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‘Thor: Amor e Trovão’: Natalie Portman mostra sua preparação para o filme

Agora que Natalie Portman foi confirmada como a nova Thor, a atriz não perdeu tempo e já começou a se preparar para interpretar a Deusa do Trovão lendo os quadrinhos da personagem.

Em seu perfil no Instagram, Portman compartilhou um vídeo mostrando algumas edições de HQ’s, com o perfil da Marvel marcado na publicação.

Confira:

Ausente da franquia desde 2013, em ‘Thor: O Mundo Sombrio’, Portman fez uma pequena participação em ‘Vingadores: Ultimato‘, mas apenas através de filmagens de arquivo.

Thor: Amor e Trovão‘ (Thor: Love and Thunder) tem estreia prevista para 5 de novembro de 2021.

Além de Natalie Portman, o elenco conta com Chris Hemsworth e Tessa Thompson. A direção é de Taika Waititi .

Confira o logo:

Waititi foi o responsável por roteirizar e dirigir o filme anterior do personagem, ‘Thor: Ragnarok‘, que foi muito bem recebido pelos críticos e fãs e arrecadou mais de US$ 850 milhões mundialmente!

Além disso, o We Got This Covered informar que Amora, a Feiticeira, provavelmente será a principal vilã do filme.

Amora, a Feiticeira

Para quem não conhece, Amora é uma das maiores inimigas dos asgardianos, embora ela e Thor também tenham sido amantes nos quadrinhos.

‘Como Perder um Homem em 10 Dias’ vai virar série de TV

A comédia romântica ‘Como Perder um Homem em 10 Dias‘, de 2013, vai ganhar reboot em forma de série no canal norte-americano Quibi.

A sinopse oficial da série “segue uma jovem colunista de sucesso e um executivo de publicidade que precisa provar, de uma vez por todas, que é capaz de ser monogâmico. Eles logo descobrem, no entanto, que manter um relacionamento é mais difícil do que Andie Anderson faz parecer!”

Andie foi interpretada no filme por Kate Hudson, enquanto Matthew McConaughey viveu o protagonista masculino.

A série está sendo escrita por Gary Branum, do ‘The Mindy Project‘.

Elenco de ‘Supernatural’ promete que o fim da série vai agradar os fãs

Agora que ‘Supernatural‘ está se aproximando do fim, Jared Padalecki e Jensen Ackles estão ansiosos para que seus personagens, os irmãos Sam e Dean Winchester, finalmente tenham um merecido descanso após anos lutando contra ameaças paranormais.

“Eu sinto que Sam e Dean encontram meio que uma versão da paz.”, disse Padalecki em entrevista à TVLine. “Quer estejam vivos ou mortos, ou se Amara me possuir ou qualquer que seja a situação, sinto que eles encontram mais paz do que quando a temporada começa.”

O produtor executivo Robert Singer mencionou que o criador da série, Eric Kripke, já ficou sabendo do final e, segundo relatos, aprovou o roteiro.

Ackles, intérprete de Dean, foi menos receptivo sobre o desfecho a por conta do apego ao personagem.

“Minha reação foi mais como ‘OK, ok’. Eu fiquei pensando nisso por uma semana, e percebi que estou muito envolvido, sou muito emotivo. Sou muito próximo do personagem e é difícil de aceitar.”, admitiu Ackles. “Eu conversei com algumas pessoas sobre isso e tentei encarar de uma perspectiva diferente. É um final muito bom. É satisfatório.”

Lembrando que a produção da 15ª temporada já começou oficialmente. A novidade foi compartilhada por Ackles, que assumirá a direção de um dos episódios da trama.

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

Com 20 episódios encomendados, a última temporada irá estrear no dia 10 de outubro.

Não fazem mais filmes de romance como antigamente?

 

Do happy ending clássico ao final realista

Antes de entrar no mundo dos filmes alternativos, dramas mais sérios e me apaixonar pelos thrillers psicológicos de Darren Aronofsky (que foi injustiçado com a esnobada de mãe! – e aproveito esse espaço para deixar minha reclamação), eu era viciada em comédias românticas e romances em geral. Desses bem clichês mesmo, que a gente já descobre o final só com os créditos do início do DVD. Alguns, inclusive, fazem parte da minha lista de filmes queridos até hoje (como De Repente 30 e Como Perder Um Homem em Dez Dias, por exemplo), mas, com o passar do tempo, esse estilo mais água-com-açúcar foi um pouco esquecido por mim.

Até que, um dia desses, conversando sobre isso com uma amiga, me dei conta de que não foi só o meu gosto que mudou: os próprios filmes de romance passaram a seguir um viés mais realista na hora de retratar os relacionamentos. Não que não existam mais opções para quem só quer ir ao cinema para esquecer um pouco da realidade, e nem que essa linha mais distante dos finais felizes dos contos de fada tenha aparecido SÓ agora (tanto que a A Princesa e o Plebeu, de 1953, está aí para provar); mas, de uns tempos para cá, ver o casal principal junto no final tem sido mais uma exceção que uma regra, como era antes. E isso é incrível em um nível que a gente não faz ideia até parar para pensar sobre…

Se você já viu o maravilhoso – e realista! – 500 Dias Com Ela (2009) sabe do que eu estou falando. Na cena em que Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) tem um surto insight na reunião do trabalho e critica os cartões comemorativos da empresa (e vou parar por aqui para não dar muito spoiler), ele diz o seguinte: “São esses cartões, os filmes e a música pop. São os culpados por todas essas mentiras. E os desgostos”. O que faz todo o sentido. É muito grande o impacto que os filmes – e todas essas demais expressões artísticas – têm sobre nós e sobre nossa percepção de mundo. Por isso, ainda que inconscientemente, a gente pode achar que um primeiro encontro não foi tão bom porque faltou a química que Meg Ryan e Tom Hanks mostram em Sintonia de Amor e Mensagem Para Você (1993 e 1998, respectivamente); ou que o seu namoro não é um dos mais perfeitos porque o seu ~relationship goals~ é uma declaração cinematográfica, como a da icônica cena em que o personagem de Heath Ledger canta “Can’t Take My Eyes Of You” em 10 Coisas que Eu Odeio em Você (1999). E o diálogo de reconciliação no aeroporto (sempre no aeroporto!) depois de uma briga que colocou o ponto final em tudo? Se não for para ser assim, exatamente assim, o outro nem precisa sair de casa para tentar…

