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‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Rede de cinemas vai fazer sessões especiais apenas para palhaços

A rede de cinemas Alamo Drafthouse vai realizar uma série de sessões especiais de ‘It: A Coisa – Capítulo 2‘, destinada apenas para palhaços. A informação foi compartilhada pela revista EW.

Para participar das exibições não precisa ser um palhaço profissional, basta estar vestido como um. Segundo a descrição feita pela própria empresa, é necessário ir à sessão trajando “uma peruca, maquiagem, calças largas com suspensórios e aquela maquiagem vermelho-sangue”. As sessões acontecerão em 17 locais, espalhados por lugares como o estado do Texas e a cidade de Los Angeles.

Essa não é a primeira vez que a Alamo realiza um evento dessa natureza. A mesma coisa aconteceu na época da estreia do primeiro ‘It‘. Além disso, a empresa ainda fez uma série de exibições especiais destinadas apenas para mulheres, do filme ‘Mulher-Maravilha‘.

Confira os novos cartazes do filme:

O terror recebeu a alta classificação indicativa Rated-R (para maiores de 17 anos), devido ao “Conteúdo violento extremamente perturbador e cenas excessivamente sangrentas, linguagem adulta e algum material sexual grosseiro”.

Empolgados?

Vale lembrar que o diretor Andy Muschietti e a produtora Barbara Muschietti virão ao Brasil para conversar com a imprensa do país sobre o aguardado filme de terror, que tem estreia marcada para 5 de setembro.

Ambos estarão em São Paulo em agosto, com datas finais ainda a confirmar.

Confira a descrição das cenas exibidas na San Diego Comic-Con:

Na primeira cena divulgada, o grupo dos Perdedores se reencontra, 27 anos depois. Sem Stanley, a turma se une no restaurante Jade of the Orient. Antes da exibição dessa tomada, os presentes se comprometeram a não compartilhar detalhes do conteúdo, então pouco se sabe sobre o que fora apresentado.

Mas segundo o Bloody Disgusting, a cena destaca as características únicas de cada um dos personagens, evidenciando que Muschietti fez a escolha ideal dos atores para as versões adultas dos protagonistas. E o reencontro foi marcado por muito álcool e em meio a um terror crescente, os Perdedores começam a se questionar do porque eles decidiram retornar à Derry, depois de tantos anos.

Já a segunda cena exibida se passa durante um festival na cidade de Derry, mais precisamente na Funhouse, um peculiar espaço cheio de espelhos e caminhos confusos que formam um labirinto assustador. Bill (McAvoy) tenta salvar um garotinho das mãos de Pennywise, nesta tomada que é de dar “calafrios”, segundo o Bloody Disgusting. Aqui também é possível ver um pouco mais do grande vilão, que se destaca na corrida para pegar o garotinho. A cena ainda parece fazer uma referência/homenagem particular ao Bill, que ainda não superou totalmente a morte de seu irmãozinho.

A última cena divulgada leva os protagonistas de volta à Casa Neibolt, onde eles tentarão matar o palhaço. A tomada ainda explica a importância do local e porque apenas crianças conseguem vê-la. Isso ainda traz um contraste ao fato de que os Perdedores, hoje adultos, ainda conseguem encontrar a residência, após tantos anos. É aqui que começa o clímax do longa, quando nos deparamos como o grupo de amigos frente a frente com Pennywise pela última vez. 

O elenco conta com o retorno de Skarsgård, no papel de Pennywise, e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens.

 

Cate Blanchett pode se juntar a Bradley Cooper em ‘O Beco das Almas Perdidas’

De acordo com o The Wrap, Cate Blachett está em negociações para estrelar a nova adaptação de ‘O Beco das Almas Perdidas‘ (Nightmare Alley), que será produzida pelo Guillermo del Toro.

Detalhes sobre seu possível papel não foram divulgados.

Por enquanto, apenas Bradley Cooper está confirmado no projeto.

Além de produzir, del Toro também irá coescrever o roteiro ao lado de Kim Morgan.

Assim como o original, o novo longa também será baseado no livro escrito por William Lindsay Gresham.

A primeira adaptação foi lançada em 1947, e dirigida por Edmund Goulding. O clássico noir conta a história de um jovem ambicioso que começa a se relacionar com uma psiquiatra ainda mais corrupta do que ele. Os dois se dão bem destruindo a vida das pessoas, mas logo começam uma manipulação entre eles.

‘Queen & Slim’: Trailer do novo suspense racial com o astro de ‘Corra!’

O novo filme de suspense estrelado pelo astro Daniel Kaluuya, intitulado ‘Queen & Slim‘, ganhou um novo e intenso trailer, que explora o racismo e a perseguição de policiais brancos.

Assista:

Baseado em uma ideia criada pelo autor James Frey e roteirizado pela vencedora do Emmy, Lena Waithe, qa produção conta a história de dois conhecidos que, inesperadamente, são forçados a fugir juntos após uma simples parada no semáforo resultar na morte de um policial, morto em legítimo defesa.

Rapidamente as coisas mudam de figura, escalonado em uma narrativa a la ‘Bonnie & Clyde‘, onde algo inesperado se transforma “em um símbolo de terror, tristeza e dor para pessoas ao redor do país”.

Queen & Slim‘ traz também Jodie Turner-Smith (‘Nightflyers‘), Bokeem Woodbine (‘Operação Overlord‘) e Chloë Sevigny (‘The Act‘) no elenco.

O suspense é dirigido pela estreante Melina Matsoukas, que já dirigiu episódios de ‘Insecure‘, além de ser a diretora do clipe “Formation”, da Beyoncé.

O longa estreia no dia 27 de novembro nos Estados Unidos e ainda não possui data de lançamento para o Brasil.

 

 

 

Franquia Velozes e Furiosos | Do Pior ao Melhor – Incluindo ‘Hobbs & Shaw’

Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw já aqueceu os motores e chegou acelerando aos cinemas na quinta, dia 1º de agosto. O filme promete ser um dos maiores sucessos desta segunda metade de ano e também de 2019.

Ano que vem, seremos brindados ainda com o nono exemplar da franquia – é sério!

Já são oito filmes e mais este derivado ao todo, e pensando nisso, o CinePOP resolveu homenagear a série mais envenenada do cinema, colocando em ordem todos os episódios, do pior ao melhor. Então, aperte o cinto e prepare-se para altas velocidades. Não esqueça de deixar seu comentário, listando você também em ordem de preferência os filmes Velozes e Furiosos.

Leia também nossa crítica de Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw

Crítica | Velozes e Furiosos 8 é diversão e adrenalina pura (Nota: 8.0)

Crítica 2 | Velozes e Furiosos 8 – Franquia megalomaníaca só faz crescer (Nota: 8.0)

 

9. + Velozes + Furiosos (2003)

Motor: com o sucesso do primeiro filme, uma sequência (desnecessária) foi logo criada. Dois roteiros foram escritos, um com e outro sem a presença do personagem de Vin Diesel. Dá para perceber qual foi usado. Soando como continuação caça-níquel, o que de fato era, o filme perdeu parte de seu charme e público.

Chassi: Brian O´Connor (Paul Walker), agora do outro lado da lei, é capturado por seus ex-companheiros, e forçado a se infiltrar numa gangue em Miami. Para a tarefa, ele recorre ao seu velho amigo Roman Pearce (Tyrese Gibson) – aonde se encaixaria Diesel na trama.

Velocidade: logo no começo, temos um racha com um carro pulando por cima de outro em uma ponte. Em outra cena, numa corrida, caminhões se mostram obstáculos nada agradáveis. No final, temos um carro decolando voo e aterrissando em um iate.

Arranque: Roman e Tej (Ludacris) foram introduzidos neste filme, mas o grande chamariz é a presença de Eva Mendes, como a policial infiltrada Monica Fuentes. Esperamos ansiosamente o retorno da cubana à série.

Trava Roda: o vilão aqui é Carter Verone (Cole Hauser), que tem como hobby colocar ratos na barriga de desafetos e atiçá-los para que cavem um buraco.

Piloto: John Singleton, de Os Donos da Rua (1991).

 

8. Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio (2006)

Motor: se no filme anterior, Vin Diesel estava fora, neste nem Paul Walker retorna. Aqui, foi quando todos achavam que a franquia estava morta e enterrada. Hoje, olhando para trás, não é o pior episódio da série, e até possui certo charme ao se desassociar totalmente da proposta dos anteriores.

Chassi: movendo a ação para Tóquio, Japão, e com o objetivo de ser um animal totalmente novo, sem qualquer elo com os anteriores, Desafio em Tóquio não é sobre corridas, mas sim sobre drift, aquelas derrapadas em curva. Outra remodelada é por um filme mais jovem, com protagonistas colegiais, o que faz do filme uma espécie de Karate Kid sobre rodas.

