriu Robert no sótão. Visitantes diziam ouvir passos indo e vindo no sótão e estranhas risadas, após um tempo as visitas cessaram na casa de Gene, que morreu em 1972 e a casa foi vendida a uma outra família e o conto de Robert foi esquecido. Mas o boneco esperou pacientemente até ser redescoberto no sótão pela filha de 10 anos dos novos proprietários da casa. Pouco tempo depois a menina começou a se queixar que Robert a torturava e infernizava sua vida.

Mesmo após 30 anos ela continua a afirmar que “O boneco estava vivo e queria matá-la”. Robert, ainda vestido em sua roupa branca de marinheiro vive confortavelmente, ainda que bem guardado, no Key West Martello Museum. Funcionários do museu continuam a relatar que Robert ainda faz seus velhos truques nos dias de hoje.

 

A Hora do Pesadelo (1984)

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Sem dúvidas, esta é uma das obras mais reconhecidas criadas pelo mestre do terror Wes Craven. Porém, quase ninguém sabe que ele se baseou em uma história real para criar o “assassino dos sonhos” Freddy Krueger. Wes Craven se inspirou num artigo que leu no LA Times que relatava a morte de pessoas durante o sono. Foi uma série de relatos sobre homens no Sul da Ásia que eram de famílias imigrantes e que morreram durante um pesadelo, sem que haja conexão entre eles, disse Craven numa entrevista em 2008.

Uma delas era sobre o filho de um físico. Ele tinha 21 anos e foi considerado um fenômeno em Laos, Camboja. Todos da família falaram a mesma coisa: ‘Você deve dormir’. Ele respondeu: ‘Não, você não entende. Sempre tive pesadelos, mas este é diferente’. Ele não queria dormir, nem com pílulas. Passaram-se seis, sete dias. Finalmente, ele estava assistindo televisão e acabou cochilando no sofá, e seus familiares disseram: ‘Graças a Deus’. Eles o carregaram para a cama, completamente exausto. Todo mundo foi para a cama pensando que os problemas tinham terminado. No meio da noite, eles foram acordados com gritos e um barulho. Correram para o quarto, mas quando chegaram lá ele já estava morto.

Uma autópsia foi realizada e não houve constatação de ataque cardíaco; ele simplesmente morreu de causas inexplicáveis. Em seu guarda-roupa, havia uma garrafa com café quente, usada para se manter acordado, e várias pílulas para dormir que a família acreditava que ele costumava tomar. Foi uma história dramática e incrível, que intrigou a região por cerca de um ano. Os cientistas chamam isso de Síndrome da Morte Súbita Inesperada Noturna (ou SUNDS) e ainda não é totalmente entendida. Ela parece afetar principalmente os homens do Sudeste Asiático, mais comumente nas Filipinas, onde é conhecido como “bangungot”. Embora mate 43 a cada 100.000 pessoas por ano lá, a SUNDS ainda está envolta em superstição, devido à natureza inexplicável do fenômeno.

‘O Esquadrão Suicida’ terá compositor de ‘John Wick’, ‘Deadpool 2’ e ‘Guardiões da Galáxia’

A nova adaptação de ‘O Esquadrão Suicida‘ terá o envolvimento de um compositor bem habituado ao trabalho de James Gunn.

Segundo o portal Film Music Reporter, Tyler Bates vai assinar a trilha sonora original do novo longa da DC. Bates é conhecido por ser um dos grandes parceiros profissionais de Gunn, tendo trabalhado com o cineasta em todos os seus filmes.

Bates é também o responsável pelas trilhas de alguns dos mais recentes sucessos do gênero de ação, como ‘John Wick 3: Parabellum‘, ‘Atômica‘, ‘Deadpool 2‘ e ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ e ‘Hobbs & Shaw‘.

Lembrado que recentemente fotos do set revelaram o novo visual da Harley Quinn (Margot Robbie), clicada usando um vestido vermelho e com uma aparência bem diferente de ‘Aves de Rapina‘..

Confira:

‘O Esquadrão Suicida também terá o retorno de Viola Davis (Amanda Waller), Joel Kinnaman, e Jai Courtney (Capitão Boomerang).

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

O longa chega aos cinemas em 06 de agosto de 2021.

Katy Perry anuncia primeiro single de seu novo álbum de estúdio

Katy Perry anunciou hoje (07) em seu Instagram oficial o primeiro single oficial de seu quinto álbum de estúdio – apelidado, por enquanto, como ‘KP5’.

