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Viúva Negra teve uma breve aparição em ‘Homem-Formiga’; Saiba mais!

Durante uma sessão de Q&A em seu Twitter oficial, o diretor Peyton Reed revelou que Viúva Negra (Scarlett Johansson) teve uma “aparição” fora das telas em Homem-Formiga.

A cena em questão mostra Scott Lang (Paul Rudd) enfrentando o Falcão (Anthony Mackie) no novo quartel-general dos Vingadores visto em ‘Era de Ultron’. Na sequência, Scott invade a propriedade e é encontrado pelo super-herói, que tenta impedi-lo. Eventualmente, Lang encolhe e sabota o traje do Falcão. Quando o personagem de Mackie entra em contato com os Vingadores, diz que “é de extrema importância para mim que o Capitão não fique sabendo sobre isso”.

A verdade é que esse pedido feito pelo Falcão foi direcionado a Natasha Romanoff/Viúva Negra, cuja resposta não pode ser ouvida.

Em outra postagem no Twitter, Reed compartilhou uma imagem inédita dos bastidores do filme, de uma cena cortada da versão final. Nela, vemos Scott Lang adquirindo um bilhete de loteria dentro de uma lanchonete.

Confira:

“Sim Scharpling, Scott comprou um bilhete de loteria e foi de você, mas a cena foi cortada e peço desculpas novamente por ter te cortado dela. Aqui está a foto que eu sei que você quer que eu tuíte”.

Lembrando que, segundo o THR, Jeff Loveness foi contratado para escrever ‘Homem-Formiga 3‘. Ele é conhecido por roteirizar episódios das séries de comédia ‘Rick e Morty‘ e ‘Miracle Workers‘.

Além disso, a Marvel confirmou o retorno do ator Michael Douglas e do diretor Peyton Reed.

Segundo fontes próximas ao site ComicBook.com, a terceira parte da franquia Homem-Formiga será rodada no Reino Unido, mais precisamente com a construção de uma base nos estúdios Pinewood. Logo depois, as gravações irão ocorrer em outras parte do mundo.

O longa será filmado a partir de janeiro de 2021.

Paul Rudd voltará a interpretar Scott Lang / Homem-FormigaEvangeline Lilly ainda não foi confirmada, mas é provável que a atriz retorne como Hope Van Dyne/Vespa.

A atriz Michelle Pfeifer também comentou sobre a possibilidade de um novo filme da saga ser produzido e afirmou que adoraria retornar para o papel da Vespa.

Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.

Taika Waititi é confirmado como diretor do novo filme da franquia ‘Star Wars’

O dia 4 de maio é conhecido como o Star Wars Day no mundo todo, e a Disney e Lucasfilm preparam uma surpresa para os fãs.

O aclamado diretor Taika Waititi foi contratado para dirigir e roteirizar o próximo filme da saga Star Wars para a Lucasfilm.

O cineasta não é estranho à franquia intergaláctica, visto que comandou o último episódio da série O Mandaloriano’ e também interpretou o androide IG-11 na produção.

Juntando-se a Waititi no roteiro estará Krysty Wilson-Cairns, indicada ao Oscar® (1917).

Não foram revelados detalhes da história.

Waititi tem um saturado ano pela frente, visto que voltará para a direção do próximo capítulo da franquia Thor. Além disso, está nas finalizações do drama cinebiográfico Next Goal Wins’.

O diretor recentemente comandou o aclamado Jojo Rabbit, faturando uma indicação de Melhor Diretor na próxima cerimônia do Oscar. Além disso, o longa-metragem disputa em outras cinco categorias, incluindo Melhor Atriz Coadjuvante para Scarlett Johansson.

Segundo a Lucasfilm, o filme de Waititi deve estrear nos cinemas, e não no serviço de streaming Disney+.

‘The Twilight Zone’: Jurnee Smollett-Bell entra para a 2ª temporada do reboot

CBS All Access anunciou recentemente que Jurnee Smollett-BellDamon Wayans Jr.Topher Grace entraram para o elenco da 2ª temporada de The Twilight Zonereboot da clássica série Além da Imaginação.

Detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

O trio de junta aos já anunciados Kylie Bunbury, Sky Ferreira, David Krumholtz, Greta Lee, Thomas Lennon, Natalie Martinez, Brandon Jay McLaren, Gretchen Mol, Paula Newsome, Tawny Newsome e Paul F. Tompkins.

Comandada novamente por Jordan Peele e Simon Kinberg, a 2ª temporada será composta por dez episódios e tem estreia prevista para junho de 2020.

O primeiro ciclo está disponível no Amazon Prime.

A versão original de The Twilight Zone, criada por Rod Serling, estreou em 2 de outubro de 1959 e ficou no ar até 1964. A série se tornou um grande sucesso mundial ao explorar a condição humana e a cultura da época. A produção, que abriu caminho para tantas outras de ficção científica, deixou sua marca ao abordar esperança, desespero, orgulho e preconceito de forma metafórica – o que outro gênero, até então, não tinha alcançado.

Baseada na série original de 1959, a trama aborda temas como viagens no tempo, histórias sobrenaturais, vidas em outros planetas e entre outros.

‘The Flash’: Warner Bros. pode substituir Kiersey Clemons como Iris West

Segundo o The Illuminerdi, o vindouro e problemático filme The Flash pode estar considerando elencar uma nova atriz para viver Iris West, par romântico do personagem titular.

Por enquanto, a personagem é vivida por Kiersey Clemons, que deveria ter feito seu début ainda em Liga da Justiça. Entretanto suas cenas foram removidas do corte final. Apesar dos contratempos, Clemons havia comentado ainda em 2017 que estava muito feliz por ter sido introduzida ao gênero.

As informações indicam que a Warner Bros. estaria procurando por atrizes entre 21 e 25 anos para interpretar Iris, que é descrita como “inteligente, sagaz; sempre com um celular em mão” e uma personagem coadjuvante.

Vale lembrar que o longa teve sua estreia antecipada. Ao invés de chegar aos cinemas em 1º de julho de 2022, o filme agora será lançado no dia 3 de junho de 2022.

Em seu Instagram oficial, a produtora Barbara Muschietti confirmou que ela e seu irmão, o diretor Andy Muschietti, já estão trabalhando na adaptação.

No Instagram, um fã a questionou:

“Posso saber se já começaram a trabalhar no filme do ‘Flash’? Cuidem-se!”

E ela respondeu que “sim“.

Confira:

Barbara Muschietti, produtora de ‘The Flash‘ e irmã de Andy Muschietti, confirmou no Instagram que eles já começaram a trabalhar no filme.”

Infelizmente, Barbara não deu nenhum detalhe sobre os estágios da produção.

A trama mostrará Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existi e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus desfeitos.

Barbara e Andy Muschietti durante a divulgação de ‘It – A Coisa 2

 

 

‘Midnight Sun’: Fãs querem Robert Pattinson e Kristen Stewart no derivado de ‘Crepúsculo’

Através de seu site oficial, Stephenie Meyer, autora da saga ‘Crepúsculo‘, anunciou oficialmente o lançamento de ‘Sol da Meia-Noite‘ para o dia 4 de agosto nos EUA.

Apesar de terem se passado 12 anos desde o primeiro filme, os fãs querem ver o retorno de Kristen Stewart e Robert Pattinson como o casal Bella e Edward.

No Twitter, os fãs reagiram:

Para quem não conhece, o derivado é ambientado durante os eventos de ‘Crepúsculo‘, mas a partir do ponto de vista de Edward Cullen e não de Bella.

Junto com o comunicado, Meyer publicou a sinopse oficial do novo romance e um cartaz.

Confira:

Este conto inesquecível é contado através dos olhos de Edward Cullen e explora o evento mais intrigante e provocante que o vampiro experimentou em sua longa: o momento que conhece a linda Bella Swan. À medida que aprendemos detalhes mais fascinantes sobre o passado de Edward e a complexidade de seus pensamentos mais profundos, entendemos porquê essa é a luta decisiva de sua vida. Como ele pode se deixar apaixonar por Bella quando sabe que está colocando a vida dela em risco?

Em 2015, a autora revelou ao Hypable que estava trabalhando no derivado há mais de dez anos, mas havia interrompido a escrita depois que uma parte do texto acabou vazando online.

Além disso, Meyer pensou em desistir da ideia porque o autor E.L. James estava escrevendo um derivado de ‘50 Tons de Cinza‘ focado no ponto de vista de Christian Gray.

“Eu ainda estou trabalhando no derivado, mas quase desisti porque a ideia de E.L. James é muito parecida com a minha. Não vou desistir, mas vou adiar o lançamento. Isso tudo parece até uma maldição, não sei. Toda vez que eu falo sobre isso, algo ruim acontece e é frustrante. Mas minha mãe vai me matar se eu não terminar… Eu devo isso a ela. Em todo aniversário ou Natal, ela me diz: ‘Você sabe o que eu quero de presente’. Então eu não vou desistir.”

