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‘Stranger Things’: Dacre Montgomery revela expectativas para a temporada final

O ator Dacre Montgomery, conhecido por seu papel icônico como Billy Hargrove em Stranger Things, falou recentemente sobre a 5ª e última temporada da série, compartilhando suas expectativas para o desfecho.

Em entrevista à FearHQ, Montgomery, sem entrar em detalhes sobre a trama, comentou: “Sim, totalmente. Tenho dito que o papel de Billy significa muito para mim. Eu adorei. Foi um período extremamente formativo na minha vida e na minha carreira”.

“Mas, mais do que tudo, tenho falado às pessoas que estou realmente empolgado pelo fato de os criadores, os Irmãos Duffer, estarem encerrando Stranger Things, para que possam desenvolver todas aquelas outras ideias incríveis que sei que eles têm para séries e filmes, mas que não tiveram tempo suficiente para realizar. Estou ansioso para ver a próxima evolução deles além de Stranger Things. Isso é muito empolgante, porque existem tantas coisas que eles quiseram fazer nos últimos dez, doze, treze anos, mas não tiveram oportunidade. Estou muito animado para ver tudo isso ganhar vida”, concluiu.

Vale lembrar que Billy Hargrove faleceu na 3ª temporada, mas os fãs ainda têm esperança de que o personagem possa fazer uma participação especial nos episódios finais.

Lembrando que o ciclo de encerramento será dividido em três partes:

Volume 1: 26 de novembro, às 22h
Volume 2: 25 de dezembro, às 22h
Episódio final: 31 de dezembro, às 22h

O elenco estelar inclui, além de Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten Matarazzo e Sadie Sink, bem como Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

Madison Iseman comenta rumores sobre ‘Jumanji 3’: “Meus lábios estão selados”

Madison iseman jumanji (1)

A atriz Madison Iseman comentou recentemente sobre Jumanji 3, aguardada sequência da franquia inspirada no clássico jogo de tabuleiro adaptado para os cinemas.

Segundo o ComicBookMovie, a atriz falou brevemente sobre o novo filme:

“Meus lábios estão selados! Não sei, vamos ter que esperar para ver, mas há alguns rumores por aí”, provocou Iseman. “É tudo que posso dizer por enquanto…”.

Embora Iseman não tenha revelado detalhes sobre o projeto, o fato de não negar uma possível participação pode indicar que há negociações em andamento para seu retorno.

Madison iseman jumanji 02 (1) Relembre o trailer do filme anterior:

‘Cisne Negro’: Natalie Portman e Mila Kunis revelam que diretor tentou criar rivalidade entre elas

As estrelas Natalie Portman e Mila Kunis relembraram recentemente seu intenso trabalho emCisne Negro, filme de Darren Aronofsky, revelando que o diretor tentou criar uma rivalidade entre as atrizes para aprimorar suas performances no longa.

Segundo o Deadline, durante um evento para celebrar o 15º aniversário do filme, as atrizes se reuniram com Aronofsky e recordaram os bastidores das gravações.

“Na minha opinião, eu estava tentando ser um diretor astuto e fazê-las discutir”, disse Aronofsky. “Mila e Natalie perceberam rapidamente o que eu estava fazendo e começaram a rir de mim, então logo virou uma piada que todos entendíamos. Elas são muito inteligentes e perceberam instantaneamente qualquer truque que eu estivesse tentando”.

Quando questionada se lembrava da situação de forma diferente, Portman comentou: “Lembro que ficávamos separadas da Mila e não estávamos muito no mesmo espaço quando não estávamos filmando. Darren fez um comentário no início, tipo: ‘Sabe, Nat, a Mila está dançando tão bem’. E eu pensei: ‘Claro que ela está! Ela é incrivelmente talentosa, eu a adoro e estou feliz que ela está fazendo um ótimo trabalho!'”.

Kunis acrescentou: “Darren me dizia: ‘Nat está trabalhando muito, muito duro. Ela nem está tirando sábados e domingos de folga’. Aí eu mandava mensagem para a Nat e ela dizia: ‘…Não estou?’ Acho que foi assim que descobrimos o que Darren estava tramando, mas tudo era de brincadeira”.

Apesar da tentativa de Aronofsky não surtir efeito, Portman ganhou o Oscar de Melhor Atriz porCisne Negro, que também recebeu indicações a Melhor Filme e Melhor Diretor.

Cisne Negro’ está disponível no Disney+.

Para quando tudo parece fora do lugar: 10 filmes que acolhem e fazem pensar!

A vida muitas vezes nos deixa com pensamentos tristes, geralmente naquele período onde nada mais faz sentido – no lado profissional ou pessoal. Nesses momentos, sempre é bom buscar outros olhares, outras reflexões e o cinema pode ser uma boa ferramenta para levantar esse ânimo e repensar sobre o futuro. Para você que está nessa situação, separamos abaixo uma lista certa para você conferir:

 

O dia depois que eu partir

Na trama, conhecemos o cirurgião veterinário Yoram (Menashe Noy), um homem de meia idade, sério e comprometido com seu trabalho. Quando sua filha Roni (Zohar Meidan) busca uma saída terrível para seus problemas, ele precisa buscar ajuda aonde pode para voltar a ter diálogos com ela. Tentando ouvir todos que giram ao seu redor, Yoram embarca em uma viagem de autoconhecimento, quebrando paradigmas existentes em suas geladas e magoadas emoções.

 

Toni Erdman

Na trama, acompanhamos a árdua saga de Winfried Conradi (Peter Simonischek), um dedicado pai que muito se entristece com o distanciamento na relação com sua única filha Ines (Sandra Hüller), essa última, uma jovem em ascensão na empresa onde trabalha o que a transforma em uma Workholic sem limites. O problema é que Ines trabalha demais e pouco tempo de sua agenda é dedicada à sua família. Quando o o cachorrinho de Winfried morre, ele decide encarar o desafio de ter mais atenção de sua filha e para isso, entre outras coisas, viaja para vê-la quando ela está a trabalho e desenvolve um personagem, um Alter ego de nome Toni Erdmann.

 

Pequena Miss Sunshine

Em 2006 chegou aos cinemas a saga de uma família que, entre seus dramas e comédias, emociona do primeiro ao último minuto! Pequena Miss Sunshine conta a história da jovem Olive que tem o sonho de participar de um concurso. Assim, dentro de uma combi chamativa, embarca em uma divertida e comovente viagem com o pai, o tio, o avô, o irmão e a mãe. Um filme inesquecível.

 

O Amor é Estranho

Nesse belo filme acompanhamos o casal Ben (John Lithgow) e George (Alfred Molina) que após décadas juntos, decidem oficializar sua união, fato que gera muitos problemas no trabalho de George e assim ambos acabam entrando em uma crise financeira. Após terem que vender a casa onde sempre moraram, contam com a ajuda de familiares, vizinhos e amigos para voltarem a ficar juntos.

