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‘The I-Land’ decepciona e é considerada a pior série da Netflix; Confira as reações

Após o lançamento de ‘The I-Land‘, nova série da Netflix, os assinantes da plataforma foram às redes sociais reclamar da péssima qualidade da atração.

Entre os comentários, alguns usuários afirmam que a série é a pior produção da Netflix e pedem o retorno de séries como ‘The OA’, ‘Sense 8’, ‘Demolidor’, e ‘Santa Clarita Diet‘.

No Rotten Tomatoes, ‘The I-Land‘ atingiu apenas 25% de aprovação do público.

Confira as reações:

Netflix cancelou ‘Vândalo Americano’, ‘Santa Clarita Diet’, ‘The OA’, ‘Demolidor’, ‘Sense 8’, e ‘Everything Sucks!’, mas estão produzindo conteúdo como ‘The I-Land‘, como se isso fosse trazer mais assinantes. Honestamente, não entendo.”

“Mesmo levando em conta que o controle de qualidade da Netflix está ruim há um tempo, ‘The I-Land’ pode ser a pior série que eles criaram. É horrível!”

“‘The I-Land‘ é tão ruim que até vale a pena assistir (?). Faz ‘Riverdale‘ parecer uma obra de arte.”

“‘The I-Land‘ é a melhor coisa na Netflix. O roteiro, a ação e a iluminação são tão ruins que faz ficar bom.”, ironizou um usuário.

“Estou assistindo ‘The I-Land‘ e a verdade é que é a pior série que eu já assisti na vida. É tão ruim que estou convencida que é uma piada e estou procurando provas na internet.”

Quando dez pessoas acordam em uma ilha misteriosa sem memória de quem são ou como chegaram lá, eles começam um plano para voltar para casa. Logo, eles descobrem que esse mundo não é o que parece. Desafiados com desafios psicológicos e físicos, eles terão que se superar – ou morrer em seus fracassos.

O elenco inclui Kate BosworthNatalie MartinezAlex PettyferRonald PeetKyle SchmidKota EberhardtSibylla DeenAnthonly Lee MedinaGilles Geary e Michele Veintimilla.

Assista ao trailer:

‘Dickinson’: Hailee Steinfeld encontra sua voz no trailer completo da série; Confira!

Apple divulgou hoje (19) o primeiro trailer completo de sua mais nova série, Dickinson.

Confira:

A série é ambientada no século XIX e explora audaciosamente os contrastes de gênero, família e sociedade a partir da perspectiva de uma jovem e rebelde poeta, Emily Dickinson.

Hailee Steinfeld dá vida à personagem titular. Jane KrakowskiToby HussAnna BaryshnikovElla Hunt, Adrian Blake EnscoeWiz Khalifa completam o elenco.

Alena Smith é a showrunner e a roteirista da produção. Steinfeld entra como produtora executiva.

Dickinson estreia no dia 01 de novembro.

Crítica TIFF | A Lavanderia – Meryl Streep é o reflexo da corrupção em hilária dramédia da Netflix

Filme Assistido durante o Festival de Toronto 2019

Elementos artificiais compõem a cena, entregando um visual plástico e sintético. Antonio Banderas e Gary Oldman surgem na tela, delineados em trajes formais, como apresentadores de uma versão caótica de um programa da Discovery Channel. Partindo dos fundamentos da raça humana, em seus primórdios animalescos, eles tentam fazer valer seus argumentos sobre uma espécie de corrupção legalizada (e porque não legalista também?), que se apropria de uma legislação em frangalhos e cheia de brechas para traçar sua rota do crime de colarinho branco. E como os vilões da trama, a narrativa se desenrola em ironias nascidas de seus próprios conceitos de certo e errado, em uma tentativa esdrúxula e – incabível – de defenderem seus argumentos diante do julgamento mais cruel: o da própria opinião popular.

A Lavandeira, nova produção de Steven Soderbergh pela Netflix, é um conto irreverente sobre o famoso caso dos Documentos de Panamá, um escândalo envolvendo um conjunto de 11,5 milhões de documentos confidenciais, de autoria do escritório de advocacia Mossack Fonseca, e que trazem detalhes específicos de mais de 214 mil empresas de paraísos fiscais offshore, revelando as respectivas identidades de seus acionistas e administradores. E em meio a essa enorme papelada – que possui amparo pela lei, descobriu-se que algumas das companhias de fachada mencionadas podem ter sido usadas para fins ilegais, incluindo fraude, tráfico de drogas e evasão fiscal. E entre os mais de 40 países citados, o Brasil reluz com seu infindável esquema envolvendo a Odebrecht.

