Mais detalhes sobre o próximo ciclo não foram revelados.
Na animação, um novo inimigo surge na terra de Ooo e as garotas Fionna e Cake precisam recorrer a ninguém menos que o antigo Rei Gelado para garantir a paz. Nas novas aventuras, temos participações especiais de personagens já queridos como Marceline e Princesa Jujuba.
A produção foi criada por Adam Muto e conta com dez episódios.
A cantora e compositora Taylor Swiftacaba de lançar seu aguardado 12º álbum de estúdio, intitulado ‘The Life of a Showgirl’ – mas parece que os fãs e os ouvintes não tiveram uma reação unânime ao projeto.
O compilado de originais já está disponível em todas as plataformas de streaming e conta com 12 faixas inéditas. Nas redes sociais, alguns internautas rasgaram elogios para a produção, enquanto outros o criticaram negativamente.
Para promover o álbum, Swift também lançará uma produção cinematográfica intitulada ‘The Official Release Party of a Showgirl’. O longa-metragem terá 89 minutos de duração e trará a estreia do videoclipe da canção “The Fate of Ophelia”, chegando aos cinemas nacionais em 24 de outubro.
Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 14 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo quatro Álbuns do Ano por ‘Fearless’, ‘1989’, ‘Folklore’ e ‘Midnights’.
Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns ‘Fearless’, ‘Red’, ‘Speak Now’ e ‘1989’, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público, e o compilado de inéditas ‘The Tortured Poets Department’.
Depois de ter conquistado o Oscar de Melhor Ator por seu incrível trabalho em ‘Oppenheimer’, Cillian Murphy está com seu próximo projeto em mãos: ‘Steve’.
O drama da Netflix, centrado em um professor de um reformatório inglês, chegou hoje, 3 de outubro, ao catálogo da plataforma de streaming e acaba de ganhar mais um trailer oficial.
Confira:
O longa é dirigido por Tim Mielants e funciona como uma reimaginação do romance ‘Shy’, de Max Porter.
Ambientado em meados da década de 1990, Steve acompanha um dia crucial na vida do personagem titular e seus alunos em um reformatório, em meio a um mundo que os abandonou. Enquanto Steve luta para proteger a integridade da escola e o fechamento iminente, ele lida com sua própria saúde mental. Paralelamente às lutas de Steve, o adolescente problemático Shy (Jay Lycurgo) se vê dividido entre seu passado e o futuro, enquanto tenta conciliar sua fragilidade interior com seu impulso de autodestruição e violência.
‘Monstro: A História de Ed Gein‘, terceira temporada da popular série antológica baseada em crimes reais, já está disponível na Netflix.
O novo ciclo traz Charlie Hunnam no papel do temido Ed Gein, assassino em série infame que inspirou filmes como ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, ‘Psicose‘ e ‘O Silêncio dos Inocentes‘ – e chegou à plataforma de streaminghoje,3 de outubro.
Nos campos congelados da zona rural de Wisconsin, na década de 1950, um recluso simpático e gentil chamado Eddie Gein vivia tranquilamente em uma fazenda decadente – escondendo horrores tão macabros que redefiniriam o pesadelo americano. Motivado pelo isolamento, pela psicose e por uma obsessão avassaladora pela mãe, os crimes perversos de Gein deram origem a um novo tipo de monstro que assombraria Hollywood por décadas.
Laurie Metcalf dará sua à mãe do psicopata titular, enquanto Suzanna Son viverá sua única amiga e Tom Hollander interpretará Alfred Hitchcock, diretor de ‘Psicose‘.
Após ter sido traído e deixado para morrer, Parker, um ladrão profissional, percebe que sua busca por vingança também pode trazer a maior oportunidade de sua carreira.
Porém, até mesmo com a ajuda do seu parceiro, o artista trapaceiro Grofield, ele ainda precisará enganar um ditador da América do Sul, a máfia de Nova York e o mundo mais rico do mundo para se manter vivo.
Os críticos ficaram divididos: enquanto alguns consideraram o filme divertido e dinâmico, outros apontaram uma trama confusa e sem lógica.
