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Billy Magnussen enfrenta consequências BRUTAIS no trailer do drama criminal ‘Violent Ends’

IFC Films divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Violent Ends’, drama criminal estrelado por Billy Magnussen (‘Lilo & Stitch’, ‘Made For Love’).

O longa chega aos cinemas norte-americanos em 31 de outubro, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

O filme é dirigido por John-Michael Powell.

Ambientado nas Montanhas Ozark, ‘Violent Ends’ acompanha Lucas Frost (Magnussen), um homem honesto criado em uma família criminosa cujo único legado é a violência. Enquanto Lucas tenta construir uma vida pacífica com sua noiva, Emma (Alexandra Shipp), ele é repentinamente puxado de volta para os negócios da família quando seu primo, Eli, comete um assalto à mão armada com consequências brutais.

James Badge DaleNick StahlKate BurtonRay McKinnonJared BankensDavid Ury e outros completam o elenco.

Yelena Belova terá papel de DESTAQUE em ‘Vingadores: Doomsday’ e ‘Guerras Secretas’

‘Vingadores: Doomsday’ é um dos filmes mais aguardados da próxima leva de lançamentos da Marvel Studios – e irá reunir personagens que ganharam notável popularidade nos últimos anos, além de trazer de volta nomes bastante conhecidos do Universo Cinemático Marvel.

E, segundo novos rumores, um dos principais nomes de ambos os projetos é o de Yelena Belova (Florence Pugh). A personagem, que fez sua estreia oficial em ‘Viúva Negra’ e retornou para produções como ‘Gavião Arqueiro’‘Thunderbolts*’ – além de participar brevemente da trama de Marvel Zumbis’ -, lidera o grupo conhecido como Os Novos Vingadores e deve ser um dos pontos-chave dos filmes.

Segundo o famoso perfil insider @MyTimeToShineH, Yelena “terá um grande papel tanto nos novos filmes dos Vingadores e algumas cenas em ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’, acompanhando os recentes rumores de que ela apareceria no próximo capítulo da saga estrelada por Tom Holland.

Sinopse de ‘Vingadores: Doomsday’ revela plano MALIGNO do Doutor Destino; Confira!

Novo RUMOR revela como a Feiticeira Escarlate retornará em ‘Vingadores: Doomsday’

Lembrando que ‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto a sequência ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

‘The Chosen Adventures’: Série BÍBLICA animada do criador de ‘The Chosen’ ganha trailer e data de estreia

Prime Video divulgou o trailer oficial de The Chosen Adventures’, nova série animada bíblica centrada na vida e no legado de Jesus de Nazaré.

A produção tem estreia agendada para o dia 17 de outubro na plataforma de streaming, e contará com 14 episódios de 11 minutos cada.

Confira:

Dallas Jenkins, criador do popular drama The Chosen, entra como produtor executivo.

Escrita por Ryan Swanson, a trama acompanha Abby, de nove anos, e seu melhor amigo Joshua, enquanto navegam pela vida na antiga cidade de Cafarnaum. Quando as crianças encontram um sábio artesão e professor, Jesus de Nazaré, ele as ajuda a mudar sua maneira de ver o mundo, e elas ajudam a espalhar sua influência por toda parte entre as crianças. E já mencionamos que ela tem uma ovelha falante?

O elenco de voz traz Romy Fay como Abby, Jude Zarzaur como Joshua, Paul Walter Hauser como a Ovelha, Yvonne Orji como o Pombo, Danny Nucci como Abba, Zehra Fazal como Eema e Jonathan Roumie como Jesus.

O restante do elenco inclui Jordin SparksParas PatelElizabeth TabishNoah JamesJoey VahediGeorge H. XanthisYasmine Al-BustamiBrandon PotterBanks PierceJulian Grant.

Swanson entra como roteirista, produtor executivo e showrunner.

Leighton Meester, Seth Rogen e MAIS nas novas imagens da 2ª temporada de ‘Ninguém Quer’; Confira!

A Netflix divulgou novas imagens promocionais da 2ª temporada de ‘Ninguém Quer‘ (Nobody Wants This), apresentando os novos personagens da narrativa – que incluem Leighton Meester (‘Gossip Girl’), Seth Rogen (‘O Estúdio’) e mais.

Estrelado por Kristen Bell (‘The Good Place’) e Adam Brody (‘Casamento Sangrento’), o próximo ciclo estreará no serviço de streaming no dia 23 de outubro.

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A série foi criada por Erin Foster.

Joanne (Bell), uma apresentadora de podcast agnóstica, e Noah (Brody), um rabino nada convencional que acabou de terminar um relacionamento, se conhecem em uma festa. Eles vão embora juntos e, apesar das diferenças, percebem que podem se dar muito bem. Mas também muito mal, porque cada um tem um jeito de encarar a vida. Além disso, o amor hoje em dia é muito difícil, e as famílias dos dois, incluindo a irmã dela, Morgan (Justine Lupe), e o irmão dele, Sasha (Timothy Simons), não colaboram.

Jackie TohnMichael HitchcockPaul Ben-VictorSherry ColaShiloh BearmanStephanie FaracyEmily ArlookTovah Faldshuh completam o elenco.

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‘Outlander: Blood of My Blood’: ÚLTIMO episódio da 1ª temporada ganha prévia; Confira!

Foi divulgada a prévia oficial do 10º e último episódio da 1ª temporada de Outlander: Blood of My Blood’, série pré-sequência do popular drama de época Outlander.

Intitulado “Something Borrowed”, o capítulo de encerramento vai ao ar no dia 10 de outubro.

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A produção foca em duas histórias de amor paralelas ambientadas em dois períodos de tempo diferentes, com os pais de Jamie nas Highlands escocesas do início do século XVIII e os pais de Claire na Inglaterra da Primeira Guerra Mundial.

Sara VickersBrian McCardieJhon LumsdenPeter Mullan são os protagonistas.

Vickers dá vida a Brian Fraser – avó de Jamie Fraser -, uma governanta da casa Lovat. McCardie será Isaac Grant, líder do Clã Grant; Lumsden, por sua vez, é seu filho, Malcolm, um pretendente em potencial para Ellen MacKenzie. Por fim, Mullan dá vida a Red Jacob MacKenzie, pai de Ellen, Dougal, Colum, Janet e Jocasta.