A comédia dramática possui os arquétipos mais amáveis em uma boa e velha história contada por Soderbergh. Sob o roteiro de Scott Z. Burns, o mesmo responsável pela brilhante cinebiografia The Report – uma das grandes promessas do Oscar 2020, o cineasta transforma sua narrativa inspirada em fatos reais em uma alegoria cômica, que traz para o centro das telas a dupla de advogados dona de toda a papelada que compõem os Documentos de Panamá. Apresentando-os de maneira caricata, observamos a trama se desenrolar a partir de uma ótica vilanesca bem divertida, na tentativa fracassada de conferir um campo aberto para defesa de suas atitudes desprezíveis e criminosas, por meio das cativantes atuações de Banderas e Oldman. Nesse atmosfera, Meryl Streep interpreta Ellen Martin, o lado mais fraco dessa corda, a base da cadeia alimentar servida para deliciar os bandidos de alto escalão sócio político. Sua trágica história de um passeio romântico que foi – literalmente – por água abaixo serve como o alicerce que fundamenta o real peso dos crimes cometidos por grandes empresas, que se envolvem em esquemas corruptos com chefes de Estado como tráfico de influência, caixa dois, extensões de desvios de verbas, entre tantos outros.

E a partir da busca por respostas e da responsabilização por parte da empresa que executou um passeio em um lago – onde seu esposo e tantas outras vítimas tiveram suas vidas ceifadas -, Martin acidentalmente descobrirá um esquema corrupto que não apenas justificará as mazelas mais recentes da sua vida, mas também a colocará como um reflexo didático e cruel do que a corrupção é capaz de fazer na vida da sociedade em geral. Se dizem que a roubalheira não mata, a história da personagem de Streep projeta um óbvio holofote contrariando a argumentação fajuta. E nós, como bons brasileiros, sabemos que ela mata e assim segue o fazendo em inesgotáveis filas de prontos socorros, UPAs e Postos de Saúde da Família. E usando a sátira como uma forma antagônica de justificar seu posicionamento, Soderbergh e Z. Burns dão uma aula didática sobre a corrupção em suas várias facetas, quebrando ainda a quarta parede para garantir que seus argumentos estejam sendo direcionados e absorvidos pelo público mais importante, o de cinéfilos – que também pagam seus impostos, votam nas eleições e que, naturalmente, são frutos inerentes de toda essa criminalidade maquiada em ternos de alta costura.

Irônico e divertido, A Lavanderia não promove o riso a partir da catástrofe, mas sim das enfadonhas negações dos alvos corruptos. Como um tipo de espelho dos próprios políticos com os quais temos convivido há décadas, Banderas e Oldman representam aqueles prefeitos, governadores, deputados, vereadores, ministros e presidentes que – na cara de pau – insistem em suas tenras e absolutas inocências diante de fatos incontestáveis. E a cada novo quadro pintado diante da audiência, a corrupção vai ganhando novas faces, em meio a uma narrativa quase que staged em sua totalidade, se desabrochando de maneira bem teatral e um pouquinho exagerada, exatamente com o objetivo de fazer o público perceber que estamos diante de uma análise de fatos e não tanto de uma dramatização deles. E assim, Streep, Banderas e Oldman se transformam em um trio perfeito de atuações, cada qual com suas peculiaridades. O último ainda rouba a cena, com uma voz de pleno lamento e lamúrias, em um sotaque arrastado que nos faz rir – mas que nos faria chorar em uma convivência real.

Mas a joia rara da comédia dramática, mais uma vez, reside na belíssima e surpreendente atuação de Streep. Habituados a sermos arrebatados por ela, Soderbergh desafia nossa compreensão de quem a atriz genuinamente é, posicionando-a como um elemento surpresa que extasia a audiência. Despindo-se diante do público em um belo monólogo, estruturado com maestria por Z. Burns, ela revela sua genuína identidade, toca na ferida escancarada que é a corrupção – sem pestanejar, em um plano sequência impecável. Com seus olhos penetrantes, que absorvem o cinema por inteiro, ela dá o seu recado, sem maquiagem, sem trajes artificiais e sem perucas. Plena e reluzente, ela percorre pela plasticidade adjacente dos sets e faz de A Lavanderia um filme que vai além da sátira, se tornando um latente instrumento denunciante que ainda conseguiu ser um tapa na cara da classe corrupta mundial.

 

‘El Camino’: Novo trailer será lançado muito em breve, diz Aaron Paul

‘El Camino: A Breaking Bad Movie’ chegará em breve à Netflix e muito em breve é possível que os fãs possam assistir ao novo trailer oficial da produção.

Recentemente, o site The Hollywood Reporter revelou que um novo vídeo para o filme será lançado durante a cerimônia do Emmy Awards no dia 22 de setembro. Isso foi corroborado por uma postagem no Twitter do astro Aaron Paul, que comentou que algo será revelado muito em breve.

Confira:

Vale lembrar que a produção chega ao streaming na madrugada do dia 11 de outubro, sendo futuramente exibida no canal AMC, responsável por transmitir a série original.