Velocidade: as cenas das famosas derrapadas nas rampas em curva, os chamados drift, são bem legais. A cena que abre o filme, se tornando o motivo do protagonista Sean Boswell (Lucas Black) ser enviado para o Japão, também é recheada de adrenalina.

Arranque: nenhum dos personagens deste filme foi reutilizado ao longo da série, tirando Han (Kang) – apesar de Sean (Black) ter feito uma ponta no sétimo episódio. Nesta história reciclada de filmes colegiais do aluno recém-chegado, temos a mocinha em quem ele fica interessado (Nathalie Kelley) e o antagonista valentão que surge como terceira parte no triângulo amoroso (Brian Tee). O rapper mirim Bow Wow, hoje usando o nome Shad Moss, interpretou o melhor amigo do protagonista.

Trava Roda: D.K. (Tee) era a peste do colégio, mas o maior vilão do filme era mesmo o tio do rapaz, o mafioso Kamata, papel do lendário Sonny Chiba.

Piloto: o asiático Justin Lin, de Annapolis (2006) – que fazia uso de dois veteranos da franquia, Jordana Brewster e Tyrese Gibson – realizava seu quarto longa-metragem com Desafio em Tóquio.

 

7. Velozes e Furiosos 4 (2009)

Motor: “novo modelo, peças originais”, era o que anunciava o slogan do filme. Parte continuação, parte reboot, o quarto filme da franquia trouxe de volta o elenco original – Vin Diesel, Paul Walker, Michelle Rodriguez e Jordana Brewster. Justamente por isso, precisava ser um filme melhor, decepcionando por não honrar o retorno dos envolvidos.

Chassi: Brian O´Connor (Paul Walker), novamente trabalhando para o FBI (decida-se, certo?), precisa se infiltrar nas operações de um grande traficante mexicano. Para o feito, ele recorre ao velho conhecido Toretto (Diesel), e termina reencontrando a paixão Mia (Brewster), irmã do careca.

Velocidade: a cena de abertura, com Dom e Letty (Rodriguez) roubando combustível de um caminhão tanque é a melhor do filme. De resto, ganhamos um filme abaixo do esperado, sem a adrenalina dos anteriores e uma sequência final dentro de túneis em uma caverna muito escura, que não funciona.

Arranque: além da volta do time original, somos introduzidos a Gisele (Gal Gadot), criminosa, braço direito do vilão, com formas de modelo. Han (Sung Kang) também dá as caras, após sua “morte” no terceiro filme – quebrando a cronologia.

Trava Roda: Campos é o vilão deste grande retorno da trupe, interpretado pelo ótimo John Ortiz. Ele se mostra um adversário mais sério e ameaçador, voltando em uma participação no sexto filme, em uma cena na cadeia. O principal capanga do traficante é Fenix, papel do musculoso Laz Alonso, o assassino de Letty. O filme, infelizmente, não nos dá uma pancadaria entre ele e Dom, como esperado.

Piloto: o diretor aqui é o taiwanês Justin Lin, que havia entrado na série no comando do filme anterior.

 

6. Velozes & Furiosos 5: Operação Rio (2011)

Motor: o episódio mais cultuado pelos fãs, Operação Rio (como ficou conhecido no Brasil) trouxe a franquia para terras tupiniquins e para nossas favelas – mesmo que nem tudo esteja geograficamente correto. Foi aqui que a série verdadeiramente recuperou seu fôlego e atingiu o status gigantesco e megalômano em que se encontra hoje.

Chassi: Toretto e sua equipe planejam um roubo audacioso, transformando a série totalmente, de corridas de carros para a ação de grandes assaltos ousados. A missão impossível no Brasil não será tão fácil, já que em seu encalço, Vin Disel e cia. possuem o braço mais forte da lei, Luke Hobbs (The Rock).

Velocidade: aqui foi quando a série começou a tomar proporções homéricas. Temos por exemplo a perseguição a um trem e o voo de uma ponte, que liga o Rio a São Paulo. Ou não. Carros arrastando um cofre não é algo que se vê todos os dias. Mas a pancadaria entre os brutamontes Diesel e Johnson definitivamente é um dos pontos altos aqui.

Arranque: como gostava de anunciar na época, Dwayne ‘The Rock’ Johnson afirmava ser o Viagra das franquias. Dito e feito, uma das decisões mais acertadas dos produtores para a série foi introduzir o carismático gigante na pele do policial Luke Hobbs, confeccionando assim um verdadeiro duelo de titãs com o Dom de Vin Diesel, no lado oposto da lei. Além disso, enquanto o quarto filme trouxe de volta as partes originais, o quinto trouxe todos os opcionais, vide Roman (Gibson), Han (Sang), Vince (Matt Schulze), Gisele (Gadot) e Tej (Ludacris). A policial brasileira Elena (Elsa Pataky), importante para a trama da franquia, faz seu debute.

Trava Roda: apesar dos bandidos serem os mocinhos e o antagonista, o agente da lei Hobbs, existe sim um vilão declarado no quinto longa da franquia. O português Joaquim de Almeida vive o criminoso brasileiro Reyes, que tem fortes laços com políticos, empresários e policiais corruptos. E o que mais? Como diz Toretto a certa altura do filme, “This is Brazil!”. Sim, definitivamente é.

Piloto: mais uma chance é dada para Justin Lin, que desta vez pôde conhecer o que era o sucesso absoluto em um filme da franquia.

 

05. Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw (2019)

Motor: há algum tempo vinham sendo prometidos derivados da franquia Velozes e Furiosos, e o primeiro acontece com Hobbs & Shaw. Seja por qual motivo tenha ocorrido (as más línguas não cansam de citar a desavença entre The Rock e Vin Diesel), o fato é: Hobbs (The Rock) e Shaw (Jason Statham) se tornaram tão populares em suas picuinhas e na afirmação de “dois bicudos não se beijam”, que ganharam um filme inteiro só para isso. Ah, e mais um filme, com toda a turma, vem aí ano que vem.

Chassi: a trama aqui é o que menos interessa, e é vendida por dois motes: a família dos protagonistas (o lema da série) e suas personalidades conflitantes para fazer graça. Hobbs é o americano troglodita. E Shaw, o britânico cool. Mas já que temos que ter uma história, ela é reciclada do filme de espionagem B mais canastrão, com um super soldado renegado atrás de um vírus que pode dizimar a humanidade, e somente nossos heróis para salvar o dia e derrotar o vilão.

Velocidade: esse é o problema com franquias que querem ser cada vez maiores e absurdas em suas cenas de ação: em algum momento acabam recaindo de vez para o cartunesco. Isso ocorreu com o 007 de Pierce Brosnan, e acontece o mesmo aqui. Hobbs & Shaw é basicamente um filme de super-heróis ou um desenho animado – com direito a vilão ciborgue, motos que andam sozinhas, manobras impossíveis e até mesmo Hobbs segurando um motoqueiro com um braço só (que colocou para fora do carro vindo no sentido oposto). Existe muita ação, mas ela é quase toda genérica e nada memorável. O humor conta mais alto aqui.

Arranque: Hobbs e Shaw ganham os holofotes aqui em seu primeiro filme solo. Como a família sempre foi o núcleo desta franquia, é claro que em algum momento conheceríamos os parentes dos durões. Quem sai na frente no núcleo familiar é Shaw, já que sua irmã Hattie (Vanessa Kirby) é primordial para a trama e a terceira em importância no filme atrás somente da dupla. Kirby dá um show. Helen Mirren também retorna como a mãe deles. Já Hobbs vai encontrar com sua família no final do filme, e a para a grande revelação de seu irmão, o papel havia sido planejado para Jason Momoa, que não pôde participar por motivo de agenda, e o personagem acabou ficando com Cliff Curtis. Dois atores bem conhecidos aparecem aqui em participações especiais, mas acho que ainda não vale a pena revelar quem são…

Trava Roda: depois de Charlize Theron, a franquia segue demonstrando que consegue escalar grandes nomes para seus antagonistas, com a contratação de Idris Elba para viver Brixton. Quero ver quem eles irão chamar agora. O antagonista é um ex-parceiro do serviço secreto de Shaw, um fantasma de seu passado, que o protagonista vê ressurgir bem em sua frente. Deixado para morrer, ele retorna numa versão com upgrade, com implantes e literalmente partes cibernéticas e de metal. O sujeito é uma mistura do Exterminador do Futuro, mas se autointitula o Superman Negro. Não está errado. Infelizmente, o personagem é somente o típico vilão de HQ, sem qualquer personalidade ou profundidade, e extremamente bidimensional. Uma pena.