“A mais recente comédia de ação de Shane Black prova que ele ainda é capaz de entregar uma comédia igualmente engraçada e repleta de ação, com todas as marcas registradas que nos fazem amá-lo como cineasta”, disse Nate Richard do Collider
“Jogo Sujo é uma aventura tão fora do comum que nunca tem chance de se tornar entediante, tão absurda que você não consegue levar nenhum elemento dela a sério, e tão divertida que consegue fazer com que um tempo de duração de 125 minutos pareça razoável, ainda que por pouco”, disse Jim Vorel do Paste Magazine.
“Uma comédia de ação retrô, movida por uma violência casual suficiente para arrancar mais sorrisos do que suspiros. Black, como diretor, transformou esse estilo de ação retrô exagerada em sua marca registrada, nem sempre com sucesso. Mas, neste caso, ele nos lembra por que é tão bom nisso”, afirmou Owen Gleiberman da Variety.
“Durante quase todo o tempo inflado de duas horas, Black mantém o pé no acelerador na esperança de que o público não perceba a trama confusa e quase sem lógica”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Embora este não seja exatamente o material clássico de Black, chega perto o suficiente para que eu não me importasse de vê-lo lançar um novo a cada dois anos na próxima década”, disse David Ehrlich do IndieWire.
“Jogo Sujo é uma grande decepção. Parece uma imitação barata de um filme de Shane Black, em vez de uma adição genuína e memorável à sua filmografia”, disse Manuel São Bento da FandomWire.
O compilado de originais já está disponível em todas as plataformas de streaming e conta com 12 faixas inéditas.
Para promover o álbum, Swift também lançará uma produção cinematográfica intitulada ‘The Official Release Party of a Showgirl’. O longa-metragem terá 89 minutos de duração e trará a estreia do videoclipe da canção “The Fate of Ophelia”, chegando aos cinemas nacionais em 24 de outubro.
O último álbum de Swift foi ‘The Tortured Poets Department’, que conquistou seis indicações ao Grammy 2025, incluindo Álbum do Ano.
Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 14 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo quatro Álbuns do Ano por ‘Fearless’, ‘1989’, ‘Folklore’ e ‘Midnights’.
Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns ‘Fearless’, ‘Red’, ‘Speak Now’ e ‘1989’, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.
O Rio de Janeiro se transforma novamente na capital do cinema com o início da 27ª edição do Festival do Rio, que terá a cobertura COMPLETA pelo CinePOP. De hoje até o dia 12 de outubro, a cidade será palco de uma verdadeira maratona cinematográfica, reunindo cerca de 300 filmes, entre ficções, documentários, curtas, filmes de terror e outras produções que prometem agradar aos mais variados públicos.
A programação é extensa e inclui tanto produções nacionais quanto internacionais, com títulos já premiados nos principais festivais do mundo. E este ano, a Première Brasil bate um recorde histórico: são 125 produções brasileiras – entre longas, curtas, pilotos de séries e filmes restaurados – refletindo o momento de destaque do cinema nacional, que brilhou no Oscar e em festivais ao redor do planeta.
A edição 2025 também traz novos prêmios na competição oficial, como o de Melhor Figurino, e marca o retorno do Prêmio do Público para Melhor Filme e Melhor Documentário. A mostra Novos Rumos também contará com a escolha do público para Melhor Filme.
A seleção internacional está espalhada por mostras como Panorama Mundial, Expectativa 2025, Première Latina, Midnight Movies e Itinerários Únicos. Um dos destaques deste ano é a Temporada França-Brasil, que traz a consagrada atrizJuliette Binoche, agora como diretora. Ela apresentará seu primeiro longa por trás das câmeras, In-I in Motion, exibido pela primeira vez no Brasil.
Outro destaque é a presença da cineasta portuguesa Teresa Villaverde, que vem ao Rio exclusivamente para a estreia mundial de Justa, protagonizado por Betty Faria. Já a argentinaDolores Fonzi traz Belén, o filme que representa a Argentina na corrida pelo Oscar 2025. Do lado chileno, estarão presentes o diretor Diego Céspedes e a atriz Paula Dinamarca, com O Misterioso Olhar do Flamingo.
