A minissérie, que contará com quatro episódios, traz Kit Harington (‘Game of Thrones’), François Civil (‘Os Três Mosqueteiros’) e Mirren Mack (‘Miss Austen’) como protagonistas.
Daniel West (‘Top Boy’) entra como criador, enquanto Hong Khao assume a cadeira de direção.
O romance de Dickens se passa em Londres, em 1782. A tensão aumenta na guerra entre a França e a Grã-Bretanha. A jovem Lucie Manette (Mack) tem sua vida virada de cabeça para baixo ao receber uma mensagem de Paris: seu pai, dado como morto há quase vinte anos, pode estar vivo. O mensageiro – o idealista emigrante francês Charles Darnay (Civil) – é preso e acusado de traição. Lucie pede a ajuda de um jovem advogado brilhante, porém instável, Sydney Carton (Harington), para libertar Darnay, na esperança de que ele a leve a Paris para encontrar seu pai.
O livro é considerado um dos melhores do autor britânico e um dos emblemas do século XIX. Em 1980, a história ganhou uma adaptaçaõ cinematográfica dirigida por Jim Goddard. Nove anos mais tarde, uma minissérie estrelada por James Wilby e Xavier Deluc foi exibida.
A Netflix divulgou um novo vídeo dos bastidores da 2ª temporada do live-action de ‘One Piece‘, revelando cenas inéditas do próximo ciclo.
“Na temporada anterior, foi empolgante ver os Chapéus de Palha se tornarem uma família. Nesta temporada, eles estarão confiando completamente uns nos outros,” declarou a atriz Emily Rudd sobre o novo ciclo, que terá o subtítulo ‘Rumo à Grand Line‘.
Em ‘One Piece: A Série’, os mangás mais vendidos do Japão ganham vida no live-action da Netflix. Na série, Monkey D. Luffy (Godoy) é um garoto de espírito livre que tem energia e coragem de sobra. Seu maior sonho é se tornar o Rei dos Piratas e conquistar os mares e, para isso, ele tem como missão encontrar o legado de Gold Roger. O One Piece é o maior tesouro escondido pelo pirata e achá-lo é a única forma de chegar ao seu objetivo. Para essa arriscada missão, Luffy reúne uma tripulação habilidosa e pronta para enfrentar perigosos rivais e explorar ilhas misteriosas.
Vale lembrar que a série já está renovada para a 3ª temporada!
Estrelado pela Dakota Fanning (‘Os Observadores’), o longa acompanha uma jovem que deve passar a noite lutando por sua existência após perder a noção da realidade ao receber um misterioso presente de uma visitante noturna.
Um sonho pode ser proporcionalmente tão intenso quanto a frustração de não realizá-lo. Às vezes criamos expectativas tão grandes sobre algo ou alguém, que, quando isso não se realiza, a decepção é profunda e pode gerar até mágoa. E isso é especialmente verdade quando os sonhos são referentes a lugares e viagens com as quais sonhamos a vida inteira para realizar, juntando dinheiro, pedindo folga no trabalho, organizando cada detalhe… para chegar na hora e tudo dar errado. Imagina! É o que aconteceu de verdade para um grupo de mais de quatro mil pessoas em 2013, que embarcaram em um cruzeiro que mais tarde ficou conhecido como ‘Desastre Total: Cruzeiro do Cocô’, título do ótimo documentário de James Ross lançado recentemente pela Netflix em sua plataforma.
Fevereiro de 2013. Fim no inverno, vésperas do famoso “spring break”, a semaninha de folga que celebra o fim do inverno no hemisfério norte. Milhares de pessoas se programaram para uma viagem de três dias em um minicruzeiro promovido pelo navio Carnival Triumph, cujo roteiro basicamente ia até o Golfo do México e voltaria. Tudo ia bem nas férias coletivas até a véspera do último dia, já tendo deixando a costa mexicana e de volta aos Estados Unidos, quando uma pane elétrica fritou o sistema de alimentação de eletricidade do navio todo, comprometendo todo o navio. Aos poucos, tudo começa a falhar: ar-condicionado, geladeiras, ventilação, luz. A tripulação tenta contornar e abafar a situação. O público tenta acreditar que aquilo é algo momentâneo. Porém, o desastre estava só começando, e a falta de eletricidade se torna, rapidamente, o menor dos problemas das mais de cinco mil pessoas a bordo.