 

Billy Elliot

Aclamado filme lançado nos cinemas há 22 anos atrás, o projeto dirigido por Stephen Daldry conta a saga de um adolescente que enfrenta o preconceito de muito ao seu redor quando resolve se dedicar à dança em uma Inglaterra no meados da década de 80. Indicado ao Bafta e ao Oscar em algumas categorias.

 

Clube dos Cinco

Um clássico dos dramas adolescentes, em Clube dos Cinco conhecemos cinco estudantes do ensino médio norte-americano que são punidos e precisam frequentar a escola aos sábados. Aos poucos vão se conhecendo e dividindo suas experiências de vida.

 

Proposta Indecente

Um dos filmes da carreira de Demi Moore mais exibidos na Sessão da tarde e em outros programas televisivos por aqui no Brasil, Proposta Indecente, dirigido por Adrian Lyne, conta a formação de quase um triângulo amoroso sob os pontos de vistas de um casal (Diana e David) que vai mal financeiramente e certo dia um milionário parece oferecendo uma grande quantia de dinheiro para passar uma noite com Diana. O final desse filme é arrebatador.

 

Um Sonho de Liberdade

Na trama, indicada para sete Oscars, conhecemos Andy Dufresne (Tim Robbins), um homem bem sucedido que após descobrir a traição da esposa é preso injustamente pela assassinato da mesma e seu amante. Mesmo alegando inocência e com provas nada conclusivas é sentenciado a uma dura pena. Ao longo de todo o período que fica preso, passa a buscar a sobrevivência através de suas habilidades, com a amizade que faz com outro prisioneiro, Red (Morgan Freeman), mas não deixa de viver em muitos momentos o terror daquele lugar. Em busca de uma solução, arma um plano de fuga que beira ao inacreditável.

 

Hurricane – O Furacão

Baseado em dois livros sobre essa história real, o filme nos mostra um boxeador chamado Rubin “The Hurricane” Carter que fora injustamente acusado de homicídio e condenado à prisão perpétua. O longa-metragem é dirigido por Norman Jewison, e tem Denzel Washington no papel principal. Denzel recebeu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Berlim, o globo de ouro e uma indicação ao Oscar pelo papel.

 

Digam o Que Quiserem

Dirigido pelo ótimo cineasta Cameron Crowe, Digam o Que Quiserem, filme que já fora exibidos inúmeras vezes em alguns dos conhecidos programas de exibição de filmes no Brasil, nos mostra a história de um jovem meio sem saber o que quer fazer da vida após terminar o ensino médio que luta pelo amor de uma jovem.

 

 

Fernando Alves Pinto fala sobre cinema e carreira na Mostra de Cinema de Fama

Na profissão há 30 anos, o ator paulista Fernando Alves Pinto já nos presenteou com personagens marcantes tanto no teatro, na tv e no cinema. Quem não lembra de Edgar, do excelente longa-metragem Dois Coelhos, ou de Paco, do clássico do nosso cinema Terra Estrangeira?

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

Ele foi um dos homenageados da Mostra de Cinema de Fama e convidado a integrar a calçada da fama do evento. Durante o festival, um dos seus filmes mais conhecidos, Pra Minha Amada Morta, de Aly Muritiba, foi exibido, e até rolou um debate após a sessão. Em um dos quatro dias da intensa programação do evento, conseguimos falar com ele sobre alguns assuntos bem legais em torno da sétima arte:

1) Qual a importância dos festivais de cinema para vocês artistas? E também fala sobre a alegria de ser homenageado aqui na Mostra de Cinema de Fama.

Fernando Alves Pinto: “Festivais são importante pra caramba, em qualquer lugar do mundo. É a primeira vez que uma obra chega ao público. Os festivais são uma festa que leva as pessoas ao cinema e coloca em exibição muito mais do que você consegue assistir no circuito. O simples fato de ir ao cinema é mágico, você fica imerso naquilo ali, naquela tela enorme. É de uma força indescritível. Tem muitos filmes que vão para festivais e não chegam ao circuito exibidor. E o mais legal é que, em casos como o deste de Fama, numa cidade que não tem cinema, o evento se transforma num presente maravilhoso pra cidade.”

“Sobre a homenagem, foi uma surpresa. Eu faço cinema há 30 anos, é uma das coisas mais maravilhosas que tem na vida. Eu entrei por uma porta maravilhosa: o Terra Estrangeira, uma obra das mais importantes da história do cinema brasileiro. Achei lindo ser homenageado, mas o que mais me comoveu foi ver meus amigos falando sobre mim na tela, como a Dira Paes e a Yara de Novaes.”

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

2) Dois Coelhos é um dos filmes mais emblemáticos da sua carreira. Como foi pra você realizar esse trabalho? Você já voltou até essa obra, reviu? Qual a importância desse filme na sua carreira?

Fernando Alves Pinto: “Dois Coelhos foi uma delícia de fazer. Quando o Afonso (Poyart) me deu o roteiro pra ler, eu pensei: ‘esse roteiro é bom pra caramba mas é difícil montar isso aqui, completamente maluco!’ Ai falei pra ele: ‘dá pra fazer?’ ‘Então, tô dentro!’ Uma coisa interessante pra mim foi que o Edgar (personagem) aparece em menos de 50% das cenas mas é ele quem narra e está presente em toda a narrativa. E sim, foi muito interessante pra minha carreira. É um dos filmes mais queridos por todos que assistiram. Ele não foi um blockbuster na época, mas o legal é que o filme se tornou atemporal: vão descobrindo ele pela qualidade dele.”

 

3) Como você tá vendo o atual cenário do cinema brasileiro?

Fernando Alves Pinto: “Cinema nunca foi fácil, não acho que tá mais fácil agora ou mais difícil do que sempre foi. É sempre uma batalha. De vez em quando a gente consegue uma porta aberta mas a gente vai estar sempre lutando pra fazer. Estamos conseguindo fazer um cinema cada vez melhor. Cinema é muito bom de fazer, a gente não vai parar nunca.”

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

4) A inteligência artificial vem ganhando espaço em muitas áreas. O que você acha sobre esse universo novo que está chegando em todos nós? Como você acha que isso atinge o cinema?

Fernando Alves Pinto: “Por mais realista que pareça, não é. Não é humano, não vai ter a profundidade que o humano pode dar. Pode até parecer mas a profundidade é a tela. É um tipo de animação hiper-realista: não tem como ser humano, não tem como deixar de ser raso.”

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

5) O que você pode falar sobre seus próximos projetos?

