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‘Good Burger’: Clássico sketch da Nickelodeon vai ganhar restaurante temporário

O clássico sketch ‘Good Burger’, que ajudou a lançar as carreiras de Kenan Thompson e Kel Mitchel, vai ganhar seu próprio restaurante temporário. A Nickelodeon vai inaugurar a hamburgueria pop-up como parte da divulgação do revival da popular série ‘All That‘. A informação foi revelada com exclusividade pela revista EW.

A hamburgueria Good Burger vai proporcionar aos fãs uma experiência única e imersiva. Localizada em Los Angeles, ela trará deliciosos burgers, entradas, milk shakes e ainda trará “divertidos momentos cômicos e surpresas”, conforme pontua o comunicado oficial da Nickelodeon.

Confira o vídeo de anúncio:

A emissora ainda promete “experiências de serviço com a temática de Good Burger, produtos, jogos, tempero secreto e mais”.

O restaurante abrirá apenas em 10 de julho, mas os ingressos já estarão à venda no dia 17 deste mês.

 

Sobre ‘All That’

O revival do popular programa teen de sketchesAll That‘ trará um novo grupo de crianças, mas vai contar com a participação especial de Kel Mitchel, Lori Beth Denberg e Josh Server, este dois últimos também membros do clã original.

A série dos anos 90 pode não ser lembrada por alguns jovens da atual geração, mas fez um sucesso estrondoso à época, lançando as carreiras de Kenan e Kel, Nick Cannon e Amanda Bynes.

Um dos quadros cômicos mais famosos de ‘All That‘ era o de Good Burger, estrelado exatamente por Kenan e Kel. O sucesso do sketch foi tão grande, que ele acabou ganhando seu próprio filme em 1997, chamado ‘A Guerra do Hambúrguer‘.

Com a popularidade do programa e de seu filme, os protagonistas eventualmente conquistaram sua própria sitcom, a icônica ‘Kenan e Kel‘, que também foi exibida pela TV aberta, por da Rede Globo.

Confira a abertura de ‘All That’:

‘Inumanos’: Marvel abre discussões sobre reboot da série

Quando a Marvel havia anunciado seu cronograma para os cinemas de 2018 e 2019, o fracasso de crítica e de público Inumanos tinha data de estreia marcada para o dia 02 de novembro de 2018. Entretanto, os planos nunca se concretizaram – principalmente por não terem feito nem metade do barulho prometido na bilheteria -, e os fãs do panteão foram “agraciados” com uma série transmitida pela ABC que foi cancelada após a primeira temporada.

Agora, o presidente dos estúdios Kevin Feige disse que sua equipe ainda tem esperança de desenvolver um reboot com os personagens supracitados dentro do Universo Cinemático Marvel.

A notícia foi dada pelo site We Got This Covered através de uma confiável fonte anônima. A matéria indica que “o reboot está em discussões. Nesse ponto, ainda não é claro que forma ele teria, mas há a possibilidade de entrar como um filme da Fase 5 [do MCU]”.

É possível também que o projeto faça parte do serviço de streaming Disney+, mas ainda nada foi confirmado.

‘The Batman’: Dave Bautista demonstra interesse em interpretar o vilão Bane

Mandatory Credit: Photo by Matt Baron/REX/Shutterstock (9640561rs) Dave Bautista 'Avengers: Infinity War' film premiere, Arrivals, Los Angeles, USA - 23 Apr 2018

Dave Bautista conseguiu transformar Drax, o Destruidor de um personagem pouco conhecido a um dos heróis mais populares da Marvel. Agora, o ator expressou sua vontade em interpretar o Bane, um dos vilões mais icônicos do Homem Morcego, em ‘The Batman’, de Matt Reeves.

A ideia surgiu no Twitter, após um fã  sugerir Bautista no papel do vilão. O ator não fez cerimônia e logo respondeu:

“Eu aceito!”

Rumores apontavam que Bane estaria em ‘Esquadrão Suicida’, de James Gunn, e que Bautista faria parte do elenco, mas foi obrigado a desistir por conflitos em sua agenda. No entanto, seu suposto papel não havia sido revelado.

Bane apareceu pela primeira vez nos cinemas em 1997, em ‘Batman & Robin’, e sua última aparição foi em 2012, interpretado por Tom Hardy em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’.

‘Batwoman’: Série com Ruby Rose ganha novo teaser com cenas INÉDITAS; Assista!

A CW divulgou um novo teaser da série ‘Batwoman‘, estrelada pela Ruby Rose.

Confira, com o trailer completo:

A série faz parte do Arrowverse, e sua personagem principal foi apresentada durante o crossover Elseworlds.

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco ainda conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Nicole Kang, Camrus Johnson, Rachel Skarsten e Nicole Kang.

 

‘MIB – Homens de Preto Internacional’ tem uma agência no Brasil, revela Tessa Thompson

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou a atriz Tessa Thompson, protagonista de ‘MIB: Homens de Preto – Internacional‘.

No vídeo, ela revela se o filme é um reboot ou uma sequência… e também nos conta que os Homens de Preto tem uma agência no Brasil.

Assista:

Dirigido por F. Gary Gray (‘Velozes e Furiosos 8‘), o roteiro foi escrito pela dupla Matt Holloway e Art Marcum (de ‘Homem de Ferro‘).

M (Thompson) é uma agente que durante sua jornada de auto-afirmação, estreia na divisão londrina do MIB. Lá, ela conhece um agente conhecido por seus talentos, H (Hemsworth). Os dois estão envolvidos em um caso de assassinato misterioso, que vai levá-los ao redor do mundo para encontrar a solução.

Liam Neeson, Rebecca Ferguson, Kumail Nanjiani, Rafe Spall, Laurent Nicolas Bourgeois e Larry Nicolas Bourgeois completam o elenco. Emma Thompson reprisará o seu papel de Agente O de ‘Homens de Preto 3‘.

O longa será lançado nos cinemas nacionais amanhã, dia 13 de junho.