Antes mesmo da Gala de Abertura, que acontece esta noite no tradicional Cine Odeon, no coração da Cinelândia, o público já pode conferir sessões em várias salas espalhadas pela cidade. A abertura oficial será com o filme Depois da Caçada (After the Hunt), de Luca Guadagnino, que chega ao Brasil após passar pelos festivais de Veneza e Nova York.
Os ingressos já estão à venda no site Ingresso.com e nas bilheterias dos cinemas participantes. A programação completa pode ser conferida no site oficial do Festival do Rio.
Aonde assistir aos filmes?
O Festival estará presente em 22 salas de cinema do circuito comercial, como os cinemas do Circuito NET (Gávea e Botafogo), Kinoplex São Luiz, CineSystem Belas Artes, CineSanta, Cine Carioca José Wilker e, claro, o clássico Odeon. Além disso, haverá exibições gratuitas em espaços como o Museu do Amanhã, Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF), Pavilhão do RioMarket e Teatro Glaucio Gil.
Uma das atrações mais queridas pelo público, o Cinema Circulação, está de volta com sessões gratuitas no Cine Carioca Penha, Cine Carioca Nova Brasília (Complexo do Alemão), Casas Casadas (Laranjeiras) e Cine Santa (Santa Teresa). Também está confirmada a exibição ao ar livre no Parque Susana Naspolini, em Realengo – uma ótima opção de lazer gratuito para famílias da zona oeste.
Festival e sustentabilidade: foco na COP30
Sintonizado com os grandes temas globais, o Festival deste ano destaca a COP30, conferência sobre o clima que será realizada no Brasil em 2025. A programação especial “Futuros Possíveis“, com curadoria e apoio da Ford Foundation, reúne filmes e debates voltados para o meio ambiente, justiça climática e sustentabilidade.
Esse tema atravessa diferentes mostras do festival, como a Première Brasil – Estado das Coisas, a mostra Expectativa e o Programa Geração, trazendo reflexões urgentes sobre o planeta que queremos construir.
Baseado em fatos históricos, MALÊS retrata a maior rebelião de pessoas escravizadas da história do Brasil, a Revolta dos Malês. A insurreição mobilizou a população negra pelas ruas de Salvador contra a escravidão em 1835.
Novos rumores sobre ‘Vingadores: Doomsday’ (Avengers: Doomsday), o filme que apresentará a épica guerra multiversal do MCU, apontam para a possível e significativa reintrodução de um dos atores mais queridos do elenco: Chris Evans como Steve Rogers/Capitão América.
Segundo o ComicBookMovie, rumores indicam que Evans está “definitivamente no Doomsday” e desempenhará um “papel importante na história”. Os mesmos boatos mencionam que, fora Evans, o “elenco anunciado são os principais atores”do filme.
Apesar da expectativa crescente dos fãs, o ator continua negando seu envolvimento no próximo grande evento do MCU, alegando estar “felizmente aposentado”.
“Quero dizer, é triste estar longe. É triste não estar de volta com a banda, mas tenho certeza de que eles estão fazendo algo incrível, e tenho certeza de que será muito mais difícil quando for lançado e você sentir que não foi convidado para a festa”, disse Evans em uma entrevista recente.
Acredita-se que o retorno de Steve Rogers o colocará como alvo do Doutor Destino. A motivação do vilão seria a incursão multiversal que Steve Rogers teria causado, que levou à morte da família de Destino.
Os rumores afirmam que a Marvel está mantendo diversos personagens em segredo para surpreender o público. Além disso, uma das “múltiplas participações especiais” seria a do Motoqueiro Fantasma.
Não está claro se será a versão de Nicolas Cage ou uma nova encarnação do Espírito de Vingança.
‘Faça Ela Voltar’ (Bring Her Back), novo terror da A24, estreou com 89% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e fez o maior sucesso nos cinemas.
O filme já tem data para chegar na loja do Prime Video pra compra e aluguel: dia 7 de Outubro.