O restante do elenco conta com Rory Alexander (‘Pistol’), Sam Retford (‘Coronation Street’), Seamus McLean Ross (‘Payback’), Conor MacNeill (‘O Turista’), Harriet Slater (‘Indiana Jones e A Relíquia do Destino’), Jamie Roy (‘Flowers and Honey’), Hermione Corfield (‘Os Renegados’) e Jeremy Irvine (‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!’).

A trama explora a vida dos pais de Jamie, Ellen MacKenzie (Slater) e Brian Fraser (Roy), assim como a história de origem dos pais de Claire, Julia Moriston (Corfield) e Henry Beauchamp (Irvine).

Crítica 2 | ‘Marvel Zumbis’ é uma grata surpresa da Marvel Animation

Nos últimos anos, o anseio do público em declarar o Universo Cinematográfico Marvel morto só não é maior do que aquele por declarar seu renascimento. A cada novo lançamento, os comentários são extremos, para o bem ou para o mal, sempre afirmando que “a Marvel morreu!” ou que “a Marvel voltou!”. Parece que não existe meio-termo após o lançamento de Vingadores: Ultimato (2019). Tudo precisa ser o “melhor do mundo”, senão é uma produção que não vale seu tempo.

Mas a verdade é que esses últimos seis anos permitiram que o estúdio testasse novos formatos e fugisse um pouco da tão criticada “Fórmula Marvel”. Então, era óbvio que, ao tentar uma nova empreitada, haveria altos e baixos. No entanto, é curioso reparar como as produções que seguiram à risca o passo a passo da tal “fórmula” foram justamente as que fizeram sucesso dentre público e crítica. Enfim, nesse mar de lançamentos dos últimos anos, houve uma porção de produções absolutamente medianas, que divertem, mas não ficam marcadas na memória, como no caso de What If…?, a primeira série animada do MCU.

Lançada em 2021, ela trouxe versões alternativas de heróis e vilões do MCU fazendo suas missões em diferentes realidades. Porém, em vez de focar em histórias ousadas e sem conexões entre si, a série trilhou caminho para a construção dos Vingadores Multiversais, o que não foi muito bem aceito por grande parte do público. Ainda assim houve bons momentos, como o episódio inspirado nos quadrinhos Zumbis Marvel, que mostram uma linha do tempo na qual um vírus zumbi infectou os principais nomes da Marvel, criando um verdadeiro pandemônio.

O sucesso desse episódio foi tão grande que confirmou uma série derivada focada exclusivamente nele, e agora Marvel Zumbis chegou ao Disney+ como uma gratíssima surpresa da Marvel Animation. A trama segue os eventos do episódio de What If…? e acompanha a vida de três sobreviventes da infestação: Kamala Khan, Kate Bishop e Riri Williams. Elas vivem sob a proteção da Mansão Bishop, onde há comida, energia e água, até o dia em que elas interceptam um Quinjet e descobrem que existe um dispositivo capaz de pedir ajuda de fora do planeta para curar a população infectada da Terra. Por isso, elas largam “a paz” daquela vida controlada, embarcando em uma viagem rumo a uma base de lançamento que permita que elas concluam a missão de outros Vingadores, que pereceram pelo caminho.

O grande mérito da série está justamente em seus personagens e em como eles são trabalhados neste contexto apocalíptico. Como a série é ambientada numa época próxima aos eventos de Ultimato, é possível ver que toda a estética é inspirada no filme, trazendo também eventos que foram importantes nas telonas, como a chegada de Thanos a Wakanda, trazendo novas óticas sob os dilemas pessoais do Thor e outros heróis. Só que o mais legal é realmente o aproveitamento dos personagens personagens que foram introduzidos no universo Marvel dos cinemas, após a conclusão da Saga do Infinito, como o trio principal, Shang-Chi, os Thunderbolts, o Cavaleiro da Lua e o Namor.

Fica aquela sensação de que a própria Marvel percebeu que o público perdeu a paciência para a nova formação esperada dos Vingadores, e decidiu dar um descanso a eles, focando um pouco mais naqueles heróis que vieram apenas para “compor elenco”, mas demonstraram um potencial maior de cativar a galera do que os verdadeiros protagonistas. E isso é muito interessante, porque permite interações até então inéditas no MCU, deixando aquele gostinho de “quero ver mais disso”. E como há filmes-eventos programados para os próximos anos, é bem possível que o público veja mais dessas interações em breve nas telonas.

Talvez a maior adição ao time de heróis seja justamente o Shang-Chi. Seu filme solo foi uma aventura divertidíssima, tendo até uma sequência planejada para sair nos últimos anos, mas que foi engavetada devido à estafa de produções e ao baixo desempenho nas bilheterias mundiais numa época de pandemia. Então, quem gostou -ou ao menos assistiu – do longa ficou meio órfão do personagem, que aparece na trama desta animação momentos antes dos eventos de seu filme acontecerem. E por serem tramas ambientadas na mesma cidade, existe uma conexão muito legal desse personagem com a franquia do Homem-Formiga, rendendo momentos de criatividade pura para retratar o início de um apocalipse zumbi.

Há também uma forte presença do núcleo do Kamar-Taj, que foi brevemente apresentado em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022), mas acabou sendo deixado de lado diante das controvérsias do filme, assim como aparecem personagens de Eternos (2021), que sofreu com críticas parecidas. É como se esses quatro episódios servissem brevemente como um lembrete de que essas produções da Fase Cinco são canônicas, apesar de grande parte do público simplesmente ignorá-las. Mas também parece que a Marvel usa essa animação para fazer um mea culpa, porque todos esses personagens estão muito mais legais na série do que em suas produções solo. Fica a sensação de eles entenderam onde ‘erraram’.

Entretanto, quem rouba a cena mesmo é um personagem introduzido justamente na série: o Blade. Num mundo ideal, o público já teria visto Mahershala Ali encarnando o caçador de vampiros há muito tempo, mas os atrasos e divergências criativas já atrasaram tanto esse filme que muita gente sequer tem fé de que esse projeto sairá um dia. O que é uma pena, porque a série dá um vislumbre do que os fãs podem esperar dele. Na trama, ele foi escolhido por Konshu para ser seu avatar na Terra. Sendo o novo Cavaleiro da Lua, Blade herda os poderes da divindade egípcia, enquanto mantém sua personalidade e habilidades próprias.

