Lyuba foge de seu marido abusivo para um retiro misterioso com amigos. Rituais surreais e visões assustadoras revelam segredos obscuros, levando-a a enfrentar uma escolha terrível: escapar ou sucumbir a um destino arrepiante.
O elenco conta com Alena Mitroshina, Wolfgang Czerny, Vyacheslav Chepurchenko, Ekaterina Solomatina, Victoria Skitskaya, Maxim Khanzhov e Hermes Zygott.
Robert Orr (‘Anjos da Noite: A Rebelião’) e Olga Loyanich assinam o roteiro.
O filme ‘O Hotel Royal‘ (The Royal Hotel), thriller dirigido por Kitty Green e estrelado por Julia Garner e Jessica Henwick, estreou em primeiro lugar entre os filmes mais assistidos da Netflix.
Hanna (Garner) e Live (Henwick) são melhores amigas e estão de viagem na Austrália. Quando o dinheiro das duas acaba, Liv, procurando por uma aventura, convence Hanna em aceitar um trabalho temporário no par de um pub chamado The Royal Hotel, numa cidade mineira no interior do país.
O dono do bar, Billy (Weaving) e um grupo de locais introduzem as garotas ao local e à cultura local de bebida – mas as coisas ficam perigosas quando o comportamento e as piadas deles vão além da conta. Logo, Hanna e Liv se veem presas em uma situação angustiante que rapidamente foge do controle.
No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa debutou com uma aprovação de 90% e uma nota média de 7.2/10.
Confira algumas avaliações:
“Julia Garner e Jessica Henwick apresentam performances em camadas e nuances, enquanto os atores masculinos do elenco interpretam vários tipos de canalhas que são efetivamente nauseantes e intimidantes…” – Chicago Sun-Times
“É um trabalho mais confuso e menos devastador [do que The Assistant], mas mesmo assim é muito eficaz.” – New York Magazine
“A diretora nos faz procurar o perigo em cada cena – e geralmente o encontramos. Ela nos levou até aqui, a este lugar extremamente específico, para aguçar nossa consciência sobre as mais silenciosas red flags que tremulam ao redor do mundo.” Variety
“É um thriller desconfortável, em que perigos espreitam em esquinas tão comuns que às vezes esquecemos o quão perigosos eles realmente são.” – Vox
“The Royal Hotel é um filme de terror, mas não espere sustos, máscaras assustadoras ou assassinos em série.” – Associated Press
Confira o trailer:
Kitty Green comanda a produção. Ela também co-assina o roteiro ao lado de Oscar Redding.
O ator Dwayne “The Rock” Johnson está em um processo de perda de peso para seu próximo papel no filme ‘Lizard Music’. Ele interpretará um “excêntrico e carismático senhor de 70 e poucos anos”chamado Chicken Man.
O projeto marca o reencontro de Johnson com o diretor Benny Safdie. “Benny me apresentou esse projeto depois. Depois de uns 45 minutos de conversa, ele terminou o pitch e eu disse: ‘Eu sou o seu Chicken Man'”, revelou o ator à Variety.
Apesar de já ter perdido cerca de 13 quilos de massa muscular que havia ganhado para seu papel mais recente em ‘Coração de Lutador’, Johnson ainda está em ótima forma física.
“Ainda tenho um longo caminho pela frente”, reconheceu ele. “Estou muito empolgado com a chance de, quem sabe, me transformar de novo, como fiz em Coração de Lutador. Significa… comer menos frango”.
O filme é uma adaptação do romance de Daniel Pinkwater e narra a história de um septuagenário cujo melhor amigo é uma galinha de 70 anos.
A Netflix anunciou que Charlie Brooker, criador da aclamada ‘Black Mirror‘, está desenvolvendo uma nova série de suspense focada em um assassino em série ritualístico.
A produção limitada contará com apenas quatro capítulos.
Ainda sem título, a produção será ambientada na cidade fictícia de Bleakford e nas ruas de Londres, acompanhando um detetive atormentado em uma missão implacável para capturar um assassino em série ritualístico antes que fiquem sem vítimas.