‘The Vampire Diaries’: Nina Dobrev e Paul Wesley se desprezavam na primeira temporada

Nina Dobrev e Paul Wesley foram colegas de elenco em ‘The Vampire Diaries’ por anos, mas a atriz revelou que eles desprezavam um ao outro durante os primeiros meses de filmagem.

Paul e eu não nos dávamos bem no início da série. Eu respeitava Paul Wesley, mas não gostava dele”, disse a atriz ao participar do podcast Direcional Challenged. “Eu lembro que todos vinham até mim depois que o programa foi ao ar e diziam: ‘Você e Paul estão namorando na vida real?’ Todos achavam que tínhamos uma química tão boa. Eu percebo agora que há uma linha tênue entre amor e ódio e nós nos desprezávamos tanto que parecia amor, mas… Nós realmente não nos demos bem nos primeiros cinco meses de filmagem. ”

Mas é claro que o desentendimento aconteceu somente no início da série e ambos se tornaram bons amigos depois disso.

Dobrev atuou como Elena Gilbert na série, mas saiu depois da sexta temporada, retornando somente nos episódios finais, permanecendo com Damon, interpretado por Ian Somerhalder.

 

‘Gladiador’ vai ganhar SEQUÊNCIA; Confira a sinopse!

De acordo com o Deadline, quase 20 anos depois de ter sido lançado, ‘Gladiador‘ ganhará sequência e teve sua sinopse divulgada.

Confira:

Gladiador 2‘ vai seguir a continuação da história de Lucius, o filho de Lucilla. O jovem era o sobrinho de Commodus, filho do líder romano Marco Aurélio, que assassinou seu pai, assumiu o trono e acabou na arena de gladiadores com Maximus, que, embora mortalmente ferido, espetou o imperador antes de ir para grande além para se reunir com sua esposa e filho mortos. Maximus salvou o menino e sua mãe enquanto vingava sua própria família e deixou uma forte impressão no jovem Lucius.

Fontes indicam que a Paramount será o estúdio desenvolvendo o projeto, e a Universal terá a opção de ser cofinanciadora.

O filme original, estrelado por Russell Crowe, foi lançado em 2000, e recebeu 11 nomeações ao Oscar, das quais venceu 5, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator. Sucesso nas bilheterias, o filme arrecadou US$ 460.5 milhões ao redor do mundo.

Ridley Scott deve retornar para a direção, que terá roteiro de Peter Craig.

Dia dos Namorados | As 5 separações mais dolorosas das séries de TV

E eis que o dia de trocar presentes, dar chocolates e flores ao crush, namorado, esposa/marido, chegou. O Dia dos Namorados no Brasil é uma prática comum aos cidadãos e deve ter alguém desesperado, pois não conseguiu uma reserva legal num restaurante bacana com uma vista espetacular, mas calma, enquanto você tenta consertar isso, pode ir lendo a matéria a seguir.

Nem só de romance vive o homem, algumas decepções e términos são necessários para certos amadurecimentos e talvez, quem sabe, assim encontrar a pessoa para com quem o destino pretendia unir. E como a arte imita a vida, nas produções existem separações retratadas que marcam toda uma geração de telespectadores. Pensando nisso, e não somente na separação no sentido de término, mas também aquela que é forçada, decidi fazer esta lista com as cinco separações mais dolorosas das séries de TV. Confira:

Emily & Sylvia (The Handmaid’s Tale)

A série criada por Bruce Miller (The 100) já consegue esmagar o espectador mais profundamente a cada episódio que passa. Contudo, existem cenas e momentos que marcam mais do que outros. Durante o segundo capítulo da segunda temporada é possível aprender um pouco mais sobre o passado de Emily (Alexis Bledel), uma professora universitária, que vê aos poucos a Gilead acontecendo, especialmente, quando o supervisor, que era gay, se suicída.

Chamados de traidores de gênero por serem homossexuais, a personagem de Bledel vê os direitos serem rasgados na cara dela quando, ao tentar sair do país com a esposa, Sylvia (Clea DuVall), e o filho, o responsável pela imigração no aeroporto informa que o casamento nada mais vale, que agora é proibido. A professora, então, precisa abrir mão de partir e numa despedida arrasadora, diz adeus à família. O ponto é que saber o quanto aquele momento foi doloroso para a mesma e tudo que viveu depois daquilo é, simplesmente, de partir o coração.

Olivia & Peter (Fringe)

Para ser honesta, Fringe é a série do meu coração. Até hoje nada se comparou aos sentimentos causados pela criação de J.J. Abrams (Star Wars: O Despertar da Força), que teve J.H. Wyman (A Mexicana) e Jeff Pinkner (Alias) como showrunners. Olivia Dunham (Anna Torv) e Peter Bishop (Joshua Jackson) podem ter terminado juntos no final, entretanto, é impossível esquecer uma das melhores cenas protagonizadas pela atriz australiana, no nono episódio da terceira temporada chamado de “Marionette”.

Depois de ter sido sequestrada, condicionada a acreditar ser outra pessoa, redescobrir a verdade, sequestrada novamente e escapado para o universo em que pertencia, Olivia descobre que Peter não somente demorou a perceber a verdadeira identidade da BOlivia, como manteve um relacionamento com a mesma. A personagem de Torv, então, diante dos traumas vivenciados faz um dos discursos mais espetaculares de toda a série e termina com Peter (pelo menos, até quase o final da quarta temporada). Assista:

Callie & Arizona (Grey’s Anatomy)

Se uma produção televisiva é criada por Shonda Rhimes (Scandal), automaticamente já se pode esperar por tragédias atrás de tragédias. Depois de ter construído uma das relações homoafetivas com mais camadas na televisão norte-americana, feito as personagens Callie Torres (Sara Ramirez) e Arizona Robbins (Jessica Capshaw) vivenciarem diversos tipos de situações, realizar um dos casamentos mais marcantes das séries de TV, a criadora decidiu que algo estava faltando, o que poderia ser? Uma traição. Com um dos discursos mais baratos, a pediatra justifica os atos cometidos culpando o fato da cirurgiã-ortopédica ter “cortado” sua perna após o acidente de avião. O término das médicas não só foi doloroso como de muito mau gosto para os fãs de Calzona.