Meyer também já publicou vários livros derivados da franquia ao longo dos anos, incluindo ‘Crepúsculo: Guia Oficial Ilustrado da Série’ (2011) e ‘Vida e Morte: Crepúsculo Reimaginado‘ (2015).

No entanto, ‘Sol da Meia-Noite‘ era o mais aguardado pelos fãs.

Publicado originalmente em 2005, ‘Crepúsculo‘ transformou-se em best-seller mundial e deu origem uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, tornando-se um fenômeno cultural entre todas as idades.

O último filme da franquia, ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – O Final‘, foi lançado em 2012 e arrecadou US$ 829,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.

O lançamento acontece em 4 de Agosto de 2020.

 

‘Batwoman’: Vilão Silêncio estampa nova imagem da série; Confira!

Depois da promo oficial , a The CW divulgou uma nova imagem de “A Secret Kept From All the Rest”, 19º episódio da primeira temporada de Batwoman que introduz o infame e assustador vilão Silêncio.

O antagonista é interpretado por Gabriel Mann.

Confira:

Para quem não conhece o personagem, nos quadrinhos, Silêncio na verdade é o alter-ego do Dr. Thomas “Tommy” Elliot, amigo de infância de Bruce Wayne que fica ressentido após o jovem herdar toda a fortuna da família depois do assassinato dos pais – enquanto seus próprios esforços de matar a própria família para ficar rico falharam. Depois de descobrir que Bruce é Batman, Tommy encarnou a persona de Silêncio e decidiu destruir o Cavaleiro das Trevas.

Na série, Tommy é um magnata obcecado com Bruce Wayne, culpando-o por arruinar a vida ao salvar sua mãe. Ele, então, parte numa jornada em busca de vingança e acaba cruzando caminho com a vilã Alice, que está presa no Manicômio Arkham.

O capítulo vai ao ar no dia 10 de maio.

Confira, com a sinopse:

“Quando os membros da inteligência de Gotham começam a desaparecer, cabe ao Comandante Kane, a Sophie e aos Corvos procurar pela mais nova ameaça homicida da cidade. Enquanto isso, Kate é consumida pela traição de alguém muito próximo e começa a questionar a lealdade de todos à sua volta justo quando precisa deles. Então, quando Luke e Julia desaparecem também, Batwoman pede ajuda de Mary e um antigo inimigo para resgatá-los”.

O capítulo foi dirigido por Greg Beeman, com roteiro assinado por Jerry ShandyKelly Larson.

No Brasil, Batwoman é exibida pela Warner Channel.

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco conta com Ruby Rose, Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘The Gilded Age’: Carrie Coon entra para o novo drama de época da HBO

Segundo o DeadlineCarrie Coon foi elencada em The Gilded Age, nova série de época da HBO. A atriz substitui a anteriormente confirmada Amanda Peet, que saiu do projeto devido a conflitos de agenda.

Christine BaranskiCynthia NixonTaissa Farmiga completam o elenco.

Criada por Julian Fellowes (Downton Abbey), a produção é ambientada nos Estados Unidos do final do século XIX, mais precisamente na Era de Ouro do país, um período de imensa mudança econômica quando grandes fortunas cresciam e desapareciam em um piscar de olhos.

A trama gira em torno de Marian Brook, uma órfã filha de um general de União que passa a viver na casa de suas tias bastante conservadoras em Nova York. Acompanhada por Peggy Scott, uma mulher afro-descendente que se mascara como sua ama, Marian se vê no centro das vidas excêntricas dos vizinhos ricos e deve decidir em aderir às regras da sociedade ou forjar seu próprio caminho.

Coon (‘Vingadores: Ultimato’Garota Exemplar) dará vida a Bertha Russell, uma mulher qualquer da classe média que usa a genialidade financeira do marido para entrar na high society.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Flávio Migliaccio, o Tio Maneco, morre aos 85 anos e fãs lamentam; Confira!

De acordo com O Globo, o ator Flávio Migliaccio faleceu aos 85 anos em seu sítio, localizado na Serra do Sambê, em Rio Bonito.

O veterano foi encontrado sem vida no local e ainda não há informações sobre as causas da morte e nem sobre o dia exato em que ele morreu.

Nascido em 1934, Migliaccio participou de mais 30 novelas, incluindo a clássica ‘O Primeiro Amor(1972), na qual interpretou seu primeiro papel de destaque, o Xerife.

Migliaccio também atuou em ‘O Astro’ (1977), ‘Rainha da Sucata’ (1990), ‘A próxima Vítima’ (1994), ‘Senhora do Destino’ (2004), ‘América’ (2005) e ‘Sete Pecados’ (2007).

No entanto, foi como Tio Maneco que ele ganhou fama, principalmente entre o público infantil. O ator interpretou o caricato personagem no filme ‘Maneco, o Super Tio‘ (1980) e na série de TV ‘As Aventuras do Tio Maneco‘, exibida entre 1981 e 1985 na TVE.

Seu último trabalho na TV foi como o imigrante Mamede na novela ‘Órfãos da Terra’, exibida pela Globo em 2019.

Nas redes sociais, diversos fãs e colegas de elenco homenagearam o ator e lamentaram a perda.

Confira:

 

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Toda minha admiração e carinho… Até já, mestre Flávio Migliaccio!

Uma publicação partilhada por Caio Blat (@caio_blat) a

‘Homem-Formiga’: Diretor compartilha imagem inédita de cena deletada

O diretor Peyton Reed compartilhou uma imagem inédita dos bastidores das gravações de ‘Homem-Formiga‘, de uma cena que fora cortada da versão final do filme.

Nela, vemos Scott Lang adquirindo um bilhete de loteria dentro de uma lanchonete. O material foi revelado por meio da conta oficial do cineasta no Twitter, em resposta a um questionamento feito pelo radialista e comediante Tom Scharpling.

Confira:

“Sim Scharpling, Scott comprou um bilhete de loteria e foi de você, mas a cena foi cortada e peço desculpas novamente por ter te cortado dela. Aqui está a foto que eu sei que você quer que eu tuíte”.

Lembrando que, segundo o THR, Jeff Loveness foi contratado para escrever ‘Homem-Formiga 3‘. Ele é conhecido por roteirizar episódios das séries de comédia ‘Rick e Morty‘ e ‘Miracle Workers‘.

Além disso, a Marvel confirmou o retorno do ator Michael Douglas e do diretor Peyton Reed.

Segundo fontes próximas ao site ComicBook.com, a terceira parte da franquia Homem-Formiga será rodada no Reino Unido, mais precisamente com a construção de uma base nos estúdios Pinewood. Logo depois, as gravações irão ocorrer em outras parte do mundo.

O longa será filmado a partir de janeiro de 2021.

Paul Rudd voltará a interpretar Scott Lang / Homem-FormigaEvangeline Lilly ainda não foi confirmada, mas é provável que a atriz retorne como Hope Van Dyne/Vespa.

A atriz Michelle Pfeifer também comentou sobre a possibilidade de um novo filme da saga ser produzido e afirmou que adoraria retornar para o papel da Vespa.

Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.

‘Os Novos Mutantes’: Cecilia Reyes estampa nova imagem oficial do longa; Confira!

Cinefex ddivulgou uma nova imagem oficial de Os Novos Mutantes, que estampa a Dra. Cecilia Reyes (Alice Braga) utilizando seus poderes pela primeira vez.

Confira, junto às outras fotos:

Segundo o Comic Book, a Disney revelou que o filme terá uma duração de 94 minutos. Anteriormente, o estúdio havia informado que o longa teria 99 minutos com uma classificação de PG-13 (para maiores de 13 anos). Ou seja, cinco minutos de cenas foram removidos.

Para comparação, o primeiro filme dos ‘X-Men‘ tem  104 minutos. ‘X-Men 2‘ tem mais de 134 minutos, e ‘X-Men 3 – O Confronto Final‘ também tem 104 minutos.

Já ‘Fênix Negra‘ teve 114 minutos.

Os Novos Mutantes‘deveria chegar aos cinemas em 2018, mas sofreu refilmagens pesadas e, desde então, teve um total de quatro datas de lançamento diferentes. Depois que a Disney adquiriu a Fox e seus ativos do filme, o longa foi remarcado para abril de 2020. No entanto, os cinemas em todo o mundo fecharam temporariamente em meio a uma pandemia global e ‘Os Novos Mutantes‘ ainda não tem uma data de lançamento.

Diversas lançamentos da Disney previstos para 2020 acabaram sendo adiados por conta do surto de Coronavírus pelo mundo, mas o estúdio já anunciou seu novo calendário de estreias.