El Camino‘ foi todo feito em segredo e os detalhes do longa permanecem um grande mistério dos fãs.

De acordo com o The Hollywood Reporter, Matt Jones irá reprisar seu papel como Badger em ‘El Camino‘, filme da Netflix que se passa após os eventos de ‘Breaking Bad’.

Assista ao trailer:

O longa terá duas horas e dois minutos de duração (122 minutos).  

‘Jovens Bruxas’: Blumhouse anuncia elenco protagonista do reboot

O elenco de Jovens Bruxas continua a crescer.

Blumhouse anunciou hoje (19) em seu Twitter oficial que o quarteto protagonista do reboot já foi escolhido e que as gravações devem iniciar em breve.

Além de Cailee Spaeny (Círculo de Fogo: A Revolta), que foi anunciada alguns meses atrás, Gideon Adlon (The Society), Lovie Simone (Selah & the Spades) e Zoey Luna (15: A Quinceañera Story) completarão o icônico clã de bruxas.

Zoe Lister-Jones fica a encargo da direção, do roteiro e da produção executiva.

O longa original, escrito e dirigido por Andrew Fleming, acompanha a adolescente Sarah (Robin Tunney) que, depois de mudar-se com sua família de São Francisco para Los Angeles, faz amizade com três garotas de uma escola católica que lhe ensinam bruxaria. O elenco também trouxe nomes como Fairuza BalkNeve Campbell.

‘Creepshow’: Atriz de ‘The Walking Dead’ é elencada no remake

A atriz-mirim Cailey Fleming irá colaborar mais uma vez com Greg Nicotero: conhecida por seu papel como Judith em The Walking Dead, a jovem participará do remake de Creepshow em um papel ainda não revelado.

O anúncio foi feito por Fleming em seu Instagram oficial.

Veja:

“Estou muito feliz em finalmente poder anunciar que estou em Creepshow! Obrigado a Greg Nicotero pela oportunidade! Foi muito divertido trabalhar nesse projeto e mal posso esperar para vocês todos verem!”, diz a legenda.

Assista ao trailer oficial:

A primeira temporada terá 6 episódios:

  • By the Silver Water of Lake Champlain: Baseado em uma história de Joe Hill (‘NOS4A2‘), adaptado por Jason Ciaramella e dirigido por Tom Savini!
  • House of the Head:  Escrito por Josh Malerman (‘Bird Box‘)
  • The Companion: Escrito por Joe Lansdale
  • The Man in the Suitcase: Escrito por Christopher Buehlman
  • All Hallows Eve: Escrito por Bruce Jones
  • Night of the Paw: Escrito por John Esposito
  • Bad Wolf Down: Escrito por Rob Schrab

O elenco conta com David Arquette (da franquia ‘Pânico‘), Tricia Helfer (‘Lucifer‘) e Dana Gould (‘Stan Against Evil‘).

Ainda sem data divulgada, espera-se que a estreia ocorra ainda em 2019.

‘Peaky Blinders’: A guerra começa no novo trailer da 5ª temporada; Assista!

A 5ª temporada de ‘Peaky Blinders’ ganhou seu segundo trailer oficial.

Confira:

Os novos episódios se passam durante a grande crise da bolsa em 1929, um momento de glória para o personagem de Sam Claflin, que vê seu crescimento no cenário político.

A série acompanha família de gângsteres na Inglaterra no começo do século 20 e conta com Cillian Murphy, Tom Hardy, Paul Anderson, Helen McCrory e Annabelle Wallace.

A série retorna no dia 04 de outubro deste ano.

‘Pedro Coelho 2’: Sequência é adiada em quase dois meses

De acordo com o site Deadline, a sequência Pedro Coelho 2’ teve seu lançamento adiado em quase dois meses: em vez de estrear no dia 07 de fevereiro, o longa chega aos cinemas em 03 de abril de 2020.

As mudanças foram feitas acerca do período da Páscoa do ano que vem, para que não concorra com a exibição de ‘007 – Sem Tempo para Morrer’, que será lançado no final de semana do feriado em questão.

Faturando ótimos US$ 320 milhões mundialmente, a produção original – que mescla animação em 3D com live action -, teve uma boa recepção tanto da crítica quanto do público.

A continuação contará com o retorno do diretor Will Gluck e dos astros James Corden, Rose Byrne e Domhnall Gleeson no elenco.

Baseado na série de livros ‘As Aventuras de Pedro Coelho’, da autora Beatrix Potter, o filme conta a história do rebelde animalzinho que apronta grandes confusões, além de travar uma briga com o senhor McGregor (Gleeson) pelo carinho de sua amada, a apaixonada por animais, Bea (Byrne).