Não tem como. O personagem ostenta uma presença absurda, tendo um porte de protagonista interessantíssimo, mesmo sendo um coadjuvante de luxo na produção. Cada momento seu em cena faz o público se lamentar por esse filme não ter saído até hoje, porque ele é a definição perfeita de “aura”. Mais do que isso, sua presença e sucesso fazem você se questionar por que diabos a Marvel ainda não apostou com tudo nesse núcleo sobrenatural. É tão interessante… Não é possível que vão deixar passar, principalmente num momento em que Hollywood tem apostado novamente em filmes sobre vampiros e lobisomens.

Por outro lado, a série segue com alguns velhos problemas da Marvel Animation, a começar pelo estilo de animação. Tudo bem que esse 3D esquisito já é marca registrada da franquia What If…?, mas está longe de ser algo instigante ou criativo. Mesmo com personagens nesse estilo de 3D, é possível brincar com outros estilos e ousar um pouco mais, nem que seja na composição de cenários, sabe? É muito pouco para um estúdio multibilionário.

Outro ponto é a necessidade narrativa de querer formar Novos Vingadores a todo momento, enquanto não se desapegam do time anterior. Nessa série, eles fazem questão de mostrar todos os heróis antigos sendo “superados” pelos seus substitutos, sendo que fica forçado em certos momentos. Um caso legal é mostrar que o corpo do Stark foi transformado numa máquina de proteção, é diferente e faz sentido. Outro caso completamente diferente é mostrar – de novo – o vício do Guardião Vermelho em querer ser melhor do que o Capitão América. Já fizeram essa piada 15 vezes no MCU. É repetitivo. Dá para fazer mais do que isso. Tanto que os melhores momentos da série são justamente quando eles desapegam desse núcleo dos Vingadores originais e deixam a galera nova brilhar.

Dentre alto e baixos, Marvel Zumbis é uma produção que não se propõe a ser a melhor do mundo, mas que também não chega a ser medíocre. É uma grata surpresa por trabalhar bem seus novos personagens e criar um mundo que te prende, mesmo com os vícios da casa de querer emplacar novos Vingadores a todo momento. Não é a morte e nem o renascimento da Marvel, é apenas uma série muito boa que termina com um gancho sensacional para uma segunda temporada.

Marvel Zumbis está disponível no Disney+.

Terceiro dia do CINEBH 2025: Terror, emoção, Rita Lee e conexões que fascinam o público!

O terceiro dia do CINEBH foi pura emoção e encantou os corações dos cinéfilos sortudos que puderam viver de perto uma programação incrível e diversa! Logo cedo, os seminários internacionais com foco no recorte sul-americano já deram o tom da potência do evento. No almoço, a criançada se divertiu com curtas cheios de magia, e, à noite, exibições marcantes tomaram conta dos espaços, estendendo a energia do cinema até altas horas. Não restam dúvidas: os olhos de todos os amantes da sétima arte do Brasil estão voltados para Belo Horizonte!

Um dos locais de exibições é o Cine Humberto Mauro - Foto: Leo Lara/Universo Produção
Um dos locais de exibições é o Cine Humberto Mauro – Foto: Leo Lara/Universo Produção

Entre os longas-metragens exibidos nesse dia, destacamos: o aclamado documentário Ritas; o imersivo Meu Pai e Eu (já exibido este ano na Mostra de Ouro Preto) e um filme de terror peruano, cheio de questões contemporâneas e que explora a linguagem de forma descompromissada. Sobre esses dois últimos, detalharemos um pouco mais abaixo:

DEBATE | BRASIL CINEMUNDI | Tema: CONECTAR PARA CRIAR: REDES QUE TRANSFORMAM O AUDIOVISUAL LATINO-AMERICANO - Foto: Leo Fontes/Universo Produção
DEBATE | BRASIL CINEMUNDI | Tema: CONECTAR PARA CRIAR: REDES QUE TRANSFORMAM O AUDIOVISUAL LATINO-AMERICANO – Foto: Leo Fontes/Universo Produção

Após uma longa jornada que remexe, de forma dolorosa, com o passado — desde a concepção do filme até sua estreia brasileira na CineOP, integrando a Mostra Competitiva da 20ª edição — Meu Pai e Eu acompanha a trajetória de um homem que decide, com impressionante coragem, embarcar de peito aberto em busca do perdoar ou, ao menos, de uma melhor compreensão de um alguém próximo que se tornou indecifrável. Ao tentar decifrar esse mosaico emocional embaralhado pelo tempo, o filme nos conduz por intensos contrastes de sentimentos, que ressoam profundamente ao longo dos seus 73 minutos. Veja nossa crítica do filme aqui.

Do experimental à ficção mais estruturada, com o híbrido pulsando nas infinitas possibilidades de manipulação inventivas dos elementos da linguagem cinematográfica, o drama – e também terror – peruano Punku aposta na sua chamativa estética destemida e em caminhos tumultuados para prender a atenção e revelar verdades da sociedade peruana. Escrito e dirigido por Juan Daniel Fernández Molero, o longa-metragem selecionado para a Mostra Território do CineBH 2025, deixou a plateia tensa ao longo de 136 minutos de projeção. Veja nossa crítica do filme aqui.

A CineBH vai até o dia 28 de setembro com essa programação que chama a atenção e promete mais emoções! O Cinepop faz a cobertura completa do evento, aqui no site e nas redes sociais.

Crítica | ‘Punku’ – Filme de terror peruano revela verdades da sociedade [CineBH 2025]

Do experimental à ficção mais estruturada, com o híbrido pulsando nas infinitas possibilidades de manipulação inventivas dos elementos da linguagem cinematográfica, o drama – e também terror – peruano Punku aposta na sua chamativa estética destemida e em caminhos tumultuados para prender a atenção e revelar verdades da sociedade peruana. Escrito e dirigido por Juan Daniel Fernández Molero, o longa-metragem foi selecionado para a Mostra Território do CineBH 2025.

Um jovem desaparecido há dois anos é encontrado desacordado pela indígena machiguenga Meshia, numa região remota do Peru. Gravemente ferido em um dos olhos, ele precisa ser levado com urgência para a cidade de Quillabamba, onde poderá receber maiores cuidados. Chegando nessa nova cidade, o destino desse dois se entrelaça: entre pesadelos incompreendidos e verdades latentes, eles encontram todo tipo de dor, frustração e violência.