Ainda em 2020, serão lançados ‘Mulan(em julho) eViúva Negra‘ (em novembro). Em 2021, teremos ‘Os Eternos’, ‘Shang-Chi e a Lenda dos dez Anéis’, e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

Até o momento, a Disney não se pronunciou sobre a ausência do longa no novo calendário e não há certeza se o filme chegará aos cinemas ou se será lançado diretamente na Disney+.

Você acha que o filme deveria ser lançado direto no streaming?

Confira as próximas estreias da Marvel:

Viúva Negra – 06/11/20

Os Eternos – 12/02/21

Shang-Chi e a Lenda dos Dez anéis – 07/05/21

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura – 05/11/21

Thor: Amor e Trovão – 18/02/22

Pantera Negra 2 – 08/05/22

Capitã Marvel 2 – 08/07/22

Dirigido por Josh Boone, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

 

‘Velozes e Furiosos 10’: Site afirma que personagem de Paul Walker retorna para o filme

Brian realmente aparecerá em ‘Velozes e Furiosos 10‘.

Segundo o Fandom Wire, o personagem será interpretado pelos irmãos de Paul Walker, Cody e Caleb. Eles irão emprestar seus movimentos enquanto o rosto do finado ator será adicionado em computação gráfica.

O’Conner apenas uma participação especial no 9º filme, mas terá grande importância na trama do 10º, ao contrário do que os fãs esperavam.

Foi dito apenas que Brian e sua esposa Mia (Jordana Brewster) irão se juntar à equipe novamente para ajudar numa missão contra um gangster latino conectado a Cipher (Charlize Theron).

Oficialmente, o estúdio ainda não anunciou nada sobre o envolvimento do personagem. Novidades devem surgir em breve.

Após a morte de Paul Walker, muitos fãs argumentaram que ‘Velozes e Furiosos‘ deveria chegar ao fim em respeito à memória do do astro.

No entanto, a própria família de Walker deu sua bênção para a continuação da história.

Durante uma entrevista para o Maxim, Tyrese Gibson, intérprete de Roman Pearce disse que os filmes são uma forma de manter Walker vivo entre o elenco.

“Já me pararam na rua e perguntaram: ‘O Paul morreu, por que vocês continuam com os filmes?’ É exatamente por isso que continuamos, porque fazemos isso por ele, pela memória dele, e quem vê de fora não entende. Quando ele partiu, pensamos em desistir, mas sua família nos apoiou e fez questão que continuássemos com os filmes. Eles nos deram sua bênção, entende?”

Tyrese se emocionou ao lembrar de ver a família do amigo reunida na estreia de ‘Velozes e Furiosos 8′.

“Os pais e os irmãos dele estavam na estreia de ‘Velozes e Furiosos 8‘ e nos deram sua bênção para continuar com os filmes. Vê-los ali reunidos me fez pensar que Paul também estava lá, então esse sentimento permanece em cada sequência que fazemos.”

Lembrando que Universal Pictures do Brasil confirmou o adiamento da sequência para abril de 2021 por causa do surto de Coronavírus.

Assista ao trailer:

Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Sol da Meia-Noite’: Derivado de ‘Crepúsculo’ é oficialmente anunciado por Stephenie Meyer

Através de seu site oficial, Stephenie Meyer, autora da saga ‘Crepúsculo‘, anunciou oficialmente o lançamento de ‘Sol da Meia-Noite‘ para o dia 4 de agosto nos EUA.

Para quem não conhece, o derivado é ambientado durante os eventos de ‘Crepúsculo‘, mas a partir do ponto de vista de Edward Cullen e não de Bella.

Junto com o comunicado, Meyer publicou a sinopse oficial do novo romance e um cartaz.

Confira:

Este conto inesquecível é contado através dos olhos de Edward Cullen e explora o evento mais intrigante e provocante que o vampiro experimentou em sua longa: o momento que conhece a linda Bella Swan. À medida que aprendemos detalhes mais fascinantes sobre o passado de Edward e a complexidade de seus pensamentos mais profundos, entendemos porquê essa é a luta decisiva de sua vida. Como ele pode se deixar apaixonar por Bella quando sabe que está colocando a vida dela em risco?

Em 2015, a autora revelou ao Hypable que estava trabalhando no derivado há mais de dez anos, mas havia interrompido a escrita depois que uma parte do texto acabou vazando online.

Além disso, Meyer pensou em desistir da ideia porque o autor E.L. James estava escrevendo um derivado de ‘50 Tons de Cinza‘ focado no ponto de vista de Christian Gray.

“Eu ainda estou trabalhando no derivado, mas quase desisti porque a ideia de E.L. James é muito parecida com a minha. Não vou desistir, mas vou adiar o lançamento. Isso tudo parece até uma maldição, não sei. Toda vez que eu falo sobre isso, algo ruim acontece e é frustrante. Mas minha mãe vai me matar se eu não terminar… Eu devo isso a ela. Em todo aniversário ou Natal, ela me diz: ‘Você sabe o que eu quero de presente’. Então eu não vou desistir.”

Meyer também já publicou vários livros derivados da franquia ao longo dos anos, incluindo ‘Crepúsculo: Guia Oficial Ilustrado da Série’ (2011) e ‘Vida e Morte: Crepúsculo Reimaginado‘ (2015).

No entanto, ‘Sol da Meia-Noite‘ era o mais aguardado pelos fãs.

Publicado originalmente em 2005, ‘Crepúsculo‘ transformou-se em best-seller mundial e deu origem uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, tornando-se um fenômeno cultural entre todas as idades.

O último filme da franquia, ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – O Final‘, foi lançado em 2012 e arrecadou US$ 829,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.

O lançamento acontece em 4 de Agosto de 2020.

 

Star Wars Day | Rankeamos os Filmes da Franquia do Pior ao Melhor

Ninguém imaginava, nem mesmo o criado George Lucas, que aquela ficção científica misturada com aventura de matinê, uma aposta pra lá de arriscada, continuaria rendendo (muitos) frutos mais de quarenta anos depois de sua estreia. Star Wars (1977) se tornou um verdadeiro fenômeno, o segundo blockbuster da história – atrás somente de Tubarão (1975). Hoje em dia é difícil mensurarmos o que foi pra época, já que se olharmos para uma esquina vemos um blockbuster.

Transformado num produto muito rentável e numa franquia multi milionária, Star Wars continua a render frutos até hoje. Em 2019, foi a vez de A Ascensão Skywalker chegar aos cinemas, o quinto filme a estrear com a marca da série, desde 2015, após a compra da Disney – entregando anualmente uma nova obra. Star Wars como nunca anteriormente desperta a paixão dos fãs, seja para o bem ou para o mal – muito devido a voz que todos ganharam para dizer o que querem na internet.

Em homenagem ao novo e polêmico (como não podia deixar de ser) episódio da maior franquia do cinema, o CinePOP resolveu criar uma nova lista do zero, ranqueando todos os filmes com o selo Star Wars. Sem mais delongas, vem conhecer.

11) A Ameaça Fantasma (1999)

O Episódio I não é um bom filme. Mas de uma coisa ele pode se gabar: foi um dos filmes de maior hype da história do cinema. Tudo porque estávamos há 16 anos sem um exemplar da franquia – então uma trilogia fechadinha, sem planos para novos episódios. Lembro como se fosse hoje do primeiro trailer divulgado e a empolgação que causou ao podermos vislumbrar o encontro do menino Anakin com seu futuro mestre Obi Wan. Os efeitos especiais também surgiam de forma aprimorada – e essa é uma história que necessita deles. Ah, não podemos esquecer do vilão Dath Maul, dono de um visual bacana e pronto para ficar lado a lado com Dath Vader na nova trilogia como figura icônica. Assim pensávamos.

Hoje, vinte anos após seu lançamento, tudo o que conseguimos destacar no Episódio I é a batalha final, que segue sendo muito bem orquestrada e digna de animação. Hoje, infelizmente vemos mais defeitos do que acertos. Como ponto positivo em relação à sua trilogia, este é o que menos fez uso de efeitos especiais, telas verde e artificialidade. Ainda era possível sentir o clima de Star Wars aqui, ao contrário dos episódios que viriam na trilogia. Mas então porque este é o pior? Bem, como dito, os elogios terminam por aqui.

Para começar, Lucas quis reinventar a Força como algo genético, presente em seu sangue (DNA) ao contrário do que sempre representou a toda uma geração: fé e espiritualidade, alcançadas por qualquer um. Ah, sim, traz o boneco bobo Jar Jar Binks, que infantilizou Star Wars (mais do que qualquer Ewok havia feito). O menino Jake Lloyd é muito ruinzinho (e até se aposentou). E a trama política sobre tratados de fronteiras não era o que o público queria ver. Ou seja, A Ameaça Fantasma é adulta e infantil ao mesmo tempo, nunca acertando num tom. Até mesmo as corridas de pod, enaltecidas como um dos pontos altos outrora, ficou datada.