Intitulada Daisies, a música será lançada em todas as plataformas digitais no dia 15 de maio.

Confira a publicação:

 

Ver essa foto no Instagram

 

🌼 The first single from #KP5 is called #DAISIES and she’s coming MAY 15, 2020 🌼 THE MUSIC MUST GO ON Pre-save link in bio

Uma publicação compartilhada por KATY PERRY (@katyperry) em

A última canção lançada pela artista foi Never Worn White em março deste ano. Acompanhada de um videoclipe, Perry aproveitou o momento para anunciar sua gravidez do ator Orlando Bloom.

Considerada uma das cantoras de maior sucesso da história com quase 20 milhões de álbuns vendidos, além de ter sido indicada 13 vezes ao Grammy Awards. Seu último álbum de estúdio foi Witness, lançado em 2017.

‘X-Men: Apocalipse’: Visual alternativo do vilão seria muito mais ameaçador; Confira!

Em seu perfil do Instagram, o ilustrador Jerad S. Marantz divulgou algumas artes conceituais de ‘X-Men: Apocalipse‘, revelando um visual muito mais assustador para o vilão interpretado por Oscar Isaac.

Na legenda, o artista escreveu:

“Uma das minhas artes conceituais preferidas de ‘X-Men: Apocalipse‘. Ele é meu vilão favorito entre os ‘X-Men‘ e ter a chance de trabalhar com ele foi realmente emocionante. Se eu tivesse tempo, gostaria de trabalhar com os outros personagens dos quadrinhos, mas estou sempre muito ocupado. É engraçado, quando eu era criança, eu sempre imaginava como eles seriam, isso sempre estimulou a minha imaginação.”

Confira:

Criado por Louise Simonson e Jackson Guice, o mutante En Sabah Nur fez sua primeira aparição em quadrinhos da ‘X-Factor’ #6, em 1986, e posteriormente ficou conhecido como Apocalipse, o mutante mais antigo ainda vivo.

No cinema, o personagem foi introduzido pela primeira vez na cena pós-créditos de ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘ (2014).

Lançado em 2016, ‘X-Men: Apocalipse‘ teve apenas 47% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

Orçado em US$ 178 milhões, o longa dirigido por Bryan Singer arrecadou US$ 543,9 milhões pelo mundo.

Assista nossa crítica:

EXCLUSIVO: A série ‘Little Fires Everywhere’ será lançada no Amazon Prime esse mês; Assista ao trailer!

O Amazon Prime Video anunciou hoje que a aguardada série de drama ‘Little Fires Everywhere‘, produzida e estrelada por Reese Witherspoon e Kerry Washington, será lançada com exclusividade no Brasil em 22 de maio, na versão original com legendas; versões dubladas em português estarão disponíveis ainda este ano.

Assista ao trailer EXCLUSIVO:

Reese Witherspoon e Kerry Washington lideraram Little Fires Everywhere, tanto como talentosas produtoras, através de suas empresas Hello Sunshine e Simpson Street, quanto como atrizes de destaque”, disse Jennifer Salke, Head da Amazon Studios. “Juntamente com Liz Tigelaar, elas criaram o tipo de conteúdo exclusivo e emocionante que nossos clientes adoram, tornando-o o título perfeito para os telespectadores do Prime Video em todo o mundo. Há uma enorme expectativa desta série por fãs do romance best-seller, por isso estamos muito satisfeitos em disponibilizá-lo para os membros do Prime.”

“Nossa estratégia principal no Disney Television Studios é formar parcerias com os melhores talentos do meio, e não há parceiras melhores que Kerry Washington, Reese Witherspoon e Liz Tigelaar”, disse Craig Hunegs, presidente do Disney Television Studios. “Juntamente com suas equipes na Hello Sunshine e na Simpson Street, elas deram vida ao espetacular livro de Celeste Ng e já cativaram milhões de espectadores americanos. Mal podemos esperar que os membros globais do Amazon Prime possam experienciar a extraordinária ‘Little Fires Everywhere’. ”

Baseado no best-seller de 2017 de Celeste Ng, Little Fires Everywhere segue os destinos entrelaçados da perfeita família Richardson e uma enigmática mãe e filha que mudam suas vidas. A história explora o peso dos segredos, a natureza da arte e da identidade, a atração feroz da maternidade – e o perigo de acreditar que seguir as regras pode evitar um desastre.