Piloto: David Leitch é quem assume o primeiro derivado da franquia. Especializado em lutas, coreografias e cenas intensas, o sujeito não deixa a peteca cair aqui no quesito, mas em matéria de cenas de ação grandiosas, o longa fica abaixo dos demais exemplares da franquia. O ex-dublê e lutador marcial tem no currículo as direções de filmes como De Volta ao Jogo (John Wick), Atômica e Deadpool 2.

 

4. Velozes e Furiosos 8 (2017)

Motor: após a morte de Paul Walker e da despedida no sétimo filme, a franquia poderia ter encerrado. Mas aí a Universal perderia sua galinha dos ovos de ouro. Então um novo filme saiu do papel, e não será o último. O grande mote aqui é a traição de Diesel, o pilar da família Velozes, e a chegada da vilã definitiva.

Chassi: é o fim dos tempos quando Toretto precisa se voltar contra o que mais considera importante no mundo, sua família. O motivo? O grandalhão careca é chantageado por Cipher, terrorista cibernética temida mundialmente, que planeja roubar ogivas nucleares e fazer governos de refém. E o que mais?

Velocidade: se o quinto filme abriu portas, o sexto foi o que atingiu níveia de Missão: Impossível, 007, ou qualquer arrasa-quarteirão megalomaníaco. Aqui, seguimos a máxima de superar cada feito anterior, e temos carros guiados por controle remoto, chuva de carros e até mesmo uma corrida no gelo com um enorme submarino. Mas o que choca mesmo é o beijo de Charlize Theron em Vin Diesel.

Arranque: a musa Charlize Theron é a melhor adição do elenco no oitavo filme da franquia. Todos (ou a maioria) dos “jogadores” retornam. Além da loira, temos aqui a veterana Helen Mirren num papel hilário, e o novato Scott Eastwood como um agente federal tentando ocupar a vaga do saudoso Paul Walker como o galã da franquia.

Trava Roda: a vilã definitiva é Cipher, Charlize Theron, uma hacker terrorista superinteligente, que faz da trupe suas marionetes. É revelado que a criminosa estava por trás de acontecimentos datando do sexto filme, ou seja, Dom e sua turma eram uma pedra antiga em seu sapato, que ela tratará de retirar.

Piloto: F. Gary Gray, do sucesso Straight Outta Compton (2015), é o terceiro americano a comandar um filme da franquia.

 

3. Velozes e Furiosos (2001)

Motor: onde tudo começou. O primeiro Velozes e Furiosos se comporta demais como uma refilmagem não declarada de Caçadores de Emoção (1991), de Katheryn Bigelow.

Chassi: um agente do FBI (Paul Walker) precisa se infiltrar no submundo de corridas clandestinas para descobrir a gangue que anda assaltando caminhões de mercadorias nas estradas.

Velocidade: as cenas de corridas são todas muito bem orquestradas. A cena que mais marca o filme, no entanto, é o duelo final entre Diesel, Walker e um trem. Além disso, este filme ainda tinha um pé em nosso mundo, e cria um clima de mistério e certo suspense interessante para um blockbuster descerebrado.

Arranque: na época, o elenco se resumia a um grupo de desconhecidos. Seu status cult veio com o lançamento do longa no mercado de vídeo.

Trava Roda: o primeiro filme trata de assuntos mais relevantes, como confiança, do que o combate a um vilão. Mas eles não deixam de existir aqui, e o principal é Johnny Tran, o corredor com laços mafiosos, vivido por Rick Yune.

Piloto: Rob Cohen (Daylight) dirigiu o primeiro filme e voltaria a trabalhar com Vin Diesel em XxX (2002).

2. Velozes e Furiosos 6 (2013)

Motor: aqui foi onde a série deu o pulo para a estratosfera, embora muitos tenham creditado ao episódio anterior. O orçamento mais inflado, proporcionou a franquia Velozes e Furiosos adentrar no território dos filmes mais caros da atualidade e o resultado é percebido nas telas. Sem dúvida um dos mais divertidos de todos.

Chassi: na trama, Letty (Rodriguez) está viva! Mas não se lembra de nada, devido a uma amnésia (ridículo? Ei, não esqueça que estamos falando de Velozes e Furiosos). Além de viva, ela faz parte de um novo grupo de criminosos, que vem tocando o terror por Londres. Hobbs pede a ajuda de Toretto e seus amigos mais uma vez, em uma missão mais pessoal impossível para a “família”.

Velocidade: as cenas de ação aqui atingiram níveis inacreditáveis. Temos, por exemplo, uma perseguição em uma ponte com um tanque de guerra. Além dessa, as ruas de Londres se tornam o palco de uma batalha entre a equipe de Toretto e a nova família de Letty, que usa os infames “carros rampa”. O final traz o que acontece quando carros combatem um avião jumbo!

Arranque: Michelle Rodriguez é trazida de volta para a série e sua Letty, de volta à vida (ninguém morre de verdade aqui). Hobbs volta, assim como toda a trupe, mas alguns encontrarão um trágico destino.  Fora isso, Gina Carano, a então musa do MMA feminino e atriz nas horas vagas, reforça o elenco na pele da parceira do grandalhão The Rock, com direito a um “cat fight” com Rodriguez.

Trava Roda: o vilão da vez é Shaw (Luke Evans), um anarquista que planeja uma série de ataques e tem na manga a lealdade de Letty, por ter salvado sua vida – ao final do quarto filme. A gangue de Shaw é quase como uma versão “bizarra” de nossos heróis, com cada um dos membros encontrando sua contraparte.

Piloto: quarto e último filme da franquia comandado por Justin Lin, que decidiu alçar voos maiores, com Star Trek – Sem Fronteiras (2016).

 

1. Velozes e Furiosos 7 (2015)

Motor: adiado por um ano, o sétimo Velozes e Furiosos foi marcado pela tragédia, quando o astro da franquia Paul Walker faleceu em um acidente automobilístico (na máxima das cruéis ironias) e não pôde completar sua participação, sendo substituído por dublês, efeitos e seus irmãos da vida real. A arte imita a vida, e Velozes 7 serviu de despedida para Walker e seu Brian O´Connor, usando a metalinguagem de forma mais que emocionante. Impossível evitar as lágrimas e o nó na garganta ao final.

Chassi: um grande problema decide ir atrás de nossos heróis, eliminando-os um a um. A caça vira o caçador quando a equipe decide combater tal ameaça, para isso precisando da ajuda de antigos aliados e de novos, como o agente do governo Sr. Ninguém (papel do veterano Kurt Russell).

Velocidade: se no sexto filme tivemos um avião jumbo e um tanque de guerra, no sétimo temos carros caindo de paraquedas de um avião, descendo ribanceiras, comboios militares extremamente armados, a demolição de um estacionamento, drones e, é claro, carros atravessando os prédios mais altos do mundo, em Abu Dhabi.

Arranque: a despedida de Paul Walker chama atenção no sétimo episódio, mas temos também a entrada de Kurt Russell na série na pele do enigmático Sr. Ninguém, o agente federal que dá respaldo na caçada ao terrorista Deckard Shaw. Além disso, a série também ganha mais uma presença feminina de respeito, com a hacker Ramsey, papel da belíssima Nathalie Emmanuel (Game of Thrones).

Trava Roda: até então, a maior ameaça da série, tida como definitiva, era “o irmão mais velho e malvado”, vivido por Jason Statham. Escolha acertadíssima para um elenco de brucutus, Statham é outro herói de ação que se junta ao filme como o vilão. É claro que a chance de um embate entre ele e The Rock e depois com Vin Diesel não seria perdida. Além disso, a lutadora Ronda Rousey faz uma participação e trava seu próprio embate com Michelle Rodriguez. Os atores Djimon Hounsou e Tony Jaa também dão as caras como vilões.

Piloto: sai o taiwanês Justin Lin, e entra malaio James Wan (Invocação do Mal), que não faz feio. Nem perto disso.

Crítica | Desenfreado – Filme Medieval Épico Sul-Coreano com Zumbis!

Um filme medieval, épico, sul-coreano e… com zumbis! Parece completamente contraditório, mas esse filme existe e se chama ‘Desenfreado’ – um dos lançamentos da Dona Netflix essa semana. E surpreende!