De modo geral, os críticos elogiaram o longa, destacando sua capacidade de capturar com intensidade o medo de perder alguém, além de transmitir com autenticidade o verdadeiro significado do terror.
Na trama, um irmão e uma irmã descobrem um ritual aterrorizante na casa isolada de sua nova mãe adotiva.
“Os Philippou trabalham de uma forma que é impressionista, mas suficientemente refinada para se justificar. Eles não se preocupam em amarrar todos os fios soltos de sangue. O que buscam é uma sensação, uma experiência exuberante de choque maligno”, disse Owen Gleiberman da Variety.
“‘Faça Ela Voltar’ captura a escuridão e o medo de perder alguém, ao mesmo tempo em que se firma como um dos melhores filmes de terror do ano. É essa combinação, assim como em Fale Comigo, que coloca Danny e Michael Philippou entre os cineastas mais promissores e emocionantes do gênero”, disse Ross Bonaime do Collider.
“O terror baseado no luto dos irmãos Philippou é tão visceral e brutal quanto se poderia esperar após a estreia deles nos cinemas, mas sem qualquer traço de esperança. Em vez disso, ‘Faça Ela Voltar’ funciona a partir de uma sensação constante e palpável de pavor e angústia do início ao fim”, disse Meagan Navarro do Bloody Disgusting.
“Embora seus elementos possam parecer previsíveis e o ritmo seja particularmente lento, quando Faça Ela Voltar finalmente revela todo o seu horror, tanto o pessoal quanto o sobrenatural, é impossível desviar o olhar, por mais que se tente”, disse Hoai-Tran Bui do Inverse.
“Com atuações excepcionais de todo o elenco, uma direção brilhante dos irmãos Philippou, um roteiro arrepiante e um foco constante em aterrorizar o público, ‘Faça Ela Voltar’ é um filme que os fãs de terror definitivamente não vão querer perder”, disse Swara Salih do But Why Tho? A Geek Community.
“Hawkins adiciona uma nova camada ao seu já impressionante repertório com uma atuação que transita entre uma malevolência arrepiante e uma desesperação comovente”, disse Carlos Aguilar do IGN Movies.
“Uma experiência exaustiva. Mas não no sentido emocional, onde deveria impactar, já que, apesar do talento dos Philippou para a técnica, eles não conseguem conectar os pontos entre um filme de terror que aborda o luto e um filme de terror que realmente trata do luto”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire.
“Embora seja um filme de ritmo mais lento do que Fale Comigo e sua história seja um tanto genérica, o excelente desenvolvimento de personagens, as atuações e as cenas de terror fazem deste um filme de terror que você não vai conseguir esquecer”, disse Sean Boelman do FandomWire.
Quando Laura (Sally Hawkins) está assistindo as fitas do ritual, aparece um website que realmente existe.
“Há um site que aparece quando a Laura está assistindo as fitas, e é um site que você pode visitar na vida real. Há um pouco de Universo Compartilhado acontecendo e outras coisas. Não quero dar Spoiler, mas há um Universo Compartilhado acontecendo.”, ele afirmou.
“Nós temos dois roteiros diferentes para Fale Comigo 2, se passando em dois lugares diferentes. Focando em dois conjuntos diferentes de personagens, eu queria dar um tempo pra ver se eu saio com uma perspectiva nova. Está praticamente pronto para filmar”, ele afirmou.
A trama acompanha um motorista de ônibus que é obrigado a conduzir um ônibus cheio de crianças para um local seguro durante o incêndio Camp Fire de 2018, que se tornou o incêndio mais mortal da história da Califórnia ao queimar mais de 150 mil acres e causar 86 fatalidades.
O filme conquistou 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Adaptação da peça homônima de Perry, lançada pela Lionsgate, o filme original acompanha quatro casais — amigos próximos que se reencontram uma vez por ano para uma semana de férias. À primeira vista, o retiro visa ajudá-los a relaxar e se reconectar, mas rapidamente se torna um ponto crucial para examinar as rachaduras em seus relacionamentos.