Não estou falando que vivemos no mundo da lua, incapazes de discernir ficção e realidade, e nem que esse tipo de filme seja um vilão-destruidor-de-relacionamentos-que-precisa-ser-eliminado-para-já. Mas, sim, que, ao comparar o final feliz de todos eles com a nossa vida, ela pode não parecer tão boa no final das contas, ou deixar a impressão de que falta algo – ainda mais para quem é um pouco mais sensível à ideia do amor romântico. Enquanto os longas que ficam mais próximos do real mostram que, sim, está tudo bem se você colocar o trabalho antes do relacionamento às vezes; que não tem problema se a pessoa que está ao seu lado não souber falar os seus 5422133 sorrisos (quem viu Um Encontro com seu Ídolo, de 2004, vai entender a referência); e que, talvez, o verdadeiro final feliz seja cada um ir para o seu lado. Mesmo.

Empoderamento feminino também contribuiu para a mudança nas histórias

O feminismo está cada vez mais forte e, é claro, isso reflete no cinema. Por isso, a mudança na representação das personagens femininas também contribuiu – e muito! – para o número cada vez maior de romances realistas. Se, antes, era comum ver uma mulher abrindo mão de uma proposta de trabalho em outro estado, por exemplo, para não ficar longe do grande amor da sua vida, hoje, é mais provável que ela prefira terminar com o parceiro no final do filme para ir atrás de seus sonhos. E aquele velho maniqueísmo, da protagonista toda certinha, também tem sido deixado de lado para dar lugar à outra mais real, com falhas e acertos como qualquer ser-humano. Como você e eu.

Mas como isso afeta, diretamente, a história? É que, com a quebra do estereótipo da mulher “perfeita” e frágil, que precisa de um homem para ser feliz, seguir uma narrativa que fique mais próxima da realidade é quase uma consequência. Uma personagem forte, empoderada e independente permite mais possibilidades, diferentemente de outra que se encaixe em um determinado molde – que, no fim das contas, vai sempre ter que seguir a clássica fórmula de garoto-encontra-garota-entram-em-conflito-e-no-final-são-felizes-para-sempre. E, olha, isso não significa que uma protagonista mais complexa não possa ter o seu happy ending: a diferença vai estar em tudo o que ela vai viver até chegar nele.

A consequência de tudo isso para o público em geral – além do fato de acompanharem uma história mais realista – é a chance de poderem ver um retrato do próprio relacionamento nos filmes; longe de fantasias e expectativas quase impossíveis de serem alcançadas. Para as mulheres, a existência de personagens que já começam fortes na história ou que alcançam essa personalidade durante sua jornada funciona como um modelo. Como um exemplo para que façam suas escolhas baseadas em suas próprias vontades em vez de acreditarem que só serão plenas de verdade ao lado de uma versão moderna do príncipe encantado.

Filmes de romance realista para ver já!

Além do já citado 500 Dias Com Ela, que foi um dos primeiros filmes que vi com um olhar mais realista sobre o amor, existe uma lista enorme de longas que tratam sobre relacionamentos de uma maneira mais crua e verdadeira. Selecionei alguns dentre os que mais gostei para indicar para você que ainda não entrou nesse universo ou que já está nele e quer mais opções para o sábado à noite. Tem estilos para todos os gostos: dos aclamados pelo público e crítica aos que são descobertos por acaso na TV ou na Netflix; alguns mais leves, outros bem densos; com o casal junto no fim ou cada um seguindo o seu caminho. Confira:

1 – Trilogia do Antes (1995-2013), de Richard Linklater

“Nunca consegui esquecer ninguém com quem me envolvi. Porque cada pessoa tinha suas qualidades específicas. Você não pode substituir ninguém. O que é perdido é perdido”

Do mesmo diretor de Boyhood (2014), a chamada “trilogia do Antes” é uma das maiores referências quando o assunto é romance realista, até por trazer esse estilo em uma época que as comédias românticas clichês reinavam. Protagonizados por Ethan Hawke e Julie Delpy, os três filmes foram filmados com um espaço de nove anos entre um e outro – bem no estilo Linklater de seguir uma mesma história por um longo espaço de tempo (vide Boyhood, que foi gravado durante 12 anos) para mostrar diferentes fases da vida.

Tudo começa quando, no primeiro filme (Antes do Amanhecer, 1995), a francesa Céline e o americano Jesse se encontram em um trem na Europa e, atraídos um pelo outro, passam um dia inteiro juntos antes de seguirem seus respectivos destinos. A partir daí, não posso falar muito sobre esse e os outros dois longas (Antes do Pôr-do-Sol, 2004, e Antes da Meia Noite, 2013) para não dar spoiler para quem ainda não viu; mas já adianto que os diálogos estão entre os melhores que já vi em romance (e você, provavelmente, já se deparou com alguns quotes espalhados por aí em prints de cena ou gifs). É do tipo “obrigatório” para quem ama o gênero.

2 – Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças (2004), Michael Gondry

“- Eu não vejo nada que eu não goste em você.

– Mas você vai. Você vai pensar em coisas, vai ficar entediado e vai se sentir preso, porque é isso que acontece comigo”.

Já imaginou ter a opção de esquecer tudo o que você viveu com uma pessoa? Pois essa é, justamente, a premissa desse clássico cult que traz Kate Winslet e Jim Carrey como protagonistas. No filme, depois do fracasso do relacionamento, Joel descobre que sua ex-namorada Clementine decidiu recorrer a um tratamento experimental para apagar da mente todos os momentos que viveu com ele. E, então, mesmo sendo contra a ideia, também decide procurar a mesma clínica para parar de sofrer por alguém que o deletou por completo e literalmente. Porém, durante o processo, ele se pergunta se realmente quer se desprender de todas as memórias e entra em desespero quando elas começam a ser apagadas.

Com montagem não-linear, diálogos bem reais e uma narrativa ousada (que permite diferentes possibilidades por se passar, quase toda, na cabeça de Joel),
Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças saiu do ciclo do cinema alternativo/independente e se tornou um dos filmes mais elogiados de todos os tempos. O roteiro, assinado por Charlie Kaufman, inclusive ganhou o Oscar da categoria em 2005.