A superprodução de 2018 tem como título original ‘Chang-gwol’ e chegou a estrear nos cinemas da Coreia do Sul, arrecadando cerca de U$12 milhões em bilheteria. A trama, porém, é um pouco complicadinha de entender, mas vamos lá: tudo começa quando o Ministro de Guerra, Kim Ja-Joon (o sério Jang Dong-Gun), entra em um navio cargueiro gringo (provavelmente inglês, mas não é definido), que contém um zumbi. O gringo pede ajuda com pólvora para queimar a carga, porém, Kim decide que aquela poderia ser sua grande arma para depor o poder do rei Lee Jo (Kim Eui-Sung). É assim que a província de Joseon é infestada por uma horda de “demônios” – que são, na verdade, zumbis. Para cuidar da situação, o príncipe herdeiro boa pinta e malandrão, Lee Chung (Hyung-Bin) é convocado, juntamente com seu escudeiro e alívio cômico Hak-Soo (o hilário Jeong Man-Sik, numa atuação a la David do Brasil). Enquanto enfrenta a ameaça zumbi, Lee Chung ainda tem que lidar com traições dentro do governo.

É importante explicar essa sinopse mais alongada por duas razões: primeiro, porque nada disso fica muito claro até quase o fim do primeiro terço, o que gera bastante confusão pro espectador; segundo, porque o longa-metragem parece não ter continuidade, intercalando sequências de cenas que parecem não ter ligação uma com a outra. Essa questão fica mais evidente no primeiro arco do filme, porém, também ocorre nas outras partes, pedindo certa boa vontade de nós, como uma cena que começa ao anoitecer e de repente já está de manhã, mas quando os personagens voltam ao ponto original, está de noite novamente.

Desenfreado’ é uma megaprodução com requintes na ambientação de época, na caracterização e no figurino. Tem cenários belíssimos, trajes que contrastam esteticamente com o horror no qual se passa a trama e até mesmo apresentações artísticas, que são pura poesia. O filme se leva a sério, os atores são dramáticos ao extremo, beirando uma novela mexicana. Seria apenas um drama medieval épico, não fossem os zumbis.

Preparem-se para o que eu vou falar: este é o primeiro filme em que é bonito ver o zumbi. Sério. Imaginem aqueles coreanos vestidos com aquelas roupas que parecem vindas direto do mangá, com aquela pele de porcelana e enfeites dos cabelos. Agora imaginem esses caras se contorcendo, quebrando os ossos, se requebrando, ganhando veias azuis que saltam do pescoço, andando que nem a menina do ‘Exorcista’. Acrescente a esses mesmos indivíduos sangue escorrendo pelos lábios, coloque-os curvados sobre as vítimas. E os zumbis não são bestas não! Eles não são lerdos e não perdem partes do corpo pelo meio do caminho, ao contrário, são uma ameaça real.

Desenfreado’ desperta sentimentos dicotômicos na gente, porque torna essa transformação do zumbi em algo belo, poético. Em algum grau, isso deve ser errado, não? Independentemente, é um entretenimento bem bacanudo, e que pode abrir as portas do cinema sul-coreano de gênero para o nosso público.

Crônicas de San Francisco | A ordem correta para assistir e mais alguns detalhes

Durante o mês de junho deste ano a Netflix estreou a série Crônicas de San Francisco na sua plataforma. Desenvolvida por Lauren Morelli (Orange Is The New Black) e baseada nos livros de Armistead Maupin, a produção não te conta a princípio que já existiram outras crônicas de San Francisco, ou melhor dizendo, outras Tales of the City. Provavelmente, parte do público e fãs dos livros conhecem as histórias, mas uma parcela de espectadores mais jovens sequer ouviram falar. Portanto, antes de trazer a crítica da temporada atual, vamos dizer a ordem correta para conferir a nova e tratar alguns pontos para ficar atentos.

Crônicas de San Francisco (1993)

Tudo começou em 1993, ou melhor, em 1978, quando Armistead Maupin publicou seu primeiro livro chamado Tales of the City, que viria a ser o mesmo nome da produção desenvolvida para a TV baseada na sua obra.

A jovem Mary Ann Singleton (Laura Linney), num rompante, desembarca em San Francisco, em pleno ano de 1976, e decide por lá ficar. Após passar alguns dias como de hóspede na casa da amiga Connie Bradshaw (Parker Posey), ela decide procurar um lugar para si e eis que o telespectador conhece, pela primeira vez, 28 Barbary Lane, com sua misteriosa e encantadora dona, Anna Madrigal (Olympia Dukakis). Vivendo nos apartamentos do local estão Brian Hawkins (Paul Gross, que também interpreta o mesmo na versão atual) e Mona Ramsey (Chloe Webb).

Não tarda muito para que Michael Tolliver (Marcus D’Amico) entre finalmente em cena, desta vez pra valer, e não em um pequeno momento no supermercado. Na primeira temporada, se é que podemos assim chamar, é possível conhecer quem são esses personagens, um pouco do passado deles antes da chegada a Barbary Lane, seus desejos e ambições, e uma San Francisco à frente do seu tempo. Aqui Mary Ann descobre seu dom natural para o mistério.

Alguns nomes para se guardar: Connie Bradshaw, DeDe Halcyon Day (Barbara Garrick) e Mona Ramsay.

Mais Crônicas de San Francisco (1998)

Cinco anos se passaram desde a exibição da primeira temporada e aqui os roteiristas optam por avançar um período também. Agora o público está familiarizado com os personagens e é fácil ansiar por mais histórias. Importante citar que muitos atores foram mudados e três dos principais são vividos por pessoas diferentes: Paul Hopkins é Michael Tolliver, Whip Hubley é Brian Hawkins e Nina Siemaszko é Mona Ramsey. Mas não se preocupe, pois Mary Ann Singleton e Anna Madrigal permanecem como Laura Linney e Olympia Dukakis, respectivamente.

Mary Ann e Michael se tornaram melhores amigos e partem em um cruzeiro juntos, enquanto Mona, sentindo-se sozinha, vai em uma busca de uma nova aventura que resultará numa descoberta sobre seu passado envolvendo Anna Madrigal. Por mais que a maior parte das histórias estejam interligadas, algumas passam despercebidas aos olhos do espectador e também não farão tanta diferença no futuro. O principal é se atentar ao crescimento de Mary Ann e como a mesma está sempre propensa ao desdobramento dos mistérios que a cercam.

Dois pontos que também não podem passar despercebidos é a revelação do grau de parentesco entre Mona e Anna Madrigal, assim como a amizade que surge entre DeDe Day e D’orothea Wilson (Françoise Robertson), ex-affair de Mona na temporada passada –  que era interpretada por Cynda Williams.

Outras Crônicas de San Francisco (2001)

A terceira e última etapa, antes do retorno agora em 2019, teve início três anos depois da exibição de Mais Crônicas de San Francisco e aqui o espaço de tempo entre as temporadas é um pouco maior.

A história já inicia mostrando Mary Ann e Brian (ainda sendo interpretado por Whip Hubley) juntos, em uma espécie de amizade colorida por parte dela, enquanto ele, claramente, está apaixonado pela protagonista. Enquanto Michael (permanece Paul Hopkins) está ficando com a cidade inteira após o término com o Dr. Jon Fielding (Billy Campbell). Aqui não é possível ver Mona, afinal, logo de início é dito que a mesma se encontra vivendo em Seattle.

Enquanto a personagem de Laura Linney busca seu lugar na carreira de apresentadora de TV, precisa lidar com Bambi Kanetaka (Sandra Oh), a estrela e queridinha do chefe, e também com seus sentimentos por Brian; Anna Madrigal se envolve em um novo mistério que a levará à descoberta sobre suas raízes. DeDe retorna – dos mortos – com uma informação que pode levar Mary Ann ao furo que precisava para crescer na carreira.

É interessante falar da personagem de Barbara Garrick aqui, pois sua evolução é algo incrível. Afinal, se formos comparar essa DeDe com a que conhecemos nas temporadas anteriores é como se somente agora ela realmente tivesse aprendido como o mundo funciona. Aparentemente, o relacionamento com D’or e o nascimento dos filhos lhe fizeram muito bem.

Dois pontos para se lembrar: ao final da temporada tem o casamento de Brian e Mary Ann, e também a rápida aparição de Connie Bradshaw durante um dos episódios, grávida.

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É necessário deixar esclarecido a importância de se assistir a todas essas temporadas antes de conferir a de 2019, pois aqui é possível criar elo com os personagens, descobrir suas raízes e vê-los crescer juntamente a Anna Madrigal. Sem contar a aparição de pessoas chave para a trama atual. Espero que esta matéria tenha contribuído para seu entendimento e que te convença a juntar-se a 28 Barbary Lane, afinal, esta é uma maratona que dar gosto de fazer.

‘Cara Gente Branca’: 3ª temporada já está disponível na Netflix!