Baseado em eventos reais amplamente noticiado mundialmente, ‘Desastre Total: Cruzeiro do Cocô’ é um excelente documentário tanto em termos de entretenimento quanto em termos técnicos e de pesquisa. Sobre o primeiro quesito, não é preciso dizer que o ser humano tem uma atração doentia pela tragédia alheia, então, criar um filme em que a gente pode ver milhares de pessoas se ferrando em suas férias é o tipo de morbidez que gera engajamento. Em termos técnicos, a construção da narrativa e a montagem dos elementos são feitas de modo a envolver o espectador na crescente tensão que vai sendo erigida à medida que a tragédia vai aumentando.
Mas é exatamente a pesquisa que surpreende no roteiro de Matthew Rangecroft. Mesmo se tratando de um evento recente, de pouco mais de dez anos atrás, e dada a situação delicada em que todos se envolveram, é difícil conseguir pessoas que estejam dispostas a falar abertamente não só do quanto tiveram seus sonhos esmagados, mas, acima de tudo, sobre o quanto foram humilhadas publicamente por causa da situação. É o tipo de coisa que ninguém se orgulha, e, no entanto, o time de pesquisa conseguiu encontrar um grupo muito interessante de depoentes: um pai e filha que estavam tentando estreitar a relação após o divórcio, três amigas celebrando a despedida de solteira de uma delas, a comandante em exercício na época, um funcionário da cozinha do navio, um rapaz que viajou para conhecer o sogro e a família da noiva. Só os depoimentos dessas pessoas já é capaz de dar a dimensão de tudo que aconteceu sob diversas perspectivas, em prol da imparcialidade da produção.
‘Desastre Total: Cruzeiro do Cocô’ é uma tragédia coletiva vivida por um grupo de pessoas que queriam sonhar, mas, enquanto produto de entretenimento, é um prato cheio com o pior do ser humano – literalmente. Para ver e se horrorizar com a sordidez da humanidade quando ela revela sua real faceta.
A trama acompanha dois jovens, Lionel (Mescal) e David (O’Connor), nos bastidores da Primeira Guerra Mundial, que se dedicam a gravar a vida, as vozes e a música de seus compatriotas americanos. Ao longo dessa jornada, os dois se apaixonam.
Com a publicação de um conto apavorante no fórum do Reddit No Sleep, que possui mais de 18 milhões de membros, o canadense Marcus Kliewer conseguiu contratos para transformar a história em um filme da Netflix, ainda em produção, e em um livro que se tornou best-seller do The New York Times.
Agora é a vez dos brasileiros conhecerem a obra, que chega às livrarias em setembro pela Intrínseca. ‘Nós já moramos aqui’, estreia de Marcus na literatura, é um misterioso thriller psicológico que promete intrigar os leitores com uma narrativa na qual nada é o que parece.
Eve Palmer se prepara para curtir uma noite tranquila e regada a vinho ao lado da namorada, Charlie, na grande e velha casa que acabaram de comprar. Mas sua paz é perturbada com a chegada de uma família que bate na sua porta em meio à nevasca. O pai, Thomas Faust, diz ter morado na residência durante a infância e pede para mostrá-la aos filhos. Ignorando seus instintos, Eve os deixa entrar para uma visita rápida. No entanto, ao longo da noite, uma série de acontecimentos inquietantes impede que os estranhos vão embora, para a aflição de Eve. Além disso, uma história contada por Thomas a respeito do imóvel a deixa bastante perturbada, apesar do ceticismo de Charlie.
A cada minuto com a família Faust, Eve percebe que há algo de muito errado com o clã e, especialmente, com a casa. Objetos que mudam de lugar, visões misteriosas e vizinhos enigmáticos passam a atormentá-la e fazê-la duvidar de sua sanidade, de forma que, aos poucos, Eve começa a sentir que a ligação de Thomas com a residência vai muito além de mera nostalgia, e que a vida dela e a de Charlie correm grave perigo. Porém, quanto mais tenta fugir dos invasores e da casa, mais acaba presa em uma espiral de descobertas macabras da qual parece ser impossível escapar.