Lorelai & Luke (Gilmore Girls)

A série de Amy Sherman-Palladino (The Marvelous Mrs. Maisel) é, provavelmente, a razão pela qual hoje escrevo sobre este universo do entretenimento. Lorelai Gilmore (Lauren Graham) e Luke Danes (Scott Patterson) foram meu ship antes mesmo de eu saber o que ship significava. Com uma história bem construída, um slow burn de dar gosto a qualquer pessoa que curte quando as narrativas levam um tempo para se desenvolver e moldar-se, a história deste casal é uma das mais gostosas de acompanhar no universo das séries de TV.

Depois de quatro temporadas os dois finalmente ficam juntos e quando Lorelai revela a Luke que Rory (Alexis Bledel) quer trancar a faculdade, ele sugere diversos cenários diferentes para manter a jovem estudando. Em uma cena, que é totalmente identificável com a personalidade da protagonista, ela o pede em casamento e o dono da lanchonete diz sim. Contudo, algumas reviravoltas acontecem, Luke descobre que tem uma filha, esconde o fato da personagem de Graham, e após a descoberta, pede a ela que não entre em contato com a jovem April (Vanessa Marano).

Desconfiada dos motivos por trás das escolhas do personagem de Patterson, Lorelai lhe dá um ultimato em relação ao casamento. Sem resposta, ela se conforta nos braços do pai de Rory para no dia seguinte encontrar Luke sentado na sua porta, disposto a organizar o casamento. Ela é honesta e os dois se separam causando uma imensa tristeza nos corações dos fãs do casal. Até o final da criação de Palladino, os dois permanecem separados, e o último episódio é ambíguo, mas graças ao Cosmo existiu um Revival para sabermos o que de fato aconteceu.

Daenerys & Khal Drogo (Game Of Thrones)

Quando um personagem sobrevive em Game Of Thrones é um milagre, imagina um romance durar… O casal protagonizado por Emilia Clarke e Jason Momoa teve um começo polêmico devido ao casamento forçado. Com o passar dos episódios, entretanto, é possível ver o sentimento que nasce entre os dois personagens e a vontade de ficarem e conquistarem o mundo juntos. É claro que tudo seria melhor se não fosse o início, mas estamos falando de uma época em que tais acontecimentos eram comuns, infelizmente.

Enfim, a separação de Daenerys e Drogo é, provavelmente, um dos momentos entre casais mais dolorosos de toda a série adaptada das histórias de George R. R. Martin, afinal, o personagem de Momoa adoece e morre. Apesar de toda a dor, é neste momento que descobrimos que a jovem Targaryen é a verdadeira Mãe dos Dragões, ao sobreviver ao fogo e chocar, por assim dizer, os ovos.

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Bom, se você tem mais alguma separação de um casal que gostava muito e que foi bem triste, conta abaixo. E se, assim como eu, chorou por algum destes, só falar também! Até a próxima.

‘As Crônicas de Nárnia’: Roteirista de ‘Viva’ vai desenvolver filmes e séries para a Netflix

A Netflix anunciou hoje que Matthew Aldrich, roteirista da animação ‘Viva: A Vida é uma Festa‘, ficará responsável pela adaptação das séries e filmes baseados em As Crônicas de Nárnia, do autor C.S. Lewis.

Segundo o Hollywood Reporter, Aldrich servirá como o arquiteto desse universo fantasioso que a Netflix levará para as telinhas. Sob os termos de um contrato de vários anos, a empresa de streaming desenvolverá histórias clássicas de todo o universo de Nárnia.

Apesar da confirmação, nenhum projeto ainda possui data de estreia e elenco. Novas informações devem sair muito em breve.

No total, os livros da franquia já venderam mais de 100 milhões de cópias e foram traduzidos em mais de 47 idiomas em todo o mundo.

10 Filmes para assistir no Dia dos Namorados

Como já advertia o Ministério da Saúde: “Fazer listas. Fazer listas é muito perigoso”. Ou teria sido um romancista??? Enfim, sei, estou correndo risco de vida fazendo listas sobre cinema. Principalmente começando com as 10 melhores comédias românticas da minha vida – sei, vou começar a usar colete a prova de balas!

Selecionamos os 10 filmes mais fofos para assistir no Dia dos Namorados.

Vamos lá:

10. Mensagem Para Você

Gente, eu vi esse filme uma única vez! E foi logo na semana de Estreia. Tem o mérito de ter sido o primeiro filme – pelo menos o primeiro com repercussão – a falar de relações amorosas via internet. Na vida real, o personagem de Tom Hanks, proprietário de uma super-livraria, e Meg Ryan, dona de uma pequena loja de livros infantis, se odeiam. Mas, nos e-mails, eles se amam! A história é uma delícia! As cenas relacionadas à internet podem não surpreender tanto hoje, mas, na era pré-banda larga, foi genial.

9. Como se Fosse a Primeira Vez

Quando o leão-marinho vomitou em cima de uma das personagens, disse: “esse filme vai ser um horror!” Mas não se enganem! Ele é fofo! Esse início parece estar lá só para enganar o público. Se a história da mulher que se esquece do ocorrido no dia anterior nos angustia, as tentativas de Adam Sandler de conquistá-la são impagáveis! A história se equilibra muito bem entre o drama e o cômico. As armações de Sandler para reconquistar a personagem de Drew Barrymore todos os dias seguram muito bem a primeira metade do filme. Só não aconselho aos homens que já namoram ou são casados a muito tempo de assisti-lo junto com suas companheiras: elas vão reclamar que você nunca mais deu se quer uma pétala de rosas!