3 – Namorados Para Sempre (2010), de Derek Cianfrance

“Baby, você fez uma promessa para mim, ok? Você disse, ‘na melhor e na pior’. Você disse isso. Foi uma promessa”.

Não se engane com a tradução de Blue Valentine. Apesar do nome Namorados Para Sempre, esse romance dramático está bem longe de mostrar uma história de amor leve, fofa e feliz. O filme é um cruel retrato sobre relacionamentos desgastados e sobre a tentativa de revivê-los, em nome dos velhos e bons tempos, mesmo que tudo mostre o contrário. A fotografia – assinada por Andrij Parekh  – é toda trabalhada em tons de azul, acompanhando o “blue” do título original e refletindo bem a tristeza e melancolia dos personagens.

A história é sobre o casal Cindy e Dean, vividos pela dupla Michelle Williams e Ryan Gosling. Após uma linda história de namoro, anos de casados e uma filha pequena, o relacionamento dos dois entra em crise e fica bem próximo do fim. Porém, preso a tudo que viveram na época da juventude, o marido luta contra as aparências e as evidências  a realidade e faz de tudo para reviver o que já parece adormecido. Se ainda não viu, assista! Mas evite em dias de bad, sério.

4 – Ruby Sparks – A Namorada Perfeita (2012), de Jonathan Dayton e Valerie Faris

“Você tem todas essas regras e não me diz quais são… Até que, ops, eu quebro uma delas. E aí você tem direito de ficar desapontado comigo?”

Encontrei Ruby Sparks em um desses dias que a gente não tem nada específico para ver e vai passando os canais até parar em algo que chame atenção. Pelo nome, imaginei que seria uma dessas comédias românticas bem levinhas e com final clichê – que são ótimas para os dias em que falta cabeça para ver algo mais sério. Mas, conforme o filme foi avançando, fui surpreendida por uma narrativa bem mais profunda do que parecia à primeira vista e uma interessante análise sobre relacionamentos.

No filme, Paul Dano é Calvin – um jovem escritor que, após fazer muito sucesso com o seu primeiro livro, entra em um tenso bloqueio criativo. Até que, em um dia de inspiração repentina, começa a escrever uma história sobre uma garota, Ruby Sparks, que tem tudo o que ele procura em uma namorada – e, misteriosamente, ela ganha vida e aparece em sua casa como se os dois tivessem exatamente o relacionamento descrito no livro. Tudo parecia perfeito no início, mas quando a namorada começa a fazer suas próprias escolhas, Calvin começa a se aproveitar do fato de poder mexer no texto que lhe deu vida para que ela perca o livre-arbítrio e siga exatamente tudo o que ele quer.

O roteiro, com ótimas sacadas e um texto incrível, é assinado por Zoe Kazan – a atriz que interpreta a própria Ruby Sparks. Veja para ontem!

5 – Azul é a Cor Mais Quente (2013), de Abdellatif Kechiche

“Não quero te perder por algo à toa”

Filmes com temática LGBT – como o ótimo Call Me By Your Name (Me Chame Pelo Seu Nome), que está concorrendo ao Oscar deste ano – também trazem um olhar bem realista sobre namoros em geral. Esse é o caso de Azul é a Cor Mais Quente, filme francês que deu o que falar em 2013 ao narrar uma belíssima história sobre relacionamentos e, principalmente, amadurecimento. O foco é a trajetória da adolescente Adèle (Adèle Exarchopoulos), que é surpreendida ao se apaixonar por uma garota de cabelo azul (Emma, vivida por Léa Seydoux) quando, até então, só se interessava por garotos.

A partir do momento em que as duas se conectam, a jovem começa uma jornada de descobertas que vai muito além da questão sexual, e o longa aproveita essa premissa e o amadurecimeno da personagem para pintar um retrato sobre as diferentes fases de um relacionamento. Sou suspeita para falar de filmes franceses porque, particularmente, acredito que eles lançam um olhar único sobre as histórias de amor, mas pode confiar quando digo que este está entre os melhores do gênero e adicionar na sua listinha de “para assistir”.

6 – Ponte Aérea (2015), de Julia Rezende

“Não sei até agora se eu fui lá te dar um soco na cara ou falar pra você que eu te amava”

E, para fechar a lista, um filme brasileiro que também assisti por acaso zapeando pela televisão e que me surpreendeu positivamente. Ponte Aérea, que traz a ótima dupla Letícia Colin e Caio Blat como protagonistas, conta a história de um carioca e uma paulista – Bruno e Amanda – que se conhecem em um hotel em Belo Horizonte após o avião em que estavam precisar pousar por causa da tempestade. Atraídos um pelo outro, eles passam a noite juntos; mas, o que parecia ser apenas um encontro casual, evolui para uma paixão mais séria quando o rapaz procura a jovem durante sua passagem por São Paulo.

Amanda é o retrato da mulher moderna – forte, independente e bem sucedida na profissão de publicitária. Porém, ao se envolver com Bruno, um artista plástico sem muitas ambições e totalmente oposto ao seu modo 220 volts, acaba ficando um pouco mais fragilizada por causa do sentimento. Tem quem critique o filme por algumas atitudes da personagem no decorrer da história, mas enxergo essa mudança de personalidade mais como uma maneira de fazer o público refletir sobre determinadas escolhas que podemos tomar quando nos envolvemos com alguém, do que como uma falha na mensagem. Não posso entrar em mais detalhes para não dar spoiler… Então, assista para tirar suas próprias conclusões.

Stallone divulga novo cartaz de ‘Rambo – Até o Fim’

O astro Sylvester Stallone divulgou um novo cartaz de ‘Rambo – Até o Fim‘, que será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de Setembro.

Confira, com duas novas imagens sangrentas:

Rambo – Até o Fim‘ terá alta classificação indicativa para maiores de 18 anos (Rated R).

Adrian Grunberg assume a direção do filme, que terá roteiro escrito por Matt Cirulnick e Stallone.