Se você curte filmes que seguem uma receita de bolo, com tramas simplistas, poucas camadas, ou aquele ‘mais do mesmo’ sonolento, talvez passe batido por essa obra. Aqui há possessão, um curioso olhar para o misticismo, crítica ao patriarcado, liberdade de experimentação (quando pensamos em linguagem), além do choque do antes e depois marcado pela chegada da tecnologia à formação indígena contemporânea. Um verdadeiro pot-pourri de ações e elementos que se conectam para um recorte amplo – ainda que desordenado.

Duelando com os padrões convencionais, o filme aposta na fuga da lineariedade e de qualquer facilidade para driblar a mesmice, colocando todo seu foco na tensão como um elemento fundamental de sua construção. Seja pela forma criativa com que capta olhares, seja pelo conteúdo de sua trama, muitas vezes enigmática e com pontas soltas em elos que se perdem, esse curioso projeto prende a atenção de algumas maneiras.

Exibido no Festival de Berlim deste ano e apresentado pela primeira vez no Brasil, em Belo Horizonte, durante o CineBH, este filme peruano não é daqueles terrores de fecharmos os olhos. Deixando escanteada qualquer lapso de consistência narrativa, seu maior impacto surge das representações de verdades nuas e cruas, que coloca na mesa os deslizes da nossa capacidade de evoluir diante de valores e crenças que afetam a essência humana.

Com “Jealous Type” e “Gorgeous” como singles, Doja Cat lança seu quinto álbum de estúdio

A aclamada cantora, compositora e rapper Doja Cat lançou hoje (26) o compilado de inéditas Vie, que funciona como seu quinto álbum de estúdio.

O compilado conta com 15 faixas, incluindo os singles “Jealous Type”“Gorgeous”.

Relembre a tracklist:

1. “Cards”
2. “Jealous Type”
3. “Aaahh Men!”
4. “Couples Therapy”
5. “Gorgeous”
6. “Stranger”
7. “All Mine”
8. “Take Me Dancing”
9. “Lipstain”
10. “Silly! Fun!”
11. “Acts of Service”
12. “Make It Up”
13. “Happy”
14. “One More Time”
15. “Come Back”

O compilado de originais trará Jack Antonoff e Y2K como produtores.

O álbum marca o primeiro da artista desde Scarlet, lançado em 2023.

Doja Cat começou a fazer sucesso estrondoso com o single “Say So”, do álbum Hot Pink, ascendendo a um sólido estrelato que lhe garantiu uma legião de fãs ao redor do mundo. Seus outros hits incluem “Need to Know”“Woman”“Vegas” e a vencedora do Grammy “Kiss Me More”, colaboração ao lado de SZA.

Mariah Carey está de volta com o álbum ‘Here For It All’!

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A icônica cantora e compositora Mariah Carey lançou hoje (26) seu aguardado novo álbum de estúdio, intitulado Here For It All.

O compilado de originais conta com os singles “Type Dangerous”“Sugar Sweet” e já está disponível nas plataformas de streaming.

Relembre a tracklist:

1. Mi
2. Play This Song, feat. Anderson .Paak
3. Type Dangerous
4. Sugar Sweet, feat. Shenseea e Kehlani
5. In Your Feelings
6. Nothing Is Impossible
7. Confetti and Champagne
8. I Won’t Allow It
9. My Love
10. Jesus I Do, feat. The Clark Sisters
11. Here for It All

Dona de sucessos absolutos como “We Belong Together”“Obsessed”“Touch My Body”, Mariah Carey é uma das artistas mais conhecidas e bem-sucedidas de todos os tempos, além de ser conhecida por seus potentes vocais e por seu icônico falsete.

Com mais de 220 milhões de unidades vendidas ao longo de sua carreira, Carey já levou para casa cinco estatuetas do Grammy e possui um amplo legado que influenciou inúmeros artistas, incluindo a popstar Ariana Grande. Ela também é conhecida como a Rainha do Natal através da clássica “All I Want for Christmas Is You”, um dos singles mais vendidos de todos os tempos.

O último álbum de Carey foi o aclamado ‘Caution’, lançado em 2018.

Assista aos créditos de abertura da 3ª e ÚLTIMA temporada de ‘Alice in Borderland’

Depois de muita espera, a 3ª temporada da popular série ‘Alice in Borderland‘ finalmente chegou ao catálogo da Netflix.

Agora, a plataforma de streaming divulgou os créditos de abertura do ciclo de encerramento para promovê-lo aos assinantes.

Confira:

Na trama, acompanhamos Ryohei Arisu, um jovem desempregado e vidrado em videogames, que se vê transportado para uma versão alternativa de Tóquio, onde ele e seus amigos são forçados a participar de jogos mortais para sobreviver.

A série é baseada no mangá homônimo criado por Haro Aso.

Kento Yamazaki e Tao Tsuchiya estrelam a produção.

Depois do trailer, confira o novo e ÉPICO cartaz de ‘Avatar: Fogo e Cinzas’

Depois do trailer inédito, a 20th Century Studios divulgou um novo cartaz promocional da sequência ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de dezembro.

James Cameron (‘Titanic’) retorna à direção.

A nova trama retoma os acontecimentos de ‘Avatar: O Caminho da Água‘, que mostrou Jake e sua família unindo forças com os Metkayina — o clã aquático de Pandora — para enfrentar a opressiva RDA (Recursos de Desenvolvimento da Administração). Em ‘Fogo e Cinzas‘, a ameaça vem dos Ash People, grupo que rompeu com a cultura tradicional dos Na’vi e abandonou sua conexão com a natureza.

O elenco conta com Sam Worthington, Zoe Saldaña, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Oona Chaplin, Cliff Curtis, Britain Dalton, Trinity Bliss, Jack Champion, Bailey Bass e Kate Winslet.

Vale lembrar que as sequências ‘Avatar 4‘ e ‘Avatar 5‘ já foram confirmadas, estão programadas para 21 de dezembro de 2029 e 19 de dezembro de 2031, respectivamente.

Nova série do criador de ‘Peaky Blinders’ já está disponível na Netflix!

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‘House of Guinness’ (Casa Guinness, em tradução livre) é a mais nova série de Steven Knight, criador da aclamada série ‘Peaky Blinders’ – e já está disponível no catálogo da Netflix.