Em ‘Nós já moramos aqui’, Kliewer apresenta uma narrativa inesquecível, repleta de códigos e mensagens ocultas, que promove intensos debates e levanta teorias inusitadas em fóruns on-line. Mas, como o autor ressalta, a explicação mais fácil nem sempre é a correta.
Depois de tentar se curar das feridas do árduo julgamento e caso mortal da última temporada, Jax Stewart (Corinealdi) está tentando colocar sua vida de volta nos trilhos. Isso até que uma de suas amigas mais próximas revela que ela matou o marido. Sua amiga alega legítima defesa, mas um promotor intransigente pensa o contrário. Precisando de toda a ajuda possível, Jax traz o ambicioso advogado de defesa Corey Cash (Morris Chestnut) para liderar o caso, mas as coisas ficam tensas muito rapidamente. Jax conseguirá defender sua amiga, salvar seu casamento e proteger sua energia enquanto é catapultada para o maior caso de sua carreira? Ou ela perderá tudo?
“Esses personagens podem não ser tão chamativos quanto os monstros vorazes, mas oferecem um material muito mais profundo e interessante a ser explorado”, disse Alison Herman da Variety.
“Uma épica instigante, expansiva e ocasionalmente caótica, mas que, no fim, entrega uma experiência eletrizante. Uma reflexão sobre identidade, arrogância e, é claro, o prazer primordial de ver humanos sendo impiedosamente massacrados por monstros espaciais”, disse Angie Han do The Hollywood Reporter.
“Assim como fez com Fargo, transformando um filme clássico e querido em uma série antológica de longa duração e vencedora de prêmios, Hawley pegou um conceito que, em teoria, não deveria funcionar na televisão e o transformou em algo empolgante, estranho e surpreendente”, disse Alan Sepinwall do Rolling Stone.
“O resultado é uma série com suas falhas, mas, sem dúvida, a melhor da franquia desde Aliens O Resgate, de James Cameron. E não é exagero, nos seus melhores momentos, ela realmente alcança esse nível”, disse Will Salmon do GamesRadar+.
“Como Noah Hawley demonstra com maestria em Alien: Earth, este universo atinge seu maior potencial quando todas as suas possibilidades se unem em uma experiência ao mesmo tempo envolvente, eletrizante e provocativa”, disse Ross Bonaime do Collider.
“Alien: Earth nem sempre se mantém firme (não com a mesma consistência que “Fargo” costuma apresentar), mas é uma expansão fascinante e aterrorizante de um universo muitas vezes restrito”, disse Ben Travers do IndieWire.
“Alien: Earth, de Noah Hawley, brilha especialmente quando se afasta dos temas e ideias já explorados com mais qualidade nos filmes anteriores da franquia Alien. Contudo, o ritmo irregular da série pode dificultar a fidelização do público episódio após episódio”, disse Ron Hilliard do Discussing Film.
“Hawley repetiu o feito, apresentando uma série de Alien que é ao mesmo tempo aterrorizante, divertida e profunda, frequentemente combinando tudo isso de forma brilhante”, disse Sean Boelman do FandomWire.
A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.
Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.
Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.
O filme acompanha dois melhores amigos que vão até a floresta tropical para refazer seu filme favorito, “Anaconda”, mas ficam em perigo quando uma anaconda gigante de verdade aparece.
Confira:
A trama do novo ‘Anaconda’ acompanha um grupo de amigos que, em meio a crises de meia-idade, decidem refilmar seu filme favorito da juventude. A aventura os leva à floresta tropical, onde se veem em uma luta pela sobrevivência contra desastres naturais, cobras gigantes e criminosos violentos.
Jack Black interpretará um “ex-diretor, agora preso em um trabalho como videomaker de casamentos”, enquanto Paul Rudd viverá “um ator que teve uma passagem por um programa policial, mas vê seus sonhos em Hollywood se distanciando cada vez mais”. Já Selton Mello dará vida a um domador de animais brasileiro.
Tom Gormican, que dirigiu o meta-filme de Nicolas Cage, ‘O Peso do Talento‘, está coescrevendo com o colaborador Kevin Etten e dirigirá o longa.