10) A Ascensão Skywalker (2019)

Essa foi uma decisão difícil. Mas para além de nossa opinião, contamos com a ajuda dos críticos de forma geral e também com a opinião do grande público. Realmente fico em dúvida, pois não gosto nada da segunda trilogia. Todos os filmes da segunda trilogia são descartáveis em minha opinião (blockbusters desalmados e mal produzidos). Porém, infelizmente, não posso dizer que o Episódio IX seja diferente. E pior, deixa a peteca de uma trilogia tão legal e promissora cair.

J.J. Abrams tinha começado aqui de forma tão entusiasmada, entregando O Despertar da Força, um filme que faz jus à trilogia original. Cheio de homenagens, mas se sustentando por conta própria, o Episódio VII criou um novo lote de personagens memoráveis e diversas perguntas a serem respondidas ao longo dos outros filmes. Sejamos justos, no entanto, muito do resultado deste filme se deve à negatividade obtida por Os Últimos Jedi, um filme injustiçado. O resultado do Episódio VIII moldou diretamente esta conclusão – que terminou se tornando um filme sem identidade, um produto criado meramente para salvar a franquia no gosto dos fãs – resultando em desespero.

Sabe aquele fim de novela no qual os autores entregam direitinho o que o público deseja, sem qualquer surpresa. No fim das contas, terminamos com a sensação de falta de tempero, algo sem graça mesmo. E esta é a melhor definição para este novo longa. As perguntas ficam sem explicação, ou possuem uma resolução fácil. Digna de folhetim mesmo. Personagens reaparecem sem qualquer contexto, tirados da cartola só para pegar pela nostalgia. Da mesma forma que surgem, se vão, sem conseguir deixar qualquer impressão em nós. Só deixam a saudade do que foram um dia.

09) O Ataque dos Clones (2002)

Como dito, é muito difícil defender esta trilogia. E existe um debate interno sobre qual de fato seja o pior, este ou o Episódio I. Aqui, George Lucas decide se tornar romântico e fazer seu filme de amor passado no universo Star Wars. O problema é que ele mesmo afirmou que não sabe escrever diálogos, então a paquera fica soando como aquele adolescente virgem em seu primeiro encontro. Que diabos foi aquele papo da areia? As frases de efeito usadas como flerte causam vergonha a qualquer autor de livros de conquistas.

Hayden Christensen talvez seja o pior ator em atividade em Hollywood. Se formos olhar pelo lado de que ele encaixa como perfeição na pele de uma versão adulta de Jake Lloyd (igualmente um ator limitado), talvez Lucas tenha acertado. O que não melhora o caso para o filme. Sim, temos Christopher Lee, e é sempre bom vê-lo em tela. Mas foi aqui também que a trilogia ficava maior e mais artificial. Temos até o Yoda digital com pó de mico na cueca saltitando de um lado para o outro. Ridículo. A força não exige lutas físicas, ela vai além. Lucas desaprende o que foi mostrado na trilogia original em prol de vendas de bonecos e games para a garotada.

Mas então quais são os atrativos aqui? Talvez o visual, a nostalgia. É definitivamente um Star Wars para a geração da época. Não é mais a minha geração. Todo o lance dos clones é legal. A expansão do universo. A criação dos mundos. Natalie Portman e Ewan McGregor continuam empenhados. E até existe certo suspense na trama. Alguns momentos legais envolvendo o caçador de recompensas mais querido da galáxia, ou seu pai Jango Fett – que mesmo subconscientemente ajudou a impulsionar o atual Mandaloriano.

08) Han Solo: Uma História Star Wars (2018)

Tudo bem, esta era uma história que ninguém havia pedido. O passado do pirata espacial Han Solo ficava melhor na imaginação do público. Mas é preciso levar em conta que vivemos numa era onde a imaginação é cada vez mais escassa e empresas ganham em cima do que o espectador quer ver mastigado. A segunda trilogia também foi fruto disso. De tempos em tempos, no entanto, filmes que ninguém pediu se tornam produções cinematográficas fantásticas. É só ver o caso com Coringa.

Outra pedra no sapato aqui foi a demissão dos criativos Phil Lord e Christopher Miller, que elevariam o jogo a todo um novo patamar, entregando provavelmente o filme mais fora da caixinha para um produto Star Wars na história. Mais uma vez apostando no seguro, e com mais medo de desagradar do que vontade de agradar, os produtores de Star Wars tiraram os cineastas de cena, e optaram pelo mais conservador Ron Howard. O Resultado? Um filme que ninguém consegue lembrar.

Alden Ehrenreich até que se esforça em seu retrato do charmoso canalha, mas este não é o Han Solo que conhecemos. Nem a presença dos talentosos Emilia Clarke e Donald Glover como Lando são o suficiente para salvar tudo da apatia.

07) A Vingança dos Sith (2005)

O último episódio da segunda trilogia, considerada a pior dentre as três. Bem, isso é algo unânime. Outra unanimidade é que este é o melhor exemplar desta trilogia. Por mais que não goste destes filmes, preciso admitir que esta afirmação é verdadeira. Aqui continuamos a ter os mesmos problemas. Mas também temos um apelo maior aos fãs.

É neste episódio que tudo se encaixa para ganhar a forma que conhecemos. Outra coisa que deve ser dita é que o Episódio III consegue concluir de forma melhor sua trilogia do que A Ascensão Skywalker fez. Aqui é onde Anakin se torna Darth Vader, tempos o Imperador Palpatine assumindo seu cargo de maior vilão da franquia, a morte de Padmé, o nascimento de Luke e Leia, e por aí vai. É muito fan service num único filme. É exatamente o que os fãs querem. É também o mais sombrio dos três, embora a canastrice nas atuações diminua um pouco o impacto que a obra poderia ter. Ian McDiarmid, por exemplo, está deliciosamente ruim em seu retrato exagerado e cartunesco de Palpatine. De fato, esta trilogia soa mais como um desenho animado do que como um filme. Pegando por comparação, J.J. Abrams soube criar uma atmosfera muito mais sóbria e sombria em torno do personagem em A Ascensão Skywalker, mesmo com o desenvolvimento de uma porta.

06) Rogue One – Uma História Star Wars (2016)

Um dos episódios mais adorados pelos fãs, este filme se encontra encaixado entre os episódios III e IV. Precisava existir? Também não. Mas o que entregou foi um dos capítulos mais sérios da franquia. O longa também passou por refilmagens e assustou os fãs, mas aqui o resultado se mostrou positivo. Rogue One é único dentro da série que consegue funcionar sem qualquer apelo cômico, marca registrada do universo. Bem, quase nenhum, já que temos o robô figura K-2SO.

Rogue One possui forte teor dramático. É um filme de guerra, que foca num esquadrão suicida. Por entregar um tom diferente de tudo (muitas vezes parecendo não pertencer à franquia), Rogue One despertou a paixão de fãs novos e antigos. Mesmo que os personagens não sejam tão carismáticos quanto os da nova trilogia, eles funcionam dentro desta narrativa. Ah, sim. E não podemos esquecer do clímax, possivelmente o mais nervoso da saga, apresentando o Darth Vader definitivo!

05) Os Últimos Jedi (2017)

O que dizer deste filme que já não tenha sido dito. Rian Johnson tentou algo diferente. No caminho terminou por alterar algumas coisas apresentadas no capítulo anterior e retratou personagens de forma inesperada, o que terminou por broxar grande parte dos fãs. Falemos o português claro: a representação de Luke Skywalker não caiu no gosto de muitos. Esperava-se um Luke heroico, um mestre nos moldes de Obi Wan. Não foi isso que ganhamos com o personagem, agora envelhecido e bebedor de leite verde.

Tudo bem, nem tudo funciona. O trecho no planeta cassino é enfadonho e podia ser eliminado do longa sem alterar em nada seu andamento. O interesse amoroso de Finn, que o libertaria da friendzone de Rey, também não deu certo, e a atriz Kelly Marie Tran chegou ao absurdo de ser hostilizada pelos bebês chorões, digo, fãs. Os Últimos Jedi demora a engatar, mas quando de fato engata, pega fogo. A relação de Kylo e Rey é aprimorada, incluindo boas ideias nunca apresentadas (ou não desta forma), como uma espécie de teletransporte relacionado ao elo mental dos dois.

O desfecho envolvendo Luke é alucinante, mesmo para os detratores. Ame ou Odeie, o Episódio VIII tirou Star Wars dos eixos, fazendo os produtores arrancarem os cabelos, o público se dividir e os críticos aplaudir.

04) O Retorno de Jedi (1983)

O fim da trilogia original. É difícil a terceira parte de uma trilogia (pensada de forma independente) ser o melhor dos três, ou sequer ser tão bom quanto os antecessores. Na história do cinema não costuma acontecer. E foi verdade também com Star Wars. O que não diminui em nada seu resultado. Na minha infância era o preferido. A cena do resgate de Han no palácio de Jabba era um prato cheio para crianças da minha geração. Este trecho resume bem o que significa Star Wars: ação, suspense e magia.