A atração foi lançada neste último dia 25 de setembro na plataforma de streaming e se desenrola em Dublin e Nova York, começando com a morte de Benjamin Guinness e acompanhando seus quatro filhos adultos – Arthur, Edward, Anne e Ben – em uma disputa pelo poder e controle da crescente empresa cervejeira da família.

Relembre o trailer:

A produção é estrelada por Anthony BoyleLouis PartridgeEmily FairnFionn O’SheaJames NortonNiamh McCormackSeamus O’HaraJack GleesonDervla KirwanMichael McElhattonDanielle GalliganDavid WilmotHilda Fay.

A atração conta com oito episódios dirigidos por Tom Shankland (‘House of Cards’) e Mounia Akl (‘Costa Brava, Lebanon’).

A produção fica por conta de Knight, Karen Wilson, Elinor Day e Martin Haines. O elenco ainda não foi definido.

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Documentário sobre Chico Anysio estreia no streaming; Saiba aonde assistir!

O documentário ‘Chico Anysio: um Homem à Procura de um Personagem‘, que promete explorar a trajetória de vida do icônico humorista, já está disponível na Globoplay.

Bruno Mazzeo, filho do humorista, é responsável pela direção e roteiro.

Sobre comandar o projeto, o cineasta declara:

“Foi muito especial, talvez o mais especial dos meus trabalhos. Vivi momentos de grandes emoções. Sou muito feliz por ter contado essa história.”

A série documental, composta por cinco episódios, acompanha a ascensão do artista brasileiro, desde seu início na rádio até seu destaque na televisão com o programa ‘Chico Anysio Show‘, onde interpretou inúmeros personagens.

Vale destacar que o primeiro episódio está disponível para todos no serviço de streaming, incluindo não-assinantes cadastrados.

‘Ritas’: Documentário sobre a pioneira do rock nacional Rita Lee é exibido no Cine Petrobras na Praça do CineBH

Ritas‘, documentário de Oswaldo Santana e Karen Harley, marcou o início da programação do Cine Petrobras na Praça nesta quinta-feira, 25.

A sessão estava praticamente lotada no espaço montado na Praça da Liberdade – que se transformará em uma palco da sétima arte com sessões gratuitas e atrações para todas as idades até o dia 28 de Setembro.

Confira a foto:

Ritas no CineBH

Ritas‘ mergulha na vida da cantora Rita Lee, mostrando-a como poeta, compositora e musa por meio de entrevistas de toda a carreira e depoimentos inéditos. A sessão, com acessibilidade em Libras e legendas LSE, será seguida de um debate com o diretor Oswaldo Santana. A exibição acontece às 20h, na Praça da Liberdade.

Confira também nossa entrevista com o diretor Oswaldo Santana, realizada no CineOP:

 

Crítica | ‘Apenas Coisas Boas’ é nosso ‘Brokeback Mountain’, com MUITO mais cenas picantes 18+ [CineBH]

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O cinema nacional nos presenteia com ‘Apenas Coisas Boas‘, o novo trabalho de Daniel Nolasco que pode ser considerado a nossa versão abrasileirada e bem mais picante de ‘O Segredo de Brokeback Mountain‘.

Nolasco nos convida a uma jornada sensível e provocadora sobre o amor, a perda e as transformações da vida a dois, em um universo gay que raramente ganha tal profundidade nas telas brasileiras.

Um dos maiores trunfos do filme reside em seu roteiro inspirado. Ele costura uma história de amor gay com a delicadeza necessária para abordar temas como o preconceito e a morte, sem cair em clichês ou vitimização.

Em 1984, na bucólica Catalão, interior de Goiás, Antônio leva uma vida solitária e rotineira, imerso nos afazeres de sua pequena fazenda. Sua tranquila existência é subitamente transformada quando cruza o caminho de Marcelo, um motoqueiro que sofre um acidente na região. Antônio, movido por uma gentileza inesperada, acolhe e cuida das feridas do estranho, dando início a um encontro que mudará suas vidas para sempre.

A trama mergulha em uma bela análise sobre o casamento e como o amor se molda ao longo da vida, evidenciando as fases de paixão, companheirismo e, por vezes, de estagnação. De forma sutil, o filme levanta uma questão incômoda e pertinente: morrer jovem pode nos poupar de diversas frustrações, mas seria essa uma troca justa pela experiência de vivê-las?

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Essa reflexão, que perpassa a narrativa, adiciona uma camada de profundidade que ressoa no espectador muito tempo após o término da sessão. Assim como o também picante ‘Parque de Diversões‘, ‘Apenas Coisas Boas‘ não tem pudores para mostrar a intimidade de seus personagens.

As cenas de sexo são intensas e bastante explícitas, incluindo uma sequência de sexo oral que é, de fato, bastante “caliente”.

A direção de Daniel Nolasco é outro ponto altíssimo do filme. Comanda as cenas com maestria, explorando transições belíssimas que conferem fluidez e poeticidade à narrativa. O olhar instigante do diretor tece uma análise inteligente sobre a vida gay e os relacionamentos amorosos, optando por deixar muita coisa implícita. E é exatamente nessa sutileza, nesse “não dito”, que reside o grande acerto do filme. As reflexões propostas são inteligentes, pertinentes e convidam o espectador a preencher as lacunas, tornando a experiência ainda mais imersiva e pessoal.

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O elenco entrega performances que elevam ainda mais a qualidade da produção. As atuações são viscerais e emocionantes, permitindo que o público se conecte profundamente com os dilemas e alegrias dos personagens. Destaque para Lucas Drummond como Antônio, Liev Carlos como Marcelo, Guilherme Théo como Samuel e Fernando Libonati como o Antônio mais velho. Cada ator contribui com uma camada de humanidade e complexidade, tornando seus personagens memoráveis e palpáveis.

Quem rouba a cena é Renata Carvalho, como Helga.

Em suma, ‘Apenas Coisas Boas‘ é um filme corajoso, necessário e visualmente deslumbrante. Uma obra que provoca, emociona e, acima de tudo, convida à reflexão sobre o amor em suas múltiplas facetas, reafirmando o talento de Daniel Nolasco e a potência do nosso cinema nacional.

Emmy Internacional 2025 | Brasil conquista OITO indicações à premiação; Confira a lista completa!

Academia Internacional de Artes e Ciências Televisivas anunciou hoje (25) os indicados ao Emmy Internacional 2025 – que visa premiar o melhor da televisão e do streaming ao redor do planeta.