8. Do Que As Mulheres Gostam

Se em Como se Fosse a Primeira Vez sua mulher vai ficar reclamando de como nos últimos dez anos você não abriu a porta do carro, com Do que as Mulheres Gostam ao menos você entenderá como a cabeça delas funciona! O filme é uma cônica sobre o universo dessas tão complicadas mulheres, que preferem descobrir que transaram com um gay do que levar um fora do ficante! Vai entendê-las! Para os homens, melhor que o romance, é sentir-se como um invasor do universo feminino. Depois de assistir ao filme, podemos dizer: entramos no banheiro feminino! Ok! Ok! Não perguntei para nenhuma mulher se as histórias procedem, mas o filme é bem convincente! Vale também por ver Mel Gibson em sua fase pré-cineasta-profeta. Você, novamente meu amigo homem, corre o risco de escutar da boca de sua namorada a piada infame: “Ah, um filme do MEU Gibson!”

7. Uma Linda Mulher

Tenho um trauma com esse filme. Demorei anos para vê-lo! Na verdade, só o assisti uns dois anos atrás na Quinta no Cinema, no SBT. A história virou clássica! Acho que é mais por isso que coloquei na lista. Sabe como é: as pessoas querem ver os clássicos na lista. Sim, sim, esse filme já é clássico, apesar de a Julia Roberts continuar um pedaço! Mais do que o executivo que se apaixona por uma prostituta – sinceramente Olavo e Bebel, da novela Paraíso Tropical interpretaram o papel bem melhor, e em horário nobre! – o filme vale por ser uma dos grandes papais de Julia Roberts. Não é o que mais gostei, mas ainda sim é saboroso!

6. Alguém Tem que Ceder

É mais que um romance. É A comédia! Talvez uma das mais divertidas dessa lista! Não só pela história do homem na idade do lobo namorando uma ninfeta! Nem apenas pela disputa que vem em seguida, onde o mesmo cinquentão luta contra um jovem médico pelo amor da mãe da ninfeta! Mas, principalmente, pelas atuações de Jack Nicholson e Diane Keaton. Eles protagonizam a melhor cena (cômica) de sexo na idade madura de todo cinema! Uma delícia!

5. Tudo Acontece em Elizabethtown

O filme de Cameron Crowe é mais do que uma excelente seleção musical. Um executivo (Orlando Bloom) volta para a cidade natal para o enterro do pai e se apaixona por uma aeromoça (Kirsten Dunst) – e que aeromoça! O diretor coloca situações tristes, como um velório, na fronteira entre o cômico e o lírico. Destaca-se no elenco Susan Sarandon, como a viúva odiada pela família do marido. Uma das seqüências mais emocionantes é a viagem de Bloom pelo interior dos Estados Unidos lançando as cinzas de seu pai ao vento. Tudo acompanhado de uma trilha sonora bem pop!

4. Simplesmente Amor

Uma maneira de medir a criatividade de uma comédia romântica é ver o que o diretor vai inventar para o casal terminar junto. Simplesmente Amor já merece entrar na lista porque conta várias histórias de amor, e todas com uma solução bem criativa. Sim, ele é mais do que a primeira produção americana na qual Rodrigo Santoro teve fala! Os “causos” são romances singelos, divertidos e cativantes. Tem amor de tudo quanto é jeito: amor na infância, amor no trabalho, amor entre estrangeiros, tem até amor no poder! Sim, o primeiro-ministro inglês se apaixona por uma plebéia! O filme tem outro mérito: no fim, não há uma união de todas as tramas. Não sei o porquê o diretor optou por esse fim. Mas, entre não unir as histórias e forçar um final, é melhor deixar cada um em seu canto. Ele se saiu bem. Afinal, não se pode faze chover sapos todos os dias no cinema!

3. Abaixo o Amor

Não chega a ser lisérgico. Poderíamos chamar de psicodélico. Ou, simplesmente, um visual anos 50 animal! Mais que uma produção de artes excelente, o filme tem ótimas atuações, uma história de amor com reviravoltas, uma romance adorável e uma crônica sobre o comportamento da década de 50 e da nossa década! As cenas são bem resolvidas e as piadas tem o time preciso. Mais do que o suficiente para um terceiro lugar.

2. Um lugar chamado Notting Hill

Chegou a hora de confessar: eu já chorei vendo comédia romântica! – e foi nessa!! Muitos falam que elas são fúteis, alienantes, lixo cultural, previsíveis. Isso tudo vai depender do diretor. Mas, no caso do nosso segundo lugar, esses adjetivos cabem perfeitamente. Logo no começo, sabemos que o casal vai se separar no meio do filme e no fim ficarão juntos, ricos e felizes! Mas dentro do máximo estereotipo, o filme emociona e mantém o ritmo. E não é só: a história prende, Julia Roberts está muito bem e Hugh Grant está em ótima performance. Ah, tem mais uma coisa: a trilha sonora é ótima. Principalmente a música She. É justamente quando ela toca, no final do filme, que eu choro. Pelo menos, até a última vez foi assim…

1. Embriagado de Amor

Se até agora você só fez me xingar pelas escolhas, agora você terá mais um motivo. Ou, se você acha toda comédia romântica um lixo, assista o meu primeiro lugar.

Não se trata de uma comédia romântica qualquer. Nem de um filme qualquer. Poucas pessoas para quem sugeri o filme gostaram. De fato, não é fácil a digestão. Entretanto, é o único dessa lista que digo com tranqüilidade: aqui se fez arte!

O filme conta a vida de Barry Egan, que se apaixona pela personagem de Emily Watson, sofre pressões no trabalho e da penca de irmãs, se envolve com máfia do disque-sexo, e compra potes de pudim para fazer uma viagem.

Mais que uma história inusitada, Paul Thomas Anderson dá status de arte para a comédia romântica. Do enquadramento ao som, da fotografia às atuações (foi com esse filme que passei a respeitar Adam Sandler), tudo impecável! Pegue a trilha sonora: ela ora parece ir contra tudo que está na tela, ora parece reforçar o que assistimos.