Fernando Alves Pinto: “Tem um seriado que vou gravar essa semana, chamado Quando ela Desaparecer. Tem também um filme lindo do Francisco Ramalho, que está pra ser lançado, chamado A Prisioneira. Além disso tem uma peça chamada A Ilíada, tradução de um maranhense que fez a primeira tradução da obra pra língua portuguesa. Se Deus quiser vamos viajar com essa peça.”

 

‘Demolidor: Renascido’: Charlie Cox esclarece afirmação sobre “temporada final”

Charlie Cox, estrela deDemolidor: Renascido’ e intérprete do icônico Matt Murdock, comentou recentemente sobre os rumores de que a próxima temporada da série no Disney+ poderia ser a última.

Segundo o ComicBookMovie, o ator comentou sobre a empolgação com a nova temporada: “Eu também, vai ser realmente boa”.

Quando perguntado diretamente se esta seria de fato a última temporada, Cox respondeu com confiança: “Não”, disse, pausando por um instante antes de acrescentar: “Eu não acredito nisso”.

Além disso, Cox demonstrou entusiasmo com a possibilidade de um filme com o Homem-Aranha, concordando prontamente: “Sim, exatamente, exatamente.”

Vale lembrar que, durante um evento, ao falar sobre o novo traje do Demolidor, Cox comentou:

“Cada traje que tivemos até agora, de alguma forma, está representado nos quadrinhos. Mas há algo que fazemos nesta temporada final que não existe nos quadrinhos, então é único para nossa série”, afirmou.

A expressão “temporada final” rapidamente viralizou nas redes sociais, levantando preocupações de que a próxima temporada poderia realmente ser a última.

Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Lembrando que a 2ª temporada contará com Matthew Lillard e com o retorno de Krysten Ritter como Jessica Jones.

‘Star Wars’: Simon Kinberg revela inspiração em ‘Andor’ para nova trilogia

O cineasta Simon Kinberg falou recentemente sobre o novo longa da franquiaStar Wars, revelando parte de sua inspiração para os filmes que irão compor a próxima trilogia da saga.

Em entrevista ao SFFGazette, Kinberg admitiu que jamais imaginou estar envolvido em um projeto dessa magnitude:

“Não é nem um sonho realizado, eu não poderia ter sonhado com isso”, disse ele. “Só de me dizerem que haveria mais filmes já seria inacreditável. Ser permitido estar no set de qualquer um deles já era um sonho. Meu entusiasmo só cresce trabalhando dentro e ao redor desse universo”.

O cineasta também comentou sobre sua admiração pelo trabalho de Tony Gilroy em ‘Andor’:

“Há uma quantidade enorme de pessoas extremamente talentosas que querem fazer um grande trabalho. Fiquei super inspirado e, de certa forma, impressionado com o que Tony Gilroy fez em Andor. Achei que foi um dos melhores exemplos de narrativa de ficção científica que se pode ter em qualquer franquia”, concluiu.

Lembrando que Simon Kinberg tem um histórico misto em Hollywood: enquanto foi responsável por sucessos como ‘Sr. & Sra. Smith’ ePerdido em Marte, também esteve à frente de fracassos como ‘X-Men: Fênix Negra’, o que ainda gera certo receio entre os fãs quanto ao futuro da nova saga.

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Lembrando que o último longa-metragem da saga intergaláctica foi Star Wars: A Ascensão Skywalker’, lançado em 2019.

Apesar das críticas mistas, o filme arrecadou mais de US$1,07 bilhão mundialmente e conquistou três indicações ao Oscar – Melhor Trilha Sonora OriginalMelhor Efeitos VisuaisMelhor Edição de Som).

Relembre o trailer:

Com o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), todos voltam a temer seu poder. Assim, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.

10 curiosidades de ‘Indiana Jones e o Templo da Perdição’, um dos mais SOMBRIOS da saga

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Considerado o filme mais sombrio da saga do aventureiro mais famoso dos cinemas, Indiana Jones e o Templo da Perdição divide muito a opinião de alguns fãs. Enquanto alguns acreditam que ele adiciona elementos do terror sobrenatural de forma muito bem-vinda à franquia, outros o consideram pesado demais para uma saga que começou como uma aventura para todas as idades.

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Independentemente das opiniões, o longa foi um sucesso, garantindo mais três capítulos após esse. Mais do que isso, ele segue como um clássico da aventura e do cinema, trazendo momentos memoráveis e cenas que entraram para a história da sétima arte. Por conta disso, o CinePOP separou 10 curiosidades sobre o longa. Confira!

Estreia dourada

O Templo da Perdição foi o primeiro trabalho do ator Ke Huy Quan, que interpretou o Short Round e depois faria o Dado, de Os Goonies. A parte mais curiosa é que ele não foi para as audições fazer um teste, mas sim para dar apoio moral ao irmão, que tentava conseguir o papel. Só que ele ficava o tempo inteiro orientando o irmão, dizendo a ele o que fazer. Sua atitude chamou a atenção de Spielberg, que o convidou para improvisar aquela cena em que o Shortie briga com o Indy ao vê-lo trapaceando no carteado. A cena agradou tanto que ele foi escolhido dentre seis mil atores mirins. E o mais legal é que anos mais tarde, no Oscar 2023, quando Ke venceu na categoria de Melhor Ator Coadjuvante, ele reencontrou Harrison Ford na cerimônia, rendendo uma das fotos mais legais do evento.

Mentoria

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O improviso da duplinha nos testes foi apenas um reflexo do que seria a química entre Ke Huy Quan e Harrison Ford. Eles realmente se entendiam muito bem dentro e fora das telas, já que Harrison assumiu um posto de mentor do garoto, que era muito curioso e estava disposto a aprender. Inclusive, durante as filmagens do longa no Sri Lanka, eles estavam tirando um tempinho para descanso no hotel. Ford viu Ke encarando a piscina algumas vezes, mas nunca entrava. Ele correu até o pimpolho e perguntou se ele sabia nadar. O garoto disse que não. Foi assim que Harrison Ford ensinou Ke Huy Quan a nadar.

Nunca aconteceu

A cena de abertura original seria uma perseguição de Indy (Harrison Ford) na Muralha da China. Ele usaria uma moto para fugir dos vilões. No entanto, o governo chinês proibiu as filmagens, então a ideia foi descartada. No lugar dela entrou o bar em Shangai, que foi uma sequência baseada em uma cena pensada para fazer parte do primeiro filme, mas que também acabou sendo descartada na época. A cena teria Indy e Marion fugindo de tiros atrás de um gongo de ferro. Partindo desse momento, eles bolaram a cena do bar para encaixar o gongo.

Desejo antigo

A cena mais icônica do filme, sem sombra de dúvidas, é a perseguição nos carrinhos de mineração. Além de ser extremamente bem executada, ela virou sinônimo do longa por sintetizar bem a proposta suja e sombria que tomou conta desta aventura. Assim como a cena do gongo em Shangai, essa sequência foi planejada para fazer parte do primeiro filme, mas acabou sendo descartada na época. Com a continuação aprovada pelo estúdio, George Lucas e Steven Spielberg decidiram usá-la. Felizmente.