O elenco conta com Reese Witherspoon (Elena Richardson), Kerry Washington (Mia Warren), Joshua Jackson (Bill Richardson), Rosemarie DeWitt (Linda McCullough), Jade Pettyjohn (Lexie Richardson), Jordan Elsass (Trip Richardson), Gavin Lewis (Moody Richardson), Megan Stott (Izzy Richardson), Lexi Underwood (Pearl Warren) e Huang Lu (Bebe).

Rian Johnson, de ‘Os Últimos Jedi’, elogia contratação de Taika Waititi para dirigir ‘Star Wars’

Rian Johnson, diretor de ‘Star Wars – Os Últimos Jedi‘, revelou estar muito empolgado com a contratação de Taika Waititi para dirigir e roteirizar o próximo filme da saga Star Wars para a Lucasfilm.

No Twitter, Johnson postou:

“Não tenho A MENOR IDEIA do tipo de Star Wars que sairá da cabeça de Taika, Krysty e Leslye, se eu tentasse adivinhar provavelmente estaria errado, e isso é a coisa mais animadora que consigo imaginar”, afirmou.

Waititi não é estranho à franquia intergaláctica, visto que comandou o último episódio da série O Mandaloriano’ e também interpretou o androide IG-11 na produção.

Juntando-se a Waititi no roteiro estará Krysty Wilson-Cairns, indicada ao Oscar® (1917).

Não foram revelados detalhes da história.

Waititi tem um saturado ano pela frente, visto que voltará para a direção do próximo capítulo da franquia Thor. Além disso, está nas finalizações do drama cinebiográfico Next Goal Wins’.

O diretor recentemente comandou o aclamado Jojo Rabbit, faturando uma indicação de Melhor Diretor na próxima cerimônia do Oscar. Além disso, o longa-metragem disputa em outras cinco categorias, incluindo Melhor Atriz Coadjuvante para Scarlett Johansson.

Segundo a Lucasfilm, o filme de Waititi deve estrear nos cinemas, e não no serviço de streaming Disney+.

Os paralelos entre as histórias de ‘Arremesso Final’ e ‘Space Jam: O Jogo do Século’

Space Jam: Um Novo Legado chegou aos cinemas na última semana, fazendo com que o interesse pelo longa original aumentasse. No Brasil, esse interesse cresceu em 2020, com o lançamento de Arremesso Final, produção original da Netflix em parceria com a ESPN, que contou a história da Era Dourada do Chicago Bulls e o surgimento do ícone Michael Jordan, incluindo um episódio que abordava as gravações de Space Jam: O Jogo do Século. Nos Estados Unidos, por exemplo, a série estreou com recorde de audiência, batendo mais de 6.3 milhões de espectadores na ESPN.

Tomando conhecimento dos casos de bastidores daquele histórico elenco do Bulls e das polêmicas pessoais que Jordan teve ao longo da carreira, mas que não chegaram com tanta força aos noticiários brasileiros, os fãs começaram a traçar paralelos entre os acontecimentos retratados no Space Jam original com casos da vida real, fazendo com que O Jogo do Século fosse praticamente uma biografia não autorizada de Michael Jordan muito antes da série da Netflix chegar ao público.

Por exemplo, ao longo da série, o público tem acesso aos controversos jogos de golfe que Michael disputava. As partidas não eram apenas para relaxar, já que a sede por vencer em tudo o levou a fazer diversas apostas, envolvendo dinheiro e apostadores envolvidos em esquemas ilegais. Acontecimento que causou um arranhão no status de divindade que Michael Jordan tinha. Em Space Jam, Jordan é sequestrado pelos Looney Tunes por um buraco de golfe, durante uma partida em que apostava com os amigos, causando um choque no mundo do basquete.

Além disso, a trama de Space Jam é baseada na história real de Jordan, que decidiu se aposentar do basquete logo após o tricampeonato da NBA com o Chicago Bulls e tentar uma carreira no Baseball, para tentar realizar um sonho antigo do pai, que foi assassinado pouco tempo antes. Michael assinou com a franquia Chicago White Sox, mas ele não conseguiu repetir o sucesso das quadras, e acabou jogando a temporada de 1994 pelo Birmingham Barons, time “C” do White Sox. Assim como é retratado no filme, os estádios ficaram lotados naquela temporada para ver Michael Jordan, que não correspondeu às expectativas. Em 1995, ele retorna para a NBA, os Bulls são eliminados pelo Orlando Magic, mas depois engatam mais um tricampeonato.