O filme é incompreendido, mas não incompreensível. Vale conferir! E por favor, não me matem se não gostarem! Se quiserem, podem encher minha caixa de e-mail com listas!

‘X-Men: Fênix Negra’ tem final inspirado em ‘O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ [SPOILER]

[SPOILERS]

O diretor e roteirista Simon Kimberg revelou em entrevista ao io9 que o final de ‘X-Men: Fênix Negra‘ é uma homenagem a ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘.

A cena final mostra Magneto e Charles Xavier se encontrando em um café em Paris, e podendo conversar em paz e amigavelmente.

Para a cena, ele se baseou no final de ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, quando o personagem de Christian Bale está sentado em um café ao lado de Selina Kyle (Anne Hathaway) – sendo flagrado por seu ex-mordomo Alfred.

“Comecei a trabalhar em X-Men: Fênix Negra com a trilogia O Cavaleiro das Trevas Ressurge em mente, pois queria focar no drama desses personagens. Queria fazer um filme mais pessoal, íntimo e selvagem, diferente de tudo o que fizemos. E Batman Begins é meu filme favorito do Cavaleiro das Trevas. Todos são obras-primas, mas o início mostra apenas um homem comum querendo se tornar no Batman”, afirmou.

Segundo Kinberg, “é claro que haverá mais filmes X-Men no futuro, mas este ciclo em particular, com este elenco, terá uma atmosfera Game of ThronesUltimato, desafiando-os de um novo modo”.

O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.

X-Men: Fênix Negra‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

‘The Vampire Diaries’ tem seus direitos adquiridos pela Globoplay e não volta para a Netflix

Os direitos da série ‘The Vampire Diaries’, removida do catálogo da Netflix em 2018, agora pertencem à Globo, segundo um anúncio da própria emissora.  Isso quer dizer que os assinantes da plataforma de streaming americana só poderão assistir à série através do Globoplay, ou da Amazon Prime Video. Confira o anúncio abaixo:

 

No entanto, o retorno da série à Netflix não é impossível, já que a plataforma tem o direito de trazer qualquer título de volta desde que um novo acordo seja feito. O mesmo aconteceu com ‘Glee’, que tem previsão de retorno ao catálogo ainda para este ano.

‘Crônicas de San Francisco’: Emocionante minissérie sobre família e aceitação estreia na Netflix

A Netflix divulgou o trailer da minissérie ‘Crônicas de San Francisco‘ (Tales of the City).

Confira:

A produção é baseada no livro homônimo escrito por Armistead Maupin.

Mary Ann (Linney) volta a San Francisco e se reencontra com a filha Shawna (Page) e o ex-marido Brian (Gross) 20 anos após abandoná-los para investir em sua carreira. Fugindo da crise de meia-idade criada por sua vida aparentemente perfeita em Connecticut, Mary Ann é logo atraída de volta para a órbita de Anna Madrigal (Dukakis) e da nova geração LGBTQ vivendo no número 28 de Barbary Lane.

O elenco conta com Laura Linney, Ellen Page, Paul Gross e Olympia Dukakis.

A minissérie será lançada na plataforma no dia 7 de junho.

EXCLUSIVO ‘Obsessão’: Isabelle Huppert aprendeu a tocar piano para estrelar o thriller

Em seu novo thriller, intitulado Obsessão’, a atriz Isabelle Huppert desafia sua própria atuação, entregando uma versão doentia e compulsiva de Greta, uma mulher solitária, aparentemente sensível, mas que guarda um comportamento extremamente violento e perigoso.

E para caracterizar sua personagem – aclamada pela crítica especializada – com realismo em profundidade, Huppert exercitou seu lado artístico, aprendendo a tocar piano – um artifício fundamental para construir a tensão que gira em torno dela e de Chloë Grace Moretz.

Em uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a indicada ao Oscar falou sobre sua preparação para viver Greta nos cinemas. Conversando com a jornalista Rafa Gomes, a consagrada atriz francesa ainda pontuou sobre toda a construção visual do papel, fundamental para estabelecer um contraste entre a fachada que ela sustenta e sua verdadeira personalidade.

Disse:

“Nós tivemos bastante tempo com a designer de figurino para estabelecer seu visual, tivemos que montar uma personagem que parecesse adequada ao seu tempo, para fazê-la uma pessoa contrastante. Então nós investimos bastante tempo para encontrar as peças de roupas que fizessem dessa mulher uma figura elegante, mas ainda assim bem moderna. E claro, eu aprendi a tocar piano, porque o Neil Jordan teve essa ideia de Greta tocando o piano e eu adorei isso, porque nos leva a um rumo diferente daquilo que vemos no começo. Inicialmente a vemos como ‘oh, ela é sensível, ela é tão legal e gentil’ e finalmente, quando descobrimos o que o piano revela, o que está por trás dele e de sua música, descobrimos um lado dela bem sombrio…”

Isabelle Huppert  ainda falou sobre o impacto de interpretar uma mulher tão despedaçada, emocionalmente. E ao contrário do que geralmente se espera, ela se divertiu com Greta, absorvendo essa caricata figura de maneira mais leve e até mesmo cômica:

“Não foi pesado e nem exaustivo, na verdade foi divertido! O filme não é pra ser levado tão a sério, não é como outros thrillers. Esse é um tipo bem mais específico, que fica entre o terror, a comédia e, claro, o drama também. Obviamente, essas personagens passam por uma jornada e tanto, mas nós fomos por uma caminho diferente. Foi divertido interpretar Greta, muito mesmo!

Assista ao trailer:

Com a aclamada Isabelle Huppert (‘A Professora de Piano’), vencedora dos Prêmios de Melhor Atriz em Festivais como Cannes, BAFTA e César, o trailer de ‘Obsessão‘ mostra a amizade incomum entre Frances McCullen, interpretada por Chloë Grace Moretz (‘Kick-Ass: Quebrando Tudo’), que acabou de perder a mãe, e a enigmática viúva solitária Greta Hideg (Isabelle Huppert).