“Estou muito animado com este comunicado à imprensa. Sonho em fazer uma citação desde que era um feto, e agora estou aqui fazendo isso. Eu me beliscaria, mas, como todos nós, tenho medo de que, se fizer isso, possa acordar e descobrir que 2025 foi um sonho mágico. Por favor, assistam ao meu programa. Eu imploro,” declarou Brooker.
Brooker assina o roteiro ao lado de Ben Caudell, Jason Hazeley, Emer Kenny, Daniel Maier e Joel Morris, com material adicional de Victoria Asare Archer.
A modelo e atrizGigi Hadid surpreendeu ao revelar que fez um teste para o papel de Rapunzel na adaptação live-action de ‘Enrolados’, da Disney. O projeto, no entanto, foi cancelado após o fracasso de bilheteria do live-action de ‘Branca de Neve’.
Em uma conversa com sua amiga Kendall Jenner para a Variety, Hadid contou que chegou a fazer aulas de canto para se preparar para o teste.
“O que a gente ainda faz neste trabalho que realmente nos assusta?”, perguntou Hadid, antes de demonstrar satisfação com seu desempenho na audição.
“Fiquei muito orgulhosa da minha cena. O canto… eu sabia que eles iriam escolher uma cantora de verdade, mas depois eu te mostro minha cena do teste”, afirmou.
Em abril, o projeto de ‘Enrolados’ foi suspenso por tempo indeterminado. A decisão foi tomada após o live-action de ‘Branca de Neve’, estrelado por Rachel Zegler e Gal Gadot, ter um desempenho abaixo do esperado nas bilheterias, arrecadando menos de US$ 90 milhões no mercado doméstico.
Lançado em 2010, a animação original de ‘Enrolados’ foi um grande sucesso de crítica e público.
O filme, que conta a história da princesa Rapunzel e do foragido Flynn Rider, arrecadou mais de US$ 591 milhões mundialmente. O legado da produção inclui a canção indicada ao Oscar “When Will My Life Begin”, o curta-metragem Enrolados Para Sempre (2012) e a série animada As Aventuras de Rapunzel (2017).
Colin Minihan (‘Fenômenos Paranormais’) é responsável pela direção.
Quando um incêndio florestal devastador atinge Hollywood Hills, uma família fica isolada, com seu bairro destruído e sua casa se tornando uma prisão em chamas. Enquanto isso, uma matilha de coiotes predadores, desorientados pelas chamas, fecha o cerco ao redor da casa. Impotentes devido ao colapso das estradas e à falta de eletricidade, a família precisa confiar em sua coragem, resiliência e amor mútuo para sobreviver tanto ao inferno quanto à ameaça rosnante lá fora.
Em entrevista ao People, Sigourney Weaver, intérprete da lendária Ripley na franquia ‘Alien‘, não poupou elogios à série ‘Alien: Earth‘.
A atriz elogiou a riqueza e complexidade do universo estabelecido pela produção, destacando a introdução das novas criaturas aterrorizantes.
“Eu estou adorando a série ‘Alien: Earth’. O que eu mais admiro é o fato dela ser mais profunda do que apenas um filme da franquia ‘Alien’. A trama gira em torno do nosso mundo e o que está dominando o planeta daqui a 100 anos, e acredito que eles foram muito precisos. Achei tudo muito impressionante e eles continuam construindo e construindo [este universo].”
Ela completa, “Os monstros que [o Noah Hawley] introduz na série são aterrorizantes. É como se não tivéssemos problemas suficientes apenas com o Alien, precisamos de mais cinquenta outros.”
No Brasil, ‘Alien: Earth‘ está disponível através do Disney+.
A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.
Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.
Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.
Segundo informações da Variety, o acordo com Caine ainda não foi finalizado, mas a expectativa é de que ele reprisará seu papel como Dolan, o padre que auxilia Kaulder (Vin Diesel) em sua missão de impedir que uma praga devastadora, lançada por uma rainha bruxa, destrua a humanidade.
Se confirmado, este será o primeiro filme de Michael Caine desde que anunciou sua aposentadoria em 2023, aos 90 anos. Na época, o ator britânico afirmou que estava pronto para“se afastar das câmeras”após uma carreira de mais de sete décadas.