Sim, temos os Ewoks. Mas eles não são nem de longe tão nocivos quanto os gungans. A sequência nos domínios dos ursinhos é até legal, vai. Quando precisam comer sua comida, e confundem C3PO com um Deus. Puro anos 1980. Puro Star Wars.  Ah sim, a conclusão é a mais emocionante de todas as terceiras partes. A Ascensão Skywalker foi a mais broxante. E a Vingança dos Sith, a pseudo sombria. O Retorno de Jedi segue como exemplo de como encerrar uma trilogia de Star Wars: com muita festa, fantasmas de entes queridos e lágrimas de felicidade.

03) O Despertar da Força (2015)

Polêmica à vista. Sim, o Episódio VII é um dos melhores da franquia. O terceiro melhor. Lembro a sensação que tive ao ouvir a música tema de John Williams novamente combinada às letras amarelas subindo na tela, com o texto nos informando em que pé se encontra a saga espacial mais amada do cinema. Era a magia associada à sétima arte, voltando com força e fazendo ser criança de novo.

Era a sensação de estar fazendo Star Wars certo, dez anos depois de A Vingança dos Sith. E quanto aos personagens? Han, Chewie, Leia, os droids e Luke, todos de volta! Junto a eles, uma gama de novos personagens carismáticos e riquíssimos. Todos ajudando a expandir este universo. Uma catadora de lixo encantadora, repleta de Força. Um stormtrooper renegado. Um exímio e arrogante piloto. Um novo robozinho que roubava a cena. Um vilão que representava bem a geração “leite com pera”. Tudo estava no lugar.

Ao final, inúmeras teorias começavam a tomar forma. Era a febre de Star Wars voltando com tudo. Ao contrário dos sentimentos que os episódios consequentes fizeram aflorar, a empolgação com o final de O Despertar da Força fez todos sonharem com as possibilidades.

02) Uma Nova Esperança (1977)

O começo de tudo. A redefinição do cinema para toda uma geração. Pro bem ou pro mal, o cinema virava um produto. Se fundia com outras indústrias, se transformava em brinquedos e vídeo games. Virava todo tipo de mercadoria, de lancheiras, a lençóis e camisas. Star Wars impactou o mundo de forma sem precedentes. As pessoas voltavam para ver o filme de forma consecutiva. Era a magia iniciando e atingindo ao mesmo tempo seu ápice. Uma aventura passada nos confins do universo, onde a imaginação não tinha limites. Era um sonho sonhado para nós. A diferença é que estávamos acordados.

01) O Império Contra-Ataca (1980)

Um dos mais notórios casos onde a continuação supera seu original. A primeira sequência de Star Wars aumentou as apostas em diversos quesitos. Fez o vilão Darth Vader entrar de vez para o hall dos antagonistas do cinema. Além disso, introduziu o verdadeiro vilão da franquia, o Imperador Palpatine. Alguém mais terrível do que o inimigo que adorávamos odiar.

A história mais sombria, cenas mais eletrizantes, conceitos aprimorados, universo expandido. O Episódio V é uma aula de cinema. De como subverter o apresentado no filme original, e jogar com nossas expectativas. Introduz Lando, o amigo traidor. Oficializa o romance truculento entre a Princesa Leia e o malandro Han Solo. Joga os heróis no chão, os destruindo. Afinal, o desafio precisa ser maior para ser superado pelos heróis. Mas nada disso seria possível sem humanidade. E o acerto é justamente esse quando numa das cenas mais antológicas do cinema, Vader revela ser o pai de Luke – o que ainda hoje causa espanto e horror à crianças pelo mundo (é só procurar online vídeos que os pais mostram a revelação às suas crias).

Isso porque nem mencionamos o retorno de Obi Wan como fantasma e o treinamento de Luke com Yoda. Uma das grandes obras-primas do cinema. Não à toa se mantém como número 14 entre os melhores filmes já produzidos pela sétima arte. Ah, e para os millennials que cogitam ficar em dúvida sobre o posto deste filme em relação ao seu favorito (Rogue One), vale dizer apenas uma frase. Parem, vocês estão errados.

Bônus:

The Mandalorian (2019)

Ainda inédita no Brasil, esta é a primeira série em live-action levando o selo de Star Wars, na fase Disney. Aqui o foco é no caçador de recompensa vivido pelo ótimo Pedro Pascal. A série se comporta como um western espacial e já desperta paixão do fãs, além de elogios da imprensa especializada. Enquanto a plataforma de streaming Disney+ não chega ao Brasil, o público precisa se contentar com os downloads ilegais na internet, para poder conferir o elogiado programa. Ah sim, temos o boneco que se tornou sinônimo dos memes de fofura, o baby Yoda.

Menções Honrosas & Desonrosas

Caravana da Coragem – Uma Aventura Ewok (1984)

Muito antes de Rogue One, um derivado de Star Wars era lançado, no ano seguinte de O Retorno de Jedi. Aproveitando a popularidade dos ursinhos engraçadinhos Ewoks – acredite! – era lançado este longa, que se passava no mesmo universo de Luke, Leia e Darth Vader. Na trama, alguns Ewoks concordam em ajudar um casal de irmãos pequenos em uma jornada para resgatar seus pais de terríveis criaturas e perigos.

A Batalha de Endor (1985)

Como se não bastasse um derivado dos Ewoks, o que dizem de dois. Sim, uma sequência foi feita para o filme acima. Imagine se A Ameaça Fantasma tivesse sido lançado na década de 1980, poderíamos ter filmes do Jar Jar Binks. Irrrrrg. Aqui, os ursinhos fofuchos enfrentam novos desafios, como uma bruxa (!?). Tudo é claro produzido e com o selo do tio George Lucas de qualidade.

Ewoks (1985 – 1987)

Estão cansados de Ewoks? Então tomem mais! Uma série em animação foi produzida no ano seguinte, dando continuidade às aventuras dos ursinhos da floresta do universo de Star Wars, e quem disse que eles não eram populares. Bem que podíamos ver seu retorno nos novos filmes!

Droids (1985 – 1986)

Outros personagens carismáticos deste universo que ganharam um desenho próprio foram os droids C3PO e R2D2, a dupla querida da trilogia original. Suas aventuras aqui, no entanto, não incluíam nenhum dos personagens tradicionais. Anthony Daniels, intérprete de C3PO nos filmes, dublou sua contraparte animada.

Star Wars Holiday Special (1978)

Vergonha alheia, teu nome é Holiday Special. Ainda surfando na gigantesca onda do sucesso de Uma Nova EsperançaLucas lançou no ano seguinte este especial de Natal numa galáxia muito muito distante. Uma dica: apenas procurem esta preciosidade na internet. Vocês não irão se arrepender.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Diana luta contra Mulher-Leopardo em nova imagem

Mulher-Maravilha 1984‘teve uma nova imagem oficial divulgada que mostra Diana lutando contra a vilã Mulher-Leopardo (Kristen Wiig).

Confira:

O filme vai mostrar a improvável união entre Maxwell Lord (Pedro Pascal) e a Mulher-Leopardo (Kristen Wiig) na tentativa de derrotarem Diana Prince (Gal Gadot).

Durante uma entrevista para a Total Film, a diretora Patty Jenkins foi questionada sobre os motivos de adicionar dois vilões à sequência e disse que apenas um não seria o bastante.

“No início, iríamos trazer apenas a Mulher-Leopardo, mas Maxwell Lord desempenha um papel muito importante nos quadrinhos da Mulher-Maravilha como heroína. Essa dinâmica é essencial para evolução de Diana como heroína… Ao mesmo tempo, a Dra. Minerva é a principal ameaça. Apenas um deles não seria o suficiente.”

Jenkins também comentou sobre o retorno de Steve Trevor (Chris Pine) e esclareceu que os fãs vão entender porque ele precisava ter sua história expandida.

“Eu sei que muitos ficaram chateados quando anunciamos o retorno de Chris Pine porque Steve deveria estar morto, mas fiquei tão satisfeito quando pensei na história. Acredito que os fãs também vão ficar.”

Apesar da positividade, Jenkins não revelou mais detalhes sobre o enredo de Steve Trevor, mas garantiu que ‘Mulher-Maravilha 1984‘ não é um reboot, e sim uma sequência do filme lançado em 2017.

“Houve um tempo em que as pessoas ficaram muito chateadas, me perguntando: ‘não é uma sequência? É um reboot completo?’. É uma sequência e, até agora, não há nada contradizendo os dois filmes. Mas é muito importante para mim que não seja apenas mais do primeiro filme. É um filme totalmente diferente. Quando você assiste ao trailer, você consegue sentir”.