A medida em que elas vão se tornando amigas, Frances descobre que os planos da viúva se revelam cada vez mais obscuros, para desespero de sua melhor amiga Erica Penn, interpretada por Maika Monroe (‘Independence Day: O Ressurgimento’), que está ajudando Frances a se inserir em Nova York e a alerta sobre as verdadeiras intenções de Greta.

Com distribuição da Galeria Distribuidora, ‘Obsessão’ estreia nos cinemas brasileiros no dia 13 de junho nas versões dublada e legendada.

Warner Bros. pode encerrar TODO o DC Universe, com exceção de ‘Titãs’

Após o cancelamento de ‘Monstro do Pântano’ e o risco de ‘Patrulha do Destino’ também ser cancelada, o We Got This Covered informou que TODAS as séries do streaming DC Universe estão em risco, com exceção de ‘Titãs’.

A decisão de cancelar as principais séries do streaming torna incerto o futuro de produções como ‘Stargirl’.

Apesar da declaração de que o DC Universe está aqui para ficar, a Warner Bros. está planejando cancelar o serviço agora que a Warner Media pretende desenvolver uma plataforma para rivalizar com a Disney+.

Enquanto as negociações estão em andamento, ainda há uma quantidade considerável de conteúdo pelo caminho, lembrando que a nova temporada de ‘Justiça Jovem’ ainda pode ser lançada através do DC Universe, no entanto, parece que os dias do serviço de streaming estão contados, já que não houve o retorno financeiro esperado.

 

Chris Pine homenageia Anton Yelchin no 10º aniversário do reboot de ‘Star Trek’

Três anos já se passaram desde a trágica morte de Anton Yelchin, aos 27 anos, e em tão pouco tempo, o ator causou um enorme impacto nas pessoas ao seu redor.

No último fim de semana, Chris Pine participou de uma exibição especial pelos 10 anos do reboot de ‘Star Trek’ e homenageou o amigo, que interpretou Chekov nos três filmes mais recentes da franquia.

“Esse cara curioso, fascinante, complexo e estranho que, quando começamos [Star Trek], era cerca de 10 anos mais novo do que todos nós. Ele era uma espécie de nosso irmão mais novo, e nós o vimos crescer e continuar a ficar mais estranho e mais curioso.”, disse Pine em frente a uma multidão de fãs.

Durante a pré-produção de ‘Star Trek: Sem Fronteiras’, Yelchin foi diagnosticado com fibrose cística, mas ignorou os sintomas e permaneceu na produção.

“Tivemos cerca de uma semana fazendo um truque bem intenso, realmente cansativo e fisicamente exigente. Eu realmente não pensei sobre isso até agora, mas olhando para trás, lembro como foi difícil para ele passar por isso. E ele nunca reclamou.”, continuou.

Antes da exibição do filme, houve um trailer do documentário sobre a vida de Yelchin, ‘Love, Antosha’, no qual Pine é um dos astros apresentados.

Assista:

O astro Anton Yelnchin tinha uma promissora carreira à sua frente. Ganhando destaque na franquia de ‘Star Trek‘, ele começava a traçar sua rota de sucesso em filmes independentes, se consolidando gradativamente no meio.

Mas sua abrupta morte em 2016 acabou interrompendo sua jornada, deixando todos perplexos por sua repentina despedida. Ainda assim, Yelchin continua sendo lembrado ao redor do mundo por seu carisma e atuação de impacto.

A produção estreou no Festival de Sundance 2019 e terá lançamento limitado nos cinemas, chegando à Los Angeles em 02 de agosto e em Nova York no dia 09 do mesmo mês.

Sebastian Stan pode retornar como Soldado Invernal em mais quatro filmes da Marvel

Segundo Jeremy Conrad, fundador e editor-chefe do site MCU Cosmic, o ator Sebastian Stan assinou um contrato de nove filmes com a Marvel Studios e até agora só apareceu em cinco: a trilogia ‘Capitão América’ (‘Primeiro Vingador’, ‘Soldado de Inverno’, e ‘Guerra Civil’) e em ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Ultimato’. Supondo que este contrato não tenha sido anulado ou quebrado, parece que Stan ainda tem mais quatro filmes pela frente.

A informação veio do próprio perfil de Conrad no Twitter:

“Falsos rumores estão sendo espalhados afirmando que a trama de Bucky vai se encerrar depois da série da Disney +. Isso não é verdade. Sebastian Stan tinha um contrato de nove filmes da Marvel. Ele só cumpriu metade.”

Após ‘Vingadores: Ultimato‘, o futuro do Soldado Invernal permaneceu um mistério, principalmente porque há muitas dúvidas sem resposta sobre seu passado. Com o filme da ‘Viúva Negra‘ chegando, esperamos descobrir um pouco mais sobre suas missões como agente da Hydra.

Até lá, Stan retornará ao Universo Cinematográfico da Marvel ao lado de Anthony Mackie em ‘Falcão e Soldado Invernal’, da Disney +, que estreia em 2020.

Confira o logo da série abaixo:

Crítica | Dor e Glória – Não inventaram adjetivos para terminar esse título. Ajuda aqui!!

Ir ao cinema assistir a um filme de Pedro Almodóvar é um ato já carregado de uma série de ansiedades para quem acompanha o trabalho desse diretor que mesmo sem a chancela hollywoodiana fez (e faz) história no cinema mundial. Toda expectativa criada na vida, de forma geral, é uma grande chance de frustração. Mas o vigésimo primeiro longa-metragem de Almodóvar não só não frustra como ainda nos lembra o motivo pelo qual seu trabalho é aclamado. Assim ele fez a cada novo lançamento. Não foi diferente com Dor e Glória. Com uma abordagem sensível sobre questões densas, o filme narra uma história que muito facilmente pode ser compreendida como autobiográfica.