‘American Horror Story’ e os Nove Círculos do Inferno

Em 2017, Ryan Murphy confirmou que um de seus shows mais populares, American Horror Story, era, na verdade, uma gigantesca alegoria para um dos poemas épicos mais sombrios de todos os tempos: o Inferno de Dante Alighieri.

Antes de tudo, faz-se necessário entender que obra é essa. O livro, na verdade, é a primeira parte de uma longa viagem do próprio autor através de três lugares místicos: o Inferno, mencionado no parágrafo de cima, o Purgatório e o Paraíso. Essa “passagem” introdutória é composta por trinta e quatro longos cantos escritos à tradicional época do Humanismo literário na Itália.

Aqui, o personagem principal mergulha numa jornada que funciona como a representação material do submundo medieval. Neste caso, o herói é guiado pelo poeta romano Virgílio através de nove perigosos círculos cuja entrada se localiza na cidade de Jerusalém (local onde o anjo Lúcifer caiu do céu e abriu uma gigantesca cratera até o centro do mundo) e cujas tramas explicam as origens as consequências dos não tementes a Deus, dos pecadores, dos injustos e tantos outros mortais que pereceram no pós-morte.

Levando em consideração que a antologia de Murphy é uma exploração nem um pouco convencional de múltiplas narrativas de terror, não é com tanta surpresa que nos deparamos com uma referência clássica e secular que, até hoje, é utilizada por diversos artistas para criar contos sobrenaturais de perdição e redenção.

Com a chegada da nova temporada, a saga seriada se conclui (ao menos em relação aos círculos a que se dispôs explorar). É claro que a produção já foi renovada para um décimo ano – o que significa que a jornada dos espectadores ainda não terminou. Ainda devemos retornar desse retumbante e caótico cenário e talvez encontrar um pouco de luz restante.

Mas esse não é o propósito dessa matéria: a ideia é analisar de que forma Murphy e seus frequentes colaboradores corroboraram para transformar um gigantesco poema em algo mais contemporâneo, principalmente para as gerações de hoje.

O primeiro círculo do Inferno é conhecido como o Limbo, um lugar marcado pela desesperança e por suspiros saudosistas. Coincidentemente, esse trágico território corresponde à primeira temporada, Murder House, cujo próprio nome já é uma símile para “portal”. A casa assombrada que foi comprada pela família Harmon funcionava como uma grande passagem para a além-vida, habitada por fantasmas de pessoas que morreram em trágicos acidentes. Em uma análise mais detalhada, é até possível perceber que cada um dos espíritos não sofre mais, mas nutre-se de um passado que chegou ao fim de modo abrupto, interrompendo suas vidas.

Seguindo viagem, o segundo círculo é destinado aos luxuriosos, aos pecadores da carne, que se recusaram a abraçar a santidade do casamento e se entregaram aos desejos mundanos (tudo isso partindo de uma perspectiva católica, que fique bem claro). Essa atmosfera foi destinada à nona e mais recente iteração da antologia, 1984 – e, apesar de ter estreado ainda ontem, é bem fácil perceber o porquê de essa ser a escolha mais óbvia.

O nono ano do show nos convida a voltar para a tumultuosa e fervorosa década de 80, mais precisamente para um acampamento cujos monitores são movidos à base de drogas e de sexo. A princípio, tais temas dialogam com as claras homenagens aos famosos filmes de terror daquela época, mas também mantém relações interessantes com o que se destina àqueles movidos pela lascívia.

O próximo círculo é a prisão dos gulosos; aqui, Murphy foge por completo do que poderíamos esperar e adiciona alguns elementos eróticos para o tema. Na verdade, o terceiro vale é representado por Hotel e pelos vícios insuperáveis de seus personagens: a Condessa (Lady Gaga) e sua sede insaciável de sangue; Sally (Sarah Paulson) e sua inebriante necessidade de se drogar com heroína; John Lowe (Wes Bentley) e sua busca por justiça e por algo pelo qual viver. De fato, o quinto ano é dotado de uma representação poética deliciosamente complexa – ainda que peque em sua narrativa principal.

Freak Show é espelho do círculo da Avareza. Se pararmos para pensar, o circo dos horrores comandado por Elsa Mars (Jessica Lange) nada mais é que um conglomerado de pessoas que, no final das contas, pensam em si mesmas e que, mesmo numa condição de marginalização social, não se importam com os outros. Bette (Paulson) quer se livrar da irmã siamesa Dot (também Paulson) não importa o custo; Elsa quer se tornar famosa e deixar seu passado para trás; Dandy (Finn Wittrock) dispensa explicações, visto que é a própria encarnação de qualquer criança mimada que não aceita “não” como resposta.

O quinto círculo também dispensaria explicações, visto que se configura como a Raiva. Essa patológica e incontrolável doença ganha um fértil território com Roanoke, e não é por menos: ao longo de dez episódios que reinventam a si mesmo semana após semana, o público é bombardeado com uma overdose visual de sangue, do mais puro gore e de uma matança imparável que se estende até os últimos momentos do season finale.