De acordo com o Deadline, o novo filme contará com o retorno de Vin Diesel como Kaulder, o caçador titular.
Apesar de ter arrecadado apenas US$ 130 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento em torno de US$ 90 milhões –, o longa original alcançou um grande sucesso no serviço de streaming da Netflix, entrando para o TOP 5 dos filmes mais assistidos na plataforma.
“‘O Último Caçador de Bruxas’ cresceu desde o seu lançamento original nos cinemas, tornando-se uma sensação global que o público segue descobrindo e reassistindo através de diversas plataformas na última década,” declarou Adam Fogelson, chefão da Lionsgate.
Na trama, Kaulder é um caçador de bruxas amaldiçoado a viver eternamente. Um dia, uma nova ameaça surge e coloca a humanidade em risco. Agora, ele precisa contar com a ajuda da jovem bruxa Chloe para enfrentar o mal.
A atriz Kate Mara revelou que, apesar da experiência “caótica” e “traumática” de filmar ‘Quarteto Fantástico’ de 2015, algo positivo surgiu do projeto: seu relacionamento com o ator Jamie Bell, que interpretou o Coisa.
Em entrevista ao ComicBookMovie, Mara recordou o período difícil das gravações e como a convivência se tornou a base para o romance.
“[Jamie Bell e eu] éramos amigos, mas não muito; não nos conhecíamos de verdade”, contou Mara. “Então fizemos o filme do Quarteto Fantástico juntos, o que foi uma experiência bem… interessante. Foi difícil, não foi uma boa experiência”.
Mara acrescentou: “Foi um caos. Uma experiência bagunçada. Mas foi ali que nos conhecemos de verdade. E eu pensei: ‘Nossa, ele é incrível. É o melhor cara.’ Ele estava solteiro, e eu pensava: ‘Como é que alguém assim ainda está solteiro? Deveria estar com alguém incrível.’ Mal sabia eu que essa pessoa era eu mesma”.
O relacionamento floresceu durante a turnê de divulgação do filme: “Acho que, como éramos amigos há tanto tempo, ficamos presos na ideia de que aquela era apenas uma amizade. Mas acabamos nos apaixonando durante a turnê de divulgação do filme. Foi como um ‘trauma compartilhado’. Pensamos: ‘Ok, isso vai ser pra sempre. Maravilhoso.’ E aqui estamos, com filhos, e é o melhor de tudo”.
Kate Mara e Jamie Bell se casaram em 2017 e hoje têm dois filhos. Nenhum dos dois voltou a atuar em produções baseadas em quadrinhos desde então.
Enquanto isso, a Marvel Studios lançou em ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, remake do longa, dessa vez no MCU.
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
Conhecido pelos fãs do gênero, o cineasta já comandou sucessos como ‘Quando as Luzes se Apagam‘, ‘Annabelle 2: A Origem do Mal‘ e ‘Until Dawn: Noite de Terror‘.
O roteiro do novo capítulo ficará a cargo de Ian Goldberg & Richard Naing (‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’ e ‘A Autópsia’).
Além de dirigir, Sandberg também servirá como produtor ao lado de Peter Safran, John Rickard e Lotta Losten.
Novos detalhes devem ser divulgados em breve.
A franquia conhecida como ‘Horror em Amityville‘ teve início em 1979 com ‘A Cidade do Horror‘ e se tornou famosa por nunca conseguir entregar uma história que conseguisse traduzir a icônica e arrepiante lenda sobre o local.
Com fraca recepção crítica e uma baixa bilheteria, a saga entregou seu mais recente capítulo em 2017 com ‘Amityville: O Despertar‘, estrelado por Bella Thorne e Jennifer Jason Leigh.
O ator Alan Ritchson, conhecido por interpretar o Aquaman na série ‘Smallville’, tem sido o centro de especulações sobre um possível retorno à DC, desta vez no novo universo cinematográfico liderado porJames Gunn e Peter Safran.
Recentemente, em uma entrevista ao ComicBookMovie, Ritchson foi questionado se consideraria reviver o papel de Aquaman.