Cronologia

Por mais que o filme seja o segundo da franquia, cronologicamente falando, ele é ambientado um ano antes de Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida, o primeiro filme lançado nos cinemas. Isso se deu porque o roteirista George Lucas não queria que os vilões fossem os nazistas de novo. Dessa forma, a saída encontrada foi colocar a aventura para acontecer em 1935, antes do regime nazista tomar a Alemanha e começar a Segunda Guerra Mundial.

Elenco canino

Uma das curiosidades mais legais da franquia é que o apelido do protagonista, Indiana, foi uma homenagem ao cachorro do George Lucas, um simpático Malamute-do-alasca, cujo comportamento também inspirou outro ícone do cinema: o Chewbacca.

Mas a influência canina não parou por aí. Isso porque outros dois personagens da franquia receberam nomes dos doguinhos da equipe criativa.

Em O Templo da Perdição, a cantora Willie ganhou esse nome em homenagem à Cocker Spaniel de Steven Spielberg. Essa da foto ao lado.

Já o garotinho Short Round foi chamado assim por conta do cachorrinho do roteirista Willard Huyck, que, por sua vez, recebeu esse nome por causa de um personagem do filme Capacete de Aço, de 1951.

Amor de bastidores

Kate Capshaw, que interpreta a Willie, detestava sua personagem porque, para ela, a cantora não passava de uma loira burra e escandalosa. Da mesma forma, Spielberg já assumiu que não gosta muito de O Templo da Perdição por achá-lo sombrio demais ante o resto da franquia, mas diz que tem um lugar especial em seu coração por ter sido o filme que o fez conhecer Kate, com quem é casado desde 1991. Inclusive, em O Reino da Caveira de Cristal (2008), haveria uma piada do Dr. Jones dizendo que a Willie havia casado com um diretor de cinema, fazendo referência a Spielberg, mas acabaram cortando. Em uma das cenas de O Templo da Perdição, Willie seria atacada por cobras, o que causou pânico em Kate. Ela foi até Spielberg e pediu para cortar a sequência. Ele não gostou muito, mas entendeu o ponto da atriz e substituiu o momento por uma piada na qual ela confunde uma cobra com a tromba de um elefante. É algo rápido e hilário, sem riscos para a atriz. Anos mais tarde, Spielberg brincou dizendo que Kate só aceitou seu pedido de casamento por ele ter aceitado remover a sequência original deste filme.

Insetos

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Divulgação/ Paramount Pictures.

Outra cena impactante do longa é aquela em que a Willie está seguindo os gritos do Indiana Jones em uma câmara secreta no palácio e acaba sendo atacada por insetos que caem sobre seu corpo, arrancando gritos de puro horror da loira. E não foi encenação, ela estava realmente apavorada já que Spielberg apelou para a estratégia mais prática possível: jogar cerca de 2 mil insetos de verdade sobre o corpo da atriz. De primeira, ela achou aquilo uma loucura, mas acabou sendo convencida a enfrentar seu medo de insetos. Para conseguir filmar, ela foi para a cena praticamente dopada com remédios sedativos. Segundo a atriz, deu certo. Ela adorou o resultado final nas telonas e conseguiu imprimir bem o horror que sentiu em cena.

Estereótipo incômodo

Considerada uma das personagens mais irritantes da franquia, senão a mais irritante, a pobre da Willie foi realmente pensada como a donzela em perigo da saga, uma personagem que é burrinha, estonteantemente bonita, vazia de motivações (ela está ali apenas pelos diamantes e porque não sabia voltar para casa sozinha) e ridiculamente escandalosa. E isso foi refletido na quantidade de gritos que ela deu ao longo do filme. foram nada menos que 71 gritos registrados em aproximadamente 2h de duração. O mais interessante disso tudo é que Kate Capshaw não sabia gritar de um jeito “cinematográfico” quando foi escolhida para o papel. Então, ela precisou tomar aulas com ‘profissionais do grito’ para aprender a gritar durante as filmagens. Sobre a personagem ser ‘burrinha’, Kate foi a principal crítica dessa falta de motivações durante os bastidores, mas não conseguiu mudar muitas coisas.

No shape

Apesar de ter uma atuação extremamente elogiada por público e crítica em Caçadores da Arca Perdida, Harrison Ford não gostou de seu visual no filme. Ele achava que seu corpo estava adequado para o de um professor universitário, mas não para o de um aventureiro que corria, pulava e matava nazistas. Então, ele adotou uma dieta estrita e embarcou numa rotina intensa de exercícios para ganho de massa muscular. Por isso que ele está com seu corpo no auge físico neste capítulo. Ele também fez a maioria de suas cenas de ação, porque acreditava que daria mais realismo. Foi muito empenho.

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Indiana Jones e o Templo da Perdição está disponível no Telecine.

A Mostra de Cinema de Fama nos presenteia com uma conversa inspiradora com a atriz Paula Braun

A atriz Paula Braun no segundo dia de Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
A atriz Paula Braun no segundo dia de Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

A Mostra de Cinema de Fama vem se consolidando como um dos mais acolhedores festivais de cinema do nosso país. Nessa oitava edição não está sendo diferente: se mantendo como um espaço que preza pelo cinema brasileiro e um local de encontros de apaixonados pela sétima arte. Um grande exemplo disso é a atriz Paula Braun, uma das apresentadoras do festival. Com muitos trabalhos no teatro, televisão e no cinema, a artista catarinense conversou conosco sobre o mercado audiovisual, suas referências no processo de criação de personagens, além de comentar sobre seu próximo longa-metragem:

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

1) Qual a importância dos festivais de cinema para vocês realizadores, artistas? E fale também da sua relação de grande carinho com a Mostra de Cinema de Fama.

Paula Braun: “Eu gosto muito dos festivais pequenos, porque eles descentralizam. Os grandes festivais também são maravilhosos: o Festival do Rio, a Mostra de SP, Festival de Cannes, eu já estive em muitos festivais com filmes. Mas os pequenos descentralizam, você leva produções menores – que às vezes não tem espaço nos maiores festivais para serem exibidos – para cidades que não tem cinema, com uma população que muitas vezes não está acostumada com essa linguagem. Nos festivais menores, por exemplo, você tá levando cinema para uma praça, democratizando produções e colocando em contato com o público, isso causa emoções e identificações. A Mostra de Cinema de Fama é nutrida por muito afeto. Todas as vezes que venho, faço amigos e encontro pessoas muito queridas. Eu espero o ano inteiro para poder estar aqui, trocar experiências e isso me dá um gás pra produzir, aumenta minha vontade de fazer cinema.”