Na sequência, os casais se reencontram em comemoração enquanto a filha de Marcus (White) e Angela (Smith) se prepara para se casar. Depois de um bom tempo separados, eles aprendem rapidamente que, por mais que as coisas mudem, eles permanecem os mesmos. Percebendo que seus filhos cresceram e se tornaram muito parecidos com eles, eles precisam refletir sobre os exemplos que deram e se perguntar a velha questão: por que se casaram… De novo?
Perry assume a cadeira de direção e fica responsável pelo roteiro.
Nesta quinta-feira (2), a Petrobras promoveu um debate sobre os últimos 30 anos do cinema brasileiro, que contaram com o patrocínio da petrolífera. Coincidentemente, é o mesmo período que marca o movimento chamado de “retomada” do cinema nacional, que encantou o mundo com obras como Carlota Joaquina, Princesa do Brazil (1995), O Quatrilho (1995), Cidade de Deus (2002), Carandiru: O Filme (2003), e mais recentemente Aquarius (2016) e Bacurau (2019).
Realizado na Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), o debate contou com as participações do ator Rodrigo Santoro, do produtor Flávio Tambellini, que está em cartaz nos cinemas com O Malês, da diretora da Vitrine Filmes, Silvia Cruz, que está distribuindo O Agente Secreto, e do gerente de patrocínios culturais da Petrobras, Milton Bittencourt. Ele foi mediado pela cineasta Marina Person.
Felipe Gaspar/ Petrobras
O grande destaque do debate foi o astro Rodrigo Santoro, que viu o pai, Francesco, ser homenageado pelos ex-companheiros da Petrobras. Dentre tantos temas, ele abordou uma questão bastante interessante: o que o atrai na hora de escolher os projetos que embarca nos cinemas.
“O critério não é um protocolo. Por exemplo, vou pegar ‘O Bicho de Sete Cabeças‘, que teve patrocínio da Petrobras. Eu começo minha história no cinema com um filme que debate uma temática extremamente relevante, que é a saúde mental. Inclusive, foi sancionada uma lei depois do filme, a Lei Antimanicomial, que abordava a situação dessas instituições, como elas estavam no país. Foi uma crítica social, uma denúncia. E essa foi minha entrada no cinema. E as temáticas sempre foram importantes para mim, vide ‘Carandiru‘, sobre o massacre nos presídios, ‘7 Prisioneiros‘, que aborda a escravidão, ‘O Tradutor‘, que fala de uma série de coisas fundamentais e urgentes. Enfim, isso sempre me guia, sempre me guiou e continuará me guiando. Em O Último Azul a gente debate, entre outros temas, o etarismo… As questões, as temáticas sempre foram muito importantes”, disse Rodrigo.
Ele também explicou que o caminho natural para se interessar por um filme é a variedade dos personagens, e como eles podem ajudá-lo a nível pessoal.
“Naturalmente, minha conexão mais direta é com o personagem. O que eu sempre procurei fazer foi buscar um caminho de diversidade dos personagens, em que eu pudesse me aproximar cada vez mais de realidades distantes da minha. Isso eu acho enriquecedor, que expande meu olhar, me amadurece, me humaniza, descontrói meus julgamentos e pré-conceitos em relação às coisas. Sempre busco coisas que eu não tenha feito ainda, porque, nesse processo, eu aprendo muito. E vou dando um update na versão do Rodrigo. E isso é muito importante, porque as ferramentas de trabalho do artista são o próprio corpo, as próprias emoções. E é um trabalho muito delicado, porque você mexe com a sua psique, ainda mais se você realmente mergulha fundo, vai distante. Você acaba visitando lugares em você mesmo que, se você não mexer você mesmo, elas vão ficar ali. Através do meu trabalho, de certa forma, eu trabalho as minhas próprias questões, e acho isso riquíssimo. Talvez a grande paixão que eu sinta pelo que faço venha justamente disso, porque eu quero buscar alguma coisa que esteja distante de mim. Para isso, preciso me humanizar para evitar caricaturas, e preciso me aproximar desse universo e suspender o tal do pré-conceito. Você ‘veste o sapato’ da pessoa, caminha por um mês e só aí você vai ter algum entendimento de quem é aquela pessoa. E isso eu aprendi muito cedo no trabalho, essa importância de relativizar visões. Vamos olhar de vários lugares e vamos tentar retratar como o personagem enxerga, senão você faz um gestual, uma voz que não combina… E eu não acredito em fórmula para arte. Então, se para você funciona segurar um bicho de pelúcia antes de entrar em cena para ter confiança, tá tudo bem. Se a entrega na arte está boa, é ótimo. Tem os atores de método, tem quem prefira fazer o trabalho num take só… E eu respeito todas as formas, porque não existe uma fórmula certa para arte. O importante é você ter acesso ao seu interior para poder externalizar as emoções e SEMPRE humanizar. Por isso que gosto de personagens diferentes, porque me expandem internamente. Isso me interessa muito”, explicou Santoro.