“Não, eu nunca tiraria isso de [Jason Momoa]. Eu tenho muito respeito”, disse Ritchson. “Eu definitivamente gostaria de explorar novos horizontes, e tenho a sensação de que podemos. Veremos”.
Quando perguntado se interpretaria o herói boxeador Pantera, o ator reconheceu que seria um papel “divertido”.
Ritchson já havia abordado os rumores de que ele poderia ser o novo Batman. O ator afirmou que, apesar de ter tido conversas com James Gunn sobre o assunto, não acredita que o Cavaleiro das Trevas esteja em seu futuro.
“Não é um boato que James Gunn é fã [de mim]. Ele mesmo disse isso. E eu sou fã do James Gunn? Com certeza”, disse Ritchson. “Não quero enganar ninguém. Houve conversas sobre o Batman. Mas eu realmente não acho que o Batman esteja no meu futuro. Acredito que há algo no meu futuro com a DC. E espero que isso se concretize”.
A produção mais recente do novo DCU, a série ‘Pacificador’, está disponível na Max.
Após rumores de uma pré-sequência, a Varietyrevelou o desenvolvimento de uma série de ‘Invocação do Mal‘ na HBO Max.
Nancy Won foi abordada para roteirizar e servir como produtora executiva e showrunner. Além disso, Peter Cameron e Cameron Squires também devem roteirizar o projeto. A Hbo Max não se posicionou sobre o assunto.
A série foi anunciada em 2023 e desde então nenhuma novidade foi anunciada. Peter Safran será produtor executivo, junto com a produtora Atomic Monster, de James Wan.
‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ conseguiu arrecadar impressionantes US$ 187 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais. No último filme, vimos os personagens na juventude sendo interpretados por Madison Lawlor e Orion Smith.
Internacionalmente, ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ soma US$ 104 milhões através de 66 mercados – o que representa o maior lançamento internacional da história do gênero.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$13.3M), Reino Unido (US$8.8M), Brasil (US$7.7M), Índia (US$6.7M) e Indonésia (US$5.6M).
Nos EUA, o terror abriu com US$ 83 milhões, tornando-se a terceira maior estreia doméstica da história do gênero, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$123M) e ‘It: Capítulo 2‘ (US$91M).
Com o sucesso, a Warner Bros. conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 3.7 bilhões mundialmente em 2025. Vale lembrar que o estúdio tem dominado o gênero terror neste ano, após ‘Pecadores‘, ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ e ‘A Hora do Mal‘.
O atorAlan Cumming confirmou seu retorno ao icônico papel do mutante Kurt Wagner, o Noturno, no aguardado filme da Marvel‘Vingadores: Apocalipse’. Em uma entrevista recente à Variety, Cumming revelou que já finalizou suas filmagens.
“Bem, eu já fiz. Já terminei”, disse o ator, que interpretou o personagem pela última vez em 2002. Ele também comentou sobre a preparação intensa para o papel: “Fiz muito trabalho de dublê e treinamento. Foi incrível”.
Cumming brincou sobre a surpresa da equipe com sua performance: “Os dublês não acreditavam que eu conseguia sequer me levantar, quanto mais pular por aí, fazer boxe e esse tipo de treinamento”.
O ator admitiu que esqueceu de rever seu primeiro filme no papel de Noturno, mas acredita que isso foi uma vantagem: “Acho que isso ajudou bastante, porque este novo filme é super intenso e tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo”.
Lembrando que em outra ocasião, Cumming falou sobre os avanços tecnológicos que facilitaram a sua transformação. Se antes a maquiagem para viver o personagem levava até cinco horas, agora o processo é de apenas 90 minutos.
“A questão da tela verde, CGI e substituição facial é que tudo é muito detalhado. Então senti que tive mesmo a chance de interpretar o personagem de forma adequada novamente”, concluiu.
‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 17 de Dezembro de 2026, um dia antes da estreia norte-americana. ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.
A atriz Scarlett Johansson, conhecida por seu papel como ‘Viúva Negra’ no Universo Cinematográfico da Marvel, resolveu recentemente a disputa judicial que travava com a Disney. A ação, movida em 2021, foi motivada pela forma como a empresa lançou o filme ‘Viúva Negra’.