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

2) O que você está achando do atual momento do cinema brasileiro?

Paula Braun: “Eu tô animada, acho que estamos retomando uma produção bem bacana. Esse segundo semestre está bem melhor do que já foram os últimos anos: estamos começando a tirar do papel os projetos que estavam engavetados ou que precisam de leis, etc. Por um lado isso dá um gás, junto com a visibilidade dos filmes brasileiros recentes lá fora, inclusive pra olharem e saberem sobre o que estamos fazendo por aqui. Sempre fizemos coisas interessantes, temos uma história de cinema bem bonita e a gente tem uma coisa no nosso cinema que acho muito bacana: a identidade. Você assiste a um filme brasileiro e você sabe que ele é um filme brasileiro. A gente tem essa marca, que agora está correndo mais pelo mundo, então é um momento animado nesse sentido. Por um outro lado, precisamos tomar muito cuidado com o mercado de streaming: é necessária regulação, precisamos que nossas produções não percam em nada para as produções internacionais. A gente tá vivendo dois momentos opostos, um momento de brilho muito bonito e um momento de muito cuidado. Precisamos que as leis para o audiovisual brasileiro sejam devidamente regulamentadas.”

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

3) Como é o seu processo de estudo para suas personagens? Eu tenho uma teoria que assistir a filmes, peças de teatros, já é um grande estudo, que vocês artistas tem. Concorda comigo?

Paula Braun: “Concordo. Um ator tem que ter o maior número possível de histórias, nós somos contadores de histórias. Quanto mais filmes você assiste, mais peças você vê, mais livros você lê, mais vai ter dentro de você para usar em seus personagens, nas histórias que você vai criar. Então é tudo muito rico, uma troca importante. Faz parte do processo, não podemos deixar isso de lado.”

A atriz Paula Braun no segundo dia de Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
A atriz Paula Braun no segundo dia de Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

4) O que você pode falar sobre seu novo trabalho no cinema?

Paula Braun: “É uma produção de Santa Catarina. Esse estado vem vivendo um momento bem interessante no cinema, com muitas histórias sendo contadas por uma galera que vem remando contra uma maré há muito tempo e que agora começa a colher os frutos. Esse filme chegou pra mim como um grande presente: é uma personagem tão bacana e uma história tão bonita. A diretora é a Cíntia Domit Bittar, que trabalhou muito com cinema de terror. É um filme bem contemporâneo, carrega humor, drama e suspense. Vou rodar o filme agora no segundo semestre. O título é Um Dia Extraordinário, uma história que se desenrola num encontro familiar.”

 

‘Minha Amiga’: Comédia com Ingrid Guimarães e Mônica Martelli ganha título e data de estreia

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Ingrid Guimarães e Mônica Martelli têm agitado as redes sociais com vídeos divertidos e esquetes engraçadas, e as duas estrelam uma comédia que ganhou título e data de estreia.

Minha Amiga‘ conta a história de Júlia (Mônica Martelli) e Clara (Ingrid Guimarães), duas amigas de longa data na casa dos 50 anos que enfrentam o “síndrome do ninho vazio” quando suas filhas de 15 anos embarcam para um intercâmbio em Portugal. A saudade impulsiona as mulheres a saírem da rotina, organizarem uma viagem surpresa para a Europa e fortalecerem seus laços durante uma aventura cheia de perrengues — mesmo em um país de língua portuguesa.

O filme chega aos cinemas no dia 25 de Dezembro.

O longa é dirigido por Susana Garcia, consagrada por sucessos como Minha Mãe é Uma Peça 3, Minha Vida em Marte e Minha Irmã e Eu. O roteiro conta com a colaboração da própria direção, além de Ingrid Guimarães, Mônica Martelli, Andrea Batitucci e Luisa Capri.

As filmagens ocorreram em diversos cenários encantadores, como Lisboa, Sevilha e Rio de Janeiro, capturando tanto a magia da vida urbana quanto os desafios de uma viagem internacional.

A trama foi inspirada em experiências reais vividas pelas atrizes com suas próprias filhas. As situações divertidas e os imprevistos que compartilharam nas redes sociais durante uma viagem à Europa serviram de base para o roteiro. Ingrid e Mônica chegaram a vivenciar o momento da despedida das filhas no meio de 2024, o que tornou tudo ainda mais autêntico e comovente.

Kristen Wiig vai viver personagem INUSITADO em ‘MESTRES DO UNIVERSO’

A versão live-action de ‘Mestres do Universo‘ encerrou as filmagens principais no início deste ano e agora está em fase de pós-produção. No entanto, só agora foi revelada uma nova adição ao elenco da produção.

Segundo o The Hollywood Reporter, a atriz Kristen Wiig foi escalada para dar voz a um personagem inusitado: o Roboto, um dos aliados de He-Man (vivido por Nicholas Galitzine).

Wiig é conhecida por seus papéis em comédias como Missão Madrinha de Casamento, Caça-Fantasmas (2016) e Paul – O Alien Fugitivo, embora também tenha interpretado a vilã Mulher-Leopardo em Mulher-Maravilha 1984.

Heman roboto
Roboto

Já Roboto, como o próprio nome sugere, é um robô criado por Man-At-Arms para integrar os Heróicos Guerreiros ao lado de He-Man. Apesar de tradicionalmente retratado como um personagem masculino, Wiig dará uma nova abordagem ao papel por meio de sua voz.

Roboto se tornou um dos bonecos mais icônicos da linha de brinquedos original de  ‘Mestres do Universo‘, famoso por seu peito transparente e braço com peças intercambiáveis.

O filme estreia dia 4 de Junho de 2026 nos cinemas.

Assista ao teaser:

A atriz Camila Mendes anunciou o fim das filmagens e postou uma imagem caracterizada como Teela, aliada de He-Man e uma das principais protagonista.

“Terminamos as filmagens de Mestres do Universo. Interpretar a Teela tem sido uma das experiências mais emocionantes e desafiadoras da minha carreira. A semana de suspense entre a minha audição final e conseguir o papel foi no mínimo doloroso. mas aqui estou eu quase um ano depois, um ginásio completo mano e ruiva convertida, terminando 7 meses incríveis de vida como uma garota de Londres, comendo como uma atleta e correndo como uma mulher guerreira!!”, ela postou.

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O longa está programado para estrear em 5 de junho de 2026.

Nicholas Galitzine vive o Príncipe Adam, o alter ego do herói He-Man. Camila Mendes é Teela.

O elenco ainda conta com Alison Brie como Evil-Lyn, Jared Leto como Esqueleto, Idris Elba como o Mentor, Sam C. Wilson como Mandíbula, Hafthor Bjornsson como Homem-Cabra e Kojo Attah como Tri-Klops.