O longa-metragem conta a vida de um diretor de cinema espanhol, mergulhado em um processo depressivo em função das muitas dores que sente, especialmente na cabeça e na coluna. Salvador Mallo (Antonio Banderas) se vê em um momento da carreira em que um de seus filmes volta a ser exibido 30 anos após seu lançamento, sendo considerando um clássico do cinema espanhol. Essa atividade faz com que o diretor revisite a película e, com isso, seu protagonista, com quem teve diversas questões durante o processo de rodagem do filme. Esse é o pretexto que desenrola toda a história. A volta desse trabalho do passado começa a aproximar Salvador de suas relações que se perderam com a vida, e, principalmente, das lembranças de sua infância pobre ao lado de sua mãe (Penélope Cruz) na década de 1960.

Para combater suas dores, do corpo e da alma, Salvador passa a utilizar heroína. O que ao longo da narrativa proposta vem muito mais como uma tentativa desesperada de fuga do que como uma questão moral que envolva qualquer tipo de dano real ao personagem. Os vícios, dos quais aparentemente sempre fugiu, vêm de minimizar as fortes dores físicas, mas também sua tristeza por não mais sentir-se capaz de rodar novos filmes (muito em função da sua frágil condição de saúde). Em seus devaneios sempre se vê transportado para suas relações do passado que, com o decorrer do filme mostram sua potência no processo de criação de seus roteiros.

Dor e Glória é um filme que fala de impermanência, inconstância. Fala da fugacidade da vida, das relações afetivas, das pessoas com as quais cruzamos. E o que fica do peso dessas relações, o que sobra, segue conosco para sempre. E no caso de Salvador: segue sendo transformado em arte. Esta sim tem para si o tempo da eternidade. O longa-metragem de Almodóvar explora os ciclos da vida de um homem de forma muito generosa. Como o passado atravessa a vida do protagonista em coincidências, mágoas, saudades e remorsos é contado com a delicadeza simples que é particular ao diretor. Quem acompanha seu trabalho sabe que para além do uso abusivo de cores primárias (que amamos!), outro aspecto comum às histórias apresentadas por Pedro é a proximidade com a vida real no tratamento de questões complexas. Sem a romanização exacerbada da dor, ou o medo de qualquer tabu. Relações cruas vivenciadas no tempo da narrativa.

E por falar em cores, a identidade visual de Almodóvar está presente em todas as cenas (ou quase). Por vezes preenchendo todo espaço, por outras compondo a arte na mobilha, nas decorações de formas mais sutis (isso se sutil é uma palavra usável quando se trata das famosas cores de Almodóvar). Na parte gráfica apresentada logo no começo do longa-metragem as cores têm sua comunhão máxima. Essas cenas, que misturavam diferentes tipos de artes gráficas, situam o público na vida do protagonista e são um presente aos olhos. É realmente impressionante a harmonia de cores tão fortes quando trabalhadas no universo do diretor.

A fotografia mescla lembranças de um passado claro, com um presente mais escuro ou deprimente. Contrapondo a leveza pueril das memórias da infância com as dificuldades da vida adulta, mesmo se tratando de um homem tão bem-sucedido. As lembranças do passado trazem cenários mais claros, brancos, com pequenos pontos de cor. Essa opção fez com que o contraponto com o momento presente do personagem se tornasse nítido e contrastante.

O elenco conta com alguns dos atores cujas carreiras o diretor alavancou e com os quais sempre buscou trabalhar. Dentre eles, seus pupilos e musos Penélope Cruz e Antonio Banderas. Penélope que trabalha com o diretor há mais de 30 anos e Antonio que foi lançado por ele em 1982 com Labirinto de Paixões. Nada mais justo, portanto, do que dar a esses atores os dois personagens mais simbólicos da trama: Salvador e sua mãe.

Ainda que o diretor não descreva este longa-metragem como autobiográfico, afirma ser este seu filme que tem a relação mais íntima a ele. E partindo desse fio condutor, muito se entende sobre sua obra de forma global.

O peso da trajetória e das memórias de afeto no processo de criação de um dos grandes nomes do cinema no filme, pode ser a resposta para o tratamento gentil dado aos personagens mais complexos (e seus contextos) nos clássicos filmes de Pedro Almodóvar. A força do potencial criativo que é alimentado pelas vivências de Salvador pode ser também a força que move o desenvolvimento dos memoráveis trabalhos do diretor da vida real. A paixão por cinema vista no personagem desde a infância e até mesmo a forma de se vestir…  muitos são os detalhes que amarram a figura fictícia e a real. Se é ou não de fato a história do diretor, não importa. O fato é que Dor e Glória é mais um belo trabalho que trata de questões reais, de forma real, e com toda a estética e ritmo que já conhecemos tão bem.

‘Big Little Lies’: Meryl Streep alfineta Reese Witherspoon em novo clipe; Assista!

A 2ª temporada de ‘Big Little Lies‘ estreou no domingo (9) e os fãs da produção já puderam perceber que a personagem Mary Louise, vivida por Meryl Streep, está obstinada a extrair as respostas necessárias sobre a misteriosa morte de seu filho.

E em uma de suas primeiras cenas, Streep e a personagem de Reese Witherspoon protagonizam uma desconfortável conversa, com a matriarca alfinetando a melhor amiga de sua nora, sugerindo que ela seria uma mulher falsa.

Confira:

Assista ao comercial do 2º episódio:

Nessa nova fase composta de sete episódios, as Monterey Five – Madeline (Reese Witherspoon), Celeste (Nicole Kidman), Jane (Shailene Woodley), Renata (Laura Dern) e Bonnie (Zoë Kravitz) – recebem a visita da sogra de Celeste, Mary Louise (Meryl Streep), que chega à cidade atrás de respostas sobre os acontecimentos que marcaram o final da última temporada.

Criada por David E. Kelley, a série é baseada no livro Pequenas Grandes Mentiras, escrito por Liane Moriarty.