O filme original foi estrelado por Jennifer Lopez, Owen Wilson, Ice Cube e Jon Voight, e acompanhou uma equipe de filmagem da National Geographic em busca da maior e mais mortal cobra do mundo, apenas para descobrir que o jogo se inverteu.
A segunda temporada de ‘Gen V’, série derivada de ‘The Boys’, já está disponível no Prime Video.
Os três primeiros episódios do novo ciclo foram lançados hoje, 17 de setembro, na plataforma de streaming.
O novo ciclo já acumula 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 16 críticas até o momento. Para efeito de comparação, a primeira temporada conquistou 97% de aprovação da crítica, baseada em 114 avaliações, além de 77% de aprovação do público.
De modo geral, os críticos elogiaram o carisma e a complexidade dos personagens, mesmo apontando alguns clichês na trama.
“Com o comentário social cada vez mais impreciso, Gen V se apoia nos ombros de seus heróis, pessoas bem-intencionadas que lutam para distinguir o verdadeiro heroísmo daquele fabricado sob medida. Felizmente, eles ainda estão à altura da tarefa”, disse Alison Herman do Variety.
“Tudo isso poderia soar como clichê e excessivamente autorreferencial, mas a série conduz tudo com a dose certa de confiança e atitude. A God U continua tão horrível quanto sempre foi, ainda bem por isso”, disse Vicky Jessop do London Evening Standard.
“A franquia The Boys vive ou morre com base em seus personagens e no equilíbrio entre o quanto são carismáticos ou detestáveis, e o elenco principal de Gen V continua fácil de torcer na 2ª temporada, enquanto seguem explorando seus poderes de maneiras profundas e únicas”, disse Aidan Kelley do Collider.
“A 2ª temporada de Gen V é tão forte quanto a primeira, senão ainda mais, graças ao espírito e à homenagem ao falecido Chance Perdomo. Ainda ousada, hilária e atual, Gen V temporada 2 é um título imperdível para os fãs de The Boys”, disse Alex Zalben do GamesRadar+.
“A 2ª temporada de Gen V está maior, mais sangrenta, e talvez até melhor que The Boys”, disse James Hunt do ComicBook.
“O melhor da franquia The Boys, a 2ª temporada de Gen V homenageia perfeitamente Chance Perdomo (e Andre), enquanto continua acertando o público com golpes impactantes. A série não para de ultrapassar limites, mas também entrelaça muitos momentos emocionantes. Todo o elenco brilha”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.
Situada na prestigiada universidade de Godolkin só para super-heróis, a trama acompanha novos estudantes que são treinados para serem a próxima geração (lucrativa) de heróis. Administrada pela Vought International, a instituição acolhe adolescentes com poderes especiais e hormônios à flor da pele, testando diariamente seus limites físicos, sexuais e morais. Ao longo de sua formação altamente competitiva, os alunos devem lutar para se destacar e, assim, conseguir os melhores contratos nas melhores cidades. Ainda seguindo a típica rotina de universitários, entre festas, provas e encontros, os jovens heróis encontram novos rumos enquanto conhecem-se a si mesmos, assim como seus poderes. Em busca de popularidade e atingir boas notas um grupo de jovens percebem que algo muito incomum está acontecendo na faculdade, entre segredos e muitas brigas violentas, eles finalmente vão descobrir se são os heróis ou vilões de suas narrativas.
Vale lembrar que a versão original do álbum conta com os singles“End of the World”, “More to Lose” e “Easy Lover”.
O compilado também vem acompanhado de um filme visual dirigido por Cyrus, Jacob Bixenman e Brendan Walter, com fotografia de Debie, e que terá estreia mundial no Festival de Tribeca.
O disco conta com treze faixas inéditas e funcionará como uma experiência visual única que inclui nomes importantes do mundo da moda: Thierry Mugler, Jean Paul Gaultier, Alexander McQueen e Alaïa.
A Apple TV+ revelou que o aclamado drama estrelado por Jennifer Aniston e Reese Witherspoon foi oficialmente renovado para a 5ª temporada – pouco antes do lançamento do quarto ciclo, agendado para hoje, 17 de setembro, às 22h (horário de Brasília) (via Deadline).