“Essa era realmente uma questão de negócios e foi resolvida”, disse ela, conforme a Variety. “Espero que seja melhor para todos por causa disso. Então, isso é uma coisa boa. … Tratava-se apenas do amor por filmes que são retratos de pessoas complicadas dirigidos por personagens”.
Na época, Johansson processou a Disney por quebra de contrato. O acordo da atriz previa que seu salário dependia, em parte, da bilheteria do filme. No entanto, a Disney optou por um lançamento simultâneo nos cinemas e em seu serviço de streaming, o Disney+, afetando os ganhos esperados por Scarlett.
Na época, Alan Bergman, presidente da Disney Studios, também se manifestou, destacando a importância da colaboração: “Estamos muito satisfeitos por termos chegado a um acordo mútuo com Scarlett Johansson sobre Viúva Negra. Agradecemos suas contribuições para o Universo Cinematográfico da Marvel e esperamos trabalhar juntos em vários projetos futuros, incluindo A Torre do Terror”.
Johansson reforçou o desejo de seguir a parceria: “Estou incrivelmente orgulhosa do trabalho que fizemos juntos ao longo dos anos e apreciei muito meu relacionamento criativo com a equipe”.
O filme ‘Viúva Negra’ está disponível para streaming no Disney+.
‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito’ recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos no Brasil.
Quando um filme é classificado para maiores de 18 anos no Brasil, não é permitida a entrada de menores de 16 anos, mesmo que acompanhados de um responsável.
A restrição para essa faixa etária é absoluta e as leis e políticas de cinemas seguem a legislação brasileira, que proíbe o acesso de menores a conteúdos inadequados para a sua idade
O filme estreia nos cinemas brasileiros em 11 de setembro, com distribuição da Crunchyroll e Sony Pictures Entertainment no Brasil, Canadá e Estados Unidos.
A trama acompanha Tanjiro Kamado, que entra para a Corporação de Caçadores de Demônios após sua família ser massacrada, buscando transformar sua irmã Nezuko de volta em humana. Ao lado de seus companheiros Zenitsu e Inosuke, e dos poderosos Hashira, Tanjiro enfrenta os maiores desafios de sua jornada, culminando no confronto final dentro do misterioso Castelo Infinito.
Atualmente, ‘Castelo Infinito’ já é o terceiro filme japonês de maior bilheteria da história, e isso antes mesmo de estrear fora do Japão. No topo do ranking segue ‘Demon Slayer: Mugen Train – O Filme’, seguido por ‘A Viagem de Chihiro’, do Studio Ghibli.
‘Your Name’, de Makoto Shinkai, que antes ocupava o terceiro lugar, foi superado por ‘Castelo Infinito’.
‘Castelo Infinito‘ é o primeiro filme da trilogia final do aclamado anime shonen produzido pelo estúdio Ufotable, adaptando o arco derradeiro do mangá de Koyoharu Gotouge.
A direção é de Haruo Sotozaki, responsável por todos os arcos animados da série.
Lembrando que a série já foi renovada até a quarta temporada e o spin-off ‘Helluva Boss’ também estreia esse ano.
A história gira em torno de Charlie, a Princesa do Inferno, e sua tentativa quase impossível de transformar seus servos demoníacos em empáticos ajudantes para dar um jeito em seu reino caótico, violento e superpopulado. Com a ajuda de sua devota parceira Vaggie, a atriz Angel Dust e uma poderosa entidade conhecida como Demônio do Rádio, Charlie convida pecadores sinistros de todas as descrições para fazer parte do Hotel Hazbin e, com sorte, migrar para o Paraíso.
‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ conseguiu arrecadar impressionantes US$ 187 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais, o que levanta várias especulações sobre o futuro da franquia.
Segundo o PuckNews, a ideia é desenvolver uma pré-sequência mostrando os primeiros casos desenvolvidos por Ed e Lorraine Warren.
No último filme, vimos os personagens na juventude sendo interpretados por Madison Lawlor e Orion Smith.