A 3ª temporada da série Cara Gente Branca‘ (Dear White People) já estreou na Netflix! Todos os 10 episódios do novo ciclo já estão disponíveis no serviço de streaming.

Confira o trailer:

Criada por Justin Simien, a série é baseada no filme homônimo lançado em 2014.

A trama segue um grupo diverso de estudantes negros que tem que enfrentar diversos tipos de preconceito, e mais explicitamente o racismo, em uma universidade estadunidense de elite que é majoritariamente dominada por pessoas brancas.

O elenco inclui Logan Browning, Brandon P Bell, DeRon Horton, Antoinette Robertson, John Patrick Amedori, Ashley Blaine Featherson e Giancarlo Esposito.

‘Clube do Terror’: Revival ganha primeiro e sombrio teaser; Confira!

Nickelodeon divulgou o primeiro teaser do revival de Clube do Terror.

Confira:

Os novos membros da Sociedade da Meia-Noite serão Gavin (Sam Ashe Arnold), Akiko (Miya Cech), Louise (Tamara Smart), Graham (Jeremy Taylor) e Rachel (Lyliana Wray).

O lançamento do filme foi oficializado para 11 de outubro de 2019.

O revival será roteirizado por Gary Dauberman, o mesmo responsável pela trama de ‘It: A Coisa’, ‘Annabelle’ e ‘Annabelle 2’, além do spin-off de ‘Invocação do Mal’, ‘A Freira’.

Clube do Terror’ foi desenvolvido e exibido pela Nickelodeon e trazia um grupo de adolescentes em volta de uma fogueira. Em cada episódio um deles era responsável por contar uma história de terror real.

Crítica | La Casa de Papel – 3ª Temporada

A nova temporada de La Casa de Papel chegou à Netflix no dia 19 de julho sob olhares de desconfiança. Após o fim redondo da primeira temporada – que foi dividida em duas partes -, muito se questionava sobre a necessidade de dar continuidade à história, afinal o plano fora concluído e todos os participantes do crime, que ficaram vivos, estavam ricos.

Para contornar isso, o roteiro usou a sempre instável Tóquio e seu relacionamento com Rio como ponto de partida do novo arco. Com vidas relativamente tranquilas e com muito dinheiro, talvez seja estranho e forçado os demais membros do grupo participarem do novo roubo. Porém, em um diálogo ao longo dos episódios, foi apresentado o conceito de que tudo aquilo não era, apenas, pelo resgate de Rio e sim pela vontade de sentir uma adrenalina, algo que foi sentido pelos personagens em todos os momentos em que arriscaram, mesmo antes da história que acompanhamos na primeira temporada.

La Casa de Papel em alguns momentos exige uma forte suspensão de descrença por parte dos espectadores. Uma delas é o fato de parte dos criminosos mais procurados e populares do mundo andar de cara limpa frente a civis e autoridades e não serem reconhecidos. O plano poderia ter ido por água abaixo logo em seus primeiros minutos caso isso fosse levado em conta.

Dito isso, é bom pontuar algo. Se La Casa de Papel não tem um senso de realidade muito aprimorado, por outro lado, o seu nível de entretenimento é altíssimo. A cada cena em que parece que o grupo vai ser pego ou no mínimo ficar em uma situação crítica, o nervosismo de quem assiste é evidente. Palmas não apenas a quem dirige os episódios, como também ao elenco, de grande qualidade.

Entre os personagens de destaque, Nairóbi é o grande nome. Seu crescimento na série desde o início até aqui é incrível e não é difícil imaginar porque ela se tornou uma das mais queridas da série por parte dos fãs. Quem também brilhou foi a inspetora Sierra, interpretada por Najwa Nimri em um grande trabalho. Com uma personalidade forte e de certo modo até psicopata, a personagem pôs medo em muitos e se colocou em uma posição intelectual em um nível alto a ponto de conseguir rivalizar com o Professor.

Por falar nele, as fragilidades do grande cérebro do roubo foram mais evidenciadas nesta temporada, não apenas pela eficiência de Sierra, como também por partir de uma premissa de que o plano original do novo roubo não ter sido dele. Aliás, quem o montou foi Berlim. Mesmo morto, o personagem fez diversas participações por meio de flashbacks.

Embora Berlim tenha um caráter duvidoso, é inegável que ele é carismático e seu virtual retorno foi uma boa ideia. Indo em direção oposta, Palermo, o “novo Berlim”, não conseguiu conquistar os fãs de um modo geral.
O roteiro teve dificuldades para encaixar Raquel na trama de modo orgânico e proveitoso, o que fez basicamente com que ela fosse apenas uma ferramenta a ser usada para atingir e atrasar o Professor. Sua participação não teve muito destaque, embora ela tenha sido uma peça importante nos momentos finais, mas não pela personagem em si e sim de como isso iria afetar Sergio.

A temporada contou com oito episódios, o que foi suficiente. Desta forma, “barrigas” foram evitadas e nos é mostrado apenas o que interessa, sem tramas paralelas desnecessárias. No fim, um gancho que deixa evidente a continuidade da trama e a produção de, no mínimo, uma nova temporada.

O sucesso mundial de La Casa de Papel merece palmas principalmente por não se tratar de uma obra hollywoodiana. Não é comum ver produções espanholas atingir um número tão alto de fãs, nas mais diversas regiões possíveis, com direito até a um funk baseado em Bella Ciao, a trilha mais marcante da série.

Mesmo com alguns movimentos forçados de roteiro, a nova temporada de La Casa de Papel é boa e deu uma nova vida à série. De um modo geral, o saldo é positivo.

ENTENDA! O Rotten Tomatoes não DÁ nota, ele compila críticas…

Definir se um filme é bom ou ruim é muito complicado, pois varia de pessoa para pessoa, e de suas visões do mundo. Uma obra como Batman VS Superman , por exemplo, foi detonada por grande parte da crítica por motivos técnicos (corte das cenas eram muito desconexos) e de enredo, considerado muito autoafirmativo e vazio. No entanto, uma parte do público, e da crítica igualmente, comprou a ideia do filme, considerando-o uma obra à frente de seu tempo no gênero de heróis.

Há uma peça que ganhou muita importância em toda essa polêmica que não era muito conhecida pelo grande público antes e depois passou a ser. O infame para alguns e referência para outros, Rotten Tomatoes. Há muitas dúvidas sobre como funciona esse site, afinal ele simplesmente lança na internet uma porcentagem aleatória e taxa o filme de bom ou ruim? Ele possui um sistema de avaliação único? Ou ele serve apenas à interesses das grandes empresas de entretenimento para promover determinado filme ou detonar outro?

Antes de mais nada é bom ressaltar que o Rotten funciona como um agregador de críticas, ou melhor dizendo, ele não escreve críticas e as publica como a maioria dos sites de entretenimento. Ao invés disso, ele reúne as avaliações de vários críticos profissionais e a porcentagem final é um apanhado de todas as avaliações. Para ter sua opinião considerada pelo agregador é necessário ser um avaliador de determinado site pelo período mínimo de dois anos e, em alguns casos, fazer parte de determinadas associações de críticos.

Uma das primeiras coisas que muitos observam no Rotten é a porcentagem que o filme recebe, simbolizando se ele é um tomate bom ou estragado. Muitas vezes essa porcentagem é tida como um resultado arbitrário e unicamente mensurado de 0% a 100% .

Nota-se que logo abaixo do “tomatomêtro” há uma série de avaliações pelas quais o filme passou, dentre elas uma chamada  ‘reviews counted’ (críticas contabilizadas), que reúne a opinião dos críticos aprovados pelo agregador e que avaliaram o filme em questão.  A porcentagem, portanto, presente ao lado do filme representa a quantidade de críticos cadastrados no site, divididos entre “top critics” (os críticos mais renomados e “de maior importância”) e os demais, que aprovaram a produção.

A questão do filme receber o selo de ‘tomate podre\tomate fresco\fresco certificado’ varia também dessa porcentagem já mencionada. De 0% a 59% a avaliação é de que o filme é um ‘tomate podre’, de 60% a 75% indica que ele é ‘tomate fresco’ e de 75% a 100% é ‘fresco certificado’.  Uma curiosidade é que a escolha de usar tomates como avaliação se dá pela imagem tradicional de um artista realizando uma apresentação ruim e sendo alvo de tomates por parte da plateia.

Uma avaliação numérica mais detalhada dos críticos envolvidos pode ser encontrada na categoria “Average Rating” (classificação média), que formula o cálculo de todos os avaliadores envolvidos na porcentagem final. Essa categoria se encontra logo abaixo do “tomatômetro”.