Com desempenho abaixo dos padrões da liga, Jordan foi uma decepção em campo

Em certa cena, o assessor/publicitário Stan Podolak (Wayne Knight) entra no quarto de Michael Jordan e diz a seguinte frase: “Come on, Michael, it’s game time. Get your hanes on, grab your Wheaties and your Gatorade. We’ll pick up a Big Mac on the way to the ball park”. É uma das linhas com maior número de patrocinadores citados na história do cinema. Até hoje, mesmo já estando aposentados há muito tempo, Michael Jordan ainda é o astro que mais fatura no mundo da NBA. Atualmente, Jordan é dono da franquia Charlotte Hornets, que rende um bom lucro. Mas ainda assim, a bolha publicitária que acompanhou Michael ao longo da carreira foi alvo de incontáveis debates nas “mesas redondas” dos Estados Unidos. Essa frase inserida no filme foi um grande deboche aos críticos.

Michael Jordan foi um dos garotos propaganda do Big Mac

Por fim, nenhum paralelo ficou tão evidente quanto Jerry Krause e o Sr. Swackhammer (Danny DeVito). O grande vilão da trama é um alien baixinho, gordinho, sempre ostentando um charuto na boca e dono de um parque de diversões em decadência, chamado Montanha Bobolândia. Vendo que as atrações do parque ainda funcionavam, mas estavam com os dias contados, ele chama seus empregados para sequestrarem uma nova geração de atrações: os Looney Tunes. Mais tarde no filme, o Sr. Swackhammer faz uma aposta com Michael Jordan: se ele perder, ficará na Montanha Bobolândia como escravo para sempre, distribuindo autógrafos, perdendo jogos de propósito e tirando fotos com fãs.

Krause teve muito sucesso como dirigente, mas não escapou das polêmicas

Conforme mostrado na série, Jerry Krause foi o gerente-geral dos Chicago Bulls na dinastia dos anos 90. Responsável pela montagem do elenco hexacampeão da NBA, Krause foi um executivo de muito sucesso, mas colecionou uma série de polêmicas com os jogadores, principalmente com o grande astro da equipe: Michael Jordan. Jerry Krause queria mostrar quem era o chefe da equipe, e Michael, que era amado pelos torcedores e referência para os jogadores, não aceitava a imagem de chefão que Krause tentava impor.

Ou seja, além de questão financeira – já que Krause se recusava a pagar salários mais altos, conforme alguns jogadores solicitavam -, era uma questão de ego. Trabalhando sempre visando a parte financeira e comercial, que era afinal sua função no clube, Jerry fez contratações que mexeram com o vestiário e causaram mágoas que perduram até hoje, mesmo com o dirigente tendo falecido em 2017, como a situação envolvendo Scott Pippen.

A imprensa americana dizia que Krause se referia aos jogadores, nos bastidores, como: “aqueles idiotas”

Desafeto de Jordan, Jerry Krause era baixinho, gordinho e tinha um jeitão de empresário. Ele também considerou que a franquia do Chicago Bulls estava envelhecida e precisava de renovação após aquela série de títulos conquistados, o que causou a revolta do elenco e culminou na saída de Jordan. Por isso a associação repentina de Jerry Krause ao Sr. Swackhammer.

Arremesso Final está disponível no catálogo da Netflix. Space Jam: O Jogo do Século está no catálogo do HBO Max e Space Jam: Um Novo Legado está em cartaz nos cinemas do Brasil.

‘Star Wars’: Pesquisa revela quais são os personagens mais populares da saga

Desde os primeiros filmes da saga ‘Star Wars‘, Darth Vader era considerado o personagem mais popular entre os fãs, mas parece que o vilão perdeu o posto recentemente.

De acordo com uma pesquisa divulgada pela SEMRush, o Baby Yoda se tornou o personagem de ‘Star Wars‘ mais buscado na internet desde a estreia de ‘O Mandaloriano‘.

Nos últimos seis meses, o pequeno alien já foi pesquisado mais de 4,7 milhões de vezes no Google, seguido por Din Djarin (Pedro Pascal), que acumulou 2,5 milhões de buscas.

Vader ficou com o 3º lugar, pesquisado 893.250 vezes, e em 4º está o próprio Yoda, com 882.500.