De acordo com o Comic Book, a sequência recebeu a classificação indicativa PG-13 (para maiores de 13 anos) por conta de “sequências de ação e violência.”

A informação foi divulgada originalmente pelo MPAA, o órgão que administra a classificação indicativa de filmes e séries nos EUA.

Lembrando que a estreia do filme foi remarcada de 04 de junho para 13 de agosto por conta da pandemia do Coronavírus.

Além de Gal Gadot, reprisando o papel principal, o elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

Os PIORES filmes de super-heróis de TODOS os tempos

O subgênero dos filmes de super-heróis pode estar a toda atualmente e frases como “não existe época melhor para ser fã do que agora” são proferidas até cansar. Hollywood, a meca do cinema mundial, se curva para o subgênero, que se tornou o mais rentável para a indústria atualmente, ditando tendências. Apesar dos constantes acertos da Marvel e alguns da DC, o subgênero não se resume a isso, ou sequer é novidade. O primeiro grande exemplo foi Superman – O Filme (1978), que não por menos segue reverenciado como um dos melhores exemplares do gênero. Nossa nova lista, porém, não irá se concentrar no que de melhor o subgênero já nos presenteou, mas sim no oposto. Esta é a lista do fundo do poço. Baseado numa matéria dos nossos colegas do Screen Rant, trazemos os vinte piores filmes de super-heróis de todos os tempos – na opinião de nossos colegas críticos. Para esta média, foi usado como fonte o agregador Rotten Tomatoes e as notas que tais produções contêm no site. Não esqueça de comentar e dizer qual é o pior, ou os piores, em sua opinião.

20 | Lanterna Verde (2011)

A “fórmula Marvel” que deu tão certo para Homem de Ferro (2008) se mostra ineficaz nesta tentativa de iniciar o universo cinematográfico da DC. Aqui também temos um herói definido por seu intérprete (Tony Stark é Downey Jr. e aqui Hal Jordan é Ryan Reynolds), num filme repleto de piadinhas. A diferença é que Homem de Ferro quando queria falava sério, coisa que Lanterna Verde não faz bem. O filme marca 26% de aprovação.

19 | Motoqueiro Fantasma (2007)

Nicolas Cage bem que tentou ser o Superman, mas quando o filme de Tim Burton foi cancelado ainda na década de 1990, sobrou para o ator viver o personagem B da Marvel, pelo qual é apaixonado. Cage talvez estivesse velho para o papel, mas o ator é o menor dos problemas deste filme – que sofre do mesmo mal do item acima e de forma ainda pior. Motoqueiro Fantasma deveria ser algo tão intenso e sombrio, ao ponto de ser confundido com um filme de terror. Mas a opção foi por algo voltado aos adolescentes… . O filme marca 26% de aprovação.

18 | Esquadrão Suicida (2016)

O que falar deste filme que já não tenha sido dito? De um filme que mal conhecemos e já desconsideramos pacas. Numa das maiores fraudes da história recente do cinema, o trailer de Esquadrão Suicida era tão bom que além de nos enganar direitinho prometendo um dos melhores filmes do ano no gênero, merecia prêmios. O primeiro filme dentro do subgênero focado nos vilões ao invés dos heróis, ES tinha tudo para se tornar um clássico instantâneo, não fosse um filme tão descartável e esquecível. O filme marca 25% de aprovação.

17 | Blade: Trinity (2004)

O filme que colocou um ponto final (até o momento) na saga do caçador de vampiros mais cool do cinema, teve uma produção extremamente conturbada. Hoje, mostrando que tudo são águas passadas, o ator Wesley Snipes esboça vontade de retornar ao papel. E ele é bobo? – percebendo o toque de Midas da Marvel. Trinity tinha tudo para ser tão legal quanto os anteriores e se tornar uma das melhores trilogias de heróis do cinema – o primeiro e o segundo realmente são muito bons. O terceiro Blade simplesmente não tem gás, apresentando vilões nada memoráveis, coadjuvantes meio perdidos e um protagonista sem vontade. O filme marca 25% de aprovação.

16 | As Tartarugas Ninja (2014)

Sim, coleguinhas. Não teremos apenas Marvel e DC na lista. Para quem não sabe, As Tartarugas Ninja apareceram pela primeira vez nos quadrinhos em preto e branco de Peter Laird e Kevin Eastman, publicados pela Mirage Studios. Essa reimaginação produzida por Michael Bay carece de alma e graça. Fora isso, devido a extensas refilmagens, que entre outras coisas mudou a identidade do vilão Destruidor (já que os testes que mostravam o corte original do vilão como o empresário vivido por William Fichtner não colaram), o longa perdeu grande parte de seu sentido, beirando o incompreensível. A sequência de 2016 conseguiu melhorar um pouco. O filme marca 22% de aprovação.

15 | As Tartarugas Ninja III (1993)

Elas de novo! Antes de Michael Bay ajudar a criar os monstrengos feios, as Tartarugas Ninja haviam sido mais bonitinhas, interpretadas por atores em trajes de borracha, com cabeças animatrônicas. Em 1990, o primeiro filme dos heróis fez a alegria de crianças da minha geração. A sequência, obviamente, não demorou e atingiu os cinemas no ano seguinte. A demora de dois anos pela terceira parte e a opção por uma história de viagem no tempo que joga os heróis no Japão feudal de samurais – soando muito mais como um épico medieval do que um filme de heróis – terminou por matar a franquia nos anos 1990. Tudo o que queríamos ver eram os personagens dos desenhos e não uma história enfadonha. Este filme consegue ter uma aprovação menor que a do reboot e marca 21%.

14 | O Juiz (1995)

Os anos 1990 foram a última década tortuosa para os filmes de super-heróis antes da retomada e da chamada era de ouro – que foram os anos 2000. Não apenas isso, os anos 1990 talvez tenham sido a pior década para tais produções, juntando alguns dos maiores fracassos do subgênero, como veremos nesta lista. Depois de As Tartarugas Ninja III, seguimos com este O Juiz, adaptação descaracterizada dos quadrinhos britânicos de John Wagner e Carlos Ezquerra. Existe muita coisa errada aqui, mas algumas coisas legais – em especial os designs da cidade, prédios, veículos e figurinos (a direção de arte e fotografia são boas). Mas os elogios param por aí, já que o espírito de sátira política violenta dos quadrinhos não foi respeitado. Temos o alívio cômico de Rob Schneider totalmente dispensável, e um Stallone que se recusou a usar o capacete do personagem por muito tempo devido ao ego – o ator queria era mostrar seu rosto (nos quadrinhos o personagem nunca retira o elmo). Recentemente, o personagem foi redimido em Dredd (2012), com Karl Urban, muito mais fiel ao espírito original, e em breve ganhará uma série de TV. O filme marca 18% de aprovação.

13 | Spawn: O Soldado do Inferno (1997)

Mais um dos anos 1990. Spawn é criação de Todd McFarlane e assim como Dredd, terá uma nova versão em breve que promete ser a salvação da lavoura. Aqui, no entanto, iremos nos concentrar no filme de 1997, dirigido por Mark A. Z. Dippé, especialista em efeitos especiais de filmes como O Exterminador do Futuro 2 (1991) e Jurassic Park (1993). A história de origem do personagem foi fiel e bem retratada no filme, o problema, assim como Motoqueiro Fantasma, foi uma censura baixa num universo que pede por algo mais hardcore. Fora isso, os efeitos do filme envelheceram rápido e mal, e o longa sofre da síndrome do acúmulo de muitos personagens e subtramas. O lado positivo, John Leguizamo arrasa como o vilão demônio-palhaço. O filme soma apenas 18% de aprovação.

12 | Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança (2012)

Mais um filme do Motoqueiro Fantasma encontrando lugar na lista. Apenas o herói demoníaco e As Tartarugas Ninja tiveram dois longas figurando na lista. De certa forma, este segundo filme do personagem é injustiçado aqui, já que é superior ao original de 2007. O almejado teor mais sombrio e violento é tentado, dando um tom de maior realismo ao personagem. Por outro lado, se acertam no tom e no visual, erram completamente a mão no roteiro, com uma história enfadonha, repetitiva e sem criatividade. O primeiro ganha no quesito, e ainda possui o respaldo de ser uma história de origem. Poucos filmes que utilizam a fórmula “criança em perigo” conseguem se sair bem, vide o recente Logan. Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança soma 17% de aprovação da imprensa.

11 | A Liga Extraordinária (2003)

Este filme foi o responsável pela aposentadoria do grande Sean Connery, figurando como última produção cinematográfica em seu currículo até o momento. É dito que após os resultados de Os Vingadores (1998) – não, não é o filme da Marvel – e este, o veterano ator simplesmente não sabia mais o que estava fazendo em sua profissão. Esta é a adaptação dos quadrinhos de Alan Moore, que para variar foram totalmente descaracterizados. A Liga Extraordinária é tão amaldiçoado que além de ter encerrado a carreira de Connery, também pôs um fim na do diretor Stephen Norrington (Blade) e garantiu que nenhuma outra adaptação de Moore para os cinemas levasse o nome do autor. Por ironia, as que seguiram – V de Vingança (2006) e Watchmen (2009) – foram boas. O filme tem 17% de aprovação.