Vale lembrar que a informação não é oficial. A franquia iria ganhar uma série de TV, mas nenhuma novidade sobre o projeto foi revelada nos últimos meses.
Internacionalmente, ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ soma US$ 104 milhões através de 66 mercados – o que representa o maior lançamento internacional da história do gênero.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$13.3M), Reino Unido (US$8.8M), Brasil (US$7.7M), Índia (US$6.7M) e Indonésia (US$5.6M).
Nos EUA, o terror abriu com US$ 83 milhões, tornando-se a terceira maior estreia doméstica da história do gênero, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$123M) e ‘It: Capítulo 2‘ (US$91M).
Com o sucesso, a Warner Bros. conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 3.7 bilhões mundialmente em 2025. Vale lembrar que o estúdio tem dominado o gênero terror neste ano, após ‘Pecadores‘, ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ e ‘A Hora do Mal‘.
‘Jurassic World: Recomeço‘ continua se mostrando um sucesso imbatível ao ter ultrapassado a US$ 850 milhões nas bilheterias mundiais ao longo de suas nove semanas em cartaz.
Com o sucesso, o insider DanielRPK revelou que uma nova sequência já está em desenvolvimento e terá o retorno de Scarlett Johansson como Zora Bennett.
Mais novidades não foram reveladas.
A trama do último filme se passa cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.
‘Recomeço‘ reside com sólidos US$855 milhões no total, com US$338 milhões arrecadados nos Estados Unidos e US$517 milhões nos mercados internacionais.
Atualmente, o filme se encontra no TOP 4 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas do fenômeno chinês ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma‘ (US$1.9B), ‘Lilo & Stitch‘ (US$1B) e ‘Um Filme Minecraft‘ (US$955.1M).
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$79M), Reino Unido (US$47.3M), México (US$36.4M), Alemanha (US$32.6M) e França (US$28.4M).
Vale lembrar que o novo capítulo da franquia registrou uma estreia doméstica de US$ 147.3 milhões no final de semana estendido do Dia da Liberdade.
Segundo o Wall Street Journal, a OpenAI está desenvolvendo uma animação inteiramente feita com inteligência artificial generativa.
Intitulada ‘Critterz‘, a animação acompanha criaturas da floresta que partem em uma aventura depois que sua aldeia é interrompida por um estranho.
Chad Nelson, um especialista criativo da OpenAI, foi o criador da ideia que servirá como base para a criação. Nelson começou a esboçar os personagens há três anos, enquanto tentava fazer um curta-metragem com o que era então a nova ferramenta de geração de imagens DALL-E da OpenAI.
Ele se uniu a empresas de produção em Londres e Los Angeles, com o objetivo de estrear uma versão longa do filme no Festival de Cinema de Cannes em maio. O orçamento será de US$ 30 milhões e o projeto ainda não tem distribuidora.
A equipe está tentando fazer o filme em cerca de nove meses, em vez dos três anos que normalmente levaria, disse James Richardson, cofundador da Vertigo Films.
A iniciativa gera medo nos profissionais da área, que podem ver seus empregos sendo ameaçados pelo futuro das mudanças em relação a criatividade e a geração de conteúdo através da IA.
Recentemente, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas emitiu novas regras afirmando que filmes que usam IA e outros artificios digitais poderão concorrer ao Oscar normalmente.
“O uso de IA não ajudará nem prejudicará as chances de uma produção conquistar uma indicação”, afirmou em comunicado oficial.
No passadom a Inteligência Artificial foi retratada como vilã em Hollywood. Na franquia ‘O Exterminador do Futuro‘ (1984), de James Cameron, a Inteligência Artificial toma a forma de Skynet e decide destruir todas as pessoas do planeta Terra.
Por enquanto, parece que Hollywood está abraçando a nova ferramenta. Como você encherga o futuro com a adição da Inteligência Artificial na arte?