O tempo passou para Rambo, que agora vive recluso em um rancho na fronteira entre os Estados Unidos e o México. Sua vida marcada por lutas violentas ficou para trás, mas deixou marcas irreparáveis. No entanto, quando uma jovem amiga da família é sequestrada, Rambo precisará confrontar seu passado e reviver suas habilidades de combate para enfrentar um dos mais perigosos cartéis mexicanos. A busca logo se transforma em uma violenta caçada por justiça, onde nenhum criminoso será perdoado.

O elenco ainda inclui Paz VegaSergio Peris-Mecheta, Adriana Barraza, Joaquin Cosio, Óscar Jaenada Yvette Monreal.

‘It: A Coisa – Capítulo 2’ ganha vídeo com cenas inéditas

O mega aguardado ‘IT: Capítulo Dois‘ ganhou um Featurette com entrevistas, cenas dos bastidores e algumas cenas inéditas.

Assista:

será um dos filmes de terror mais longos da história.

O diretor Andy Muschietti confirmou que a sequência terá 2 horas e 45 minutos.

“O filme tem 2 horas e 45 minutos, mas o ritmo é muito bom. Ninguém que assistiu ao filme teve alguma reclamação.”, afirmou.

O primeiro filme foi lançado em 2017 e teve uma duração de 2 horas e 15 minutos, meia hora a menos que a sequência.

Além disso, a produtora Barbara Muschietti revelou que o filme ganhará uma versão do diretor for lançada – possivelmente direto nos formatos Blu-ray, digital e DVD.

“Nós faremos uma versão do diretor porque dessa vez é necessário. Temos algumas cenas incríveis que não permaneceram no filme. Você tem que fazer escolhas e às vezes algumas coisas não podem ficar na versão que vai para os cinemas. Mas ainda assim, essas cenas merecem ser vistas pelo público no futuro”.

O terror recebeu a alta classificação indicativa Rated-R (para maiores de 17 anos), devido ao “Conteúdo violento extremamente perturbador e cenas excessivamente sangrentas, linguagem adulta e algum material sexual grosseiro”.

Empolgados?

Vale lembrar que o diretor Andy Muschietti e a produtora Barbara Muschietti virão ao Brasil para conversar com a imprensa do país sobre o aguardado filme de terror, que tem estreia marcada para 5 de setembro.

Ambos estarão em São Paulo em agosto, com datas finais ainda a confirmar.

Confira a descrição das cenas exibidas na San Diego Comic-Con:

Na primeira cena divulgada, o grupo dos Perdedores se reencontra, 27 anos depois. Sem Stanley, a turma se une no restaurante Jade of the Orient. Antes da exibição dessa tomada, os presentes se comprometeram a não compartilhar detalhes do conteúdo, então pouco se sabe sobre o que fora apresentado.

Mas segundo o Bloody Disgusting, a cena destaca as características únicas de cada um dos personagens, evidenciando que Muschietti fez a escolha ideal dos atores para as versões adultas dos protagonistas. E o reencontro foi marcado por muito álcool e em meio a um terror crescente, os Perdedores começam a se questionar do porque eles decidiram retornar à Derry, depois de tantos anos.

Já a segunda cena exibida se passa durante um festival na cidade de Derry, mais precisamente na Funhouse, um peculiar espaço cheio de espelhos e caminhos confusos que formam um labirinto assustador. Bill (McAvoy) tenta salvar um garotinho das mãos de Pennywise, nesta tomada que é de dar “calafrios”, segundo o Bloody Disgusting. Aqui também é possível ver um pouco mais do grande vilão, que se destaca na corrida para pegar o garotinho. A cena ainda parece fazer uma referência/homenagem particular ao Bill, que ainda não superou totalmente a morte de seu irmãozinho.

A última cena divulgada leva os protagonistas de volta à Casa Neibolt, onde eles tentarão matar o palhaço. A tomada ainda explica a importância do local e porque apenas crianças conseguem vê-la. Isso ainda traz um contraste ao fato de que os Perdedores, hoje adultos, ainda conseguem encontrar a residência, após tantos anos. É aqui que começa o clímax do longa, quando nos deparamos como o grupo de amigos frente a frente com Pennywise pela última vez. 

O elenco conta com o retorno de Skarsgård, no papel de Pennywise, e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens.

 

Produtor de ‘A Múmia’ comenta sobre fracasso do Dark Universe

Em 2017, a Universal Pictures planejou criar um universo compartilhado intitulado Dark Universe, que traria vários monstros do estúdio. Mas o primeiro filme da série, ‘A Múmia‘, foi uma decepção de crítica e público.

Por causa disso, a produção de ‘A Noiva de Frankenstein‘ acabou sendo cancelada junto com outros projetos, que nem saíram do papel.

Durante uma entrevista com o io9, o produtor de ‘A Múmia’, Chris Morgan, confessou que a ambição do estúdio foi muito apressada.

“Eu não lamento nem nada. Eu acho que estavam tentando criar [a série de filmes] rápido de mais, eu diria. E eu acho que todo mundo tem que respirar, dar um passo para trás e analisar tudo isso. Agora é focar em fazer isso um pouco mais devagar.”

Ainda assim, Morgan afirma que a ideia não foi por água abaixo e que Leigh Whannell está fazendo um bom trabalho na direção de ‘O Homem Invisível‘, baseado no romance de H. G. Wells e no filme de 1933.

“Eu acho que a Universal está fazendo a coisa certa desta vez. Concentrando-se em um bom roteiro, uma boa história, e colocando isso para fora. Se você for construir um universo, é bom construí-lo a partir de algo sólido como ‘O Homem Invisível. E eu acho que eles não estão muito preocupados em preparar um universo agora, mas estão fazendo ótimos filmes de monstros, então estou ansioso para vê-los.”

Estrelado por Oliver Jackson-Cohen, ‘O Homem Invisíveltambém conta com Elisabeth MossStorm ReidAldis HodgeHarriet Dyer.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 13 de março de 2020.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

‘Runaways’: 3ª temporada terá CROSSOVER com ‘Manto e Adaga’

É oficial! A 3ª temporada de ‘Runaways‘ terá um crossover com ‘Manto e Adaga‘.

Confira o vídeo do anúncio:

Vale lembrar que o próximo ciclo de ‘Runaways‘ irá estrear no dia 13 de dezembro, e terá 10 episódios.