Morena Baccarin interpretará a Feiticeira, e Haukur Jóhannesson será Fisto, ex-vilão que se torna um grande aliado do Príncipe Adam.

A trama acompanha o Príncipe Adam, de 10 anos, que cai no planeta Terra e se separa de sua espada mágica – sua única ligação com Eternia. Quase duas décadas depois, Adam está determinado a retornar ao seu planeta natal e enfrentar as forças malignas do Esqueleto. Para derrotar o poderoso vilão, o Príncipe Adam precisará desvendar os mistérios de seu passado e se tornar He-Man: o homem mais poderoso do universo.

O filme é dirigido por Travis Knight (‘Kubo e as Cordas Mágicas’) e terá um roteiro de Chris Butler, com base em um rascunho inicial escrito por David Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) e Aaron Nee (‘A Cidade Perdida’).

Com retorno de Anna Faris e Regina Hall, ‘Todo Mundo em Pânico 6’ ganha data de estreia no Brasil

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Anna Faris e Regina Hall foram confirmadas no elenco da sequência ‘Todo Mundo em Pânico 6‘, que já tem data de estreia no Brasil.

O filme estreará nos cinemas nacionais no dia 12 de Junho de 2026.

As atrizes irão reprisar seus papéis como Cindy e Brenda, respectivamente.

“Mal podemos esperar para trazermos Brenda e Cindy de volta à vida e nos reunirmos com nossos grandes amigos Keenen Ivory Wayans, Shawn Wayans e Marlon Wayans – três homens que nós literalmente daríamos a vida (no caso da Brenda, novamente),” declararam as artistas.

O próximo filme também terá o retorno dos Irmãos Wayans, idealizadores dos dois primeiros filmes, como roteiristas.

“Não poderíamos estar mais animados para fazer parte do novo Todo Mundo em Pânico e trabalhar juntos novamente. Esta é uma franquia que criamos há mais de 20 anos.”, eles revelaram ao Deadline.

“Lembramos das pessoas rindo nos cinemas e esperamos ver isso acontecer novamente. Estamos ansiosos para trabalhar com Jonathan Glickman e sua equipe na nova Miramax para levar essas risadas aos cinemas, onde elas pertencem. É uma reunião dupla.” , concluíram.

Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) será responsável pela direção.

Jonathan Glickman, da Miramax, servirá como produtor do novo filme.

As filmagens devem acontecer ainda este ano.

Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.

Ao longo das sequências, a trama parodiava cenas de diversos filmes de suspense e terror, como ‘Pânico’, ‘O Exorcista’, ‘O Grito’, ‘Brinquedo Assassino‘ e vários outros.

Na Mostra de Cinema Fama, um filme que ecoa Linklater e um papo super cinéfilo com o diretor Pedro Maciel

O diretor de 'Depois do Fim', Pedro Maciel. Foto: Ana Pazian
O diretor de 'Depois do Fim', Pedro Maciel. Foto: Ana Pazian

Um filme chamou bastante a atenção no primeiro dia de exibições da Mostra de Cinema de Fama 2025: Depois do Fim, de Pedro Maciel. Em um recorte profundo – mesmo com poucos minutinhos – sobre ‘O que não durou e as suas causas’, embarcamos rapidamente num universo muito visto nos filmes de Richard Linklater que aqui ganha sua própria originalidade nas mãos habilidosas desse jovem cineasta.

'Depois do Fim', de Pedro Maciel
Depois do Fim’, de Pedro Maciel

Nascido em Salvador, Pedro Maciel vem de uma carreira consolidada dirigindo videoclipes de grandes artistas brasileiros. Cinco anos atrás, investiu seu olhar para a grande paixão: a sétima arte, escrevendo o roteiro do curta-metragem – já mencionado – e assim dando os primeiros passos nesse novo caminho.

Para nos aprofundarmos mais sobre essa obra que coloca em tela emoções de um reencontro, e reflexões sobre desencontros – que ainda conta com uma atuação marcante de Olívia Torres – fomos conversar com o cineasta durante o festival:

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

1) Teu curta-metragem ‘Depois do Fim’ conversa muito com o universo criado por Richard Linklater em ‘Antes do Amanhecer’. Tô viajando muito ou tem um pouco desse tempero? Conta pra gente também sobre o surgimento da ideia pro filme e escolha do ótimo elenco.

Pedro Maciel: Isso mesmo, desde que conheci a filmografia do Linklater, principalmente a ‘Trilogia Before’ e Boyhood, eu me apaixonei pela forma em que o diretor conta suas histórias e sempre carregarei isso comigo. Esse cinema que beira a realidade, um registro da vida como ela é. O filme surgiu exatamente desse interesse de falar sobre algo que todos nós passamos e que costuma ficar apenas nas entrelinhas do cinema, temos muitos filmes sobre o amor, a dificuldade dos relacionamentos e sobre o fim deles, mas o que acontece depois costuma ficar de fora. A pergunta que não saia da minha mente era como seria reencontrar alguém que um dia foi tão importante e presente na sua vida, porém hoje já não faz mais parte dela e até onde nós carregamos esse amor do passado, mesmo sem saber. Após escrever o roteiro fiz o convite para a Olívia Torres e para o Rafael Lozano para uma participação ativa no filme, com inúmeros ensaios para podermos encontrar juntos essa naturalidade e fluidez de um longo diálogo contínuo.

'Depois do Fim', de Pedro Maciel
Depois do Fim’, de Pedro Maciel

2) Seu filme está selecionado para a Mostra de Fama e já passou em outros festivais este ano. Qual a importância dos festivais de cinema na carreira de quem faz um curta-metragem?

Pedro Maciel: O festival de cinema é o ambiente mais importante para um realizador e seu filme. É onde todo o árduo processo de tirar um sonho do papel vale a pena. Quando escrevemos, produzimos, filmamos e finalizamos, estamos sempre pensando num mesmo ponto final, a sala de cinema, o contato direto com as pessoas. E sem os festivais esse ponto final seria uma tarefa quase impossível.

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

3) Você é de uma nova geração de cineastas que buscam voos mais altos nesse mercado tão disputado do audiovisual. Como você tá enxergando o atual momento do cinema brasileiro?

Pedro Maciel: Acredito que estamos em um ótimo momento para o cinema nacional, com inúmeras produções se tornando os filmes mais importantes do ano no Brasil e fora. Principalmente após o Oscar desse ano o mundo inteiro está de olho no cinema brasileiro, e claro que isso fomenta bastante a produção de mais filmes. Apenas em um ano temos nomes incríveis como Manas, O Último Azul, O Agente Secreto, Oeste Outra Vez, A Melhor Mãe do Mundo, Malu, Baby e muitos outros filmes que inspiram todos nós realizadores a continuar acreditando em nosso sonho.