A opinião do público também é levada em consideração. Sabe o balde de pipoca que se encontra no lado direito da avaliação? Ele funciona de maneira similar à porcentagem do tomate, no canto esquerdo. A diferença é que ele computa a avaliação do internauta e calcula (semelhante ao que temos no IMDB, que tira por média apenas a avaliação do grande público da internet), por fim, a porcentagem final sobre aquele filme. As produções com mais de 60% de aprovação ganham um balde cheio de pipoca, já aquelas com até 59% ganham um balde derrubado.

Já em determinados casos ocorrem o “consenso da crítica”, que seria um resumo dos críticos do Rotten sobre determinado filme, aonde eles resumem suas opiniões sobre ele. Entretanto, não são todas as produções que recebem essas opiniões. É necessário que muitos críticos avaliem tal filme para ele receber esse consenso.

As polêmicas envolvendo o ‘Rotten Tomatoes’, porém, são bem mais complexas do que o sistema de avaliação usado. Há anos é dito que o site favorece determinados filmes por pressão de determinado estúdio, muitos consideram esse argumento uma falácia, mas alguns fatos dão certa força a esses boatos. Do período da sua fundação, em 1998, até 2009, o site pertencia a Senh Duong. Em 2010, o Rotten foi comprado pela rede social de cinema conhecida como Flixster, que por sua vez foi obtida pela Warner Bros. em 2011.

Em 2016, a Warner vendeu o Rotten e a Flixster para a Comcast, que nada mais é do que o maior conglomerado de mídia do mundo. Essas negociações acabaram por se tornar o argumento de muitas pessoas sobre a falsa imparcialidade do site e que no fim ele responde aos interesses de uma única grande empresa. Outra polêmica foi que recentemente o diretor Martin Scorsese afirmou que sites como o Rotten Tomatoes irão acabar futuramente. Muito por causa que filmes são feitos para serem avaliados com o tempo e não de imediato.

Na sua opinião, o Rotten Tomatoes está destruindo Hollywood?

Freira satânica aterroriza no trailer do terror ‘O Mistério do Convento’; Assista!

O terror ‘O Mistério do Convento‘ (The Bad Nun) ganhou trailer legendado.

Confira:

Escrito e dirigido por Scott Jeffrey, o longa é alegadamente baseado em uma história real.

Aesha vai para um convento isolado em Kent depois que sua mãe a registra para que ela possa obter algum espaço para seus estudos. Na noite em que Aesha é visitada por uma freira na porta que progressivamente começa a mostrar suas verdadeiras cores à medida que a noite se desenrola – Enquanto a freira continua incomodando Aesha na porta, Aesha começa a questionar seu entorno neste suspense isolado horroroso.

O elenco conta com Lucy Chappell, Becca Hirani e Tiffany-Ellen Robinson.

Angelina Jolie surge seminua e mais bela do que nunca em comercial

Angelina Jolie voltou com tudo mesmo! Após estrelar ‘Malévola 2‘ e assinar para ‘Os Eternos‘, a atriz ressurgiu mais bela do que nunca em um comercial do perfume Mon Guerlain.

No vídeo, Jolie surge seminua enrolada em lençóis e se divertindo em uma floresta.

Assista:

Recentemente, Jolie revelou em entrevista à revista People que está treinando pesado para viver a guerreira Thena em ‘Os Eternos‘, novo filme do universo da Marvel que estreia em 8 de Novembro de 2020.

“Me comoveu muito porque meus filhos disseram que querem me ver mais forte, então eles estão felizes em ver eu treinando para estar nesse filme e me divertindo. A Thena é uma guerreira. Eu estou treinando muito para entregar a personagem que a Marvel merece”, afirmou a atriz.

Além de musculação, Jolie está treinando com espadas.

“Eu vou ter que trabalhar 10 vezes mais, porque isso é o que significa fazer parte do MCU, parte dessa família, sabemos qual é a tarefa que temos pela frente, o que você quer e todos nós vamos trabalhar duro para conseguir”, afirmou.

Thena nasceu na cidade de Olímpia, na Grécia antiga, e é, portanto, um dos eternos de Olímpia. Ela tornou-se uma estudiosa e uma guerreira.

O elenco ainda conta com Richard Madden, Kumail Nanjiani, Lauren Ridloff, Brian Tyree Henry, Salma Hayek, Lia McHugh e Don Lee.

Dirigido por Chloe Zhao, o longa alegadamente terá o primeiro herói abertamente homossexual da Marvel.

A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘ até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

Tubarões gigantes no sufocante novo trailer do terror ‘Medo Profundo – O Segundo Ataque’

Medo Profundo – O Segundo Ataque‘, sequência de ‘Medo Profundo‘, ganhou um novo trailer. A Paris Filmes adiou a estreia para 7 de Novembro.

Assista:

A sequência ‘Medo Profundo 2‘ recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA, por “criaturas relacionadas com terror e violência, imagens sangrentas e breves gestos rudes”.

Johannes Roberts (‘Os Estranhos 2: Caçada Noturna‘), que também comandou o filme original, retorna à direção.

A trama segue quatro adolescentes mergulhando em uma cidade submersa arruinada em Recife, No Brasil, que rapidamente se vêem em um inferno aquático quando sua aventura se transforma em horror. Eles descobrem que não estão sozinhas nas cavernas submersas. Enquanto nadam mais fundo no labirinto claustrofóbico de cavernas, eles entram no território das mais mortíferas espécies de tubarões no oceano.

Apesar de se passar no Brasil, a produção foi filmada na República Dominicana.

O elenco conta com John Corbett, Nia Long, Sophie Nelisse, Corinne Foxx, Sistine Stallone, Brianne Tju, Davi Santos e Khylin Rhambo.

 

Falta de Criatividade? Cartazes de Filmes seguem o mesmo padrão; Confira!

Existe uma notória falta de criatividade dos artistas em Hollywood ao confeccionar artes promocionais. Sentimos aquela sensação de Déjà vu sempre que vemos um cartaz no cinema.

Segundo o químico francês Antoine Lavoisier, “Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Mas não precisamos ir até a natureza para comprovar sua tese, basta olhar para os cartazes de filmes.

O blogger francês Christophe Courtois juntou várias montagens de cartazes para comprovar a assustadora semelhança entre eles. As artes ilustram perfeitamente como todos são, na verdade, cópias de outro.

1. Vermelho é o novo Preto

O pretinho básico pode ser o preferido das mulheres, mas no cinema é o vermelho que domina… Para dar mais destaque à arte, a mocinha tem que usar seu vestidinho vermelho.

2. Cabeças Flutuantes

Se o filme é drama, a ordem é colocar cabeças flutuantes em cima de belas paisagens. Geralmente, vem acompanhado de nuvens. Na maioria dos casos, a trama envolve morte.

3. Te dou as costas

A presença solitária do protagonista, dando as costas para o cinéfilo. Geralmente, vem acompanhado de um chapéu estiloso e uma arma escondida na cintura. Cartazes assim significam uma trama que contém vingança, ou um herói partindo para a ação.

4. Encostadinhos

Sempre que os personagens principais se odeiam, mas depois aprendem a se amar loucamente. Estes cartaz são usados para comédias românticas.

5. Na Cama

É o tipo de publicidade enganosa – esses filmes que trazem os personagens na cama geralmente tem bem pouco sexo, e muitaaaaa discussão.

6. De Pernas bem Abertas

Ao contrário da propaganda enganosa dos cartazes que trazem os personagens na cama, aqui a propaganda é certa: dos 42 cartazes abaixo, apenas UM agradou a crítica. Faça as contas… e fuja de filmes com esses cartazes!

7. Rosto com Spoiler

Esta tendência é relativamente nova, mas já tomou conta dos cartazes. Na maioria dos casos, a arte é estampada pelo rosto do protagonista, com uma frase Spoiler bem em cima. Hã…

8. O Olho Enigmático

Em 98% dos casos, trata-se de um filme de terror.

9. Ação é Preta e Laranja

Usar as cores Preto e Laranja para filmes de ação é a ordem. Caso você tenha esquecido, a arte te lembra que haverá explosões.

10. A Natureza é Azul

Usar azul e imagem do planeta Terra para filmes que tem a natureza como tema do filme é aparentemente obrigatório. Eles vão expulsá-lo do mundo do entretenimento se você usar qualquer outra cor.

Bônus!

Isso é um rosto?

Tome muito cuidado com esses cartazes. Geralmente, os cineastas acham que são brilhantes e originais. Algumas vezes realmente são (como em ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas’ e ‘O Show de Truman’), mas em outras…

Corra pela sua Vida

Aparentemente, todos os heróis de ação gostam da cor azul e de um beco bem estreito.