Murphy retorna com suas simbologias desconstruídas com Cult, iteração que representa o círculo da Heresia. Os descrentes em Deus, na verdade, são transpostos para os descrentes do culto que cresce dia após dia e que ousa desafiar todas as leis existentes numa sociedade tomada pelo medo e pela insegurança. Eventualmente, o grupo comandado por Kai (Evan Peters) passa para as mãos de Ally (Paulson), mas não deixa de se valer do crescente desespero para alcançar o que deseja.

Muitas pessoas podem se confundir entre os círculos da Raiva e da Violência (este aqui representando o antepenúltimo território antes do centro do Inferno), mas, enquanto Roanoke apenas traduziu um sentimento intimista e que não necessariamente precisa ser materializado, Apocalypse, por mais tragicômica que tenha sido em suas vertentes dramáticas adolescentes, representa uma materialização extrema e bem mais mortal de pensamentos condenáveis. Afinal, a história, mesmo que restrita a um número exagerado de flashbacks, é movida pela explosão de bombas atômicas que destroem quase toda a humanidade. É claro que, no final das contas, esse caos é revertido – mas vamos nos ater ao que realmente importa.

Asylum representa o oitavo círculo, destinado aos fraudadores. Em uma reflexão quase redundante, os demoníacos protagonistas do Manicômio Briarcliff não apenas mentem para si próprios, mas estendem esse ardil reino de hipocrisia para seus “residentes”. Desde o Dr. Arthur Arden (James Cromwell) até a Irmã Mary Eunice (Lily Rabe) vivem de conluios controversos, arrastando inclusive a jornalista e escritora Lana Winters (Paulson) para um completo pesadelo que tenta transformá-la em, bom, uma ameba.

Por fim, a fan-favorite Coven se situa no último e pior dos círculos: o da Traição. Ao longo da terceira temporada, as poderosas mulheres que compuseram o clã de Fiona Goode (Lange) e, mais tarde, de sua filha Cordelia (Paulson), não pensavam duas vezes antes se atacarem e passarem por cima de qualquer pessoa para conseguirem o que almejavam. Dito isso, grande parte do elenco encontrou sua ruína em meio à completa falta de dignidade – algumas nos arrancando suspiros de indignação e outras, de satisfação.

American Horror Story sem sombra de dúvida é uma série mais complexa do que acreditamos e se vale de antigas inspirações que nunca perdem capacidade de serem relidas. Apesar dos deslizes ao longo desses nove anos, é inegável dizer que a produção marcou gerações e que seu cânone servirá de referência para obras futuras. Ou pelo menos assim esperamos.

O que queremos ver no reboot de ‘Mortal Kombat’ produzido por James Wan…

Como você pôde ver aqui no CinePOP, ‘Mortal Kombat‘ ganhará um reboot e contará com a direção de Simon McQuoid e produção de James Wan.

Mortal Kombat‘ será lançado nos cinemas no dia 5 de março de 2021 e o elenco contará com  Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena) e Lewis Tan, ainda sem personagem definido.

O game de luta é um dos mais populares e queridos do gênero e no ano de 1995 teve sua primeira adaptação cinematográfica. Mesmo datado e à época com limitações de orçamento, o filme foi elogiado e é bem visto pelos fãs, ao contrário de sua continuação ‘Mortal Kombat: Aniquilação‘.

Em 2011, foi lançado online o curta ‘Mortal Kombat: Legacy‘, com episódios de cerca de 10 minutos focados em cada personagem da franquia. Foram duas temporadas e um saldo positivo em relação à crítica. No mesmo ano, mais um jogo foi lançado para os videogames e deram um renascimento à franquia, que estava caindo no ostracismo. Contando com um bom enredo, algo raro em jogos de luta, Mortal Kombat voltou aos holofotes e devido ao seu modo história, ficou possível imaginar como seria um filme neste molde.

Apesar da boa aceitação da produção de mais de 20 anos atrás, o público deseja ver algo novo e diferente. Alguns pontos são essenciais para que um filme de Mortal Kombat funcione. Começando pelo óbvio:

 

Classificação de 16 ou 18 anos

Mesmo no videogame, Mortal Kombat já tinha uma classificação etária, fazendo assim com que muitos pais proibissem seus filhos de jogar devido à quantidade de sangue, violência e momentos gore, com tripas saindo, corpos queimados e tudo que seja possível imaginar. O caminho natural seria fazer algo próximo a isso nas telas de cinema. Afinal, esse é o ponto mais característico da franquia e o que mais o difere dos demais como Street Fighter, Tekken e The King of fighters, por exemplo.