Mais detalhes não foram divulgados.
No quarta temporada…
Alex (Aniston) quer garantir voz ativa sobre o futuro do canal, enquanto Bradley (Witherspoon) tenta manter o foco no que acredita ser o melhor para a empresa. Mas como já ficou claro em temporadas anteriores, boas intenções raramente garantem estabilidade na UBA — e o embate entre lealdades pessoais e interesses profissionais será inevitável.
O elenco original, que incluiBilly Crudup, Jon Hamm, Karen Pittman e Greta Lee, ganha reforços de peso nesta nova fase:Marion Cotillard e Boyd Holbrook se juntam à trama como novos personagens centrais, ao lado de Jeremy Irons, Aaron Pierre e William Jackson Harper. A presença de Cotillard, inclusive, já chama atenção pelo mistério e sofisticação que sua personagem promete trazer à dinâmica da redação.
Com estreia marcada para 17 de setembro, a temporada terá 10 episódios, lançados semanalmente até 19 de novembro.
A produção é da Media Res em parceria com a Hello Sunshine e a Echo Films. A showrunnerCharlotte Stoudt assume novamente o comando, com direção de Mimi Leder. A série segue com produção executiva de Michael Ellenberg, Jennifer Aniston, Kristin Hahn, Reese Witherspoon e Lauren Neustadter.
Mantendo o tom afiado, dramático e extremamente atual que a consagrou, ‘The Morning Show‘ segue explorando os bastidores do jornalismo, o impacto da cultura corporativa e o preço das escolhas em uma era de transformação constante nos meios de comunicação.
A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.
Infelizmente, detalhes sobre a trama ou seus personagens não foram divulgados, mas a história deve seguir um fugitivo na noite de Halloween.
Jeremy Saulnier (‘Sala Verde’) será responsável pela direção.
Além de dirigir, Saulnier também assina o roteiro do longa.
Rich Peete, Eli Bush, Jeremy Saulnier, Skei Saulnier, Ronald Bronstein, Josh Safdie, Traci Carlson, Elliott Coley e Macon Blair servirão como produtores.
O poder narrativo de uma imagem, de uma palavra, de um som numa tela de cinema imprime significados na ótica do espectador que, muitas vezes, vai além do que a simples intensão de um filme. Razão pela qual muitas vezes saímos impactado de termos assistido a algo, mas sem necessariamente ter a certeza do que exatamente nos impactou. Muitas vezes, isso tem a ver com o poder narrativo de uma história, que se impõe para além de acessórios e recursos. É o que acontece em ‘A Praia do Fim do Mundo’, novo filme de Petrus Cariry atualmente em cartaz no circuito nacional. O longa, inclusive, chegou a figurar entre os finalistas para representar o Brasil na corrida pelo Oscar, mas acabou não passando à etapa final.
Em uma cidade litorânea na costa brasileira, de nome Ciarema, a jovem ambientalista Alice (Fátima Macedo) vive com sua mãe adoecida, Helena (Marcélia Cartaxo, de ‘A Hora da Estrela’) na casa da família que está em ruínas na beira da praia. Enquanto as ondas avançam na costa, ameaçando o dia a dia da pequena família, Alice tenta convencer a mãe a vender ou até mesmo largar a casa para trás e sair dali, para que ambas possam sobreviver, porém teimosa, Helena se recusa a deixar seu bem para trás. Agora que Alice descobre uma inesperada gravidez, é possível que a vida de ambas mude drasticamente diante dos novos fatos.
Ambientado em locações esteticamente simples e belas, ‘A Praia do Fim do Mundo’ impressiona pelo contraste entre o belo e o imperioso – as ondas do mar que se impõem sobre a frágil casa, a plenitude do silêncio de uma casa vazia em uma imensidão de mar que a consome, a oposição preto e branca impressa da fotografia que destoa o claro e o escuro em intensidades que refletem as emoções de seus personagens.