Felipe Gaspar/ Petrobras
Por fim, Rodrigo Santoro apontou algo que pode passar despercebido. Eles debatiam sobre as pessoas que enxergam o cinema como algo estritamente fútil, glamouroso. Porém, ele trouxe à mesa que a sétima arte é uma grande ferramenta para coisas maiores, como a educação.
“É importante enxergar o cinema como uma ferramenta. ‘O Malês’ teve sua exibição solicitada por universidades americanas, como Harvard. É o cinema como ferramenta educativa. Quando a gente vai ao cinema, a gente é exposto a realidades que podem ser muito diferentes das que a gente vive, como disse anteriormente. E o que isso faz? Exercita a empatia. Através de um filme, você consegue trabalhar um processo de compreensão de emoções humanas complexas. A gente reflete o fenômeno da vida, a gente se vê, a gente se analisa. E quando a gente enxerga essas realidades diferentes, o cinema te leva para esse lugar, e você começa a compreender, como expectador, questões complexas, como a injustiça social. Isso é de um poder incrível! O real valor dos patrocínios, como esse da Petrobras, dentro da cultura é que o cinema jamais vai acabar, mas seguirá se adaptando, se inovando. É por isso que a gente assiste filmes de culturas completamente diferentes, da Turquia, por exemplo, e se emociona. É muito importante apoiar essa experiência humana”, concluiu Santoro.
O canal Starz divulgou o trailer completo da 3ª (e última) temporada da série derivada ‘Power Book IV: Force‘.
Na trama, ao deixar Nova York após perder Ghost, LaKeisha e a única cidade que conheceu, Tommy Egan faz um rápido desvio para fechar uma antiga ferida que o assombra há décadas. O que deveria ser uma parada rápida se transforma em um labirinto de segredos de família e mentiras que Tommy pensava estarem enterrados há muito tempo.
O ciclo final estreará oficialmente no dia 7 de novembro.
Criada por Robert Munic, a produção dá continuidade aos spin-offs ‘Book II: Ghost‘ e ‘Book III: Raising Kanan‘, e precede o vindouro ‘Book V: Influence‘.
A trama segue Tommy enquanto ele “corta laços e coloca Nova York em seu espelho retrovisor para sempre”.
A ABC divulgou o trailer completo da 9ª temporada série ‘9-1-1‘.
O próximo ciclo promete novas histórias extraordinárias, incluindo um homem sendo engolido por uma baleia, uma catástrofe meteórica e até mesmo uma inesperada aventura espacial.
A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.
A Sony Pictures divulgou um novo trailer com cenas inéditas de ‘Depois da Caçada‘ (After the Hunt), próximo filme do diretor Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo seu Nome’).
O longa chegará às telonas do Rio de Janeiro e de São Paulo no dia 9 de janeiro, antes de expandir para outras regiões uma semana depois, no dia 16 de outubro.
O longa-metragem, estrelado por Julia Roberts (‘O Mundo Depois de Nós’), Andrew Garfield (‘Todo Tempo que Temos’) e Ayo Edebiri (‘O Urso’), explora as consequências e o caos em uma faculdade quando uma aluna acusa uma professora de agressão sexual.