Criada por Stephanie Savage e Josh Schwartz, a série é uma adaptação dos quadrinhos ‘Fugitivos‘ da Marvel.

Em algum momento de suas vidas, todas as crianças acham que têm os pais mais vilanescos do mundo. Mas o desses adolescentes realmente eram. Ao descobrir que são filhos de um grupo de supervilões conhecidos como Pride (Orgulho), Alex, Nico, Gert, Karolina, Chase e Molly fogem de seus lares e passam a viver como fugitivos, decidindo reparar os erros de seus pais com as habilidades (ou equipamentos) herdados, enquanto não resolvem como lidar com suas famílias.

Rhenzy Feliz, Lyrica Okano, Virginia Gardner, Ariela Barer, Gregg Sulki, Allegra Acosta e Kevin Weisman estrelam.

‘Era uma Vez em Hollywood’ ganha trailer FINAL; Confira dublado e legendado!

A Sony Pictures divulgou o trailer final de ‘Era uma Vez em Hollywood‘.

Confira, dublado e legendado:

O longa foi escrito e dirigido por Quentin Tarantino, sendo esta a 9ª produção sob o seu comando.

Um ator de televisão e seu dublê embarcam em uma odisseia para se fazer um nome para si na indústria cinematográfica durante os assassinatos de Charles Manson em 1969, na cidade de Los Angeles.

O elenco grandioso conta com Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Al Pacino, Margot RobbieKurt Russell, Dakota Fanning, James Mardsen, Bruce Dern, Michael Madsen, Tim Roth, Timothy Olyphant, Damian Lewis, Lena Dunham, Emile Hirsch, Luke Perry, Scoot McNairy e James Remar.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de agosto.

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Cobie Smulders revela cena deletada do filme

Em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, alguns fãs notaram que Maria Hill (Cobie Smulders) estava muito mais contida do que de costume, indicando sua substituição por uma Skrull.

No entanto, de acordo com o Comic Book, Cobie Smulders revelou que quis parecer impaciente depois de sua personagem ter sido morta e ressuscitada pela Manopla Infinito.

“Durantes as gravações, eu gostei de brincar com a ideia de que ela estava estressada”, disse a atriz ao The Hollywood Reporter. “Ela está tão exausta, e ela acabou de ser ressuscitada para encontrar uma papelada em sua mesa. Ela tem muito o que fazer, além de descobrir quem é esse Mysterio e convencê-lo a entrar para a equipe.”

Smulders também mencionou que uma cena deletada mostrava um pouco mais de sua personalidade.

“Algumas outras cenas foram cortadas… O filme teria início com Nick Fury e eu dirigindo em uma estrada deserta, onde você viu o primeiro monstro de terra surgir, e eu disse: ‘Tudo bem, vamos atrás desses elementais.’ Eu estava realmente animada porque, quando você volta do estalo, o que mais poderia voltar? Você fica preocupado? Você já morreu uma vez mesmo. Então, foi divertido interpretar alguém que simplesmente não se importa [em morrer]. Eu achei que esse momento foi a maior demonstração de personalidade dela.”

O que você achou da participação de Maria Hill na sequência?

lembrando queHomem-Aranha: Longe de Casa continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

A sequência traz o retorno de Jon Watts na direção, e também conta com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco conta com Tom Holland, ZendayaMarisa TomeiJacob BatalonSamuel L. Jackson e Jake Gyllenhaal.

Crítica| As Rainhas da Torcida – Diane Keaton, cheerleaders e amizade feminina

“Nasce, cresce, reproduz (ou não) e morre”: essa é a trajetória básica do ser-humano que todo mundo aprende no colégio. No entanto, entre as lacunas de cada acontecimento, existe uma vida inteira de sonhos e expectativas que esperamos cumprir antes de dar “adeus” ao mundo – tanto que o medo de não viver nada do que foi planejado é uma das principais razões para a tristeza de muita gente. Para alguns, existe uma idade limite para conseguir realizar tudo o que se quer, mas quem disse que não dá para ser feliz e se reencontrar já na terceira idade? Essa é justamente a premissa da comédia As Rainhas da Torcida, que conta com ninguém menos que Diane Keaton como a estrela principal.

Dirigido por Zara Hayes, o longa apresenta ao público Martha (Diane Keaton), que tem pouco tempo de vida por estar sofrendo com um câncer em nível avançado. Depois de se desfazer da maioria dos seus bens por não ter um companheiro ou filhos para se preocuparem com eles depois de sua partida, ela decide interromper o tratamento de quimioterapia e passar seus últimos dias em uma comunidade de repouso para idosos. A princípio, sua ideia era apenas se afastar de tudo e todos para relaxar com sua própria solidão, mas a aproximação com sua simpática vizinha Sheryl (Jacki Weaver) a faz rever suas prioridades e decidir revisitar um sonho que, hoje, parecia impossível por ser distante demais: o de finalmente se tornar uma líder de torcida. Quando era jovem, Martha precisou abrir mão desse objetivo para cuidar de sua mãe; mas, agora, lutando contra a ideia de que só garotas novas podem se arriscar nessa modalidade de dança, ela conta com o apoio de sua nova amiga e monta um clube de mulheres de mais de 60 anos que querem virar cheerleaders.

Como já era esperado, o grupo tem que lidar com a oposição de grande parte da organização da casa de repouso, com familiares que consideram a atividade inadequada (mais por não quererem ver a mãe idosa feliz que por qualquer outro bom motivo, diga-se de passagem) e com uma apresentação vexatória que viralizou no Youtube graças à uma cheerleader adolescente mal intencionada. Porém, como “superação” é a palavra-chave aqui, Martha não desiste dos seus objetivos e continua com o grupo em segredo para mostrar para todos – e principalmente para si mesma – que não existe idade para superar desafios e ser feliz. Assim, com o apoio inicialmente não muito voluntário da jovem líder de torcida Chloe (Alisha Boe, a Jessica de 13 Reasons Why) e as mixagens musicais do neto de Sheryl (Ben, interpretado por Charlie Tahan), o grupo enfrenta suas limitações e continua os ensaios para se apresentar em uma grande competição para líderes de torcida maiores de 18 anos (não colocaram limite de idade aqui, certo?).