Dentro desse ambiente sombrio e desamparado,Petrus Cariry e Firmino Holanda propõem uma história composta de metáforas e alegorias sobre a existência humana em seu mais agoniante esplendor: a finitude. Diante desse momento do qual todos nós não conseguiremos escapar, o que nos resta, senão o nosso próprio querer? Na personificação do principal embate do enredo temos, de um lado, a velha senhora teimosa que é, em si, a própria casa – símbolo de abandono do marido, do governo, da empresa, do tempo – cuja doença a corrói por dentro e cujos consertos já não valem mais a pena, diante do inevitável; do outro lado, a jovem idealista, que entende que fugir é uma forma de sobrevivência para lutar contra um sistema do qual ela mesma não tem a menor ideia do tamanho da influência. Mãe e filha se encontram, se desencontram e se abandonam a partir das ondas do mar que cada vez mais as afasta uma da outra.
Teatral e metafórico, é a força expressiva de Marcélia Cartaxo que conquista o olhar do espectador, imprimindo humanidade à esta velha senhora cuja única vontade é ter a liberdade de continuar tendo a vida que sempre teve.
‘A Praia do Fim do Mundo’ propõe um exercício diferente ao espectador, entre abandonos e desalentos limítrofes da vida.
Paula Shaw, conhecida por interpretar a Pamela Voorhees em ‘Freddy vs. Jason‘, morreu aos 84 anos.
De acordo com o Bloody Disgusting, a artista faleceu dormindo após enfrentar uma longa doença.
Em ‘Freddy vs. Jason‘, a atriz deu vida à mãe do Jason Voorhees, substituindo Betsy Palmer – que havia interpretado a personagem no longa original, de 1980.
Conhecida pelos fãs do gênero, Shaw também estrelou como filmes como ‘Estranhos Visitantes‘, ‘Ruas Selvagens‘, ‘Witchfire‘ e ‘Chupacabra Terror‘.
Além disso, ela acumulou dezenas de créditos nas telinhas, tendo participado de séries de sucesso como ‘Supernatural‘, ‘Arquivo X‘, ‘iZombie‘, ‘Van Helsing‘, ‘Dia dos Mortos‘, ‘Além da Imaginação‘, entre outras.
Nos últimos anos, a atriz ganhou destaque em produções natalinas do canal Hallmark Channel, incluindo ‘Um Natal Cinco Estrelas‘ e ‘O Legado do Véu Encantado‘.
As imagens destacam o visual sinistro do Grilo Falante, que será dublado Robert Englund – famoso por seu papel como o aterrorizante Freddy Krueger na franquia ‘A Hora do Pesadelo‘.
A intenção é que todos esses projetos formem seu próprio universo compartilhado.
Em entrevista ao Bloody Disgusting, os produtores declararam: “Personagens não anunciados deste universo serão revelados em desenhos durante os créditos finais da sequência ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2‘, então fiquem atentos.”
O mestre de efeitos Todd Masters (‘Brinquedo Assassino’, ‘Anjos da Noite: O Despertar’ e ‘Seres Rastejantes’) é responsável por criar o design da versão assassinado do icônico boneco de madeira.
Richard Brake, conhecido por seus papéis em filmes de terror como ‘Noites Brutais’, interpretará o Geppetto.
ITN Studios e Premiere Entertainment serão responsáveis pelas vendas, com Frake-Waterfield e Scott Jeffrey servindo como produtores.
Durante a convenção Silver Scream Con, Kane Hodder (‘Jason X’) revelou novos detalhes sobre a aguardada sequência ‘Terror no Pântano 5‘.
Intérprete do vilão Victor Crowley, o ator indicou que o novo filme deve se afastar dos pântanos escuros que tornaram a saga conhecida.
“Acredito que há uma boa chance da sequência acontecer, mas ainda não há nada planejado. Tudo o que eu sei é que [o diretor] Adam Green tem uma ideia para um novo filme. Se acontecer, a nova ambientação seria incrível. A história não se passará no espaço!”
Anteriormente, o diretor Adam Green havia revelado que ainda tem interesse na saga, mas que só retornará ao universo do Victor Crowley sob certas condições – indicando problemas nos bastidores: “É sempre uma possibilidade. Não posso entrar em detalhes, mas, em resumo, assim que pudermos fazer o filme com pessoas diferentes nos bastidores, então estarei interessado em fazer um quinto filme. Mas as coisas precisam mudar. Só direi isso; as pessoas podem interpretar como quiserem.”