Mortal Kombat tem fãs que ainda são crianças, porém sua maior base é de um público mais envelhecido. Portanto, não há necessidade de temer uma suposta perda grande de possíveis espectadores caso optem por um filme de classificação indicativa alta. Ser direcionado a jovens e adultos pode fazer com que seja explorando não apenas a violência nas lutas, como também uma história mais séria e diálogos mais propícios ao enredo.

 

– Contar uma história

Antigamente diziam que jogo de luta não precisa ter história, porém o game lançado em 2011 provou o contrário e assim contou com um ótimo enredo. Se o filme de Mortal Kombat se limitar apenas a ser um torneio genérico de lutas, ele estará fadado ao fracasso, tal qual ocorreu com Tekken, que também teve seu live-action no cinema e cometeu inúmeros erros, além de não contar nenhuma história e tudo se resumir às batalhas.

Sim, o principal é a luta, mas não se deve focar apenas nisso. Entre os personagens, há algumas relações, sejam de afeto ou de rivalidade, que podem ser interessantes de se explorar e assim dar um peso maior às cenas em eventuais confrontos corporais. Há todo um arco de início, meio e fim. Basta pegar o game como material fonte e se inspirar para criar a história.

 

– Caracterização correta dos personagens

O curta de 2011 mostrou que é possível manter um visual fiel e assim ter uma representação perfeita. Não há necessidade de adaptações, tampouco mudanças bruscas na caracterização do elenco.  Há inúmeros exemplos de filmes que não seguiram seu material fonte em termos de figurino e com isso foram extremamente criticados, além de tirar parte do peso do filme.

Mortal Kombat é uma franquia muito famosa e quem vai assistir já tem uma noção do que esperar ver em cena em relação ao figurino. Portanto, mudar isso seria um tiro no pé da produção.  Quanto mais fiel, melhor.

 

– Shao Kahn

Não há dúvidas. Shao Kahn é o vilão mais icônico de toda a franquia Mortal Kombat e um dos mais memoráveis de todos os jogos de luta nos videogames. O personagem transcende uma imponência ímpar e sua personalidade de autoconfiança pode ser explorada. Inclusive esta é uma das suas principais características mesmo durante as batalhas. Por ser cheio de si e certo da vitória, o vilão para de bater para se gabar, o que faz com que haja abertura dos protagonistas para contra-atacar e assim vencer o duelo.

Apesar de Shang Tsung também ser marcante, a escolha mais correta de vilão seria Shao Kahn. É a ele que os fãs associam quando se fala em antagonista e personagem difícil de derrotar. Sua figura se estende para além do game e causa um temor até mesmo nos jogadores, que sofrem para derrotá-lo utilizando o controle, independentemente do jogo, sejam os antigos, dos anos 90, ou o recente de 2011.

 

– Bons movimentos de luta                            

Um ponto primordial é a boa coreografia de lutas. Claro que o CGI será extremamente necessário para reproduzir de modo agradável os poderes dos lutadores, porém ter bons movimentos de artes marciais também é importante para dar um realismo maior à cena, tal qual ocorre na medida do possível nos games. Limitar-se a troca de magias seria arriscado e tiraria o dinamismo das batalhas.

É essencial que haja um bom coreógrafo para os confrontos e assim os poderes, além dos famosos fatalities sejam a cereja do bolo. Afinal, antes de tudo, eles são lutadores, guerreiros prontos a utilizar suas habilidades numa luta direta, independentemente de qual seja o seu poder.

 

– Trilha Sonora épica

Esta é difícil, beirando ao improvável. O filme de 1995 teve como maior legado sua incrível trilha sonora. A música tema de Mortal Kombat no cinema é famosa até hoje. É simplesmente impossível não se contaminar com a ótima música.

Se a missão de conseguir ter algo no mesmo nível é difícil, que ao menos haja um bom trabalho de trilha e entreguem bons temais aos personagens e ao filme como um todo.

Ainda não há uma data confirmada para o lançamento do filme, que ainda se encontra em seus primeiros estágios de produção. De todo modo, se feito da forma correta, tem potencial para no mínimo agradar tanto quanto o filme de 1995. Há muito bom material a ser explorado nas telas de cinema e a expectativa é de que entreguem um bom produto.

O que você espera  do reboot de Mortal Kombat?

 

 

 

 

 

 

Lea Michele irá se reunir com elenco de ‘Glee’ para gravar canções de Natal

De acordo com a revista People, Lea Michelle irá se reunir com o elenco de ‘Glee‘ para gravar as músicas de seu primeiro álbum de canções natalinas, intitulado ‘Christmas in the City‘.

Além de cantar ao lado de Jonathan Groff, Darren Criss e Cynthia Erivo, Michele vai contar com a produção de Adam e Alex Anders, responsáveis por ‘Glee‘.

Esta será a primeira vez que o elenco e a equipe se reúnem após o fim da série.