Seguindo um ritmo agradável e com um grupo de idosas cativante, As Rainhas da Torcida cumpre o que propõe ao longo dos 91 minutos de filme. Ainda que não entregue uma análise profunda sobre envelhecer por se tratar de uma comédia leve, consegue trazer sutilezas que fazem refletir sobre o quão efêmera é a vida e sobre a possibilidade de se reinventar mesmo quando ela parece já estar no fim. Além de Martha, que decide ir atrás de um sonho antigo em um período em que está com o tempo de vida contado, o longa também traz uma idosa que finalmente pode ser feliz após se libertar de um relacionamento abusivo (de forma cômica e bem superficial, sim; mas ainda necessária) e outra que não podia fazer suas próprias escolhas por estar presa a um filho autoritário que parecia estar mais preocupado com suas finanças do que com qualquer outro aspecto de sua vida. Através da personagem de Jacki Weaver – que no início até incomoda com o jeito efusivo demais, mas que depois logo conquista -, também toca na liberdade sexual da mulher madura.

Com tudo isso, por mais que não aborde especificamente questões feministas e use da rivalidade para alguns plots, a narrativa ainda permite refletir sobre pautas do movimento ao ver a redenção de mulheres que poderiam se considerar “velhas demais” para irem atrás do que querem. E a sororidade – que é a empatia e a importante união dentro do gênero – também aparece em uma bonita cena em que Sheryl defende Chloe com unhas e dentes de um xingamento (“slut-shaming“) do desagradável filho de uma das idosas do grupo. Isso sem falar na forte amizade entre as personagens de Diane Keaton e Jacki Weaver, que sem dúvidas é um dos principais destaques dentro da trama.

Por fim, em meio a pompons, passinhos de dança memoráveis, redescobertas, amizades e uma Diane Keaton que nunca decepciona e dá a naturalidade perfeita à personagem, Poms (no título original) aparece como uma boa surpresa para quem esperava apenas uma comédia vazia sobre uma versão idosa de As Apimentadas. Por mais que use de elementos caricatos na composição de alguns personagens e não aprofunde questões que levanta (já que não era esta sua intenção), cumpre o papel de divertir e de emocionar ao nos fazer pensar em como a vida pode ser boa até o último suspiro. O famoso clichê “nunca é tarde para ser feliz” nunca fez tanto sentido.

‘Venom 2’: Tom Hardy sugere que Andy Serkis foi confirmado na direção da sequência

De acordo com o Comic Book, Tom Hardy publicou em seu perfil do Instagram uma foto de Andy Serkis, e os fãs já estão teorizando que o astro de ‘Planeta dos Macacos’ será o diretor de ‘Venom 2′.

Isso porque surgiu a notícia de que Serkis estaria em negociações para dirigir a sequência, e o fato de Hardy ter deletado a imagem despertou interesse entre o público.

Confira:

De qualquer forma, isso não confirma a contratação de Serkis, lembrando que os diretores Travis Knight e Rupert Wyatt também estão em negociações com a Sony.

Apesar das críticas, ‘Venom‘ teve um ótimo retorno nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 845,5 milhões pelo mundo, o que garantiu a ideia para uma sequência.

A produtora da Sony, Amy Pascal, foi questionada sobre o futuro do anti-herói e foi um pouco evasiva, mas prometeu que Tom Hardy estará de volta.

“Eu posso revelar que Tom Hardy estará de volta, interpretando magnificamente esse personagem como ninguém mais.”

Isso era óbvio, mas ainda é um alívio para os fãs, já que as duras críticas poderiam fazer Hardy desistir de viver o personagem mais vezes, como aconteceu com Ben Affleck após o fracasso de ‘Liga da Justiça’.

Em adição, Pascal deixou claro que o sucesso financeiro do filme foi graças ao empenho do astro.

“A Sony fez um ótimo trabalho criando essa franquia, tirando-a do papel, dando-lhe uma vida e o seu próprio mundo. E há o Tom Hardy. Quando você pensa em ‘Venom‘, você não pensa em ninguém além de Tom Hardy dentro de uma banheira de lagostas.”

Na mesma entrevista, a produtora também mencionou que não descarta a possibilidade de Tom Holland aparecer num filme do Venom, indicando que o estúdio tem “grandes planos” para ambos os personagens.

Venom 2′ deve chegar aos cinemas em 2020.

’13 Reasons Why’ é renovada para a 4ª e ÚLTIMA temporada

A Netflix renovou oficialmente ‘13 Reasons Why‘ para a 4ª temporada, que será a ÚLTIMA da série.

Vale lembrar que o terceiro ciclo será lançado na plataforma no dia 23 de agosto.

Confira o trailer:

Criada por Brian Yorkey, a série é baseada no livro ‘Os 13 Porquês‘, escrito por Jay Asher.

’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio! 

Uma caixa de sapatos é enviada para Clay (Minnette) por Hannah, sua amiga e paixão secreta do ensino médio. O jovem se surpreende ao ver o remetente, pois Hannah acabara de se suicidar. Dentro da caixa, há várias fitas cassete onde a jovem lista os 13 motivos que a levaram ao suicídio.

Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix 

O elenco conta com Dylan Minnette, Christian Navarro, Alisha Boe, Brandon Flynn, Justin Prentice, Miles Heizer, Ross Butler, Devin Druid, Amy Hargreaves e Derek Luke.

Revelada a causa da morte de Cameron Boyce, de ‘Descendentes’

Semanas após a repentina morte de Cameron Boyce, o Instituto Médico Legal do Condado de Los Angeles divulgou um comunicado confirmando que o astro faleceu devido a ‘um ataque súbito e inesperado de epilepsia’.

A notícia sustenta os detalhes que a família de Boyce liberou quando anunciou sua morte, dizendo que ele sofria convulsões.

“É com muita triste que informamos que nós perdemos Cameron. Ele morreu dormindo, por causa de uma convulsão, resultado de um problema médico pelo qual ele estava sendo tratado.”

Conhecido pela franquia de filmes da Disney Channel,Descendentes‘, e pela série ‘Jessie‘, Cameron Boyce faleceu no dia 08 de julho, aos 20 anos.

Seu último filme será Descendentes 3‘, que estreia no Disney Channel dos EUA no dia 2 de Agosto.