Os 10 Filmes Mais Picantes do Cinema [18+]

Para aquecer ainda mais essas noites quentes de verão, nós do CinePOP decidimos formular uma nova lista para você, envolvendo um tema bem caliente.

Portanto, peguem o caderninho para anotar nosas dicas e prepare aquela noite especial com a pessoa desejada. Esses são os dez filmes mais eróticos de anos recentes.

PS. Para a lista deixamos de fora clássicos do cinema erótico, como Calígula (1979), para enfatizar novas produções, talvez pouco mencionadas pelos cinéfilos, e que você provavelmente não conheça.

10) Anticristo, 2009

O primeiro item da lista não é tão sensual quanto é desconfortável. Deixe para o polêmico dinamarquês Lars von Trier criar um filme de terror de arte, cuja mensagem certamente não será entendida por todos. Na época, o diretor havia saído de um hospital psiquiátrico para ajudar em sua depressão, sem completar o tratamento. O resultado é o que vemos na tela. A trama apresenta um casal sofrendo pela morte do filho pequeno, que como forma de terapia resolve viajar para uma cabana na floresta. No local, estranhos acontecimentos se desenrolam. Só a capa do filme já dá ideia do que nos aguarda, mostrando o casal fazendo sexo embaixo de uma árvore assombrada. No longa, von Trier foca nas genitálias do casal (vivido por Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg, musa do cineasta) e as castiga de forma torturante.

9) Brown Bunny, 2003

Todos conhecem a atriz Chloë Sevigny, indicada ao Oscar por Meninos Não Choram (1999) e protagonista de séries como Big Love (2006 – 2011) e American Horror Story (2012 – 2016). O que talvez nem todos saibam é que ela tem uma cena de sexo oral verdadeira em seu currículo, realizada neste filme escrito, dirigido e protagonizado por Vincent Gallo, cineasta e ator independente. A cena ocorre nos minutos finais do longa e foi realizada com apenas Gallo e Sevigny no recinto. A história fala sobre um piloto profissional de corridas de moto, numa viagem onde encontra diversas mulheres, mas apenas uma é capaz de curá-lo de sua solidão. Pelo filme, Gallo entrou em atrito com o celebrado crítico Roger Ebert, e os dois trocaram ofensas públicas, quando o jornalista acusou o filme de ser o pior já exibido no Festival de Cannes. Aparentemente, Winona Ryder (paixão do diretor) e Kirsten Dunst também faziam parte do elenco, mas foram demitidas por Gallo. Será que recusaram cenas explícitas como a de Sevigny?

8) Um Estranho no Lago, 2013

Suspense dramático francês, o longa do diretor Alain Guiraudie aborda relações homossexuais de forma explícita, contando a história de um lago onde homens gays vão para encontros de sexo casual. O cineasta francês usa muitas de suas experiências pessoais, utilizando inclusive como cenário um lago real que conhece. As cenas de sexo, no entanto, não foram protagonizadas pelos atores do longa, já que o diretor achou que seria pedir demais dos artistas, assim utilizando dublês para os momentos explícitos. Guiraudi disse ainda que tentou adaptar o roteiro modificando os personagens para heterossexuais, mas que não ficou bom, só funcionando desta forma. O filme ganhou o prêmio de direção no prestigiado festival de Cannes.

7) Zonas Úmidas, 2013

Produção alemã que deixou o público de diversos festivais por onde foi exibido, como Sundance, transtornado, em saber exatamente ao que haviam assistido. A trama focada numa protagonista excêntrica, papel de Carla Juri, que tenta reaproximar os pais divorciados, choca por fazer uso de cenas sexuais intensas, mas, principalmente, por polemizar com momentos repulsivos envolvendo a higiene pessoal de sua protagonista. O filme, também conhecido pelo título Wetlands, é dirigido por David Wnendt, da comédia sobre Hitler, Ele está de Volta (2015).

6) Deite Comigo, 2005

Baseado no livro de Tamara Berger, com roteiro assinado pela própria, a trama apresenta uma jovem mulher sexualmente agressiva, interpreta pela bela Lauren Lee Smith, que encontra seu páreo nas formas de um sujeito com as mesmas características, papel de Eric Balfour. O curioso é que ambos os atores tiveram carreiras, de certa forma, significativas após o longa, com participações em séries de TV e filmes. Segundo um dos produtores, o único motivo do filme ter sido produzido foi realmente para se beneficiar da polêmica, alavancando em festivais de cinema as carreiras dos envolvidos, e sendo a produção canadense que inspirou o controverso e cultuado Shortbus (2006), no ano seguinte, segundo os envolvidos. De acordo com o cineasta Clement Virgo, as cenas de sexo do longa não são simuladas, mas sim reais, envolvendo os próprios atores, que não foram pedidos para realizar os atos, apenas sugeridos. Marketing ou não, o fato é que as ditas cenas reais não são mostradas no filme, que não foca no sexo explícito, não fazendo uso de momentos de penetração ou sexo oral realmente consumado. O fato do casal protagonista não estar em uma relação durante as filmagens corrobora que tudo pode não ter passado de propaganda.

5) 9 Canções, 2004

Ao contrário do item acima na lista, 9 Canções, apesar de igualmente ter como protagonistas dois atores que não se conheciam antes das filmagens, exibe suas cenas explícitas, com foco em situações sexuais. Tanto que o filme foi a primeira obra cinematográfica contendo cenas de sexo explícitas a receber um certificado na República da Irlanda. Esta produção britânica, do cultuado cineasta Michael Winterbottom (Código 46), tem como proposta o relacionamento amoroso iniciado entre uma estudante americana e um jovem inglês, intercalando momentos sexuais entre os dois, com cenas de shows de rock em que compareceram. O título resume o número de ambos os itens citados presentes no longa. Kieran O´Brien e Margo Stilley são os protagonistas e únicos atores presentes no filme.

4) Ninfomaníaca (Parte 1 e 2), 2013

Novamente o polêmico Lars von Trier marca presença na lista, com um filme que vai ainda mais longe no quesito sexual que Anticristo. Nesta epopeia da luxúria, novamente saída por completo da mente do distorcido artista, conhecemos Joe, a ninfomaníaca do título e acompanhamos sua trágica história. Na primeira parte, a protagonista assume as formas da bela Stacy Martin, e na sequência, Joe é vivida pela musa do cineasta Charlotte Gainsbourg. Aqui, o diretor utiliza a mesma técnica que Alain Guiraudie em Um Estranho no Lago, e para as cenas de sexo explícito usa dublês de corpo substituindo seus atores, ou através de computação gráfica mesclando corpos com rostos dos famosos. O elenco é de nomes conhecidos, mas o interessante é notar que apesar do conteúdo, Ninfomaníaca não é uma obra sensual ou atraente, pelo contrário, causa repulsa ao tratar do lado negro, feio e sujo do sexo, apresentando-o como uma doença.

3) A Criada, 2016

O item mais recente desta lista é também uma das melhores produções cinematográficas a chegar ao Brasil neste ano. Baseado na obra literária da britânica Sarah Waters, intitulada Fingersmith, e dirigido pelo cultuado coreano Park Chan-wook (Oldboy) é um conto sobre vingança e traição, montado como uma peça de teatro, contando com três atos, cada qual devidamente recheado de reviravoltas em seu desfecho. Além disso, a belíssima produção traz momentos de sexo tórrido entre suas protagonistas, a herdeira rica Lady Hideko (Kim Min-hee) e sua dúbia criada (Kim Tae-ri). A intensidade das cenas é tamanha que aguça nossa curiosidade para saber como de fato tais trechos foram filmados, embora não tenha sido anunciado que se trata de cenas reais.

2 ) Love 3D, 2015

Outro item recente que chamou atenção por sua originalidade e inovação, ao menos no quesito técnico, já que se trata do primeiro filme contendo sexo explícito a utilizar também a técnica do cinema 3D. No Brasil, infelizmente, foram poucos os cinemas que exibiram o longa escrito e dirigido pelo argentino Gaspar Noé desta forma. Ao mesmo tempo, ao contrário de Ninfomaníaca, Love é o filme mais bonito, sofrido e nostálgico da lista, que fala do amor de uma forma pura e doce. A trama apresenta o casal Murphy (Karl Glusman) e Electra (Aomi Muyock), que decide incluir em suas aventuras sexuais uma nova vizinha, papel de Klara Kristin. Quando Electra viaja, Murphy cai em tentação novamente com a vizinha, somente para descobri-la grávida um tempo depois. Assim a vida do casal é arruinada e Electra some. Uma impactante história de amor trágico, que usa o sexo real como pano de fundo, somando para a trama e não sendo apenas o único artifício.