Ele completa, “A equipe criativa [da franquia] ainda é uma família muito unida e amaria fazer um novo filme, mas… precisamos estar sob uma nova gerência. Talvez seja a melhor maneira de descrever a situação. Acredito que a gerência antiga já está ciente disso. Não estou brincando quando digo que não trabalharei novamente com ela. Veremos o que acontece.”
A franquia já rendeu quatro filmes, sendo o último, intitulado ‘Victor Crowley‘, um leve reboot da saga.
Sucesso entre os críticos, a segunda temporada alcançou 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 16 críticas até o momento.
De modo geral, os críticos elogiaram o carisma e a complexidade dos personagens, mesmo apontando alguns clichês na trama.
Confira as reações:
“Com o comentário social cada vez mais impreciso, Gen V se apoia nos ombros de seus heróis, pessoas bem-intencionadas que lutam para distinguir o verdadeiro heroísmo daquele fabricado sob medida. Felizmente, eles ainda estão à altura da tarefa”, disse Alison Herman do Variety.
“Tudo isso poderia soar como clichê e excessivamente autorreferencial, mas a série conduz tudo com a dose certa de confiança e atitude. A God U continua tão horrível quanto sempre foi, ainda bem por isso”, disse Vicky Jessop do London Evening Standard.
“A franquia The Boys vive ou morre com base em seus personagens e no equilíbrio entre o quanto são carismáticos ou detestáveis, e o elenco principal de Gen V continua fácil de torcer na 2ª temporada, enquanto seguem explorando seus poderes de maneiras profundas e únicas”, disse Aidan Kelley do Collider.
“A 2ª temporada de Gen V é tão forte quanto a primeira, senão ainda mais, graças ao espírito e à homenagem ao falecido Chance Perdomo. Ainda ousada, hilária e atual, Gen V temporada 2 é um título imperdível para os fãs de The Boys”, disse Alex Zalben do GamesRadar+.
“A 2ª temporada de Gen V está maior, mais sangrenta, e talvez até melhor que The Boys”, disse James Hunt do ComicBook.
“O melhor da franquia The Boys, a 2ª temporada de Gen V homenageia perfeitamente Chance Perdomo (e Andre), enquanto continua acertando o público com golpes impactantes. A série não para de ultrapassar limites, mas também entrelaça muitos momentos emocionantes. Todo o elenco brilha”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.
Situada na prestigiada universidade de Godolkin só para super-heróis, a trama acompanha novos estudantes que são treinados para serem a próxima geração (lucrativa) de heróis. Administrada pela Vought International, a instituição acolhe adolescentes com poderes especiais e hormônios à flor da pele, testando diariamente seus limites físicos, sexuais e morais. Ao longo de sua formação altamente competitiva, os alunos devem lutar para se destacar e, assim, conseguir os melhores contratos nas melhores cidades. Ainda seguindo a típica rotina de universitários, entre festas, provas e encontros, os jovens heróis encontram novos rumos enquanto conhecem-se a si mesmos, assim como seus poderes. Em busca de popularidade e atingir boas notas um grupo de jovens percebem que algo muito incomum está acontecendo na faculdade, entre segredos e muitas brigas violentas, eles finalmente vão descobrir se são os heróis ou vilões de suas narrativas.
O terror sobrenatural ‘Other Mommy‘, estrelado por Jessica Chastain (‘Mama’ e ‘It: Capítulo 2’), finalmente ganhou data de estreia.
O longa está programado para chegar aos cinemas no dia 9 de outubro de 2026.
Rob Savage (‘Cuidado Com Quem Chama’) será responsável pela direção.
Na trama…
Bela é uma menina de oito anos que vive em um lar abalado pelo casamento conturbado dos pais. Sua vida toma um rumo ainda mais sombrio quando ela passa a ser assombrada por uma entidade sinistra que ela chama de “Outra Mamãe”. Vinda de dentro do armário, a criatura insiste em perguntar: “Posso entrar no seu coração?”. Quando Bela recusa, as manifestações da entidade se tornam cada vez mais agressivas, colocando sua família em risco.