Assista ao trailer:

Novo crime assombra alunos no trailer da 3ª temporada de ’13 Reasons Why’

A Netflix divulgou o trailer da terceira temporada de ‘13 Reasons Why‘.

Desta vez, os alunos da Liberty High encaram um novo e terrível crime.

A terceira temporada estreia no dia 23 de agosto.

Confira o trailer:

A Netflix renovou a série para a 4ª e Última Temporada.

Criada por Brian Yorkey, a série é baseada no livro ‘Os 13 Porquês‘, escrito por Jay Asher.

’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio! 

Uma caixa de sapatos é enviada para Clay (Minnette) por Hannah, sua amiga e paixão secreta do ensino médio. O jovem se surpreende ao ver o remetente, pois Hannah acabara de se suicidar. Dentro da caixa, há várias fitas cassete onde a jovem lista os 13 motivos que a levaram ao suicídio.

Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix 

O elenco conta com Dylan Minnette, Christian Navarro, Alisha Boe, Brandon Flynn, Justin Prentice, Miles Heizer, Ross Butler, Devin Druid, Amy Hargreaves e Derek Luke.

Velozes e Furiosos: Hobbs e Shaw

(Fast & Furious presents: Hobbs & Shaw)

 

Elenco:

Dwayne Johnson – Luke Hobbs
Jason Statham – Shaw
Eiza González – Madame M
Vanessa Kirby – Hattie Shaw
Idris Elba – Brixton
Eddie Marsan
Stephanie Vogt

 

Direção: David Leitch

Gênero: Ação

Duração: 134 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 150 milhões

Estreia: 1º de Agosto de 2019

Sinopse: 

Em ‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw‘, o policial Luke Hobbs e o exilado Deckard Shaw formam uma improvável aliança quando um vilão aprimorado geneticamente ameaça o futuro da humanidade.

Crítica | Velozes & Furiosos: Hobbs e Shaw é divertido e descartável (Nota: 6.0)

 

Curiosidades: 

» Ryan Reynolds  viverá um agente da CIA que já é conhecido de Hobbs e vai ajudá-lo a deter o vilão, interpretado por Idris Elba.

» David Leitch (‘Deadpool 2’) dirige. O roteiro é de Chris Morgan, responsável por todos os roteiros da franquia desde ‘Desafio em Tóquio‘.

» Após este filme, o próximo filme da franquia é  ‘Velozes e Furiosos 9′ – que estreia em maio de 2020.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 


A Última Loucura de Claire Darling

(La Dernière Folie de Claire Darling)

 

Elenco:
Catherine Deneuve
Chiara Mastroianni
Alice Taglioni

Direção: 
Julie Bertuccelli

Gênero: Drama

Duração: 94 min.

Distribuidora: A2 Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 1º de Agosto de 2019

Sinopse: 

Em Verderonne, uma pequena aldeia na região do Rio Oise, é o primeiro dia de verão e Claire Darling acorda convencida de que está vivendo seu último dia. Ela decide então esvaziar sua casa e se livra tudo, sem distinção, cada item de marca e até mesmo sua coleção de relógios. Seus objetos amados ecoam uma vida trágica e extravagante. Esta última loucura traz de volta Mary, sua filha, a quem ela não via há 20 anos.

Curiosidades: 

» Com Catherine Deneuve.

Trailer:

Cartazes: 

‘Missão no Mar Vermelho’, ação com Chris Evans, já está disponível na Netflix

Missão no Mar Vermelho‘ (Red Sea Diving Resort), cinebiografia estrelada por Chris Evans, já está disponível no catálogo da Netflix.

Assista ao trailer:

Inspirado em uma operação de resgate extraordinária, ‘Missão no Mar Vermelho‘ é a história de um grupo de agentes secretos que no começo dos anos 80 usaram um resort de férias no Sudão como fachada para o transporte de milhares de refugiados para Israel. A equipe responsável pela operação é liderada pelo carismático Ari Levinson (Chris Evans) e pelo corajoso etíope Kabede Bimro (Michael Kenneth Williams).

O grande elenco conta ainda com Haley Bennett, Alessandro Nivola, Michiel Huisman, Chris Chalk, Greg Kinnear e Ben Kingsley.

Anunciado e filmado ainda em 2017, o longa ficou engavetado à procura de algum estúdio ou plataforma que pudesse lançar a produção.

HILÁRIO! ‘O Rei Leão’: Homem canta o Ciclo Sem Fim com seu burro e viraliza na internet

A versão live-action de ‘O Rei Leão‘ já é um grande sucesso de bilheterias e traz as principais canções do original, para o deleite dos fãs.

E a principal música de todas é, com certeza, O Ciclo Sem Fim, que começa com um rápido trecho cantado em Zulu, um dialeto africano.

E um homem criativo decidiu recriar essa abertura da canção, trazendo o seu burro junto para o arranjo, ajudando-o a cantar a melodia. O resultado não apenas ficou hilário, como viralizou na internet, com o vídeo da divertida performance sendo visto mais de três milhões de vezes.

Assista:

Dirigido por Jon Favreau (‘Mogli – O Menino Lobo‘), o longa é a versão live-action da animação clássica lançada em 1994.

Simba idolatra seu pai, Rei Mufasa, e leva a sério seu futuro real. Mas nem todos do reino celebram sua chegada. Scar, o irmão de Mufasa e anterior herdeiro do trono, tem seus próprios planos. A batalha pela Pedra do Reino será repleta de traições, tragédia e drama, resultando no exilo de Simba. Com ajuda de uma curiosa dupla de novos amigos, Simba deverá descobrir como crescer e tomar o que é seu por direito.

O elenco conta com Donald Glover (Simba), Beyoncé (Nala), Chiwetel Ejiofor (Scar), Seth Rogen (Pumba), Billy Eichner (Timão) e James Earl Jones (Mufasa).

O longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

Assista nossa crítica:

Alien – O Oitavo Passageiro | Clássico da ficção e terror completa 40 anos!