Na lista, o Brasil apareceu em diversas categorias, incluindo Melhor Telenovela para ‘Mania de Você’, da GloboMelhor Programa de Atualidades para ‘Repórter Record Investigação: Desaparecidos Forçados’, da Record, e Melhor Animação Infantil para ‘Lupi e Baduki’.

Os vencedores serão revelados no dia 24 de novembro.

Confira:

MELHOR PROGRAMA ARTÍSTICO
Art Matters with Melvyn Bragg (Reino Unido)
DJ Mehdi: Made In France (França)
Herchcovitch; Exposto (Brasil)
Ryuichi Sakamoto: Last Days (Japão)

MELHOR ATOR
Diljit Dosanjh, Amar Singh Chamkila (Índia)
David Mitchell, Ludwig (Reino Unido)
Oriol Pla, Yo, Adicto (Espanha)
Diego Vasquez, Cem Anos de Solidão (Colômbia)

MELHOR ATRIZ
Charlotte Hope, Catch me a Killer (África do Sul)
Anna Maxwell Martin, Until I Kill You (Reino Unido)
Carolina Miranda, Mujeres Asesinas (México)
Maria Sid, Smärtpunkten (Suécia)

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA
Chicken Nugget (Coreia do Sul)
Iris (França)
Ludwig (Reino Unido)
Y Llegaron de Noche (México)

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Hell Jumper (Reino Unido)
King of Kings: Chasing Edward Jones (França)
O Prazer é Meu (Brasil)
School Ties (África do Sul)

MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA
La Azules (México)
Bad Boy (Israel)
Koek (África do Sul)
Rivals (Reino Unido)

MELHOR PROGRAMA DE ENTRETNIMENTO NÃO ROTEIRIZADO
Big Brother: Canadá
Love is Blind: Habibi (Emirados Árabes Unidos)
¿Quién Es La Máscara? (México)
Shaolin Heroes (Dinamarca)

MELHOR SÉRIE DE CURTA DURAÇÃO
Beyond Dancing (Hong Kong/China)
La Médiatrice (Canadá)
My Dead Mom (Canadá)
Todo se Transforma (Argentina)

MELHOR DOCUMENTÁRIO ESPORTIVO
Argentina ’78 (Argentina)
Chasing the Sun 2 (África do Sul)
#SeAcabó: Diario de las campeonas (Espanha)
Sven (Reino Unido)

MELHOR TELENOVELA
Deha (Turquia)
Mania de Você (Brasil)
Regreso a Las Sabinas (Espanha)
Valle Salvaje (Espanha)

MELHOR FILME PARA TV OU MINISSÉRIE

Amar Singh Chamkila (Índia)
Herrhausen: The Banker and the Bomb (Alemanha)
Lost Boys and Fairies (Reino Unido)
Vencer o Morir (Chile)

MELHOR ANIMAÇÃO INFANTIL
Bluey (Austrália)
Lamput (Singapura)
Lupi & Baduki (Brasil)
Muumilaakso (Finlândia)

MELHOR PROGRAMA FACTUAL OU DE ENTRETENIMENTO INFANTIL
Auf Fritzis Spuren – Wie war das so in der DDR? (Alemanha)
Bora, O Pódio é Nosso (Brasil)
Kids Like Us (Reino Unido)
Playroom Live (África do Sul)

MELHOR FILME OU SÉRIE LIVE-ACTION INFANTIL
Fallen (Reino Unido)
Luz (Brasil)
Prefects (Quenia)
Shut UP (Noruega)

MELHOR NOTICIÁRIO
Fantástico: El Salvador: o lado sombrio da segurança (Brasil)
The Gangs of Haiti (Reino Unido)
Gaza, Search for Life (Catar)
Syria – The Truth Coming Out (Suécia)

MELHOR PROGRAMA DE ATUALIDADES
Dispatch: Kill Zone: Inside Gaza (Reino Unido)
Philippines: Diving for Gold (França)
Repórter Record Investigação: Desaparecidos Forçados (Brasil)
Walk the Line (Singapura)

Crítica | ‘Marvel Zumbis’ é uma ambiciosa minissérie que entrega narrativa pouco inspirada

Cuidado: spoilers à frente.

Em 2021, a Marvel Studios deu vida a um interessante e elogiado projeto que ficaria conhecido como What If…?’. A animação, que apresentou realidades alternativas para os clássicos e populares personagens do Universo Cinemático Marvel, conquistou a crítica e o público e se destacou não apenas pelas investidas estilísticas, mas por histórias cativantes e instigantes – em especial um incrível episódio em que a realidade como a conhecemos foi destruída por um poderoso vírus zumbi que infectou os próprios Vingadores, dizimando a raça humana e deixando pouco heróis no último front contra um perigo inescapável.

Agora, quatro anos depois dessa ótima iteração, essa popularidade se transformou um spin-off intitulado Marvel Zumbis’, que chegou à plataforma de streaming hoje, 25 de setembro. Ao longo de quatro episódios, a minissérie derivada criada por Bryan Andrews e Zeb Wells acerta em cheio ao expandir essa realidade paralela, contando com a presença de rostos bastante familiares dentro do MCU – mas que falha em explorar todo o seu potencial e aposta em tropos bastante familiares para nos satisfazer em alguns aspectos, e nos deixar com um gostinho agridoce de frustração em outros.

Para aqueles que não se lembram, o episódio original envolvendo a devastação do vírus-zumbi terminou com T’Challa, Homem-Aranha e a cabeça de Scott Lang chegando em Wakanda apenas para se depararem com um Thanos-zumbi prestes a completar a Manopla de Poder. Sacrificando-se para o bem maior, T’Challa cai junto a Thanos no núcleo de vibranium líquido, fragmentando as Joias do Infinito e liberando uma quantidade devastadora de energia. Para canalizá-la e contê-la, Hulk toma a frente e se torna alvo da perigosa Rainha dos Mortos, Wanda Maximoff, que se libertou das amarras de Visão e agora deseja colocar as mãos na energia das Joias para planos maquiavélicos – e que serão concretizados com a ajuda de um gigantesco exército de mortos-vivos que ela controla e que inclui boa parte dos Vingadores caídos.