1) Azul é a Cor Mais Quente, 2013

O primeiro lugar da lista é outro filme que não utiliza de fato o sexo explícito. Bem, ao menos foi isso que os realizadores passaram para a gente, através de notas e entrevistas. De qualquer forma, as cenas de sexo contidas no longa, que narra o amor florescendo entre duas jovens francesas, são quentes o suficiente e foram comentadas à exaustão para garantir a polêmica. Acima disso, as atrizes Léa Seydoux e Adèle Exarchopoulos vieram a público reclamar das inúmeras tomadas que precisaram protagonizar e da forma com que foram tratadas pelo diretor Abdellatif Kechiche. Depois de vencerem a Palma de Ouro em Cannes a coisa mudou um pouco de figura. Apesar de tudo, o que foi reportado é que para as intensas cenas, as francesas usaram uma espécie de tapa sexo que reproduz a genitália feminina, como forma de segurança.

BÔNUS:

 Shame, 2011

O elogiado filme de Steve McQueen (12 Anos de Escravidão), que chegou a gerar certo falatório de Oscar na época, serviu para impulsionar a carreira do astro Michael Fassbender. No longa, o ator interpreta Brandon, um jovem bem sucedido, atraente, que parece ter a vida perfeita, a não ser por um pequeno detalhe: é um viciado em sexo a um passo da disfunção. O polêmico longa deu o que falar no seu lançamento, abordando um tópico delicado e funcionando como obra quintessencial sobre o assunto. Apesar do tema, Shame não contém sexo explícito, apenas simulado, mesmo assim garantindo a nudez frontal de Fassbender, Carey Mulligan (que interpreta sua irmã) e da bela Nicole Beharie, entre outros.

‘Homeland’: Última temporada ganha data de estreia

A 8ª – e última – temporada de ‘Homeland‘ ganhou data de estreia. Originalmente programada para ser lançada em junho, o último ano da série estreará apenas em 9 de fevereiro de 2020.

O motivo do adiamento foi por causa da demanda das filmagens em locações internacionais.

Sobre o fim da série, o showrunner Alex Gansa disse:

“‘Homeland’ foi a experiência mais prazerosa e compensatória da minha carreira. Nem todos tiveram a mesma sorte que eu, de fazer uma parceria com Claire Danes, recebendo o suporte até os confins da Terra, tanto da Fox como do Showtime, além da oportunidade de poder trabalhar na companha dos mais talentosos roteiristas, atores e cineastas do ramo. Estou triste de ver essa jornada se encerrar, mas chegou a hora.”

A temporada final terá 12 episódios.

‘Enola Holmes’: Millie Bobby Brown como a irmã de Sherlock Holmes em foto

Millie Bobby Brown (‘Stranger Things’) postou a primeira imagem caracterizada como Enola Holmes, a irmã de Sherlock Holmes.

Confira:

Enola Holmes (Millie Bobby Brown) é uma adolescente irmã do renomado detetive Sherlock Holmes (Henry Cavill). Quando sua mãe desaparece, fugindo do confinamento da sociedade vitoriana e deixando dinheiro para trás para que ela faça o mesmo, Enola precisa ir contra os desejos de seu irmão, Mycroft, que quer mandá-la para um colégio interno só de meninas.

Os Mistérios de Enola Holmes‘ terá  Henry Cavill como Sherlock Holmes e Helena Bonham Carter como a mãe de Enola.

Sam Claflin (Jogos VorazesSimplesmente Acontece) completa o elenco.

Na saga de livros, seu papel é fundamental, uma vez que ela acaba desaparecendo exatamente no aniversário de Enola, deixando criptogramas para que sua filha descubra e possa encontrá-la.

Considerando que a Legendary tem o objetivo de criar uma franquia a partir do sucesso do primeiro filme, as expectativas em relação ao desenvolvimento da personagem de Carter no futuro da saga são grandes.

Saiba qual será a história de ‘Turma da Mônica 2: Lições’

A sequência de ‘Turma da Mônica – Laços‘ foi confirmada e será baseada na HQ ‘Turma da Mônica – Lições‘.

Na trama, os quatro amigos se esquecem de fazer o dever de casa e bolam um plano infalível de fuga da escola que dá errado, e logo vêm os respectivos castigos: Mônica é transferida para outra unidade de ensino e fica sem contato com a turma durante uma semana, Cebolinha tem sessões de fonoaudiologia, Magali é inscrita num curso de etiqueta e Cascão começa a frequentar aulas de natação…

A sequência será lançada nos cinemas no dia 8 de Outubro de 2020, segundo o FilmeB.

Daniel Rezende (‘Bingo: O Rei das Manhãs‘) volta a dirigir.

Confira nossa crítica!

O elenco conta com Giulia Barreto (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Gabriel Moreira (Cascão) e Laura Rauseo (Magali) e Monica Iozzi.

Turma da Mônica – Laços‘ fez 2 milhões de espectadores nos cinemas.

‘Liga da Justiça’: Kevin Smith confirma que existe o ‘Snyder cut’

Kevin Smith confirmou em entrevista ao CinemaBlend que o corte de Zack Snyder para ‘Liga da Justiça‘ realmente existe, e tinha 3 horas e 30 minutos de duração.

“Eu não vi em primeira mão. E também para ficar claro, eu conheço Zack, mas não é como: ‘Somos melhores amigos!’ Dito isto, falei agora com pessoas suficientes em vários níveis nessa produção. Existe um corte de Snyder. Com certeza. Ele existe. Agora, não é finalizado porque não tinham trabalhado nos efeitos (visuais) ou algo assim, então eu diria, baseado no que me disseram, que é um corte com um monte de tela verde. Essa versão foi bastante criticada pelo pessoal da produção pois é um filme de arte, não foi feito para as grandes massas”, afirmou.

Não é de hoje que um grupo de fãs da DC Comics está numa longa guerra contra a Warner Bros. para que seja lançada a versão completa de ‘Liga da Justiça‘, dirigido por Zack Snyder.

Recentemente, os membros do grupo #ReleaseTheSnyderCut” colocaram vários cartazes e outdoors pedindo a versão em San Diego.

Confira:

Os fãs criaram uma vaquinha online para promover o lançamento do filme na próxima San Diego Comic-Con e já arrecadaram 26.000 dólares.

“Chegou a hora de fazer uma declaração final para a Warner Bros. sobre o nosso desejo firme e inflexível de lançarem a versão completa de ‘Liga da justiça’ de Zack Snyder. Ao longo do último ano e meio, o movimento #ReleaseTheSnyderCut realizou uma série de campanhas, de modo a atrair a atenção daqueles com poder e influência suficientes para satisfazer nossa demanda.”, diz uma parte do comunicado publicado no site Gofundme.

Para quem não está familiarizado com a polêmica, Zack Snyder foi contratado como diretor do filme, mas teve de se afastar das gravações após problemas pessoais envolvendo a morte de sua filha. Para não atrasar a produção mais uma vez, o estúdio contratou Joss Whedon para concluir as filmagens. O resultado não agradou e o filme foi massacrado pelo público e pela crítica especializada.

Desde então, fãs devotos do diretor vem tentando fazer com que a Warner Bros. libere o lançamento da versão idealizada por Snyder, que teria confirmado sua existência.

E aí, será que o movimento ganha força para pressionar o estúdio?

M. Night Shyamalan se reuniu com a Marvel Studios para projeto secreto

Quando lançou ‘Vidro‘, filme com temática de super-heróis, M. Night Shyamalan chegou a ser questionado se toparia dirigir algum filme da Marvel ou DC.

Agora, em entrevista ao Comic Book, o diretor confirmou que se reuniu com a Marvel Studios algumas vezes.

“Já nos reunimos umas duas vezes, e foi muito legal. Amo o universo que eles estão criando. Eles são maravilhosos”, afirmou.

O diretor explicou que só faria um filme da produtora se tivesse bastante liberdade:

“Eu só faria se fosse algo que permitisse minhas esquisitices, assim eu estaria ok com a ideia”.

Em um recente post em seu Twitter, Shyamalan disse que está trabalhando num novo projeto que terá elementos da ficção científica. Entretanto, os detalhes ainda permanecem sob sigilo – o que também não é surpresa:

O gênero sci-fi não é desconhecido pelo diretor: Shyamalan já nos trouxe algumas narrativas com pinceladas desse tipo, como o suspense Sinais, que girava em torno de uma família se escondendo em sua fazenda de uma invasão alienígena.

Apesar de não ter feito revelações, o novo longa-metragem do cineasta não estará conectado ao universo de Vidro, visto que, em suas últimas declarações, anunciou que já terminou com as histórias do cosmos em questão.