O próximo episódio será lançado oficialmente no dia 7 de outubro.
Inspirada em uma paródia do ESPN+ com o quarterback Eli Manning, a trama segue Chad Powers, que, após acabar com sua carreira esportiva na primeira divisão por causa de mau comportamento, se disfarça e entra para um time de futebol em dificuldades em busca de uma segunda chance.
Além de estrelar e produzir, Powell também assina o roteiro ao lado de Michael Waldron (‘Loki’).
Através do seu Instagram, o mestre Greg Nicotero dos efeitos práticos compartilhou o vídeo de uma cena deletada de ‘The Walking Dead: Daryl Dixon‘.
A cena em questão, cortada da edição final, fazia parte do quarto episódio da 3ª temporada e traria uma homenagem sangrenta ao clássico ‘Uma Noite Alucinante 3‘, terceiro filme da saga original de ‘A Morte do Demônio‘.
“No universo de ‘The Walking Dead’, nós sempre tentamos adicionar alguma referência aos fãs de zumbis. Infelizmente, essa cena não entrou para o corte final. Se você reparar bem, este zumbi é muito parecido com o capitão deadite de ‘Uma Noite Alucinante 3’,” declarou Nicotero.
Estrelada por Norman Reedus e Melissa McBride, a terceira temporada já está em exibição e o próximo episódio, intitulado Limbo, irá ao ar no dia 5 de outubro.
Lembrando que a série já foi renovada para a 4ª e última temporada.
Na trama, Daryl (Reedus) acorda na França pós-apocalíptica e se encontra em uma busca para entender como chegou lá e como voltar para casa. Enquanto isso, ele se depara com novos desafios, inimigos e aliados, e se vê envolvido em uma missão que pode salvar a humanidade.
O elenco ainda conta com Clémence Poésy, Adam Nagaitis, Anne Charrier, Eriq Ebanouey, Laika Blanc Francard, Louis Puech Scigliuzzi e Romain Levi.
Em entrevista ao Entertainment Tonight, Laurie Metcalf (‘The Conners’) foi questionada sobre um possível retorno na aguardada sequência ‘Pânico 7‘.
A atriz interpretou a Nancy Loomis no segundo filme da saga, uma das assassinas da sequência e mãe do Billy Loomis.
“Eu retornaria, se eles me pedissem,” declarou a artista.
Vale lembrar que o próximo capítulo promete “ressuscitar” alguns assassinos do passado, incluindo Matthew Lillard e Scott Foley. Segundo rumores, o novo vilão fará uso de IA para atormentar a Sidney Prescott com os Ghostfaces do seu passado.
‘Pânico 7‘ está programado para estrear no dia 26 de fevereiro de 2026.
Sidney Prescott deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.
Kevin Williamson assume a cadeira de direção, enquanto Guy Busick assina o roteiro.
A atrizJune Squibb, com mais de 40 anos de carreira e conhecida por filmes como ‘Thelma’ e ‘Palmer’, comentou recentemente sobre o crescimento do uso da inteligência artificial, especialmente após o anúncio da criação da primeira atriz por IA e do primeiro longa dirigido por IA.
Segundo o Deadline, Squibb compartilhou uma anedota pessoal para ilustrar a limitação atual da tecnologia em capturar a nuance humana: “Recentemente, alguém me disse que estava tentando usar minha voz com uma ferramenta de IA, mas disseram: ‘Não pudemos usar… ficou tão sem graça'”.
A atriz reconheceu que a tecnologia gera apreensão na comunidade artística, mas destacou a necessidade de encarar a nova realidade da indústria: “É assustador, e sei que muitos atores e atrizes compartilham dessa preocupação. Mas também é algo novo, e não podemos simplesmente ignorar essa realidade. Isso vai acontecer, então acredito que precisamos aprender a lidar com isso”.
Apesar da inevitabilidade do avanço da IA, Squibb encerrou seu comentário com uma nota de otimismo sobre o valor insubstituível da performance humana: “Mas as pessoas percebem que ‘não é um ser humano'”.