É aí que entra Kamala Khan: a jovem, acompanhada das amigas Kate Bishop e Riri Williams, coloca as mãos em um dispositivo que pode salvar o planeta e restaurar o mínimo de ordem em meio a uma devastação extrema. Esse objeto tem a capacidade de emitir uma frequência que pode atrair os Nova Corps – uma força militar e policial intergaláctica – e solicitar a ajuda deles. O problema é que, para isso, o dispositivo precisa ser levado ao espaço, e o único lugar que possui uma nave capaz de levá-los para lá está em Nova Asgard. Isso significa que Kamala e seus aliados, que incluem o Guardião Vermelho, Yelena Belova e Blade, serão obrigados a enfrentar obstáculos inimagináveis para alcançar seu objetivo.

Enquanto a produção acerta em cheio em nos surpreender com a presença de personagens inesperados, que também contam com Shang-Chi e Katy, Namor, Jimmy Woo e Barão Zemo, o principal deslize destina-se à narrativa. É claro, apostar na presença de Wanda é sempre certeiro, como vimos nos longas-metragens e na série-solo ‘WandaVision’ – e a complexidade da personagem é algo admirável e que merece nossa atenção, visto que ela inclusive consegue enfrentar até mesmo Thor quando transformada em um implacável zumbi. E, considerando a inegável popularidade da personagem, colocá-la contra heróis que definitivamente mereciam mais reconhecimento foi uma escolha ousada e que deu partida nessa aterrorizante jornada para salvar o mundo.

Porém, é impossível deixar de notar que boa parte das escolhas e das reviravoltas partem de tropos muito conhecidos dos gêneros de terror e suspense, o que torna o enredo um tanto quanto previsível e cansativo. E, enquanto What If..?’ nos encantou com uma bela originalidade narrativa, esses quatro episódios parecem mais um especial televisivo de Dia das Bruxas do que algo que, de fato, seja memorável. As múltiplas subtramas eventualmente convergem para um inesperado e derradeiro finale, chamando a atenção por investidas audaciosas que tornam qualquer um passível de encontrar a própria ruína; todavia, para além da praticidade e da total despretensão, não há nada que fique, de fato, cravado na memória.

Se de um lado a dosagem entre drama, suspense e comédia mostra-se descompensada, o trabalho do elenco tenta ao máximo ofuscar os equívocos, trazendo dinamismo e ritmo à produção. Temos o retorno de Iman Vellani, Dominique Thorne, Simu Liu, David Harbour, Elizabeth Olsen, Hudson Thames, Awkwafina e tantos outros para personagens que ajudaram a eternizar dentro do MCU, enquanto nomes como Kari Wahlgren, Greg Furman e Adam Hugill fazem uma estreia competente. E, como podemos imaginar, um dos destaques vai para a presença de Todd Williams como uma versão bem diferente do Blade a que estamos acostumados – aqui, servindo de receptáculo para o deus egípcio Konshu e transformando-se no Cavaleiro da Lua.

Marvel Zumbis’ pode não ser uma minissérie ruim, mas certamente teve medo de explorar todo seu potencial, como mencionado alguns parágrafos acima. Ainda que o espetáculo visual seja um dos elementos que garanta nosso interesse, não deixamos de pensar que a execução da história poderia ter sido mais meticulosa e inspirada.

Entre polêmicas e novas reviravoltas: o que esperar da 4ª temporada de ‘The Morning Show’, segundo Aniston e Witherspoon

Os ecos do movimento #MeToo ainda eram vorazes quando ‘The Morning Show’ inaugurava o catálogo de entretenimento da Apple TV+ em 1º de novembro de 2019. As redes sociais, tomadas por relatos verdadeiros e falsos de experiências assombrosas, refletiam – embora com menor impacto – o que teria sido uma das maiores revoluções sociais do universo digital.

Nas telas, Jennifer Aniston e Reese Witherspoon replicavam esse peculiar cotidiano de denúncias e desabafos majoritariamente femininos. E assim, vida e ficção se cruzavam uma vez mais em Hollywood, em uma das séries jornalísticas mais intrigantes da época. Abordando o submundo de um conglomerado de comunicação tomado por vícios comportamentais e relacionamentos abusivos, o drama se apresenta como o reflexo de um passado recente, à medida em que traça um futuro ficcional que muito se assemelharia às divisões político sociais do presente.

E ‘The Morning Show’ introduziu ao mundo a Apple TV+ como o panteão das séries mais bem elaboradas e fascinantes dos anos recentes. Casa de produções como ‘Ruptura’ e ‘Ted Lasso‘, o streaming cujos átrios estão enraizados na tecnologia de ponta provou-se indispensável em Hollywood e muito disso se deve exatamente àquela que deu início a tudo. E agora em 2025 e três temporadas depois, a série estrelada e co-produzida por Aniston e Witherspoon promete uma abordagem ainda mais ousada, explorando os limites éticos e morais diante de escolhas tão complexas.

Trazendo Alex (Aniston) e Bradley (Witherspoon) encarando seus próprios dilemas emocionais perante um cenário social de ruptura, conflito e disputa por poder, a 4ª temporada se compromete a levar a audiência para níveis ainda mais profundos, sempre mantendo viva as questões reais mais latentes em seus roteiros, como fora feito logo na 1ª temporada, conforme ponderou Jennifer.

“Bem, provavelmente essa é a única série que participei que é tão atual. Nós somos realmente atuais e nem planejávamos ser desse jeito. Assim que o movimento #MeToo aconteceu e tivemos metade dos nossos roteiros escritos, não conseguimos evitar incorporar a questão no texto. E então, conforme a temporada se seguia e nossos roteiristas continuavam escrevendo, isso se tornou algo que realmente estava acontecendo no mundo real, com a arte imitando a vida e vice-versa. É muito empolgante, porque você meio que espera pra ver. Será que nossos roteiristas viram mais uma vez em suas bolas de cristal e será que isso vai realmente acontecer na vida real? E claro, algumas coisas simplesmente aconteceram”.

E para Reese, essa atenção cuidadosa aos cenários sociopoliticos globais é um dos aspectos que mais garante que ‘The Morning Show’ esteja sempre um passo à frente em sua abordagem narrativa.

“Estamos conversando sobre IA, sobre o ambiente de trabalho, deep fake…Dinâmicas profissionais, indivíduos ricos que adquirem emissoras de TV, que compram foguetes. Nós não imaginávamos que essas coisas aconteceriam, mas dois anos depois rolaram. Então ‘The Morning Show’ está sempre pensando adiante. E é divertido fazer parte de uma série onde estamos abordando coisas que as pessoas estão discutindo na mesa de jantar”.