Indiscutivelmente um dos filmes mais influentes do cinema, Alien (1979), de Ridley Scott, criou o molde do que seria “a ficção espacial de monstro”.  O longa comemora em 2019 os 40 anos de seu lançamento. E é claro que o CinePOP precisava homenagear uma obra desta magnitude e ressonância para o cinema. Seu debute foi no dia 25 de maio de 1979, de forma limitada nos EUA. Logo depois, em 22 de junho o longa seria lançado por todo o país. No Brasil, sua estreia ocorreu no dia 20 de agosto do mesmo ano, ou seja, estamos em tempo da celebração de seu 40º aniversário.

Com uma mistura de 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968), de Stanley Kubrick, e Tubarão (1975), de Steven Spielberg, Alien pegou emprestado destas duas obras, mas adicionou personalidade própria, estudada e reverenciada até hoje.

O Orçamento da produção foi de US$11 milhões e só no primeiro final de semana juntaria US$3,500 milhões. Nos EUA, a arrecadação foi de US$78 milhões, se mostrando um sucesso. Pelo mundo, o somatório foram impressionantes US$203 milhões.

Os anos 1970 foram marcados como uma nova era para as ficções científicas, das mais variadas temáticas. Nascida nos anos 1950, a ficção do período espalhava o medo do comunismo e da Guerra Fria, sublinhado em seus contos fantásticos de outros mundos. A nova fase surgia com outros tópicos a adereçar: como o perigo ao meio ambiente e a ecologia, a robótica e informática, e o corporativismo desenfreado. Filmes como Westworld: Onde Ninguém tem Alma (1973), No Mundo de 2020 (1973) e Rollerball: Os Gladiadores do Futuro (1975) permearam a década criando um verdadeiro boom.

Mas foi no final dos anos 1970, que dois filmes surgiram se tornando verdadeiros fenômenos, tirando a ficção de seu nicho e a elevando ao mainstream. Star Wars (1977), o primeiro filme da saga de George Lucas, misturou elementos de aventura matiné e muita ação, entrando para a história como o maior arrasa-quarteirão que o cinema já havia visto até então. Dois anos depois, foi a vez de Alien misturar o gênero com o terror, cenas gráficas e viscerais e uma tensão palpável, nunca antes presenciada pelo público. “No Espaço ninguém pode ouvi-lo gritar” era o slogan da produção. E no cinema, o público de fato enlouquecia.

Na trama, uma gigantesca nave cargueiro recebe um chamado vindo de um planeta inóspito em sua rota, e acorda a equipe de sete membros de seu sono criogênico. Quando chegam ao local, descobrem vestígios de uma raça alienígena e a levam para sua própria embarcação inadvertidamente. A criatura cresce e se transforma numa perfeita máquina de matar, com direito a sangue ácido.

Por falar em sangue ácido, a ideia surgiu de forma simples, mas óbvia. Dan O´Bannon, roteirista do filme, não conseguia pensar numa razão para os tripulantes da nave simplesmente não atirarem no Alien com alguma arma. Foi assim que nasceu, da mente do artista conceitual Ron Cobb, a ideia do sangue ácido – que instantaneamente desencoraja qualquer um a fazer a criatura sangrar. Por falar em criatura, ela foi interpretada pelo nigeriano Bolaji Badejo, que devido a sua altura e forma esguia vestiu o traje e emulou os movimentos com a leveza e ameaça necessárias.

Mostrando que é através de impasses criativos que surgem as melhores ideias, os roteiristas buscavam um motivo para o Alien ir parar na nave, ao invés dele simplesmente entrar no local. Ele precisaria ser levado até lá. Mas como? E por que? Assim, Ronald Shusett (o segundo roteirista) sugeriu: “Que tal se o Alien transar com um deles?”. A ideia foi desenvolvida ao conceito do facehugger engravidar os humanos, independente de seu sexo (outra ideia brilhante e bem a frente de seu tempo, afinal, fugindo da obviedade, é um homem que “engravida” da criatura).

O primeiro corte do filme tinha mais de 3 horas de duração e um nível de violência e sangue muito mais elevado. Devido à recepção negativa desta versão mais visceral nas exibições teste, e temendo uma censura máxima, os realizadores optaram por diminuir o grafismo. No filme, para aumentar o suspense, a criatura só aparece num total de 4 minutos e demora mais de uma hora para dar as caras durante o filme.

Para o papel da protagonista relutante Ellen Ripley, o diretor ficou entre as atrizes Sigourney Weaver e Meryl Streep – as duas eram colegas na universidade de Yale. Já imaginaram Alien sendo protagonizado por Meryl Streep? No fim, Weaver ficou com o papel porque Streep estava de luto pela morte do companheiro, o ator John Cazale (O Fredo de Poderoso Chefão), na época dos testes finais de elenco. Outro personagem que poderia ser bem diferente no filme foi o Capitão Dallas. Harrison Ford– que fazia sucesso como Han Solo – quase viveu o papel, que terminou ficando com Tom Skerritt.

Alien passou por uma verdadeira epopeia até conseguir receber o sinal verde e ser produzido. Inicialmente, todos os estúdios, incluindo a FOX (que eventualmente lançaria o filme e se tornaria dona da franquia), passaram o projeto adiante. O motivo: o nível de violência. Foi apenas quando o produtor Walter Hill (Os Selvagens da Noite e 48 Horas) resolveu bancar a ideia como produtor que a coisa começou a andar e o longa finalmente ganhou forma.

O visual icônico da criatura, assim como o design da nave, dos trajes e de todo este universo futurista foram criados pelo artista suíço H. R. Giger – que viria a se tornar uma lenda na indústria. Giger saiu da experiência com um Oscar debaixo do braço, por sua criação. Mas o caminho para isso também não foi simples. Seus conceitos originais traziam a criatura com olhos. Durante a produção, no entanto, o artista decidiu por deixar o xenomorfo – como viria a ficar conhecido o Alien – com uma carapaça preta no lugar da vista, fazendo da criatura uma caçadora através do faro e sentidos. Além disso, diversas criações tiveram que ser modificadas devido ao elevado contexto sexual das estruturas – fálicas ou convexas emulando as genitálias masculinas ou femininas.

Quarenta anos depois e Alien segue como uma obra irretocável, um dos maiores clássicos modernos (ou não tão mais modernos assim) da sétima arte, que ainda se mantém como expoente de um gênero. Assim como o filme de número 52 entre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público da internet, os usurários do IMDB. Fica aqui a homenagem do CinePOP  para uma das maiores definições do que é cinema.