A lista de canções do álbum inclui ‘It’s the Most Wonderful Time of the Year’, ‘Have Yourself a Merry Little Christmas’, ‘Rockin’ Around the Christmas Tree’, ‘Silent Night’, ‘Silver Bells’, ‘O Holy Night’, e ‘Do You Want to Build a Snowman?’, de ‘Frozen’.

O lançamento está previsto para 25 de outubro.

Confira a capa:

Netflix divulga data de estreia e vídeo da 3ª temporada de ‘Anne with an E’

A Netflix divulgou a data de estreia da 3ª temporada da série Anne with an E.

Os novos episódios chegam no dia em 3 de janeiro de 2020.

Além disso, foi divulgado um vídeo dos bastidores com Amybeth McNulty e Lucas Jade Zumann.

Assista:

A série estava na berlinda, mas os fãs iniciaram uma campanha no Twiter para a Netflix renovar para uma nova temporada, e funcionou.

O termo “RENEW ANNE WITH AN E” figurou o primeiro lugar nos Trending Topics da rede social.

Confira alguns tuítes:

O seriado é produzido pela CBC em parceria com a Netflix e acompanha a história da órfã Anne (Amybeth McNulty), uma menina otimista que vai morar com a família dos Cuthberts na Inglaterra. Por causa do seu jeito peculiar, Anne acaba sofrendo para se adaptar na vida difícil do interior.

 

 

Saiba quando começa a pré-venda dos ingressos de ‘Coringa’ no Brasil!

Boa notícia para os fãs que estão aguardando ansiosamente o início da pré-venda dos ingressos de ‘Coringa‘ no Brasil.

A pré-venda começou hoje, 19 de Setembro, nas principais redes de cinema do país.

Lembrando que Coringa‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de outubro.

Assista ao trailer:

O longa é dirigido por Todd Phillips (da franquia ‘Se Beber Não Case!‘),  que também assina o roteiro ao lado de Scott Silver.

Drama. A trama gira em torno do icônico arqui-inimigo do Batman, e segue uma história original e independente que nunca foi vista nas telonas anteriormente. A exploração de Arthur Fleck (Phoenix), um homem desconsiderado pela sociedade, não é apenas um estudo de caráter corajoso, mas também um conto preventivo.

Joaquin Phoenix viverá o personagem-título. O elenco ainda inclui Zazie Beetz, Robert De Niro, Dante Pereira-Olson, Douglas Hodge, Frances Conroy e Brett Cullen.

A história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separada do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

 

‘A Vida Invisível’: Representante do Brasil no Oscar 2020 ganha novo trailer

A Sony Pictures divulgou o novo trailer do drama nacional ‘A Vida Invisível‘.

Confira:

Dirigido por Karim Aïnouz, o longa foi o vencedor da mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes, e é baseado no livro ‘A Vida Invisível de Eurídice Gusmão‘, escrito por Martha Batalha.

Rio de Janeiro, 1950. Eurídice, 18, e Guida, 20, são duas irmãs inseparáveis que moram com os pais em um lar conservador. Ambas têm um sonho: Eurídice o de se tornar uma pianista profissional e Guida de viver uma grande história de amor. Mas elas acabam sendo separadas pelo pai e forçadas a viver distantes uma da outra. Sozinhas, elas irão lutar para tomar as rédeas dos seus destinos, enquanto nunca desistem de se reencontrar.

O elenco conta com Carol Duarte, Julia Stockler, Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flavio Bauraqui, Maria Manoella e a veterana Fernanda Montenegro.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

‘Dark Waters’: Anne Hathaway e Mark Ruffalo investigam contaminação no trailer

O thriller baseado em fatos reais, ‘Dark Waters‘, ganhou seu novo e eletrizante trailer.

Confira, com o cartaz:

O filme, ainda sem previsão de lançamento no Brasil, chega aos cinemas norte-americanos no dia 22 de novembro de 2019.

A produção é estrelada por Mark Ruffalo como um advogado que descobre um segredo obscuro envolvendo o crescente e inexplicável número de mortes e uma das companhias mais poderosas do mundo. Nessa complicada jornada, ele arrisca tudo para expor a verdade – incluindo seu futuro, sua família e sua própria vida.

Todd Haynes (Carol) comanda o longa.

Anne HathawayTim RobbinsBill CampVictor GarberMare WinninghamWilliam Jackson HarperBill Pullman completam o elenco.

RuffaloPamela KofflerChristine Vachon ficam responsáveis pela produção executiva.

‘The French Dispatch’: Revelado elenco completo do novo filme de Wes Anderson

O novo projeto do cineasta Wes Anderson, ‘The French Dispatch‘, já está em andamento e, agora, a Fox Searchlight revelou o elenco completo do filme.