Hailee Steinfeld é provavelmente conhecida por suas incríveis performances no cinema. Afinal, com apenas catorze anos, foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por sua atuação impecável no drama ‘Bravura Indômita’, tornando-se um dos nomes mais jovens da história a ser nomeado na categoria em questão. Logo depois, trilharia um caminho de puro sucesso, estrelando o coming-of-age‘Quase 18’, o spin-off de ‘Transformers’, ‘Bumblebee’, e, recentemente, a irreverente série de época ‘Dickinson’, em que vive a icônica poeta norte-americana Emily Dickinson. Entretanto, para aqueles que ousaram explorar um pouco a vida dessa artista, é de imprescindível necessidade comentar sobre suas investidas musicais – inclusive quando paramos para ouvir o subestimado ‘Half Written Story’.
Já fazia um tempo desde que Steinfeld agraciava os fãs com composições sólidas e dançantes – a última vez, na verdade, havia sido em 2015 com o lançamento de ‘Haiz’, seu miniálbum de estreia que a colocou nos holofotes com a sugestiva “Love Myself”. Vários singles soltos depois, incluindo uma a bem produzida “Afterlife” para o show supracitado, a performer resolveu mostrar que ainda tem muito a nos oferecer. O resultado de seu mais recente projeto, por mais breve que seja, é envolvente e emocionante em cada batida pop e em cada íntimo verso que delineou. As cinco breves faixas, dessa forma, transformam-se em uma jornada na conturbada e traumatizada mente de um eu lírico que não encontra modo melhor de se expressar que pela música.
A obra começa com “I Love You’s”, track lançada em março deste ano, que já nos impacta pelo metafórico liricismo e, além disso, pela homenagem que a cantora faz para a lendária Annie Lennox e sua balada “No More I Love You’s”. Emprestando samples desta, vê-se que a produção opta por uma abordagem contemporânea e prática, mergulhando numa balada desconstruída por um upbeat que é calcado numa fórmula funcional e esplêndida – eventualmente criando um crescendo que restringe-se aos instrumentos, enquanto os vocais irretocáveis permanecem num espectro unidimensional e dramático na medida certa (razão pela qual insurge como uma das melhores canções de 2020).
Steinfeld tem um apreço bastante significativo com construções minimalistas, que refletem-se em três das faixas do EP. “Your Name Hurts” traz uma personagem destruída com uma história escrita pela metade e um término frustrante; no topo disso, temos a entrada de KOZ como o produtor, marcado pelo uso sutil do autotune e dos sintetizadores – que se aproximam tanto das iterações predecessoras da cantora quanto das obras em que ele trabalhou (como ‘MDNA’ e ‘Dua Lipa’). Logo depois, “End this (L.O.V.E.)” ganha espaço; apesar de ser a entrada mais fraca por sua fragmentação excessiva, ela ainda é bem interessante por seu escopo onírico, movido por um tímido synth-pop e por batidas que ressoam na cultura latina (por mais longínquas que sejam). Felizmente, a letra amarra a narrativa que nos é contada, abrindo o capítulo da epifania amorosa de um relacionamento abusivo.
Diferente do que se espera de uma produção musical, nenhuma das tracks carrega consigo uma carga mercadológica – pelo menos em primeiro plano. Em um plano oposto ao de “Love Myself”, por exemplo, as construções sonoras não seguem as tendências atuais da indústria fonográficas, recusando-se a olhar para o retorno dos anos 1980 e 1990 para a atualidade (como vários artistas vêm mostrando nos últimos meses). Pelo contrário, Hailee segue o ritmo de seu próprio coração, dando a última palavra sobre o que quer e o que deseja alcançar com mensagens ora explícitas, ora mascaradas por pontuações dúbias. “Man Up” é um dos casos em que o significado não poderia estar mais estampado na casa, regado por um trap-rap primitivo e divertido sobre um interlocutor infantiloide.
Steinfeld volta para as ballads com “Wrong Direction”, o capítulo final de seu livro cheio de idas e vindas, altos e baixos – algo consideravelmente aplaudível, considerando a brevidade da produção em si. Nesta teatral e saudosista conclusão, ela rende-se para suas melhores oscilações performativas, ousando ir uma nota além do que se esperaria em o que apenas encaramos como uma das melhores canções de sua carreira. Mantendo uma progressiva e original identidade, a música é o desfecho perfeito para um EP que apenas falha em não ser mais longo.