O grandioso elenco conta com Reese Witherspoon, Nicole Kidman, Shailene Woodley, Zoë Kravitz, Laura Dern e Darby Camp. Além delas, a premiada Meryl Streep fará parte do elenco da 2ª temporada.

Crítica | Fora de Série – O ‘coming of age’ perfeito para a nova geração

Filmes adolescentes em geral são conhecidos por alguns elementos-chave que ajudam a compor o enredo – como o colégio no pano de fundo, diferentes grupinhos e a jornada de amadurecimento do protagonista. No entanto, entre tantos longas do gênero que carregam essas marcas, alguns se destacam por conseguirem ultrapassar o superficial e trazer uma mensagem a mais para dialogar tanto com quem vive a mesma fase dos personagens quanto com quem já passou dela. Esse é definitivamente o caso de Fora de Série, que marca a estreia de Olivia Wilde na direção e vem arrancando elogios da crítica especializada e do público desde a sua primeira exibição no Festival SXSW. Mesclando comédia com a dose certa de emoção, Booksmart – como é chamado no título original – muito provavelmente é o coming of age da vez.

A premissa não é novidade: é o último ano do Ensino Médio e tudo o que os jovens querem é uma noite memorável para fechar com chave de ouro os anos que passaram no colégio. Quer dizer, a maioria deles, já que as CDFs Amy (Kaitlyn Dever) e Molly (Beanie Feldstein) passaram todo esse tempo focando nos estudos e prometem sair do high school com a mesma filosofia para brilharem na vida de jovens adultas – a primeira em sua viagem para a África e a segunda com suas notas incríveis em Yale. O plano parecia perfeito e condizente com a personalidade das duas; porém, ao descobrir que alunos que não focaram só nas leituras e provas também iriam para boas faculdades (como Harvard e a própria Yale), Molly tem um surto de consciência e convoca sua melhor amiga para uma importante última missão: a de mostrar para seus colegas de classe que elas também poderiam ser tão divertidas quanto inteligentes indo à festa organizada por um deles na noite antes da formatura. Mas, até conseguirem chegar ao tão sonhado destino, as duas passam por uma série de complicações e situações hilárias que fazem lembrar outros filmes do gênero – como Superbad, por exemplo (que traz Jonah Hill, coincidentemente irmão da atriz Beanie Feldstein, como um dos protagonistas).

Além de aparecer como o filme da linha “última noite de diversão” que o público feminino ainda não tinha, Booksmart se destaca com suas duas personagens fortes e extremamente empoderadas. Amy, lésbica assumida e preocupada com causas sociais, é responsável por levantar questões importantes do feminismo – como criticar o fato de todos chamarem uma garota com um nome pejorativo só por ela ter ficado com vários garotos; já Molly, que não segue o padrão de magreza da maioria das meninas de sua turma, inspira com sua autoconfiança e amor-próprio. Muito bem dirigidas por Olivia Wilde e com um carisma próprio, as duas atrizes têm o timing perfeito para fazer rir nas horas de comédia e para gerar a comoção necessária nos momentos de tensão ou drama – além de terem a química perfeita para convencerem como melhores amigas inseparáveis (das dancinhas e looks compartilhados a uma tensa cena de briga na reta final da história).

Outro ponto de destaque em Fora de Série é a quebra de estereótipo dos personagens, que o público vai descobrindo junto com as duas protagonistas. Nem tudo é o que parece ser, e se julgar superior a um ou outro por conta de um pré-conceito (quem nunca?) pode acabar afastando pessoas incríveis e que são muito mais do que seus estilos e ~famas antecipadas~ deixam transparecer. Como a adolescência é o período em que a identidade está sendo moldada, fugir dos maniqueísmos e mostrar que todos nós somos múltiplos e muito mais profundos do que uma simples capa pode revelar já faz o longa de Olivia Wilde se sobressair dentre tantos outras produções adolescentes que ficam no superficial. E somado a tudo isso, a personagem de Jessica Williams, a professora Mrs.Fine, ainda fala com os adultos que sentem nostalgia desse período da vida por não terem vivido tudo o que deveriam na época. Do diálogo que tem com as duas protagonistas em seu carro (onde revela que cometeu o erro de decidir curtir a vida intensamente só aos 20 e poucos anos) ao olhar de encantamento que demonstra ao chegar na festa dos alunos, ela mostra como essa fase é única e merece ser vivida.

Além do ótimo roteiro e dos personagens bem construídos, Olivia Wilde também não decepciona na parte técnica da direção. Do mesmo modo que Greta Gerwig em Lady Bird – outro coming of age de sucesso, que chegou a ser indicado em várias categorias do Oscar 2018 -, a atriz mostra amadurecimento por trás das câmeras. Um dos destaques é a cena do mergulho na piscina durante a festa, que, aliada à trilha sonora, ilustra perfeitamente a dura sensação de quebra de expectativa de uma das personagens em um momento importante do filme. Considerando seu olhar apurado para retratar a adolescência e o sucesso de sua estreia, dá para esperar muitas outras produções da estrela por aí (e ainda bem por isso, já que é sempre satisfatório ver uma mulher ganhando seu merecido espaço em Hollywood).

Por fim, com sua mensagem de amizade que pode conseguir causar lágrima nos mais sensíveis, Booksmart relembra a importância de ter a “sua pessoa” ao redor, ainda mais na fase em que ainda estamos tentando entender quem somos e para onde vamos. Em uma sociedade onde a rivalidade feminina é tão cultivada, produções que colocam essa parceria em um patamar ainda mais importante que a do amor romântico é quase utilidade pública, já que é quase impossível ser feliz completamente sozinho. No mais, assim como acontece com os bons exemplares do gênero teen, o modo como dialoga com o público e o ritmo fluido vão fazer com que os fãs do gênero não queiram rir e se emocionar uma vez só. Não é exagero dizer: tem o selo John Hughes de Qualidade!