O longa estrela Benicio Del ToroFrances McDormandJeffrey WrightAdrien BrodyTimothée ChalametLéa Seydoux, Tilda SwintonMathieu Amalric, Lyna KhoudriStephen ParkOwen WilsonBill Murray.

As filmagens do longa estão acontecendo na França e já devem estar terminando.

De acordo com o IndieWire, o filme é uma carta de amor aos jornalistas, que se passa no posto avançado parisiense de um jornal americano, na metade do século XX.

‘The French Dispatch ainda não tem data de estreia confirmada, mas tem previsão de lançamento para meados de 2020.

O projeto segue o sucesso ‘Ilha de Cachorros’, animação em stop-motion lançado em 2018 que foi aclamado pela crítica e foi indicado para duas estatuetas do Oscar: Melhor Animação e Melhor Trilha Sonora.

Sylvester Stallone declara guerra em novo comercial de ‘Rambo – Até o Fim’; Assista!

A Imagem Filmes divulgou um novo comercial de ‘Rambo – Até o Fim‘, estrelado por Sylvester Stallone.

Confira:

Crítica | Rambo: Até o Fim – Quinto filme da franquia ou… um genérico de Stallone!

Adrian Grunberg assume a direção do filme, que terá roteiro escrito por Matt Cirulnick e Stallone.

O tempo passou para Rambo, que agora vive recluso em um rancho na fronteira entre os Estados Unidos e o México. Sua vida marcada por lutas violentas ficou para trás, mas deixou marcas irreparáveis. No entanto, quando uma jovem amiga da família é sequestrada, Rambo precisará confrontar seu passado e reviver suas habilidades de combate para enfrentar um dos mais perigosos cartéis mexicanos. A busca logo se transforma em uma violenta caçada por justiça, onde nenhum criminoso será perdoado.

O elenco ainda inclui Paz VegaSergio Peris-Mecheta, Adriana Barraza, Joaquin Cosio, Óscar Jaenada Yvette Monreal.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Os monstros estão à solta no novo trailer de ‘Creepshow’; Assista!

Shudder divulgou hoje, 19, o segundo trailer oficial do remake de Creepshow, supervisionado por Greg Nicotero (‘The Walking Dead’).

Confira:

A primeira temporada terá 6 episódios:

  • By the Silver Water of Lake Champlain: Baseado em uma história de Joe Hill (‘NOS4A2‘), adaptado por Jason Ciaramella e dirigido por Tom Savini!
  • House of the Head:  Escrito por Josh Malerman (‘Bird Box‘)
  • The Companion: Escrito por Joe Lansdale
  • The Man in the Suitcase: Escrito por Christopher Buehlman
  • All Hallows Eve: Escrito por Bruce Jones
  • Night of the Paw: Escrito por John Esposito
  • Bad Wolf Down: Escrito por Rob Schrab

O elenco conta com David Arquette (da franquia ‘Pânico‘), Tricia Helfer (‘Lucifer‘) e Dana Gould (‘Stan Against Evil‘).

Ainda sem data divulgada, espera-se que a estreia ocorra ainda em 2019.

‘The Sinner’: Teaser da 3ª temporada traz novo crime brutal; Assista!

O canal USA Network divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de ‘The Sinner‘.

Confira:

Bill Pullman retornará como o detetive Harry Ambrose. Matt Bomer estrelará o novo ciclo.

Na nova trama, Ambrose investiga um acidente de carro fatal em Nova York, o que o leva a um crime secreto que o coloca no caso mais perigoso e perturbador de sua carreira.

A terceira temporada irá estrear apenas em 2020.

No Brasil, a série foi lançada pela Netflix e os dois primeiros anos estão disponíveis em seu catálogo.

‘The Sinner’: Elisha Henig revela os segredos sombrios da 2ª temporada em entrevista EXCLUSIVA 

‘Entre Facas e Segredos’: Todos são suspeitos no novo trailer LEGENDADO do suspense

A Paris Filmes divulgou o novo trailer legendado do suspense ‘Entre Facas e Segredos‘ (Knives Out).

Confira:

Escrito e dirigido por Rian Johnson (‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘), o suspense traz um clima semelhante às clássicas histórias de Agatha Christie.

Quando o renomado escritor de livros criminais Harlan Thrombey (Plummer) é encontrado morto em sua mansão logo após seu aniversário de 85 anos, o inquisitivo Detetive Benoit Blanc (Craig) é misteriosamente encarregado do caso. Da família desfuncional do autor à seus empregados, Blanc caminha através de uma teia de mentiras para desvendar a verdade por trás da morte de Harlan.

O grandioso elenco conta com Daniel Craig, Chris Evans, Ana de Armas, Jamie Lee Curtis, Toni Collette, Don Johnson, Michael Shannon, Lakeith Stanfield, Katherine Langford, Jaeden Lieberher e Christopher Plummer.

Entre Facas e Segredos‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de Novembro.