E em meio a uma realidade diligentemente mutável, a série criada por Jay Carson tenta manter-se insaciável ao monitorar de perto os movimentos culturais e a política local. Alterando seus núcleos narrativos a cada nova temporada, ‘The Morning Show’ acompanha o universo jornalístico por uma ótica analítica, construindo sua trama em ciclos. Enquanto a 1ª temporada destinava-se ao assédio/abuso sexual no ambiente de trabalho, as demais seguintes transacionaram para temas mais políticos, como o atentado ao Capitólio e a revolução na produção e consumo de informação.

Essa mudança de ares é o que permite que a original da Apple TV+ não perca seu fôlego, de acordo com Witherspoon.

“Eu acho que o mundo do jornalismo está mudando a cada minuto. Em que confiar? A quem os consumidores procuram quando querem a verdade? Qual é a verdade? Então temos muita sorte de já termos estabelecido esse formato. E aí podermos expandi-lo em todas essas diferentes narrativas, do tipo: Porque os podcasters são tão importantes agora? Deveríamos acreditar neles ou na rádio NPR, que está perdendo recursos? E temos rastreado tudo isso ao longo desses seis anos fazendo essa série. Então eu creio que estamos vendo a evolução da transmissão moderna e do jornalismo através desse formato ultra dramático. E podemos aprender também como funcionam os bastidores”.

E no que diz respeito à 4ª temporada, Alex e Bradley serão uma vez mais colocadas em lados opostos, à medida que lidam com questões semelhantes ligadas ao seio familiar. Enquanto a primeira testemunha uma ascensão ainda maior em sua carreira, em meio a conflitos relacionais com seu pai, a segunda é obrigada a encarar a imoral escolha profissional tomada para proteger seu irmão. Nessa dinâmica, o veterano Jeremy Irons se junta ao elenco oficial da série, trazendo à tona as profundas raízes psicoemocionais de Alex.

“Sim, o todo poderoso Jeremy Irons. […] Ele é simplesmente divino e eu estou tão empolgada que temos o pai de Alex nessa temporada, pra que possamos tirar suas camadas e entender o que fez a Alex ser quem ela é. Porque seus relacionamentos não estão funcionando? Porque ela é tão workaholic? Porque ela é tão solitária? Foi legal me aprofundar nisso”, revelou Aniston.

Já Bradley seguirá por caminhos mais sombrios, que culminarão em um clímax que promete ser surpreendente.

“Ela está lidando com as consequências de ter protegido seu irmão, que participou do 06 de Janeiro. Minha personagem irá para um lugar muito bizarro nesta temporada, não posso dizer qual. Mas é completamente inesperado, é do nada e eu acho que as pessoas ficarão chocadas”, comentou Witherspoon.

Jennifer concordou e instigou ainda mais a curiosidade dos fãs para o final da temporada, mantendo o ar de mistério em relação ao fechamento de mais um ciclo que acaba de se iniciar.

“Eu fiquei arrepiada agora, sem brincadeira!”, concluiu com uma risada.

E assim, projetando a realidade mundial com um incômodo espelho focal, ‘The Morning Show’ continua a fazer de seu drama uma oportunidade certeira que une o entretenimento a debates sociais cruciais. Do niilismo ao idealismo, a produção continua a nos lembrar do motivo de ser uma das grandes joias da coroa da Apple TV+.

Na nova temporada, Alex (Aniston) quer garantir voz ativa sobre o futuro do canal, enquanto Bradley (Witherspoon) tenta manter o foco no que acredita ser o melhor para a empresa. Mas como já ficou claro em temporadas anteriores, boas intenções raramente garantem estabilidade na UBA — e o embate entre lealdades pessoais e interesses profissionais será inevitável.

O elenco original, que inclui Billy Crudup, Jon Hamm, Karen Pittman e Greta Lee, ganha reforços de peso nesta nova fase: Marion Cotillard e Boyd Holbrook se juntam à trama como novos personagens centrais, ao lado de Jeremy Irons, Aaron Pierre e William Jackson Harper. A presença de Cotillard, inclusive, já chama atenção pelo mistério e sofisticação que sua personagem promete trazer à dinâmica da redação.

A produção é da Media Res em parceria com a Hello Sunshine e a Echo Films. A showrunner Charlotte Stoudt assume novamente o comando, com direção de Mimi Leder. A série segue com produção executiva de Michael Ellenberg, Jennifer Aniston, Kristin Hahn, Reese Witherspoon e Lauren Neustadter.

Mantendo o tom afiado, dramático e extremamente atual que a consagrou, ‘The Morning Show‘ segue explorando os bastidores do jornalismo, o impacto da cultura corporativa e o preço das escolhas em uma era de transformação constante nos meios de comunicação.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 5ª temporada.

‘Just Picture It’: Netflix anuncia seis novos nomes no elenco da comédia romântica estrelada por Millie Bobby Brown

A Netflix divulgou os nomes de seis novos atores que se juntarão a Millie Bobby Brown no elenco da comédia romântica futurista ‘Just Picture It’.

Segundo o Deadline, o elenco agora inclui Amrit Kaur (A Vida Sexual das Universitárias), Julian Dennison (Como Treinar o Seu Dragão), Brec Bassinger (Premonição 6: Laços de Sangue), Idina Menzel (Frozen) e Margo Martindale (Dead Letters) e o ator de teatro Ben Jackson Walker.

Detalhes sobre os papéis de cada ator ainda não foram revelados.

Em ‘Just Picture It’, dois estudantes universitários, que ainda nem se conhecem, são surpreendidos quando seus celulares misteriosamente começam a exibir fotos de 10 anos no futuro, mostrando-os como um casal feliz, casados e com filhos.

A trama gira em torno da dupla lidando com a possibilidade de que o destino esteja lhes pregando uma peça ou enviando uma mensagem.

O filme marca a primeira incursão de Millie Bobby Brown no gênero de comédia romântica, dando sequência à sua parceria com a Netflix após o sucesso de franquias como ‘Enola Holmes’. O elenco principal também conta com Gabriel LaBelle (‘Os Fabelmans’).

A direção será de Lee Toland Krieger, com roteiro assinado por Jesse Lasky.