10 | The Spirit: O Filme (2008)

Um dos personagens de quadrinhos mais antigos da lista, The Spirt foi criado ainda na década de 1940 por Will Eisner. Cansado de ver suas ideias destruídas no cinema, o escritor Frank Miller decide ele mesmo arruinar a de um ídolo. Declarado fã de Eisner, Miller foi o diretor de The Spirit, obra pela qual tinha muito carinho. O quadrinista aprendeu a profissão ao codirigir sua própria obra Sin City para as telonas, em parceria com Robert Rodriguez – o acordo entre o cineasta e o criador era que dirigiriam a adaptação juntos. E Miller aprendeu bem, pois criou The Spirit nos mesmos moldes, soando como tirinhas vivas. Até a coloração em preto e branco foi repetida. Se pensarmos que temos dois Vingadores no longa: Scarlett Johansson e Samuel L. Jackson, ambos aqui no lado negro da força, a coisa se torna ainda mais estranha. The Spirit tem 14% de aprovação. É fraco, mas talvez melhor do que alguns itens acima.

09 | Aço (1997)

Voltamos para a inquietante década de 1990, para este que é uma das piores adaptações do subgênero. A começar que o filme não possui nada, ou quase nada, em comum com sua contraparte nos quadrinhos. O lançamento de Aço coincidiria com o de Superman Lives, filme que Tim Burton lançaria em 1998. Pouco é tentado, no entanto, para ligar os dois filmes. Aço ou Steel, conta a história de John Henry Irons, um sujeito que assumiu alcunha do Superman após sua morte nos quadrinhos. O não ator Shaquille O´Neal (jogador de basquete aproveitando sua popularidade na mídia) se mostra uma das piores escolhas de elenco para qualquer filme. Esse Homem de Ferro de quinta mostra que nesta época, pouco esforço era tentado pelos envolvidos para levar este tipo de produção a sério. Filmes do subgênero eram coisa de criança e eram levados assim pelos estúdios. Extremamente genérico, tudo falta à Aço. O longa tem 12% de aprovação.

08 | O Corvo: A Cidade dos Anjos (1996)

O primeiro O Corvo (1994), baseado nos quadrinhos de James O´Barr, se tornou um filme cult instantâneo, em grande parte devido a mística trágica que cercou a produção – com a morte do protagonista Brandon Lee durante as filmagens. O personagem principal, um músico que tem a esposa assassinada e também é morto por uma gangue brutal, numa cidade tipicamente Gotham City, volta do além, trazido por um corvo para se vingar. Não se compra publicidade assim, ou se deseja. Como apenas um sucesso nunca é o suficiente, esta “franquia” ganhou três continuações e uma série de TV. Aqui, concentraremos na continuação imediata, O Corvo: A Cidade dos Anjos. Obviamente sem Lee, ou o diretor Alex Proyas, esta continuação repete a história do original sem grandes novidades. Um acerto foi a escolha por não substituir Lee, contando a história de outro personagem trazido de volta à vida pelo corvo, para vingar o filho dessa vez. No elenco, o músico Iggy Pop. O filme marca 12% de aprovação.

07 | Superman IV: Em Busca da Paz (1987)

Falando do maior herói de todos e primeiro grande filme do subgênero na história do cinema, o primeiro Superman foi usado como exemplo no início desse texto. Bem, é seguro dizer também que conforme cada novo exemplar da franquia a qualidade foi decaindo. O que culminou neste quarto episódio pra lá de capenga, feito por uma empresa falida, a toque de caixa, com roteiro politicamente correto escrito pelo próprio astro Christopher Reeve. Superman 4 se tornou sinônimo de falta de qualidade e serviu para pôr um reticências nas aventuras do Homem de Aço nos cinemas por um bom tempo. Mais do que isso, quase interrompeu a produção de filmes do gênero, não fosse pelo resgate dois anos depois com Batman, de Tim Burton, seguindo por um caminho mais sombrio e real. O filme marca 12% de aprovação.

06 | Batman & Robin (1997)

Falando em Batman. Este quarto exemplar dos filmes do Homem Morcego pode até nem ser o pior filme do gênero, ou sequer dos anos 1990, mas sem dúvidas é um dos mais lembrados como tal. A carreira do Morcego nos cinemas é semelhante a do companheiro de editora Superman. Chegaram com um primeiro filme impactante, mudaram a percepção do gênero no consciente coletivo e ditaram tendência. Seguiram com continuações tão boas quanto, ou até melhores (segundo muitos), onde todos os riscos eram aumentados. Na terceira parte, ambos descambaram para o humor em seus filmes, voltando para uma atmosfera mais camp e tendo os protagonistas ofuscados por humoristas em alta (Superman com Richard Pryor, e Batman com Jim Carrey). E na quarta parte… bem, na quarta parte os resultados estão aqui e no item acima. O filme marca 10% de aprovação.

05 | Elektra (2005)

Antes de Elektra, heroínas do cinema de ação já haviam protagonizado filmes bem sucedidos, vide Ellen Ripley (Sigourney Weaver) na franquia Alien. Mas este spin off de Demolidor – O Homem Sem Medo (2003) não ajudou a causa. Hoje, visto como adaptação fraca de quadrinhos, Demolidor foi sucesso em seu lançamento, se tornando na época o filme mais rentável do mês de fevereiro nos EUA. O tom de certa forma foi acertado: sombrio e violento. Natural que Elektra ganhasse um derivado. O problema é que a personagem não se sustentou sozinha, numa trama mais fantástica do que o predecessor. Além disso, aqui ganhamos outra vez o exemplo de filme de criança em perigo, um risco que quase nunca dá certo. Os personagens foram redimidos em suas novas roupagens na série da Netflix. Elektra  soma 10% de aprovação.

04 | Quarteto Fantástico (2015)

Se você acha que as adaptações muito ruins de super-heróis são coisa do passado, pense de novo. Temos um exemplo muito recente com Quarteto Fantástico. Não dá para entender muito bem o que o estúdio pretendia, já que picotou até não querer mais o filme de Josh Trank, levando o diretor a se pronunciar sobre o ocorrido. Ao ser contratado, Josh Trank, que havia saído do sucesso de Poder Sem Limites (filme realista de super-heróis), parecia ser a escolha certa para a reanimada no primeiro supergrupo da Marvel. A ideia é até boa, misturar ficção científica a la David Cronenberg no subgênero. De fato, a primeira metade do filme é puro sci fi, e a parte mais interessante do longa. Mas logo depois algo sai dos trilhos, e o filme soa inacabado, apressado, como se partes estivessem faltando. Nesse remendo recebemos um fracasso que, ao que tudo consta, é culpa do estúdio e não do cineasta. O filme tem 9% de aprovação, e é um dos maiores fracassos do gênero na história do cinema.

03 | Mulher Gato (2004)

Daqui em diante na lista, todos os itens parecem ter nascido mortos. Ao contrário de Quarteto Fantástico, no qual se tinha certa expectativa. Um filme solo da Mulher Gato vinha sendo planejado desde que Michelle Pfeiffer deu vida à versão ainda definitiva da personagem. Tim Burton, diretor de Batman – O Retorno, planejava ao lado de sua musa Pfeiffer uma produção exclusiva para a personagem. Um grande embargo fez ambos desistirem e o projeto quase se concretizou com Ashley Judd assumindo o papel principal, o que seria uma boa escolha. Na verdade, a própria Halle Berry não é uma escolha ruim, já que a atriz é talentosa e tem um Oscar para provar isso. O problema é que parece muito acomodada em ser uma estrela, esquecendo de ser atriz – isso inclui a escolha de seus filmes. Mulher Gato é uma vergonha, quase um videoclipe e não oferece nada para a atriz trabalhar, a não ser uma bela pagação de mico. Se tivéssemos, digamos, um Tim Burton das antigas no comando, Berry se sairia bem. Nas palavras do imortal Roger Ebert: “Existem três coisas boas em Mulher Gato, o corpo de Halle Berry, o rosto de Halle Berry e o figurino de Halle Bery. Isso é de primeira. Todo o resto é lixo”. Mulher Gato marca 9% de aprovação.