No entanto, a pesquisa indica que os números apenas refletiram o interesse do público pelo Baby Yoda por causa do lançamento de ‘O Mandaloriano‘, que gerou uma imensa curiosidade em relação à origem do pequeno.

Ainda assim, Vader permaneceu entre os três primeiros colocados, provando que sua imagem continua relevante para os fãs.

A lista segue com Kylo Ren, Chewbacca, Anakin Skywalker, Boba Fett, Luke Skywalker, e Jabba, o Hutt. Por incrível que pareça, o líder do submundo do crime de Tatooine  teve nada menos que 403.250 buscas.

E aí, qual é o seu personagem preferido?

 

Lembrando que a saga completa está disponível na Amazon Prime Video, incluindo o spin-off Rogue One.

Assista nossa crítica de ‘Star Wars: A Ascensão Sklywalker’:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme traz o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

Paris Filmes aposta na reabertura dos cinemas nacionais em 9 de Julho

A Paris Filmes divulgou seu novo calendário de estreia após o surto de coronavírus, e está apostando que os cinemas nacionais serão reabertos até o dia 9 de Julho.

O estúdio marcou para a data a estreia do terror ‘A Maldição do Espelho‘, e também do drama ‘A Jornada‘.

Assista ao trailer dos dois filmes:

A Maldição do Espelho

O fantasma sinistro da Rainha de Espadas está novamente sedento por sangue, e desta vez suas vítimas são os alunos do internato, localizado em uma antiga mansão, envolto em rumores sombrios. Divertindo uns aos outros com histórias de horror sobre os assassinatos de crianças que foram cometidas nesta casa no século XIX, os adolescentes encontram na ala abandonada do edifício um espelho misterioso coberto de desenhos misteriosos. Por diversão, os alunos fazer diante desse espelho o ritual místico para chamar o espírito da Rainha de Espadas e realizar seus desejos mais íntimos, esperando que o fantasma os cumpra. Os coringas não sabem que suas próprias almas serão o preço a pagar por cada capricho que virá, e que a Rainha de Espadas não descansará até que tenha todos.

A Jornada

Sarah é uma astronauta francesa que está em treinamento na Agência Espacial Europeia, em Colônia. Ela é a única mulher no árduo programa. Ela mora sozinha com Stella, sua filha de oito anos. Sarah se sente culpada por não poder passar mais tempo com sua filha. Seu amor é avassalador, inquietante. Quando Sarah é escolhida para se juntar à tripulação de uma missão espacial de um ano chamada Proxima, isso abala o relacionamento mãe e filha.

10 Coisas que Deveríamos Fazer Antes de nos Separar

(10 Things We Should Do Before We Break Up)

 

Elenco:

Christina Ricci

Hamish Linklater

Lindsey Broad

 

Direção: Galt Niederhoffer

Gênero: Romance

Duração: — min.

Distribuidora: A2 Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: VOD

Sinopse: 

Na noite em que Abigail conhece Ben em um bar, eles, de forma cômica, começam a listar uma série de coisas que deveriam fazer antes de se separarem, caso fossem um casal – isso, sem eles sequer pensarem de fato em terem um relacionamento. Só que a brincadeira ganha um tom mais sério quando surge algo entre os dois e eles passam a noite juntos. O dia seguinte será cheio de surpresas.

Curiosidades: 

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Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Riverdale’: Saiba quando a 4ª temporada estreia na Netflix

A 4ª temporada de ‘Riverdale‘ encerrou sua jornada nas telinhas na última quarta-feira (06), mas muitos fãs já estão acostumados a acompanhar a produção pela Netflix e já aguardam a chegada do ciclo completo à grade de programação.

E a nova leva de episódios já ganhou sua data de estreia na Netflix norte-americana. A quarta temporada chega à plataforma na próxima quinta-feira, 14 de maio.

Já o público brasileiro terá que esperar um pouco mais. Por questões contratuais, o mais recente ciclo estreará na Netflix Brasil apenas em outubro desse ano.

Vale ressaltar que a diferença das datas de estreias acontece em virtude do acordo de distribuição feito entre a emissora The CW e o serviço de streaming.

Enquanto em outros países a Netflix conseguiu os direitos originais da série, no Brasil os direitos fora vendidos à Warner, o que acarreta em algumas limitações em se tratando da distribuição do programa.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.