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

4) Quais suas referências no universo do cinema? Tem algum diretor ou diretora que você acompanha bem de perto os trabalhos?

Pedro Maciel: Como mencionado anteriormente, o Richard Linklater é um diretor muito influente para o meu olhar sobre o cinema e o mundo. Outros nomes que acompanho bastante é o Kleber Mendonça Filho e a Céline Sciamma. Tanto em Aquarius como em Retrato de uma Jovem em Chamas encontrei obras que me fascinaram e que a cada vez que assisto consigo encontrar mais camadas e aspectos da cinematografia para analisar e aprender.

 

5) Sobre próximos projetos. O que você pode adiantar pra gente?

Pedro Maciel: Tenho muitos outros temas que quero falar e abordar em próximas produções. Meu primeiro curta – Depois do Fim – foi uma produção independente, em que para tirar esse grande sonho do papel, eu financiei a produção do filme. Para essas próximas obras tenho muito interesse em produzir dentro de alguma produtora ou com leis de incentivo, para assim poder tirar ainda mais sonhos do papel e continuar a contar histórias. Quem sabe continuar esse tema do curta em outros cenários?

 

Com homenagens emocionantes às margens do ‘Mar Mineiro’, a Mostra de Cinema de Fama dá seu pontapé inicial

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

Imaginem uma cidadezinha do interior do nosso país, tão acolhedora e charmosa que, ao pisar nela, é impossível não se sentir em casa. Agora, acrescente a esse cenário o brilho de um festival de cinema às margens do encantador “Mar de Minas”. Assim nasce – e segue florescendo – a Mostra de Cinema de Fama, que chega à sua oitava edição com a tela repleta de histórias inspiradoras, vindas de diferentes cantos do Brasil.

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

A abertura, realizada na última quinta-feira (14), foi pura emoção do início ao fim. Teve de tudo: homenagens comoventes a três grandes artistas, um caloroso “bem-vindos” repleto de amor pelo festival e pela sétima arte e, para coroar a noite, uma apresentação inesquecível de um músico de renome internacional, acompanhado por parte de uma orquestra.

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

Idealizada pela produtora cultural Aryanne Ribeiro, a Mostra de Cinema de Fama, ao longo de quase uma década, vem se firmando como um verdadeiro ponto de encontro para o cinema brasileiro. Um espaço onde talentos de todas as regiões do país têm a oportunidade de compartilhar suas histórias em uma tela ao ar livre, com o cenário deslumbrante do lago de Furnas – o encantador “Mar Mineiro” – como pano de fundo.

A idealizadora do festival Aryanne Ribeiro, na abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
A idealizadora do festival Aryanne Ribeiro, na abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

O ator Fernando Alves Pinto, com mais de três décadas dedicadas ao audiovisual brasileiro, foi um dos grandes homenageados desta edição. Na telona, recebeu mensagens carinhosas de amigos e amigas que celebraram sua trajetória.

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

Em seguida, o palco se iluminou para uma homenagem inesquecível ao músico Wagner Tiso. O integrante do lendário Clube da Esquina retribuiu o carinho presenteando o público com uma apresentação marcante, ao lado da Orquestra Sinfônica de Varginha — um espetáculo que tocou fundo o coração de todos.

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

E a noite ainda guardava mais um momento especial: a homenagem a Pedro Paulo Alves, figura essencial da memória cultural de Fama e idealizador da tradicional encenação da Paixão de Cristo.

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

Com o tema ‘Territórios do Olhar’, a Mostra segue até domingo (17) com uma programação muito aguardada. Ao longo dos próximos dias, o público poderá conferir exibições de alguns curtas-metragens que vêm conquistando aplausos e prêmios por todo o país.

Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival
Abertura da 8a edição da Mostra de Cinema de Fama. Foto: divulgação do festival

O Cinepop está fazendo a cobertura do evento a convite do festival. Acompanhem tudo pelas nossas redes sociais e aqui pelo site.

Crítica | ‘Depois do Fim’ – Um inesperado reencontro capaz de despertar conflitos adormecidos [Mostra de Cinema de Fama]

'Depois do Fim', de Pedro Maciel
'Depois do Fim', de Pedro Maciel

Exibido na Mostra de Cinema de Fama 2025, o curta-metragem Depois do Fim apresenta um desabafo de emoções reprimidas, desencadeando um inesperado choque capaz de despertar conflitos há tempos adormecidos. Em um recorte profundo – mesmo com poucos minutinhos – sobre ‘O que não durou e as suas causas’, embarcamos rapidamente num universo muito visto nos filmes de Richard Linklater que aqui ganha sua própria originalidade nas mãos de uma habilidosa direção de Pedro Maciel.

Seis anos após o último adeus, Ana (Olivia Torres), uma musicista atualmente em uma relacionamento, dá de frente com o ex-namorado, Théo, oferecendo uma carona. Esse fato leva esses dois ex-pombinhos para preenchimentos de lacunas que ficaram perdidas pelo tempo. Será que há possibilidades para novos capítulos dessa história?

Uma carona, um reencontro, uma história de amor guardada numa caixinha de memórias. Em 19 minutos de duração, o curta-metragem nos convida a um encontro que, na verdade, é sobre desencontros. Entre confissões e desabafos, o filme faz do presente uma ponte para revisitar o passado e propõe uma reflexão madura sobre os labirintos emocionais dos relacionamentos.

Brincando com as incertezas, o roteiro preenche suas linhas com diálogos de múltiplas camadas e significados, encontrando uma cadência certeira e um ritmo envolvente. A narrativa, sempre centrada nos personagens, direciona o olhar do espectador para uma verdadeira explosão de emoções.

Criar um elo com o público não é fácil, há muitos méritos nisso. Esse é um filme que chega no seu desfecho com gostinho de quero mais. Quem sabe não vira um longa, né? Eu correria pra assistir!

Crítica | ‘Um Amigo na Noite’ – Produção mineira busca reflexões sobre o estado de solidão [Mostra de Cinema de Fama]

Um transeunte perdido no seu pensamento que vaga pelas ruas em busca de alguma luz para seus problemas. Num primeiro momento, essa definição é a mais certeira quando pensamos no curta-metragem Um Amigo na Noite. Indo de encontro a um problema social bastante comum – as aflições do cotidiano – o projeto mineiro dirigido por Vinicius di Castro busca ir nas raízes de seu discurso com pontos interessantes, e outros nem tanto assim.

Um trabalhador brasileiro – aqui esgotado pela sua rotina num escritório de advocacia – resolve abandonar o comodismo de seu veículo e partir a pé rumo a qualquer lugar que não seja dentro da bolha que virou seus dias. Pelas ruas de uma grande cidade brasileira, vagando pela noite, em certo momento se depara com um cãozinho querendo sua atenção, um fato com consequências, que irá fazê-lo refletir sobre seu papel no mundo.