02 | Capitão América (1990)

Calma, antes que desmaiem, este é o Capitão América antigo, de uma época em que vocês não corriam para os cinemas para ver o novo filme semestral da Marvel. De certa forma chega a ser injustiça este filme constar na lista, já que é uma produção bem obscura e desconhecida do grande público, ao contrário da maioria aqui. De fato, Capitão América (1990) nem foi lançado nos cinema dos EUA, tendo seu lançamento direto em vídeo. Somente em 2011, de forma limitada em poucos cinemas, foi exibida uma versão do diretor. No Imdb, consta o lançamento do filme nos cinemas brasileiros em julho de 1991, se alguém puder atestar o fato, favor se pronuncie nos comentários. Seja como for, a produção é bem deficiente para o gênero, o que inclui o uniforme do herói, pior que um cospobre, ainda mais se formos comparar com Batman, de Tim Burton, que havia sido lançado no ano anterior. O personagem já havia ganhado um filme, igualmente lançado para vídeo, em 1979 (que gerou uma sequência no mesmo ano). Parece que a cada lançamento da rival DC (Superman em 1978 e Batman em 1989), a Marvel tratava de lançar um erro do Capitão América no ano seguinte. O filme marca 8% de aprovação.

01 | Supergirl – O Filme (1984)

Falamos do primeiro lugar da lista recentemente na coluna “Por Onde Andam” – veja neste link. Esse também é um longa obscuro, que ganhou aura de produção cult logo após seu lançamento. Hoje, faz parte de uma mitologia, ao ponto de sua protagonista Helen Slater ser alçada ao posto de musa nerd e ser reconhecida ao ser escalada na nova série de sucesso da personagem, no papel de mãe da protagonista. Pegando claro sucesso na franquia Superman, que já havia lançado até seu terceiro filme, Supergirl planejava ser parte de um universo compartilhado da DC – para vocês verem, já naquela época. O fato é tão verdade que Christopher Reeve, intérprete do herói, faria uma aparição no longa. Algo o fez desistir, mas uma foto do personagem nas formas de Reeve arrumou espaço no filme. Supergirl é uma dessas produções que simplesmente não fazem sentido algum, e soam mais como uma viagem de alucinógeno do que com uma história com começo, meio e fim. A percepção de que os realizadores não tinham a mínima ideia do que estavam fazendo é clara. As cenas são desconexas do todo e novos poderes são dados à heroína, como o super desabrochar de flores. Supergirl marca 7% de aprovação, se tornando assim o pior filme de super-heróis de todos os tempos.

‘Star Wars’: Disney divulga pôster inédito em comemoração ao dia oficial da saga

Para quem não sabe, 04 de maio é comemorado o dia oficial da saga Star Wars‘ por conta de um trocadilho no idioma original.

Como os heróis dos filmes dizem a icônica frase ‘May the Force be with You‘, a data ‘May The Fourth‘ (04 de maio) ficou conhecida como o dia mundial de ‘Star Wars.

Pensando nisso, a Disney divulgou um pôster inédito trazendo os principais personagens da saga Skywalker para divulgar o lançamento dos nove filmes na Disney+.

Confira:

Lembrando que a saga completa também está disponível na Amazon Prime Video, incluindo o spin-off Rogue One.

Assista nossa crítica de ‘Star Wars: A Ascensão Sklywalker’:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Gal Gadot manda recado para mulheres que sofrem violência doméstica!

Em um novo vídeo da passagem de Gal Gadot pelo Brasil, a atriz de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ surge falando sobre a violência doméstica e manda um recado para as mulheres que se encontram nessa situação

Assista:

De acordo com o Comic Book, a sequência recebeu a classificação indicativa PG-13 (para maiores de 13 anos) por conta de “sequências de ação e violência.”

A informação foi divulgada originalmente pelo MPAA, o órgão que administra a classificação indicativa de filmes e séries nos EUA.

Na sequência, Max Lord lança um artefato que realiza desejos, mas terão um preço, uma espécie de efeito colateral. O desejo de Barbara Minerva em ser uma “Mulher-Maravilha”, a transformará inadvertidamente na Mulher Leopardo. Já a Princesa Diane, cujo desejo foi trazer seu amado Trevor de volta à vida, terá que encarar a perda de seus poderes. Ou parte deles.

Lembrando que a estreia do filme foi remarcada de 04 de junho para 13 de agosto por conta da pandemia do Coronavírus.

Início de ‘Capitão América: O Soldado Invernal’ seria completamente diferente, diz diretor

A abertura de ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘ mostra o primeiro encontro entre Sam Wilson (Anthony Mackie) e Steve Rogers (Chris Evans), além de acompanhar o herói durante uma missão da SHIELD.

No entanto, o filme iria começar mostrando o Capitão América durante uma batalha da 2ª Guerra Mundial, que teria uma importante ligação com a trama da sequência.

Durante uma entrevista para o Cinema Blend, o co-diretor Anthony Russo disse que a cena acabou cortada porque o filme já estava bem longo.

“Uma das versões do roteiro mostraria o Capitão como um soldado na década de 1940.”, disse ele. “Seria uma cena bastante significativa e teria ligação com o enredo do filme. Decidimos cortar essas cenas dois meses antes do início das gravações porque o filme já estava muito longo.”

Infelizmente, o cineasta não revelou qual seria a ligação das cenas com a narrativa, mas provavelmente seria alguma interação entre Steve Rogers e Bucky Barnes (Sebastian Stan).

Por falar em Bucky, o personagem chegou a ser considerado como substituo do Capitão América em ‘Vingadores: Ultimato’, mas o roteirista Cristopher Markus revelou que Sam se encaixava melhor com os ideias representados pelo Capitão.

Markus compartilhou a revelação em reposta a um fã no Twitter.

Confira:

“Sam foi considerado como substituto do Capitão desde o início ou vocês pensaram em Bucky primeiro?”, perguntou o fã.

Ao que ele respondeu:

“Bucky foi considerado, mas desistimos rapidamente. Capitão América representa o idealismo do que poderíamos ser se fôssemos [pessoas] melhores. Sam é assim. Bucky é algo completamente diferente.”

Lembrando que a trajetória de Bucky será explorada na série ‘Falcão e o Soldado Invernal’.

Confira a sinopse oficial:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Estrelada por Anthony Mackie e Sebastian Stan, a produção deve ser lançada ainda em 2020. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

‘I’ll Be Gone in the Dark’: Minissérie criminal da HBO ganha teaser oficial; Confira!

HBO divulgou o primeiro teaser oficial de ‘I’ll Be Gone in the Dark’, sua nova minissérie criminal.

Confira:

Dividido em seis episódios, o documentário é dirigido por Liz Garbus (‘What Happened, Miss Simone?’) e baseado no romance de não-ficção homônimo de Michelle McNamara.

Na trama, McNamara é uma jornalista determinada a encontrar o criminoso que apelidou de O Assassino do Golden State, que aterrorizou a Califórnia entre os anos 1970 e 1980, cometendo mais de 50 invasões e abusos sexuais e mais de 10 homicídios. Ele, então, desapareceu por três décadas, iludindo múltiplas forças policiais e alguns dos melhores detetives da área.

No dia 24 de abril de 2018, o xerife de Sacramento prendeu um ex-oficial chamado Joseph James DeAngelo em sua casa, identificando, através do DNA, evidências de que ele era o notório serial killer.

A produção estreia no dia 28 de junho.

Diretores de ‘Bad Boys para Sempre’ querem dirigir ‘Blade’ ou ‘Deadpool 3’

Há alguns meses, os diretores de ‘Bad Boys para Sempre’, Adil El Arbi e Bilall Fallah, confirmaram que a Marvel Studios entrou em contato com eles após o sucesso da sequência.

E, durante uma entrevista para o Discussing Film, a dupla foi questionada sobre qual adaptação eles gostariam de dirigir, ao que Arbi respondeu:

“Nós amamos o ‘Deadpool‘. Se pudéssemos trabalhar em algum filme de super-heróis, seria ‘Deadpool 3‘, definitivamente.”

No entanto, Fallah disse que a vindoura adaptação de ‘Blade‘ foi algo que chamou sua atenção.

“O ‘Blade‘ também é incrível, sabe? Eu adoraria trabalhar nesse filme… Essa pegada mais urbana sempre foi a nossa cara.”

Quando a dupla foi questionada se havia a possibilidade de fazer um filme da Marvel para maiores de 18 anos, Arbi foi evasivo na resposta, dizendo:

“Esses personagens combinam com tramas mais violentas, sem dúvida. Mas isso é uma grande responsabilidade. Não posso confirmar que toparíamos na hora, é algo que é precisa ser analisado com calma.”

Lembrando que a Marvel e a Disney já deixaram claro que não pretendem adaptar história voltadas para o público adulto nas telonas, então a ideia é pouco provável de acontecer.

Até lá, vale lembrar que os próximos lançamentos da Marvel são ‘Viúva Negra‘, ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, ‘Os Eternos’, e ‘Thor: Amor e Trovão’, ‘Gavião Arqueiro’, ‘Loki’, ‘Falcão e o Soldado Invernal’, ‘What If…’, e ‘WandaVison’.