Uma batida nas teclas – de forma incessante – abre alas de um filme que busca o refletir de um estado de solidão, um paralelo com infelicidade que muitas vezes não se mostra, só se sente. Os tons carregados de amargura se projetam em uma fotografia com ambientes escuros, trazendo o clima para uma tensão. A fuga do concreto e as novas interpretações da observação do cotidiano viram alicerces de uma narrativa que tenta a todo instante alcançar camadas mais profundas através de um homem sem direção, caminhando despretensiosamente rumo ao inesperado.

Quando o projeto sugere e ataca o debate que propõe se mostra interessante, quando tenta definir ou mesmo encontrar sentido para a situação que se encontra o protagonista – pulando as entrelinhas – o filme força situações existenciais. Esse último ponto, grande calcanhar de aquiles da produção, nos coloca de frente com a pretensão de definições sobre estado de espírito, quase um precipício criativo de uma história com paralelos com muitas realidades.

Crítica | ‘Bijupirá’ – Um ping pong de emoções nos contrastes do entender as relações [Mostra de Cinema de Fama]

No primeiro dia de exibições das mostras competitivas da 8ª edição da Mostra de Cinema de Fama nos deparamos com um filme que navega pelo encontro de duas gerações e as formas de enxergar o mundo. Tendo a imensidão do mar e seus mistérios como plano de fundo, o curta-metragem carioca Bijupirá busca ampliar seus horizontes de reflexões ao duelar pelos contrastes das relações que vão da agonia à aflição, da curiosidade ao medo, tendo dois personagens num ping pong de emoções.

Um jovem navega pelas águas com seu companheiro de travessia, um experiente pescador. Ao se jogar em uma intensa curiosidade acerca de uma mutualidade ocorrida na vida de animais marítimos, o jovem acaba se desprendendo do barco – rumando às incertezas e inconsequências. Do outro lado, seu parceiro de jornada entra numa espiral de dúvidas.

No horizonte do oceano, as aflições correntes de duas pessoas de faixa etária diferentes são logo apresentados através de um intenso diálogo que valida o real entendimento sobre relações. Não sabemos qual o elo entre os dois personagens, algo que justifica toda a narrativa alegórica com paralelos que miram a mutualidade. Mesmo com as peças embaralhadas é possível encontrar um norte para compreensões e reflexões.

Muito bem filmado, com ritmo dosado e que prende a atenção, esse projeto dirigido por Eduardo Boccaletti também se apoia em uma fotografia que amplifica elementos que representam a relação do homem – de eterno aprendiz – com a natureza. Esse, que é mais um elo numa corrente que joga suas fichas num desenvolvimento nada evidente dos protagonistas, é um dos pontos altos de uma trama, que na sua simplicidade, cria caminhos interessantes para intrigantes raciocínios – mesmo dando a impressão que com mais peças a harmonia do discurso chegaria com mais força.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: Arte conceitual revela visual ALTERNATIVO do Sr. Fantástico; Confira!

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ segue em exibição nos cinemas mundiais e, agora, uma arte conceitual inédita do longa-metragem foi divulgada nas redes sociais.

Através de seu Instagram oficial, Ryan Meinerdingdesigner de personagens, diretor criativo e Chefe do Departamento de Desenvolvimento Visual da Marvel Studios, divulgou uma imagem inédita que apresenta um visual alternativo de Reed Richards/Sr. Fantástico (Pedro Pascal) e o design original dos trajes usados pelo time de super-heróis.

“Trajes tecnológicos do Quarteto Fantástico! Essa é a imagem principal do design que fiz para imaginar como os personagens ficariam juntos”, ele escreveu. “Alexandra Byrne e sua equipe fizeram um trabalho incrível criando esses trajes. Eles são belíssimos e parecem tão incríveis de perto quanto de longe. Obrigado a todos os envolvidos na criação!”.

Confira:

Quarteto Fantástico arrecadou US$441,4 milhões ao redor do mundo, além de ter conquistado 86% de aprovação no Rotten Tomatoes e uma nota A- na CinemaScore.

Matt Shakman comanda o projeto.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

Alfie Allen e Shazad Latif cruzam caminho no EXPLOSIVO trailer da série ‘Atomic’; Confira!

MGM+ divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Atomic’, nova série de ação estrelada por Alfie Allen (‘John Wick’) e Shazad Latif (‘Nautilus’).

A produção tem estreia agendada para o dia 28 de agosto na plataforma de streaming.

Confira:

A série foi criada por Gregory Burke, inspirada no livro de não-ficção ‘O Bazar Atômico’, do jornalista William Langewiesche.

Quando o caminho de Max (Allen), um traficante de drogas de espírito livre, se cruza com o de JJ (Latif), um forasteiro misterioso e fugitivo. A partir daí, os dois se tornam amigos e, juntos, são arrastados para uma arriscada missão de traficar urânio altamente enriquecido pelo Norte da África e Oriente Médio. Enquanto isso, a CIA, o MI6 e uma rede global de forças opostas os investigam de perto.

Liderando a CIA está a cientista Cassie Elliot (Samira Wiley), que está convencida de que Max e JJ estão conspirando com grupos extremistas e violentos. Sua perseguição incansável faz com que todos entrem em uma situação de confronto, em que nada é o que parece e todos têm segundas intenções. A dupla embarca em uma viagem alucinante, enfrentando agentes especiais e um cartel internacional, enquanto também lida com demônios do passado. O que começa como uma aposta para sobreviver se torna uma parceria relutante, com chances de redenção e uma experiência inesquecível.

Samira WileyBrian GleesonFranklin VirguezAvital LvovaStuart MartinVahid GoldCharlie Murphy também integram o elenco.

‘Fionna & Cake’ estão de VOLTA na primeira imagem da 2ª temporada; Confira!

Hora de Aventura com Fionna & Cake, série derivada da aclamada animação Hora de Aventura, entrará em sua segunda temporada em breve – e, agora, a HBO Max divulgou a primeira imagem promocional do novo ciclo.

Confira:

Mais detalhes sobre o próximo ciclo não foram revelados.

Na animação, um novo inimigo surge na terra de Ooo e as garotas Fionna e Cake precisam recorrer a ninguém menos que o antigo Rei Gelado para garantir a paz. Nas novas aventuras, temos participações especiais de personagens já queridos como Marceline e Princesa Jujuba.

Relembre o trailer:

A produção foi criada por Adam Muto e conta com dez episódios.

Madeleine MartinRoz RyanTom Kenny fazem parte do elenco de dublagem.

Fionna e Cake foram introduzidas oficialmente na série original no nono episódio da 3ª temporada.

Personagens como Marshall Lee, Marceline, a Rainha dos Vampiros, e Princesa Jujuba também aparecem no spin-off.